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Elaine
Fernandes,
E
vai rolar a festa...
Correio
Braziliense
Brasília, domingo, 7 de dezembro de 2003
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Rosangela
G. Braga,
Autocrítica
e iniciativa são essenciais
Revista
Já, São Paulo 2 de novembro de 2003
Comportamento
assertivo
Um profissional sem rodeios
Correio Braziliense
Brasília, domingo, 12 de outubro de 2003
Fofoca,
atitude de risco
Revista Vitrine,
Edição de Outubro de 2003
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Ana
Maria Grecco
Se
vira nos 60
Correio Braziliense
03 de agosto
de 2003 |
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Sandra Guedes,
Gangorra
Corporativa
Painel Executivo
Revista
Exame
23 de abril de 2003
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Alimentos
EMBARÉ planeja ampliar capacidade de produção
A EMBARÉ INDÚSTRIAS
ALIMENTÍCIAS anunciou planos de investimentos de R$ 60 milhões
até o final deste ano para aumentar em 80% a capacidade de produção.
Parte dos recursos será destinada para a aquisição
de novos equipamentos e tecnologias de processo de última geração.
A fábrica da EMBARÉ foi instalada em Lagoa da Prata (MG)
em 1948. Fabricante de caramelos, ela produz nove variedades de balas
e também toffees e produtos lácteos. Com a ampliação
da capacidade, a empresa informou que irá aumentar sua participação
no mercado local, com o lançamento de novas linhas nos segmentos
de laticínios e de confeitaria. A marca EMBARÉ é
distribuída em todo o território nacional e exportada para
41 países, entre eles, Estados Unidos, Canadá e Coréia
do Sul. As exportações da companhia têm aumentado
expressivamente. O volume vendido no exterior cresceu 200% desde 1999.
Durante o período das obras de ampliação, a EMBARÉ
informou que serão gerados 250 empregos diretos. Com 750 funcionários,
ela espera aumentar em um terço o número de contratados
na produção leiteira mineira.
GAZETA MERCANTIL
PERDIGÃO amplia venda ao exterior
A PERDIGÃO
encerrou o primeiro trimestre de 2004 com lucro líquido de R$ 80,3
milhões. A receita líquida aumentou 27,7% e atingiu R$ 1,085
bilhão. O bom desempenho foi explicado pela empresa de frangos
e suínos com o aumento da demanda internacional, como conseqüência
de problemas sanitários registrados em importantes regiões
produtoras do mundo. Com isso, os preços dos produtos brasileiros
aumentaram. Uma indicação de que o comércio externo
foi determinante para o resultado é o fato de as vendas externas
representarem 53,5% da receita líquida da PERDIGÃO e os
volumes de carnes exportados foram 30,4% superiores aos registrados no
primeiro trimestre de 2003. No trimestre, as exportações
atingiram R$ 580,3 milhões, aumento de 52,5% em relação
aos R$ 380,6 milhões obtidos no mesmo período de 2003.
GAZETA MERCANTIL
Autopeças
SKF DO BRASIL planeja nova fábrica
A SKF DO BRASIL obteve
um crescimento de 24% nas suas vendas no ano passado, excluindo os negócios
com o setor automotivo. A empresa, subsidiária do grupo sueco SKF,
líder mundial na produção de rolamentos, vendeu R$
210 milhões em 2003 ante os R$170 milhões obtidos em 2002.
A fábrica da SKF, localizada em Cajamar (SP), está trabalhando
à plena carga e foi preciso terceirizar alguns serviços.
Por conta disso, a SKF DO BRASIL planeja a construção de
uma nova unidade com a qual planeja ampliar em 30% sua capacidade de produção.
A SKF do Brasil está otimista para este ano em relação
às vendas para os segmentos exportadores. Donizete estima um crescimento
de 15% nas vendas liquidas em 2004. A divisão industrial ganhou
representatividade para a SKF DO BRASIL sobretudo após a aliança
estratégica com a GOODYEAR,
realizada em julho de 2002, que culminou na criação da POWER
TRANSMISSION ALLIANCE (PTA). Essa divisão de negócios
deve gerar uma receita conjunta de US$ 500 milhões nos próximos
cinco anos. O grupo sueco SKF fatura cerca de US$ 5 bilhões anuais,
está presente em 150 países e conta com 80 unidades fabris
espalhadas pelo mundo.
GAZETA MERCANTIL
THULE faz fábrica no interior paulista
A THULE, empresa
de origem sueca, inaugura esta semana sua primeira fábrica no Brasil,
na cidade de Itupeva, região de Campinas. A nova instalação
recebeu investimento inicial de US$ 500 mil e terá capacidade para
fabricar seis mil unidades por mês de caixas porta-bagagem, segundo
Werner Wiedenbrug, Diretor Comercial da empresa. Com a produção
nacional, a estimativa da THULE DO BRASIL é de obter receita anual
de R$ 1 milhão. A estratégia da companhia sueca é
utilizar a fábrica brasileira para fornecer caixas porta-bagagem
para os distribuidores que atuam no Mercosul. "A exportação
deverá representar 70% dos negócios, o mercado de reposição
26% e as vendas diretas às montadoras de 3% a 4%", disse Wiedenbrug.
A unidade brasileira inicia suas atividades com 20 empregados. A previsão
da empresa, segundo Wiedenbrug, é de nos próximos seis meses
contratar mais funcionários.
VALOR ECONÔMICO
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MANGELS amplia negócios e eleva investimentos
Os
sinais positivos da economia no primeiro quadrimestre fizeram a MANGELS
ampliar em 57,5% o programa de investimentos. Controlada por uma família
de descendentes de alemães, essa empresa, que é conhecida
pelas rodas, mas também fabrica botijões de gás e
fitas de aço, ainda elevou a previsão de crescimento da
receita líquida de 11% para 15%. Para sustentar o avanço,
a empresa vai ampliar a fábrica de rodas e começará
a produzir cilindros de gás para veículos. Além do
cenário econômico favorável, a expectativa de crescimento
se sustenta na consolidação de novas frentes de atuação.
A empresa já começou a investir na ampliação
da linha de produção de rodas de alumínio, em Três
Corações (MG). Em menos de dois anos, a fábrica de
rodas atingirá a capacidade de 1,5 milhão de unidades. A
idéia, segundo o Presidente, Robert Mangels, é fornecer
rodas diretamente para montadoras de outros países, um segmento
de mercado no qual a companhia ainda não atua. Depois de fechar
2003 com lucro líquido de R$ 8 milhões, a MANGELS obteve
resultado operacional próprio de R$ 8,9 milhões, 10,2% maior
ao obtido no primeiro trimestre de 2003.
VALOR ECONÔMICO
Bebidas
SCHINCARIOL vende mais e obtém receita 109% maior
O grupo SCHINCARIOL
faturou R$ 617 milhões no primeiro trimestre de 2004, um crescimento
de 109% sobre o mesmo período de 2003. O resultado, disse o Diretor
Superintendente da empresa, Adriano Schincariol, deveu-se ao aumento do
volume de vendas, ao lançamento da Nova Schin e às mudanças
na estrutura administrativa. Segundo o diretor, "por conta desse
primeiro trimestre surpreendente, acima do esperado, a empresa reviu sua
expectativa de faturar R$ 2,2 bilhões em 2004". O grupo espera
alcançar vendas de R$ 2,5 bilhões neste ano, aumento de
quase 70% sobre 2003. Nos últimos oito anos, o grupo investiu cerca
de R$ 500 milhões para construir cinco fábricas: Alagoinhas
(BA), Cachoeira de Macacu (RJ), Caxias (MA), Alexânia (GO) e Recife.
Em março, a SCHINCARIOL lançou a pedra fundamental da fábrica
de Igrejinha (RS), que deverá entrar em operação
em outubro. A empresa, disse Adriano Schincariol, planeja a construção
de mais uma fábrica na região norte do País. O grupo
anunciou em março deste ano a sua reestruturação.
Adriano Schincariol, ex-Diretor de Marketing, assumiu a Superintendência
da empresa. José Assis de Carvalho, que era responsável
pelas regiões Norte e Nordeste, tomou posse na Diretoria de Vendas
e Marketing . "Estamos tornando a companhia mais profissional para
o futuro", disse o Diretor Superintendente.
GAZETA MERCANTIL
Energia
Vendas da MINASGÁS crescem 9,5% no primeiro trimestre
A MINASGÁS,
distribuidora de gás liquefeito de petróleo (GLP) subsidiária
do grupo holandês SHV GAS, conseguiu no primeiro trimestre deste
ano aumento de 9,5% nas vendas em relação ao mesmo período
do ano passado. O Diretor de Marketing da empresa, Rubem Mesquita, afirma
que o crescimento registrado no início deste ano reflete o aumento
apurado no mercado de GLP como um todo, de 4,35%. Embora atue em 22 estados
brasileiros, a participação nos mercados regionais é
bastante variada, sendo mais forte no Rio e em Minas Gerais e ainda em
expansão no Nordeste. Os consumidores domésticos também
tiveram mudança no relacionamento com a empresa. Para os clientes
residenciais, a MINASGÁS apostou em uma atuação mais
próxima à comunidade, por meio de projetos sociais. Com
os projetos, a distribuidora conseguiu aumentar entre 10% e 15% a venda
nas comunidades atendidas.
GAZETA MERCANTIL
Financeiro
MASTERCARD eleva faturamento no Brasil
Os titulares brasileiros de cartões de crédito MASTERCARD
movimentaram o equivalente a US$ 2,62 bilhões em compras no primeiro
trimestre de 2004, o que representou um crescimento de 18,8% em comparação
ao mesmo período de 2003. O número de transações
aumentou 18,9%, para 111 milhões, o que representa 43% de todas
as transações com cartões MASTERCARD na América
Latina. A MASTERCARD tem 627,5 milhões de cartões de crédito
em circulação no mundo, dos quais 49,22 milhões estão
na América Latina e 20,67 milhões no Brasil. A emissão
de novos cartões a clientes brasileiros cresceu 9,5%. O faturamento
global totalizou US$ 332 bilhões entre janeiro e março.
Murilo Barbosa, Vice-Presidente de Marketing da filial brasileira, disse
que os resultados ficaram acima do esperado. Segundo ele, os números
refletem o resultado da estratégia da empresa de ampliar não
só a participação no mercado de usuários de
mais baixa renda mas também "focar em ativação"
dos cartões já vendidos.
VALOR ECONÔMICO
Faturamento da AON cresce 22% no Brasil
O grupo AON,
dono da segunda maior corretora de seguros do mundo, começou bem
o ano. O lucro operacional mundial foi de US$192 milhões no primeiro
trimestre do ano, 15% acima do registrado em mesmo período do ano
anterior. O faturamento mundial do grupo evoluiu 8,6% no primeiro trimestre
deste ano. No Brasil, a receita de corretagem e "fees" evoluiu
22%, para R$ 21 milhões no primeiro trimestre do ano, informou
José Felipe Vieira de Castro, Presidente da filial brasileira da
AON. A expectativa do grupo no Brasil para 2004 é de crescimento
de 25%, com receita de R$ 80 milhões. Em 2003, o faturamento da
filial brasileira cresceu 38%.
VALOR ECONÔMICO
HSBC quer crescer 20% no ano
O HSBC SEGUROS
quer elevar seu faturamento em 20%, em 2004, com a adoção
de um seguro sob medida para cada tipo de automóvel, a retomada
das operações com caminhões e a redefinição
da sua estratégia de atuação no mercado. O Diretor
Comercial do HSBC, Domingos Costa, disse que espera faturar este ano R$
1,6 bilhão, com a venda de seguros de automóveis e previdência
privada. Por estas inovações, especialmente para o segmento
de automóveis, o HSBC espera elevar o faturamento de R$ 410 milhões
do ano passado para R$ 500 milhões em 2004.
GAZETA MERCANTIL
SOROCRED se prepara para entrar na capital paulista
A SOROCRED,
bandeira de cartões de crédito voltada para o público
de baixa renda, quer invadir o concorrido mercado da capital paulista.
Por meio de parcerias já fechadas no último ano com grandes
redes de supermercados e médias e pequenas lojas de produtos do
chamado "ramo mole" (vestuário e calçados), já
são 5 mil pontos de venda que aceitam o SOROCRED na capital. O
número de cartões já emitidos chegou a 200 mil. A
SOROCRED está atuando junto ao mesmo perfil de público que
já atende em todo interior do Estado, pessoas com renda até
R$ 300. O próximo passo é uma forte campanha publicitária,
garante Nilton Ferreira, que fundou a empresa há 15 anos junto
com Luiz Maciel de Lima Filho, no município de Sorocaba, a cerca
de 100 quilômetros da capital. Desconhecida dos paulistanos, a SOROCRED
já tem nome consolidado no interior de São Paulo, onde tem
2 milhões de plásticos espalhados por quase todos os 600
municípios do Estado, majoritariamente na região de Sorocaba
e Campinas. O faturamento, de R$ 386 milhões em 2003, vem crescendo
30% ao ano nos últimos cinco anos.
VALOR ECONÔMICO
PACTUAL cria novas áreas de negócios
O banco PACTUAL
está complementando sua estratégia de atuação
com a criação de novas áreas de negócios:
participações em empresas e recebíveis e negócios
imobiliários. Depois de consolidar sua atuação nas
áreas de "underwriting" (estruturação de
operações), corretagem, análises de empresas e administração
de recursos e "private banking" (gestão de fortunas),
o PACTUAL agora busca investir nos novos nichos. Com a saída de
Eduardo Plass do principal cargo da empresa, o banco passa a funcionar
sem presidente, comandado por sete diretores que fazem parte do comitê
executivo. As novas áreas de atuação surgem não
só para aproveitar oportunidades, mas em função de
recentes negócios fechados pelo banco, como a parceria com o BANCO
INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO (BID) para um fundo de participações.
O banco hoje está pelo menos entre as cinco principais instituições
em cada uma das áreas em que atua. O volume no private banking
cresceu dez vezes no período, saindo de US$ 250 milhões
para US$ 2,5 bilhões. No segmento corporativo, 70% das 500 maiores
empresas do país é cliente de pelo menos uma área
do banco. O total de ativos do PACTUAL chegou a R$ 6,793 bilhões
em 2003, um crescimento de 62% em relação a 2002.
VALOR ECONÔMICO
Máquinas e Equipamentos
Lucro trimestral da RANDON sobe 92%
A RANDON S.A.
IMPLEMENTOS E PARTICIPAÇÕES, holding do grupo RANDON, ampliou
em 91,8% o lucro líquido consolidado no primeiro trimestre em comparação
com igual intervalo de 2003, para R$ 24,4 milhões. O índice
foi bem superior aos 36,8% de expansão da receita líquida
consolidada, que fechou em R$ 350,7 milhões, disse o Diretor Corporativo
e de Relações com Investidores, Astor Schmitt. O resultado
do primeiro trimestre está em linha com as projeções
de crescimento de até 20% na receita bruta total do grupo. Conforme
Schmitt, o desempenho do grupo, que produz autopeças, implementos
rodoviários e veículos pesados, deve-se ao "bom comportamento"
do setor primário e também às exportações,
especialmente para os EUA.
VALOR ECONÔMICO
Química e Petroquímica
POLITENO tem lucro no trimestre
A POLITENO INDÚSTRIA
E COMÉRCIO, indústria petroquímica de resinas termoplásticas,
divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2004, quando obteve
lucro líquido de R$ 18,5 milhões. A receita líquida
da companhia alcançou R$ 190,6 milhões. A POLITENO encerrou
31 de março com patrimônio líquido de R$ 458,4 milhões.
GAZETA MERCANTIL
Serviços
Com receita de R$ 20 milhões, a CANTEEN mantém crescimento
Especializada em serviços de alimentação por meio
de máquinas automatizadas de auto-serviço (vending machines),
a CANTEEN fechou 2003 com faturamento superior a R$ 20 milhões
e prevê para este ano um crescimento de 24,5%. "A facilidade
do nosso sistema e a qualidade dos produtos que oferecemos são
a base da perspectiva otimista", afirma Hamilton Ibanes, Diretor
Geral da CANTEEN.
Desde o início de suas operações, há cinco
anos, a marca adota a política de "saber ouvir clientes e
consumidores", segundo Ibanes. Ele atribui a essa postura o crescimento
rápido dos negócios: "Em 1998, administrávamos
45 equipamentos. Hoje são 1.500 espalhados pelo Brasil". A
CANTEEN é um braço da GRSA,
que tem como acionistas os grupos ACCOR
e COMPASS, com
posição de destaque nos ramos de hotelaria e prestação
de serviços de alimentação. A GRSA tem outras marcas
atuantes na área de alimentação e conta atualmente
com 17 mil funcionários. No grupo GRSA, também se destaca
a MEDIREST,
que fornece alimentação e dietas para hospitais, clínicas
e casas de repouso. A empresa faturou cerca de R$ 43 milhões em
2003 e prevê para este ano um crescimento de 10%. "Vamos concentrar
a atenção da nossa força de vendas nos mercados de
São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais", informa Luiz Fernando
Pacheco, Diretor da MEDIREST.
GAZETA MERCANTIL
Siderurgia
Receita da CSN aumentou 17,7% no 1º trimestre
A COMPANHIA SIDERÚRGICA
NACIONAL (CSN) obteve um lucro líquido de R$ 333 milhões
no primeiro trimestre. A receita líquida aumentou 17,7%, reflexo
da elevação dos preços médios obtidos nos
mercados interno e internacional e do maior volume de vendas. As vendas
para a Europa também cresceram e atingiram 34% do total exportado.
A CSN investiu R$ 104 milhões no primeiro trimestre de 2004. A
CSN acredita no crescimento do mercado doméstico em 2004, e estima
o seu mix de produtos em 65% para o mercado interno e 35% destinados à
exportação.
VALOR ECONÔMICO
ACESITA lucra 82,3% mais no primeiro trimestre
A ACESITA, maior
produtora integrada de aço plano inoxidável e siliciosos
da América Latina, associado ao grupo europeu ARCELOR,
apresentou lucro líquido de R$ 100,1 milhões no primeiro
trimestre deste ano, resultado 82,3% maior que o apurado no mesmo período
do ano passado. A receita líquida subiu 14,2% no mesmo período
de comparação, atingindo R$ 672,32 milhões. Os resultados
foram positivos também para os segmentos de bens de capital, nos
quais vários componentes de maquinários são em aço
inoxidável. A indústria de papel e celulose e da linha branca
foram os principais destinos. No primeiro trimestre, as exportações
da ACESITA totalizaram 61,2 mil toneladas, com alta de 25,1% em relação
ao mesmo período de 2003.
GAZETA MERCANTIL
Tecnologia
SAMSUNG supera rival LG PHILIPS nos desktops
A SAMSUNG ELECTRONICS
ultrapassou a arquirival LG
PHILIPS no primeiro trimestre como a principal fabricante mundial
de monitores de computador de alta resolução, conforme dados
do setor, e está em posição para manter sua liderança.
Dados recentes mostram que a SAMSUNG, a principal fabricante de displays
de notebook, ultrapassou a LG PHILIPS em vendas de monitores de computador
de mesa, área em que a LG PHILIPS liderou por muitos anos. Ross
Young, Presidente da DISPLAYSEARCH,
disse que por meio de uma combinação de investimento pesado,
produção acelerada e apostas em produtos inteligentes, a
SAMSUNG ficou em posição de permanecer no topo do ranking
de produção de displays por muitos anos. "Em termos
de sua capacidade total, prevemos que a SAMSUNG permanecerá à
frente da LG PHILIPS até 2008", afirmou.
GAZETA MERCANTIL
INFOCUS leva seus produtos multimídia para o varejo
A americana INFOCUS
iniciou a comercialização de seus projetores multimídia
em lojas brasileiras, como PLUGUSE,
FNAC e KALUNGA.
Inicialmente, a empresa vai oferecer para uso doméstico os modelos
X1 e LP120, projetor pessoal wireless. "O grande foco ainda é
o mercado corporativo e a intenção é expandir para
o consumidor. O Brasil e México representam os maiores mercados
na América Latina para INFOCUS", disse o Vice-Presidente da
companhia nas Américas, Scott Hix. Segundo o Hix, a estratégia
de expandir a atuação para o varejo foi adotada há
um ano e meio nos Estados Unidos. O executivo disse que a INFOCUS fechou
o último trimestre com 35% de participação no mercado
de projetores vendidos no varejo no país. No Brasil e na América
Latina, a empresa espera um expansão de 32% em 2004. As vendas
para o mercado corporativo devem crescer 25%. De acordo com a Diretora
para a América Latina e Canadá, Desiree Ortiz, a INFOCUS
detém 25% do mercado brasileiro de projetores, disputando com a
SONY e a EPSON.
O Brasil responde por 20% das vendas da INFOCUS na América Latina.
Em 2003, o faturamento global da empresa foi de US$ 600 milhões.
GAZETA MERCANTIL
RM cresce 89% no trimestre
A mineira RM SISTEMAS,
fabricante de software de gestão, registrou um crescimento de 89%
em suas vendas no primeiro trimestre de 2004. O resultado é quase
o dobro da previsão inicial para o período e, segundo a
empresa, confirmam a perspectiva de atingir receita de R$ 121 milhões
até o final deste ano, crescendo 35% sobre 2003.
GAZETA MERCANTIL
NEC cria nova divisão de TI para atuar no governo
A exploração do mercado brasileiro de identificação
por meio de biometria atraiu também a NEC
DO BRASIL, que detém internacionalmente fatia de 60% neste
segmento, segundo afirmou Silvio Maemura, Presidente da nova unidade que
a corporação de capital japonês está inaugurando
no País e que está focalizada em negócios de soluções
de Tecnologia da Informação (TI) para corporações
e governo. Com receita anual estimada em R$ 40 milhões, a nova
divisão deverá participar com R$ 10 milhões dos R$300
milhões previstos para o faturamento total no Brasil até
dezembro, informou o Presidente da NEC no País, Paulo Castelo Branco.
A estruturação dessa nova área consumiu R$ 9 milhões
em investimentos. A área de clientes corporativos deverá
gerar R$50 milhões em contratos neste ano, disse Maemura. A receita
esperada com o negócio é de R$ 10 milhões no primeiro
ano de operação.
VALOR ECONÔM
Lucro da CISCO cresce 23% no trimestre
A CISCO SYSTEMS,
maior fabricante mundial de equipamentos para infra-estrutura de comunicação
em rede, anunciou um aumento de 23% em seus lucros trimestrais graças
ao crescimento dos negócios no segmento corporativo. O lucro líquido
do terceiro trimestre fiscal, encerrado dia 30 de abril, foi de US$ 1,2
bilhão. O faturamento da CISCO no último trimestre somou
US$ 5,62 bilhões, em comparação aos US$ 4,62 bilhões
obtidos no mesmo período de 2003. O presidente executivo da companhia,
John Chambers, informou que os resultados foram impulsionados pela venda
de equipamentos, redes e dispositivos para clientes empresariais.
GAZETA MERCANTIL
Têxtil e Couro
Vendas crescem e ALPARGATAS tem lucro 11,7% maior
O lucro líquido da SÃO
PAULO ALPARGATAS cresceu 11,69%, para R$ 15,1 milhões no primeiro
trimestre deste ano na comparação com igual período
de 2003. O crescimento das vendas e a redução dos gastos
levaram a esse resultado. A receita bruta da fabricante de calçados
e lonas subiu 14,4% nesse intervalo, para R$ 248,3 milhões. Segundo
Francisco Cespede, Diretor de Relações com Investidores,
o crescimento em número de pares foi de 8%. O restante do incremento
nas vendas veio pela comercialização de produtos de maior
valor agregado. Outro fator que contribui para o aumento das vendas foram
as exportações, que passaram a corresponder a 7% da receita
bruta. Em dólares, Cespede diz que o crescimento foi de 179%. Esse
resultado está acima da média registrada pelo setor, que
teve um crescimento de 17%.
VALOR ECONÔMICO
Varejo
Lucro da LOJAS COLOMBO cresce 89%
A LOJAS COLOMBO,
de Farroupilha (RS), apurou lucro líquido de R$ 21,6 milhões
no ano passado, com um crescimento de 89,6% em comparação
com o exercício anterior. A rede gaúcha informou ainda uma
expansão de 40,4% na receita bruta, para R$ 1,120 bilhão.
"Enquanto o varejo brasileiro viveu forte retração,
a COLOMBO cresceu e consolidou-se como a terceira maior rede de eletrodomésticos
e móveis do ranking nacional", comentou o Diretor Superintendente
Eldo Moreno. O número de funcionários da companhia fechou
em 6,4 mil no fim de 2003, contra 5,3 mil no ano anterior. A empresa informou
ainda que inaugurou 35 novas lojas em 2003, incluindo as duas primeiras
unidades na capital paulista e a primeira em Minas Gerais. Com operações
também no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a
Colombo tem 351 pontos de vendas, incluindo 14 lojas virtuais. Nos primeiros
meses deste ano a rede já abriu 15 novas lojas, sendo oito em Minas
e sete no interior de São Paulo. Conforme Moreno, a estratégia
para este ano será concentrar a abertura de unidades convencionais
em cidades de grande porte, enquanto nas pequenas a expansão se
dará com franquias das lojas virtuais.
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