Sexta-feira, 14/05/2004
Ano IV– edição 118
.:: edições anteriores Informativo.........
  

--------------------(Oportunidades de Recolocação)

.:: ed. anteriores

Elaine Fernandes,

E vai rolar a festa...
Correio Braziliense
Brasília, domingo, 7 de dezembro de 2003


Rosangela G. Braga,

Autocrítica e iniciativa são essenciais
Revista Já, São Paulo 2 de novembro de 2003

Comportamento assertivo
Um profissional sem rodeios

Correio Braziliense
Brasília, domingo, 12 de outubro de 2003

Fofoca, atitude de risco
Revista Vitrine,
Edição de Outubro de 2003

Regina Scaciotti,


Desfrute, mas não abuse
Correio Braziliense

17 de agosto de 2003


O peso da crise econômica nos salários de TI
Computerworld
04 de fevereiro de 2003


Ana Maria Grecco

Se vira nos 60
Correio Braziliense
03 de agosto de 2003



Sandra Guedes,

Gangorra Corporativa
Painel Executivo
Revista Exame
23 de abril de 2003

 

 


Alimentos
EMBARÉ planeja ampliar capacidade de produção


A EMBARÉ INDÚSTRIAS ALIMENTÍCIAS anunciou planos de investimentos de R$ 60 milhões até o final deste ano para aumentar em 80% a capacidade de produção. Parte dos recursos será destinada para a aquisição de novos equipamentos e tecnologias de processo de última geração. A fábrica da EMBARÉ foi instalada em Lagoa da Prata (MG) em 1948. Fabricante de caramelos, ela produz nove variedades de balas e também toffees e produtos lácteos. Com a ampliação da capacidade, a empresa informou que irá aumentar sua participação no mercado local, com o lançamento de novas linhas nos segmentos de laticínios e de confeitaria. A marca EMBARÉ é distribuída em todo o território nacional e exportada para 41 países, entre eles, Estados Unidos, Canadá e Coréia do Sul. As exportações da companhia têm aumentado expressivamente. O volume vendido no exterior cresceu 200% desde 1999. Durante o período das obras de ampliação, a EMBARÉ informou que serão gerados 250 empregos diretos. Com 750 funcionários, ela espera aumentar em um terço o número de contratados na produção leiteira mineira.

GAZETA MERCANTIL


PERDIGÃO amplia venda ao exterior


A PERDIGÃO encerrou o primeiro trimestre de 2004 com lucro líquido de R$ 80,3 milhões. A receita líquida aumentou 27,7% e atingiu R$ 1,085 bilhão. O bom desempenho foi explicado pela empresa de frangos e suínos com o aumento da demanda internacional, como conseqüência de problemas sanitários registrados em importantes regiões produtoras do mundo. Com isso, os preços dos produtos brasileiros aumentaram. Uma indicação de que o comércio externo foi determinante para o resultado é o fato de as vendas externas representarem 53,5% da receita líquida da PERDIGÃO e os volumes de carnes exportados foram 30,4% superiores aos registrados no primeiro trimestre de 2003. No trimestre, as exportações atingiram R$ 580,3 milhões, aumento de 52,5% em relação aos R$ 380,6 milhões obtidos no mesmo período de 2003.

GAZETA MERCANTIL


Autopeças
SKF DO BRASIL planeja nova fábrica


A SKF DO BRASIL obteve um crescimento de 24% nas suas vendas no ano passado, excluindo os negócios com o setor automotivo. A empresa, subsidiária do grupo sueco SKF, líder mundial na produção de rolamentos, vendeu R$ 210 milhões em 2003 ante os R$170 milhões obtidos em 2002. A fábrica da SKF, localizada em Cajamar (SP), está trabalhando à plena carga e foi preciso terceirizar alguns serviços. Por conta disso, a SKF DO BRASIL planeja a construção de uma nova unidade com a qual planeja ampliar em 30% sua capacidade de produção. A SKF do Brasil está otimista para este ano em relação às vendas para os segmentos exportadores. Donizete estima um crescimento de 15% nas vendas liquidas em 2004. A divisão industrial ganhou representatividade para a SKF DO BRASIL sobretudo após a aliança estratégica com a GOODYEAR, realizada em julho de 2002, que culminou na criação da POWER TRANSMISSION ALLIANCE (PTA). Essa divisão de negócios deve gerar uma receita conjunta de US$ 500 milhões nos próximos cinco anos. O grupo sueco SKF fatura cerca de US$ 5 bilhões anuais, está presente em 150 países e conta com 80 unidades fabris espalhadas pelo mundo.

GAZETA MERCANTIL


THULE faz fábrica no interior paulista


A THULE, empresa de origem sueca, inaugura esta semana sua primeira fábrica no Brasil, na cidade de Itupeva, região de Campinas. A nova instalação recebeu investimento inicial de US$ 500 mil e terá capacidade para fabricar seis mil unidades por mês de caixas porta-bagagem, segundo Werner Wiedenbrug, Diretor Comercial da empresa. Com a produção nacional, a estimativa da THULE DO BRASIL é de obter receita anual de R$ 1 milhão. A estratégia da companhia sueca é utilizar a fábrica brasileira para fornecer caixas porta-bagagem para os distribuidores que atuam no Mercosul. "A exportação deverá representar 70% dos negócios, o mercado de reposição 26% e as vendas diretas às montadoras de 3% a 4%", disse Wiedenbrug. A unidade brasileira inicia suas atividades com 20 empregados. A previsão da empresa, segundo Wiedenbrug, é de nos próximos seis meses contratar mais funcionários.

VALOR ECONÔMICO

 



MANGELS amplia negócios e eleva investimentos


Os sinais positivos da economia no primeiro quadrimestre fizeram a MANGELS ampliar em 57,5% o programa de investimentos. Controlada por uma família de descendentes de alemães, essa empresa, que é conhecida pelas rodas, mas também fabrica botijões de gás e fitas de aço, ainda elevou a previsão de crescimento da receita líquida de 11% para 15%. Para sustentar o avanço, a empresa vai ampliar a fábrica de rodas e começará a produzir cilindros de gás para veículos. Além do cenário econômico favorável, a expectativa de crescimento se sustenta na consolidação de novas frentes de atuação. A empresa já começou a investir na ampliação da linha de produção de rodas de alumínio, em Três Corações (MG). Em menos de dois anos, a fábrica de rodas atingirá a capacidade de 1,5 milhão de unidades. A idéia, segundo o Presidente, Robert Mangels, é fornecer rodas diretamente para montadoras de outros países, um segmento de mercado no qual a companhia ainda não atua. Depois de fechar 2003 com lucro líquido de R$ 8 milhões, a MANGELS obteve resultado operacional próprio de R$ 8,9 milhões, 10,2% maior ao obtido no primeiro trimestre de 2003.

VALOR ECONÔMICO


Bebidas
SCHINCARIOL vende mais e obtém receita 109% maior


O grupo SCHINCARIOL faturou R$ 617 milhões no primeiro trimestre de 2004, um crescimento de 109% sobre o mesmo período de 2003. O resultado, disse o Diretor Superintendente da empresa, Adriano Schincariol, deveu-se ao aumento do volume de vendas, ao lançamento da Nova Schin e às mudanças na estrutura administrativa. Segundo o diretor, "por conta desse primeiro trimestre surpreendente, acima do esperado, a empresa reviu sua expectativa de faturar R$ 2,2 bilhões em 2004". O grupo espera alcançar vendas de R$ 2,5 bilhões neste ano, aumento de quase 70% sobre 2003. Nos últimos oito anos, o grupo investiu cerca de R$ 500 milhões para construir cinco fábricas: Alagoinhas (BA), Cachoeira de Macacu (RJ), Caxias (MA), Alexânia (GO) e Recife. Em março, a SCHINCARIOL lançou a pedra fundamental da fábrica de Igrejinha (RS), que deverá entrar em operação em outubro. A empresa, disse Adriano Schincariol, planeja a construção de mais uma fábrica na região norte do País. O grupo anunciou em março deste ano a sua reestruturação. Adriano Schincariol, ex-Diretor de Marketing, assumiu a Superintendência da empresa. José Assis de Carvalho, que era responsável pelas regiões Norte e Nordeste, tomou posse na Diretoria de Vendas e Marketing . "Estamos tornando a companhia mais profissional para o futuro", disse o Diretor Superintendente.

GAZETA MERCANTIL


Energia

Vendas da MINASGÁS crescem 9,5% no primeiro trimestre


A MINASGÁS, distribuidora de gás liquefeito de petróleo (GLP) subsidiária do grupo holandês SHV GAS, conseguiu no primeiro trimestre deste ano aumento de 9,5% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. O Diretor de Marketing da empresa, Rubem Mesquita, afirma que o crescimento registrado no início deste ano reflete o aumento apurado no mercado de GLP como um todo, de 4,35%. Embora atue em 22 estados brasileiros, a participação nos mercados regionais é bastante variada, sendo mais forte no Rio e em Minas Gerais e ainda em expansão no Nordeste. Os consumidores domésticos também tiveram mudança no relacionamento com a empresa. Para os clientes residenciais, a MINASGÁS apostou em uma atuação mais próxima à comunidade, por meio de projetos sociais. Com os projetos, a distribuidora conseguiu aumentar entre 10% e 15% a venda nas comunidades atendidas.

GAZETA MERCANTIL


Financeiro

MASTERCARD eleva faturamento no Brasil


Os titulares brasileiros de cartões de crédito MASTERCARD movimentaram o equivalente a US$ 2,62 bilhões em compras no primeiro trimestre de 2004, o que representou um crescimento de 18,8% em comparação ao mesmo período de 2003. O número de transações aumentou 18,9%, para 111 milhões, o que representa 43% de todas as transações com cartões MASTERCARD na América Latina. A MASTERCARD tem 627,5 milhões de cartões de crédito em circulação no mundo, dos quais 49,22 milhões estão na América Latina e 20,67 milhões no Brasil. A emissão de novos cartões a clientes brasileiros cresceu 9,5%. O faturamento global totalizou US$ 332 bilhões entre janeiro e março. Murilo Barbosa, Vice-Presidente de Marketing da filial brasileira, disse que os resultados ficaram acima do esperado. Segundo ele, os números refletem o resultado da estratégia da empresa de ampliar não só a participação no mercado de usuários de mais baixa renda mas também "focar em ativação" dos cartões já vendidos.

VALOR ECONÔMICO


Faturamento da AON cresce 22% no Brasil


O grupo AON, dono da segunda maior corretora de seguros do mundo, começou bem o ano. O lucro operacional mundial foi de US$192 milhões no primeiro trimestre do ano, 15% acima do registrado em mesmo período do ano anterior. O faturamento mundial do grupo evoluiu 8,6% no primeiro trimestre deste ano. No Brasil, a receita de corretagem e "fees" evoluiu 22%, para R$ 21 milhões no primeiro trimestre do ano, informou José Felipe Vieira de Castro, Presidente da filial brasileira da AON. A expectativa do grupo no Brasil para 2004 é de crescimento de 25%, com receita de R$ 80 milhões. Em 2003, o faturamento da filial brasileira cresceu 38%.

VALOR ECONÔMICO


HSBC quer crescer 20% no ano


O HSBC SEGUROS quer elevar seu faturamento em 20%, em 2004, com a adoção de um seguro sob medida para cada tipo de automóvel, a retomada das operações com caminhões e a redefinição da sua estratégia de atuação no mercado. O Diretor Comercial do HSBC, Domingos Costa, disse que espera faturar este ano R$ 1,6 bilhão, com a venda de seguros de automóveis e previdência privada. Por estas inovações, especialmente para o segmento de automóveis, o HSBC espera elevar o faturamento de R$ 410 milhões do ano passado para R$ 500 milhões em 2004.

GAZETA MERCANTIL


SOROCRED se prepara para entrar na capital paulista


A SOROCRED, bandeira de cartões de crédito voltada para o público de baixa renda, quer invadir o concorrido mercado da capital paulista. Por meio de parcerias já fechadas no último ano com grandes redes de supermercados e médias e pequenas lojas de produtos do chamado "ramo mole" (vestuário e calçados), já são 5 mil pontos de venda que aceitam o SOROCRED na capital. O número de cartões já emitidos chegou a 200 mil. A SOROCRED está atuando junto ao mesmo perfil de público que já atende em todo interior do Estado, pessoas com renda até R$ 300. O próximo passo é uma forte campanha publicitária, garante Nilton Ferreira, que fundou a empresa há 15 anos junto com Luiz Maciel de Lima Filho, no município de Sorocaba, a cerca de 100 quilômetros da capital. Desconhecida dos paulistanos, a SOROCRED já tem nome consolidado no interior de São Paulo, onde tem 2 milhões de plásticos espalhados por quase todos os 600 municípios do Estado, majoritariamente na região de Sorocaba e Campinas. O faturamento, de R$ 386 milhões em 2003, vem crescendo 30% ao ano nos últimos cinco anos.

VALOR ECONÔMICO


PACTUAL cria novas áreas de negócios


O banco PACTUAL está complementando sua estratégia de atuação com a criação de novas áreas de negócios: participações em empresas e recebíveis e negócios imobiliários. Depois de consolidar sua atuação nas áreas de "underwriting" (estruturação de operações), corretagem, análises de empresas e administração de recursos e "private banking" (gestão de fortunas), o PACTUAL agora busca investir nos novos nichos. Com a saída de Eduardo Plass do principal cargo da empresa, o banco passa a funcionar sem presidente, comandado por sete diretores que fazem parte do comitê executivo. As novas áreas de atuação surgem não só para aproveitar oportunidades, mas em função de recentes negócios fechados pelo banco, como a parceria com o BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO (BID) para um fundo de participações. O banco hoje está pelo menos entre as cinco principais instituições em cada uma das áreas em que atua. O volume no private banking cresceu dez vezes no período, saindo de US$ 250 milhões para US$ 2,5 bilhões. No segmento corporativo, 70% das 500 maiores empresas do país é cliente de pelo menos uma área do banco. O total de ativos do PACTUAL chegou a R$ 6,793 bilhões em 2003, um crescimento de 62% em relação a 2002.

VALOR ECONÔMICO


Máquinas e Equipamentos
Lucro trimestral da RANDON sobe 92%


A RANDON S.A. IMPLEMENTOS E PARTICIPAÇÕES, holding do grupo RANDON, ampliou em 91,8% o lucro líquido consolidado no primeiro trimestre em comparação com igual intervalo de 2003, para R$ 24,4 milhões. O índice foi bem superior aos 36,8% de expansão da receita líquida consolidada, que fechou em R$ 350,7 milhões, disse o Diretor Corporativo e de Relações com Investidores, Astor Schmitt. O resultado do primeiro trimestre está em linha com as projeções de crescimento de até 20% na receita bruta total do grupo. Conforme Schmitt, o desempenho do grupo, que produz autopeças, implementos rodoviários e veículos pesados, deve-se ao "bom comportamento" do setor primário e também às exportações, especialmente para os EUA.

VALOR ECONÔMICO


Química e Petroquímica
POLITENO tem lucro no trimestre


A POLITENO INDÚSTRIA E COMÉRCIO, indústria petroquímica de resinas termoplásticas, divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2004, quando obteve lucro líquido de R$ 18,5 milhões. A receita líquida da companhia alcançou R$ 190,6 milhões. A POLITENO encerrou 31 de março com patrimônio líquido de R$ 458,4 milhões.

GAZETA MERCANTIL


Serviços

Com receita de R$ 20 milhões, a CANTEEN mantém crescimento


Especializada em serviços de alimentação por meio de máquinas automatizadas de auto-serviço (vending machines), a CANTEEN fechou 2003 com faturamento superior a R$ 20 milhões e prevê para este ano um crescimento de 24,5%. "A facilidade do nosso sistema e a qualidade dos produtos que oferecemos são a base da perspectiva otimista", afirma Hamilton Ibanes, Diretor Geral da CANTEEN. Desde o início de suas operações, há cinco anos, a marca adota a política de "saber ouvir clientes e consumidores", segundo Ibanes. Ele atribui a essa postura o crescimento rápido dos negócios: "Em 1998, administrávamos 45 equipamentos. Hoje são 1.500 espalhados pelo Brasil". A CANTEEN é um braço da GRSA, que tem como acionistas os grupos ACCOR e COMPASS, com posição de destaque nos ramos de hotelaria e prestação de serviços de alimentação. A GRSA tem outras marcas atuantes na área de alimentação e conta atualmente com 17 mil funcionários. No grupo GRSA, também se destaca a MEDIREST, que fornece alimentação e dietas para hospitais, clínicas e casas de repouso. A empresa faturou cerca de R$ 43 milhões em 2003 e prevê para este ano um crescimento de 10%. "Vamos concentrar a atenção da nossa força de vendas nos mercados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais", informa Luiz Fernando Pacheco, Diretor da MEDIREST.

GAZETA MERCANTIL


Siderurgia
Receita da CSN aumentou 17,7% no 1º trimestre


A COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL (CSN) obteve um lucro líquido de R$ 333 milhões no primeiro trimestre. A receita líquida aumentou 17,7%, reflexo da elevação dos preços médios obtidos nos mercados interno e internacional e do maior volume de vendas. As vendas para a Europa também cresceram e atingiram 34% do total exportado. A CSN investiu R$ 104 milhões no primeiro trimestre de 2004. A CSN acredita no crescimento do mercado doméstico em 2004, e estima o seu mix de produtos em 65% para o mercado interno e 35% destinados à exportação.

VALOR ECONÔMICO


ACESITA lucra 82,3% mais no primeiro trimestre


A ACESITA, maior produtora integrada de aço plano inoxidável e siliciosos da América Latina, associado ao grupo europeu ARCELOR, apresentou lucro líquido de R$ 100,1 milhões no primeiro trimestre deste ano, resultado 82,3% maior que o apurado no mesmo período do ano passado. A receita líquida subiu 14,2% no mesmo período de comparação, atingindo R$ 672,32 milhões. Os resultados foram positivos também para os segmentos de bens de capital, nos quais vários componentes de maquinários são em aço inoxidável. A indústria de papel e celulose e da linha branca foram os principais destinos. No primeiro trimestre, as exportações da ACESITA totalizaram 61,2 mil toneladas, com alta de 25,1% em relação ao mesmo período de 2003.

GAZETA MERCANTIL


Tecnologia
SAMSUNG supera rival LG PHILIPS nos desktops


A SAMSUNG ELECTRONICS ultrapassou a arquirival LG PHILIPS no primeiro trimestre como a principal fabricante mundial de monitores de computador de alta resolução, conforme dados do setor, e está em posição para manter sua liderança. Dados recentes mostram que a SAMSUNG, a principal fabricante de displays de notebook, ultrapassou a LG PHILIPS em vendas de monitores de computador de mesa, área em que a LG PHILIPS liderou por muitos anos. Ross Young, Presidente da DISPLAYSEARCH, disse que por meio de uma combinação de investimento pesado, produção acelerada e apostas em produtos inteligentes, a SAMSUNG ficou em posição de permanecer no topo do ranking de produção de displays por muitos anos. "Em termos de sua capacidade total, prevemos que a SAMSUNG permanecerá à frente da LG PHILIPS até 2008", afirmou.

GAZETA MERCANTIL


INFOCUS leva seus produtos multimídia para o varejo


A americana INFOCUS iniciou a comercialização de seus projetores multimídia em lojas brasileiras, como PLUGUSE, FNAC e KALUNGA. Inicialmente, a empresa vai oferecer para uso doméstico os modelos X1 e LP120, projetor pessoal wireless. "O grande foco ainda é o mercado corporativo e a intenção é expandir para o consumidor. O Brasil e México representam os maiores mercados na América Latina para INFOCUS", disse o Vice-Presidente da companhia nas Américas, Scott Hix. Segundo o Hix, a estratégia de expandir a atuação para o varejo foi adotada há um ano e meio nos Estados Unidos. O executivo disse que a INFOCUS fechou o último trimestre com 35% de participação no mercado de projetores vendidos no varejo no país. No Brasil e na América Latina, a empresa espera um expansão de 32% em 2004. As vendas para o mercado corporativo devem crescer 25%. De acordo com a Diretora para a América Latina e Canadá, Desiree Ortiz, a INFOCUS detém 25% do mercado brasileiro de projetores, disputando com a SONY e a EPSON. O Brasil responde por 20% das vendas da INFOCUS na América Latina. Em 2003, o faturamento global da empresa foi de US$ 600 milhões.

GAZETA MERCANTIL


RM cresce 89% no trimestre


A mineira RM SISTEMAS, fabricante de software de gestão, registrou um crescimento de 89% em suas vendas no primeiro trimestre de 2004. O resultado é quase o dobro da previsão inicial para o período e, segundo a empresa, confirmam a perspectiva de atingir receita de R$ 121 milhões até o final deste ano, crescendo 35% sobre 2003.

GAZETA MERCANTIL


NEC cria nova divisão de TI para atuar no governo


A exploração do mercado brasileiro de identificação por meio de biometria atraiu também a NEC DO BRASIL, que detém internacionalmente fatia de 60% neste segmento, segundo afirmou Silvio Maemura, Presidente da nova unidade que a corporação de capital japonês está inaugurando no País e que está focalizada em negócios de soluções de Tecnologia da Informação (TI) para corporações e governo. Com receita anual estimada em R$ 40 milhões, a nova divisão deverá participar com R$ 10 milhões dos R$300 milhões previstos para o faturamento total no Brasil até dezembro, informou o Presidente da NEC no País, Paulo Castelo Branco. A estruturação dessa nova área consumiu R$ 9 milhões em investimentos. A área de clientes corporativos deverá gerar R$50 milhões em contratos neste ano, disse Maemura. A receita esperada com o negócio é de R$ 10 milhões no primeiro ano de operação.

VALOR ECONÔM


Lucro da CISCO cresce 23% no trimestre


A CISCO SYSTEMS, maior fabricante mundial de equipamentos para infra-estrutura de comunicação em rede, anunciou um aumento de 23% em seus lucros trimestrais graças ao crescimento dos negócios no segmento corporativo. O lucro líquido do terceiro trimestre fiscal, encerrado dia 30 de abril, foi de US$ 1,2 bilhão. O faturamento da CISCO no último trimestre somou US$ 5,62 bilhões, em comparação aos US$ 4,62 bilhões obtidos no mesmo período de 2003. O presidente executivo da companhia, John Chambers, informou que os resultados foram impulsionados pela venda de equipamentos, redes e dispositivos para clientes empresariais.

GAZETA MERCANTIL


Têxtil e Couro
Vendas crescem e ALPARGATAS tem lucro 11,7% maior


O lucro líquido da SÃO PAULO ALPARGATAS cresceu 11,69%, para R$ 15,1 milhões no primeiro trimestre deste ano na comparação com igual período de 2003. O crescimento das vendas e a redução dos gastos levaram a esse resultado. A receita bruta da fabricante de calçados e lonas subiu 14,4% nesse intervalo, para R$ 248,3 milhões. Segundo Francisco Cespede, Diretor de Relações com Investidores, o crescimento em número de pares foi de 8%. O restante do incremento nas vendas veio pela comercialização de produtos de maior valor agregado. Outro fator que contribui para o aumento das vendas foram as exportações, que passaram a corresponder a 7% da receita bruta. Em dólares, Cespede diz que o crescimento foi de 179%. Esse resultado está acima da média registrada pelo setor, que teve um crescimento de 17%.

VALOR ECONÔMICO


Varejo
Lucro da LOJAS COLOMBO cresce 89%


A LOJAS COLOMBO, de Farroupilha (RS), apurou lucro líquido de R$ 21,6 milhões no ano passado, com um crescimento de 89,6% em comparação com o exercício anterior. A rede gaúcha informou ainda uma expansão de 40,4% na receita bruta, para R$ 1,120 bilhão. "Enquanto o varejo brasileiro viveu forte retração, a COLOMBO cresceu e consolidou-se como a terceira maior rede de eletrodomésticos e móveis do ranking nacional", comentou o Diretor Superintendente Eldo Moreno. O número de funcionários da companhia fechou em 6,4 mil no fim de 2003, contra 5,3 mil no ano anterior. A empresa informou ainda que inaugurou 35 novas lojas em 2003, incluindo as duas primeiras unidades na capital paulista e a primeira em Minas Gerais. Com operações também no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a Colombo tem 351 pontos de vendas, incluindo 14 lojas virtuais. Nos primeiros meses deste ano a rede já abriu 15 novas lojas, sendo oito em Minas e sete no interior de São Paulo. Conforme Moreno, a estratégia para este ano será concentrar a abertura de unidades convencionais em cidades de grande porte, enquanto nas pequenas a expansão se dará com franquias das lojas virtuais.