Sexta-feira, 05/01/2007
Ano VII – edição 252

Alimentos

COM MOLHO DE SOJA, SAKURA TEM 75% DO MERCADO

Indispensável na culinária oriental, o molho de soja ou shoyu, continua sendo a grande estrela da fabricante SAKURA. Apesar de ter sete concorrentes, a companhia mantém a liderança do setor, com mais de 75% de participação de mercado. No começo do ano, para evitar soja transgênica nos molhos shoyu, a SAKURA passou a fazer a produção integrada, garantindo a rastreabilidade da matéria-prima. Temendo a concorrência, Roberto Ohara, Presidente da empresa, não revela a produção de shoyu da SAKURA. Ele informa, apenas, que a empresa fabrica 30 mil toneladas de produtos por ano. São quatro fábricas, três em São Paulo e uma em Goiás. A SAKURA tem um portfólio com mais de 70 produtos, 300 funcionários e fatura R$ 40 milhões por ano.

Valor Econômico

 

Bebidas & Fumo

CAFÉ DO CENTRO MIRA O MERCADO EXTERNO PARA SE EXPANDIR

A CAFÉ DO CENTRO, divisão de negócios de café do grupo BRANCO PERES, está ampliando sua presença no mercado externo. A empresa negocia a venda de seus cafés especiais para uma rede de varejo na Flórida e deve inaugurar sua segunda cafeteria no Japão ainda no primeiro trimestre de 2007. A expansão do café torrado e moído e grãos especiais do grupo no exterior começou no ano passado, quando o produto da companhia passou a ser comercializado na rede francesa CASINO com a marca Café do Centro. "Nos EUA, vamos iniciar a comercialização de nosso café especial com marca própria", afirmou Rodrigo Branco Peres, Diretor-Sócio da empresa. A expectativa é de que essa parceria seja selada no início de 2007. No Japão, a expansão da empresa está praticamente consolidada. A segunda cafeteira da rede será inaugurada em Yokohama, na região metropolitana de Tóquio, em um investimento de US$ 500 mil. Os planos do grupo no exterior são ambiciosos. Nos próximos dez anos a CAFÉ DO CENTRO quer atingir a marca de 100 cafeterias espalhadas no mercado externo.

Valor Econômico

 

NORSA VENDE MAIS E PLANEJA NOVA FÁBRICA

A NORSA, fabricante e distribuidora da COCA-COLA na Bahia, Rio Grande do Norte, Piauí e Ceará, projeta fechar o ano com faturamento da ordem de R$ 960 milhões, diante dos R$ 827,9 milhões de 2005, aumento de 15,96%. Em 2003, a receita bruta somou R$ 573 milhões e no ano seguinte foi de R$ 696,7 milhões. Um conjunto de ações envolvendo lançamento de produtos, descentralização das vendas, parcerias e aumento na verba de patrocínio vêm garantindo a expansão nos negócios. "As perspectivas para os próximos quatro anos são muito positivas", disse o Diretor de Vendas, Logística e Distribuição, André Seabra Salles, numa referência ao desempenho global da NORSA. Para o executivo, a companhia tem hoje estratégia adequada, pessoal capacitado, processos, suporte de tecnologia, e conta ainda com fatores macroeconômicos para assegurar a manutenção das taxas de crescimento.

Gazeta Mercantil

 

MIOLO RENOVA EMBALAGENS E ESTIMA CRESCER 15% EM 2006

A vinícola MIOLO, com sede em Bento Gonçalves (RS), decidiu apostar no lançamento de novas linhas de produtos e embalagens para alavancar as vendas neste fim de ano. Segundo o Diretor Adriano Miolo, a expectativa é crescer 15% no acumulado de 2006 em comparação com o faturamento de R$ 60 milhões no ano passado e com os 5,5 milhões de litros de vinhos e espumantes comercializados no período. Só na renovação das embalagens, rótulos e sistemas de fechamento, a MIOLO aplicou R$ 1 milhão neste ano. Segundo o Diretor, a demanda crescente levou a vinícola a investir no aumento da capacidade de produção de espumantes de 500 mil para 1 milhão de garrafas por ano a partir do primeiro trimestre de 2007 em Bento Gonçalves, depois de duplicar a linha na Fazenda Ouro Verde, em Casa Nova (BA), em 2006. "Os dois projetos devem chegar a R$ 3 milhões."

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

MARK UP FATURA 25% MAIS

A agência de marketing de relacionamento MARK UP informa que, em 2006, confirmou o crescimento de 25% sobre o ano passado, quando faturou R$ 150 milhões. A empresa tem clientes como BRASTEMP, EMBRATUR e DUPONT.

Gazeta Mercantil

 

Energia

BRASCAN INVESTIRÁ MAIS R$ 230 MILHÕES EM TRÊS NOVAS PCHS NO SUL

A BRASCAN ENERGÉTICA, com sede em Curitiba (PR), está construindo três Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no rio Carreiro, norte do Rio Grande do Sul. A implantação das PCHs Cotiporã, Caçador e Linha Emília começou em outubro, com o desmatamento da área, abrangendo territórios dos municípios de Serafina Corrêa, Nova Bassano, Guaporé, Dois Lajeados, Fagundes Varela e Cotiporã. Com previsão de início de operação no primeiro semestre de 2008, as três unidades devem gerar 334,2 mil mwh anuais e, embora a empresa não revele o total dos investimentos, analistas calculam que se situa em torno de R$230 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Engenharia, Projetos & Construção

CAMARGO APOSTA NO EXTERIOR PARA CRESCER

A construtora CAMARGO CORRÊA quer ganhar o mundo. A empresa elegeu 2007 como o ano em que pretende deslanchar de vez o processo de internacionalização. Do faturamento de US$ 20 milhões advindos de projetos tocados no exterior em 2005, a CAMARGO CORRÊA espera fechar o ano que vem com uma receita de US$ 200 milhões na área internacional. Para 2010 os planos são ainda mais ambiciosos. Até lá a companhia quer ver um terço de seu faturamento estimado em R$ 3 bilhões para a virada da década, vindo de obras na América do Sul, África e Ásia. Para tanto a empresa está participando de 12 licitações de grande porte no continente americano e alguns países africanos que, somados, chegam próximo a US$ 5 bilhões.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosmético & Higiene

BRASIL NATIVO SE REESTRUTURA E INVESTE EM NOVA FÁBRICA

O ano de 2007 pode ser "o ano da virada" para a empresa gaúcha de cosméticos BRASIL NATIVO, adquirida em abril de 2006 pelo PALMARIUM PARTICIPAÇÕES, grupo que também detém participações em empresas de prestação de serviços de telemarketing, como a VENDAFONE e a META, de vendas pela internet, vendapontocom, e de corretagem de seguros, POTENS. Fabricante de produtos de beleza a partir de ingredientes naturais, a companhia chegou a ter cerca de 200 lojas em todo País na década de 80, mas foi perdendo o fôlego financeiro. Com a injeção de cerca de US$ 2,5 milhões em investimentos para a reestruturação da companhia e a construção de uma nova fábrica, a nova controladora prevê faturar em 2007 cerca de R$ 18 milhões com vendas no mercado interno, nove vezes mais que o apurado em 2005. "E estamos negociando exportações para Europa e Oriente Médio", disse o Presidente do grupo PALMARIUM, Alexandre Athayde.

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

LIBERTY REGISTRA LUCRO DE R$ 34 MILHÕES

A meta para 2007 da LIBERTY SEGUROS, subsidiária de uma das maiores seguradoras dos Estados Unidos, é consolidar o crescimento do grupo, que há três anos vem investindo no aprimoramento da tecnologia e ampliação das sucursais. Em 2006, foram inauguradas 10 filiais, totalizando agora 76. "As perspectivas para 2007 são estratégicas, mas teremos um resultado melhor do que o de 2006", afirmou Luis Maurette, Presidente da LIBERTY no Brasil. O otimismo, segundo o executivo, baseia-se nas mudanças que estão ocorrendo no mercado. Ele cita a abertura do resseguro, que vai gerar um ambiente muito positivo para os acionistas estrangeiros, e as novas normas na área de vida. A expectativa da empresa é apresentar lucro líquido de R$ 34 milhões no balanço de 2006, que será apresentado em fevereiro. Em faturamento, os números apontam para crescimento de 15,5%, para prêmios na casa dos R$ 700 milhões, exatamente o que havia sido previsto no início do ano de 2006.

Gazeta Mercantil

 

GP APOSTA EM IMÓVEIS CORPORATIVOS

Nem o feriado diminuiu o apetite de grandes investidores diante do rentável e promissor mercado imobiliário brasileiro. Os executivos do fundo de private equity GP INVESTMENTS anunciaram que concluíram a criação da BR PROPERTIES, empresa que vai atuar no segmento de imóveis comerciais. A nova companhia surge com co-investidores pesos-pesados do mercado mundial: LEHMAN BROTHERS REAL ESTATE PARTNERS, SANDELL ASSET MANAGEMENT, TUDOR GROUP, BANCO SAFRA, TALISMAN SPECIAL PURPOSE FUND LTD., THE PETER MALKIN FAMILY e BELFER MANAGEMENT LLC. Ainda não foi definido o executivo que vai comandar as operações da BR PROPERTIES e há a possibilidade de ele vir de fora do quadro atual da GP INVESTMENTS. O investimento total na BR PROPERTIES será de US$ 100 milhões, com aporte inicial correspondente a 25% desta cifra. O principal foco de investimento da BR PROPERTIES são edifícios de escritórios, armazéns e lojas de varejo. A intenção, segundo a empresa, é adquirir imóveis comerciais que já estão funcionando, especialmente na região Sudeste, mas com abertura para oportunidades em todo o País.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

OLSEN QUER GANHAR CLIENTELA DOS EUA COM FÁBRICA LOCAL

A OLSEN, fabricante de equipamentos médicos e odontológicos, planeja se instalar nos Estados Unidos em 2007. A empresa, com faturamento anual de R$ 30 milhões, pretende inicialmente investir em um escritório de vendas e, no ano seguinte, programa uma fábrica. A cidade onde deve se instalar ainda está em estudo. César Olsen, Presidente da companhia, diz que com a nova unidade pretende dobrar de tamanho o faturamento da empresa. Hoje, com fábrica apenas em Palhoça, na Grande Florianópolis, a OLSEN produz equipamentos como cadeiras odontológicas, oftalmológicas e ginecológicas, e exporta metade da sua produção. Entre suas concorrentes no Brasil estão KAVO, DABI e a GUINATOS. A operação nos Estados Unidos será o primeiro grande investimento desde que a empresa foi criada, em 1978. Olsen diz que serão investidos no primeiro momento US$ 200 mil na montagem do escritório de vendas e cerca de US$ 1 milhão para a primeira linha de produção em 2008.

Valor Econômico

 

ABB E BRASKEM FECHAM CONTRATO DE R$ 64 MILHÕES

A ABB, empresa que desenvolve tecnologias de potência e automação, fechou o seu último negócio de 2006: um contrato no valor de R$ 64 milhões com a BRASKEM. A empresa vai realizar manutenção nos equipamentos da companhia petroquímica do grupo ODEBRECHT, visando melhoria da performance de seis plantas situadas no pólo de Camaçari, na Bahia. O contrato é do tipo Equipment Performance Management (EPM), uma modalidade da ABB que prevê a remuneração variável da empresa a partir da análise de desempenho dos ativos. Visando o melhor desempenho dos serviços, a ABB vai disponibilizar para a BRASKEM uma equipe de especialistas e consultores em melhorias de processos, baseados no Brasil, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além disso, um efetivo de 320 profissionais fixos da ABB deverá trabalhar diretamente nas unidades atendidas. O contrato marca uma nova fase no relacionamento entre as empresas, com foco na colaboração estratégica.

Gazeta Mercantil

 

URMET-DARUMA APOSTA EM NOVOS NICHOS PARA CRESCER

Nos próximos dois anos, a subsidiária brasileira da URMET-DARUMA vai buscar equilibrar em seu balanço o peso das suas operações de telecomunicações e de equipamentos de automação. A tarefa pode parecer árdua, ainda mais tendo sua imagem atrelada por décadas às estatais de telefonia pública. Em 2006, o nicho de telecom foi responsável por 65% do faturamento da empresa, de R$ 100 milhões. Mas, com as metas de universalização da telefonia já cumpridas pelas operadoras privatizadas, a DARUMA decidiu apostar em outros nichos para reduzir sua dependência do setor. Entre as estratégias da companhia está o aumento de sua participação no mercado de controle e automação comercial, impressoras fiscais e de controle, parquímetros eletrônicos e terminais de venda. Está desenvolvendo parcerias com empresas de software, que criam os aplicativos para as máquinas. Elas serão o principal canal de venda da URMET-DARUMA. Dona de 20% do mercado de impressoras fiscais, a empresa não descarta a aquisição de uma concorrente para ganhar mercado e encostar na líder do segmento, a BEMATECH. O segmento de automação cresceu 26% em 2006. Só de impressoras fiscais, a URMET-DARUMA possui um parque instalado de 37 mil máquinas ante as 19 mil a dois anos. Em 2007, a empresa pretende bater na casa dos 50 mil. A expectativa da DARUMA é ampliar seu faturamento em 20% nesse ano.

Valor Econômico

 

WOLPAC PREVÊ CRESCER 28% EM 2007

O GRUPO WOLPAC, fabricante nacional de sistemas de controle de acesso, prevê crescimento de 28% no faturamento em 2007. Produtora de catracas mecânicas e eletrônicas, baias de segurança, coletores para ponto e acesso, totens para controle de veículos, portas giratórias e torniquetes, a empresa pretende crescer com o aumento de investimentos do setor de transportes, lançamento de produtos e ampliação das exportações. Segundo o Diretor Comercial da empresa, Fabiano Oton Wolf, o BNDES facilitou a obtenção de financiamento para a compra de ônibus, o que possibilitará uma rápida renovação da frota de ônibus. "Em São Paulo, entre o fim de 2006 e início de 2007, entrarão mais de 1 mil carros novos", disse. A empresa pretende ampliar as exportações, vencendo 25% das licitações que participar na América Latina, em países como Equador, Colômbia, Chile, Guatemala e Argentina. A WOLPAC pretende também ampliar as vendas de catracas com botão anti-pânico no Rio, uma vez que conseguiu na Justiça suspender as vendas da sua única concorrente nesse mercado. Wolf ressaltou que a empresa vai atuar de forma mais agressiva em 2007 no mercado de segurança, com equipamentos para controle de acesso em edifícios comerciais, industriais e academias. Há três anos a WOLPAC fortaleceu sua atuação nessa área, responsável por 40% do faturamento, com o início da produção de coletores de dados para ponto e acesso, além das catracas que já eram fabricadas.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

NS BRAZIL AMPLIA PRODUÇÃO

Após quadruplicar sua capacidade produtiva em julho do ano passado, a fabricante de pisos e revestimentos NS BRAZIL traça seus planos para ocupar todo este novo potencial em dois anos. No momento, a empresa utiliza 30% a 40% de sua capacidade de 250 toneladas por mês. Os pisos industriais serão um dos principais vetores de crescimento em 2007, quando a empresa planeja elevar seu faturamento em 30%. Em novembro, a empresa iniciou o lançamento de pisos específicos para diferentes nichos da indústria. Os principais focos de crescimento estão nos setores alimentício, farmacêutico e saúde animal. "Pretendemos ampliar a participação do setor industrial de 50% para 70% dos negócios", afirma o Presidente da empresa, Newton Carvalho. O Presidente da empresa afirma que em 2007 serão feitas as primeiras exportações, que devem chegar a US$ 150 mil. Argentina, Chile e Portugal serão os primeiros países para onde a NS pretende exportar.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

Henkel prevê crescimento de 20% no Brasil em 2007

O grupo químico alemão HENKEL prevê um crescimento de 20% no Brasil em 2007, mesmo patamar que deverá ser alcançado neste ano mas que foi puxado pela aquisição da ALBA ADESIVOS, no mês de março, que introduziu a empresa no segmento profissional de adesivos e ampliou os canais de distribuição da companhia. De acordo com o Presidente da HENKEL MERCOSUL, o argentino Julio Muñoz Kampff, as vendas da subsidiária devem atingir aproximadamente R$ 617 milhões no ano que vem, ante a previsão de R$ 513 milhões neste ano. No ano passado, as vendas da companhia somaram R$ 429 milhões. Esse resultado virá com o crescimento previsto pela empresa nas vendas para a indústria, sobretudo aos mercados automotivo e de embalagens. "Nosso objetivo é crescer o dobro de cada indústria. Por exemplo, se a indústria automotiva crescer 5%, nós cresceremos 10%", disse Kampff.

Gazeta Mercantil

 

LUBNOR INVESTE PARA DUPLICAR PRODUÇÃO

A LUBRIFICANTES E DERIVADOS DE PETRÓLEO DO NORDESTE (LUBNOR), unidade de negócios da PETROBRAS no Ceará, projeta investir até 2009 recursos da ordem de US$ 60 milhões na construção de uma nova fábrica, em Fortaleza, o que duplicará a capacidade atual de produção para 350 metros cúbicos por dia. "Vamos ficar com duas plantas de lubrificantes naftênicos, cada uma com capacidade de 175 metros cúbicos diários", informou o Gerente de Comercialização LUBNOR/PETROBRAS no Ceará e Maranhão, Eduardo Bellaguarda. A unidade do Ceará é a única da companhia no País a fabricar esse tipo de lubrificante industrial, que serve como isolante térmico para transformadores de alta voltagem, e pode ser utilizado em compressores, amortecedores, e ainda como óleo de corte, entre outras funções. Cerca de 50 clientes fazem parte do cadastro da companhia. Braço logístico da PETROBRAS no Ceará, Piauí e Maranhão, a LUBNOR abastece esses mercados com gasolina, diesel, querosene de aviação, óleo combustível e gás de cozinha (GLP), contabilizando faturamento em torno de R$ 600 milhões por mês. Projeções para a unidade do Ceará sinalizam em 2006 receita total de R$ 6,7 bilhões, representando crescimento de 21% sobre o ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

RECEITA DA VB SERVIÇOS ATINGE R$ 1,1 BILHÃO

A empresa de benefícios VB SERVIÇOS fechou o balanço de 2006 com um faturamento de R$ 1,1 bilhão, valor 22% superior à cifra registrada no ano passado. A companhia, que atua com benefícios alimentação, refeição e transporte, ampliou sua carteira de 25 mil para 28 mil empresas clientes. Focada na prestação de serviços para empresas que não possuem um departamento próprio de recursos humanos, a VB distribui benefícios terceirizados da TICKET e da SODEXHO e é hoje líder na distribuição de vale-transporte no Brasil, segmento em que atende a mais de 800 mil trabalhadores. A companhia também comemorou, em 2006, o aumento no número de clientes de grande porte, cuja participação saltou de 15% para 22% da carteira, incremento de R$ 240 milhões na receita final. Para 2007, a meta é aumentar a participação de grandes clientes para 30% da carteira, e incrementar a receita em 15%.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

GERDAU COMPRA CEMEA

O GRUPO GERDAU informou a aquisição da CEMEA CONSTRUTORA LTDA, sediada em Belo Horizonte, por cerca de R$ 14,75 milhões. A negociação foi feita por meio da GERDAU AÇOMINAS em transação que é de interesse da companhia porque facilitará o acesso logístico às minas da siderúrgica. A GERDAU informou que a CEMEA possui um único ativo, localizado em área geograficamente estratégica para a exploração dos direitos minerários que já pertencem a AÇOMINAS. Com isso, será possível otimizar o acesso viário às minas, criando melhores condições de transporte e logística.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

SIGVARIS TRIPLICARÁ SUA CAPACIDADE EM TRÊS ANOS

A SIGVARIS, fabricante de meias de compressão graduada, planeja investir US$ 5 milhões para triplicar sua capacidade produtiva no Brasil em três anos. Em 2007, quando terá início a primeira etapa do projeto, com investimentos de US$ 1,5 milhão para elevar a capacidade da fábrica situada em Jundiaí (SP), o faturamento da empresa no Brasil deve passar de R$ 15 milhões para R$ 17 milhões. A expansão se sustentará em três pilares principais: aumento das exportações, nacionalização das matérias-primas e diversificação do público consumidor, segundo o Presidente da empresa para América Latina, Celso Cintra. De acordo com ele, as meias de compressão têm como função auxiliar a circulação do sangue de pessoas que apresentam algum tipo de problema no sistema circulatório. O aumento das vendas externas tem como objetivo os países vizinhos como Argentina, Chile e Peru, que hoje fazem compras esporádicas. A estratégia vai começar pela Argentina, que a partir de primeiro trimestre de 2007 entrará para o foco de atenções da empresa. "Pretendemos exportar 20% da produção para este país", afirma Cintra. Os Estados Unidos e o Canadá, que compram 55% da produção da SIGVARIS no Brasil, devem continuar sendo o maior mercado da companhia nos próximos anos. O volume total de exportações deve chegar a 60% a 65% da produção.

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

IVECO ESTUDA MERCADO DE ÔNIBUS URBANO

A IVECO LATIN AMERICA deve ingressar no segmento de ônibus urbanos. O Presidente da montadora, Jorge Garcia, afirmou que a empresa realiza testes com 70 ônibus fabricados na plataforma de caminhão pesado Euro Cargo. Segundo ele, os veículos já rodam na Argentina e se a avaliação for satisfatória, a IVEVO deverá comercializar os ônibus no País a partir de 2008. "Temos unidades em teste no Rio Grande do Sul e em Recife. Estamos avaliando a performance e a viabilidade do ônibus no mercado brasileiro, hoje, já muito concorrido", disse Garcia. Doze dos ônibus equipados com chassi 170ER encarroçados com o modelo Viale, da MARCOPOLO, estão sendo testados pela VIAÇÃO CANOENSE S.A. (VICASA), de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre. A experiência terá duração de seis meses. Em relação ao faturamento, a VICASA investe anualmente uma média de 15% na renovação de ônibus dos modelos urbanos e entre 10% e 12% nos intermunicipais. As receitas estimadas para este ano são de R$ 105 milhões.

Gazeta Mercantil

 

BRA PREPARA INVESTIMENTOS COM NOVO SÓCIO

A BRA TRANSPORTES AÉREOS, quarta maior empresa em vôos regulares no País, anunciou que a BRAZIL AIR PARTNERS, empresa de participações formada por um grupo de investidores institucionais globais, passa a ser sócia da companhia. A empresa não divulgou o valor dos investimentos. Com 4,14% de participação no mercado doméstico de janeiro a novembro deste ano, a BRA tem também 4,25% nas rotas internacionais. Com a entrada da BRAZIL AIR PARTNERS na capital da BRA, a companhia reforçará sua estrutura organizacional e administrativa. "Até este momento foi possível crescer com uma gestão familiar. Com os novos desafios no setor, decidimos acessar capital de risco com investidores globais e investir em uma maior profissionalização da equipe de gestão. Este movimento potencializa nossas capacidades e permite acelerar o crescimento da BRA", diz Humberto Folegatti. 

Gazeta Mercantil

 

GRUPO SAMBAÍBA RENOVA 400 ÔNIBUS NA FROTA DE SÃO PAULO

O ano de 2007 tem símbolos especiais na trajetória de um dos maiores empresários de ônibus do País, o português Belarmino da Ascenção Marta. "Tenho razões de comemorar 2007. Será um ano em que o transporte certamente terá melhor desempenho que em 2006, marcado pela depredação de ônibus em atentados, Copa do Mundo e eleições, que prejudicaram o setor, seja em prejuízos materiais, retração de passageiros e dificuldades em repasse de custos". Belarmino comanda o GRUPO SAMBAÍBA, com frota estimada em 4 mil ônibus distribuídos por várias cidades de São Paulo, capital, interior e região metropolitana. Tal pulverização é estratégica na medida em que reduz riscos inerentes a um negócio regulado pelos humores da autoridade pública. O empresário está particularmente esperançoso com seus negócios na capital paulista, onde é um dos grandes operadores. "Compramos 400 veículos, 280 já entregues e 180 a serem incorporados à frota em 2007". Ativo, mas não centralizador, divide com o núcleo familiar a administração do grupo, que inclui outros negócios, entre eles duas revendas MERCEDES-BENZ.

Gazeta Mercantil

 

VW PROJETA PRODUÇÃO DE 100 MIL CAMINHÕES E ÔNIBUS PARA 2011

A VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS projeta chegar a 2011 com uma produção na casa de 100 mil. As projeções foram feitas por Roberto Cortes, CEO da VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS. Dos mais de 90 mil caminhões, a proporção será de 2/3 para caminhões e 1/3 para ônibus. "Nas nossas contas, o mercado brasileiro absorverá 60% e o externo os restantes 40%", disse o dirigente que desde o dia 1º de janeiro responde para o CEO mundial da VOLKSWAGEN VEÍCULOS COMERCIAIS, Stephan Schaller. "Estamos crescendo em torno de 20% ao ano. E é nesse ritmo que chegaremos a quase 100 mil unidades", acrescentou Cortes, ao informar que em 2006 a empresa obteve seu recorde histórico desde que começou a produzir em 1981. No ano passado vendeu 37.328 caminhões e ônibus. "O interessante na VW CAMINHÕES E ÔNIBUS é que o negócio nasceu no Brasil e daqui sai a expertise para a abertura de novas fábricas. E mais: fazemos tudo com recursos próprios, sem ajuda da matriz", acrecentou. A VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS, que teve ano passado faturamento bruto de R$ 4 bilhões, programa para 2007, lançamentos de uma linha de chassis de ônibus "totalmente renovada", outros modelos de caminhões Constellation.

Gazeta Mercantil

 

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