Alimentos
COM MOLHO
DE SOJA, SAKURA TEM 75% DO MERCADO
Indispensável
na culinária oriental, o molho de soja ou shoyu, continua
sendo a grande estrela da fabricante SAKURA. Apesar de ter sete concorrentes,
a companhia mantém a liderança do setor, com mais de 75%
de participação de mercado. No começo do ano, para evitar
soja transgênica nos molhos shoyu, a SAKURA passou a fazer
a produção integrada, garantindo a rastreabilidade da matéria-prima.
Temendo a concorrência, Roberto Ohara, Presidente da empresa,
não revela a produção de shoyu da SAKURA. Ele informa, apenas,
que a empresa fabrica 30 mil toneladas de produtos por ano.
São quatro fábricas, três em São Paulo e uma em Goiás. A SAKURA tem
um portfólio com mais de 70 produtos, 300 funcionários e
fatura R$ 40 milhões por ano.
Valor Econômico
Bebidas
& Fumo
CAFÉ DO
CENTRO MIRA O MERCADO EXTERNO PARA SE EXPANDIR
A CAFÉ
DO CENTRO, divisão de negócios de café do grupo BRANCO
PERES, está ampliando sua presença no mercado externo. A
empresa negocia a venda de seus cafés especiais para uma
rede de varejo na Flórida e deve inaugurar sua segunda cafeteria
no Japão ainda no primeiro trimestre de 2007.
A expansão do café torrado e moído
e grãos especiais do grupo no exterior começou no ano passado,
quando o produto da companhia passou a ser comercializado
na rede francesa CASINO com a marca Café do Centro. "Nos
EUA, vamos iniciar a comercialização de nosso café especial
com marca própria", afirmou Rodrigo Branco Peres, Diretor-Sócio
da empresa. A expectativa é de que essa parceria seja selada
no início de 2007. No Japão, a expansão da empresa está
praticamente consolidada. A segunda cafeteira da rede será
inaugurada em Yokohama, na região metropolitana de Tóquio,
em um investimento de US$ 500 mil. Os planos do grupo no
exterior são ambiciosos. Nos próximos dez anos a CAFÉ DO
CENTRO quer atingir a marca de 100 cafeterias espalhadas
no mercado externo.
Valor Econômico
NORSA
VENDE MAIS E PLANEJA NOVA FÁBRICA
A NORSA,
fabricante e distribuidora da COCA-COLA na Bahia, Rio Grande
do Norte, Piauí e Ceará, projeta fechar o ano com faturamento
da ordem de R$ 960 milhões, diante dos R$ 827,9 milhões
de 2005, aumento de 15,96%. Em 2003, a receita bruta somou
R$ 573 milhões e no ano seguinte foi de R$ 696,7 milhões.
Um conjunto de ações envolvendo lançamento de produtos,
descentralização das vendas, parcerias e aumento na verba
de patrocínio vêm garantindo a expansão nos negócios. "As
perspectivas para os próximos quatro anos são muito positivas",
disse o Diretor de Vendas, Logística e Distribuição, André
Seabra Salles, numa referência ao desempenho global da NORSA.
Para o executivo, a companhia tem hoje estratégia adequada,
pessoal capacitado, processos, suporte de tecnologia, e
conta ainda com fatores macroeconômicos para assegurar a
manutenção das taxas de crescimento.
Gazeta Mercantil
MIOLO
RENOVA EMBALAGENS E ESTIMA CRESCER 15% EM 2006
A vinícola
MIOLO, com sede em
Bento Gonçalves (RS), decidiu apostar no
lançamento de novas linhas de produtos e embalagens para
alavancar as vendas neste fim de ano. Segundo o Diretor
Adriano Miolo, a expectativa é crescer 15% no acumulado
de 2006 em comparação com o faturamento de R$ 60 milhões
no ano passado e com os 5,5 milhões de litros de vinhos
e espumantes comercializados no período. Só na renovação
das embalagens, rótulos e sistemas de fechamento, a MIOLO
aplicou R$ 1 milhão neste ano. Segundo o Diretor, a demanda
crescente levou a vinícola a investir no aumento da capacidade
de produção de espumantes de 500 mil para 1 milhão de garrafas
por ano a partir do primeiro trimestre de 2007 em Bento Gonçalves,
depois de duplicar a linha na Fazenda Ouro Verde, em Casa Nova (BA), em 2006.
"Os dois projetos devem chegar a R$ 3 milhões."
Valor Econômico
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
MARK UP
FATURA 25% MAIS
A agência
de marketing de relacionamento MARK UP informa que, em 2006, confirmou o
crescimento de 25% sobre o ano passado, quando faturou R$
150 milhões. A empresa tem clientes como BRASTEMP, EMBRATUR
e DUPONT.
Gazeta Mercantil
Energia
BRASCAN
INVESTIRÁ MAIS R$ 230 MILHÕES EM TRÊS NOVAS PCHS NO
SUL
A BRASCAN
ENERGÉTICA, com sede em Curitiba (PR), está construindo
três Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no rio Carreiro,
norte do Rio Grande do Sul. A implantação das PCHs Cotiporã,
Caçador e Linha Emília começou em outubro, com o desmatamento
da área, abrangendo territórios dos municípios de Serafina
Corrêa, Nova Bassano, Guaporé, Dois Lajeados, Fagundes Varela
e Cotiporã. Com previsão de início de operação no primeiro
semestre de 2008, as três unidades devem gerar 334,2 mil
mwh anuais e, embora a empresa não revele o total dos investimentos,
analistas calculam que se situa em torno de R$230 milhões.
Gazeta Mercantil
Engenharia,
Projetos & Construção
CAMARGO
APOSTA NO EXTERIOR PARA CRESCER
A construtora
CAMARGO CORRÊA
quer ganhar o mundo. A empresa elegeu 2007 como o ano em
que pretende deslanchar de vez o processo de internacionalização.
Do faturamento de US$ 20 milhões advindos de projetos tocados
no exterior em 2005, a CAMARGO CORRÊA espera
fechar o ano que vem com uma receita de US$ 200 milhões
na área internacional. Para 2010 os planos são ainda mais
ambiciosos. Até lá a companhia quer ver um terço de seu
faturamento estimado em R$ 3 bilhões para a virada da década,
vindo de obras na América do Sul, África e Ásia. Para tanto
a empresa está participando de 12 licitações de grande porte
no continente americano e alguns países africanos que, somados,
chegam próximo a US$ 5 bilhões.
Valor Econômico
Farmacêutico,
Cosmético & Higiene
BRASIL
NATIVO SE REESTRUTURA E INVESTE EM NOVA FÁBRICA
O ano de
2007 pode ser "o ano da virada" para a empresa
gaúcha de cosméticos BRASIL
NATIVO, adquirida em abril de 2006 pelo PALMARIUM PARTICIPAÇÕES,
grupo que também detém participações em empresas de prestação
de serviços de telemarketing, como a VENDAFONE
e a META, de vendas pela internet, vendapontocom, e de corretagem
de seguros, POTENS. Fabricante de produtos de beleza
a partir de ingredientes naturais, a companhia chegou a
ter cerca de 200 lojas em todo País na década de
80, mas foi perdendo o fôlego financeiro. Com a injeção
de cerca de US$ 2,5 milhões em investimentos para a reestruturação
da companhia e a construção de uma nova fábrica, a nova
controladora prevê faturar em 2007 cerca de R$ 18 milhões
com vendas no mercado interno, nove vezes mais que o apurado
em 2005. "E estamos negociando exportações para Europa
e Oriente Médio", disse o Presidente do grupo PALMARIUM,
Alexandre Athayde.
Gazeta Mercantil
Financeiro
LIBERTY
REGISTRA LUCRO DE R$ 34 MILHÕES
A meta para
2007 da LIBERTY SEGUROS, subsidiária de uma
das maiores seguradoras dos Estados Unidos, é consolidar
o crescimento do grupo, que há três anos vem investindo
no aprimoramento da tecnologia e ampliação das sucursais.
Em 2006, foram inauguradas 10 filiais, totalizando agora
76. "As perspectivas para 2007 são estratégicas, mas
teremos um resultado melhor do que o de 2006", afirmou
Luis Maurette, Presidente da LIBERTY no Brasil. O otimismo,
segundo o executivo, baseia-se nas mudanças que estão ocorrendo
no mercado. Ele cita a abertura do resseguro, que vai gerar
um ambiente muito positivo para os acionistas estrangeiros,
e as novas normas na área de vida. A expectativa da empresa
é apresentar lucro líquido de R$ 34 milhões no balanço de
2006, que será apresentado em fevereiro. Em faturamento,
os números apontam para crescimento de 15,5%, para prêmios
na casa dos R$ 700 milhões, exatamente o que havia sido
previsto no início do ano de 2006.
Gazeta Mercantil
GP APOSTA
EM IMÓVEIS CORPORATIVOS
Nem o feriado
diminuiu o apetite de grandes investidores diante do rentável
e promissor mercado imobiliário brasileiro. Os executivos
do fundo de private equity GP INVESTMENTS anunciaram que
concluíram a criação da BR PROPERTIES, empresa que vai atuar
no segmento de imóveis comerciais. A nova companhia surge
com co-investidores pesos-pesados do mercado mundial: LEHMAN
BROTHERS REAL ESTATE PARTNERS, SANDELL ASSET MANAGEMENT,
TUDOR GROUP, BANCO SAFRA, TALISMAN SPECIAL PURPOSE FUND
LTD., THE PETER MALKIN FAMILY e BELFER MANAGEMENT LLC. Ainda
não foi definido o executivo que vai comandar as operações
da BR PROPERTIES e há a possibilidade de ele vir de fora
do quadro atual da GP INVESTMENTS. O investimento total
na BR PROPERTIES será de US$ 100 milhões, com aporte inicial
correspondente a 25% desta cifra. O principal foco de investimento
da BR PROPERTIES são edifícios de escritórios, armazéns
e lojas de varejo. A intenção, segundo a empresa, é adquirir
imóveis comerciais que já estão funcionando, especialmente
na região Sudeste, mas com abertura para oportunidades em
todo o País.
Gazeta Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
OLSEN
QUER GANHAR CLIENTELA DOS EUA COM FÁBRICA LOCAL
A OLSEN,
fabricante de equipamentos médicos e odontológicos, planeja
se instalar nos Estados Unidos em 2007.
A empresa, com faturamento anual de
R$ 30 milhões, pretende inicialmente investir em um escritório
de vendas e, no ano seguinte, programa uma fábrica. A cidade
onde deve se instalar ainda está em estudo. César Olsen,
Presidente da companhia, diz que com a nova unidade pretende
dobrar de tamanho o faturamento da empresa. Hoje, com fábrica
apenas em Palhoça, na Grande Florianópolis, a OLSEN produz
equipamentos como cadeiras odontológicas, oftalmológicas
e ginecológicas, e exporta metade da sua produção. Entre
suas concorrentes no Brasil estão KAVO, DABI e a GUINATOS.
A operação nos Estados Unidos será o primeiro grande investimento
desde que a empresa foi criada, em 1978. Olsen diz que serão
investidos no primeiro momento US$ 200 mil na montagem do
escritório de vendas e cerca de US$ 1 milhão para a primeira
linha de produção em 2008.
Valor Econômico
ABB E
BRASKEM FECHAM CONTRATO DE R$ 64 MILHÕES
A ABB,
empresa que desenvolve tecnologias de potência e automação,
fechou o seu último negócio de 2006: um contrato no valor
de R$ 64 milhões com a BRASKEM. A empresa vai realizar manutenção
nos equipamentos da companhia petroquímica do grupo ODEBRECHT,
visando melhoria da performance de seis plantas situadas
no pólo de Camaçari, na Bahia. O contrato é do tipo Equipment
Performance Management (EPM), uma modalidade da ABB que
prevê a remuneração variável da empresa a partir da análise
de desempenho dos ativos. Visando o melhor desempenho dos
serviços, a ABB vai disponibilizar para a BRASKEM uma equipe
de especialistas e consultores em melhorias de processos,
baseados no Brasil, na Inglaterra e nos Estados Unidos.
Além disso, um efetivo de 320 profissionais fixos da ABB
deverá trabalhar diretamente nas unidades atendidas. O contrato
marca uma nova fase no relacionamento entre as empresas,
com foco na colaboração estratégica.
Gazeta Mercantil
URMET-DARUMA
APOSTA EM NOVOS NICHOS PARA CRESCER
Nos próximos
dois anos, a subsidiária brasileira da URMET-DARUMA vai buscar equilibrar em seu
balanço o peso das suas operações de telecomunicações e
de equipamentos de automação. A tarefa pode parecer árdua,
ainda mais tendo sua imagem atrelada por décadas às estatais
de telefonia pública. Em 2006, o nicho de telecom foi responsável
por 65% do faturamento da empresa, de R$ 100 milhões. Mas,
com as metas de universalização da telefonia já cumpridas
pelas operadoras privatizadas, a DARUMA decidiu apostar
em outros nichos para reduzir sua dependência do setor.
Entre as estratégias da companhia está o aumento de sua
participação no mercado de controle e automação comercial,
impressoras fiscais e de controle, parquímetros eletrônicos
e terminais de venda. Está desenvolvendo parcerias com empresas
de software, que criam os aplicativos para as máquinas.
Elas serão o principal canal de venda da URMET-DARUMA. Dona
de 20% do mercado de impressoras fiscais, a empresa não
descarta a aquisição de uma concorrente para ganhar mercado
e encostar na líder do segmento, a BEMATECH. O segmento
de automação cresceu 26% em 2006. Só de impressoras fiscais,
a URMET-DARUMA possui um parque instalado de 37 mil máquinas
ante as 19 mil a dois anos. Em 2007, a empresa pretende bater
na casa dos 50 mil. A expectativa da DARUMA é ampliar seu
faturamento em 20% nesse ano.
Valor Econômico
WOLPAC
PREVÊ CRESCER 28% EM 2007
O GRUPO
WOLPAC, fabricante nacional de sistemas de controle
de acesso, prevê crescimento de 28% no faturamento em 2007.
Produtora de catracas mecânicas e eletrônicas, baias de
segurança, coletores para ponto e acesso, totens para controle
de veículos, portas giratórias e torniquetes, a empresa
pretende crescer com o aumento de investimentos do setor
de transportes, lançamento de produtos e ampliação das exportações.
Segundo o Diretor Comercial da empresa, Fabiano Oton Wolf,
o BNDES facilitou a obtenção de financiamento para a compra
de ônibus, o que possibilitará uma rápida renovação da frota
de ônibus. "Em São Paulo, entre o fim
de 2006 e início de 2007, entrarão mais de 1 mil carros
novos", disse. A empresa pretende ampliar as exportações,
vencendo 25% das licitações que participar na América Latina,
em países como Equador, Colômbia, Chile, Guatemala e Argentina.
A WOLPAC pretende também ampliar as vendas de catracas com
botão anti-pânico no Rio, uma vez que conseguiu na Justiça
suspender as vendas da sua única concorrente nesse mercado.
Wolf ressaltou que a empresa vai atuar de forma mais agressiva
em 2007 no mercado de segurança, com equipamentos para controle
de acesso em edifícios comerciais, industriais e academias.
Há três anos a WOLPAC fortaleceu sua atuação nessa área,
responsável por 40% do faturamento, com o início da produção
de coletores de dados para ponto e acesso, além das catracas
que já eram fabricadas.
Gazeta Mercantil
Material
de Construção
NS BRAZIL
AMPLIA PRODUÇÃO
Após quadruplicar
sua capacidade produtiva em julho do ano passado, a fabricante
de pisos e revestimentos NS BRAZIL traça seus planos para ocupar
todo este novo potencial em dois anos. No momento, a empresa
utiliza 30% a 40% de sua capacidade de 250 toneladas por
mês. Os pisos industriais serão um dos principais vetores
de crescimento em 2007, quando a empresa planeja elevar
seu faturamento em 30%. Em novembro, a empresa iniciou o
lançamento de pisos específicos para diferentes nichos da
indústria. Os principais focos de crescimento estão nos
setores alimentício, farmacêutico e saúde animal. "Pretendemos
ampliar a participação do setor industrial de 50% para 70%
dos negócios", afirma o Presidente da empresa, Newton
Carvalho. O Presidente da empresa afirma que em 2007 serão
feitas as primeiras exportações, que devem chegar a US$
150 mil. Argentina, Chile e Portugal serão os primeiros
países para onde a NS pretende exportar.
Valor Econômico
Química
& Petroquímica
Henkel
prevê crescimento de 20% no Brasil em 2007
O grupo químico
alemão HENKEL prevê
um crescimento de 20% no Brasil em 2007, mesmo patamar que
deverá ser alcançado neste ano mas que foi puxado pela aquisição
da ALBA ADESIVOS, no mês de março, que introduziu a empresa
no segmento profissional de adesivos e ampliou os canais
de distribuição da companhia. De acordo com o Presidente
da HENKEL MERCOSUL, o argentino Julio Muñoz Kampff, as vendas
da subsidiária devem atingir aproximadamente R$ 617 milhões
no ano que vem, ante a previsão de R$ 513 milhões neste
ano. No ano passado, as vendas da companhia somaram R$ 429
milhões. Esse resultado virá com o crescimento previsto
pela empresa nas vendas para a indústria, sobretudo aos
mercados automotivo e de embalagens. "Nosso objetivo
é crescer o dobro de cada indústria. Por exemplo, se a indústria
automotiva crescer 5%, nós cresceremos 10%", disse
Kampff.
Gazeta Mercantil
LUBNOR
INVESTE PARA DUPLICAR PRODUÇÃO
A LUBRIFICANTES
E DERIVADOS DE PETRÓLEO DO NORDESTE (LUBNOR), unidade de negócios da PETROBRAS
no Ceará, projeta investir até 2009 recursos da ordem de
US$ 60 milhões na construção de uma nova fábrica, em Fortaleza,
o que duplicará a capacidade atual de produção para 350 metros cúbicos
por dia. "Vamos ficar com duas plantas de lubrificantes
naftênicos, cada uma com capacidade de 175 metros cúbicos diários", informou o Gerente
de Comercialização LUBNOR/PETROBRAS no Ceará e Maranhão,
Eduardo Bellaguarda. A unidade do Ceará é a única da companhia
no País a fabricar esse tipo de lubrificante industrial,
que serve como isolante térmico para transformadores de
alta voltagem, e pode ser utilizado em compressores, amortecedores,
e ainda como óleo de corte, entre outras funções. Cerca
de 50 clientes fazem parte do cadastro da companhia. Braço
logístico da PETROBRAS no Ceará, Piauí e Maranhão, a LUBNOR
abastece esses mercados com gasolina, diesel, querosene
de aviação, óleo combustível e gás de cozinha (GLP), contabilizando
faturamento em torno de R$ 600 milhões por mês. Projeções
para a unidade do Ceará sinalizam em 2006 receita total
de R$ 6,7 bilhões, representando crescimento de 21% sobre
o ano anterior.
Gazeta Mercantil
Serviços
RECEITA
DA VB SERVIÇOS ATINGE R$ 1,1 BILHÃO
A empresa
de benefícios VB SERVIÇOS fechou o balanço de 2006
com um faturamento de R$ 1,1 bilhão, valor 22% superior
à cifra registrada no ano passado. A companhia, que atua
com benefícios alimentação, refeição e transporte, ampliou
sua carteira de 25 mil para 28 mil empresas clientes. Focada
na prestação de serviços para empresas que não possuem um
departamento próprio de recursos humanos, a VB distribui
benefícios terceirizados da TICKET e da SODEXHO e é hoje
líder na distribuição de vale-transporte no Brasil, segmento
em que atende a mais de 800 mil trabalhadores. A companhia
também comemorou, em 2006, o aumento no número de clientes
de grande porte, cuja participação saltou de 15% para 22%
da carteira, incremento de R$ 240 milhões na receita final.
Para 2007,
a meta é aumentar a participação de
grandes clientes para 30% da carteira, e incrementar a receita
em 15%.
Gazeta Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
GERDAU
COMPRA CEMEA
O GRUPO
GERDAU informou a aquisição da CEMEA CONSTRUTORA LTDA,
sediada em Belo Horizonte, por
cerca de R$ 14,75 milhões. A negociação foi feita por meio
da GERDAU AÇOMINAS em transação que é de interesse da companhia
porque facilitará o acesso logístico às minas da siderúrgica.
A GERDAU informou que a CEMEA possui um único ativo, localizado
em área geograficamente estratégica para a exploração dos
direitos minerários que já pertencem a AÇOMINAS. Com isso,
será possível otimizar o acesso viário às minas, criando
melhores condições de transporte e logística.
Gazeta Mercantil
Têxtil
& Couro
SIGVARIS
TRIPLICARÁ SUA CAPACIDADE EM TRÊS ANOS
A SIGVARIS,
fabricante de meias de compressão graduada, planeja investir
US$ 5 milhões para triplicar sua capacidade produtiva no
Brasil em três anos. Em 2007, quando terá início a primeira
etapa do projeto, com investimentos de US$ 1,5 milhão para
elevar a capacidade da fábrica situada em Jundiaí (SP),
o faturamento da empresa no Brasil deve passar de R$ 15
milhões para R$ 17 milhões. A expansão se sustentará em
três pilares principais: aumento das exportações, nacionalização
das matérias-primas e diversificação do público consumidor,
segundo o Presidente da empresa para América Latina, Celso
Cintra. De acordo com ele, as meias de compressão têm como
função auxiliar a circulação do sangue de pessoas que apresentam
algum tipo de problema no sistema circulatório. O aumento
das vendas externas tem como objetivo os países vizinhos
como Argentina, Chile e Peru, que hoje fazem compras esporádicas.
A estratégia vai começar pela Argentina, que a partir de
primeiro trimestre de 2007 entrará para o foco de atenções
da empresa. "Pretendemos exportar 20% da produção para
este país", afirma Cintra. Os Estados Unidos e o Canadá,
que compram 55% da produção da SIGVARIS no Brasil, devem
continuar sendo o maior mercado da companhia nos próximos
anos. O volume total de exportações deve chegar a 60% a
65% da produção.
Valor Econômico
Transporte
& Logística
IVECO
ESTUDA MERCADO DE ÔNIBUS URBANO
A IVECO
LATIN AMERICA deve ingressar no segmento de ônibus urbanos.
O Presidente da montadora, Jorge Garcia, afirmou que a empresa
realiza testes com 70 ônibus fabricados na plataforma de
caminhão pesado Euro Cargo. Segundo ele, os veículos já
rodam na Argentina e se a avaliação for satisfatória, a
IVEVO deverá comercializar os ônibus no País a partir de
2008. "Temos unidades em teste no Rio Grande do Sul
e em
Recife. Estamos avaliando a performance
e a viabilidade do ônibus no mercado brasileiro, hoje, já
muito concorrido", disse Garcia. Doze dos ônibus equipados
com chassi 170ER encarroçados com o modelo Viale, da MARCOPOLO,
estão sendo testados pela VIAÇÃO CANOENSE S.A. (VICASA), de Canoas, situada na região metropolitana
de Porto Alegre. A experiência terá duração de seis meses.
Em relação ao faturamento, a VICASA investe anualmente uma
média de 15% na renovação de ônibus dos modelos urbanos
e entre 10% e 12% nos intermunicipais. As receitas estimadas
para este ano são de R$ 105 milhões.
Gazeta Mercantil
BRA PREPARA
INVESTIMENTOS COM NOVO SÓCIO
A BRA
TRANSPORTES AÉREOS, quarta maior empresa em vôos regulares
no País, anunciou que a BRAZIL AIR PARTNERS, empresa de participações
formada por um grupo de investidores institucionais globais,
passa a ser sócia da companhia. A empresa não divulgou o
valor dos investimentos. Com 4,14% de participação no mercado
doméstico de janeiro a novembro deste ano, a BRA tem também
4,25% nas rotas internacionais. Com a entrada da BRAZIL
AIR PARTNERS na capital da BRA, a companhia reforçará sua
estrutura organizacional e administrativa. "Até este
momento foi possível crescer com uma gestão familiar. Com
os novos desafios no setor, decidimos acessar capital de
risco com investidores globais e investir em uma maior profissionalização
da equipe de gestão. Este movimento potencializa nossas
capacidades e permite acelerar o crescimento da BRA",
diz Humberto Folegatti.
Gazeta Mercantil
GRUPO
SAMBAÍBA RENOVA 400 ÔNIBUS NA FROTA DE SÃO PAULO
O ano de
2007 tem símbolos especiais na trajetória de um dos maiores
empresários de ônibus do País, o português Belarmino da
Ascenção Marta. "Tenho razões de comemorar 2007. Será
um ano em que o transporte certamente terá melhor desempenho
que em 2006, marcado pela depredação de ônibus em atentados,
Copa do Mundo e eleições, que prejudicaram o setor, seja
em prejuízos materiais, retração de passageiros e dificuldades
em repasse de custos". Belarmino comanda o GRUPO
SAMBAÍBA, com frota estimada em 4 mil ônibus distribuídos
por várias cidades de São Paulo, capital, interior e região
metropolitana. Tal pulverização é estratégica na medida
em que reduz riscos inerentes a um negócio regulado pelos
humores da autoridade pública. O empresário está particularmente
esperançoso com seus negócios na capital paulista, onde
é um dos grandes operadores. "Compramos 400 veículos,
280 já entregues e 180 a serem incorporados à frota
em 2007". Ativo, mas não centralizador, divide com
o núcleo familiar a administração do grupo, que inclui outros
negócios, entre eles duas revendas MERCEDES-BENZ.
Gazeta Mercantil
VW PROJETA
PRODUÇÃO DE 100 MIL CAMINHÕES E ÔNIBUS PARA 2011
A VOLKSWAGEN
CAMINHÕES E ÔNIBUS projeta chegar a 2011 com uma produção
na casa de 100 mil. As projeções foram feitas por Roberto
Cortes, CEO da VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS. Dos mais de
90 mil caminhões, a proporção será de 2/3 para caminhões
e 1/3 para ônibus. "Nas nossas contas, o mercado brasileiro
absorverá 60% e o externo os restantes 40%", disse
o dirigente que desde o dia 1º de janeiro responde para
o CEO mundial da VOLKSWAGEN VEÍCULOS COMERCIAIS, Stephan
Schaller. "Estamos crescendo em torno de 20% ao ano.
E é nesse ritmo que chegaremos a quase 100 mil unidades",
acrescentou Cortes, ao informar que em 2006
a empresa obteve seu recorde histórico
desde que começou a produzir em 1981. No ano passado vendeu
37.328 caminhões e ônibus. "O interessante na VW CAMINHÕES
E ÔNIBUS é que o negócio nasceu no Brasil e daqui sai a
expertise para a abertura de novas fábricas. E mais: fazemos
tudo com recursos próprios, sem ajuda da matriz", acrecentou.
A VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS, que teve ano passado faturamento
bruto de R$ 4 bilhões, programa para 2007, lançamentos de
uma linha de chassis de ônibus "totalmente renovada",
outros modelos de caminhões Constellation.
Gazeta Mercantil