Sexta-feira, 12/01/2007
Ano VII – edição 253

Agrobusiness

COPERSUCAR E FRIBOI BRILHAM NA EXPORTAÇÃO

A pequena queda da participação do agronegócio nos embarques totais do país em 2006, tende a prevalecer nos resultados finais do ano e não evitou que algumas agroindústrias ganhassem destaque na lista das 40 principais empresas exportadoras. Estreitamente vinculadas à boa fase de seus respectivos segmentos, frigoríficos de carne bovina, grupos de açúcar e álcool e indústrias de suco de laranja galgaram degraus no ranking.

Beneficiado pelo forte crescimento das vendas externas de carne bovina brasileira, o frigorífico FRIBOI ascendeu 13 posições entre as maiores empresas exportadoras do país. A empresa exportou US$ 860,6 milhões de janeiro a novembro de 2006, 48,3% mais do que os US$ 580,3 milhões de igual período do ano anterior. Com esse crescimento, o FRIBOI passou a ocupar o 18º lugar no ranking dos exportadores brasileiros. A empresa ultrapassou tradicionais exportadores no ranking nacional, como a PERDIGÃO, que ocupava o 19º lugar entre janeiro e novembro de 2005 e caiu para 21º no mesmo período do ano passado.

Outra empresa beneficiada pelo crescimento das exportações de carne bovina foi o BERTIN. As vendas externas do grupo somaram US$ 775,9 milhões entre janeiro e novembro de 2006, levando a empresa para o 25º lugar no ranking. Estava em 29º no mesmo período de 2005, com US$ 621,1 milhões.

Outro destaque no ranking dos exportadores foi o avanço da COOPERSUCAR, que passou a ocupar a 17ª posição. Entre janeiro e novembro de 2005, havia ficado em 27º lugar. O aumento das exportações de açúcar e álcool explicam o melhor desempenho.

Os preços também explicam o avanço das indústrias de suco. A CUTRALE, maior delas, subiu três posições na comparação entre os onze primeiros meses de 2006 e 2005 e chegou à 35ª colocação, com embarques de US$ 576,3 milhões.

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

CRESCEM AS VENDAS NAS GRANDES LIVRARIAS

O Natal de 2006 tornou-se um desafio para algumas das grandes livrarias do país. Tudo por causa do jovem Harry Potter. Para o último 25 de dezembro, algumas redes tiveram que bolar um novo plano para compensar a ausência do carismático bruxinho.

Marcílio D'Amico Pousada, Diretor-Superintendente da SARAIVA, disse que as vendas foram melhores, mesmo sem Harry Potter, que, somente em dezembro de 2005, teve 30 mil exemplares vendidos nas 30 lojas da rede. O executivo da SARAIVA notou que as obras de literatura foram as vedetes do Natal e os livros mais vendidos ao longo de 2006 também foram os mais pedidos em dezembro.

Nas redes LIVRARIA CULTURA, a surpresa ficou por conta da edição especial de luxo de "Grande Sertão Veredas", lançada em 2006 pela NOVA FRONTEIRA, em comemoração aos 50 anos da obra escrita por Guimarães Rosa. O Natal na CULTURA teve alta de 23% na vendas em relação a 2005. O impulso ficou por conta dos DVDs, que cresceram 40%. Em segundo lugar, os livros, que tiveram alta de 28% em unidades vendidas, em parte devido ao barateamento dos importados. A loja virtual cresceu 20%. Para 2007, a CULTURA conta com a unificação das quatro lojas do Conjunto Nacional, no espaço onde funcionava o Cine Astor. A idéia é ter uma loja de quase 4 mil metros quadrados. O investimento na obra, que será aberta até abril, é estimado em R$ 6 milhões. Herz estima, para 2007, uma expansão de 30% da rede, devido principalmente à unificação das lojas, com área para CDs, DVDs e revistas. "Essas três categorias representam, nas outras unidades da rede, entre 20% e 25% das vendas". A receita para o ano fiscal de 2006 deve ser de R$ 144 milhões.

Na LIVRARIA DA VILA, as vendas maiores no Natal seguiram o crescimento anual das duas lojas da rede, que ficou entre 16% e 20%. "Mas não houve uma estratégia específica", diz Samuel Seibel, dono da empresa. Mas ele faz apostas altas para 2007. Abrirá uma nova loja em fevereiro, nos Jardins, e quer lançar, no final do ano, o site de comércio virtual.

A SICILIANO, com 62 lojas no país, "teve um resultado consolidado de dezembro com crescimento próximo a 5%", informou a empresa. Aos poucos, a SICILIANO vem inserindo outros tipos de produtos em suas lojas. Nos últimos anos, havia optado por ter só livros, mas já há três lojas com mix mais diversificado.

Valor Econômico

 

Financeiro

UBF FINALIZA ESTRATÉGIA PARA 2007

A UBF GARANTIA & SEGUROS, terceira maior seguradora no ramo de garantia, começa 2007 desenhando uma nova estratégia para enfrentar a concorrência, que a cada ano fica mais acirrada com a entrada de novos competidores nesse segmento. Neste ano, com a esperada abertura do mercado de resseguros, matéria-prima para as seguradoras que atuam com garantia, a concorrência deverá ficar ainda mais acirrada. A primeira mudança veio da contratação de Luiz Alberto Pestana, que assume hoje o cargo de Diretor Comercial. "Juntos traçaremos uma nova estratégia para a companhia, que deverá ficar pronta nos próximos dias", informou Luiz Roberto Foz, Presidente da UBF. O desafio de Pestana é grande. Dobrar a produção da UBF. Em 2006, a seguradora tinha no orçamento a meta de faturar R$ 38 milhões. Os números finais, ainda em fechamento, apontam para R$ 35 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

PERTECH VOLTA FOCO PARA CONSTRUÇÃO

O motivo da mudança é o maior potencial de crescimento do setor de construção, enquanto os fabricantes de móveis (como a KITCHENS, a ELGIN e a FORMAPLAS) têm comprado volumes maiores de produtos substitutivos da fórmica, segundo o Presidente da PERTECH, Décio Duarte. No lugar de laminados de alta pressão, como os produzidos pela companhia, estes clientes estão comprando placas de MDF revestidas, que custam 20% menos. Iniciada há dois anos, a estratégia da fabricante de laminados já começou a dar resultados. A participação dos produtos para construção passaram de 8% para 25% dos negócios. O objetivo final é chegar a 50%. A mudança deve demandar investimentos de até R$ 1 milhão na fábrica da PERTECH em São Bernardo do Campo (SP) daqui a um ano para atender os pedidos com mais agilidade. Caso seja necessária uma capacidade produtiva maior, a companhia pretende destinar parte de suas exportações para o mercado interno. Cerca de 35% da produção da PERTECH é vendida nos Estados Unidos, na Europa e nas Américas Central e do Sul. O Brasil gera um faturamento de US$ 35 milhões ao ano.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

Merial construirá nova fábrica no país

A multinacional americana MERIAL, líder do segmento de produtos para saúde animal no Brasil, promete novos investimentos para consolidar seu projeto de transformar seu complexo industrial de Paulínia (SP) em pólo de exportações. A empresa inicia neste mês a construção de uma fábrica que vai produzir medicamentos para cães, principal fonte global do faturamento do grupo, que em 2006 totalizou US$ 2 bilhões. Alfredo Ihde, Presidente da MERIAL, afirmou que os investimentos da empresa em seu pólo fabril devem chegar a US$ 30 milhões entre 2007 e 2010. Nos últimos três anos, a múlti aplicou US$ 35 milhões no país, sendo que a maior parte dos recursos foi destinada à instalação de uma fábrica para antiparasitários, seu carro-chefe no segmento de animais de produção. A companhia também incrementou as linhas de produção de vacinas para aves e bovinos. A MERIAL exporta atualmente para 14 países uma média de US$ 15 milhões a US$ 18 milhões por ano. A empresa aguarda a aprovação de suas linhas para ampliar a venda a outros 40 países. Atualmente, a empresa exporta apenas para países da América Latina. A meta para este ano é dobrar os embarques, com a entrada em mais seis países e chegar em 2011 com vendas externas de até US$ 350 milhões por ano, abastecendo 60 países. Em 2006, a empresa registrou faturamento no Brasil de R$ 263 milhões, o que representou um crescimento de 8,5% em relação ao resultado do ano anterior.

Valor Econômico

 

LUCRO DA MONSANTO CRESCE 52,5% NO TRIMESTRE

A multinacional americana MONSANTO, uma das maiores empresas de agroquímicos e biotecnologia do mundo, encerrou o primeiro trimestre fiscal de 2007 (concluído em 30 de novembro) com lucro líquido de US$ 90 milhões. O resultado é 52,5% superior ao obtido em igual intervalo do ano fiscal anterior. A receita líquida no período aumentou 9,5%, para US$ 1,539 bilhão. A maior expansão ocorreu no segmento de herbicidas, cuja receita com vendas aumentou 14,6%, para US$ 859 milhões. O faturamento com sementes de milho, soja e hortaliças cresceu 3,6%, para US$ 680 milhões. A empresa associou o resultado ao aumento nas vendas do defensivo Roundup no Brasil e nos EUA, e ao bom desempenho nas vendas de transgênicos triplos (com três modificações genéticas na mesma semente), lançados em 2005 nos Estados Unidos.

Valor Econômico

 

SHERWIN-WILLIAMS INVESTE NAS CORES

A SHERWIN-WILLIAMS, fabricante americana de tintas imobiliárias e industriais, investiu US$ 5 milhões na América Latina (Brasil, Argentina e Chile) para lançar um novo sistema tintométrico, composto por 5.860 cores. O investimento foi feito em marketing, material de ponto de venda, pesquisas em laboratórios e ajustes de matéria-prima. Com fábricas em Taboão da Serra, Sumaré e São Bernardo do Campo (SP) e Caxias do Sul (RS), a companhia ocupa a terceira posição no mercado nacional de tintas imobiliárias com 14% de participação. Líder no mercado americano, a matriz investiu US$ 20 milhões para apresentar o sistema tintométrico no mercado local. A empresa, que fornece as marcas Metalatex, Novacor, Kem Tone, Aquacryl e Colorgin, faturou cerca de R$ 1,15 bilhão no País em 2006, montante 15% maior que em 2005, por meio do aumento das vendas de tintas industriais e lançamento de produtos, como o esmalte a base e água Metalex Eco.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

ALBERT EINSTEIN ABRE UNIDADE PARA DESAFOGAR PRONTO-SOCORRO

O HOSPITAL ALBERT EINSTEIN investiu cerca de R$ 20 milhões em unidade de atendimento avançada na cidade de São Paulo, que oferece serviços diagnósticos e primeiro atendimento adulto e pediátrico. A instalação é uma resposta à tendência de desospitalização, diagnóstico e tratamento de pacientes, sem internação, fora do ambiente hospitalar. O ALBERT EINSTEIN tem outra unidade avançada em Alphaville, além de um centro de diagnósticos no Ibirapuera e na sede da rede, no Morumbi. Conta ainda com cinco unidades para check-ups. O plano é expandir esses formatos, afirma Cláudio Lottenberg, Presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. Atualmente, o mercado de medicina diagnóstica movimenta em torno de R$ 1,2 bilhão. A expectativa é que os atendimentos em medicina diagnóstica do ALBERT EINSTEIN aumentem 15% em 2007.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

ALIANÇA ESTIMA FATURAR 26% MAIS EM 2007 COM ALTA DA DEMANDA

A ALIANÇA METALÚRGICA, fabricante nacional de fechaduras, ferragens, rodízios e reguladores para gás, estima um crescimento de 26% em 2007, para um faturamento de cerca de R$ 165 milhões. Esse resultado será alcançado com a recuperação de preços e o aumento da demanda interna, informou o Diretor Comercial da empresa, Cláudio Lutzkat. Com fábrica no Jaçanã, São Paulo, a empresa vai reajustar o preço de seus produtos de 10% a 12% durante este ano, para repassar o aumento de 104% registrado no ano passado na tonelada da principal matéria-prima, o zamac (liga de cobre). A produção deste ano deve crescer 12,5% e atingir aproximadamente 24,5 milhões de peças, em relação às 22 milhões de peças fabricadas em 2006. A empresa possui 22% do mercado nacional de fechaduras, carro-chefe da empresa, que consome 25 milhões de peças e R$ 700 milhões por ano no País, estimou. A ALIANÇA METALÚRGICA deve manter em 2007 a fatia de 2% da produção destinada ao mercado externo (América Latina e África), mesmo patamar registrado em 2006. No ano passado a empresa investiu cerca de R$ 2 milhões em maquinário e infra-estrutura para aumentar a produção e criar novas linhas de produtos, com diferentes acabamentos. Isso contribuiu para o faturamento da ALIANÇA subir 20% e alcançar R$ 130 milhões em 2006, ante os R$ 110 milhões verificados no ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

DATASUL COMPRA MEYA ARGENTINA POR US$ 1,7 MI

A DATASUL anunciou a compra da empresa de TI MEYA ARGENTINA por 1,7 milhão de dólares. De acordo com a DATASUL, a aquisição faz parte de uma estratégia da companhia de expandir sua presença na América Latina. Com a compra, a empresa brasileira afirma que dobrou sua participação no mercado argentino de TI e controlará centros para produção e localização de aplicativos em espanhol. A MEYA possui pelo menos 50 clientes de médio e grande porte no mercado argentino e desenvolve soluções de gestão empresarial (ERP) e prestação de serviços em TI. A aquisição da MEYA é a segunda divulgada pela DATASUL neste mês. A empresa havia divulgado a compra da INFOMENGE, empresa que desenvolve sistemas de TI para hospitais e laboratórios no Brasil.

Valor Econômico

 

PHIHONG INOVA COM PRODUÇÃO DE PC

Em meio a uma briga entre os sócios, a fabricante de placas eletrônicas, fontes para computadores, no-breaks, acessórios para celulares (carregadores e baterias) PHIHONG PWM BRASIL busca diversificar os seus negócios e entra no mercado de informática com a produção de conversores para TV digital (set-top box), computadores e modem ADSL. Com isso, a empresa controlada pela brasileira PWM e pela taiwanesa PHIHONG passa a concorrer com a sua ex-parceira no País, FIRST INTERNACIONAL COMPUTER (FIC). Após o lançamento da sua linha de computadores pessoais no final do ano passado, a PHIHONG PWM espera atingir vendas mensais de 10 mil máquinas no primeiro semestre do ano, volume mensal que deve ser ampliado para 20 mil unidades até o final de 2007. A PHIHONG PWM Brasil fechou 2006 com receita de US$ 110 milhões e prevê para 2007 R$ 150 milhões. Deste total, R$ 50 milhões devem ser gerados pela área de informática.

Gazeta Mercantil

 

ALTRAN CONCENTRA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE NO PAÍS

O grupo francês de tecnologia ALTRAN, que fatura US$ 2 bilhões no mundo, escolheu o Brasil para ser o centro de desenvolvimento de software da multinacional, que atua em 20 países, entre eles EUA, China, Japão, além de boa parte da Europa. O País venceu uma disputa que incluiu principalmente as filiais na Índia e na Rússia. A ALTRAN BRASIL faturou R$ 50 milhões no ano passado e prevê chegar aos R$ 65 milhões em 2007. Desse total, R$ 25 milhões devem ser alcançados com a divisão de TI. A ALTRAN ainda tem negócios na área de engenharia e a fábrica deve corresponder a 40% dessa receita este ano. Mas a exportação de serviços inclui a gestão terceirizada de sistemas para os clientes, o que pode significar 70% da receita de tecnologia em serviços exportados até o final do ano. A fábrica da ALTRAN tem hoje 80 pessoas, contra 50 no meio do ano passado, e a expectativa é esse número chegar a 200 no final do ano. "A cada contrato novo no mundo, o Brasil será acionado", diz o Vice-Presidente de TI da ALTRAN, Marcelo Astrachan.

Gazeta Mercantil

 

OKI, LEXMARK E HP DISPUTAM MERCADO QUE SE VOLTA PARA LASER

O mercado corporativo de impressoras não registrou a expansão vivida no setor doméstico, mas isso não significa que 2006 tenha sido morno. Os equipamentos laser, em especial as coloridas, estão tomando os escritórios. E as mudanças já têm impacto no posicionamento das empresas. A fabricante OKI passou a LEXMARK, ficando com o segundo lugar no ranking brasileiro de monocromáticas. Nas coloridas, a OKI também tem o segundo lugar com 13%. Neste, em primeiro ainda está a HP, com mais de metade das vendas. Com vendas menores do que as concorrentes que atuam no varejo, a OKI, que fatura US$ 1,5 bilhão mundialmente nessa área, é focada no segmento empresarial, vendendo matriciais, laser monocromática e colorida. E enquanto cresceu 4% globalmente, no Brasil a empresa teve uma expansão de 25% no primeiro semestre fechado, o último disponível até agora.

Gazeta Mercantil

 

EVADIN PLANEJA AUMENTAR EM 20% A PRODUÇÃO DE APARELHOS CELULARES

A EVADIN pretende elevar em torno de 20% a produção de telefones móveis em 2007 na unidade da Zona Franca. A empresa está substituindo a linha de celulares CDMA pela tecnologia GSM depois que a VIVO decidiu adotar esse padrão. Neste ano, 90% dos celulares da EVADIN já serão GSM. De acordo com o balanço divulgado pela empresa, a estratégia vem dando certo. Em 2005, a receita líquida da EVADIN INDÚSTRIAS AMAZÔNIA S.A. cresceu 26%, atingindo R$ 333,1 milhões

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

FORD ANUNCIA COMPRA DA TROLLER E INVESTIMENTOS DE R$ 2,2 BI NO BRASIL

A FORD anunciou que irá investir R$ 2,2 bilhões no Brasil entre 2007 e 2011. Além dos R$ 2,2 bilhões, a FORD já havia definido em 2006 o desembolso de R$ 300 milhões destinados à produção de um novo veículo na fábrica da empresa em São Bernardo do Campo (Região do ABC, Grande São Paulo) e a ações para o aumento de capacidade produtiva na fábrica de Taubaté. "Estes investimentos no Brasil refletem a confiança da FORD no país, que vive um período de estabilidade e crescimento da economia", afirmou Dominic DiMarco, Presidente da FORD AMÉRICA DO SUL e Diretor para o Canadá e México. Dentro dos novos investimentos previstos entrarão os gastos com a incorporação das operações da TROLLER, indústria nacional de veículos especiais com sede em Horizonte (CE). A aquisição da TROLLER permitirá à FORD fortalecer sua presença na região Nordeste do país e aumentar seu portfólio de marcas com veículos off-road.

Valor Econômico

 

ATUAÇÃO DA ALL LOGÍSTICA CRESCEU PARA 21 MIL KM

Com a compra da BRASIL FERROVIAS em maio do ano passado, a AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA (ALL), até então basicamente concentrada no sul do País e na Argentina, passou a atuar em todo estado de São Paulo, Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul. A área de abrangência passou de 16 mil para 21 mil quilômetros, formando o maior corredor ferroviário da América Latina. O negócio, que envolveu recursos de R$ 1,405 bilhão em ações, também possibilitou a ALL acesso ao porto de Santos, o principal terminal de escoamento de cargas do País. A ALL já anunciou que a operação deve fazer a empresa dobrar de tamanho em cinco anos. Segundo a empresa, dos R$ 2,87 bilhões que serão investidos de 2006 a 2009, 35% irão para compra de vagões em parceria com clientes, 25% para melhorias na via permanente, 25% para aquisição de locomotivas e 15% para as áreas de tecnologia, terminais, dentre outros. A previsão da ALL é que o primeiro balanço no azul da coligada seja registrado nesse ano.

Gazeta Mercantil

 

Varejo

WAL-MART PREVÊ MAIS VENDAS

A rede varejista WAL-MART informou que suas vendas nas lojas abertas há pelo menos um ano crescerão entre 1% e 2% em janeiro. O resultado está alinhado com o aumento de 1,6% registrado em dezembro, obtido graças a reduções nos preços de brinquedos, artigos de mercearia e produtos eletrônicos de consumo. Para atrair os consumidores, o WAL-MART distribuiu folhetos adicionais informando sobre suas promoções e cortou os preços de categorias de produtos como eletrodomésticos de pequeno porte.

Gazeta Mercantil

 

ETNA ABRE DUAS LOJAS POR ANO

A ETNA HOME STORE inaugurou sua maior loja em São Paulo, na Marginal Tietê, com 21 mil metros quadrados. Além de mais de 70 espaços ambientados com os móveis e objetos da ETNA, a loja contará com 4 apartamentos elaborados com base em plantas de imóveis reais, fechados por paredes de drywall e janelas. A nova loja oferecerá mais de 15 mil itens e contará com diversificado mix de serviços. A previsão da rede para os próximos sete anos é inaugurar, em média, duas lojas por ano, totalizando 16 pontos-de-venda nas principais capitais do Brasil.

Gazeta Mercantil

 

Rua Pe. João Manoel, 222 • 11° andar • 01411-000 • São Paulo/SP • Tel/Fax: (+55-11) 3898-2424
crossing@crossing.com.br
Copyright 2006 CROSSING - Consultoria em Recursos Humanos