Sexta-feira, 19/01/2007
Ano VII – edição 254

Alimentos

PepsiCo vai construir fábrica na Bahia

A PEPSICO, dona das marcas PEPSI, TODDY, COQUEIRO, QUAKER, GATORADE e ELMA CHIPS, vai investir cerca de US$ 10 milhões para implantar uma fábrica na Bahia. O protocolo de investimento prevê que as obras deverão ser finalizadas até o fim de 2007. A fábrica ocupará uma área de cerca de 80 mil metros quadrados, com 8 mil metros de área construída, o que deixará espaço para possíveis ampliações. Com a unidade, a empresa pretende abastecer o mercado baiano. O complexo contará também com um galpão para a distribuição da produção. Somados os empregos diretos e indiretos, a empresa estima que serão criados 200 postos de trabalho quando a primeira fase da obra for concluída. Em dois anos, a depender da demanda do mercado e dos resultados da unidade, a PEPSICO poderá iniciar a segunda etapa dos investimentos.

Valor Econômico

 

Cia das Ervas abre butiques para vender especiarias

Da fábrica de especiarias, fundada na pequena Morungaba, no interior paulista, a CIA DAS ERVAS cresce em direção ao varejo. A empresa vai abrir uma espécie de butique para vender as mais variadas ervas e temperos para gourmets e amantes da boa mesa. A idéia é montar duas unidades, uma em São Paulo e outra em Campinas, e explorar um nicho mais sofisticado, oferecendo desde geléias de pimenta e alho assado em conserva de azeite até flor de sal aromatizado com manjericão. Já há uma butique em Morungaba e, no fim do ano passado, a empresa montou uma loja-piloto em São Paulo, para testar o mercado e aproveitar as vendas de Natal. "Há espaço para crescer nesse segmento", diz o sócio Marcelo Cury. Do modesto negócio, a CIA DAS ERVAS ganhou corpo e, mais recentemente, abriu as portas para o mercado externo, atendendo clientes no Japão, Portugal, França, Suíça, Estados Unidos e até Angola. Para este último, são exportadas geléias e doces em compotas para uma unidade de extração de diamantes.

Valor Econômico

 

Bebidas & Fumo

SPAIPA INVESTE R$ 50 MILHÕES E AMPLIA OPERAÇÃO

A SPAIPA, terceira maior franqueada da COCA-COLA no Brasil, com atuação no Paraná e interior de São Paulo, planeja investir R$ 50 milhões em 2007 em ampliações na área industrial, logística e em equipamentos em pontos-de-venda. A empresa espera um crescimento de 23% a 24% no seu faturamento e de 13% em volume de vendas para este ano, segundo Neuri Pereira, Superintendente de Vendas e Marketing. A distribuidora fechou 2006 com uma receita de R$ 1,27 bilhão, 21% acima do ano anterior e com um volume de vendas de 160 milhões de caixas, o que equivale a um incremento de 11% sobre 2005. Para 2007, a expectativa da empresa, de acordo com Neuri, é dobrar a participação de bebidas não carbonatadas (hoje em 3%) no volume total de vendas, ainda bastante concentradas no segmento de refrigerantes (81%). Dos investimentos previstos para 2007, R$ 5 milhões serão destinados à fábrica de Bauru (SP), que vai ampliar a capacidade de envase de água mineral, de 71 milhões de litros por ano para 135 milhões de litros por ano. Outros R$ 25 milhões irão para melhorias na área industrial e de estocagem nos centros de distribuição de Curitiba, Maringá (PR) e Marília (SP).

Gazeta Mercantil

 

Ambev volta à fatia de 69,3% e reforça seu posto de líder

O ano de 2006 terminou com o reforço da liderança da AMBEV no mercado de cervejas. Dados AC Nielsen de dezembro mostram que a cervejaria ganhou meio ponto percentual de participação no mercado e chegou a 69,3%, exatamente o mesmo número registrado em dezembro de 2005. A FEMSA CERVEJA, que há um ano comprou a KAISER, passou de 8,5% para 8,6%. Embora tenha recuado 0,1% em dezembro, a cervejaria PETRÓPOLIS, das marcas ITAIPAVA e CRYSTAL, foi quem mais ganhou no ano, a alta foi de 1,4%. A PETRÓPOLIS fechou 2006 com 6,7% e havia terminado 2005 com 5,3%.

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

DPZ PREVÊ MAIS UM SALTO, AGORA DE 15%

Depois de viver um ano com saída de conta e ganho de outras, a agência DPZ informa que em 2007 seu crescimento deverá ser da ordem de 15%, mesmo montante alcançado pela empresa no ano que passou. A informação é de Flávio Conti, Diretor-Geral da agência. "Tivemos conquistas de clientes, ampliamos nossa participação nas contas existentes e as nossas coligadas, DENTSU LATIN AMÉRICA, DPZ ARGENTINA e SAMBA, tiveram desempenho acima do esperado", diz Conti, para quem 2007 deverá ser um ano de crescimento econômico mais acelerado. "Esperamos algo em torno de 4%. Isso deve influenciar muitas empresas a investir, a definir por gastar mais em propaganda. Nós da DPZ temos a expectativa de estar atentos a todos os movimentos e não perder oportunidades", comenta o publicitário.

Gazeta Mercantil

 

CLUBE: NOVA EMPRESA

José Victor Oliva, José Eduardo Oliva, Bettina Grajcer e Wal Flor anunciaram a nova empresa da holding CLUBE, dedicada à responsabilidade social. A CLUBE, que congrega as agências SAMBA (em parceria com a DPZ), RIO 360, BANCO DE EVENTOS e BIGGER, fechou 2006 com faturamento de R$ 100 milhões. Para este ano, ainda vai para a internet.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

EMERGENTES PUXAM LUCRO DA NIVEA

Com um portfólio de cremes, protetores solares, sabonetes e desodorantes, a alemã NIVEA alcançou um crescimento de 16% no faturamento no Brasil em 2006. O país é o 14º no ranking mundial da fabricante de produtos cosméticos, mas em breve deve melhorar essa posição. Até 2010, a expectativa é que o país esteja entre os dez maiores. A operação brasileira é a mais representativa da América Latina, que responde por cerca de 7% a 8% do faturamento da companhia, disse Nicolas Fischer, Presidente da subsidiária brasileira. As vendas do grupo tiveram alta de 7,2%, atingindo a marca recorde de 5,1 bilhões de euros. O lucro operacional avançou 11% para 590 milhões de euros, impulsionado, principalmente, pelo crescimento de dois dígitos registrado no Leste Europeu, América Latina e Ásia.

Valor Econômico

 

Financeiro

ACE QUER CRESCER NO BRASIL

Evan Greenberg, Presidente e CEO da ACE LIMITED, está muito otimista com o Brasil. "Os indicadores econômicos vêm num ritmo crescente há mais de dez anos. A inflação está sob controle, a economia cresce e as taxas de juros estão em declínio. Esses dados são importantes, pois estimulam o crescimento do setor de seguro. Quanto mais aumenta o consumo, mais as pessoas procuraram apólices para proteger o patrimônio adquirido", disse ele. Nos últimos cinco anos, a ACE, com sede nas Bermudas, cresceu rapidamente. "Saímos de um lucro de US$ 500 milhões para US$ 2,4 bilhões, segundo valores projetados para 2006", disse. O grupo opera em mais de 50 países. Na América Latina, Brasil e México são os principais mercados tanto em vendas como em lucratividade. Os principais negócios na ACE do Brasil, com faturamento anual próximo a R$ 600 milhões, são transportes, riscos financeiros e seguros de afinidades.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

NCR VAI SEPARAR TERADATA

A NCR, fabricante de máquinas de auto-atendimento, dividirá suas operações em duas empresas, separando o negócio de banco de dados TERADATA. A ação subiu à maior alta em dois anos. A separação deve acontecer entre seis e nove meses.

Gazeta Mercantil

 

ONEX COMPRA DIVISÃO DE SAÚDE DA KODAK E ENTRA NO MERCADO BRASILEIRO

A norte-americana EASTMAN KODAK COMPANY firmou acordo para vender sua divisão de saúde, o HEALTH GROUP, à ONEX HEALTHCARE HOLDINGS, subsidiária do grupo canadense ONEX CORPORATION, por até US$ 2,55 bilhões. Se a ONEX alcançar o retorno esperado do investimento, desembolsará até US$ 200 milhões a mais, futuramente, pelo negócio. A venda envolve três fábricas nos Estados Unidos, uma no México e outra na China, além de operações diretas do HEALTH GROUP em mais de 40 países, incluindo o Brasil, disse o Diretor da Divisão de Saúde da KODAK no País, Alvaro Sugai. Conforme o executivo, a fábrica de acabamento de filmes da empresa norte-americana em Manaus ficou fora da transação, já que a maior parte da produção abastece a área de consumo da KODAK. A unidade continuará fornecendo filmes para a subsidiária brasileira do HEALTHGROUP INCORPORATION, que deverá ser a nova denominação que a ONEX dará à companhia que formará com essa aquisição. Com a compra, a ONEX entra no mercado nacional de saúde. No acumulado de doze meses até setembro de 2006, a empresa faturou US$ 2,54 bilhões globalmente e com a compra a ONEX sobe para perto de US$ 6 bilhões em receita na área de saúde. Mundialmente, o faturamento do grupo sobe para cerca de US$ 18,5 bilhões por ano. No Brasil, a divisão de saúde responde por 30% da receita da subsidiária.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

VÍQUA AMPLIA PRODUÇÃO PARA ATENDER EXPANSÃO NO SUDESTE

A VÍQUA, indústria catarinense do setor de materiais para construção civil, planeja atuar com mais força no mercado do Sudeste. Com sede em Joinville (SC), a VÍQUA pretende ainda neste ano entrar nos principais homecenters de São Paulo como CASA & CONSTRUÇÃO (C&C), DICICO e TELHANORTE. A entrada nas grandes lojas do Sudeste faz parte do planejamento estratégico da companhia de médio porte, que vem atuando na região há um ano, mas até agora somente em lojas de menor porte. As negociações com as grandes redes já estão em andamento, segundo o Diretor-Geral da VÍQUA, Daniel Cardozo Júnior. Estados como São Paulo e Rio de Janeiro são importantes para que a marca passe a ter reconhecimento como uma fabricante nacional. Em apenas um ano de atuação no Sudeste, a região teve um bom desempenho e já passou a representar 22% do faturamento da empresa. "Mas a região tem potencial para representar 50%. Essa é a meta para os próximos três anos", explica Cardozo. Nos últimos dois anos, o  faturamento da empresa cresceu 30% ao ano, e a expectativa é de mais 33% em 2007.

Valor Econômico

 

Papel & Celulose

ARACRUZ TEM LUCRO MAIOR NO TRIMESTRE

A ARACRUZ CELULOSE fechou o quatro trimestre de 2006 com um lucro líquido 65% maior do que no mesmo período de 2005. Um dos motivos foi a venda de 50 mil toneladas a mais do que o previsto no final do ano. A empresa previa fechar o ano com vendas de 2,970 milhões de toneladas. Segundo o Diretor Financeiro da companhia, Isac Zagury, porém, empresas que possuem contratos de longo prazo, como a ARACRUZ, demandaram 50 mil toneladas a mais e a empresa usou um dispositivo de fidelização e reduziu o preço do excedente. O lucro líquido no quarto trimestre de 2006 foi de R$ 291,9 milhões, ante os R$ 177 milhões de igual período anterior. A receita líquida consolidada em 2006 ficou em R$ 3,65 bilhões, superior aos R$ 3,25 bilhões do ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

PRODUQUÍMICA COMPRA A ADESOL E INVESTE EM PRODUTOS DE MAIOR VALOR

O grupo paulista PRODUQUÍMICA investiu R$ 11 milhões na aquisição da marca e transferência de tecnologia e maquinário da indústria química ADESOL. Com o negócio a PRODUQUÍMICA, que hoje fabrica intermediários que facilitam processos químicos como a uréia e o enxofre, considerados commodities, entra em um mercado de maior valor agregado com produtos específicos para facilitar os processos de refino de petróleo, produção de celulose, fabricação de petroquímicos e resinas plásticas e, principalmente, especialidades para as usinas de açúcar e álcool. Esse novo filão fará o grupo PRODUQUÍMICA ampliar seu faturamento em R$ 15 milhões este ano, R$ 30 milhões em 2008 e deve atingir R$ 80 milhões em 2011, o equivalente então a 10% da receita global do grupo, que mantém empresa como a RELUZ, a CELERA e a FERMAVI, todas produtoras de intermediários químicos.

Gazeta Mercantil

 

TEKNO TENTA REVIGORAR UNIDADE DE TINTAS

Especializada na pré-pintura de chapas de aço, a paulista TEKNO fechou um acordo para revigorar sua unidade produtora de tintas, que corresponde a cerca de 9,15% do seu faturamento, segundo dados de 2005. Em dezembro, a TEKNO anunciou a formação de uma joint-venture com a americana VALSPAR CORPORATION, que fatura mundialmente US$ 2,7 bilhões por ano e emprega 7 mil funcionários. A nova empresa receberá o investimento inicial de R$ 26,15 milhões e será especializada na produção de tintas e vernizes. A TEKNO terá 82% de participação acionária na joint-venture, enquanto os outro 18% pertencerão à VALSPAR. A nova companhia será sediada em São Bernardo do Campo (SP), onde a VALSPAR mantém sua operação brasileira. Atualmente a TEKNO opera em Guaratinguetá (SP). O acordo prevê que após 18 meses do início das operações as empresas poderão avaliar sua permanência no projeto. A TEKNO faturou R$ 131,36 milhões em 2005, o equivalente a cerca de 6,3% do faturamento do setor de tintas e vernizes no Brasil, que movimenta US$ 2,34 bilhões por ano. Em 2006, a receita líquida da TEKNO até setembro foi de R$ 105,7 milhões.

Valor Econômico

 

Restaurante, Hotelaria e Turismo

NOVA GERAÇÃO ASSUME GEORGE V

A entrada da nova geração da família Abreu Pereira nos negócios imobiliários coordenados pela incorporadora SERPLAN demandou uma reorganização no controle da empresa. A subsidiária que administra a rede hoteleira de longa permanência GEORGE V foi dividida entre os dois irmãos e fundadores, Arthur e Dario Abreu Pereira. "Não houve nenhum desentendimento, mas resolvemos dividir os negócios com a entrada dos nossos filhos na administração", conta Arthur Abreu Pereira. A família atua no mercado imobiliário paulistano há quatro. Já no primeiro ano da nova administração, as duas unidades GEORGE V apresentaram um crescimento de receita de 20% em relação a 2005. A administradora inicia este ano investimento para modernização de equipamentos.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

RESULTADOS DA KPMG

A consultoria KPMG registrou, no Brasil, um aumento de 27% no faturamento, graças a conquista de novos clientes e a inauguração de dois escritórios, em Manaus e Fortaleza. Em âmbito global, os números também foram positivos, com um salto de 7,6%, em relação a 2005. Os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) tiveram a melhor performance. Nesses quatro mercados, o faturamento da empresa foi 42% maior em 2006, em comparação com 2005.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

BRASIL É BASE DE EXPORTAÇÃO DA SOFTTEK

A mexicana SOFTTEK está transformando o Brasil em sua base de exportações de serviços desenvolvimento e manutenção relacionados aos softwares corporativos da gigante alemã SAP. A idéia é aproveitar a experiência dos profissionais brasileiros com a tecnologia para atender clientes basicamente nos Estados Unidos, além da Europa e América Latina. A estratégia levará a companhia, que atua há mais de dez anos no Brasil, a ampliar em 43% os negócios na área, de US$ 35 milhões em 2006 para US$ 50 milhões neste ano. Presente em 10 países com cerca de 4 mil colaboradores, a SOFTTEK faturou um total de US$ 185 milhões no ano passado e prevê crescer 40% em 2007, chegando a US$ 260 milhões. Além dos dois centros de serviços em São Paulo e São Leopoldo (RS), a SOFTTEK possui quatro unidades no México, dedicadas principalmente a atender aos projetos nos Estados Unidos, e uma na Espanha, voltada ao mercado europeu. Dos atuais mil consultores da companhia especializados na tecnologia da SAP na América Latina, 700 estão no Brasil. "Vamos contratar mais 200 profissionais neste ano no País e ampliar nossa força de trabalho no México de 90 para 200 consultores na área", afirma o Diretor, acrescentando que serão investidos US$ 3 milhões em contratações, treinamento e marketing.

Gazeta Mercantil

 

IFS JUNTA-SE A ASSOCIATE PARA ATINGIR A CONSTRUÇÃO CIVIL

A IFS, fornecedora sueca de softwares para gestão empresarial, aposta na parceria com uma nova empresa brasileira de consultoria de TI, a ASSOCIATE, para ampliar os seus negócios com o setor de construção civil. A companhia se dedicará à implementação e manutenção do sistema desenvolvido pela IFS para atender a empresas do ramo. A expectativa das parceiras é faturar R$ 20 milhões em um ano com a conquista de mais de dez clientes. Com receita mundial de US$ 350 milhões, a IFS está hoje entre as quatro principais fornecedoras globais de ERP, atrás das gigantes SAP, ORACLE e MICROSOFT. No ano passado, as vendas de licenças de seus softwares avançaram 20% no mundo e no Brasil, onde tem mais de 100 clientes e fatura cerca de US$ 20 milhões. Para este ano, os planos da companhia são de manter o bom desempenho de 2006.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

VICUNHA REESTRUTURA-SE E QUER IR À BOLSA PARA INTERNACIONALIZAÇÃO

O ano de 2006 foi de ampla reforma na VICUNHA TÊXTIL, uma das maiores fabricantes de tecidos do país. Em meio à crise do setor têxtil nacional, a empresa andava abatida financeira e operacionalmente. O cardápio da dieta adotada dentro da empresa no ano passado incluiu reestruturação de dívida, capitalização, fechamento de áreas deficitárias e demissão de pessoal. Segundo a empresa, o ano de 2006 foi de limpeza, 2007 será de consolidação e crescimento. A idéia é sair do processo de consolidação mundial como a primeira ou segunda maior em brim e índigo. Hoje, a empresa já disputa essa posição, mas numa escala menor. Para viabilizar a ambição de expandir-se no exterior, a direção quer que a companhia esteja pronta para uma oferta de ações no médio prazo. A VICUNHA deve ter encerrado 2006 com um faturamento líquido de R$ 1,2 bilhão.

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

AGRENCO E ÁRABE AKS INGRESSAM EM LOGÍSTICA

A multinacional de compra e venda de commodites agrícolas AGRENCO planeja constituir uma empresa no setor de logística no Brasil. A nova companhia, denominada AKA LOGÍSTICA, prestará serviços de coleta, transporte, armazenagem, carregamento e despacho de bens. E terá como sócia a AL KHALEEJ SUGAR (AKS), dos Emirados Árabes Unidos, maior refinadora de açúcar do Oriente Médio e que ainda não tem operações no Brasil. A criação da joint-venture (74,5% da AKS e 25,5% da AGRENCO) já recebeu aprovação da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda. As empresas não informaram os investimentos necessários para a criação da empresa. A formação da AKA LOGÍSTICA pode marcar a entrada da AKS no mercado brasileiro.

Valor Econômico

 

OCEANAIR OPERA MAIS SEIS ROTAS NACIONAIS

A mais novata empresa de aviação comercial brasileira, a OCEANAIR, que aumentou ano passado em 4,7 vezes sua participação no transporte doméstico no quesito passageiro/assento pago, informa que incluiu entre seus novos destinos as cidades paranaenses de Curitiba e Cascavel. Ainda de acordo com a companhia, os vôos para tais localidades contam com tarifas promocionais.

Gazeta Mercantil

 

TNT COMPRA A EXPRESSO MERCÚRIO

A holandesa TNT GROUP anunciou compra de 100% da brasileira EXPRESSO MERCÚRIO, segunda maior empresa do transporte de carga no ranking de Balanço Anual da Gazeta Mercantil com receita líquida de R$ 462,076 milhões. A transação foi financiada com recursos próprios da TNT. O valor do negócio não foi revelado pelas partes, nas segundo fontes do mercado a soma atingiu R$ 500 milhões. Roberto Rodrigues, gerente geral da TNT EXPRESS BRASIL afirmou que com a aquisição a empresa poderá atuar no transporte de cargas expressas no Brasil. "O foco da TNT EXPRESS é o mercado internacional. Já a MERCÚRIO cuida do mercado doméstico. Foi uma união ideal para a TNT crescer no País", disse o executivo. Rodrigues afirmou que será mantida a estrutura atual das duas empresas. O CEO da TNT, Peter Bakker, explicou que a compra da MERCÚRIO integra plano estratégico traçado pela companhia em dezembro de 2005 para crescer em países-chave, como Brasil, China e Índia. Sediada na Holanda, a TNT tem redes na Europa e na Ásia e está expandindo as suas operações no mundo com o objetivo de otimizar o seu desempenho. A TNT presta serviços em mais de 200 países e emprega cerca de 127 mil pessoas. Nos primeiros nove meses de 2006, a TNT anunciou € 7,3 bilhões em receitas e € 921 milhões de receita operacional.

Gazeta Mercantil

 

Varejo

Vendas do Carrefour crescem 7,7% no Brasil

O Natal salvou o ano de 2006 para o CARREFOUR no Brasil. A multinacional francesa, a segunda no ranking supermercadista brasileiro, informou que as vendas no país cresceram 7,7% no quarto trimestre em relação a igual período de 2005. Deste percentual, 6% vieram de novas unidades, que foram inauguradas ao longo de 2006, e 1,7% de lojas já existentes. Com esse desempenho, o CARREFOUR fechou o ano de 2006 com um aumento de 7,2% nas vendas no Brasil em moeda local. Se convertido em euros, o faturamento foi 17,4% superior ao obtido em 2005, totalizando 4,6 bilhões de euros. Em 2006, o CARREFOUR acelerou a expansão no Brasil, com a abertura de nove hipermercados.

Valor Econômico

 

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