Alimentos
PepsiCo
vai construir fábrica na Bahia
A PEPSICO,
dona das marcas PEPSI, TODDY, COQUEIRO, QUAKER, GATORADE
e ELMA CHIPS, vai investir cerca de US$ 10 milhões para
implantar uma fábrica na Bahia. O protocolo de investimento
prevê que as obras deverão ser finalizadas até o fim
de 2007. A fábrica ocupará uma área de cerca de 80 mil
metros quadrados, com 8 mil metros de área construída,
o que deixará espaço para possíveis ampliações. Com
a unidade, a empresa pretende abastecer o mercado baiano.
O complexo contará também com um galpão para a distribuição
da produção. Somados os empregos diretos e indiretos,
a empresa estima que serão criados 200 postos de trabalho
quando a primeira fase da obra for concluída. Em dois
anos, a depender da demanda do mercado e dos resultados
da unidade, a PEPSICO poderá iniciar a segunda etapa
dos investimentos.
Valor
Econômico
Cia
das Ervas abre butiques para vender especiarias
Da fábrica
de especiarias, fundada na pequena Morungaba, no interior
paulista, a CIA
DAS ERVAS cresce em direção ao varejo. A empresa
vai abrir uma espécie de butique para vender as mais
variadas ervas e temperos para gourmets e amantes da
boa mesa. A idéia é montar duas unidades, uma em São
Paulo e outra em Campinas, e explorar um nicho mais
sofisticado, oferecendo desde geléias de pimenta e alho
assado em conserva de azeite até flor de sal aromatizado
com manjericão. Já há uma butique em Morungaba e, no
fim do ano passado, a empresa montou uma loja-piloto
em São Paulo, para testar o mercado e aproveitar as
vendas de Natal. "Há espaço para crescer nesse
segmento", diz o sócio Marcelo Cury. Do modesto
negócio, a CIA DAS ERVAS ganhou corpo e, mais recentemente,
abriu as portas para o mercado externo, atendendo clientes
no Japão, Portugal, França, Suíça, Estados Unidos e
até Angola. Para este último, são exportadas geléias
e doces em compotas para uma unidade de extração de
diamantes.
Valor
Econômico
Bebidas
& Fumo
SPAIPA
INVESTE R$ 50 MILHÕES E AMPLIA OPERAÇÃO
A SPAIPA,
terceira maior franqueada da COCA-COLA
no Brasil, com atuação no Paraná e interior de São Paulo,
planeja investir R$ 50 milhões em 2007 em ampliações
na área industrial, logística e em equipamentos em pontos-de-venda.
A empresa espera um crescimento de 23% a 24% no seu
faturamento e de 13% em volume de vendas para este ano,
segundo Neuri Pereira, Superintendente de Vendas e Marketing.
A distribuidora fechou 2006 com uma receita de R$ 1,27
bilhão, 21% acima do ano anterior e com um volume de
vendas de 160 milhões de caixas, o que equivale a um
incremento de 11% sobre 2005. Para 2007, a expectativa
da empresa, de acordo com Neuri, é dobrar a participação
de bebidas não carbonatadas (hoje em 3%) no volume total
de vendas, ainda bastante concentradas no segmento de
refrigerantes (81%). Dos investimentos previstos para
2007, R$ 5 milhões serão destinados à fábrica de Bauru
(SP), que vai ampliar a capacidade de envase de água
mineral, de 71 milhões de litros por ano para 135 milhões
de litros por ano. Outros R$ 25 milhões irão para melhorias
na área industrial e de estocagem nos centros de distribuição
de Curitiba, Maringá (PR) e Marília (SP).
Gazeta
Mercantil
Ambev
volta à fatia de 69,3% e reforça seu posto de líder
O ano
de 2006 terminou com o reforço da liderança da AMBEV no mercado de cervejas. Dados AC Nielsen
de dezembro mostram que a cervejaria ganhou meio ponto
percentual de participação no mercado e chegou a 69,3%,
exatamente o mesmo número registrado em dezembro de
2005. A FEMSA
CERVEJA, que há um ano comprou a KAISER, passou
de 8,5% para 8,6%. Embora tenha recuado 0,1% em dezembro,
a cervejaria PETRÓPOLIS,
das marcas ITAIPAVA e CRYSTAL, foi quem mais ganhou
no ano, a alta foi de 1,4%. A PETRÓPOLIS fechou 2006
com 6,7% e havia terminado 2005 com 5,3%.
Valor
Econômico
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
DPZ
PREVÊ MAIS UM SALTO, AGORA DE 15%
Depois
de viver um ano com saída de conta e ganho de outras,
a agência DPZ informa
que em 2007 seu crescimento deverá ser da ordem de 15%,
mesmo montante alcançado pela empresa no ano que passou.
A informação é de Flávio Conti, Diretor-Geral da agência.
"Tivemos conquistas de clientes, ampliamos nossa
participação nas contas existentes e as nossas coligadas,
DENTSU LATIN AMÉRICA, DPZ ARGENTINA e SAMBA, tiveram
desempenho acima do esperado", diz Conti, para
quem 2007 deverá ser um ano de crescimento econômico
mais acelerado. "Esperamos algo em torno de 4%.
Isso deve influenciar muitas empresas a investir, a
definir por gastar mais em propaganda. Nós da DPZ temos
a expectativa de estar atentos a todos os movimentos
e não perder oportunidades", comenta o publicitário.
Gazeta
Mercantil
CLUBE:
NOVA EMPRESA
José
Victor Oliva, José Eduardo Oliva, Bettina Grajcer e
Wal Flor anunciaram a nova empresa da holding CLUBE,
dedicada à responsabilidade social. A CLUBE, que congrega
as agências SAMBA
(em parceria com a DPZ),
RIO 360, BANCO DE EVENTOS e BIGGER, fechou 2006 com faturamento de R$
100 milhões. Para este ano, ainda vai para a internet.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
EMERGENTES
PUXAM LUCRO DA NIVEA
Com um
portfólio de cremes, protetores solares, sabonetes e
desodorantes, a alemã NIVEA
alcançou um crescimento de 16% no faturamento no Brasil
em 2006. O país é o 14º no ranking mundial da fabricante
de produtos cosméticos, mas em breve deve melhorar essa
posição. Até 2010, a expectativa é que o país esteja
entre os dez maiores. A operação brasileira é a mais
representativa da América Latina, que responde por cerca
de 7% a 8% do faturamento da companhia, disse Nicolas
Fischer, Presidente da subsidiária brasileira. As vendas
do grupo tiveram alta de 7,2%, atingindo a marca recorde
de 5,1 bilhões de euros. O lucro operacional avançou
11% para 590 milhões de euros, impulsionado, principalmente,
pelo crescimento de dois dígitos registrado no Leste
Europeu, América Latina e Ásia.
Valor
Econômico
Financeiro
ACE
QUER CRESCER NO BRASIL
Evan
Greenberg, Presidente e CEO da ACE LIMITED, está muito otimista com o Brasil.
"Os indicadores econômicos vêm num ritmo crescente
há mais de dez anos. A inflação está sob controle, a
economia cresce e as taxas de juros estão em declínio.
Esses dados são importantes, pois estimulam o crescimento
do setor de seguro. Quanto mais aumenta o consumo, mais
as pessoas procuraram apólices para proteger o patrimônio
adquirido", disse ele. Nos últimos cinco anos,
a ACE, com sede nas Bermudas, cresceu rapidamente. "Saímos
de um lucro de US$ 500 milhões para US$ 2,4 bilhões,
segundo valores projetados para 2006", disse. O
grupo opera em mais de 50 países. Na América Latina,
Brasil e México são os principais mercados tanto em
vendas como em lucratividade. Os principais negócios
na ACE do Brasil, com faturamento anual próximo a R$
600 milhões, são transportes, riscos financeiros e seguros
de afinidades.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
NCR
VAI SEPARAR TERADATA
A NCR,
fabricante de máquinas de auto-atendimento, dividirá
suas operações em duas empresas, separando o negócio
de banco de dados TERADATA.
A ação subiu à maior alta em dois anos. A separação
deve acontecer entre seis e nove meses.
Gazeta
Mercantil
ONEX
COMPRA DIVISÃO DE SAÚDE DA KODAK E ENTRA NO MERCADO
BRASILEIRO
A norte-americana
EASTMAN KODAK COMPANY firmou acordo para vender sua
divisão de saúde, o HEALTH GROUP, à ONEX HEALTHCARE
HOLDINGS, subsidiária do grupo canadense ONEX CORPORATION,
por até US$ 2,55 bilhões. Se a ONEX alcançar o retorno
esperado do investimento, desembolsará até US$ 200 milhões
a mais, futuramente, pelo negócio. A venda envolve três
fábricas nos Estados Unidos, uma no México e outra na
China, além de operações diretas do HEALTH GROUP em
mais de 40 países, incluindo o Brasil, disse o Diretor
da Divisão de Saúde da KODAK
no País, Alvaro Sugai. Conforme o executivo, a fábrica
de acabamento de filmes da empresa norte-americana em
Manaus ficou fora da transação, já que a maior parte
da produção abastece a área de consumo da KODAK. A unidade
continuará fornecendo filmes para a subsidiária brasileira
do HEALTHGROUP INCORPORATION, que deverá ser a nova
denominação que a ONEX dará à companhia que formará
com essa aquisição. Com a compra, a ONEX entra no mercado
nacional de saúde. No acumulado de doze meses até setembro
de 2006, a empresa faturou US$ 2,54 bilhões globalmente
e com a compra a ONEX sobe para perto de US$ 6 bilhões
em receita na área de saúde. Mundialmente, o faturamento
do grupo sobe para cerca de US$ 18,5 bilhões por ano.
No Brasil, a divisão de saúde responde por 30% da receita
da subsidiária.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
VÍQUA
AMPLIA PRODUÇÃO PARA ATENDER EXPANSÃO NO SUDESTE
A VÍQUA,
indústria catarinense do setor de materiais para construção
civil, planeja atuar com mais força no mercado do Sudeste.
Com sede em Joinville (SC), a VÍQUA pretende ainda neste
ano entrar nos principais homecenters de São Paulo como
CASA & CONSTRUÇÃO (C&C), DICICO e TELHANORTE.
A entrada nas grandes lojas do Sudeste faz parte do
planejamento estratégico da companhia de médio porte,
que vem atuando na região há um ano, mas até agora somente
em lojas de menor porte. As negociações com as grandes
redes já estão em andamento, segundo o Diretor-Geral
da VÍQUA, Daniel Cardozo Júnior. Estados como São Paulo
e Rio de Janeiro são importantes para que a marca passe
a ter reconhecimento como uma fabricante nacional. Em
apenas um ano de atuação no Sudeste, a região teve um
bom desempenho e já passou a representar 22% do faturamento
da empresa. "Mas a região tem potencial para representar
50%. Essa é a meta para os próximos três anos",
explica Cardozo. Nos últimos dois anos, o faturamento da empresa cresceu 30% ao ano, e
a expectativa é de mais 33% em 2007.
Valor
Econômico
Papel
& Celulose
ARACRUZ
TEM LUCRO MAIOR NO TRIMESTRE
A ARACRUZ
CELULOSE fechou o quatro trimestre de 2006 com um
lucro líquido 65% maior do que no mesmo período de 2005.
Um dos motivos foi a venda de 50 mil toneladas a mais
do que o previsto no final do ano. A empresa previa
fechar o ano com vendas de 2,970 milhões de toneladas.
Segundo o Diretor Financeiro da companhia, Isac Zagury,
porém, empresas que possuem contratos de longo prazo,
como a ARACRUZ, demandaram 50 mil toneladas a mais e
a empresa usou um dispositivo de fidelização e reduziu
o preço do excedente. O lucro líquido no quarto trimestre
de 2006 foi de R$ 291,9 milhões, ante os R$ 177 milhões
de igual período anterior. A receita líquida consolidada
em 2006 ficou em R$ 3,65 bilhões, superior aos R$ 3,25
bilhões do ano anterior.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
PRODUQUÍMICA
COMPRA A ADESOL E INVESTE EM PRODUTOS DE MAIOR VALOR
O grupo
paulista PRODUQUÍMICA
investiu R$ 11 milhões na aquisição da marca e transferência
de tecnologia e maquinário da indústria química ADESOL.
Com o negócio a PRODUQUÍMICA, que hoje fabrica intermediários
que facilitam processos químicos como a uréia e o enxofre,
considerados commodities, entra em um mercado de maior
valor agregado com produtos específicos para facilitar
os processos de refino de petróleo, produção de celulose,
fabricação de petroquímicos e resinas plásticas e, principalmente,
especialidades para as usinas de açúcar e álcool. Esse
novo filão fará o grupo PRODUQUÍMICA ampliar seu faturamento
em R$ 15 milhões este ano, R$ 30 milhões em 2008 e deve
atingir R$ 80 milhões em 2011, o equivalente então a
10% da receita global do grupo, que mantém empresa como
a RELUZ, a CELERA
e a FERMAVI,
todas produtoras de intermediários químicos.
Gazeta
Mercantil
TEKNO
TENTA REVIGORAR UNIDADE DE TINTAS
Especializada
na pré-pintura de chapas de aço, a paulista TEKNO fechou um acordo para revigorar sua
unidade produtora de tintas, que corresponde a cerca
de 9,15% do seu faturamento, segundo dados de 2005.
Em dezembro, a TEKNO anunciou a formação de uma joint-venture
com a americana VALSPAR
CORPORATION, que fatura mundialmente US$ 2,7 bilhões
por ano e emprega 7 mil funcionários. A nova empresa
receberá o investimento inicial de R$ 26,15 milhões
e será especializada na produção de tintas e vernizes.
A TEKNO terá 82% de participação acionária na joint-venture,
enquanto os outro 18% pertencerão à VALSPAR. A nova
companhia será sediada em São Bernardo do Campo (SP),
onde a VALSPAR mantém sua operação brasileira. Atualmente
a TEKNO opera em Guaratinguetá (SP). O acordo prevê
que após 18 meses do início das operações as empresas
poderão avaliar sua permanência no projeto. A TEKNO
faturou R$ 131,36 milhões em 2005, o equivalente a cerca
de 6,3% do faturamento do setor de tintas e vernizes
no Brasil, que movimenta US$ 2,34 bilhões por ano. Em
2006, a receita líquida da TEKNO até setembro foi de
R$ 105,7 milhões.
Valor
Econômico
Restaurante,
Hotelaria e Turismo
NOVA
GERAÇÃO ASSUME GEORGE V
A entrada
da nova geração da família Abreu Pereira nos negócios
imobiliários coordenados pela incorporadora SERPLAN demandou uma reorganização no controle
da empresa. A subsidiária que administra a rede hoteleira
de longa permanência GEORGE
V foi dividida entre os dois irmãos e fundadores,
Arthur e Dario Abreu Pereira. "Não houve nenhum
desentendimento, mas resolvemos dividir os negócios
com a entrada dos nossos filhos na administração",
conta Arthur Abreu Pereira. A família atua no mercado
imobiliário paulistano há quatro. Já no primeiro ano
da nova administração, as duas unidades GEORGE V apresentaram
um crescimento de receita de 20% em relação a 2005.
A administradora inicia este ano investimento para modernização
de equipamentos.
Gazeta
Mercantil
Serviços
RESULTADOS
DA KPMG
A consultoria
KPMG registrou,
no Brasil, um aumento de 27% no faturamento, graças
a conquista de novos clientes e a inauguração de dois
escritórios, em Manaus e Fortaleza. Em âmbito global,
os números também foram positivos, com um salto de 7,6%,
em relação a 2005. Os países do BRIC (Brasil, Rússia,
Índia e China) tiveram a melhor performance. Nesses
quatro mercados, o faturamento da empresa foi 42% maior
em 2006, em comparação com 2005.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
BRASIL
É BASE DE EXPORTAÇÃO DA SOFTTEK
A mexicana
SOFTTEK está
transformando o Brasil em sua base de exportações de
serviços desenvolvimento e manutenção relacionados aos
softwares corporativos da gigante alemã SAP. A idéia
é aproveitar a experiência dos profissionais brasileiros
com a tecnologia para atender clientes basicamente nos
Estados Unidos, além da Europa e América Latina. A estratégia
levará a companhia, que atua há mais de dez anos no
Brasil, a ampliar em 43% os negócios na área, de US$
35 milhões em 2006 para US$ 50 milhões neste ano. Presente
em 10 países com cerca de 4 mil colaboradores, a SOFTTEK
faturou um total de US$ 185 milhões no ano passado e
prevê crescer 40% em 2007, chegando a US$ 260 milhões.
Além dos dois centros de serviços em São Paulo e São
Leopoldo (RS), a SOFTTEK possui quatro unidades no México,
dedicadas principalmente a atender aos projetos nos
Estados Unidos, e uma na Espanha, voltada ao mercado
europeu. Dos atuais mil consultores da companhia especializados
na tecnologia da SAP na América Latina, 700 estão no
Brasil. "Vamos contratar mais 200 profissionais
neste ano no País e ampliar nossa força de trabalho
no México de 90 para 200 consultores na área",
afirma o Diretor, acrescentando que serão investidos
US$ 3 milhões em contratações, treinamento e marketing.
Gazeta
Mercantil
IFS
JUNTA-SE A ASSOCIATE PARA ATINGIR A CONSTRUÇÃO CIVIL
A IFS,
fornecedora sueca de softwares para gestão empresarial,
aposta na parceria com uma nova empresa brasileira de
consultoria de TI, a ASSOCIATE, para ampliar os seus
negócios com o setor de construção civil. A companhia
se dedicará à implementação e manutenção do sistema
desenvolvido pela IFS para atender a empresas do ramo.
A expectativa das parceiras é faturar R$ 20 milhões
em um ano com a conquista de mais de dez clientes. Com
receita mundial de US$ 350 milhões, a IFS está hoje
entre as quatro principais fornecedoras globais de ERP,
atrás das gigantes SAP, ORACLE e MICROSOFT. No ano passado,
as vendas de licenças de seus softwares avançaram 20%
no mundo e no Brasil, onde tem mais de 100 clientes
e fatura cerca de US$ 20 milhões. Para este ano, os
planos da companhia são de manter o bom desempenho de
2006.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
VICUNHA
REESTRUTURA-SE E QUER IR À BOLSA PARA INTERNACIONALIZAÇÃO
O ano
de 2006 foi de ampla reforma na VICUNHA TÊXTIL, uma das maiores fabricantes
de tecidos do país. Em meio à crise do setor têxtil
nacional, a empresa andava abatida financeira e operacionalmente.
O cardápio da dieta adotada dentro da empresa no ano
passado incluiu reestruturação de dívida, capitalização,
fechamento de áreas deficitárias e demissão de pessoal.
Segundo a empresa, o ano de 2006 foi de limpeza, 2007
será de consolidação e crescimento. A idéia é sair do
processo de consolidação mundial como a primeira ou
segunda maior em brim e índigo. Hoje, a empresa já disputa
essa posição, mas numa escala menor. Para viabilizar
a ambição de expandir-se no exterior, a direção quer
que a companhia esteja pronta para uma oferta de ações
no médio prazo. A VICUNHA deve ter encerrado 2006 com
um faturamento líquido de R$ 1,2 bilhão.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
AGRENCO
E ÁRABE AKS INGRESSAM EM LOGÍSTICA
A multinacional
de compra e venda de commodites agrícolas AGRENCO planeja constituir uma empresa
no setor de logística no Brasil. A nova companhia, denominada
AKA LOGÍSTICA, prestará serviços de
coleta, transporte, armazenagem, carregamento e despacho
de bens. E terá como sócia a AL KHALEEJ SUGAR (AKS),
dos Emirados Árabes Unidos, maior refinadora de açúcar
do Oriente Médio e que ainda não tem operações no Brasil.
A criação da joint-venture (74,5% da AKS e 25,5% da
AGRENCO) já recebeu aprovação da Secretaria de Acompanhamento
Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda. As empresas
não informaram os investimentos necessários para a criação
da empresa. A formação da AKA LOGÍSTICA pode marcar
a entrada da AKS no mercado brasileiro.
Valor
Econômico
OCEANAIR
OPERA MAIS SEIS ROTAS NACIONAIS
A mais
novata empresa de aviação comercial brasileira, a OCEANAIR, que aumentou ano passado em 4,7
vezes sua participação no transporte doméstico no quesito
passageiro/assento pago, informa que incluiu entre seus
novos destinos as cidades paranaenses de Curitiba e
Cascavel. Ainda de acordo com a companhia, os vôos para
tais localidades contam com tarifas promocionais.
Gazeta
Mercantil
TNT
COMPRA A EXPRESSO MERCÚRIO
A holandesa
TNT GROUP anunciou compra de 100% da brasileira EXPRESSO
MERCÚRIO,
segunda maior empresa do transporte de carga no ranking
de Balanço Anual da Gazeta Mercantil com receita líquida
de R$ 462,076 milhões. A transação foi financiada com
recursos próprios da TNT. O valor do negócio não foi
revelado pelas partes, nas segundo fontes do mercado
a soma atingiu R$ 500 milhões. Roberto Rodrigues, gerente
geral da TNT EXPRESS
BRASIL afirmou que com a aquisição a empresa poderá
atuar no transporte de cargas expressas no Brasil. "O
foco da TNT EXPRESS é o mercado internacional. Já a
MERCÚRIO cuida do mercado doméstico. Foi uma união ideal
para a TNT crescer no País", disse o executivo.
Rodrigues afirmou que será mantida a estrutura atual
das duas empresas. O CEO da TNT, Peter Bakker, explicou
que a compra da MERCÚRIO integra plano estratégico traçado
pela companhia em dezembro de 2005 para crescer em países-chave,
como Brasil, China e Índia. Sediada na Holanda, a TNT
tem redes na Europa e na Ásia e está expandindo as suas
operações no mundo com o objetivo de otimizar o seu
desempenho. A TNT presta serviços em mais de 200 países
e emprega cerca de 127 mil pessoas. Nos primeiros nove
meses de 2006, a TNT anunciou € 7,3 bilhões em receitas
e € 921 milhões de receita operacional.
Gazeta
Mercantil
Varejo
Vendas
do Carrefour crescem 7,7% no Brasil
O Natal
salvou o ano de 2006 para o CARREFOUR no Brasil. A multinacional francesa,
a segunda no ranking supermercadista brasileiro, informou
que as vendas no país cresceram 7,7% no quarto trimestre
em relação a igual período de 2005. Deste percentual,
6% vieram de novas unidades, que foram inauguradas ao
longo de 2006, e 1,7% de lojas já existentes. Com esse
desempenho, o CARREFOUR fechou o ano de 2006 com um
aumento de 7,2% nas vendas no Brasil em moeda local.
Se convertido em euros, o faturamento foi 17,4% superior
ao obtido em 2005, totalizando 4,6 bilhões de euros.
Em 2006, o CARREFOUR acelerou a expansão no Brasil,
com a abertura de nove hipermercados.
Valor
Econômico