Sexta-feira, 26/01/2007
Ano VII – edição 255

Agrobusiness

Catarinense Aurora retoma investimentos

A catarinense COOPERCENTRAL AURORA pretende retomar, neste ano, alguns projetos de investimentos que engavetou em 2006. Os aportes deverão somar R$ 240 milhões, distribuídos entre os segmentos de aves, suínos, rações e lácteos. A cooperativa inicia 2007 mais otimista porque aposta na regularização das compras russas ainda neste início de ano e acredita em melhora nas exportações de aves para a Europa depois do arrefecimento do pânico em relação à gripe aviária na Europa. A AURORA também espera que Santa Catarina seja reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como estado livre de febre aftosa sem vacinação. Em 2006, a AURORA investiu apenas R$ 30 milhões. Segundo Mário Lanznaster, Vice-Presidente do grupo, serão retomadas a duplicação da produção de frangos em Maravilha (SC), a construção de uma unidade de ração em Cunha Porã (PR), a instalação de novos equipamentos para lácteos em Pinhalzinho (SC), a ampliação da operação gaúcha de abate de suínos e a otimização de todas as plantas para reduzir custos fixos. No acumulado do ano, apesar do mercado desfavorável, a AURORA registrou receita operacional bruta de R$ 1,9 bilhão, um pouco acima do resultado do ano anterior (R$ 1,7 bilhão). Houve sobras (lucros) de 1,3% da receita operacional bruta. Para 2007, a AURORA projeta uma receita de R$ 2,3 bilhões.

Valor Econômico

 

Bertin espera exportar 60% mais

O frigorífico BERTIN espera ampliar em 60% as exportações de carne bovina in natura este ano. Em 2006, a empresa exportou 135 mil toneladas do produto (no ano anterior foram 124 mil toneladas), mesmo com as restrições impostas por alguns países ao Brasil por causa de focos de aftosa em outubro de 2005. A receita com os embarques de carne in natura, que foi de R$ 750 milhões ano passado, também deve ter aumento expressivo, de 53%, projeta a companhia. A previsão para este ano, de alcançar 216 mil toneladas, se sustenta principalmente na expectativa de que a União Européia retomará as compras de carne de São Paulo, do Mato Grosso do Sul e do Paraná e que o Chile também voltará a importar o produto brasileiro, diz o Diretor de Mercado Externo da BERTIN ALIMENTOS, Marco Bicchieri.

Valor Econômico

 

Da Barra volta a ser a maior usina do país em 2006

A USINA DA BARRA, do grupo COSAN, instalada na cidade de Barra Bonita (SP), encerrou a safra 2006/07 como a maior processadora de cana-de-açúcar do Brasil, com 7,018 milhões de toneladas, o equivalente à produção de 33 usinas de pequeno porte do país. Individualmente, considerando-se apenas a moagem por unidade produtora, a DA BARRA também ocupa a liderança no país e no mundo na produção de açúcar. Na safra 2006/07, a produção da DA BARRA ficou em 528 mil toneladas. Se convertida toda produção de álcool da DA BARRA (289,2 milhões de litros) em açúcar, a produção saltaria para quase 1 milhão de toneladas.

Valor Econômico

 

Bebidas & Fumo

SKOL INVESTE MAIS NA BAHIA

A marca de cerveja SKOL, da AMBEV, irá investir 15% mais no carnaval de Salvador, uma de suas principais praças de venda. Segundo a empresa, a SKOL é líder de mercado na capital baiana, com 47,5% de market share. Em um ano, sua participação cresceu 6,8 pontos percentuais.

Gazeta Mercantil

 

Pernod Ricard cresce no BR

A francesa de destilados PERNOD RICARD registrou aumento das vendas no Brasil, contabilizadas entre julho e dezembro de 2006. Dentre os destaques estão os whiskies Ballantines Finest e Ballantines 12 anos, que cresceram185% e 163%, respectivamente, comparado ao mesmo período do ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

JOKERMAN FATURA 35% MAIS

No embalo da entrada dos postais publicitários na estratégia de comunicação dos grandes anunciantes, a JOKERMAN POSTAIS PUBLICITÁRIOS fechou 2006 com um faturamento superior a 35%, em relação ao ano anterior, imprimindo 15 milhões de cartões. Para este ano, a expectativa é de abrir 400 novos circuitos para exposição dos postais publicitários no Rio e São Paulo.

Gazeta Mercantil

 

Eletroeletrônico

Receita da LG deve alcançar US$ 2,5 bi

Alcançada a previsão de faturar US$ 1,8 bilhão em vendas no Brasil em 2006, 38,4% mais do que no ano anterior, a subsidiária brasileira da LG ELECTRONICS já projeta crescimento semelhante para este ano, de 38,9% com US$ 2,5 bilhões. Em um primeiro momento, os números previstos pela LG para o ano passado eram de US$ 1,5 bilhão. A receita de sucesso da empresa coreana une estratégias agressivas de divulgação e inovação de produtos. Os destaques da companhia são TVs e celulares, com os quais a LG prevê garantir a alta de 2007, disse o Diretor de Marketing, Eduardo Toni. Mas estão longe de ser os únicos. Já nas prateleiras, a TV time machine, que permite pausar a programação ao vivo, é um exemplo de diferenciais nos quais a LG tem apostado e ainda deve render bons resultados para a empresa. Este ano a companhia deve também ampliar a linha de som automotivo com produtos mais sofisticados. A empresa informou ter dobrado o volume de vendas de celulares com 6 milhões de terminais, entre mercado interno e exportação. Nesta área a companhia espera reforçar as vendas diretas ao varejo que devem responder por 15% do total e planeja também aumentar a exportação de celulares para o mercado sul-americano. A LG vem ampliando continuamente os mercados de atuação no País. Os investimentos em marketing crescem de forma tão agressiva quanto o faturamento informou o executivo. No ano passado foram R$ 150 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Energia

ATIAIA E KOBLITZ INVESTEM R$ 520 MILHÕES EM PCHS

Investidores estão enxergando na construção de Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCHs), uma boa oportunidade de negócios, como revela o elevado número de empreendimentos deste porte que estão entrando em operação no País. Nos últimos dois meses, duas novas centrais entraram em operação com potência máxima e uma terceira tem previsão de entrada até o final deste mês. As novas geradoras foram construídas pela ATIAIA ENERGIA , holding entre o GRUPO CORNÉLIO BRENNAND (90%) e KOBLITZ (10%). A primeira delas, a PCH Garganta da Jararaca, instalada em Nova Maringá (MT), está operando desde novembro com potência instalada de 29,3 MW. A PCH Canoa Quebrada, no município de Lucas do Rio Verde, também no Mato Grosso, com potência de 28 MW, entrou em operação em dezembro. Nos próximos dias será a vez da PCH Água Clara no Mato Grosso do Sul, com 30 MW. Uma quarta unidade, também no Mato Grosso, tem previsão para entrada em funcionamento até março deste ano. Já a usina de Paranatinga II, em Campinápolis (MT), deverá entrar em operação no segundo semestre, e terá potência de 29 MW. Somados, os quatro projetos têm potência instalada de 116,3 MW, capacidade que poderá ampliada por conta da parceria que deve prosseguir em outros projetos, conforme informou o Presidente da KOBLITZ, Luiz Otávio Koblitz. "Estamos com projetos em mais cinco novas PCHs e, futuramente, outras cinco num horizonte de até 2010. A cada nova PCH procuramos manter o limite de R$ 4 milhões por MW, considerando que uma central como essa não passa de 30 MW. Inicialmente são R$ 120 milhões, com expectativa para R$ 600 milhões com a entrada de novas unidades".

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

LUCRO DA INDIANA DOBRA EM 2006

A INDIANA SEGUROS lucrou R$ 15 milhões em 2006, quase o dobro do registrado em ano anterior. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 21%. Em vendas, o crescimento ficou em 15%, para prêmios de R$ 370 milhões. "Esperávamos uma evolução maior no faturamento, mas não foi possível em razão da guerra de preços desencadeada pelos concorrentes no segundo semestre do ano", disse Cláudio Afif, Vice-Presidente da INDIANA, da qual o BRADESCO detém 40% do capital. Segundo ele, 2006 foi um bom ano para a carteira de automóvel, que representa 85% do faturamento da INDIANA, ficando os 15% restantes com seguros multirisco, vida, educacional e proteção financeira.

Gazeta Mercantil

 

MAPFRE: R$ 30 MILHÕES EM SERVIÇOS

A MAPFRE SEGUROS está investindo R$ 30 milhões para lançar nove centros automotivos em 2007, elevando para 13 o número total dos postos AUTO MAIS SERVIÇOS. Foi inaugurado o primeiro centro automotivo na cidade de São Paulo, no bairro do Brooklin. "Dar mais comodidade e serviços para o segurado na hora que ele mais precisa será um fator decisivo para fidelizar os clientes numa carteira tão competitiva como a de automóvel", disse Jabis de Mendonça Alexandre, Vice-Presidente da área de automóvel da companhia. No centro automotivo, o segurado poderá fazer a abertura de sinistros, ter autorização imediata para reparos, instalar equipamentos de segurança, além de retirar no local veículo reserva. Também nesse centro automotivo será oferecido o check-up do veículo. Em janeiro, haverá a inauguração do centro em Bauru (SP), em fevereiro de Recife e em abril de São José do Rio Preto. A cidade de Ribeirão Preto foi a primeira do projeto, seguida por Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre, que já realizaram 25 mil atendimentos.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

RICOH PROMETE SALTO DE 20% NO PAÍS

A fabricante japonesa de impressoras RICOH está reforçando a sua atuação no Brasil. A meta é crescer 20%, o dobro da expansão prevista para o mercado brasileiro como um todo, de 10% neste ano. Para atingir o objetivo, além de contar com a parceira SIMPRESS, distribuidora exclusiva do equipamentos da RICOH e uma das principais empresas nacionais de terceirização de serviços de impressão, o Presidente da companhia para a América Latina, Kiyoshi Shimizu, vai fortalecer a subsidiária local, que leva o nome da empresa inglesa GESTETNER comprada há dez anos. Com cerca de 25 anos de trabalho do grupo RICOH, cujo faturamento global soma US$ 17 bilhões, Shimizu comanda de Miami as operações latino-americanas, e decidiu aperfeiçoar o idioma português. O empenho no aprendizado do novo idioma está justificado na importância que o chamado BRIC Brasil, Rússia, Índia e China, assumiu para as empresas como mercados estratégicos. "São os países que estão crescendo no mundo. Uma das estratégias globais é focar nesses mercados", diz. A RICOH tem escritórios em 150 países e cerca de 75 mil funcionários no mundo. Entre 2005 e o ano passado, a América Latina foi a região de maior crescimento no grupo, 25% e representa aproximadamente 2% da receita global da companhia, ou US$ 340 milhões. Principal mercado para a companhia, garantindo cerca de 30% dos negócios na região, o Brasil deve apresentar a maior taxa de expansão, de 20%, em relação à média de 15% esperada para as operações latino-americanas. No mercado brasileiro, a SIMPRESS, que representa a marca RICOH no País com exclusividade, garante 75% dos negócios da companhia, enquanto o restante é gerado a partir da subsidiária GESTETNER. Para continuar a crescer, a GESTETNER, com sede no Rio de Janeiro, acaba de abrir uma filial em São Paulo. E, em abril, planeja lançar uma nova linha de equipamentos para impressão em alto volume. Principal fonte de negócios para a RICOH no Brasil, a SIMPRESS emprega 90 funcionários e presta serviços de impressão para 350 empresas. No ano passado, faturou R$ 194 milhões, crescimento de 14% em comparação com 2005. Com a previsão de também crescer 20% em 2007, a empresa reforça a área de serviços, hoje responsável por metade da receita da companhia. A meta da SIMPRESS é crescer 30% em serviços e 10% na venda de máquinas às suas 110 revendas, de onde vem atualmente os demais 50% dos negócios. Com isso, a participação do outsourcing deve crescer a 56%.

Gazeta Mercantil

 

Papel & Celulose

VCP anuncia lucro líquido 20% superior em 2006

O lucro líquido da VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL (VCP) cresceu 20% em 2006. Enquanto no ano passado, a companhia obteve um resultado de R$ 658 milhões, em 2005 a última linha do balanço alcançou R$ 549 milhões. No quarto trimestre, o desempenho também seguiu a tendência de alta e cresceu 116%. Entre outubro e dezembro de 2006, a empresa registrou um ganho de R$ 173 milhões, ante os R$ 80 milhões obtidos em igual período de 2005. Apesar de ao longo de 2006, a VCP ter trabalhado com um preço médio 3% menor, a companhia ainda conseguiu registrar um faturamento livre de impostos e tributos de R$ 2,89 bilhões no ano passado, 4% superior aos R$ 2,77 bilhões obtidos em 2005.

Valor Econômico

 

Produtos não Metálicos

CIV amplia exportação de linha farmacêutica

A COMPANHIA INDUSTRIAL DE VIDRO (CIV) conquistou o certificado Drug Master File (DMF), da Food and Drug Administration (FDA, agência norte americana que regulamenta a comercialização de alimentos e medicamentos) para toda a produção da linha farmacêutica. Isso significa que, a partir de agora, a empresa deverá ampliar suas exportações, atendendo novos mercados como o dos Estados Unidos, um dos mais exigentes do mundo. A expectativa da CIV é que essas exportações aumentem em 50% até 2007.

Valor Econômico

 

Restaurante, Hotelaria & Turismo

Bob's cria holding e divide negócio em três divisões

O BOB'S, a segunda maior cadeia de fast-food do Brasil, decidiu reestruturar suas operações no país. Embora seja uma marca genuinamente verde-amarela, o primeiro BOB'S foi aberto em 1952 em Copacabana, no Rio, a rede é controlada pela BRAZIL FAST FOOD, uma empresa listada na bolsa de Nova York desde março de 1996. Na semana passada, a companhia anunciou nos EUA que constituiu uma nova holding no Brasil, a 22N PARTICIPAÇÕES, que terá agora sob o seu guarda-chuva três empresas. Uma delas irá responder pelos 61 restaurantes próprios do grupo, outra irá cuidar das atuais 462 lojas franqueadas da rede e uma terceira ficará a cargo apenas dos imóveis próprios, onde estão instaladas suas lanchonetes. "Cada uma dessas três divisões é um negócio distinto. Ao separá-las em empresas diferentes, vamos ter maior transparência e poderemos empregar uma gestão mais eficiente", afirma Flávio Maia, Diretor de Marketing, Franquia e Expansão do BOB'S. Segundo ele, o processo de reestruturação está só no início. Enquanto o MCDONALD'S, a número um dos hambúrgueres no Brasil, está buscando compradores para suas operações em toda a América Latina, o BOB'S segue a todo vapor. Só em 2006, a cadeia brasileira abriu 90 novos pontos de venda, atingindo a marca de 500 lojas em novembro. Mas o BOB'S, além de expandir, também vem conseguindo melhorar sua rentabilidade. As vendas de todo o sistema, incluindo lojas próprias e franqueadas, cresceram 21,1% no terceiro trimestre de 2006 em relação a igual período de 2005, totalizando R$ 100, 8 milhões. O lucro líquido da rede foi de R$ 1,7 milhão no terceiro trimestre do ano passado.

Valor Econômico

 

Serviços

TRIATHON BUSCA INVESTIDORES

A rede paulistana TRIATHON ACADEMIA contabilizou um crescimento de 15% em receita em 2006. Com duas unidades, a empresa quer inaugurar uma nova academia este ano e busca parceiros. "O objetivo é abrir a empresa para o capital dos investidores que apostem no sucesso da filosofia do empreendimento", diz Patrícia Castelar Pirozzi, Diretora Executiva da TRIATHON. A empresa faturou cerca de R$ 7 milhões em 2006.

Gazeta Mercantil

 

LAVOISIER REDUZ PREÇO E ATRAI CLIENTE PARTICULAR

Depois de sete meses do início do programa "LAVOISIER Popular", a DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. (DASA), proprietária da rede de laboratórios LAVOISIER, vai expandir a área de atuação do programa. Os resultados dos primeiros meses de funcionamento do programa mostram que subiu o percentual de clientes particulares nas unidades onde foi implantado. Dados da empresa dão conta de que 4,5% dos clientes da marca, uma das cinco do segmento standard do grupo DASA, são particulares. Os outros são todos beneficiários de algum plano de saúde. No geral, a proporção se manteve a mesma no decorrer do ano passado. Mas, nas unidades onde o programa foi implantado, o percentual médio de clientes particulares subiu para 6,5% no segundo semestre do ano passado. E, se for levado em consideração apenas o mês de dezembro, o percentual foi de 9% para pacientes particulares. A expectativa é de que em 24 meses o percentual de clientes particulares chegue a 20%.

Gazeta Mercantil

 

SUPER-HERÓIS AJUDAM E FATURAMENTO DA ITC SOBE 138% EM 2006

Especialistas afirmam que os desenhos animados e os quadrinhos têm um ciclo de vida mais longo no mercado de licenciamento. Na ITC a teoria se concretizou e ainda se transformou em resultados financeiros. Os personagens da Marvel lideram os negócios da empresa pelo segundo ano consecutivo, com movimentação R$ 250 milhões em vendas ao varejo. O valor é semelhante ao registrado por Rebelde, a febre do setor de licenças em 2006. O Brasil, aliás, foi o país em que a companhia criadora de Homem Aranha, Quarteto Fantástico e X-Men mais cresceu na América Latina. As licenças da marca norte-americana ajudaram, e muito, no faturamento da ITC, que apresentou alta de 138% em 2006, um dos melhores anos de sua história. No ano passado, ao todo, as vendas no varejo das licenças representadas pela ITC somaram R$ 400 milhões. Os super-heróis foram responsáveis por mais da metade deste montante. Estimulada pelos super-heróis, personagens clássicos e nove novas licenças, a ITC prevê um crescimento de 30% neste ano. O número está acima do previsto para o mercado de licenciamento, que tem como meta inicial uma evolução de 10% em sua receita deste ano. Em 2006, o faturamento, que ainda não foi fechado, deve chegar a R$ 3 bilhões.

Gazeta Mercantil

 

STARBUCKS CHEGA À ÍNDIA E CRESCE NO BRASIL

A STARBUCKS, maior rede de cafeterias do mundo, entra na Índia em parceria com os empresários Kishore Biyani, fundador da PT MITRA ADIPERKASA, maior empresa varejista de capital aberto do país, e V.P. Sharma, Diretor de Franchise da empresa norte-americana PANTALOON RETAIL INDIA na Indonésia. A rede formará uma joint-venture com Sharma e Biyani, mas não divulgou a participação de cada um no negócio. Com mais de 12,4 mil lojas em todo o mundo, a rede chegou ao Brasil no fim de novembro, com duas unidades no Morumbi Shopping. Depois de perder uma licitação para se instalar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, a rede já tem outros seis contratos assinados, todos para lojas em shoppings paulistanos.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

Impacta amplia capacidade de produção

A IMPACTA, tradicional fabricante de bisnagas de alumínio, bisnagas plásticas e tubos de alumínio para aerossóis, acaba de construir nova fábrica e adquirir linha para produção de tubos para aerossóis, aumentando sua capacidade em cerca de 30 milhões de unidades anuais. O investimento, de acordo com Paulo R. Mendonça, Diretor Comercial da Empresa, representa o preenchimento de importante lacuna de fornecimento destas embalagens no Brasil, especialmente para os segmentos cosmético e farmacêutico além de outros, tais como o de lubrificantes, inseticidas e outros produtos apresentados na forma de “spray”.

Valor Econômico

 

Telecomunicações & Informática

Vivo encerra o ano com 29% de mercado; TIM é 2ª

A operadora VIVO continua líder no setor de telefonia móvel brasileira. A empresa encerrou 2006 com 29,08% de participação no mercado. O Brasil conta atualmente com cerca de 99,9 milhões de assinantes. A segunda colocação ficou com a TIM BRASIL, com 25,45%, seguida pela CLARO, que anotou 23,9%. Embora a liderança do setor continue com a VIVO, a concorrente italiana tem crescido substancialmente nos últimos 12 meses. De 2005 para 2006, a diferença entre as duas maiores caiu de 11,12 pontos percentuais para pouco mais de 3%. A TIM subiu de 20.190 milhões de assinantes ativos em 2005 para 25.429 milhões registrados no último mês de dezembro. Já a CLARO permaneceu em terceiro lugar de participação no mercado nacional com 23,9%.

Valor Econômico

 

Têxtil & Couro

Hering prevê exportações maiores

A HERING projeta alta de 17% para suas exportações neste ano, com vendas equivalentes a US$ 35 milhões. O Diretor responsável pela área internacional da companhia, Ulrich Kuhn, disse que a empresa catarinense tem conseguido negociar com os clientes para os quais fabrica marcas próprias a recolocação da produção em nichos de maior valor. Kuhn afirmou que o crescimento virá, em boa parte, devido aos projetos de expansão desses clientes. Mas a companhia também vai avançar na venda de produtos com as marcas HERING e a infanto-juvenil PUC no exterior. A expectativa é que essas marcas representem este ano 25% das exportações ante 22% de 2006. A empresa fechou 2006 com 21 franquias no exterior e espera para 28 este ano. Além disso, ampliará o número de lojas monomarcas que não seguem o padrão das franquias, mas vendem exclusivamente produtos da etiqueta. Neste caso, eram 17 em 2006 e as parcerias em andamento são para chegar a 21. A PUC tem lojas próprias na Arábia Saudita e no Líbano. Entre os novos mercados para a monomarca da HERING está Israel. O Egito também é uma possibilidade que deve ser efetivada até o final de 2007. A companhia já tem lojas também no Paraguai, Bolívia, Venezuela, Espanha e Suíça. Os US$ 30 milhões de exportações do ano passado mantiveram o patamar de 2005, mas este ano a empresa está fechando um projeto de investimento na valorização da marca e aumento das lojas exclusivas. Em nove meses de 2006, a HERING obteve receita líquida de R$ 237,3 milhões, 3% maior e lucro líquido de R$ 12,1 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Azaléia diversifica linhas de produtos

A fabricante de calçados AZALÉIA começa a colher os frutos da diversificação das suas linhas de produtos, que deve garantir crescimento de 10% no mercado interno este ano, após ajustar suas exportações para um patamar menor, de 25% para 15% dos negócios no prazo de três anos. Se as vendas internas obtiverem bom desempenho, o incremento poderá chegar a 15%. A expectativa da empresa é interromper o declínio das exportações, iniciado em 2004, por conta da valorização cambial. "Agora nos adaptamos para trabalhar com o câmbio atual", diz o Diretor Comercial e de Marketing da companhia, Paulo Santana. Segundo ele, este ano será marcado pela consolidação das novas marcas criadas pela companhia desde 2005 para compensar a perda do mercado externo. A empresa possui fábricas no Rio Grande do Sul, responsáveis por 50% da produção, em Sergipe, com 30%, e na Bahia, com 20% do volume total de 30 milhões de pares ao ano. Entre janeiro e setembro de 2006, o lucro foi quase duplicado ao atingir R$ 25,8 milhões em comparação com os R$ 14,5 milhões do ano anterior.

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

DAIMLER VENDE 500 CAMINHÕES À COLÔMBIA

A DAIMLERCHRYSLER DO BRASIL, dona da marca MERCEDES-BENZ, conclui venda de 500 caminhões Atego 1718 com uma cervejaria instalada em Bogotá. "É a maior exportação do gênero que fechamos com a Colômbia", disse Philipp Schiemer, Vice-Presidente de Vendas da subsidiária brasileira, que encerrou 2006 com faturamento de R$ 9,6 bilhões (35% com exportações) pouco acima do ano anterior, de R$ 9,2 bilhões. Schiemer estima que a empresa, que produziu ano passado 50 mil unidades entre caminhões e ônibus, repita o volume em 2007. A capacidade instalada da fábrica de São Bernardo do Campo (SP) suporta aumento de 10% de produção com ritmo atual de dois turnos.

Gazeta Mercantil

 

Varejo

REDE GAÚCHA PAQUETÁ CRESCE MAIS NO NORDESTE

O grupo PAQUETÁ, uma das maiores redes varejista de calçados do País, vai investir este ano cerca de R$ 7 milhões para abrir pelo menos 19 lojas de três das suas bandeiras, GASTON, PAQUETÁ ESPORTES e ESPOSENDE. A PAQUETÁ ESPORTES, que hoje opera sete pontos somente no Rio Grande do Sul, vai entrar no mercado do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. E também abrir duas outras no Rio Grande do Sul, uma em Porto Alegre e outra na região metropolitana. Voltada para o segmento popular, a rede GASTON conta hoje com 25 lojas e a meta é abrir mais cinco em 2007. Como a cadeia é muito concentrada na capital gaúcha e na região metropolitana, o objetivo é crescer no interior. Mas o maior número de lojas será aberto pela rede ESPOSENDE, com atuação apenas no Nordeste e adquirida no início de 2005 pelo grupo gaúcho. Hoje são 43 lojas em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará, sendo que 13 foram inauguradas a partir da aquisição pela PAQUETÁ. A empresa não revela valores, diz apenas que as lojas do grupo tiveram, no ano passado, uma receita 14% superior a 2005 e o volume de vendas cresceu 8%. Para 2007, a meta é elevar a receita em pelo menos 10%.

Gazeta Mercantil

 

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