Agrobusiness
Catarinense
Aurora retoma investimentos
A catarinense
COOPERCENTRAL
AURORA pretende retomar, neste ano, alguns projetos
de investimentos que engavetou em 2006. Os aportes
deverão somar R$ 240 milhões, distribuídos entre os
segmentos de aves, suínos, rações e lácteos. A cooperativa
inicia 2007 mais otimista porque aposta na regularização
das compras russas ainda neste início de ano e acredita
em melhora nas exportações de aves para a Europa depois
do arrefecimento do pânico em relação à gripe aviária
na Europa. A AURORA também espera que Santa Catarina
seja reconhecida pela Organização Mundial de Saúde
Animal (OIE) como estado livre de febre aftosa sem
vacinação. Em 2006, a AURORA investiu apenas R$ 30
milhões. Segundo Mário Lanznaster, Vice-Presidente
do grupo, serão retomadas a duplicação da produção
de frangos em Maravilha (SC), a construção de uma
unidade de ração em Cunha Porã (PR), a instalação
de novos equipamentos para lácteos em Pinhalzinho
(SC), a ampliação da operação gaúcha de abate de suínos
e a otimização de todas as plantas para reduzir custos
fixos. No acumulado do ano, apesar do mercado desfavorável,
a AURORA registrou receita operacional bruta de R$
1,9 bilhão, um pouco acima do resultado do ano anterior
(R$ 1,7 bilhão). Houve sobras (lucros) de 1,3% da
receita operacional bruta. Para 2007, a AURORA projeta
uma receita de R$ 2,3 bilhões.
Valor
Econômico
Bertin
espera exportar 60% mais
O frigorífico
BERTIN espera
ampliar em 60% as exportações de carne bovina in natura
este ano. Em 2006, a empresa exportou 135 mil toneladas
do produto (no ano anterior foram 124 mil toneladas),
mesmo com as restrições impostas por alguns países
ao Brasil por causa de focos de aftosa em outubro
de 2005. A receita com os embarques de carne in natura,
que foi de R$ 750 milhões ano passado, também deve
ter aumento expressivo, de 53%, projeta a companhia.
A previsão para este ano, de alcançar 216 mil toneladas,
se sustenta principalmente na expectativa de que a
União Européia retomará as compras de carne de São
Paulo, do Mato Grosso do Sul e do Paraná e que o Chile
também voltará a importar o produto brasileiro, diz
o Diretor de Mercado Externo da BERTIN ALIMENTOS,
Marco Bicchieri.
Valor
Econômico
Da
Barra volta a ser a maior usina do país em 2006
A USINA
DA BARRA, do grupo COSAN, instalada na cidade
de Barra Bonita (SP), encerrou a safra 2006/07 como
a maior processadora de cana-de-açúcar do Brasil,
com 7,018 milhões de toneladas, o equivalente à produção
de 33 usinas de pequeno porte do país. Individualmente,
considerando-se apenas a moagem por unidade produtora,
a DA BARRA também ocupa a liderança no país e no mundo
na produção de açúcar. Na safra 2006/07, a produção
da DA BARRA ficou em 528 mil toneladas. Se convertida
toda produção de álcool da DA BARRA (289,2 milhões
de litros) em açúcar, a produção saltaria para quase
1 milhão de toneladas.
Valor
Econômico
Bebidas
& Fumo
SKOL
INVESTE MAIS NA BAHIA
A marca
de cerveja SKOL,
da AMBEV, irá
investir 15% mais no carnaval de Salvador, uma de
suas principais praças de venda. Segundo a empresa,
a SKOL é líder de mercado na capital baiana, com 47,5%
de market share. Em um ano, sua participação cresceu
6,8 pontos percentuais.
Gazeta
Mercantil
Pernod
Ricard cresce no BR
A francesa
de destilados PERNOD RICARD registrou aumento das
vendas no Brasil, contabilizadas entre julho e dezembro
de 2006. Dentre os destaques estão os whiskies Ballantines
Finest e Ballantines 12 anos, que cresceram185% e
163%, respectivamente, comparado ao mesmo período
do ano anterior.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
JOKERMAN
FATURA 35% MAIS
No
embalo da entrada dos postais publicitários na estratégia
de comunicação dos grandes anunciantes, a JOKERMAN
POSTAIS PUBLICITÁRIOS fechou 2006 com um faturamento
superior a 35%, em relação ao ano anterior, imprimindo
15 milhões de cartões. Para este ano, a expectativa
é de abrir 400 novos circuitos para exposição dos
postais publicitários no Rio e São Paulo.
Gazeta
Mercantil
Eletroeletrônico
Receita
da LG deve alcançar US$ 2,5 bi
Alcançada
a previsão de faturar US$ 1,8 bilhão em vendas no
Brasil em 2006, 38,4% mais do que no ano anterior,
a subsidiária brasileira da LG ELECTRONICS já projeta crescimento semelhante
para este ano, de 38,9% com US$ 2,5 bilhões. Em um
primeiro momento, os números previstos pela LG para
o ano passado eram de US$ 1,5 bilhão. A receita de
sucesso da empresa coreana une estratégias agressivas
de divulgação e inovação de produtos. Os destaques
da companhia são TVs e celulares, com os quais a LG
prevê garantir a alta de 2007, disse o Diretor de
Marketing, Eduardo Toni. Mas estão longe de ser os
únicos. Já nas prateleiras, a TV time machine, que
permite pausar a programação ao vivo, é um exemplo
de diferenciais nos quais a LG tem apostado e ainda
deve render bons resultados para a empresa. Este ano
a companhia deve também ampliar a linha de som automotivo
com produtos mais sofisticados. A empresa informou
ter dobrado o volume de vendas de celulares com 6
milhões de terminais, entre mercado interno e exportação.
Nesta área a companhia espera reforçar as vendas diretas
ao varejo que devem responder por 15% do total e planeja
também aumentar a exportação de celulares para o mercado
sul-americano. A LG vem ampliando continuamente os
mercados de atuação no País. Os investimentos em marketing
crescem de forma tão agressiva quanto o faturamento
informou o executivo. No ano passado foram R$ 150
milhões.
Gazeta
Mercantil
Energia
ATIAIA
E KOBLITZ INVESTEM R$ 520 MILHÕES EM PCHS
Investidores
estão enxergando na construção de Pequenas Centrais
Hidroelétricas (PCHs), uma boa oportunidade de negócios,
como revela o elevado número de empreendimentos deste
porte que estão entrando em operação no País. Nos
últimos dois meses, duas novas centrais entraram em
operação com potência máxima e uma terceira tem previsão
de entrada até o final deste mês. As novas geradoras
foram construídas pela ATIAIA ENERGIA , holding entre o GRUPO
CORNÉLIO BRENNAND (90%) e KOBLITZ
(10%). A primeira delas, a PCH Garganta da Jararaca,
instalada em Nova Maringá (MT), está operando desde
novembro com potência instalada de 29,3 MW. A PCH
Canoa Quebrada, no município de Lucas do Rio Verde,
também no Mato Grosso, com potência de 28 MW, entrou
em operação em dezembro. Nos próximos dias será a
vez da PCH Água Clara no Mato Grosso do Sul, com 30
MW. Uma quarta unidade, também no Mato Grosso, tem
previsão para entrada em funcionamento até março deste
ano. Já a usina de Paranatinga II, em Campinápolis
(MT), deverá entrar em operação no segundo semestre,
e terá potência de 29 MW. Somados, os quatro projetos
têm potência instalada de 116,3 MW, capacidade que
poderá ampliada por conta da parceria que deve prosseguir
em outros projetos, conforme informou o Presidente
da KOBLITZ, Luiz Otávio Koblitz. "Estamos com
projetos em mais cinco novas PCHs e, futuramente,
outras cinco num horizonte de até 2010. A cada nova
PCH procuramos manter o limite de R$ 4 milhões por
MW, considerando que uma central como essa não passa
de 30 MW. Inicialmente são R$ 120 milhões, com expectativa
para R$ 600 milhões com a entrada de novas unidades".
Gazeta
Mercantil
Financeiro
LUCRO
DA INDIANA DOBRA EM 2006
A INDIANA
SEGUROS lucrou R$ 15 milhões em 2006, quase o
dobro do registrado em ano anterior. O retorno sobre
o patrimônio líquido foi de 21%. Em vendas, o crescimento
ficou em 15%, para prêmios de R$ 370 milhões. "Esperávamos
uma evolução maior no faturamento, mas não foi possível
em razão da guerra de preços desencadeada pelos concorrentes
no segundo semestre do ano", disse Cláudio Afif,
Vice-Presidente da INDIANA, da qual o BRADESCO detém
40% do capital. Segundo ele, 2006 foi um bom ano para
a carteira de automóvel, que representa 85% do faturamento
da INDIANA, ficando os 15% restantes com seguros multirisco,
vida, educacional e proteção financeira.
Gazeta
Mercantil
MAPFRE:
R$ 30 MILHÕES EM SERVIÇOS
A MAPFRE
SEGUROS está investindo R$ 30 milhões para lançar
nove centros automotivos em 2007, elevando para 13
o número total dos postos AUTO MAIS SERVIÇOS. Foi
inaugurado o primeiro centro automotivo na cidade
de São Paulo, no bairro do Brooklin. "Dar mais
comodidade e serviços para o segurado na hora que
ele mais precisa será um fator decisivo para fidelizar
os clientes numa carteira tão competitiva como a de
automóvel", disse Jabis de Mendonça Alexandre,
Vice-Presidente da área de automóvel da companhia.
No centro automotivo, o segurado poderá fazer a abertura
de sinistros, ter autorização imediata para reparos,
instalar equipamentos de segurança, além de retirar
no local veículo reserva. Também nesse centro automotivo
será oferecido o check-up do veículo. Em janeiro,
haverá a inauguração do centro em Bauru (SP), em fevereiro
de Recife e em abril de São José do Rio Preto. A cidade
de Ribeirão Preto foi a primeira do projeto, seguida
por Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre, que já
realizaram 25 mil atendimentos.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
RICOH
PROMETE SALTO DE 20% NO PAÍS
A fabricante
japonesa de impressoras RICOH está reforçando a sua atuação no Brasil.
A meta é crescer 20%, o dobro da expansão prevista
para o mercado brasileiro como um todo, de 10% neste
ano. Para atingir o objetivo, além de contar com a
parceira SIMPRESS,
distribuidora exclusiva do equipamentos da RICOH e
uma das principais empresas nacionais de terceirização
de serviços de impressão, o Presidente da companhia
para a América Latina, Kiyoshi Shimizu, vai fortalecer
a subsidiária local, que leva o nome da empresa inglesa
GESTETNER
comprada há dez anos. Com cerca de 25 anos de trabalho
do grupo RICOH, cujo faturamento global soma US$ 17
bilhões, Shimizu comanda de Miami as operações latino-americanas,
e decidiu aperfeiçoar o idioma português. O empenho
no aprendizado do novo idioma está justificado na
importância que o chamado BRIC Brasil, Rússia, Índia
e China, assumiu para as empresas como mercados estratégicos.
"São os países que estão crescendo no mundo.
Uma das estratégias globais é focar nesses mercados",
diz. A RICOH tem escritórios em 150 países e cerca
de 75 mil funcionários no mundo. Entre 2005 e o ano
passado, a América Latina foi a região de maior crescimento
no grupo, 25% e representa aproximadamente 2% da receita
global da companhia, ou US$ 340 milhões. Principal
mercado para a companhia, garantindo cerca de 30%
dos negócios na região, o Brasil deve apresentar a
maior taxa de expansão, de 20%, em relação à média
de 15% esperada para as operações latino-americanas.
No mercado brasileiro, a SIMPRESS, que representa
a marca RICOH no País com exclusividade, garante 75%
dos negócios da companhia, enquanto o restante é gerado
a partir da subsidiária GESTETNER. Para continuar
a crescer, a GESTETNER, com sede no Rio de Janeiro,
acaba de abrir uma filial em São Paulo. E, em abril,
planeja lançar uma nova linha de equipamentos para
impressão em alto volume. Principal fonte de negócios
para a RICOH no Brasil, a SIMPRESS emprega 90 funcionários
e presta serviços de impressão para 350 empresas.
No ano passado, faturou R$ 194 milhões, crescimento
de 14% em comparação com 2005. Com a previsão de também
crescer 20% em 2007, a empresa reforça a área de serviços,
hoje responsável por metade da receita da companhia.
A meta da SIMPRESS é crescer 30% em serviços e 10%
na venda de máquinas às suas 110 revendas, de onde
vem atualmente os demais 50% dos negócios. Com isso,
a participação do outsourcing deve crescer a 56%.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
VCP
anuncia lucro líquido 20% superior em 2006
O lucro
líquido da VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL (VCP) cresceu 20% em 2006. Enquanto no ano passado,
a companhia obteve um resultado de R$ 658 milhões,
em 2005 a última linha do balanço alcançou R$ 549
milhões. No quarto trimestre, o desempenho também
seguiu a tendência de alta e cresceu 116%. Entre outubro
e dezembro de 2006, a empresa registrou um ganho de
R$ 173 milhões, ante os R$ 80 milhões obtidos em igual
período de 2005. Apesar de ao longo de 2006, a VCP
ter trabalhado com um preço médio 3% menor, a companhia
ainda conseguiu registrar um faturamento livre de
impostos e tributos de R$ 2,89 bilhões no ano passado,
4% superior aos R$ 2,77 bilhões obtidos em 2005.
Valor
Econômico
Produtos
não Metálicos
CIV
amplia exportação de linha farmacêutica
A COMPANHIA
INDUSTRIAL DE VIDRO (CIV) conquistou o certificado Drug Master File
(DMF), da Food and Drug Administration (FDA, agência
norte americana que regulamenta a comercialização
de alimentos e medicamentos) para toda a produção
da linha farmacêutica. Isso significa que, a partir
de agora, a empresa deverá ampliar suas exportações,
atendendo novos mercados como o dos Estados Unidos,
um dos mais exigentes do mundo. A expectativa da CIV
é que essas exportações aumentem em 50% até 2007.
Valor
Econômico
Restaurante,
Hotelaria & Turismo
Bob's
cria holding e divide negócio em três divisões
O BOB'S,
a segunda maior cadeia de fast-food do Brasil, decidiu
reestruturar suas operações no país. Embora seja uma
marca genuinamente verde-amarela, o primeiro BOB'S
foi aberto em 1952 em Copacabana, no Rio, a rede é
controlada pela BRAZIL FAST FOOD, uma empresa listada
na bolsa de Nova York desde março de 1996. Na semana
passada, a companhia anunciou nos EUA que constituiu
uma nova holding no Brasil, a 22N PARTICIPAÇÕES, que
terá agora sob o seu guarda-chuva três empresas. Uma
delas irá responder pelos 61 restaurantes próprios
do grupo, outra irá cuidar das atuais 462 lojas franqueadas
da rede e uma terceira ficará a cargo apenas dos imóveis
próprios, onde estão instaladas suas lanchonetes.
"Cada uma dessas três divisões é um negócio distinto.
Ao separá-las em empresas diferentes, vamos ter maior
transparência e poderemos empregar uma gestão mais
eficiente", afirma Flávio Maia, Diretor de Marketing,
Franquia e Expansão do BOB'S. Segundo ele, o processo
de reestruturação está só no início. Enquanto o MCDONALD'S,
a número um dos hambúrgueres no Brasil, está buscando
compradores para suas operações em toda a América
Latina, o BOB'S segue a todo vapor. Só em 2006, a
cadeia brasileira abriu 90 novos pontos de venda,
atingindo a marca de 500 lojas em novembro. Mas o
BOB'S, além de expandir, também vem conseguindo melhorar
sua rentabilidade. As vendas de todo o sistema, incluindo
lojas próprias e franqueadas, cresceram 21,1% no terceiro
trimestre de 2006 em relação a igual período de 2005,
totalizando R$ 100, 8 milhões. O lucro líquido da
rede foi de R$ 1,7 milhão no terceiro trimestre do
ano passado.
Valor
Econômico
Serviços
TRIATHON
BUSCA INVESTIDORES
A rede
paulistana TRIATHON
ACADEMIA contabilizou um crescimento de 15% em receita
em 2006. Com duas unidades, a empresa quer inaugurar
uma nova academia este ano e busca parceiros. "O
objetivo é abrir a empresa para o capital dos investidores
que apostem no sucesso da filosofia do empreendimento",
diz Patrícia Castelar Pirozzi, Diretora Executiva
da TRIATHON. A empresa faturou cerca de R$ 7 milhões
em 2006.
Gazeta
Mercantil
LAVOISIER
REDUZ PREÇO E ATRAI CLIENTE PARTICULAR
Depois
de sete meses do início do programa "LAVOISIER
Popular", a DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. (DASA), proprietária da rede
de laboratórios LAVOISIER,
vai expandir a área de atuação do programa. Os resultados
dos primeiros meses de funcionamento do programa mostram
que subiu o percentual de clientes particulares nas
unidades onde foi implantado. Dados da empresa dão
conta de que 4,5% dos clientes da marca, uma das cinco
do segmento standard do grupo DASA, são particulares.
Os outros são todos beneficiários de algum plano de
saúde. No geral, a proporção se manteve a mesma no
decorrer do ano passado. Mas, nas unidades onde o
programa foi implantado, o percentual médio de clientes
particulares subiu para 6,5% no segundo semestre do
ano passado. E, se for levado em consideração apenas
o mês de dezembro, o percentual foi de 9% para pacientes
particulares. A expectativa é de que em 24 meses o
percentual de clientes particulares chegue a 20%.
Gazeta
Mercantil
SUPER-HERÓIS
AJUDAM E FATURAMENTO DA ITC SOBE 138% EM 2006
Especialistas
afirmam que os desenhos animados e os quadrinhos têm
um ciclo de vida mais longo no mercado de licenciamento.
Na ITC a teoria se concretizou e ainda se transformou
em resultados financeiros. Os personagens da Marvel
lideram os negócios da empresa pelo segundo ano consecutivo,
com movimentação R$ 250 milhões em vendas ao varejo.
O valor é semelhante ao registrado por Rebelde, a
febre do setor de licenças em 2006. O Brasil, aliás,
foi o país em que a companhia criadora de Homem Aranha,
Quarteto Fantástico e X-Men mais cresceu na América
Latina. As licenças da marca norte-americana ajudaram,
e muito, no faturamento da ITC, que apresentou alta
de 138% em 2006, um dos melhores anos de sua história.
No ano passado, ao todo, as vendas no varejo das licenças
representadas pela ITC somaram R$ 400 milhões. Os
super-heróis foram responsáveis por mais da metade
deste montante. Estimulada pelos super-heróis, personagens
clássicos e nove novas licenças, a ITC prevê um crescimento
de 30% neste ano. O número está acima do previsto
para o mercado de licenciamento, que tem como meta
inicial uma evolução de 10% em sua receita deste ano.
Em 2006, o faturamento, que ainda não foi fechado,
deve chegar a R$ 3 bilhões.
Gazeta
Mercantil
STARBUCKS
CHEGA À ÍNDIA E CRESCE NO BRASIL
A STARBUCKS,
maior rede de cafeterias do mundo, entra na Índia
em parceria com os empresários Kishore Biyani, fundador
da PT MITRA ADIPERKASA, maior empresa varejista de
capital aberto do país, e V.P. Sharma, Diretor de
Franchise da empresa norte-americana PANTALOON RETAIL
INDIA na Indonésia. A rede formará uma joint-venture
com Sharma e Biyani, mas não divulgou a participação
de cada um no negócio. Com mais de 12,4 mil lojas
em todo o mundo, a rede chegou ao Brasil no fim de
novembro, com duas unidades no Morumbi Shopping. Depois
de perder uma licitação para se instalar no Aeroporto
Internacional de Guarulhos, a rede já tem outros seis
contratos assinados, todos para lojas em shoppings
paulistanos.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
Impacta
amplia capacidade de produção
A IMPACTA,
tradicional fabricante de bisnagas de alumínio, bisnagas
plásticas e tubos de alumínio para aerossóis, acaba
de construir nova fábrica e adquirir linha para produção
de tubos para aerossóis, aumentando sua capacidade
em cerca de 30 milhões de unidades anuais. O investimento,
de acordo com Paulo R. Mendonça, Diretor Comercial
da Empresa, representa o preenchimento de importante
lacuna de fornecimento destas embalagens no Brasil,
especialmente para os segmentos cosmético e farmacêutico
além de outros, tais como o de lubrificantes, inseticidas
e outros produtos apresentados na forma de “spray”.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
Vivo
encerra o ano com 29% de mercado; TIM é 2ª
A operadora
VIVO continua
líder no setor de telefonia móvel brasileira. A empresa
encerrou 2006 com 29,08% de participação no mercado.
O Brasil conta atualmente com cerca de 99,9 milhões
de assinantes. A segunda colocação ficou com a TIM BRASIL, com 25,45%, seguida pela CLARO, que anotou 23,9%. Embora a liderança
do setor continue com a VIVO, a concorrente italiana
tem crescido substancialmente nos últimos 12 meses.
De 2005 para 2006, a diferença entre as duas maiores
caiu de 11,12 pontos percentuais para pouco mais de
3%. A TIM subiu de 20.190 milhões de assinantes ativos
em 2005 para 25.429 milhões registrados no último
mês de dezembro. Já a CLARO permaneceu em terceiro
lugar de participação no mercado nacional com 23,9%.
Valor
Econômico
Têxtil
& Couro
Hering
prevê exportações maiores
A HERING
projeta alta de 17% para suas exportações neste ano,
com vendas equivalentes a US$ 35 milhões. O Diretor
responsável pela área internacional da companhia,
Ulrich Kuhn, disse que a empresa catarinense tem conseguido
negociar com os clientes para os quais fabrica marcas
próprias a recolocação da produção em nichos de maior
valor. Kuhn afirmou que o crescimento virá, em boa
parte, devido aos projetos de expansão desses clientes.
Mas a companhia também vai avançar na venda de produtos
com as marcas HERING e a infanto-juvenil PUC no exterior.
A expectativa é que essas marcas representem este
ano 25% das exportações ante 22% de 2006. A empresa
fechou 2006 com 21 franquias no exterior e espera
para 28 este ano. Além disso, ampliará o número de
lojas monomarcas que não seguem o padrão das franquias,
mas vendem exclusivamente produtos da etiqueta. Neste
caso, eram 17 em 2006 e as parcerias em andamento
são para chegar a 21. A PUC tem lojas próprias na
Arábia Saudita e no Líbano. Entre os novos mercados
para a monomarca da HERING está Israel. O Egito também
é uma possibilidade que deve ser efetivada até o final
de 2007. A companhia já tem lojas também no Paraguai,
Bolívia, Venezuela, Espanha e Suíça. Os US$ 30 milhões
de exportações do ano passado mantiveram o patamar
de 2005, mas este ano a empresa está fechando um projeto
de investimento na valorização da marca e aumento
das lojas exclusivas. Em nove meses de 2006, a HERING
obteve receita líquida de R$ 237,3 milhões, 3% maior
e lucro líquido de R$ 12,1 milhões.
Gazeta
Mercantil
Azaléia
diversifica linhas de produtos
A fabricante
de calçados AZALÉIA
começa a colher os frutos da diversificação das suas
linhas de produtos, que deve garantir crescimento
de 10% no mercado interno este ano, após ajustar suas
exportações para um patamar menor, de 25% para 15%
dos negócios no prazo de três anos. Se as vendas internas
obtiverem bom desempenho, o incremento poderá chegar
a 15%. A expectativa da empresa é interromper o declínio
das exportações, iniciado em 2004, por conta da valorização
cambial. "Agora nos adaptamos para trabalhar
com o câmbio atual", diz o Diretor Comercial
e de Marketing da companhia, Paulo Santana. Segundo
ele, este ano será marcado pela consolidação das novas
marcas criadas pela companhia desde 2005 para compensar
a perda do mercado externo. A empresa possui fábricas
no Rio Grande do Sul, responsáveis por 50% da produção,
em Sergipe, com 30%, e na Bahia, com 20% do volume
total de 30 milhões de pares ao ano. Entre janeiro
e setembro de 2006, o lucro foi quase duplicado ao
atingir R$ 25,8 milhões em comparação com os R$ 14,5
milhões do ano anterior.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
DAIMLER
VENDE 500 CAMINHÕES À COLÔMBIA
A DAIMLERCHRYSLER
DO BRASIL, dona da marca MERCEDES-BENZ, conclui
venda de 500 caminhões Atego 1718 com uma cervejaria
instalada em Bogotá. "É a maior exportação do
gênero que fechamos com a Colômbia", disse Philipp
Schiemer, Vice-Presidente de Vendas da subsidiária
brasileira, que encerrou 2006 com faturamento de R$
9,6 bilhões (35% com exportações) pouco acima do ano
anterior, de R$ 9,2 bilhões. Schiemer estima que a
empresa, que produziu ano passado 50 mil unidades
entre caminhões e ônibus, repita o volume em 2007.
A capacidade instalada da fábrica de São Bernardo
do Campo (SP) suporta aumento de 10% de produção com
ritmo atual de dois turnos.
Gazeta
Mercantil
Varejo
REDE
GAÚCHA PAQUETÁ CRESCE MAIS NO NORDESTE
O grupo
PAQUETÁ,
uma das maiores redes varejista de calçados do País,
vai investir este ano cerca de R$ 7 milhões para abrir
pelo menos 19 lojas de três das suas bandeiras, GASTON,
PAQUETÁ ESPORTES e ESPOSENDE. A PAQUETÁ ESPORTES,
que hoje opera sete pontos somente no Rio Grande do
Sul, vai entrar no mercado do Rio de Janeiro e de
Santa Catarina. E também abrir duas outras no Rio
Grande do Sul, uma em Porto Alegre e outra na região
metropolitana. Voltada para o segmento popular, a
rede GASTON conta hoje com 25 lojas e a meta é abrir
mais cinco em 2007. Como a cadeia é muito concentrada
na capital gaúcha e na região metropolitana, o objetivo
é crescer no interior. Mas o maior número de lojas
será aberto pela rede ESPOSENDE, com atuação apenas
no Nordeste e adquirida no início de 2005 pelo grupo
gaúcho. Hoje são 43 lojas em Pernambuco, Rio Grande
do Norte e Ceará, sendo que 13 foram inauguradas a
partir da aquisição pela PAQUETÁ. A empresa não revela
valores, diz apenas que as lojas do grupo tiveram,
no ano passado, uma receita 14% superior a 2005 e
o volume de vendas cresceu 8%. Para 2007, a meta é
elevar a receita em pelo menos 10%.
Gazeta
Mercantil