Sexta-feira, 02/02/2007
Ano VII – edição 256

Agrobusiness

Louis Dreyfus faz no país investimentos de US$ 800 milhões

O grupo francês LOUIS DREYFUS nunca investiu tanto no Brasil quanto nesta década. Após alguns anos de projetos menos ambiciosos e vendas relativamente estagnadas, a multinacional francesa deverá consolidar aportes superiores a US$ 800 milhões no país entre 2004 e 2009, como parte de uma estratégia global que tende a reduzir sua dependência das operações de trading, sua força-motriz, e conferir peso a atividades com receita recorrente. Em linha com esse novo enfoque, a LDCOMMODITIES, principal braço do conglomerado, já aplicou US$ 290,3 milhões para expandir a frente brasileira entre 2004 e 2006 e tem aprovados mais US$ 516,3 milhões para investir de 2007 a 2009. Presente no Brasil desde o início do século passado, o grupo francês passou a ser mais conhecido por aqui em 1942, quando comprou a Comércio e INDÚSTRIAS BRASILEIRAS COINBRA. Fortaleceu-se com a marca COINBRA, chegou a ser conhecida como COINBRA-DREYFUS e hoje, como LOUIS DREYFUS COMMODITIES DO BRASIL, responde por pouco mais de 10% da receita global da múlti e por 40% de seus ativos industriais. Com os investimentos desta década, não é difícil que tais fatias aumentem. Quando Robert Louis Dreyfus tornou-se Presidente e CEO do grupo, em 2006, a linha foi reforçada, e no novo direcionamento o papel do Brasil ganhou ainda mais relevância, principalmente nos segmentos sucroalcooleiro e de citros. O grupo já conta com três usinas no Brasil, e no momento constrói uma nova unidade em Rio Brilhante, no Mato Grosso do Sul. A receita do segmento no Brasil, que só perde para a dos negócios de soja, deverá alcançar US$ 505 milhões em 2007, ante os US$ 434,9 milhões apurados no ano passado. O faturamento da soja tende a superar US$ 1,1 bilhão neste ano, 15% mais que em 2006, e nessa frente a principal ação em andamento é a duplicação da fábrica localizada em Alto Araguaia, no Mato Grosso.

Valor Econômico

 

GRUPO MAEDA E BRASILAGRO FORMAM PARCERIA

A empresa de investimentos imobiliários rurais BRASILAGRO e o GRUPO MAEDA firmaram parceria visando aumentar a produção de soja e algodão, barateando os custos de produção. As duas empresas firmaram carta de intenções para a formação de uma joint venture, cuja primeira ação é a compra de uma fazenda no Oeste da Bahia. Serão investidos R$ 35 milhões na aquisição de 31.500 hectares para a produção de algodão, soja e milho. "Hoje a atividade de agronegócio é de capital muito intensivo. Para crescer mais rápido era preciso um sócio de visão complementar", avalia Jorge Maeda, Presidente do Grupo. O executivo explica que a joint venture resultará em duas empresas, uma imobiliária, que vai comprar as fazendas, prepará-las e outra de gerenciamento do negócio, com a produção agrícola. Atualmente a BRASILAGRO tem mais de 80.000 hectares de terras compradas no Piauí, Mato Grosso do Sul, Goiás e Bahia. Por outro lado, o GRUPO MAEDA tem cerca de 100.000 hectares de lavouras plantadas anualmente nas safras verão e inverno.

Gazeta Mercantil

 

Alimentos

PIF PAF NO RASTRO DAS GRANDES EMPRESAS

A PIF PAF ALIMENTOS, maior indústria frigorífica de Minas Gerais, pretende seguir os passos das grandes empresas do setor, como a SADIA e a PERDIGÃO, e investir no mercado de alimentos prontos. O primeiro passo foi dado com a inauguração de uma unidade de massas em Leopoldina (MG). A empresa está investindo R$ 15 milhões na fábrica que, em três anos, terá capacidade para a produção de 1 milhão de pizzas por mês. Há três anos a empresa atua no setor, terceirizando a produção, 350 mil unidades dias, que representa menos de 5% do faturamento. A expectativa é de que a unidade gere, este ano, negócios da ordem de R$ 10 milhões. Este faturamento deve chegar a R$ 30 milhões em três anos. Já neste ano, a empresa inaugura também em Patrocínio (MG), a fábrica de ração e parte de industrializados em suínos, onde foram investidos R$ 26,5 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Autopeças

DELPHI ERGUE NOVA FÁBRICA DE CHICOTES ELÉTRICOS EM MINAS

Jacutinga é uma cidade mineira, conhecida pelo artesanato em peças com crochê, tricô e bordados. É lá que de forma muito discreta, há dois meses, a DELPHI, uma das maiores fabricantes de autopeças do mundo, ergueu uma nova fábrica. A multinacional americana aproveitou a habilidade da população local com trabalhos manuais para formar a sua mão-de-obra. Assim, ergue a 11ª fábrica da DELPHI no país. A DELPHI já produzia chicotes. É dona de metade desse mercado no Brasil. Mas com o crescimento das vendas de carros no país, a demanda aumentou. Havia duas alternativas: ampliar a produção na fábrica já existente, em Espírito Santo dos Pinhais, São Paulo, ou construir uma nova unidade. A empresa decidiu fazer as duas coisas. A nova fábrica foi erguida sem alarde em novembro e já entrou em ritmo acelerado o que obriga a empresa a programar o terceiro turno na unidade para o final de fevereiro, segundo o Presidente da DELPHI na América do Sul, Gábor Déak. Agora, a DELPHI tem 11 unidades no Brasil espalhadas por São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul, e mais uma na Argentina. Esse conglomerado engloba 9 mil funcionários e uma receita que somou US$ 822 milhões em 2006.

Valor Econômico

 

Bebidas & Fumo

DEVASSA DOBRA PRODUÇÃO E FATURAMENTO

A CERVEJARIA DEVASSA, que teve origem numa brincadeira em 2002 entre o paulista Cello Macedo e o carioca Marcelo do Rio, já atinge cinco estados (Rio, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba) e registra um crescimento anual entre 80% e 100% em seu faturamento. Para 2007, prevê que a receita pode chegar a R$ 14 milhões, o dobro do ano passado, quando registrou R$ 7 milhões. Segundo o Diretor Executivo da DEVASSA, Cello Macedo, esse crescimento será alcançado com o aumento das vendas nas redes próprias de bares, em outros estabelecimentos e nos supermercados, principalmente as grandes redes em que já estão, como CARREFOUR, PÃO DE AÇÚCAR e WALL MART. Instalada em Santo Cristo, centro do Rio, a fábrica tem capacidade para 120 mil litros por mês. Com o aumento da demanda a empresa vai investir R$ 400 mil para dobrar a produção neste ano. A DEVASSA planeja construir uma fábrica em Brasília, em regime de franquia, para atender o planalto central e o triângulo mineiro. A DEVASSA possui 11 bares no Rio e um em São Paulo. A empresa vai abrir mais três bares no Rio até o final de fevereiro

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

QG AMPLIA CRIAÇÃO

Com a chegada de novos clientes e um crescimento de 15% no ano passado, a QG PROPAGANDA foi obrigada a promover algumas reformulações na estrutura da empresa, particularmente na parte criativa, detalha Sérgio Lopes, sócio e VP de criação da agência. "Tivemos uma movimentação muito grande na agência. No ano passado, participamos de diversas concorrências e os resultados nos permitiram crescer bastante", comenta Lopes. Agora, a estrutura de criação da QG passa a ser dividida em duas unidades, cada uma comandada por um publicitário. Uma delas estará nas mãos de Marcello Droopy, que começa a dirigir a criação do grupo composto por DICICO, CACAU SHOW, MAPFRE SEGUROS e HIPERCARD. Por outro lado, Paulo André Bione, Diretor de Criação da QG há três anos, fica responsável pelos clientes FININVEST, HOPI HARI, POP e DROGA RAIA. "Nas últimas nove concorrências das quais participamos, ganhamos sete novas contas. Estas conquistas nos fazem acreditar que, além do aumento do faturamento em 2006, de 15%, com resultado de R$ 120 milhões, a previsão para 2007 é fecharmos o ano batendo os R$ 140 milhões", detalha Lopes.

Gazeta Mercantil

 

LASELVA COMPRA REDE DE LIVRARIAS SODILER, DO RIO

A rede de livrarias paulistana LASELVA BOOKSTORE fechou a compra da concorrente SODILER, do Rio de Janeiro. A LASELVA possui 64 pontos de venda enquanto que a SODILER tem 20. Tanto a LASELVA quanto a SODILER são fortes dentro de aeroportos. A LASELVA opera em 14 aeroportos e a SODILER tem lojas em aeroportos de Rio, Recife, Brasília, Natal e Maceió. A LASELVA fortalece, assim, sua posição dentro de aeroportos. A rede paulista atua também em shoppings e tem parceria com a rede supermercadista PÃO DE AÇÚCAR, fornecendo livros à varejista.

Valor Econômico

 

Engenharia, Projetos & Construção

ENGEVIX CRIARÁ DIVISÃO FOCADA EM GERAÇÃO DE ENERGIA

A ENGEVIX, empresa de engenharia, conhecida por grandes obras de infra-estrutura desde os anos 60, vai alterar sua estrutura organizacional. A empresa pretende separar a área de energia das demais atividades em que atua, como construção de rodovias, hospitais, sistema de saneamento, de gás e petróleo. A divisão de energia começou a ganhar maior importância dentro do grupo, principalmente nos últimos dois anos. Em 2006, a ENGEVIX iniciou os primeiros projetos próprios de geração de energia elétrica. Em dezembro, pôs em operação sua primeira Pequena Central Hidrelétrica (PCH), na qual detém 100% do capital. A PCH Esmeralda, no Rio Grande do Sul, recebeu investimentos de R$ 71 milhões, e tem capacidade para gerar 22 MW. A ENGEVIX ainda programa a conclusão de outras duas PCHs próprias em 2007, Santa Laura (RS) e Santa Rosa (RJ) e já tem projeto de mais duas, cujos detalhes ainda não são revelados. Em 2006, o grupo ENGEVIX dobrou o faturamento em relação a 2005, alcançando R$ 592,9 milhões.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

Fabricante vende 14% a mais no Brasil e recupera mercado

A suíça NOVARTIS, primeira farmacêutica a divulgar a receita obtida em 2006 no Brasil, disse que obteve crescimento de 14% em suas vendas líquidas, que somaram R$ 1,56 bilhão. As vendas líquidas de medicamentos da empresa, que também atua no segmento de genéricos e produtos para consumo, respondeu pela maior fatia: R$ 1,48 bilhão, o que significou alta de 16%. Em suas operações globais, a NOVARTIS apresentou receita líquida de US$ 37 bilhões em 2006, o que representou alta de 15%. O lucro líquido da companhia aumentou 17%, para US$ 7,2 bilhões. A tendência é que a empresa continue melhorando suas margens com a entrada de novos medicamentos. Para este ano, a NOVARTIS prevê o lançamento no Brasil de cinco produtos e outros três para 2008.

Valor Econômico

 

Financeiro

MERCANTIL CONCENTRA EXPANSÃO EM BH

Depois de seis meses de análise, os consultores concluíram que o banco mineiro tem melhores chances de expansão em praças onde sua marca é bastante conhecida, como Belo Horizonte, onde está a sede da instituição. Na cidade, a participação de mercado do MERCANTIL DO BRASIL é de cerca de 10%, número muito próximo da fatia de mercado de grandes concorrentes. "Daremos um foco geográfico, onde temos maior capacitação para atuar e disputar mercado", explicou o Diretor-Executivo do banco, André Brasil. "Aqui (em Belo Horizonte), conseguimos competir em igualdade de condições". Segundo ele, a instituição já está em busca de pontos disponíveis na cidade para as novas agências. A revisão do plano estratégico também resultou no reforço do foco em três áreas: varejo bancário, crédito consignado e financiamento de veículos. A idéia é aumentar os investimentos nestes nichos para expandir a carteira. O MERCANTIL DO BRASIL tem hoje 187 agências em funcionamento no país, a grande maioria delas em cidades da região Sudeste. No último balanço divulgado pelo banco, no fechamento do primeiro semestre de 2006, o lucro líquido apurado foi de R$ 14,3 milhões. O resultado foi 15% maior que o do mesmo período do ano anterior.

Valor Econômico

 

Máquinas & Equipamentos

DASA INVESTE US$ 7 MILHÕES

A DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA (DASA) vai investir US$ 7 milhões na aquisição de equipamentos Profect CS, da NDT/ Fujifilm, cuja função é digitalizar as imagens de mamografia e Raio-X e possibilitar a visualização e envio das imagens via rede para uma central de laudos. Isso vai permitir emissão de laudos finais com a disponibilidade da expertise médica de várias áreas de conhecimento médico.

Valor Econômico

 

ROCHE DIAGNOSTICS INVESTE NO GRANDE VAREJO

Explorar o grande varejo e lojas virtuais é a mais recente estratégia da ROCHE DIAGNOSTICS BRASIL para aumentar as vendas de monitores de glicemia e insumos para o controle do diabetes, produtos antes tradicionalmente comercializados em farmácias e outros tipos de estabelecimentos especializados na área de saúde. A empresa começou a entrar em redes como a CASAS BAHIA, CASA & VÍDEO e SUBMARINO em meados de 2005 de maneira experimental, e no ano passado viu suas vendas nessas lojas crescerem 246%. O valor atingido, de R$ 1,2 milhão, ainda é pequeno quando comparado ao montante faturado pela companhia com esses produtos no País, mas essa taxa de crescimento mostra o potencial desses canais, disse o Gerente de Varejo da ROCHE, Renato Arruda, observando que a estratégia agora é consolidar e ampliar essa distribuição. A expectativa do executivo é que em 2007 a receita obtida nessas lojas cresça em percentual parecido com o do ano passado. Em 2006, o faturamento da ROCHE DIAGNOSTICS com a divisão de monitores de glicemia, lancetadores e tiras reagentes subiu cerca de 13% ante o ano anterior, para R$ 116 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

DICICO INVESTIRÁ R$ 40 MI

A rede de home centers DICICO planeja inaugurar mais seis lojas este ano, chegando à sua 24ª unidade. As novas lojas serão instaladas no interior e no litoral de São Paulo, além de regiões da capital onde ainda não está presente, como a Zona Oeste. As inaugurações demandarão investimento de R$ 40 milhões. O faturamento deve chegar a R$ 600 milhões em 2007, ante R$ 432 milhões registrados no ano passado.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

Deten Química prevê vendas maiores com queda do petróleo

A queda do preço do petróleo pode voltar a impulsionar os negócios da DETEN QUÍMICA, empresa que fabrica o alquibenzeno linear (LAB), um dos componentes-chave para a fabricação de detergentes líquidos e em pó. "O mercado de detergentes cresce 6% ao ano, mas o consumo de LAB não tem variação nos últimos anos", diz o Diretor-Geral da companhia, Irundi Edelweiss. A companhia, que tem fábrica no pólo petroquímico de Camaçari (BA), a 45 km de Salvador, e é a maior fabricante do insumo na América Latina, completou 25 anos de fundação em setembro. No ano passado, seu faturamento atingiu R$ 713 milhões.

Valor Econômico

 

MERIAL MANTÉM LIDERANÇA

A MERIAL SAÚDE ANIMAL encerrou 2006 com faturamento de R$ 263 milhões. Sem contar a venda de vacinas contra febre aftosa, a empresa cresceu 8,45% no ano. O bom desempenho mantém a empresa na liderança do mercado brasileiro de produtos para saúde animal.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

UNIMED-BH CRESCE 18,6% E INVESTE EM NOVO HOSPITAL

A UNIMED-BH, sistema de saúde suplementar de Minas Gerais, fechou 2006 com faturamento bruto de R$ 1 bilhão, resultado 18,6% superior em relação a 2005. A carteira de clientes cresceu 8,2%, para 615 mil pessoas, distribuídos em 17 municípios da região metropolitana de Belo Horizonte. A previsão para este ano é inaugurar novo hospital de pronto-atendimento e chegar a uma receita de R$ 1,2 bilhão.

Gazeta Mercantil

 

VILLA-LOBOS FATURA MAIS

O faturamento do SHOPPING VILLA-LOBOS cresceu 25% no acumulado de janeiro a dezembro de 2006, comparado com 2005. Um indicador que mostra o crescimento é, segundo a administração do empreendimento, a promoção de Natal que previa a troca por telas a cada R$ 350 em notas fiscais.

Gazeta Mercantil

 

NETIMÓVEIS NEGOCIA R$ 310 MILHÕES VIA WEB

Especializada no comércio de imóveis via internet, a mineira NETIMÓVEIS está investindo em sua expansão. Há 11 anos no mercado com atuação nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, a empresa começa a operar, a partir deste ano, em São Paulo, Santa Catarina e Bahia. O site da imobiliária on-line conta hoje com uma gama de 74 mil imóveis comercias e residências cadastrados. Apenas em Belo Horizonte no ano passado, a NETIMÓVEIS foi responsável por 17% dos negócios.  A empresa obteve volume de transações em 2006 equivalente a R$ 310 milhões. Na capital mineira, a empresa possui uma carteira com 8.500 imóveis.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

CBA INVESTE EM NOVAS ÁREAS DE MINERAÇÃO

O aumento na demanda mundial por alumínio, que tem crescido entre 4% e 5% anualmente, e a previsão de manutenção deste patamar para os próximos anos fizeram a COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO (CBA), do GRUPO VOTORANTIM, intensificar investimentos em mineração de bauxita nos últimos cinco anos, totalizando R$ 365 milhões até 2006. Para 2007, mais R$ 93 milhões devem ser aplicados na área, informou o Diretor de Mineração da CBA, Carlos Augusto Parisi. Atualmente, a companhia produz cerca de 2,6 milhões de toneladas de bauxita. Para atender a necessidade de insumo extra, a companhia inicia, no segundo semestre deste ano, a exploração de mais uma mina, em Miraí, zona da Mata mineira. No total, serão investidos na mina R$ 150 milhões, dos quais R$ 80 milhões estão sendo aplicados neste ano, principalmente em equipamentos como britador e lavador.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

DÍGITRO PLANEJA CRESCER 20% COM CERTIFICAÇÃO

A fornecedora catarinense de software e hardware para telecomunicações DÍGITRO é a primeira empresa brasileira, e a segunda da América Latina, a obter a certificação internacional para produtos e serviços TL 9000. Com faturamento de R$ 67 milhões no ano passado, a companhia pretende usar o certificado para crescer pelo menos 20% em 2007, além de ampliar exportações para Argentina, Uruguai, Venezuela, Panamá, México e Moçambique e entrar no setor de serviços. Voltada ao setor de telecomunicações, a TL 9000 reúne um conjunto de métricas e procedimentos baseados em dados do QuEST Fórum (Quality Excellence for Supliers of Telecomunications). Sediada em Florianópolis, a DÍGITRO emprega 460 funcionários e possui nove escritórios no Brasil, para atender a cerca de 3 mil clientes, entre eles EMBRATEL, TELEMAR, CLARO e BRASIL TELECOM. Seguindo tendência do setor, a empresa vai entrar decisivamente na área de serviços com a DÍGITRO SERVICE e a DÍGITRO NET, empresas que serão lançadas em 2007.

Valor Econômico

 

HP SUPERA DELL PELA SEGUNDA VEZ EM 2006

Com 11,9 milhões de computadores pessoais comercializados, a HP superou mais uma vez a DELL no mercado mundial de PC. No último trimestre do ano passado, as vendas da HP cresceram 23,8% em comparação com o mesmo período de 2005 e a companhia, que já havia superado a rival no trimestre anterior, atingiu 18,1% de participação. A DELL registrou queda de 8,4% nas vendas, mas continua na liderança. As vendas anuais da HP avançaram 19,2%, chegando a 38,8 milhões de máquinas. No quarto trimestre, as vendas totais de computadores cresceram 8,7%, para 65,7 milhões de unidades. Para o ano, a expansão foi de 10%, somando 228,5 milhões de máquinas.

Gazeta Mercantil

 

ATP INVESTE R$ 18 MILHÕES EM TI

Após investir R$ 4 milhões no ano passado em infra-estrutura para ampliar a capacidade de processamento de transações da Rede Verde e Amarela (RVA), a ATP, administradora da rede de serviços bancários, planeja aplicar R$ 18 milhões em novos projetos de TI em 2007, o que representa cerca de 15% dos recursos em caixa da companhia. O foco neste ano, no entanto, será a área de serviços de back office, que terá renovado seu parque tecnológico. "Estamos pesquisando no exterior novas tecnologias e produtos que possam alavancar as transações", diz o Diretor Executivo, Juarez Lopes Cançado. Os investimentos em tecnologia visam a suportar o crescimento dos negócios da companhia. Criada em 1993 para integrar agências de bancos estaduais, a RVA precisou se reposicionar para sobreviver à privatização no setor. A recuperação veio em 2005 com o setor privado demandando os serviços da companhia. Em 2006, a ATP conquistou 30 novos clientes e fechou o ano com faturamento de R$ 348 milhões, crescimento de mais de 30% em relação a 2005.

Valor Econômico

 

Têxtil & Couro

MACCAFERRI COMPRA BAIANA BMD POR R$ 14 MILHÕES

O grupo italiano MACCAFERRI anunciou a aquisição da BMD TÊXTEIS, fabricante de laminados de PVC e especializada na produção de tecidos industriais. O negócio, que se estendeu pelo segundo semestre do ano passado, foi fechado em R$ 14 milhões. A fábrica da BMD fica em Camaçari (BA) e é especializada na produção de tecidos para fabricação de toldos, coberturas, roupas de segurança e fios industriais. Segundo estimativa da MACCAFERRI, o faturamento da nova subsidiária deverá saltar dos R$ 15 milhões de 2006 para R$ 18 milhões em 2007. Para o ano que vem, a previsão é de faturar R$ 30 milhões. A expectativa de fazer dobrar a receita da BMD entre 2006 e 2008 existe porque o grupo italiano começará a investir, ainda em 2007, R$ 20 milhões para ampliar a capacidade da unidade.

Valor Econômico

 

FILA INVESTE EM CONFECÇÃO

A marca FILA, que no Brasil vem registrando vendas crescentes, trouxe ao País o executivo da FILA INTERNACIONAL, John Guest. A nova coleção de confecção da marca está recebendo um aporte de US$ 1 milhão. No País, FILA é representada pelo GRUPO CLÁSSICO DILLY.

Gazeta Mercantil

 

BEBECÊ CONSTRÓI NOVA FÁBRICA COM FOCO EM INOVAÇÃO

A fabricante de calçados femininos BEBECÊ, de Três Coroas (RS), vai inaugurar em fevereiro sua quarta fábrica no município, com investimentos de R$ 4,6 milhões. O principal objetivo da obra, iniciada em julho do ano passado, é ampliar a área de desenvolvimento de produtos, que tem garantido a sobrevivência da empresa apesar da crise das exportações. De acordo com o Diretor-Presidente da companhia, Analdo Slovinski Moraes, metade dos 3 mil m² de área construída serão destinados para a criação de novos produtos. Os outros 1,5 mil ² devem garantir um aumento de 10% na capacidade produtiva da companhia, que produziu 3,15 milhões de pares de calçados no ano passado. Diante disso, a empresa quase duplicou o número de lançamentos de novos modelos, que passaram de 250 por semestre para 400. Após a expansão, cerca de 200 funcionários diretos e 200 indiretos serão contratados para a unidade. Atualmente, a BEBECÊ emprega 600 pessoas. A expectativa da companhia é alcançar um crescimento de 10% nas vendas em 2007.

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

ANO COMEÇA COM EXPANSÃO DE 38,8% NA VENDA DE CARROS

Balanço da FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), mostra crescimento de 38,8% na venda de automóveis e comerciais leves na primeira quinzena de janeiro em relação ao mesmo período de 2006. O relatório também aponta a liderança da VOLKSWAGEN (26,6%), superando a FIAT (23,2%), que até dezembro liderou o mercado. A GM, com 22,1%, e a FORD, 11,9%, vêm a seguir. Outra surpresa, no período, é a recuperação da RENAULT, com 3,9% das vendas.

Gazeta Mercantil

 

PROFARMA ABRE SEGUNDO CENTRO NO NORDESTE

A PROFARMA anunciou a inauguração do seu nono centro de distribuição, construído na cidade de Recife. A distribuidora de medicamentos quer aumentar sua participação de mercado nas regiões Nordeste e Sul, respectivamente terceira e segunda maiores consumidoras de produtos farmacêuticos do país. De Pernambuco, a PROFARMA atenderá também Alagoas e Paraíba. Os três Estados representam um mercado pouco maior do que a Bahia, onde a distribuidora tem um centro desde 2004. Hoje, no mercado baiano, a PROFARMA fatura R$ 116 milhões e detém uma fatia de 17%. "Nossa expectativa é repetir, em Pernambuco, os resultado da Bahia", afirma Sammy Birmarcker, Presidente da PROFARMA. A companhia planeja construir um terceiro centro no Nordeste.

Valor Econômico

 

Varejo

SELLETA CRIA AMBIENTE ESPECIAL PARA VENDER LINGERIE

Vender lingerie de uma maneira diferente das redes de varejo convencionais é a proposta da recém-criada SELLETA. Especializada em roupas íntimas e com a primeira unidade inaugurada em dezembro do ano passado, em São Paulo, a idéia é passar bem longe do estilo "balaio", onde acha o que procura quem tem paciência para procurar e também da habitual organização dos produtos por marcas. Os pontos-de-venda SELLETA foram inspirados no estilo VICTORIA’S SECRET, onde a consumidora encontra em seções separadas itens rendados, coloridos, sem-costura. Já os pontos-de-venda da SELLETA são organizados por estilo de vida da consumidora. Os empresários proprietários da marca, Gustavo Sarti, Marco Pinheiro e João Carlos Figueiredo, deram à empresa também um conceito diferente de negócio. "Franquia não era o modelo mais apropriado porque não vamos vender exclusivamente marca própria", diz Sarti, Diretor de Marketing da SELLETA. Os três criaram uma licenciadora, que funciona como uma célula de serviços para a rede de lojas. A marca também fechou contrato com o grupo ROSSET TÊXTIL, uma das maiores fabricantes do segmento no País, e deverá vender exclusivamente as marcas VALISÈRE, VALFRANCE e LIZ. O licenciamento da marca começa em abril, mas a idéia é converter seis das 14 lojas da rede TIA em SELLETA. O que não significa a extinção da TIA. Os dois formatos, uma mais popular, outra mais sofisticada, devem conviver. Os empresários estimam o potencial de lojas SELLETA no Brasil em 230 potenciais. Em cinco anos, pretendem ter inaugurado 100 unidades.

Gazeta Mercantil

 

CASAS BAHIA REESTRUTURA REDE E ABRE EMPRESA PARA CRESCER

A CASAS BAHIA fechou 2006 sem avançar um real em relação à receita de 2005. A maior rede de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e móveis do País atingiu faturamento de R$ 11,5 bilhões, o mesmo de 2005. Isso levando em conta a abertura de 36 lojas, e fechamento de dez. "As vendas foram aquém do projetado, por isso tivemos que rever o plano de expansão e faturamento da empresa. A projeção era de crescer 5%, e chegou a 2,5%. Mas o resultado final foi positivo", afirma o Michael Klein, Presidente da empresa. Agora, a empresa prepara o terreno para voltar a crescer, em cerca de 10%, e passar a casa dos R$12,5 bilhões.

Gazeta Mercantil

 

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