Agrobusiness
Louis
Dreyfus faz no país investimentos de US$ 800 milhões
O
grupo francês LOUIS
DREYFUS nunca investiu tanto no Brasil quanto
nesta década. Após alguns anos de projetos menos
ambiciosos e vendas relativamente estagnadas, a
multinacional francesa deverá consolidar aportes
superiores a US$ 800 milhões no país entre 2004
e 2009, como parte de uma estratégia global que
tende a reduzir sua dependência das operações de
trading, sua força-motriz, e conferir peso a atividades
com receita recorrente. Em linha com esse novo enfoque,
a LDCOMMODITIES, principal braço do conglomerado,
já aplicou US$ 290,3 milhões para expandir a frente
brasileira entre 2004 e 2006 e tem aprovados mais
US$ 516,3 milhões para investir de 2007
a 2009. Presente no Brasil
desde o início do século passado, o grupo francês
passou a ser mais conhecido por aqui em 1942, quando
comprou a Comércio e INDÚSTRIAS BRASILEIRAS COINBRA.
Fortaleceu-se com a marca COINBRA, chegou a ser
conhecida como COINBRA-DREYFUS e hoje, como LOUIS
DREYFUS COMMODITIES DO BRASIL, responde por pouco
mais de 10% da receita global da múlti e por 40%
de seus ativos industriais. Com os investimentos
desta década, não é difícil que tais fatias aumentem.
Quando Robert Louis Dreyfus tornou-se Presidente
e CEO do grupo, em 2006,
a linha foi reforçada, e no
novo direcionamento o papel do Brasil ganhou ainda
mais relevância, principalmente nos segmentos sucroalcooleiro
e de citros. O grupo já conta com três usinas no
Brasil, e no momento constrói uma nova unidade em Rio Brilhante, no Mato Grosso do Sul. A receita
do segmento no Brasil, que só perde para a dos negócios
de soja, deverá alcançar US$ 505 milhões em 2007,
ante os US$ 434,9 milhões apurados no ano passado.
O faturamento da soja tende a superar US$ 1,1 bilhão
neste ano, 15% mais que em 2006, e nessa frente
a principal ação em andamento é a duplicação da
fábrica localizada em
Alto Araguaia, no Mato Grosso.
Valor
Econômico
GRUPO
MAEDA E BRASILAGRO FORMAM PARCERIA
A
empresa de investimentos imobiliários rurais BRASILAGRO e o GRUPO MAEDA firmaram parceria visando aumentar
a produção de soja e algodão, barateando os custos
de produção. As duas empresas firmaram carta de
intenções para a formação de uma joint venture,
cuja primeira ação é a compra de uma fazenda no
Oeste da Bahia. Serão investidos R$ 35 milhões na
aquisição de 31.500 hectares para
a produção de algodão, soja e milho. "Hoje
a atividade de agronegócio é de capital muito intensivo.
Para crescer mais rápido era preciso um sócio de
visão complementar", avalia Jorge Maeda, Presidente
do Grupo. O executivo explica que a joint venture
resultará em duas empresas, uma imobiliária, que
vai comprar as fazendas, prepará-las e outra de
gerenciamento do negócio, com a produção agrícola.
Atualmente a BRASILAGRO tem mais de 80.000 hectares de
terras compradas no Piauí, Mato Grosso do Sul, Goiás
e Bahia. Por outro lado, o GRUPO MAEDA tem cerca
de 100.000 hectares de lavouras plantadas anualmente
nas safras verão e inverno.
Gazeta
Mercantil
Alimentos
PIF
PAF NO RASTRO DAS GRANDES EMPRESAS
A
PIF PAF ALIMENTOS,
maior indústria frigorífica de Minas Gerais, pretende
seguir os passos das grandes empresas do setor,
como a SADIA e a PERDIGÃO, e investir no mercado
de alimentos prontos. O primeiro passo foi dado
com a inauguração de uma unidade de massas em Leopoldina
(MG). A empresa está investindo R$ 15 milhões na
fábrica que, em três anos, terá capacidade para
a produção de 1 milhão de pizzas por mês. Há três
anos a empresa atua no setor, terceirizando a produção,
350 mil unidades dias, que representa menos de 5%
do faturamento. A expectativa é de que a unidade
gere, este ano, negócios da ordem de R$ 10 milhões.
Este faturamento deve chegar a R$ 30 milhões em
três anos. Já neste ano, a empresa inaugura também
em Patrocínio (MG), a fábrica de ração e parte de
industrializados em suínos, onde foram investidos
R$ 26,5 milhões.
Gazeta
Mercantil
Autopeças
DELPHI
ERGUE NOVA FÁBRICA DE CHICOTES ELÉTRICOS EM MINAS
Jacutinga
é uma cidade mineira, conhecida pelo artesanato
em peças com crochê, tricô e bordados. É lá que
de forma muito discreta, há dois meses, a DELPHI,
uma das maiores fabricantes de autopeças do mundo,
ergueu uma nova fábrica. A multinacional americana
aproveitou a habilidade da população local com trabalhos
manuais para formar a sua mão-de-obra. Assim, ergue
a 11ª fábrica da DELPHI no país. A DELPHI já produzia
chicotes. É dona de metade desse mercado no Brasil.
Mas com o crescimento das vendas de carros no país,
a demanda aumentou. Havia duas alternativas: ampliar
a produção na fábrica já existente, em Espírito Santo dos
Pinhais, São Paulo, ou construir uma nova unidade.
A empresa decidiu fazer as duas coisas. A nova fábrica
foi erguida sem alarde em novembro e já entrou em
ritmo acelerado o que obriga a empresa a programar
o terceiro turno na unidade para o final de fevereiro,
segundo o Presidente da DELPHI na América do Sul,
Gábor Déak. Agora, a DELPHI tem 11 unidades no Brasil
espalhadas por São Paulo, Minas Gerais, Paraná e
Rio Grande do Sul, e mais uma na Argentina. Esse
conglomerado engloba 9 mil funcionários e uma receita
que somou US$ 822 milhões em 2006.
Valor
Econômico
Bebidas
& Fumo
DEVASSA
DOBRA PRODUÇÃO E FATURAMENTO
A
CERVEJARIA
DEVASSA, que teve origem numa brincadeira em
2002 entre o paulista Cello Macedo e o carioca Marcelo
do Rio, já atinge cinco estados (Rio, São Paulo,
Brasília, Belo Horizonte e Curitiba) e registra
um crescimento anual entre 80% e 100% em seu faturamento.
Para 2007, prevê que a receita pode chegar a R$
14 milhões, o dobro do ano passado, quando registrou
R$ 7 milhões. Segundo o Diretor Executivo da DEVASSA,
Cello Macedo, esse crescimento será alcançado com
o aumento das vendas nas redes próprias de bares,
em outros estabelecimentos e nos supermercados,
principalmente as grandes redes em que já estão,
como CARREFOUR, PÃO DE AÇÚCAR e WALL MART. Instalada
em Santo Cristo, centro
do Rio, a fábrica tem capacidade para 120 mil litros
por mês. Com o aumento da demanda a empresa vai
investir R$ 400 mil para dobrar a produção neste
ano. A DEVASSA planeja construir uma fábrica em
Brasília, em regime de franquia, para atender o
planalto central e o triângulo mineiro. A DEVASSA
possui 11 bares no Rio e um em
São Paulo. A empresa vai abrir
mais três bares no Rio até o final de fevereiro
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
QG
AMPLIA CRIAÇÃO
Com
a chegada de novos clientes e um crescimento de
15% no ano passado, a QG
PROPAGANDA foi obrigada a promover algumas reformulações
na estrutura da empresa, particularmente na parte
criativa, detalha Sérgio Lopes, sócio e VP de criação
da agência. "Tivemos uma movimentação muito
grande na agência. No ano passado, participamos
de diversas concorrências e os resultados nos permitiram
crescer bastante", comenta Lopes. Agora, a
estrutura de criação da QG passa a ser dividida
em duas unidades, cada uma comandada por um publicitário.
Uma delas estará nas mãos de Marcello Droopy, que
começa a dirigir a criação do grupo composto por
DICICO, CACAU SHOW, MAPFRE SEGUROS e HIPERCARD.
Por outro lado, Paulo André Bione, Diretor de Criação
da QG há três anos, fica responsável pelos clientes
FININVEST, HOPI HARI, POP e DROGA RAIA. "Nas
últimas nove concorrências das quais participamos,
ganhamos sete novas contas. Estas conquistas nos
fazem acreditar que, além do aumento do faturamento
em 2006, de 15%, com resultado de R$ 120 milhões,
a previsão para 2007 é fecharmos o ano batendo os
R$ 140 milhões", detalha Lopes.
Gazeta
Mercantil
LASELVA
COMPRA REDE DE LIVRARIAS SODILER, DO RIO
A
rede de livrarias paulistana LASELVA BOOKSTORE fechou a compra da concorrente
SODILER,
do Rio de Janeiro. A LASELVA possui 64 pontos de
venda enquanto que a SODILER tem 20. Tanto a LASELVA
quanto a SODILER são fortes dentro de aeroportos.
A LASELVA opera em 14 aeroportos e a SODILER tem
lojas em aeroportos de Rio, Recife, Brasília, Natal
e Maceió. A LASELVA fortalece, assim, sua posição
dentro de aeroportos. A rede paulista atua também
em shoppings e tem parceria com a rede supermercadista
PÃO DE AÇÚCAR, fornecendo livros à varejista.
Valor
Econômico
Engenharia,
Projetos & Construção
ENGEVIX
CRIARÁ DIVISÃO FOCADA EM GERAÇÃO DE ENERGIA
A
ENGEVIX,
empresa de engenharia, conhecida por grandes obras
de infra-estrutura desde os anos 60, vai alterar
sua estrutura organizacional. A empresa pretende
separar a área de energia das demais atividades
em que atua, como construção de rodovias, hospitais,
sistema de saneamento, de gás e petróleo. A divisão
de energia começou a ganhar maior importância dentro
do grupo, principalmente nos últimos dois anos.
Em 2006,
a ENGEVIX iniciou os primeiros
projetos próprios de geração de energia elétrica.
Em dezembro, pôs em operação sua primeira Pequena
Central Hidrelétrica (PCH), na qual detém 100% do
capital. A PCH Esmeralda, no Rio Grande do Sul,
recebeu investimentos de R$ 71 milhões, e tem capacidade
para gerar 22 MW. A ENGEVIX ainda programa a conclusão
de outras duas PCHs próprias em 2007, Santa Laura (RS) e Santa Rosa (RJ) e já tem projeto de mais
duas, cujos detalhes ainda não são revelados. Em
2006, o grupo ENGEVIX dobrou o faturamento em relação
a 2005, alcançando R$ 592,9 milhões.
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Fabricante
vende 14% a mais no Brasil e recupera mercado
A
suíça NOVARTIS,
primeira farmacêutica a divulgar a receita obtida
em 2006 no Brasil, disse que obteve crescimento
de 14% em suas vendas líquidas, que somaram R$ 1,56
bilhão. As vendas líquidas de medicamentos da empresa,
que também atua no segmento de genéricos e produtos
para consumo, respondeu pela maior fatia: R$ 1,48
bilhão, o que significou alta de 16%. Em suas operações
globais, a NOVARTIS apresentou receita líquida de
US$ 37 bilhões em 2006, o que representou alta de
15%. O lucro líquido da companhia aumentou 17%,
para US$ 7,2 bilhões. A tendência é que a empresa
continue melhorando suas margens com a entrada de
novos medicamentos. Para este ano, a NOVARTIS prevê
o lançamento no Brasil de cinco produtos e outros
três para 2008.
Valor
Econômico
Financeiro
MERCANTIL
CONCENTRA EXPANSÃO EM BH
Depois
de seis meses de análise, os consultores concluíram
que o banco mineiro tem melhores chances de expansão
em praças onde sua marca é bastante conhecida, como
Belo Horizonte, onde está a sede da instituição.
Na cidade, a participação de mercado do MERCANTIL
DO BRASIL é de cerca de 10%, número muito próximo
da fatia de mercado de grandes concorrentes. "Daremos
um foco geográfico, onde temos maior capacitação
para atuar e disputar mercado", explicou o
Diretor-Executivo do banco, André Brasil. "Aqui
(em Belo Horizonte), conseguimos
competir em igualdade de condições". Segundo
ele, a instituição já está em busca de pontos disponíveis
na cidade para as novas agências. A revisão do plano
estratégico também resultou no reforço do foco em
três áreas: varejo bancário, crédito consignado
e financiamento de veículos. A idéia é aumentar
os investimentos nestes nichos para expandir a carteira.
O MERCANTIL DO BRASIL tem hoje 187 agências em funcionamento
no país, a grande maioria delas em cidades da região
Sudeste. No último balanço divulgado pelo banco,
no fechamento do primeiro semestre de 2006, o lucro
líquido apurado foi de R$ 14,3 milhões. O resultado
foi 15% maior que o do mesmo período do ano anterior.
Valor
Econômico
Máquinas
& Equipamentos
DASA
INVESTE US$ 7 MILHÕES
A
DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA (DASA) vai investir US$ 7 milhões
na aquisição de equipamentos Profect CS, da NDT/
Fujifilm, cuja função é digitalizar as imagens de
mamografia e Raio-X e possibilitar a visualização
e envio das imagens via rede para uma central de
laudos. Isso vai permitir emissão de laudos finais
com a disponibilidade da expertise médica de várias
áreas de conhecimento médico.
Valor
Econômico
ROCHE
DIAGNOSTICS INVESTE NO GRANDE VAREJO
Explorar
o grande varejo e lojas virtuais é a mais recente
estratégia da ROCHE
DIAGNOSTICS BRASIL para aumentar as vendas de
monitores de glicemia e insumos para o controle
do diabetes, produtos antes tradicionalmente comercializados
em farmácias e outros tipos de estabelecimentos
especializados na área de saúde. A empresa começou
a entrar em redes como a CASAS BAHIA, CASA &
VÍDEO e SUBMARINO em meados de 2005 de maneira experimental,
e no ano passado viu suas vendas nessas lojas crescerem
246%. O valor atingido, de R$ 1,2 milhão, ainda
é pequeno quando comparado ao montante faturado
pela companhia com esses produtos no País, mas essa
taxa de crescimento mostra o potencial desses canais,
disse o Gerente de Varejo da ROCHE, Renato Arruda,
observando que a estratégia agora é consolidar e
ampliar essa distribuição. A expectativa do executivo
é que em 2007 a receita obtida nessas
lojas cresça em percentual parecido com o do ano
passado. Em 2006, o faturamento da ROCHE DIAGNOSTICS
com a divisão de monitores de glicemia, lancetadores
e tiras reagentes subiu cerca de 13% ante o ano
anterior, para R$ 116 milhões.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
DICICO
INVESTIRÁ R$ 40 MI
A
rede de home centers DICICO
planeja inaugurar mais seis lojas este ano, chegando
à sua 24ª unidade. As novas lojas serão instaladas
no interior e no litoral de São Paulo, além de regiões
da capital onde ainda não está presente, como a
Zona Oeste. As inaugurações demandarão investimento
de R$ 40 milhões. O faturamento deve chegar a R$
600 milhões em 2007, ante R$ 432 milhões registrados
no ano passado.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
Deten
Química prevê vendas maiores com queda do petróleo
A
queda do preço do petróleo pode voltar a impulsionar
os negócios da DETEN
QUÍMICA, empresa que fabrica o alquibenzeno
linear (LAB), um dos componentes-chave para a fabricação
de detergentes líquidos e em pó. "O mercado
de detergentes cresce 6% ao ano, mas o consumo de
LAB não tem variação nos últimos anos", diz
o Diretor-Geral da companhia, Irundi Edelweiss.
A companhia, que tem fábrica no pólo petroquímico
de Camaçari (BA), a 45 km de Salvador, e é a maior fabricante do insumo
na América Latina, completou 25 anos de fundação
em setembro. No ano passado,
seu faturamento atingiu R$ 713 milhões.
Valor
Econômico
MERIAL
MANTÉM LIDERANÇA
A
MERIAL SAÚDE
ANIMAL encerrou 2006 com faturamento de R$ 263
milhões. Sem contar a venda de vacinas contra febre
aftosa, a empresa cresceu 8,45% no ano. O bom desempenho
mantém a empresa na liderança do mercado brasileiro
de produtos para saúde animal.
Gazeta
Mercantil
Serviços
UNIMED-BH
CRESCE 18,6% E INVESTE EM NOVO HOSPITAL
A
UNIMED-BH,
sistema de saúde suplementar de Minas Gerais, fechou
2006 com faturamento bruto de R$ 1 bilhão, resultado
18,6% superior em relação a 2005. A carteira de clientes
cresceu 8,2%, para 615 mil pessoas, distribuídos
em 17 municípios da região metropolitana de Belo
Horizonte. A previsão para este ano é inaugurar
novo hospital de pronto-atendimento e chegar a uma
receita de R$ 1,2 bilhão.
Gazeta
Mercantil
VILLA-LOBOS
FATURA MAIS
O
faturamento do SHOPPING VILLA-LOBOS cresceu
25% no acumulado de janeiro a dezembro de 2006,
comparado com 2005. Um indicador que mostra o crescimento
é, segundo a administração do empreendimento, a
promoção de Natal que previa a troca por telas a
cada R$ 350 em notas fiscais.
Gazeta
Mercantil
NETIMÓVEIS
NEGOCIA R$ 310 MILHÕES VIA WEB
Especializada
no comércio de imóveis via internet, a mineira NETIMÓVEIS
está investindo em sua expansão. Há 11 anos no mercado
com atuação nos estados de Minas Gerais, Rio de
Janeiro e Espírito Santo, a empresa começa a operar,
a partir deste ano, em São Paulo, Santa Catarina
e Bahia. O site da imobiliária on-line conta hoje
com uma gama de 74 mil imóveis comercias e residências
cadastrados. Apenas em Belo Horizonte no
ano passado, a NETIMÓVEIS foi responsável por 17%
dos negócios. A empresa obteve volume de transações em 2006
equivalente a R$ 310 milhões. Na capital mineira,
a empresa possui uma carteira com 8.500 imóveis.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
CBA
INVESTE EM NOVAS ÁREAS DE MINERAÇÃO
O
aumento na demanda mundial por alumínio, que tem
crescido entre 4% e 5% anualmente, e a previsão
de manutenção deste patamar para os próximos anos
fizeram a COMPANHIA
BRASILEIRA DE ALUMÍNIO (CBA), do GRUPO VOTORANTIM,
intensificar investimentos em mineração de bauxita
nos últimos cinco anos, totalizando R$ 365 milhões
até 2006. Para 2007, mais R$ 93 milhões devem ser
aplicados na área, informou o Diretor de Mineração
da CBA, Carlos Augusto Parisi. Atualmente, a companhia
produz cerca de 2,6 milhões de toneladas de bauxita.
Para atender a necessidade de insumo extra, a companhia
inicia, no segundo semestre deste ano, a exploração
de mais uma mina, em Miraí, zona da Mata mineira.
No total, serão investidos na mina R$ 150 milhões,
dos quais R$ 80 milhões estão sendo aplicados neste
ano, principalmente em equipamentos como britador
e lavador.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
DÍGITRO
PLANEJA CRESCER 20% COM CERTIFICAÇÃO
A
fornecedora catarinense de software e hardware para
telecomunicações DÍGITRO
é a primeira empresa brasileira, e a segunda da
América Latina, a obter a certificação internacional
para produtos e serviços TL 9000. Com faturamento
de R$ 67 milhões no ano passado, a companhia pretende
usar o certificado para crescer pelo menos 20% em
2007, além de ampliar exportações para Argentina,
Uruguai, Venezuela, Panamá, México e Moçambique
e entrar no setor de serviços. Voltada ao setor
de telecomunicações, a TL 9000 reúne um conjunto
de métricas e procedimentos baseados em dados do
QuEST Fórum (Quality Excellence for Supliers of
Telecomunications). Sediada em Florianópolis, a
DÍGITRO emprega 460 funcionários e possui nove escritórios
no Brasil, para atender a cerca de 3 mil clientes,
entre eles EMBRATEL, TELEMAR, CLARO e BRASIL TELECOM.
Seguindo tendência do setor, a empresa vai entrar
decisivamente na área de serviços com a DÍGITRO
SERVICE e a DÍGITRO NET, empresas que serão lançadas
em 2007.
Valor
Econômico
HP
SUPERA DELL PELA SEGUNDA VEZ EM 2006
Com
11,9 milhões de computadores pessoais comercializados,
a HP superou
mais uma vez a DELL no mercado mundial de PC. No último trimestre
do ano passado, as vendas da HP cresceram 23,8%
em comparação com o mesmo período de 2005 e a companhia,
que já havia superado a rival no trimestre anterior,
atingiu 18,1% de participação. A DELL registrou
queda de 8,4% nas vendas, mas continua na liderança.
As vendas anuais da HP avançaram 19,2%, chegando
a 38,8 milhões de máquinas. No quarto trimestre,
as vendas totais de computadores cresceram 8,7%,
para 65,7 milhões de unidades. Para o ano, a expansão
foi de 10%, somando 228,5 milhões de máquinas.
Gazeta
Mercantil
ATP
INVESTE R$ 18 MILHÕES EM TI
Após
investir R$ 4 milhões no ano passado em infra-estrutura
para ampliar a capacidade de processamento de transações
da Rede Verde e Amarela (RVA), a ATP,
administradora da rede de serviços bancários, planeja
aplicar R$ 18 milhões em novos projetos de TI em
2007, o que representa cerca de 15% dos recursos
em caixa da companhia. O foco neste ano, no entanto,
será a área de serviços de back office, que terá
renovado seu parque tecnológico. "Estamos pesquisando
no exterior novas tecnologias e produtos que possam
alavancar as transações", diz o Diretor Executivo,
Juarez Lopes Cançado. Os investimentos em tecnologia
visam a suportar o crescimento dos negócios da companhia.
Criada em 1993 para integrar agências de bancos
estaduais, a RVA precisou se reposicionar para sobreviver
à privatização no setor. A recuperação veio em 2005
com o setor privado demandando os serviços da companhia.
Em 2006, a ATP conquistou 30
novos clientes e fechou o ano com faturamento de
R$ 348 milhões, crescimento de mais de 30% em relação
a 2005.
Valor
Econômico
Têxtil
& Couro
MACCAFERRI
COMPRA BAIANA BMD POR R$ 14 MILHÕES
O
grupo italiano MACCAFERRI
anunciou a aquisição da BMD
TÊXTEIS, fabricante de laminados de PVC e especializada
na produção de tecidos industriais. O negócio, que
se estendeu pelo segundo semestre do ano passado,
foi fechado em R$ 14 milhões. A fábrica da BMD fica
em Camaçari (BA) e é especializada na produção de
tecidos para fabricação de toldos, coberturas, roupas
de segurança e fios industriais. Segundo estimativa
da MACCAFERRI, o faturamento da nova subsidiária
deverá saltar dos R$ 15 milhões de 2006 para R$
18 milhões em 2007. Para o ano que vem, a previsão
é de faturar R$ 30 milhões. A expectativa de fazer
dobrar a receita da BMD entre 2006 e 2008 existe
porque o grupo italiano começará a investir, ainda
em 2007, R$ 20 milhões para ampliar a capacidade
da unidade.
Valor
Econômico
FILA
INVESTE EM CONFECÇÃO
A
marca FILA,
que no Brasil vem registrando vendas crescentes,
trouxe ao País o executivo da FILA INTERNACIONAL,
John Guest. A nova coleção de confecção da marca
está recebendo um aporte de US$ 1 milhão. No País,
FILA é representada pelo GRUPO CLÁSSICO DILLY.
Gazeta
Mercantil
BEBECÊ
CONSTRÓI NOVA FÁBRICA COM FOCO EM INOVAÇÃO
A
fabricante de calçados femininos BEBECÊ, de Três Coroas (RS), vai inaugurar
em fevereiro sua quarta fábrica no município, com
investimentos de R$ 4,6 milhões. O principal objetivo
da obra, iniciada em julho do ano passado, é ampliar
a área de desenvolvimento de produtos, que tem garantido
a sobrevivência da empresa apesar da crise das exportações.
De acordo com o Diretor-Presidente da companhia,
Analdo Slovinski Moraes, metade dos 3 mil m² de
área construída serão destinados para a criação
de novos produtos. Os outros 1,5 mil ² devem garantir
um aumento de 10% na capacidade produtiva da companhia,
que produziu 3,15 milhões de pares de calçados no
ano passado. Diante disso, a empresa quase duplicou
o número de lançamentos de novos modelos, que passaram
de 250 por semestre para 400. Após a expansão, cerca
de 200 funcionários diretos e 200 indiretos serão
contratados para a unidade. Atualmente, a BEBECÊ
emprega 600 pessoas. A expectativa da companhia
é alcançar um crescimento de 10% nas vendas em 2007.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
ANO
COMEÇA COM EXPANSÃO DE 38,8% NA VENDA DE CARROS
Balanço
da FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição
de Veículos Automotores), mostra crescimento de
38,8% na venda de automóveis e comerciais leves
na primeira quinzena de janeiro em relação ao mesmo
período de 2006. O relatório também aponta a liderança
da VOLKSWAGEN (26,6%), superando a FIAT (23,2%), que até dezembro liderou o mercado.
A GM,
com 22,1%, e a FORD, 11,9%, vêm a seguir. Outra surpresa,
no período, é a recuperação da RENAULT,
com 3,9% das vendas.
Gazeta
Mercantil
PROFARMA
ABRE SEGUNDO CENTRO NO NORDESTE
A
PROFARMA
anunciou a inauguração do seu nono centro de distribuição,
construído na cidade de Recife. A distribuidora
de medicamentos quer aumentar sua participação de
mercado nas regiões Nordeste e Sul, respectivamente
terceira e segunda maiores consumidoras de produtos
farmacêuticos do país. De Pernambuco, a PROFARMA
atenderá também Alagoas e Paraíba. Os três Estados
representam um mercado pouco maior do que a Bahia,
onde a distribuidora tem um centro desde 2004. Hoje,
no mercado baiano, a PROFARMA fatura R$ 116 milhões
e detém uma fatia de 17%. "Nossa expectativa
é repetir, em Pernambuco, os resultado da Bahia",
afirma Sammy Birmarcker, Presidente da PROFARMA.
A companhia planeja construir um terceiro centro
no Nordeste.
Valor
Econômico
Varejo
SELLETA
CRIA AMBIENTE ESPECIAL PARA VENDER LINGERIE
Vender
lingerie de uma maneira diferente das redes de varejo
convencionais é a proposta da recém-criada SELLETA.
Especializada em roupas íntimas e com a primeira
unidade inaugurada em dezembro do ano passado, em
São Paulo, a idéia é passar bem
longe do estilo "balaio", onde acha o
que procura quem tem paciência para procurar e também
da habitual organização dos produtos por marcas.
Os pontos-de-venda SELLETA foram inspirados no estilo
VICTORIA’S SECRET, onde a consumidora encontra em
seções separadas itens rendados, coloridos, sem-costura.
Já os pontos-de-venda da SELLETA são organizados
por estilo de vida da consumidora. Os empresários
proprietários da marca, Gustavo Sarti, Marco Pinheiro
e João Carlos Figueiredo, deram à empresa também
um conceito diferente de negócio. "Franquia
não era o modelo mais apropriado porque não vamos
vender exclusivamente marca própria", diz Sarti,
Diretor de Marketing da SELLETA. Os três criaram
uma licenciadora, que funciona como uma célula de
serviços para a rede de lojas. A marca também fechou
contrato com o grupo ROSSET
TÊXTIL, uma das maiores fabricantes do segmento
no País, e deverá vender exclusivamente as marcas
VALISÈRE,
VALFRANCE e LIZ. O licenciamento da marca começa em abril,
mas a idéia é converter seis das 14 lojas da rede
TIA em SELLETA. O que não significa
a extinção da TIA. Os dois formatos, uma mais popular,
outra mais sofisticada, devem conviver. Os empresários
estimam o potencial de lojas SELLETA no Brasil em
230 potenciais. Em cinco anos, pretendem ter inaugurado
100 unidades.
Gazeta
Mercantil
CASAS
BAHIA REESTRUTURA REDE E ABRE EMPRESA PARA CRESCER
A
CASAS BAHIA
fechou 2006 sem avançar um real em relação à receita
de 2005. A maior rede de eletrodomésticos,
eletroeletrônicos e móveis do País atingiu faturamento
de R$ 11,5 bilhões, o mesmo de 2005. Isso levando
em conta a abertura de 36 lojas, e fechamento de
dez. "As vendas foram aquém do projetado, por
isso tivemos que rever o plano de expansão e faturamento
da empresa. A projeção era de crescer 5%, e chegou
a 2,5%. Mas o resultado final foi positivo",
afirma o Michael Klein, Presidente da empresa. Agora,
a empresa prepara o terreno para voltar a crescer,
em cerca de 10%, e passar a casa dos R$12,5 bilhões.
Gazeta
Mercantil