Agrobusiness
GRUPO
OTÁVIO LAGE PREVÊ FORTE EXPANSÃO
Rodrigo
Penna de Siqueira é o principal executivo do GOIÁS CARNE, indústria controlada pelo
GRUPO OTÁVIO LAGE, um dos maiores e mais diversificados
de Goiás. O grupo prevê um faturamento bruto de
R$ 660 milhões para 2007. Ricardo Fontoura, principal
executivo do Grupo, prepara a empresa para uma
forte expansão nos próximos anos. Em 2007, as
quatro empresas do grupo já têm em caixa R$ 110
milhões para ampliar os negócios. Até 2010, os
aportes potenciais devem superar R$ 400 milhões.
Boa parte do dinheiro será usada na ampliação
da usina Jalles Machado, a segunda maior do Estado,
mas também atenderá à expansão do GOIÁS CARNE,
da VERA CRUZ AGROPECUÁRIA e da PLANAGRI SEMENTES.
Nos planos, está o aumento no processamento de
cana-de-açúcar, com a injeção de capital de R$
80 milhões na atual planta da Jalles Machado,
que passará a empregar 2,8 mil funcionários diretos
e deve faturar R$ 250 milhões em 2007. Neste ano,
o faturamento do grupo passará a R$ 350 milhões.
Valor
Econômico
AGROVALE
PREVÊ AUMENTO DE 12% NA PRODUÇÃO EM 2007
A
AGROINDÚSTRIAS DO VALE DO SÃO FRANCISCO (AGROVALE) espera produzir este ano 1,5
milhão de toneladas de cana-de-açúcar, com aumento
de 12% sobre as 1,34 milhão de toneladas obtidas
em 2006. Com área plantada de 16 mil hectares,
totalmente irrigados, a empresa é a única no Brasil
nessa categoria. Localizada em Juazeiro, a AGROVALE
é um projeto pioneiro como produtora de açúcar
e álcool no semi-árido do Nordeste. A empresa
produziu 2,088 milhões de sacas de 50 quilos e
43 milhões de litros de álcool em 2006. Com a
marca AGROVALE, a empresa coloca toda sua produção
de açúcar no mercado regional e o álcool junto
às distribuidoras da PETROBRAS.
Valor
Econômico
Bebidas
& Fumo
Versão
cola impulsiona Fruki no RS
A
BEBIDAS FRUKI,
maior fabricante regional do Rio Grande do Sul,
conseguiu elevar a participação no mercado gaúcho
de refrigerantes graças ao lançamento do seu produto
à base de cola no final de 2005. Hoje o FRUKI
COLA já responde por 35% do volume de vendas da
empresa, atrás apenas do GUARANÁ FRUKI, bebida
tradicional e apreciada pelo consumidor gaúcho.
"Há dois anos tínhamos 8,5% de market share
em refrigerantes no Rio Grande do Sul e hoje temos
11%", diz o Diretor Comercial da companhia,
Fernando Schneiders, projetando que em dois anos
o FRUKI COLA será o carro-chefe das vendas da
empresa.
Gazeta
Mercantil
CERVEJARIA
CINTRA INVESTE PARA DISPUTAR ESPAÇO COM GRANDES
A
CERVEJARIA
CINTRA, de origem portuguesa, pretende entrar
na briga com as gigantes do setor, AMBEV, SCHINCARIOL
e FEMSA. O novo plano estratégico da empresa,
iniciado neste mês e válido até 2011, prevê ampliar
a rede de distribuição e investir para aumentar
a capacidade de produção. "Precisávamos definir
qual seria o posicionamento da CINTRA no Brasil:
ou ser uma empresa de peso ou de nicho. Decidimos
então que não iríamos baixar o preço para disputar
com as pequenas e sim ser um ‘player’ e disputar
mercado com as grandes", disse o Diretor
Comercial e de Marketing da CINTRA, Sergio Sampaio.
O objetivo da empresa, que produz a Cintra Pilsen
e a Mulata (mistura de cerveja clara com escura),
é aumentar seu market share dos atuais 1,3% para
5% até 2010. Para suprir esse crescimento, a empresa
vai investir R$ 8 milhões em duas novas linhas
de produção em 2008, uma em cada fábrica, Mogi
Mirim, no interior de São Paulo, e outra em Piraí,
no Rio de Janeiro. A capacidade de produção da
empresa, que comprará novos equipamentos de tancagem,
vai aumentar 35% e passar de 420 milhões de litros
de cerveja por ano para cerca de 567 milhões de
litros.
Gazeta
Mercantil
Energia
GRUPO
NEONERGIA REGISTRA LUCRO RECORDE DE R$ 955 MILHÕES
Controladora
das distribuidoras estaduais de energia do Rio
Grande do Norte (CORSEN), Bahia (COELBA) e Pernambuco
(CELPE), a NEONERGIA obteve, no ano passado, um lucro
líquido de R$ 995 milhões, o maior desde que iniciou
as operações no Brasil, em 1997. O Presidente
do grupo, Marcelo Corrêa, afirma que o resultado,
21% superior ao apurado em 2005, credencia a empresa,
que é controlada pela PREVI, BANCO DO BRASIL e
a espanhola IBERDROLA, para crescer ainda mais
no Brasil nos segmentos de geração, transmissão
e distribuição. O executivo informa que, só em
geração, os investimentos previstos para os próximos
quatros anos somam, inicialmente, R$ 1,1 bilhão.
Gazeta
Mercantil
Engenharia,
Projetos & Construção
ROSSI
BUSCA DIVERSIFICAÇÃO DE MERCADOS
A
ROSSI
RESIDENCIAL está se afastando cada vez mais
de suas origens. Fruto de uma estratégia agressiva
de diversificação regional, nesse ano a companhia
vai, pela primeira vez em sua história, lançar
mais apartamentos em outras cidades do país do
que na capital paulista, ainda o maior mercado
do setor imobiliário brasileiro. Em 2007, cerca
de 65% dos lançamentos da ROSSI irão ocorrer nas
outras 26 cidades dos oito estados brasileiro
em que está presente. A estratégia de atacar outros
mercados tem sido a tônica dos projetos de expansão
das construtoras e incorporadoras que foram ao
mercado nos últimos 18 meses. Mas nenhuma delas
tem levado tão a sério a idéia de ter uma atuação
nacional quanto a ROSSI. A companhia vem se expandindo
com rapidez. O número de lançamentos nos três
primeiros meses de 2006 foi três vezes maior do
que no mesmo período do ano anterior. O lucro
líquido ajustado pulou de R$ 13 milhões para R$
52 milhões no mesmo período, mas ainda muito impactado
pelo resultado financeiro da capitalização.
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
ACIONISTAS
DA ZAMBON LANÇAM PLANOS PARA ELEVAR NEGÓCIOS NO
BRASIL
Pouco
mais de quatro décadas atrás Gaetano Zambon já
pressentia que restringir seus negócios à Itália
não era exatamente um acerto. O fundador do laboratório
farmacêutico ZAMBON
resolveu se aventurar. Elaborou um projeto e desembarcou
no Brasil para montar o que seria uma das suas
primeiras filiais da farmacêutica. Presente em 16 países, número que é elevado
para 20 nações quando se contabiliza as operações
realizadas com distribuidores, o ZAMBON se auto-define
como um laboratório de porte médio, avesso à fusões,
disposto a manter sua independência e sem planos
para o mercado de capitais por ora. Com uma receita
global de 410 milhões de euros no segmento farmacêutico
e de 80 milhões de euros na operação de química
fina, o ZAMBON objetiva modificar a relação entre
medicamentos que necessitam de prescrição médica
e remédios sem receita, além de dobrar suas vendas
no Brasil. No Brasil, a duplicação de receita
tem exigido um esforço nada desprezível. Isso,
porque a meta é dobrar as vendas obtidas em 2005,
que foram de R$ 82 milhões, até o fim de 2008.
A receita cresceu 17% e alcançou R$ 96 milhões,
quando a previsão feita inicialmente era de um
incremento de 15% para 2006.
Valor
Econômico
Financeiro
BRASIL
LIDERA PLANO DO SANTANDER DE DOBRAR NEGÓCIOS NA
AMÉRICA LATINA
O
BANCO SANTANDER
quer dobrar o volume de negócios na América Latina
até 2009. A meta faz parte do Projeto Banco Comercial
20.10 na América Latina, lançado em novembro.
A reunião se realiza a uma semana do anúncio dos
resultados globais do banco que "serão francamente
muito bons", segundo o Vice-Presidente para
a América Latina, Francisco Luzón. Os gerentes
também serão informados que o banco pretende tornar
SANTANDER a marca única na América Latina. O banco
espanhol administra, atualmente, US$ 200 bilhões
na América Latina. No Brasil é onde possui a maior
operação da região, com ativos totais de R$ 91,4
bilhões, 7,2 milhões de clientes e uma rede de
1,8 mil pontos de venda. O plano de expansão prevê
US$ 2 bilhões em investimentos para a expansão
orgânica dos canais de distribuição. A rede de
agências vai crescer 23% para 5 mil unidades,
com a abertura de quase mil novas. As posições
nos call centers vão crescer 47%, de 7,8 mil para
11,5 mil; e a rede de caixas automáticas, aumentará
36%, de 14,4 mil para 19,6 mil. Apenas em call
center serão aplicados R$ 200 milhões no Brasil,
informou o Presidente da operação local, Gabriel
Jaramillo. Em 2006, o banco investiu US$ 1 bilhão
em tecnologia no país.
Valor
Econômico
MODAL
LUCRA 138% MAIS EM 2006
O
BANCO
MODAL encerrou o ano passado com lucro líquido
de R$ 27,6 milhões, 138% acima do resultado de
2005. A expansão foi puxada pelas operações de
crédito para empresas e pelas operações de tesouraria,
informou Pedro Marcelo Luzardo, sócio do banco.
Para 2007, o banco aposta em duas novas áreas,
recém-criadas: câmbio e "middle corporate".
O patrimônio encerrou o ano em R$ 115 milhões,
alta de 30%. A área de fundos dobrou o patrimônio,
para R$ 130 milhões. Em 2006, o foco foi atrair
pessoas físicas de alta renda e o número de clientes
chegou a 300.
Valor
Econômico
CITI
AMPLIA SEU BANCO DE INVESTIMENTO NO BRASIL
O
CITIGROUP,
que em breve terá sua marca alterada para CITI,
prepara-se para contratar mais dois executivos
sêniores para seu Banco de Investimento no Brasil,
além de analistas de renda variável. Sob o comando
de Ricardo Lacerda, Diretor-Executivo e Presidente
do banco de investimentos no país, o CITI conseguiu
subir da 13ª em 2005 para a 4ª posição no ano
passado no ranking do mercado de fusões e aquisições
de empresas brasileiras, e não quer parar por
aí. A ascensão no ranking é resultado da própria
contratação de Lacerda. Ele ingressou no CITI
em agosto de 2005. O grande e maior desafio é
galgar posições na atividade de assessoria às
empresas na emissão de ações. O CITI reabriu sua
corretora no Brasil somente em junho do ano passado,
quando muitos de seus concorrentes estavam plenamente
estruturados e em meio ao mercado acionário já
em ebulição. O executivo acredita que o mercado
de fusões e aquisições tem tudo para atingir um
novo recorde em 2007, com as empresas brasileiras
cada vez mais capitalizadas partindo para as compras.
Valor
Econômico
Máquinas
& Equipamentos
RECEITA
BRUTA DA WEG SOBE 18%, PARA R$ 3,5 BI
A
fabricante brasileira de motores e equipamentos
elétricos WEG obteve receita operacional bruta consolidada
de R$ 3,52 bilhões no ano passado, montante 18,4%
superior em relação a apurada em 2005. No mercado
externo, a receita cresceu 22,6% e atingiu R$
1,38 bilhão. A receita operacional bruta alcançou
R$ 2,14 bilhões no Brasil em 2006, um crescimento
de 15,9% quando comparada com a do exercício anterior.
Gazeta
Mercantil
RANDON
REGISTRA 80% A MAIS DE PEDIDOS
A
RANDON
S.A. - Divisão Implementos, virou o ano com pedidos
em carteira para 120 dias, o que em número de
equipamentos corresponde à entrega de algo próximo
de 5 mil unidades entre janeiro e abril. O volume
significa uma alta de aproximadamente 80% em relação
as 2,8 mil unidades do início de 2006, mas cuja
carteira não passava de 60 dias. A informação
é do Diretor Comercial da empresa, Marcos Zanotti.
Diferentemente de anos anteriores, quando havia
algum tipo de concentração de modelos, para a
RANDON, 2007 inicia com diversidade no mix. No
ano passado, a área de implementos da RANDON produziu
número próximo de 15,5 mil equipamentos para o
transporte de cargas. A previsão para 2007 é de
um crescimento de 10%, um tanto conservadora diante
do potencial que há no mercado interno e externo.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
TIGRE
CONSTRÓI UNIDADE NOS EUA
Quatro
anos depois dos primeiros estudos de mercado,
a fabricante de tubos, conexões e acessórios de
PVC TIGRE vai inaugurar sua primeira fábrica nos
Estados Unidos em junho. A unidade está sendo
construída num terreno alugado em Janesville,
no estado de Wisconsin, onde funciona desde setembro
um centro de distribuição da empresa. Serão investidos
US$ 5 milhões, entre a compra de equipamentos
e a transferência de moldes de itens produzidos
no Brasil especialmente para o mercado americano.
A empresa constituiu uma subsidiária, a TIGRE
USA INC. para operar naquele mercado. Antes da
abertura do centro de distribuição, a TIGRE vendia
aos EUA por meio de parceria comercial. A nova
fábrica faz parte do plano de investimento de
US$ 100 milhões para 2007, que serão utilizados
em atualização tecnológica e aquisições. Empresas
do México, de países andinos e da América Central
estão na mira da empresa. No ano passado, as receitas
da empresa ultrapassaram a casa dos US$ 800 milhões
(ante os US$ 700 obtidos em 2005). Para 2007,
a meta é ampliar esse resultado em cerca de 8%.
Valor
Econômico
PORTOBELLO:
MAIS FRANQUIAS
Com
expectativa de inaugurar 20 lojas no modelo compacto
em 2006, a PORTOBELLO
Shop, especializada em revestimentos cerâmicos,
fechou o ano com 27 novas unidades, somando 80
lojas. Segundo Juarez Leão, Diretor da PORTOBELLO
SHOP, os planos para este ano envolvem a abertura
de 35 novas lojas, através do modelo de franquias,
com um crescimento de 32% no volume de vendas
da companhia e 37% em receita. A estratégia é
aumentar a base de clientes das classes A e B.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
Stora
vê expansão na Veracel em 2007
A
maior fabricante de papel e papelão do mundo,
STORA ENSO, vê uma expansão de sua joint-venture
com a ARACRUZ
no Brasil como sua principal prioridade na América
do Sul. A decisão sobre a duplicação da capacidade
de produção anual da Fábrica VERACEL, em Eunápolis,
que no ano passado foi de 975 mil toneladas, pode
ser tomada ainda este ano, garantindo à empresa
começar em 2011, disse o Vice-Presidente Financeiro
da STORA ENSO, Hannu Ryopponen. A STORA vê a expansão
da VERACEL como mais importante e imediata que
outras possíveis fábricas no sul do Brasil ou
Uruguai.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
Altana
registra alta de 18% no volume de negócios
O
grupo alemão ALTANA
registrou em 2006, último ano de sua existência
como empresa químico-farmacêutica, uma alta de
18% no volume de negócios, a 3,87 bilhões de euros.
O lucro antes dos impostos deve chegar a 750 milhões.
A divisão química, a única que o grupo mantém
depois de ter vendido a de farmácia em 31 de dezembro,
teve um crescimento de 43% no volume de negócios,
principalmente pela aquisição do grupo americano
ECKART.
O
Estado de São Paulo
Oxiteno
inicia expansão internacional
Como
parte de seu processo de internacionalização,
a OXITENO iniciou as atividades de seu primeiro
escritório de representação fora do Brasil, a
OXITENO ARGENTINA S.R.L, com sede em Buenos Aires.
As metas da empresa são: a prospecção e ampliação
de seus negócios, o estreitamento do contato comercial
e técnico com os clientes e a avaliação de oportunidades
locais de investimento para expansão de suas atividades
operacionais. Recentemente, a OXITENO já havia
anunciado dois outros grandes investimentos: a
compra da unidade de sulfatação e sulfonação da
CLARIANT no Brasil, na cidade de Suzano/SP; e
a provável inauguração, no segundo semestre deste
ano, de sua unidade oleoquímica no pólo de Camaçari/BA,
para produção de álcoois e ácidos graxos e glicerina
USP.
Valor
Econômico
Restaurantes,
Hotelaria & Turismo
ACCOR
HOTELS CRESCE APESAR DA CRISE NO TURISMO
A
rede francesa ACCOR
HOTELS, um dos mais antigos grupos internacionais
em operação no Brasil, conseguiu sair praticamente
ilesa da crise da aviação que comprometeu o setor
de turismo. E apesar de ainda não ter fechado
o balanço, Roland de Bonadona, Diretor Geral do
grupo na América do Sul, diz ter ficado muito
satisfeito com a performance de 2006. "Nosso
volume de negócios atingiu R$ 682 milhões, 7%
acima de 2005", explica. No último ano, o
grupo inaugurou oito hotéis, de onze projetos
assinados, entre eles, o Sofitel Jequitimar Guarujá,
do GRUPO SILVIO SANTOS. Bonadona está otimista
com as perspectivas para 2007. O executivo projeta
um crescimento de 20% no volume de negócios neste
ano. Sua carteira de projetos conta com mais 46
unidades em desenvolvimento, para serem abertas
até 2010.
Gazeta
Mercantil
Serviços
HOSPITAIS
SÃO FOCO DA DALKIA PARA CRESCER
Nada
menos do que 30% do total de gastos de um shopping
center são com energia. Logo, esses conglomerados
comerciais são o exemplo de um ótimo cliente para
uma empresa que se propõe a racionalizar o consumo
desse recurso primordial. Presente no Brasil desde
1998, a francesa DALKIA especializou-se no atendimento a shopping
centers e aos poucos incorporou outros segmentos.
Hoje, a DALKIA possui 80 clientes, entre os quais
estão universidades, bancos e indústrias, além
de 24 shoppings. A empresa é especializada em
"gestão de eficiência energética", ou
seja, ela administra todo o consumo de energia
das empresas, faz manutenção e investe nos equipamentos
necessários para reduzir a conta ao final do mês.
Segundo os cálculos da empresa, é possível reduzir
em até 15% os custos diretos e indiretos com energia.
A DALKIA também presta outros serviços, como limpeza.
A companhia prepara-se agora para incluir os hospitais
na lista de clientes. A DALKIA planeja atender
34 hospitais em 2010. "O segmento hospitalar
é nosso principal mercado no mundo, atendemos
4,1 mil instituições", afirma Moises Assayag,
Diretor-Geral da DALKIA no Brasil para mercados
comerciais. A empresa é uma joint-venture entre
as francesas EDF e VEOLIA e atua em 38 países.
Se os planos da empresa vingarem, o faturamento
da DALKIA, que no ano passado foi de R$ 150 milhões,
deverá passar para R$343 milhões em 2010.
Valor
Econômico
FUSÃO
ENTRE ALE E SAT CRIA SEXTA MAIOR DISTRIBUIDORA
A
ALESAT,
a mais nova distribuidora de combustíveis do país,
resultado da fusão entre as distribuidoras ALE,
de Minas Gerais, e a SAT, do Rio Grande do Norte,
passou a existir em 1º de fevereiro, embora a
decisão tenha sido anunciada em abril de 2006.
A ALESAT nasce como a sexta maior distribuidora
do país, com vendas de 2,7 bilhões de litros de
combustíveis por ano, 4% de participação no mercado
nacional e uma projeção da faturamento de R$ 5,8
bilhões para 2007. A direção da nova empresa ficará
instalada em Belo Horizonte, no antigo endereço
da ALE. Mas o centro corporativo, onde está a
base operacional, ficará em Natal, na sede da
SAT. Para 2007, a meta é atrair mais 200 postos
para as bandeiras ALE e SAT.
Valor
Econômico
Siderurgia
& Metalurgia
SOPRANO
INVESTE R$ 20 MILHÕES EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
A
fabricante de fechaduras, ferragens, acessórios
para móveis, utilidades e materiais elétricos,
SOPRANO
ELETROMETALÚRGICA E HIDRÁULICA, com sede em Farroupilha,
na serra gaúcha, projeta crescer cerca de 25%
em 2007 em relação ao ano passado, quando alcançou
R$ 235 milhões, montante que representou uma alta
nominal de 30% sobre 2005. Desse total, 10% foram
obtidos no mercado externo. Para atingir a meta
projetada, a empresa deve investir cerca de R$
20 milhões em pesquisa e desenvolvimento de novos
produtos este ano, bem como intensificar a presença
em outros países, como na região do Golfo Árabe.
Assim, a empresa deve garantir para as exportações
percentual de crescimento semelhante ao previsto
para o ano.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
MARISOL
ABRE LOJA EM PORTUGAL E ESPANHA E PARTE PARA OS
EUA
Em
fevereiro próximo, a cidade do Porto, em Portugal
e Madri, na Espanha, vão receber as primeiras
lojas franqueadas com a marca infantil LILICA
RIPILICA da empresa catarinense MARISOL, líder no setor de vestuário, que
em 2006 faturou perto de R$ 435 milhões com a
venda de mais de 20 milhões de peças. Até o final
do ano, a empresa vai inaugurar mais seis lojas,
algumas delas na América do Sul, para onde pretende
dirigir parte do seu esforço internacional, ainda
sem uma definição de cidades. No total, já são
15 lojas no exterior. A MARISOL pretende que as
vendas externas representem pelo menos 20% do
seu faturamento até 2010, hoje está em 7%. Para
apoiar a expansão, a rede investiu R$ 3 milhões
na unidade de 72 m de Milão. As marcas LILICA
RIPILICA e TIGOR T. TIGRE, utilizadas nas franquias,
têm comercializado, em média, cinco milhões de
peças anuais, e representam mais de 30% do faturamento
da MARISOL. A empresa pretende passar dos 119
pontos atuais das marcas LILICA RIPILICA e TIGOR
T. TIGER para 140 unidades. A meta, porém, é alcançar
180 pontos de venda no país. Líder no setor de
vestuário, a empresa faturou, em 2006, R$ 435
milhões com a venda de mais de 20 milhões de peças
Gazeta
Mercantil
AS
VENDAS DA ADIDAS DISPARAM NO BRASIL
Em
2006, faturamento de artigos de futebol mais que
dobrou. Copa do Mundo é uma das explicações. A
marca alemã de artigos esportivos ADIDAS se mantém firme no propósito de conquistar
a liderança em material esportivo até o ano que
vem no Brasil, posição que por enquanto é da gigante
NIKE. Lembrando
que no mundo, a meta é ser a número um até 2010.
Somente no País, no ano passado, a ADIDAS mais
que dobrou as vendas de artigos relacionados a
futebol. "O restante não acompanhou a mesma
curva de ascensão, mas o mercado esportivo no
geral vem crescendo bastante por aqui nos últimos
cinco anos", pontua o Diretor de Marketing
da ADIDAS, Luciano Kleiman.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
Fiat
dá sinais de recuperação e lucra 1,1 bilhão
Enquanto
a FORD mundial
afunda na crise, a italiana FIAT,
que há alguns anos esteve em situação de quase
falência, confirma sua recuperação. O grupo obteve
lucro líquido de 1,151 bilhão em 2006, contra
1,420 bilhão no ano anterior. O lucro operacional
chegou a 2 bilhões, duplicando o resultado do
ano anterior. Já o faturamento líquido ficou em
52 bilhões, 11,4% a mais que em 2005. No Brasil,
o grupo teve receitas líquidas de R$ 19 bilhões,
14,5% a mais que em 2005, também puxado pela divisão
de automóveis. Em 2005, a montadora teve lucro
de R$ 511 milhões no País.
O
Estado de São Paulo
Trator
menor garante liderança de mercado
A
diversificação da produção de tratores possibilitou
à multinacional CASE
NEW HOLLAND (CNH), que tem fábrica na Cidade
Industrial de Curitiba, aumentar as vendas e ampliar
a participação no mercado nacional de máquinas
agrícolas em 2006. A marca New Holland, que tem
maior presença no país, comercializou no ano passado
4.305 unidades, contra 3.315 do ano anterior,
crescimento de 27,5%. Mas o bom desempenho corresponde
apenas às vendas de tratores, que tiveram alta
de 40,3% no período. No ano passado, a participação
da empresa no mercado de tratores chegou a 19,4%,
um crescimento de 4 pontos porcentuais em relação
a 2005.
Valor
Econômico
AMSTED
VENDE 224 VAGÕES
AMSTED
MAXION concluiu a venda de vagões, com entregas
programadas para março a novembro de 2007. Serão
82 vagões para a MMX (MINERAÇÃO E METÁLICOS S.A.);
57 vagões para a COMPANHIA VALE DO RIO DOCE; 50
vagões para a SOCIEDAD QUÍMICA Y MINERA DE CHILE
S.A. (SOQUIMICH) do Chile e 35 vagões para a FERROLEASE
LTDA. Com os pedidos, as encomendas da AMSTED
MAXION para 2007 alcançam 381 vagões novos e 200
vagões para reforma. O total destas encomendas
representa venda de R$ 74 milhões.
Gazeta
Mercantil
COM
TERCEIRO TURNO, EMBRAER RECRUTA MAIS 800 FUNCIONÁRIOS
Pela
primeira vez em seu 37 anos de existência, a EMPRESA
BRASILEIRA DE AERONÁUTICA (EMBRAER)
criará um terceiro turno de trabalho para dar
conta de sua produção. O início das operações
está programado para junho e serão contratados
800 novos funcionários, além das 3 mil vagas previstas
para serem preenchidas ao longo deste ano. A empresa
tem como meta dar um salto de 130 unidades em
2006 para 165 ou 170 jatos neste ano. Com isto,
a EMBRAER fechará 2007 com 23 mil empregados.
Gazeta
Mercantil
TRIP
LINHAS AÉREAS INVESTE US$ 200 MILHÕES PARA ATENDER
DEMANDA
A
TRIP LINHAS
AÉREAS anunciou a encomenda de 12 aviões novos
modelo ATR e mais duas aeronaves seminovas. O
negócio, segundo o Presidente da empresa, José
Mário Caprioli, está avaliado em US$ 200 milhões.
A TRIP opera atualmente sete aviões modelos ATR
42, para 50 lugares e ATR 72 fabricado para cerca
de 70 passageiros. Das encomendas, sete equipamentos
são pedidos firmes com data para início da entrega
para o final deste ano ao longo de dois a três
anos. A expansão exigirá mais 560 funcionários
até 2010. "São cerca de 40 funcionários por
aeronave", disse. Hoje, a empresa tem 450
empregados.
Gazeta
Mercantil
AIR
MINAS DOBRA A FROTA E AMPLIA ÁREA DE COBERTURA
Assim
como a TRIP LINHAS AÉREAS, a AIR MINAS, também controlada por um transportador
rodoviário, está dobrando sua frota, de dois para
quatro aviões, todos EMBRAER-Brasília, para operar
duas novas rotas regionais (Bauru-Araçatuba-Rondonópolis-Cuiabá
e SP-São José dos Campos-BH-Uberlândia). "Estamos
comprando esses dois aviões por US$ 4 milhões
da SKY WEST", disse Urubatan Helou, Presidente
do GRUPO H&P, com faturamento de R$ 350 milhões
em 2006, 3.560 empregados e cuja empresa-mãe é
a BRASPRESS - ENCOMENDAS URGENTES. Hoje
a BRASPRESS tem 87 filiais em 27 estados, frota
própria de 800 caminhões (além de 400 veículos
de agregados) que realizam diariamente 7 mil coletas
e 35 mil entregas. "Vamos crescer no aéreo,
mas, claro, de início, com subsidio da BRASPRESS",
acrescentou Helou. A AIR MINAS voou ano passado com 42% de taxa de ocupação.
Para 2007 a expectativa é 60% e faturar R$ 40
milhões.
Gazeta
Mercantil
Varejo
PONTO
FRIO TEM PLANO AMBICIOSO PARA ESTE ANO
Disposta
a crescer sem reduzir as margens de lucro, a rede
PONTO FRIO, controlada pela GLOBEX, começa
o ano lançando serviços financeiros, acelerando
a expansão e a modernização da rede, e com planos
de inaugurar um novo centro de distribuição em
Minas Gerais, mercado onde quer crescer. Na esteira
das concorrentes CASAS BAHIA e MAGAZINE LUIZA,
o PONTO FRIO também quer disputar o mercado de
produtos financeiros. A rede lançou na semana
passada o seguro residencial com cobertura de
até R$ 50 mil para os casos de sinistros provocados
por incêndio, quedas de raio e explosões, entre
outros riscos. O projeto de expansão da rede,
que foi iniciado em 2005, prevê a inauguração
de 98 lojas e a modernização e ampliação de outras
176 unidades até o fim deste ano. O investimento
total previsto será de R$ 145 milhões. Até setembro,
a rede já havia inaugurado 48 das 98 lojas previstas
e ampliado ou reformado outras 66 já existentes.
Os resultados da nova estratégia já se traduzem
em números. O lucro da empresa no terceiro trimestre
do ano passado atingiu R$ 12,8 milhões. No mesmo
período de 2005 o lucro havia sido de R$ 1,9 milhão.
Valor
Econômico