Sexta-feira, 09/02/2007
Ano VII – edição 257

Agrobusiness

GRUPO OTÁVIO LAGE PREVÊ FORTE EXPANSÃO

Rodrigo Penna de Siqueira é o principal executivo do GOIÁS CARNE, indústria controlada pelo GRUPO OTÁVIO LAGE, um dos maiores e mais diversificados de Goiás. O grupo prevê um faturamento bruto de R$ 660 milhões para 2007. Ricardo Fontoura, principal executivo do Grupo, prepara a empresa para uma forte expansão nos próximos anos. Em 2007, as quatro empresas do grupo já têm em caixa R$ 110 milhões para ampliar os negócios. Até 2010, os aportes potenciais devem superar R$ 400 milhões. Boa parte do dinheiro será usada na ampliação da usina Jalles Machado, a segunda maior do Estado, mas também atenderá à expansão do GOIÁS CARNE, da VERA CRUZ AGROPECUÁRIA e da PLANAGRI SEMENTES. Nos planos, está o aumento no processamento de cana-de-açúcar, com a injeção de capital de R$ 80 milhões na atual planta da Jalles Machado, que passará a empregar 2,8 mil funcionários diretos e deve faturar R$ 250 milhões em 2007. Neste ano, o faturamento do grupo passará a R$ 350 milhões.

Valor Econômico

 

AGROVALE PREVÊ AUMENTO DE 12% NA PRODUÇÃO EM 2007

A AGROINDÚSTRIAS DO VALE DO SÃO FRANCISCO (AGROVALE) espera produzir este ano 1,5 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, com aumento de 12% sobre as 1,34 milhão de toneladas obtidas em 2006. Com área plantada de 16 mil hectares, totalmente irrigados, a empresa é a única no Brasil nessa categoria. Localizada em Juazeiro, a AGROVALE é um projeto pioneiro como produtora de açúcar e álcool no semi-árido do Nordeste. A empresa produziu 2,088 milhões de sacas de 50 quilos e 43 milhões de litros de álcool em 2006. Com a marca AGROVALE, a empresa coloca toda sua produção de açúcar no mercado regional e o álcool junto às distribuidoras da PETROBRAS.

Valor Econômico

 

Bebidas & Fumo

Versão cola impulsiona Fruki no RS

A BEBIDAS FRUKI, maior fabricante regional do Rio Grande do Sul, conseguiu elevar a participação no mercado gaúcho de refrigerantes graças ao lançamento do seu produto à base de cola no final de 2005. Hoje o FRUKI COLA já responde por 35% do volume de vendas da empresa, atrás apenas do GUARANÁ FRUKI, bebida tradicional e apreciada pelo consumidor gaúcho. "Há dois anos tínhamos 8,5% de market share em refrigerantes no Rio Grande do Sul e hoje temos 11%", diz o Diretor Comercial da companhia, Fernando Schneiders, projetando que em dois anos o FRUKI COLA será o carro-chefe das vendas da empresa.

Gazeta Mercantil

 

CERVEJARIA CINTRA INVESTE PARA DISPUTAR ESPAÇO COM GRANDES

A CERVEJARIA CINTRA, de origem portuguesa, pretende entrar na briga com as gigantes do setor, AMBEV, SCHINCARIOL e FEMSA. O novo plano estratégico da empresa, iniciado neste mês e válido até 2011, prevê ampliar a rede de distribuição e investir para aumentar a capacidade de produção. "Precisávamos definir qual seria o posicionamento da CINTRA no Brasil: ou ser uma empresa de peso ou de nicho. Decidimos então que não iríamos baixar o preço para disputar com as pequenas e sim ser um ‘player’ e disputar mercado com as grandes", disse o Diretor Comercial e de Marketing da CINTRA, Sergio Sampaio. O objetivo da empresa, que produz a Cintra Pilsen e a Mulata (mistura de cerveja clara com escura), é aumentar seu market share dos atuais 1,3% para 5% até 2010. Para suprir esse crescimento, a empresa vai investir R$ 8 milhões em duas novas linhas de produção em 2008, uma em cada fábrica, Mogi Mirim, no interior de São Paulo, e outra em Piraí, no Rio de Janeiro. A capacidade de produção da empresa, que comprará novos equipamentos de tancagem, vai aumentar 35% e passar de 420 milhões de litros de cerveja por ano para cerca de 567 milhões de litros.

Gazeta Mercantil

 

Energia

GRUPO NEONERGIA REGISTRA LUCRO RECORDE DE R$ 955 MILHÕES

Controladora das distribuidoras estaduais de energia do Rio Grande do Norte (CORSEN), Bahia (COELBA) e Pernambuco (CELPE), a NEONERGIA obteve, no ano passado, um lucro líquido de R$ 995 milhões, o maior desde que iniciou as operações no Brasil, em 1997. O Presidente do grupo, Marcelo Corrêa, afirma que o resultado, 21% superior ao apurado em 2005, credencia a empresa, que é controlada pela PREVI, BANCO DO BRASIL e a espanhola IBERDROLA, para crescer ainda mais no Brasil nos segmentos de geração, transmissão e distribuição. O executivo informa que, só em geração, os investimentos previstos para os próximos quatros anos somam, inicialmente, R$ 1,1 bilhão.

Gazeta Mercantil

 

Engenharia, Projetos & Construção

ROSSI BUSCA DIVERSIFICAÇÃO DE MERCADOS

A ROSSI RESIDENCIAL está se afastando cada vez mais de suas origens. Fruto de uma estratégia agressiva de diversificação regional, nesse ano a companhia vai, pela primeira vez em sua história, lançar mais apartamentos em outras cidades do país do que na capital paulista, ainda o maior mercado do setor imobiliário brasileiro. Em 2007, cerca de 65% dos lançamentos da ROSSI irão ocorrer nas outras 26 cidades dos oito estados brasileiro em que está presente. A estratégia de atacar outros mercados tem sido a tônica dos projetos de expansão das construtoras e incorporadoras que foram ao mercado nos últimos 18 meses. Mas nenhuma delas tem levado tão a sério a idéia de ter uma atuação nacional quanto a ROSSI. A companhia vem se expandindo com rapidez. O número de lançamentos nos três primeiros meses de 2006 foi três vezes maior do que no mesmo período do ano anterior. O lucro líquido ajustado pulou de R$ 13 milhões para R$ 52 milhões no mesmo período, mas ainda muito impactado pelo resultado financeiro da capitalização.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

ACIONISTAS DA ZAMBON LANÇAM PLANOS PARA ELEVAR NEGÓCIOS NO BRASIL

Pouco mais de quatro décadas atrás Gaetano Zambon já pressentia que restringir seus negócios à Itália não era exatamente um acerto. O fundador do laboratório farmacêutico ZAMBON resolveu se aventurar. Elaborou um projeto e desembarcou no Brasil para montar o que seria uma das suas primeiras filiais da farmacêutica.  Presente em 16 países, número que é elevado para 20 nações quando se contabiliza as operações realizadas com distribuidores, o ZAMBON se auto-define como um laboratório de porte médio, avesso à fusões, disposto a manter sua independência e sem planos para o mercado de capitais por ora. Com uma receita global de 410 milhões de euros no segmento farmacêutico e de 80 milhões de euros na operação de química fina, o ZAMBON objetiva modificar a relação entre medicamentos que necessitam de prescrição médica e remédios sem receita, além de dobrar suas vendas no Brasil. No Brasil, a duplicação de receita tem exigido um esforço nada desprezível. Isso, porque a meta é dobrar as vendas obtidas em 2005, que foram de R$ 82 milhões, até o fim de 2008. A receita cresceu 17% e alcançou R$ 96 milhões, quando a previsão feita inicialmente era de um incremento de 15% para 2006.

Valor Econômico

 

Financeiro

BRASIL LIDERA PLANO DO SANTANDER DE DOBRAR NEGÓCIOS NA AMÉRICA LATINA

O BANCO SANTANDER quer dobrar o volume de negócios na América Latina até 2009. A meta faz parte do Projeto Banco Comercial 20.10 na América Latina, lançado em novembro. A reunião se realiza a uma semana do anúncio dos resultados globais do banco que "serão francamente muito bons", segundo o Vice-Presidente para a América Latina, Francisco Luzón. Os gerentes também serão informados que o banco pretende tornar SANTANDER a marca única na América Latina. O banco espanhol administra, atualmente, US$ 200 bilhões na América Latina. No Brasil é onde possui a maior operação da região, com ativos totais de R$ 91,4 bilhões, 7,2 milhões de clientes e uma rede de 1,8 mil pontos de venda. O plano de expansão prevê US$ 2 bilhões em investimentos para a expansão orgânica dos canais de distribuição. A rede de agências vai crescer 23% para 5 mil unidades, com a abertura de quase mil novas. As posições nos call centers vão crescer 47%, de 7,8 mil para 11,5 mil; e a rede de caixas automáticas, aumentará 36%, de 14,4 mil para 19,6 mil. Apenas em call center serão aplicados R$ 200 milhões no Brasil, informou o Presidente da operação local, Gabriel Jaramillo. Em 2006, o banco investiu US$ 1 bilhão em tecnologia no país.

Valor Econômico

 

MODAL LUCRA 138% MAIS EM 2006

O BANCO MODAL encerrou o ano passado com lucro líquido de R$ 27,6 milhões, 138% acima do resultado de 2005. A expansão foi puxada pelas operações de crédito para empresas e pelas operações de tesouraria, informou Pedro Marcelo Luzardo, sócio do banco. Para 2007, o banco aposta em duas novas áreas, recém-criadas: câmbio e "middle corporate". O patrimônio encerrou o ano em R$ 115 milhões, alta de 30%. A área de fundos dobrou o patrimônio, para R$ 130 milhões. Em 2006, o foco foi atrair pessoas físicas de alta renda e o número de clientes chegou a 300.

Valor Econômico

 

CITI AMPLIA SEU BANCO DE INVESTIMENTO NO BRASIL

O CITIGROUP, que em breve terá sua marca alterada para CITI, prepara-se para contratar mais dois executivos sêniores para seu Banco de Investimento no Brasil, além de analistas de renda variável. Sob o comando de Ricardo Lacerda, Diretor-Executivo e Presidente do banco de investimentos no país, o CITI conseguiu subir da 13ª em 2005 para a 4ª posição no ano passado no ranking do mercado de fusões e aquisições de empresas brasileiras, e não quer parar por aí. A ascensão no ranking é resultado da própria contratação de Lacerda. Ele ingressou no CITI em agosto de 2005. O grande e maior desafio é galgar posições na atividade de assessoria às empresas na emissão de ações. O CITI reabriu sua corretora no Brasil somente em junho do ano passado, quando muitos de seus concorrentes estavam plenamente estruturados e em meio ao mercado acionário já em ebulição. O executivo acredita que o mercado de fusões e aquisições tem tudo para atingir um novo recorde em 2007, com as empresas brasileiras cada vez mais capitalizadas partindo para as compras.

Valor Econômico

 

Máquinas & Equipamentos

RECEITA BRUTA DA WEG SOBE 18%, PARA R$ 3,5 BI

A fabricante brasileira de motores e equipamentos elétricos WEG obteve receita operacional bruta consolidada de R$ 3,52 bilhões no ano passado, montante 18,4% superior em relação a apurada em 2005. No mercado externo, a receita cresceu 22,6% e atingiu R$ 1,38 bilhão. A receita operacional bruta alcançou R$ 2,14 bilhões no Brasil em 2006, um crescimento de 15,9% quando comparada com a do exercício anterior.

Gazeta Mercantil

 

RANDON REGISTRA 80% A MAIS DE PEDIDOS

A RANDON S.A. - Divisão Implementos, virou o ano com pedidos em carteira para 120 dias, o que em número de equipamentos corresponde à entrega de algo próximo de 5 mil unidades entre janeiro e abril. O volume significa uma alta de aproximadamente 80% em relação as 2,8 mil unidades do início de 2006, mas cuja carteira não passava de 60 dias. A informação é do Diretor Comercial da empresa, Marcos Zanotti. Diferentemente de anos anteriores, quando havia algum tipo de concentração de modelos, para a RANDON, 2007 inicia com diversidade no mix. No ano passado, a área de implementos da RANDON produziu número próximo de 15,5 mil equipamentos para o transporte de cargas. A previsão para 2007 é de um crescimento de 10%, um tanto conservadora diante do potencial que há no mercado interno e externo. 

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

TIGRE CONSTRÓI UNIDADE NOS EUA

Quatro anos depois dos primeiros estudos de mercado, a fabricante de tubos, conexões e acessórios de PVC TIGRE vai inaugurar sua primeira fábrica nos Estados Unidos em junho. A unidade está sendo construída num terreno alugado em Janesville, no estado de Wisconsin, onde funciona desde setembro um centro de distribuição da empresa. Serão investidos US$ 5 milhões, entre a compra de equipamentos e a transferência de moldes de itens produzidos no Brasil especialmente para o mercado americano. A empresa constituiu uma subsidiária, a TIGRE USA INC. para operar naquele mercado. Antes da abertura do centro de distribuição, a TIGRE vendia aos EUA por meio de parceria comercial. A nova fábrica faz parte do plano de investimento de US$ 100 milhões para 2007, que serão utilizados em atualização tecnológica e aquisições. Empresas do México, de países andinos e da América Central estão na mira da empresa. No ano passado, as receitas da empresa ultrapassaram a casa dos US$ 800 milhões (ante os US$ 700 obtidos em 2005). Para 2007, a meta é ampliar esse resultado em cerca de 8%.

Valor Econômico

 

PORTOBELLO: MAIS FRANQUIAS

Com expectativa de inaugurar 20 lojas no modelo compacto em 2006, a PORTOBELLO Shop, especializada em revestimentos cerâmicos, fechou o ano com 27 novas unidades, somando 80 lojas. Segundo Juarez Leão, Diretor da PORTOBELLO SHOP, os planos para este ano envolvem a abertura de 35 novas lojas, através do modelo de franquias, com um crescimento de 32% no volume de vendas da companhia e 37% em receita. A estratégia é aumentar a base de clientes das classes A e B.

Gazeta Mercantil

 

Papel & Celulose

Stora vê expansão na Veracel em 2007

A maior fabricante de papel e papelão do mundo, STORA ENSO, vê uma expansão de sua joint-venture com a ARACRUZ no Brasil como sua principal prioridade na América do Sul. A decisão sobre a duplicação da capacidade de produção anual da Fábrica VERACEL, em Eunápolis, que no ano passado foi de 975 mil toneladas, pode ser tomada ainda este ano, garantindo à empresa começar em 2011, disse o Vice-Presidente Financeiro da STORA ENSO, Hannu Ryopponen. A STORA vê a expansão da VERACEL como mais importante e imediata que outras possíveis fábricas no sul do Brasil ou Uruguai.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

Altana registra alta de 18% no volume de negócios

O grupo alemão ALTANA registrou em 2006, último ano de sua existência como empresa químico-farmacêutica, uma alta de 18% no volume de negócios, a 3,87 bilhões de euros. O lucro antes dos impostos deve chegar a 750 milhões. A divisão química, a única que o grupo mantém depois de ter vendido a de farmácia em 31 de dezembro, teve um crescimento de 43% no volume de negócios, principalmente pela aquisição do grupo americano ECKART.

O Estado de São Paulo

 

Oxiteno inicia expansão internacional

Como parte de seu processo de internacionalização, a OXITENO iniciou as atividades de seu primeiro escritório de representação fora do Brasil, a OXITENO ARGENTINA S.R.L, com sede em Buenos Aires. As metas da empresa são: a prospecção e ampliação de seus negócios, o estreitamento do contato comercial e técnico com os clientes e a avaliação de oportunidades locais de investimento para expansão de suas atividades operacionais. Recentemente, a OXITENO já havia anunciado dois outros grandes investimentos: a compra da unidade de sulfatação e sulfonação da CLARIANT no Brasil, na cidade de Suzano/SP; e a provável inauguração, no segundo semestre deste ano, de sua unidade oleoquímica no pólo de Camaçari/BA, para produção de álcoois e ácidos graxos e glicerina USP.

Valor Econômico

 

Restaurantes, Hotelaria & Turismo

ACCOR HOTELS CRESCE APESAR DA CRISE NO TURISMO

A rede francesa ACCOR HOTELS, um dos mais antigos grupos internacionais em operação no Brasil, conseguiu sair praticamente ilesa da crise da aviação que comprometeu o setor de turismo. E apesar de ainda não ter fechado o balanço, Roland de Bonadona, Diretor Geral do grupo na América do Sul, diz ter ficado muito satisfeito com a performance de 2006. "Nosso volume de negócios atingiu R$ 682 milhões, 7% acima de 2005", explica. No último ano, o grupo inaugurou oito hotéis, de onze projetos assinados, entre eles, o Sofitel Jequitimar Guarujá, do GRUPO SILVIO SANTOS. Bonadona está otimista com as perspectivas para 2007. O executivo projeta um crescimento de 20% no volume de negócios neste ano. Sua carteira de projetos conta com mais 46 unidades em desenvolvimento, para serem abertas até 2010.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

HOSPITAIS SÃO FOCO DA DALKIA PARA CRESCER

Nada menos do que 30% do total de gastos de um shopping center são com energia. Logo, esses conglomerados comerciais são o exemplo de um ótimo cliente para uma empresa que se propõe a racionalizar o consumo desse recurso primordial. Presente no Brasil desde 1998, a francesa DALKIA especializou-se no atendimento a shopping centers e aos poucos incorporou outros segmentos. Hoje, a DALKIA possui 80 clientes, entre os quais estão universidades, bancos e indústrias, além de 24 shoppings. A empresa é especializada em "gestão de eficiência energética", ou seja, ela administra todo o consumo de energia das empresas, faz manutenção e investe nos equipamentos necessários para reduzir a conta ao final do mês. Segundo os cálculos da empresa, é possível reduzir em até 15% os custos diretos e indiretos com energia. A DALKIA também presta outros serviços, como limpeza. A companhia prepara-se agora para incluir os hospitais na lista de clientes. A DALKIA planeja atender 34 hospitais em 2010. "O segmento hospitalar é nosso principal mercado no mundo, atendemos 4,1 mil instituições", afirma Moises Assayag, Diretor-Geral da DALKIA no Brasil para mercados comerciais. A empresa é uma joint-venture entre as francesas EDF e VEOLIA e atua em 38 países. Se os planos da empresa vingarem, o faturamento da DALKIA, que no ano passado foi de R$ 150 milhões, deverá passar para R$343 milhões em 2010.

Valor Econômico

 

FUSÃO ENTRE ALE E SAT CRIA SEXTA MAIOR DISTRIBUIDORA

A ALESAT, a mais nova distribuidora de combustíveis do país, resultado da fusão entre as distribuidoras ALE, de Minas Gerais, e a SAT, do Rio Grande do Norte, passou a existir em 1º de fevereiro, embora a decisão tenha sido anunciada em abril de 2006. A ALESAT nasce como a sexta maior distribuidora do país, com vendas de 2,7 bilhões de litros de combustíveis por ano, 4% de participação no mercado nacional e uma projeção da faturamento de R$ 5,8 bilhões para 2007. A direção da nova empresa ficará instalada em Belo Horizonte, no antigo endereço da ALE. Mas o centro corporativo, onde está a base operacional, ficará em Natal, na sede da SAT. Para 2007, a meta é atrair mais 200 postos para as bandeiras ALE e SAT.

Valor Econômico

 

Siderurgia & Metalurgia

SOPRANO INVESTE R$ 20 MILHÕES EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

A fabricante de fechaduras, ferragens, acessórios para móveis, utilidades e materiais elétricos, SOPRANO ELETROMETALÚRGICA E HIDRÁULICA, com sede em Farroupilha, na serra gaúcha, projeta crescer cerca de 25% em 2007 em relação ao ano passado, quando alcançou R$ 235 milhões, montante que representou uma alta nominal de 30% sobre 2005. Desse total, 10% foram obtidos no mercado externo. Para atingir a meta projetada, a empresa deve investir cerca de R$ 20 milhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos este ano, bem como intensificar a presença em outros países, como na região do Golfo Árabe. Assim, a empresa deve garantir para as exportações percentual de crescimento semelhante ao previsto para o ano.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

MARISOL ABRE LOJA EM PORTUGAL E ESPANHA E PARTE PARA OS EUA

Em fevereiro próximo, a cidade do Porto, em Portugal e Madri, na Espanha, vão receber as primeiras lojas franqueadas com a marca infantil LILICA RIPILICA da empresa catarinense MARISOL, líder no setor de vestuário, que em 2006 faturou perto de R$ 435 milhões com a venda de mais de 20 milhões de peças. Até o final do ano, a empresa vai inaugurar mais seis lojas, algumas delas na América do Sul, para onde pretende dirigir parte do seu esforço internacional, ainda sem uma definição de cidades. No total, já são 15 lojas no exterior. A MARISOL pretende que as vendas externas representem pelo menos 20% do seu faturamento até 2010, hoje está em 7%. Para apoiar a expansão, a rede investiu R$ 3 milhões na unidade de 72 m de Milão. As marcas LILICA RIPILICA e TIGOR T. TIGRE, utilizadas nas franquias, têm comercializado, em média, cinco milhões de peças anuais, e representam mais de 30% do faturamento da MARISOL. A empresa pretende passar dos 119 pontos atuais das marcas LILICA RIPILICA e TIGOR T. TIGER para 140 unidades. A meta, porém, é alcançar 180 pontos de venda no país. Líder no setor de vestuário, a empresa faturou, em 2006, R$ 435 milhões com a venda de mais de 20 milhões de peças

Gazeta Mercantil

 

AS VENDAS DA ADIDAS DISPARAM NO BRASIL

Em 2006, faturamento de artigos de futebol mais que dobrou. Copa do Mundo é uma das explicações. A marca alemã de artigos esportivos ADIDAS se mantém firme no propósito de conquistar a liderança em material esportivo até o ano que vem no Brasil, posição que por enquanto é da gigante NIKE. Lembrando que no mundo, a meta é ser a número um até 2010. Somente no País, no ano passado, a ADIDAS mais que dobrou as vendas de artigos relacionados a futebol. "O restante não acompanhou a mesma curva de ascensão, mas o mercado esportivo no geral vem crescendo bastante por aqui nos últimos cinco anos", pontua o Diretor de Marketing da ADIDAS, Luciano Kleiman.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

Fiat dá sinais de recuperação e lucra 1,1 bilhão

Enquanto a FORD mundial afunda na crise, a italiana FIAT, que há alguns anos esteve em situação de quase falência, confirma sua recuperação. O grupo obteve lucro líquido de 1,151 bilhão em 2006, contra 1,420 bilhão no ano anterior. O lucro operacional chegou a 2 bilhões, duplicando o resultado do ano anterior. Já o faturamento líquido ficou em 52 bilhões, 11,4% a mais que em 2005. No Brasil, o grupo teve receitas líquidas de R$ 19 bilhões, 14,5% a mais que em 2005, também puxado pela divisão de automóveis. Em 2005, a montadora teve lucro de R$ 511 milhões no País.

O Estado de São Paulo

 

Trator menor garante liderança de mercado

A diversificação da produção de tratores possibilitou à multinacional CASE NEW HOLLAND (CNH), que tem fábrica na Cidade Industrial de Curitiba, aumentar as vendas e ampliar a participação no mercado nacional de máquinas agrícolas em 2006. A marca New Holland, que tem maior presença no país, comercializou no ano passado 4.305 unidades, contra 3.315 do ano anterior, crescimento de 27,5%. Mas o bom desempenho corresponde apenas às vendas de tratores, que tiveram alta de 40,3% no período. No ano passado, a participação da empresa no mercado de tratores chegou a 19,4%, um crescimento de 4 pontos porcentuais em relação a 2005.

Valor Econômico

 

AMSTED VENDE 224 VAGÕES

AMSTED MAXION concluiu a venda de vagões, com entregas programadas para março a novembro de 2007. Serão 82 vagões para a MMX (MINERAÇÃO E METÁLICOS S.A.); 57 vagões para a COMPANHIA VALE DO RIO DOCE; 50 vagões para a SOCIEDAD QUÍMICA Y MINERA DE CHILE S.A. (SOQUIMICH) do Chile e 35 vagões para a FERROLEASE LTDA. Com os pedidos, as encomendas da AMSTED MAXION para 2007 alcançam 381 vagões novos e 200 vagões para reforma. O total destas encomendas representa venda de R$ 74 milhões.

Gazeta Mercantil

 

COM TERCEIRO TURNO, EMBRAER RECRUTA MAIS 800 FUNCIONÁRIOS

Pela primeira vez em seu 37 anos de existência, a EMPRESA BRASILEIRA DE AERONÁUTICA (EMBRAER) criará um terceiro turno de trabalho para dar conta de sua produção. O início das operações está programado para junho e serão contratados 800 novos funcionários, além das 3 mil vagas previstas para serem preenchidas ao longo deste ano. A empresa tem como meta dar um salto de 130 unidades em 2006 para 165 ou 170 jatos neste ano. Com isto, a EMBRAER fechará 2007 com 23 mil empregados.

Gazeta Mercantil

 

TRIP LINHAS AÉREAS INVESTE US$ 200 MILHÕES PARA ATENDER DEMANDA

A TRIP LINHAS AÉREAS anunciou a encomenda de 12 aviões novos modelo ATR e mais duas aeronaves seminovas. O negócio, segundo o Presidente da empresa, José Mário Caprioli, está avaliado em US$ 200 milhões. A TRIP opera atualmente sete aviões modelos ATR 42, para 50 lugares e ATR 72 fabricado para cerca de 70 passageiros. Das encomendas, sete equipamentos são pedidos firmes com data para início da entrega para o final deste ano ao longo de dois a três anos. A expansão exigirá mais 560 funcionários até 2010. "São cerca de 40 funcionários por aeronave", disse. Hoje, a empresa tem 450 empregados.

Gazeta Mercantil

 

AIR MINAS DOBRA A FROTA E AMPLIA ÁREA DE COBERTURA

Assim como a TRIP LINHAS AÉREAS, a AIR MINAS, também controlada por um transportador rodoviário, está dobrando sua frota, de dois para quatro aviões, todos EMBRAER-Brasília, para operar duas novas rotas regionais (Bauru-Araçatuba-Rondonópolis-Cuiabá e SP-São José dos Campos-BH-Uberlândia). "Estamos comprando esses dois aviões por US$ 4 milhões da SKY WEST", disse Urubatan Helou, Presidente do GRUPO H&P, com faturamento de R$ 350 milhões em 2006, 3.560 empregados e cuja empresa-mãe é a BRASPRESS - ENCOMENDAS URGENTES. Hoje a BRASPRESS tem 87 filiais em 27 estados, frota própria de 800 caminhões (além de 400 veículos de agregados) que realizam diariamente 7 mil coletas e 35 mil entregas. "Vamos crescer no aéreo, mas, claro, de início, com subsidio da BRASPRESS", acrescentou Helou. A AIR MINAS voou ano passado com 42% de taxa de ocupação. Para 2007 a expectativa é 60% e faturar R$ 40 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Varejo

PONTO FRIO TEM PLANO AMBICIOSO PARA ESTE ANO

Disposta a crescer sem reduzir as margens de lucro, a rede PONTO FRIO, controlada pela GLOBEX, começa o ano lançando serviços financeiros, acelerando a expansão e a modernização da rede, e com planos de inaugurar um novo centro de distribuição em Minas Gerais, mercado onde quer crescer. Na esteira das concorrentes CASAS BAHIA e MAGAZINE LUIZA, o PONTO FRIO também quer disputar o mercado de produtos financeiros. A rede lançou na semana passada o seguro residencial com cobertura de até R$ 50 mil para os casos de sinistros provocados por incêndio, quedas de raio e explosões, entre outros riscos. O projeto de expansão da rede, que foi iniciado em 2005, prevê a inauguração de 98 lojas e a modernização e ampliação de outras 176 unidades até o fim deste ano. O investimento total previsto será de R$ 145 milhões. Até setembro, a rede já havia inaugurado 48 das 98 lojas previstas e ampliado ou reformado outras 66 já existentes. Os resultados da nova estratégia já se traduzem em números. O lucro da empresa no terceiro trimestre do ano passado atingiu R$ 12,8 milhões. No mesmo período de 2005 o lucro havia sido de R$ 1,9 milhão.

Valor Econômico

 

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