Sexta-feira, 23/02/2007
Ano VII – edição 258

Alimentos

NESTLÉ FATURA R$ 11,6 BI NO MERCADO BRASILEIRO

O Presidente da NESTLÉ BRASIL, Ivan Zurita, informou que o grupo, atingiu em 2006 um faturamento de R$ 11,6 bilhões, 5,7% superior em relação a 2005. Em volume, o crescimento foi de 8% em relação ao ano anterior. "Ainda temos um grande potencial de crescimento, especialmente no Norte e Nordeste do País", disse o Presidente da subsidiária brasileira da gigante suíça, durante a inauguração da 27ª unidade industrial da empresa no Brasil, instalada em Feira de Santana, Bahia. A fábrica, a segunda unidade na Bahia, é fruto de um investimento de R$ 100 milhões, com capacidade inicial de 40 mil toneladas por ano, geração de 250 empregos diretos e outros dois mil indiretos.

Gazeta Mercantil

 

SADIA INVESTE R$ 200 MILHÕES NO PR

O Presidente da SADIA, Gilberto Tomazoni, informou que a empresa pretende investir R$ 200 milhões no Paraná em 2007. Parte desse dinheiro deverá ser usada na reconstrução da fábrica de assados, empanados e cozidos de frango de Toledo, destruída por um incêndio em novembro. Outra parte servirá para reforçar a estrutura de estocagem mantida no porto de Paranaguá, principal terminal de exportação da companhia. Maior frigorífico de aves e suínos do país, a SADIA envia seus produtos para mais de 60 países e, segundo o executivo, 80% das exportações são feitas por Paranaguá. Ela tem seis unidades industriais no Estado e gera 17,4 mil empregos diretos.

ValorEconômico

 

Bebidas & Fumo

CERVEJARIA TERESÓPOLIS PROJETA DOBRAR CAPACIDADE ATÉ 2010

Com apenas quatro anos de vida, a carioca CERVEJARIA TERESÓPOLIS já planeja mais que dobrar sua capacidade de produção. A empresa pretende ainda ampliar as vendas via distribuição direta, prática iniciada em 2006, e lançar marcas, disse o Gerente de Marketing da TERESÓPOLIS, Marco Antônio Frederico. A capacidade atual atinge 10,8 milhões de garrafas de 600 mililitros/mês. A meta é chegar a 24 milhões de garrafas/mês em 2010. O aporte está em estudo e será preciso a compra de tanques e a construção de linhas de produção.

Gazeta Mercantil

 

HAKUSHIKA QUER DOBRAR VENDAS DE SAQUÊ NO BRASIL A CADA DOIS ANOS

A japonesa HAKUSHIKA, fabricante de saquês, pretende dobrar suas vendas no Brasil a cada dois anos. A empresa aposta no "boom" da cultura japonesa no País e vai investir para tornar a marca referência para a bebida. Em 2006 a empresa vendeu 70 mil litros no País, 37% a mais que os 51 mil litros de 2005. A expectativa é de crescer 50% em 2007 e vender cerca de 105 mil litros. Para dobrar as vendas a cada dois anos a empresa vai investir na divulgação na marca sobretudo nos restaurantes, além de grandes redes com o PÃO DE AÇÚCAR. A empresa pretende tornar a marca Top of Mind até 2008, ano do centenário da imigração japonesa no País. A TRADBRAS, que distribui a marca há oito anos, no começo vendia somente no bairro da Liberdade ou lojas orientais, e agora já fornece para churrascarias, bares e boates. A HAKUSHIKA fatura US$ 100 milhões por ano, com a venda de 10 milhões de garrafas.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

O GRUPO MATOSGREY REESTRUTURA A G2 NO BRASIL

Seguindo a tendência mundial do GREY GLOBAL GROUP, no Brasil o GRUPO MATOSGREY redefiniu suas áreas de trabalho. As ações de propaganda ficam sob o comando da agência MATOSGREY e as demais agências sob o comando da G2 BRASIL. Assim, a marca G2ZEST deixa de existir. Já a MARKETDATA continuará uma unidade independente, mas integrada ao GRUPO MATOSGREY. O grupo GREY pertence ao WPP GROUP, que reuniu sob um único guarda-chuva suas agências de marketing direto, de construção e consolidação de marca, interatividade, promoção, entre outras atividades fora da propaganda tradicional sob a marca G2. Para comandar a G2 Brasil, o Presidente do GRUPO MATOSGREY, Silvio Matos, convidou Sérgio Brandão, que será o Diretor-Geral.  O executivo não divulga o valor do investimento na reestruturação brasileira, mas disse esperar um crescimento da G2 BRASIL, em 2007, de 15%.

Gazeta Mercantil

 

Eletrodomésticos

Lucro da Whirlpool cresce 49% em 2006

As vendas da WHIRLPOOL, dona das marcas BRASTEMP e CONSUL no Brasil, cresceram 26% na América Latina no quarto trimestre, quando totalizaram US$ 729 milhões. "O resultado reflete a forte demanda e as condições econômicas favoráveis no Brasil", informou a multinacional americana, maior fabricante de linha branca do mundo. As vendas da WHIRLPOOL na América Latina, onde o Brasil é o seu mercado mais importante, aumentaram 20%. A rentabilidade das operações brasileiras também foi muito melhor. A multinacional registrou no quarto trimestre de 2006 um lucro operacional recorde, de US$ 84 milhões, 49% superior ao obtido em igual período de 2005.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

EUROFARMA VAI ENTRAR NO CLUBE DO BILHÃO

O crescimento nas principais áreas de atuação rendeu à EUROFARMA LABORATÓRIOS, de capital nacional, ganho de participação no mercado brasileiro de medicamentos e, em conseqüência, elevação nos ranking do setor. A empresa fechou 2006 com faturamento de R$ 940 milhões, 26% a mais ante o do ano anterior. Se alcançar a meta de alta de 20% prevista para 2007, deverá encerrar o ano com vendas de R$ 1,13 bilhão, e será a mais nova integrante do clube das companhias do País com vendas superiores a R$ 1 bilhão. Das farmacêuticas nacionais, apenas o ACHÉ LABORATÓRIOS e o GRUPO EMS SIGMA-PHARMA têm receitas acima desse montante. Com cinco unidades fabris (quatro em São Paulo e uma no Rio), a EUROFARMA está em processo de concentração da produção em um complexo industrial, localizado em Itapevi (SP).

Gazeta Mercantil

 

COMPANHIA JÁ NASCE GRANDE

O embrião da MANTECORP surgiu há 17 anos, quando o empresário da área farmacêutica Gian Enrico Mantegazza formou uma joint venture com a multinacional norte-americana SCHERING-PLOUGH. Inicialmente, a empresa comandada pela família Mantegazza detinha apenas 30% da parceria. Em 2001, o grupo elevou sua participação, tornando-se majoritário com 70% do capital da parceria e, em 2006, adquiriu a totalidade das ações da multinacional na operação brasileira, o que deu origem a MANTECORP. No ano passado, último da joint venture, foi registrado um faturamento de R$ 1,1 bilhão. Deste montante, R$ 712 milhões correspondem à participação da MONTECORP, que pretende dobrar esse valor no prazo de cinco anos. Segundo seu Vice-Presidente, Luca Mantegazza, "a nova empresa já nasce grande, tanto no portfólio de produtos, quanto na experiência em relação ao mercado farmacêutico nacional e confiabilidade junto aos médicos". A empresa conta ainda com o licenciamento da linha de protetores solares Coppertone, que mundialmente pertence à SCHERING-PLOUGH. A MANTECORP continuará prestando serviços à SCHERING, incluindo a fabricação de medicamentos, controle de qualidade, promoção e distribuição de produtos.

Gazeta Mercantil

 

Amália Sina, ex-Philip Morris, cria empresa de cosméticos

Amália Sina passou a vida pensando em diferentes estratégias para fazer crescer o negócio dos outros. Agora, ela despede-se da carreira executiva para estrear no ramo de empresária: acaba de lançar a SINA COSMÉTICOS. A estréia oficial, aliás, se dá na Itália, durante a COSMOPROF, maior feira mundial do setor. Durante o evento, que no ano passado movimentou US$ 700 milhões, a nova empresária vai apresentar ao mercado a linha de cosméticos, inicialmente com 15 itens. Batizado com a marca AMAZONUTRY, o portfólio terá produtos como xampus, condicionadores, loção corporal, creme para as mãos e óleos. A investida da executiva numa carreira solo, focada em produtos que exploram a biodiversidade brasileira, se dá menos de sete meses depois de ela deixar presidência da PHILIP MORRIS. Para estrear no negócio de beleza, onde vai concorrer com multinacionais, Amália optou pelo mercado internacional. Não apenas pelo local de lançamento, mas para a venda de produtos. A SINA COSMÉTICOS nasce focada em exportar para América Latina e para países árabes. Numa segunda etapa, os produtos serão comercializados no Brasil, onde está a sede da empresa e também a produção. A fabricação dos produtos AMAZONUTRY será terceirizada pela COLOR WAY, com sede Santana do Parnaíba (SP).

Valor Econômico

 

Financeiro

LUCRO DA PORTO CRESCE 50% E VAI A R$ 460,2 MILHÕES

A PORTO SEGURO, única seguradora listada no Novo Mercado da Bovespa, obteve lucro líquido de R$ 460,2 milhões em 2006, alta de 50,9% em relação a 2005. A rentabilidade sobre o patrimônio foi de 35,1%, melhora de cinco pontos percentuais. As ações se valorizaram 175% em 2006, de R$ 24,26 para R$ 66,71. Desde o lançamento, em novembro de 2004, os papéis subiram 270%. As receitas totais do grupo somaram R$ 4,7 bilhões.

Gazeta Mercantil

 

FIBRA CRESCE E JÁ PENSA EM ABRIR CAPITAL

Com ambiciosos planos de expansão embalados pelos bons resultados de 2006 e a movimentação da concorrência, o BANCO FIBRA, controlado pela família Steinbruch, está avaliando entre as alternativas de crescimento abrir o capital e emitir ações. "A concorrência está fazendo alguns movimentos que podem nos levar a algumas atitudes. Observar apenas pode ser pouco", disse o Superintendente do FIBRA, João Rabêllo. Segundo o executivo, o grupo tem uma posição significativa em alguns setores. Na área industrial, já mostrou determinação na reestruturação da VICUNHA TÊXTIL e na briga da CSN pela CORUS. E está disposto a mostrar a mesma garra no financeiro. Em 2006, o BANCO FIBRA acelerou a mudança de mix de negócios, combinando a tradicional operação com empresas médias e intermediárias, com o crédito de varejo, em que o financiamento ao consumo passou a ter mais ênfase do que o consignado. Na semana passada, protocolou no BC o pedido de constituição de uma financeira. Para este ano a meta é aumentar em 20% as operações com empresas e dobrar a de varejo. A intenção é que o varejo, que hoje representa 10% dos ativos, passe a ter uma fatia de 25% a 30% dos ativos e das receitas.

Valor Econômico

 

LIBERTY TENTA ULTRAPASSAR O FATURAMENTO DE R$ 1 BILHÃO

Passado o período mais movimentado de sua fase de reestruturação, iniciada em 2003, a LIBERTY SEGUROS começa 2007 com a meta de alcançar a barreira psicológica de R$ 1 bilhão em faturamento. No ano passado, sua receita de prêmios foi de cerca de R$800 milhões. Segundo a empresa, seu faturamento tem crescido com taxa média de 25% nos últimos três anos. "Vamos crescer, seja organicamente, seja por meio de aquisições", disse o principal executivo da LIBERTY INTERNATIONAL, Tom Ramey. O avanço da operação brasileira é parte significativa do projeto de aumentar o peso das operações fora dos Estados Unidos nos negócios da companhia. Espanha, Venezuela e Brasil, nesta ordem, são as três principais operações da empresa depois do mercado americano. Em 2007, a LIBERTY completa 15 anos de sua guinada rumo ao exterior. Até 1992, atuava apenas nos Estados Unidos e seu faturamento era de US$ 6 bilhões. Desde então, o grupo realizou 17 aquisições e começou do zero ramificações em outros sete países, o que levou a seguradora para 24 países e fez seu faturamento se multiplicar por quatro, em 2006, o faturamento somou US$ 24 bilhões.

Valor Econômico

 

BRASILCAP FATURA R$ 1,76 BILHÃO, ALTA DE 2,3%

A BRASILCAP, braço de capitalização do BANCO DO BRASIL, fechou o ano 2006 lucro líquido de R$ 121,4 milhões, abaixo dos R$106 milhões de 2005, e faturamento de R$ 1,76 bilhão, o que representou crescimento de 2,3% em relação ao ano anterior, praticamente acompanhando o mercado, que evoluiu 2,9%. O retorno sobre o patrimônio ficou em 86,7% em 2006, abaixo dos 122,6% obtidos em 2005.

Gazeta Mercantil

 

Papel & Celulose

SANTHER PARTE PARA GANHAR MERCADO

O discurso de Antonio Werneck quando assumiu a presidência da fabricante de papéis SANTHER, em novembro de 2005, foi duro: "Eu vou traçar um linha. Do lado esquerdo vai ficar quem me trouxer problemas e do direito, as soluções. Só depende de vocês estar de um lado ou do outro." A empresa estava no auge da crise. Werneck foi rápido e tentou ser preciso. O primeiro ano da gestão de Werneck foi uma verdadeira revolução. Não apenas pelos cortes,  mas também pela mudança na estrutura organizacional. O primeiro passo foi descentralizar as três unidades de negócios, consumo, papéis especiais e profissionais. Ele criou uma estrutura de logística, financeira e RH, que passaram a atender às três divisões. As áreas de contabilidade e TI, que eram terceirizadas, voltaram para dentro de casa. Werneck também tirou das mãos de uma consultoria a missão de reestruturar a área comercial. A SANTHER é líder, em volume de vendas, no mercado de papéis higiênicos, mas também atua em absorventes, papel toalha, lenços e guardanapos.

Valor Econômico

 

Plástico & Borracha

Gulliver planeja crescimento de 15%

De olho nos super-heróis do cinema, a GULLIVER anunciou que conseguiu licença para importar e comercializar os bonecos articulados do Homem Aranha e Shrek, ambos produzidos nos Estados Unidos pela HASBRO e MGA, respectivamente. A iniciativa deve gerar incremento de 15% nas vendas, neste ano. Segundo o Diretor Comercial da GULLIVER, Paulo Benzatti, o objetivo é atingir um faturamento superior a R$ 50 milhões. "Em 2006, faturamos R$ 45 mil, quase 11% acima do ano anterior. Agora, queremos ultrapassar essa marca."

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

LUCRO DA PETROBRAS É NOVO RECORDE HISTÓRICO

Mais um lucro recorde marcou o desempenho da PETROBRAS. Os ganhos líquidos no ano passado chegaram a R$ 25,9 bilhões, 9% em relação ao valor de 2005. O montante, que supera o orçamento de ministérios, coloca a estatal brasileira no primeiro lugar da lista das empresas mais lucrativas da América Latina, de acordo com a consultoria ECONOMÁTICA. Significa também, ainda de acordo com a consultoria, o maior lucro já conseguido por uma empresa brasileira. O resultado superou também, em dólares, o lucro de grandes petrolíferas mundiais como CHEVRON, CONOCO PHILIPS, EXXON, SHELL e BP.

Gazeta Mercantil

 

Restaurante, Hotelaria & Turismo

IBIS INVESTE R$ 50 MILHÕES PARA MODERNIZAR SUA REDE

A hotelaria econômica mal começou a crescer no Brasil e já passa por reformas. Até 2010, todas as 41 unidades da marca IBIS, a pioneira do segmento trazida pela ACCOR HOTELS, vão receber investimentos de R$ 50 milhões. O objetivo: dar um novo visual ao apartamento. Isso não significa que os hotéis estejam defasados. "O tempo de vida útil de um apartamento é de sete a dez anos e a marca IBIS tem apenas seis anos no Brasil", diz Franck Pruvost, Diretor de Operações das redes IBIS e FORMULE 1. A decisão faz parte de uma estratégia mundial da ACCOR, desenvolvida na França, que prevê melhorar a competitividade de seus 725 hotéis espalhados pelo mundo. Para isso os quartos vão ganhar design mais moderno e uso de materiais ecologicamente corretos. A lista de projetos da ACCOR HOTELS comprova que o segmento de hotelaria econômica não chegou a perder o vigor, mesmo com as margens comprimidas e a concorrência com os hotéis de quatro estrelas. Até 2009, estão previstas inaugurações de 28 hotéis com a marca IBIS, que devem receber investimentos de R$ 263 milhões. O potencial, porém, são 180 unidades em todo o Brasil.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

LINCX CRESCE 27,7% E ALCANÇA RECEITA DE R$ 81,1 MILHÕES

O plano de saúde de alto padrão LINCX SERVIÇOS DE SAÚDE fechou o ano de 2006 com um faturamento de R$ 81,1 milhões e evolução de 27,7% em relação a 2005. O número de clientes cresceu 60%, de 10,9 mil para 17,7 mil. Mas segundo Silvio Corrêa da Fonseca, Diretor-Superintendente da LINCX, foi no custo médico (sinistralidade), que a empresa alcançou os melhores resultados. No último ano, a LINCX atingiu sua menor sinistralidade desde a criação da Lei 9.656, de 1998, que regulamentou a atuação das empresas de saúde suplementar. Com um número bem abaixo da média setorial (74%), a empresa fechou 2006 com um custo médico de 69,95% sobre sua receita. A entrada de maior número de planos corporativos contribuiu para esse resultado. Os clientes empresariais representaram, ao final de 2006, 75% da carteira, ante 65% em dezembro de 2005. Um aumento significativo, considerando que a empresa continua a vender planos individuais.

Gazeta Mercantil

 

MAXIPARK CRESCE

Com 80 estacionamentos em cinco estados (São Paulo, Espírito Santo, Pernambuco, Minas e Paraná), a MAXIPARK informa que pretende crescer em 7% neste ano o número de unidades e investir R$ 1 milhão em novos negócios. "Ao contrário do ano passado, não teremos tanto eventos para comprometer o movimento nas ruas, requisito básico do setor, e o mercado imobiliário está aquecido", diz o diretor Paulo Frascino.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

PASTRE PROJETA CRESCER 25% COM AÇO

O telefone na fábrica da PASTRE em Quatro Barras, município da região metropolitana de Curitiba não pára de tocar. Em meio ao barulho do metal sendo recortado, soldado e montado, o seu Diretor Industrial, Lauro Pastre Jr. explica a agitação que tomou conta da empresa nos últimos meses: "Até perto do final do ano, de todas as consultas sobre produtos que recebíamos apenas 15% resultavam fechamento de negócios. Hoje fechamos contratos em 60% das consultas", comemora. Esse movimento tornou sólido o planejamento da empresa para crescer pelo menos 25% em 2007 sobre o faturamento de 2006 que foi de R$ 40 milhões. A PASTRE é fabricante de equipamentos rodoviários. A empresa já detém 3% desse mercado que movimentou 28 mil equipamentos em 2006 e espera, com a atual expectativa de crescimento, expandir mais 0,5 ponto no seu ramo.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

FREEWAY INVESTE R$ 3 MI EM SUA QUARTA FÁBRICA

O bom desempenho das exportações, especialmente no mercado latino-americano, está estimulando a fabricante de calçados FREEWAY, de Franca (SP), a expandir suas operações. Este ano, a empresa vai investir R$ 3 milhões em uma nova fábrica na cidade para garantir um aumento de 37% na capacidade produtiva, que passará de 4 mil pares de calçados por dia para 5,5 mil, segundo o Gerente de Exportação Cléber de Oliveira. Esta será a quarta fábrica da companhia, que opera unidades em Ibiraci (MG), Jacobina (BA) e Franca (SP). O objetivo é iniciar a produção no novo prédio no segundo semestre e contratar de 200 a 300 funcionários. Segundo Oliveira, o incremento de capacidade será destinado para aumentar as exportações em 50% e o mercado interno em cerca de 10%. Outros mercados importantes para a companhia são os países árabes e europeus.

Valor Econômico

 

MERCADO DE TÊNIS EM ALTA ACIRRA DISPUTA DE MARCAS

Atentas ao potencial de mercado que cresce com a adesão cada vez maior aos exercícios físicos como caminhadas e corridas, as fabricantes de tênis investem em lançamentos para aumentar sua participação nesse disputado segmento de calçados. De acordo com números da OLYMPIKUS, o mercado brasileiro de tênis movimentou 100 milhões de pares e R$ 7 bilhões no ano passado, em comparação a 80 milhões de pares e R$ 4 bilhões em 2005. Nesse mercado, a OLYMPIKUS, marca da CALÇADOS AZALÉIA, detém 10 milhões de pares ou 25% de participação, segundo o Diretor de Marketing da AZALÉIA, Paulo Santana.  A OLYMPIKUS fará o maior investimento da sua história neste ano no patrocínio aos Jogos Pan-Americanos do Rio-2007. São R$ 100 milhões previstos e a empresa acaba de lançar um tênis para disputar mercado com as marcas internacionais.

"O mercado de tênis vem aumentando pela crescente preocupação com qualidade de vida e saúde. É uma tendência mundial", disse o Diretor de Marketing e de Vendas da REEBOK DO BRASIL, Tullio Formicola Filho. A companhia tem 27% de participação no mercado brasileiro de marcas internacionais, onde ocupa a segunda posição e concorre com NIKE, ADIDAS, MIZUNO, ASICS e FILA, conforme afirmou. Formicola disse que esse mercado premium movimenta 15 milhões de pares por ano, dado que engloba também algumas marcas nacionais acima de R$ 130. "O objetivo é chegar a primeira posição, não somos um segundo lugar acomodado", disse. As vendas da REEBOK têm crescido em média dois dígitos por ano desde no Brasil 1999, quando passou a ser representada no País pela VULCABRAS.

"O mercado de ‘running’ vêm crescendo muito no Brasil", disse a Gerente de Running e Outdoor da ADIDAS, Andrea Gomes. A empresa alemã prevê um aumento de 40% nas vendas no Brasil em 2007 em relação ao ano passado, quando também registrou alta de 40% sobre o ano anterior. O crescimento em 2006 foi alcançado com o lançamento de modelos para a prática de futebol, como forma de pegar embalo na realização da Copa do Mundo da Alemanha.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

CRESCIMENTO E LUCROS LEVAM A FIAT A SONHAR COM MAIS EXPANSÃO EM BETIM

A expansão das vendas de carros no Brasil, o incremento da participação da marca no mercado e o fechamento do balanço de 2006 com mais lucro já levam a direção da FIAT AUTOMÓVEIS a pensar na necessidade de uma expansão. Os planos não são para este ano, quando a perspectiva de crescimento do mercado brasileiro poderá ainda ser atendida com o início do terceiro turno na fábrica da FIAT, em Betim (MG). "Mas já estamos nos adiantando para a necessidade de aumentar ainda mais a produção nessa fábrica e utilizar melhor a unidade de Córdoba, na Argentina", afirma o Presidente da montadora, Cledorvino Belini. A unidade argentina também serviria para abastecer o mercado brasileiro. Há um ano, a FIAT produzia 2,2 mil automóveis por dia. O ritmo subiu para 2,5 mil com o início do terceiro turno. O ano passado foi o melhor da história da montadora italiana no país. A empresa registrou lucro líquido de R$ 804 milhões, resultado 57% maior do que o de 2005. O lucro operacional também se destacou. Atingiu R$ 804 milhões, um acréscimo de 64,1% em relação ao valor obtido no exercício anterior.

Valor Econômico

 

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