Alimentos
NESTLÉ
FATURA R$ 11,6 BI NO MERCADO BRASILEIRO
O
Presidente da NESTLÉ
BRASIL, Ivan Zurita, informou que o grupo,
atingiu em 2006 um faturamento de R$ 11,6 bilhões,
5,7% superior em relação a 2005. Em volume,
o crescimento foi de 8% em relação ao ano anterior.
"Ainda temos um grande potencial de crescimento,
especialmente no Norte e Nordeste do País",
disse o Presidente da subsidiária brasileira
da gigante suíça, durante a inauguração da 27ª
unidade industrial da empresa no Brasil, instalada
em Feira de Santana, Bahia. A fábrica, a segunda
unidade na Bahia, é fruto de um investimento
de R$ 100 milhões, com capacidade inicial de
40 mil toneladas por ano, geração de 250 empregos
diretos e outros dois mil indiretos.
Gazeta
Mercantil
SADIA
INVESTE R$ 200 MILHÕES NO PR
O
Presidente da SADIA,
Gilberto Tomazoni, informou que a empresa pretende
investir R$ 200 milhões no Paraná em 2007. Parte
desse dinheiro deverá ser usada na reconstrução
da fábrica de assados, empanados e cozidos de
frango de Toledo, destruída por um incêndio
em novembro. Outra parte servirá para reforçar
a estrutura de estocagem mantida no porto de
Paranaguá, principal terminal de exportação
da companhia. Maior frigorífico de aves e suínos
do país, a SADIA envia seus produtos para mais
de 60 países e, segundo o executivo, 80% das
exportações são feitas por Paranaguá. Ela tem
seis unidades industriais no Estado e gera 17,4
mil empregos diretos.
ValorEconômico
Bebidas
& Fumo
CERVEJARIA
TERESÓPOLIS PROJETA DOBRAR CAPACIDADE ATÉ 2010
Com
apenas quatro anos de vida, a carioca CERVEJARIA TERESÓPOLIS já
planeja mais que dobrar sua capacidade de produção.
A empresa pretende ainda ampliar as vendas via
distribuição direta, prática iniciada em 2006,
e lançar marcas, disse o Gerente de Marketing
da TERESÓPOLIS, Marco Antônio Frederico. A capacidade
atual atinge 10,8 milhões de garrafas de 600
mililitros/mês. A meta é chegar a 24 milhões
de garrafas/mês em 2010. O aporte está em estudo
e será preciso a compra de tanques e a construção
de linhas de produção.
Gazeta
Mercantil
HAKUSHIKA
QUER DOBRAR VENDAS DE SAQUÊ NO BRASIL A CADA
DOIS ANOS
A
japonesa HAKUSHIKA,
fabricante de saquês, pretende dobrar suas vendas
no Brasil a cada dois anos. A empresa aposta
no "boom" da cultura japonesa no País
e vai investir para tornar a marca referência
para a bebida. Em 2006 a empresa vendeu 70 mil
litros no País, 37% a mais que os 51 mil litros
de 2005. A expectativa é de crescer 50% em 2007
e vender cerca de 105 mil litros. Para dobrar
as vendas a cada dois anos a empresa vai investir
na divulgação na marca sobretudo nos restaurantes,
além de grandes redes com o PÃO DE AÇÚCAR. A
empresa pretende tornar a marca Top of Mind
até 2008, ano do centenário da imigração japonesa
no País. A TRADBRAS, que distribui a marca há
oito anos, no começo vendia somente no bairro
da Liberdade ou lojas orientais, e agora já
fornece para churrascarias, bares e boates.
A HAKUSHIKA fatura US$ 100 milhões por ano,
com a venda de 10 milhões de garrafas.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
O
GRUPO MATOSGREY REESTRUTURA A G2 NO BRASIL
Seguindo
a tendência mundial do GREY GLOBAL GROUP, no
Brasil o GRUPO
MATOSGREY redefiniu suas áreas de trabalho.
As ações de propaganda ficam sob o comando da
agência MATOSGREY e as demais agências sob o
comando da G2 BRASIL. Assim, a marca G2ZEST deixa
de existir. Já a MARKETDATA continuará uma unidade
independente, mas integrada ao GRUPO MATOSGREY.
O grupo GREY pertence ao WPP GROUP, que reuniu
sob um único guarda-chuva suas agências de marketing
direto, de construção e consolidação de marca,
interatividade, promoção, entre outras atividades
fora da propaganda tradicional sob a marca G2.
Para comandar a G2 Brasil, o Presidente do GRUPO
MATOSGREY, Silvio Matos, convidou Sérgio Brandão,
que será o Diretor-Geral.
O executivo não divulga o valor do investimento
na reestruturação brasileira, mas disse esperar
um crescimento da G2 BRASIL, em 2007, de 15%.
Gazeta
Mercantil
Eletrodomésticos
Lucro
da Whirlpool cresce 49% em 2006
As
vendas da WHIRLPOOL,
dona das marcas BRASTEMP e CONSUL no Brasil,
cresceram 26% na América Latina no quarto trimestre,
quando totalizaram US$ 729 milhões. "O
resultado reflete a forte demanda e as condições
econômicas favoráveis no Brasil", informou
a multinacional americana, maior fabricante
de linha branca do mundo. As vendas da WHIRLPOOL
na América Latina, onde o Brasil é o seu mercado
mais importante, aumentaram 20%. A rentabilidade
das operações brasileiras também foi muito melhor.
A multinacional registrou no quarto trimestre
de 2006 um lucro operacional recorde, de US$
84 milhões, 49% superior ao obtido em igual
período de 2005.
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
EUROFARMA
VAI ENTRAR NO CLUBE DO BILHÃO
O
crescimento nas principais áreas de atuação
rendeu à EUROFARMA LABORATÓRIOS, de capital nacional,
ganho de participação no mercado brasileiro
de medicamentos e, em conseqüência, elevação
nos ranking do setor. A empresa fechou 2006
com faturamento de R$ 940 milhões, 26% a mais
ante o do ano anterior. Se alcançar a meta de
alta de 20% prevista para 2007, deverá encerrar
o ano com vendas de R$ 1,13 bilhão, e será a
mais nova integrante do clube das companhias
do País com vendas superiores a R$ 1 bilhão.
Das farmacêuticas nacionais, apenas o ACHÉ LABORATÓRIOS
e o GRUPO EMS SIGMA-PHARMA têm receitas acima
desse montante. Com cinco unidades fabris (quatro
em São Paulo e uma no Rio), a EUROFARMA está
em processo de concentração da produção em um
complexo industrial, localizado em Itapevi (SP).
Gazeta
Mercantil
COMPANHIA
JÁ NASCE GRANDE
O
embrião da MANTECORP
surgiu há 17 anos, quando o empresário da área
farmacêutica Gian Enrico Mantegazza formou uma
joint venture com a multinacional norte-americana
SCHERING-PLOUGH. Inicialmente, a empresa
comandada pela família Mantegazza detinha apenas
30% da parceria. Em 2001, o grupo elevou sua
participação, tornando-se majoritário com 70%
do capital da parceria e, em 2006, adquiriu
a totalidade das ações da multinacional na operação
brasileira, o que deu origem a MANTECORP. No
ano passado, último da joint venture, foi registrado
um faturamento de R$ 1,1 bilhão. Deste montante,
R$ 712 milhões correspondem à participação da
MONTECORP, que pretende dobrar esse valor no
prazo de cinco anos. Segundo seu Vice-Presidente,
Luca Mantegazza, "a nova empresa já nasce
grande, tanto no portfólio de produtos, quanto
na experiência em relação ao mercado farmacêutico
nacional e confiabilidade junto aos médicos".
A empresa conta ainda com o licenciamento da
linha de protetores solares Coppertone, que
mundialmente pertence à SCHERING-PLOUGH. A MANTECORP
continuará prestando serviços à SCHERING, incluindo
a fabricação de medicamentos, controle de qualidade,
promoção e distribuição de produtos.
Gazeta
Mercantil
Amália
Sina, ex-Philip Morris, cria empresa de cosméticos
Amália
Sina passou a vida pensando em diferentes estratégias
para fazer crescer o negócio dos outros. Agora,
ela despede-se da carreira executiva para estrear
no ramo de empresária: acaba de lançar a SINA COSMÉTICOS. A estréia oficial,
aliás, se dá na Itália, durante a COSMOPROF,
maior feira mundial do setor. Durante o evento,
que no ano passado movimentou US$ 700 milhões,
a nova empresária vai apresentar ao mercado
a linha de cosméticos, inicialmente com 15 itens.
Batizado com a marca AMAZONUTRY, o portfólio
terá produtos como xampus, condicionadores,
loção corporal, creme para as mãos e óleos.
A investida da executiva numa carreira solo,
focada em produtos que exploram a biodiversidade
brasileira, se dá menos de sete meses depois
de ela deixar presidência da PHILIP MORRIS.
Para estrear no negócio de beleza, onde vai
concorrer com multinacionais, Amália optou pelo
mercado internacional. Não apenas pelo local
de lançamento, mas para a venda de produtos.
A SINA COSMÉTICOS nasce focada em exportar para
América Latina e para países árabes. Numa segunda
etapa, os produtos serão comercializados no
Brasil, onde está a sede da empresa e também
a produção. A fabricação dos produtos AMAZONUTRY
será terceirizada pela COLOR WAY, com sede Santana do Parnaíba
(SP).
Valor
Econômico
Financeiro
LUCRO
DA PORTO CRESCE 50% E VAI A R$ 460,2 MILHÕES
A
PORTO
SEGURO, única seguradora listada no Novo
Mercado da Bovespa, obteve lucro líquido de
R$ 460,2 milhões em 2006, alta de 50,9% em relação
a 2005. A rentabilidade sobre o patrimônio foi
de 35,1%, melhora de cinco pontos percentuais.
As ações se valorizaram 175% em 2006, de R$
24,26 para R$ 66,71. Desde o lançamento, em
novembro de 2004, os papéis subiram 270%. As
receitas totais do grupo somaram R$ 4,7 bilhões.
Gazeta
Mercantil
FIBRA
CRESCE E JÁ PENSA EM ABRIR CAPITAL
Com
ambiciosos planos de expansão embalados pelos
bons resultados de 2006 e a movimentação da
concorrência, o BANCO FIBRA, controlado pela família
Steinbruch, está avaliando entre as alternativas
de crescimento abrir o capital e emitir ações.
"A concorrência está fazendo alguns movimentos
que podem nos levar a algumas atitudes. Observar
apenas pode ser pouco", disse o Superintendente
do FIBRA, João Rabêllo. Segundo o executivo,
o grupo tem uma posição significativa em alguns
setores. Na área industrial, já mostrou determinação
na reestruturação da VICUNHA TÊXTIL e na briga
da CSN pela CORUS. E está disposto a mostrar
a mesma garra no financeiro. Em 2006, o BANCO
FIBRA acelerou a mudança de mix de negócios,
combinando a tradicional operação com empresas
médias e intermediárias, com o crédito de varejo,
em que o financiamento ao consumo passou a ter
mais ênfase do que o consignado. Na semana passada,
protocolou no BC o pedido de constituição de
uma financeira. Para este ano a meta é aumentar
em 20% as operações com empresas e dobrar a
de varejo. A intenção é que o varejo, que hoje
representa 10% dos ativos, passe a ter uma fatia
de 25% a 30% dos ativos e das receitas.
Valor
Econômico
LIBERTY
TENTA ULTRAPASSAR O FATURAMENTO DE R$ 1 BILHÃO
Passado
o período mais movimentado de sua fase de reestruturação,
iniciada em 2003, a LIBERTY
SEGUROS começa 2007 com a meta de alcançar
a barreira psicológica de R$ 1 bilhão em faturamento.
No ano passado, sua receita de prêmios foi de
cerca de R$800 milhões. Segundo a empresa, seu
faturamento tem crescido com taxa média de 25%
nos últimos três anos. "Vamos crescer,
seja organicamente, seja por meio de aquisições",
disse o principal executivo da LIBERTY INTERNATIONAL,
Tom Ramey. O avanço da operação brasileira é
parte significativa do projeto de aumentar o
peso das operações fora dos Estados Unidos nos
negócios da companhia. Espanha, Venezuela e
Brasil, nesta ordem, são as três principais
operações da empresa depois do mercado americano.
Em 2007, a LIBERTY completa 15 anos de sua guinada
rumo ao exterior. Até 1992, atuava apenas nos
Estados Unidos e seu faturamento era de US$
6 bilhões. Desde então, o grupo realizou 17
aquisições e começou do zero ramificações em
outros sete países, o que levou a seguradora
para 24 países e fez seu faturamento se multiplicar
por quatro, em 2006, o faturamento somou US$
24 bilhões.
Valor
Econômico
BRASILCAP
FATURA R$ 1,76 BILHÃO, ALTA DE 2,3%
A
BRASILCAP,
braço de capitalização do BANCO DO BRASIL, fechou
o ano 2006 lucro líquido de R$ 121,4 milhões,
abaixo dos R$106 milhões de 2005, e faturamento
de R$ 1,76 bilhão, o que representou crescimento
de 2,3% em relação ao ano anterior, praticamente
acompanhando o mercado, que evoluiu 2,9%. O
retorno sobre o patrimônio ficou em 86,7% em
2006, abaixo dos 122,6% obtidos em 2005.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
SANTHER
PARTE PARA GANHAR MERCADO
O
discurso de Antonio Werneck quando assumiu a
presidência da fabricante de papéis SANTHER,
em novembro de 2005, foi duro: "Eu vou
traçar um linha. Do lado esquerdo vai ficar
quem me trouxer problemas e do direito, as soluções.
Só depende de vocês estar de um lado ou do outro."
A empresa estava no auge da crise. Werneck foi
rápido e tentou ser preciso. O primeiro ano
da gestão de Werneck foi uma verdadeira revolução.
Não apenas pelos cortes,
mas também pela mudança na estrutura
organizacional. O primeiro passo foi descentralizar
as três unidades de negócios, consumo, papéis
especiais e profissionais. Ele criou uma estrutura
de logística, financeira e RH, que passaram
a atender às três divisões. As áreas de contabilidade
e TI, que eram terceirizadas, voltaram para
dentro de casa. Werneck também tirou das mãos
de uma consultoria a missão de reestruturar
a área comercial. A SANTHER é líder, em volume
de vendas, no mercado de papéis higiênicos,
mas também atua em absorventes, papel toalha,
lenços e guardanapos.
Valor
Econômico
Plástico
& Borracha
Gulliver
planeja crescimento de 15%
De
olho nos super-heróis do cinema, a GULLIVER anunciou que conseguiu licença
para importar e comercializar os bonecos articulados
do Homem Aranha e Shrek, ambos produzidos nos
Estados Unidos pela HASBRO e MGA, respectivamente.
A iniciativa deve gerar incremento de 15% nas
vendas, neste ano. Segundo o Diretor Comercial
da GULLIVER, Paulo Benzatti, o objetivo é atingir
um faturamento superior a R$ 50 milhões. "Em
2006, faturamos R$ 45 mil, quase 11% acima do
ano anterior. Agora, queremos ultrapassar essa
marca."
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
LUCRO
DA PETROBRAS É NOVO RECORDE HISTÓRICO
Mais
um lucro recorde marcou o desempenho da PETROBRAS. Os ganhos líquidos no ano passado
chegaram a R$ 25,9 bilhões, 9% em relação ao
valor de 2005. O montante, que supera o orçamento
de ministérios, coloca a estatal brasileira
no primeiro lugar da lista das empresas mais
lucrativas da América Latina, de acordo com
a consultoria ECONOMÁTICA. Significa também,
ainda de acordo com a consultoria, o maior lucro
já conseguido por uma empresa brasileira. O
resultado superou também, em dólares, o lucro
de grandes petrolíferas mundiais como CHEVRON,
CONOCO PHILIPS, EXXON, SHELL e BP.
Gazeta
Mercantil
Restaurante,
Hotelaria & Turismo
IBIS
INVESTE R$ 50 MILHÕES PARA MODERNIZAR SUA REDE
A
hotelaria econômica mal começou a crescer no
Brasil e já passa por reformas. Até 2010, todas
as 41 unidades da marca IBIS, a pioneira do segmento trazida pela ACCOR HOTELS, vão receber investimentos de
R$ 50 milhões. O objetivo: dar um novo visual
ao apartamento. Isso não significa que os hotéis
estejam defasados. "O tempo de vida útil
de um apartamento é de sete a dez anos e a marca
IBIS tem apenas seis anos no Brasil", diz
Franck Pruvost, Diretor de Operações das redes
IBIS e FORMULE 1. A decisão faz parte de uma
estratégia mundial da ACCOR, desenvolvida na
França, que prevê melhorar a competitividade
de seus 725 hotéis espalhados pelo mundo. Para
isso os quartos vão ganhar design mais moderno
e uso de materiais ecologicamente corretos.
A lista de projetos da ACCOR HOTELS comprova
que o segmento de hotelaria econômica não chegou
a perder o vigor, mesmo com as margens comprimidas
e a concorrência com os hotéis de quatro estrelas.
Até 2009, estão previstas inaugurações de 28
hotéis com a marca IBIS, que devem receber investimentos
de R$ 263 milhões. O potencial, porém, são 180
unidades em todo o Brasil.
Gazeta
Mercantil
Serviços
LINCX
CRESCE 27,7% E ALCANÇA RECEITA DE R$ 81,1 MILHÕES
O
plano de saúde de alto padrão LINCX SERVIÇOS DE SAÚDE fechou o ano de 2006
com um faturamento de R$ 81,1 milhões e evolução
de 27,7% em relação a 2005. O número de clientes
cresceu 60%, de 10,9 mil para 17,7 mil. Mas
segundo Silvio Corrêa da Fonseca, Diretor-Superintendente
da LINCX, foi no custo médico (sinistralidade),
que a empresa alcançou os melhores resultados.
No último ano, a LINCX atingiu sua menor sinistralidade
desde a criação da Lei 9.656, de 1998, que regulamentou
a atuação das empresas de saúde suplementar.
Com um número bem abaixo da média setorial (74%),
a empresa fechou 2006 com um custo médico de
69,95% sobre sua receita. A entrada de maior
número de planos corporativos contribuiu para
esse resultado. Os clientes empresariais representaram,
ao final de 2006, 75% da carteira, ante 65%
em dezembro de 2005. Um aumento significativo,
considerando que a empresa continua a vender
planos individuais.
Gazeta
Mercantil
MAXIPARK
CRESCE
Com
80 estacionamentos em cinco estados (São Paulo,
Espírito Santo, Pernambuco, Minas e Paraná),
a MAXIPARK
informa que pretende crescer em 7% neste ano
o número de unidades e investir R$ 1 milhão
em novos negócios. "Ao contrário do ano
passado, não teremos tanto eventos para comprometer
o movimento nas ruas, requisito básico do setor,
e o mercado imobiliário está aquecido",
diz o diretor Paulo Frascino.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
PASTRE
PROJETA CRESCER 25% COM AÇO
O
telefone na fábrica da PASTRE
em Quatro Barras, município da região metropolitana
de Curitiba não pára de tocar. Em meio ao barulho
do metal sendo recortado, soldado e montado,
o seu Diretor Industrial, Lauro Pastre Jr. explica
a agitação que tomou conta da empresa nos últimos
meses: "Até perto do final do ano, de todas
as consultas sobre produtos que recebíamos apenas
15% resultavam fechamento de negócios. Hoje
fechamos contratos em 60% das consultas",
comemora. Esse movimento tornou sólido o planejamento
da empresa para crescer pelo menos 25% em 2007
sobre o faturamento de 2006 que foi de R$ 40
milhões. A PASTRE é fabricante de equipamentos
rodoviários. A empresa já detém 3% desse mercado
que movimentou 28 mil equipamentos em 2006 e
espera, com a atual expectativa de crescimento,
expandir mais 0,5 ponto no seu ramo.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
FREEWAY
INVESTE R$ 3 MI EM SUA QUARTA FÁBRICA
O
bom desempenho das exportações, especialmente
no mercado latino-americano, está estimulando
a fabricante de calçados FREEWAY, de Franca (SP), a expandir
suas operações. Este ano, a empresa vai investir
R$ 3 milhões em uma nova fábrica na cidade para
garantir um aumento de 37% na capacidade produtiva,
que passará de 4 mil pares de calçados por dia
para 5,5 mil, segundo o Gerente de Exportação
Cléber de Oliveira. Esta será a quarta fábrica
da companhia, que opera unidades em Ibiraci
(MG), Jacobina (BA) e Franca (SP). O objetivo
é iniciar a produção no novo prédio no segundo
semestre e contratar de 200 a 300 funcionários.
Segundo Oliveira, o incremento de capacidade
será destinado para aumentar as exportações
em 50% e o mercado interno em cerca de 10%.
Outros mercados importantes para a companhia
são os países árabes e europeus.
Valor
Econômico
MERCADO
DE TÊNIS EM ALTA ACIRRA DISPUTA DE MARCAS
Atentas
ao potencial de mercado que cresce com a adesão
cada vez maior aos exercícios físicos como caminhadas
e corridas, as fabricantes de tênis investem
em lançamentos para aumentar sua participação
nesse disputado segmento de calçados. De acordo
com números da OLYMPIKUS, o mercado brasileiro de tênis
movimentou 100 milhões de pares e R$ 7 bilhões
no ano passado, em comparação a 80 milhões de
pares e R$ 4 bilhões em 2005. Nesse mercado,
a OLYMPIKUS, marca da CALÇADOS AZALÉIA, detém
10 milhões de pares ou 25% de participação,
segundo o Diretor de Marketing da AZALÉIA, Paulo
Santana. A OLYMPIKUS fará o maior investimento da sua
história neste ano no patrocínio aos Jogos Pan-Americanos
do Rio-2007. São R$ 100 milhões previstos e
a empresa acaba de lançar um tênis para disputar
mercado com as marcas internacionais.
"O
mercado de tênis vem aumentando pela crescente
preocupação com qualidade de vida e saúde. É
uma tendência mundial", disse o Diretor
de Marketing e de Vendas da REEBOK
DO BRASIL, Tullio Formicola Filho. A companhia
tem 27% de participação no mercado brasileiro
de marcas internacionais, onde ocupa a segunda
posição e concorre com NIKE, ADIDAS, MIZUNO,
ASICS e FILA, conforme afirmou. Formicola disse
que esse mercado premium movimenta 15 milhões
de pares por ano, dado que engloba também algumas
marcas nacionais acima de R$ 130. "O objetivo
é chegar a primeira posição, não somos um segundo
lugar acomodado", disse. As vendas da REEBOK
têm crescido em média dois dígitos por ano desde
no Brasil 1999, quando passou a ser representada
no País pela VULCABRAS.
"O
mercado de ‘running’ vêm crescendo muito no
Brasil", disse a Gerente de Running e Outdoor
da ADIDAS, Andrea Gomes. A empresa alemã prevê
um aumento de 40% nas vendas no Brasil em 2007
em relação ao ano passado, quando também registrou
alta de 40% sobre o ano anterior. O crescimento
em 2006 foi alcançado com o lançamento de modelos
para a prática de futebol, como forma de pegar
embalo na realização da Copa do Mundo da Alemanha.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
CRESCIMENTO
E LUCROS LEVAM A FIAT A SONHAR COM MAIS EXPANSÃO
EM BETIM
A
expansão das vendas de carros no Brasil, o incremento
da participação da marca no mercado e o fechamento
do balanço de 2006 com mais lucro já levam a
direção da FIAT
AUTOMÓVEIS a pensar na necessidade de uma
expansão. Os planos não são para este ano, quando
a perspectiva de crescimento do mercado brasileiro
poderá ainda ser atendida com o início do terceiro
turno na fábrica da FIAT, em Betim (MG). "Mas
já estamos nos adiantando para a necessidade
de aumentar ainda mais a produção nessa fábrica
e utilizar melhor a unidade de Córdoba, na Argentina",
afirma o Presidente da montadora, Cledorvino
Belini. A unidade argentina também serviria
para abastecer o mercado brasileiro. Há um ano,
a FIAT produzia 2,2 mil automóveis por dia.
O ritmo subiu para 2,5 mil com o início do terceiro
turno. O ano passado foi o melhor da história
da montadora italiana no país. A empresa registrou
lucro líquido de R$ 804 milhões, resultado 57%
maior do que o de 2005. O lucro operacional
também se destacou. Atingiu R$ 804 milhões,
um acréscimo de 64,1% em relação ao valor obtido
no exercício anterior.
Valor
Econômico