Alimentos
Brasil
está na disputa por nova fábrica da
General Mills
A
GENERAL
MILLS trabalha na expansão dos negócios
no Brasil, seguindo a estratégia da matriz,
sediada em Minneapolis (EUA), de promover o
crescimento global a partir de mercados emergentes.
Dona das marcas FORNO DE MINAS, FRESCARINI e
HÄAGEN-DAZS, a GENERAL MILLS inaugura em maio
um novo centro de distribuição em Recife para
reforçar a presença de seus sorvetes no Nordeste.
Fernando Falco, Presidente da GENERAL MILLS no Brasil, diz que a região vai exercer o
mesmo fascínio que o Caribe na atração de turistas
europeus. Em nível nacional, o plano de expansão
fez saltar de 5 para
12 o número de lojas da marca HÄAGEN DASZ entre
2004 e o fim do ano passado. "A expectativa
é fechar 2007 com mais 20 unidades", diz
Falco, que vai somar 1,2 mil pontos-de-venda
em todo o país. Dentro da estratégia global
de crescimento, está o projeto de abrir uma
nova fábrica de sorvetes na América Latina e
o Brasil é um forte candidato para sediar a
unidade. Em 2006 a unidade brasileira faturou
R$ 140 milhões. Segundo Falco o crescimento
do Brasil está na casa dos dois dígitos.
Valor
Econômico
Eletrodomésticos
Agressiva,
Electrolux aproxima-se da Brastemp
Com
uma estratégia agressiva de lançamentos, a ELECTROLUX vem conseguindo ganhar mercado
e ficar mais próxima da líder absoluta neste
setor no Brasil, a MULTIBRÁS, dona das marcas CONSUL e BRASTEMP.
A marca sueca elevou sua participação nas vendas
totais de linha branca de 27,2% em dezembro
de 2005 para 33,4% em novembro do ano passado.
A MULTIBRÁS perdeu cinco pontos. Sua participação,
que era de 42,1% em dezembro do ano retrasado,
caiu para 37% em novembro último. Mundialmente,
a WHIRLPOOL e a ELECTROLUX também disputam a liderança no mercado
de eletrodomésticos.
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
LABORATÓRIO
JAPONÊS INVESTIRÁ R$ 25 MI PARA DOBRAR VENDAS
Quinze
meses depois da fusão, que resultou na criação
da segunda maior farmacêutica do Japão, a DAIICHI-SANKYO começa a delinear seu
plano de investimento para o Brasil. A companhia
japonesa planeja investir R$ 25 milhões para
dobrar sua capacidade de produção em São Paulo,
hoje responsável por 100 milhões de unidades
de medicamentos. A nova capacidade da fábrica,
que já produz comprimidos e pomadas, deve ficar
pronta em meados de 2008. A intenção da companhia
é lançar um medicamento por ano. Nesta nova
fase, a primeira droga que chegará no Brasil
é o Prasugrel, um medicamento para desobstruções
cardiovasculares. O plano, previsto para os
próximos cinco anos, engloba também o aumento
de 10% no quadro de pessoal no país, formado
hoje por 225 pessoas. A DAIICHI-SANKYO é o único
fabricante japonês com fábrica no Brasil. As
operações fabris da companhia concentram-se
apenas no Japão e na Alemanha.
Valor
Econômico
Nivea
aposta na venda de cosméticos pela internet
O
mundo virtual é o novo desafio da NIVEA DO BRASIL para brigar com a concorrência
e dobrar o faturamento da companhia em cinco
anos. A empresa fechou uma parceria com o SUBMARINO
e começa a vender toda sua linha de produtos
pela internet nesta semana. Entre os 150 países
onde a NIVEA atua, com subsidiárias, o Brasil
será o primeiro a ter um site da companhia para
a venda eletrônica. “Se a experiência for bem
sucedida deverá ir para outras filiais”, diz
o Presidente da NIVEA DO BRASIL, Nicolas Fischer.
Ele avalia que em dois anos o canal internet
esteja entre os 10 mais importantes meios de
venda de produtos da empresa, ao lado de hipermercados
e drogarias. A aposta de Fischer no comércio
eletrônico leva em consideração o crescimento
e o potencial das vendas pela internet. A concorrência,
diz o Presidente da NIVEA, é cada vez maior
e por isso a empresa decidiu acelerar a renovação
de um terço de sua linha. Em 2006, a empresa
cresceu 16% no Brasil. A companhia não divulga
números no Brasil, mas estima-se que seu faturamento
tenha ficado por volta de R$ 560 milhões.
O
Estado de São Paulo
Financeiro
SEGURADORA
ALLIANZ TEM LUCRO 57% MAIOR NO TRIMESTRE
A
seguradora alemã ALLIANZ,
maior da Europa, anunciou aumento de 57% em
seu lucro líquido no quarto trimestre de 2006.
Entre outubro e dezembro, ele atingiu a marca
de 1,37 bilhão de euros, em comparação aos 872
milhões de euros no mesmo período do ano anterior.
No ano, o lucro líquido da companhia foi de
7,02 bilhões de euros, 60% mais que os 4,38
bilhões de euros de 2005. Para este ano a ALLIANZ
espera aumento de 10% no lucro operacional,
que foi de 10,39 bilhões de euros em 2006.
Valor
Econômico
PRUDENTIAL
ENCERRA O ANO COM R$ 9
BILHÕES EM CAPITAL SEGURADO
A
PRUDENTIAL
DO BRASIL SEGUROS DE VIDA, subsidiária da PRUDENTIAL
FINANCIAL, uma das maiores seguradoras de vida
dos Estados Unidos, vem ano a ano melhorando
seu resultado local com a venda de seguro de
vida, um segmento no Brasil liderado pelas seguradoras
ligadas a bancos. Em 2006, obteve lucro líquido
de R$ 10,9 milhões, 31% acima do resultado do
ano anterior.
Gazeta
Mercantil
GANHO
DA CHUBB É DE R$ 27,2 MILHÕES
A
CHUBB DO
BRASIL registrou lucro líquido R$ 27,2 milhões
em 2006, crescimento de 21% sobre o resultado
do ano anterior. O retorno sobre o patrimônio
líquido foi de 20%. Os prêmios de seguros somaram
R$ 605 milhões, 43% acima dos R$ 422,7 milhões
em 2005. "Ultrapassamos os R$ 600 milhões
e com lucratividade", comemorou Acacio
Queiroz, Presidente & CEO da CHUBB SEGUROS,
que entra em seu terceiro ano no comando da
subsidiária brasileira de uma das maiores seguradoras
dos Estados Unidos. Queiroz credita o bom desempenho
ao crescimento nos prêmios, foco da administração
no resultado das operações de seguros e maior
eficiência nos processos internos da companhia.
Gazeta
Mercantil
VENDAS
DA BRASILPREV CRESCEM 29,5%
A
BRASILPREV
SEGUROS E PREVIDÊNCIA fechou 2006 com arrecadação
de R$ 2,62 bilhões, incremento de 29,5% em relação
ao resultado obtido no ano anterior. O lucro
líquido cresceu num ritmo menor, passando dos
R$ 144,9 milhões para R$ 156 milhões, alta de 7,7%. "Tivemos um ano excelente. Superamos
a média de crescimento do mercado de previdência
em todos os segmentos, com exceção do plano
para jovens", disse Eduardo Bom Angelo,
Presidente da BRASILPREV. O ano de 2007 começou
no mesmo ritmo. A arrecadação de janeiro deste
ano cresceu 22%, para R$ 213,4 milhões.
Gazeta
Mercantil
TOKIO
LUCRA R$ 91 MILHÕES
O
grupo TOKIO
MARINE (TOKIO MARINE BRASIL e TOKIO MARINE
SEGURADORA) fechou 2006 com lucro líquido de
R$ 91,5 milhões, alta de 1,9%. As receitas,
incluindo operações da controlada REAL TOKIO
MARINE VIDA E PREVIDÊNCIA, cresceram 11,8%,
atingindo um montante de R$ 2,6 bilhão em prêmios
de seguros.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
Faturamento
da Black & Decker aumenta 10%
A
BLACK
& DECKER, uma das líderes mundiais em
ferramentas, anunciou seus resultados de 2006,
com faturamento bruto de R$350 milhões, 10%
a mais em comparação ao ano anterior. O Gerente
de Marketing das linhas de ferramentas e eletrodomésticos
da BLACK & DECKER, Júlio Landaburu, atribui
o crescimento à iniciativa da companhia de expandir
a carteira de clientes e de uma maior descentralização
das atividades. A empresa registrou no último
ano um incremento de 35% no número de clientes.
Segundo Landaburu, as vendas da linha de ferramentas
no Nordeste aumentaram no ano passado 19% em
comparação com 2005. Os eletrodomésticos registraram
uma elevação de 11%. Apesar do crescimento recorde
no mercado nordestino, as regiões Sul e o Sudeste
ainda respondem por cerca de 60% no volume total
de vendas da BLACK & DECKER. Os eletrodomésticos
respondem por 60% do faturamento da empresa.
A expectativa da companhia para 2007 é de triplicar
as vendas por meio da expansão da área de atuação
e do número de clientes. Com a perspectiva de
obter nesse ano um faturamento 10% maior do
que em 2006, Landaburu prevê investimentos diretos
de R$ 10 milhões a R$ 13 milhões.
Gazeta
Mercantil
Reestruturação
da Tradbor visa liderança em embalagens pouch
A
TRADBOR
STAND-UP POUCHES, pioneira na fabricação de
stand-up pouch (SUP) pré-formado no Brasil,
está passando por uma intensa reestruturação
cujos principais objetivos são garantir sua
posição de liderança no mercado brasileiro e
tornar-se a principal referência no Brasil sobre
este tipo de embalagem. Como explica Alan Baumgarten,
Diretor da empresa, um dos principais resultados
das recentes mudanças foram as
novas estruturas industrial e comercial. Outro
ponto bastante positivo neste processo de reestruturação
foi a criação da Área de Tecnologia, totalmente focada no desenvolvimento
de novidades e na apresentação de novas tecnologias
para os clientes. Pioneira na fabricação dos
SUP pré-formados no Brasil,
a empresa se destaca por desenvolver
soluções completas em embalagem utilizadas pelos
mais diversos setores industriais, alimentos,
produtos químicos e farmacêuticos, agrotóxicos,
ingredientes, etc. Outro diferencial é a possibilidade
de produzir pequenas tiragens (a partir de 500
unidades). Por projetar suas próprias máquinas,
a TRADBOR domina todo o expertise do processo de produção e envase das embalagens.
O
Estado de São Paulo
Material
de Construção
LEROY
MERLIN INVESTE R$ 20 MI EM MARKETING PARA CRESCER
15%
O
momento casa com o projeto de expansão da rede
de lojas de material de construção LEROY
MERLIN, que está no Brasil desde 1998. O
primeiro passo desse projeto foi dado com a
estréia da nova campanha da marca. A propaganda,
desenvolvida pela agência MPM, consumiu R$ 2
milhões e tem como carro-chefe um filme de um
minuto e meio.
No total, a LEROY MERLIN vai investir
R$ 20 milhões em marketing ao longo de 2007.
Além de expor a marca por meio da publicidade,
a empresa vai reforçar o cartão de crédito com
sua marca, que é administrado pelo UNIBANCO.
Em 2005 o faturamento da rede, que tem 13 lojas
espalhadas pelo Brasil, somou R$ 730 milhões,
o que representa um crescimento de 27% sobre
o resultado do ano anterior.
Valor
Econômico
Papel
& Celulose
Irani
investe US$ 60 milhões até 2008
A
indústria integrada de madeira, celulose e papel
CELULOSE IRANI acaba de aprovar a contratação
de US$ 60 milhões para ampliar e otimizar sua
produção este ano e também em 2008. A empresa
amargou lucros baixos em 2005 e 2006 e espera
retomar margens e ganhos a partir deste ano.
A razão do otimismo é a previsão de demanda
crescente por papéis, principalmente papel ondulado
para embalagens, no mercado interno e no exterior.
Segundo comunicado do Diretor Financeiro e de
Relações com Investidores da IRANI, Odivan Cargnin,
além de implementar o programa de investimento
esta nova contratação de crédito visa o financiamento
das exportações da empresa e também o alongamento
do perfil de sua dívida. Nos investimentos para
2007 estão programados o aumento da capacidade
produtiva da divisão de embalagens e a modernização
de suas máquinas de papel. Além disso haverá a construção de uma nova fábrica de embalagem
de papelão ondulado em Indaiatuba (SP) e a ampliação
da capacidade de produção de papelão ondulado
de Vargem Bonita (SC). A IRANI espera em 2007
retomar o crescimento de seu lucro líquido.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
Suzano
Petroquímica e SSP Resinas ampliam mercado de
PP
A
SUZANO
Petroquímica, líder latino americana na produção
de polipropileno, a SPP RESINAS, distribuidora nacional de
resinas e a BOTEGA
ELETRÔNICA, empresa especializada na produção
de duchas eletrônicas, desenvolveram uma nova
linha de duchas produzidas inteiramente em polipropileno,
visando a substituição do antigo material, ABS,
por uma opção com maior leveza, melhor acabamento
e com maior resistência mecânica. Com a substituição
do ABS pelo polipropileno, a BOTEGA ELETRÔNICA, que possuía um consumo de duas toneladas/mês
de PP para utilização nas peças internas das
duchas saltou para um consumo de 30 toneladas/
mês. "A expectativa é a de ampliar a produção
e acompanhar o crescimento do setor de utilidades
domésticas e eletrônicas, afirma Francimar Ghizoni
Pereira, Diretor da BOTEGA ELETRÔNICA. A BOTEGA
ELETRÔNICA é um dos 4.700 clientes da SPP Resinas,
distribuidora oficial da SUZANO PETROQUÍMICA.
Segundo o Gerente de Marketing da SUZANO PETROQUÍMICA,
Sinclair Fittipaldi, o volume de vendas da companhia
através de distribuidores representam hoje cerca
de 15% do volume vendido no Mercado Interno. “As perspectivas para 2007 são otimistas, e esperamos um
crescimento de vendas na distribuição superior
a 15%", completa Fittipaldi. No ano de
2006 a SPP RESINAS teve um faturamento bruto
de R$ 340 milhões, e para este ano a empresa
projeta um crescimento ao redor de 27%.
O
Estado de São Paulo
Basf
registra lucro líquido 6,9% maior em 2006
O
lucro líquido do grupo químico BASF aumentou para 3,21 bilhões de Euros (US$
4,21 bilhões) em 2006, valor 6,9% maior que
o apurado no ano anterior. O volume de negócios
cresceu 23% no ano passado, para 53 bilhões
de Euros (US$ 69,43 bilhões), em relação a 2005.
A BASF afirmou que a melhora do lucro e da receita
ocorreu devido à contribuição dos negócios adquiridos
em 2006.
Gazeta
Mercantil
PQU
vai investir R$ 1,15 bilhões
A
PETROQUÍMICA
UNIÃO, de Santo André, revisou para cima
o valor previsto de seu projeto de ampliação
da fábrica no Grande ABC neste ano, de R$ 840
milhões para R$ 1,156 bilhão. A empresa também
estendeu o prazo para a entrada em operação
das novas instalações: de abril de 2008 para
julho do mesmo ano. A revisão se deve, entre
outros fatores, a elevações de preços de materiais
e serviços. Uma das explicações é um aquecimento
mundial na demanda pelos equipamentos petroquímicos,
impulsionados por diversos planos de aumento
de capacidade produtiva no Brasil e no exterior.
O
Estado de São Paulo
Serviços
ATMOSFERA
CRESCE 300%
A
ATMOSFERA,
maior rede de lavanderias industriais do País,
protocolou este mês, na Comissão de Valores
Mobiliários (CVM), pedido de registro de companhia
aberta e será a primeira do setor a fazer uma
oferta pública de ações. Criada em 1998, a empresa
vai aderir ao Novo Mercado da Bovespa. Em 2002,
82% do controle da empresa foi adquirido pelo
fundo de private equity norte-americano ADVENT
INTERNACIONAL. Desde a aquisição até 2006, sua
receita cresceu 300%, de R$ 50 milhões para
cerca de R$ 200 milhões. A expansão foi acelerada
com aquisições de outras lavanderias industriais,
como a ASTRAL e a TILLIMPA, em 2003.
Gazeta
Mercantil
REDE
5 À SEC INVESTE EM
LAVANDERIA INDUSTRIAL
A
marca francesa de lavanderias 5 À SEC está ampliando seus segmentos de atuação
no Brasil. Através de uma central batizada de
Usina Industrial, o master-franqueado que responde
pelas operações em todo o País, com exceção
do Estado do Rio de Janeiro, começa a atender
hotéis, restaurantes e grandes centros comerciais.
Em São Paulo, os contratos assinados com 18
hotéis já garantiram aumento médio de 6% no
faturamento das franquias localizadas nos arredores
dos clientes.
A primeira Usina Industrial da 5
À SEC DO BRASIL começou a operar em sistema
de teste há um ano. Funciona em um galpão de
5 mil m², em Alphaville,
São Paulo. A segunda Usina está programada para
inaugurar em março, no complexo hoteleiro COSTA
DO SAUÍPE, na Bahia. As parcerias com empreendimentos
hoteleiros é um dos fatores que devem ajudar
a rede a aumentar em 28% o faturamento em lojas
comparáveis este ano, contra alta de 18% registrada
em 2006.
Gazeta
Mercantil
MONTADORAS
ENGORDAM FATURAMENTO DA STILREVEST
A
STILREVEST
especializou-se no desenvolvimento de sistemas
e acabamento de pintura para a indústria moveleira,
de construção civil e autopeças. Mas foi depois
de estrear na indústria de veículos, há sete
anos, que a empresa começou a registrar um crescimento
da receita mais intenso. Embora seu tamanho
esteja ainda longe de gigantes como a alemã
DURR, uma das principais empresas que instalam
sistemas de pintura nas montadoras de veículos,
a STILREVEST, com capital 100% nacional, tem
conseguido concorrer com as gigantes do setor.
Seu faturamento anual saiu de R$ 10 milhões
em 2005 para R$ 20 milhões em 2006. Para este
ano, o Presidente, André Bekes, prevê chegar
a R$ 30 milhões. A estréia no mundo dos veículos
ocorreu com a construção da fábrica da Mitsubishi,
em Catalão (GO), no início dessa década. A STILREVEST,
que já tinha uma fábrica em Itapevi (SP), onde
faz a pintura de autopeças, como componentes
de suspensão de caminhões, decidiu, então, construir
outra unidade industrial em Catalão, próxima
à linha de produção da MITSUBISHI. É nessa mesma
fábrica, em Catalão, que a STILREVEST está agora
preparando o equipamento para colocar na nova
cabine de pintura da EMBRAER, que está sendo
instalada no município de Gavião Peixoto (SP).
Mas o que mais agita a direção da STILREVEST
hoje é um recente contrato com a GENERAL MOTORS.
Valor
Econômico
Siderurgia
& Metalurgia
Arcelor
Brasil prevê produção e vendas maiores
A
ARCELOR
BRASIL prevê um ano de 2007 "positivo",
com cenários favoráveis de preço e demanda.
Por isso, a companhia prevê um novo recorde
da produção, para 11,4 milhões de toneladas
de aço bruto, volume 12,8% superior à marca
de 10,1 milhões de toneladas alcançada em 2006.
A empresa também projeta alta das vendas, para
11,6 milhões de toneladas, informou o Diretor
de Relações com Investidores da ARCELOR BRASIL,
Leonardo Horta. A receita líquida da ARCELOR
BRASIL subiu 5,3%, para R$ 14 bilhões. Por segmento,
a companhia projeta maior expansão em planos,
que deve ter aumento de 25% na produção e nas
vendas, para 6,4 milhões de toneladas de produtos,
em relação aos 5,1 milhões de toneladas de 2006,
quando a ARCELOR BRASIL registrou alta de 18%
ante 2005
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
Transferência
de produção DA DELL no Brasil
No
Brasil, onde desembarcou em 1999, a DELL passa por mudanças. A companhia inicialmente
abriu uma fábrica em Eldorado do Sul (RS), na
região da Grande Porto Alegre, com a expectativa
de posteriormente construir uma unidade maior,
na vizinha Alvorada. No ano passado, mudou os
planos e anunciou a transferência da produção
para Hortolândia (SP). Nas instalações originais
ficarão a sede administrativa, um centro de
desenvolvimento de software e o call center
da companhia. A transferência foi provocada
por questões de logística. A principal é que
70% dos clientes empresariais da DELL concentram-se
na região Sudeste. A proximidade do aeroporto
de Viracopos também foi levada em conta porque
vai acelerar a chegada dos componentes importados
à linha de produção. O mercado de computadores
pessoais no Brasil passa por uma fase sem precedentes.
A venda de micros de mesa aumentou 26% no ano
passado, para 6,6 milhões de unidades, e a de
notebooks dobrou, para 600 mil máquinas. A projeção
inicial da consultoria IDC é de que em 2007
serão vendidos 7,7 milhões de PCs
e quase 1 milhão de notebooks.
Valor
Econômico
SOFTTEK
CRESCE 37% NO PAÍS
A
empresa mexicana de serviços de TI SOFTTEK cresceu 37% no Brasil, chegando
a uma receita de US$ 45,3 milhões no ano passado,
contra US$ 33 milhões em 2005. Mundialmente,
a companhia registrou faturamento de US$ 174,4
milhões, 18,3% superior a 2005. A previsão de
crescimento no mercado brasileiro em 2007 é
de 35%.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
Ortopé
muda a gestão e prepara lançamentos para resgatar
prestígio
Depois
de um período amargando um certo ostracismo
no mercado, os calçados infantis ORTOPÉ
dão uma guinada na tentativa de revitalizar
a marca e recuperar o prestígio do final da
década de 70 e início dos anos 80. O Gerente
de Marketing da marca, Ralf Hauschuld, explica
que o eixo da estratégia é dar um ar mais contemporâneo
aos produtos. "Basicamente a ORTOPÉ estava
devendo em design. Tinha uma cara muito tradicional
e conservadora", diz Hauschuld. Apesar
das inovações com linhas mais arrojadas, a idéia
é manter o conceito de um produto preocupado
com a saúde do pé e o desenvolvimento das crianças.
Para a revitalização, a marca foi licenciada
pela proprietária, a D&J PARTICIPAÇÕES,
para uma empresa especializada que, por sua
vez, contratou para a produção a SUGAR
SHOES, de Picada Café, na serra gaúcha.
Estimando uma grande demanda, a SUGAR SHOES
construiu uma fábrica exclusiva para a marca
ORTOPÉ em Canela, também na serra e vizinha
de Gramado. "Acreditamos que em 2008 estaremos
fabricando 15 mil pares por dia", estima
Hauschuld.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
Hyndai
confirma fábrica em Goiás
A
sul-coreana HYNDAI, 6ª maior fabricante mundial
de automóveis, confirmou a abertura de uma fábrica
no Brasil. A HYNDAI exportará componentes para
serem montados em Goiás. Será uma parceria com
a brasileira CAOA MONTADORA, que distribui veículos HYNDAI
no País. A fábrica tem capacidade para produzir
50 mil caminhonetes por ano e será bancada pela
CAOA, de Carlos Alberto de Oliveira Andrade.
Gazeta
Mercantil
JAMEF
CRESCE
A
JAMEF
ENCOMENDAS URGENTES informa que ampliou as instalações
de Contagem, na grande Belo Horizonte. São agora 28 mil metros quadrados de área total, seis mil metros quadrados
de terminal de cargas e 60 docas para carga
e descarga em Minas Gerais, o que reforça a
operação da empresa.
Gazeta
Mercantil
DHL
DEFINE PLANO DE INVESTIMENTO PARA A REGIÃO E
ESPERA CRESCER 15%
A
DHL EXPRESS
INTERNATIONAL AMERICAS, empresa de entregas
expressas que opera em 49 países, investirá
entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões em países
da região em 2007. Mais de US$ 3
milhões serão aplicados no Brasil, um dos principais
mercados da empresa nas américas. Uma das metas
para este ano no país é ampliar a rede de "express
centers", locais onde o cliente pode enviar
e receber mercadorias. "Continuaremos a
investir no Brasil e em outros países da região
para expandir a nossa capacidade de tecnologia
da informação e melhorar os serviços e a satisfação
dos clientes", disse Roger Crook, Presidente
da DHL EXPRESS AMERICAS, controlada pela DHL,
líder mundial no negócio de courier internacional
e serviços expressos. O executivo projeta crescimento
entre 15% a 20% nas operações da empresa na
região este ano em relação a 2006. O percentual
também é válido para o Brasil. O desempenho
será influenciado pela demanda de serviços expressos
em setores de alta tecnologia, farmacêutico,
Valor
Econômico
Varejo
GRAZZIOTIN
LUCRA 52% MAIS COM ESTRATÉGIA POPULAR
A
estratégia da varejista gaúcha GRAZZIOTIN de focar as vendas no público
de baixa renda com itens populares, mesmo que
isso lhe custasse a redução do tíquete médio,
já surtiu efeito. Em 2006, a rede incrementou
o número de vendas em 19,6%, com tíquete médio
de R$ 42,30, 2,2% menor
que no ano anterior e 5,5% mais baixo que em
2004. O resultado veio no balanço: alta de 52,7%
no lucro líquido, atingindo R$ 16,1 milhões,
dentro da receita bruta de R$ 193,59 milhões.
Este ano, o grupo vai manter a política agressiva
de promoções e inaugurar 30 lojas.
Gazeta
Mercantil
MINAS
GERAIS VIRA ALVO DE GRANDES REDES NACIONAIS
O
mercado mineiro entrou na lista de prioridades
das grandes varejistas do eixo Rio-São Paulo.
CASAS BAHIA, MAGAZINE LUIZA, PONTO FRIO e WAL-MART
estão entre as redes que programam abrir lojas
neste ano no Estado, onde existem fortes cadeias
locais, como a varejista de eletroeletrônicos
RICARDO ELETRO e as cadeias de supermercados
EPA e IRMÃOS
BRETAS.
Em
breve, o MAGAZINE
LUIZA fará sua estréia na capital mineira
antes mesmo de chegar à capital paulista. A
varejista de Franca (SP), já possui atualmente
44 unidades espalhadas pelo interior do Estado.
Os pontos comerciais em Belo Horizonte já foram
contratados e serão inaugurados ao longo deste
semestre. Procurada, a empresa não revela o
número exato de unidades que irá abrir.
Minas
também está na mira de Michel Klein, Diretor
da CASAS BAHIA. O empresário já havia anunciado
no início deste ano que pretende inaugurar pelo
menos 14 lojas no mercado mineiro em 2007. A
varejista, a maior cadeia de eletrodomésticos
e móveis do país, já possui 55 lojas no Estado,
que ocupa o terceiro lugar dentro da empresa,
atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro.
O
PONTO
FRIO, não deve ficar atrás. O Diretor Financeiro
da empresa, Norbert Glatt, revelou que a varejista
carioca tem planos de construir um novo centro de distribuição
em Minas Gerais. Com o depósito, a companhia
poderá expandir-se no Estado, mas o executivo
não detalha as inaugurações previstas por região.
O
CARREFOUR,
que comprou a rede MINEIRÃO no fim dos anos
90, acabou até mesmo devolvendo algumas lojas
deficitárias para os antigos donos. Mas a
multinacional francesa chegou primeiro ao Estado
e consolidou-se na liderança, ficando à frente
dos seus dois grandes concorrentes, o grupo
PÃO DE AÇÚCAR e o WAL-MART, que possui um hipermercado
e uma loja do SAM'S CLUB.
Valor
Econômico