Sexta-feira, 02/03/2007
Ano VII – edição 259

Alimentos

Brasil está na disputa por nova fábrica da General Mills

A GENERAL MILLS trabalha na expansão dos negócios no Brasil, seguindo a estratégia da matriz, sediada em Minneapolis (EUA), de promover o crescimento global a partir de mercados emergentes. Dona das marcas FORNO DE MINAS, FRESCARINI e HÄAGEN-DAZS, a GENERAL MILLS inaugura em maio um novo centro de distribuição em Recife para reforçar a presença de seus sorvetes no Nordeste. Fernando Falco, Presidente da GENERAL MILLS no Brasil, diz que a região vai exercer o mesmo fascínio que o Caribe na atração de turistas europeus. Em nível nacional, o plano de expansão fez saltar de 5 para 12 o número de lojas da marca HÄAGEN DASZ entre 2004 e o fim do ano passado. "A expectativa é fechar 2007 com mais 20 unidades", diz Falco, que vai somar 1,2 mil pontos-de-venda em todo o país. Dentro da estratégia global de crescimento, está o projeto de abrir uma nova fábrica de sorvetes na América Latina e o Brasil é um forte candidato para sediar a unidade. Em 2006 a unidade brasileira faturou R$ 140 milhões. Segundo Falco o crescimento do Brasil está na casa dos dois dígitos.

Valor Econômico

 

Eletrodomésticos

Agressiva, Electrolux aproxima-se da Brastemp

Com uma estratégia agressiva de lançamentos, a ELECTROLUX vem conseguindo ganhar mercado e ficar mais próxima da líder absoluta neste setor no Brasil, a MULTIBRÁS, dona das marcas CONSUL e BRASTEMP. A marca sueca elevou sua participação nas vendas totais de linha branca de 27,2% em dezembro de 2005 para 33,4% em novembro do ano passado. A MULTIBRÁS perdeu cinco pontos. Sua participação, que era de 42,1% em dezembro do ano retrasado, caiu para 37% em novembro último. Mundialmente, a WHIRLPOOL e a ELECTROLUX também disputam a liderança no mercado de eletrodomésticos.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

LABORATÓRIO JAPONÊS INVESTIRÁ R$ 25 MI PARA DOBRAR VENDAS

Quinze meses depois da fusão, que resultou na criação da segunda maior farmacêutica do Japão, a DAIICHI-SANKYO começa a delinear seu plano de investimento para o Brasil. A companhia japonesa planeja investir R$ 25 milhões para dobrar sua capacidade de produção em São Paulo, hoje responsável por 100 milhões de unidades de medicamentos. A nova capacidade da fábrica, que já produz comprimidos e pomadas, deve ficar pronta em meados de 2008. A intenção da companhia é lançar um medicamento por ano. Nesta nova fase, a primeira droga que chegará no Brasil é o Prasugrel, um medicamento para desobstruções cardiovasculares. O plano, previsto para os próximos cinco anos, engloba também o aumento de 10% no quadro de pessoal no país, formado hoje por 225 pessoas. A DAIICHI-SANKYO é o único fabricante japonês com fábrica no Brasil. As operações fabris da companhia concentram-se apenas no Japão e na Alemanha.

Valor Econômico

 

Nivea aposta na venda de cosméticos pela internet

O mundo virtual é o novo desafio da NIVEA DO BRASIL para brigar com a concorrência e dobrar o faturamento da companhia em cinco anos. A empresa fechou uma parceria com o SUBMARINO e começa a vender toda sua linha de produtos pela internet nesta semana. Entre os 150 países onde a NIVEA atua, com subsidiárias, o Brasil será o primeiro a ter um site da companhia para a venda eletrônica. “Se a experiência for bem sucedida deverá ir para outras filiais”, diz o Presidente da NIVEA DO BRASIL, Nicolas Fischer. Ele avalia que em dois anos o canal internet esteja entre os 10 mais importantes meios de venda de produtos da empresa, ao lado de hipermercados e drogarias. A aposta de Fischer no comércio eletrônico leva em consideração o crescimento e o potencial das vendas pela internet. A concorrência, diz o Presidente da NIVEA, é cada vez maior e por isso a empresa decidiu acelerar a renovação de um terço de sua linha. Em 2006, a empresa cresceu 16% no Brasil. A companhia não divulga números no Brasil, mas estima-se que seu faturamento tenha ficado por volta de R$ 560 milhões.

O Estado de São Paulo

 

Financeiro

SEGURADORA ALLIANZ TEM LUCRO 57% MAIOR NO TRIMESTRE

A seguradora alemã ALLIANZ, maior da Europa, anunciou aumento de 57% em seu lucro líquido no quarto trimestre de 2006. Entre outubro e dezembro, ele atingiu a marca de 1,37 bilhão de euros, em comparação aos 872 milhões de euros no mesmo período do ano anterior. No ano, o lucro líquido da companhia foi de 7,02 bilhões de euros, 60% mais que os 4,38 bilhões de euros de 2005. Para este ano a ALLIANZ espera aumento de 10% no lucro operacional, que foi de 10,39 bilhões de euros em 2006.

Valor Econômico

 

PRUDENTIAL ENCERRA O ANO COM R$ 9 BILHÕES EM CAPITAL SEGURADO

A PRUDENTIAL DO BRASIL SEGUROS DE VIDA, subsidiária da PRUDENTIAL FINANCIAL, uma das maiores seguradoras de vida dos Estados Unidos, vem ano a ano melhorando seu resultado local com a venda de seguro de vida, um segmento no Brasil liderado pelas seguradoras ligadas a bancos. Em 2006, obteve lucro líquido de R$ 10,9 milhões, 31% acima do resultado do ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

GANHO DA CHUBB É DE R$ 27,2 MILHÕES

A CHUBB DO BRASIL registrou lucro líquido R$ 27,2 milhões em 2006, crescimento de 21% sobre o resultado do ano anterior. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 20%. Os prêmios de seguros somaram R$ 605 milhões, 43% acima dos R$ 422,7 milhões em 2005. "Ultrapassamos os R$ 600 milhões e com lucratividade", comemorou Acacio Queiroz, Presidente & CEO da CHUBB SEGUROS, que entra em seu terceiro ano no comando da subsidiária brasileira de uma das maiores seguradoras dos Estados Unidos. Queiroz credita o bom desempenho ao crescimento nos prêmios, foco da administração no resultado das operações de seguros e maior eficiência nos processos internos da companhia.

Gazeta Mercantil

 

VENDAS DA BRASILPREV CRESCEM 29,5%

A BRASILPREV SEGUROS E PREVIDÊNCIA fechou 2006 com arrecadação de R$ 2,62 bilhões, incremento de 29,5% em relação ao resultado obtido no ano anterior. O lucro líquido cresceu num ritmo menor, passando dos R$ 144,9 milhões para R$ 156 milhões, alta de 7,7%. "Tivemos um ano excelente. Superamos a média de crescimento do mercado de previdência em todos os segmentos, com exceção do plano para jovens", disse Eduardo Bom Angelo, Presidente da BRASILPREV. O ano de 2007 começou no mesmo ritmo. A arrecadação de janeiro deste ano cresceu 22%, para R$ 213,4 milhões.

Gazeta Mercantil

 

TOKIO LUCRA R$ 91 MILHÕES

O grupo TOKIO MARINE (TOKIO MARINE BRASIL e TOKIO MARINE SEGURADORA) fechou 2006 com lucro líquido de R$ 91,5 milhões, alta de 1,9%. As receitas, incluindo operações da controlada REAL TOKIO MARINE VIDA E PREVIDÊNCIA, cresceram 11,8%, atingindo um montante de R$ 2,6 bilhão em prêmios de seguros.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

Faturamento da Black & Decker aumenta 10%

A BLACK & DECKER, uma das líderes mundiais em ferramentas, anunciou seus resultados de 2006, com faturamento bruto de R$350 milhões, 10% a mais em comparação ao ano anterior. O Gerente de Marketing das linhas de ferramentas e eletrodomésticos da BLACK & DECKER, Júlio Landaburu, atribui o crescimento à iniciativa da companhia de expandir a carteira de clientes e de uma maior descentralização das atividades. A empresa registrou no último ano um incremento de 35% no número de clientes. Segundo Landaburu, as vendas da linha de ferramentas no Nordeste aumentaram no ano passado 19% em comparação com 2005. Os eletrodomésticos registraram uma elevação de 11%. Apesar do crescimento recorde no mercado nordestino, as regiões Sul e o Sudeste ainda respondem por cerca de 60% no volume total de vendas da BLACK & DECKER. Os eletrodomésticos respondem por 60% do faturamento da empresa. A expectativa da companhia para 2007 é de triplicar as vendas por meio da expansão da área de atuação e do número de clientes. Com a perspectiva de obter nesse ano um faturamento 10% maior do que em 2006, Landaburu prevê investimentos diretos de R$ 10 milhões a R$ 13 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Reestruturação da Tradbor visa liderança em embalagens pouch

A TRADBOR STAND-UP POUCHES, pioneira na fabricação de stand-up pouch (SUP) pré-formado no Brasil, está passando por uma intensa reestruturação cujos principais objetivos são garantir sua posição de liderança no mercado brasileiro e tornar-se a principal referência no Brasil sobre este tipo de embalagem. Como explica Alan Baumgarten, Diretor da empresa, um dos principais resultados das recentes mudanças foram as novas estruturas industrial e comercial. Outro ponto bastante positivo neste processo de reestruturação foi a criação da Área de Tecnologia, totalmente focada no desenvolvimento de novidades e na apresentação de novas tecnologias para os clientes. Pioneira na fabricação dos SUP pré-formados no Brasil, a empresa se destaca por desenvolver soluções completas em embalagem utilizadas pelos mais diversos setores industriais, alimentos, produtos químicos e farmacêuticos, agrotóxicos, ingredientes, etc. Outro diferencial é a possibilidade de produzir pequenas tiragens (a partir de 500 unidades). Por projetar suas próprias máquinas, a TRADBOR domina todo o expertise do processo de produção e envase das embalagens.

O Estado de São Paulo

 

Material de Construção

LEROY MERLIN INVESTE R$ 20 MI EM MARKETING PARA CRESCER 15%

O momento casa com o projeto de expansão da rede de lojas de material de construção LEROY MERLIN, que está no Brasil desde 1998. O primeiro passo desse projeto foi dado com a estréia da nova campanha da marca. A propaganda, desenvolvida pela agência MPM, consumiu R$ 2 milhões e tem como carro-chefe um filme de um minuto e meio.  No total, a LEROY MERLIN vai investir R$ 20 milhões em marketing ao longo de 2007. Além de expor a marca por meio da publicidade, a empresa vai reforçar o cartão de crédito com sua marca, que é administrado pelo UNIBANCO. Em 2005 o faturamento da rede, que tem 13 lojas espalhadas pelo Brasil, somou R$ 730 milhões, o que representa um crescimento de 27% sobre o resultado do ano anterior.

Valor Econômico

 

Papel & Celulose

Irani investe US$ 60 milhões até 2008

A indústria integrada de madeira, celulose e papel CELULOSE IRANI acaba de aprovar a contratação de US$ 60 milhões para ampliar e otimizar sua produção este ano e também em 2008. A empresa amargou lucros baixos em 2005 e 2006 e espera retomar margens e ganhos a partir deste ano. A razão do otimismo é a previsão de demanda crescente por papéis, principalmente papel ondulado para embalagens, no mercado interno e no exterior. Segundo comunicado do Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da IRANI, Odivan Cargnin, além de implementar o programa de investimento esta nova contratação de crédito visa o financiamento das exportações da empresa e também o alongamento do perfil de sua dívida. Nos investimentos para 2007 estão programados o aumento da capacidade produtiva da divisão de embalagens e a modernização de suas máquinas de papel. Além disso haverá a construção de uma nova fábrica de embalagem de papelão ondulado em Indaiatuba (SP) e a ampliação da capacidade de produção de papelão ondulado de Vargem Bonita (SC). A IRANI espera em 2007 retomar o crescimento de seu lucro líquido.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

Suzano Petroquímica e SSP Resinas ampliam mercado de PP

A SUZANO Petroquímica, líder latino americana na produção de polipropileno, a SPP RESINAS, distribuidora nacional de resinas e a BOTEGA ELETRÔNICA, empresa especializada na produção de duchas eletrônicas, desenvolveram uma nova linha de duchas produzidas inteiramente em polipropileno, visando a substituição do antigo material, ABS, por uma opção com maior leveza, melhor acabamento e com maior resistência mecânica. Com a substituição do ABS pelo polipropileno, a BOTEGA ELETRÔNICA, que possuía um consumo de duas toneladas/mês de PP para utilização nas peças internas das duchas saltou para um consumo de 30 toneladas/ mês. "A expectativa é a de ampliar a produção e acompanhar o crescimento do setor de utilidades domésticas e eletrônicas, afirma Francimar Ghizoni Pereira, Diretor da BOTEGA ELETRÔNICA. A BOTEGA ELETRÔNICA é um dos 4.700 clientes da SPP Resinas, distribuidora oficial da SUZANO PETROQUÍMICA. Segundo o Gerente de Marketing da SUZANO PETROQUÍMICA, Sinclair Fittipaldi, o volume de vendas da companhia através de distribuidores representam hoje cerca de 15% do volume vendido no Mercado Interno. “As perspectivas para 2007 são otimistas, e esperamos um crescimento de vendas na distribuição superior a 15%", completa Fittipaldi. No ano de 2006 a SPP RESINAS teve um faturamento bruto de R$ 340 milhões, e para este ano a empresa projeta um crescimento ao redor de 27%.

O Estado de São Paulo

 

Basf registra lucro líquido 6,9% maior em 2006

O lucro líquido do grupo químico BASF aumentou para 3,21 bilhões de Euros (US$ 4,21 bilhões) em 2006, valor 6,9% maior que o apurado no ano anterior. O volume de negócios cresceu 23% no ano passado, para 53 bilhões de Euros (US$ 69,43 bilhões), em relação a 2005. A BASF afirmou que a melhora do lucro e da receita ocorreu devido à contribuição dos negócios adquiridos em 2006.

Gazeta Mercantil

 

PQU vai investir R$ 1,15 bilhões

A PETROQUÍMICA UNIÃO, de Santo André, revisou para cima o valor previsto de seu projeto de ampliação da fábrica no Grande ABC neste ano, de R$ 840 milhões para R$ 1,156 bilhão. A empresa também estendeu o prazo para a entrada em operação das novas instalações: de abril de 2008 para julho do mesmo ano. A revisão se deve, entre outros fatores, a elevações de preços de materiais e serviços. Uma das explicações é um aquecimento mundial na demanda pelos equipamentos petroquímicos, impulsionados por diversos planos de aumento de capacidade produtiva no Brasil e no exterior.

O Estado de São Paulo

 

Serviços

ATMOSFERA CRESCE 300%

A ATMOSFERA, maior rede de lavanderias industriais do País, protocolou este mês, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pedido de registro de companhia aberta e será a primeira do setor a fazer uma oferta pública de ações. Criada em 1998, a empresa vai aderir ao Novo Mercado da Bovespa. Em 2002, 82% do controle da empresa foi adquirido pelo fundo de private equity norte-americano ADVENT INTERNACIONAL. Desde a aquisição até 2006, sua receita cresceu 300%, de R$ 50 milhões para cerca de R$ 200 milhões. A expansão foi acelerada com aquisições de outras lavanderias industriais, como a ASTRAL e a TILLIMPA, em 2003.

Gazeta Mercantil

 

REDE 5 À SEC INVESTE EM LAVANDERIA INDUSTRIAL

A marca francesa de lavanderias 5 À SEC está ampliando seus segmentos de atuação no Brasil. Através de uma central batizada de Usina Industrial, o master-franqueado que responde pelas operações em todo o País, com exceção do Estado do Rio de Janeiro, começa a atender hotéis, restaurantes e grandes centros comerciais. Em São Paulo, os contratos assinados com 18 hotéis já garantiram aumento médio de 6% no faturamento das franquias localizadas nos arredores dos clientes.  A primeira Usina Industrial da 5 À SEC DO BRASIL começou a operar em sistema de teste há um ano. Funciona em um galpão de 5 mil m², em Alphaville, São Paulo. A segunda Usina está programada para inaugurar em março, no complexo hoteleiro COSTA DO SAUÍPE, na Bahia. As parcerias com empreendimentos hoteleiros é um dos fatores que devem ajudar a rede a aumentar em 28% o faturamento em lojas comparáveis este ano, contra alta de 18% registrada em 2006.

Gazeta Mercantil

 

MONTADORAS ENGORDAM FATURAMENTO DA STILREVEST

A STILREVEST especializou-se no desenvolvimento de sistemas e acabamento de pintura para a indústria moveleira, de construção civil e autopeças. Mas foi depois de estrear na indústria de veículos, há sete anos, que a empresa começou a registrar um crescimento da receita mais intenso. Embora seu tamanho esteja ainda longe de gigantes como a alemã DURR, uma das principais empresas que instalam sistemas de pintura nas montadoras de veículos, a STILREVEST, com capital 100% nacional, tem conseguido concorrer com as gigantes do setor. Seu faturamento anual saiu de R$ 10 milhões em 2005 para R$ 20 milhões em 2006. Para este ano, o Presidente, André Bekes, prevê chegar a R$ 30 milhões. A estréia no mundo dos veículos ocorreu com a construção da fábrica da Mitsubishi, em Catalão (GO), no início dessa década. A STILREVEST, que já tinha uma fábrica em Itapevi (SP), onde faz a pintura de autopeças, como componentes de suspensão de caminhões, decidiu, então, construir outra unidade industrial em Catalão, próxima à linha de produção da MITSUBISHI. É nessa mesma fábrica, em Catalão, que a STILREVEST está agora preparando o equipamento para colocar na nova cabine de pintura da EMBRAER, que está sendo instalada no município de Gavião Peixoto (SP). Mas o que mais agita a direção da STILREVEST hoje é um recente contrato com a GENERAL MOTORS.

Valor Econômico

 

Siderurgia & Metalurgia

Arcelor Brasil prevê produção e vendas maiores

A ARCELOR BRASIL prevê um ano de 2007 "positivo", com cenários favoráveis de preço e demanda. Por isso, a companhia prevê um novo recorde da produção, para 11,4 milhões de toneladas de aço bruto, volume 12,8% superior à marca de 10,1 milhões de toneladas alcançada em 2006. A empresa também projeta alta das vendas, para 11,6 milhões de toneladas, informou o Diretor de Relações com Investidores da ARCELOR BRASIL, Leonardo Horta. A receita líquida da ARCELOR BRASIL subiu 5,3%, para R$ 14 bilhões. Por segmento, a companhia projeta maior expansão em planos, que deve ter aumento de 25% na produção e nas vendas, para 6,4 milhões de toneladas de produtos, em relação aos 5,1 milhões de toneladas de 2006, quando a ARCELOR BRASIL registrou alta de 18% ante 2005

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

Transferência de produção DA DELL no Brasil

No Brasil, onde desembarcou em 1999, a DELL passa por mudanças. A companhia inicialmente abriu uma fábrica em Eldorado do Sul (RS), na região da Grande Porto Alegre, com a expectativa de posteriormente construir uma unidade maior, na vizinha Alvorada. No ano passado, mudou os planos e anunciou a transferência da produção para Hortolândia (SP). Nas instalações originais ficarão a sede administrativa, um centro de desenvolvimento de software e o call center da companhia. A transferência foi provocada por questões de logística. A principal é que 70% dos clientes empresariais da DELL concentram-se na região Sudeste. A proximidade do aeroporto de Viracopos também foi levada em conta porque vai acelerar a chegada dos componentes importados à linha de produção. O mercado de computadores pessoais no Brasil passa por uma fase sem precedentes. A venda de micros de mesa aumentou 26% no ano passado, para 6,6 milhões de unidades, e a de notebooks dobrou, para 600 mil máquinas. A projeção inicial da consultoria IDC é de que em 2007 serão vendidos 7,7 milhões de PCs e quase 1 milhão de notebooks.

Valor Econômico

 

SOFTTEK CRESCE 37% NO PAÍS

A empresa mexicana de serviços de TI SOFTTEK cresceu 37% no Brasil, chegando a uma receita de US$ 45,3 milhões no ano passado, contra US$ 33 milhões em 2005. Mundialmente, a companhia registrou faturamento de US$ 174,4 milhões, 18,3% superior a 2005. A previsão de crescimento no mercado brasileiro em 2007 é de 35%.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

Ortopé muda a gestão e prepara lançamentos para resgatar prestígio

Depois de um período amargando um certo ostracismo no mercado, os calçados infantis ORTOPÉ dão uma guinada na tentativa de revitalizar a marca e recuperar o prestígio do final da década de 70 e início dos anos 80. O Gerente de Marketing da marca, Ralf Hauschuld, explica que o eixo da estratégia é dar um ar mais contemporâneo aos produtos. "Basicamente a ORTOPÉ estava devendo em design. Tinha uma cara muito tradicional e conservadora", diz Hauschuld. Apesar das inovações com linhas mais arrojadas, a idéia é manter o conceito de um produto preocupado com a saúde do pé e o desenvolvimento das crianças. Para a revitalização, a marca foi licenciada pela proprietária, a D&J PARTICIPAÇÕES, para uma empresa especializada que, por sua vez, contratou para a produção a SUGAR SHOES, de Picada Café, na serra gaúcha. Estimando uma grande demanda, a SUGAR SHOES construiu uma fábrica exclusiva para a marca ORTOPÉ em Canela, também na serra e vizinha de Gramado. "Acreditamos que em 2008 estaremos fabricando 15 mil pares por dia", estima Hauschuld.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

Hyndai confirma fábrica em Goiás

A sul-coreana HYNDAI, 6ª maior fabricante mundial de automóveis, confirmou a abertura de uma fábrica no Brasil. A HYNDAI exportará componentes para serem montados em Goiás. Será uma parceria com a brasileira CAOA MONTADORA, que distribui veículos HYNDAI no País. A fábrica tem capacidade para produzir 50 mil caminhonetes por ano e será bancada pela CAOA, de Carlos Alberto de Oliveira Andrade.

Gazeta Mercantil

 

JAMEF CRESCE

A JAMEF ENCOMENDAS URGENTES informa que ampliou as instalações de Contagem, na grande Belo Horizonte. São agora 28 mil metros quadrados de área total, seis mil metros quadrados de terminal de cargas e 60 docas para carga e descarga em Minas Gerais, o que reforça a operação da empresa.

Gazeta Mercantil

 

DHL DEFINE PLANO DE INVESTIMENTO PARA A REGIÃO E ESPERA CRESCER 15%

A DHL EXPRESS INTERNATIONAL AMERICAS, empresa de entregas expressas que opera em 49 países, investirá entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões em países da região em 2007. Mais de US$ 3 milhões serão aplicados no Brasil, um dos principais mercados da empresa nas américas. Uma das metas para este ano no país é ampliar a rede de "express centers", locais onde o cliente pode enviar e receber mercadorias. "Continuaremos a investir no Brasil e em outros países da região para expandir a nossa capacidade de tecnologia da informação e melhorar os serviços e a satisfação dos clientes", disse Roger Crook, Presidente da DHL EXPRESS AMERICAS, controlada pela DHL, líder mundial no negócio de courier internacional e serviços expressos. O executivo projeta crescimento entre 15% a 20% nas operações da empresa na região este ano em relação a 2006. O percentual também é válido para o Brasil. O desempenho será influenciado pela demanda de serviços expressos em setores de alta tecnologia, farmacêutico,

Valor Econômico

 

Varejo

GRAZZIOTIN LUCRA 52% MAIS COM ESTRATÉGIA POPULAR

A estratégia da varejista gaúcha GRAZZIOTIN de focar as vendas no público de baixa renda com itens populares, mesmo que isso lhe custasse a redução do tíquete médio, já surtiu efeito. Em 2006, a rede incrementou o número de vendas em 19,6%, com tíquete médio de R$ 42,30, 2,2% menor que no ano anterior e 5,5% mais baixo que em 2004. O resultado veio no balanço: alta de 52,7% no lucro líquido, atingindo R$ 16,1 milhões, dentro da receita bruta de R$ 193,59 milhões. Este ano, o grupo vai manter a política agressiva de promoções e inaugurar 30 lojas.

Gazeta Mercantil

 

MINAS GERAIS VIRA ALVO DE GRANDES REDES NACIONAIS

O mercado mineiro entrou na lista de prioridades das grandes varejistas do eixo Rio-São Paulo. CASAS BAHIA, MAGAZINE LUIZA, PONTO FRIO e WAL-MART estão entre as redes que programam abrir lojas neste ano no Estado, onde existem fortes cadeias locais, como a varejista de eletroeletrônicos RICARDO ELETRO e as cadeias de supermercados EPA e IRMÃOS BRETAS.

Em breve, o MAGAZINE LUIZA fará sua estréia na capital mineira antes mesmo de chegar à capital paulista. A varejista de Franca (SP), já possui atualmente 44 unidades espalhadas pelo interior do Estado. Os pontos comerciais em Belo Horizonte já foram contratados e serão inaugurados ao longo deste semestre. Procurada, a empresa não revela o número exato de unidades que irá abrir.

Minas também está na mira de Michel Klein, Diretor da CASAS BAHIA. O empresário já havia anunciado no início deste ano que pretende inaugurar pelo menos 14 lojas no mercado mineiro em 2007. A varejista, a maior cadeia de eletrodomésticos e móveis do país, já possui 55 lojas no Estado, que ocupa o terceiro lugar dentro da empresa, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro.

O PONTO FRIO, não deve ficar atrás. O Diretor Financeiro da empresa, Norbert Glatt, revelou que a varejista carioca tem planos de  construir um novo centro de distribuição em Minas Gerais. Com o depósito, a companhia poderá expandir-se no Estado, mas o executivo não detalha as inaugurações previstas por região.

O CARREFOUR, que comprou a rede MINEIRÃO no fim dos anos 90, acabou até mesmo devolvendo algumas lojas deficitárias para os antigos donos. Mas a multinacional francesa chegou primeiro ao Estado e consolidou-se na liderança, ficando à frente dos seus dois grandes concorrentes, o grupo PÃO DE AÇÚCAR e o WAL-MART, que possui um hipermercado e uma loja do SAM'S CLUB.

Valor Econômico

 

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