Sexta-feira, 09/03/2007
Ano VII – edição 260

Autopeças

MOURA AMPLIARÁ FÁBRICA DE BATERIA EM PE EM 25%

Se as montadoras ainda não desengavetaram seus planos de expansão, a indústria de autopeças já começa a dar os primeiros passos. A fabricante de baterias MOURA irá aumentar a capacidade de produção de sua fábrica de Belo Jardim (PE) em 25%, o que significa um milhão de unidades a mais por ano. "Estamos com a fábrica totalmente tomada e, olhando os dados de vendas de veículos, vimos que era hora de investir", diz Paulo Sales, Vice-Presidente Financeiro da MOURA. A empresa é a maior fornecedora brasileira de baterias para montadoras.

Valor Econômico

 

Bebidas & Fumo

DaFruta espera crescer com lançamento de suco à base de soja

A fabricante nacional de sucos DAFRUTA colocou no mercado um suco de soja concentrado do mercado, o DaFruta Soja Concentrado 500 ml. O produto vem engrossar um segmento que só cresce nos últimos anos. As vendas de bebidas à base de soja aumentaram 38% entre 2004 e 2005, quando foram comercializados 150 milhões de litros. Com o lançamento, a companhia de Pernambuco espera crescer 35% no mercado nacional e atingir um faturamento de R$ 90 milhões, o dobro em relação a 2003.

Valor Econômico

 

CITROSUCO ENTRA NO MERCADO CATARINENSE

Em maio próximo, quando inicia a safra da laranja em Santa Catarina, a divisão de sucos do GRUPO FISCHER, a CITROSUCO PAULISTA S.A., vai comprar 35 mil toneladas da fruta de cinco cooperativas filiadas à COOPERCENTRAL AURORA, de Chapecó (SC). A FISCHER, que já tem unidade de processamento de maçã no estado, no município de Videira, adquiriu os equipamentos da fábrica de Pinhalzinho (SC), da AURORA, e está construindo nova fábrica para a produção de suco de laranja. O investimento será de US$ 3,5 milhões. O Diretor da FISCHER FRAIBURGO AGRÍCOLA, Arival Pioli, afirma que a produção, de cinco mil toneladas de suco por ano, será exportada para os Estados Unidos (60%) e Europa (40%) para grandes empresas como NESTLÉ e TROPICANA (PEPSI-COLA).

Gazeta Mercantil

 

ILLYCAFFÈ ABRIRÁ 1ª LOJA NO BRASIL

A italiana ILLYCAFFÈ vai abrir a primeira cafeteria no Brasil. Produtora de café torrado e moído de alta qualidade, a ILLYCAFFÈ utiliza cerca de 60% de café em grão do Brasil. Os blends a serem utilizados na cafeteria virão da Itália. A localização da unidade já foi definida, no bairro Jardins, região nobre de São Paulo. O Presidente-Executivo da companhia, Andrea Illy, diz que a empresa investe cerca de US$ 2 mil por metro quadrado na abertura de uma loja. A unidade de São Paulo pode ter até 100 metros quadrados. Só em 2007, a ILLYCAFFÈ, com faturamento previsto de US$ 320 milhões em 2006, deverá abrir 40 novas cafeterias no mundo, chegando a 170 unidades. A ILLYCAFFÈ quer se tornar a mais completa empresa de café do mundo.

Gazeta Mercantil

 

CAFÉ ORFEU TRIPLICA PRODUÇÃO

A torrefadora CAFÉ ORFEU, lançada no início do ano passado pela Fazenda Sertãozinho, do Sul de Minas Gerais, para produzir café torrado e moído somente com grãos especiais da própria fazenda, comemora os resultados obtidos em um ano de vida. O Diretor da marca e da fazenda, José Renato Gonçalves Dias, disse que a produção da torrefadora em um ano aumentou mais de seis vezes, saindo de uma produção inicial mensal de 330 quilos para 2 mil quilos mensais. A meta é triplicar a produção mensal neste ano para 6 mil quilos. Para o fim de 2008, a produção deverá chegar a 10 mil quilos de sacas mensais, o equivalente a 120 mil quilos anuais.

Gazeta Mercantil

 

AMBEV CRESCE COM FUTEBOL E ARGENTINA

A COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS (AMBEV) registrou um lucro líquido de R$ 2,8 bilhões em 2006, acréscimo de 81,5% em comparação a 2005. A receita líquida cresceu 10,2% e atingiu R$ 17,613 bilhões. O CEO da AMBEV, Luiz Fernando Edmond, destacou como importantes para o desempenho da empresa no ano passado o aumento da participação na argentina Quinsa, o lançamentos de novos produtos e a Copa do Mundo da Alemanha. "A empresa viveu uma espécie de segundo verão durante os meses da Copa do Mundo", ressaltou Edmond. No segmento de refrigerantes, não-alcoólicos e não-carbonatados (RefrigeNanc), o volume de vendas cresceu 9% em 2006.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

TERRA VAI TRIPLICAR CRESCIMENTO

Após crescer menos de 5%, atingindo receita bruta de R$ 725 milhões em 2006, o provedor de internet TERRA prevê expansão de cerca de 15% neste ano, apostando no avanço das receitas publicitárias e da sua base de usuários. O Diretor Geral, Paulo Castro, comunicou que o resultado operacional cresceu 35% em relação a 2005. No ano passado, as principais áreas da empresa exibiram resultados expressivos. Só o faturamento de publicidade, que representa 15% do total, registrou aumento da ordem de 40%. E a banda larga, maior negócio da companhia, garantindo metade da receita, cresceu 30% no ano passado. Acompanhando o crescimento do mercado brasileiro de acesso rápido, cuja base cresceu 40% no ano passado, o TERRA ampliou o número de assinantes de banda larga em 30,7%, fechando 2006 com 1,7 milhão de clientes, quase 30% dos 5,75 milhões dos usuários do País. A previsão para este ano é de crescimento de cerca de 30% em publicidade e de 25% em banda larga.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

GENZYME BUSCA NOVOS NEGÓCIOS NO PAÍS

A GENZYME CORPORATION, farmacêutica norte-americana de biotecnologia e a quarta maior do mundo neste segmento de mercado, pode estender seu apetite por aquisições para o Brasil, onde está prospectando novos negócios. Atualmente, a empresa mantém conversas com a FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ), do Rio, e com pesquisadores do Nordeste na área de cardiologia para possíveis futuras parcerias, disse a Diretora de Assuntos Corporativos da GENZYME DO BRASIL, Eliana Tameirão. Os investimentos da GENZYME no País, estimados entre US$ 16 milhões e US$ 18 milhões, têm sido concentrados, na maior parte, em pesquisas clínicas, campanhas de saúde voltadas para as áreas de atuação da empresa e em promoção e treinamento. Única companhia genuinamente de biotecnologia com atuação no País, a empresa vai investir para ampliar sua estrutura logística aqui, hoje localizada na capital paulista, com a construção de um centro de estoque e distribuição. A subsidiária tem tido expressiva performance desde que foi instalada, há 10 anos, registrando média de 35% de crescimento anual. O mesmo percentual foi verificado em 2006, mas os números, que respondem por 65% das receitas na América Latina, são mantidos em sigilo.

Gazeta Mercantil

 

VITA DERM TRANSFORMA REVENDA EM FRANQUIA E QUER CHEGAR A MIL LOJAS

A empresa de cosméticos VITA DERM aposta no sistema de franquias para elevar em 20% seu faturamento e em 30% a capacidade produtiva de sua fábrica. Para este ano, programa a abertura de 60 lojas e pretende chegar a mil unidades franqueadas em dois anos e meio. Para atingir a meta, a empresa está investindo R$ 300 mil em publicidade e palestras, exclusivamente para a captação de novos empreendedores. "Estabelecemos essa meta pensando na capacidade de crescer com qualidade. Mas esse planejamento já superou nossas expectativas", afirma o presidente e fundador da empresa, Marcelo Schulman. Sempre voltada para o profissional de estética e beleza, a marca pretende, com a diversificação dos modelos de comercialização, se aproximar mais do consumidor comum. A marca está presente hoje nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais. Em 2006 foi registrado o número recorde de 21 contratos fechados em menos de 60 dias, nos meses de novembro e dezembro e, somente nos últimos 30 dias do ano, a VITA DERM inaugurou três lojas na capital paulista. A empresa, que iniciou as atividades em 1984 como uma farmácia de manipulação, gera atualmente uma receita anual de US$ 150 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

VENDAS DA ACE CRESCEM PARA R$ 563 MILHÕES

A ACE DO BRASIL obteve faturamento de R$ 563 milhões em 2006, crescimento de 21% em relação a 2005". O lucro líquido chegou a R$ 21,7 milhões, 10% maior em relação ao ano anterior. O índice combinado operacional, que expressa o resultado com o negócio, atingiu 89,1%. "Nós crescemos em produção e lucratividade em um cenário de intensa competição", disse Marcos Aurélio Couto, Presidente e CEO da ACE Brasil. Realmente a ACE enfrenta uma concorrência forte, com as principais seguradoras do País entrando na disputa pela venda do seguro de afinidades, onde uma base de clientes é abordada. A área de afinidades cresceu quase 30% e representou 45% do faturamento da ACE em 2006, sendo os produtos de proteção financeira e residencial os seguros mais vendidos neste segmento. Para 2007, além do lançamento de novos produtos dentro dos nichos em que atua, a ACE prevê inaugurar duas novas filias.

Gazeta Mercantil

 

LIBERTY LUCRA R$ 52 MILHÕES

A LIBERTY SEGUROS fechou 2006 com lucro líquido apurado de R$ 52 milhões, revertendo um resultado negativo do ano anterior. Os prêmios somaram R$ 763,7 milhões, incremento de 15%, sendo 80% seguro de carro.

Gazeta Mercantil

 

VOTORANTIM LUCRA R$ 1 BI EM 2006

O BANCO VOTORANTIM registrou lucro de R$ 1 bilhão em 2006, ante R$ 805,8 milhões em 2005. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido final ficou em 20,1%. Os ativos cresceram 23%, para R$ 57 bilhões. A carteira de crédito cresceu 38%, para R$ 17 bilhões. Segundo Milton Roberto, responsável pelas áreas que dão suporte às operações do banco, "todos os segmentos contribuíram de forma homogênea para o bom resultado". No caso do crédito, porém, ele destaca a expansão do banco num novo nicho, o de empresas com faturamento entre R$ 20 milhões e R$ 500 milhões por ano, cuja carteira passou de R$ 130 milhões para R$ 1 bilhão. Também merece destaque o segmento de consumo, atendido pela BV FINANCEIRA, que evoluiu 41,5%, para R$ 10,6 bilhões. A BV ampliou participação no mercado de financiamento de veículos para 15%. Para suportar esse ritmo de crescimento em 2007, o grupo deve continuar realizando aportes de capital, que em 2005 somaram R$ 1 bilhão.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

SCHNEIDER ELECTRIC PRODUZ MAIS NO BRASIL

Com o objetivo de equilibrar a receita e reduzir os custos nos diversos países onde atua, o grupo francês SCHNEIDER ELECTRIC, um dos maiores fabricantes e distribuidores de materiais elétricos do mundo, decidiu transferir suas linhas de produção de interruptores de fim de curso e de segurança das unidades da Espanha e França para a fábrica de Guararema, no interior de São Paulo. O processo de mudança, iniciado no ano passado, está programado para terminar ainda neste ano e receberá investimentos de R$ 7 milhões. O Presidente da SCHNEIDER ELECTRIC BRASIL, Bernard Mangin, disse que a transferência faz parte de uma estratégia global da empresa, que visa também a tornar a unidade de Guararema em uma plataforma de exportações. As exportações da SCHNEIDER em 2006 atingiram R$ 50 milhões, valor que deverá subir "fortemente" com a transferência, mas o executivo mantém em sigilo as expectativas de crescimento para este ano. O faturamento da SCHNEIDER BRASIL em 2006 foi de R$ 400 milhões, 22% a mais em relação ao ano anterior. Já o faturamento global da empresa atingiu € 13,7 bilhões.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

DICICO INVESTE R$ 2 MILHÕES

Depois do lançamento da campanha da LEROY MERLIN, é a vez da DICICO fazer uma ofensiva de marketing. Com aportes de R$ 2 milhões, a nova empreitada é assinada pela QG PROPAGANDA e conta com três filmes de 30 segundos. Além dos comerciais, a ação também é composta por anúncios de jornal, spots, tablóide e comunicação de ponto-de-venda.

Gazeta Mercantil

 

LUCRO DA ETERNIT AUMENTOU 12%

As vendas de produtos acabados da ETERNIT, empresa líder no mercado de fibrocimento, com 29% de participação, atingiram no último ano 578 mil toneladas, um crescimento de 11% em comparação com o volume de 2005. A receita líquida fechou o ano com um faturamento de R$ 354,8 milhões, 2% a mais em relação ao ano anterior. A empresa ainda registrou no ano passado um lucro líquido de R$ 38,2 milhões, ante os R$ 34, 2 milhões contabilizados em 2005, alta de 11,7%. As vendas da ETERNITY no quarto trimestre alcançaram 163 mil toneladas. O volume é 11% maior que o resultado obtido no mesmo período de 2005.

Gazeta Mercantil

 

Papel & Celulose

Bahia Pulp triplicará produção de celulose

A BAHIA PULP, única fabricante de celulose solúvel com branqueamento livre de cloro no país, importou da Finlândia oito digestores, equipamentos responsáveis pela preparação química da pasta de celulose. Os testes com as novas máquinas estão programados para o mês de agosto. A ampliação da fábrica, que vai triplicar a produção para 365 mil toneladas por ano, deve ser concluída entre setembro e outubro, demandando investimento total da ordem de US$ 400 milhões. A unidade gera atualmente 450 empregos diretos e três mil indiretos, considerando a área florestal. Com a expansão, estão previstos cerca de 200 novos postos de trabalho diretos. A ampliação da planta, que teve início em dezembro de 2005, vai tornar a companhia uma das maiores do mundo e a mais moderna do setor.

Valor Econômico

 

KLABIN INVESTE PARA EXPORTAR 50% DE PAPEL-CARTÃO EM 2008

A indústria de celulose e papel KLABIN concluiu investimento de R$ 6 milhões para isolar de contaminações sua nova linha de produção de papéis-cartão. A nova máquina deve iniciar operações em outubro deste ano e vai elevar a capacidade da empresa das atuais 390 mil toneladas ao ano para 740 mil toneladas na unidade de Monte Alegre, no Paraná. O isolamento torna absolutamente limpa a produção e visa atrair como novos clientes indústrias de alimentos no exterior. Principalmente Europa. A KLABIN já é uma das líderes no Brasil em papel-cartão e fornece este papel, largamente usado em embalagens de alimentos e bebidas, a grandes fabricantes de embalagens como a TETRA PAK DO BRASIL, da qual é também fornecedora em outros países. A expansão na produção da KLABIN visa o mercado externo e para isso a empresa está tratando de abrir portas das exigentes redes varejistas dos Estados Unidos e Europa.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

BABOSA FAZ VENDA DA FOREVER LIVING CRESCER 60% NO BRASIL

A babosa, planta suculenta também chamada de aloe vera, impulsiona os negócios da americana FOREVER LIVING no Brasil. Ela cresceu 60% no mercado nacional em 2006, atingindo vendas de US$ 40 milhões. A filial brasileira, aberta há dez anos, já está entre as cinco maiores do mundo. A FOREVER LIVING está presente em 120 países. Os planos para o país, neste ano, é expandir o raio de atuação, dobrando o número de escritórios regionais para, no mínimo, doze. O grupo, cuja receita mundial foi de US$ 2 bilhões em 2006, tem como principal negócio a venda de produtos de apelo saudável. O carro-chefe do catálogo de 180 itens é a babosa. A operação brasileira conta com 200 funcionários e mais de 190 mil revendedores, que operam em sistema multinível.

Valor Econômico

 

HYDRACOR SE REESTRUTURA E AVANÇA EM TINTAS LÍQUIDAS

A TINTAS HIDRACOR, empresa do grupo cearense J. MACEDO, projeta crescer 35% este ano, comparado ao anterior. "Vamos fechar com faturamento da ordem de R$120 milhões", adiantou o Diretor-Superintendente João Caetano de Mello Neto. A estimativa leva em conta a base de negócio instalada e a gestão fina, além da manutenção do crescimento do País nos moldes de 2006. Ano passado, faturou R$ 90 milhões, quando três anos antes a receita não passou de R$ 35 milhões. "Esse resultado vem de um agressivo programa de gestão, iniciado em 2003, que permitiu a empresa decolar", resume o executivo. Em 2005 foram R$ 65 milhões e em 2004, R$ 50 milhões.

Gazeta Mercantil

 

PETROQUISA QUINTUPLICA OS INVESTIMENTOS ESTE ANO

A PETROBRAS QUÍMICA (PETROQUISA) começa este ano a intensificar seus investimentos para erguer seus primeiros complexos petroquímicos. A intenção é tornar-se uma empresa operacional dentro do setor e até 2015 ser a líder na petroquímica nacional. Só este ano a estatal quase quintuplicará seus investimentos nos novos projetos. "Para 2007 a expectativa é de que os aspectos conjunturais atuarão de modo positivo, com menor volatilidade nas cotações do petróleo e de crescimento da economia", segundo o relatório da empresa. Os aportes passarão dos R$ 86,1 milhões em 2006, para R$ 500 milhões este ano.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

TECH4B FATURA AVALIANDO SOFTWARES

A TECH4B cresceu 41% entre 2005 e o ano passado, fechando 2006 com faturamento de R$ 10 milhões e 22 clientes, como AMBEV, NATURA, PEPSICO e CARREFOUR, além de duas grandes fornecedoras de software. Para este ano, prevê expansão de 65%. A TECH4B também deu em 2006 seus primeiros passos em direção ao mercado internacional, fechando contratos no Canadá, Europa e América Latina. No mercado europeu, a empresa monitora os fornecedores de TI de uma grande multinacional. Para 2007, a expectativa é de que as exportações representem 7% dos negócios da companhia e que em 2008 esse percentual salte para 50%.

Valor Econômico

 

SEVERIANO RIBEIRO E UCI INVESTEM R$ 12 MILHÕES

O tradicional grupo brasileiro SEVERIANO RIBEIRO e a rede americana UCI CINEMAS inauguram dez salas, no Rio de Janeiro. Uma delas será a primeira digital em três dimensões do Rio. O investimento total é de R$ 12 milhões. As novas salas da UCI e SEVERIANO RIBEIRO agregam-se às 30 que os dois grupos têm juntos no Recife Shopping, no Shoppping Tacaruna, em Manaus, e no Shopping Iguatemi, em Fortaleza. A instalação de cinemas em shoppings vem sendo uma constante nos novos investimentos dos dois grupos, tanto nas unidades independentes de cada um como nas salas que investiram em parceria. As dez novas salas chegam para somar às 111 existentes da REDE UCI, espalhadas pelas principais cidades do país: Rio de Janeiro, São Paulo, Ribeirão Preto, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza. O GRUPO SEVERIANO RIBEIRO é a maior empresa de capital nacional em atuação no mercado de exibição do país.

Valor Econômico

 

Siderurgia & Metalurgia

VILLARES METALS CRESCE EM LAMINADOS

A fabricante de aços especiais VILLARES METALS, inaugura um novo laminador em sua unidade de Sumaré (SP) que propiciará à empresa ampliar em 40% sua capacidade de produção de produtos laminados, para 50 mil toneladas, até 2009. Além disso, o equipamento deve mais que triplicar a produtividade da usina em laminados, para 100 toneladas de aços por turno, ante as atuais 30 toneladas e ampliar a gama de produtos fabricados, incluindo barras chatas e bobinas maiores e em novas espessuras. De acordo com o Presidente-Executivo da BÖHLER-UDDEHOLM, Claus J. Raidl, os € 50 milhões (ou R$ 110 milhões) fazem parte do maior programa de investimentos da história do grupo. A aplicação dos recursos no projeto começou em 2005, mas foi concentrada no ano passado. Para 2007, a previsão da VILLARES METALS é de que sua produção atinja 84 mil toneladas de produtos de aço. Em 2006 foram produzidas 78,8 mil toneladas, que geraram uma receita líquida de R$ 795 milhões.

Gazeta Mercantil

 

TAURUS BATE RECORDE

A TAURUS encerrou 2006 com lucro líquido de R$ 30 milhões, resultado 67% superior em relação ao ano anterior. A empresa também registrou o melhor desempenho comercial de sua história, com receita bruta de R$ 519 milhões, crescimento de 31% sobre 2005. Já a receita líquida cresceu 22,7%, para R$ 408,9 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

RECEITA DA ALPARGATAS ALCANÇA R$ 1,56 BILHÃO

A SÃO PAULO ALPARGATAS orçou investimentos de R$ 103 milhões neste ano para otimizar processos, ampliar capacidade e avançar na implantação de sistemas integrados de gestão. Parte desses recursos também será usada para iniciar as operações do escritório próprio nos Estados Unidos, até meados deste ano. A capacidade de produção da HAVAIANAS, carro-chefe da companhia, terá ganhos que permitirão elevar entre 10% e 20% o total fabricado, dependendo da demanda. O Diretor-Presidente da companhia, Marcio Utsch, explicou que os produtos mais básicos permitem produção mais elevada. No ano passado, a companhia fabricou 162 milhões de pares de HAVAIANAS, o volume cresceu 10% em comparação com 2005. O trabalho cada vez mais agressivo no mercado externo, são cerca de 70 países, aumentou em 36% as exportações. Em 2005, a venda externa das sandálias ficou próxima de 12 milhões de pares. Em 2006, atingiu a marca de 16 milhões de pares. As vendas brutas da SÃO PAULO ALPARGATAS cresceram 14% no ano passado e chegaram a R$ 1,565 bilhão. Já a receita líquida passou de R$ 1,09 bilhão, para R$ 1,248 bilhão.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

MERCADO SE AQUECE E A VOLVO AMPLIA INVESTIMENTOS NO PAÍS

Com a retomada inesperada do mercado brasileiro de caminhões e uma carteira cheia de pedidos, a VOLVO DO BRASIL só conseguirá entregar caminhões pesados a partir de maio. "Estamos com dificuldades para montar os veículos por causa da falta de vários componentes, principalmente parte de eixos traseiros, que são importados da Europa. Com a grande demanda do mercado europeu, as fábricas da VOLVO não estão dando conta de produzir peças para caminhões", disse Tommy Svensson, Presidente da VOLVO DO BRASIL. Os veículos produzidos na fábrica de Curitiba utilizam 65% de peças nacionais. A VOLVO fechou 2006 com aumento de 9% nas vendas, ao emplacar 5.154 caminhões, ante 4.724 unidades de 2005, e o faturamento foi de R$ 3 bilhões.

Gazeta Mercantil

 

VW INVESTIRÁ R$ 100 MILHÕES NO BRASIL

A VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS anunciou investimentos de R$ 100 milhões, que serão aplicados no lançamento de seis novos modelos de caminhões e ônibus, em melhorias na linha de produção e na ampliação da fábrica na África do Sul. A principal novidade é o lançamento da família VW Constellation 25.360, que vai ampliar a presença da marca no mercado de extrapesados, dominado hoje por rivais como VOLVO, SCANIA e MERCEDES-BENZ (DAIMLERCHRYSLER). "Queremos ter pelo menos 30% desse segmento (estimado em 18 mil unidades) dentro de um ano", diz Roberto Cortes, Presidente da empresa. Em janeiro, a marca bateu recorde de vendas, com 1.925 caminhões vendidos no atacado, crescimento de 30% em relação ao volume de janeiro de 2006. A participação de mercado chegou a 33%. A fábrica de Resende (RJ) opera hoje com dois turnos e produção de 160 unidades por dia. O potencial é para 200 caminhões por dia.

Gazeta Mercantil

 

ALL ABSORVE BRASIL FERROVIAS E LUCRA DE JUNHO A DEZEMBRO

O ganho da própria ALL, no Brasil e na Argentina, que alcançou de R$ 171 milhões no período (R$ 172,7 milhões em todo o ano), cobriu o rombo do lote de ferrovias adquirido do BNDES e fundos de pensão. O prejuízo da BF, apenas de junho a dezembro, chegou a R$ 96 milhões. "Conseguimos uma melhora expressiva no resultado operacional (Ebtidar) da BF no período em que assumimos a gestão", informou Bernardo Hees, Presidente da ALL, que desde a aquisição passou a dedicar grande parte do seu tempo para acompanhar de perto as mudanças que a companhia vem implementado nas operações da concessionária adquirida. No segundo semestre, o resultado operacional da BF cresceu 85,6%, para R$ 170 milhões, comparado ao mesmo período de 2005, quando alcançou R$ 91,9 milhões. "Os ganhos de sinergias das operações conjuntas somaram R$ 80 milhões e cremos que vamos ter ainda muito valor a capturar daqui para frente, afirmou o executivo.

Valor Econômico

 

Varejo

DROGASIL DOBRA LUCRO NO ANO PASSADO E CHEGA EM R$ 20,8 MILHÕES

A DROGASIL, segunda maior cadeia de farmácias em São Paulo e a quarta no ranking brasileiro, conseguiu dobrar seu lucro líquido no ano passado. A rede fechou o ano com um ganho de R$ 20,795 milhões, 114% maior que o obtido em 2005. Desde 2003, o resultado da companhia na última linha do balanço aumentou nada menos do que 200%. Em 2006, a varejista alcançou um faturamento bruto de R$ 817,5 milhões, 24% maior que o registrado no ano anterior. As vendas líquidas aumentaram em 25%, para R$ 674,4 milhões. Em três anos, a receita da DROGASIL acumula um aumento de 91%.

Valor Econômico

 

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