Autopeças
MOURA
AMPLIARÁ FÁBRICA DE BATERIA EM PE EM 25%
Se
as montadoras ainda não
desengavetaram seus planos de expansão,
a indústria de autopeças já começa a dar os
primeiros passos. A fabricante de baterias
MOURA
irá aumentar a capacidade de produção de sua
fábrica de Belo Jardim (PE) em 25%, o que
significa um milhão de unidades a mais por
ano. "Estamos com a fábrica totalmente
tomada e, olhando os dados de vendas de veículos,
vimos que era hora de investir", diz
Paulo Sales, Vice-Presidente Financeiro da
MOURA. A empresa é a maior fornecedora brasileira
de baterias para montadoras.
Valor
Econômico
Bebidas
& Fumo
DaFruta
espera crescer com lançamento de suco à base
de soja
A
fabricante nacional de sucos DAFRUTA colocou no mercado um suco de soja
concentrado do mercado, o DaFruta Soja Concentrado
500 ml. O produto vem engrossar um segmento
que só cresce nos últimos anos. As vendas
de bebidas à base de soja aumentaram 38% entre
2004 e 2005, quando foram comercializados
150 milhões de litros. Com o lançamento, a
companhia de Pernambuco espera crescer 35%
no mercado nacional e atingir um faturamento
de R$ 90 milhões, o dobro em relação a 2003.
Valor
Econômico
CITROSUCO
ENTRA NO MERCADO CATARINENSE
Em
maio próximo, quando inicia a safra da laranja
em Santa Catarina, a divisão de sucos do GRUPO
FISCHER, a CITROSUCO PAULISTA S.A., vai comprar 35
mil toneladas da fruta de cinco cooperativas
filiadas à COOPERCENTRAL AURORA, de Chapecó
(SC). A FISCHER, que já tem unidade de processamento
de maçã no estado, no município de Videira,
adquiriu os equipamentos da fábrica de Pinhalzinho
(SC), da AURORA, e está construindo nova fábrica
para a produção de suco de laranja. O investimento
será de US$ 3,5 milhões. O Diretor da FISCHER
FRAIBURGO AGRÍCOLA, Arival Pioli, afirma que
a produção, de cinco mil toneladas de suco
por ano, será exportada para os Estados Unidos
(60%) e Europa (40%) para grandes empresas
como NESTLÉ e TROPICANA (PEPSI-COLA).
Gazeta
Mercantil
ILLYCAFFÈ
ABRIRÁ 1ª LOJA NO BRASIL
A
italiana ILLYCAFFÈ
vai abrir a primeira cafeteria no Brasil.
Produtora de café torrado e moído de alta
qualidade, a ILLYCAFFÈ utiliza cerca de 60%
de café em grão do Brasil. Os blends a serem
utilizados na cafeteria virão da Itália. A
localização da unidade já foi definida, no
bairro Jardins, região nobre de São Paulo.
O Presidente-Executivo da companhia, Andrea
Illy, diz que a empresa investe cerca de US$
2 mil por metro quadrado
na abertura de uma loja. A unidade de São
Paulo pode ter até 100 metros quadrados. Só
em 2007, a ILLYCAFFÈ, com faturamento previsto
de US$ 320 milhões em 2006, deverá abrir 40
novas cafeterias no mundo, chegando a 170
unidades. A ILLYCAFFÈ quer se tornar a mais
completa empresa de café do mundo.
Gazeta
Mercantil
CAFÉ
ORFEU TRIPLICA PRODUÇÃO
A
torrefadora CAFÉ
ORFEU, lançada no início do ano passado
pela Fazenda Sertãozinho, do Sul de Minas
Gerais, para produzir café torrado e moído
somente com grãos especiais da própria fazenda,
comemora os resultados obtidos em um ano de
vida. O Diretor da marca e da fazenda, José
Renato Gonçalves Dias, disse que a produção
da torrefadora em um ano aumentou mais de
seis vezes, saindo de uma produção inicial
mensal de 330 quilos para 2 mil quilos mensais.
A meta é triplicar a produção mensal neste
ano para 6 mil quilos. Para o fim de 2008,
a produção deverá chegar a 10 mil quilos de
sacas mensais, o equivalente a 120 mil quilos
anuais.
Gazeta
Mercantil
AMBEV
CRESCE COM FUTEBOL E ARGENTINA
A
COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS (AMBEV) registrou um lucro líquido de R$ 2,8
bilhões em 2006, acréscimo de 81,5% em comparação
a 2005. A receita líquida cresceu 10,2% e
atingiu R$ 17,613 bilhões. O CEO da AMBEV,
Luiz Fernando Edmond, destacou como importantes
para o desempenho da empresa no ano passado
o aumento da participação na argentina
Quinsa, o lançamentos de novos produtos e
a Copa do Mundo da Alemanha. "A empresa
viveu uma espécie de segundo verão durante
os meses da Copa do Mundo", ressaltou
Edmond. No segmento de refrigerantes, não-alcoólicos
e não-carbonatados (RefrigeNanc),
o volume de vendas cresceu 9% em 2006.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
TERRA
VAI TRIPLICAR CRESCIMENTO
Após
crescer menos de 5%, atingindo receita bruta
de R$ 725 milhões em 2006, o provedor de internet
TERRA
prevê expansão de cerca de 15% neste ano,
apostando no avanço das receitas publicitárias
e da sua base de usuários. O Diretor Geral,
Paulo Castro, comunicou que o resultado operacional
cresceu 35% em relação a 2005. No ano passado,
as principais áreas da empresa exibiram resultados
expressivos. Só o faturamento de publicidade,
que representa 15% do total, registrou aumento
da ordem de 40%. E a banda larga, maior negócio
da companhia, garantindo metade da receita,
cresceu 30% no ano passado. Acompanhando o
crescimento do mercado brasileiro de acesso
rápido, cuja base cresceu 40% no ano passado,
o TERRA ampliou o número de assinantes de banda larga em 30,7%,
fechando 2006 com 1,7 milhão de clientes,
quase 30% dos 5,75 milhões dos usuários do
País. A previsão para este ano é de crescimento
de cerca de 30% em publicidade e de 25% em
banda larga.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
GENZYME
BUSCA NOVOS NEGÓCIOS NO PAÍS
A
GENZYME
CORPORATION, farmacêutica norte-americana
de biotecnologia e a quarta maior do mundo
neste segmento de mercado, pode estender seu
apetite por aquisições para o Brasil, onde
está prospectando novos negócios. Atualmente,
a empresa mantém conversas com a FUNDAÇÃO
OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ), do Rio, e com pesquisadores
do Nordeste na área de cardiologia para possíveis
futuras parcerias, disse a Diretora de Assuntos
Corporativos da GENZYME DO BRASIL, Eliana
Tameirão. Os investimentos da GENZYME no País,
estimados entre US$ 16 milhões e US$ 18 milhões,
têm sido concentrados, na maior parte, em
pesquisas clínicas, campanhas de saúde voltadas
para as áreas de atuação da empresa e em promoção
e treinamento. Única companhia genuinamente
de biotecnologia com atuação no País, a empresa
vai investir para ampliar sua estrutura logística
aqui, hoje localizada na capital paulista,
com a construção de um centro de estoque e
distribuição. A subsidiária tem tido expressiva
performance desde que foi instalada, há 10
anos, registrando média de 35% de crescimento
anual. O mesmo percentual foi verificado em
2006, mas os números, que respondem por 65%
das receitas na América Latina, são mantidos
em sigilo.
Gazeta
Mercantil
VITA
DERM TRANSFORMA REVENDA EM FRANQUIA E QUER
CHEGAR A MIL LOJAS
A
empresa de cosméticos VITA
DERM aposta no sistema de franquias para
elevar em 20% seu faturamento e em 30% a capacidade
produtiva de sua fábrica. Para este ano, programa
a abertura de 60 lojas e pretende chegar a
mil unidades franqueadas em dois anos e meio.
Para atingir a meta, a empresa está investindo
R$ 300 mil em publicidade e palestras, exclusivamente
para a captação de novos empreendedores. "Estabelecemos
essa meta pensando na capacidade de crescer
com qualidade. Mas esse planejamento já superou
nossas expectativas", afirma o presidente
e fundador da empresa, Marcelo Schulman. Sempre
voltada para o profissional de estética e
beleza, a marca pretende, com a diversificação
dos modelos de comercialização, se aproximar
mais do consumidor comum. A marca está presente
hoje nos estados de São Paulo, Rio Grande
do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais. Em
2006 foi registrado o número recorde de 21
contratos fechados em menos de 60 dias, nos
meses de novembro e dezembro e, somente nos
últimos 30 dias do ano, a VITA DERM inaugurou
três lojas na capital paulista. A empresa,
que iniciou as atividades em 1984 como uma
farmácia de manipulação, gera atualmente uma
receita anual de US$ 150 milhões.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
VENDAS
DA ACE CRESCEM PARA R$ 563 MILHÕES
A
ACE DO
BRASIL obteve faturamento de R$ 563 milhões
em 2006, crescimento de 21% em relação a 2005".
O lucro líquido chegou a R$ 21,7 milhões,
10% maior em relação ao ano anterior. O índice
combinado operacional, que expressa o resultado
com o negócio, atingiu 89,1%. "Nós crescemos
em produção e lucratividade em um cenário
de intensa competição", disse Marcos
Aurélio Couto, Presidente e CEO da ACE Brasil.
Realmente a ACE enfrenta uma concorrência
forte, com as principais seguradoras do País
entrando na disputa pela venda do seguro de
afinidades, onde uma base de clientes é abordada.
A área de afinidades cresceu quase 30% e representou
45% do faturamento da ACE em 2006, sendo os
produtos de proteção financeira e residencial
os seguros mais vendidos neste segmento. Para
2007, além do lançamento de novos produtos
dentro dos nichos em que atua, a ACE prevê
inaugurar duas novas filias.
Gazeta
Mercantil
LIBERTY
LUCRA R$ 52 MILHÕES
A
LIBERTY
SEGUROS fechou 2006 com lucro líquido
apurado de R$ 52 milhões, revertendo um resultado
negativo do ano anterior. Os prêmios somaram
R$ 763,7 milhões, incremento de 15%, sendo
80% seguro de carro.
Gazeta
Mercantil
VOTORANTIM
LUCRA R$ 1 BI EM
2006
O
BANCO
VOTORANTIM registrou lucro de R$ 1 bilhão
em 2006, ante R$ 805,8 milhões em 2005. A
rentabilidade sobre o patrimônio líquido final
ficou em 20,1%. Os ativos cresceram 23%, para
R$ 57 bilhões. A carteira de crédito cresceu
38%, para R$ 17 bilhões. Segundo Milton Roberto,
responsável pelas áreas que dão suporte às
operações do banco, "todos os segmentos
contribuíram de forma homogênea para o bom
resultado". No caso do crédito, porém,
ele destaca a expansão do banco num novo nicho,
o de empresas com faturamento entre R$ 20
milhões e R$ 500 milhões por ano, cuja carteira
passou de R$ 130 milhões para R$ 1 bilhão. Também merece destaque o segmento de consumo, atendido
pela BV FINANCEIRA, que evoluiu 41,5%, para
R$ 10,6 bilhões. A BV ampliou participação
no mercado de financiamento de veículos para
15%. Para suportar esse ritmo de crescimento
em 2007, o grupo deve continuar realizando
aportes de capital, que em 2005 somaram R$
1 bilhão.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
SCHNEIDER
ELECTRIC PRODUZ MAIS NO BRASIL
Com
o objetivo de equilibrar a receita e reduzir
os custos nos diversos países onde atua, o
grupo francês SCHNEIDER ELECTRIC, um dos maiores
fabricantes e distribuidores de materiais
elétricos do mundo, decidiu transferir suas
linhas de produção de interruptores de fim
de curso e de segurança das unidades da Espanha
e França para a fábrica de Guararema, no interior
de São Paulo. O processo de mudança, iniciado
no ano passado, está programado para terminar
ainda neste ano e receberá investimentos de
R$ 7 milhões. O Presidente da SCHNEIDER ELECTRIC BRASIL, Bernard
Mangin, disse que a transferência faz parte
de uma estratégia global da empresa, que visa
também a tornar a unidade de Guararema em
uma plataforma de exportações. As exportações
da SCHNEIDER em 2006 atingiram R$ 50 milhões,
valor que deverá subir "fortemente"
com a transferência, mas o executivo mantém
em sigilo as expectativas de crescimento para
este ano. O faturamento da SCHNEIDER BRASIL
em 2006 foi de R$ 400 milhões, 22% a mais
em relação ao ano anterior. Já o faturamento
global da empresa atingiu € 13,7 bilhões.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
DICICO
INVESTE R$ 2 MILHÕES
Depois
do lançamento da campanha da LEROY MERLIN, é a vez da DICICO fazer uma ofensiva de marketing. Com
aportes de R$ 2 milhões,
a nova empreitada é assinada pela QG PROPAGANDA
e conta com três filmes de 30 segundos. Além
dos comerciais, a ação também é composta por
anúncios de jornal, spots, tablóide e comunicação
de ponto-de-venda.
Gazeta
Mercantil
LUCRO
DA ETERNIT AUMENTOU 12%
As
vendas de produtos acabados da ETERNIT, empresa líder no mercado de fibrocimento,
com 29% de participação, atingiram no último
ano 578 mil toneladas, um crescimento de 11%
em comparação com o volume de 2005. A receita
líquida fechou o ano com um faturamento de
R$ 354,8 milhões, 2% a mais em relação ao
ano anterior. A empresa ainda registrou no
ano passado um lucro líquido de R$ 38,2 milhões,
ante os R$ 34, 2
milhões contabilizados em 2005, alta de 11,7%.
As vendas da ETERNITY no quarto trimestre
alcançaram 163 mil toneladas. O volume é 11%
maior que o resultado obtido no mesmo período
de 2005.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
Bahia
Pulp triplicará produção de celulose
A
BAHIA
PULP, única fabricante de celulose solúvel
com branqueamento livre de cloro no país,
importou da Finlândia oito digestores, equipamentos
responsáveis pela preparação química da pasta
de celulose. Os testes com as novas máquinas
estão programados para o mês de agosto. A
ampliação da fábrica, que vai triplicar a
produção para 365 mil toneladas por ano, deve
ser concluída entre setembro e outubro, demandando
investimento total da ordem de US$ 400 milhões.
A unidade gera atualmente 450 empregos diretos
e três mil indiretos, considerando a área
florestal. Com a expansão, estão previstos
cerca de 200 novos postos de trabalho diretos.
A ampliação da planta, que teve início em
dezembro de 2005, vai tornar a companhia uma
das maiores do mundo e a mais moderna do setor.
Valor
Econômico
KLABIN
INVESTE PARA EXPORTAR 50% DE PAPEL-CARTÃO
EM 2008
A
indústria de celulose e papel KLABIN concluiu investimento de R$ 6 milhões
para isolar de contaminações sua nova linha
de produção de papéis-cartão. A nova máquina
deve iniciar operações em outubro deste ano
e vai elevar a capacidade da empresa das atuais
390 mil toneladas ao ano para 740 mil toneladas
na unidade de Monte Alegre, no Paraná. O isolamento
torna absolutamente limpa a produção e visa
atrair como novos clientes indústrias de alimentos
no exterior. Principalmente Europa. A KLABIN
já é uma das líderes no Brasil em papel-cartão
e fornece este papel, largamente usado em
embalagens de alimentos e bebidas, a grandes
fabricantes de embalagens como a TETRA PAK
DO BRASIL, da qual é também fornecedora em
outros países. A expansão na produção da KLABIN
visa o mercado externo e para isso a empresa
está tratando de abrir portas das exigentes
redes varejistas dos Estados Unidos e Europa.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
BABOSA
FAZ VENDA DA FOREVER LIVING CRESCER 60% NO
BRASIL
A
babosa, planta suculenta também chamada de
aloe vera, impulsiona os negócios da americana
FOREVER
LIVING no Brasil. Ela cresceu 60% no mercado
nacional em 2006, atingindo vendas de US$
40 milhões. A filial brasileira,
aberta há dez anos, já está entre as
cinco maiores do mundo. A FOREVER LIVING está
presente em 120 países. Os
planos para o país, neste ano, é expandir
o raio de atuação, dobrando o número de escritórios
regionais para, no mínimo, doze. O grupo,
cuja receita mundial foi de US$ 2 bilhões em 2006, tem como principal negócio a venda de produtos
de apelo saudável. O carro-chefe do catálogo
de 180 itens é a babosa. A operação brasileira
conta com 200 funcionários e mais de 190 mil
revendedores, que operam em sistema multinível.
Valor
Econômico
HYDRACOR
SE REESTRUTURA E AVANÇA EM TINTAS LÍQUIDAS
A
TINTAS
HIDRACOR, empresa do grupo cearense J.
MACEDO, projeta crescer 35% este ano, comparado
ao anterior. "Vamos fechar com faturamento
da ordem de R$120 milhões", adiantou
o Diretor-Superintendente João Caetano de
Mello Neto. A estimativa leva em conta a base
de negócio instalada e a gestão fina, além
da manutenção do crescimento do País nos moldes
de 2006. Ano passado, faturou R$ 90 milhões,
quando três anos antes a receita não passou
de R$ 35 milhões. "Esse resultado vem
de um agressivo programa de gestão, iniciado
em 2003, que permitiu a empresa decolar",
resume o executivo. Em 2005 foram R$ 65 milhões
e em 2004, R$ 50 milhões.
Gazeta
Mercantil
PETROQUISA
QUINTUPLICA OS INVESTIMENTOS ESTE ANO
A
PETROBRAS QUÍMICA (PETROQUISA)
começa este ano a intensificar seus investimentos
para erguer seus primeiros complexos petroquímicos.
A intenção é tornar-se uma empresa operacional
dentro do setor e até 2015 ser a líder na
petroquímica nacional. Só este ano a estatal
quase quintuplicará seus investimentos nos
novos projetos. "Para 2007 a expectativa
é de que os aspectos conjunturais atuarão
de modo positivo, com menor volatilidade nas
cotações do petróleo e de crescimento da economia",
segundo o relatório da empresa. Os aportes
passarão dos R$ 86,1 milhões em 2006, para
R$ 500 milhões este ano.
Gazeta
Mercantil
Serviços
TECH4B
FATURA AVALIANDO SOFTWARES
A
TECH4B
cresceu 41% entre 2005 e o ano passado, fechando
2006 com faturamento de R$ 10 milhões e 22
clientes, como AMBEV, NATURA, PEPSICO e CARREFOUR,
além de duas grandes fornecedoras de software.
Para este ano, prevê expansão de 65%. A TECH4B
também deu em 2006 seus primeiros passos em
direção ao mercado internacional, fechando
contratos no Canadá, Europa e América Latina.
No mercado europeu, a empresa monitora os
fornecedores de TI de uma grande multinacional.
Para 2007, a expectativa é de que as exportações
representem 7% dos negócios da companhia e
que em 2008 esse percentual salte para 50%.
Valor
Econômico
SEVERIANO
RIBEIRO E UCI INVESTEM R$ 12 MILHÕES
O
tradicional grupo brasileiro SEVERIANO RIBEIRO e a rede americana
UCI
CINEMAS inauguram dez salas, no Rio de
Janeiro. Uma delas será a primeira digital
em três dimensões do Rio. O investimento total
é de R$ 12 milhões. As novas salas da UCI
e SEVERIANO RIBEIRO agregam-se às
30 que os dois grupos têm juntos no Recife
Shopping, no Shoppping Tacaruna, em Manaus,
e no Shopping Iguatemi, em Fortaleza. A instalação
de cinemas em shoppings vem sendo uma constante
nos novos investimentos dos dois grupos, tanto
nas unidades independentes de cada um como
nas salas que investiram em parceria. As dez
novas salas chegam para somar às
111 existentes da REDE UCI, espalhadas pelas
principais cidades do país: Rio de Janeiro,
São Paulo, Ribeirão Preto, Curitiba, Salvador,
Recife e Fortaleza. O GRUPO SEVERIANO RIBEIRO
é a maior empresa de capital nacional em atuação
no mercado de exibição do país.
Valor
Econômico
Siderurgia
& Metalurgia
VILLARES
METALS CRESCE EM LAMINADOS
A
fabricante de aços especiais VILLARES METALS, inaugura um novo
laminador em sua unidade de Sumaré (SP) que
propiciará à empresa ampliar em 40% sua capacidade
de produção de produtos laminados, para 50
mil toneladas, até 2009. Além disso, o equipamento
deve mais que triplicar a produtividade da
usina em laminados, para 100 toneladas de
aços por turno, ante as atuais 30 toneladas
e ampliar a gama de produtos fabricados, incluindo
barras chatas e bobinas maiores e em novas
espessuras. De acordo com o Presidente-Executivo
da BÖHLER-UDDEHOLM, Claus J. Raidl, os € 50
milhões (ou R$ 110 milhões) fazem parte do
maior programa de investimentos da história
do grupo. A aplicação dos recursos no projeto
começou em 2005, mas foi concentrada no ano
passado. Para 2007, a previsão da VILLARES
METALS é de que sua produção atinja 84 mil
toneladas de produtos de aço. Em 2006 foram
produzidas 78,8 mil toneladas, que geraram
uma receita líquida de R$ 795 milhões.
Gazeta
Mercantil
TAURUS
BATE RECORDE
A
TAURUS
encerrou 2006 com lucro líquido de R$ 30 milhões,
resultado 67% superior em relação ao ano anterior.
A empresa também registrou o melhor desempenho
comercial de sua história, com receita bruta
de R$ 519 milhões, crescimento de 31% sobre
2005. Já a receita líquida cresceu 22,7%,
para R$ 408,9 milhões.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
RECEITA
DA ALPARGATAS ALCANÇA
R$ 1,56 BILHÃO
A
SÃO
PAULO ALPARGATAS orçou investimentos de
R$ 103 milhões neste ano para otimizar processos,
ampliar capacidade e avançar na implantação
de sistemas integrados de gestão. Parte desses
recursos também será usada para iniciar as
operações do escritório próprio nos Estados
Unidos, até meados deste ano. A capacidade
de produção da HAVAIANAS,
carro-chefe da companhia, terá ganhos que
permitirão elevar entre 10% e 20% o total
fabricado, dependendo da demanda. O Diretor-Presidente
da companhia, Marcio Utsch, explicou que os
produtos mais básicos permitem produção mais
elevada. No ano passado, a companhia fabricou
162 milhões de pares de HAVAIANAS, o volume
cresceu 10% em comparação com 2005. O trabalho
cada vez mais agressivo no mercado externo,
são cerca de 70 países, aumentou em 36% as
exportações. Em 2005, a venda externa das
sandálias ficou próxima de 12 milhões de pares.
Em 2006, atingiu a marca de 16 milhões de
pares. As vendas brutas da SÃO PAULO ALPARGATAS
cresceram 14% no ano passado e chegaram a
R$ 1,565 bilhão. Já a receita líquida passou
de R$ 1,09 bilhão, para R$ 1,248 bilhão.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
MERCADO
SE AQUECE E A VOLVO AMPLIA INVESTIMENTOS NO
PAÍS
Com
a retomada inesperada do mercado brasileiro
de caminhões e uma carteira cheia de pedidos,
a VOLVO
DO BRASIL só conseguirá entregar caminhões
pesados a partir de maio. "Estamos com
dificuldades para montar os veículos por causa
da falta de vários componentes, principalmente
parte de eixos traseiros, que são importados
da Europa. Com a grande demanda do mercado
europeu, as fábricas da VOLVO não estão dando conta de produzir peças para caminhões",
disse Tommy Svensson, Presidente da VOLVO
DO BRASIL. Os veículos produzidos na fábrica
de Curitiba utilizam 65% de peças nacionais.
A VOLVO fechou 2006 com aumento de 9% nas
vendas, ao emplacar 5.154 caminhões, ante
4.724 unidades de 2005, e o faturamento foi
de R$ 3 bilhões.
Gazeta
Mercantil
VW
INVESTIRÁ R$ 100 MILHÕES NO BRASIL
A
VOLKSWAGEN
CAMINHÕES E ÔNIBUS anunciou investimentos
de R$ 100 milhões, que serão aplicados no
lançamento de seis novos modelos de caminhões
e ônibus, em melhorias na linha de produção
e na ampliação da fábrica na África do Sul.
A principal novidade é o lançamento da família
VW Constellation 25.360, que vai ampliar a
presença da marca no mercado de extrapesados,
dominado hoje por rivais como VOLVO, SCANIA
e MERCEDES-BENZ (DAIMLERCHRYSLER). "Queremos
ter pelo menos 30% desse segmento (estimado
em 18 mil unidades) dentro de um ano",
diz Roberto Cortes, Presidente da empresa.
Em janeiro, a marca bateu recorde de vendas,
com 1.925 caminhões vendidos no atacado, crescimento
de 30% em relação ao volume de janeiro de
2006. A participação de mercado chegou a 33%.
A fábrica de Resende (RJ) opera hoje com dois
turnos e produção de 160 unidades por dia.
O potencial é para 200 caminhões por dia.
Gazeta
Mercantil
ALL
ABSORVE BRASIL FERROVIAS E LUCRA DE JUNHO
A DEZEMBRO
O
ganho da própria ALL,
no Brasil e na Argentina, que alcançou de
R$ 171 milhões no período (R$ 172,7 milhões
em todo o ano), cobriu o rombo do lote de
ferrovias adquirido do BNDES e fundos de pensão.
O prejuízo da BF, apenas de junho a dezembro,
chegou a R$ 96 milhões. "Conseguimos
uma melhora expressiva no resultado operacional
(Ebtidar) da BF no período em que assumimos
a gestão", informou Bernardo Hees, Presidente
da ALL, que desde a aquisição passou a dedicar
grande parte do seu tempo para acompanhar
de perto as mudanças que a companhia vem implementado
nas operações da concessionária adquirida.
No segundo semestre, o resultado operacional
da BF cresceu 85,6%, para R$ 170 milhões,
comparado ao mesmo período de 2005, quando
alcançou R$ 91,9 milhões. "Os
ganhos de sinergias das operações conjuntas
somaram R$ 80 milhões e cremos que vamos ter
ainda muito valor a capturar daqui para frente,
afirmou o executivo.
Valor
Econômico
Varejo
DROGASIL
DOBRA LUCRO NO ANO PASSADO E CHEGA EM R$ 20,8
MILHÕES
A
DROGASIL,
segunda maior cadeia de farmácias em São Paulo
e a quarta no ranking brasileiro, conseguiu
dobrar seu lucro líquido no ano passado. A
rede fechou o ano com um ganho de R$ 20,795
milhões, 114% maior que o obtido em 2005.
Desde 2003, o resultado da companhia na última
linha do balanço aumentou nada menos do que
200%. Em 2006, a varejista alcançou um faturamento
bruto de R$ 817,5 milhões, 24% maior que o
registrado no ano anterior. As vendas líquidas
aumentaram em 25%, para R$ 674,4 milhões.
Em três anos, a receita da DROGASIL acumula
um aumento de 91%.
Valor
Econômico