Sexta-feira, 16/03/2007
Ano VI – edição 261

Autopeças

TRAXX FATURA US$ 5 BILHÕES

Mesmo com escritório em Fortaleza desde 2001, que evoluiu um ano depois para uma central de distribuição de motos e peças, os negócios da TRAXX nas regiões Norte e Nordeste começaram efetivamente há pouco mais de três anos. Em dezembro passado, a companhia passou para uma nova sede na capital cearense, em espaço de 7 mil m2 com showroom, oficina-escola e estoque de peças para motocicletas, no bairro Cajazeiras. A empresa apresentou o plano estratégico para 2007, que envolve a implantação da fábrica em Manaus. Zhou Yu, Presidente da TRAXX DO BRASIL, que participou do encontro, disse que Brasil e a China têm amizade estreita e os negócios tendem evoluir. O grupo China, baseado na cidade Chongqing, atua ainda nos setores bélico, automobilístico, produtos óticos, software, biomedicina e hotelaria e tem faturamento da ordem de US$ 5 bilhões/ano.

Gazeta Mercantil

 

Bebidas & Fumo

PETRÓPOLIS INVESTE R$ 120 MILHÕES EM NOVA FÁBRICA

A CERVEJARIA PETRÓPOLIS, dona das marcas Itaipava e Crystal, vai investir R$ 120 milhões na construção de uma fábrica em Rondonópolis (MT). De acordo com a empresa, a fábrica, que criará cerca de 180 empregos diretos, terá capacidade para produzir 200 milhões de litros de cerveja por ano, volume que corresponde à fabricação de cerca de 55 mil litros da bebida por dia. Além da fábrica de cerveja, a PETRÓPOLIS planeja instalar, em uma segunda fase, uma unidade de refrigerante e de engarrafamento de água mineral.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

FÁBRICA GANHA CONTA DA HAVAIANAS E PREVÊ CRESCER 20% EM 2007

Depois de crescer 35% no ano passado, a FÁBRICA COMUNICAÇÃO DIRIGIDA inicia 2007 comemorando a chegada da conta de HAVAIANAS (SP ALPARGATAS) ao seu portfólio. A agência, que afirma estar aberta a negociações com grupos internacionais, planeja um incremento de 20% em seus negócios neste ano. A conquista de HAVAIANAS veio após cinco meses de uma concorrência. Ao contrário das concorrências tradicionais, os representantes da marca visitaram as empresas e pediram jobs para verificar os trabalhos aplicados ao produto. Segundo o sócio e VP de Planejamento e Atendimento da FÁBRICA, Luiz Buono, esta foi uma das principais conquistas da agência. Em 2006, a FÁBRICA conquistou contas como CREDICARD CITI, IG, IBEST e BRTURBO (BRASIL TELECOM), BOSCH e TINTAS CORAL. Atualmente, participa de quatro concorrências.

Gazeta Mercantil

 

TRIP CRESCE 13,2% EM 2006 E FATURA R$ 30 MILHÕES

A paulista TRIP EDITORA foi fundada há 21 anos. Nos primeiros onze anos, o único título que fazia parte do portfólio da casa era uma revista mensal e um programa de rádio de mesmo nome. Hoje, o perfil da empresa é outro. Com um faturamento que atingiu R$ 30 milhões no ano passado, um crescimento de 13,2% em relação a 2005, a TRIP possui duas revistas vendidas em bancas de jornal, além de sites, serviço para celular e licenciamento da marca. Mas, na verdade, mais da metade da receita é obtida com as revistas que a TRIP produz para outras empresas, que são distribuídas gratuitamente para os clientes dessas companhias. Atualmente, a TRIP é responsável pelas revistas de empresas como GOL, NATURA e DASLU. Neste mês, a editora lançará o título GOL INTERNACIONAL, com tiragem inicial de 20 mil exemplares e prepara, também, um quarto título para a NATURA, com tiragem que pode chegar a 1,7 milhão de cópias por edição.

Valor Econômico

 

RECEITA DE US$ 1 BI É A META DA SKY BRASIL

Há oito meses à frente da SKY BRASIL, Luiz Eduardo Baptista, promoveu uma revolução na empresa, acabou com a venda dos decodificadores, o que reduziu o custo da assinatura apenas ao valor dos pacotes; retirou as vendas de assinaturas das grandes lojas de eletroeletrônicos, e centralizou o atendimento ao assinante num único call center. Baptista também substituiu as centrais próprias e terceirizadas de atendimento ao assinante, centralizando em uma única empresa o serviço de call center, a francesa TELEPERFORMANCE. Com as mudanças operacionais, e a campanha publicitária que entrou no ar neste mês, Baptista espera encerrar o ano com crescimento nada modesto. Em 2006, a receita da SKY somou US$ 700 milhões. "A meta é fechar 2007 com faturamento na casa de US$ 1 bilhão".

Valor Econômico

 

Eletrodomésticos

SEB GROUP INTEGRA AS OPERAÇÕES BRASILEIRAS

ARNO e PANEX iniciam 2007 sob um mesmo guarda-chuva reunidas na SEB DO BRASIL PRODUTOS DOMÉSTICOS, que além de ARNO, comanda as marcas PANEX, ROCHEDO, CLOCK, PENEDO e TEFAL. São duas fábricas da ARNO e uma da PANEX, negócios que movimentaram R$ 580 milhões líquidos no ano passado, cerca de 10% acima da soma dos faturamentos de 2005, de acordo com o Diretor do grupo para a América Latina, Marcio Cunha, que prevê o mesmo crescimento para este ano. O objetivo é ganhar sinergia administrativa, financeira e de logística. O SEB prepara 30 lançamentos para o Brasil este ano nas diversas áreas de atuação. Em 2006 foram 20 novos produtos.

Gazeta Mercantil

 

Eletroeletrônico

Samsung fatura US$ 1,6 bi

A SAMSUNG, que só voltou a vender televisores no Brasil em 2004, já conseguiu um lugar entre os maiores fabricantes de áudio e vídeo, dividindo a liderança com a PHILIPS, LG e SEMP TOSHIBA. A multinacional coreana anunciou que faturou US$ 1,6 bilhão no país no ano passado, cerca de 35% a mais do que em 2005, quando suas vendas atingiram US$ 1,2 bilhão. Em três anos, a receita do grupo mais do que triplicou. Para 2007, a empresa espera manter um crescimento de dois dígitos. Com os resultados no Brasil, a SAMSUNG aproxima-se de seus maiores competidores no mercado de áudio e vídeo, entre eles a LG, sua arqui-rival na Coréia. A LG já havia divulgado que em 2006 suas vendas totalizaram US$ 1,8 bilhão no Brasil, o que representou um crescimento de 38,4%. Além de TVs, as duas marcas coreanas também brigam no país no mercado de celulares, monitores para PCs e importam produtos de linha de branca "premium", como refrigeradores.

Valor Econômico

 

FAME PREVÊ CRESCER 7%

A fabricante de materiais elétricos FAME prevê crescimento de 7% para este ano, puxado pelo crescimento do consumo nas classes B, C e D. Para atingir este objetivo, a companhia pretende implementar ações e estratégias com o lançamento constante de produtos.

Gazeta Mercantil

 

Energia

ELETROPAULO TEM LUCRO DE R$ 373 MILHÕES EM 2006

A ELETROPAULO, que fornece energia elétrica para 24 municípios da região metropolitana de São Paulo, incluindo a capital, reverteu o prejuízo de R$ 155,5 milhões de 2005 e fechou o ano passado com lucro líquido de R$ 373,4 milhões, segundo balanço divulgado pelo Presidente do grupo AES no Brasil, Eduardo José Bernini. O bom resultado da distribuidora ELETROPAULO, que atende 5,5 milhões de clientes, favoreceu o desempenho final do grupo AES, que encerrou o exercício de 2006 com lucro líquido recorde de R$ 1,2 bilhão, o dobro do valor registrado no ano anterior, de R$ 554,8 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Engenharia, Projetos & Construção

DELTA CONSTRUÇÕES ENTRA NO SEGMENTO IMOBILIÁRIO

Depois da CAMARGO CORRÊA e a da ODEBRECHT, a DELTA CONSTRUÇÕES

, também especializada em obras de infra-estrutura pública, está entrando no segmento imobiliário da construção civil. A empresa pretende fazer, no mínimo, cinco lançamentos em 2007, quase todos voltados para a classe média baixa. A expectativa da empresa, que afirma ter faturado R$ 900 milhões em 2006, é conquistar vendas de R$ 80 milhões com os lançamentos programados para esse ano.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

Avon muda a cara dos produtos e disputa mercado com a Natura

A AVON vai anunciar o novo posicionamento mundial da marca: a gigante americana de cosméticos quer se descolar da sua tradicional imagem popular e transmitir mais sofisticação. Esse esforço da AVON, que começou timidamente há um ano e meio, já começa a ser sentido pela sua principal concorrente no Brasil, a NATURA. A disputa entre as duas empresas vai ficar mais intensa, pois elas vão se chocar com mais freqüência em busca do mesmo consumidor. A AVON tem feito um forte movimento em busca do consumidor de elite, enquanto a NATURA lançou produtos mais populares e busca a internacionalização. A AVON tem se aproximado cada vez mais da NATURA ao melhorar suas embalagens, consideradas muito simples pelos consumidores, e lançar kits de presentes semelhantes aos da concorrente brasileira.

Valor Econômico

 

INDIANA TORRENT FATURA 58% MAIS NO BRASIL

Os maiores volumes de medicamentos comercializados no mercado brasileiro puxaram os resultados do ano passado da farmacêutica indiana TORRENT, uma das mais importantes do país asiático em vendas no Brasil. Conforme o Presidente da subsidiária, Orlando Famá Júnior, o faturamento alcançou R$ 95 milhões em 2006, um crescimento de 58% em relação ao ano anterior. Já em volume, a empresa cresceu 52% na comparação anual, com a venda de 5,4 milhões de unidades (caixas) de remédios em 2006. A expectativa de Famá para este ano é de crescimento de 36% nas receitas, para perto de R$ 130 milhões, resultado do lançamento de produtos de maior valor e de uma alta de 28% em unidades, para aproximadamente 6,9 milhões de caixas.

Gazeta Mercantil

 

Lucro da Natura sobe 16,1% em 2006

O lucro líquido da NATURA foi de R$ 460,8 milhões, crescimento de 16,1% em relação ao ano anterior. As operações internacionais representaram 3,5% da receita, e a NATURA prevê que elas cheguem a 20% em dez anos. Em 2008, a empresa iniciará atividades nos EUA e na Rússia e investirá R$ 48 milhões nas operações na França, México, Colômbia e Venezuela.

Valor Econômico

 

Financeiro

GOLDMAN SACHS VIRA BANCO NO BRASIL NA PRÓXIMA SEMANA

O GOLDMAN SACHS vai inaugurar seu banco de investimentos no Brasil na próxima semana. A estréia, na verdade, está atrasada. Eduardo Centola, Presidente do GOLDMAN para a América Latina, disse em setembro que tinha planos de atuar como banco até o final do ano passado, desde 1995, o GOLDMAN tem um escritório de representação por aqui, que lhe permite uma atuação apenas tímida para seu porte internacional. Na época, Centola disse que o objetivo era reforçar sua atuação nas aberturas de capital na bolsa, bem como passar a atuar nas áreas de tesouraria, corretagem e corporate banking. "Queremos replicar no Brasil nossa liderança mundial em IPO", disse Centola na época. Agora, o GOLDMAN aparentemente quer compensar a demora fazendo muito barulho: segundo agências internacionais, o co-Presidente do GOLDMAN Gary Cohn virá a São Paulo para a abertura.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

Lucro da Eternit aumentou 12%

As vendas de produtos acabados da ETERNIT, empresa líder no mercado de fibrocimento, com 29% de participação, atingiram no último ano 578 mil toneladas, um crescimento de 11% em comparação com o volume de 2005. A alta nas vendas não foi suficiente para elevar a receita líquida, que fechou o ano com um faturamento de R$ 354,8 milhões, apenas 2% a mais em relação ao ano anterior. A empresa ainda registrou no ano passado um lucro líquido de R$ 38,2 milhões, ante os R$ 34, 2 milhões contabilizados em 2005, alta de 11,7%. As vendas da ETERNITY no quarto trimestre alcançaram 163 mil toneladas. O volume é 11% maior que o resultado obtido no mesmo período de 2005. A receita líquida do último trimestre ficou em R$ 96,5 milhões, uma evolução de 13% se comparado ao mesmo período de 2005.

Gazeta Mercantil

 

DURATEX ADIA AQUISIÇÕES E AMPLIA PRODUÇÃO PRÓPRIA

A DURATEX optou por elevar os investimento em ampliação de capacidade depois de estudar alternativas de aquisições e não encontrar oportunidades suficientemente atrativas. Até 2009, a companhia aplicará R$ 850 milhões. "A decisão de compra não é unilateral. Precisa do ativo certo e de vendedor. Caso contrário, o preço é alto", explica o Vice-Presidente Financeiro e Diretor de Relações com Investidores, Plínio de Amaral Pinheiro. O apetite da companhia procura frente ao crescimento da demanda interna, com o aquecimento da atividade do mercado de construção civil e de móveis. O segmento de madeira receberá a maior parcela dos recursos, R$ 630 milhões. A produção de MDF será ampliada em 78%, para quase 1,2 milhão de metros cúbicos anuais. Com isso, a DURATEX conseguirá preservar a liderança e sua fatia nesse mercado, da ordem de 33%.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

PETROQUÍMICA UNIÃO EXPANDE E INVESTE

A PETROQUÍMICA UNIÃO (PQU) mais do que dobrará seu investimento em 2007 por conta de sua expansão de 40% em sua produção de eteno, principal matéria-prima de resinas plásticas, que deve ser concluída até julho de 2008. A empresa investirá um total de R$ 794 milhões este ano na expansão, melhoramentos na unidade para dar base à expansão e também em uma parada de manutenção em seu pólo petroquímico na região do ABC (SP). Em 2006 o investimento foi de R$ 270 milhões. A ampliação é a primeira fase de um projeto de expansão que deve tirar a central petroquímica dos atuais pouco mais de 300 mil toneladas ao ano de eteno para mais de um milhão de toneladas no início da próxima década.

Gazeta Mercantil

 

Ipiranga quer 20% do setor e muda foco

A IPIRANGA PETROQUÍMICA, atualmente terceira maior produtora de polipropileno (PP) do País, vai mudar completamente seu foco de atuação ao completar um investimento que deverá totalizar US$ 200 milhões, não anunciado pela empresa, mas considerado mínimo por especialistas, para erguer uma fábrica com capacidade para produzir 180 mil toneladas de PP anualmente. "Hoje temos apenas clientes médios que consomem polietileno de alta densidade e o polipropileno. A partir da nova capacidade vamos para os grandes clientes, até agora atendidos apenas por BRASKEM e SUZANO", afirmou o Diretor Comercial da IPIRANGA, Eduardo Tergolina. A empresa não tem aspirações modestas. "Hoje temos 13% do mercado de PP. Nossas projeções são de chegar a 20%", disse o executivo.

Gazeta Mercantil

 

Restaurantes, Hotelaria & Turismo

GIRAFFAS FATURA 24% MAIS

A rede de refeições rápidas, GIRAFFAS encerrou o ano de 2006 com faturamento de R$ 223 milhões, valor 24% superior ao registrado em 2005. Com investimentos no fortalecimento da marca e na expansão para o Sul, Sudeste, Norte e Nordeste, a rede chegou a 214 pontos-de-venda em dezembro. Para 2007, a expectativa é alcançar 263 pontos-de-venda e faturar R$ 283 milhões. O Sudeste é um dos alvos da marca para expandir seus negócios. A previsão é abrir mais 25 lojas na região. Serão inaugurados pontos também nas regiões Sul, Norte, Nordeste, Centro Oeste e Distrito Federal.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

LABORATÓRIO BIO-FAST QUER CRESCER NO SETOR PÚBLICO

Apesar de ter na iniciativa privada sua principal fonte de receita (cerca de 80%), o laboratório BIO-FAST, de São Paulo, aposta no setor público para elevar sua receita. "A idéia é chegarmos a 50% e 50% para cada fonte, privada e pública", afirma o Diretor e proprietário Sérgio Fernandes. Quando iniciou as atividades em 2002, a idéia era montar pequenos laboratórios em locais estratégicos. "Mas aprendemos que é preciso um grande, que receba os exames. Precisamos de escala." Há dois anos, o BIO -FAST trabalha com esse formato. O BIO-FAST pretende ganhar destaque como laboratório de apoio e prestar serviços a outros laboratórios. Atualmente realiza entre 300 mil e 400 mil exames mensais, mas pretende chegar ao final do ano a 1,2 milhão/mês, dobrando o faturamento que, em 2006, ficou em cerca de R$ 3 milhões.

Gazeta Mercantil

 

AQUISIÇÕES AJUDAM DASA A FATURAR 26% A MAIS

As aquisições de redes de laboratórios realizadas em 2005 já começam a se refletir positivamente no desempenho da DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. (DASA). A empresa encerrou 2006 com receita anual bruta de R$ 729,7 milhões, um crescimento de 26,5% ente o ano anterior. As empresas adquiridas em 2005 tiveram receita de R$ 128,1 milhões em 2006, 22% superior aos R$ 105 milhões da receita anual verificada na data da aquisição. As empresas adquiridas em 2006 contribuíram com R$ 21 milhões de receita contabilizada no ano. Embora não tenham atingido a meta planejada para o ano, de receitas anualizadas de R$ 100 milhões, as empresas adquiridas em 2006 ajudaram a companhia a entrar em novos mercados e a aumentar a participação dos exames de imagem, que atingiram 37,8% do faturamento total da DASA.  A promessa agora é voltar às compras este ano, com aquisições que devem somar R$ 150 milhões em receitas adicionais anualizadas. A estratégia é entrar em novos mercados e reforçar a presença onde já opera. A empresa estabeleceu para o período entre 2005 e 2007 a aquisição de laboratórios que, juntos, representem R$ 300 milhões em receitas adicionais.

Gazeta Mercantil

 

MEDIAL AMPLIA REDE PRÓPRIA

A aquisição do grupo AMESP deve encurtar o caminho para que a operadora de saúde MEDIAL atinja alguns dos objetivos estabelecidos no ano passado, na ocasião de sua abertura de capital. Com a compra anunciada,por R$ 253 milhões, a MEDIAL salta de quinta para terceira maior operadora de saúde, e sua participação de mercado sobe de 2,2% para 4%. A meta da companhia era chegar a ter 6% do mercado de planos de saúde em até cinco anos. "Agora podemos rever os alvos e estabelecer metas mais agressivas", disse Luiz Kaufmann, Diretor-Presidente da MEDIAL. Outra meta que será catalizada com a compra da AMESP é a ampliação da rede própria de atendimento da MEDIAL, que inclui hospitais, laboratórios e centros médicos. No quarto trimestre do ano passado, a MEDIAL obteve receita líquida de R$ 302,7 milhões, 28,6% maior do que no mesmo período de 2005.

Valor Econômico

 

Telecomunicações & Informática

RECEITA DA POSITIVO CRESCE 84,4% E ATINGE R$ 1,35 BI

A POSITIVO INFORMÁTICA faturou R$ 1,349 bilhão em 2006, um crescimento de 84,4% em relação ao ano anterior. O lucro alcançou R$ 152,8 milhões, aumento de 68% sobre 2005. A fabricante vendeu 834,7 mil computadores entre janeiro e dezembro, a grande maioria (788,9 mil) desktops, e o restante notebooks. Apesar do volume pequeno dos portáteis, o número indica uma tendência de aumento, considerando que foi 907,8% maior do que no período anterior. "O ano passado foi fantástico para todo mundo, principalmente em função do varejo e pela penetração do PC nas classes B e C", declarou recentemente o Presidente da POSITIVO INFORMÁTICA, Hélio Rotenberg. O varejo representou a maior parte das vendas da companhia, respondendo por R$ 1 bilhão, enquanto o segmento corporativo chegou a R$ 29,1 milhões.

Gazeta Mercantil

 

ITAUTEC CRESCE 41,1% EM 2006 E FATURA R$ 1,64 BI

A ITAUTEC, empresa de tecnologia do grupo ITAÚSA, ampliou a sua receita bruta de vendas e serviços em 41,1% no ano passado, atingindo R$ 1,64 bilhão. O lucro líquido da companhia, que atua no mercado de automação bancária, computadores corporativos e serviços de tecnologia, atingiu R$ 50,1 milhões, crescimento de 7,7% em relação a 2005. A divisão de informática, que garantiu 41,6% das vendas consolidadas no ano passado, registrou faturamento de R$ 683,8 milhões, valor 17,9% superior ao de 2005. Acompanhando o bom momento do mercado de PC, as vendas de computadores de mesa e de notebooks avançaram 76% e 161%, respectivamente. O faturamento da área de automação e soluções subiu 45%, para 235,6 milhões no ano passado.

Gazeta Mercantil

 

FÁBRICA DA NOKIA COMPLETA 100 MILHÕES DE CELULARES

Após perder demanda de celulares dos Estados Unidos para a unidade mexicana em 2006, a subsidiária brasileira da finlandesa NOKIA comemora a produção de 100 milhões de aparelhos nos dez anos de sua fábrica em Manaus. No ano passado, as exportações da finlandesa caíram praticamente pela metade, para US$ 550 milhões, em relação a 2005, produzindo impacto direto nas vendas externas totais da Zona Franca. Na mesma comparação, a rival americana MOTOROLA, com fábrica em São Paulo, ampliou suas vendas externas de US$ 1,035 bilhão para US$ 1,411 bilhão em 2006. Com sete linhas de produção e 2,1 mil trabalhadores, sendo que cerca de 1,8 mil são funcionários, a unidade localizada em Manaus está preparada para produzir 14 modelos de aparelhos. No ano passado, a subsidiária brasileira registrou faturamento de US$ 1,3 bilhão, figurando entre as dez maiores unidades da NOKIA no mundo.

Gazeta Mercantil

 

TIM AMPLIA VENDAS E LUCROS E REIVINDICA A 3G

A TIM encerrou o ano passado com crescimento em praticamente todos os números do balanço, aproximou-se ainda mais da líder VIVO e demonstrou mudança radical na estratégia de evolução tecnológica da telefonia celular. "Que venha amanhã, se quiser", afirmou o Presidente Mario Cesar Araujo, em relação à adoção da terceira geração celular (3G), capaz de trafegar dados. O aumento de receita média por usuário, somado à redução dos gastos com subsídio ao aparelho, levou a operadora a crescer 43,1% em receita líquida de serviços no quarto trimestre de 2006, atingindo R$ 2,7 bilhões, e 31,5% ao longo do ano em relação a 2005, com R$ 8,9 bilhões.

Gazeta Mercantil

 

Com varejo, HP passa Dell e assume 2º- lugar

em vendas no Brasil

Assim como aconteceu no mercado mundial, a HP superou a rival DELL no Brasil no último trimestre do ano passado e passou para segunda colocada com 6,6% de participação, de acordo com o IDC. No quarto trimestre de 2005, o percentual era de 3,9%. De acordo com informações do setor, a terceira colocada teria ficado com 5,3%. A paranaense POSITIVO INFORMÁTICA mantém um distante primeiro lugar, algo incomum no mercado mundial. No Brasil, entretanto, a mudança de posição teve uma dinâmica mais rápida. A HP praticamente dobrou a operação ao entrar no varejo. No quarto trimestre, pouco mais da metade dos 120 mil computadores vendidos pela HP foram para o segmento corporativo, que ainda cresceu bem no ano passado.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

OLYMPIKUS PREVÊ EXPORTAÇÕES MAIORES

O aumento da prática da atividade física no Brasil deixa cada vez mais em forma os números conquistados pelos fabricantes de materiais esportivos. Todos vêem seus negócios crescendo de maneira bastante saudável, apoiados ainda por um varejo mais preparado para atender aos consumidores. O caso da grife nacional OLYMPIKUS, que corresponde a 41% dos negócios da CALÇADOS AZALÉIA, não é diferente. A marca apresentou um faturamento de R$ 410 milhões em 2006, salto de 28% na comparação com 2005 e ainda começou 2007 em ritmo acelerado: cresceu cerca de 80% em janeiro e mais 102% em fevereiro, comparado com os mesmos meses do ano passado. Na média, pretende terminar 2007 com um salto de 30% nas vendas.

Gazeta Mercantil

 

ELEGANCE EXPORTA MAIS

A fabricante de lingeries ELEGANCE projeta crescimento de 19% nas exportações deste primeiro semestre de 2007. A empresa, que produz cerca de 100 mil unidades por mês, exporta aproximadamente 30% deste total. Os principais clientes estão nos países da América Latina, com destaque para o Chile. A projeção é de expansão de 57% em faturamento na comparação com o ano passado. De acordo com dados divulgados pela empresa, o segmento de moda íntima responde por 8% da cadeia têxtil e movimentou aproximadamente R$ 3,7 bilhões no ano passado.

Gazeta Mercantil

 

LUCRO DA AZALÉIA CRESCEU 62,8% NO ANO PASSADO

Os programas de corte de custos de produção contribuíram para a CALÇADOS AZALÉIA alcançar lucro líquido de R$ 65,4 milhões em 2006, 62,8% superior em relação ao exercício anterior. A empresa informa que continuará apostando nos segmentos de produtos casuais, com a linha OLK. A AZALÉIA ainda detém as linhas A/Z, Djean, Funny, Olympikus e Opanka.

Valor Econômico

 

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