Autopeças
TRAXX
FATURA US$ 5 BILHÕES
Mesmo
com escritório em Fortaleza desde 2001,
que evoluiu um ano depois para uma central
de distribuição de motos e peças, os negócios
da TRAXX nas regiões Norte e Nordeste começaram
efetivamente há pouco mais de três anos.
Em dezembro passado, a companhia passou
para uma nova sede na capital cearense,
em espaço de 7 mil m2 com showroom,
oficina-escola e estoque de peças para motocicletas,
no bairro Cajazeiras. A empresa apresentou
o plano estratégico para 2007, que envolve
a implantação da fábrica em Manaus. Zhou
Yu,
Presidente da TRAXX DO BRASIL, que participou
do encontro, disse que Brasil e a China
têm amizade estreita e os negócios tendem
evoluir. O grupo China, baseado na cidade
Chongqing, atua ainda nos setores bélico, automobilístico,
produtos óticos, software, biomedicina e
hotelaria e tem faturamento da ordem de
US$ 5 bilhões/ano.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
& Fumo
PETRÓPOLIS
INVESTE R$ 120 MILHÕES EM NOVA FÁBRICA
A
CERVEJARIA
PETRÓPOLIS, dona das marcas Itaipava
e Crystal, vai investir R$ 120 milhões na construção de uma
fábrica em
Rondonópolis (MT). De acordo
com a empresa, a fábrica, que criará cerca
de 180 empregos diretos, terá capacidade
para produzir 200 milhões de litros de cerveja
por ano, volume que corresponde à fabricação
de cerca de 55 mil litros da bebida por dia. Além da fábrica de
cerveja, a PETRÓPOLIS planeja instalar,
em uma segunda fase, uma unidade de refrigerante
e de engarrafamento de água mineral.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
FÁBRICA
GANHA CONTA DA HAVAIANAS
E PREVÊ CRESCER 20% EM 2007
Depois
de crescer 35% no ano passado, a FÁBRICA COMUNICAÇÃO DIRIGIDA inicia 2007
comemorando a chegada da conta de HAVAIANAS
(SP ALPARGATAS) ao seu portfólio. A agência, que afirma estar aberta a negociações
com grupos internacionais, planeja um incremento
de 20% em seus negócios neste ano. A conquista
de HAVAIANAS veio após cinco meses de uma
concorrência. Ao contrário das concorrências
tradicionais, os representantes da marca
visitaram as empresas e pediram jobs
para verificar os trabalhos aplicados ao
produto. Segundo o sócio e VP de Planejamento
e Atendimento da FÁBRICA, Luiz Buono,
esta foi uma das principais conquistas da
agência. Em 2006, a FÁBRICA conquistou
contas como CREDICARD CITI, IG, IBEST e
BRTURBO (BRASIL TELECOM), BOSCH e TINTAS
CORAL. Atualmente, participa de quatro concorrências.
Gazeta
Mercantil
TRIP
CRESCE 13,2% EM 2006 E FATURA R$ 30 MILHÕES
A
paulista TRIP
EDITORA foi fundada há 21 anos. Nos
primeiros onze anos, o único título que
fazia parte do portfólio
da casa era uma revista mensal e um programa
de rádio de mesmo nome. Hoje, o perfil da
empresa é outro. Com um faturamento que
atingiu R$ 30 milhões no ano passado, um
crescimento de 13,2% em relação a 2005,
a TRIP possui duas
revistas vendidas em bancas de jornal, além
de sites, serviço para celular e licenciamento
da marca. Mas, na verdade, mais da metade
da receita é obtida com as revistas que
a TRIP produz para outras empresas, que
são distribuídas gratuitamente para os clientes
dessas companhias. Atualmente, a TRIP é
responsável pelas revistas de empresas como
GOL, NATURA e DASLU. Neste mês, a editora
lançará o título GOL INTERNACIONAL, com
tiragem inicial de 20 mil exemplares e prepara,
também, um quarto título para a NATURA,
com tiragem que pode chegar a 1,7
milhão de cópias por edição.
Valor
Econômico
RECEITA
DE US$ 1 BI É A META DA SKY BRASIL
Há
oito meses à frente da SKY
BRASIL, Luiz
Eduardo Baptista, promoveu
uma revolução na empresa, acabou com a venda
dos decodificadores, o que reduziu o custo
da assinatura apenas ao valor dos pacotes;
retirou as vendas de assinaturas das grandes
lojas de eletroeletrônicos, e centralizou
o atendimento ao assinante num único call center.
Baptista também substituiu as centrais próprias
e terceirizadas de atendimento ao assinante,
centralizando em uma única empresa o serviço
de call center,
a francesa TELEPERFORMANCE. Com as mudanças
operacionais, e a campanha publicitária
que entrou no ar neste mês, Baptista espera
encerrar o ano com crescimento nada modesto.
Em 2006,
a receita da SKY somou
US$ 700 milhões. "A meta é fechar 2007
com faturamento na casa de US$ 1 bilhão".
Valor
Econômico
Eletrodomésticos
SEB
GROUP INTEGRA AS OPERAÇÕES BRASILEIRAS
ARNO
e PANEX iniciam 2007 sob um
mesmo guarda-chuva reunidas na SEB DO BRASIL
PRODUTOS DOMÉSTICOS, que além de ARNO, comanda
as marcas PANEX, ROCHEDO, CLOCK, PENEDO
e TEFAL. São duas fábricas da ARNO
e uma da PANEX, negócios que movimentaram
R$ 580 milhões líquidos no ano passado,
cerca de 10% acima da soma dos faturamentos
de 2005, de acordo com o Diretor do grupo
para a América Latina, Marcio Cunha, que
prevê o mesmo crescimento para este ano.
O objetivo é ganhar sinergia administrativa,
financeira e de logística. O SEB prepara
30 lançamentos para o Brasil este ano nas
diversas áreas de atuação. Em 2006 foram
20 novos produtos.
Gazeta
Mercantil
Eletroeletrônico
Samsung
fatura US$ 1,6 bi
A
SAMSUNG,
que só voltou a vender televisores no Brasil
em 2004, já conseguiu um lugar entre os
maiores fabricantes de áudio e vídeo, dividindo
a liderança com a PHILIPS, LG
e SEMP
TOSHIBA. A multinacional coreana anunciou
que faturou US$ 1,6 bilhão no país no ano
passado, cerca de 35% a mais do que em 2005, quando suas vendas atingiram
US$ 1,2 bilhão. Em três anos, a receita
do grupo mais do que triplicou. Para 2007,
a empresa espera manter
um crescimento de dois dígitos. Com os resultados
no Brasil, a SAMSUNG aproxima-se de seus
maiores competidores no mercado de áudio
e vídeo, entre eles a LG, sua arqui-rival
na Coréia. A LG já havia divulgado que em
2006 suas vendas totalizaram US$ 1,8 bilhão
no Brasil, o que representou um crescimento
de 38,4%. Além de TVs, as duas marcas coreanas
também brigam no país no mercado de celulares,
monitores para PCs
e importam produtos de linha de branca "premium", como refrigeradores.
Valor
Econômico
FAME
PREVÊ CRESCER 7%
A
fabricante de materiais elétricos FAME prevê crescimento de 7% para este ano,
puxado pelo crescimento do consumo nas classes
B, C e D. Para atingir este objetivo, a
companhia pretende implementar ações e estratégias
com o lançamento constante de produtos.
Gazeta
Mercantil
Energia
ELETROPAULO
TEM LUCRO DE R$ 373 MILHÕES EM 2006
A
ELETROPAULO,
que fornece energia elétrica para 24 municípios
da região metropolitana de São Paulo, incluindo
a capital, reverteu o prejuízo de R$ 155,5
milhões de 2005 e fechou o ano passado com
lucro líquido de R$ 373,4 milhões, segundo
balanço divulgado pelo Presidente do grupo
AES no Brasil, Eduardo José Bernini. O bom resultado da distribuidora ELETROPAULO, que
atende 5,5 milhões de clientes, favoreceu
o desempenho final do grupo AES, que encerrou
o exercício de 2006 com lucro líquido recorde
de R$ 1,2 bilhão, o dobro do valor registrado
no ano anterior, de R$ 554,8 milhões.
Gazeta
Mercantil
Engenharia,
Projetos & Construção
DELTA
CONSTRUÇÕES ENTRA NO SEGMENTO IMOBILIÁRIO
Depois
da CAMARGO CORRÊA e a da ODEBRECHT, a DELTA CONSTRUÇÕES
, também especializada em obras de infra-estrutura pública,
está entrando no segmento imobiliário da construção
civil. A empresa pretende fazer, no mínimo,
cinco lançamentos em 2007, quase todos voltados
para a classe média baixa. A expectativa da
empresa, que afirma ter faturado R$ 900 milhões
em 2006, é conquistar vendas de R$ 80 milhões
com os lançamentos programados para esse ano.
Valor Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Avon muda a cara dos produtos e disputa mercado com a Natura
A AVON vai anunciar o novo posicionamento mundial
da marca: a gigante
americana de cosméticos quer se descolar
da sua tradicional imagem popular e transmitir
mais sofisticação. Esse esforço da AVON,
que começou timidamente há um ano e meio,
já começa a ser sentido pela sua principal
concorrente no Brasil, a NATURA. A disputa entre as duas empresas
vai ficar mais intensa, pois elas vão se
chocar com mais freqüência em busca do mesmo
consumidor. A AVON tem feito um forte movimento
em busca do consumidor de elite, enquanto
a NATURA lançou produtos mais populares
e busca a internacionalização. A AVON tem
se aproximado cada vez mais da NATURA ao
melhorar suas embalagens, consideradas muito
simples pelos consumidores, e lançar kits
de presentes semelhantes aos da concorrente
brasileira.
Valor Econômico
INDIANA TORRENT FATURA 58% MAIS NO BRASIL
Os maiores volumes de medicamentos comercializados
no mercado brasileiro puxaram os resultados
do ano passado da farmacêutica indiana TORRENT, uma das mais importantes do país
asiático em
vendas no Brasil. Conforme
o Presidente da subsidiária, Orlando Famá
Júnior, o faturamento alcançou R$ 95 milhões
em 2006, um crescimento de 58% em relação
ao ano anterior. Já em volume, a empresa
cresceu 52% na comparação anual, com a venda
de 5,4 milhões de unidades (caixas) de remédios
em 2006. A expectativa de Famá
para este ano é de crescimento de 36% nas
receitas, para perto de R$ 130 milhões,
resultado do lançamento de produtos de maior
valor e de uma alta de 28% em unidades,
para aproximadamente 6,9 milhões de caixas.
Gazeta Mercantil
Lucro da Natura sobe 16,1%
em 2006
O lucro líquido da NATURA foi de R$ 460,8 milhões, crescimento
de 16,1% em relação ao ano anterior. As
operações internacionais representaram 3,5%
da receita, e a NATURA prevê que elas cheguem
a 20% em dez anos. Em 2008, a empresa iniciará atividades
nos EUA e na Rússia e investirá R$ 48 milhões
nas operações na França, México, Colômbia
e Venezuela.
Valor Econômico
Financeiro
GOLDMAN SACHS VIRA BANCO NO BRASIL NA
PRÓXIMA SEMANA
O GOLDMAN SACHS vai inaugurar seu banco de
investimentos no Brasil na próxima semana.
A estréia, na verdade, está atrasada. Eduardo
Centola, Presidente
do GOLDMAN para a América Latina, disse
em setembro que tinha planos de atuar como
banco até o final do ano passado, desde
1995, o GOLDMAN tem um escritório de representação
por aqui, que lhe permite uma atuação apenas
tímida para seu porte internacional. Na
época, Centola
disse que o objetivo era reforçar sua atuação
nas aberturas de capital na bolsa, bem como
passar a atuar nas áreas de tesouraria,
corretagem e corporate
banking. "Queremos
replicar no Brasil nossa liderança mundial
em IPO", disse Centola
na época. Agora, o GOLDMAN aparentemente
quer compensar a demora fazendo muito barulho:
segundo agências internacionais, o co-Presidente
do GOLDMAN Gary Cohn virá a São Paulo para
a abertura.
Gazeta Mercantil
Material de
Construção
Lucro da Eternit aumentou 12%
As vendas de
produtos acabados da ETERNIT, empresa líder no mercado de fibrocimento, com 29% de participação, atingiram no último
ano 578 mil toneladas, um crescimento de
11% em comparação com o volume de 2005. A alta nas vendas não
foi suficiente para elevar a receita líquida,
que fechou o ano com um faturamento de R$
354,8 milhões, apenas 2% a mais em relação
ao ano anterior. A empresa ainda registrou
no ano passado
um lucro líquido de R$ 38,2 milhões, ante
os R$ 34, 2 milhões contabilizados em 2005,
alta de 11,7%. As vendas da ETERNITY no
quarto trimestre alcançaram 163 mil toneladas.
O volume é 11% maior que o resultado obtido
no mesmo período de 2005. A receita líquida do
último trimestre ficou em R$ 96,5 milhões,
uma evolução de 13% se comparado ao mesmo
período de 2005.
Gazeta Mercantil
DURATEX ADIA AQUISIÇÕES E
AMPLIA PRODUÇÃO PRÓPRIA
A DURATEX optou por elevar os investimento em ampliação de capacidade depois de estudar
alternativas de aquisições e não encontrar
oportunidades suficientemente atrativas.
Até 2009,
a companhia aplicará
R$ 850 milhões. "A decisão de compra
não é unilateral. Precisa do ativo certo
e de vendedor. Caso contrário, o preço é
alto", explica o Vice-Presidente Financeiro
e Diretor de Relações com Investidores,
Plínio de Amaral Pinheiro. O apetite da
companhia procura frente ao crescimento
da demanda interna, com o aquecimento da
atividade do mercado de construção civil
e de móveis. O segmento de madeira receberá
a maior parcela dos recursos, R$ 630 milhões.
A produção de MDF será ampliada em 78%,
para quase 1,2 milhão de metros cúbicos
anuais. Com isso, a DURATEX conseguirá preservar
a liderança e sua fatia nesse mercado, da
ordem de 33%.
Valor Econômico
Química & Petroquímica
PETROQUÍMICA UNIÃO EXPANDE
E INVESTE
A PETROQUÍMICA UNIÃO (PQU) mais do que dobrará
seu investimento em 2007 por conta de sua
expansão de 40% em sua produção de eteno,
principal matéria-prima de resinas plásticas,
que deve ser concluída até julho de 2008.
A empresa investirá
um total de R$ 794 milhões este ano na expansão,
melhoramentos na unidade para dar base à
expansão e também em uma parada de manutenção
em seu pólo petroquímico na região do ABC
(SP). Em 2006 o investimento foi de R$ 270
milhões. A ampliação é a primeira fase de
um projeto de expansão que deve tirar a
central petroquímica dos atuais pouco mais
de 300 mil toneladas ao ano de eteno para
mais de um milhão de toneladas no início
da próxima década.
Gazeta Mercantil
Ipiranga quer 20% do setor e muda foco
A IPIRANGA PETROQUÍMICA, atualmente terceira
maior produtora de polipropileno (PP) do
País, vai mudar completamente seu foco de
atuação ao completar um investimento que
deverá totalizar US$ 200 milhões, não anunciado pela empresa, mas considerado mínimo
por especialistas, para erguer uma fábrica
com capacidade para produzir 180 mil toneladas
de PP anualmente. "Hoje temos apenas
clientes médios que consomem polietileno
de alta densidade e o polipropileno. A partir
da nova capacidade vamos para os grandes
clientes, até agora atendidos apenas por
BRASKEM e SUZANO", afirmou o Diretor
Comercial da IPIRANGA, Eduardo Tergolina. A empresa não tem aspirações modestas. "Hoje
temos 13% do mercado de PP. Nossas projeções
são de chegar a 20%", disse o executivo.
Gazeta Mercantil
Restaurantes,
Hotelaria & Turismo
GIRAFFAS FATURA
24% MAIS
A rede de refeições
rápidas, GIRAFFAS encerrou o ano de 2006 com faturamento de R$ 223 milhões, valor 24% superior
ao registrado em 2005. Com investimentos
no fortalecimento da marca e na expansão
para o Sul, Sudeste, Norte e Nordeste, a
rede chegou a 214 pontos-de-venda em dezembro. Para 2007, a expectativa é alcançar
263 pontos-de-venda
e faturar R$ 283 milhões. O Sudeste é um
dos alvos da marca para expandir seus negócios.
A previsão é abrir mais 25 lojas na região.
Serão inaugurados pontos também nas regiões
Sul, Norte, Nordeste, Centro Oeste e Distrito
Federal.
Gazeta Mercantil
Serviços
LABORATÓRIO
BIO-FAST QUER CRESCER NO SETOR PÚBLICO
Apesar de ter
na iniciativa privada sua principal fonte
de receita (cerca de 80%), o laboratório
BIO-FAST, de São Paulo, aposta no setor público
para elevar sua receita. "A idéia é
chegarmos a 50% e 50% para cada fonte, privada
e pública", afirma o Diretor e proprietário
Sérgio Fernandes. Quando iniciou as atividades
em 2002, a idéia era montar pequenos
laboratórios em locais estratégicos. "Mas
aprendemos que é preciso um grande, que
receba os exames. Precisamos de escala."
Há dois anos, o BIO -FAST
trabalha com esse formato. O BIO-FAST pretende
ganhar destaque como laboratório de apoio
e prestar serviços a outros laboratórios.
Atualmente realiza entre 300 mil e 400 mil
exames mensais, mas pretende chegar ao final
do ano a 1,2 milhão/mês, dobrando o faturamento
que, em 2006, ficou em cerca de R$ 3 milhões.
Gazeta Mercantil
AQUISIÇÕES AJUDAM
DASA A FATURAR 26% A MAIS
As aquisições
de redes de laboratórios realizadas em 2005
já começam a se refletir positivamente no
desempenho da DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. (DASA). A empresa
encerrou 2006 com receita anual bruta de
R$ 729,7 milhões, um crescimento de 26,5%
ente o ano anterior. As empresas adquiridas
em 2005 tiveram receita de R$ 128,1 milhões
em 2006, 22% superior aos R$ 105 milhões
da receita anual verificada na data da aquisição.
As empresas adquiridas em 2006 contribuíram
com R$ 21 milhões de receita contabilizada
no ano. Embora não tenham atingido a meta
planejada para o ano, de receitas anualizadas
de R$ 100 milhões, as empresas adquiridas
em 2006 ajudaram a companhia a entrar em
novos mercados e a aumentar a participação
dos exames de imagem, que atingiram 37,8%
do faturamento total da DASA.
A promessa agora é voltar às compras
este ano, com aquisições que devem somar
R$ 150 milhões em receitas adicionais anualizadas.
A estratégia é entrar em novos mercados
e reforçar a presença onde já opera. A empresa
estabeleceu para o período entre 2005 e
2007 a aquisição de laboratórios
que, juntos, representem R$ 300 milhões
em receitas adicionais.
Gazeta Mercantil
MEDIAL AMPLIA
REDE PRÓPRIA
A aquisição
do grupo AMESP deve encurtar o caminho para
que a operadora de saúde MEDIAL atinja alguns dos objetivos estabelecidos
no ano passado, na ocasião de sua abertura
de capital. Com a compra anunciada,por
R$ 253 milhões, a MEDIAL salta de quinta
para terceira maior operadora de saúde,
e sua participação de mercado sobe de 2,2%
para 4%. A meta da companhia era chegar
a ter 6% do mercado de planos de saúde em
até cinco anos. "Agora podemos rever
os alvos e estabelecer metas mais agressivas",
disse Luiz Kaufmann,
Diretor-Presidente da MEDIAL. Outra meta
que será catalizada
com a compra da AMESP é a ampliação da rede
própria de atendimento da MEDIAL, que inclui
hospitais, laboratórios e centros médicos.
No quarto trimestre do ano passado, a MEDIAL
obteve receita líquida de R$ 302,7 milhões,
28,6% maior do que no mesmo período de 2005.
Valor Econômico
Telecomunicações & Informática
RECEITA DA POSITIVO
CRESCE 84,4% E ATINGE R$ 1,35 BI
A POSITIVO INFORMÁTICA faturou R$ 1,349 bilhão em 2006, um crescimento de 84,4% em relação ao
ano anterior. O lucro alcançou R$ 152,8
milhões, aumento de 68% sobre 2005. A fabricante vendeu
834,7 mil computadores entre janeiro e dezembro,
a grande maioria (788,9 mil) desktops, e o restante notebooks. Apesar do volume pequeno dos portáteis,
o número indica uma tendência de aumento,
considerando que foi
907,8% maior do que no período anterior.
"O ano passado foi fantástico para
todo mundo, principalmente em função do
varejo e pela penetração do PC nas classes
B e C", declarou recentemente o Presidente
da POSITIVO INFORMÁTICA,
Hélio Rotenberg.
O varejo representou a maior parte das vendas
da companhia, respondendo por R$ 1 bilhão,
enquanto o segmento corporativo chegou a
R$ 29,1 milhões.
Gazeta Mercantil
ITAUTEC CRESCE
41,1% EM 2006 E FATURA R$ 1,64 BI
A ITAUTEC, empresa de tecnologia do grupo ITAÚSA, ampliou a sua receita bruta de vendas
e serviços em 41,1% no ano passado, atingindo
R$ 1,64 bilhão. O lucro líquido da companhia, que atua no mercado de automação bancária,
computadores corporativos e serviços de
tecnologia, atingiu R$ 50,1 milhões,
crescimento de 7,7% em relação a 2005. A divisão de informática,
que garantiu 41,6% das vendas consolidadas
no ano passado, registrou faturamento de
R$ 683,8 milhões, valor 17,9% superior ao
de 2005. Acompanhando o bom momento do mercado
de PC, as vendas de computadores de mesa
e de notebooks
avançaram 76% e 161%, respectivamente. O
faturamento da área de automação e soluções
subiu 45%, para 235,6 milhões no ano passado.
Gazeta Mercantil
FÁBRICA DA NOKIA COMPLETA 100 MILHÕES
DE CELULARES
Após perder demanda de celulares dos
Estados Unidos para a unidade mexicana em
2006, a subsidiária brasileira
da finlandesa NOKIA comemora a produção de 100 milhões
de aparelhos nos dez anos de sua fábrica
em Manaus. No ano passado, as exportações
da finlandesa caíram praticamente pela metade,
para US$ 550 milhões, em relação a 2005,
produzindo impacto direto nas vendas externas
totais da Zona Franca. Na mesma comparação,
a rival americana MOTOROLA, com fábrica em São Paulo, ampliou
suas vendas externas de US$ 1,035
bilhão para US$ 1,411 bilhão em 2006. Com
sete linhas de produção e 2,1 mil trabalhadores,
sendo que cerca de 1,8
mil são funcionários, a unidade localizada
em Manaus está preparada para produzir 14
modelos de aparelhos. No ano passado, a
subsidiária brasileira registrou faturamento
de US$ 1,3 bilhão, figurando entre as dez
maiores unidades da NOKIA no mundo.
Gazeta Mercantil
TIM AMPLIA VENDAS
E LUCROS E REIVINDICA A 3G
A TIM encerrou o ano passado com crescimento
em praticamente todos os números do balanço,
aproximou-se ainda mais da líder VIVO e demonstrou mudança radical na estratégia
de evolução tecnológica da telefonia celular.
"Que venha amanhã, se quiser",
afirmou o Presidente Mario Cesar Araujo, em relação
à adoção da terceira geração celular (3G),
capaz de trafegar dados. O aumento de receita
média por usuário, somado à redução dos
gastos com subsídio ao aparelho, levou a
operadora a crescer 43,1% em receita líquida
de serviços no quarto trimestre de 2006,
atingindo R$ 2,7 bilhões, e 31,5% ao longo
do ano em relação a 2005, com R$ 8,9 bilhões.
Gazeta Mercantil
Com varejo, HP passa Dell e assume 2º- lugar
em vendas no Brasil
Assim como aconteceu no mercado mundial,
a HP superou a rival DELL no Brasil no último trimestre do ano
passado e passou para segunda colocada com
6,6% de participação, de acordo com o IDC.
No quarto trimestre de 2005, o percentual
era de 3,9%. De acordo com informações do
setor, a terceira colocada teria ficado
com 5,3%. A paranaense POSITIVO INFORMÁTICA mantém um distante
primeiro lugar, algo incomum no mercado
mundial. No Brasil, entretanto, a mudança
de posição teve uma dinâmica mais rápida.
A HP praticamente dobrou a operação ao entrar
no varejo. No quarto trimestre, pouco mais
da metade dos 120 mil computadores vendidos
pela HP foram para o segmento corporativo,
que ainda cresceu bem no ano passado.
Gazeta Mercantil
Têxtil &
Couro
OLYMPIKUS PREVÊ
EXPORTAÇÕES MAIORES
O aumento da
prática da atividade física no Brasil deixa
cada vez mais em forma os números conquistados
pelos fabricantes de materiais esportivos.
Todos vêem seus negócios crescendo de maneira
bastante saudável, apoiados ainda por um
varejo mais preparado para atender aos consumidores.
O caso da grife nacional OLYMPIKUS, que corresponde a 41% dos negócios
da CALÇADOS AZALÉIA, não é diferente. A
marca apresentou um faturamento de R$ 410
milhões em 2006, salto de 28% na comparação
com 2005 e ainda começou 2007 em ritmo acelerado:
cresceu cerca de 80% em janeiro e mais 102%
em fevereiro, comparado com os mesmos meses
do ano passado. Na média, pretende terminar
2007 com um salto de 30% nas vendas.
Gazeta Mercantil
ELEGANCE EXPORTA
MAIS
A fabricante
de lingeries ELEGANCE projeta crescimento de 19% nas exportações
deste primeiro semestre de 2007. A empresa, que produz cerca de 100 mil unidades
por mês, exporta aproximadamente 30% deste
total. Os principais clientes estão nos
países da América Latina, com destaque para
o Chile. A projeção é de expansão de 57%
em faturamento na comparação com o ano passado.
De acordo com dados divulgados pela empresa,
o segmento de moda íntima responde por 8%
da cadeia têxtil e movimentou aproximadamente
R$ 3,7 bilhões no ano passado.
Gazeta Mercantil
LUCRO DA AZALÉIA
CRESCEU 62,8% NO ANO PASSADO
Os programas
de corte de custos de produção contribuíram
para a CALÇADOS AZALÉIA alcançar lucro líquido
de R$ 65,4 milhões em 2006, 62,8% superior
em relação ao exercício anterior. A empresa
informa que continuará apostando nos segmentos
de produtos casuais, com a linha OLK. A
AZALÉIA ainda detém as linhas A/Z, Djean, Funny, Olympikus
e Opanka.
Valor Econômico