Sexta-feira, 23/03/2007
Ano VI – edição 262

Agrobusiness

COCAMAR VOLTA A OPERAR COM CAPACIDADE PLENA

Com o aumento da safra de soja, a COCAMAR AGROINDUSTRIAL, de Maringá, está reduzindo o esmagamento para terceiros. A cooperativa, que nos últimos dois anos investiu na prestação de serviços para empresas como COAMO e AGRENCO com o objetivo de remunerar custos e reduzir a ociosidade, projeta que 80% do processamento no seu parque industrial será próprio em 2007. A COCAMAR prevê bater recorde de recebimento de soja em 2007, com um total de 625 mil toneladas.

Gazeta Mercantil

 

Autopeças

TRW AUMENTA INVESTIMENTOS EM LAVRAS

A TRW AUTOMOTIVE, fabricante de componentes para a indústria automobilística, está ampliando seus investimentos na fábrica de Lavras (MG). De um total de R$ 180 milhões que a empresa vai aplicar até 2008 no Brasil, R$ 45 milhões serão destinados este ano para a unidade mineira, sendo R$ 35 milhões para ampliar a linha de sistemas de direção para atender novos contratos com a RENAULT e a FIAT e R$ 10 milhões para incluir no seu portfólio de produtos novo modelo de cinto de segurança retrátil. "Hoje produzimos 90 mil peças por mês. Com a ampliação da unidade a produção desses itens subirá para 137 mil unidades até o final deste ano", disse Moisés Bucci, Presidente da empresa. Do total de 350 empregados que a empresa mantém nesta unidade, 130 foram contratados recentemente. A estratégia da TRW é concentrar na fábrica de Lavras os produtos de direção do veículo, como caixas de direção, volantes e cintos de segurança. Em 2006 a TRW faturou R$ 1,2 bilhão, 20% foram com exportações. Para este ano, Bocci espera um crescimento de 4%.

Gazeta Mercantil

 

Bebidas & Fumo

SCHIN INVESTE PARA AMPLIAR PRODUÇÃO NA BAHIA

A SCHINCARIOL investirá US$ 30 milhões para ampliar em 25% a capacidade de produção de sua fábrica de Alagoinhas (BA), a 108 quilômetros de Salvador. Com o novo aporte, os investimentos da companhia no Nordeste sobem para cerca de R$ 200 milhões. A empresa está construindo no Ceará sua décima planta. Com as obras em Alagoinhas, que devem ser concluídas já em outubro, passará de 50 milhões para 62,5 milhões de litros a capacidade de produção de cerveja e refrigerante da unidade. A unidade baiana é a segunda maior da companhia. A maior fica em Itu (SP), terra natal da empresa. Atualmente, a fábrica tem 650 funcionários diretos, mas a obra deverá elevar esse número para 800 pessoas.

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

CBM ESTRÉIA COMO UM DOS MAIORES GRUPOS DO SETOR

A COMPANHIA BRASILEIRA DE MULTIMÍDIA (CBM) foi oficialmente apresentada ao mercado paulista, com planos de crescimento nada discretos. De acordo com seu Presidente, Daniel Barbara, a meta é tornar-se o terceiro maior grupo de comunicação do País nos próximos cinco anos. Seis unidades de empresas fazem parte da CBM: EDITORA JB (Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil), EDITORA PEIXES (onde já está integrada a Forbes Brasil), CASA BRASIL (divisão cultural), BRASIL DIGITAL, BRASILLOG (logística) e, uma das maiores novidades, a JBTV (antiga CNT). "Buscamos, com a CBM, criar maior sinergia entre as empresas de comunicação do grupo, tanto na produção de conteúdos, quanto na área comercial. Cada unidade pode contribuir com o que tem de melhor", diz Barbara. "O grupo foi adquirindo empresas e, à medida que entramos no segmento de televisão, resolvemos unir todas as nossas unidades sob uma única marca, a COMPANHIA BRASILEIRA DE MULTIMÍDIA", comenta Barbara.

Gazeta Mercantil

 

NERO PRODUZ NO BRASIL

A alemã NERO fechou acordo com a brasileira XPRESSSOFT para iniciar a produção no Brasil de seus programas de gravação de CD e DVD. A medida resultará em queda de 50% no preço do produto. A primeira versão local começa a ser distribuída em abril e seu preço deve ser próximo a R$ 200.

Gazeta Mercantil

 

Eletroeletrônicos

LG investe mais US$ 100 milhões

Para cumprir a projeção de crescimento de quase 40% de suas vendas no Brasil, para US$ 2,5 bilhões em 2007, a LG ELECTRONICS elegeu como prioridades a expansão da capacidade instalada de suas fábricas, especialmente de celulares e monitores de LCD, e um aporte pesado em publicidade para promover sua nova linha de produtos. Somente em marketing, o aporte será de US$ 100 milhões neste ano. A empresa apresentou sua linha de produtos desenhada para 2007. São cerca de 100 novos itens dos segmentos de TV, áudio e vídeo, celular e linha branca. Além do investimento em marketing, a LG aplicará entre US$ 20 milhões a US$ 30 milhões para aumentar a produção no país, segundo informou o Vice-Presidente Executivo da LG, Cesar Byun. Com os novos aportes, a expectativa é elevar a produção de celulares para 12 milhões de aparelhos até o fim do ano.

Valor Econômico

 

Energia

TRACTEBEL TEM LUCRO RECORDE EM 2006

A TRACTEBEL ENERGIA, com sede em Florianópolis (SC) e pertencente ao grupo internacional SUEZ, registrou lucro líquido recorde de R$ 979,1 milhões em 2006, o que significou aumento de 6,4% sobre o desempenho do ano anterior. Em 2005, a companhia, maior geradora privada do País, havia obtido lucro de R$ 920 milhões, com taxa de crescimento de 19% em relação ao resultado do ano anterior. Com treze usinas espalhadas pelo País, a empresa pretende investir R$ 850 milhões na construção de uma nova usina, situada em São Salvador (TO). Sobre o balanço de 2006, a empresa teve receita líquida de R$ 2,705 bilhões, 18% acima do valor de 2005.

Gazeta Mercantil

 

Engenharia, Projetos e Construção

TECNISA QUER TRIPLICAR VOLUME DE VENDAS

Expansão geográfica, parcerias nacionais e maior abrangência de público estão nos planos da construtora e incorporadora paulistana TECNISA para triplicar o volume geral de vendas (VGV) até 2009, atingindo R$ 1,3 bilhão em lançamentos. Com a oferta primária de ações, feita em fevereiro deste ano, a companhia captou recursos líquidos de R$ 560 milhões. Trata-se de um crescimento de 364% em três anos, já apoiado num movimento de compras que teve início em 2006. Encerrou o ano passado com lucro líquido de R$ 35,8 milhões, 40,9% superior ao de 2005. A receita operacional líquida chegou a R$ 203 milhões, alta de 41,5% sobre o ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

SANDOZ AMPLIA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO

A SANDOZ, fabricante de medicamentos genéricos e similares sob o guarda-chuva do grupo farmacêutico suíço NOVARTIS, já está investindo para ampliar a capacidade de produção da fábrica localizada em Cambé (PR), uma das mais modernas do País, inaugurada em meados de 2004. A construção e montagem da unidade custou cerca de US$ 50 milhões à alemã HEXAL, adquirida pela NOVARTIS em 2005 por US$ 8,5 bilhões. Com a compra, o grupo suíço passou a ocupar a segunda colocação no ranking mundial de genéricos. No Brasil, está em quinto lugar. Conforme o Diretor da Unidade de Negócios de Especialidades da subsidiária brasileira da SANDOZ, José Luís Martins Lopes, o investimento na expansão é de R$ 17 milhões. A meta é chegar no final deste ano com capacidade de produção entre 7 milhões e 8 milhões de unidades por mês, em comparação as atuais 4 milhões de unidades por mês, disse Lopes. No mercado interno, a meta é obter faturamento 20% maior em 2007. No ano passado, a SANDOZ registrou vendas em torno de R$ 200 milhões.

Gazeta Mercantil

 

RACCO AVANÇA EM MERCADO DOMINADO POR GIGANTES

Enquanto AVON e NATURA travam uma batalha de gigantes na venda direta de perfumes e cosméticos, a curitibana RACCO cresce acima de 50% ao ano e avança a passos largos no setor. A empresa, que completa 20 anos em agosto, fechou 2006 com crescimento de 54% em volume de vendas, para cerca de 2 milhões de unidades por mês. Mas está preparada para saltos maiores. A empresa triplicou a capacidade de produção, para 12 milhões de unidades por mês, e lançou 50 produtos em 2006, ritmo que deve ser mantido este ano. "Dentro de seis anos vamos poder brigar de frente com as grandes do setor", prevê Anderson Portes, Gerente de Comunicação e Marketing. Até lá, a empresa quer quadruplicar a venda para certa de 8 milhões de unidades por mês, e triplicar o número de consultoras, hoje em 212 mil. A RACCO estima deter cerca de 3% de participação de mercado, o que equivale a aproximadamente R$ 500 milhões em receitas. A meta é deter 10% do mercado. O objetivo é crescer pelo menos 50% em receita no ano. Para tanto, os investimentos, que em 2006 totalizaram R$ 16 milhões, devem subir para R$ 20 milhões em 2007.

Gazeta Mercantil

 

MANTECORP INVESTE PARA SE TORNAR CONHECIDA

A MANTECORP, indústria farmacêutica que até o final de 2006 formava uma joint-venture com a norte-americana SHERING-PLOUGH no Brasil, está investindo R$ 20 milhões em uma ampla campanha institucional com o objetivo de mostrar ao consumidor final quem é o laboratório que coloca no mercado produtos amplamente conhecidos, como o antigripal Coristina e o protetor solar Coppertone. A campanha foi criada pela agência AFRICA. “Em um primeiro momento, a campanha servirá para fixar a marca MANTECORP e aliar os produtos de grande conhecimento popular à nova marca”, explica o Vice-Presidente da empresa, Luca Mantegazza. “Ao partir para uma operação independente e totalmente nacional no final do ano passado, a MANTECORP pretende estabelecer sua nova marca”, diz. Em um segundo momento a estratégia de comunicação da empresa deverá se voltar mais para produto. A MANTECORP, que tinha participação de 70% da antiga joint-venture, optou pela reestruturação porque desejava se tornar uma empresa farmacêutica independente, com controle acionário absoluto, após 17 anos de parceria com a SHERING.

Valor Econômico

 

Financeiro

SANTANDER QUER DOBRAR DE TAMANHO NO RIO

Disposto a conquistar a condição de um dos três maiores bancos do mercado brasileiro em um espaço de três anos, o espanhol SANTANDER quer ampliar a presença no Rio de Janeiro, onde mantém uma participação limitada a menos de 5%. Com uma meta de chegar aos mesmos 10% de market share que já detém em São Paulo, o banco fixou uma estratégia de crescimento orgânico para o País. Bem-sucedido no ano passado ao conseguir incorporar ao portfólio de clientes a folha dos funcionários da Prefeitura do Rio, o banco já negocia com outras administrações municipais, para alavancar a presença no território fluminense. O Vice-Presidente Executivo do SANTANDER no Brasil, Pedro Coutinho, confirma que a expansão no chamado segmento de clientes governamentais representa importante passo para alcançar tal meta em um mercado que deverá tornar-se cada vez mais competitivo. Coutinho confirma que, a exemplo do que já ocorreu em países como Portugal, Espanha e Chile, a expansão deverá vir principalmente do mercado imobiliário. Neste ano, já começam a surgir indícios dessa expansão. Nos primeiros dois meses de 2007, o SANTANDER alcançou o segundo lugar em operações no mercado imobiliário.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

PORTOBELLO DIVERSIFICA PRODUÇÃO PARA AUMENTAR VENDA NO BRASIL

Com a estratégia de ampliar sua participação no mercado interno, a CERÂMICA PORTOBELLO, empresa especializada em revestimentos cerâmicos sediada em Santa Catarina, anunciou o lançamento de linhas de produtos com preços mais acessíveis. Segundo o Presidente da PORTOBELLO, César Gomes Júnior, a construção civil vive um ciclo positivo e esse cenário impulsionou uma mudança de posicionamento da empresa. A CERÂMICA PORTOBELLO fechou o ano de 2006 com faturamento de R$512,7 milhões, ante os R$ 528,1 milhões registrados no ano anterior. Com a entrada dos novos produtos, Gomes espera aumentar a receita da companhia em 15%.

Gazeta Mercantil

 

AMANCO BRASIL INVESTE R$ 35 MILHÕES E AMPLIA A OFERTA DE PRODUTOS

A AMANCO BRASIL, subsidiária do GRUPO AMANCO, fabricante de tubos e conexões para o transporte de fluidos, divulgou investimentos de R$ 35 milhões para este ano em novos produtos e marketing. O valor representa 28% dos US$ 60 milhões que serão aplicados pela companhia no mundo. A filial brasileira também anunciou o lançamento da linha AMANCO Silentium PVC, destinada para o isolamento acústico em instalações hidráulicas e prediais. Segundo o Presidente da AMANCO BRASIL, Marcos Bicudo, o volume de investimentos no País traduzem a estratégia da empresa de consolidar a liderança do mercado de tubos e conexões na América Latina. "Os resultados de 2006 conferem confiança para 2007 e em razão disso esperamos manter o mesmo percentual de crescimento em vendas na casa dos dois dígitos. Nosso foco neste ano será o setor de construção comercial e residencial, onde há espaço para ganhar participação." No ano passado a companhia registrou um faturamento de US$ 950 milhões, um aumento de 16% em relação a 2005. No Brasil, a receita bruta totalizou US$ 274 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Móveis & Utensílios

SACCARO INGRESSA NO SEGMENTO DE ACESSÓRIOS PARA ELEVAR RECEITA

Com 18 lojas franqueadas e 18 store-in-store, a moveleira SACCARO lança uma marca de acessórios para casa, com o intuito de elevar a receita da rede com uma nova grife. Velas, vasos, abajures e castiçais compõem a SACCARO OGGETTI, ou objeto, em italiano, marca que vem sendo estudada há dois anos. "Fizemos um ano de pesquisa no mercado nacional e internacional para definir o que o nosso público comporta e como definir características próprias. O ano seguinte foi de desenvolvimento dos produtos, padrão de qualidade, carteira de fornecedores e estratégias de marketing", conta João Saccaro, Diretor da companhia. Neste período, foram investidos R$350 mil em pesquisas, novas tecnologias e técnicas artesanais de produção. Com a participação neste novo segmento, a empresa gaúcha espera incrementar seu faturamento anual em 10%, que em 2006 fechou em R$ 70 milhões, mas com previsão de incremento da ordem de 30% este ano.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

RHODIA INVESTE R$ 11 MILHÕES PARA AMPLIAR PRODUÇÃO

A RHODIA, fabricante de especialidades químicas de origem francesa que voltou a dar lucro em 2006 em suas operações globais, está terminando um investimento de cerca de R$ 11 milhões para elevar sua produção de sílica na América do Sul. Os recursos estão sendo aplicados na eliminação de gargalos de produção em duas unidades fabris, uma localizada em Paulínia, na região de Campinas (SP), e a outra em Barquisimeto, na Venezuela. Juntas, a capacidade das unidades será ampliada em cerca de 20%, atingindo a produção total de 55 mil toneladas de sílica por ano. Em 2006, os negócios da divisão de sílica representaram 9% das vendas globais da companhia francesa, que somaram 4,8 bilhões de euros. Além das unidades na América do Sul, a RHODIA possui mais cinco fábricas dedicadas a produção deste material. A fabricante disputa o mercado mundial de sílica com a alemã DEGUSSA, mas lidera com folga no Brasil.

Valor Econômico

 

GLICOLABOR INVESTE EM NOVA FÁBRICA

De olho em março de 2008, quando entra em vigor resolução da Anvisa, que obriga mudanças no sistema de embalagens de produtos farmacêuticos, a SEGMENTA, nova empresa controlada pelo grupo GLICOLABOR INDÚSTRIA, anunciou investimento de R$ 50 milhões para disputar o mercado de embalagens para soluções parenterais. Os recursos terão como destino a construção de uma segunda fábrica da GLICOLABOR em Ribeirão Preto (SP), que produzirá as embalagens, com foco no mercado de grande volume. A unidade do grupo fabrica soluções parenterais, anti-sépticos de uso tópico e saneantes hospitalares. O aporte representa mais da metade do faturamento (R$ 20 milhões) da empresa no último ano. As embalagens, à base de polipropileno, são impermeáveis e suportam temperaturas de até 121 graus centígrados, necessárias à completa esterilização do produto. O grupo faturou em 2006 R$ 20 milhões, frente os R$ 18 milhões de 2005. A expectativa para 2007 é ficar em torno de R$ 22 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

UNIMED FORTALEZA E HAPVIDA INVESTEM EM NOVAS UNIDADES

Para ampliar sua atuação no mercado, a UNIMED FORTALEZA, cooperativa com 305 mil clientes, aposta no equilíbrio entre serviços de credenciados e de rede própria para atender os clientes dos planos de saúde. Sua concorrente HAPVIDA, empresa privada com uma carteira de 450 mil usuários e abrangência no Norte e Nordeste, prefere investir mais forte na segunda opção. A empresa chega hoje a 11 estados entre Norte e Nordeste com três modalidades de planos e infra-estrutura de seis hospitais próprios, 23 centros médicos (11 em Fortaleza), dois laboratórios, dez clínicas Vida & Imagem, quatro pronto-atendimentos e uma equipe de 12 mil médicos, incluindo credenciados. Ano passado, contabilizou crescimento de 29,52% em vendas de planos de saúde no varejo. Na UNIMED FORTALEZA, maior cooperativa médica do Norte/Nordeste, com 67 hospitais credenciados, 32 laboratórios, incluindo o próprio, e 164 clínicas, o objetivo é chegar a até 50% de serviços na rede própria e igual índice para credenciados, afirma o neurocirurgião João Mairton Pereira de Lucena, Presidente. Hoje, os credenciados respondem por 70% do atendimento da cooperativa. Em 2006, a cooperativa faturou cerca de R$ 450 milhões e projeta chegar a R$ 500 milhões neste ano, apoiado na expansão de venda de planos e incorporações previstas. Lucena prevê crescimento de 10% em número de clientes e 15% no faturamento em 2007.

Gazeta Mercantil

 

SÃO CARLOS VAI INVESTIR R$ 250 MILHÕES ESTE ANO

Capitalizada graças ao ingresso no Novo Mercado, a SÃO CARLOS EMPREENDIMENTOS quer aumentar sua carteira de imóveis comerciais em R$ 250 milhões este ano. O foco são imóveis com lajes corporativas de cerca de 700 m para locação, sejam novos ou usados. "A demanda corporativa acompanha a economia do País. Nos últimos e nos próximos quatro anos não consideramos uma grande tempestade no mercado, o que aponta um bom desempenho do segmento de classe A", considera Rolando Mifano, Presidente da São Carlos. No ano passado, a empresa fez investimento recorde em aquisições, da ordem de R$ 291 milhões, mas apenas R$ 191 milhões foram aplicados em imóveis prontos. Com uma carteira de 37 imóveis, entre edifícios de escritórios, empreendimentos multiuso, centros de distribuição e pequenos shopping centers, a SÃO CARLOS não descarta a compra de outras companhias.

Gazeta Mercantil

 

HERTZ CHEGA À 100ª- LOJA E JÁ PLANEJA MAIS 50 PONTOS

No próximo mês, a HERTZ DO BRASIL vai inaugurar sua 100ª loja. E dentro de dois anos dará um novo passo. Terá 150 pontos. A operação brasileira contempla lojas próprias (17% do total) e franqueadas, restantes 83%. Segundo Hélio Netto, Diretor Comercial da subsidiária, nos últimos 10 anos o segmento de locação de veículos no País cresceu a uma taxa de 10% ao ano. "Nós, especificamente, estamos acima. Ampliamos a atuação em 23% em 2005, em 20% no ano seguinte, e vamos crescer 18% em 2007". A HERTZ opera uma frota no Brasil de 13 mil veículos. "Estamos ampliando a cobertura. Antes, só estávamos em aeroportos e capitais. Agora, passamos a cobrir mais cidades, interiorizando a operação. Isso facilita a expansão". Com 13 mil unidades, a HERTZ tem 6,5% do mercado e, ainda de acordo com o executivo, está posicionada na segunda colocação, atrás da LOCALIZA. Em 2009, quando prevê a operação de 150 lojas (17% próprias) a HERTZ DO BRASIL espera estar crescendo 5% acima do mercado brasileiro.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

SAMARCO TEM PRODUÇÃO RECORDE

A SAMARCO MINERAÇÃO apresentou em 2006 os melhores resultados de produção e vendas desde o início de suas atividades, há 30 anos. O volume total das vendas no ano passado, pelotas e finos, foi de 15,9 milhões de toneladas, 3,1% maior do que em 2005, sendo que desse número, 14,1 milhões de toneladas são apenas de pelotas. Já a produção de 2006, chegou a 15,3 milhões, ante os 14,9 milhões no ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

COM AQUISIÇÕES, BEA CRESCE 43% NO BRASIL

As aquisições da FUEGO e da PLUMTREE levaram a subsidiária brasileira da americana BEA SYSTEMS a um crescimento de 43% no último ano fiscal encerrado em janeiro deste ano. Sem contar as adquiridas, a receita da fornecedora de aplicações e infra-estrutura de software no Brasil avançou 36% no período. "A meta inicial era crescer 30% e ela foi superada em grande parte pelos novos produtos e serviços", diz o Diretor Geral da empresa no País, Marcos Pupo. Para este ano, a expectativa é de expansão superior a 20%.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

DELLA VOLPE AMPLIA AS OPERAÇÕES NA COCA-COLA

A TRANSPORTES DELLA VOLPE, 12ª classificada entre as maiores transportadoras do País, e que neste 2007 comemora 50 anos de fundação, ampliou a distribuição para a COCA-COLA no Rio de Janeiro. Para isso, incorporou à frota novos 136 caminhões FORD e chega, assim, a próximo dos mil equipamentos em sua frota. No total, são 276 caminhões para a distribuição de bebidas, 200 cavalos-mecânicos SCANIA e 500 carretas. Fora isso, tem um time de 300 transportadores agregados e opera com 6 mil caminhoneiros autônomos. Com um total de 10 mil viagens mensais, a DELLA VOLPE movimenta mensalmente 220 mil toneladas entre bebidas e outras cargas, incluindo polietileno e aço inoxidável.

Gazeta Mercantil

 

SARAIVA CRESCE PELO TERCEIRO ANO CONSECUTIVO

A SARAIVA S.A. LIVREIROS E EDITORES encerrou o ano de 2006 com lucro líquido recorde pelo terceiro ano consecutivo: R$ 46,5 milhões, um crescimento de 16,1% ante 2005. Favorecida pelo desempenho da LIVRARIA SARAIVA, a companhia teve receita bruta de R$ 587,3 milhões, 16,2% a mais que em 2005. As vendas tanto no comércio eletrônico (que cresceram 52,5%) como nas lojas físicas (que tiveram aumento de 17,2%) favoreceram os resultados. No ano passado a receita bruta da empresa chegou a R$ 352,2 milhões, 25,2% a mais que em 2005. A LIVRARIA SARAIVA teve lucro líquido de R$ 6,66 milhões, alta de 9,7% em relação a 2005.

Gazeta Mercantil

 

Varejo

RIACHUELO PREVÊ 10 LOJAS E UMA FINANCEIRA

Depois de cinco anos praticamente sem expansão orgânica, a retomada de aberturas de unidades marcou o desempenho de 2006 da LOJAS RIACHUELO e terá continuidade este ano, agora com foco no mercado carioca. Com 86 lojas, sendo 9 inauguradas no último exercício, a varejista prevê 10 unidades para 2007, sendo 8 no Rio de Janeiro. Além disso, prevê iniciar no segundo semestre a operação de sua financeira, que converterá o cartão private label RIACHUELO em plástico de crédito. "Vamos inaugurar três lojas neste primeiro semestre, uma em Salvador, reforçando a presença no Nordeste, e duas no Rio, sendo uma de rua e uma em shopping. Já temos ali mais seis endereços em negociação", conta Flávio Rocha, Vice-Presidente e Diretor de RI do grupo GUARARAPES, controlador da RIACHUELO. O grupo planeja investir R$ 220 milhões este ano, sendo R$ 120 milhões para o varejo e o restante para a indústria, que sofrerá alterações para produzir peças de maior valor agregado. O grupo GUARARAPES já iniciou o processo de requerimento junto ao BANCO CENTRAL para operação da FINANCEIRA MIDWAY, que leva o nome do shopping da rede em Florianópolis. A expectativa é que a operação tenha início já no segundo semestre deste ano.

Gazeta Mercantil

 

RECEITA DA PERNAMBUCANAS CRESCE 14,5%

A ARTHUR LUNDENGREN TECIDOS S.A. - CASAS PERNAMBUCANAS encerrou 2006 com crescimento de 14,5% na receita bruta, que passou de R$ 2,84 bilhões para R$3,26 bilhões. A varejista é uma das mais tradicionais do País. Com 99 anos de atividade, iniciou apenas no ano passado as vendas pela internet. Foi também no segundo semestre de 2006 que a CASAS PERNAMBUCANAS deu início ao processo de expansão, com a abertura de dez lojas. Em balanço, informa que considera concluída a fase, iniciada em 2002, de remodelação e readequação de suas operações. Nesse período foram remodeladas suas 238 lojas, o Hotel Jatiúca e as operações de logística foram transferidas para um novo centro de distribuição. A receita líquida consolidada passou de R$ 2,12 bilhões para R$ 2,45 bilhões.

Gazeta Mercantil

 

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