Sexta-feira, 13/04/2007
Ano VI – edição 265

Agrobusiness

Agropalma gasta R$ 60 milhões em unidade no Pará

A AGROPALMA, empresa controlada pelo BANCO ALFA, aposta no aquecimento do consumo de produtos livres de gorduras trans e de orgânicos para elevar suas vendas de óleos e gordura vegetal à base de palma (dendê). A empresa também está investindo R$60 milhões em uma nova fábrica para produção de margarinas e geração de energia no Pará, que deve entrar em operação em setembro. A nova unidade de produção de margarinas, baseada no município de Tailândia (Pará), terá capacidade para processar 60 toneladas de cachos por hora e pode ser expandida para 90 toneladas por hora.

Valor Econômico

 

Bunge constrói novo moinho em Pernambuco

A BUNGE ALIMENTOS iniciou em Ipojuca (PE) a construção de um moinho de trigo com capacidade para produzir até 825 mil de toneladas de farinha de trigo por ano. Com investimentos de R$ 126 milhões, a unidade instalada dentro do parque industrial do porto de Suape irá abastecer as regiões Norte e Nordeste do país. Hoje, a BUNGE já tem um moinho em Pernambuco, que produz cerca de 400 mil toneladas de farinha. Aos poucos, o moinho recifense será desativado. A previsão é que a nova planta inicie a produção em dezembro deste ano e atinja sua capacidade máxima em 2010. Além do investimento no moinho, a BUNGE estuda a possibilidade de instalar um terminal de grãos, de álcool e de açúcar em Suape.

Valor Econômico

 

Bebidas & Fumo

GlobalBev ancora plano de expansão na Marathon

Criada em 2000, a GLOBALBEV alcançou outro patamar nos últimos dois anos com a aquisição e exclusividade na venda de marcas conhecidas, como o isotônico Marathon e o energético Flying Horse. A empresa comprou a marca Marathon da AMBEV, que comercializa o Gatorade em março de 2006. No Brasil, a marca alemã Flying Horse é licenciada pelo empresário João Paulo Diniz, que fechou parceria de fabricação e distribuição com a GLOBALBEV em 2004. Com esses produtos no portfólio, a empresa, que começou vendendo o desconhecido energético On-line e, na linha de bebidas saudáveis contava apenas com o repositor de vitaminas Whoops, ganhou musculatura. Isso significou enfrentar dois ícones da indústria de bebidas: a AMBEV e a austríaca RED BULL. As metas da empresa são bastante ambiciosas, e não somente com relação aos produtos. No ano passado, com meio ano de vendas de Marathon, a empresa faturou R$ 35 milhões. Para este ano, a meta é crescer mais de 40% e chegar a R$ 50 milhões.

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

OGILVY COMPRA AGÊNCIA

A OGILVY BRASIL anuncia a compra da F.A.V. PROPAGANDA, agência especializada em comunicação no setor imobiliário. A aquisição marca a entrada da OGILVY BRASIL no mercado de imóveis, que movimentou cerca de R$ 60 bilhões em 2006. A nova empresa passa a se chamar OGILVYFAV.

Gazeta Mercantil

 

NOVA FRONTEIRA APOSTA EM NOVOS CANAIS DE VENDA PARA VOLTAR A LUCRAR

Totalmente nas mãos do GRUPO EDIOURO agora, a tradicional NOVA FRONTEIRA, arrumou a casa e espera fechar este ano no azul, ao contrário do que aconteceu no ano passado, quando a empresa declarou um prejuízo líquido de R$ 1,7 milhão. Para este ano, a editora continuará a investir em autores nacionais e internacionais. A estratégia, no entanto, é fazer com que esses títulos cheguem a um público mais amplo. "Queremos que as pessoas esbarrem em nossos livros, assim como elas esbarram em jornais", afirma Mauro Palermo, Diretor-Superintendente da NOVA FRONTEIRA. As livrarias continuarão representando o maior volume de vendas da editora, atualmente 90%. Mas a estratégia do executivo é ampliar os pontos alternativos e atingir novos consumidores. Para este ano, Palermo e Luiz Fernando Pedroso, Superintendente da EDIOURO, estimam um crescimento de 20% da NOVA FRONTEIRA em relação a 2006, quando a receita bruta de vendas atingiu R$ 26,5 milhões.

Valor Econômico

 

Energia

EDB VAI INVESTIR R$ 763 MILHÕES ESTE ANO

Em 2007, o GRUPO ENERGIAS DO BRASIL (EDB) pretende continuar investindo na melhoria de seu parque gerador. O plano de investimentos para o ano é da ordem de R$ 763 milhões, sendo que desse total, R$ 466 milhões serão destinados para a área de distribuição, R$ 192 milhões para geração e os outros R$ 105 milhões para o Programa de Universalização (Luz para Todos). Nos próximos dias, a EDB, deve iniciar as obras da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Santa Fé. Também estão nos planos da empresa a repotencialização de cinco de suas usinas e o desenvolvimento de novos projetos de PCHs, e uma possível parceria com a CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE (ELETRONORTE) em estudos de viabilidade.

Gazeta Mercantil

 

PACIFIC HYDRO DEFINE PLANOS PARA O BRASIL

A australiana PACIFIC HYDRO, focada na geração de energia renovável, está disposta a reforçar sua presença no Brasil. Depois de adquirir junto ao grupo alemão RENERGYS, em fevereiro deste ano, um empreendimento localizado no Estado da Paraíba, a companhia estuda aplicar US$ 600 milhões para estabelecer um parque eólico de 300 megawatts (MW) entre três e cinco anos no país. Essa energia é suficiente para iluminar uma cidade com 1 milhão de habitantes. "Esse projeto no Nordeste, batizado de Millennium, é a primeira incursão da companhia no Brasil", afirmou Janine Hoey, Gerente-Geral da PACIFIC HYDRO para América Latina. Segundo a executiva, a previsão é que o projeto entre em funcionamento em outubro deste ano. Com capacidade de 10 MW, Janine afirma que para viabilizá-lo, a companhia aplica R$ 54 milhões.

Valor Econômico

 

Engenharia, Projetos & Construção

AS ÁREAS DISPUTADAS PARA ESCRITÓRIOS

A estimativa de crescimento da COLLIERS no Brasil é baseada na perspectiva do mercado corporativo especialmente na cidade de São Paulo. Cerca de 12 novos edifícios estão previstos para este ano e, graças à maior disponibilidade de terrenos, a Marginal Pinheiros deve continuar oferecendo o maior estoque do segmento. Em 2006, a oferta da região era de 487.430 m e deve passar para 673.308 m este ano, com mais seis empreendimentos.

Gazeta Mercantil

 

MÉTODO E JOÃO FORTES LUCRAM MAIS EM 2006

A MÉTODO ENGENHARIA está colhendo os dividendos de uma mudança organizacional iniciada no último ano. Depois de fechar capital, em 2005, a empresa se dividiu em unidades especializadas de negócios, como Comércio e Hotelaria, para potencializar o volume de obras. O resultado: um volume de produção de R$ 307,6 milhões, 88% maior que no ano anterior. A empresa também avançou em sua estratégia de internacionalização, com desenvolvimento de projetos no Uruguai, Chile e Argentina. O reflexo se deu no lucro líquido, que chegou a R$ 6,7 milhões, crescimento de 94% em relação a 2005.

Companhia aberta desde 1973, a JOÃO FORTES ENGENHARIA realizou vendas no montante de R$ 95,6 milhões em VGV. O resultado garantiu à empresa uma evolução de 24,35% na receita operacional bruta, pata R$ 105,5 milhões. Apesar da alta nos custos operacionais, que subiram de R$ 59,2 milhões para R$ 65 milhões.

Gazeta Mercantil

 

IGUATEMI INVESTE ATÉ R$ 200 MILHÕES

A IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A. (IESC) deve investir este ano entre R$ 170 milhões e R$ 200 milhões em novos projetos e em expansão, afirmou Pedro Jereissati, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores. "Temos entre sete e oito negócios para concluir nos próximos 30 a 60 dias", informou. Em 2006, foram investidos R$ 96,7 milhões, R$ 82 milhões a mais que no ano de 2005. O fôlego para investir é decorrente dos bons resultados colhidos em 2006. O lucro líquido no período somou R$ 30,4 milhões, 52,2% maior que o ano anterior. Se considerado os resultados pró-forma, que leva em conta os efeitos da reorganização societária e de negócios da IESC implementados no quarto trimestre de 2006, o crescimento do lucro líquido anual seria de 133,3%.

Gazeta Mercantil

 

INCORPORADORA RODOBENS CRESCE FOCADA NO INTERIOR

A RODOBENS NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS elevou para oito empreendimentos em seis cidades diferentes o número de lançamentos em 2006 e quase triplicou o volume geral de vendas lançado, para R$ 186 milhões, 198% superior ao registrado em 2005. "Aumentamos em 10 pontos percentuais a participação da companhia nos empreendimentos lançados com parceiros, atingindo 48%", destaca Eduardo Gorayeb, Diretor da Incorporadora. "Seguindo nossa estratégia, aumentamos o estoque de terrenos em cidades do interior com mais de 150 mil habitantes", diz. Do total lançado, 86% do VGV está em municípios do interior. Para essas áreas, a empresa criou a marca TERRA NOVA, cujo primeiro lançamento foi em São José do Rio Preto. A empresa também ingressou no segmento de baixa renda, responsáveis por 31% dos lançamentos. A receita líquida cresceu 11%, para R$ 47 milhões. Agora capitalizada, prevê atingir 18 lançamentos em 2007.

Gazeta Mercantil

 

PDG DIVERSIFICA SUA ATUAÇÃO E LUCRO SOBE 105% EM 2006

Com o aumento do foco nos segmentos de média e baixa renda e uma estratégia menos focada na co-incorporação e mais em participações, a PDG REALTY, empresa de investimentos no setor imobiliário, mais que dobrou o lucro líquido em 2006. De R$ 20,8 milhões em 2005 foi para 42,8 milhões, no ano passado. A receita líquida foi de R$ 82,6 milhões em 2005 para R$ 198,3 milhões, em 2006. Para 2007, a PDG tem expectativa de elevar para R$ 900 milhões o Valor Geral de Vendas (VGV) correspondente a sua parcela nos lançamentos. Em 2005, a companhia participou de nove lançamentos, número que aumentou para 28 em 2006. Este ano, a previsão é que suba para mais de 60 projetos, com tamanho médio de R$ 40 milhões cada e 60% das unidades com valor até R$ 150 mil.

Valor Econômico

 

LUCRO DA COPASA CRESCE 23%

A COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS (COPASA) pretende investir R$ 1 bilhão este ano. Esse montante, que inicialmente era de R$ 957 milhões, aumentou pelo fato de alguns investimentos que estavam previstos para 2006 não terem sido concretizados. No ano passado, a COPASA investiu R$ 842,9 milhões, sendo que a previsão da empresa era de R$ 927 milhões. Esses números foram divulgados pela companhia, que apresentou os seus resultados de 2006. Seu lucro líquido foi de R$ 356 milhões, crescimento de 23,5% sobre o ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Higiene & Cosméticos

LUBRIZOL INVESTE NO MERCADO BRASILEIRO DE COSMÉTICOS

De olho no crescente mercado brasileiro de cosméticos, que aumentou 26% no ano passado, atingindo R$ 17,3 bilhões, o que o colocou na terceira posição mundial, atrás apenas de Estados Unidos e Japão, a fabricante de ativos para lubrificantes e combustíveis LUBRIZOL CORPORATION está investindo US$ 1 milhão em um Centro Tecnológico voltado para pesquisas na área cosmética e um centro de distribuição próprio, para a NOVEON, sua área de especialidades químicas. Segundo o Diretor de cuidados pessoais da NOVEON, Harald Jezek, o centro e o depósito, que estará pronto em julho, dentro da unidade da LUBRIZOL, no Rio, têm como objetivo melhorar o atendimento aos seus consumidores. Com os investimentos, a NOVEON projeta crescer cerca de 15% somente este ano. Em 2006, a LUBRIZOL faturou R$ 190 milhões, dos quais 17% correspondem às vendas de especialidades químicas.

Gazeta Mercantil

 

Éh pode faturar até 40 milhões neste ano

A expectativa da empresária Cristiana Arcangeli é que o faturamento da marca ÉH, lançada há mais de seis meses, possa alcançar entre R$ 30 e R$ 40 milhões em 2007. Para este ano, mais itens para cabelos serão lançados, com foco na tecnologia verde, considerada o diferencial da marca (ativos 100% naturais, ingredientes orgânicos, sem petroquímicos ou parabenos, com performance de produto profissional). “Vamos investir também em marketing e na nossa participação em eventos que tenham o mesmo DNA da ÉH: jovem, urbano, criativo, inovador e ousado. Vamos focar em arte, teatro, música e cinema, entre outros”, afirma a empresária. A marca certamente chegará ao mercado externo, mas não antes de se fortalecer no Brasil.

Gazeta Mercantil

 

Indústria farmacêutica vai investir R$ 1,5 bilhões

Modernização da capacidade produtiva e pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos vão nortear os investimentos programados pela indústria farmacêutica brasileira neste ano.

Esse é o caso da EMS-SIGMA PHARMA. Para aumentar a participação no mercado a empresa quer dobrar a produção na fábrica de São Bernardo. Para 2007, a Diretora de Relações Externas Telma Salles acredita que o grupo EMS-SIGMA PHARMA irá superar o bom desempenho de 2006. “Queremos ampliar nossa participação e crescer 26% em vendas nacionais”, afirma ela. Em 2006, a empresa cresceu 32,3% e fechou o ano com a marca de 115,6 milhões de unidades vendidas e faturamento de R$ 1,3 bilhão.

A NOVARTIS é outra que para ter uma balança comercial favorável, investirá até 2010 mais de R$ 230 milhões na expansão da capacidade produtiva das plantas de Resende e Taboão da Serra. A expansão das fábricas visa aumentar a capacidade de produção para exportação. A NOVARTIS anunciou, no ano passado, seu plano de investir mais de R$ 150 milhões até 2010 para torná-la um dos pólos mundiais de exportação da SANDOZ, divisão de medicamentos genéricos da NOVARTIS.

O laboratório ACHÉ também aplicou R$ 150 milhões na construção de sua quarta unidade industrial, com 51 mil metros quadrados e já operando nas áreas de fabricação e embalagem de semi-sólidos, supositórios, líquidos, e nas áreas de compressão e encapsulamento de sólidos. De acordo com o Diretor Industrial do ACHÉ, Kerginaldo Correia de Melo Junior, o laboratório dá mais um passo rumo à consolidação de sua liderança no setor farmacêutico brasileiro que o colocará no patamar tecnológico das maiores do ramo. Além disso, a empresa projeta construir em maio o seu Centro de P&D que visa pesquisar e desenvolver medicamentos inovadores, com estudos próprios e também em parceria com universidades brasileiras.

Gazeta Mercantil

 

LUCRO LÍQUIDO DA NOVO NORDISK AUMENTA 10%

A farmacêutica dinamarquesa NOVO NORDISK anunciou ao mercado seus resultados. O laboratório, um dos principais fabricantes mundiais de insulina e de produtos para o controle do diabete, obteve um aumento de 13% no lucro operacional, que somou 9,11 bilhões de coroas dinamarquesas (US$ 1,6 bilhão). As operações internacionais, incluindo a subsidiária brasileira, tiveram incremento de 14% nas vendas. O lucro líquido cresceu 10% e totalizou 6,456 bilhões de coroas dinamarquesas.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

MICROSOL ELEVA CAPACIDADE E BUSCA PARCERIAS

A MICROSOL TECNOLOGIA, de Fortaleza, posicionada entre as primeiras no ranking nacional de fabricantes de nobreaks e estabilizadores, projeta para este ano faturamento de R$ 71 milhões, alta de 45% sobre o exercício anterior. Para sustentar a expansão, a companhia vai investir cerca de R$ 2,5 milhões, no aumento de capacidade, infra-estrutura física e automação de processos, que fica com 60% do total. "Nosso grande desafio é crescer e ser rentável ao mesmo tempo", disse o Diretor-Presidente Valdelírio Soares Filho. A estratégia de expansão embute ainda parcerias estratégicas, desde tecnológicas até joint ventures, que devem ser concretizadas a partir do segundo semestre. Ano passado, a empresa destinou R$ 1,2 milhão para instalações e equipamentos e registrou crescimento de 25% na receita em relação a 2005. Lançou produtos e ampliou seu espaço no mercado. De acordo com o empresário, o projeto de crescimento acelerado, num setor onde predominam fabricantes de médio porte, vai permitir a empresa avanços significativos no mercado.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

ARTECOLA PREVÊ MANTER RITMO DE AQUISIÇÕES EM 2007

Depois de mais do que dobrar o faturamento em dólares em cinco anos e incorporar três empresas desde 2002, na Argentina, na Colômbia e por último a ADDAX COLAS, de Diadema (SP), em outubro passado, a ARTECOLA promete ir novamente às compras em 2007. O grupo, sediado em Campo Bom (RS), prevê pelo menos três novas aquisições neste ano no Brasil e no exterior, ao mesmo tempo em que projeta um faturamento de US$ 119,5 milhões (quase R$ 250 milhões), com alta de 36% sobre o exercício anterior, disse o Diretor Superintendente Eduardo Kunst. Com dez unidades industriais no Brasil, entre Rio Grande do Sul, São Paulo, Bahia e Paraíba, e três no exterior (incluindo uma no México), a ARTECOLA produz adesivos e laminados industriais, chapas para os setores automotivo e da construção civil, cabedais para calçados de segurança e bordos plásticos para móveis. Conta com 1,2 mil funcionários e no ano passado faturou US$ 88 milhões, 11% acima de 2005 e 146% a mais do que em 2001.

Valor Econômico

 

Serviços

STELLA BARROS, RENOVADA, VOLTA À TERRA DO MICKEY

Com nova gestão, a operadora de viagens STELLA BARROS TURISMO anuncia seu retorno ao mercado brasileiro. A empresa, que chegou a ser uma das maiores e continua entre as mais tradicionais do setor, foi abalada pela desvalorização cambial e pediu falência em 2003. No final de 2004, a marca foi adquirida pelo GRUPO ÁGUIA, que começa a colocar em prática planos ambiciosos de retomada de mercado. O ÁGUIA apóia a marca na experiência com outras empresas de turismo, é dono da TOP SERVICE (logística de viagens), PALLAS (turismo esportivo), PLANETA BRASIL (turismo receptivo e doméstico), GAP ONE (consolida passagens para as agências de viagem) e CWTOUR (atendimento corporativo). Além disso, possui participação na companhia aérea WEBJET. A aquisição foi exclusivamente da marca e a antiga operadora continua com a massa falida. Segundo Luis Abrahão, executivo que veio da TOP SERVICE para a direção da nova STELLA BARROS TURISMO há seis meses, a idéia é retomar a credibilidade e confiança conquistada em quatro décadas por vovó Stella. O primeiro ano de funcionamento da operação recebeu um "empurrãozinho" do calendário. "Faturamos R$ 13,5 milhões praticamente em função da Copa do Mundo", afirma. Abrahão tem um plano ambicioso para o exercício de 2007: aumentar em 120% a receita da empresa.

Gazeta Mercantil

 

XEROX PREPARA OFENSIVA NO GRANDE VAREJO

Desde janeiro sob o comando de Hervé Tessler, a XEROX DO BRASIL começou o ano já com novas frentes de atuação. Uma delas é a ampliação de 3 para 11 o número de distribuidores e a chegada dos produtos da companhia americana às lojas de departamentos e grandes varejistas. Em paralelo, Tessler quer mostrar que o uso da cor na impressão de documentos, correspondências, contas, pode ser utilizado como diferencial na relação entre prestador de serviço e clientes. As próximas mensagens publicitárias da companhia serão nesta linha. A chegada às cadeias de varejo é um movimento da companhia para disputar o mercado de usuários domésticos e de pequenos escritórios. As negociações seguem para ampliar o leque no varejo e enfrentar concorrentes. Esse mercado deve atingir 3,9 milhões de impressoras este ano, 20% a mais em relação a 2006. Foram 3,31 milhões de máquinas adquiridas em 2006, volume já 49,3% superior ao do ano anterior. Embora não revele números de balanço, a meta de Tessler é que a XEROX cresça, por ano, na casa dos dois dígitos. 

Valor Econômico

 

Telecomunicações & Informática

HP MUDA NEGÓCIO PARA ATENDER NICHO DE CONSUMO

A HP se torna a cada dia uma empresa em que o consumidor final é mais importante para o negócio, tradicionalmente mais focado no mercado corporativo. Hoje, a divisão de computadores pessoais (PC) fatura 32% da receita global de US$ 92 bilhões, sendo que metade já vem do usuário final. Quase um ano depois do lançamento da maior campanha da empresa com foco nesse público, a fabricante de produtos de tecnologia muda o perfil para criar uma marca que possa entrar mais facilmente na casa dos consumidores. "Quero uma marca poderosa como NIKE ou COCA-COLA", diz o Vice-Presidente mundial para PC domésticos, o britânico Richard Walker. "Saímos de um prejuízo de US$ 1 bilhão na época da fusão com a COMPAQ para um lucro de US$ 1,2 bilhão no último ano", compara Walker.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

RECEITA DA FRAS-LE CRESCEU 4,8% EM 2006

A FRAS-LE, do grupo RANDON, obteve receita bruta consolidada R$ 488,7 milhões em 2006, 5,1% mais sobre 2005. A receita líquida atingiu R$ 391,6 milhões, 4,8% superior. Os dados foram apresentados pelo Diretor Executivo e de Relações com Investidores, Luis Antonio Oselame, que ressaltou que "os bons resultados se devem à postura sempre inovadora da empresa". A FRAS-LE, que ano passado exportou US$ 68 milhões, cresceu 4,8%. Na distribuição global das receitas nacionais, 68,3% foram oriundas do mercado de reposição e 31,7% de montadoras.

Gazeta Mercantil

 

HONDA MANTÉM A LIDERANÇA COM MODELO VERTICALIZADO

É raro encontrar no mundo uma fábrica de veículos que produza tantos componentes como faz a HONDA na Amazônia. Como uma exceção num setor cada vez mais terceirizado, a empresa fabrica internamente itens como o escapamento, o aro da roda e até os bancos das motocicletas. A direção da montadora japonesa fala com orgulho sobre o alto índice que atingiu no que a indústria chama de verticalização. "Por questões estratégicas optamos por ir além do que é exigido nas regras da Zona Franca", afirma o Diretor da fábrica, Issao Mizoguchi. Segundo ele, a fábrica brasileira é mais verticalizada do que qualquer outra da HONDA no mundo. As motocicletas produzidas em Manaus têm 90% das peças compradas no país. As instalações da HONDA em Manaus são suntuosas. Ali trabalham 6.973 empregados, dos quais 5.837 estão envolvidos diretamente na produção.

Valor Econômico

 

GRUPO JÚLIO SIMÕES ABRE A 1ª- LOJA DA BANDEIRA FIAT

O grupo JÚLIO SIMÕES, maior conglomerado de transportes de cargas do País, está abrindo sua primeira concessionária da bandeira FIAT. Batizada com o nome de PONTO, a revenda fica no bairro de São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo. O grupo prevê faturar neste ano R$ 940 milhões com a atividade de transporte de cargas e passageiros e mais R$ 550 milhões no ramo de concessionárias. Também opera com as bandeiras VOLKSWAGEN e FORD. Da marca VOLKSWAGEN, o grupo opera a marca ORIGINAL, com 13 lojas em São Paulo. Da marca FORD, tem a LESTE VEÍCULOS, com uma loja. Além das revendas de carros, o grupo abriu recentemente lojas de vendas de caminhões usados. O objetivo é operar quatro lojas da JÚLIO SIMÕES SEMINOVOS. Uma já funciona em São Paulo e as outras estão distribuídas em três cidades, Ribeirão Preto, Curitiba e Belo Horizonte. "Já estamos vendendo R$ 3 milhões por mês e a meta é chegar a R$ 6 milhões de vendas de caminhões usados mensais", disse.

Gazeta Mercantil

 

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