Agrobusiness
Agropalma
gasta R$ 60 milhões em unidade no Pará
A
AGROPALMA,
empresa controlada pelo BANCO ALFA,
aposta no aquecimento do consumo de
produtos livres de gorduras trans e
de orgânicos para elevar suas vendas
de óleos e gordura vegetal à base de
palma (dendê). A empresa também está
investindo R$60 milhões em uma nova
fábrica para produção de margarinas
e geração de energia no Pará, que deve
entrar em operação em setembro. A nova
unidade de produção de margarinas, baseada
no município de Tailândia (Pará), terá
capacidade para processar 60 toneladas
de cachos por hora e pode ser expandida
para 90 toneladas por hora.
Valor
Econômico
Bunge
constrói novo moinho em Pernambuco
A
BUNGE
ALIMENTOS iniciou em
Ipojuca (PE) a construção
de um moinho de trigo com capacidade
para produzir até 825 mil de toneladas
de farinha de trigo por ano. Com investimentos
de R$ 126 milhões, a unidade instalada
dentro do parque industrial do porto
de Suape irá abastecer as regiões Norte
e Nordeste do país. Hoje, a BUNGE já
tem um moinho em Pernambuco, que produz
cerca de 400 mil toneladas de farinha.
Aos poucos, o moinho recifense será
desativado. A previsão é que a nova
planta inicie a produção em dezembro
deste ano e atinja sua capacidade máxima
em 2010. Além do investimento no moinho,
a BUNGE estuda a possibilidade de instalar
um terminal de grãos, de álcool e de
açúcar em Suape.
Valor
Econômico
Bebidas
& Fumo
GlobalBev
ancora plano de expansão na Marathon
Criada
em 2000,
a GLOBALBEV
alcançou outro patamar nos últimos dois
anos com a aquisição e exclusividade
na venda de marcas conhecidas, como
o isotônico Marathon e o energético
Flying Horse. A empresa comprou a marca
Marathon da AMBEV, que comercializa
o Gatorade em março de 2006. No Brasil,
a marca alemã Flying Horse é licenciada
pelo empresário João
Paulo Diniz, que fechou
parceria de fabricação e distribuição
com a GLOBALBEV em 2004. Com esses produtos
no portfólio, a empresa, que começou
vendendo o desconhecido energético On-line
e, na linha de bebidas saudáveis contava
apenas com o repositor de vitaminas
Whoops, ganhou musculatura. Isso significou
enfrentar dois ícones da indústria de
bebidas: a AMBEV e a austríaca RED BULL.
As metas da empresa são bastante ambiciosas,
e não somente com relação aos produtos.
No ano passado, com meio ano de vendas
de Marathon, a empresa faturou R$ 35
milhões. Para este ano, a meta é crescer
mais de 40% e chegar a R$ 50 milhões.
Valor
Econômico
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
OGILVY
COMPRA AGÊNCIA
A
OGILVY
BRASIL anuncia a compra da F.A.V.
PROPAGANDA, agência especializada
em comunicação no setor imobiliário.
A aquisição marca a entrada da OGILVY
BRASIL no mercado de imóveis, que movimentou
cerca de R$ 60 bilhões em 2006.
A nova empresa
passa a se chamar OGILVYFAV.
Gazeta
Mercantil
NOVA
FRONTEIRA APOSTA EM NOVOS CANAIS DE VENDA PARA
VOLTAR A LUCRAR
Totalmente
nas mãos do GRUPO
EDIOURO agora, a tradicional NOVA
FRONTEIRA, arrumou a casa e espera
fechar este ano no azul, ao contrário
do que aconteceu no ano passado, quando
a empresa declarou um prejuízo líquido
de R$ 1,7 milhão. Para este ano, a editora
continuará a investir em autores nacionais
e internacionais. A estratégia, no entanto,
é fazer com que esses títulos cheguem
a um público mais amplo. "Queremos
que as pessoas esbarrem em nossos livros,
assim como elas esbarram em jornais",
afirma Mauro Palermo, Diretor-Superintendente
da NOVA FRONTEIRA. As livrarias continuarão
representando o maior volume de vendas
da editora, atualmente 90%. Mas a estratégia
do executivo é ampliar os pontos alternativos
e atingir novos consumidores. Para este
ano, Palermo e Luiz Fernando
Pedroso, Superintendente da EDIOURO,
estimam um crescimento de 20% da NOVA
FRONTEIRA em relação a 2006, quando
a receita bruta de vendas atingiu R$
26,5 milhões.
Valor
Econômico
Energia
EDB
VAI INVESTIR R$ 763 MILHÕES ESTE ANO
Em
2007, o GRUPO ENERGIAS DO BRASIL (EDB) pretende continuar investindo
na melhoria de seu parque gerador. O
plano de investimentos para o ano é
da ordem de R$ 763 milhões, sendo que
desse total, R$ 466 milhões serão destinados
para a área de distribuição, R$ 192
milhões para geração e os outros R$
105 milhões para o Programa de Universalização
(Luz para Todos). Nos próximos dias,
a EDB, deve iniciar as obras da Pequena
Central Hidrelétrica (PCH) Santa Fé.
Também estão nos planos da empresa a
repotencialização de cinco de suas usinas
e o desenvolvimento de novos projetos
de PCHs, e uma possível parceria com
a CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE (ELETRONORTE)
em estudos de viabilidade.
Gazeta
Mercantil
PACIFIC
HYDRO DEFINE PLANOS PARA O BRASIL
A
australiana PACIFIC
HYDRO, focada na geração de energia
renovável, está disposta a reforçar
sua presença no Brasil. Depois de adquirir
junto ao grupo alemão RENERGYS, em fevereiro
deste ano, um empreendimento localizado
no Estado da Paraíba, a companhia estuda
aplicar US$ 600 milhões para estabelecer
um parque eólico de 300 megawatts (MW)
entre três e cinco anos no país. Essa
energia é suficiente para iluminar uma
cidade com 1 milhão de habitantes. "Esse
projeto no Nordeste, batizado de Millennium,
é a primeira incursão da companhia no
Brasil", afirmou Janine Hoey, Gerente-Geral
da PACIFIC HYDRO para América Latina.
Segundo a executiva, a previsão é que
o projeto entre em funcionamento em
outubro deste ano. Com capacidade de
10 MW, Janine afirma que para viabilizá-lo,
a companhia aplica R$ 54 milhões.
Valor
Econômico
Engenharia,
Projetos & Construção
AS
ÁREAS DISPUTADAS PARA ESCRITÓRIOS
A
estimativa de crescimento da COLLIERS no Brasil é baseada na perspectiva
do mercado corporativo especialmente
na cidade de São Paulo. Cerca de 12
novos edifícios estão previstos para
este ano e, graças à maior disponibilidade
de terrenos, a Marginal Pinheiros deve
continuar oferecendo o maior estoque
do segmento. Em 2006,
a oferta da região
era de 487.430 m e deve passar
para 673.308
m este ano, com
mais seis empreendimentos.
Gazeta
Mercantil
MÉTODO
E JOÃO FORTES LUCRAM MAIS EM 2006
A
MÉTODO
ENGENHARIA está colhendo os dividendos
de uma mudança organizacional iniciada
no último ano. Depois de fechar capital,
em 2005, a empresa se dividiu
em unidades especializadas de negócios,
como Comércio e Hotelaria, para potencializar
o volume de obras. O resultado: um volume
de produção de R$ 307,6 milhões, 88%
maior que no ano anterior. A empresa
também avançou em sua estratégia de
internacionalização, com desenvolvimento
de projetos no Uruguai, Chile e Argentina.
O reflexo se deu no lucro líquido, que
chegou a R$ 6,7 milhões, crescimento
de 94% em relação a 2005.
Companhia
aberta desde 1973, a JOÃO FORTES ENGENHARIA realizou vendas
no montante de R$ 95,6 milhões em VGV.
O resultado garantiu à empresa uma evolução
de 24,35% na receita operacional bruta,
pata R$ 105,5 milhões. Apesar da alta
nos custos operacionais, que subiram
de R$ 59,2 milhões para R$ 65 milhões.
Gazeta
Mercantil
IGUATEMI
INVESTE ATÉ R$ 200 MILHÕES
A
IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A. (IESC) deve investir este ano entre R$ 170 milhões
e R$ 200 milhões em novos projetos e
em expansão, afirmou Pedro Jereissati,
Diretor Financeiro e de Relações com
Investidores. "Temos entre sete
e oito negócios para concluir nos próximos
30 a 60 dias", informou.
Em 2006, foram investidos R$ 96,7 milhões,
R$ 82 milhões a mais que no ano de 2005.
O fôlego para investir é decorrente
dos bons resultados colhidos em 2006.
O lucro líquido no período somou R$
30,4 milhões, 52,2% maior que o ano
anterior. Se considerado os resultados
pró-forma, que leva em conta os efeitos
da reorganização societária e de negócios
da IESC implementados no quarto trimestre
de 2006, o crescimento do lucro líquido
anual seria de 133,3%.
Gazeta
Mercantil
INCORPORADORA
RODOBENS CRESCE FOCADA NO INTERIOR
A
RODOBENS
NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS elevou para oito
empreendimentos em seis cidades diferentes
o número de lançamentos em 2006 e quase
triplicou o volume geral de vendas lançado,
para R$ 186 milhões, 198% superior ao
registrado em 2005. "Aumentamos
em 10 pontos percentuais a participação
da companhia nos empreendimentos lançados
com parceiros, atingindo 48%",
destaca Eduardo Gorayeb, Diretor da
Incorporadora. "Seguindo nossa
estratégia, aumentamos o estoque de
terrenos em cidades do interior com
mais de 150 mil habitantes", diz.
Do total lançado, 86% do VGV está em
municípios do interior. Para essas áreas,
a empresa criou a marca TERRA NOVA,
cujo primeiro lançamento foi em São
José do Rio Preto. A empresa também
ingressou no segmento de baixa renda,
responsáveis por 31% dos lançamentos.
A receita líquida cresceu 11%, para
R$ 47 milhões. Agora capitalizada, prevê
atingir 18 lançamentos em 2007.
Gazeta
Mercantil
PDG
DIVERSIFICA SUA ATUAÇÃO E LUCRO SOBE
105% EM 2006
Com
o aumento do foco nos segmentos de média
e baixa renda e uma estratégia menos
focada na co-incorporação e mais em
participações, a PDG REALTY, empresa de investimentos no
setor imobiliário, mais que dobrou o
lucro líquido em 2006. De R$ 20,8 milhões
em 2005 foi para 42,8 milhões, no ano
passado. A receita líquida foi de R$
82,6 milhões em 2005 para R$ 198,3 milhões,
em 2006. Para 2007, a PDG tem expectativa
de elevar para R$ 900 milhões o Valor
Geral de Vendas (VGV) correspondente
a sua parcela nos lançamentos. Em 2005,
a companhia participou
de nove lançamentos, número que aumentou
para 28 em 2006. Este ano, a previsão
é que suba para mais de 60 projetos,
com tamanho médio de R$ 40 milhões cada
e 60% das unidades com valor até R$
150 mil.
Valor
Econômico
LUCRO
DA COPASA CRESCE 23%
A
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS
(COPASA) pretende investir R$ 1 bilhão este
ano. Esse montante, que inicialmente
era de R$ 957 milhões, aumentou pelo
fato de alguns investimentos que estavam
previstos para 2006 não terem sido concretizados.
No ano passado, a COPASA investiu R$
842,9 milhões, sendo que a previsão
da empresa era de R$ 927 milhões. Esses
números foram divulgados pela companhia,
que apresentou os seus resultados de
2006. Seu lucro líquido foi de R$ 356
milhões, crescimento de 23,5% sobre
o ano anterior.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Higiene & Cosméticos
LUBRIZOL
INVESTE NO MERCADO BRASILEIRO DE COSMÉTICOS
De
olho no crescente mercado brasileiro
de cosméticos, que aumentou 26% no ano
passado, atingindo R$ 17,3 bilhões,
o que o colocou na terceira posição
mundial, atrás apenas de Estados Unidos
e Japão, a fabricante de ativos para
lubrificantes e combustíveis LUBRIZOL
CORPORATION está investindo US$ 1 milhão
em um Centro Tecnológico
voltado para pesquisas na área cosmética
e um centro de distribuição próprio,
para a NOVEON, sua área de especialidades
químicas. Segundo o Diretor de cuidados
pessoais da NOVEON, Harald Jezek, o
centro e o depósito, que estará pronto
em julho, dentro da unidade da LUBRIZOL,
no Rio, têm como objetivo melhorar o
atendimento aos seus consumidores. Com
os investimentos, a NOVEON projeta crescer
cerca de 15% somente este ano. Em 2006, a LUBRIZOL faturou R$
190 milhões, dos quais 17% correspondem
às vendas de especialidades químicas.
Gazeta
Mercantil
Éh
pode faturar até 40 milhões neste ano
A
expectativa da empresária Cristiana
Arcangeli é que o faturamento da marca
ÉH,
lançada há mais de seis meses, possa
alcançar entre R$ 30 e R$ 40 milhões
em 2007. Para este ano, mais itens para
cabelos serão lançados, com foco na
tecnologia verde, considerada o diferencial
da marca (ativos 100% naturais, ingredientes
orgânicos, sem petroquímicos ou parabenos,
com performance de produto profissional).
“Vamos investir também em marketing
e na nossa participação em eventos que
tenham o mesmo DNA da ÉH: jovem, urbano,
criativo, inovador e ousado. Vamos focar
em arte, teatro, música e cinema, entre
outros”, afirma a empresária. A marca
certamente chegará ao mercado externo,
mas não antes de se fortalecer no Brasil.
Gazeta
Mercantil
Indústria
farmacêutica vai investir R$ 1,5 bilhões
Modernização
da capacidade produtiva e pesquisa e
desenvolvimento de novos medicamentos
vão nortear os investimentos programados
pela indústria farmacêutica brasileira
neste ano.
Esse
é o caso da EMS-SIGMA
PHARMA. Para aumentar a participação
no mercado a empresa quer dobrar a produção
na fábrica de São Bernardo. Para 2007, a Diretora de Relações
Externas Telma Salles acredita que o
grupo EMS-SIGMA PHARMA irá superar o
bom desempenho de 2006. “Queremos ampliar
nossa participação e crescer 26% em
vendas nacionais”, afirma ela. Em 2006, a empresa cresceu 32,3%
e fechou o ano com a marca de 115,6
milhões de unidades vendidas e faturamento
de R$ 1,3 bilhão.
A
NOVARTIS
é outra que para ter uma balança comercial
favorável, investirá até 2010 mais de
R$ 230 milhões na expansão da capacidade
produtiva das plantas de Resende e Taboão
da Serra. A expansão das fábricas visa
aumentar a capacidade de produção para
exportação. A NOVARTIS anunciou, no
ano passado, seu plano de investir mais
de R$ 150 milhões até 2010 para torná-la
um dos pólos mundiais de exportação
da SANDOZ, divisão de medicamentos genéricos
da NOVARTIS.
O
laboratório ACHÉ
também aplicou R$ 150 milhões na construção
de sua quarta unidade industrial, com
51 mil metros quadrados e já operando
nas áreas de fabricação e embalagem
de semi-sólidos, supositórios, líquidos,
e nas áreas de compressão e encapsulamento
de sólidos. De acordo com o Diretor
Industrial do ACHÉ, Kerginaldo Correia
de
Melo Junior, o laboratório
dá mais um passo rumo à consolidação
de sua liderança no setor farmacêutico
brasileiro que o colocará no patamar
tecnológico das maiores do ramo. Além
disso, a empresa projeta construir em
maio o seu Centro de P&D que visa
pesquisar e desenvolver medicamentos
inovadores, com estudos próprios e também
em parceria com universidades brasileiras.
Gazeta
Mercantil
LUCRO
LÍQUIDO DA NOVO NORDISK AUMENTA 10%
A
farmacêutica dinamarquesa NOVO NORDISK anunciou ao mercado seus
resultados. O laboratório, um dos principais
fabricantes mundiais de insulina e de
produtos para o controle do diabete,
obteve um aumento de 13% no lucro operacional,
que somou 9,11 bilhões de coroas dinamarquesas
(US$ 1,6 bilhão). As operações internacionais,
incluindo a subsidiária brasileira,
tiveram incremento de 14% nas vendas.
O lucro líquido cresceu 10% e totalizou
6,456 bilhões de coroas dinamarquesas.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
MICROSOL
ELEVA CAPACIDADE E BUSCA PARCERIAS
A
MICROSOL
TECNOLOGIA, de Fortaleza, posicionada
entre as primeiras no ranking nacional
de fabricantes de nobreaks e estabilizadores,
projeta para este ano faturamento de
R$ 71 milhões, alta de 45% sobre o exercício
anterior. Para sustentar a expansão,
a companhia vai investir cerca de R$
2,5 milhões, no aumento de capacidade,
infra-estrutura física e automação de
processos, que fica com 60% do total.
"Nosso grande desafio é crescer
e ser rentável ao mesmo tempo",
disse o Diretor-Presidente Valdelírio
Soares Filho. A estratégia de expansão
embute ainda parcerias estratégicas,
desde tecnológicas até joint ventures,
que devem ser concretizadas a partir
do segundo semestre. Ano passado, a
empresa destinou R$ 1,2 milhão para
instalações e equipamentos e registrou
crescimento de 25% na receita em relação
a 2005. Lançou produtos e ampliou seu
espaço no mercado. De acordo com o empresário,
o projeto de crescimento acelerado,
num setor onde predominam fabricantes
de médio porte, vai permitir a empresa
avanços significativos no mercado.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
ARTECOLA
PREVÊ MANTER RITMO DE AQUISIÇÕES EM
2007
Depois
de mais do que dobrar o faturamento
em dólares em cinco anos e incorporar
três empresas desde 2002, na Argentina,
na Colômbia e por último a ADDAX COLAS,
de Diadema (SP), em outubro passado,
a ARTECOLA promete ir novamente às compras
em 2007. O grupo, sediado em Campo Bom
(RS), prevê pelo menos três novas aquisições
neste ano no Brasil e no exterior, ao
mesmo tempo em que projeta um faturamento
de US$ 119,5 milhões (quase R$ 250 milhões),
com alta de 36% sobre o exercício anterior,
disse o Diretor Superintendente Eduardo
Kunst. Com dez unidades industriais
no Brasil, entre Rio Grande do Sul,
São Paulo, Bahia e Paraíba, e três no
exterior (incluindo uma no México),
a ARTECOLA produz adesivos e laminados
industriais, chapas para os setores
automotivo e da construção civil, cabedais
para calçados de segurança e bordos
plásticos para móveis. Conta com 1,2
mil funcionários e no ano passado faturou
US$ 88 milhões, 11% acima de 2005 e
146% a mais do que em 2001.
Valor
Econômico
Serviços
STELLA
BARROS,
RENOVADA, VOLTA À TERRA DO MICKEY
Com
nova gestão, a operadora de viagens
STELLA BARROS TURISMO anuncia seu retorno
ao mercado brasileiro. A empresa, que
chegou a ser uma das maiores e continua
entre as mais tradicionais do setor,
foi abalada pela desvalorização cambial
e pediu falência em 2003. No final de
2004, a marca foi adquirida
pelo GRUPO ÁGUIA, que começa a colocar
em prática planos ambiciosos de retomada
de mercado. O ÁGUIA apóia a marca na
experiência com outras empresas de turismo,
é dono da TOP
SERVICE (logística de viagens),
PALLAS
(turismo esportivo), PLANETA
BRASIL (turismo receptivo e doméstico),
GAP
ONE (consolida passagens para as
agências de viagem) e CWTOUR (atendimento corporativo). Além disso,
possui participação na companhia aérea
WEBJET. A aquisição foi exclusivamente da
marca e a antiga operadora continua
com a massa falida. Segundo Luis Abrahão,
executivo que veio da TOP SERVICE para
a direção da nova STELLA BARROS TURISMO há
seis meses, a idéia é retomar a credibilidade
e confiança conquistada em quatro décadas
por vovó Stella. O primeiro ano de funcionamento
da operação recebeu um "empurrãozinho"
do calendário. "Faturamos R$ 13,5
milhões praticamente em
função da Copa do Mundo",
afirma. Abrahão tem um plano ambicioso
para o exercício de 2007: aumentar em
120% a receita da empresa.
Gazeta
Mercantil
XEROX
PREPARA OFENSIVA NO GRANDE VAREJO
Desde
janeiro sob o comando de Hervé Tessler,
a XEROX DO BRASIL começou o ano já com novas
frentes de atuação. Uma delas é a ampliação
de 3 para 11 o número de distribuidores
e a chegada dos produtos da companhia
americana às lojas de departamentos
e grandes varejistas. Em
paralelo, Tessler quer
mostrar que o uso da cor na impressão
de documentos, correspondências, contas,
pode ser utilizado como diferencial
na relação entre prestador de serviço
e clientes. As próximas mensagens publicitárias
da companhia serão nesta linha. A chegada
às cadeias de varejo é um movimento
da companhia para disputar o mercado
de usuários domésticos e de pequenos
escritórios. As negociações seguem para
ampliar o leque no varejo e enfrentar
concorrentes. Esse mercado deve atingir
3,9 milhões de impressoras este ano,
20% a mais em relação a 2006. Foram
3,31 milhões de máquinas adquiridas
em 2006, volume já 49,3% superior ao
do ano anterior. Embora não revele números
de balanço, a meta de Tessler é que
a XEROX cresça, por ano, na casa dos
dois dígitos.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
HP
MUDA NEGÓCIO PARA ATENDER NICHO DE CONSUMO
A
HP
se torna a cada dia uma empresa em que
o consumidor final é mais importante
para o negócio, tradicionalmente mais
focado no mercado corporativo. Hoje,
a divisão de computadores pessoais (PC)
fatura 32% da receita global de US$
92 bilhões, sendo que metade já vem
do usuário final. Quase um ano depois
do lançamento da maior campanha da empresa
com foco nesse público, a fabricante
de produtos de tecnologia muda o perfil
para criar uma marca que possa entrar
mais facilmente na casa dos consumidores.
"Quero uma marca poderosa como
NIKE ou COCA-COLA", diz o Vice-Presidente
mundial para PC domésticos, o britânico
Richard Walker. "Saímos de um prejuízo
de US$ 1 bilhão na época da fusão com
a COMPAQ para um lucro de US$ 1,2 bilhão
no último ano", compara Walker.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
RECEITA
DA FRAS-LE CRESCEU 4,8% EM 2006
A
FRAS-LE,
do grupo RANDON, obteve receita bruta
consolidada R$ 488,7 milhões em 2006,
5,1% mais sobre 2005.
A receita líquida
atingiu R$ 391,6 milhões, 4,8% superior.
Os dados foram apresentados pelo Diretor
Executivo e de Relações com Investidores,
Luis Antonio Oselame,
que ressaltou que "os bons resultados
se devem à postura sempre inovadora
da empresa". A FRAS-LE, que ano
passado exportou US$ 68 milhões, cresceu
4,8%. Na distribuição global das receitas
nacionais, 68,3% foram oriundas do mercado
de reposição e 31,7% de montadoras.
Gazeta
Mercantil
HONDA
MANTÉM A LIDERANÇA COM MODELO VERTICALIZADO
É
raro encontrar no mundo uma fábrica
de veículos que produza tantos componentes
como faz a HONDA
na Amazônia. Como uma exceção num setor
cada vez mais terceirizado, a empresa
fabrica internamente itens como o escapamento,
o aro da roda e até os bancos das motocicletas.
A direção da montadora japonesa fala
com orgulho sobre o alto índice que
atingiu no que a indústria chama de
verticalização. "Por questões estratégicas
optamos por ir além do que é exigido
nas regras da Zona Franca", afirma
o Diretor da fábrica, Issao Mizoguchi.
Segundo ele, a fábrica brasileira é
mais verticalizada do que qualquer outra
da HONDA no mundo. As motocicletas produzidas
em Manaus têm 90% das peças compradas
no país. As instalações da HONDA em
Manaus são suntuosas. Ali trabalham
6.973 empregados, dos quais 5.837 estão
envolvidos diretamente na produção.
Valor
Econômico
GRUPO
JÚLIO SIMÕES ABRE A 1ª- LOJA DA BANDEIRA
FIAT
O
grupo JÚLIO
SIMÕES, maior conglomerado de transportes
de cargas do País, está abrindo sua
primeira concessionária da bandeira
FIAT. Batizada com o nome de PONTO,
a revenda fica no bairro de São Miguel
Paulista, na Zona Leste de São Paulo.
O grupo prevê faturar neste ano R$ 940
milhões com a atividade de transporte
de cargas e passageiros e mais R$ 550
milhões no ramo de concessionárias.
Também opera com as bandeiras VOLKSWAGEN
e FORD. Da marca VOLKSWAGEN, o grupo
opera a marca ORIGINAL, com 13 lojas
em
São Paulo. Da marca
FORD, tem a LESTE VEÍCULOS, com uma
loja. Além das revendas de carros, o
grupo abriu recentemente lojas de vendas de caminhões
usados. O objetivo é operar quatro lojas
da JÚLIO SIMÕES SEMINOVOS. Uma já funciona
em São Paulo e as outras estão distribuídas
em três cidades, Ribeirão Preto, Curitiba
e Belo Horizonte. "Já estamos vendendo
R$ 3 milhões por mês e a meta é chegar
a R$ 6 milhões de vendas de caminhões
usados mensais", disse.
Gazeta
Mercantil