Agrobusiness
Bertin
diversifica ainda mais e investe em
álcool no MS
Segundo
maior frigorífico de carne bovina
do país, o BERTIN também se rendeu ao setor sucroalcooleiro.
O grupo vai investir R$ 330 milhões
na construção de uma usina de álcool
na cidade de Dourados, no Mato Grosso
do Sul. A unidade deverá entrar em
operação na safra 2009/10, com uma
moagem inicial de 2,3 milhões de toneladas
de cana-de-açúcar por ano, afirmou
o Diretor-Financeiro do grupo BERTIN,
Douglas de Oliveira. Esse novo negócio
reforça a posição do grupo BERTIN
no segmento de energia. Também neste
ano, o frigorífico dará início às
operações de sua planta de biodiesel,
a partir de maio. Além de biodiesel,
o grupo tem uma pequena central hidrelétrica
(PCH) em operação, outras duas em
construção e três unidades que aguardam
aprovação do Ibama. O grupo faturou
R$ 4,5 bilhões em 2006 e prevê uma
receita de R$ 6 bilhões este ano.
O BERTIN atua em alimentos, produtos
de higiene, cosméticos, couro, "dog
toy," equipamentos de proteção
individual, energia, saneamento básico,
construção civil e transportes.
Valor
Econômico
Friboi
investe em fábrica e parceria
A
JBS
S/A, que controla o FRIBOI,
acelera o seu plano de expansão com
novas operações fechadas no início
deste ano. Após adquirir 100% das
ações da americana SB HOLDINGS, que
atua na distribuição de industrializados
de carne bovina, por US$ 11,9 milhões,
a JBS comprou, por meio da SWIFT,
sua subsidiária argentina, uma planta
de abate de gado em Berazategui, Buenos Aires,
que tem capacidade de abate de 1.000
cabeças de gado/dia. Além da nova
planta na Argentina, a JBS está reforçando
os investimentos no segmento de "beef
jerky", aperitivo de carne bovina
defumada. A JBS fechou contrato com
o industrial americano Jay Earl Link,
para formar uma joint venture para
produzir, comercializar e distribuir
o aperitivo. Segundo a empresa, o
investimento de US$ 10 milhões na
joint venture será através da unidade
industrial de produção de "beef
jerky", localizada em Santo Antônio
da Posse (SP), em fase final de construção.
Também contribuirá com duas plantas
de "beef jerky" nos EUA.
Valor
Econômico
AURORA
TRANSFERE PRODUÇÃO PARA O RS
A
COOPERCENTRAL
AURORA, situada em
Chapecó (SC), está
investindo na ampliação de unidades
de processamento de suínos no Rio
Grande do Sul para escoar a produção
para países como a Rússia, principal
importador do produto brasileiro,
que mantém embargo às carnes suínas
de Santa Catarina. A empresa acaba
de investir R$ 5 milhões de recursos
próprios na ampliação da unidade de
Sarandi (RS). Nos próximos três meses
pretende investir mais R$ 2 milhões
no aperfeiçoamento do sistema de tratamento
de efluentes e outras melhorias.
Gazeta
Mercantil
Alimentos
Reestruturada,
Cory volta a fabricar ovos de Páscoa
A
Indústria de PRODUTOS ALIMENTÍCIOS
CORY, fabricante dos biscoitos Hipopó e das
tradicionais balas IceKiss e Chita,
voltou a produzir ovos de Páscoa,
depois de uma interrupção de dois
anos. O retorno aos ovos de Páscoa
é gradual. A empresa está produzindo
10% da capacidade, de 4 milhões de
ovos. "A produção de ovos de
Páscoa exige investimento pesado.
Por isso decidimos recomeçar devagar"
disse o Presidente e controlador da
empresa, Nelson do Nascimento
Castro. A CORY investiu R$ 1,5 milhão
na produção dos ovos de Páscoa. A
empresa, que possui fábricas em Ribeirão
Preto e Arceburgo (MG), registrou
em 2006 receita bruta de R$ 80 milhões
e espera faturar neste ano R$ 100
milhões.
Gazeta
Mercantil
ARCOR
DISPUTARÁ MERCADOS DE BISCOITO E CHOCOLATE
NO NORDESTE E NORTE
A
palavra ARCOR
é reconhecida por uma pronúncia diferente
no Nordeste do Brasil: "Arcór".
Sergio Asís, Diretor-Geral da filial
brasileira, aposta que o som aberto
da segunda vogal logo vai desaparecer
na região, em especial em Recife
(PE), onde começou a funcionar uma
fábrica de guloseimas no início do
ano e está sendo construído um centro
de distribuição. Juntos, os empreendimentos
receberam R$ 58 milhões e estão gerando
400 empregos diretos. O que a ARCOR
deseja mesmo é que o norte e nordeste
continuem a responder pelo maior crescimento
regional em vendas da companhia, que
teve um quarto do seu faturamento
de R$ 815 milhões em 2006 proveniente
do Norte e Nordeste. A nova fábrica
e o centro de distribuição terão a
missão de fazer com que a representatividade
do consumo das duas regiões salte
dos atuais 25% para um terço da receita
da empresa no País dentro de três
anos. A julgar pelo desempenho do
Norte e Nordeste em 2006, a meta não será tão difícil de atingir.
Atualmente, a empresa tem cinco fábricas
no País: as de biscoitos em Campinas (SP) e Contagem
(MG), a de chocolates em Bragança
Paulista (SP), e duas de guloseimas
em Rio das Pedras (SP)
e a nova em Recife. Em nível mundial,
a empresa faturou US$ 1,6 bilhão no
ano passado e exportou para mais de
120 países.
Valor
Econômico
Autopeças
BRASILEIRA
SABÓ EXPANDE PRODUÇÃO NO EXTERIOR
A
SABÓ
não é apenas uma das poucas empresas
do setor de autopeças de capital totalmente
nacional que sobreviveram à invasão
das multinacionais. Ela adotou o caminho
inverso e não pára de crescer no exterior.
A companhia se prepara para inaugurar
uma fábrica nos Estados Unidos, em
julho; vai dobrar o tamanho da unidade
da Argentina; e ainda pretende elevar
em 33% a capacidade de produção da
linha da Áustria. É, aliás, esse perfil
de multinacional que a livra agora
do sufoco que muitas empresas do setor
estão enfrentando para atender ao
crescimento da produção de veículos
no Brasil. Ao elevar a capacidade
de produção na Argentina poderá atender
ao crescimento não apenas do mercado
argentino como dos pedidos de reposição
de outros países da região, como a
Venezuela. Com uma fábrica na Carolina
do Norte, a SABÓ, fabricante de juntas
e retentores, terá condições de atender
os próximos pedidos das montadoras
dos Estados Unidos com uma produção
local. Serão investidos US$ 6 milhões
na fábrica de Buenos Aires, que deverá
ter a receita anual elevada dos US$
13 milhões do ano passado para US$
20 milhões em 2012, segundo previsão
do Diretor Geral da SABÓ na América
do Sul, Luis Gonzalo. Com uma média
de crescimento de receita de 10% ao
ano, a SABÓ faturou US$ 276 milhões
em 2006 e deve chegar a US$ 330 este
ano.
Valor
Econômico
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
OGILVY
DEVERÁ ANUNCIAR TRÊS NOVAS COMPRAS
AINDA EM 2007
A
OGILVY
BRASIL acaba de anunciar um novo
negócio, que marca a sua entrada na
comunicação do mercado imobiliário.
Associou-se à agência F.A.V PROPAGANDA,
uma especialista neste setor, com
cerca de 10 anos de mercado, e que
agora passa a se chamar OGILVYFAV MARKETING IMOBILIÁRIO. O modelo
de negócio, por enquanto, não inclui
aquisição. Mas o grupo, que está entre
os cinco maiores da OGILVY no mundo,
quer mais. De acordo com o Chairman
do board e Presidente da OGILVY BRASIL,
Sérgio Amado, mais três negócios deverão
ser anunciados ainda neste ano, fora
da propaganda convencional. O Presidente
da OGILVY ONE não detalha as futuras
compras, apenas afirma que hoje as
opções de aquisição na área de advertising
não são interessantes para a empresa.
Os negócios, que já tiveram 98% do
volume apoiado na OGILVY & MATHER,
cresceram também para outras áreas
da comunicação. Mas as outras áreas
aumentaram muito", afirma Sérgio
Amado, que cresce quase 20% ao ano,
em receita, e hoje trabalha com 57
marcas.
Gazeta
Mercantil
Eletroeletrônicos
Polaroid
vai produzir eletroeletrônicos no
Brasil
A
marca POLAROID,
que ficou famosa pelas fotos instantâneas,
deseja agora ser reconhecida por uma
linha mais ampla de produtos. A partir
de 2008, a empresa inicia no
Brasil a produção de monitores de
LCD, TVs de plasma, DVDs portáteis
e câmeras digitais, categorias já
vendidas nos Estados Unidos, sede
da companhia, e também no México.
A produção local, afirma Armando Cordeiro,
responsável pela POLAROID no país,
deve ser terceirizada com um fabricante
da Zona Franca de Manaus, ainda não
escolhido. Hoje todos os produtos
da marca vendidos no Brasil são importados.
Os objetivos do novo negócio são ambiciosos.
"Não entraríamos no mercado brasileiro
para ter menos de 10% de participação",
diz o executivo, acrescentando que
nos EUA a POLAROID é a marca mais
vendida em DVD portátil. A receita
da companhia no mundo está estimada
em US$ 700 milhões.
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Natura
deve crescer fora do Brasil
A
NATURA
deve iniciar operações na Colômbia
nos próximos meses. O Diretor-Presidente
da empresa, Alessandro Carlucci, já
confirmou a intenção da fabricante
de entrar também nos Estados Unidos
e na Rússia, o que pode acontecer
até 2008. Com o aumento da demanda
internacional pelos produtos, de acordo
com o executivo, fará mais sentido
ainda produzir no exterior. As vendas
externas da NATURA representam atualmente
4% do faturamento total, que foi de
R$ 3,9 bilhões no ano passado. Os
planos de expansão da NATURA visam
exportar muito mais que seus produtos.
Seja onde ela for, quer levar seus
valores e crenças e, principalmente,
evidenciar a cultura brasileira e
suas riquezas.
Valor
Econômico
EMS
faz reinvenção da marca para consolidar
sua liderança em vendas
Com
mais de 40 anos no mercado, o laboratório
farmacêutico EMS se reinventou. O projeto de reestruturação
da marca foi motivado pelo crescimento
que a companhia obteve nos últimos
cinco anos. Em 2006, alcançou a liderança
nacional em vendas unitárias, com
um total de 115,6 milhões de unidades,
e a segunda colocação em faturamento,
atingindo R$ 1,3 bilhão. Para se ter
uma idéia do que esses valores representam,
em 2001,
a empresa ocupava
a 13ª posição do mercado, de acordo
com o IMS Health. "Com o crescimento
percebemos que era o momento de modernizar
e alinhar a nossa marca e a comunicação
com os nossos diferentes públicos",
afirma a Diretora de Relações Externas
da EMS, Telma Salles. A renovação
tem como principal objetivo unificar
todas as marcas sob a imagem corporativa
da empresa.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
LUPATECH
AMPLIA PARTICIPAÇÃO NO MERCADO DE
ÓLEO E GÁS
Um
novo passo foi dado pela LUPATECH, de Caxias do Sul (RS), na busca
pelo posto de player mundial no fornecimento
de válvulas industriais e especializada
em atender o setor de petróleo e gás.
Ela anunciou a aquisição do controle
da fabricante de equipamentos PETROIMA,
da Bahia, que já vinha operando com
o nome de LUPATECH PETROÍMA EQUIPAMENTOS
PARA PETRÓLEO em razão de negociações
que já vinham acontecendo. O grupo
também confirmou a compra de ativos
da ZMACH TECNOLOGIA de equipamentos
para usinagem fina. O investimento
total foi de R$ 20 milhões. Os novos
negócios vão agregar vendas líquidas
para o primeiro ano de operação de
aproximadamente R$ 26 milhões. Em
2006 o grupo obteve receita líquida
de R$ 223,6 milhões, 29,1% acima dos
R$ 173,2 milhões de 2005.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
EMPÓRIO
PORTOBELLO VENDE DUAS VEZES MAIS QUE
A LOJA TRADICIONAL
A
franquia de revestimentos cerâmicos
PORTOBELLO SHOP está diversificando seus
formatos de loja para aumentar a capilaridade
da rede no País. Depois de lançar,
no ano passado, lojas compactas, a
rede criou um novo modelo de negócios,
o EMPÓRIO PORTOBELLO, para se aproximar
mais do consumidor final. "A
marca é muito direcionada ao público
A e B. Queremos ampliar nossa participação
dentro desse alvo", diz o Diretor
da PORTOBELLO SHOP, Juarez Leão. Com
a diversificação, a rede pretende
elevar, até o final de 2008, o número
de lojas, de 93 para 200.
A estratégia
comercial da empresa prevê abertura
do Empório somente em cidades onde
não há outros formatos. A expectativa
é inaugurar pelo menos cinco unidades
até o final do ano, em Rio Branco
(AC), Macapá (AP), Cuiabá (MT), Teresina
(PI) e Boa Vista (RR), e algumas do
interior de São Paulo.
Gazeta
Mercantil
DICICO
AMPLIA CD
A
varejista de materiais de construção
DICICO está investindo R$ 10 milhões em logística.
Inaugurou um novo centro de distribuição
em Guarulhos, onde serão armazenados
produtos de auto-serviço, como tintas,
assentos sanitários e metais, e ampliou
também seu CD de show-room, que abriga
produtos comprados em grande quantidade
e que precisam ser transportados até
a casa do cliente. Hoje com 19 lojas,
a rede pretende chegar a 24ª unidade
até o fim do ano.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
Melhoramentos
foca em papel de maior valor e
reverte perdas
A
COMPANHIA MELHORAMENTOS
DE SÃO PAULO saiu do prejuízo em 2006
ampliando em 20% sua produção de papéis
do tipo "tissue", de maior
valor agregado. A empresa, que produz
o tissue de consumo (papel higiênico
e similares), investiu R$ 13,6 milhões
somente na área tissue de maior valor
agregado, ou institucional (papel
toalha), e apresentou lucro de R$
1 milhão no ano. A virada de resultado
foi relevante já que 2006 foi um ano
de mercado doméstico desaquecido.
"Estamos também colhendo o resultado
de quatro anos de racionalização de
processos para reduzir custos. Nossa
estratégia foi, e será em 2007, de
ampliar a participação de produtos
de maior valor no portfólio",
disse o Diretor-Superintendente da
MELHORAMENTOS, Sérgio Sesiki. Segundo
informou a companhia, foram conquistados
centenas de novos clientes para este
tipo de papel durante o ano passado.
A companhia investiu R$ 29 milhões
no ano passado e prevê superar a cifra
este ano. A receita líquida da MELHORAMENTOS,
grupo com negócios nas áreas de livrarias,
editoras e florestas, além de papel,
alcançou R$ 420,8 milhões em 2006,
alta de 8% ante o ano anterior.
Gazeta
Mercantil
KLABIN
REAJUSTA PREÇOS E PROJETA CRESCIMENTO
PARA O ANO
A
KLABIN,
uma das principais fabricantes brasileiras
de papéis e celulose, conseguiu repassar
no último mês de março reajustes de
preços de até € 40 por tonelada no
papel do tipo Kraftliner, utilizado,
por exemplo, na produção de embalagens
de papelão ondulado. Segundo o Diretor-Geral
da KLABIN, Miguel Sampol, não estão
previstos novos aumentos para este
ano. A KLABIN aguardava um reajuste
nos mercados dos Estados Unidos e
da Europa para elevar seus preços.
A KLABIN registrou em 2006 um lucro
líquido de R$ 474 milhões, 53% a mais
em comparação com 2005.
Gazeta
Mercantil
Plástico
& Vidro
SEKURIT
ANTECIPA PLANO PARA ATENDER DEMANDA
A
SEKURIT,
divisão brasileira de vidros automotivos,
pertencente ao grupo francês SAINT-GOBAIN,
vai antecipar os investimentos na
fábrica de Mauá, no ABC Paulista,
para atender a grande demanda da indústria
automobilística. "A instalação
de dois novos fornos para a produção
de limpadores de pára-brisa e vidros
laterais que estava programada para
2009 será feita em 2008", disse
Renato Hohlzeim, Diretor-Geral da
SAINT-GOBAIN SEKURIT DO BRASIL. Os
novos fornos que serão trazidos da
SAINT-GOBAIN da Europa vão entrar
em operação no segundo semestre de
2008 para produzir vidros para pára-brisa.
E, com isso, a subsidiária brasileira,
que está trabalhando a plena capacidade
em três turnos, vai contratar mais
50 pessoas. Hoje trabalham nesta unidade
1.300 funcionários. "Em 2007
vamos trabalhar apertado para garantir
o abastecimento das montadoras, pois
não esperávamos uma reação tão forte
do setor automotivo. Trabalhávamos
com a expectativa de 5% de crescimento,
mas estávamos vendo uma expansão de
10% na produção de veículos",
disse Hohlzeim.
Gazeta
Mercantil
MUELLER
INVESTE EM EXPANSÃO E DESIGN PARA ATENDER
CLIENTE
O
grupo paulista PLÁSTICOS
MUELLER já está de olho no mercado
de automóveis "low cost",
uma tendência que deverá desembarcar
no país a partir de 2010. "Quem
tiver mais ousadia vai sair na frente",
aposta a Diretora Executiva, Esther
Faingold. A empresa acaba de investir
num centro tecnológico para pesquisar
novos materiais, onde trabalham três
engenheiros e um físico, e num centro
de design para o qual contratará dez
profissionais. Também já colocou em
prática um plano de revitalização
dos três parques industriais, um em
São Paulo e dois em Minas Gerais,
para garantir um aumento de 60% na
capacidade de produção. Para a executiva
do grupo, a inclusão de faixas de
menor renda no mercado automobilístico
brasileiro exigirá novas soluções
que aliem custo mais baixo, melhor
aproveitamento de espaços internos
compactos e design atrativo. Só na
unidade de Contagem, a MUELLER MINEIRA,
onde são produzidas peças plásticas
para montadoras como a FIAT, os investimentos
somarão R$ 40 milhões entre 2006 e
2009. O PLÁSTICOS MUELLER vem passando
por ampla reestruturação desde 2004.
Depois de seis anos consecutivos de
prejuízos, a modernização da gestão
garantiu um crescimento médio de 22%
ao ano para a empresa. Em 2004, o
faturamento foi de R$ 207 milhões.
No ano seguinte, R$ 260 milhões. Em
2006, o grupo fechou o balanço com
receita de R$ 290 milhões e lucro
líquido de R$ 15 milhões. Para 2007,
a meta é atingir
R$ 315 milhões.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
MOSAIC
REATIVA PLANTA EM MT
A
MOSAIC
FERTILIZANTES anunciou que vai reativar
em maio a planta misturadora de Sorriso
(MT), fechada em 2006 por conta da
crise da agricultura. Foram investidos
US$ 200 mil na aquisição de ensacadeiras.
A planta produzirá 30 mil toneladas
mensais.
Gazeta
Mercantil
FATURAMENTO
DA YARA SERÁ 50% MAIOR NO BRASIL
A
aquisição da FERTIBRAS e os ajustes
de preço dos fertilizantes impulsionaram
os negócios da norueguesa YARA no Brasil. A empresa, líder mundial em
fertilizantes, estima faturar em 2007
no País 50% mais que em 2006. Serão
US$ 900 milhões, o que representará
12% do realizado mundialmente pela
empresa, estimado em US$ 7,5 bilhões,
segundo o Presidente e CEO da YARA,
Thorleif Enger. "A aquisição
da FERTIBRAS, em julho de 2006, está
sendo decisiva para o crescimento
no Brasil. Fizemos também uma boa
integração da gestão da FERTIBRAS
e da ADUBOS TREVO", explica o
CEO.
Gazeta
Mercantil
Restaurantes,
Hotelaria & Turismo
MAGIA
DA DISNEY RENOVA A TIA AUGUSTA
A
primeira vez que Augusta Fortunato
colocou os pés na Disney World foi
em 1964 e se apaixonou pela terra
do Mickey. Durante dez anos, aprendeu
"na raça" o negócio do turismo.
Não foi à toa que a empresa estruturou
uma equipe de peso para outras excursões.
Hoje, a operadora transporta 10 mil
passageiros por ano ao exterior, 70%
com destino à Disney, e mantém 45
guias exclusivos. TIA
AUGUSTA virou um mito no setor
de turismo. Na agência, atende a pedidos
dos clientes que imaginam que TIA
AUGUSTA é apenas um nome fantasia,
e não uma executiva que dirige de
perto seu negócio. O comando da empresa
é dividido com o marido e com o único
filho, Filipe Fortunato. A intenção
é que a empresa continue familiar,
oferecendo o pacote mais elaborado
do mercado. Manter uma estrutura relativamente
pequena foi determinante para sobreviver
ao impacto no mercado após o 11 de
setembro, quando companhias tradicionais
como STELLA BARROS TURISMO e DIMENSÃO
foram à falência. Hoje o mercado está
aquecido. O segmento de viagens de
incentivo e premiações corporativas,
também impulsiona o resultado. O faturamento,
cuja cifra não é divulgada, aumentou
20% em 2006 e deve crescer 30% este
ano.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
NOVELIS
CRESCE 37% NO BRASIL EM 2006
Em
meio à venda de ativos e a discussão
sobre seu futuro novo proprietário,
a operação brasileira da NOVELIS
alcançou faturamento de US$ 863 milhões
no ano passado, um aumento de 37%
em comparação a 2005. O resultado
correspondeu a 8% da receita mundial
da empresa (de US$ 9,8 bilhões), que
em fevereiro foi comprada pelo grupo
indiano HINDALCO. A produção de laminados
de alumínio passou de 261 mil toneladas
em 2005 para 278 mil toneladas, no
ano passado. Globalmente, foram produzidas
2,9 milhões de toneladas de laminados.
A aquisição foi o mais recente capítulo
da curta e movimentada história da
NOVELIS, criada em 2005 a partir da cisão dos
negócios de laminados da antiga ALCAN.
A atual configuração da subsidiária
local agradou ao comando indiano.
A NOVELIS brasileira decidiu permanecer
com as reservas de bauxita, a produção
de alumínio primário e uma participação
de 50% na usina Risoleta Neves e outras
oito pequenas centrais hidrelétricas
(PCHs).
Valor
Econômico
Têxtil
& Couro
LOTTO
CHEGA AO BRASIL COM US$ 5 MILHÕES
A
marca italiana LOTTO, especializada
em artigos esportivos, chega ao Brasil
e tem como principal objetivo atingir
o público jovem. A empresa chega ao
País em parceria com a FILON
CONFECÇÕES LTDA, que ficará responsável
pela produção e a comercialização
dos produtos coma marca italiana em todo o País. O investimento inicial, em marketing,
para os três primeiros anos da operação
por aqui, é de US$ 5 milhões. Estão
nos planos da empresa o patrocínio
de jogadores e também de times de
futebol. Os produtos LOTTO estarão
disponíveis para venda em lojas especializadas
em
artigos esportivos. Além
dos patrocínios, a estratégia prevê
anúncios em revistas e comerciais
na TV paga e nos cinemas.
Gazeta
Mercantil
COTEMINAS
TRANSFERE PRODUÇÃO
Até
o final do primeiro semestre de 2007 a COTEMINAS, fabricante de produtos têxteis,
deverá concluir a transferência de
produção de sete fábricas norte-americanas
de sua controlada a SPRINGS GLOBAL
para o Brasil e a Argentina, segundo
o Presidente da companhia, Josué Gomes
da Silva. Outras duas unidades serão
transferidas para o México. O objetivo,
de acordo com Gomes da Silva, é aumentar
a capacidade das unidades já existentes
e reduzir custos fixos. O executivo
não informou quanto será investido
nas transferências. Segundo o empresário,
em 2006
a empresa investiu
em todas as fábricas cerca de R$ 150
milhões e registrou um lucro líquido
de R$ 47,6 milhões. A receita bruta
saltou de R$ 1,72 bilhões para R$
4,16 bilhões e a líquida subiu de
R$ 1,36 bilhões para R$ 3,57 bilhões.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
TAP
CRESCE NO BRASIL
O
número total de passageiros transportados
pela TAP no primeiro trimestre deste ano cresceu
12,4% em relação ao mesmo período
de 2006, passando de cerca de 1,3
milhões para mais de 1,49 milhões,
um aumento superior a 164 mil passageiros.
No Brasil, o volume de passageiros
nos dois primeiros meses do ano cresceu
16% em relação ao primeiro bimestre
do ano passado. O volume de carga
transportado pela companhia nos três
primeiros meses do ano também cresceu
apreciavelmente, registrando um aumento
de 9,4%.
Gazeta
Mercantil
IVECO
INICIA 2º TURNO
A
IVECO,
que fechou o primeiro trimestre com
7,2% em participação nos caminhões
pesados, 2,4 pontos percentuais acima
do mesmo período do ano passado, decidiu
adotar o segundo turno na fábrica
de Sete Lagoas (MG). A montadora quer
elevar a participação no mercado brasileiro
até 2010, chegando a 10% da fatia.
Hoje, detém cerca de 4%.
Gazeta
Mercantil