Sexta-feira, 13/04/2007
Ano VI – edição 265

Agrobusiness

Bertin diversifica ainda mais e investe em álcool no MS

Segundo maior frigorífico de carne bovina do país, o BERTIN também se rendeu ao setor sucroalcooleiro. O grupo vai investir R$ 330 milhões na construção de uma usina de álcool na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul. A unidade deverá entrar em operação na safra 2009/10, com uma moagem inicial de 2,3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano, afirmou o Diretor-Financeiro do grupo BERTIN, Douglas de Oliveira. Esse novo negócio reforça a posição do grupo BERTIN no segmento de energia. Também neste ano, o frigorífico dará início às operações de sua planta de biodiesel, a partir de maio. Além de biodiesel, o grupo tem uma pequena central hidrelétrica (PCH) em operação, outras duas em construção e três unidades que aguardam aprovação do Ibama. O grupo faturou R$ 4,5 bilhões em 2006 e prevê uma receita de R$ 6 bilhões este ano. O BERTIN atua em alimentos, produtos de higiene, cosméticos, couro, "dog toy," equipamentos de proteção individual, energia, saneamento básico, construção civil e transportes.

Valor Econômico

 

Friboi investe em fábrica e parceria

A JBS S/A, que controla o FRIBOI, acelera o seu plano de expansão com novas operações fechadas no início deste ano. Após adquirir 100% das ações da americana SB HOLDINGS, que atua na distribuição de industrializados de carne bovina, por US$ 11,9 milhões, a JBS comprou, por meio da SWIFT, sua subsidiária argentina, uma planta de abate de gado em Berazategui, Buenos Aires, que tem capacidade de abate de 1.000 cabeças de gado/dia. Além da nova planta na Argentina, a JBS está reforçando os investimentos no segmento de "beef jerky", aperitivo de carne bovina defumada. A JBS fechou contrato com o industrial americano Jay Earl Link, para formar uma joint venture para produzir, comercializar e distribuir o aperitivo. Segundo a empresa, o investimento de US$ 10 milhões na joint venture será através da unidade industrial de produção de "beef jerky", localizada em Santo Antônio da Posse (SP), em fase final de construção. Também contribuirá com duas plantas de "beef jerky" nos EUA.

Valor Econômico

 

AURORA TRANSFERE PRODUÇÃO PARA O RS

A COOPERCENTRAL AURORA, situada em Chapecó (SC), está investindo na ampliação de unidades de processamento de suínos no Rio Grande do Sul para escoar a produção para países como a Rússia, principal importador do produto brasileiro, que mantém embargo às carnes suínas de Santa Catarina. A empresa acaba de investir R$ 5 milhões de recursos próprios na ampliação da unidade de Sarandi (RS). Nos próximos três meses pretende investir mais R$ 2 milhões no aperfeiçoamento do sistema de tratamento de efluentes e outras melhorias.

Gazeta Mercantil

 

Alimentos

Reestruturada, Cory volta a fabricar ovos de Páscoa

A Indústria de PRODUTOS ALIMENTÍCIOS CORY, fabricante dos biscoitos Hipopó e das tradicionais balas IceKiss e Chita, voltou a produzir ovos de Páscoa, depois de uma interrupção de dois anos. O retorno aos ovos de Páscoa é gradual. A empresa está produzindo 10% da capacidade, de 4 milhões de ovos. "A produção de ovos de Páscoa exige investimento pesado. Por isso decidimos recomeçar devagar" disse o Presidente e controlador da empresa, Nelson do Nascimento Castro. A CORY investiu R$ 1,5 milhão na produção dos ovos de Páscoa. A empresa, que possui fábricas em Ribeirão Preto e Arceburgo (MG), registrou em 2006 receita bruta de R$ 80 milhões e espera faturar neste ano R$ 100 milhões.

Gazeta Mercantil

 

ARCOR DISPUTARÁ MERCADOS DE BISCOITO E CHOCOLATE NO NORDESTE E NORTE

A palavra ARCOR é reconhecida por uma pronúncia diferente no Nordeste do Brasil: "Arcór". Sergio Asís, Diretor-Geral da filial brasileira, aposta que o som aberto da segunda vogal logo vai desaparecer na região, em especial em Recife (PE), onde começou a funcionar uma fábrica de guloseimas no início do ano e está sendo construído um centro de distribuição. Juntos, os empreendimentos receberam R$ 58 milhões e estão gerando 400 empregos diretos. O que a ARCOR deseja mesmo é que o norte e nordeste continuem a responder pelo maior crescimento regional em vendas da companhia, que teve um quarto do seu faturamento de R$ 815 milhões em 2006 proveniente do Norte e Nordeste. A nova fábrica e o centro de distribuição terão a missão de fazer com que a representatividade do consumo das duas regiões salte dos atuais 25% para um terço da receita da empresa no País dentro de três anos. A julgar pelo desempenho do Norte e Nordeste em 2006, a meta não será tão difícil de atingir. Atualmente, a empresa tem cinco fábricas no País: as de biscoitos em Campinas (SP) e Contagem (MG), a de chocolates em Bragança Paulista (SP), e duas de guloseimas em Rio das Pedras (SP) e a nova em Recife. Em nível mundial, a empresa faturou US$ 1,6 bilhão no ano passado e exportou para mais de 120 países.

Valor Econômico

 

Autopeças

BRASILEIRA SABÓ EXPANDE PRODUÇÃO NO EXTERIOR

A SABÓ não é apenas uma das poucas empresas do setor de autopeças de capital totalmente nacional que sobreviveram à invasão das multinacionais. Ela adotou o caminho inverso e não pára de crescer no exterior. A companhia se prepara para inaugurar uma fábrica nos Estados Unidos, em julho; vai dobrar o tamanho da unidade da Argentina; e ainda pretende elevar em 33% a capacidade de produção da linha da Áustria. É, aliás, esse perfil de multinacional que a livra agora do sufoco que muitas empresas do setor estão enfrentando para atender ao crescimento da produção de veículos no Brasil. Ao elevar a capacidade de produção na Argentina poderá atender ao crescimento não apenas do mercado argentino como dos pedidos de reposição de outros países da região, como a Venezuela. Com uma fábrica na Carolina do Norte, a SABÓ, fabricante de juntas e retentores, terá condições de atender os próximos pedidos das montadoras dos Estados Unidos com uma produção local. Serão investidos US$ 6 milhões na fábrica de Buenos Aires, que deverá ter a receita anual elevada dos US$ 13 milhões do ano passado para US$ 20 milhões em 2012, segundo previsão do Diretor Geral da SABÓ na América do Sul, Luis Gonzalo. Com uma média de crescimento de receita de 10% ao ano, a SABÓ faturou US$ 276 milhões em 2006 e deve chegar a US$ 330 este ano.

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

OGILVY DEVERÁ ANUNCIAR TRÊS NOVAS COMPRAS AINDA EM 2007

A OGILVY BRASIL acaba de anunciar um novo negócio, que marca a sua entrada na comunicação do mercado imobiliário. Associou-se à agência F.A.V PROPAGANDA, uma especialista neste setor, com cerca de 10 anos de mercado, e que agora passa a se chamar OGILVYFAV MARKETING IMOBILIÁRIO. O modelo de negócio, por enquanto, não inclui aquisição. Mas o grupo, que está entre os cinco maiores da OGILVY no mundo, quer mais. De acordo com o Chairman do board e Presidente da OGILVY BRASIL, Sérgio Amado, mais três negócios deverão ser anunciados ainda neste ano, fora da propaganda convencional. O Presidente da OGILVY ONE não detalha as futuras compras, apenas afirma que hoje as opções de aquisição na área de advertising não são interessantes para a empresa. Os negócios, que já tiveram 98% do volume apoiado na OGILVY & MATHER, cresceram também para outras áreas da comunicação. Mas as outras áreas aumentaram muito", afirma Sérgio Amado, que cresce quase 20% ao ano, em receita, e hoje trabalha com 57 marcas.

Gazeta Mercantil

 

Eletroeletrônicos

Polaroid vai produzir eletroeletrônicos no Brasil

A marca POLAROID, que ficou famosa pelas fotos instantâneas, deseja agora ser reconhecida por uma linha mais ampla de produtos. A partir de 2008, a empresa inicia no Brasil a produção de monitores de LCD, TVs de plasma, DVDs portáteis e câmeras digitais, categorias já vendidas nos Estados Unidos, sede da companhia, e também no México. A produção local, afirma Armando Cordeiro, responsável pela POLAROID no país, deve ser terceirizada com um fabricante da Zona Franca de Manaus, ainda não escolhido. Hoje todos os produtos da marca vendidos no Brasil são importados. Os objetivos do novo negócio são ambiciosos. "Não entraríamos no mercado brasileiro para ter menos de 10% de participação", diz o executivo, acrescentando que nos EUA a POLAROID é a marca mais vendida em DVD portátil. A receita da companhia no mundo está estimada em US$ 700 milhões.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

Natura deve crescer fora do Brasil

A NATURA deve iniciar operações na Colômbia nos próximos meses. O Diretor-Presidente da empresa, Alessandro Carlucci, já confirmou a intenção da fabricante de entrar também nos Estados Unidos e na Rússia, o que pode acontecer até 2008. Com o aumento da demanda internacional pelos produtos, de acordo com o executivo, fará mais sentido ainda produzir no exterior. As vendas externas da NATURA representam atualmente 4% do faturamento total, que foi de R$ 3,9 bilhões no ano passado. Os planos de expansão da NATURA visam exportar muito mais que seus produtos. Seja onde ela for, quer levar seus valores e crenças e, principalmente, evidenciar a cultura brasileira e suas riquezas.

Valor Econômico

 

EMS faz reinvenção da marca para consolidar sua liderança em vendas

Com mais de 40 anos no mercado, o laboratório farmacêutico EMS se reinventou. O projeto de reestruturação da marca foi motivado pelo crescimento que a companhia obteve nos últimos cinco anos. Em 2006, alcançou a liderança nacional em vendas unitárias, com um total de 115,6 milhões de unidades, e a segunda colocação em faturamento, atingindo R$ 1,3 bilhão. Para se ter uma idéia do que esses valores representam, em 2001, a empresa ocupava a 13ª posição do mercado, de acordo com o IMS Health. "Com o crescimento percebemos que era o momento de modernizar e alinhar a nossa marca e a comunicação com os nossos diferentes públicos", afirma a Diretora de Relações Externas da EMS, Telma Salles. A renovação tem como principal objetivo unificar todas as marcas sob a imagem corporativa da empresa.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

LUPATECH AMPLIA PARTICIPAÇÃO NO MERCADO DE ÓLEO E GÁS

Um novo passo foi dado pela LUPATECH, de Caxias do Sul (RS), na busca pelo posto de player mundial no fornecimento de válvulas industriais e especializada em atender o setor de petróleo e gás. Ela anunciou a aquisição do controle da fabricante de equipamentos PETROIMA, da Bahia, que já vinha operando com o nome de LUPATECH PETROÍMA EQUIPAMENTOS PARA PETRÓLEO em razão de negociações que já vinham acontecendo. O grupo também confirmou a compra de ativos da ZMACH TECNOLOGIA de equipamentos para usinagem fina. O investimento total foi de R$ 20 milhões. Os novos negócios vão agregar vendas líquidas para o primeiro ano de operação de aproximadamente R$ 26 milhões. Em 2006 o grupo obteve receita líquida de R$ 223,6 milhões, 29,1% acima dos R$ 173,2 milhões de 2005.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

EMPÓRIO PORTOBELLO VENDE DUAS VEZES MAIS QUE A LOJA TRADICIONAL

A franquia de revestimentos cerâmicos PORTOBELLO SHOP está diversificando seus formatos de loja para aumentar a capilaridade da rede no País. Depois de lançar, no ano passado, lojas compactas, a rede criou um novo modelo de negócios, o EMPÓRIO PORTOBELLO, para se aproximar mais do consumidor final. "A marca é muito direcionada ao público A e B. Queremos ampliar nossa participação dentro desse alvo", diz o Diretor da PORTOBELLO SHOP, Juarez Leão. Com a diversificação, a rede pretende elevar, até o final de 2008, o número de lojas, de 93 para 200. A estratégia comercial da empresa prevê abertura do Empório somente em cidades onde não há outros formatos. A expectativa é inaugurar pelo menos cinco unidades até o final do ano, em Rio Branco (AC), Macapá (AP), Cuiabá (MT), Teresina (PI) e Boa Vista (RR), e algumas do interior de São Paulo.

Gazeta Mercantil

 

DICICO AMPLIA CD

A varejista de materiais de construção DICICO está investindo R$ 10 milhões em logística. Inaugurou um novo centro de distribuição em Guarulhos, onde serão armazenados produtos de auto-serviço, como tintas, assentos sanitários e metais, e ampliou também seu CD de show-room, que abriga produtos comprados em grande quantidade e que precisam ser transportados até a casa do cliente. Hoje com 19 lojas, a rede pretende chegar a 24ª unidade até o fim do ano.

Gazeta Mercantil

 

Papel & Celulose

Melhoramentos foca em papel de maior valor e reverte perdas

A COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULO saiu do prejuízo em 2006 ampliando em 20% sua produção de papéis do tipo "tissue", de maior valor agregado. A empresa, que produz o tissue de consumo (papel higiênico e similares), investiu R$ 13,6 milhões somente na área tissue de maior valor agregado, ou institucional (papel toalha), e apresentou lucro de R$ 1 milhão no ano. A virada de resultado foi relevante já que 2006 foi um ano de mercado doméstico desaquecido. "Estamos também colhendo o resultado de quatro anos de racionalização de processos para reduzir custos. Nossa estratégia foi, e será em 2007, de ampliar a participação de produtos de maior valor no portfólio", disse o Diretor-Superintendente da MELHORAMENTOS, Sérgio Sesiki. Segundo informou a companhia, foram conquistados centenas de novos clientes para este tipo de papel durante o ano passado. A companhia investiu R$ 29 milhões no ano passado e prevê superar a cifra este ano. A receita líquida da MELHORAMENTOS, grupo com negócios nas áreas de livrarias, editoras e florestas, além de papel, alcançou R$ 420,8 milhões em 2006, alta de 8% ante o ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

KLABIN REAJUSTA PREÇOS E PROJETA CRESCIMENTO PARA O ANO

A KLABIN, uma das principais fabricantes brasileiras de papéis e celulose, conseguiu repassar no último mês de março reajustes de preços de até € 40 por tonelada no papel do tipo Kraftliner, utilizado, por exemplo, na produção de embalagens de papelão ondulado. Segundo o Diretor-Geral da KLABIN, Miguel Sampol, não estão previstos novos aumentos para este ano. A KLABIN aguardava um reajuste nos mercados dos Estados Unidos e da Europa para elevar seus preços. A KLABIN registrou em 2006 um lucro líquido de R$ 474 milhões, 53% a mais em comparação com 2005.

Gazeta Mercantil

 

Plástico & Vidro

SEKURIT ANTECIPA PLANO PARA ATENDER DEMANDA

A SEKURIT, divisão brasileira de vidros automotivos, pertencente ao grupo francês SAINT-GOBAIN, vai antecipar os investimentos na fábrica de Mauá, no ABC Paulista, para atender a grande demanda da indústria automobilística. "A instalação de dois novos fornos para a produção de limpadores de pára-brisa e vidros laterais que estava programada para 2009 será feita em 2008", disse Renato Hohlzeim, Diretor-Geral da SAINT-GOBAIN SEKURIT DO BRASIL. Os novos fornos que serão trazidos da SAINT-GOBAIN da Europa vão entrar em operação no segundo semestre de 2008 para produzir vidros para pára-brisa. E, com isso, a subsidiária brasileira, que está trabalhando a plena capacidade em três turnos, vai contratar mais 50 pessoas. Hoje trabalham nesta unidade 1.300 funcionários. "Em 2007 vamos trabalhar apertado para garantir o abastecimento das montadoras, pois não esperávamos uma reação tão forte do setor automotivo. Trabalhávamos com a expectativa de 5% de crescimento, mas estávamos vendo uma expansão de 10% na produção de veículos", disse Hohlzeim.

Gazeta Mercantil

 

MUELLER INVESTE EM EXPANSÃO E DESIGN PARA ATENDER CLIENTE

O grupo paulista PLÁSTICOS MUELLER já está de olho no mercado de automóveis "low cost", uma tendência que deverá desembarcar no país a partir de 2010. "Quem tiver mais ousadia vai sair na frente", aposta a Diretora Executiva, Esther Faingold. A empresa acaba de investir num centro tecnológico para pesquisar novos materiais, onde trabalham três engenheiros e um físico, e num centro de design para o qual contratará dez profissionais. Também já colocou em prática um plano de revitalização dos três parques industriais, um em São Paulo e dois em Minas Gerais, para garantir um aumento de 60% na capacidade de produção. Para a executiva do grupo, a inclusão de faixas de menor renda no mercado automobilístico brasileiro exigirá novas soluções que aliem custo mais baixo, melhor aproveitamento de espaços internos compactos e design atrativo. Só na unidade de Contagem, a MUELLER MINEIRA, onde são produzidas peças plásticas para montadoras como a FIAT, os investimentos somarão R$ 40 milhões entre 2006 e 2009. O PLÁSTICOS MUELLER vem passando por ampla reestruturação desde 2004. Depois de seis anos consecutivos de prejuízos, a modernização da gestão garantiu um crescimento médio de 22% ao ano para a empresa. Em 2004, o faturamento foi de R$ 207 milhões. No ano seguinte, R$ 260 milhões. Em 2006, o grupo fechou o balanço com receita de R$ 290 milhões e lucro líquido de R$ 15 milhões. Para 2007, a meta é atingir R$ 315 milhões.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

MOSAIC REATIVA PLANTA EM MT

A MOSAIC FERTILIZANTES anunciou que vai reativar em maio a planta misturadora de Sorriso (MT), fechada em 2006 por conta da crise da agricultura. Foram investidos US$ 200 mil na aquisição de ensacadeiras. A planta produzirá 30 mil toneladas mensais.

Gazeta Mercantil

 

FATURAMENTO DA YARA SERÁ 50% MAIOR NO BRASIL

A aquisição da FERTIBRAS e os ajustes de preço dos fertilizantes impulsionaram os negócios da norueguesa YARA no Brasil. A empresa, líder mundial em fertilizantes, estima faturar em 2007 no País 50% mais que em 2006. Serão US$ 900 milhões, o que representará 12% do realizado mundialmente pela empresa, estimado em US$ 7,5 bilhões, segundo o Presidente e CEO da YARA, Thorleif Enger. "A aquisição da FERTIBRAS, em julho de 2006, está sendo decisiva para o crescimento no Brasil. Fizemos também uma boa integração da gestão da FERTIBRAS e da ADUBOS TREVO", explica o CEO.

Gazeta Mercantil

 

Restaurantes, Hotelaria & Turismo

MAGIA DA DISNEY RENOVA A TIA AUGUSTA

A primeira vez que Augusta Fortunato colocou os pés na Disney World foi em 1964 e se apaixonou pela terra do Mickey. Durante dez anos, aprendeu "na raça" o negócio do turismo. Não foi à toa que a empresa estruturou uma equipe de peso para outras excursões. Hoje, a operadora transporta 10 mil passageiros por ano ao exterior, 70% com destino à Disney, e mantém 45 guias exclusivos. TIA AUGUSTA virou um mito no setor de turismo. Na agência, atende a pedidos dos clientes que imaginam que TIA AUGUSTA é apenas um nome fantasia, e não uma executiva que dirige de perto seu negócio. O comando da empresa é dividido com o marido e com o único filho, Filipe Fortunato. A intenção é que a empresa continue familiar, oferecendo o pacote mais elaborado do mercado. Manter uma estrutura relativamente pequena foi determinante para sobreviver ao impacto no mercado após o 11 de setembro, quando companhias tradicionais como STELLA BARROS TURISMO e DIMENSÃO foram à falência. Hoje o mercado está aquecido. O segmento de viagens de incentivo e premiações corporativas, também impulsiona o resultado. O faturamento, cuja cifra não é divulgada, aumentou 20% em 2006 e deve crescer 30% este ano.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

NOVELIS CRESCE 37% NO BRASIL EM 2006

Em meio à venda de ativos e a discussão sobre seu futuro novo proprietário, a operação brasileira da NOVELIS alcançou faturamento de US$ 863 milhões no ano passado, um aumento de 37% em comparação a 2005. O resultado correspondeu a 8% da receita mundial da empresa (de US$ 9,8 bilhões), que em fevereiro foi comprada pelo grupo indiano HINDALCO. A produção de laminados de alumínio passou de 261 mil toneladas em 2005 para 278 mil toneladas, no ano passado. Globalmente, foram produzidas 2,9 milhões de toneladas de laminados. A aquisição foi o mais recente capítulo da curta e movimentada história da NOVELIS, criada em 2005 a partir da cisão dos negócios de laminados da antiga ALCAN. A atual configuração da subsidiária local agradou ao comando indiano. A NOVELIS brasileira decidiu permanecer com as reservas de bauxita, a produção de alumínio primário e uma participação de 50% na usina Risoleta Neves e outras oito pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).

Valor Econômico

 

Têxtil & Couro

LOTTO CHEGA AO BRASIL COM US$ 5 MILHÕES

A marca italiana LOTTO, especializada em artigos esportivos, chega ao Brasil e tem como principal objetivo atingir o público jovem. A empresa chega ao País em parceria com a FILON CONFECÇÕES LTDA, que ficará responsável pela produção e a comercialização dos produtos coma marca italiana em todo o País. O investimento inicial, em marketing, para os três primeiros anos da operação por aqui, é de US$ 5 milhões. Estão nos planos da empresa o patrocínio de jogadores e também de times de futebol. Os produtos LOTTO estarão disponíveis para venda em lojas especializadas em artigos esportivos. Além dos patrocínios, a estratégia prevê anúncios em revistas e comerciais na TV paga e nos cinemas.

Gazeta Mercantil

 

COTEMINAS TRANSFERE PRODUÇÃO

Até o final do primeiro semestre de 2007 a COTEMINAS, fabricante de produtos têxteis, deverá concluir a transferência de produção de sete fábricas norte-americanas de sua controlada a SPRINGS GLOBAL para o Brasil e a Argentina, segundo o Presidente da companhia, Josué Gomes da Silva. Outras duas unidades serão transferidas para o México. O objetivo, de acordo com Gomes da Silva, é aumentar a capacidade das unidades já existentes e reduzir custos fixos. O executivo não informou quanto será investido nas transferências. Segundo o empresário, em 2006 a empresa investiu em todas as fábricas cerca de R$ 150 milhões e registrou um lucro líquido de R$ 47,6 milhões. A receita bruta saltou de R$ 1,72 bilhões para R$ 4,16 bilhões e a líquida subiu de R$ 1,36 bilhões para R$ 3,57 bilhões.

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

TAP CRESCE NO BRASIL

O número total de passageiros transportados pela TAP no primeiro trimestre deste ano cresceu 12,4% em relação ao mesmo período de 2006, passando de cerca de 1,3 milhões para mais de 1,49 milhões, um aumento superior a 164 mil passageiros. No Brasil, o volume de passageiros nos dois primeiros meses do ano cresceu 16% em relação ao primeiro bimestre do ano passado. O volume de carga transportado pela companhia nos três primeiros meses do ano também cresceu apreciavelmente, registrando um aumento de 9,4%. 

Gazeta Mercantil

 

IVECO INICIA 2º TURNO

A IVECO, que fechou o primeiro trimestre com 7,2% em participação nos caminhões pesados, 2,4 pontos percentuais acima do mesmo período do ano passado, decidiu adotar o segundo turno na fábrica de Sete Lagoas (MG). A montadora quer elevar a participação no mercado brasileiro até 2010, chegando a 10% da fatia. Hoje, detém cerca de 4%.

Gazeta Mercantil

 

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