Sexta-feira, 27/04/2007
Ano VII – edição 267

Agrobusiness

Santa Clara, do RS, prepara expansão

Com 95 anos de atividades completados no dia dez deste mês, a COOPERATIVA SANTA CLARA pretende estender a venda de carne e embutidos suínos para outros Estados a partir de 2008, como resultado de um programa de investimentos de R$ 8 milhões em expansão e modernização do frigorífico em Carlos Barbosa (RS). A idéia é chegar a mercados como São Paulo, Rio, Paraná e Santa Catarina, que já consomem os laticínios da marca, disse o Diretor Administrativo e Financeiro, Alexandre Guerra. Até o fim do ano a cooperativa aumentará a capacidade de abate do frigorífico de 5 mil para 6 mil animais por mês e se credenciará à inspeção federal do Ministério da Agricultura. A cooperativa, que prevê faturar R$ 300 milhões em 2007, 10% a mais do que em 2006, também ampliará a capacidade de processamento de leite de 500 mil para 600 mil litros por dia.

Valor Econômico

 

Autopeças

CANADENSE MAGNA PLANEJA MONTAR MODELO POPULAR EM JUIZ DE FORA

A fabricante de autopeças canadense MAGNA, um dos quatro concorrentes à compra da CHRYSLER, tem um plano de expansão da atividade da montadora americana que inclui o Brasil. Se vencer a concorrência, a empresa tem interesse em adquirir a fábrica da MERCEDES-BENZ em Juiz de Fora (MG), segundo o Presidente mundial da MAGNA, Mark Hogan. E ali produzir um carro popular. O plano de fabricar um automóvel popular da marca CHRYSLER no Brasil pode soar estranho. Modelos de baixo custo não fazem parte do portfólio da marca americana. Mas, sob novo comando, as coisas podem mudar. Com a CHRYSLER, a MAGNA quer referendar a sua intenção de se tornar um fabricante de veículos.

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

TBWABR EM CRESCIMENTO

A TBWABR informa estar num bom momento. De acordo com o sócio e CEO da operação Brasil, Luis Grottera, a expectativa é crescer 35% durante este ano. De acordo com o publicitário, este salto nos negócios vem resultando na necessidade de contratações.

Gazeta Mercantil

 

IBOPE CRIA NOVA EMPRESA

O GRUPO IBOPE anuncia a fusão de quatro de suas empresas em uma. As áreas que a partir de agora atuam de forma integrada são: IBOPE INTELIGÊNCIA, IBOPE OPINIÃO, IBOPE SOLUTION e MQI (MARKETING QUALITY INFORMATION). O comando da nova companhia é de Nelsom Marangoni. Serão investidos cerca de US$ 1 milhão em 2007 neste empreendimento e até o final do ano deverá ser inaugurada uma filial no México.

Gazeta Mercantil

 

GRUPO ESTADO AUMENTA LUCRO

O GRUPO ESTADO, que edita os jornais "O Estado de S.Paulo", e "Jornal da Tarde" encerrou 2006 com lucro líquido de R$ 36,6 milhões, resultado 292,18% superior ao lucro líquido de 2005, que foi de R$ 9,3 milhões. O grupo de comunicação, que entre outros produtos tem agência de notícias, rádio e participação na empresa S.PAULO DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA, registrou receita operacional líquida de R$ 502,9 milhões em 2006. No ano anterior a receita registrada foi de 483,3 milhões.

Valor Econômico

 

BOAS VENDAS LEVAM A NET A AMPLIAR LUCRO NO TRIMESTRE

A NET fechou o primeiro trimestre com lucro de R$ 25 milhões, um salto de 250% em relação ao ganho de R$ 7,2 milhões do mesmo período do ano passado. A receita líquida foi de R$ 561 milhões, 28% superior à do mesmo período de 2006. Tal crescimento só foi possível graças à boa performance das vendas, afirmaram o Presidente Francisco Valim e o Diretor Financeiro, João Elek. De janeiro a março deste ano, a Net conectou 257,1 mil domicílios contra 31 mil do período correspondente do ano passado, registrando aumento significativo de 729%. A base de clientes de TV por assinatura cresceu 18%, de 1,599 milhão em março do ano passado para 1,887 milhão este ano.

Gazeta Mercantil

 

GANHO DA RBS CRESCE 83%

A RBS, principal grupo de mídia do Sul do país, apurou lucro líquido recorde de R$ 142 milhões em 2006, com alta de 83% sobre 2005. O resultado inclui as emissoras de rádio e televisão filiadas à REDE GLOBO e controladas pela holding RBS COMUNICAÇÕES e os oito jornais no Rio Grande do Sul e Santa Catarina consolidados na ZERO HORA editora Jornalística, além de outras operações, como duas TVs comunitárias, dois portais na Internet, uma editora e uma gravadora.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

MANTECORP GANHA ESPAÇO NA BIOTECNOLOGIA

A MANTECORP deu dois passos estratégicos atrás de sua meta de dobrar o faturamento em cinco anos. O laboratório de capital nacional controlado pela família Mantegazza firmou uma aliança com a americana AMGEN, uma das maiores farmacêuticas de biotecnologia, e também fechou a compra da marca brasileira NEWCARE, de produtos cosméticos. Os dois acordos fazem parte do pacote de investimentos de R$ 130 milhões previstos pela companhia para os próximos dois anos. Em 2006, o faturamento do laboratório foi de R$ 712 milhões. A decisão da MANTECORP de comprar a marca NEWCARE indica a intenção da empresa de aprofundar sua atuação no setor de cosméticos.

Valor Econômico

 

PFIZER ESPERA VENDAS GLOBAIS DE US$ 1 BILHÃO

A PFIZER, maior farmacêutica do mundo, lançou oficialmente no País sua insulina humana inalável Exubera, indicada para o controle do diabetes. O produto, o primeiro do mundo em pó inalável e já aprovado pelas autoridades reguladoras da Europa, Estados Unidos e Brasil, deverá chegar às farmácias locais em meados do próximo mês. São altas as expectativas da companhia norte-americana para a insulina, na qual investiu mais de US$ 1 bilhão em cerca de 15 anos de pesquisas e desenvolvimento: ela espera ter em mãos mais um "blockbuster", isto é, que as receitas globais atinjam mais de US$ 1 bilhão por ano. No Brasil, as estimativas também são mantidas em sigilo, mas analistas acreditam que Exubera poderá movimentar em torno de US$ 5 milhões no primeiro ano de mercado, contribuindo para a expansão da subsidiária, que faturou US$ 433,5 milhões no varejo brasileiro em 2006, um crescimento de 12% em relação a 2005, conforme informou o Diretor de Marketing do LABORATÓRIOS PFIZER, Mariano Garcia-Valiño.

Gazeta Mercantil

 

NOVARTIS CRESCE NO BRASIL

A NOVARTIS, terceira maior farmacêutica da Europa, anunciou que o lucro líquido do primeiro trimestre deste ano cresceu 11%, para US$ 2,17 bilhões, ante os resultados corrigidos de US$ 1,95 bilhão de igual período anterior. As vendas globais subiram 18%, para US$ 9,8 bilhões. A companhia informou que cresceu em todas as áreas de atuação, com destaque para a de genéricos. No Brasil, as vendas cresceram 21% na comparação dos períodos.

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

BB CRIA FINANCEIRA FSV

O BANCO DO BRASIL e o GRUPO MAIA acabam lançaram a financeira FSV, empresa que amplia a rede de negócios do grupo, cuja sede é em João Pessoa, tendo como principal negócio a Rede de LOJAS MAIA. A empresa atuará na distribuição de produtos e serviços bancários do BC, ficando habilitada para conceder Crédito Direto ao Consumidor (CDC).

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

Lucro da Romi cresce 75% no primeiro trimestre

A INDÚSTRIAS ROMI, fabricante de máquinas-ferramentas, encerrou o primeiro trimestre de 2007 com lucro líquido de R$ 18,1 milhões, um crescimento de 75% sobre os R$ 10,3 milhões registrados em igual período de 2006. De janeiro a março, a receita líquida da companhia avançou 21%, somando R$ 125 milhões. No trimestre, as exportações somaram US$ 11,3 milhões, com aumento de 130% em relação ao valor registrado em igual período de 2006. As vendas da Unidade de Negócios de Máquinas-Ferramentas somaram 521 unidades, contra 359 unidades no mesmo período de 2006, representando um aumento de 45,1%. A receita operacional líquida foi de R$ 83,7 milhões, com aumento de 23,5% no comparativo anual, reflexo do maior volume comercializado e de alterações no mix dos produtos vendidos.

Valor Econômico

 

Mineração

ANGLO AMERICAN ENTRA FIRME NO PAÍS

A ANGLO AMERICAN, uma das gigantes da mineração no mundo, deu um importante passo para se tornar, no prazo de cinco anos, a quarta maior produtora de minério de ferro mundial ao adquirir 49% da MINAS-RIO, o maior projeto da MMX, companhia controlada pelo empresário Eike Batista. A aquisição vai custar US$ 1,15 bilhão para o grupo sul-africano, com sede em Londres. Desse valor, US$ 704 milhões irão direto para a conta de Batista, que detinha 30% do empreendimento por meio da CENTENNIAL ASSET MINING FUND. US$ 446 milhões serão injetados via subscrição de ações da empresa, que desenvolve um projeto integrado (mina-mineroduto-porto) nos dois estados, com investimento de R$ 2,35 bilhões. Para Eike Batista, a gigante ANGLO AMERICAN é um sócio ideal para fazer um projeto de tamanho mundial, como o da MMX, ficar em pé. "Se alguém tinha alguma dúvida sobre nosso negócio, isso afasta esta dúvida, pois a ANGLO é um sócio extraordinário", disse o executivo. 

Valor Econômico

 

Papel & Celulose

Tesa planeja construção de fábrica no Brasil

O Brasil está na mira de investimentos da alemã TESA, segunda maior fabricante mundial de fitas adesivas, atrás apenas da norte-americana 3M. A empresa, controlada pela gigante BEIERSDORF, dona da marca de cremes NIVEA, montou uma subsidiária no País em 2002, diz que conquistou 12% de participação nas vendas e agora quer triplicar sua presença de mercado, para 35%, em cinco anos. "O Brasil está nos planos da empresa para expandir suas operações na América do Sul", disse Antonio Marques Filho, Diretor Geral, que vem tentando convencer a matriz em Hamburgo a investir na construção de uma fábrica no País. Hoje a TESA importa fitas adesivas da Europa, Estados Unidos e Ásia. A decisão sobre a fábrica no Brasil deve sair no final deste ano. Líder na Europa, onde está presente há mais de 100 anos, a TESA demorou para colocar em prática seu planos de expansão no Brasil. Embora presente no País desde meados da década de 80, como parte da filial da BEIERSDORF no País, foi só a partir de 2002 que os projetos tomaram corpo, quando a TESA ganhou independência de gestão na companhia e reestruturou suas operações mundiais. Foi então criada a TESA BRASIL, com sede em Curitiba. A TESA BRASIL faturou R$ 30 milhões no ano passado, volume que deve crescer entre 25% e 30% em 2007. A meta é chegar a R$ 100 milhões em cinco anos.

Gazeta Mercantil

 

Lucro da VCP sobe 3% no trimestre

Em seu primeiro resultado trimestral sem a fábrica que foi seu maior ativo na fabricação de papéis, repassada há cerca de 30 dias para a INTERNATIONAL PAPER (IP), a VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL (VCP) conseguiu ampliar seu lucro administrando três frentes de trabalho para crescer como exportadora de celulose: a ampliação nas vendas de celulose para atender à demanda crescente no mundo, o uso de instrumentos de defesa cambial e o equilíbrio de contas dentro de um processo de desinvestimento em ativos de papel e crescimento na produção e exportação de celulose. A empresa também reviu os investimentos para este ano de R$ 550 milhões para R$ 785 milhões com o objetivo de ampliar sua base florestal. A VCP ampliou o lucro em 3% em relação a igual período de 2006, devido principalmente a uma receita extra de R$ 119 milhões resultantes de suas defesas cambiais.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

BAYER QUER CRESCER ACIMA DO MERCADO EM 2007

A BAYER CROPSCIENCE vê boas perspectivas para o mercado e trabalha para se manter em uma posição de destaque no ramo de defensivos agrícolas. A expectativa da empresa é crescer entre 3% e 5% este ano, proporcionando a retomada do ritmo das atividades depois de uma crise que afetou o agronegócio nos últimos dois anos. Em visita ao País para a convenção da companhia, o Presidente mundial da BAYER CROPSCIENCE, Friedrich Berschauer, destacou a importância do Brasil para a empresa. "O Brasil é um dos três mercados mundiais com importância estratégica para o nosso negócio global e temos intenção de expandir a nossa posição aqui", disse. "Se tem um país que vai crescer na agricultura, esse país é o Brasil. E o nosso objetivo é crescer mais no mercado que mais cresce", acrescenta o Diretor-Executivo de MARKETING da companhia, Gerhard Bohne.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

META DA LINCX É CRESCER 30% ESTE ANO

Com foco no mercado corporativo e em um público classe A, a LINCX SERVIÇOS DE SAÚDE pretende chegar ao final deste ano com faturamento de R$ 105 milhões e 25 mil usuários. Se alcançar esses resultados, terá crescido, respectivamente, 29,4% e 41,24% em relação ao ano passado. "O mercado de planos classe A ainda tem muito fôlego, principalmente com a melhora da condição financeira da classe média", diz o Diretor Superintendente da empresa, Silvio Corrêa da Fonseca.

Gazeta Mercantil

 

MAIS AMOR AOS PEDAÇOS

A rede de docerias AMOR AOS PEDAÇOS vai inaugurar seis novas lojas neste primeiro semestre. Serão cinco unidades na capital paulista e uma em Campinas. A meta é encerrar o ano com mais 10 lojas em funcionamento, além das 37 atuais nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A abertura das lojas deve representar um acréscimo de 30% na receita da rede.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

EXPORTAÇÕES GARANTEM VENDAS DA TAURUS

O salto nas exportações de armas no primeiro trimestre puxou para cima o desempenho da FORJAS TAURUS no período. A empresa instalada no Rio Grande do Sul apurou receita líquida consolidada de R$ 103,31 milhões, com um crescimento de 12,6% sobre o mesmo intervalo do ano passado, enquanto o lucro mais que dobrou, passando de R$ 3,98 milhões para R$ 9,17 milhões. O lucro da controladora, que fabrica e exporta pistolas, subiu de R$ 3,92 milhões para R$ 10,45 milhões.

Valor Econômico

 

Telecomunicações & Informática

ILOG É A SEGUNDA COMPRA DA DATASUL NA SEMANA

A DATASUL vai comprar os direitos de propriedade intelectual, marca e contratos com clientes da também catarinense ILOG, empresa especializada em software e produtos de e-learning. É a segunda aquisição divulgada esta semana pela DATASUL, uma das maiores companhias de software do Brasil. A DATASUL, que fechou 2006 com R$ 166 milhões em caixa, já demonstrou interesse também em fazer aquisições no México e de empresas especializadas no setor financeiro e com soluções complementares ao seu sistema. Uma das principais fornecedoras brasileiras de software para gestão corporativa (ERP), a catarinense DATASUL abriu seu capital no ano passado, e desde então já soma quatro empresas compradas.

Gazeta Mercantil

 

LENOVO TRAZ EMPREGOS A BRASIL, ÍNDIA E CHINA

A LENOVO, terceira maior fabricante mundial de computadores, informou que vai demitir 650 pessoas e transferir outros 750 postos de trabalho para China, Índia, Brasil e Eslováquia. A medida tem como objetivo adequar os custos da LENOVO aos de suas rivais maiores, as americanas HP e DELL. A fabricante chinesa, que entrou no cenário mundial de PC em 2005 ao adquirir a deficitária unidade de computadores pessoais da IBM por US$ 1,25 bilhão, espera ter encargos de reestruturação antes de impostos de US$ 50 milhões a US$ 60 milhões, a maior parte no primeiro trimestre. A LENOVO emprega atualmente cerca de 24,5 mil pessoas, incluindo 1,7 mil funcionários em Raleigh, na Carolina do Norte, onde está a sede executiva da empresa chinesa.

Gazeta Mercantil

 

VOTORANTIM FAZ FUSÃO ENTRE TIVIT E CALL CENTER TELEFUTURA

A VOTORANTIM NOVOS NEGÓCIOS (VNN), do grupo do mesmo nome, anunciou a fusão da TIVIT, voltada a serviços de TI e de processos de negócios, controlada 100% pela VNN, com a TELEFUTURA, de contact center, por sua vez controlada pela VNN, BANCO PÁTRIA e os fundadores. A meta da fusão não é fazer economia, tanto que serão contratados mais 3 mil funcionários. Unidas sob a marca TIVIT, o nome TELEFUTURA desaparecerá, as empresas ofertarão serviços integrados de TI, de contact center e de terceirização de processos (BPO) e deverão faturar R$ 700 milhões.

Gazeta Mercantil

 

GETRONICS CRESCE SEM DINHEIRO DA MATRIZ

Dois anos atrás, a operação brasileira da GETRONICS recebeu a missão de triplicar seus negócios no Brasil. O prazo terminaria em 2007, mas a companhia não recebeu os recursos previstos da matriz e teve de alterar seus planos. Em vez de três vezes, a receita por enquanto cresceu duas. Agora, a GETRONICS mudou de alvo e persegue o objetivo de liderar o aumento de 3% para 5% da participação da América Latina na receita da companhia de origem holandesa, que faturou 2,6 bilhões de euros no ano passado. "O plano de triplicar os negócios no Brasil previa algumas aquisições, mas, naquele momento, os recursos foram realocados para as operações nos Estados Unidos e em alguns países da Europa", diz Paulo Henrique Pichini, Presidente da GETRONICS no país e responsável também pelas operações na América Latina. "Ainda assim, a receita cresceu duas vezes de 2005 até agora." Segundo ele, o aumento no ano passado foi de 37% e o de 2007 deve chegar a 35%. O Brasil responde por cerca de metade dos negócios da GETRONICS na América Latina. "Queremos fazer a região superar os 5% no total de negócios da companhia rapidamente." A GETRONICS, concorrente de companhias como IBM, UNISYS e HP, chegou ao Brasil em 1999 por meio de uma aquisição.

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

IVECO CONTRATA PARA INICIAR 2º- TURNO EM SETE LAGOAS

O mercado aquecido de caminhões pesados no Brasil neste primeiro trimestre fez a IVECO LATIN AMERICA iniciar o segundo turno na fábrica de Sete Lagoas (MG) e contratar mais 100 colaboradores este mês. A montadora passará a contar com 956 empregados diretos, o maior número já registrado pela empresa desde que começou a operar em novembro de 2000. Este total inclui os trabalhadores da fábrica de motores, também instalada em Sete Lagoas.

Gazeta Mercantil

 

GOL AMPLIA PLANO DE FROTA E CHEGA MAIS PERTO DA TAM

Após comprar a nova VARIG (VRG) e surpreender o mercado de aviação, o grupo GOL ampliou seu plano de frota e terá, no fim de 2007, 102 aeronaves ao invés de 80, aumentando sua oferta de assentos em 80%. O número a colocará muito próxima da TAM, que pretende fechar este ano com 107 aviões. Já em 2008, a GOL passará a ser a maior companhia aérea brasileira, com 119 aeronaves, contra as 112 da TAM. Se o planejamento das empresas não for alterado, a GOL manterá a primeira posição pelo menos até 2010. Este ano, a incorporação da VARIG vai elevar a receita do grupo GOL em R$ 600 milhões, para um total de R$ 6,1 bilhões, segundo as projeções da companhia aérea.

Valor Econômico

 

JÚLIO SIMÕES PROJETA DOBRAR O FATURAMENTO PARA R$ 3 BILHÕES

O GRUPO JÚLIO SIMÕES prepara-se para dobrar o faturamento, de R$ 1,5 bilhão previstos em 2007 para R$ 3 bilhões em 2012. Com atividades de transportes e revendas de veículos, o grupo nos próximos 5 anos saltará de 8,5 mil funcionários para 15 mil. A materialização desse salto está sendo comandada por Fernando Simões, Vice-Presidente. Para dobrar o faturamento até 2012 (o que equivale a crescer 20% ao ano), o empresário não descarta incorporações. "É bom lembrar que nos últimos 12 anos nossa receita tem crescido em média 28% ao ano". O crescimento do grupo tem sido possível "porque nos aliamos a clientes de sucesso em áreas de expansão", diz, para citar dois setores: transporte de madeira e cadeia automotiva. Os números do grupo são grandiosos. Sua frota, de 1,2 mil caminhões, roda 17 milhões de km mensais, seus 800 ônibus movimentam 5,5 milhões de passageiros mensais. O consumo de diesel da frota, reunindo ônibus e caminhões, é de 6 milhões de litros de diesel por mês. Em 2006 o grupo faturou R$ 1,022 bilhão. Para 2007, de R$ 1,5 bilhão previsto, R$ 940 milhões virão de transporte e logística e o restante das revendas de carros de três bandeiras, VW, FORD e FIAT.

Gazeta Mercantil

 

VOLVO SE PREPARA PARA EXPORTAÇÃO RECORDE DE CABINES DE CAMINHÕES

A VOLVO DO BRASIL deve bater recorde de exportações de cabines de caminhões em 2007. As vendas externas, que somaram 920 cabines em 2006, devem alcançar a marca de 7 mil unidades em 2007, por conta do aumento das encomendas da Europa, Oriente Médio, África do Sul e Austrália. A crescimento da demanda levou a empresa a abrir o terceiro turno de produção na fábrica de cabines de Curitiba. Apesar do câmbio desfavorável, a VOLVO DO BRASIL está conseguindo ampliar vendas, beneficiada pelo aquecimento do mercado mundial de caminhões. O Brasil é um dos três centros globais de produção de cabines do grupo VOLVO, os outros dois estão localizados nos Estados Unidos, na cidade de Dublin (Virginia) e na Suécia, em Umea. "Dentro da estratégia global da companhia, o Brasil passou a atender a demanda excedente da fábrica na Suécia, que hoje trabalha no limite da capacidade", diz Regimar Antonio Michelin, Gerente da fábrica de cabines da montadora. Essa é a primeira vez que a filial brasileira registra um volume tão significativo de exportações de cabines. As exportações deverão responder por 41% da produção de cabines, estimadas em 17 mil unidades em 2007. No ano passado, a fábrica paranaense produziu 10 mil cabines. A unidade, que começou a funcionar em 1998, já recebeu, desde então, investimentos de US$ 80 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Varejo

CARREFOUR COMPRA ATACADÃO POR US$ 1,1 BILHÃO

A rede de varejo francesa CARREFOUR anunciou a aquisição do ATACADÃO por US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 2,25 bilhões). A compra altera substancialmente o ranking nacional de supermercados e recoloca o CARREFOUR na liderança, com um faturamento bruto combinado de R$ 17,9 bilhões em 2006. O PÃO DE AÇÚCAR, que liderava o ranking desde 2000, cai para segundo, com R$ 16,5 bilhões e o WAL-MART, em terceiro, com R$ 12,9 bilhões. A marca ATACADÃO será mantida pelo CARREFOUR e é possível que a rede francesa venha a estudar a mudança de alguns de seus hipermercados para o formato de auto-serviço do ATACADÃO, voltado para baixa renda e com baixo custo de operação. Hoje, o ATACADÃO tem 34 lojas (metade delas no Estado de São Paulo) e fatura R$ 5 bilhões. No ano passado, mesmo em meio ao processo de venda do controle, a rede abriu cinco novas lojas, sendo quatro delas no segundo semestre. Por causa dessas novas unidades, a expectativa é de que o faturamento bruto alcance entre R$ 5,5 bilhões e R$ 6 bilhões este ano.

Valor Econômico

 

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