Santa
Clara, do RS, prepara expansão
Com
95 anos de atividades completados
no dia dez deste mês, a COOPERATIVA
SANTA CLARA pretende estender
a venda de carne e embutidos suínos
para outros Estados a partir de
2008, como resultado de um programa
de investimentos de R$ 8 milhões
em expansão e modernização do
frigorífico em Carlos Barbosa
(RS). A idéia é chegar a mercados
como São Paulo, Rio, Paraná e
Santa Catarina, que já consomem
os laticínios da marca, disse
o Diretor Administrativo e Financeiro,
Alexandre Guerra. Até o fim do
ano a cooperativa aumentará a
capacidade de abate do frigorífico
de 5 mil para 6 mil animais por
mês e se credenciará à inspeção
federal do Ministério da Agricultura.
A cooperativa, que prevê faturar
R$ 300 milhões em 2007, 10% a
mais do que em 2006, também ampliará
a capacidade de processamento
de leite de 500 mil para 600 mil
litros por dia.
Valor
Econômico
Autopeças
CANADENSE
MAGNA PLANEJA MONTAR MODELO POPULAR
EM JUIZ DE FORA
A
fabricante de autopeças canadense
MAGNA, um dos quatro concorrentes à compra da
CHRYSLER, tem um plano de expansão
da atividade da montadora americana
que inclui o Brasil. Se vencer
a concorrência, a empresa tem
interesse em adquirir a fábrica
da MERCEDES-BENZ em Juiz de Fora
(MG), segundo o Presidente mundial
da MAGNA, Mark Hogan. E ali produzir
um carro popular. O plano de fabricar
um automóvel popular da marca
CHRYSLER no Brasil pode soar estranho.
Modelos de baixo custo não fazem
parte do portfólio da marca americana.
Mas, sob novo comando, as coisas
podem mudar. Com a CHRYSLER, a
MAGNA quer referendar a sua intenção
de se tornar um fabricante de
veículos.
Valor
Econômico
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
TBWABR
EM CRESCIMENTO
A
TBWABR
informa estar num bom momento.
De acordo com o sócio e CEO da
operação Brasil, Luis Grottera,
a expectativa é crescer 35% durante
este ano. De acordo com o publicitário,
este salto nos negócios vem resultando
na necessidade de contratações.
Gazeta
Mercantil
IBOPE
CRIA NOVA EMPRESA
O
GRUPO
IBOPE anuncia a fusão de quatro
de suas empresas em uma. As áreas
que a partir de agora atuam de
forma integrada são: IBOPE INTELIGÊNCIA,
IBOPE OPINIÃO, IBOPE SOLUTION
e MQI (MARKETING QUALITY INFORMATION).
O comando da nova companhia é
de Nelsom Marangoni. Serão investidos
cerca de US$ 1 milhão em 2007
neste empreendimento e até o final
do ano deverá ser inaugurada uma
filial no México.
Gazeta
Mercantil
GRUPO
ESTADO AUMENTA LUCRO
O
GRUPO
ESTADO, que edita os jornais
"O Estado de S.Paulo",
e "Jornal da Tarde"
encerrou 2006 com lucro líquido
de R$ 36,6 milhões, resultado
292,18% superior ao lucro líquido
de 2005, que foi de R$ 9,3 milhões.
O grupo de comunicação, que entre
outros produtos tem agência de
notícias, rádio e participação
na empresa S.PAULO DISTRIBUIÇÃO
E LOGÍSTICA, registrou receita
operacional líquida de R$ 502,9
milhões em 2006. No ano anterior
a receita registrada foi de 483,3
milhões.
Valor
Econômico
BOAS
VENDAS LEVAM A NET A AMPLIAR LUCRO
NO TRIMESTRE
A
NET
fechou o primeiro trimestre com
lucro de R$ 25 milhões, um salto
de 250% em relação ao ganho de
R$ 7,2 milhões do mesmo período
do ano passado. A receita líquida
foi de R$ 561 milhões, 28% superior
à do mesmo período de 2006. Tal
crescimento só foi possível graças
à boa performance das vendas,
afirmaram o Presidente Francisco
Valim e o Diretor Financeiro,
João Elek. De janeiro a março
deste ano, a Net conectou 257,1
mil domicílios contra 31 mil do
período correspondente do ano
passado, registrando aumento significativo
de 729%. A base de clientes de
TV por assinatura cresceu 18%,
de 1,599 milhão em março do ano
passado para 1,887 milhão este
ano.
Gazeta
Mercantil
GANHO
DA RBS CRESCE 83%
A
RBS,
principal grupo de mídia do Sul
do país, apurou lucro líquido
recorde de R$ 142 milhões em 2006,
com alta de 83% sobre 2005. O
resultado inclui as emissoras
de rádio e televisão filiadas
à REDE GLOBO e controladas pela
holding RBS COMUNICAÇÕES e os
oito jornais no Rio Grande do
Sul e Santa Catarina consolidados
na ZERO HORA editora Jornalística,
além de outras operações, como
duas TVs comunitárias, dois portais
na Internet, uma editora e uma
gravadora.
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
MANTECORP
GANHA ESPAÇO NA BIOTECNOLOGIA
A
MANTECORP
deu dois passos estratégicos atrás
de sua meta de dobrar o faturamento
em cinco anos. O laboratório de
capital nacional controlado pela
família Mantegazza firmou uma
aliança com a americana AMGEN,
uma das maiores farmacêuticas
de biotecnologia, e também fechou
a compra da marca brasileira NEWCARE,
de produtos cosméticos. Os dois
acordos fazem parte do pacote
de investimentos de R$ 130 milhões
previstos pela companhia para
os próximos dois anos. Em 2006,
o faturamento do laboratório foi
de R$ 712 milhões. A decisão da
MANTECORP de comprar a marca NEWCARE
indica a intenção da empresa de
aprofundar sua atuação no setor
de cosméticos.
Valor
Econômico
PFIZER
ESPERA VENDAS GLOBAIS DE US$ 1
BILHÃO
A
PFIZER,
maior farmacêutica do mundo, lançou
oficialmente no País sua insulina
humana inalável Exubera, indicada
para o controle do diabetes. O
produto, o primeiro do mundo em
pó inalável e já aprovado pelas
autoridades reguladoras da Europa,
Estados Unidos e Brasil, deverá
chegar às farmácias locais em
meados do próximo mês. São altas
as expectativas da companhia norte-americana
para a insulina, na qual investiu
mais de US$ 1 bilhão em cerca
de 15 anos de pesquisas e desenvolvimento:
ela espera ter em mãos mais um
"blockbuster", isto
é, que as receitas globais atinjam
mais de US$ 1 bilhão por ano.
No Brasil, as estimativas também
são mantidas em sigilo, mas analistas
acreditam que Exubera poderá movimentar
em torno de US$ 5 milhões no primeiro
ano de mercado, contribuindo para
a expansão da subsidiária, que
faturou US$ 433,5 milhões no varejo
brasileiro em 2006, um crescimento
de 12% em relação a 2005, conforme
informou o Diretor de Marketing
do LABORATÓRIOS PFIZER, Mariano
Garcia-Valiño.
Gazeta
Mercantil
NOVARTIS
CRESCE NO BRASIL
A
NOVARTIS,
terceira maior farmacêutica da
Europa, anunciou que o lucro líquido
do primeiro trimestre deste ano
cresceu 11%, para US$ 2,17 bilhões,
ante os resultados corrigidos
de US$ 1,95 bilhão de igual período
anterior. As vendas globais subiram
18%, para US$ 9,8 bilhões. A companhia
informou que cresceu em todas
as áreas de atuação, com destaque
para a de genéricos. No Brasil,
as vendas cresceram 21% na comparação
dos períodos.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
BB
CRIA FINANCEIRA FSV
O
BANCO
DO BRASIL e o GRUPO
MAIA acabam lançaram a financeira
FSV, empresa que amplia a rede
de negócios do grupo, cuja sede
é em João Pessoa, tendo como principal
negócio a Rede de LOJAS MAIA.
A empresa atuará na distribuição
de produtos e serviços bancários
do BC, ficando habilitada para
conceder Crédito Direto ao Consumidor
(CDC).
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
Lucro
da Romi cresce 75% no primeiro
trimestre
A
INDÚSTRIAS
ROMI, fabricante de máquinas-ferramentas,
encerrou o primeiro trimestre
de 2007 com lucro líquido de R$
18,1 milhões, um crescimento de
75% sobre os R$ 10,3 milhões registrados
em igual período de 2006. De janeiro
a março, a receita líquida da
companhia avançou 21%, somando
R$ 125 milhões. No trimestre,
as exportações somaram US$ 11,3
milhões, com aumento de 130% em
relação ao valor registrado em
igual período de 2006. As vendas
da Unidade de Negócios de Máquinas-Ferramentas
somaram 521 unidades, contra 359
unidades no mesmo período de 2006,
representando um aumento de 45,1%.
A receita operacional líquida
foi de R$ 83,7 milhões, com aumento
de 23,5% no comparativo anual,
reflexo do maior volume comercializado
e de alterações no mix dos produtos
vendidos.
Valor
Econômico
Mineração
ANGLO
AMERICAN ENTRA FIRME NO PAÍS
A
ANGLO
AMERICAN, uma das gigantes
da mineração no mundo, deu um
importante passo para se tornar,
no prazo de cinco anos, a quarta
maior produtora de minério de
ferro mundial ao adquirir 49%
da MINAS-RIO, o maior projeto
da MMX,
companhia controlada pelo empresário
Eike Batista. A aquisição vai
custar US$ 1,15 bilhão para o
grupo sul-africano, com sede em
Londres. Desse valor, US$ 704
milhões irão direto para a conta
de Batista, que detinha 30% do
empreendimento por meio da CENTENNIAL
ASSET MINING FUND. US$ 446 milhões
serão injetados via subscrição
de ações da empresa, que desenvolve
um projeto integrado (mina-mineroduto-porto)
nos dois estados, com investimento
de R$ 2,35 bilhões. Para Eike
Batista, a gigante ANGLO AMERICAN
é um sócio ideal para fazer um
projeto de tamanho mundial, como
o da MMX, ficar em pé. "Se
alguém tinha alguma dúvida sobre
nosso negócio, isso afasta esta
dúvida, pois a ANGLO é um sócio
extraordinário", disse o
executivo.
Valor
Econômico
Papel
& Celulose
Tesa
planeja construção de fábrica
no Brasil
O
Brasil está na mira de investimentos
da alemã TESA, segunda maior fabricante mundial
de fitas adesivas, atrás apenas
da norte-americana 3M. A empresa,
controlada pela gigante BEIERSDORF,
dona da marca de cremes NIVEA,
montou uma subsidiária no País
em 2002, diz que conquistou 12%
de participação nas vendas e agora
quer triplicar sua presença de
mercado, para 35%, em cinco anos.
"O Brasil está nos planos
da empresa para expandir suas
operações na América do Sul",
disse Antonio Marques Filho, Diretor
Geral, que vem tentando convencer
a matriz em Hamburgo a investir
na construção de uma fábrica no
País. Hoje a TESA importa fitas
adesivas da Europa, Estados Unidos
e Ásia. A decisão sobre a fábrica
no Brasil deve sair no final deste
ano. Líder na Europa, onde está
presente há mais de 100 anos,
a TESA demorou para colocar em
prática seu planos de expansão
no Brasil. Embora presente no
País desde meados da década de
80, como parte da filial da BEIERSDORF
no País, foi só a partir de 2002
que os projetos tomaram corpo,
quando a TESA ganhou independência
de gestão na companhia e reestruturou
suas operações mundiais. Foi então
criada a TESA BRASIL, com sede
em Curitiba. A TESA BRASIL faturou
R$ 30 milhões no ano passado,
volume que deve crescer entre
25% e 30% em 2007. A meta é chegar
a R$ 100 milhões em cinco anos.
Gazeta
Mercantil
Lucro
da VCP sobe 3% no trimestre
Em
seu primeiro resultado trimestral
sem a fábrica que foi seu maior
ativo na fabricação de papéis,
repassada há cerca de 30 dias
para a INTERNATIONAL PAPER (IP),
a VOTORANTIM
CELULOSE E PAPEL (VCP) conseguiu
ampliar seu lucro administrando
três frentes de trabalho para
crescer como exportadora de celulose:
a ampliação nas vendas de celulose
para atender à demanda crescente
no mundo, o uso de instrumentos
de defesa cambial e o equilíbrio
de contas dentro de um processo
de desinvestimento em ativos de
papel e crescimento na produção
e exportação de celulose. A empresa
também reviu os investimentos
para este ano de R$ 550 milhões
para R$ 785 milhões com o objetivo
de ampliar sua base florestal.
A VCP ampliou o lucro em 3% em
relação a igual período de 2006,
devido principalmente a uma receita
extra de R$ 119 milhões resultantes
de suas defesas cambiais.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
BAYER
QUER CRESCER ACIMA DO MERCADO
EM 2007
A
BAYER
CROPSCIENCE vê boas perspectivas
para o mercado e trabalha para
se manter em uma posição de destaque
no ramo de defensivos agrícolas.
A expectativa da empresa é crescer
entre 3% e 5% este ano, proporcionando
a retomada do ritmo das atividades
depois de uma crise que afetou
o agronegócio nos últimos dois
anos. Em visita ao País para a
convenção da companhia, o Presidente
mundial da BAYER CROPSCIENCE,
Friedrich Berschauer, destacou
a importância do Brasil para a
empresa. "O Brasil é um dos
três mercados mundiais com importância
estratégica para o nosso negócio
global e temos intenção de expandir
a nossa posição aqui", disse.
"Se tem um país que vai crescer
na agricultura, esse país é o
Brasil. E o nosso objetivo é crescer
mais no mercado que mais cresce",
acrescenta o Diretor-Executivo
de MARKETING da companhia, Gerhard
Bohne.
Gazeta
Mercantil
Serviços
META
DA LINCX É CRESCER 30% ESTE ANO
Com
foco no mercado corporativo e
em um público classe A, a LINCX SERVIÇOS DE SAÚDE pretende chegar ao
final deste ano com faturamento
de R$ 105 milhões e 25 mil usuários.
Se alcançar esses resultados,
terá crescido, respectivamente,
29,4% e 41,24% em relação ao ano
passado. "O mercado de planos
classe A ainda tem muito fôlego,
principalmente com a melhora da
condição financeira da classe
média", diz o Diretor Superintendente
da empresa, Silvio Corrêa da Fonseca.
Gazeta
Mercantil
MAIS
AMOR AOS PEDAÇOS
A
rede de docerias AMOR AOS PEDAÇOS vai inaugurar seis
novas lojas neste primeiro semestre.
Serão cinco unidades na capital
paulista e uma em Campinas. A
meta é encerrar o ano com mais
10 lojas em funcionamento, além
das 37 atuais nos estados de São
Paulo e Rio de Janeiro. A abertura
das lojas deve representar um
acréscimo de 30% na receita da
rede.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
EXPORTAÇÕES
GARANTEM VENDAS DA TAURUS
O
salto nas exportações de armas
no primeiro trimestre puxou para
cima o desempenho da FORJAS
TAURUS no período. A empresa
instalada no Rio Grande do Sul
apurou receita líquida consolidada
de R$ 103,31 milhões, com um crescimento
de 12,6% sobre o mesmo intervalo
do ano passado, enquanto o lucro
mais que dobrou, passando de R$
3,98 milhões para R$ 9,17 milhões.
O lucro da controladora, que fabrica
e exporta pistolas, subiu de R$
3,92 milhões para R$ 10,45 milhões.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
ILOG
É A SEGUNDA COMPRA DA DATASUL
NA SEMANA
A
DATASUL
vai comprar os direitos de propriedade
intelectual, marca e contratos
com clientes da também catarinense
ILOG,
empresa especializada em software
e produtos de e-learning. É a
segunda aquisição divulgada esta
semana pela DATASUL, uma das maiores
companhias de software do Brasil.
A DATASUL, que fechou 2006 com
R$ 166 milhões em caixa, já demonstrou
interesse também em fazer aquisições
no México e de empresas especializadas
no setor financeiro e com soluções
complementares ao seu sistema.
Uma das principais fornecedoras
brasileiras de software para gestão
corporativa (ERP), a catarinense
DATASUL abriu seu capital no ano
passado, e desde então já soma
quatro empresas compradas.
Gazeta
Mercantil
LENOVO
TRAZ EMPREGOS A BRASIL, ÍNDIA
E CHINA
A
LENOVO,
terceira maior fabricante mundial
de computadores, informou que
vai demitir 650 pessoas e transferir
outros 750 postos de trabalho
para China, Índia, Brasil e Eslováquia.
A medida tem como objetivo adequar
os custos da LENOVO aos de suas
rivais maiores, as americanas
HP e DELL. A fabricante chinesa,
que entrou no cenário mundial
de PC em 2005 ao adquirir a deficitária
unidade de computadores pessoais
da IBM por US$ 1,25 bilhão, espera
ter encargos de reestruturação
antes de impostos de US$ 50 milhões
a US$ 60 milhões, a maior parte
no primeiro trimestre. A LENOVO
emprega atualmente cerca de 24,5
mil pessoas, incluindo 1,7 mil
funcionários em Raleigh, na Carolina
do Norte, onde está a sede executiva
da empresa chinesa.
Gazeta
Mercantil
VOTORANTIM
FAZ FUSÃO ENTRE TIVIT E CALL CENTER
TELEFUTURA
A
VOTORANTIM
NOVOS NEGÓCIOS (VNN), do grupo
do mesmo nome, anunciou a fusão
da TIVIT, voltada a serviços de TI e de processos
de negócios, controlada 100% pela
VNN, com a TELEFUTURA, de contact
center, por sua vez controlada
pela VNN, BANCO PÁTRIA e os fundadores.
A meta da fusão não é fazer economia,
tanto que serão contratados mais
3 mil funcionários. Unidas sob
a marca TIVIT, o nome TELEFUTURA
desaparecerá, as empresas ofertarão
serviços integrados de TI, de
contact center e de terceirização
de processos (BPO) e deverão faturar
R$ 700 milhões.
Gazeta
Mercantil
GETRONICS
CRESCE SEM DINHEIRO DA MATRIZ
Dois
anos atrás, a operação brasileira
da GETRONICS recebeu a missão de triplicar
seus negócios no Brasil. O prazo
terminaria em 2007, mas a companhia
não recebeu os recursos previstos
da matriz e teve de alterar seus
planos. Em vez de três vezes,
a receita por enquanto cresceu
duas. Agora, a GETRONICS mudou
de alvo e persegue o objetivo
de liderar o aumento de 3% para
5% da participação da América
Latina na receita da companhia
de origem holandesa, que faturou
2,6 bilhões de euros no ano passado.
"O plano de triplicar os
negócios no Brasil previa algumas
aquisições, mas, naquele momento,
os recursos foram realocados para
as operações nos Estados Unidos
e em alguns países da Europa",
diz Paulo Henrique Pichini, Presidente
da GETRONICS no país e responsável
também pelas operações na América
Latina. "Ainda assim, a receita
cresceu duas vezes de 2005 até
agora." Segundo ele, o aumento
no ano passado foi de 37% e o
de 2007 deve chegar a 35%. O Brasil
responde por cerca de metade dos
negócios da GETRONICS na América
Latina. "Queremos fazer a
região superar os 5% no total
de negócios da companhia rapidamente."
A GETRONICS, concorrente de companhias
como IBM, UNISYS e HP, chegou
ao Brasil em 1999 por meio de
uma aquisição.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
IVECO
CONTRATA PARA INICIAR 2º- TURNO
EM SETE LAGOAS
O
mercado aquecido de caminhões
pesados no Brasil neste primeiro
trimestre fez a IVECO
LATIN AMERICA iniciar o segundo
turno na fábrica de Sete Lagoas
(MG) e contratar mais 100 colaboradores
este mês. A montadora passará
a contar com 956 empregados diretos,
o maior número já registrado pela
empresa desde que começou a operar
em novembro de 2000. Este total
inclui os trabalhadores da fábrica
de motores, também instalada em
Sete Lagoas.
Gazeta
Mercantil
GOL
AMPLIA PLANO DE FROTA E CHEGA
MAIS PERTO DA TAM
Após
comprar a nova VARIG (VRG) e surpreender
o mercado de aviação, o grupo
GOL
ampliou seu plano de frota e terá,
no fim de 2007, 102 aeronaves
ao invés de 80, aumentando sua
oferta de assentos em 80%. O número
a colocará muito próxima da TAM,
que pretende fechar este ano com
107 aviões. Já em 2008, a GOL
passará a ser a maior companhia
aérea brasileira, com 119 aeronaves,
contra as 112 da TAM. Se o planejamento
das empresas não for alterado,
a GOL manterá a primeira posição
pelo menos até 2010. Este ano,
a incorporação da VARIG vai elevar
a receita do grupo GOL em R$ 600
milhões, para um total de R$ 6,1
bilhões, segundo as projeções
da companhia aérea.
Valor
Econômico
JÚLIO
SIMÕES PROJETA DOBRAR O FATURAMENTO
PARA R$ 3 BILHÕES
O
GRUPO
JÚLIO SIMÕES prepara-se para
dobrar o faturamento, de R$ 1,5
bilhão previstos em 2007 para
R$ 3 bilhões em 2012. Com atividades
de transportes e revendas de veículos,
o grupo nos próximos 5 anos saltará
de 8,5 mil funcionários para 15
mil. A materialização desse salto
está sendo comandada por Fernando
Simões, Vice-Presidente. Para
dobrar o faturamento até 2012
(o que equivale a crescer 20%
ao ano), o empresário não descarta
incorporações. "É bom lembrar
que nos últimos 12 anos nossa
receita tem crescido em média
28% ao ano". O crescimento
do grupo tem sido possível "porque
nos aliamos a clientes de sucesso
em áreas de expansão", diz,
para citar dois setores: transporte
de madeira e cadeia automotiva.
Os números do grupo são grandiosos.
Sua frota, de 1,2 mil caminhões,
roda 17 milhões de km mensais,
seus 800 ônibus movimentam 5,5
milhões de passageiros mensais.
O consumo de diesel da frota,
reunindo ônibus e caminhões, é
de 6 milhões de litros de diesel
por mês. Em 2006 o grupo faturou
R$ 1,022 bilhão. Para 2007, de
R$ 1,5 bilhão previsto, R$ 940
milhões virão de transporte e
logística e o restante das revendas
de carros de três bandeiras, VW,
FORD e FIAT.
Gazeta
Mercantil
VOLVO
SE PREPARA PARA EXPORTAÇÃO RECORDE
DE CABINES DE CAMINHÕES
A
VOLVO
DO BRASIL deve bater recorde
de exportações de cabines de caminhões
em 2007. As vendas externas, que
somaram 920 cabines em 2006, devem
alcançar a marca de 7 mil unidades
em 2007, por conta do aumento
das encomendas da Europa, Oriente
Médio, África do Sul e Austrália.
A crescimento da demanda levou
a empresa a abrir o terceiro turno
de produção na fábrica de cabines
de Curitiba. Apesar do câmbio
desfavorável, a VOLVO DO BRASIL
está conseguindo ampliar vendas,
beneficiada pelo aquecimento do
mercado mundial de caminhões.
O Brasil é um dos três centros
globais de produção de cabines
do grupo VOLVO, os outros dois
estão localizados nos Estados
Unidos, na cidade de Dublin (Virginia)
e na Suécia, em Umea. "Dentro
da estratégia global da companhia,
o Brasil passou a atender a demanda
excedente da fábrica na Suécia,
que hoje trabalha no limite da
capacidade", diz Regimar
Antonio Michelin, Gerente da fábrica
de cabines da montadora. Essa
é a primeira vez que a filial
brasileira registra um volume
tão significativo de exportações
de cabines. As exportações deverão
responder por 41% da produção
de cabines, estimadas em 17 mil
unidades em 2007. No ano passado,
a fábrica paranaense produziu
10 mil cabines. A unidade, que
começou a funcionar em 1998, já
recebeu, desde então, investimentos
de US$ 80 milhões.
Gazeta
Mercantil
Varejo
CARREFOUR
COMPRA ATACADÃO POR US$ 1,1 BILHÃO
A
rede de varejo francesa CARREFOUR anunciou a aquisição do ATACADÃO por US$ 1,1 bilhão (cerca de R$
2,25 bilhões). A compra altera
substancialmente o ranking nacional
de supermercados e recoloca o
CARREFOUR na liderança, com um
faturamento bruto combinado de
R$ 17,9 bilhões em 2006. O PÃO
DE AÇÚCAR, que liderava o ranking
desde 2000, cai para segundo,
com R$ 16,5 bilhões e o WAL-MART,
em terceiro, com R$ 12,9 bilhões.
A marca ATACADÃO será mantida
pelo CARREFOUR e é possível que
a rede francesa venha a estudar
a mudança de alguns de seus hipermercados
para o formato de auto-serviço
do ATACADÃO, voltado para baixa
renda e com baixo custo de operação.
Hoje, o ATACADÃO tem 34 lojas
(metade delas no Estado de São
Paulo) e fatura R$ 5 bilhões.
No ano passado, mesmo em meio
ao processo de venda do controle,
a rede abriu cinco novas lojas,
sendo quatro delas no segundo
semestre. Por causa dessas novas
unidades, a expectativa é de que
o faturamento bruto alcance entre
R$ 5,5 bilhões e R$ 6 bilhões
este ano.
Valor
Econômico