Agrobusiness
Perdigão
amplia número de unidades sustentáveis
As
unidades da PERDIGÃO
no Sul do País começam a participar
neste ano do projeto de sustentabilidade
da empresa. O piloto começou em
2006, no Centro-Oeste. Atualmente,
70% das propriedades daquela região
já aderiram ao Programa Perdigão
de Suinocultura Sustentável, que
reduz a emissão de gases que provocam
o efeito estufa. No ano passado,
a empresa investiu R$ 24,7 milhões
em ações ambientais, entre elas,
a instalação de biodigestores
para o tratamento dos dejetos
dos suínos. A estratégia é possibilitar
futuramente a venda de créditos
de carbono, com um duplo benefício:
contribuir para a redução da emissão
de gases causadores do efeito
estufa e do aquecimento global
e criar uma fonte adicional de
receita para os produtores.
Gazeta
Mercantil
Receita
líquida do Friboi tem alta de
22,6% no 1º trimestre
A
JBS S.A, controladora do FRIBOI, informou que registrou uma receita
bruta de R$ 1,202 bilhão no primeiro
trimestre deste ano, 25,3% mais
do que em igual período de 2006.
A receita líquida subiu 22,6%
em igual comparação, para R$ 1,086
bilhão. O aumento na receita líquida
se deve ao crescimento das vendas
no mercado interno e na exportação.
No mercado doméstico, foram 189,2
mil toneladas, alta de 12,7% sobre
os primeiros três meses de 2006.
A receita líquida com essas vendas
cresceu 19,6%, para R$ 460,2 milhões.
Valor
Econômico
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
CAMBRIDGE
DOBRA DE TAMANHO EM SEIS ANOS
A
CAMBRIDGE
UNIVERSITY PRESS, conhecida no
Brasil pela edição de livros voltados
ao ensino de inglês, fincou bandeira
em território nacional há 18 anos.
A aposta tem mostrado resultado.
A operação brasileira faturou
R$ 17 milhões em 2006, um aumento
de 8% em relação ao ano anterior.
A expectativa de João Sabino Madureira
Neto, Diretor da companhia no
Brasil, é repetir o percentual
de crescimento este ano. A principal
expansão da empresa no mercado
brasileiro ocorreu apenas há seis
anos. "Somente em 2001 a
matriz percebeu que a situação
política-econômica no país era
estável o suficiente para ampliar
o negócio", diz o executivo.
Até aquele ano, o escritório da
editora em São Paulo contava com
sete pessoas, que cuidavam apenas
da divulgação do catálogo. Hoje,
a CAMBRIDGE possui 40 funcionários
e trabalha desde a importação
até a distribuição do produto.
Valor
Econômico
TALENT
BRINDA RESULTADOS DO ANO PASSADO
A
TALENT
diz que será difícil conseguir
crescer em 2007 o mesmo que no
ano passado, quando a agência
teve receita 27% maior do que
em 2005. "Foi um ano excepcionalmente
bom", afirma o sócio e Diretor
da agência, José Eustachio. Mas
garante que o ano começou muito
bem. "Para o primeiro trimestre
de 2007, superamos em 110% nossas
previsões. Portanto, consideramos
que o crescimento será na média
de 15%, o que é bastante positivo",
destaca o Diretor. A razão do
bom momento é explicada pelo salto
de clientes como NET, SONY ERICSSSON,
LOJAS AMERICANAS, IPIRANGA, SEMP
TOSHIBA, BANCO REAL, entre outros.
No total, são 15 contas atendidas
pela TALENT.
Gazeta
Mercantil
Energia
LUCRO
DA ENERGIAS DO BRASIL AUMENTA
28% NO PRIMEIRO TRIMESTRE
A
ENERGIAS
DO BRASIL, holding controlada
pela ENERGIAS DE PORTUGAL que
consolida ativos de energia elétrica
nas áreas de geração através da
ENERGEST, ENERPEIXE e EDP LAJEADO,
de comercialização com a ENERTRADE
e distribuição com a BANDEIRANTE,
ESCELSA e ENERSUL, fechou o primeiro
trimestre com lucro líquido de
R$ 128 milhões, aumento superior
em 28,9% se comparado aos R$ 99,3
milhões registrados no primeiro
trimestre do ano passado. A receita
líquida ficou em R$ 1,11 bilhão,
13% superior aos R$ 986,253 milhões
de igual período de 2006. Segundo
o Diretor-Presidente da holding,
António Martins da Costa, um dos
fatores que mais contribuíram
para o resultado positivo foi
o crescimento da área de geração.
Gazeta
Mercantil
Engenharia,
Projetos & Construção
EVEN
REGISTRA SALTO DE 174% NA RECEITA
OPERACIONAL
A
construtora e incorporadora EVEN consolidou uma receita bruta operacional
de R$ 203,17 milhões no último
exercício, contra R$ 74,12 milhões
em 2005. No período, seu capital
social saltou de R$ 12,12 milhões
para R$ 99,66 milhões, graças
ao aporte de um novo acionista,
o fundo Spinnaker Capital que,
por meio de sua controlada indireta,
a DONNEVILLE, fez aporte de R$
72 milhões em março. Ao final
do exercício, a DONEVILLE foi
incorporada pela EVEN. O lucro
líquido cresceu para R$ 22,39
milhões em 2006, ante R$ 2,02
milhões de 2005. No exercício,
a EVEN iniciou sua expansão geográfica
e lançou empreendimento residencial
na cidade do Rio de Janeiro, onde
abriu uma filial, e adquiriu terrenos
em Goiânia, em parceria com empresas
locais.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Colgate
alcança lucro de US$ 486,6 milhões
no 1º trimestre
O
grupo COLGATE-PALMOLIVE
divulgou lucro líquido maior no
primeiro trimestre, puxado por
vendas elevadas de produtos como
a pasta de dente Colgate Total.
O lucro da companhia no primeiro
trimestre somou US$ 486,6 milhões,
ou US$ 0,89 por ação, comparado
com resultado positivo de US$
324,5 milhões, ou US$ 0,59 por
ação, registrado um ano antes.
Valor
Econômico
MEDLEY
REGISTRA RESULTADO HISTÓRICO NO
MÊS DE MARÇO
A
maior fabricante de genéricos
do Brasil bateu recordes em março
deste ano, acompanhando o desempenho
do segmento, também histórico
no período. A MEDLEY
INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, laboratório
de capital 100% nacional com fábricas
em Campinas e Sumaré, no interior
paulista, vendeu no mês o maior
volume de medicamentos de sua
história. Foram 8,31 milhões de
unidades (caixas), 44% a mais
em relação as 5,76 milhões de
caixas que comercializou em fevereiro
no País. O Presidente da companhia,
Jairo Yamamoto, disse que os maiores
volumes originaram também crescimento
recorde nas vendas, em comparações
mensais, que atingiram US$ 56,1
milhões em março, alta de 37,84%
sobre fevereiro. Os números de
março impulsionaram o desempenho
anual. No acumulado dos últimos
doze meses até março de 2007,
a MEDLEY chegou a US$ 523 milhões,
uma evolução de 40% frente a igual
período anterior.
Gazeta
Mercantil
Novo
Nordisk investe mais no Brasil
A
farmacêutica dinamarquesa NOVO NORDISK inaugura no Brasil a sua
maior fábrica fora da Dinamarca.
Localizada em Montes Claros (MG),
ela também é a maior unidade de
produção de insulina da América
Latina. A companhia investiu cerca
de US$ 200 milhões na fábrica,
com capacidade para produzir 200
milhões de refis de insulina por
ano. Foi o maior aporte feito
por uma farmacêutica no País de
uma só vez, disse o Presidente
e CEO da NOVO NORDISK, Lars Rebien
Sørensen, que está há quase sete
anos no cargo e foi o responsável
pela decisão de expansão no Brasil,
e da própria empresa a partir
das operações locais. A NOVO NORDISK
lidera o segmento de insulinas
em âmbito mundial, com 50% do
consumo e 15 milhões de pacientes
utilizando seus produtos diariamente.
No ano passado, as vendas da farmacêutica
cresceram 15% ante 2005, para
US$ 7,1 bilhões, 75% do negócio
é insulina.
Gazeta
Mercantil
PARALLÈLE
DISPUTA VAREJO POPULAR DE BELEZA
Há
três anos, o sonho de abrir um
negócio próprio fez o jovem publicitário
João Vianna deixar o emprego na
NATURA e partir para uma aventura
solo. Foi assim que em 2004, Vianna,
juntamente com o amigo, Simon
Levi, que atuava no setor de varejo
de vestuário, abriu a primeira
loja da PARALLÈLE, empresa voltada para a elaboração
e comércio de perfumes. "Montamos
uma empresa com conceito de produto
semelhante ao O BOTICÁRIO mas,
mais barato", diz Vianna.
A primeira loja da PARALLÈLE foi
aberta no bairro do Bom Retiro,
em São Paulo. E a expansão aconteceu
um ano depois, após uma parceria
com a rede de departamentos LEADER
MAGAZINE, no, Rio de Janeiro.
O que começou com um quiosque
próprio, tornou-se 16 pontos de
venda franqueados após apenas
um mês. No primeiro ano de operação
a PARALLÈLE atingiu faturamento
de R$ 1,4 milhão. Em 2006, a marca
atingiu os 20 pontos de venda,
sendo que desses 17 no modelo
de franquia, com lojas em São
Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre,
Campo Grande e Salvador. Em 2007,
a empresa espera atingir 35 pontos
de vendas e faturamento de R$
7 milhões. Para isso, aposta no
lançamento de novos produtos e
na entrada no segmento de maquiagem
e linhas segmentadas, como a infantil.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
BANCO
MATONE ELEVA LUCRO LÍQUIDO EM
95,9% NO ANO
O
forte crescimento da carteira
de crédito consignado permitiu
ao BANCO
MATONE ampliar em 95,9% o
lucro líquido de 2006 em comparação
com o ano anterior. O montante
somou R$ 31,67 milhões, ante um
patrimônio líquido de R$ 57,12
milhões, enquanto as receitas
com intermediação financeira subiram
49,4%, para R$ 190,95 milhões.
A carteira de crédito do banco
passou de R$ 360 milhões para
R$ 564,5 milhões no período, sendo
97,8% correspondentes a empréstimos
consignados.
Valor
Econômico
LUCRO
DO ABN CRESCE 82% NO BRASIL
A
batalha internacional pelo controle
do grupo ABN AMRO não está afetando as operações
locais, garantiu o Presidente
do banco, Fábio Barbosa, ao anunciar
os resultados do primeiro trimestre.
"É uma negociação em que
a matriz está envolvida. Por aqui,
business as usual", disse
Barbosa. O ABN AMRO Real aumentou
em 82% do lucro líquido no primeiro
trimestre para R$ 622 milhões
ou, como prefere Barbosa, em 56%
para R$ 654 milhões, se forem
excluídos gastos com a proteção
de capital e investimentos na
terceirização de serviços. O Brasil
representa 95% das receita operacional
do grupo na América Latina que,
por sua vez, contribui com 20%
da receita do grupo no mundo todo.
No Brasil o aumento de 24% das
operações de crédito e de 17%
das despesas administrativas e
de pessoal ajudaram a alavancar
o lucro. Ele está otimista com
os resultados dos próximos meses:
"Elevamos a expectativa de
crescimento da economia de cerca
de 4% para 4,5% neste ano".
Valor
Econômico
LUCRO
DO SANTANDER BANESPA CRESCE 22%
O
BANCO
SANTANDER BANESPA registrou
no primeiro trimestre de 2007
lucro líquido de R$ 559 milhões,
22% acima do que o obtido no mesmo
período de 2006. O resultado equivale
a 10% do lucro global de € 1,8
bilhão. As receitas de prestação
de serviços, seguros e capitalização
aumentaram 29%. A carteira total
de crédito atingiu R$ 37,9 bilhões,
com crescimento de 29% na comparação
interanual.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
LAFARGE
ROOFING ELEVA FATURAMENTO E AMPLIA
OPERAÇÃO BRASILEIRA
A
LAFARGE
ROOFING, produtora de telhas
e acessórios para telhados, inaugura
sua primeira unidade na região
Centro-Oeste, localizada em Anápolis,
Goiás. Especializada na produção
de telhas de concreto, mais refinadas
e cerca de 15% mais caras que
as tradicionais de barro, a LAFARGE
atinge principalmente um público
de alto padrão e aposta no crescimento
deste nicho na região de Minas
Gerais e Goiás. "O Centro-Oeste
já era uma região importante para
nós e vem crescendo bastante",
conta o Presidente da empresa
no Brasil, Cláudio Soares. Presente
em mais de 40 países e instalada
no Brasil desde 1998, onde possui
fábrica em São Paulo, Rio Grande
do Sul, Santa Catarina e Bahia,
a LAFARGE já atendia o mercado
mineiro e goiano por meio da unidade
paulista. Localizada em Atibaia,
a unidade produz cerca de 40 milhões
de peças e atende também Rio de
Janeiro e Espírito Santo. O Presidente
da empresa estima que, com a nova
fábrica, que terá capacidade para
produzir 5 milhões de peças por
ano, as vendas devem crescer entre
30% e 40% naquela região, na qual
a LAFARGE vende atualmente 2,5
milhões de peças. A nova operação
representa um acréscimo de 10%
na capacidade total. A empresa
de capital francês, que atua no
País desde 1998, faturou R$ 50
milhões no Brasil em 2006. O resultado
representa 15% sobre o ano anterior
e a expectativa é de repetir esse
percentual de crescimento também
neste ano. No mundo a receita
atingiu € 1,6 bilhão em 2006.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
Kimberly-Clark
ganha 64% a mais no trimestre
A
KIMBERLY-CLARK
terminou os três primeiros meses
de 2007 com lucro líquido 64%
maior, de US$ 452 milhões (US$
0,98 por ação), em comparação
ao montante registrado entre janeiro
e março de 2006, de US$ 275,1
milhões (US$ 0,60 por papel).
O resultado foi ajudado pelo forte
crescimento nas vendas e pelos
esforços de redução de custos.
A fabricante dos lenços de papel
Kleenex e das fraldas Huggies
teve ainda vendas líquidas de
US$ 4,4 bilhões, que implicam
elevação de 7,8% na comparação
com o exercício anterior.
Valor
Econômico
Plástico
& Borracha
MERCADO
INTERNO PUXA VENDAS DA PETROFLEX
Após
um 2006 ruim, com um resultado
líquido de apenas R$ 23 milhões,
contra R$ 88 milhões em 2005,
a PETROFLEX,
principal fabricante brasileira
de borracha sintética, começou
2007 com perspectivas bem melhores,
realizando um lucro de R$ 12,2
milhões no primeiro trimestre
do ano. O resultado reverteu o
prejuízo de R$ 4,9 milhões do
mesmo período do ano passado e
ficou 34,1% acima do número do
trimestre imediatamente anterior
(R$ 9,1 milhões). "Vejo 2007
muito diferente de 2006. Não sei
se repetiremos 2005, mas o ano
está muito positivo. Entramos
no segundo trimestre com as três
unidades operando a plena carga",
disse o Diretor Financeiro da
empresa, Luiz Carlos Lopes. Com
uma capacidade de produção nas
fábricas de Duque de Caxias (RJ),
Camaçari (BA) e Triunfo (RS) de
422 mil toneladas/ano, a PETROFLEX
vendeu de janeiro a março 82,3
mil toneladas de produtos, com
aumento de 3,9% sobre o mesmo
período do ano anterior.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
Copesul
define nova diretoria e anuncia
alta de 28% no lucro
A
COMPANHIA PETROQUÍMICA DO SUL
(COPESUL) e a IPIRANGA PETROQUÍMICA (IPQ),
agora controladas pela BRASKEM,
têm novos Diretores Superintendentes.
À frente da COPESUL foi confirmado
Alfredo Tellechea. Para a IPQ,
foi anunciado Roberto Bichoff.
Apesar do mandato de três anos,
tanto a direção quanto o novo
conselho são provisórios devido
ao processo de integração que
sofrerão pela BRASKEM. O Presidente
da BRASKEM, José Carlos Grubisich
disse que a integração deve ocorrer
"dentro de um tempo curto".
Grubisich lembrou que, com a aquisição,
a BRASKEM vai ganhar cerca de
US$ 500 milhões em sinergias.
Só as exportações devem subir
de US$ 1,4 bilhão para US$ 2 bilhões
em 2007. Os resultados financeiros
das duas empresas, entretanto,
só serão acrescidos totalmente
ao balanço da BRASKEM a partir
do segundo trimestre. A COPESUL
também divulgou o resultado financeiro
do primeiro trimestre. O lucro
líquido foi de R$ 204 milhões,
27,5% superior ao do mesmo período
de 2006.
Gazeta
Mercantil
TINTAS
CORAL MUDA FÓRMULA E PROJETA CRESCIMENTO
DE 12%
A
TINTAS
CORAL, marca tradicional no
País e hoje subsidiária da britânica
ICI PAINTS, tem o objetivo de
ampliar sua receita líquida em
12% em 2007, o dobro do crescimento
de 2006 e chegar próximo deste
crescimento também no volume vendido.
Para isso, a empresa anuncia que
já nos primeiros três meses do
ano vendeu 10% mais em volume
de tintas e cresceu 6% em faturamento
além de 2% em lucro. A empresa
produziu no ano passado 185 milhões
de litros de tintas. A aposta
da empresa para crescer está sustentada
na inclusão econômica do governo
e em reflexos do Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC). A CORAL
não divulgou o número de lucro.
A receita líquida da empresa em
2006 foi de R$ 640 milhões. Houve
crescimento de 6% sobre 2005.
Os investimentos da CORAL em 2006
foram de R$ 55 milhões. Para 2007,
estão previstos investimentos
de R$ 52 milhões, sendo que R$
38 milhões serão direcionados
também para campanhas de marketing.
Gazeta
Mercantil
RHODIA
AMPLIA PRODUÇÃO E REDUZ COMPRAS
EXTERNAS
A
RHODIA
POLIAMIDA vai elevar sua capacidade
de produção de intermediários
e químicos especiais direcionados
a indústria de poliamida (produtos
têxteis entre outros) e outras
resinas. A indústria vai investir
€ 30 milhões e fará um grande
desgargalamento em sua unidade
em Paulínia (SP). Com a ampliação,
a empresa deixará de importar
US$ 50 milhões em matérias-primas
e também ampliará em US$ 50 milhões
suas vendas no exterior. A fábrica
de Paulínia passará de uma capacidade
de 195 mil toneladas para 245
mil toneladas até o final de 2008.
A RHODIA no Brasil representa
hoje 15% de um faturamento global
de US$ 1,16 bilhão e exporta pouco
mais de 10% de sua produção local.
Em 2006 esse percentual foi a
15% e representou um avanço nas
exportações da empresa. Há dois
objetivos paralelos para este
investimento no País: combinação
do atendimento ao crescimento
no Brasil com a expansão mundial
da RHODIA em poliamida. Os mercados
onde há maior crescimento de demanda
são Ásia, Índia e América Latina.
No País, a empresa quer dobrar
o faturamento até 2010.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
CSN
reajusta preço e eleva vendas
no Brasil
A
COMPANHIA
SIDERÚRGICA NACIONAL (CSN)
começa o mês de maio vendendo
aços laminados a quente e a frio
com valor 7,5% mais alto. Os produtos
zincados também terão reajuste
de 5% a partir da próxima terça-feira.
Estes reajustes revelam aquecimento
do mercado interno e aviam a estratégia
da empresa em direcionar produção
para o comprador local. A empresa
espera anunciar crescimento de
participação no País este na proporção
das anunciadas no último mês,
quando a siderúrgica passou de
30% para 33% na venda de aços
planos no País. O lucro neste
primeiro trimestre cresceu mais
que o dobro, para R$ 763 milhões.
A empresa credita o bom desempenho
ao volume maior de vendas, que
cresceu 19% no País e 21% para
o mercado externo.
Gazeta
Mercantil
CONFAB
EXPORTA MAIS E DOBRA LUCRO LÍQUIDO
Novas
encomendas firmadas com a PETROBRAS
na semana passada elevaram para
R$ 2 bilhões a carteira de pedidos
da CONFAB INDUSTRIAL, que este ano registra
uma recuperação nos negócios.
Em 31 de março último, a fabricante
de tubos de aço mantinha em carteira
pedidos equivalentes a R$ 1,38
bilhão. Na mesma data em 2006,
as encomendas eram de R$ 523,5
milhões. O aquecimento nos negócios
melhorou os resultados da empresa
no primeiro trimestre. O volume
de tubos vendidos no período foi
23% maior e alcançou 64 mil toneladas.
A alta nas vendas externas foi
de 94%, com 35 mil toneladas.
A receita líquida da empresa cresceu
em 33,6%, para R$ 292,82 milhões.
O lucro líquido saltou 119% e
alcançou R$ 33,04 milhões.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
Com
aparelhos baratos, Samsung promete
encostar na Motorola
A
SAMSUNG
vai continuar crescendo de forma
agressiva no Brasil, diz o principal
executivo no País, José Roberto
Campos. A empresa coreana já conseguiu
reposicionar na VIVO os aparelhos
GSM no espaço dos CDMA, inclusive
com ganhos de volume sobre o que
vinha sendo colocado antes na
operadora. Ao mesmo tempo acrescentou
aparelhos baratos ao seu portfólio
composto de telefones mais sofisticados
que a média para poder enfrentar
os dois principais concorrentes,
NOKIA e MOTOROLA, e diz ter argumentos
firmes para acreditar que vai
encostar ainda este ano na MOTOROLA,
que alterna com a NOKIA as duas
primeiras posições no ranking
do País. "Continuaremos crescendo
em dois dígitos", diz Campos
referindo-se ao avanço acelerado
das vendas da SAMSUNG no Brasil
nos últimos anos. De US$ 480 milhões
em 2003, a empresa saltou a US$
700 milhões em 2004, US$ 1,2 bilhão
em 2005 e US$ 1,6 bilhão em 2006.
A velocidade vai ser mantida porque,
segundo Campos, novos produtos
estão sendo introduzidos, entre
os quais TV, DVD, tocadores de
MP3, celulares de terceira geração,
linha branca, monitores e impressoras.
Gazeta
Mercantil
UMA
DAS MAIORES DE SOFTWARE, ALLEN
BUSCA AMPLIAR SERVIÇOS
Anteriormente
focada em vendas de hardware e
software, a ALLEN INFORMÁTICA pretende se estabelecer
como um importante nome no desenvolvimento
de software no Brasil, numa guinada
para serviços que vem empreendendo
nos últimos tempos. Com faturamento
anual de cerca de R$ 300 milhões,
a ALLEN é uma das maiores empresas
de tecnologia da informação brasileiras,
mas é um nome menos conhecido
por investir pouco em divulgação
ou aparecer nos veículos de comunicação.
Possui 400 funcionários em seis
escritórios e mais de 2 mil clientes
ativos. "Com o trabalho de
consultoria, às vezes a empresa
incha e chega a ter 600 funcionários
e depois volta para os 400",
diz o Diretor Regional de Brasília
da fabricante de software ALLEN
INFORMÁTICA, André Escandura.
A ALLEN está em processo de abertura
de novos escritórios em Vitória
e Santa Catarina. "Estamos
em prospecção para o Rio Grande
do Sul e Paraná", conta o
executivo. O principal negócio,
que a colocou nesse patamar, foi
o licenciamento de software, que
ela faz de produtos da MICROSOFT,
ADOBE, CA, SYMANTEC e MCAFEE.
Mas a empresa tem consciência
de que a simples venda de produtos
é uma commodity e tem feito projetos
mais complexos de fábrica de software.
Há cinco anos fechou acordo com
a UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS,
para ajudar no treinamento de
profissionais para esta atividade.
Isso resultou em um projeto para
desenvolvimento do portal da petrolífera
HALLIBURTON, a partir da cidade
fluminense. Os contratos junto
ao governo (estaduais e federal)
terão grande importância para
o sucesso da empreitada. A unidade
de Brasília mais que dobrou de
tamanho no último ano, ajudando
a empresa a crescer acima de 40%.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
TEGMA
COMPRA BONI/GATX E CLI E EXPANDE
ATUAÇÃO PARA NOVAS ÁREAS
A
TEGMA,
especializada em logística do
setor automotivo, fechou a compra
de duas empresas, a BONI/GATX
e a CLI. Com a inclusão das novas
companhias, a TEGMA começará a
atuar em setores como químico,
papel, informática e combustível.
As aquisições trarão um acréscimo
imediato de R$ 129 milhões à receita
anual, que somou R$ 512 milhões
em 2006. Mas os planos são de
crescimento, segundo o Presidente
da TEGMA , Gennaro Oddone. Segundo
o executivo, a empresa pretende
aplicar a experiência no setor
automotivo para atuar com outros
tipos de carga. Ao mesmo tempo,
as novas empresas abrirão as portas
em novos mercados.
Valor
Econômico
DEMANDA
EM ALTA FAZ SUNDOWN DOBRAR PRODUÇÃO
A
BRASIL & MOVIMENTO SA, dona
da marca SUNDOWN, terceira maior fabricante
de motocicletas e bicicletas,
vai investir R$ 20 milhões para
dobrar a capacidade da fábrica
de Manaus (AM), para 15 mil unidades
mensais no segundo semestre deste
ano. "Vamos fazer novos investimentos
para acompanhar o crescimento
do mercado e enfrentar a concorrência
dos chineses que estão chegando
do País", disse Rogelio Scialo,
Diretor Comercial e de Marketing.
Com a expansão da fábrica, que
emprega em dois turnos 1.200 funcionários,
a empresa vai elevar em 20% o
quadro de funcionários. Também
aumentará número de concessionária,
de 210 para 250. Com a grande
demanda no mercado brasileiro,
a empresa já tem fila de espera
para suas motocicletas. Mesmo
com a grande competição neste
mercado, onde a HONDA é a líder,
com 80% de participação, a SUNDOWN
vem ampliando a sua fatia, ao
passar de 0,3% em 2003 para 5,1%
no primeiro trimestre deste ano.
Nos três primeiros meses do ano,
a receita líquida da empresa foi
de R$ 89,3 milhões, um crescimento
de 34% em relação a igual período
do ano passado. Em 2006 a receita
líquida foi de R$ 402,3 milhões.
Já o lucro líquido teve um aumento
de 167% no trimestre em relação
ao mesmo período de 2006, para
7,2 milhões.
Gazeta
Mercantil
Varejo
CARREFOUR
VAI INVESTIR R$ 100 MILHÕES NO
RS
Depois
de anunciar a aquisição do ATACADÃO
no início da semana passada, por
R$ 2,2 bilhões, e assumir a liderança
no ranking brasileiro de supermercados,
o CARREFOUR
confirmou a construção de três
novos hipermercados no Rio Grande
do Sul, com investimentos de R$
100 milhões. Um será erguido em
Gravataí, na região metropolitana
de Porto Alegre, e outro em Santa
Maria, no centro do Estado. A
localização da terceira loja ainda
não foi definida, informou a empresa.
O CARREFOUR conta atualmente com
cinco unidades no Rio Grande do
Sul. Duas ficam em Porto Alegre
e as demais em Canoas e Novo Hamburgo,
na região metropolitana, e em
Caxias do Sul, no nordeste do
Estado. A rede francesa já havia
informado que tem planos de instalar
entre 15 e 20 novas lojas este
ano em todo o Brasil. Com as novas
lojas, o CARREFOUR vai aumentar
a concorrência com as duas maiores
redes que operam no Rio Grande
do Sul: o WAL MART, que em 2005
comprou as operações do grupo
SONAE, e o ZAFFARI, que tem sede
em Porto Alegre.
Valor
Econômico
LEADER,
MAIOR VAREJISTA DO RIO, TERÁ 18
LOJAS NO NORDESTE
Depois
de firmar-se em solo fluminense,
a varejista LEADER quer estender as operações para a
região Nordeste do Brasil, onde
os programas sociais do governo
favoreceram o consumo popular.
É na classe C que a empresa tem
hoje seu grande público-alvo.
A rede também pretende reforçar
os negócios no Sudeste. Até 2010,
está prevista a abertura de 30
novas lojas, 18 delas no Nordeste,
cinco em Minas Gerais, seis no
Grande Rio e uma no norte fluminense,
totalizando 60 unidades no país.
A empresa não descarta a aquisição
de redes locais em cidades nordestinas
como forma de avançar na região.
A primeira loja do Nordeste será
aberta em novembro na região metropolitana
de Recife. Outras duas unidades
devem ser inauguradas até o fim
do ano. Com investimentos de R$
40 milhões, a LEADER pretende
abrir 10 novas lojas em 2007.
Valor
Econômico
GRUPO
PÃO DE AÇÚCAR PREVÊ INVESTIMENTO
RECORDE DE R$ 1,25 BI
A
COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO
(CBD) vai realizar este ano o
maior investimento de sua história:
R$ 1,25 bilhão. O valor, aprovado
na última assembléia ordinária
de acionistas, contempla a abertura
de 30 novas lojas. O investimento
é 46% superior ao realizado no
ano passado e o dobro do que planeja
investir o concorrente francês
CARREFOUR, que assumiu este ano
a liderança do ranking de maiores
redes no País, desde 2000 com
o PÃO AÇÚCAR, com a compra do ATACADÃO.
Gazeta
Mercantil