Sexta-feira, 04/05/2007
Ano VII – edição 268

Agrobusiness

Perdigão amplia número de unidades sustentáveis

As unidades da PERDIGÃO no Sul do País começam a participar neste ano do projeto de sustentabilidade da empresa. O piloto começou em 2006, no Centro-Oeste. Atualmente, 70% das propriedades daquela região já aderiram ao Programa Perdigão de Suinocultura Sustentável, que reduz a emissão de gases que provocam o efeito estufa. No ano passado, a empresa investiu R$ 24,7 milhões em ações ambientais, entre elas, a instalação de biodigestores para o tratamento dos dejetos dos suínos. A estratégia é possibilitar futuramente a venda de créditos de carbono, com um duplo benefício: contribuir para a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa e do aquecimento global e criar uma fonte adicional de receita para os produtores.

Gazeta Mercantil

 

Receita líquida do Friboi tem alta de 22,6% no 1º trimestre

A JBS S.A, controladora do FRIBOI, informou que registrou uma receita bruta de R$ 1,202 bilhão no primeiro trimestre deste ano, 25,3% mais do que em igual período de 2006. A receita líquida subiu 22,6% em igual comparação, para R$ 1,086 bilhão. O aumento na receita líquida se deve ao crescimento das vendas no mercado interno e na exportação. No mercado doméstico, foram 189,2 mil toneladas, alta de 12,7% sobre os primeiros três meses de 2006. A receita líquida com essas vendas cresceu 19,6%, para R$ 460,2 milhões.

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

CAMBRIDGE DOBRA DE TAMANHO EM SEIS ANOS

A CAMBRIDGE UNIVERSITY PRESS, conhecida no Brasil pela edição de livros voltados ao ensino de inglês, fincou bandeira em território nacional há 18 anos. A aposta tem mostrado resultado. A operação brasileira faturou R$ 17 milhões em 2006, um aumento de 8% em relação ao ano anterior. A expectativa de João Sabino Madureira Neto, Diretor da companhia no Brasil, é repetir o percentual de crescimento este ano. A principal expansão da empresa no mercado brasileiro ocorreu apenas há seis anos. "Somente em 2001 a matriz percebeu que a situação política-econômica no país era estável o suficiente para ampliar o negócio", diz o executivo. Até aquele ano, o escritório da editora em São Paulo contava com sete pessoas, que cuidavam apenas da divulgação do catálogo. Hoje, a CAMBRIDGE possui 40 funcionários e trabalha desde a importação até a distribuição do produto.

Valor Econômico

 

TALENT BRINDA RESULTADOS DO ANO PASSADO

A TALENT diz que será difícil conseguir crescer em 2007 o mesmo que no ano passado, quando a agência teve receita 27% maior do que em 2005. "Foi um ano excepcionalmente bom", afirma o sócio e Diretor da agência, José Eustachio. Mas garante que o ano começou muito bem. "Para o primeiro trimestre de 2007, superamos em 110% nossas previsões. Portanto, consideramos que o crescimento será na média de 15%, o que é bastante positivo", destaca o Diretor. A razão do bom momento é explicada pelo salto de clientes como NET, SONY ERICSSSON, LOJAS AMERICANAS, IPIRANGA, SEMP TOSHIBA, BANCO REAL, entre outros. No total, são 15 contas atendidas pela TALENT.

Gazeta Mercantil

 

Energia

LUCRO DA ENERGIAS DO BRASIL AUMENTA 28% NO PRIMEIRO TRIMESTRE

A ENERGIAS DO BRASIL, holding controlada pela ENERGIAS DE PORTUGAL que consolida ativos de energia elétrica nas áreas de geração através da ENERGEST, ENERPEIXE e EDP LAJEADO, de comercialização com a ENERTRADE e distribuição com a BANDEIRANTE, ESCELSA e ENERSUL, fechou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 128 milhões, aumento superior em 28,9% se comparado aos R$ 99,3 milhões registrados no primeiro trimestre do ano passado. A receita líquida ficou em R$ 1,11 bilhão, 13% superior aos R$ 986,253 milhões de igual período de 2006. Segundo o Diretor-Presidente da holding, António Martins da Costa, um dos fatores que mais contribuíram para o resultado positivo foi o crescimento da área de geração.

Gazeta Mercantil

 

Engenharia, Projetos & Construção

EVEN REGISTRA SALTO DE 174% NA RECEITA OPERACIONAL

A construtora e incorporadora EVEN consolidou uma receita bruta operacional de R$ 203,17 milhões no último exercício, contra R$ 74,12 milhões em 2005. No período, seu capital social saltou de R$ 12,12 milhões para R$ 99,66 milhões, graças ao aporte de um novo acionista, o fundo Spinnaker Capital que, por meio de sua controlada indireta, a DONNEVILLE, fez aporte de R$ 72 milhões em março. Ao final do exercício, a DONEVILLE foi incorporada pela EVEN. O lucro líquido cresceu para R$ 22,39 milhões em 2006, ante R$ 2,02 milhões de 2005. No exercício, a EVEN iniciou sua expansão geográfica e lançou empreendimento residencial na cidade do Rio de Janeiro, onde abriu uma filial, e adquiriu terrenos em Goiânia, em parceria com empresas locais.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

Colgate alcança lucro de US$ 486,6 milhões no 1º trimestre

O grupo COLGATE-PALMOLIVE divulgou lucro líquido maior no primeiro trimestre, puxado por vendas elevadas de produtos como a pasta de dente Colgate Total. O lucro da companhia no primeiro trimestre somou US$ 486,6 milhões, ou US$ 0,89 por ação, comparado com resultado positivo de US$ 324,5 milhões, ou US$ 0,59 por ação, registrado um ano antes.

Valor Econômico

 

MEDLEY REGISTRA RESULTADO HISTÓRICO NO MÊS DE MARÇO

A maior fabricante de genéricos do Brasil bateu recordes em março deste ano, acompanhando o desempenho do segmento, também histórico no período. A MEDLEY INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, laboratório de capital 100% nacional com fábricas em Campinas e Sumaré, no interior paulista, vendeu no mês o maior volume de medicamentos de sua história. Foram 8,31 milhões de unidades (caixas), 44% a mais em relação as 5,76 milhões de caixas que comercializou em fevereiro no País. O Presidente da companhia, Jairo Yamamoto, disse que os maiores volumes originaram também crescimento recorde nas vendas, em comparações mensais, que atingiram US$ 56,1 milhões em março, alta de 37,84% sobre fevereiro. Os números de março impulsionaram o desempenho anual. No acumulado dos últimos doze meses até março de 2007, a MEDLEY chegou a US$ 523 milhões, uma evolução de 40% frente a igual período anterior.

Gazeta Mercantil

 

Novo Nordisk investe mais no Brasil

A farmacêutica dinamarquesa NOVO NORDISK inaugura no Brasil a sua maior fábrica fora da Dinamarca. Localizada em Montes Claros (MG), ela também é a maior unidade de produção de insulina da América Latina. A companhia investiu cerca de US$ 200 milhões na fábrica, com capacidade para produzir 200 milhões de refis de insulina por ano. Foi o maior aporte feito por uma farmacêutica no País de uma só vez, disse o Presidente e CEO da NOVO NORDISK, Lars Rebien Sørensen, que está há quase sete anos no cargo e foi o responsável pela decisão de expansão no Brasil,  e da própria empresa a partir das operações locais. A NOVO NORDISK lidera o segmento de insulinas em âmbito mundial, com 50% do consumo e 15 milhões de pacientes utilizando seus produtos diariamente. No ano passado, as vendas da farmacêutica cresceram 15% ante 2005, para US$ 7,1 bilhões, 75% do negócio é insulina.

Gazeta Mercantil

 

PARALLÈLE DISPUTA VAREJO POPULAR DE BELEZA

Há três anos, o sonho de abrir um negócio próprio fez o jovem publicitário João Vianna deixar o emprego na NATURA e partir para uma aventura solo. Foi assim que em 2004, Vianna, juntamente com o amigo, Simon Levi, que atuava no setor de varejo de vestuário, abriu a primeira loja da PARALLÈLE, empresa voltada para a elaboração e comércio de perfumes. "Montamos uma empresa com conceito de produto semelhante ao O BOTICÁRIO mas, mais barato", diz Vianna. A primeira loja da PARALLÈLE foi aberta no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. E a expansão aconteceu um ano depois, após uma parceria com a rede de departamentos LEADER MAGAZINE, no, Rio de Janeiro. O que começou com um quiosque próprio, tornou-se 16 pontos de venda franqueados após apenas um mês. No primeiro ano de operação a PARALLÈLE atingiu faturamento de R$ 1,4 milhão. Em 2006, a marca atingiu os 20 pontos de venda, sendo que desses 17 no modelo de franquia, com lojas em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Campo Grande e Salvador. Em 2007, a empresa espera atingir 35 pontos de vendas e faturamento de R$ 7 milhões. Para isso, aposta no lançamento de novos produtos e na entrada no segmento de maquiagem e linhas segmentadas, como a infantil.

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

BANCO MATONE ELEVA LUCRO LÍQUIDO EM 95,9% NO ANO

O forte crescimento da carteira de crédito consignado permitiu ao BANCO MATONE ampliar em 95,9% o lucro líquido de 2006 em comparação com o ano anterior. O montante somou R$ 31,67 milhões, ante um patrimônio líquido de R$ 57,12 milhões, enquanto as receitas com intermediação financeira subiram 49,4%, para R$ 190,95 milhões. A carteira de crédito do banco passou de R$ 360 milhões para R$ 564,5 milhões no período, sendo 97,8% correspondentes a empréstimos consignados.

Valor Econômico

 

LUCRO DO ABN CRESCE 82% NO BRASIL

A batalha internacional pelo controle do grupo ABN AMRO não está afetando as operações locais, garantiu o Presidente do banco, Fábio Barbosa, ao anunciar os resultados do primeiro trimestre. "É uma negociação em que a matriz está envolvida. Por aqui, business as usual", disse Barbosa. O ABN AMRO Real aumentou em 82% do lucro líquido no primeiro trimestre para R$ 622 milhões ou, como prefere Barbosa, em 56% para R$ 654 milhões, se forem excluídos gastos com a proteção de capital e investimentos na terceirização de serviços. O Brasil representa 95% das receita operacional do grupo na América Latina que, por sua vez, contribui com 20% da receita do grupo no mundo todo. No Brasil o aumento de 24% das operações de crédito e de 17% das despesas administrativas e de pessoal ajudaram a alavancar o lucro. Ele está otimista com os resultados dos próximos meses: "Elevamos a expectativa de crescimento da economia de cerca de 4% para 4,5% neste ano".

Valor Econômico

 

LUCRO DO SANTANDER BANESPA CRESCE 22%

O BANCO SANTANDER BANESPA registrou no primeiro trimestre de 2007 lucro líquido de R$ 559 milhões, 22% acima do que o obtido no mesmo período de 2006. O resultado equivale a 10% do lucro global de € 1,8 bilhão. As receitas de prestação de serviços, seguros e capitalização aumentaram 29%. A carteira total de crédito atingiu R$ 37,9 bilhões, com crescimento de 29% na comparação interanual.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

LAFARGE ROOFING ELEVA FATURAMENTO E AMPLIA OPERAÇÃO BRASILEIRA

A LAFARGE ROOFING, produtora de telhas e acessórios para telhados, inaugura sua primeira unidade na região Centro-Oeste, localizada em Anápolis, Goiás. Especializada na produção de telhas de concreto, mais refinadas e cerca de 15% mais caras que as tradicionais de barro, a LAFARGE atinge principalmente um público de alto padrão e aposta no crescimento deste nicho na região de Minas Gerais e Goiás. "O Centro-Oeste já era uma região importante para nós e vem crescendo bastante", conta o Presidente da empresa no Brasil, Cláudio Soares. Presente em mais de 40 países e instalada no Brasil desde 1998, onde possui fábrica em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Bahia, a LAFARGE já atendia o mercado mineiro e goiano por meio da unidade paulista. Localizada em Atibaia, a unidade produz cerca de 40 milhões de peças e atende também Rio de Janeiro e Espírito Santo. O Presidente da empresa estima que, com a nova fábrica, que terá capacidade para produzir 5 milhões de peças por ano, as vendas devem crescer entre 30% e 40% naquela região, na qual a LAFARGE vende atualmente 2,5 milhões de peças. A nova operação representa um acréscimo de 10% na capacidade total. A empresa de capital francês, que atua no País desde 1998, faturou R$ 50 milhões no Brasil em 2006. O resultado representa 15% sobre o ano anterior e a expectativa é de repetir esse percentual de crescimento também neste ano. No mundo a receita atingiu € 1,6 bilhão em 2006.

Gazeta Mercantil

 

Papel & Celulose

Kimberly-Clark ganha 64% a mais no trimestre

A KIMBERLY-CLARK terminou os três primeiros meses de 2007 com lucro líquido 64% maior, de US$ 452 milhões (US$ 0,98 por ação), em comparação ao montante registrado entre janeiro e março de 2006, de US$ 275,1 milhões (US$ 0,60 por papel). O resultado foi ajudado pelo forte crescimento nas vendas e pelos esforços de redução de custos. A fabricante dos lenços de papel Kleenex e das fraldas Huggies teve ainda vendas líquidas de US$ 4,4 bilhões, que implicam elevação de 7,8% na comparação com o exercício anterior.

Valor Econômico

 

Plástico & Borracha

MERCADO INTERNO PUXA VENDAS DA PETROFLEX

Após um 2006 ruim, com um resultado líquido de apenas R$ 23 milhões, contra R$ 88 milhões em 2005, a PETROFLEX, principal fabricante brasileira de borracha sintética, começou 2007 com perspectivas bem melhores, realizando um lucro de R$ 12,2 milhões no primeiro trimestre do ano. O resultado reverteu o prejuízo de R$ 4,9 milhões do mesmo período do ano passado e ficou 34,1% acima do número do trimestre imediatamente anterior (R$ 9,1 milhões). "Vejo 2007 muito diferente de 2006. Não sei se repetiremos 2005, mas o ano está muito positivo. Entramos no segundo trimestre com as três unidades operando a plena carga", disse o Diretor Financeiro da empresa, Luiz Carlos Lopes. Com uma capacidade de produção nas fábricas de Duque de Caxias (RJ), Camaçari (BA) e Triunfo (RS) de 422 mil toneladas/ano, a PETROFLEX vendeu de janeiro a março 82,3 mil toneladas de produtos, com aumento de 3,9% sobre o mesmo período do ano anterior.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

Copesul define nova diretoria e anuncia alta de 28% no lucro

A COMPANHIA PETROQUÍMICA DO SUL (COPESUL) e a IPIRANGA PETROQUÍMICA (IPQ), agora controladas pela BRASKEM, têm novos Diretores Superintendentes. À frente da COPESUL foi confirmado Alfredo Tellechea. Para a IPQ, foi anunciado Roberto Bichoff. Apesar do mandato de três anos, tanto a direção quanto o novo conselho são provisórios devido ao processo de integração que sofrerão pela BRASKEM. O Presidente da BRASKEM, José Carlos Grubisich disse que a integração deve ocorrer "dentro de um tempo curto". Grubisich lembrou que, com a aquisição, a BRASKEM vai ganhar cerca de US$ 500 milhões em sinergias. Só as exportações devem subir de US$ 1,4 bilhão para US$ 2 bilhões em 2007. Os resultados financeiros das duas empresas, entretanto, só serão acrescidos totalmente ao balanço da BRASKEM a partir do segundo trimestre. A COPESUL também divulgou o resultado financeiro do primeiro trimestre. O lucro líquido foi de R$ 204 milhões, 27,5% superior ao do mesmo período de 2006.

Gazeta Mercantil

 

TINTAS CORAL MUDA FÓRMULA E PROJETA CRESCIMENTO DE 12%

A TINTAS CORAL, marca tradicional no País e hoje subsidiária da britânica ICI PAINTS, tem o objetivo de ampliar sua receita líquida em 12% em 2007, o dobro do crescimento de 2006 e chegar próximo deste crescimento também no volume vendido. Para isso, a empresa anuncia que já nos primeiros três meses do ano vendeu 10% mais em volume de tintas e cresceu 6% em faturamento além de 2% em lucro. A empresa produziu no ano passado 185 milhões de litros de tintas. A aposta da empresa para crescer está sustentada na inclusão econômica do governo e em reflexos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A CORAL não divulgou o número de lucro. A receita líquida da empresa em 2006 foi de R$ 640 milhões. Houve crescimento de 6% sobre 2005. Os investimentos da CORAL em 2006 foram de R$ 55 milhões. Para 2007, estão previstos investimentos de R$ 52 milhões, sendo que R$ 38 milhões serão direcionados também para campanhas de marketing.

Gazeta Mercantil

 

RHODIA AMPLIA PRODUÇÃO E REDUZ COMPRAS EXTERNAS

A RHODIA POLIAMIDA vai elevar sua capacidade de produção de intermediários e químicos especiais direcionados a indústria de poliamida (produtos têxteis entre outros) e outras resinas. A indústria vai investir € 30 milhões e fará um grande desgargalamento em sua unidade em Paulínia (SP). Com a ampliação, a empresa deixará de importar US$ 50 milhões em matérias-primas e também ampliará em US$ 50 milhões suas vendas no exterior. A fábrica de Paulínia passará de uma capacidade de 195 mil toneladas para 245 mil toneladas até o final de 2008. A RHODIA no Brasil representa hoje 15% de um faturamento global de US$ 1,16 bilhão e exporta pouco mais de 10% de sua produção local. Em 2006 esse percentual foi a 15% e representou um avanço nas exportações da empresa. Há dois objetivos paralelos para este investimento no País: combinação do atendimento ao crescimento no Brasil com a expansão mundial da RHODIA em poliamida. Os mercados onde há maior crescimento de demanda são Ásia, Índia e América Latina. No País, a empresa quer dobrar o faturamento até 2010.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

CSN reajusta preço e eleva vendas no Brasil

A COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL (CSN) começa o mês de maio vendendo aços laminados a quente e a frio com valor 7,5% mais alto. Os produtos zincados também terão reajuste de 5% a partir da próxima terça-feira. Estes reajustes revelam aquecimento do mercado interno e aviam a estratégia da empresa em direcionar produção para o comprador local. A empresa espera anunciar crescimento de participação no País este na proporção das anunciadas no último mês, quando a siderúrgica passou de 30% para 33% na venda de aços planos no País. O lucro neste primeiro trimestre cresceu mais que o dobro, para R$ 763 milhões. A empresa credita o bom desempenho ao volume maior de vendas, que cresceu 19% no País e 21% para o mercado externo.

Gazeta Mercantil

 

CONFAB EXPORTA MAIS E DOBRA LUCRO LÍQUIDO

Novas encomendas firmadas com a PETROBRAS na semana passada elevaram para R$ 2 bilhões a carteira de pedidos da CONFAB INDUSTRIAL, que este ano registra uma recuperação nos negócios. Em 31 de março último, a fabricante de tubos de aço mantinha em carteira pedidos equivalentes a R$ 1,38 bilhão. Na mesma data em 2006, as encomendas eram de R$ 523,5 milhões. O aquecimento nos negócios melhorou os resultados da empresa no primeiro trimestre. O volume de tubos vendidos no período foi 23% maior e alcançou 64 mil toneladas. A alta nas vendas externas foi de 94%, com 35 mil toneladas. A receita líquida da empresa cresceu em 33,6%, para R$ 292,82 milhões. O lucro líquido saltou 119% e alcançou R$ 33,04 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

Com aparelhos baratos, Samsung promete encostar na Motorola

A SAMSUNG vai continuar crescendo de forma agressiva no Brasil, diz o principal executivo no País, José Roberto Campos. A empresa coreana já conseguiu reposicionar na VIVO os aparelhos GSM no espaço dos CDMA, inclusive com ganhos de volume sobre o que vinha sendo colocado antes na operadora. Ao mesmo tempo acrescentou aparelhos baratos ao seu portfólio composto de telefones mais sofisticados que a média para poder enfrentar os dois principais concorrentes, NOKIA e MOTOROLA, e diz ter argumentos firmes para acreditar que vai encostar ainda este ano na MOTOROLA, que alterna com a NOKIA as duas primeiras posições no ranking do País. "Continuaremos crescendo em dois dígitos", diz Campos referindo-se ao avanço acelerado das vendas da SAMSUNG no Brasil nos últimos anos. De US$ 480 milhões em 2003, a empresa saltou a US$ 700 milhões em 2004, US$ 1,2 bilhão em 2005 e US$ 1,6 bilhão em 2006. A velocidade vai ser mantida porque, segundo Campos, novos produtos estão sendo introduzidos, entre os quais TV, DVD, tocadores de MP3, celulares de terceira geração, linha branca, monitores e impressoras.

Gazeta Mercantil

 

UMA DAS MAIORES DE SOFTWARE, ALLEN BUSCA AMPLIAR SERVIÇOS

Anteriormente focada em vendas de hardware e software, a ALLEN INFORMÁTICA pretende se estabelecer como um importante nome no desenvolvimento de software no Brasil, numa guinada para serviços que vem empreendendo nos últimos tempos. Com faturamento anual de cerca de R$ 300 milhões, a ALLEN é uma das maiores empresas de tecnologia da informação brasileiras, mas é um nome menos conhecido por investir pouco em divulgação ou aparecer nos veículos de comunicação. Possui 400 funcionários em seis escritórios e mais de 2 mil clientes ativos. "Com o trabalho de consultoria, às vezes a empresa incha e chega a ter 600 funcionários e depois volta para os 400", diz o Diretor Regional de Brasília da fabricante de software ALLEN INFORMÁTICA, André Escandura. A ALLEN está em processo de abertura de novos escritórios em Vitória e Santa Catarina. "Estamos em prospecção para o Rio Grande do Sul e Paraná", conta o executivo. O principal negócio, que a colocou nesse patamar, foi o licenciamento de software, que ela faz de produtos da MICROSOFT, ADOBE, CA, SYMANTEC e MCAFEE. Mas a empresa tem consciência de que a simples venda de produtos é uma commodity e tem feito projetos mais complexos de fábrica de software. Há cinco anos fechou acordo com a UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS, para ajudar no treinamento de profissionais para esta atividade. Isso resultou em um projeto para desenvolvimento do portal da petrolífera HALLIBURTON, a partir da cidade fluminense. Os contratos junto ao governo (estaduais e federal) terão grande importância para o sucesso da empreitada. A unidade de Brasília mais que dobrou de tamanho no último ano, ajudando a empresa a crescer acima de 40%.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

TEGMA COMPRA BONI/GATX E CLI E EXPANDE ATUAÇÃO PARA NOVAS ÁREAS

A TEGMA, especializada em logística do setor automotivo, fechou a compra de duas empresas, a BONI/GATX e a CLI. Com a inclusão das novas companhias, a TEGMA começará a atuar em setores como químico, papel, informática e combustível. As aquisições trarão um acréscimo imediato de R$ 129 milhões à receita anual, que somou R$ 512 milhões em 2006. Mas os planos são de crescimento, segundo o Presidente da TEGMA , Gennaro Oddone. Segundo o executivo, a empresa pretende aplicar a experiência no setor automotivo para atuar com outros tipos de carga. Ao mesmo tempo, as novas empresas abrirão as portas em novos mercados.

Valor Econômico

 

DEMANDA EM ALTA FAZ SUNDOWN DOBRAR PRODUÇÃO

A BRASIL & MOVIMENTO SA, dona da marca SUNDOWN, terceira maior fabricante de motocicletas e bicicletas, vai investir R$ 20 milhões para dobrar a capacidade da fábrica de Manaus (AM), para 15 mil unidades mensais no segundo semestre deste ano. "Vamos fazer novos investimentos para acompanhar o crescimento do mercado e enfrentar a concorrência dos chineses que estão chegando do País", disse Rogelio Scialo, Diretor Comercial e de Marketing. Com a expansão da fábrica, que emprega em dois turnos 1.200 funcionários, a empresa vai elevar em 20% o quadro de funcionários. Também aumentará número de concessionária, de 210 para 250. Com a grande demanda no mercado brasileiro, a empresa já tem fila de espera para suas motocicletas. Mesmo com a grande competição neste mercado, onde a HONDA é a líder, com 80% de participação, a SUNDOWN vem ampliando a sua fatia, ao passar de 0,3% em 2003 para 5,1% no primeiro trimestre deste ano. Nos três primeiros meses do ano, a receita líquida da empresa foi de R$ 89,3 milhões, um crescimento de 34% em relação a igual período do ano passado. Em 2006 a receita líquida foi de R$ 402,3 milhões. Já o lucro líquido teve um aumento de 167% no trimestre em relação ao mesmo período de 2006, para 7,2 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Varejo

CARREFOUR VAI INVESTIR R$ 100 MILHÕES NO RS

Depois de anunciar a aquisição do ATACADÃO no início da semana passada, por R$ 2,2 bilhões, e assumir a liderança no ranking brasileiro de supermercados, o CARREFOUR confirmou a construção de três novos hipermercados no Rio Grande do Sul, com investimentos de R$ 100 milhões. Um será erguido em Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre, e outro em Santa Maria, no centro do Estado. A localização da terceira loja ainda não foi definida, informou a empresa. O CARREFOUR conta atualmente com cinco unidades no Rio Grande do Sul. Duas ficam em Porto Alegre e as demais em Canoas e Novo Hamburgo, na região metropolitana, e em Caxias do Sul, no nordeste do Estado. A rede francesa já havia informado que tem planos de instalar entre 15 e 20 novas lojas este ano em todo o Brasil. Com as novas lojas, o CARREFOUR vai aumentar a concorrência com as duas maiores redes que operam no Rio Grande do Sul: o WAL MART, que em 2005 comprou as operações do grupo SONAE, e o ZAFFARI, que tem sede em Porto Alegre.

Valor Econômico

 

LEADER, MAIOR VAREJISTA DO RIO, TERÁ 18 LOJAS NO NORDESTE

Depois de firmar-se em solo fluminense, a varejista LEADER quer estender as operações para a região Nordeste do Brasil, onde os programas sociais do governo favoreceram o consumo popular. É na classe C que a empresa tem hoje seu grande público-alvo. A rede também pretende reforçar os negócios no Sudeste. Até 2010, está prevista a abertura de 30 novas lojas, 18 delas no Nordeste, cinco em Minas Gerais, seis no Grande Rio e uma no norte fluminense, totalizando 60 unidades no país. A empresa não descarta a aquisição de redes locais em cidades nordestinas como forma de avançar na região. A primeira loja do Nordeste será aberta em novembro na região metropolitana de Recife. Outras duas unidades devem ser inauguradas até o fim do ano. Com investimentos de R$ 40 milhões, a LEADER pretende abrir 10 novas lojas em 2007.

Valor Econômico

 

GRUPO PÃO DE AÇÚCAR PREVÊ INVESTIMENTO RECORDE DE R$ 1,25 BI

A COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO (CBD) vai realizar este ano o maior investimento de sua história: R$ 1,25 bilhão. O valor, aprovado na última assembléia ordinária de acionistas, contempla a abertura de 30 novas lojas. O investimento é 46% superior ao realizado no ano passado e o dobro do que planeja investir o concorrente francês CARREFOUR, que assumiu este ano a liderança do ranking de maiores redes no País, desde 2000 com o PÃO AÇÚCAR, com a compra do ATACADÃO.  

Gazeta Mercantil

 

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