Sexta-feira, 11/05/2007
Ano VII – edição 269

Alimentos

NESTLÉ INVESTE R$ 50 MILHÕES PARA DISPUTAR MERCADO DE SOJA

Depois de dois anos de testes e muita especulação da concorrência, a NESTLÉ finalmente anuncia a criação da marca SOLLYS que assinará uma família de produtos à base de soja. A multinacional suíça investiu R$ 50 milhões em uma linha que inclui sucos, barra de cereais, chocolate, leite e creme de soja. E uma nova leva de produtos, provavelmente achocolatados e cremes tipo iogurte, já está prevista para setembro. O lançamento do portfólio de soja mostra a recuperação da força da subsidiária brasileira, a segunda em volume e quinta em faturamento, a expectativa é que feche como a quarta no final deste ano.

Gazeta Mercantil

 

Activia aumenta vendas em 40% após "desafio"

A marca de iogurtes funcionais ACTIVIA (DANONE) continua colhendo bons frutos da ação promocional Desafio 15 (devolvia o dinheiro caso a consumidora não atingisse resultados). Foi trabalhada no ano passado e repetida entre fevereiro e abril de 2007. Segundo o Gerente de Marketing da marca, Leonardo Lima, as vendas do iogurte aumentaram 40% no período, comparando com o ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

Bebidas & Fumo

MELITTA DOBRA A RECEITA E INVESTE EM CAMPANHA

Em um mercado onde a disputa na gôndola é acirrada, a MELITTA DO BRASIL tem bons motivos para comemorar. A companhia dobrou o valor de seu faturamento nos últimos quatro anos e aumentou sua participação no segmento de café torrado e moído, um negócio com cerca de 1,1 mil indústrias e mais de duas mil marcas no país. Líder no mercado brasileiro em vendas de filtros de papel e na vice-liderança em café torrado e moído, a MELITTA lançou uma campanha publicitária para comemorar essa boa fase. "Em quatro anos (de 2002 a 2006) dobramos o faturamento da empresa de R$ 200 milhões para R$ 426 milhões", diz Bernardo Wolfson, Presidente da MELITTA DO BRASIL. Neste mesmo período, a participação da marca no mercado saltou de 5% para 6,9%. Em filtros de papel, subiu de 50% para 53,4%.

Valor Econômico

 

Norsa projeta crescer de 10% a 12%

A NORSA REFRIGERANTES, com sede em Fortaleza, produtora e distribuidora da marca COCA-COLA para os estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Piauí e Ceará, projeta fechar o ano com crescimento de 10% a 12% em volume de vendas. Se consideradas as bebidas não-carbonatadas como sucos, leites e chás, esse índice poderá chegar a 50%, segundo estima Bernardo Jereissati Legey, Diretor de Planejamento e Marketing da companhia. A empresa tem 130 mil pontos-de-venda na região onde atua. O executivo trabalha este ano com perspectiva de faturamento bruto da ordem de R$ 1,2 bilhão, no global, incremento de 14% em relação ao exercício anterior, expansão apoiada no entendimento das necessidades do consumidor.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

ABRIL INVESTE R$ 10 MILHÕES NO MERCADO PARTICULAR

A ABRIL EDUCAÇÃO, que possui os tradicionais selos de livros didáticos ÁTICA e SCIPIONE, lança um novo sistema de ensino esta semana, chamado Ser. Com um investimento de R$ 10 milhões, a empresa planeja aumentar sua participação no mercado de escolas particulares e, assim, tornar-se mais competitiva em um setor que reúne 65 empresas, entre editoras e escolas, e fatura em média R$ 600 milhões por ano. A ABRIL EDUCAÇÃO entrou no mercado de sistemas de ensino em 2003, com a marca APOIOESCOLA, que consumiu investimento de R$ 20 milhões. A nova marca, diz João Arinos R. dos Santos, Diretor-Geral da ABRIL EDUCAÇÃO, "era necessária para simbolizar um novo sistema. O Ser tem um conteúdo mais atualizado e novidades, como serviço de gestão escolar". Atualmente, o APOIOESCOLA atende 40 mil alunos. A estimativa para 2008, ano em que o Ser começa a ser usado no mercado, é dobrar esse número. O sistema de ensino responde por 5% do faturamento da ABRIL EDUCAÇÃO. O restante é obtido com vendas da ÁTICA e da SCIPIONE. A divisão de livros didáticos da ABRIL teve receita bruta de R$ 343,7 milhões em 2006. O lucro líquido foi de R$ 44,3 milhões.

Valor Econômico

 

ABRIL REGISTRA RECEITA 8,4% MAIOR EM 2006

O GRUPO ABRIL informa ter registrado uma receita líquida de R$ 2,5 bilhões no ano passado, montante 8,4% superior ao valor de 2005, de R$ 2,3 bilhões. O grupo corresponde à holding ABRIL S/A, constituída em 2001, que controla as participações societárias do conglomerado ABRIL; este reúne também TVA e EDITORAS ÁTICA e SCIPIONE. A EDITORA ABRIL, por sua vez, fechou 2006 com receita líquida de R$ 1,9 bilhão, crescimento de 8,1% em relação ao ano anterior, de R$ 1,7 bilhão. De acordo com a empresa, publicidade permanece como principal fonte de receita e totalizou R$ 687,1 milhões em 2006, um aumento de 5,9%.

Gazeta Mercantil

 

Energia

ENDESA TROCA COMANDO E PREVÊ AVANÇAR

De olho na expansão no setor elétrico, a ENDESA BRASIL trabalha para ampliar presença no mercado, com foco no cliente. A estratégia inclui mudanças no comando das empresas ligadas ao grupo no País e conduz o carioca Abel Alves Rochinha à presidência da COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ (COELCE), baseada em Fortaleza. A ENDESA, principal companhia elétrica espanhola, considera que há muito espaço para expansão no setor elétrico brasileiro e por isso trabalha para consolidar as operações locais. Maior empresa de energia elétrica do Chile e da Colômbia, o grupo controla no Brasil, além da COELCE, terceira maior distribuidora do Nordeste, e AMPLA, a geradora hidrelétrica CACHOEIRA DOURADA (Goiás) e a térmica ENDESA FORTALEZA (Ceará) e a ENDESA CIEN. "No Brasil temos espaço para crescer", diz Rochinha. 

Gazeta Mercantil

 

LUCRO DA COELCE CRESCE 57%

Adquirida pelo grupo espanhol em 1998, por US$ 1,2 bilhão, a COELCE superou a marca de 2,543 milhões de clientes, sendo 2 milhões residenciais, distribuídos em 184 municípios do Ceará. O crescimento médio fica em torno de 100 mil clientes/ano. Tem ainda 200 pontos de atendimento e cerca de 7,8 mil colaboradores, incluindo os de empresas parceiras. Em 2006, a empresa fechou com lucro líquido de R$ 298,258 milhões, alta de 57,7% sobre o exercício anterior, que ficou em R$ 189,124 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

GENETIKA PRETENDE ABRIR DEZ UNIDADES NESTE ANO

Com 14 anos de atuação no mercado e tendo no histórico o pioneirismo na realização de testes de DNA para predisposição genética do câncer, a GENETIKA - CENTRO DE ACONSELHAMENTO E LABORATÓRIO DE GENÉTICA começou a franquear sua marca em julho do ano passado. Hoje, possui duas unidades, uma em Recife (Pernambuco) e outra em Belo Horizonte (Minas Gerais). Em três meses pretende inaugurar três franquias no Paraná. Este ano o laboratório pretende abrir 10 franquias em capitais como Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis e no Distrito Federal. Segundo Raskin, nos últimos cinco anos, devido a aplicação das descobertas do projeto Genoma Humano, os exames genéticos evoluíram, mas ainda não são muito difundidos. Por isso, a franquia não é propriamente de laboratórios. As unidades fazem a captação dos exames, enviam à sede do GENETIKA, em Curitiba, e entregam os resultados. Mas são também um centro de divulgação dos exames genéticos entre profissionais de saúde.

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

LUCRO DO CACIQUE SOBE 45% NO ANO

O BANCO CACIQUE, adquirido em fevereiro pelo francês SOCIÉTÉ GÉNÉRALE, registrou lucro líquido de R$ 42,3 milhões em 2006, com crescimento de 45,3% em relação aos R$ 29,1 milhões de 2005. O resultado bruto da intermediação financeira subiu 34,5%, para R$ 331,9 milhões. A elevação é resultado da forte expansão do crédito, especialmente nos empréstimos consignados.

Valor Econômico

 

BRADESCO TEM LUCRO DE R$ 1,7 BILHÃO PUXADO PELO CRÉDITO

O BRADESCO, maior banco privado brasileiro, registrou no primeiro trimestre deste ano lucro líquido de R$ 1,7 bilhão, o que representa um crescimento de 11,4% em doze meses, e 5,2% sobre o último trimestre de 2006. Foi o 13º trimestre consecutivo de aumento do lucro, novamente puxado pelas operações de crédito, que cresceram 20,2% em um ano e 5,5% desde dezembro, para R$ 101,47 bilhões, excluindo avais e fianças. Desta vez, porém, a demanda maior veio de empresas, segmento no qual o banco cresceu 8,2%.

Gazeta Mercantil

 

SANTANDER SEGUROS DOBRA DE TAMANHO

A área de seguros do SANTANDER vai dobrar de tamanho em 2007. Essa é a expectativa de Gilberto Abreu, responsável pelas operações do grupo espanhol. Se os resultados do primeiro bimestre se mantiverem, realmente a empresa terá o dobro do tamanho obtido em 2006, quando já passou a figurar entre as 10 maiores seguradoras do Brasil. No primeiro bimestre deste ano, as duas seguradoras do grupo, SANTANDER SEGUROS e a SANTANDER BANESPA SEGUROS, movimentaram prêmios de R$ 238 milhões, crescimento de 92%. "Entramos o ano com o pé direito", disse ele. "Nossa meta é manter esse percentual de evolução durante este ano", acrescentou Abreu.

Gazeta Mercantil

 

Hotelaria, Restaurante & Turismo

CI ATINGE RECORDE NO PRIMEIRO TRIMESTRE

A agência de viagens CI já começou a colher os resultados de uma mudança de estratégia iniciada em dezembro. Entre janeiro e março deste ano, o número de pacotes vendidos pela empresa somou 5.650, salto de 40% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita acompanhou o crescimento, com incremento de cerca de 30%, para R$ 26 milhões, melhor resultado em 18 anos de atuação. Fundada como uma empresa voltada à venda de pacotes de intercâmbio, a rede partiu para uma mudança na logomarca e na denominação para se apresentar ao mercado jovem também como agência de viagens turísticas. "O novo posicionamento visa atender cada vez mais o jovem, de 10 a 35 anos, em diferentes necessidades de viagem", explica Celso Garcia, Diretor da CI. A participação no primeiro trimestre, período que responde por cerca de 20% da receita anual da rede, ainda é pouco significativa, mas já ensaia crescimento.

Gazeta Mercantil

 

ACCOR INVESTE R$ 420 MILHÕES NA AMÉRICA DO SUL

Primeira marca da ACCOR no Brasil, a bandeira NOVOTEL ficou relegada a segundo plano diante do vigoroso potencial da supereconômica FORMULE 1 e ampliação dos flats MERCURE, mas agora ganha a atenção da matriz. A intenção é turbinar a expansão da bandeira NOVOTEL e também da marca IBIS no País e em toda a América do Sul e Panamá, operações que serão coordenadas pela ACCOR BRASIL. A empresa soma 160 unidades na América do Sul, entre as bandeiras SOFITEL, MERCURE, FORMULE 1, IBIS, sendo 140 no Brasil. O objetivo é saltar para 300. A expansão mundial vai contar com aporte de € 2 bilhões da matriz, algo como R$ 3,6 bilhões até 2010, sendo que € 140 milhões (R$ 420 milhões) serão aplicados na América do Sul.

Gazeta Mercantil

 

Móveis e Utensílios

PORTUGUESA IDUNA INVESTE NA AL

A empresa portuguesa de móveis para escritórios IDUNA inicia as atividades de seu primeiro escritório no Brasil. A instalação, que teve investimento de US$ 250 mil, faz parte do plano de internacionalização da empresa e deverá ser o primeiro passo para a expansão para outros países da América Latina. "Escolhemos o Brasil pela proximidade cultural com Portugal e pelo País ter uma arquitetura muito boa, muito forte", disse o CEO mundial da IDUNA, Alberto Carvalho Araújo. "Depois da Europa, é um dos primeiros mercados a explorar". Atualmente, a IDUNA está presente em cinco países da Europa além de Portugal, Holanda, Inglaterra, Espanha, Bélgica e França, onde, somados, faturou € 12 milhões em 2006. O crescimento entre os meses de janeiro e abril de 2007 foi de 30% em relação a período idêntico do ano anterior, e o objetivo é que, com a implantação no Brasil e a expansão internacional, o faturamento cresça 20% ainda em 2007.

Gazeta Mercantil

 

REESTRUTURADA, PROBEL CRESCE E AMPLIA PRODUÇÃO

A fabricante de colchões PROBEL mudou de mãos no mais absoluto sigilo. O negócio ocorreu em fevereiro do ano passado, mas só foi divulgado agora porque o novo proprietário já colhe os resultados de uma reestruturação implantada para tornar a empresa mais produtiva e focada em seu negócio principal, a fabricação de colchões, conforme disse Mizael Massa, Gerente Geral da companhia, contratado para implementar os novos planos, que incluíram a venda de ativos, fechamento de fábrica e investimento no aumento da capacidade de produção. Entre as ações "desenvolvimentistas", Massa citou o fechamento de uma pequena unidade localizada em Porto Alegre, cuja produção foi transferida para Suzano, em São Paulo, e a venda das máquinas de produção de molejos ao grupo norte-americano LEGGETT & PLATT (LP), em setembro do ano passado. Em 2006, a PROBEL investiu em Suzano R$ 5 milhões e até o final deste ano estão previstos mais R$ 6 milhões. Além disso, a PROBEL também aumentou os turnos de produção de 1,5 em média para 2,5. O número de funcionários no chão de fábrica passou de 550 para aproximadamente 670. No total, a companhia emprega atualmente 1,2 mil pessoas. Massa disse que até o final deste ano a capacidade da PROBEL aumenta em 50% ante a de 2006, mas a produção aumenta 29%, o mesmo percentual de alta estimado para o faturamento da empresa, que chegará perto de R$ 240 milhões neste ano, ante os R$ 184,61 milhões registrados no ano passado.

Valor Econômico

 

Plástico & Borracha

Martiplast amplia estrutura e vendas

No ano 2000, quando a MARTIPLAST INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PLÁSTICOS, de Caxias do Sul, na serra gaúcha, iniciou seu processo de reposicionamento no mercado, a produção anual alcançou 85 mil peças para linha UD, com itens para cozinha, organização, banho, escritório, decorativa e infantil. Com uma média anual de R$ 600 mil em investimentos efetuados nos últimos três anos em pesquisa e desenvolvimento e compra de injetoras, a empresa vendeu no ano passado quase 5 milhões de unidades e projeta alcançar 6 milhões neste ano, 10% seguirão para países da América Latina, União Européia (UE) e África. A empresa não revela faturamento.

Gazeta Mercantil

 

MICHELIN INVESTE EM NOVA ÁREA

A francesa MICHELIN tem planos de ampliar, até o fim de 2008, a participação da empresa, no Brasil, no segmento de pneus de carga especial. Para atingir sua meta, a companhia lançou este mês linha de pneus agrícolas de uso misto, para diferentes tipos de terreno. A estratégia comercial dos novos pneus focou-se, em um primeiro momento, no transporte de cana-de-açúcar e seus derivados. Mas o objetivo seguinte é atender também carga viva, minério de ferro, madeira e cimento. Nour Bouhassoun, Diretor Comercial de pneus de carga da MICHELIN para América do Sul e Caribe, diz que a meta é fazer com que a nova gama de pneus alcance 40% de participação de mercado em dois anos. Hoje esta parcela é inferior a 30%. "O objetivo é crescer mais de dez pontos percentuais até o fim do ano que vem", diz Bouhassoun.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

LUPATECH AVANÇA NO MERCADO DE ÓLEO E GÁS

Com forte atuação na área de petróleo e gás a LUPATECH, de Caxias do Sul, na serra gaúcha, assinou carta de intenções para aquisição da totalidade das cotas da GASOIL SERVIÇOS, localizada em Macaé (RJ) principal pólo produtor de petróleo e gás do País. O valor do negócio é estimado em R$ 91 milhões. "A transação está em sintonia com o nosso planejamento estratégico de longo prazo, que visa a ampliação da gama de produtos e serviços voltados para o segmento de petróleo e gás, cujas perspectivas de crescimento são altamente positivas", disse o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Thiago Alonso de Oliveira. Em 2006, o faturamento da GASOIL foi de R$ 29,1 milhões. A carteira de contratos é de R$ 186 milhões para os próximos três anos. A empresa projeta receita para este ano de cerca de R$ 70 milhões. No ano passado, a LUPATECH obteve receita líquida em 2006 de R$ 223,6 milhões.

Gazeta Mercantil

 

FITESA INVESTE US$ 45 MILHÕES EM NOVA FÁBRICA

A FITESA, do grupo PETROPAR, vai investir US$ 45 milhões na construção de uma nova fábrica de nãotecidos, material empregado na produção de fraldas descartáveis, absorventes femininos e roupas médicas. A unidade terá capacidade instalada de 15 mil toneladas/ano, elevando em 37% o volume produzido pela FITESA, hoje em torno de 40 mil toneladas/ano. Ainda resta definir o local da fábrica, tarefa dos próximos três meses. Entre as possibilidades mais fortes estão Minas Gerais, São Paulo, Rio e Paraná. O Diretor Geral da FITESA, Silvério Luis Baranzano, explicou que a idéia da empresa é estar próxima ao seu principal mercado, a região Sudeste, e ao mesmo tempo buscar vantagens logísticas para a exportação, já que metade do volume produzido será destinada ao exterior.

Gazeta Mercantil

 

Solvay recebe apoio do BNDES para expansão

A SOLVAY recebeu sinal verde do BNDES para um pedido de financiamento de R$ 313,7 milhões. A linha de crédito contempla parte dos planos da empresa de investir US$ 150 milhões na ampliação das fábricas de PVC e cloro-soda em Santo André. Os recursos representam 72% do valor total do projeto, orçado atualmente em R$ 432 milhões, e vão ajudar a fabricante a aumentar a produção de cloro-soda de 106 mil toneladas anuais para 150 mil e a fabricação de resina plástica PVC de 267 mil para 300 mil toneladas ao ano. Os investimentos deverão gerar 700 empregos durante o período da ampliação. Além do crescimento do mercado, a empresa deverá aproveitar uma conjuntura de maior oferta de insumos a partir de 2008, quando será concluído também o processo de expansão da PQU (PETROQUÍMICA UNIÃO).  Junto com a ampliação, o projeto prevê ainda a modernização dos processos produtivos, por meio da aquisição de novas tecnologias que vão permitir maior eficiência energética, ou seja, produzir mais com menor consumo de energia elétrica; e ainda a substituição de matérias-primas por outras não-poluentes.

Valor Econômico

 

Telecomunicações e Informática

REUTERS EXPANDE ÁREA DE SOFTWARE DE GESTÃO DE RISCO

Andrew White veio ao Brasil na última semana para mostrar a mais de 20 bancos uma pouco conhecida divisão de negócios da REUTERS, famosa por sua agência de notícias e terminais de informações financeiras. O executivo é Diretor Mundial de Trade and Risk Management, área que fornece a instituições financeiras a tecnologia, mais especificamente softwares, necessária para o gerenciamento de trading e riscos financeiros. Com 700 funcionários, a área de gestão de trade e riscos é uma das que mais cresce na empresa, embora represente parcela pequena do faturamento da REUTERS, que totalizou US$ 200 milhões no último ano fiscal encerrado em outubro. "A meta é dobrar de tamanho até 2009", afirma White. Os softwares da REUTERS já contam hoje com 20 mil usuários em mais de 87 países, estando presentes em 25% dos 500 maiores bancos do mundo. No Brasil há dois clientes: o banco DRESDNER e a TELEFÔNICA EMPRESAS. "Desde o ano passado surgiu demanda por parte dos bancos na América Latina por esse tipo de tecnologia", diz o executivo, que vê oportunidades relevantes de crescimento no Brasil e no México.

Gazeta Mercantil

 

COM PRESENÇA NOS EUA, POLICS PREPARA EXPANSÃO INTERNACIONAL

A brasileira POLICS, consultoria especializada em serviços relacionados à tecnologia da SAP, dá os primeiros passos para expandir suas operações ao mercado internacional. Ainda neste ano, a empresa criada pelo grupo POLITEC no final de 2005 planeja abrir dois escritórios nos Estados Unidos. Um deles será instalado em Nova York, para atender a clientes americanos, e outro em Miami, para atingir, além da própria região, as subsidiárias latino-americanas de multinacionais, incluindo as brasileiras. Com os primeiros contratos fechados a partir dos Estados Unidos para projetos em países latinos, a empresa prevê a abertura de outras operações, provavelmente no México e Argentina. A POLICS emprega 370 profissionais especializados nos sofwares corporativos da gigante alemã SAP. E a meta é acrescentar outros 400 até o final de 2008. Com 38 clientes ativos atualmente, já se posiciona entre as principais consultorias brasileiras de SAP, atrás da PROCWORK e BRAXIS. A POLICS faturou US$ 7,5 milhões em 2006, seu primeiro ano de atuação, e prevê um salto em sua receita para US$ 28 milhões neste ano.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

MRS INVESTE 122% A MAIS PARA ATENDER ALTA DEMANDA

A forte demanda no transporte de minério de ferro e produtos agrícolas fez com que a MRS LOGÍSTICA mais que duplicasse os investimentos em material rodante e melhoria da via no primeiro trimestre. A concessionária aportou R$ 142,41 milhões, valor 121,6% superior ao aplicado no mesmo período do ano passado. No primeiro trimestre a companhia comprou 273 vagões para o transporte de minério de ferro e 38 locomotivas usadas que também serão utilizadas ao longo da linha no movimento da commodity. O bom desempenho no trimestre rendeu à MRS uma elevação de 23,5% em seu lucro líquido no comparativo com o mesmo período do ano passado, chegando a R$ 121,5 milhões. A receita líquida foi de R$ 480,4 milhões, 16,8% superior ao primeiro trimestre 2006.

Gazeta Mercantil

 

Brasil ajuda General Motors a lucrar

A região LAAM em que está inserido o Brasil na estrutura da GENERAL MOTORS deu mais uma vez show de resultados ao lucrar US$ 201 milhões no primeiro trimestre. Trata-se do novo recorde na área que reúne operações nos países da América Latina, África e Oriente Médio e simplesmente o triplo no cotejo com mesmo trimestre de 2006, quando o lucro foi de US$ 67 milhões. A melhora na lucratividade foi alcançada devido ao volume grande de vendas, assim como pelo mix mais eficaz entre preço e produto, disse o Presidente da GM Brasil e Mercosul, Ray Young. "O Brasil foi muito bem, com expansão de 12%", disse.

Valor Econômico

 

ALSTOM VENDE 96 CARROS AO METRÔ DE SÃO PAULO

A francesa ALSTOM fechou contrato de R$ 500 milhões com o METRÔ de São Paulo para o fornecimento de 96 carros para a Linha 2 do sistema. Os carros serão produzidos na fábrica da ALSTOM em São Paulo, que hoje opera com 50% de sua capacidade instalada, que é de 300 carros por ano. Com o contrato, a produção da fábrica poderá chegar a 200 carros/ano. Metade da encomenda será entregue em um ano; a outra metade está programada para 2009. Os carros para o Metrô de São Paulo serão em aço inoxidável e terão ar condicionado para a cabine e salão de passageiros. Além do acordo com o METRÔ de São Paulo, a ALSTOM ainda fornece carros para os metrôs de Nova York, Buenos Aires, Santiago e para a COMPANHIA DE TREM METROPOLITANOS (CPTM) em São Paulo.

Gazeta Mercantil

 

RANDON PRODUZ 28,5% A MAIS ESTIMULADA PELO AGRONEGÓCIO

O volume físico faturado de implementos rodoviários para transporte de carga fabricado pela RANDON nos três primeiros meses de 2007 foi de 4,5 mil unidades, 28,5% acima de igual período de 2006. Já o número de veículos ‘off-road’ cresceu 66,7%, para 25 unidades, enquanto que o total de retroescavadeiras teve alta de 46,7%, totalizando 67 unidades neste trimestre. Se isso não bastasse para transformar este trimestre num dos melhores dos últimos anos, a RANDON anuncia que a carteira de encomendas é, hoje, suficiente para preencher todo o segundo trimestre. Uma das razões para que a receita líquida consolidada, de R$ 551,9 milhões, tivesse alta de 10% em relação a igual trimestre de 2006, e do lucro líquido consolidado, de R$ 36 milhões, tenha dado salto de 47,3 milhões, está no campo. O uso intensivo de transporte e logística no agronegócio e bioenergia, notadamente, o sucroalcooleiro, além de minério e madeira-celulose, foram determinantes. Se não houver mudanças no cenário, a sinalização é de que o grupo encerre 2007 com receita bruta consolidada de R$ 3,1 bilhões. Em 2006, ela foi de R$, 2,8 bilhões.

Gazeta Mercantil

 

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