Alimentos
NESTLÉ
INVESTE R$ 50 MILHÕES PARA DISPUTAR
MERCADO DE SOJA
Depois
de dois anos de testes e muita
especulação da concorrência,
a NESTLÉ
finalmente anuncia a criação
da marca SOLLYS que assinará
uma família de produtos à base
de soja. A multinacional suíça
investiu R$ 50 milhões em uma
linha que inclui sucos, barra
de cereais, chocolate, leite
e creme de soja. E uma nova
leva de produtos, provavelmente
achocolatados e cremes tipo
iogurte, já está prevista para
setembro. O lançamento do portfólio
de soja mostra a recuperação
da força da subsidiária brasileira,
a segunda em volume e quinta
em faturamento, a expectativa
é que feche como a quarta no
final deste ano.
Gazeta
Mercantil
Activia
aumenta vendas em 40% após "desafio"
A
marca de iogurtes funcionais
ACTIVIA (DANONE) continua colhendo bons frutos da
ação promocional Desafio 15
(devolvia o dinheiro caso a
consumidora não atingisse resultados).
Foi trabalhada no ano passado
e repetida entre fevereiro e
abril de 2007. Segundo o Gerente
de Marketing da marca, Leonardo
Lima, as vendas do iogurte aumentaram
40% no período, comparando com
o ano anterior.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
& Fumo
MELITTA
DOBRA A RECEITA E INVESTE EM
CAMPANHA
Em
um mercado onde a disputa na
gôndola é acirrada, a MELITTA DO BRASIL tem bons motivos para
comemorar. A companhia dobrou
o valor de seu faturamento nos
últimos quatro anos e aumentou
sua participação no segmento
de café torrado e moído, um
negócio com cerca de 1,1 mil
indústrias e mais de duas mil
marcas no país. Líder no mercado
brasileiro em vendas de filtros
de papel e na vice-liderança
em café torrado e moído, a MELITTA
lançou uma campanha publicitária
para comemorar essa boa fase.
"Em quatro anos (de 2002
a 2006) dobramos o faturamento
da empresa de R$ 200 milhões
para R$ 426 milhões", diz
Bernardo Wolfson, Presidente
da MELITTA DO BRASIL. Neste
mesmo período, a participação
da marca no mercado saltou de
5% para 6,9%. Em filtros de
papel, subiu de 50% para 53,4%.
Valor
Econômico
Norsa
projeta crescer de 10% a 12%
A
NORSA
REFRIGERANTES, com sede
em Fortaleza, produtora e distribuidora
da marca COCA-COLA para os estados
da Bahia, Rio Grande do Norte,
Piauí e Ceará, projeta fechar
o ano com crescimento de 10%
a 12% em volume de vendas. Se
consideradas as bebidas não-carbonatadas
como sucos, leites e chás, esse
índice poderá chegar a 50%,
segundo estima Bernardo Jereissati
Legey, Diretor de Planejamento
e Marketing da companhia. A
empresa tem 130 mil pontos-de-venda
na região onde atua. O executivo
trabalha este ano com perspectiva
de faturamento bruto da ordem
de R$ 1,2 bilhão, no global,
incremento de 14% em relação
ao exercício anterior, expansão
apoiada no entendimento das
necessidades do consumidor.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
ABRIL
INVESTE R$ 10 MILHÕES NO MERCADO
PARTICULAR
A
ABRIL
EDUCAÇÃO, que possui os
tradicionais selos de livros
didáticos ÁTICA e SCIPIONE,
lança um novo sistema de ensino
esta semana, chamado Ser. Com
um investimento de R$ 10 milhões,
a empresa planeja aumentar sua
participação no mercado de escolas
particulares e, assim, tornar-se
mais competitiva em um setor
que reúne 65 empresas, entre
editoras e escolas, e fatura
em média R$ 600 milhões por
ano. A ABRIL EDUCAÇÃO entrou
no mercado de sistemas de ensino
em 2003, com a marca APOIOESCOLA,
que consumiu investimento de
R$ 20 milhões. A nova marca,
diz João Arinos R. dos Santos,
Diretor-Geral da ABRIL EDUCAÇÃO,
"era necessária para simbolizar
um novo sistema. O Ser tem um
conteúdo mais atualizado e novidades,
como serviço de gestão escolar".
Atualmente, o APOIOESCOLA atende
40 mil alunos. A estimativa
para 2008, ano em que o Ser
começa a ser usado no mercado,
é dobrar esse número. O sistema
de ensino responde por 5% do
faturamento da ABRIL EDUCAÇÃO.
O restante é obtido com vendas
da ÁTICA e da SCIPIONE. A divisão
de livros didáticos da ABRIL
teve receita bruta de R$ 343,7
milhões em 2006. O lucro líquido
foi de R$ 44,3 milhões.
Valor
Econômico
ABRIL
REGISTRA RECEITA 8,4% MAIOR
EM 2006
O
GRUPO
ABRIL informa ter registrado
uma receita líquida de R$ 2,5
bilhões no ano passado, montante
8,4% superior ao valor de 2005,
de R$ 2,3 bilhões. O grupo corresponde
à holding ABRIL S/A, constituída
em 2001, que controla as participações
societárias do conglomerado
ABRIL; este reúne também TVA
e EDITORAS ÁTICA e SCIPIONE.
A EDITORA ABRIL, por sua vez,
fechou 2006 com receita líquida
de R$ 1,9 bilhão, crescimento
de 8,1% em relação ao ano anterior,
de R$ 1,7 bilhão. De acordo
com a empresa, publicidade permanece
como principal fonte de receita
e totalizou R$ 687,1 milhões
em 2006, um aumento de 5,9%.
Gazeta
Mercantil
Energia
ENDESA
TROCA COMANDO E PREVÊ AVANÇAR
De
olho na expansão no setor elétrico,
a ENDESA BRASIL trabalha para ampliar
presença no mercado, com foco
no cliente. A estratégia inclui
mudanças no comando das empresas
ligadas ao grupo no País e conduz
o carioca Abel Alves Rochinha
à presidência da COMPANHIA ENERGÉTICA
DO CEARÁ (COELCE), baseada em
Fortaleza. A ENDESA, principal
companhia elétrica espanhola,
considera que há muito espaço
para expansão no setor elétrico
brasileiro e por isso trabalha
para consolidar as operações
locais. Maior empresa de energia
elétrica do Chile e da Colômbia,
o grupo controla no Brasil,
além da COELCE, terceira maior
distribuidora do Nordeste, e
AMPLA, a geradora hidrelétrica
CACHOEIRA DOURADA (Goiás) e
a térmica ENDESA FORTALEZA (Ceará)
e a ENDESA CIEN. "No Brasil
temos espaço para crescer",
diz Rochinha.
Gazeta
Mercantil
LUCRO
DA COELCE CRESCE 57%
Adquirida
pelo grupo espanhol em 1998,
por US$ 1,2 bilhão, a COELCE
superou a marca de 2,543 milhões
de clientes, sendo 2 milhões
residenciais, distribuídos em
184 municípios do Ceará. O crescimento
médio fica em torno de 100 mil
clientes/ano. Tem ainda 200
pontos de atendimento e cerca
de 7,8 mil colaboradores, incluindo
os de empresas parceiras. Em
2006, a empresa fechou com lucro
líquido de R$ 298,258 milhões,
alta de 57,7% sobre o exercício
anterior, que ficou em R$ 189,124
milhões.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
GENETIKA
PRETENDE ABRIR DEZ UNIDADES
NESTE ANO
Com
14 anos de atuação no mercado
e tendo no histórico o pioneirismo
na realização de testes de DNA
para predisposição genética
do câncer, a GENETIKA
- CENTRO DE ACONSELHAMENTO E
LABORATÓRIO DE GENÉTICA começou
a franquear sua marca em julho
do ano passado. Hoje, possui
duas unidades, uma em Recife
(Pernambuco) e outra em Belo
Horizonte (Minas Gerais). Em
três meses pretende inaugurar
três franquias no Paraná. Este
ano o laboratório pretende abrir
10 franquias em capitais como
Porto Alegre, São Paulo, Rio
de Janeiro, Florianópolis e
no Distrito Federal. Segundo
Raskin, nos últimos cinco anos,
devido a aplicação das descobertas
do projeto Genoma Humano, os
exames genéticos evoluíram,
mas ainda não são muito difundidos.
Por isso, a franquia não é propriamente
de laboratórios. As unidades
fazem a captação dos exames,
enviam à sede do GENETIKA, em
Curitiba, e entregam os resultados.
Mas são também um centro de
divulgação dos exames genéticos
entre profissionais de saúde.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
LUCRO
DO CACIQUE SOBE 45% NO ANO
O
BANCO
CACIQUE, adquirido em fevereiro
pelo francês SOCIÉTÉ GÉNÉRALE,
registrou lucro líquido de R$
42,3 milhões em 2006, com crescimento
de 45,3% em relação aos R$ 29,1
milhões de 2005. O resultado
bruto da intermediação financeira
subiu 34,5%, para R$ 331,9 milhões.
A elevação é resultado da forte
expansão do crédito, especialmente
nos empréstimos consignados.
Valor
Econômico
BRADESCO
TEM LUCRO DE R$ 1,7 BILHÃO PUXADO
PELO CRÉDITO
O
BRADESCO,
maior banco privado brasileiro,
registrou no primeiro trimestre
deste ano lucro líquido de R$
1,7 bilhão, o que representa
um crescimento de 11,4% em doze
meses, e 5,2% sobre o último
trimestre de 2006. Foi o 13º
trimestre consecutivo de aumento
do lucro, novamente puxado pelas
operações de crédito, que cresceram
20,2% em um ano e 5,5% desde
dezembro, para R$ 101,47 bilhões,
excluindo avais e fianças. Desta
vez, porém, a demanda maior
veio de empresas, segmento no
qual o banco cresceu 8,2%.
Gazeta
Mercantil
SANTANDER
SEGUROS DOBRA DE TAMANHO
A
área de seguros do SANTANDER
vai dobrar de tamanho em 2007.
Essa é a expectativa de Gilberto
Abreu, responsável pelas operações
do grupo espanhol. Se os resultados
do primeiro bimestre se mantiverem,
realmente a empresa terá o dobro
do tamanho obtido em 2006, quando
já passou a figurar entre as
10 maiores seguradoras do Brasil.
No primeiro bimestre deste ano,
as duas seguradoras do grupo,
SANTANDER SEGUROS e a SANTANDER
BANESPA SEGUROS, movimentaram
prêmios de R$ 238 milhões, crescimento
de 92%. "Entramos o ano
com o pé direito", disse
ele. "Nossa meta é manter
esse percentual de evolução
durante este ano", acrescentou
Abreu.
Gazeta
Mercantil
Hotelaria,
Restaurante & Turismo
CI
ATINGE RECORDE NO PRIMEIRO TRIMESTRE
A
agência de viagens CI
já começou a colher os resultados
de uma mudança de estratégia
iniciada em dezembro. Entre
janeiro e março deste ano, o
número de pacotes vendidos pela
empresa somou 5.650, salto de
40% em relação ao mesmo período
do ano passado. A receita acompanhou
o crescimento, com incremento
de cerca de 30%, para R$ 26
milhões, melhor resultado em
18 anos de atuação. Fundada
como uma empresa voltada à venda
de pacotes de intercâmbio, a
rede partiu para uma mudança
na logomarca e na denominação
para se apresentar ao mercado
jovem também como agência de
viagens turísticas. "O
novo posicionamento visa atender
cada vez mais o jovem, de 10
a 35 anos, em diferentes necessidades
de viagem", explica Celso
Garcia, Diretor da CI. A participação
no primeiro trimestre, período
que responde por cerca de 20%
da receita anual da rede, ainda
é pouco significativa, mas já
ensaia crescimento.
Gazeta
Mercantil
ACCOR
INVESTE R$ 420 MILHÕES NA AMÉRICA
DO SUL
Primeira
marca da ACCOR
no Brasil, a bandeira NOVOTEL
ficou relegada a segundo plano
diante do vigoroso potencial
da supereconômica FORMULE 1
e ampliação dos flats MERCURE,
mas agora ganha a atenção da
matriz. A intenção é turbinar
a expansão da bandeira NOVOTEL
e também da marca IBIS no País
e em toda a América do Sul e
Panamá, operações que serão
coordenadas pela ACCOR BRASIL.
A empresa soma 160 unidades
na América do Sul, entre as
bandeiras SOFITEL, MERCURE,
FORMULE 1, IBIS, sendo 140 no
Brasil. O objetivo é saltar
para 300. A expansão mundial
vai contar com aporte de € 2
bilhões da matriz, algo como
R$ 3,6 bilhões até 2010, sendo
que € 140 milhões (R$ 420 milhões)
serão aplicados na América do
Sul.
Gazeta
Mercantil
Móveis
e Utensílios
PORTUGUESA
IDUNA INVESTE NA AL
A
empresa portuguesa de móveis
para escritórios IDUNA inicia as atividades de seu primeiro
escritório no Brasil. A instalação,
que teve investimento de US$
250 mil, faz parte do plano
de internacionalização da empresa
e deverá ser o primeiro passo
para a expansão para outros
países da América Latina. "Escolhemos
o Brasil pela proximidade cultural
com Portugal e pelo País ter
uma arquitetura muito boa, muito
forte", disse o CEO mundial
da IDUNA, Alberto Carvalho Araújo.
"Depois da Europa, é um
dos primeiros mercados a explorar".
Atualmente, a IDUNA está presente
em cinco países da Europa além
de Portugal, Holanda, Inglaterra,
Espanha, Bélgica e França, onde,
somados, faturou € 12 milhões
em 2006. O crescimento entre
os meses de janeiro e abril
de 2007 foi de 30% em relação
a período idêntico do ano anterior,
e o objetivo é que, com a implantação
no Brasil e a expansão internacional,
o faturamento cresça 20% ainda
em 2007.
Gazeta
Mercantil
REESTRUTURADA,
PROBEL CRESCE E AMPLIA PRODUÇÃO
A
fabricante de colchões PROBEL
mudou de mãos no mais absoluto
sigilo. O negócio ocorreu em
fevereiro do ano passado, mas
só foi divulgado agora porque
o novo proprietário já colhe
os resultados de uma reestruturação
implantada para tornar a empresa
mais produtiva e focada em seu
negócio principal, a fabricação
de colchões, conforme disse
Mizael Massa, Gerente Geral
da companhia, contratado para
implementar os novos planos,
que incluíram a venda de ativos,
fechamento de fábrica e investimento
no aumento da capacidade de
produção. Entre as ações "desenvolvimentistas",
Massa citou o fechamento de
uma pequena unidade localizada
em Porto Alegre, cuja produção
foi transferida para Suzano,
em São Paulo, e a venda das
máquinas de produção de molejos
ao grupo norte-americano LEGGETT
& PLATT (LP), em setembro
do ano passado. Em 2006, a PROBEL
investiu em Suzano R$ 5 milhões
e até o final deste ano estão
previstos mais R$ 6 milhões.
Além disso, a PROBEL também
aumentou os turnos de produção
de 1,5 em média para 2,5. O
número de funcionários no chão
de fábrica passou de 550 para
aproximadamente 670. No total,
a companhia emprega atualmente
1,2 mil pessoas. Massa disse
que até o final deste ano a
capacidade da PROBEL aumenta
em 50% ante a de 2006, mas a
produção aumenta 29%, o mesmo
percentual de alta estimado
para o faturamento da empresa,
que chegará perto de R$ 240
milhões neste ano, ante os R$
184,61 milhões registrados no
ano passado.
Valor
Econômico
Plástico
& Borracha
Martiplast
amplia estrutura e vendas
No
ano 2000, quando a MARTIPLAST
INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PLÁSTICOS,
de Caxias do Sul, na serra gaúcha,
iniciou seu processo de reposicionamento
no mercado, a produção anual
alcançou 85 mil peças para linha
UD, com itens para cozinha,
organização, banho, escritório,
decorativa e infantil. Com uma
média anual de R$ 600 mil em
investimentos efetuados nos
últimos três anos em pesquisa
e desenvolvimento e compra de
injetoras, a empresa vendeu
no ano passado quase 5 milhões
de unidades e projeta alcançar
6 milhões neste ano, 10% seguirão
para países da América Latina,
União Européia (UE) e África.
A empresa não revela faturamento.
Gazeta
Mercantil
MICHELIN
INVESTE EM NOVA ÁREA
A
francesa MICHELIN
tem planos de ampliar, até o
fim de 2008, a participação
da empresa, no Brasil, no segmento
de pneus de carga especial.
Para atingir sua meta, a companhia
lançou este mês linha de pneus
agrícolas de uso misto, para
diferentes tipos de terreno.
A estratégia comercial dos novos
pneus focou-se, em um primeiro
momento, no transporte de cana-de-açúcar
e seus derivados. Mas o objetivo
seguinte é atender também carga
viva, minério de ferro, madeira
e cimento. Nour Bouhassoun,
Diretor Comercial de pneus de
carga da MICHELIN para América
do Sul e Caribe, diz que a meta
é fazer com que a nova gama
de pneus alcance 40% de participação
de mercado em dois anos. Hoje
esta parcela é inferior a 30%.
"O objetivo é crescer mais
de dez pontos percentuais até
o fim do ano que vem",
diz Bouhassoun.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
LUPATECH
AVANÇA NO MERCADO DE ÓLEO E
GÁS
Com
forte atuação na área de petróleo
e gás a LUPATECH, de Caxias do Sul, na serra gaúcha,
assinou carta de intenções para
aquisição da totalidade das
cotas da GASOIL SERVIÇOS, localizada
em Macaé (RJ) principal pólo
produtor de petróleo e gás do
País. O valor do negócio é estimado
em R$ 91 milhões. "A transação
está em sintonia com o nosso
planejamento estratégico de
longo prazo, que visa a ampliação
da gama de produtos e serviços
voltados para o segmento de
petróleo e gás, cujas perspectivas
de crescimento são altamente
positivas", disse o Diretor
Financeiro e de Relações com
Investidores, Thiago Alonso
de Oliveira. Em 2006, o faturamento
da GASOIL foi de R$ 29,1 milhões.
A carteira de contratos é de
R$ 186 milhões para os próximos
três anos. A empresa projeta
receita para este ano de cerca
de R$ 70 milhões. No ano passado,
a LUPATECH obteve receita líquida
em 2006 de R$ 223,6 milhões.
Gazeta
Mercantil
FITESA
INVESTE US$ 45 MILHÕES EM NOVA
FÁBRICA
A
FITESA,
do grupo PETROPAR, vai investir
US$ 45 milhões na construção
de uma nova fábrica de nãotecidos,
material empregado na produção
de fraldas descartáveis, absorventes
femininos e roupas médicas.
A unidade terá capacidade instalada
de 15 mil toneladas/ano, elevando
em 37% o volume produzido pela
FITESA, hoje em torno de 40
mil toneladas/ano. Ainda resta
definir o local da fábrica,
tarefa dos próximos três meses.
Entre as possibilidades mais
fortes estão Minas Gerais, São
Paulo, Rio e Paraná. O Diretor
Geral da FITESA, Silvério Luis
Baranzano, explicou que a idéia
da empresa é estar próxima ao
seu principal mercado, a região
Sudeste, e ao mesmo tempo buscar
vantagens logísticas para a
exportação, já que metade do
volume produzido será destinada
ao exterior.
Gazeta
Mercantil
Solvay
recebe apoio do BNDES para expansão
A
SOLVAY
recebeu sinal verde do BNDES
para um pedido de financiamento
de R$ 313,7 milhões. A linha
de crédito contempla parte dos
planos da empresa de investir
US$ 150 milhões na ampliação
das fábricas de PVC e cloro-soda
em Santo André. Os recursos
representam 72% do valor total
do projeto, orçado atualmente
em R$ 432 milhões, e vão ajudar
a fabricante a aumentar a produção
de cloro-soda de 106 mil toneladas
anuais para 150 mil e a fabricação
de resina plástica PVC de 267
mil para 300 mil toneladas ao
ano. Os investimentos deverão
gerar 700 empregos durante o
período da ampliação. Além do
crescimento do mercado, a empresa
deverá aproveitar uma conjuntura
de maior oferta de insumos a
partir de 2008, quando será
concluído também o processo
de expansão da PQU (PETROQUÍMICA
UNIÃO). Junto com a ampliação,
o projeto prevê ainda a modernização
dos processos produtivos, por
meio da aquisição de novas tecnologias
que vão permitir maior eficiência
energética, ou seja, produzir
mais com menor consumo de energia
elétrica; e ainda a substituição
de matérias-primas por outras
não-poluentes.
Valor
Econômico
Telecomunicações
e Informática
REUTERS
EXPANDE ÁREA DE SOFTWARE DE
GESTÃO DE RISCO
Andrew
White veio ao Brasil na última
semana para mostrar a mais de
20 bancos uma pouco conhecida
divisão de negócios da REUTERS, famosa por sua agência de notícias
e terminais de informações financeiras.
O executivo é Diretor Mundial
de Trade and Risk Management,
área que fornece a instituições
financeiras a tecnologia, mais
especificamente softwares, necessária
para o gerenciamento de trading
e riscos financeiros. Com 700
funcionários, a área de gestão
de trade e riscos é uma das
que mais cresce na empresa,
embora represente parcela pequena
do faturamento da REUTERS, que
totalizou US$ 200 milhões no
último ano fiscal encerrado
em outubro. "A meta é dobrar
de tamanho até 2009", afirma
White. Os softwares da REUTERS
já contam hoje com 20 mil usuários
em mais de 87 países, estando
presentes em 25% dos 500 maiores
bancos do mundo. No Brasil há
dois clientes: o banco DRESDNER
e a TELEFÔNICA EMPRESAS. "Desde
o ano passado surgiu demanda
por parte dos bancos na América
Latina por esse tipo de tecnologia",
diz o executivo, que vê oportunidades
relevantes de crescimento no
Brasil e no México.
Gazeta
Mercantil
COM
PRESENÇA NOS EUA, POLICS PREPARA
EXPANSÃO INTERNACIONAL
A
brasileira POLICS,
consultoria especializada em
serviços relacionados à tecnologia
da SAP, dá os primeiros passos
para expandir suas operações
ao mercado internacional. Ainda
neste ano, a empresa criada
pelo grupo POLITEC no final
de 2005 planeja abrir dois escritórios
nos Estados Unidos. Um deles
será instalado em Nova York,
para atender a clientes americanos,
e outro em Miami, para atingir,
além da própria região, as subsidiárias
latino-americanas de multinacionais,
incluindo as brasileiras. Com
os primeiros contratos fechados
a partir dos Estados Unidos
para projetos em países latinos,
a empresa prevê a abertura de
outras operações, provavelmente
no México e Argentina. A POLICS
emprega 370 profissionais especializados
nos sofwares corporativos da
gigante alemã SAP. E a meta
é acrescentar outros 400 até
o final de 2008. Com 38 clientes
ativos atualmente, já se posiciona
entre as principais consultorias
brasileiras de SAP, atrás da
PROCWORK e BRAXIS. A POLICS
faturou US$ 7,5 milhões em 2006,
seu primeiro ano de atuação,
e prevê um salto em sua receita
para US$ 28 milhões neste ano.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
MRS
INVESTE 122% A MAIS PARA ATENDER
ALTA DEMANDA
A
forte demanda no transporte
de minério de ferro e produtos
agrícolas fez com que a MRS
LOGÍSTICA mais que duplicasse
os investimentos em material
rodante e melhoria da via no
primeiro trimestre. A concessionária
aportou R$ 142,41 milhões, valor
121,6% superior ao aplicado
no mesmo período do ano passado.
No primeiro trimestre a companhia
comprou 273 vagões para o transporte
de minério de ferro e 38 locomotivas
usadas que também serão utilizadas
ao longo da linha no movimento
da commodity. O bom desempenho
no trimestre rendeu à MRS uma
elevação de 23,5% em seu lucro
líquido no comparativo com o
mesmo período do ano passado,
chegando a R$ 121,5 milhões.
A receita líquida foi de R$
480,4 milhões, 16,8% superior
ao primeiro trimestre 2006.
Gazeta
Mercantil
Brasil
ajuda General Motors a lucrar
A
região LAAM em que está inserido
o Brasil na estrutura da GENERAL MOTORS deu mais uma vez show
de resultados ao lucrar US$
201 milhões no primeiro trimestre.
Trata-se do novo recorde na
área que reúne operações nos
países da América Latina, África
e Oriente Médio e simplesmente
o triplo no cotejo com mesmo
trimestre de 2006, quando o
lucro foi de US$ 67 milhões.
A melhora na lucratividade foi
alcançada devido ao volume grande
de vendas, assim como pelo mix
mais eficaz entre preço e produto,
disse o Presidente da GM Brasil
e Mercosul, Ray Young. "O
Brasil foi muito bem, com expansão
de 12%", disse.
Valor
Econômico
ALSTOM
VENDE 96 CARROS AO METRÔ DE
SÃO PAULO
A
francesa ALSTOM
fechou contrato de R$ 500 milhões
com o METRÔ de São Paulo para
o fornecimento de 96 carros
para a Linha 2 do sistema. Os
carros serão produzidos na fábrica
da ALSTOM em São Paulo, que
hoje opera com 50% de sua capacidade
instalada, que é de 300 carros
por ano. Com o contrato, a produção
da fábrica poderá chegar a 200
carros/ano. Metade da encomenda
será entregue em um ano; a outra
metade está programada para
2009. Os carros para o Metrô
de São Paulo serão em aço inoxidável
e terão ar condicionado para
a cabine e salão de passageiros.
Além do acordo com o METRÔ de
São Paulo, a ALSTOM ainda fornece
carros para os metrôs de Nova
York, Buenos Aires, Santiago
e para a COMPANHIA DE TREM METROPOLITANOS
(CPTM) em São Paulo.
Gazeta
Mercantil
RANDON
PRODUZ 28,5% A MAIS ESTIMULADA
PELO AGRONEGÓCIO
O
volume físico faturado de implementos
rodoviários para transporte
de carga fabricado pela RANDON
nos três primeiros meses de
2007 foi de 4,5 mil unidades,
28,5% acima de igual período
de 2006. Já o número de veículos
‘off-road’ cresceu 66,7%, para
25 unidades, enquanto que o
total de retroescavadeiras teve
alta de 46,7%, totalizando 67
unidades neste trimestre. Se
isso não bastasse para transformar
este trimestre num dos melhores
dos últimos anos, a RANDON anuncia
que a carteira de encomendas
é, hoje, suficiente para preencher
todo o segundo trimestre. Uma
das razões para que a receita
líquida consolidada, de R$ 551,9
milhões, tivesse alta de 10%
em relação a igual trimestre
de 2006, e do lucro líquido
consolidado, de R$ 36 milhões,
tenha dado salto de 47,3 milhões,
está no campo. O uso intensivo
de transporte e logística no
agronegócio e bioenergia, notadamente,
o sucroalcooleiro, além de minério
e madeira-celulose, foram determinantes.
Se não houver mudanças no cenário,
a sinalização é de que o grupo
encerre 2007 com receita bruta
consolidada de R$ 3,1 bilhões.
Em 2006, ela foi de R$, 2,8
bilhões.
Gazeta
Mercantil