Agrobusiness
AVIPAL
TEM LUCRO NO TRIMESTRE
O
GRUPO
AVIPAL, do Rio Grande
do Sul, encerrou o primeiro
trimestre com lucro líquido
de R$ 9,4 milhões, confirmando
a expectativa da empresa de
recuperação dos resultados
do ano passado. No mesmo período
de 2006, a indústria obteve
prejuízo de R$ 17,3 milhões.
Parte da recuperação é decorrente
da demanda por carne de frango,
que retornou aos patamares
históricos, anteriores à crise
da gripe aviária, crescendo
37,3% em receita.
Gazeta
Mercantil
RENAR
AMPLIA INVESTIMENTOS E DIVERSIFICA
AS ATIVIDADES
A
RENAR
MAÇÃS, com sede em Santa
Catarina, enfrenta forte concorrência
dos países vizinhos, especialmente
por causa da valorização do
real. Mesmo assim, a empresa
tem planos para expandir sua
atividade principal, que é
o plantio de maçãs, e ainda
diversificar, por meio da
importação de frutas típicas
de zonas temperadas. Faz parte
de sua estratégia investir
R$ 3,5 milhões entre 2007
e 2009 para o plantio de um
pomar de 50 hectares no município
paranaense da Lapa, município
do Paraná. Serão produzidas
2,1 mil toneladas de maçãs
anuais a partir de 2010. Prevendo
dobrar o faturamento nos próximos
anos, a RENAR MAÇÃS, com receita
líquida de R$31,832 milhões
no ano passado, quer aumentar
a participação da comercialização
de maçãs no Nordeste, desenvolver
canais de vendas de frutas
terceirizadas para o exterior
e diversificar a produção
de frutas no Pólo frutífero
do Vale do São Francisco,
em Juazeiro (BA).
Gazeta
Mercantil
Bebidas
A
Petrópolis vai dobrar de tamanho
A
empresa mexicana FEMSA, dona
da KAISER, chegou ao Brasil com grandes ambições.
Mas apesar de todo o esforço,
o grande fenômeno do mercado
cervejeiro dos últimos tempos
vem do interior de São Paulo.
A cervejaria PETRÓPOLIS, dona da marca ITAIPAVA,
acaba de assumir a terceira
colocação no ranking, ao deixar
para trás a FEMSA. Em um ano,
a participação da PETRÓPOLIS
subiu de 6% para 8,1%. Em
2004, a empresa respondia
por apenas 3,6% das vendas.
Cada ponto corresponde a R$100
milhões de faturamento. A
PETRÓPOLIS pertence a Walter
Faria, um empresário tão discreto
quanto polêmico, que tem planos
de dobrar a capacidade de
produção e chegar a 12 milhões
de hectolitros por ano até
meados de 2008.
O
Estado de São Paulo
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
Receita
da Melhoramentos cresce 10%
A
receita líquida de vendas
da MELHORAMENTOS no primeiro trimestre
de 2007 totalizou R$ 110.773
mil, um incremento de 10%
em relação ao mesmo período
do ano passado. Esse aumento
ocorreu pelo maior volume
de vendas, focado em produtos
de maior valor agregado, principalmente
nos segmentos de papéis institucionais
e livros.
O
Estado de São Paulo
SEXTANTE
COMPRA 50% DA EDITORA INTRÍNSECA
A
EDITORA
SEXTANTE anuncia a aquisição
de 50% da carioca INTRÍNSECA,
dirigida por Jorge Oakim.
A meta da empresa, segundo
um dos sócios da SEXTANTE,
Marcos da Veiga Pereira, é
concentrar na INTRÍNSECA a
publicação de novos autores
de ficção e reforçar ainda
mais seu foco em livros de
auto-ajuda, negócios e espiritualidade.
As duas empresas informam
ter estratégias de mercado
parecidas, com a publicação
de poucos títulos, mas de
vendas elevadas.
Gazeta
Mercantil
Eletrodomésticos
FATURAMENTO
DA METALFRIO CRESCE 83,7%
O
início das operações das subsidiárias
no exterior e um aumento não
esperado nas exportações,
ampliou em 83,7% a receita
líquida da METALFRIO SOLUTIONS, fabricante de refrigeradores
para uso comercial, no primeiro
trimestre deste ano em relação
ao mesmo período de 2006.
A receita alcançou um total
de R$ 113,9 milhões, sendo
que em 2006, ainda com as
atividades apenas no Brasil,
este valor havia ficado em
R$ 62 milhões no ano anterior.
Gazeta
Mercantil
Energia
ELEKTRO
TEM LUCRO 11% MAIOR
O
lucro da ELEKTRO
subiu 10,9% no primeiro trimestre
do ano, para R$ 143,5 milhões,
em comparação ao mesmo período
de 2006. A receita operacional
líquida atingiu R$ 590,3 milhões
no período, com aumento de
4,6% sobre o mesmo trimestre
de 2006. A geração operacional
de caixa da companhia, medida
pelo Ebitda, teve crescimento
de 7,5% e alcançou R$ 247,1
milhões, 41,9% da receita
operacional líquida. O resultado
operacional também teve aumento
de 7,5% em comparação ao mesmo
período do ano anterior, atingindo
R$ 215,5 milhões, e representando
36,5% da receita operacional
líquida.
Gazeta
Mercantil
LUCRO
LÍQUIDO DA CELESC CRESCE 139%,
PARA R$ 132 MILHÕES
A
CENTRAIS ELÉTRICAS DE SANTA
CATARINA (CELESC) registrou lucro líquido de R$ 131,8
milhões no primeiro trimestre
de 2007, resultado 139,2%
superior se comparado ao mesmo
período de 2006, de R$ 55,1
milhões. Segundo o Diretor
Econômico-Financeiro e de
Relações com Investidores
da CELESC, Arnaldo Venício
de Souza, o incremento deveu-se
basicamente ao aumento da
receita operacional líquida
e à venda da participação
de 14,63% da companhia na
MACHADINHO ENERGÉTICA (MAESA).
A receita operacional líquida,
no primeiro trimestre de 2007,
atingiu os R$ 792,8 milhões,
superando em 12,5% o valor
do primeiro trimestre de 2006
(R$ 704,9 milhões).
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Natura
abre primeira fábrica fora
de São Paulo
A
NATURA
inaugurou sua primeira fábrica
fora do Estado de São Paulo,
em Benevides, no Pará. A unidade,
que recebeu investimento de
R$ 16 milhões, produzirá massa
de sabonetes e terá uma planta
para extração de óleos vegetais.
A capacidade de produção será
de 18 mil toneladas de massa
por ano, volume suficiente
para fabricar 150 milhões
de barras de sabonetes. O
Diretor-Presidente da NATURA,
Alessandro Carlucci, afirmou
que a fábrica “é uma tentativa
de implantar um projeto de
desenvolvimento sustentável
em larga escala, envolvendo
as comunidades e os parceiros,
para provar que é possível
fazer bons negócios, gerar
desenvolvimento econômico
e ser amigo do meio ambiente”.
O
Estado de São Paulo
Nivea
e Aché fazem parceria inédita
A
BDF NIVEA
e o laboratório brasileiro
ACHÉ
fecharam uma parceria inédita
no Brasil para estrear no
mercado de dermocosméticos,
produtos com eficácia comprovada.
A empresa alemã trará ao Brasil
a marca EUCERIN, a segunda
mais importante do grupo BEIERSDORF
depois de NIVEA. O Brasil
será o primeiro país do mundo
onde a empresa fecha uma parceria
de distribuição. "Temos
pressa em crescer no Brasil
e precisávamos de uma empresa
que nos ajudasse com a marca",
afirma Nicolas Fischer, Presidente
da BDF NIVEA no Brasil. O
laboratório ACHÉ responderá
pela distribuição de EUCERIN
nas farmácias e divulgará
a marca entre os dermatologistas.
A NIVEA é, tipicamente, uma
empresa de bens de consumo
e, embora tenha aumentado
sua presença em farmácia,
os principais canais de venda
são os supermercados. A companhia,
que faturou 5,1 bilhões de
euros em 2006, tem meta de
crescer 15% este ano no Brasil.
"Já crescemos acima disso
no primeiro trimestre e a
entrada em dermocosméticos
vai nos ajudar ainda mais
nessa expansão", diz
Fischer.
Valor
Econômico
NOVELIS
PLANEJA INVESTIR US$ 8 MILHÕES
NO BRASIL
A
NOVELIS
deve decidir no segundo semestre
se investe até US$ 8 milhões
em uma linha industrial, com
a mais nova tecnologia de
fundição desenvolvida pela
companhia, lançada no ano
passado. Denominada "Fusion",
a tecnologia possibilita a
produção, de uma só vez, de
placas de liga de alumínio
combinadas com duas ou mais
camadas de ligas diferentes.
Caso seja efetivado, o investimento
resultará em uma produção
de entre 40 mil e 50 mil toneladas
para atender à América do
Sul e África. "O mercado
brasileiro é embrionário,
mas há uma enorme capacidade
de crescimento", disse
o Diretor de Pesquisa da NOVELIS,
Robert Wagstaff, ao defender
o investimento no Brasil.
Ele disse acreditar no potencial
de crescimento do consumo
de alumínio especialmente
nos setores de construção
civil e de eletroeletrônicos.
No total, a NOVELIS já está
investindo US$ 30 milhões
em linhas de produção que
utilizem a nova tecnologia
e aposta em um crescimento
de mercado para o produto.
A NOVELIS DO BRASIL fechou
o primeiro trimestre deste
ano com receita líquida de
US$ 235 milhões, resultado
12,4% superior em relação
ao do mesmo período de 2006,
quando a empresa registrou
US$ 209 milhões de receita
líquida de vendas.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
MONGERAL
CRESCE NO CONSIGNADO
A
parceria entre a MONGERAL
e o UNIBANCO está a pleno vapor. Em março foram
R$ 2,6 milhões em vendas do
MONGERALCRED, o empréstimo
consignado do UNIBANCO vendido
por meio dos corretores de
seguros da seguradora. "Foi
um crescimento de 100% em
relação a janeiro com as 23
sucursais ofertando o produto",
disse Sérgio Mello, Diretor
Financeiro. Segundo ele, a
expectativa é encerrar o ano
com R$ 42 milhões. A MONGERAL
é a única seguradora a oferecer
crédito consignado, com 1,4
mil códigos. Iniciou a venda,
por meio dos corretores, para
pequenas e médias empresas
privadas.
(D.B.)
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
JOHN
DEERE APOSTA NA REAÇÃO DO
MERCADO
A
fabricante de máquinas agrícolas
JOHN DEERE marcou para outubro o início
da operação de sua fábrica
de tratores em Montenegro
(RS), unidade que vem sendo
construída há dois anos, durante
um dos piores períodos em
termos de vendas de máquinas
agrícolas no País. "Quem
tem visão de longo prazo viu
quando ela estaria pronta
o mercado já estaria de volta",
diz o Diretor de MARKETING
da empresa, Paulo Herrmann.
Já pode se observar a reação
na comercialização de tratores
e colheitadeiras no Brasil,
mas existe a tendência de
aceleração das vendas até
2010. O investimento na fábrica
de Montenegro é de US$ 80
milhões. A unidade terá capacidade
de até 12 mil unidades/ano,
praticamente o dobro da atual.
A recuperação dos preços dos
grãos ajudou a retomada das
vendas. Para Herrmann, outro
sinal positivo do crescimento
é o uso da biomassa como fonte
de energia. Ele diz que a
cana-de-açúcar é a responsável
pelo aumento das vendas. Já
reponde por algo entre 10%
e 15% da demanda de máquinas
agrícolas.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
Eternit
investe R$ 39 milhões e diversifica
oferta de produtos
O
susto com a queda de 24% do
lucro líquido registrada no
primeiro trimestre deste ano
não afetou os planos de expansão
da ETERNIT, empresa líder do mercado de fibrocimento
no Brasil. Para o Presidente
e Diretor de Relações com
Investidores da empresa, Élio
A. Martins, o aporte de R$
24 milhões que a empresa fará
em melhorias de linha de produção
ainda este ano, assim como
os R$ 15 milhões programados
para adquirir novas linhas,
consolidarão a liderança e
exigirão ações que visem a
atuação para além do mercado
em que possui 29% de participação.
"Queremos consolidar
nossa liderança, mas não apenas
com coberturas de fibrocimentos.
Vamos ampliar nossa atuação
com outros produtos de construção
que sejam comercializados
e que tenham sinergia com
nossos negócios", afirmou.
O plano de diversificação
de produtos da ETERNIT segue
em duas linhas: a aquisição
de empresas industriais de
material de construção civil,
planejada para acontecer o
mais rápido possível, e a
comercialização, a partir
de julho, de telhas metálicas
fabricadas por terceiros.
Gazeta
Mercantil
ONDULINE
ELEVA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO
NO BRASIL
A
fabricante de telhas feitas
a partir de fibras vegetais
e betume ONDULINE
aumentou em 7% a capacidade
de produção, que atinge agora
9 milhões de metros quadrados
anuais, com a eliminação de
gargalos. A empresa de capital
francês iniciou operações
no Brasil em 2006 com capacidade
para 6 milhões de metros quadrados
e atualmente exporta cerca
de 75% do que fabrica. Os
dois principais mercados são
Rússia e Ucrânia respondendo
por 90% do total embarcado.
As exportações representam
receita de US$ 10 milhões.
O foco, entretanto, é o mercado
brasileiro onde a empresa
montou estratégia para divulgar
o produto já mais conhecido
na Europa como um substituto
dos itens de amianto ou cerâmicos.
A companhia faturou € 300
milhões no ano passado com
alta de 18%. A empresa está
em mais de 100 países e mantém
nove fábricas no mundo.
Gazeta
Mercantil
Plásticos
& Borracha
MAUSER
AMPLIA OPERAÇÃO NO PAÍS E
PREVÊ RECEITA DE R$ 120 MILHÕES
A
MAUSER,
fabricante alemã de embalagens
que entrou no mercado brasileiro
em outubro de 2006 com a aquisição
da BPM, inaugurou uma nova
fábrica em Belford Roxo, no
Rio de Janeiro, e já traça
ousadas metas de expansão
para o Brasil. De acordo com
o Presidente da empresa, Cláudio
Parelli, a expectativa é que
a MAUSER termine seu primeiro
ano no País com faturamento
de US$ 120 milhões e a meta
é alcançar US$ 150 milhões
o mais rápido possível. "Em
até dois anos", afirmou
Parelli. Segundo ele, há cinco
anos atrás, a MAUSER, fabricante
de frascos, baldes e bombonas,
traçou uma estratégia de expansão
geográfica que incluiu o Brasil
como ponto de partida da atuação
no Mercosul. Atualmente, além
da unidade recém-inaugurada
de Belford Roxo, a MAUSER
possui fábricas em Barra do
Piraí, Suzano, Santana do
Parnaíba e Matão.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
Unipar
vai investir R$ 93 milhões
para ampliar a produção
A
UNIÃO DE INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS
(UNIPAR), um dos maiores grupo do setor no
Brasil, anunciou a aprovação
de um montante de R$ 93 milhões
para a ampliação da unidade
de cumeno, matéria prima utilizada
na fabricação de fenol, da
divisão química. A RHODIA
irá absorver as 310 toneladas
que passarão a ser produzidas
por ano. Atualmente, a divisão
produz 210 toneladas que também
são destinadas à empresa.
"Temos parceria com a
RHODIA há 35 anos. Nossa previsão
é finalizar a ampliação dessa
divisão no primeiro trimestre
de 2009", disse Vítor
Mallmann, Vice-Presidente
de Relações com Investidores
da UNIPAR. Para Mallmann,
a compra da IPIRANGA pelo
consórcio formado por PETROBRAS,
BRASKEM e ULTRA trouxe um
novo patamar de concorrência
para o mercado, o que pode
contribuir para o avanço das
negociações em relação a consolidação
do pólo petroquímico do Sudeste.
Gazeta
Mercantil
Serviços
ENTERPA
RETORNA À COLETA DE LIXO E
PRETENDE DIVERSIFICAR NEGÓCIOS
A
segunda geração da família
Carvalho Alves acaba de assumir
o comando da ENTERPA
com foco em novos negócios
e na retomada de uma especialidade
da empresa, a gestão ambiental.
Com a presidência executiva
ocupada por Claudia de Carvalho
Alves e o conselho de administração
sob direção de seu irmão Alberto
de Carvalho Alves, o objetivo
é dobrar o faturamento da
empresa até 2010, atingindo
R$ 174 milhões. Após vender
toda a operação de coleta,
varrição e aterros de lixo
domiciliar para o GRUPO MACRI,
da Argentina, em 1998, a empresa
voltou a atuar na área e já
comanda, desde agosto de 2005,
os serviços de duas capitais
brasileiras: Manaus (AM) e
Macapá (AP). Além dos serviços
de limpeza urbana, a nova
Presidente do grupo pretende
ampliar a carteira de clientes
corporativos nos serviços
de dragagem e também ingressar
no mercado imobiliário na
região Nordeste. O faturamento
alcançou R$ 88,76 milhões
no ano passado, o que representa
um crescimento de aproximadamente
20% em relação ao exercício
anterior.
Valor
Econômico
Siderurgia
& Metalurgia
Latapack
registra lucro de R$ 9.377
milhões
A
LATAPACK
S.A., produtora de embalagens
controlada da PARTICIPAÇÕES
INDUSTRIAIS DO NORDESTE S.A.,
apurou um lucro de R$ 9.377
milhões. O primeiro trimestre
de 2007 terminou com desaquecimento
no volume de vendas que, aliado
à valorização crescente do
real frente ao dólar, fizeram
com que os resultados ficassem
aquém do esperado, segundo
a empresa. A LATAPACK ainda
afirma que, por outro lado,
a manutenção de uma política
de controle dos custos ajudou
a amenizar em parte os efeitos
negativos das perdas causadas
por estes dois fatores.
O
Estado de São Paulo
Lanxess
planeja ampliar negócios no
Brasil
A
empresa alemã LANXESS,
que possui um arrojado projeto
de crescimento via aumento
de margens e aquisições, espera
crescer este ano no Brasil
até seis vezes o Produto Interno
Bruto (PIB), levando em conta
um PIB maior do que 4%. Focada,
entre outras especialidades
químicas, em plásticos especiais,
couro, óxido de ferro (tintura
para cimento) e borracha sintética,
a empresa mudou o mercado
brasileiro de borracha sintética,
que há dois anos tinha como
soberana a ex-estatal PETROFLEX.
Atualmente uma das maiores
produtoras do mundo deste
elastômero, usado largamente
na indústria automobilística,
a LANXESS está se preparando
para ser mais rentável neste
setor, inclusive com aquisições.
A LANXESS do Brasil faturou
em 2006 € 163,3 milhões, aumento
de 11,2% sobre 2005. Neste
primeiro trimestre a empresa
já detecta melhoras na demanda
por seus produtos. Na área
de plásticos para veículos
a empresa já fornece protetores
de retrovisores e abridores
de portas para montadoras.
A LANXESS também vende revestimentos
internos de ônibus para indústrias
como a MARCOPOLO e acaba de
lançar pára-choques para veículos
e peças agrícolas de tratores
de plástico reforçado.
Gazeta
Mercantil
MEDABIL
INVESTE US$ 100 MILHÕES
A
MEDABIL,
fabricante de estruturas metálicas,
vai investir cerca de US$
100 milhões nos próximos três
anos em cinco parques industriais
para chegar a uma produção
de 100 mil toneladas/ano,
mais do que o dobro da atual,
de 45 mil toneladas/ano. Com
isso, planeja chegar à casa
do R$ 1 bilhão em faturamento
em quatro anos, três vezes
mais do que o previsto para
2007. Antes disso, vai abrir
o capital provavelmente ainda
em 2008, disse o Presidente
da empresa gaúcha, Atilio
Bilibio. Entre os projetos
de expansão da MEDABIL, os
mais adiantados estão ocorrendo
na matriz em Nova Bassano,
na serra gaúcha, e em Angola.
Em Nova Bassano, com um investimento
de US$ 15 milhões, as obras
de ampliação já em andamento
vão permitir à unidade saltar
de uma capacidade instalada
de 35 mil toneladas/ano para
60 mil toneladas. A operação
na África, para 12 mil toneladas/ano,
está recebendo um aporte de
US$ 20 milhões. "Crescemos
a uma média altíssima (29%
nos últimos 10 anos) com o
Brasil andando de lado. O
mercado todo tende a investir
com o País crescendo mais.
Hoje estamos com o ano vendido",
diz Bilibio, referindo-se
à capacidade praticamente
tomada de suas unidades até
o final do ano. A MEDABIL
teve ano passado um faturamento
de R$ 266 milhões e projeta
R$ 340 milhões este ano.
Gazeta
Mercantil
LUCRO
DA ARCELOR BRASIL CRESCE 74%
NO TRIMESTRE
A
ARCELOR
BRASIL obteve um lucro
líquido de R$ 560 milhões
no primeiro trimestre de 2007,
volume 74% superior ao apurando
no mesmo período de 2006.
Segundo a empresa, esse desempenho
reflete principalmente a melhoria
nos preços dos produtos siderúrgicos,
tanto no mercado interno como
no externo, em especial para
aços planos. A receita líquida
consolidada atingiu R$ 3,5
bilhões, um crescimento de
7% ante os três primeiros
meses do exercício anterior,
apesar da queda em 4% no volume
de produtos comercializados.
Gazeta
Mercantil
ACESITA
TEM RECEITA RECORDE E GANHOS
SOBEM 78,4%
"O
fechamento de capital da ARCELOR
BRASIL não terá nenhum impacto
na ACESITA."
Quem fez esta afirmação foi
o novo Diretor Financeiro
e de Relação com Investidores
da ACESITA, Guy Lucien André
Broutechoux. De acordo com
o executivo, pela estrutura
de negócios que a ACESITA
tem hoje no mercado, não há
sinal algum de que terá o
seu capital fechado. O aumento
de demanda de aços siliciosos
de grão orientado (GO), juntamente
com as vendas do inox, que
mantiveram o bom desempenho
do ano anterior, foram os
principais fatores que influenciaram
os números positivos da ACESITA.
A siderúrgica apresentou um
lucro líquido de R$ 24 milhões
nos primeiros três meses de
2007, montante 78,4% superior
em comparação ao do mesmo
período do ano anterior e
quase similar ao obtido durante
todo o primeiro semestre de
2006, quando o lucro atingiu
R$ 238,6 milhões.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
Lucro
líquido da Azaléia aumenta
735 % no primeiro trimestre
de 2007
O
desenvolvimento de produtos,
o investimento em altas tecnologias
e um rigoroso controle de
custos de produção garantiram
o melhor trimestre do último
decênio à CALÇADOS
AZALÉIA. A multinacional
brasileira de calçados alcançou
um lucro líquido de R$79,4
milhões, um aumento de 735,8%
em relação ao primeiro trimestre
de 2006. Este expressivo crescimento
deve-se ao melhor desempenho
operacional obtido no período
e, especialmente, ao ganho
de capital de R$ 61,9 milhões
gerados em função da aquisição,
pela empresa controlada CALÇADOS
AZALÉIA NORDESTE S.A., da
participação acionária de
22,82% que o BANCO SANTADER
BANESPA S.A. possuía nesta
empresa. A receita bruta de
vendas somou R$ 253,9 milhões
no primeiro trimestre de 2007,
apresentando um crescimento
de 13,3% em relação ao mesmo
período do ano passado.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
AGV
LOGÍSTICA CRESCE COM VACINA
DE BOI
Os
números exibidos até aqui
pela AGV LOGÍSTICA LTDA. são vigorosos. Como exemplo
tome-se seu faturamento, que
partiu de R$ 4,5 milhões em
1999 e deve chegar a R$ 102
milhões em 2007, crescimento
de 2.200%. Pode-se argumentar
que por se tratar de empresa
jovem, disparos de expansão
são normais, até porque os
termos comparativos sempre
partem de uma base pequena.
O Presidente Vasco Carvalho
Oliveira Neto, fundador da
empresa, faz uma intervenção.
"Até o ano passado vínhamos
numa escalada de 50% de crescimento
ao ano, em 2007 vamos crescer
30%, mas ainda temos muito
por conquistar", diz,
para emendar. "Queremos
estar entre os três maiores
operadores logísticos nos
negócios que atuamos",
ressalta. O grande negócio
da AGV é a logística de produtos
de saúde animal. Vasco diz
que ano passado a AGV chegou
com vacinas em 3,5 mil municípios,
mais de metade das cidades
brasileiras. O Brasil tem
200 milhões de bovinos. Ano
passado a AGV distribuiu 380
milhões de vacinas antiaftosa.
Gazeta
Mercantil
TOYOTA
ESTUDA AMPLIAR FÁBRICA EM
SP
O
Presidente da TOYOTA
no Mercosul, Shozo Hasebe,
afirmou que poderá ampliar
a fábrica em Indaiatuba se
as vendas do sedã Corolla
continuarem em ritmo acelerado.
No primeiro quadrimestre deste
ano, o modelo vendeu 10.714
unidades, um aumento de 4%
em relação ano passado. A
elevação das vendas pode ser
interpretada modesta, mas
é bom se visto pelo ângulo
de que o carro está com design
envelhecido e enfrentou uma
enxurrada de lançamento de
concorrentes nos últimos meses.
Com a introdução da tecnologia
flex fuell, a TOYOTA prevê
vender este ano 34 mil unidades
do Corolla 1.8 e 9 mil unidades
da perua Fielder.
Gazeta
Mercantil