Sexta-feira, 18/05/2007
Ano VII – edição 270

Agrobusiness

AVIPAL TEM LUCRO NO TRIMESTRE

O GRUPO AVIPAL, do Rio Grande do Sul, encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 9,4 milhões, confirmando a expectativa da empresa de recuperação dos resultados do ano passado. No mesmo período de 2006, a indústria obteve prejuízo de R$ 17,3 milhões. Parte da recuperação é decorrente da demanda por carne de frango, que retornou aos patamares históricos, anteriores à crise da gripe aviária, crescendo 37,3% em receita.

Gazeta Mercantil

 

RENAR AMPLIA INVESTIMENTOS E DIVERSIFICA AS ATIVIDADES

A RENAR MAÇÃS, com sede em Santa Catarina, enfrenta forte concorrência dos países vizinhos, especialmente por causa da valorização do real. Mesmo assim, a empresa tem planos para expandir sua atividade principal, que é o plantio de maçãs, e ainda diversificar, por meio da importação de frutas típicas de zonas temperadas. Faz parte de sua estratégia investir R$ 3,5 milhões entre 2007 e 2009 para o plantio de um pomar de 50 hectares no município paranaense da Lapa, município do Paraná. Serão produzidas 2,1 mil toneladas de maçãs anuais a partir de 2010. Prevendo dobrar o faturamento nos próximos anos, a RENAR MAÇÃS, com receita líquida de R$31,832 milhões no ano passado, quer aumentar a participação da comercialização de maçãs no Nordeste, desenvolver canais de vendas de frutas terceirizadas para o exterior e diversificar a produção de frutas no Pólo frutífero do Vale do São Francisco, em Juazeiro (BA).

Gazeta Mercantil

 

Bebidas

A Petrópolis vai dobrar de tamanho

A empresa mexicana FEMSA, dona da KAISER, chegou ao Brasil com grandes ambições. Mas apesar de todo o esforço, o grande fenômeno do mercado cervejeiro dos últimos tempos vem do interior de São Paulo. A cervejaria PETRÓPOLIS, dona da marca ITAIPAVA, acaba de assumir a terceira colocação no ranking, ao deixar para trás a FEMSA. Em um ano, a participação da PETRÓPOLIS subiu de 6% para 8,1%. Em 2004, a empresa respondia por apenas 3,6% das vendas. Cada ponto corresponde a R$100 milhões de faturamento. A PETRÓPOLIS pertence a Walter Faria, um empresário tão discreto quanto polêmico, que tem planos de dobrar a capacidade de produção e chegar a 12 milhões de hectolitros por ano até meados de 2008.

O Estado de São Paulo

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

Receita da Melhoramentos cresce 10%

A receita líquida de vendas da MELHORAMENTOS no primeiro trimestre de 2007 totalizou R$ 110.773 mil, um incremento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse aumento ocorreu pelo maior volume de vendas, focado em produtos de maior valor agregado, principalmente nos segmentos de papéis institucionais e livros.

O Estado de São Paulo

 

SEXTANTE COMPRA 50% DA EDITORA INTRÍNSECA

A EDITORA SEXTANTE anuncia a aquisição de 50% da carioca INTRÍNSECA, dirigida por Jorge Oakim. A meta da empresa, segundo um dos sócios da SEXTANTE, Marcos da Veiga Pereira, é concentrar na INTRÍNSECA a publicação de novos autores de ficção e reforçar ainda mais seu foco em livros de auto-ajuda, negócios e espiritualidade. As duas empresas informam ter estratégias de mercado parecidas, com a publicação de poucos títulos, mas de vendas elevadas.

Gazeta Mercantil

 

Eletrodomésticos

FATURAMENTO DA METALFRIO CRESCE 83,7%

O início das operações das subsidiárias no exterior e um aumento não esperado nas exportações, ampliou em 83,7% a receita líquida da METALFRIO SOLUTIONS, fabricante de refrigeradores para uso comercial, no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2006. A receita alcançou um total de R$ 113,9 milhões, sendo que em 2006, ainda com as atividades apenas no Brasil, este valor havia ficado em R$ 62 milhões no ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

Energia

ELEKTRO TEM LUCRO 11% MAIOR

O lucro da ELEKTRO subiu 10,9% no primeiro trimestre do ano, para R$ 143,5 milhões, em comparação ao mesmo período de 2006. A receita operacional líquida atingiu R$ 590,3 milhões no período, com aumento de 4,6% sobre o mesmo trimestre de 2006. A geração operacional de caixa da companhia, medida pelo Ebitda, teve crescimento de 7,5% e alcançou R$ 247,1 milhões, 41,9% da receita operacional líquida. O resultado operacional também teve aumento de 7,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 215,5 milhões, e representando 36,5% da receita operacional líquida.

Gazeta Mercantil

 

LUCRO LÍQUIDO DA CELESC CRESCE 139%, PARA R$ 132 MILHÕES

A CENTRAIS ELÉTRICAS DE SANTA CATARINA (CELESC) registrou lucro líquido de R$ 131,8 milhões no primeiro trimestre de 2007, resultado 139,2% superior se comparado ao mesmo período de 2006, de R$ 55,1 milhões. Segundo o Diretor Econômico-Financeiro e de Relações com Investidores da CELESC, Arnaldo Venício de Souza, o incremento deveu-se basicamente ao aumento da receita operacional líquida e à venda da participação de 14,63% da companhia na MACHADINHO ENERGÉTICA (MAESA). A receita operacional líquida, no primeiro trimestre de 2007, atingiu os R$ 792,8 milhões, superando em 12,5% o valor do primeiro trimestre de 2006 (R$ 704,9 milhões).

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

Natura abre primeira fábrica fora de São Paulo

A NATURA inaugurou sua primeira fábrica fora do Estado de São Paulo, em Benevides, no Pará. A unidade, que recebeu investimento de R$ 16 milhões, produzirá massa de sabonetes e terá uma planta para extração de óleos vegetais. A capacidade de produção será de 18 mil toneladas de massa por ano, volume suficiente para fabricar 150 milhões de barras de sabonetes. O Diretor-Presidente da NATURA, Alessandro Carlucci, afirmou que a fábrica “é uma tentativa de implantar um projeto de desenvolvimento sustentável em larga escala, envolvendo as comunidades e os parceiros, para provar que é possível fazer bons negócios, gerar desenvolvimento econômico e ser amigo do meio ambiente”.

O Estado de São Paulo

 

Nivea e Aché fazem parceria inédita

A BDF NIVEA e o laboratório brasileiro ACHÉ fecharam uma parceria inédita no Brasil para estrear no mercado de dermocosméticos, produtos com eficácia comprovada. A empresa alemã trará ao Brasil a marca EUCERIN, a segunda mais importante do grupo BEIERSDORF depois de NIVEA. O Brasil será o primeiro país do mundo onde a empresa fecha uma parceria de distribuição. "Temos pressa em crescer no Brasil e precisávamos de uma empresa que nos ajudasse com a marca", afirma Nicolas Fischer, Presidente da BDF NIVEA no Brasil. O laboratório ACHÉ responderá pela distribuição de EUCERIN nas farmácias e divulgará a marca entre os dermatologistas. A NIVEA é, tipicamente, uma empresa de bens de consumo e, embora tenha aumentado sua presença em farmácia, os principais canais de venda são os supermercados. A companhia, que faturou 5,1 bilhões de euros em 2006, tem meta de crescer 15% este ano no Brasil. "Já crescemos acima disso no primeiro trimestre e a entrada em dermocosméticos vai nos ajudar ainda mais nessa expansão", diz Fischer.

Valor Econômico

 

NOVELIS PLANEJA INVESTIR US$ 8 MILHÕES NO BRASIL

A NOVELIS deve decidir no segundo semestre se investe até US$ 8 milhões em uma linha industrial, com a mais nova tecnologia de fundição desenvolvida pela companhia, lançada no ano passado. Denominada "Fusion", a tecnologia possibilita a produção, de uma só vez, de placas de liga de alumínio combinadas com duas ou mais camadas de ligas diferentes. Caso seja efetivado, o investimento resultará em uma produção de entre 40 mil e 50 mil toneladas para atender à América do Sul e África.  "O mercado brasileiro é embrionário, mas há uma enorme capacidade de crescimento", disse o Diretor de Pesquisa da NOVELIS, Robert Wagstaff, ao defender o investimento no Brasil. Ele disse acreditar no potencial de crescimento do consumo de alumínio especialmente nos setores de construção civil e de eletroeletrônicos. No total, a NOVELIS já está investindo US$ 30 milhões em linhas de produção que utilizem a nova tecnologia e aposta em um crescimento de mercado para o produto. A NOVELIS DO BRASIL fechou o primeiro trimestre deste ano com receita líquida de US$ 235 milhões, resultado 12,4% superior em relação ao do mesmo período de 2006, quando a empresa registrou US$ 209 milhões de receita líquida de vendas.

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

MONGERAL CRESCE NO CONSIGNADO

A parceria entre a MONGERAL e o UNIBANCO está a pleno vapor. Em março foram R$ 2,6 milhões em vendas do MONGERALCRED, o empréstimo consignado do UNIBANCO vendido por meio dos corretores de seguros da seguradora. "Foi um crescimento de 100% em relação a janeiro com as 23 sucursais ofertando o produto", disse Sérgio Mello, Diretor Financeiro. Segundo ele, a expectativa é encerrar o ano com R$ 42 milhões. A MONGERAL é a única seguradora a oferecer crédito consignado, com 1,4 mil códigos. Iniciou a venda, por meio dos corretores, para pequenas e médias empresas privadas.

(D.B.)

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

JOHN DEERE APOSTA NA REAÇÃO DO MERCADO

A fabricante de máquinas agrícolas JOHN DEERE marcou para outubro o início da operação de sua fábrica de tratores em Montenegro (RS), unidade que vem sendo construída há dois anos, durante um dos piores períodos em termos de vendas de máquinas agrícolas no País. "Quem tem visão de longo prazo viu quando ela estaria pronta o mercado já estaria de volta", diz o Diretor de MARKETING da empresa, Paulo Herrmann. Já pode se observar a reação na comercialização de tratores e colheitadeiras no Brasil, mas existe a tendência de aceleração das vendas até 2010. O investimento na fábrica de Montenegro é de US$ 80 milhões. A unidade terá capacidade de até 12 mil unidades/ano, praticamente o dobro da atual. A recuperação dos preços dos grãos ajudou a retomada das vendas. Para Herrmann, outro sinal positivo do crescimento é o uso da biomassa como fonte de energia. Ele diz que a cana-de-açúcar é a responsável pelo aumento das vendas. Já reponde por algo entre 10% e 15% da demanda de máquinas agrícolas.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

Eternit investe R$ 39 milhões e diversifica oferta de produtos

O susto com a queda de 24% do lucro líquido registrada no primeiro trimestre deste ano não afetou os planos de expansão da ETERNIT, empresa líder do mercado de fibrocimento no Brasil. Para o Presidente e Diretor de Relações com Investidores da empresa, Élio A. Martins, o aporte de R$ 24 milhões que a empresa fará em melhorias de linha de produção ainda este ano, assim como os R$ 15 milhões programados para adquirir novas linhas, consolidarão a liderança e exigirão ações que visem a atuação para além do mercado em que possui 29% de participação. "Queremos consolidar nossa liderança, mas não apenas com coberturas de fibrocimentos. Vamos ampliar nossa atuação com outros produtos de construção que sejam comercializados e que tenham sinergia com nossos negócios", afirmou. O plano de diversificação de produtos da ETERNIT segue em duas linhas: a aquisição de empresas industriais de material de construção civil, planejada para acontecer o mais rápido possível, e a comercialização, a partir de julho, de telhas metálicas fabricadas por terceiros.

Gazeta Mercantil

 

ONDULINE ELEVA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO NO BRASIL

A fabricante de telhas feitas a partir de fibras vegetais e betume ONDULINE aumentou em 7% a capacidade de produção, que atinge agora 9 milhões de metros quadrados anuais, com a eliminação de gargalos. A empresa de capital francês iniciou operações no Brasil em 2006 com capacidade para 6 milhões de metros quadrados e atualmente exporta cerca de 75% do que fabrica. Os dois principais mercados são Rússia e Ucrânia respondendo por 90% do total embarcado. As exportações representam receita de US$ 10 milhões. O foco, entretanto, é o mercado brasileiro onde a empresa montou estratégia para divulgar o produto já mais conhecido na Europa como um substituto dos itens de amianto ou cerâmicos. A companhia faturou € 300 milhões no ano passado com alta de 18%. A empresa está em mais de 100 países e mantém nove fábricas no mundo.

Gazeta Mercantil

 

Plásticos & Borracha

MAUSER AMPLIA OPERAÇÃO NO PAÍS E PREVÊ RECEITA DE R$ 120 MILHÕES

A MAUSER, fabricante alemã de embalagens que entrou no mercado brasileiro em outubro de 2006 com a aquisição da BPM, inaugurou uma nova fábrica em Belford Roxo, no Rio de Janeiro, e já traça ousadas metas de expansão para o Brasil. De acordo com o Presidente da empresa, Cláudio Parelli, a expectativa é que a MAUSER termine seu primeiro ano no País com faturamento de US$ 120 milhões e a meta é alcançar US$ 150 milhões o mais rápido possível. "Em até dois anos", afirmou Parelli. Segundo ele, há cinco anos atrás, a MAUSER, fabricante de frascos, baldes e bombonas, traçou uma estratégia de expansão geográfica que incluiu o Brasil como ponto de partida da atuação no Mercosul. Atualmente, além da unidade recém-inaugurada de Belford Roxo, a MAUSER possui fábricas em Barra do Piraí, Suzano, Santana do Parnaíba e Matão.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

Unipar vai investir R$ 93 milhões para ampliar a produção

A UNIÃO DE INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS (UNIPAR), um dos maiores grupo do setor no Brasil, anunciou a aprovação de um montante de R$ 93 milhões para a ampliação da unidade de cumeno, matéria prima utilizada na fabricação de fenol, da divisão química. A RHODIA irá absorver as 310 toneladas que passarão a ser produzidas por ano. Atualmente, a divisão produz 210 toneladas que também são destinadas à empresa. "Temos parceria com a RHODIA há 35 anos. Nossa previsão é finalizar a ampliação dessa divisão no primeiro trimestre de 2009", disse Vítor Mallmann, Vice-Presidente de Relações com Investidores da UNIPAR. Para Mallmann, a compra da IPIRANGA pelo consórcio formado por PETROBRAS, BRASKEM e ULTRA trouxe um novo patamar de concorrência para o mercado, o que pode contribuir para o avanço das negociações em relação a consolidação do pólo petroquímico do Sudeste.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

ENTERPA RETORNA À COLETA DE LIXO E PRETENDE DIVERSIFICAR NEGÓCIOS

A segunda geração da família Carvalho Alves acaba de assumir o comando da ENTERPA com foco em novos negócios e na retomada de uma especialidade da empresa, a gestão ambiental. Com a presidência executiva ocupada por Claudia de Carvalho Alves e o conselho de administração sob direção de seu irmão Alberto de Carvalho Alves, o objetivo é dobrar o faturamento da empresa até 2010, atingindo R$ 174 milhões. Após vender toda a operação de coleta, varrição e aterros de lixo domiciliar para o GRUPO MACRI, da Argentina, em 1998, a empresa voltou a atuar na área e já comanda, desde agosto de 2005, os serviços de duas capitais brasileiras: Manaus (AM) e Macapá (AP). Além dos serviços de limpeza urbana, a nova Presidente do grupo pretende ampliar a carteira de clientes corporativos nos serviços de dragagem e também ingressar no mercado imobiliário na região Nordeste. O faturamento alcançou R$ 88,76 milhões no ano passado, o que representa um crescimento de aproximadamente 20% em relação ao exercício anterior.

Valor Econômico

 

Siderurgia & Metalurgia

Latapack registra lucro de R$ 9.377 milhões

A LATAPACK S.A., produtora de embalagens controlada da PARTICIPAÇÕES INDUSTRIAIS DO NORDESTE S.A., apurou um lucro de R$ 9.377 milhões. O primeiro trimestre de 2007 terminou com desaquecimento no volume de vendas que, aliado à valorização crescente do real frente ao dólar, fizeram com que os resultados ficassem aquém do esperado, segundo a empresa. A LATAPACK ainda afirma que, por outro lado, a manutenção de uma política de controle dos custos ajudou a amenizar em parte os efeitos negativos das perdas causadas por estes dois fatores.

O Estado de São Paulo

 

Lanxess planeja ampliar negócios no Brasil

A empresa alemã LANXESS, que possui um arrojado projeto de crescimento via aumento de margens e aquisições, espera crescer este ano no Brasil até seis vezes o Produto Interno Bruto (PIB), levando em conta um PIB maior do que 4%. Focada, entre outras especialidades químicas, em plásticos especiais, couro, óxido de ferro (tintura para cimento) e borracha sintética, a empresa mudou o mercado brasileiro de borracha sintética, que há dois anos tinha como soberana a ex-estatal PETROFLEX. Atualmente uma das maiores produtoras do mundo deste elastômero, usado largamente na indústria automobilística, a LANXESS está se preparando para ser mais rentável neste setor, inclusive com aquisições. A LANXESS do Brasil faturou em 2006 € 163,3 milhões, aumento de 11,2% sobre 2005. Neste primeiro trimestre a empresa já detecta melhoras na demanda por seus produtos. Na área de plásticos para veículos a empresa já fornece protetores de retrovisores e abridores de portas para montadoras. A LANXESS também vende revestimentos internos de ônibus para indústrias como a MARCOPOLO e acaba de lançar pára-choques para veículos e peças agrícolas de tratores de plástico reforçado.

Gazeta Mercantil

 

MEDABIL INVESTE US$ 100 MILHÕES

A MEDABIL, fabricante de estruturas metálicas, vai investir cerca de US$ 100 milhões nos próximos três anos em cinco parques industriais para chegar a uma produção de 100 mil toneladas/ano, mais do que o dobro da atual, de 45 mil toneladas/ano. Com isso, planeja chegar à casa do R$ 1 bilhão em faturamento em quatro anos, três vezes mais do que o previsto para 2007. Antes disso, vai abrir o capital provavelmente ainda em 2008, disse o Presidente da empresa gaúcha, Atilio Bilibio. Entre os projetos de expansão da MEDABIL, os mais adiantados estão ocorrendo na matriz em Nova Bassano, na serra gaúcha, e em Angola. Em Nova Bassano, com um investimento de US$ 15 milhões, as obras de ampliação já em andamento vão permitir à unidade saltar de uma capacidade instalada de 35 mil toneladas/ano para 60 mil toneladas. A operação na África, para 12 mil toneladas/ano, está recebendo um aporte de US$ 20 milhões. "Crescemos a uma média altíssima (29% nos últimos 10 anos) com o Brasil andando de lado. O mercado todo tende a investir com o País crescendo mais. Hoje estamos com o ano vendido", diz Bilibio, referindo-se à capacidade praticamente tomada de suas unidades até o final do ano. A MEDABIL teve ano passado um faturamento de R$ 266 milhões e projeta R$ 340 milhões este ano.

Gazeta Mercantil

 

LUCRO DA ARCELOR BRASIL CRESCE 74% NO TRIMESTRE

A ARCELOR BRASIL obteve um lucro líquido de R$ 560 milhões no primeiro trimestre de 2007, volume 74% superior ao apurando no mesmo período de 2006. Segundo a empresa, esse desempenho reflete principalmente a melhoria nos preços dos produtos siderúrgicos, tanto no mercado interno como no externo, em especial para aços planos. A receita líquida consolidada atingiu R$ 3,5 bilhões, um crescimento de 7% ante os três primeiros meses do exercício anterior, apesar da queda em 4% no volume de produtos comercializados.

Gazeta Mercantil

 

ACESITA TEM RECEITA RECORDE E GANHOS SOBEM 78,4%

"O fechamento de capital da ARCELOR BRASIL não terá nenhum impacto na ACESITA." Quem fez esta afirmação foi o novo Diretor Financeiro e de Relação com Investidores da ACESITA, Guy Lucien André Broutechoux. De acordo com o executivo, pela estrutura de negócios que a ACESITA tem hoje no mercado, não há sinal algum de que terá o seu capital fechado. O aumento de demanda de aços siliciosos de grão orientado (GO), juntamente com as vendas do inox, que mantiveram o bom desempenho do ano anterior, foram os principais fatores que influenciaram os números positivos da ACESITA. A siderúrgica apresentou um lucro líquido de R$ 24 milhões nos primeiros três meses de 2007, montante 78,4% superior em comparação ao do mesmo período do ano anterior e quase similar ao obtido durante todo o primeiro semestre de 2006, quando o lucro atingiu R$ 238,6 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

Lucro líquido da Azaléia aumenta 735 % no primeiro trimestre de 2007

O desenvolvimento de produtos, o investimento em altas tecnologias e um rigoroso controle de custos de produção garantiram o melhor trimestre do último decênio à CALÇADOS AZALÉIA. A multinacional brasileira de calçados alcançou um lucro líquido de R$79,4 milhões, um aumento de 735,8% em relação ao primeiro trimestre de 2006. Este expressivo crescimento deve-se ao melhor desempenho operacional obtido no período e, especialmente, ao ganho de capital de R$ 61,9 milhões gerados em função da aquisição, pela empresa controlada CALÇADOS AZALÉIA NORDESTE S.A., da participação acionária de 22,82% que o BANCO SANTADER BANESPA S.A. possuía nesta empresa. A receita bruta de vendas somou R$ 253,9 milhões no primeiro trimestre de 2007, apresentando um crescimento de 13,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

AGV LOGÍSTICA CRESCE COM VACINA DE BOI

Os números exibidos até aqui pela AGV LOGÍSTICA LTDA. são vigorosos. Como exemplo tome-se seu faturamento, que partiu de R$ 4,5 milhões em 1999 e deve chegar a R$ 102 milhões em 2007, crescimento de 2.200%. Pode-se argumentar que por se tratar de empresa jovem, disparos de expansão são normais, até porque os termos comparativos sempre partem de uma base pequena. O Presidente Vasco Carvalho Oliveira Neto, fundador da empresa, faz uma intervenção. "Até o ano passado vínhamos numa escalada de 50% de crescimento ao ano, em 2007 vamos crescer 30%, mas ainda temos muito por conquistar", diz, para emendar. "Queremos estar entre os três maiores operadores logísticos nos negócios que atuamos", ressalta. O grande negócio da AGV é a logística de produtos de saúde animal. Vasco diz que ano passado a AGV chegou com vacinas em 3,5 mil municípios, mais de metade das cidades brasileiras. O Brasil tem 200 milhões de bovinos. Ano passado a AGV distribuiu 380 milhões de vacinas antiaftosa.

Gazeta Mercantil

 

TOYOTA ESTUDA AMPLIAR FÁBRICA EM SP

O Presidente da TOYOTA no Mercosul, Shozo Hasebe, afirmou que poderá ampliar a fábrica em Indaiatuba se as vendas do sedã Corolla continuarem em ritmo acelerado. No primeiro quadrimestre deste ano, o modelo vendeu 10.714 unidades, um aumento de 4% em relação ano passado. A elevação das vendas pode ser interpretada modesta, mas é bom se visto pelo ângulo de que o carro está com design envelhecido e enfrentou uma enxurrada de lançamento de concorrentes nos últimos meses. Com a introdução da tecnologia flex fuell, a TOYOTA prevê vender este ano 34 mil unidades do Corolla 1.8 e 9 mil unidades da perua Fielder.

Gazeta Mercantil

 

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