Sexta-feira, 01/06/2007
Ano VII – edição 271

Agrobusiness

JBS-Friboi compra Swift e assume liderança mundial no setor de carnes

A J&F PARTICIPAÇÕES, controladora do grupo JBS-FRIBOI no Brasil, anunciou que assinou contrato para aquisição da americana SWIFT FOODS, a terceira maior processadora de carne. A operação pode remontar a US$ 1,4 bilhão e deve ser concluída até julho. A fusão da JBS e da SWIFT deve resultar na maior empresa do mundo no setor de carnes. A empresa, no entanto, já adiantou que prevê transferir os direitos e obrigações para a subsidiária JBS até o fechamento da operação. Também adiantou que deve fundir as atividades do negócio de carne da JBS com a SWIFT. Ainda segundo a J&S, a integração da JBS e da SWIFT deve resultar na criação da maior empresa do mundo no setor de alimentos de proteína de origem bovina e da maior empresa brasileira na área alimentícia. O grupo JBS é o maior grupo produtor e exportador de carne bovina da América Latina. Tem 22 plantas de processamento no país além de mais cinco unidades em três províncias argentinas. A empresa teve lucro de R$ 10,6 milhões no primeiro trimestre do ano.

Gazeta Mercantil

 

LUCRO DA PORTO CRESCE 6,5% NO QUADRIMESTRE

A PORTO SEGURO, maior seguradora de automóvel do Brasil, divulgou lucro líquido de R$ 145,3 milhões no primeiro quadrimestre de 2007, crescimento de 6,5% sobre o mesmo período do ano passado. As receitas totais do grupo, considerando outras atividades como financeira, consórcio e outras, somaram R$ 1,7 bilhão, alta de 9,8% em relação ao mesmo período de 2006.

Gazeta Mercantil

 

Alimentos

Caramuru amplia produção

Numa estratégia para diversificar suas atividades industriais, a CARAMURU ALIMENTOS está investindo na produção de biodiesel a partir de óleos vegetais, em especial o óleo de soja. A capacidade da nova fábrica em São Simão (GO) será de 110 milhões de litros por ano.

Gazeta Mercantil

 

Nilza pretende recuperar posição de antes da crise

Dois anos depois de comprada, a INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NILZA será maior do que antes da crise que a levou mudar de mãos. Com a reestruturação, a empresa produz 500 mil litros de leite por dia, 25% menos que antes dos seus problemas financeiros. A meta é chegar ao final do ano com 730 mil litros diariamente. Além dos lácteos, a NILZA agora atua em alimentos, com a comercialização de barras de cereais. Foram investidos R$ 1 milhão no projeto. "Alimento é um segmento que se completa. Laticínio é restrito", afirma Adhemar de Barros Neto, Presidente da NILZA. Ele assumiu a empresa em dezembro de 2005, com investimento de R$ 64 milhões. A empresa espera encerrar 2007 com faturamento de R$ 240 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Bebidas

Femsa avalia como positivo primeiro ano no País

Um ano e quatro meses após comprar a KAISER e entrar no concorrido e lucrativo mercado cervejeiro do País, a FEMSA FOMENTO ECONÔMICO MEXICANO, que através da FEMSA CERVEJA BRASIL produz e comercializa as marcas SOL, BAVARIA e KAISER, entre outras, considera positivo os resultados alcançados até agora, período em que viu sua produção crescer 14,4% e atingir 2,3 milhões de hectolitros. O Diretor de Relações Externas da FEMSA MERCOSUL, Paulo Macedo, afirmou que, ao contrário do que alguns analistas do mercado afirmam, o desempenho de suas principais cervejas é considerado muito positivo pela companhia. De acordo com o executivo, todas as marcas da empresa no Brasil possuem 9,3% de participação.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

CRESCIMENTO DA LEO BURNETT BRASIL ATRAI CFO DA REDE

Paul Eichelman nunca ganhou um Leão de Ouro em Cannes e, ainda assim, é um dos homens mais importantes da LEO BURNETT WORLDWIDE. Eichelman é o CFO da rede de agências de publicidade que tem 95 escritórios ao redor do mundo e receita anual estimada em US$ 1 bilhão. É ele quem dá a última palavra sobre investimentos e, principalmente, corte de custos. É também o homem encarregado de fazer cumprir as metas estabelecidas em Paris, pela holding que abriga a LEO BURNETT, o PUBLICIS GROUPE, quarto maior grupo de publicidade e serviços de marketing do mundo com receita de 4,3 bilhões de euros no ano passado. Eichelman é só elogios ao trabalho desenvolvido no Brasil e, principalmente, aos resultados alcançados pela LEO BRASIL, que em 2006 conquistou contas importantes como GILLETTE e BRASIL. A agência brasileira chegou ao final de 2006 com receita 30% maior que no ano anterior. Nos últimos quatro anos, a operação brasileira da LEO BURNETT cresceu 126% em receita.

Valor Econômico

 

Eletroeletrônico

TEIKON INOVA COM PRODUÇÃO DE MP3 E MP4

A gaúcha TEIKON vai instalar em Manaus uma fábrica voltada à produção de linhas de aparelhos eletrônicos de entretenimento. A unidade começa a operar em junho produzindo tocadores de MP3 e MP4 para a espanhola INFINITY SYSTEM, que serão colocados no mercado com a marca AIRIS. Especializada na manufatura de eletrônicos, a TEIKON faturou R$ 85 milhões no ano passado e está investindo US$ 3 milhões no projeto. "Se observar todo o mercado de eletrônicos no mundo, a linha de entretenimento responde por algo entre 20% e 25% do total", diz o Presidente Adil Albrecht.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

EssenciALL Brasil deve triplicar faturamento em 2007

A ESSENCIALL BRASIL, empresa paranaense, aposta no desenvolvimento de cosméticos com base na erva-mate. O trabalho começou em 2004 e hoje os produtos já são comercializados para todo o País. Segundo a Diretora Comercial Suelene Luci Feltrin, o objetivo é ajudar e ensinar as pessoas a cuidarem e tratarem da pele utilizando produtos naturais. A linha possui 12 produtos. O destaque é o hidratante para os pés, responsável por 30% das vendas (faturamento) da empresa em 2007 até agora. “Esperamos triplicar o faturamento neste ano”, diz a executiva. A produção é terceirizada para duas fábricas na região metropolitana de Curitiba. A comercialização é feita por meio da venda direta, com um time de consultoras que atua em diversas regiões brasileiras. “Estamos com um projeto de criação de mais de 30 micro-empresas em todo o estado, no qual a ESSENCIALL BRASIL, com sua linha de cosméticos, transformará o revendedor em um empreendedor”, conta a empresária.

Valor Econômico

 

De pequena farmácia ao maior laboratório do País

Desde que nasceu, nos anos 50, no ABC paulista, inicialmente como uma farmácia, a EMS não parou de crescer. Hoje a empresa é o maior laboratório do País em produção e o segundo em faturamento. É também líder em fabricação de medicamentos genéricos. Em 1964, a companhia mudou-se para São Bernardo e entrou no ramo de produção de medicamentos. O grande salto se deu em 1999, com a construção de uma unidade industrial em Hortolândia, no interior de São Paulo. A empresa é administrada por Carlos Eduardo Sanchez. A liderança no setor de genéricos foi conquistada em 2007, com uma fatia de 35,8% do mercado total. A empresa inaugurou a segunda unidade em Hortolândia. A companhia também programa futuros investimentos para a sede de São Bernardo. Segundo Telma Salles, Diretora de Relações Externas, a EMS foi pioneira na produção de genéricos a partir do ano 2000, com o lançamento de três produtos. Hoje, são mais de 170. As três divisões de genéricos são responsáveis por 52% dos negócios. Em 2002, os genéricos representaram uma receita de R$ 91 milhões para empresa. No ano passado, foram R$ 702,9 milhões.

O Estado de São Paulo

 

Biogen Idec abre subsidiária no Brasil

A BIOGEN IDEC, uma das cinco principais fabricantes mundiais de medicamentos biotecnológicos, acaba de iniciar atividades no Brasil. A companhia recebeu autorização dos órgãos reguladores do País e está inaugurando neste mês a subsidiária brasileira, a BIOGEN IDEC PRODUTOS FARMACÊUTICOS, localizada na capital paulista. Depois da norte-americana GENZYME, presente no Brasil há 10 anos, a BIOGEN IDEC é a segunda empresa de biotecnologia pura a ter operações locais, nas quais irá investir cerca de US$22 milhões nos próximos cinco anos. O médico Wellington Briques, Presidente da empresa, disse que a iniciativa é parte da estratégia de crescimento geográfico da farmacêutica, que planeja operações também em outros mercados considerados emergentes, como China e Índia. A partir do País, pretende ainda estender atividades para toda a América Latina. A BIOGEN IDEC, resultado da fusão da suíça BIOGEN com a norte-americana IDEC PHARMACEUTICALS, tem presença direta em 27 países e teve receita bruta em 2006 de US$ 2,7 bilhões (ante US$ 2,4 bilhões no ano anterior).

Gazeta Mercantil

 

Roche Brasil inicia exportações para a Europa em 2008

A ROCHE BRASIL deve iniciar exportações para o mercado europeu a partir do próximo ano. A empresa vai suprir a União Européia com medicamentos tradicionais como o Bactrim e o anticoagulante Marcoumar, um dos planos da companhia há algum tempo que deverá ser concretizado em 2008 . "Algumas fábricas destes medicamentos foram fechadas na Europa para focar a pesquisa em medicamentos bioativos (mais avançados). Então vamos aproveitar a oportunidade para ocupar nossa capacidade ociosa na fábrica do Rio, hoje de 50%, para atender esta demanda", disse o Diretor Presidente da ROCHE BRASIL, Ernest Egli. Segundo o executivo, o objetivo é dobrar o faturamento com exportações nos próximos quatro anos. A receita com os embarques cresceu 34% em 2006 e passou a R$ 150 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

SULAMÉRICA CRESCE NO MERCADO DE AUTOS

Os investimentos da SULAMÉRICA para ganhar espaço no mercado de seguros de autos em São Paulo já começam a dar resultado. A seguradora fechou o primeiro trimestre com expansão de 7,5% nos prêmios do segmento no Estado, em comparação aos três primeiros meses de 2006. Um dos principais investimentos da SULAMÉRICA foi a Rádio 92,1 FM, focada em informações do trânsito de São Paulo. A rádio recebe em torno de 3,5 mil ligações por dia. Segundo Marcus Vinícius Martins, Vice-Presidente de autos da seguradora, os primeiros boletins de audiência mostram que a programação, considerando apenas os rádios ligados em carros, já supera a audiência de rádios tradicionais. Apesar do crescimento da SULAMÉRICA, a PORTO SEGURO é a líder isolada do mercado paulista, com fatia de 32%. A SULAMÉRICA tem 8,8% e afirma ter 400 mil veículos segurados no Estado e 1,5 milhão no país todo.

Valor Econômico

 

Máquinas & Equipamentos

FESTO INVESTE EM PRODUTOS DE MAIOR VALOR

A FESTO, tradicional fabricante alemã de equipamentos para automação mecânica e pneumática, está aumentando sua participação no mercado de automação eletrônica. "Com o avanço da tecnologia, a automação eletrônica vem sendo cada vez mais incorporada na constituição dos produtos", disse o Presidente da FESTO AUTOMAÇÃO, Waldomiro Modena. A automação eletrônica representa entre 20% e 25% do faturamento global da FESTO, que atingiu € 1,7 bilhão no ano passado, 10% mais que em 2005. O executivo prevê um crescimento de 25% a 30% nessa área neste ano. No Brasil, a participação da automação eletrônica atinge de 10% a 15% dos negócios da empresa. Modena projeta um crescimento 10%. A FESTO vai investir entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões para aumentar de 30% a 40% sua capacidade de produção no País.

Gazeta Mercantil

 

KAVO AMPLIA EXPORTAÇÃO PARA A CHINA

A KAVO DO BRASIL, de Joinville (SC), intensificou as exportações de instrumentos odontológicos para a China. A partir de junho e por um período de um ano, terá em curso um novo contrato de US$ 3 milhões. No ano passado, a empresa vendeu US$ 500 mil em cadeiras, turbinas de alta rotação e kits acadêmicos. O Diretor Comercial da KAVO, Rogério Almeida afirma que os instrumentos dinâmicos, como turbinas de alta velocidade e micromotores produzidos na China não têm a mesma qualidade dos produtos brasileiros. "É neste nicho que estamos entrando", diz. Já a indústria de equipamentos para consultórios é bastante competitiva e os chineses chegaram na América Latina (Chile, México e Colômbia). No ano passado, a KAVO faturou R$ 120 milhões e para 2007 espera atingir os R$ 145 milhões, crescimento de 20,8%, que será motivado pela ampliação do portfólio de produtos. Em número de unidades vendidas em 2007 o incremento será de 6%.

Gazeta Mercantil

 

Papel & Celulose

International Paper do Brasil aumenta exportações

Concluída a troca de ativos com a VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL (VCP) que deu, de pronto, à norte-americana INTERNATIONAL PAPER (IP) uma capacidade extra de 360 mil toneladas anuais da fábrica de Luiz Antônio (ex-VCP), a IP está ampliando exportações e já envia aos Estados Unidos o Hammermill, marca de papel cut-size, carro-chefe da companhia naquele mercado. As exportações para os Estados Unidos ficaram com 18% do volume embarcado no primeiro trimestre deste ano. A Europa, que tinha 10% do total no ano passado subiu para 33% em 2007. Com a capacidade extra, a produção da IP soma atualmente 800 mil toneladas, praticamente o dobro de 2006 e as exportações ficam com 40% desse total. Para dar suporte ao crescimento das operações, além das duas fábricas paulistas a empresa inicia em 2009 a produção de uma unidade em Três Lagoas (MS) com capacidade para mais 200 mil toneladas, a IP está implantado um sistema para integrar todas as unidades locais com as européias e norte-americanas, o que agilizará o processo de atendimento aos pedidos.

Gazeta Mercantil

 

SEPAC INVESTE R$ 100 MILHÕES PARA DOBRAR PRODUÇÃO DE PAPEL

Nos início dos anos 70, os irmãos Amílcar e João Dias Filho, optaram por trocar os grandes centros para trabalhar no interior do Paraná, onde acreditavam que teriam maiores chances de crescer na profissão. A escolha recaiu na pequena Mallet, no Sul paranaense. Iniciaram pequenos investimentos em reflorestamento que foram crescendo ao longo dos anos e, ao final daquela década, levaram a instalação de uma serraria para aproveitamento das florestas. Logo em seguida abriram uma unidade para a produção de pasta mecânica, a celulose semi-química, com uma posterior evolução para pasta de papel. Daí para abandonar a medicina e cuidar do negócio mais promissor, que não parava de crescer, foi um pulo. "A indústria cresceu tanto que optamos por cuidar só da produção nos anos 1980", conta João Dias Filho. A SEPAC produz hoje 90 toneladas diárias de papel e ocupa a quinta colocação no segmento. Só em papel higiênico são 1,35 milhões de rolos por dia. E os irmãos se acostumaram a crescer explosivamente porque já estão com R$ 100 milhões em investimentos programados para duplicar a capacidade da empresa e instalar uma unidade própria de geração de energia a partir da biomassa oriunda de seus reflorestamentos. A expansão do parque fabril, com investimentos de R$ 60 milhões, tem conclusão prevista para o primeiro semestre de 2008, quando a SEPAC vai atingir uma produção diária estimada em 180 toneladas de papel por dia, o dobro da atual. Em 2006 a empresa faturou R$ 110 milhões e deve atingir a R$ 140 milhões em 2007.

Valor Econômico

 

Plástico & Borracha

BABY BRINK AVANÇA 30% COM PERSONAGENS DE SUCESSO NA TV

Ao contrário de muito de seus concorrentes, a fabricante de bonecas e artigos de pelúcia BABY BRINK evita ter relações comerciais com a China. Os produtos da empresa brasileira, fundada em 1988, saem da fábrica localizada em Lauro de Freitas, na Bahia, e as importações da companhia não passam de 3% do faturamento. Mesmo indo contra a maré, Audir Q. Giovani, Superintendente Comercial e um dos quatro sócios da BABY BRINK, afirma que a empresa cresceu 30% em 2006, faturando R$ 52 milhões. Um percentual muito superior ao acréscimo de vendas registrado pelo mercado, de apenas 2,5%, somando R$ 1 bilhão. A fórmula que o executivo usa para garantir um crescimento como esse, está calcada, principalmente, em licenciamento. Mas Giovani garante que são os personagens escolhidos a dedo, sempre com grande apelo entre a garotada, que estão fazendo toda a diferença na linha de produção. Um exemplo dessas tacadas certeiras foi o lançamento das bonecas inspiradas na novela mexicana teen "Rebeldes",  responsáveis por 40% do faturamento da empresa em 2006. A aposta para 2007 é a personagem Stephanie, do programa islandês e politicamente correto LazyTown. A expectativa é vender 400 mil unidades até o fim do ano. Para atingir a meta, tida por ele como ousada, serão investidos R$ 750 mil em ações de marketing (o maior investimento já feito pela companhia em apenas um produto). A verba total de publicidade para este ano é de R$ 3 milhões.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

Akzo Nobel investirá 50 milhões de euros no Brasil

A fabricante mundial de produtos químicos AKZO NOBEL anunciou que investirá 50 milhões de euros para a construção, no Brasil, de uma nova unidade da EKA CHEMICALS, divisão da empresa holandesa que fornece componentes químicos para as indústrias de papel e celulose. A nova fábrica da EKA CHEMICALS, que produzirá dióxido de cloro, será construída em Mato Grosso do Sul, no município de Três Lagoas. A empresa também mantém unidades em Jundiaí e Jacareí, em São Paulo, no Rio de Janeiro, capital, e em Mucuri e Eunápolis, na Bahia. A unidade de Três Lagoas dará suporte para a nova planta da VOTORANTIN CELULOSE E PAPEL (VCP) que está sendo construída na região. Ela terá capacidade de processar cerca de 1,250 milhão de toneladas de celulose por ano. A EKA CHEMICALS assinou um acordo com a VCP para o fornecimento, armazenamento e manuseio de todos os componentes químicos que a VOTORANTIN usará em seu processo produtivo a partir de 2009, quando as unidades estiverem em funcionamento. A EKA CHEMICALS também estuda um acordo de fornecimento com a INTERNATIONAL PAPER.

Valor Econômico

 

Serviços

DASA INICIA NOVA RODADA DE COMPRAS

Depois de avançar geograficamente, nos últimos três anos, com aquisições de laboratórios em novos mercados, a rede DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. (DASA) reforça seu planejamento de compras com foco nas regiões onde já atua. Por conta do plano, a companhia está em conversas com 23 empresas do segmento. Presente hoje em oito estados, as maiores oportunidades estão, na avaliação do Gerente de Relações com Investidores, Henrique Bastos, nos locais onde a empresa entrou mais recentemente. "Mas, mesmo em São Paulo, enxergamos possibilidades de aquisições", afirma. Na última semana a rede anunciou a aquisição do LABORATÓRIO EXAME, de Brasília. A transação é a primeira deste ano e a terceira da companhia na capital federal. O LABORATÓRIO EXAME, um dos mais tradicionais do mercado brasiliense, é também um dos maiores adquiridos pela DASA. Com uma receita bruta de R$ 38,8 milhões em 2006, a empresa é a primeira aquisição do plano estratégico do grupo para 2007, que prevê a compra de laboratórios que somem um faturamento de R$ 150 milhões. A rede de medicina diagnóstica DASA encerrou o primeiro trimestre do ano com crescimento de 22,8% na receita operacional bruta, que somou R$ 206,2 milhões, contra R$ 167,9 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

YÁZIGI INTERNEXUS REFORÇA PRESENÇA NO EIXO RIO-SÃO PAULO

A rede de escolas de idiomas YÁZIGI INTERNEXUS quer reforçar sua presença nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Com um projeto de expansão que prevê a abertura de 40 unidades, a franquia quer chegar a 420 escolas até o início de 2008. Para elevar em 10% sua rede física, a escola vem investindo em ações de marketing e desenvolvimento de profissionais. "Nosso objetivo é crescer com agressividade, mas mantendo padrões de qualidade", afirma o Presidente da empresa, Alexandre Silva. No momento, 25 novas escolas estão sendo abertas. Com 56 anos de atividade, a rede faturou em 2006 R$ 180 milhões, valor que espera aumentar entre 5% e 7% este ano com a expansão orgânica e melhor desempenho das escolas em funcionamento.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

SAP AVANÇA 31,8% NO 1º TRIMESTRE NA AL

A alemã SAP, maior fornecedora global de sistemas de gestão empresarial (ERP), manteve o bom ritmo de expansão no primeiro trimestre na América Latina, e esta se destacou como região de maior crescimento no mundo. Após fechar 2006 com crescimento de 38%, a companhia ampliou em 31,8% as vendas latinas de licenças e software entre janeiro e março em comparação com igual período do ano passado. Foram acrescentados mais de 140 novos clientes à sua base no trimestre, sendo que 90% deles são pequenas e médias empresas, o que representa aumento de 94% na comparação anual. Nas empresas de menor porte, que faturam menos de US$ 300 milhões, as vendas de licenças avançaram 33,7% no primeiro trimestre no mercado latino-americano. A alemã não revelou números sobre o desempenho no Brasil, mas boa parte do crescimento pode ser atribuído à expansão no País.

Gazeta Mercantil

 

No ano do notebook no varejo, a Positivo ultrapassa a rival HP

Este está sendo o ano do notebook no varejo. Todos os fabricantes estão fazendo lançamentos, o preço cai e o governo ainda resolveu oferecer financiamentos. Os resultados já aparecem. Considerando apenas as vendas nas redes de lojas, a POSITIVO INFORMÁTICA ultrapassou a HP em participação de mercado, depois de vender 21.692 máquinas nos primeiros três meses do ano e atingir uma fatia de 34,7%, de acordo com o IDC. A HP, que não revela números, ocupa o segundo lugar, mas mantém uma distante primeira posição, na soma com outros canais como vendas online e revendas corporativas. O aumento das vendas do computador móvel ocorre impulsionado pelas famílias de classe média que buscam um segundo equipamento e às vezes deixam o desktop de lado.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

CROCS ANUNCIA FÁBRICA EM SOROCABA

Os famosos calçados coloridos de resina que viraram febre de consumo nos Estados Unidos agora estão chegando ao Brasil. A norte-americana CROCS fez seu lançamento oficial no País esta semana, anunciando que já começou a montagem de uma fábrica na cidade de Sorocaba (SP). A mais nova unidade da CROCS começa a produzir em julho e tem capacidade para fabricar 3 milhões de pares de calçados por ano, sendo que de 35% a 50% serão para exportação. A empresa, porém, não revela seus investimentos. De acordo com o Diretor da CROCS no País, o executivo Andrew Schmitt, a empresa é a terceira maior fabricante de calçados do planeta. O crescimento da CROCS, é verdade, foi meteórico. A empresa foi fundada em 2003, quando faturou US$ 1,2 milhões. No ano seguinte, passou para US$ 13,52 milhões. Em 2005, faturou US$ 108,58 milhões, sendo que em 2006 atingiu os US$ 354,73 milhões. Para 2007, a COCS projeta alcançar um faturamento mundial entre US$ 680 milhões e US$ 700 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

MRS DECIDE INVESTIR US$ 1 BILHÃO

O aumento de volume do minério de ferro exportado está impulsionando os investimentos em ferrovias no País. A MRS LOGÍSTICA programou para os próximos quatro anos aportes de US$ 1 bilhão para reforçar a frota e a via permanente da concessionária, disse o Presidente da empresa, Julio Fontana Neto, ao informar que serão adquiridos por ano cerca de mil vagões e 20 novas locomotivas. "Estamos preparando a empresa para o transporte de 200 milhões de toneladas em 2010. A previsão este ano é um movimento de 130 milhões de toneladas". Em 2010, a frota da companhia será de 16 mil vagões e 500 locomotivas para tracionar carga. Para 2007 especificamente a previsão é de investimentos de R$ 700 milhões na compra de 850 vagões, 20 locomotivas novas e 38 máquinas usadas. "Além de aplicação de recursos em na via permanente e tecnologia", afirmou.

Gazeta Mercantil

 

SCANIA CHEGA AOS 50 ANOS EM RITMO RECORDE

A SCANIA LATIN AMERICA comemora 50 anos de atividades no Brasil em julho deste ano em ritmo aceleradíssimo de produção. Fechará 2007 com 23 mil veículos produzidos, de longe o melhor número de sua trajetória no País. O volume é muito acima da previsão feita em outubro de 2006, que era de montar 19 mil veículos. Do total fabricado, 72% serão destinados ao exterior e somente 28% ficarão no Brasil. Em 2006, a empresa exportou 65% da sua produção (que foi de 18.500 unidades) e vendeu 35% no País. Além da carteira repleta de pedidos para o exterior, a empresa tem o desafio de atender o mercado brasileiro. A fábrica de São Bernardo do Campo (SP), com capacidade de produzir 10 mil veículos por ano, opera hoje com o dobro, após concluir em 1998 a etapa de investimentos de US$ 300 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Fiat aumenta produção e contrata 1,7 mil

A FIAT anunciou 1,7 mil contratações para a fábrica de Betim (MG). A empresa vai ampliar o terceiro turno de trabalho, iniciado este ano, e aumentará a produção de 2,5 mil para 2,7 mil carros ao dia. A demanda aquecida no mercado automobilístico também levou a direção da VOLKSWAGEN a suspender programa de demissões na fábrica do ABC paulista e a reforçar o quadro de pessoal na unidade de Taubaté (SP). A FIAT, líder no País em vendas de automóveis e comerciais leves, já havia contratado este ano 1,2 mil funcionários. Com o novo grupo, que será efetivado até junho, o quadro total da montadora passará a 15 mil trabalhadores. A fábrica mineira está perto de atingir a capacidade plena de produção, de 3 mil veículos ao dia.

O Estado de São Paulo

 

Varejo

Sonae vai investir mais R$ 600 milhões no Brasil

Se as aquisições de supermercados no Brasil causaram prejuízos e arrependimentos ao SONAE, a investida no mercado de shoppings centers só tem trazido alegrias ao maior conglomerado português nos dois últimos anos. Em 2006, a margem operacional dos empreendimentos brasileiros cresceu 46% e as taxas de ocupação aumentaram de 84,4% para 94,3%. A multinacional, uma das maiores operadoras de shoppings da Europa, está colhendo os frutos de ter sido a primeira a desembarcar no Brasil, onde está presente desde 1999. "Agora, o Brasil está na moda. Valeu a pena o investimento", afirmou o Presidente Executivo da SONAE SIERRA, Álvaro C. Portela. A SONAE dobrou sua aposta no mercado brasileiro, onde já colocara R$ 600 milhões. "Vamos investir mais R$ 600 milhões no triênio 2007-2009", diz Portela, que quer um lugar ao sol entre as líderes no país.

Valor Econômico

 

Rua Pe. João Manoel, 222 • 11° andar • 01411-000 • São Paulo/SP • Tel/Fax: (+55-11) 3898-2424
crossing@crossing.com.br
Copyright 2006 CROSSING - Consultoria em Recursos Humanos