Agrobusiness
JBS-Friboi
compra Swift e assume liderança
mundial no setor de carnes
A
J&F PARTICIPAÇÕES, controladora
do grupo JBS-FRIBOI no Brasil, anunciou que assinou
contrato para aquisição
da americana SWIFT FOODS,
a terceira maior processadora
de carne. A operação pode
remontar a US$ 1,4 bilhão
e deve ser concluída até
julho. A fusão da JBS e
da SWIFT deve resultar na
maior empresa do mundo no
setor de carnes. A empresa,
no entanto, já adiantou
que prevê transferir os
direitos e obrigações para
a subsidiária JBS até o
fechamento da operação.
Também adiantou que deve
fundir as atividades do
negócio de carne da JBS
com a SWIFT. Ainda segundo
a J&S, a integração
da JBS e da SWIFT deve resultar
na criação da maior empresa
do mundo no setor de alimentos
de proteína de origem bovina
e da maior empresa brasileira
na área alimentícia. O grupo
JBS é o maior grupo produtor
e exportador de carne bovina
da América Latina. Tem 22
plantas de processamento
no país além de mais cinco
unidades em três províncias
argentinas. A empresa teve
lucro de R$ 10,6 milhões
no primeiro trimestre do
ano.
Gazeta
Mercantil
LUCRO
DA PORTO CRESCE 6,5% NO
QUADRIMESTRE
A
PORTO
SEGURO, maior seguradora
de automóvel do Brasil,
divulgou lucro líquido de
R$ 145,3 milhões no primeiro
quadrimestre de 2007, crescimento
de 6,5% sobre o mesmo período
do ano passado. As receitas
totais do grupo, considerando
outras atividades como financeira,
consórcio e outras, somaram
R$ 1,7 bilhão, alta de 9,8%
em relação ao mesmo período
de 2006.
Gazeta
Mercantil
Alimentos
Caramuru
amplia produção
Numa
estratégia para diversificar
suas atividades industriais,
a CARAMURU
ALIMENTOS está investindo
na produção de biodiesel
a partir de óleos vegetais,
em especial o óleo de soja.
A capacidade da nova fábrica
em São Simão (GO) será de
110 milhões de litros por
ano.
Gazeta
Mercantil
Nilza
pretende recuperar posição
de antes da crise
Dois
anos depois de comprada,
a INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NILZA será
maior do que antes da crise
que a levou mudar de mãos.
Com a reestruturação, a
empresa produz 500 mil litros
de leite por dia, 25% menos
que antes dos seus problemas
financeiros. A meta é chegar
ao final do ano com 730
mil litros diariamente.
Além dos lácteos, a NILZA
agora atua em alimentos,
com a comercialização de
barras de cereais. Foram
investidos R$ 1 milhão no
projeto. "Alimento
é um segmento que se completa.
Laticínio é restrito",
afirma Adhemar de Barros
Neto, Presidente da NILZA.
Ele assumiu a empresa em
dezembro de 2005, com investimento
de R$ 64 milhões. A empresa
espera encerrar 2007 com
faturamento de R$ 240 milhões.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
Femsa
avalia como positivo primeiro
ano no País
Um
ano e quatro meses após
comprar a KAISER e entrar no concorrido e lucrativo
mercado cervejeiro do País,
a FEMSA FOMENTO ECONÔMICO
MEXICANO, que através da
FEMSA CERVEJA BRASIL produz
e comercializa as marcas
SOL, BAVARIA e KAISER, entre
outras, considera positivo
os resultados alcançados
até agora, período em que
viu sua produção crescer
14,4% e atingir 2,3 milhões
de hectolitros. O Diretor
de Relações Externas da
FEMSA MERCOSUL, Paulo Macedo,
afirmou que, ao contrário
do que alguns analistas
do mercado afirmam, o desempenho
de suas principais cervejas
é considerado muito positivo
pela companhia. De acordo
com o executivo, todas as
marcas da empresa no Brasil
possuem 9,3% de participação.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
CRESCIMENTO
DA LEO BURNETT BRASIL ATRAI
CFO DA REDE
Paul
Eichelman nunca ganhou um
Leão de Ouro em Cannes e,
ainda assim, é um dos homens
mais importantes da LEO
BURNETT WORLDWIDE. Eichelman
é o CFO da rede de agências
de publicidade que tem 95
escritórios ao redor do
mundo e receita anual estimada
em US$ 1 bilhão. É ele quem
dá a última palavra sobre
investimentos e, principalmente,
corte de custos. É também
o homem encarregado de fazer
cumprir as metas estabelecidas
em Paris, pela holding que
abriga a LEO BURNETT, o
PUBLICIS GROUPE, quarto
maior grupo de publicidade
e serviços de marketing
do mundo com receita de
4,3 bilhões de euros no
ano passado. Eichelman é
só elogios ao trabalho desenvolvido
no Brasil e, principalmente,
aos resultados alcançados
pela LEO BRASIL, que em 2006 conquistou contas
importantes como GILLETTE
e BRASIL. A agência brasileira
chegou ao final de 2006
com receita 30% maior que
no ano anterior. Nos últimos
quatro anos, a operação
brasileira da LEO BURNETT
cresceu 126% em receita.
Valor
Econômico
Eletroeletrônico
TEIKON
INOVA COM PRODUÇÃO DE MP3
E MP4
A
gaúcha TEIKON
vai instalar em Manaus uma
fábrica voltada à produção
de linhas de aparelhos eletrônicos
de entretenimento. A unidade
começa a operar em junho
produzindo tocadores de
MP3 e MP4 para a espanhola
INFINITY SYSTEM, que serão
colocados no mercado com
a marca AIRIS. Especializada
na manufatura de eletrônicos,
a TEIKON faturou R$ 85 milhões
no ano passado e está investindo
US$ 3 milhões no projeto.
"Se observar todo o
mercado de eletrônicos no
mundo, a linha de entretenimento
responde por algo entre
20% e 25% do total",
diz o Presidente Adil Albrecht.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
EssenciALL
Brasil deve triplicar faturamento
em 2007
A
ESSENCIALL
BRASIL, empresa paranaense,
aposta no desenvolvimento
de cosméticos com base na
erva-mate. O trabalho começou
em 2004 e hoje os produtos
já são comercializados para
todo o País. Segundo a Diretora
Comercial Suelene Luci Feltrin,
o objetivo é ajudar e ensinar
as pessoas a cuidarem e
tratarem da pele utilizando
produtos naturais. A linha
possui 12 produtos. O destaque
é o hidratante para os pés,
responsável por 30% das
vendas (faturamento) da
empresa em 2007 até agora.
“Esperamos triplicar o faturamento
neste ano”, diz a executiva.
A produção é terceirizada
para duas fábricas na região
metropolitana de Curitiba.
A comercialização é feita
por meio da venda direta,
com um time de consultoras
que atua em diversas regiões
brasileiras. “Estamos com
um projeto de criação de
mais de 30 micro-empresas
em todo o estado, no qual
a ESSENCIALL BRASIL, com
sua linha de cosméticos,
transformará o revendedor
em um empreendedor”, conta
a empresária.
Valor
Econômico
De
pequena farmácia ao maior
laboratório do País
Desde
que nasceu, nos anos 50,
no ABC paulista, inicialmente
como uma farmácia, a EMS
não parou de crescer. Hoje
a empresa é o maior laboratório
do País em produção e o
segundo em faturamento.
É também líder em fabricação
de medicamentos genéricos.
Em 1964, a companhia mudou-se
para São Bernardo e entrou
no ramo de produção de medicamentos.
O grande salto se deu em
1999, com a construção de
uma unidade industrial em
Hortolândia, no interior
de São Paulo. A empresa
é administrada por Carlos
Eduardo Sanchez. A liderança
no setor de genéricos foi
conquistada em 2007, com
uma fatia de 35,8% do mercado
total. A empresa inaugurou
a segunda unidade em Hortolândia.
A companhia também programa
futuros investimentos para
a sede de São Bernardo.
Segundo Telma Salles, Diretora
de Relações Externas, a
EMS foi pioneira na produção
de genéricos a partir do
ano 2000, com o lançamento
de três produtos. Hoje,
são mais de 170. As três
divisões de genéricos são
responsáveis por 52% dos
negócios. Em 2002, os genéricos
representaram uma receita
de R$ 91 milhões para empresa.
No ano passado, foram R$
702,9 milhões.
O
Estado de São Paulo
Biogen
Idec abre subsidiária no
Brasil
A
BIOGEN
IDEC, uma das cinco
principais fabricantes mundiais
de medicamentos biotecnológicos,
acaba de iniciar atividades
no Brasil. A companhia recebeu
autorização dos órgãos reguladores
do País e está inaugurando
neste mês a subsidiária
brasileira, a BIOGEN IDEC
PRODUTOS FARMACÊUTICOS,
localizada na capital paulista.
Depois da norte-americana
GENZYME, presente no Brasil
há 10 anos, a BIOGEN IDEC
é a segunda empresa de biotecnologia
pura a ter operações locais,
nas quais irá investir cerca
de US$22 milhões nos próximos
cinco anos. O médico Wellington
Briques, Presidente da empresa,
disse que a iniciativa é
parte da estratégia de crescimento
geográfico da farmacêutica,
que planeja operações também
em outros mercados considerados
emergentes, como China e
Índia. A partir do País,
pretende ainda estender
atividades para toda a América
Latina. A BIOGEN IDEC, resultado
da fusão da suíça BIOGEN
com a norte-americana IDEC
PHARMACEUTICALS, tem presença
direta em 27 países e teve
receita bruta em 2006 de
US$ 2,7 bilhões (ante US$
2,4 bilhões no ano anterior).
Gazeta
Mercantil
Roche
Brasil inicia exportações
para a Europa em 2008
A
ROCHE
BRASIL deve iniciar
exportações para o mercado
europeu a partir do próximo
ano. A empresa vai suprir
a União Européia com medicamentos
tradicionais como o Bactrim
e o anticoagulante Marcoumar,
um dos planos da companhia
há algum tempo que deverá
ser concretizado em 2008
. "Algumas fábricas
destes medicamentos foram
fechadas na Europa para
focar a pesquisa em medicamentos
bioativos (mais avançados).
Então vamos aproveitar a
oportunidade para ocupar
nossa capacidade ociosa
na fábrica do Rio, hoje
de 50%, para atender esta
demanda", disse o Diretor
Presidente da ROCHE BRASIL,
Ernest Egli. Segundo o executivo,
o objetivo é dobrar o faturamento
com exportações nos próximos
quatro anos. A receita com
os embarques cresceu 34%
em 2006 e passou a R$ 150
milhões.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
SULAMÉRICA
CRESCE NO MERCADO DE AUTOS
Os
investimentos da SULAMÉRICA
para ganhar espaço no mercado
de seguros de autos em São
Paulo já começam a dar resultado.
A seguradora fechou o primeiro
trimestre com expansão de
7,5% nos prêmios do segmento
no Estado, em comparação
aos três primeiros meses
de 2006. Um dos principais
investimentos da SULAMÉRICA
foi a Rádio 92,1 FM, focada
em informações do trânsito
de São Paulo. A rádio recebe
em torno de 3,5 mil ligações
por dia. Segundo Marcus
Vinícius Martins, Vice-Presidente
de autos da seguradora,
os primeiros boletins de
audiência mostram que a
programação, considerando
apenas os rádios ligados
em carros, já supera a audiência
de rádios tradicionais.
Apesar do crescimento da
SULAMÉRICA, a PORTO SEGURO é a líder isolada do mercado
paulista, com fatia de 32%.
A SULAMÉRICA tem 8,8% e
afirma ter 400 mil veículos
segurados no Estado e 1,5
milhão no país todo.
Valor
Econômico
Máquinas
& Equipamentos
FESTO
INVESTE EM PRODUTOS DE MAIOR
VALOR
A
FESTO,
tradicional fabricante alemã
de equipamentos para automação
mecânica e pneumática, está
aumentando sua participação
no mercado de automação
eletrônica. "Com o
avanço da tecnologia, a
automação eletrônica vem
sendo cada vez mais incorporada
na constituição dos produtos",
disse o Presidente da FESTO
AUTOMAÇÃO, Waldomiro Modena.
A automação eletrônica representa
entre 20% e 25% do faturamento
global da FESTO, que atingiu
€ 1,7 bilhão no ano passado,
10% mais que em 2005. O
executivo prevê um crescimento
de 25% a 30% nessa área
neste ano. No Brasil, a
participação da automação
eletrônica atinge de 10%
a 15% dos negócios da empresa.
Modena projeta um crescimento
10%. A FESTO vai investir
entre R$ 10 milhões e R$
15 milhões para aumentar
de 30% a 40% sua capacidade
de produção no País.
Gazeta
Mercantil
KAVO
AMPLIA EXPORTAÇÃO PARA A
CHINA
A
KAVO
DO BRASIL, de Joinville
(SC), intensificou as exportações
de instrumentos odontológicos
para a China. A partir de
junho e por um período de
um ano, terá em curso um
novo contrato de US$ 3 milhões.
No ano passado, a empresa
vendeu US$ 500 mil em cadeiras,
turbinas de alta rotação
e kits acadêmicos. O Diretor
Comercial da KAVO, Rogério
Almeida afirma que os instrumentos
dinâmicos, como turbinas
de alta velocidade e micromotores
produzidos na China não
têm a mesma qualidade dos
produtos brasileiros. "É
neste nicho que estamos
entrando", diz. Já
a indústria de equipamentos
para consultórios é bastante
competitiva e os chineses
chegaram na América Latina
(Chile, México e Colômbia).
No ano passado, a KAVO faturou
R$ 120 milhões e para 2007
espera atingir os R$ 145
milhões, crescimento de
20,8%, que será motivado
pela ampliação do portfólio
de produtos. Em número de
unidades vendidas em 2007
o incremento será de 6%.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
International
Paper do Brasil aumenta
exportações
Concluída
a troca de ativos com a
VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL
(VCP) que deu, de pronto,
à norte-americana INTERNATIONAL PAPER (IP) uma
capacidade extra de 360
mil toneladas anuais da
fábrica de Luiz Antônio
(ex-VCP), a IP está ampliando
exportações e já envia aos
Estados Unidos o Hammermill,
marca de papel cut-size,
carro-chefe da companhia
naquele mercado. As exportações
para os Estados Unidos ficaram
com 18% do volume embarcado
no primeiro trimestre deste
ano. A Europa, que tinha
10% do total no ano passado
subiu para 33% em 2007.
Com a capacidade extra,
a produção da IP soma atualmente
800 mil toneladas, praticamente
o dobro de 2006 e as exportações
ficam com 40% desse total.
Para dar suporte ao crescimento
das operações, além das
duas fábricas paulistas
a empresa inicia em 2009
a produção de uma unidade
em Três Lagoas (MS) com
capacidade para mais 200
mil toneladas, a IP está
implantado um sistema para
integrar todas as unidades
locais com as européias
e norte-americanas, o que
agilizará o processo de
atendimento aos pedidos.
Gazeta
Mercantil
SEPAC
INVESTE R$ 100 MILHÕES PARA
DOBRAR PRODUÇÃO DE PAPEL
Nos
início dos anos 70, os irmãos
Amílcar e João Dias Filho,
optaram por trocar os grandes
centros para trabalhar no
interior do Paraná, onde
acreditavam que teriam maiores
chances de crescer na profissão.
A escolha recaiu na pequena
Mallet, no Sul paranaense.
Iniciaram pequenos investimentos
em reflorestamento que foram
crescendo ao longo dos anos
e, ao final daquela década,
levaram a instalação de
uma serraria para aproveitamento
das florestas. Logo em seguida
abriram uma unidade para
a produção de pasta mecânica,
a celulose semi-química,
com uma posterior evolução
para pasta de papel. Daí
para abandonar a medicina
e cuidar do negócio mais
promissor, que não parava
de crescer, foi um pulo.
"A indústria cresceu
tanto que optamos por cuidar
só da produção nos anos
1980", conta João Dias
Filho. A SEPAC produz hoje 90 toneladas diárias de
papel e ocupa a quinta colocação
no segmento. Só em papel
higiênico são 1,35 milhões
de rolos por dia. E os irmãos
se acostumaram a crescer
explosivamente porque já
estão com R$ 100 milhões
em investimentos programados
para duplicar a capacidade
da empresa e instalar uma
unidade própria de geração
de energia a partir da biomassa
oriunda de seus reflorestamentos.
A expansão do parque fabril,
com investimentos de R$
60 milhões, tem conclusão
prevista para o primeiro
semestre de 2008, quando
a SEPAC vai atingir uma
produção diária estimada
em 180 toneladas de papel
por dia, o dobro da atual.
Em 2006 a empresa faturou
R$ 110 milhões e deve atingir
a R$ 140 milhões em 2007.
Valor
Econômico
Plástico
& Borracha
BABY
BRINK AVANÇA 30% COM PERSONAGENS
DE SUCESSO NA TV
Ao
contrário de muito de seus
concorrentes, a fabricante
de bonecas e artigos de
pelúcia BABY
BRINK evita ter relações
comerciais com a China.
Os produtos da empresa brasileira,
fundada em 1988, saem da
fábrica localizada em Lauro
de Freitas, na Bahia, e
as importações da companhia
não passam de 3% do faturamento.
Mesmo indo contra a maré,
Audir Q. Giovani, Superintendente
Comercial e um dos quatro
sócios da BABY BRINK, afirma
que a empresa cresceu 30%
em 2006, faturando R$ 52
milhões. Um percentual muito
superior ao acréscimo de
vendas registrado pelo mercado,
de apenas 2,5%, somando
R$ 1 bilhão. A fórmula que
o executivo usa para garantir
um crescimento como esse,
está calcada, principalmente,
em licenciamento. Mas Giovani
garante que são os personagens
escolhidos a dedo, sempre
com grande apelo entre a
garotada, que estão fazendo
toda a diferença na linha
de produção. Um exemplo
dessas tacadas certeiras
foi o lançamento das bonecas
inspiradas na novela mexicana
teen "Rebeldes",
responsáveis por 40% do
faturamento da empresa em
2006. A aposta para 2007
é a personagem Stephanie,
do programa islandês e politicamente
correto LazyTown. A expectativa
é vender 400 mil unidades
até o fim do ano. Para atingir
a meta, tida por ele como
ousada, serão investidos
R$ 750 mil em ações de marketing
(o maior investimento já
feito pela companhia em
apenas um produto). A verba
total de publicidade para
este ano é de R$ 3 milhões.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
Akzo
Nobel investirá 50 milhões
de euros no Brasil
A
fabricante mundial de produtos
químicos AKZO NOBEL anunciou
que investirá 50 milhões
de euros para a construção,
no Brasil, de uma nova unidade
da EKA CHEMICALS, divisão
da empresa holandesa que
fornece componentes químicos
para as indústrias de papel
e celulose. A nova fábrica
da EKA CHEMICALS, que produzirá dióxido
de cloro, será construída
em Mato Grosso do Sul, no
município de Três Lagoas.
A empresa também mantém
unidades em Jundiaí e Jacareí,
em São Paulo, no Rio de
Janeiro, capital, e em Mucuri
e Eunápolis, na Bahia. A
unidade de Três Lagoas dará
suporte para a nova planta
da VOTORANTIN CELULOSE E
PAPEL (VCP) que está sendo
construída na região. Ela
terá capacidade de processar
cerca de 1,250 milhão de
toneladas de celulose por
ano. A EKA CHEMICALS assinou
um acordo com a VCP para
o fornecimento, armazenamento
e manuseio de todos os componentes
químicos que a VOTORANTIN
usará em seu processo produtivo
a partir de 2009, quando
as unidades estiverem em
funcionamento. A EKA CHEMICALS
também estuda um acordo
de fornecimento com a INTERNATIONAL
PAPER.
Valor
Econômico
Serviços
DASA
INICIA NOVA RODADA DE COMPRAS
Depois
de avançar geograficamente,
nos últimos três anos, com
aquisições de laboratórios
em novos mercados, a rede
DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A.
(DASA) reforça seu planejamento
de compras com foco nas
regiões onde já atua. Por
conta do plano, a companhia
está em conversas com 23
empresas do segmento. Presente
hoje em oito estados, as
maiores oportunidades estão,
na avaliação do Gerente
de Relações com Investidores,
Henrique Bastos, nos locais
onde a empresa entrou mais
recentemente. "Mas,
mesmo em São Paulo, enxergamos
possibilidades de aquisições",
afirma. Na última semana
a rede anunciou a aquisição
do LABORATÓRIO EXAME, de
Brasília. A transação é
a primeira deste ano e a
terceira da companhia na
capital federal. O LABORATÓRIO
EXAME, um dos mais tradicionais
do mercado brasiliense,
é também um dos maiores
adquiridos pela DASA. Com
uma receita bruta de R$
38,8 milhões em 2006, a
empresa é a primeira aquisição
do plano estratégico do
grupo para 2007, que prevê
a compra de laboratórios
que somem um faturamento
de R$ 150 milhões. A rede
de medicina diagnóstica
DASA encerrou o primeiro
trimestre do ano com crescimento
de 22,8% na receita operacional
bruta, que somou R$ 206,2
milhões, contra R$ 167,9
milhões registrados no mesmo
período do ano anterior.
Gazeta
Mercantil
YÁZIGI
INTERNEXUS REFORÇA PRESENÇA
NO EIXO RIO-SÃO PAULO
A
rede de escolas de idiomas
YÁZIGI INTERNEXUS quer reforçar sua presença
nos estados de São Paulo
e Rio de Janeiro. Com um
projeto de expansão que
prevê a abertura de 40 unidades,
a franquia quer chegar a
420 escolas até o início
de 2008. Para elevar em
10% sua rede física, a escola
vem investindo em ações
de marketing e desenvolvimento
de profissionais. "Nosso
objetivo é crescer com agressividade,
mas mantendo padrões de
qualidade", afirma
o Presidente da empresa,
Alexandre Silva. No momento,
25 novas escolas estão sendo
abertas. Com 56 anos de
atividade, a rede faturou
em 2006 R$ 180 milhões,
valor que espera aumentar
entre 5% e 7% este ano com
a expansão orgânica e melhor
desempenho das escolas em
funcionamento.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
SAP
AVANÇA 31,8% NO 1º TRIMESTRE
NA AL
A
alemã SAP,
maior fornecedora global
de sistemas de gestão empresarial
(ERP), manteve o bom ritmo
de expansão no primeiro
trimestre na América Latina,
e esta se destacou como
região de maior crescimento
no mundo. Após fechar 2006
com crescimento de 38%,
a companhia ampliou em 31,8%
as vendas latinas de licenças
e software entre janeiro
e março em comparação com
igual período do ano passado.
Foram acrescentados mais
de 140 novos clientes à
sua base no trimestre, sendo
que 90% deles são pequenas
e médias empresas, o que
representa aumento de 94%
na comparação anual. Nas
empresas de menor porte,
que faturam menos de US$
300 milhões, as vendas de
licenças avançaram 33,7%
no primeiro trimestre no
mercado latino-americano.
A alemã não revelou números
sobre o desempenho no Brasil,
mas boa parte do crescimento
pode ser atribuído à expansão
no País.
Gazeta
Mercantil
No
ano do notebook no varejo,
a Positivo ultrapassa a
rival HP
Este
está sendo o ano do notebook
no varejo. Todos os fabricantes
estão fazendo lançamentos,
o preço cai e o governo
ainda resolveu oferecer
financiamentos. Os resultados
já aparecem. Considerando
apenas as vendas nas redes
de lojas, a POSITIVO
INFORMÁTICA ultrapassou
a HP em participação de
mercado, depois de vender
21.692 máquinas nos primeiros
três meses do ano e atingir
uma fatia de 34,7%, de acordo
com o IDC. A HP, que não
revela números, ocupa o
segundo lugar, mas mantém
uma distante primeira posição,
na soma com outros canais
como vendas online e revendas
corporativas. O aumento
das vendas do computador
móvel ocorre impulsionado
pelas famílias de classe
média que buscam um segundo
equipamento e às vezes deixam
o desktop de lado.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
CROCS
ANUNCIA FÁBRICA EM SOROCABA
Os
famosos calçados coloridos
de resina que viraram febre
de consumo nos Estados Unidos
agora estão chegando ao
Brasil. A norte-americana
CROCS fez seu lançamento oficial no País esta
semana, anunciando que já
começou a montagem de uma
fábrica na cidade de Sorocaba
(SP). A mais nova unidade
da CROCS começa a produzir
em julho e tem capacidade
para fabricar 3 milhões
de pares de calçados por
ano, sendo que de 35% a
50% serão para exportação.
A empresa, porém, não revela
seus investimentos. De acordo
com o Diretor da CROCS no
País, o executivo Andrew
Schmitt, a empresa é a terceira
maior fabricante de calçados
do planeta. O crescimento
da CROCS, é verdade, foi
meteórico. A empresa foi
fundada em 2003, quando
faturou US$ 1,2 milhões.
No ano seguinte, passou
para US$ 13,52 milhões.
Em 2005, faturou US$ 108,58
milhões, sendo que em 2006
atingiu os US$ 354,73 milhões.
Para 2007, a COCS projeta
alcançar um faturamento
mundial entre US$ 680 milhões
e US$ 700 milhões.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
MRS
DECIDE INVESTIR US$ 1 BILHÃO
O
aumento de volume do minério
de ferro exportado está
impulsionando os investimentos
em ferrovias no País. A
MRS LOGÍSTICA programou para os próximos
quatro anos aportes de US$
1 bilhão para reforçar a
frota e a via permanente
da concessionária, disse
o Presidente da empresa,
Julio Fontana Neto, ao informar
que serão adquiridos por
ano cerca de mil vagões
e 20 novas locomotivas.
"Estamos preparando
a empresa para o transporte
de 200 milhões de toneladas
em 2010. A previsão este
ano é um movimento de 130
milhões de toneladas".
Em 2010, a frota da companhia
será de 16 mil vagões e
500 locomotivas para tracionar
carga. Para 2007 especificamente
a previsão é de investimentos
de R$ 700 milhões na compra
de 850 vagões, 20 locomotivas
novas e 38 máquinas usadas.
"Além de aplicação
de recursos em na via permanente
e tecnologia", afirmou.
Gazeta
Mercantil
SCANIA
CHEGA AOS 50 ANOS EM RITMO
RECORDE
A
SCANIA
LATIN AMERICA comemora
50 anos de atividades no
Brasil em julho deste ano
em ritmo aceleradíssimo
de produção. Fechará 2007
com 23 mil veículos produzidos,
de longe o melhor número
de sua trajetória no País.
O volume é muito acima da
previsão feita em outubro
de 2006, que era de montar
19 mil veículos. Do total
fabricado, 72% serão destinados
ao exterior e somente 28%
ficarão no Brasil. Em 2006,
a empresa exportou 65% da
sua produção (que foi de
18.500 unidades) e vendeu
35% no País. Além da carteira
repleta de pedidos para
o exterior, a empresa tem
o desafio de atender o mercado
brasileiro. A fábrica de
São Bernardo do Campo (SP),
com capacidade de produzir
10 mil veículos por ano,
opera hoje com o dobro,
após concluir em 1998 a
etapa de investimentos de
US$ 300 milhões.
Gazeta
Mercantil
Fiat
aumenta produção e contrata
1,7 mil
A
FIAT
anunciou 1,7 mil contratações
para a fábrica de Betim
(MG). A empresa vai ampliar
o terceiro turno de trabalho,
iniciado este ano, e aumentará
a produção de 2,5 mil para
2,7 mil carros ao dia. A
demanda aquecida no mercado
automobilístico também levou
a direção da VOLKSWAGEN
a suspender programa de
demissões na fábrica do
ABC paulista e a reforçar
o quadro de pessoal na unidade
de Taubaté (SP). A FIAT,
líder no País em vendas
de automóveis e comerciais
leves, já havia contratado
este ano 1,2 mil funcionários.
Com o novo grupo, que será
efetivado até junho, o quadro
total da montadora passará
a 15 mil trabalhadores.
A fábrica mineira está perto
de atingir a capacidade
plena de produção, de 3
mil veículos ao dia.
O
Estado de São Paulo
Varejo
Sonae
vai investir mais R$ 600
milhões no Brasil
Se
as aquisições de supermercados
no Brasil causaram prejuízos
e arrependimentos ao SONAE,
a investida no mercado de
shoppings centers só tem
trazido alegrias ao maior
conglomerado português nos
dois últimos anos. Em 2006,
a margem operacional dos
empreendimentos brasileiros
cresceu 46% e as taxas de
ocupação aumentaram de 84,4%
para 94,3%. A multinacional,
uma das maiores operadoras
de shoppings da Europa,
está colhendo os frutos
de ter sido a primeira a
desembarcar no Brasil, onde
está presente desde 1999.
"Agora, o Brasil está
na moda. Valeu a pena o
investimento", afirmou
o Presidente Executivo da
SONAE SIERRA, Álvaro C.
Portela. A SONAE dobrou
sua aposta no mercado brasileiro,
onde já colocara R$ 600
milhões. "Vamos investir
mais R$ 600 milhões no triênio
2007-2009", diz Portela,
que quer um lugar ao sol
entre as líderes no país.
Valor
Econômico