Alimentos
Grupo
de alimentos General Mills
mantém ritmo de crescimento
Ritmo
de expansão acelerado
tem sido a marca registrada
da GENERAL MILLS BRASIL, subsidiária local
do quinto maior grupo
de alimentos do mundo,
no Brasil desde 1996.
Desde 2004, quando passou
por um intenso processo
de reestruturação de suas
marcas no mercado nacional,
a empresa tem experimentado
bons momentos em solo
nacional. A principal
investida da empresa à
época e cuja estratégia
aplica-se até hoje é o
lançamento de marcas internacionais
no mercado brasileiro
como Häagen-Dazs (sorvetes),
Nature Valley (barras
de granola crocantes;
exclusivas no mercado)
e Pillsbury (linha de
doces como brownie e cookies).
Todas estas marcas internacionais
devem incrementar os negócios
da empresa em, no mínimo,
15% até o final do ano.
A empresa está presente
em mais de 100 países,
possui 25.000 funcionários
e tem um faturamento global
de US$11 Bilhões.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
Schincariol
compra IBI e amplia presença
no Nordeste
O
GRUPO
SCHINCARIOL anunciou
a aquisição da INDÚSTRIA
DE BEBIDAS IGARASSU (IBI),
localizada na região metropolitana
do Recife, Pernambuco,
com capacidade instalada
de 42 milhões de litros
por ano. Este foi o maior
negócio de 2007 do grupo,
que em janeiro adquiriu
a BADEN BADEN, cervejaria
artesanal de Campos do
Jordão (SP). A compra
da fabricante da marca
NOBEL, que tem forte presença
no segmento premium em
Pernambuco, aconteceu
em um momento decisivo
do grupo: a troca de comando.
Com a compra da IBI, o
grupo ampliou sua presença
no Nordeste, onde já é
líder no mercado de cervejas
com a Nova Schin com 36,2%
de participação e no segmento
de cervejas premium. Em
Pernambuco, sede da nova
fábrica, o grupo também
é líder do mercado de
cervejas com 36,9%, e
na Bahia o grupo é ainda
mais líder, com 43,9%.
A intenção é ampliar a
presença da Nobel para
toda a região Nordeste.
Gazeta
Mercantil
Eletroeletrônicos
AIRIS
VAI PRODUZIR DVDS NO BRASIL
NO SEGUNDO SEMESTRE
Dez
meses depois de desembarcar
no Brasil, a AIRIS, empresa do grupo espanhol INFINITY,
inicia este mês a fabricação
de aparelhos de MP3, MP4
e notebooks no País. E
os planos da empresa não
param apenas nessas três
categorias. Segundo Ricardo
Kamel, Vice-Presidente
da AIRIS para a América
Latina, a empresa deve
começar a fabricar aparelhos
de DVDs no próximo semestre.
De acordo com o executivo,
a empresa espera fabricar
20 mil aparelhos de MP3
e MP4 mensalmente. Além
disso, o executivo contou
que a produção de notebooks
deve começar pequena,
cerca de 500 unidades
por mês, mas a expectativa
da empresa é ampliar essa
quantidade para três mil
ou mais. A empresa calcula
que deve fechar o atual
ano fiscal, que começou
em abril de 2007 e vai
até março de 2008, com
faturamento de R$ 70 milhões.
Gazeta
Mercantil
PHILIPS
DO BRASIL COMPRA FABRICANTE
DE EQUIPAMENTO DE RAIO-X
A
PHILIPS
do Brasil anunciou a aquisição
da mineira VMI-SISTEMAS
MÉDICOS, fabricante de
Raio-X, com imagens digitais,
que podem ser enviadas
para qualquer lugar do
mundo, através da internet.
Graças a essa novidade,
que substitui as antigas
e enormes chapas fotográficas,
a empresa mineira faturou
em 2006 R$ 60 milhões
e detém 36% do mercado.
Com a aquisição da VMI,
a multinacional controlará
50% do mercado nacional
de Raio-X e deverá exportar
uma quantidade de equipamentos
ainda não revelada. Segundo
Daurio Speranzini Jr.,
Vice-Presidente para a
América Latina da divisão
de Sistemas Médicos da
PHILIPS, esta será a primeira
unidade industrial do
grupo na América Latina,
que será voltada para
o setor hospitalar.
Gazeta
Mercantil
Energia
NEOENERGIA
LUCRA 7,4% MAIS NO TRI
O
GRUPO
NEOENERGIA registrou
lucro líquido de R$ 255,2
milhões no primeiro trimestre,
crescimento de 7,4% sobre
mesmo período de 2006.
A receita operacional
líquida ficou em R$ 1,379
bilhão, um incremento
de 8,2%. O lucro foi de
R$ 570,9 milhões, aumento
de 1,2% sobre o valor
de mesmo trimestre do
ano passado. O Grupo vendeu,
no trimestre, 5.631 gigawatts-hora
(GWh), contra os 5.494
GWh de igual período de
2006.
Gazeta
Mercantil
Engenharia,
Projetos & Construção
ROSSI
ELEVA PROJEÇÕES
A
construtora e incorporadora
ROSSI RESIDENCIAL elevou suas projeções
para o biênio 2007-2008.
A mudança foi possível
por conta da crescente
visibilidade de suas operações
e da estratégia de regionalização
e diversificação geográfica.
A previsão de receita
líquida para 2007 saiu
de um nível entre R$ 550
milhões e R$ 650 milhões,
para valor entre R$ 600
milhões e R$ 700 milhões.
Para 2008, a expectativa
subiu para um intervalo
entre R$ 850 milhões e
R$ 950 milhões. O Valor
Geral de Vendas para este
ano passou para algo entre
R$ 1,6 bilhão e R$ 1,8
bilhão, contra a previsão
anterior de R$ 1,3 bilhão
a R$ 1,45 bilhão. Em 2008,
os lançamentos em VGV
devem ficar entre o piso
de R$ 1,92 bilhão e teto
de R$ 2,16 bilhões.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Avon
investe para dar tom verde-amarelo
à marca
A
fabricante de cosméticos
AVON
tem sede em Nova York
(EUA) e está presente
em mais de 100 mercados.
Apesar do ar cosmopolita,
a filial brasileira tem
tentado ficar com uma
cara mais verde-amarela.
Este ano, a companhia
está investindo R$ 5 milhões
na Política de Desenvolvimento
Sociocultural, projeto
que começou no ano passado
e cujo foco é a diversidade
cultural e regional. No
ano passado, a AVON investiu
R$ 4,7 milhões e atingiu
cerca de 100 mil pessoas
em quatro estados brasileiros
(São Paulo, Ceará, Rio
Grande do Sul e Minas
Gerais). Com a iniciativa,
o grupo quer aproximar-se
da consumidora brasileira.
A novidade do projeto
da AVON, para este ano,
é o Prêmio Avon Cultura
de Vida. Do total de investimento
previsto para 2007, R$
2 milhões serão destinados
a esta iniciativa.
Valor
Econômico
Financeiro
BANCO
RIBEIRÃO PRETO INICIA
PLANO DE CRESCIMENTO
O
BANCO
RIBEIRÃO PRETO está
iniciando um plano de
expansão. Depois de 12
anos com foco regional,
em Ribeirão Preto, interior
de São Paulo, o banco
planeja abrir escritórios
em São Paulo e outras
cidades fora de sua área
tradicional, como Araraquara
e Campinas (interior de
SP) ou Rio de Janeiro.
O atendimento em Araraquara
já começou. A instituição
abrirá apenas escritórios
de representação e não
agências, pois o foco
é atender empresas do
"middle market".
Hoje o forte do banco
é empréstimos ao setor
agroindustrial e setores
fornecedores, mas já há
alguma tradição no atendimento
a empresas de construção
civil e da área médica.
Agora o banco planeja
expandir os setores atendidos
e aumentar o leque de
produtos. O banco espera
dobrar a carteira de crédito,
hoje em R$ 130 milhões,
nos próximos anos, com
novos produtos como o
crédito imobiliário. O
banco tem ativos totais
de R$ 750 milhões e patrimônio
líquido de R$ 52 milhões.
Valor
Econômico
Máquinas
& Equipamentos
Siemens
cresce com expansão do
setor
O
bom momento vivido pela
siderurgia mundial e brasileira
tem refletido bem na carteira
de contratos da indústria
de equipamentos, serviços
e tecnologia para o setor.
A multinacional SIEMENS VAI METALS TECHNOLOGIES parece não
ter do que reclamar. Uma
das líderes mundiais no
segmento, com receita
anual de US$ 4 bilhões
por ano, toca vários projetos
no Brasil e se diz pronta
para disputar novas encomendas
no país. Um dos principais
contratos em andamento
envolve a megausina da
THYSSENKRUPP, com Vale
do Rio Doce, no Rio de
Janeiro. A SIEMENS VAI
é fornecedora da aciaria
e de duas máquinas de
lingotamento contínuo
de placas, e outras instalações,
como a unidade de refino
do aço (conhecida pela
sigla RH). "É o nosso
maior projeto no Brasil",
diz Norbert Petermaier,
Diretor Executivo da empresa
no Brasil. A carteira
de negócios no Brasil
chega a US$400 milhões,
no período de três anos,
e pode ser encorpada com
a disputa de projetos
como o da expansão da
USIMINAS.
Valor
Econômico
INDUSCAR/CAIO
TREINA PESSOAL PARA CRESCER
A
INDUSCAR/CAIO,
maior fabricante de carrocerias
do País, com 6 mil unidades
feitas em 2006 e previsão
de 7 mil unidades neste
ano, vai criar uma escola
para formar montadores,
soldadores e pintores
em Botucatu, interior
paulista, onde fica sua
fábrica, em parceria com
o Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial
(Senai). A decisão tem
muito a ver com a expansão
produtiva. O setor de
carrocerias nos últimos
três anos tem superado
a casa de 20 mil unidades,
volumes nunca antes alcançados
na história. E no ritmo
efervescente em que se
encontra tudo indica que
2007 vai se constituir
em novo recorde. A CAIO
trata de aumentar o ritmo
da produção. Em julho
passará de 24 para 27
carrocerias a produção
diária e programa até
o final do ano a elevação
para 30 unidades. Mas,
ainda é pouco. Por isso,
contratou uma consultoria,
a ZLU, para auxiliar no
aumento da capacidade
de produção já que a meta,
em dois anos, é chegar
a 50 unidades por dia.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
Cenibra
conclui parte do projeto
de expansão e aumenta
capacidade
A
CENIBRA
concluiu o projeto de
expansão de seu parque
industrial em Belo Oriente,
na região leste de Minas
Gerais. O projeto da linha
3 aumenta a capacidade
da empresa em 200 mil
toneladas por ano, de
940 mil toneladas anuais,
para 1,140 milhão de toneladas
de celulose. Em sua capacidade
total, daqui a sete anos,
tempo do ciclo de colheita
do eucalipto, a previsão
da empresa é estar fabricando
2 milhões de toneladas
por ano. O total de investimentos
nesta fase da Linha 3
foi de US$ 298 milhões.
Mesmo com a queda do dólar
nos últimos anos, que
diminuiu o lucro da CENIBRA
de R$ 300 milhões há três
anos atrás, para RS 170
milhões no ano passado,
estima-se que em 2007
o lucro fique no mesmo
patamar de 2006.
Valor
Econômico
VCP
redimensiona fábrica no
Mato Grosso
A
VOTORANTIM
CELULOSE E PAPEL (VCP)
anunciou mais informações
sobre a construção de
uma fábrica de celulose
branqueada de eucalipto
em Três Lagoas (MS), denominado
Projeto Horizonte. A construção
da unidade iniciou-se
sob o comando da INTERNATIONAL
PAPER (IP), antiga titular
do projeto. A unidade
industrial terá uma capacidade
nominal de 1,3 milhão
de toneladas anuais de
celulose com o valor total
da fábrica estimado em
aproximadamente US$ 1,5
bilhão. O início da produção
está estimado para maio
de 2009.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
Faturamento
mundial da Yara próximo
de US$ 10 bi
A
norueguesa YARA,
maior empresa de fertilizantes
do mundo, deu duas tacadas
importantes nos últimos
dois meses e ficou mais
próxima de alcançar um
faturamento global de
US$ 10 bilhões por ano
e de seu objetivo de abocanhar
10% do mercado mundial
de adubos até 2010. Em
2006 o grupo faturou US$
7,5 bilhões e sua fatia
no mercado foi de cerca
de 6%. A primeira das
duas tacadas foi na Líbia,
onde assinou uma carta
de intenções com a petroleira
estatal local para o estabelecimento
de uma joint venture.
A segunda, foi a aquisição
da finlandesa KEMIRA,
com forte presença no
mercado europeu e faturamento
de US$ 1,5 bilhão por
ano. Em abril passado,
a YARA confirmou aporte
de US$ 50 milhões nos
próximos três anos para
ampliar a fábrica que
tem em Rio Grande (RS).
A empresa também deverá
inaugurar uma unidade
de mistura em Paranaguá
(PR) neste ano. Será a
quarta fábrica do gênero
no país. Com os projetos,
os investimentos do grupo
no Brasil alcançam US$
500 milhões.
Valor
Econômico
RECEITA
DA BRASKEM SOBE 12%
José
Carlos Grubisich, o Presidente
da petroquímica brasileira
BRASKEM,
anda de olho em suas planilhas
financeiras. Depois de
registrar um crescimento
tímido nas vendas das
suas resinas plásticas
no primeiro bimestre deste
ano, sazonalmente mais
fraco, a companhia tem
observado aumento de até
12% nos negócios em março
e também em abril, comparado
com os números do ano
passado. Em maio, a atividade
também esteve aquecida.
O incremento dos negócios
é tão vigoroso que a companhia
tem normalmente ultrapassado
os 90% de uso de sua capacidade
instalada nos últimos
tempos. O aumento das
vendas tanto do polietileno,
como do polipropileno,
contudo, não se restringe
ao mercado interno. A
petroquímica também observa
aumento das suas exportações
no período. O executivo
da BRASKEM imagina que
deverá fechar o ano com
vendas para o exterior
perto dos US$ 2 bilhões.
A BRASKEM espera alcançar
este ano um faturamento
consolidado de R$ 22 bilhões,
fortalecendo sua posição
de maior empresa do setor
no Brasil e na América
Latina.
Valor
Econômico
SIKA
CRESCE NO BRASIL E NACIONALIZA
A PRODUÇÃO
A
filial brasileira da SIKA,
uma das maiores fabricantes
de especialidades químicas
do mundo com sede na suíça,
espera registrar crescimento
expressivo na receita
deste ano no Brasil. A
empresa faturou R$ 112
milhões em 2006, crescimento
de 8%. Já este ano essa
alta pode alcançar 30%.
O motivo é a importante
atuação da companhia em
adesivos e selantes para
veículos e também em aditivos
químicos para concreto,
dois setores que prometem,
e já mostram, forte alta
em 2007. "Este ano
já tivemos uma amostra
deste crescimento nestes
primeiros cinco meses.
O reflexo do volume maior
de crédito para habitação,
o PAC (Programa de Aceleração
do Crescimento) e também
a expansão da indústria
automobilística estão
garantindo a abertura
de novos mercados para
nosso produtos no País",
afirmou o Gerente Geral
da SIKA no Brasil, Daniel
Monteiro. Só no acumulado
até maio a empresa somou
cerca de R$ 40 milhões
em faturamento, 20% mais
do que em igual período
do ano anterior.
Gazeta
Mercantil
Serviços
OMINT
INVESTE EM PLANOS ODONTOLÓGICOS
O
plano de saúde de alto
padrão OMINT segue firme a estratégia de crescer
por meio de ampliação
de sua carteira de clientes,
puxado principalmente
pelo crescimento na carteira
de planos odontológicos.
No ano passado, o segmento
registrou índice de crescimento
superior ao total da carteira.
Enquanto o número geral
de associados cresceu
2,4% ante 2005, o número
de associados aos planos
odontológicos teve alta
de 8,4%. O movimento deve
ser mantido este ano.
A empresa projeta um crescimento
de 13% no total da carteira,
que deve chegar ao final
de 2007 com 73,5 mil associados.
Só no segmento odontológico
a alta projetada é de
20%. Depois de encerrar
o ano de 2006 com um faturamento
de R$ 344 milhões, a operadora
pretende faturar pelo
menos 11% mais este ano,
chegando a R$ 382 milhões.
Gazeta
Mercantil
DE
NADAI REESTRUTURA OPERAÇÃO
Com
30 anos de atuação no
mercado de refeições coletivas,
a DE NADAI SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO divide
sua operação para atender
de forma distinta os contratos
com empresas do setor
privado e instituições
públicas. Fabrício De
Nadai, Diretor-Geral da
empresa, afirma que a
reestruturação visa dar
mais agilidade e foco
ao atendimento de cada
setor. "A marca DE
NADAI será mantida para
atender corporações privadas,
um segmento com amplo
crescimento, bem como
os contratos referentes
à hotelaria marítima",
afirma. Já as empresas
públicas passarão a ser
atendidas pela empresa
CONVIDA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO.
O grupo atende 110 clientes
no setor privado, com
a produção de mais de
45 mil refeições por dia.
As empresas privadas representam
60% do faturamento do
grupo, que chegou a R$
150 milhões em 2006, um
crescimento de 17% em
relação ao ano anterior.
Gazeta
Mercantil
ÁLAMO:
ALTA DE 20% AO ANO
A
empresa fluminense de
manutenção predial e industrial
ÁLAMO prevê ultrapassar a receita
de R$ 100 milhões até
2010, graças a um crescimento
anual de 20%. A ÁLAMO
incrementou seu portfólio
de clientes com o contrato
para a manutenção de toda
a infra-estrutura da LIGHT,
incluindo 200 endereços
da fornecedora de energia,
além das usinas. Assim,
soma mais de 120 clientes
de hospitais a shopping
centers.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
VICUNHA
ADQUIRE FABRICANTE DE
ÍNDIGO LA INTERNACIONAL
A
holding TEXTÍLIA,
que detém o controle do
tradicional grupo têxtil
VICUNHA, formalizou, na cidade de Quito (Equador),
a compra de 64% das ações
de LA INTERNACIONAL S/A,
fabricante equatoriana
de índigo e fios. De acordo
com a direção do grupo
VICUNHA, a aquisição do
controle acionário da
LA INTERNACIONAL é o primeiro
passo efetivo na internacionalização
do negócio têxtil do grupo,
que já possuía distribuição
internacional com filiais
na Europa, China, Argentina
e Colômbia. Mas é a primeira
vez que o grupo VICUNHA
assume uma fábrica fora
do Brasil. "Esse
passo importante já é
resultado da reestruturação
que iniciamos em 2006,
bem como um de seus principais
objetivos", explicou
Ricardo Steinbruch, Presidente
do Grupo.
Gazeta
Mercantil
BRANDILI
AMPLIA SUA PRESENÇA NA
AMÉRICA LATINA
Conhecida
pela fabricação das roupas
da Turma da Mônica, a
BRANDILI está montando uma estrutura para
atuação na América Latina
e começa a trocar parceiros
de produção na China por
outros na República Dominicana.
Jorge Brandes, Diretor
Comercial da empresa,
está capitaneando as mudanças
em direção à internacionalização,
que ainda envolvem a criação
de um atacado e duas lojas
de varejo próprias no
Chile. Brandes decidiu
fazer um teste com as
primeiras encomendas de
roupas com uma fábrica
local e gostou. Agora
analisa uma parceria mais
duradoura. Segundo Brandes,
ainda não há planos concretos
de expansão das lojas
próprias e atacados fora
do Brasil. Hoje as vendas
externas da BRANDILI correspondem
a apenas 5% de sua produção
e a meta no médio prazo
é atingir entre 10% e
12%.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
LG
bate recorde com produção
de um milhão de celulares
No
Brasil há onze anos, a
LG
ELECTRONICS conquista
mais uma expressiva marca
no mercado. A empresa
está ampliando sua capacidade
produtiva para atender
à demanda de vendas, fechando
maio com um milhão de
celulares produzidos.
Esse número representa
um aumento de 50% em relação
à produção mensal de 2006.
A empresa espera encerrar
o ano com 10 milhões de
unidades vendidas e, para
isso, a divisão de celulares
prevê a consolidação das
vendas diretas para o
varejo, que devem chegar
a 15% das vendas de terminais
da empresa, o aumento
da exportação para o mercado
sul-americano e a expansão
do portfólio de produtos.
A LG continuará investindo
na ampliação da capacidade
de produção da fábrica
de Taubaté, para posicionar-se
como a marca número um
no mercado de celulares
da América Latina.
Valor
Econômico
SENIOR
ASSUME A IMPACTOOLS EM
ÉPOCA DE CONSOLIDAÇÃO
A
paulistana SENIOR
SOLUTIONS, fornecedora
de software para o setor
financeiro, comprou o
controle acionário, 62%,
da conterrânea IMPACTOOLS,
que vende aplicações para
o nicho de previdência
e seguros. A transação,
terceira aquisição da
empresa em três anos,
indica a ampliação da
tendência de consolidação
das fabricantes para o
setor financeiro, que
gasta R$ 5 bilhões por
ano em software e serviço.
Os fundadores da IMPACTOOLS
mantém 38% da empresa,
que faturou R$ 5,5 bilhões
no ano passado e obtém
metade da receita ao exportar
para Chile, Argentina,
Índia e China. O interesse
do mercado pelo nicho
de aplicações financeiras
torna o setor um dos mais
agitados em um ano de
muitas aquisições. Na
semana passada, a DATASUL
assumiu o controle da
YMF ARQUITETURA FINANCEIRA
DE NEGÓCIOS, adquirindo
80% da empresa, por R$
43,6 milhões, o maior
negócio da fornecedora
desde a abertura de capital.
A empresa catarinense
continua de olho no nicho
com intenção de adquirir
outra empresa até dezembro.
Gazeta
Mercantil
FUJITSU
ABRE NO BRASIL SEU 7º
CENTRO DE CERTIFICAÇÃO
O
Brasil foi escolhido pela
FUJITSU para abrigar o seu sétimo centro
no mundo e primeiro fora
da Ásia, para certificação,
avaliação e adaptação
de sistemas de seus clientes
e parceiros desenvolvedores
de softwares à tecnologia
oferecida pela fabricante
japonesa. A fornecedora
global de servidores e
sistemas de armazenamento
de dados investiu US$
2,5 milhões para implantar
o laboratório, chamado
de PSC (Platform Solution
Center), no prédio onde
a subsidiária local está
instalada em São Paulo.
A escolha do País deve-se
à força da indústria brasileira
de software, segundo o
Diretor da FUJITSU BRASIL,
Edson Siqueira. Com empresas
locais desenvolvendo sistemas
para o País e a América
Latina e grandes clientes,
especialmente os bancos,
criando soluções internamente,
a companhia decidiu construir
um ambiente para que esses
softwares fossem testados
e certificados.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
TEGMA
GESTÃO LOGÍSTICA FAZ PARCERIAS
PARA CRESCER
Com
a integração, há pouco
mais de um mês das atividades
das operadoras BONI/GATX
e COIMEX LOGÍSTICA INTEGRADA (CLI), a TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA fica fortalecida e
passa a freqüentar o seleto
clube de empresas brasileiras
do setor com faturamento
acima de R$ 600 milhões.
O controle de 96% do novo
negócio cabe ao GRUPO
ITAVEMA e GRUPO COIMEX.
A integração surge num
momento em que a TEGMA
GESTÃO LOGÍSTICA se prepara
para abrir o capital para
buscar fatias maiores
no bolo da logística brasileira,
que em 2004, representou
um mercado de R$ 212,8
bilhões. A TEGMA GESTÃO
LOGÍSTICA tem três sócios,
o GRUPO ITAVEMA, o GRUPO COIMEX e os controladores
da BONI/GATX. O GRUPO
ITAVEMA administra frota
de 2 mil equipamentos,
tem 18 filiais no País
e pátios de 614 mil m2.
A TEGMA, além da logística
automotiva, atua na locação
de veículos, consórcios
e embalagens plásticas.
O grupo é descrito, ainda,
como dono da maior rede
de concessionárias da
América Latina, responsáveis
por 60 mil veículos vendidos
por ano. A TEGMA, com
a logística, faturou R$
512 milhões, o grupo COIMEX,
com a CLI, teve receita
bruta de R$ 43 milhões
e a BONI/GATX faturou
R$ 86 milhões. Juntas,
as três somam receita
de R$ 641 milhões.
Gazeta
Mercantil
Varejo
REDE
ANGELONI INVESTE R$ 80
MILHÕES PARA CRESCER NO
SUL DO BRASIL
A
rede catarinense de supermercados
ANGELONI vai investir R$ 80 milhões este
ano em dois novos supercenters,
um em Curitiba e outro
em Florianópolis. Os empreendimentos
são similares em área
e formato e cada um vai
absorver R$ 40 milhões
de recursos próprios.
No Paraná, o grupo aumenta
a participação com a segunda
loja. Em Santa Catarina
será a 19ª. A rede é a
maior supermercadista
de Santa Catarina e a
nona no País. Foi uma
das poucas a resistir
ao assédio de compra das
gigantes internacionais
que desembarcaram no Brasil
na última década. Faturou
no ano passado, R$ 1,6
bilhão e prevê crescimento
de 12% em 2007, acima
da expansão projetada
para o setor em âmbito
nacional em torno de 5%,
em relação a 2006. O ANGELONI
tem hoje, além dos supermercados,
23 farmácias, quatro postos
de combustíveis e um centro
de distribuição em Porto
Belo (SC) com 38 mil m.
Emprega mais de 6,3 mil
colaboradores diretos.
Gazeta
Mercantil