Sexta-feira, 15/06/2007
Ano VI – edição 273

Alimentos

DONA BENTA, Novidades para fortalecer a liderança

A mistura para bolos DONA BENTA (J. MACÊDO) lança uma nova linha de sabores inspirada no chocolate. Sob o nome Chocolatíssimo, chega ao mercado em embalagens especiais os sabores Brownie, Chocolate Suíço e Chocolate Cremoso. A empresa é hoje a líder de participação no mercado de mistura para bolos, com 26% de participação. A empresa reúne as marcas Dona Benta, Sol e Boa Sorte, o que lhe dá uma participação total de 50% nesse mercado.

Gazeta Mercantil

 

Café do Centro espera vender 30%

O CAFÉ DO CENTRO, uma das principais e mais tradicionais torrefadoras de café do País, estima um aumento de 30% nas vendas de cappuccino no inverno deste ano. Não apenas a previsão da venda de cappuccinos está aquecida, como também a expectativa de crescimento do mercado de cafés expressos. A empresa oferece a bebida à base de leite nas versões tradicional e light.

Valor Econômico

 

NATURA COMEÇA A VENDER ALIMENTOS NO INTERIOR PAULISTA

Há 38 anos no mercado vendendo cosméticos, a NATURA começa nesta semana sua primeira investida no setor de alimentos. O segmento escolhido foi o dos alimentos funcionais, um mercado estimado em US$ 600 milhões. Inicialmente, a NATURA escolheu 90 cidades do interior de São Paulo (na região de Campinas e São José dos Campos) como mercado de teste para suas sopas desidratadas, sucos, chás e barrinhas de cereais que compõem a linha batizada de Frutífera. A distribuição será igual a dos cosméticos vendidos pela empresa, no sistema porta-a-porta.

Valor Econômico

 

Bebida & Fumo

GB quer crescer com a baixa renda

A melhora do poder aquisitivo das classes mais baixas já reflete no desempenho e na estratégia de venda das fabricantes de sucos em pó. A brasileira GENERAL BRANDS (GB), por exemplo, começará, a partir deste mês, a comercialização da marca Frux, voltada para parcela da população de menor renda. Isael Pinto, Presidente da GENERAL BRANDS, contou que a expectativa da empresa é vender cerca de R$ 10 milhões do novo produto este ano. A principal marca da empresa, Camp, vendeu aproximadamente R$ 70 milhões em 2006. De acordo com Isael, a intenção da GENERAL BRANDS com o lançamento é disputar mercado com marcas regionais nos estados mais quentes e de menor renda do Brasil.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

TECNOLOGIA FAZ LEW’LARA REESTRUTURAR MÍDIA

A LEW’LARA passa por um momento de reestruturação de sua área de mídia, comandada por Otávio Luiz Martins. "O nosso foco será as novas tecnologias que surgem no mercado, como o celular e a internet, e novas formas de se comunicar com o consumidor", afirma o Diretor Nacional de Mídia da agência. Entre as novidades está um núcleo voltado exclusivamente para o uso do merchandising como ferramenta de comunicação. Uma prova que esse tipo de ação tem dado bons resultados para o cliente é o aumento significativo de projetos realizados pela agência nos últimos anos. Em 2005 foram 153; 2006, 216; e para este ano já estão aprovadas 372 inserções. A LEW’LARA possui 32 clientes em seu portfólio e o objetivo para 2007 é crescer mais que o mercado, que vem tendo um incremento de 8% a 10% ao ano.

Gazeta Mercantil

 

EDITORA ESCALA ASSUME NOVOS TÍTULOS

O GRUPO OCEANO, dono da EDITORA ESCALA, passa a contar em seu portfólio com as revistas Atrevida e Raça Brasil, anteriormente da EDITORA SÍMBOLO, que por sua vez recomprou os 30% das ações que pertenciam há dois ao GRUPO OCEANO. Essas medidas fazem parte de um novo acordo entre a OCEANO e a SÍMBOLO, em revisão ao acordo anterior, firmado há dois anos. De acordo com o Presidente do GRUPO OCEANO, Hercílio Lourenzi, a revisão do acordo já estava prevista há dois anos, quando a duas empresas firmaram a parceria que deu a OCEANO 30% de participação na SÍMBOLO. Com distribuição para oito países do continente americano, a ESCALA é a segunda editora em circulação, atrás da EDITORA ABRIL, e a terceira em faturamento, depois da ABRIL e EDITORA GLOBO.

Gazeta Mercantil

 

FABRAQUINTEIRO PREVÊ FATURAR 25% A MAIS NESTE ANO

A FABRAQUINTEIRO anuncia a chegada de mais um cliente, a RICLAN, que fabrica os drops Freegells. No segundo semestre, inclusive, estréia uma nova campanha de R$ 2 milhões para este produto, o que ajuda a aquecer os negócios na agência. De acordo com Fernando Quinteiro, sócio e Diretor de Planejamento, a previsão é de atingir um faturamento de R$ 100 milhões em 2007, salto de cerca de 25% sobre o ano que passou.

Gazeta Mercantil

 

Engenharia, Projetos & Construção

CCDI VENCE CONCORRÊNCIA POR TERRENO EM SÃO PAULO

Depois de um ano e meio de negociação, a CAMARGO CORRÊA DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO (CCDI) adquiriu um terreno no bairro da Aclimação, na capital paulista. Da transação, cerca de 30% foi pago em dinheiro e os 70% restantes foram adquiridos por permuta financeira, reforçando a estratégia da empresa de privilegiar esta modalidade de aquisição. "Esta é uma modalidade na qual temos apostado porque maximiza o negócio para os dois lados", afirma o Diretor de Novos Negócios da empresa, Marcelo Figueiredo. O terreno receberá um empreendimento de alto padrão cujo volume geral de vendas (VGV) potencial é de aproximadamente R$ 370 milhões. Com a aquisição, o banco de terrenos da empresa alcança R$ 5,6 bilhões (parte da companhia) de VGV potencial, volume que exclui os R$ 300 milhões de lançamentos programados para o segundo trimestre de 2007.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

Niasi muda executivos e estratégia de marketing

A fabricante nacional de cosméticos NIASI reinou por várias décadas como única fornecedora de artigos para institutos de beleza, como se dizia na época. Hoje, com um portfólio de esmaltes, coloração e xampus, disputa espaço no mercado de beleza com grandes multinacionais como L'ORÉAL E PROCTER & GAMBLE. Nessa nova realidade, em menos de cinco anos, a NIASI já está no segundo Presidente, Braulio Marchió, que contratou um grupo de profissionais com experiência em empresas de consumo para arrumar a casa e fazer uma gestão mais agressiva. "No primeiro ano, coloquei ordem na casa e agora a idéia é fortalecer o marketing", afirma Marchió. Para este ano, diz, a meta é crescer 14%. "Vamos voltar à mídia com força este ano." O investimento em marketing deve ser de R$ 20 milhões. A empresa não revela o faturamento, mas estima-se no mercado que a receita esteja na casa de R$ 500 milhões anuais.

Valor Econômico

 

EMS USA MODA E ESTILO PARA FIXAR SUA MARCA

O laboratório farmacêutico EMS escolheu a moda como forma de aproximar a marca da empresa aos seus cerca de 4,5 mil colaboradores em todo o Brasil. A companhia fechou uma parceria com a estilista Gloria Coelho, que desenhou uma série de peças, 21 no total. "O objetivo principal dessa parceria é fortalecer ainda mais o laço da companhia com seus colaboradores", afirma a Diretora de Relações Externas da EMS, Telma Salles. "Não vamos vender roupas, o nosso negócio é, e continuará sendo, a indústria farmacêutica", diz a executiva. Os artigos serão comercializados em uma loja dentro da companhia. O laboratório investiu R$ 300 mil no projeto, mas segundo a executiva, "o objetivo não é ter um retorno financeiro, porém fazer com que o nosso colaborador tenha orgulho de usar a nossa marca", finaliza a executiva.

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

FINANCEIRA CREDIFAR GANHA FÔLEGO E LANÇA NOVOS PRODUTOS

Com o controle compartilhado entre a LOJAS COLOMBO e o BRADESCO desde maio, a financeira CREDIFAR já prepara o lançamento de novos produtos, incluindo um cartão de crédito "híbrido" com a bandeira COLOMBO/VISA, e ganha fôlego para aumentar a participação no financiamento das vendas a prazo da rede varejista de 334 lojas nos três Estados da região Sul, em São Paulo e Minas Gerais. A instituição também prevê um crescimento de mais de 20% nas receitas de intermediação financeira em 2007, para cerca de R$ 140 milhões, ante os R$ 114,5 milhões do ano passado, disse o Diretor Edeni Malta.

Valor Econômico

 

Máquinas & Equipamentos

ALSTOM E VOITH LUCRAM COM MAIOR DEMANDA POR PROJETOS ENERGÉTICOS

Alguns fabricantes de equipamentos para o setor energético brasileiro terão grandes motivos para comemorar os resultados financeiros ao final de 2007. Entre eles, estão a ALSTOM e VOITH SIEMENS, que acabam de finalizar contratos para construção de usinas, térmica e hidrelétrica no País.

O contrato da ALSTOM com a siderúrgica THYSSENKRUPP CSA é de € 330 milhões. A francesa vai fornecer equipamentos e sistemas para a usina térmica a ser instalada na cidade de Santa Cruz, região Oeste do Rio de Janeiro. "Este contrato é importante para a ALSTOM e também para o Brasil", afirmou Carlos Cicchi, Diretor de Negócios da ALSTOM.

A VOITH SIEMENS HYDRO finalizou contrato de R$ 400 milhões com o consórcio formado pelas empresas NEOENERGIA, FURNAS e COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS (CEMIG), para fornecer todos os equipamentos eletromecânicos do Projeto Hidrelétrico Baguari, de 140 MW de capacidade instalada, localizado no Rio Doce, em Minas Gerais. O contrato também foi estabelecimento na modalidade em que a empresa será responsável por todas as fases do projeto e fabricação das unidades geradoras Bulbo, tipo de fornecimento inédito que será oferecido pela companhia.

Gazeta Mercantil

 

FISPAL DEVE MOVIMENTAR R$ 4,4 BILHÕES

As fabricantes de alimentos e bebidas devem movimentar cerca de R$ 4,4 bilhões, durante a 23ª edição da FISPAL TECNOLOGIA, feira que oferece soluções de embalagens, processos e logística para indústrias do setor. A FISPAL é dividida em três setores: embalagens, processos (que inclui máquinas) e logística.

Henrique Vicente, Gerente Comercial da PROMALER, contou que a expectativa da empresa é ainda maior. "Queremos ampliar em 25% nossos negócios em relação a edição de 2006 ", afirmou. Se concretizada a meta de Vicente, a PROMALER deve vender durante o evento cerca de R$ 1 milhão em máquinas encartuchadeiras (coloca o produto em caixas) verticais e horizontais. Entre os clientes da empresa, destacam-se a UNILEVER e PEPSICO.

O Diretor Comercial da KRONES DO BRASIL, Silvio Rotta, afirmou que a presença na feira é muito importante para fazer novos contatos e fortalecer as relações com os clientes. Segundo ele, a empresa apresentará uma nova máquina rotuladora modular nesta edição.

Quem também vai apresentar novos produtos para o setor na FISPAL é a BRASILATA. De acordo com João Vicente Tuma, Diretor da Divisão de Alimentos da empresa, um novo modelo de lata para alimentos secos e uma nova linha de latas para azeites e óleos especiais serão as novidades prometidas para a edição de 2007.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

Ceras Johnson investe R$ 45 milhões

A CERAS JOHNSON está investindo R$ 45 milhões em uma nova fábrica, em Manaus (AM), que vai tornar-se, em 2008, pólo de exportação. O grupo americano vai fechar a atual unidade de produção, no Rio de Janeiro. A CERAS JOHNSON quer aumentar a competitividade de seus produtos, as famílias Grand Prix, Carnu, Ziploc, Bravo, Optimum, Pato Purific, Glade, Raid, Baygon, Off!, Autan e Roma, entre outros. Voltado para classes de A a C, o grupo familiar americano, que está presente em 110 países, estuda o lançamento de produtos populares. Atenderiam não só o mercado brasileiro como os da Índia, China e Rússia, onde há planos de expansão, diz o Presidente da subsidiária brasileira, Luis Vidal. "O grupo passa por um momento de consolidação das 30 fábricas em todo mundo", afirma. A SC JOHNSON, como é batizada nos Estados Unidos, faturou US$ 6,5 bilhões em 2006. No Brasil, a receita alcançou R$ 600 milhões.

Valor Econômico

 

Carbocloro investe R$ 250 milhões no país

Durante alguns anos a CARBOCLORO se perguntou se era o momento de pisar no acelerador no Brasil. Grande fabricante de cloro e soda cáustica no país, usada tanto na siderurgia como na química, a empresa sempre teve dúvidas se o mercado nacional absorveria uma ampliação de sua capacidade. "Nossa exportação não supera os 5% do nosso faturamento, portanto incrementar a produção significaria vender mais localmente", conta Mario Cilento, Vice-Presidente da companhia. Mas com a solidificação da economia brasileira, a empresa, que é controlada pela brasileira UNIPAR (50%) e pela americana OCCIDENTAL CHEMICAL (50%), resolveu tirar o projeto da gaveta e anuncia investimentos de R$ 250 milhões, que vão aumentar a produção de sua única fábrica no país, instalada em Cubatão (SP). Com previsão para entrar em operação em abril de 2008, a nova capacidade instalada da CARBOCLORO deverá aumentar também significativamente a receita da corporação. Se hoje a companhia fatura anualmente perto de US$ 270 milhões por ano, com a nova produção sua receita deverá dar um salto de pelo menos 30%.

Valor Econômico

 

Siderurgia & Metalurgia

Rexam avança no mercado de tampas

Na contramão de grande parte da indústria do País, a subsidiária brasileira da britânica REXAM, a maior fabricante de latas de alumínio do mundo, deverá concluir neste mês os três primeiros embarques para a Suécia de um lote de 120 milhões de tampas de alumínio. A meta representa o primeiro passo da estratégia global para consolidar o Brasil como plataforma de exportação da empresa, que deverá exportar 2 bilhões de tampas este ano. O Presidente da REXAM da América Latina, André Balbi, revela que, diante das perspectivas de crescimento do consumo tanto no País quanto no exterior, a companhia já estuda a possibilidade de instalar mais três fábricas no Brasil. Presente em 20 países, nos quais emprega 25 mil funcionários, a REXAM mantém, no Brasil, duas unidades em Recife (PE), além de fábricas em municípios como Santa Cruz (RJ), Extrema (MG), Brasília (DF), Águas Claras (RS), Jacareí (SP), Cuiabá (MT) e Manaus (AM). Também controla unidades de produção em Santiago do Chile e Buenos Aires, na Argentina. No Brasil, a companhia produz hoje cerca de 1 bilhão de tampas de alumínio por ano, além de 8 bilhões de latas.

Gazeta Mercantil

 

ANGLOGOLD ATINGE 60% DE RENTABILIDADE NO BRASIL

Bobby Godsell, Presidente mundial da ANGLOGOLD ASHANTI, desembarcou no Brasil no fim da semana passado para ver de perto a conclusão de um projeto de expansão que é hoje modelo para toda a companhia, o da mina de Cuiabá, em Sabará (MG). A rentabilidade na mina de Minas Gerais é da ordem de 60%, o dobro da rentabilidade média de outras minas da ANGLOGOLD espalhadas por dez países, que varia entre 25% e 30%. A multinacional está concluindo um plano de investimento de US$ 190 milhões para ampliar a produção de Cuiabá de 185 mil onças por ano para 300 mil onças anuais. A meta da ANGLOGOLD ASHANTI é aumentar sua produção global, atualmente na casa de 5,7 milhões de onças por ano, de modo a manter sua participação de mercado. Para 2007, o investimento em expansão da produção somará US$ 1,2 bilhão. No Brasil, a mineradora sul-africana controla também a mina de Serra Grande, em Goiás, numa joint-venture com a canadense KINROSS. Com 21 minas em operação, a ANGLOGOLD ASHANTI é a segunda maior produtora de ouro do mundo, atrás apenas da americana NEW MONDE.

Valor Econômico

 

RECEITA DA SAMARCO ATINGIRÁ US$ 1,8 BI

O Presidente da mineradora SAMARCO, José Tadeu de Moraes, informou que a empresa já comercializou toda a produção adicional de 7 milhões toneladas anuais de minério de ferro para os próximos cinco anos. A ampliação será resultado do programa de expansão que será concluído em fevereiro próximo. Cada tonelada de minério de ferro é negociada por US$ 90, em média. Com a receita adicional, o faturamento passará de US$ 1,2 bilhão para US$ 1,8 bilhão.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

LINX PLANEJA CRESCER EM VAREJO COM AQUISIÇÃO

Com recursos entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões, o grupo brasileiro LINX, que fornece software para automação de processos no varejo, equipamentos de logística e serviços de telecom, planeja adquirir pequenos desenvolvedores de sistemas com faturamento de até R$ 10 milhões. Segundo o sócio Diretor da empresa, Alberto Menache, o aporte virá do caixa do grupo que busca aplicações complementares ao seu mercado de atuação e as negociações já estão em andamento. "O crescimento deve se sustentar entre 25% e 30% nos próximos cinco anos. E as aquisições também fazer parte da estratégia de expansão", diz. Para 2007, sem aquisições, a previsão é ampliar em 28% as vendas, para receita de R$ 32 milhões.

Gazeta Mercantil

 

IBM INAUGURA CENTRO DE INOVAÇÃO

A IBM anunciou a criação em São Paulo de um centro de soluções para o setor financeiro da América Latina. Focado em procurar inovações, por meio de encomenda de um banco ou para endereçar problemas gerais do segmento, o centro começa em busca de sugestões de melhoria do relacionamento com clientes. A IBM planeja investir US$ 10 milhões no centro em cinco anos. Será a sétima unidade mundial voltada o setor. As outras estão nos Estados Unidos, França, Espanha, China e Cingapura. O centro paulistano já tem modelos de agências com configurações diferentes, para testar um formato mais intimista de atendimento ao cliente.

Gazeta Mercantil

 

COM FOCO EM SERVIÇOS, ITAUTEC REOCUPA FÁBRICA

A ITAUTEC começou a esquentar os motores da fábrica com que vai reocupar as instalações de que já dispunha em Jundiaí (SP) e que estavam fora de atividade, onde irá concentrar toda a produção de equipamentos da empresa, englobando as atividades que até recentemente eram desenvolvidas na unidade instalada no Tatuapé, em São Paulo, que foi desativada. A fábrica foi preparada para produzir desde notebooks e computadores de mesa até cofres, caixas de auto-atendimento bancário (ATM) e quiosques para bancos. O projeto, segundo o Diretor-Geral da ITAUTEC, Guilherme Archer de Castilho, já consumiu US$ 17 milhões. Mais US$ 4 milhões serão injetados nos ajustes finais da operação. A unidade foi estruturada para ampliar a capacidade de produção da empresa. Cerca de 900 pessoas deverão trabalhar nas novas instalações. Os demais 4,1 mil funcionários estão espalhados por filiais internacionais e escritórios no Brasil. A ITAUTEC busca, gradativamente, tornar-se menos dependente de suas receitas de equipamentos, a mesma trilha que tem inspirado empresas como IBM, HP e DIEBOLD PROCOMP.

Valor Econômico

 

Têxtil & Couro

REDE DE FRANQUIAS DA MARISOL CRESCE NO BRASIL E NO EXTERIOR

A MARISOL implantou, este ano, projeto vigoroso de expansão de redes de franquias, tanto no Brasil quanto no exterior. Na Europa, avalia os resultados da loja aberta em setembro último na Via de La Spiga, em Milão, Itália. Para irradiar o projeto na União Européia, inaugurou em abril unidade em Madri, na Espanha, e na cidade do Porto, em Portugal. Com essa expansão, são 16 lojas no exterior. Até o final deste ano, mais duas unidades serão abertas, no Peru e na Colômbia. No Brasil, são atualmente 124 franquias em operação com a marca Lilica & Tigor e até o final do ano serão 140. Já a Rosa Chá conta com 17 unidades no Brasil e até o final de 2007 terá 25. No exterior são três, mas fechará o ano com quatro, com a inauguração de uma loja Rosa Chá em Nova Iorque.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

DIFERENÇA CAI, E GOL/VARIG FICA MAIS PERTO DA LÍDER TAM

A disputa entre TAM e o GRUPO GOL pela liderança no mercado doméstico está mais acirrada. Em maio a diferença entre as duas empresas caiu para cerca de cinco pontos percentuais. No mês passado, a TAM perdeu 1p.p de fatia no comparativo com o mesmo período do ano passado, já a GOL/VARIG viu seu market share crescer 1,7p.p em maio. No quinto mês deste ano, a TAM transportou 1,82 bilhão de passageiros/por quilômetro voados (paxkm), elevação de 23,8%, no comparativo com o igual mês de 2006. A GOL apresentou crescimento mais expressivo, 36,9%, com 1,5 bilhão paxkm. Já o setor cresceu no mercado doméstico 13,2% em maio no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Nos cinco primeiros meses de 2007, a elevação foi de 14,06%, passando de 16,109 bilhões paxkm para 18 304 bilhões paxkm.

Gazeta Mercantil

 

LUFTHANSA CRESCE COM VÔOS NAS AMÉRICAS

O aumento do tráfego de passageiros nas rotas que servem a América do Sul e do Norte foi o maior do mês de maio para a alemã LUFTHANSA, segunda maior companhia aérea da Europa. Enquanto nas rotas européias e asiáticas a demanda subiu 6,8% e 2,3%, respectivamente, o tráfego nas Américas cresceu 9,8%. Na América Latina, onde o principal mercado é o Brasil, o crescimento tem sido acima dos 10%, segundo Peter Fellinger, Diretor Geral da LUFTHANSA para América Latina e Caribe. O executivo estima que o fluxo de pessoas da região para outros continentes crescerá de 5% a 8% nos próximos dois anos.

Valor Econômico

 

Varejo

LOJAS AMERICANAS INAUGURAM UNIDADES EM BLOCKBUSTER

A LOJAS AMERICANAS S.A. (LASA) inauguram as primeiras unidades de conveniência da marca AMERICANAS EXPRESS dentro de videolocadoras BLOCKBUSTER. Serão quatro pontos-de-venda no Rio de Janeiro, divididas em Copacabana, Botafogo, Tijuca e Ilha do Governador. A AMERICANAS EXPRESS BLOCKBUSTER é resultado da aquisição da BWU, empresa detentora da marca BLOCKBUSTER no Brasil. Nas primeiras unidades, o montante investido em reformas foi de R$ 1,6 milhão, e houve um aumento de 50% no quadro de funcionários. O objetivo é adaptar 90% das 127 lojas BLOCKBUSTER até o fim de 2007.

Gazeta Mercantil

 

MAKRO AUMENTA LUCRO NO BRASIL

O venezuelano Antonio Colmenares, há seis anos o principal executivo do MAKRO na América Latina, fala sobre a investida do CARREFOUR e do WAL-MART no mercado atacadista brasileiro. O primeiro acaba de comprar o ATACADÃO e o segundo adquiriu o MAXXI. Colmenares diz não estar nem um pouco preocupado. Em vez de sentir-se acuado o grupo holandês SHV, o controlador do MAKRO, traça um plano de expansão na América Latina. "Além dos países onde já atuamos (Brasil, Colômbia, Venezuela e Argentina), vamos entrar em novos mercados", diz. Representantes do MAKRO estão avaliando oportunidades no Peru e no Chile, onde pretende estrear em 2008 e 2009. Embora não descarte aquisições, é provável que a rede opte por construir uma operação do zero e em parceria com uma empresa local. O Brasil é o único país onde o MAKRO não é sócio de ninguém. O MAKRO possui 103 lojas na América Latina, onde faturou 2,2 bilhões de euros em 2006. Entre os latinos, o Brasil é de longe o maior mercado do MAKRO e, possivelmente, o melhor deles. A receita bruta da rede cresceu de R$ 3,9 bilhões para R$ 4,2 bilhões em 2006. As vendas líquidas aumentaram 5,8%, para R$ 3,6 bilhões. Mas é na última linha do balanço que o resultado é mais expressivo: o lucro saltou de R$ 78,5 milhões para R$ 116,2 milhões em 2006.

Valor Econômico

 

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