Alimentos
DONA
BENTA, Novidades para
fortalecer a liderança
A
mistura para bolos DONA
BENTA (J.
MACÊDO) lança uma
nova linha de sabores
inspirada no chocolate.
Sob o nome Chocolatíssimo,
chega ao mercado em
embalagens especiais
os sabores Brownie,
Chocolate Suíço e Chocolate
Cremoso. A empresa é
hoje a líder de participação
no mercado de mistura
para bolos, com 26%
de participação. A empresa
reúne as marcas Dona
Benta, Sol e Boa Sorte,
o que lhe dá uma participação
total de 50% nesse mercado.
Gazeta
Mercantil
Café
do Centro espera vender
30%
O
CAFÉ
DO CENTRO, uma das
principais e mais tradicionais
torrefadoras de café
do País, estima um aumento
de 30% nas vendas de
cappuccino no inverno
deste ano. Não apenas
a previsão da venda
de cappuccinos está
aquecida, como também
a expectativa de crescimento
do mercado de cafés
expressos. A empresa
oferece a bebida à base
de leite nas versões
tradicional e light.
Valor
Econômico
NATURA
COMEÇA A VENDER ALIMENTOS
NO INTERIOR PAULISTA
Há
38 anos no mercado vendendo
cosméticos, a NATURA começa nesta semana sua primeira investida
no setor de alimentos.
O segmento escolhido
foi o dos alimentos
funcionais, um mercado
estimado em US$ 600
milhões. Inicialmente,
a NATURA escolheu 90
cidades do interior
de São Paulo (na região
de Campinas e São José
dos Campos) como mercado
de teste para suas sopas
desidratadas, sucos,
chás e barrinhas de
cereais que compõem
a linha batizada de
Frutífera. A distribuição
será igual a dos cosméticos
vendidos pela empresa,
no sistema porta-a-porta.
Valor
Econômico
Bebida
& Fumo
GB
quer crescer com a baixa
renda
A
melhora do poder aquisitivo
das classes mais baixas
já reflete no desempenho
e na estratégia de venda
das fabricantes de sucos
em pó. A brasileira
GENERAL
BRANDS (GB), por
exemplo, começará, a
partir deste mês, a
comercialização da marca
Frux, voltada para parcela
da população de menor
renda. Isael Pinto,
Presidente da GENERAL
BRANDS, contou que a
expectativa da empresa
é vender cerca de R$
10 milhões do novo produto
este ano. A principal
marca da empresa, Camp,
vendeu aproximadamente
R$ 70 milhões em 2006.
De acordo com Isael,
a intenção da GENERAL
BRANDS com o lançamento
é disputar mercado com
marcas regionais nos
estados mais quentes
e de menor renda do
Brasil.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
TECNOLOGIA
FAZ LEW’LARA REESTRUTURAR
MÍDIA
A
LEW’LARA
passa por um momento
de reestruturação de
sua área de mídia, comandada
por Otávio Luiz Martins.
"O nosso foco será
as novas tecnologias
que surgem no mercado,
como o celular e a internet,
e novas formas de se
comunicar com o consumidor",
afirma o Diretor Nacional
de Mídia da agência.
Entre as novidades está
um núcleo voltado exclusivamente
para o uso do merchandising
como ferramenta de comunicação.
Uma prova que esse tipo
de ação tem dado bons
resultados para o cliente
é o aumento significativo
de projetos realizados
pela agência nos últimos
anos. Em 2005 foram
153; 2006, 216; e para
este ano já estão aprovadas
372 inserções. A LEW’LARA
possui 32 clientes em
seu portfólio e o objetivo
para 2007 é crescer
mais que o mercado,
que vem tendo um incremento
de 8% a 10% ao ano.
Gazeta
Mercantil
EDITORA
ESCALA ASSUME NOVOS
TÍTULOS
O
GRUPO
OCEANO, dono da
EDITORA
ESCALA, passa a
contar em seu portfólio
com as revistas Atrevida
e Raça Brasil, anteriormente
da EDITORA
SÍMBOLO, que por
sua vez recomprou os
30% das ações que pertenciam
há dois ao GRUPO OCEANO.
Essas medidas fazem
parte de um novo acordo
entre a OCEANO e a SÍMBOLO,
em revisão ao acordo
anterior, firmado há
dois anos. De acordo
com o Presidente do
GRUPO OCEANO, Hercílio
Lourenzi, a revisão
do acordo já estava
prevista há dois anos,
quando a duas empresas
firmaram a parceria
que deu a OCEANO 30%
de participação na SÍMBOLO.
Com distribuição para
oito países do continente
americano, a ESCALA
é a segunda editora
em circulação, atrás
da EDITORA ABRIL, e
a terceira em faturamento,
depois da ABRIL e EDITORA
GLOBO.
Gazeta
Mercantil
FABRAQUINTEIRO
PREVÊ FATURAR 25% A
MAIS NESTE ANO
A
FABRAQUINTEIRO
anuncia a chegada de
mais um cliente, a RICLAN,
que fabrica os drops
Freegells. No segundo
semestre, inclusive,
estréia uma nova campanha
de R$ 2 milhões para
este produto, o que
ajuda a aquecer os negócios
na agência. De acordo
com Fernando Quinteiro,
sócio e Diretor de Planejamento,
a previsão é de atingir
um faturamento de R$
100 milhões em 2007,
salto de cerca de 25%
sobre o ano que passou.
Gazeta
Mercantil
Engenharia,
Projetos & Construção
CCDI
VENCE CONCORRÊNCIA POR
TERRENO EM SÃO PAULO
Depois
de um ano e meio de
negociação, a CAMARGO CORRÊA DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO
(CCDI) adquiriu um terreno
no bairro da Aclimação,
na capital paulista.
Da transação, cerca
de 30% foi pago em dinheiro
e os 70% restantes foram
adquiridos por permuta
financeira, reforçando
a estratégia da empresa
de privilegiar esta
modalidade de aquisição.
"Esta é uma modalidade
na qual temos apostado
porque maximiza o negócio
para os dois lados",
afirma o Diretor de
Novos Negócios da empresa,
Marcelo Figueiredo.
O terreno receberá um
empreendimento de alto
padrão cujo volume geral
de vendas (VGV) potencial
é de aproximadamente
R$ 370 milhões. Com
a aquisição, o banco
de terrenos da empresa
alcança R$ 5,6 bilhões
(parte da companhia)
de VGV potencial, volume
que exclui os R$ 300
milhões de lançamentos
programados para o segundo
trimestre de 2007.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Niasi
muda executivos e estratégia
de marketing
A
fabricante nacional
de cosméticos NIASI reinou por várias décadas como única
fornecedora de artigos
para institutos de beleza,
como se dizia na época.
Hoje, com um portfólio
de esmaltes, coloração
e xampus, disputa espaço
no mercado de beleza
com grandes multinacionais
como L'ORÉAL E PROCTER
& GAMBLE. Nessa
nova realidade, em menos
de cinco anos, a NIASI
já está no segundo Presidente,
Braulio Marchió, que
contratou um grupo de
profissionais com experiência
em empresas de consumo
para arrumar a casa
e fazer uma gestão mais
agressiva. "No
primeiro ano, coloquei
ordem na casa e agora
a idéia é fortalecer
o marketing", afirma
Marchió. Para este ano,
diz, a meta é crescer
14%. "Vamos voltar
à mídia com força este
ano." O investimento
em marketing deve ser
de R$ 20 milhões. A
empresa não revela o
faturamento, mas estima-se
no mercado que a receita
esteja na casa de R$
500 milhões anuais.
Valor
Econômico
EMS
USA MODA E ESTILO PARA
FIXAR SUA MARCA
O
laboratório farmacêutico
EMS
escolheu a moda como
forma de aproximar a
marca da empresa aos
seus cerca de 4,5 mil
colaboradores em todo
o Brasil. A companhia
fechou uma parceria
com a estilista Gloria
Coelho, que desenhou
uma série de peças,
21 no total. "O
objetivo principal dessa
parceria é fortalecer
ainda mais o laço da
companhia com seus colaboradores",
afirma a Diretora de
Relações Externas da
EMS, Telma Salles. "Não
vamos vender roupas,
o nosso negócio é, e
continuará sendo, a
indústria farmacêutica",
diz a executiva. Os
artigos serão comercializados
em uma loja dentro da
companhia. O laboratório
investiu R$ 300 mil
no projeto, mas segundo
a executiva, "o
objetivo não é ter um
retorno financeiro,
porém fazer com que
o nosso colaborador
tenha orgulho de usar
a nossa marca",
finaliza a executiva.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
FINANCEIRA
CREDIFAR GANHA FÔLEGO
E LANÇA NOVOS PRODUTOS
Com
o controle compartilhado
entre a LOJAS COLOMBO
e o BRADESCO desde maio,
a financeira CREDIFAR
já prepara o lançamento
de novos produtos, incluindo
um cartão de crédito
"híbrido"
com a bandeira COLOMBO/VISA,
e ganha fôlego para
aumentar a participação
no financiamento das
vendas a prazo da rede
varejista de 334 lojas
nos três Estados da
região Sul, em São Paulo
e Minas Gerais. A instituição
também prevê um crescimento
de mais de 20% nas receitas
de intermediação financeira
em 2007, para cerca
de R$ 140 milhões, ante
os R$ 114,5 milhões
do ano passado, disse
o Diretor Edeni Malta.
Valor
Econômico
Máquinas
& Equipamentos
ALSTOM
E VOITH LUCRAM COM MAIOR
DEMANDA POR PROJETOS
ENERGÉTICOS
Alguns
fabricantes de equipamentos
para o setor energético
brasileiro terão grandes
motivos para comemorar
os resultados financeiros
ao final de 2007. Entre
eles, estão a ALSTOM
e VOITH SIEMENS, que
acabam de finalizar
contratos para construção
de usinas, térmica e
hidrelétrica no País.
O
contrato da ALSTOM
com a siderúrgica THYSSENKRUPP
CSA é de € 330 milhões.
A francesa vai fornecer
equipamentos e sistemas
para a usina térmica
a ser instalada na cidade
de Santa Cruz, região
Oeste do Rio de Janeiro.
"Este contrato
é importante para a
ALSTOM e também para
o Brasil", afirmou
Carlos Cicchi, Diretor
de Negócios da ALSTOM.
A
VOITH
SIEMENS HYDRO finalizou
contrato de R$ 400 milhões
com o consórcio formado
pelas empresas NEOENERGIA,
FURNAS e COMPANHIA ENERGÉTICA
DE MINAS GERAIS (CEMIG),
para fornecer todos
os equipamentos eletromecânicos
do Projeto Hidrelétrico
Baguari, de 140 MW de
capacidade instalada,
localizado no Rio Doce,
em Minas Gerais. O contrato
também foi estabelecimento
na modalidade em que
a empresa será responsável
por todas as fases do
projeto e fabricação
das unidades geradoras
Bulbo, tipo de fornecimento
inédito que será oferecido
pela companhia.
Gazeta
Mercantil
FISPAL
DEVE MOVIMENTAR R$ 4,4
BILHÕES
As
fabricantes de alimentos
e bebidas devem movimentar
cerca de R$ 4,4 bilhões,
durante a 23ª edição
da FISPAL TECNOLOGIA,
feira que oferece soluções
de embalagens, processos
e logística para indústrias
do setor. A FISPAL é
dividida em três setores:
embalagens, processos
(que inclui máquinas)
e logística.
Henrique
Vicente, Gerente Comercial
da PROMALER, contou que a expectativa da empresa
é ainda maior. "Queremos
ampliar em 25% nossos
negócios em relação
a edição de 2006 ",
afirmou. Se concretizada
a meta de Vicente, a
PROMALER deve vender
durante o evento cerca
de R$ 1 milhão em máquinas
encartuchadeiras (coloca
o produto em caixas)
verticais e horizontais.
Entre os clientes da
empresa, destacam-se
a UNILEVER e PEPSICO.
O
Diretor Comercial da
KRONES
DO BRASIL, Silvio
Rotta, afirmou que a
presença na feira é
muito importante para
fazer novos contatos
e fortalecer as relações
com os clientes. Segundo
ele, a empresa apresentará
uma nova máquina rotuladora
modular nesta edição.
Quem
também vai apresentar
novos produtos para
o setor na FISPAL é
a BRASILATA.
De acordo com João Vicente
Tuma, Diretor da Divisão
de Alimentos da empresa,
um novo modelo de lata
para alimentos secos
e uma nova linha de
latas para azeites e
óleos especiais serão
as novidades prometidas
para a edição de 2007.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
Ceras
Johnson investe R$ 45
milhões
A
CERAS
JOHNSON está investindo
R$ 45 milhões em uma
nova fábrica, em Manaus
(AM), que vai tornar-se,
em 2008, pólo de exportação.
O grupo americano vai
fechar a atual unidade
de produção, no Rio
de Janeiro. A CERAS
JOHNSON quer aumentar
a competitividade de
seus produtos, as famílias
Grand Prix, Carnu, Ziploc,
Bravo, Optimum, Pato
Purific, Glade, Raid,
Baygon, Off!, Autan
e Roma, entre outros.
Voltado para classes
de A a C, o grupo familiar
americano, que está
presente em 110 países,
estuda o lançamento
de produtos populares.
Atenderiam não só o
mercado brasileiro como
os da Índia, China e
Rússia, onde há planos
de expansão, diz o Presidente
da subsidiária brasileira,
Luis Vidal. "O
grupo passa por um momento
de consolidação das
30 fábricas em todo
mundo", afirma.
A SC JOHNSON, como é
batizada nos Estados
Unidos, faturou US$
6,5 bilhões em 2006.
No Brasil, a receita
alcançou R$ 600 milhões.
Valor
Econômico
Carbocloro
investe R$ 250 milhões
no país
Durante
alguns anos a CARBOCLORO
se perguntou se era
o momento de pisar no
acelerador no Brasil.
Grande fabricante de
cloro e soda cáustica
no país, usada tanto
na siderurgia como na
química, a empresa sempre
teve dúvidas se o mercado
nacional absorveria
uma ampliação de sua
capacidade. "Nossa
exportação não supera
os 5% do nosso faturamento,
portanto incrementar
a produção significaria
vender mais localmente",
conta Mario Cilento,
Vice-Presidente da companhia.
Mas com a solidificação
da economia brasileira,
a empresa, que é controlada
pela brasileira UNIPAR
(50%) e pela americana
OCCIDENTAL CHEMICAL
(50%), resolveu tirar
o projeto da gaveta
e anuncia investimentos
de R$ 250 milhões, que
vão aumentar a produção
de sua única fábrica
no país, instalada em
Cubatão (SP). Com previsão
para entrar em operação
em abril de 2008, a
nova capacidade instalada
da CARBOCLORO deverá
aumentar também significativamente
a receita da corporação.
Se hoje a companhia
fatura anualmente perto
de US$ 270 milhões por
ano, com a nova produção
sua receita deverá dar
um salto de pelo menos
30%.
Valor
Econômico
Siderurgia
& Metalurgia
Rexam
avança no mercado de
tampas
Na
contramão de grande
parte da indústria do
País, a subsidiária
brasileira da britânica
REXAM,
a maior fabricante de
latas de alumínio do
mundo, deverá concluir
neste mês os três primeiros
embarques para a Suécia
de um lote de 120 milhões
de tampas de alumínio.
A meta representa o
primeiro passo da estratégia
global para consolidar
o Brasil como plataforma
de exportação da empresa,
que deverá exportar
2 bilhões de tampas
este ano. O Presidente
da REXAM da América
Latina, André Balbi,
revela que, diante das
perspectivas de crescimento
do consumo tanto no
País quanto no exterior,
a companhia já estuda
a possibilidade de instalar
mais três fábricas no
Brasil. Presente em
20 países, nos quais
emprega 25 mil funcionários,
a REXAM mantém, no Brasil,
duas unidades em Recife
(PE), além de fábricas
em municípios como Santa
Cruz (RJ), Extrema (MG),
Brasília (DF), Águas
Claras (RS), Jacareí
(SP), Cuiabá (MT) e
Manaus (AM). Também
controla unidades de
produção em Santiago
do Chile e Buenos Aires,
na Argentina. No Brasil,
a companhia produz hoje
cerca de 1 bilhão de
tampas de alumínio por
ano, além de 8 bilhões
de latas.
Gazeta
Mercantil
ANGLOGOLD
ATINGE 60% DE RENTABILIDADE
NO BRASIL
Bobby
Godsell, Presidente
mundial da ANGLOGOLD ASHANTI, desembarcou
no Brasil no fim da
semana passado para
ver de perto a conclusão
de um projeto de expansão
que é hoje modelo para
toda a companhia, o
da mina de Cuiabá, em
Sabará (MG). A rentabilidade
na mina de Minas Gerais
é da ordem de 60%, o
dobro da rentabilidade
média de outras minas
da ANGLOGOLD espalhadas
por dez países, que
varia entre 25% e 30%.
A multinacional está
concluindo um plano
de investimento de US$
190 milhões para ampliar
a produção de Cuiabá
de 185 mil onças por
ano para 300 mil onças
anuais. A meta da ANGLOGOLD
ASHANTI é aumentar sua
produção global, atualmente
na casa de 5,7 milhões
de onças por ano, de
modo a manter sua participação
de mercado. Para 2007,
o investimento em expansão
da produção somará US$
1,2 bilhão. No Brasil,
a mineradora sul-africana
controla também a mina
de Serra Grande, em
Goiás, numa joint-venture
com a canadense KINROSS.
Com 21 minas em operação,
a ANGLOGOLD ASHANTI
é a segunda maior produtora
de ouro do mundo, atrás
apenas da americana
NEW MONDE.
Valor
Econômico
RECEITA
DA SAMARCO ATINGIRÁ
US$ 1,8 BI
O
Presidente da mineradora
SAMARCO, José Tadeu de Moraes, informou
que a empresa já comercializou
toda a produção adicional
de 7 milhões toneladas
anuais de minério de
ferro para os próximos
cinco anos. A ampliação
será resultado do programa
de expansão que será
concluído em fevereiro
próximo. Cada tonelada
de minério de ferro
é negociada por US$
90, em média. Com a
receita adicional, o
faturamento passará
de US$ 1,2 bilhão para
US$ 1,8 bilhão.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
LINX
PLANEJA CRESCER EM VAREJO
COM AQUISIÇÃO
Com
recursos entre R$ 5
milhões e R$ 10 milhões,
o grupo brasileiro LINX,
que fornece software
para automação de processos
no varejo, equipamentos
de logística e serviços
de telecom, planeja
adquirir pequenos desenvolvedores
de sistemas com faturamento
de até R$ 10 milhões.
Segundo o sócio Diretor
da empresa, Alberto
Menache, o aporte virá
do caixa do grupo que
busca aplicações complementares
ao seu mercado de atuação
e as negociações já
estão em andamento.
"O crescimento
deve se sustentar entre
25% e 30% nos próximos
cinco anos. E as aquisições
também fazer parte da
estratégia de expansão",
diz. Para 2007, sem
aquisições, a previsão
é ampliar em 28% as
vendas, para receita
de R$ 32 milhões.
Gazeta
Mercantil
IBM
INAUGURA CENTRO DE INOVAÇÃO
A
IBM
anunciou a criação em
São Paulo de um centro
de soluções para o setor
financeiro da América
Latina. Focado em procurar
inovações, por meio
de encomenda de um banco
ou para endereçar problemas
gerais do segmento,
o centro começa em busca
de sugestões de melhoria
do relacionamento com
clientes. A IBM planeja
investir US$ 10 milhões
no centro em cinco anos.
Será a sétima unidade
mundial voltada o setor.
As outras estão nos
Estados Unidos, França,
Espanha, China e Cingapura.
O centro paulistano
já tem modelos de agências
com configurações diferentes,
para testar um formato
mais intimista de atendimento
ao cliente.
Gazeta
Mercantil
COM
FOCO EM SERVIÇOS, ITAUTEC
REOCUPA FÁBRICA
A
ITAUTEC
começou a esquentar
os motores da fábrica
com que vai reocupar
as instalações de que
já dispunha em Jundiaí
(SP) e que estavam fora
de atividade, onde irá
concentrar toda a produção
de equipamentos da empresa,
englobando as atividades
que até recentemente
eram desenvolvidas na
unidade instalada no
Tatuapé, em São Paulo,
que foi desativada.
A fábrica foi preparada
para produzir desde
notebooks e computadores
de mesa até cofres,
caixas de auto-atendimento
bancário (ATM) e quiosques
para bancos. O projeto,
segundo o Diretor-Geral
da ITAUTEC, Guilherme
Archer de Castilho,
já consumiu US$ 17 milhões.
Mais US$ 4 milhões serão
injetados nos ajustes
finais da operação.
A unidade foi estruturada
para ampliar a capacidade
de produção da empresa.
Cerca de 900 pessoas
deverão trabalhar nas
novas instalações. Os
demais 4,1 mil funcionários
estão espalhados por
filiais internacionais
e escritórios no Brasil.
A ITAUTEC busca, gradativamente,
tornar-se menos dependente
de suas receitas de
equipamentos, a mesma
trilha que tem inspirado
empresas como IBM, HP
e DIEBOLD PROCOMP.
Valor
Econômico
Têxtil
& Couro
REDE
DE FRANQUIAS DA MARISOL
CRESCE NO BRASIL E NO
EXTERIOR
A
MARISOL
implantou, este ano,
projeto vigoroso de
expansão de redes de
franquias, tanto no
Brasil quanto no exterior.
Na Europa, avalia os
resultados da loja aberta
em setembro último na
Via de La Spiga, em
Milão, Itália. Para
irradiar o projeto na
União Européia, inaugurou
em abril unidade em
Madri, na Espanha, e
na cidade do Porto,
em Portugal. Com essa
expansão, são 16 lojas
no exterior. Até o final
deste ano, mais duas
unidades serão abertas,
no Peru e na Colômbia.
No Brasil, são atualmente
124 franquias em operação
com a marca Lilica &
Tigor e até o final
do ano serão 140. Já
a Rosa Chá conta com
17 unidades no Brasil
e até o final de 2007
terá 25. No exterior
são três, mas fechará
o ano com quatro, com
a inauguração de uma
loja Rosa Chá em Nova
Iorque.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
DIFERENÇA
CAI, E GOL/VARIG FICA
MAIS PERTO DA LÍDER
TAM
A
disputa entre TAM
e o GRUPO
GOL pela liderança
no mercado doméstico
está mais acirrada.
Em maio a diferença
entre as duas empresas
caiu para cerca de cinco
pontos percentuais.
No mês passado, a TAM
perdeu 1p.p de fatia
no comparativo com o
mesmo período do ano
passado, já a GOL/VARIG
viu seu market share
crescer 1,7p.p em maio.
No quinto mês deste
ano, a TAM transportou
1,82 bilhão de passageiros/por
quilômetro voados (paxkm),
elevação de 23,8%, no
comparativo com o igual
mês de 2006. A GOL apresentou
crescimento mais expressivo,
36,9%, com 1,5 bilhão
paxkm. Já o setor cresceu
no mercado doméstico
13,2% em maio no comparativo
com o mesmo mês do ano
passado. Nos cinco primeiros
meses de 2007, a elevação
foi de 14,06%, passando
de 16,109 bilhões paxkm
para 18 304 bilhões
paxkm.
Gazeta
Mercantil
LUFTHANSA
CRESCE COM VÔOS NAS
AMÉRICAS
O
aumento do tráfego de
passageiros nas rotas
que servem a América
do Sul e do Norte foi
o maior do mês de maio
para a alemã LUFTHANSA, segunda maior companhia aérea
da Europa. Enquanto
nas rotas européias
e asiáticas a demanda
subiu 6,8% e 2,3%, respectivamente,
o tráfego nas Américas
cresceu 9,8%. Na América
Latina, onde o principal
mercado é o Brasil,
o crescimento tem sido
acima dos 10%, segundo
Peter Fellinger, Diretor
Geral da LUFTHANSA para
América Latina e Caribe.
O executivo estima que
o fluxo de pessoas da
região para outros continentes
crescerá de 5% a 8%
nos próximos dois anos.
Valor
Econômico
Varejo
LOJAS
AMERICANAS INAUGURAM
UNIDADES EM BLOCKBUSTER
A
LOJAS
AMERICANAS S.A.
(LASA) inauguram as
primeiras unidades de
conveniência da marca
AMERICANAS EXPRESS dentro
de videolocadoras BLOCKBUSTER.
Serão quatro pontos-de-venda
no Rio de Janeiro, divididas
em Copacabana, Botafogo,
Tijuca e Ilha do Governador.
A AMERICANAS EXPRESS
BLOCKBUSTER é resultado
da aquisição da BWU,
empresa detentora da
marca BLOCKBUSTER no
Brasil. Nas primeiras
unidades, o montante
investido em reformas
foi de R$ 1,6 milhão,
e houve um aumento de
50% no quadro de funcionários.
O objetivo é adaptar
90% das 127 lojas BLOCKBUSTER
até o fim de 2007.
Gazeta
Mercantil
MAKRO
AUMENTA LUCRO NO BRASIL
O
venezuelano Antonio
Colmenares, há seis
anos o principal executivo
do MAKRO
na América Latina, fala
sobre a investida do
CARREFOUR e do WAL-MART
no mercado atacadista
brasileiro. O primeiro
acaba de comprar o ATACADÃO
e o segundo adquiriu
o MAXXI. Colmenares
diz não estar nem um
pouco preocupado. Em
vez de sentir-se acuado
o grupo holandês SHV,
o controlador do MAKRO,
traça um plano de expansão
na América Latina. "Além
dos países onde já atuamos
(Brasil, Colômbia, Venezuela
e Argentina), vamos
entrar em novos mercados",
diz. Representantes
do MAKRO estão avaliando
oportunidades no Peru
e no Chile, onde pretende
estrear em 2008 e 2009.
Embora não descarte
aquisições, é provável
que a rede opte por
construir uma operação
do zero e em parceria
com uma empresa local.
O Brasil é o único país
onde o MAKRO não é sócio
de ninguém. O MAKRO
possui 103 lojas na
América Latina, onde
faturou 2,2 bilhões
de euros em 2006. Entre
os latinos, o Brasil
é de longe o maior mercado
do MAKRO e, possivelmente,
o melhor deles. A receita
bruta da rede cresceu
de R$ 3,9 bilhões para
R$ 4,2 bilhões em 2006.
As vendas líquidas aumentaram
5,8%, para R$ 3,6 bilhões.
Mas é na última linha
do balanço que o resultado
é mais expressivo: o
lucro saltou de R$ 78,5
milhões para R$ 116,2
milhões em 2006.
Valor
Econômico