Sexta-feira, 06/07/2007
Ano VII – edição 276

Agribusiness

Odebrecht planeja destinar R$ 5 bi para açúcar e álcool

O grupo ODEBRECHT confirmou a sua entrada no setor sucroalcooleiro, prevendo injetar R$ 5 bilhões nos próximos oito anos em usinas e no plantio de cana-de-açúcar. A meta é ficar entre as três maiores empresas do setor. Segundo Ruy Sampaio, Diretor de Investimentos da ODEBRECHT, o novo negócio faz parte do projeto de expansão do grupo de um faturamento próximo a US$ 12 bilhões em 2006 para US$ 18 bilhões em 2012. "As operações no setor de açúcar e álcool têm potencial para responder por 15% a 20% do faturamento da ODEBRECHT em oito anos", afirmou o executivo. A investida em açúcar e álcool segue o plano estratégico da ODEBRECHT de criar um terceiro negócio depois de consolidação dos investimentos em construção e petroquímica. Em 2006, o grupo faturou R$ 24 bilhões, dos quais R$ 16,5 bilhões vieram da petroquímica BRASKEM (70% da receita) e R$ 7,4 bilhões da construtora CNO (30%).

Valor Econômico

 

SÃO MARTINHO QUER DOBRAR DE TAMANHO

O GRUPO SÃO MARTINHO já traçou suas metas para os próximos anos e prevê dobrar de tamanho até 2014. Para concretizar sua expansão, o grupo deverá concluir um plano de investimentos de cerca de R$ 1,3 bilhão, já iniciado, em aquisições de usinas e em projetos greenfield (construção). O grupo também não descarta estreitar sua parceria com a japonesa MITSUBISHI CORPORATION, que já possui 10% de participação na usina Boa Vista, que a companhia está construindo em Goiás. João Carvalho do Val, Diretor Financeiro e de Relações com os Investidores da SÃO MARTINHO, afirmou que o grupo já fez um aporte de R$ 650 milhões para promover seu crescimento. Segundo Val, a São Martinho pretende esmagar cerca de 20 milhões de toneladas de cana até o início de 2014. Na safra 2006/07, o grupo processou 9,2 milhões de toneladas.

Valor Econômico

 

Alimentos

"VAREJINHO" É ALVO DA ADRIA COM VENDA PORTA-A-PORTA

Munidos de computadores de bolso e se locomovendo sobre duas rodas, cerca de 60 vendedores do Nordeste, Sudeste e Sul do país estão a serviço da fabricante de massas e biscoitos ADRIA em busca do "varejinho", bares e mercearias de bairro, padarias, lanchonetes, bancas de revistas e lojas de conveniência. Historicamente esquecidos por parte dos grandes fornecedores, que costumam se voltar às redes de super e hipermercados, estes comerciantes representaram no ano passado a nada desprezível cifra de R$ 17,7 bilhões. Motivo suficiente para que a ADRIA decidisse mudar seu sistema de distribuição no pequeno varejo. A empresa migrou do sistema de pronta entrega para o de pré-venda, batizado de Sistema de Vendas a Negociar (SVN). Trata-se de uma venda fracionada, em que os clientes do "varejinho" têm a oportunidade de comprar quantidade inferior a uma caixa fechada, adequando o número de itens a sua necessidade no momento. O novo sistema de vendas foi o principal responsável pelo aumento de 19,4% nas vendas de biscoitos Isabela no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao ano passado. No mesmo período, a venda dos biscoitos Zabet subiu 33,7% e a das massas ADRIA cresceu 27,2%.

Valor Econômico

 

FUGINI INVESTE EM MARCA PRÓPRIA PARA DOCES ANTIGOS

A empresa nasceu em 1996 para atender a UNILEVER, com a produção da pasta de amendoim Amendocrem e dos doces da marca CICA. Mas a paulista FUGINI ALIMENTOS descobriu que carimbar a sua grife no próprio portifólio é também um bom negócio. A nova estratégia começou a ser desenhada em 2003, quando a FUGINI pagou US$ 5 milhões à UNILEVER para comprar a marca Amendocrem. Também assumiu a produção de goiabada, marrom glacê, marmelada, geléias e doces em calda, substituindo a marca CICA pela FUGINI. E, no mesmo ano, começou a concorrer com a antiga cliente ao lançar sua própria linha de atomatados, enfrentando a líder ELEFANTE. Agora, a FUGINI volta a investir R$ 1 milhão no Amendocrem. Controlada pelas famílias FUGITA e NINELLI, a FUGINI não divulga faturamento, nem a capacidade de produção da única fábrica, em de Monte Alto (SP). Estima-se que sua receita anual esteja ao redor de R$ 80 milhões.

Valor Econômico

 

Autopeças

Nova fábrica dobra produção em Manaus

Embalada pelo crescimento na demanda brasileira por equipamentos de áudio para carros cada vez mais sofisticados, a VISTEON já começou a investir na ampliação da capacidade industrial desse segmento. A empresa inaugura em Manaus (AM) uma nova fábrica, com capacidade para produzir 800 mil sistemas de áudio por ano, o dobro do que a antiga unidade, localizada na mesma cidade, fazia. Para agilizar o processo de fabricação, a nova unidade passa a produzir também placas eletrônicas de circuito integrado, antes compradas de fornecedores locais ou importadas.

Valor Econômico

 

Magneti Marelli amplia fábrica em Hortolândia

A MAGNETI MARELLI, empresa do grupo FIAT, vai investir 8 milhões (R$ 20,6 milhões) entre 2007 e 2008 em uma nova unidade para produzir bicos injetores, componente usado nos motores flex. A nova unidade vai funcionar ao lado da atual, em Hortolândia (SP), onde produz sistemas de injeção eletrônica e outras peças. Serão produzidas 6 milhões de peças/ano para os mercados interno e externo.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

GRUPO TOTAL COMPRA SD E QUER DOBRAR A RECEITA ATÉ 2009

O GRUPO TOTAL COMUNICAÇÃO, que reúne seis empresas nas áreas de publicidade e marketing, acrescenta mais uma companhia a seu portfólio. O grupo anuncia a aquisição de 75% do capital da SD, empresa de marketing promocional que reúne promoção, mala direta e ações em ponto-de-venda. O TOTAL já atuava nesse mercado com a agência ONESTOP e, segundo Francisco Mesquita, o principal executivo do grupo, a idéia é fundir a operação das duas empresas. O valor do negócio não foi revelado mas, com a nova aquisição, 40% da receita do grupo virá da área de "no media", que compreende todas as ações de marketing fora da publicidade tradicional. Hoje a área representa 35% da receita do grupo, que somou R$ 120 milhões em 2006. Essa operação faz parte do "ordenamento estratégico" do grupo iniciado no ano passado. A meta do plano de expansão, que inclui futuras aquisições, é fazer o grupo dobrar sua receita até 2009, para R$ 240 milhões.

Valor Econômico

 

COSAC NAIFY MUDA E COMEÇA A DAR LUCRO

Fundada há dez anos com o intuito de publicar livros de arte, a editora paulistana COSAC NAIFY sempre apresentou ousadia em seu projeto gráfico. O esmero em publicar obras ilustradas, de capa dura e com papéis pouco usados pelos concorrentes, tem norteado os lançamentos da casa. No entanto, esses custos começaram a pesar no orçamento da empresa.  Para que a empresa perdurasse, os sócios Charles Cosac e seu cunhado, Michael Naify perceberam que era necessário tornar o negócio auto-sustentável. A reestruturação tem dado resultados positivos. Entre 2003 e 2006, a editora cresceu 30% e, nos últimos dois anos, fechou no azul, algo que nunca tinha acontecido antes. Hoje, a editora trabalha em três áreas: 46,5% das vendas é obtida com artes, fotografia, moda, design, cinema e arquitetura; a divisão infanto-juvenil representa 31% das vendas e o restante fica por conta de literatura, poesia e ensaios. O número de lançamentos cresceu também. Até 2001, a COSAC NAIFY acumulou um catálogo de 45 títulos focado em artes plásticas. Atualmente, são 600 obras.

Valor Econômico

 

Engenharia, Projetos & Construção

AGRA FECHA QUATRO NOVOS NEGÓCIOS

A incorporadora AGRA EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS, que vinha sendo deixada em segundo plano pelas controladoras CYRELA BRAZIL REALTY EMPREENDIMENTOS (19%) e AGRA INCORPORADORA (15,02%), está retomando o apetite por crescimento. A empresa anunciou quatro novos negócios, que incluem de aquisição de banco de terrenos e acordos de incorporação conjunta à compra de participação societária, totalizando investimento de R$ 60,2 milhões. A empresa adquiriu 55% do capital da EXTREMA DESENVOLVIMENTO URBANO para desenvolvimento de loteamentos residenciais em todo o País, negociação de R$ 11 milhões, mais remuneração adicional atrelada a desempenho de até R$ 3,6 milhões, conforme metas para o lucro líquido dos exercícios de 2008 e 2009.

Gazeta Mercantil

 

Hotelaria, Restaurantes & Turismo

INTERCONTINENTAL QUER 30 HOTÉIS EM TRÊS ANOS

O Presidente da rede INTERCONTINENTAL HOTELS GROUP para a América Latina, Alvaro Diago, veio ao Brasil para participar da assinatura de quatro novos contratos da empresa, em São Paulo. Diago, porém, trouxe na mala uma meta mais audaciosa: atingir 30 empreendimentos administrados no Brasil até 2010. Há 60 anos no Brasil, a rede INTERCONTINENTAL deve acelerar sua velocidade de crescimento para 40 localidades potenciais, especialmente no Nordeste e interior de São Paulo, aproveitando o bom momento do mercado imobiliário.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

GSI INVESTE EM FÁBRICA DE EQUIPAMENTOS PARA GRANJAS

A mudança societária da norte-americana GSI vai impulsionar os investimentos da empresa no Brasil e no mundo. O grupo será controlado pelo CENTERBRIDGE PARTNERS, um fundo de investimentos dos Estados Unidos. Com isso, a previsão é de aportes no Brasil, Europa e Ásia. No Brasil estão previstos R$ 20 milhões para uma unidade de silos, além de aquisições de fábricas de equipamentos para criação de suínos e aves. "Estávamos ficando grandes demais", diz Ingo Erhardt, Presidente da GSI no Brasil. Segundo ele, com o novo investidor, a empresa entra em uma fase de crescimento, tendo como estratégia ser global e menos dependente do Brasil e dos Estados Unidos.

Gazeta Mercantil

 

CONTRATOS DA VOITH SIEMENS JÁ SUPERAM R$ 1 BILHÃO

De outubro de 2006 até o último dia de junho, a VOITH SIEMENS HYDRO POWER GENERATION fechou contratos para fornecer equipamentos ao setor energético brasileiro no valor de R$ 1,04 bilhão. Os fornecimentos ocorrerão no prazo de três a seis anos e são destinados à geração hidrelétrica. Em igual período do ano passado, os valores dos contratos fechados situaram-se em R$ 600 milhões. "Já podemos comemorar esse resultado puxado pelo crescimento da economia brasileira", afirma Osvaldo San Martin, Presidente da VOITH SIEMENS no Brasil, prevendo que os novos contratos se refletirão no faturamento da empresa já no exercício de outubro de 2007 a setembro de 2008, quando projeta receita em torno de R$ 600 milhões, bem acima dos R$ 350 milhões previstos para o atual exercício a se encerrar em setembro próximo.

Gazeta Mercantil

 

Papel & Celulose

IP investe US$ 1,5 bi em Três Lagoas

Junto com duas outras fábricas instaladas em Mogi Guaçu e Luiz Antônio, no Estado de SP, a fábrica que a INTERNATIONAL PAPER (IP) está construindo em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, passará a integrar um sistema de produção de 1 milhão toneladas/ano de papel de imprimir e escrever. O investimento total no complexo de celulose e papel em Três Lagoas é da ordem de US$ 1,5 bilhão. Somente na fábrica de papel estão sendo investidos US$ 350 milhões. Quando em operação, a fábrica terá capacidade de produzir 200 mil toneladas/ano de papel para imprimir e escrever. Com essa estrutura o Brasil passará a contar com uma efetiva plataforma de negócios voltada para a América Latina, cuja demanda de 3 milhões toneladas/ano de papel continua crescendo.

Valor Econômico

 

Plástico & Borracha

ITAVEMA EXPANDE SEUS NEGÓCIOS

O grupo ITAVEMA, conhecido pelas concessionárias de veículos em São Paulo e Rio, acaba de comprar a GLOBALPACK, fabricante de embalagens plásticas que pertencia a uma companhia inglesa. A aquisição trará uma linha de produto complementar à da SINIMPLAST, empresa de transformação de plásticos da ITAVEMA. De maneira muito discreta, as aquisições têm impulsionado o crescimento do grupo brasileiro. A receita anual da ITAVEMA somou R$ 2,5 bilhões em 2005, R$ 3 bilhões no ano passado e deverá chegar a R$ 4 bilhões em 2007. Com faturamento de R$ 250 milhões em 2006, a SINIMPLAST passará a contar com uma receita anual adicional de R$130 milhões. O grupo ITAVEMA informa que tem ainda planos de expansão para as atuais fábricas.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

Distribuidora Makeni cria empresa e inicia atividades na Argentina

O potencial de crescimento econômico argentino, que tem se mantido em patamares entre 7% e 8%, fizeram a distribuidora de produtos químicos e petroquímicos MAKENI CHEMICALS abrir um escritório de operações em Buenos Aires. A nova unidade, chamada INKEMA CHEMICALS, deverá começar a operar no mês que vem e a expectativa da empresa é que com isso o volume de exportações para o país vizinho possa dobrar este ano, para US$ 1 milhão, ante os R$ 500 mil em 2006.

Gazeta Mercantil

 

Serquímica inicia produção de ácido fosfórico grau alimentício

A SERQUÍMICA mais uma vez prova sua eficácia através da expansão de seu mix de produtos, aumentando sua participação no setor sucroalcooleiro e também conquistando novos mercados. Por ser jovem e arrojada, os desafios e a audácia já fazem parte de sua filosofia. A empresa investiu cerca de meio milhão de dólares para realizar um projeto que até então era um mito, a fabricação de ácido fosfórico grau alimentício. Hoje a SERQUÍMICA orgulha-se de ser a segunda empresa no país a fabricar esse tipo de produto e com uma nova tecnologia 100% nacional. A abrangência da aplicação do ácido fosfórico grau alimentício produzido pela SERQUÍMICA faz com que a empresa alcance muitos mercados e tenha aplicações em vários produtos. 

Valor Econômico

 

Serviços

ATENTO CRESCE E ABRE NOVA UNIDADE NESTE ANO

A ATENTO mantém os planos de expansão no número de funcionários e do espaço para novas posições de atendimento. Para isso, deve inaugurar até o fim do ano uma nova unidade, e outras localidades estão em avaliação. Todas as próximas instalações da empresa de call center controlada pelo grupo TELEFÓNICA devem seguir o modelo da unidade de Belenzinho, na zona leste de São Paulo. Inaugurada no fim do ano passado, é o maior centro para essa atividade em toda a América Latina, com capacidade de operar com 6 mil atendentes diariamente. Hoje a empresa tem 8 centros no Brasil, mas apenas a última já funciona no modelo que o executivo chama de contact center de nova geração. Todos os atendentes utilizam sistema de telefonia pela internet (IP), fornecido pela AVAYA. Há também um forte trabalho de infra-estrutura para manter as operações no ar 24 horas por dia e de dar conforto aos atendentes.

Gazeta Mercantil

 

BR MALLS: MAIS COMPRAS

Com dois investimentos, a BR MALLS PARTICIPAÇÕES aumentou a presença em Minas Gerais. Adquiriu 0,98% do Minas Shopping, em Belo Horizonte, e 13% do Big Shopping, em Contagem. A empresa já tem parte 30% do Shopping Del Rey.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

CCE LEVA FÁBRICA DE PCS PARA O PARANÁ

A DIGIBRAS, empresa de informática do grupo CCE, vai investir R$ 7,125 milhões em uma fábrica de computadores na cidade da Lapa, no Paraná. A fábrica da DIGIBRAS deve começar a funcionar em seis meses e vai gerar 600 empregos diretos. A empresa do grupo CCE já foi apresentada como a segunda em fabricação de computadores no Estado. Ela terá capacidade para produzir 450 mil computadores de mesa, 180 mil portáteis e 200 mil monitores com telas de cristal líquido por ano.

Valor Econômico

 

Nokia lidera a produção de câmeras digitais

As empresas do mercado de câmeras digitais enfrentam um desafio externo, apesar do bom momento e sofisticação de compra por parte dos consumidores. Hoje a NOKIA já é a maior comercializadora de equipamentos para fotografar globalmente, devido à grande parte dos novos celulares vendidos no mundo já trazerem câmeras embutidas. Ela vendeu no ano passado 140 milhões de aparelhos com essa capacidade de um volume total de 347 milhões de telefones. Mas as fabricantes das câmeras puras, como SONY, KODAK, OLYMPUS, NIKON e CANON, até agora têm se saído bem do desafio. No último ano, o crescimento do mercado foi superior ao esperado para o Brasil. Foram vendidas 1,5 milhões de câmeras em 2005, com um salto para 2,5 milhões no ano passado.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

BEBECÊ AMPLIA FÁBRICA E DIVERSIFICA

Na contramão da crise do setor calçadista, a BEBECÊ, de Três Coroas (RS), vem aumentando as suas vendas, investindo e contratando mais. Este ano ampliou a unidade em 3 mil metros quadrados, projeto que demandou um investimento de R$ 4,6 milhões e espera vendas 5% maiores. O segredo do bom momento da empresa está nas apostas em inovação, fortalecimento da marca e no mercado interno. Assim, a BEBECÊ duplicou o número de modelos no ultimo ano e meio, passou a utilizar mais de 100 tipos de materiais nos calçados, desenvolveu tecnologia em busca de conforto e reduziu para 5% a participação das exportações, fugindo dos danos que o dólar causa hoje. "Criar e apresentar novidades é o nosso diferencial. Se ficarmos fazendo a mesma coisa caímos na vala do preço", disse o Diretor-Presidente da empresa, Analdo Slovinski Moraes. Com todo o seu parque fabril localizado em Três Coroas, na serra gaúcha, a BEBECÊ produziu ano passado 3,2 milhões de pares. Segundo Moraes, o volume deve crescer 5% este ano, mas a empresa pretende elevar o faturamento em 10% pelo maior de preço de alguns modelos. Como as apostas da BEBECÊ se mostraram acertadas, a empresa também investe e contrata mais, este ano foram 140 contratações. Com isso, conta hoje com 640 funcionários.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

RYDER RETOMA FROTA PRÓPRIA NO PAÍS

Impulsionada pelo crescimento econômico do país e, principalmente, da indústria automobilística, a RYDER LOGÍSTICA DO BRASIL decidiu comprar 50 caminhões Mercedez-Benz da categoria pesados. O investimento supera R$ 13 milhões e marca o retorno da estratégia da operadora logística de frota própria. Além dos caminhões a RYDER também adquiriu 25 carretas. Ainda segundo a empresa, outros 20 caminhões serão incorporados à frota até o final do ano. O investimento nos caminhões também envolve a contratação de pelo menos 100 funcionários. Hoje, a empresa conta com 1,3 mil empregados no Brasil e 30 mil no mundo. A previsão é que após cinco anos de crescimento constante, a empresa registre uma evolução de 12% em 2007.

Valor Econômico

 

Scania projeta investimentos

Ao completar 50 anos de operação no Brasil, a SCANIA LATIN AMERICA começa a estudar novo ciclo de investimentos para a unidade no País. Instalada em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a fábrica da montadora atingirá este ano sua capacidade plena de produção, 23 mil veículos, entre caminhões e ônibus produzidos. O Diretor de Produção Sidney Claudinei Basso, afirmou que a matriz traçou para os próximos dois anos um plano estratégico que implica aumento da capacidade instalada das quatro fábricas espalhadas pelo mundo para se chegar a 100 mil unidades produzidas. Os recursos programados são da ordem de € 214 milhões. A capacidade atual da montadora é de 80 mil veículos. Pelos planos da SCANIA, este volume será atingido já neste ano. Em 2008, a empresa fabricará 90 mil e em 2009 chegará a marca de 100 mil unidades.

Gazeta Mercantil

 

Ford Caminhões estuda elevar produção

Com a segunda maior produtora acumulada de caminhões do País (neste mês vai completar 700 mil unidades desde que se instalou no País, em 1957), a FORD fechou o semestre com 8.994 caminhões vendidos, 20,9% de participação do mercado de veículos de cargas. Cada ponto percentual na indústria de caminhões vale cerca de R$130 milhões. "O mercado de caminhões total no primeiro semestre foi de 43.067 unidades e vai continuar aquecido no segundo semestre. Prevemos 88 mil unidades no ano todo. A FORD deverá ficar com 18 mil, em torno de 20,5%", disse Oswaldo Jardim, Diretor de Operações da FORD CAMINHÕES para a América do Sul. As filas de caminhões FORD, sobretudo os destinados à mineração e a canaviais, tem espera até janeiro de 2008. A FORD opera num só turno de trabalho, na fábrica de Taboão, em São Bernardo do Campo, ABC paulista. No segundo semestre a FORD irá remover alguns gargalos na fábrica para aumentar a capacidade. Com isso, em 2008, se o mercado pedir, poderá aumentar em 20%, de 80 para 96 unidades diárias.

Gazeta Mercantil

 

DM INVESTE R$ 16 MILHÕES

A DM TRANSPORTE E LOGÍSTICA INTERNACIONAL, que completa 40 anos neste mês, investiu R$ 16 milhões na compra de 40 cavalos Stralis 6x2, da montadora Iveco e mais 60 carretas sider, da GUERRA. Parte dos novos veículos começarão a rodar pelas estradas nacionais e internacionais ainda este mês. A empresa espera atingir um faturamento de US$ 37,3 milhões para esse ano, o que representa um acréscimo de 19% com relação ao ano anterior.

Gazeta Mercantil

 

EMBRAER FECHA VENDA DE 50 JATOS PHENOM

A EMBRAER já acumula uma carteira de pedidos de 450 unidades dos jatos executivos Phenom 100 e Phenom 300. Ao longo do segundo trimestre, a empresa comercializou 50 jatos da linha, de acordo com Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente de Aviação Executiva. A EMBRAER não especifica os números de venda de cada modelo nem o valor da carteira. Entre 10 e 15 anos, a aviação executiva deverá responder por 20% das receitas da fabricante de jatos. Em 2006, essa participação saltou de 7% para 15%.

Valor Econômico

 

Varejo

RIACHUELO ABRE LOJA NO RIO E MUDA SEU EIXO DE EXPANSÃO

Após consolidar posições nas regiões Norte e Nordeste do país, a RIACHUELO, segunda maior rede de lojas de departamento do país, controlada pelo grupo GUARARAPES, volta a centrar forças no Sul e Sudeste. O Rio de Janeiro é considerado um dos mercados prioritários para o grupo nesta nova fase de expansão. A estratégia de aumentar o número de lojas levou a empresa a investir R$ 30 milhões na ampliação de suas fábricas em Natal (RN) e Fortaleza (CE). Hoje, os dois complexos industriais produzem 200 mil peças por mês. A expectativa do grupo é aumentar a produção mensal em 20% com a ampliação das unidades. A empresa inaugurou a quarta loja no Estado, localizada no centro do Rio, a segunda deste ano, e negocia a abertura de mais uma até o fim de 2007. Para 2008, está prevista, até agora, a abertura de uma loja no Norte Shopping, na Zona Norte da cidade. Além das duas lojas do Rio, a empresa também pretende abrir outras duas unidades até o fim do ano: uma em São Paulo e outra em João Pessoa (PB). A rede tem hoje duas lojas em Curitiba (PR), com previsão de abertura de mais uma em 2008 no Palladium Shopping e ainda negocia a abertura de uma primeira unidade em Porto Alegre (RS). Com 88 lojas espalhadas pelo Brasil, a Riachuelo fechou 2006 com uma receita bruta de R$ 2,13 bilhões, 11,2% superior a de 2005.

Valor Econômico

 

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