Agribusiness
Odebrecht
planeja destinar
R$ 5 bi para açúcar
e álcool
O
grupo ODEBRECHT
confirmou a sua
entrada no setor
sucroalcooleiro,
prevendo injetar
R$ 5 bilhões nos
próximos oito
anos em usinas
e no plantio de
cana-de-açúcar.
A meta é ficar
entre as três
maiores empresas
do setor. Segundo
Ruy Sampaio, Diretor
de Investimentos
da ODEBRECHT,
o novo negócio
faz parte do projeto
de expansão do
grupo de um faturamento
próximo a US$
12 bilhões em
2006 para US$
18 bilhões em
2012. "As
operações no setor
de açúcar e álcool
têm potencial
para responder
por 15% a 20%
do faturamento
da ODEBRECHT em
oito anos",
afirmou o executivo.
A investida em
açúcar e álcool
segue o plano
estratégico da
ODEBRECHT de criar
um terceiro negócio
depois de consolidação
dos investimentos
em construção
e petroquímica.
Em 2006, o grupo
faturou R$ 24
bilhões, dos quais
R$ 16,5 bilhões
vieram da petroquímica
BRASKEM (70% da
receita) e R$
7,4 bilhões da
construtora CNO
(30%).
Valor
Econômico
SÃO
MARTINHO QUER
DOBRAR DE TAMANHO
O
GRUPO
SÃO MARTINHO
já traçou suas
metas para os
próximos anos
e prevê dobrar
de tamanho até
2014. Para concretizar
sua expansão,
o grupo deverá
concluir um plano
de investimentos
de cerca de R$
1,3 bilhão, já
iniciado, em aquisições
de usinas e em
projetos greenfield
(construção).
O grupo também
não descarta estreitar
sua parceria com
a japonesa MITSUBISHI
CORPORATION, que
já possui 10%
de participação
na usina Boa Vista,
que a companhia
está construindo
em Goiás. João
Carvalho do Val,
Diretor Financeiro
e de Relações
com os Investidores
da SÃO MARTINHO,
afirmou que o
grupo já fez um
aporte de R$ 650
milhões para promover
seu crescimento.
Segundo Val, a
São Martinho pretende
esmagar cerca
de 20 milhões
de toneladas de
cana até o início
de 2014. Na safra
2006/07, o grupo
processou 9,2
milhões de toneladas.
Valor
Econômico
Alimentos
"VAREJINHO"
É ALVO DA ADRIA
COM VENDA PORTA-A-PORTA
Munidos
de computadores
de bolso e se
locomovendo sobre
duas rodas, cerca
de 60 vendedores
do Nordeste, Sudeste
e Sul do país
estão a serviço
da fabricante
de massas e biscoitos
ADRIA
em busca do "varejinho",
bares e mercearias
de bairro, padarias,
lanchonetes, bancas
de revistas e
lojas de conveniência.
Historicamente
esquecidos por
parte dos grandes
fornecedores,
que costumam se
voltar às redes
de super e hipermercados,
estes comerciantes
representaram
no ano passado
a nada desprezível
cifra de R$ 17,7
bilhões. Motivo
suficiente para
que a ADRIA decidisse
mudar seu sistema
de distribuição
no pequeno varejo.
A empresa migrou
do sistema de
pronta entrega
para o de pré-venda,
batizado de Sistema
de Vendas a Negociar
(SVN). Trata-se
de uma venda fracionada,
em que os clientes
do "varejinho"
têm a oportunidade
de comprar quantidade
inferior a uma
caixa fechada,
adequando o número
de itens a sua
necessidade no
momento. O novo
sistema de vendas
foi o principal
responsável pelo
aumento de 19,4%
nas vendas de
biscoitos Isabela
no primeiro trimestre
deste ano, em
comparação ao
ano passado. No
mesmo período,
a venda dos biscoitos
Zabet subiu 33,7%
e a das massas
ADRIA cresceu
27,2%.
Valor
Econômico
FUGINI
INVESTE EM MARCA
PRÓPRIA PARA DOCES
ANTIGOS
A
empresa nasceu
em 1996 para atender
a UNILEVER, com
a produção da
pasta de amendoim
Amendocrem e dos
doces da marca
CICA. Mas a paulista
FUGINI
ALIMENTOS descobriu
que carimbar a
sua grife no próprio
portifólio é também
um bom negócio.
A nova estratégia
começou a ser
desenhada em 2003,
quando a FUGINI
pagou US$ 5 milhões
à UNILEVER para
comprar a marca
Amendocrem. Também
assumiu a produção
de goiabada, marrom
glacê, marmelada,
geléias e doces
em calda, substituindo
a marca CICA pela
FUGINI. E, no
mesmo ano, começou
a concorrer com
a antiga cliente
ao lançar sua
própria linha
de atomatados,
enfrentando a
líder ELEFANTE.
Agora, a FUGINI
volta a investir
R$ 1 milhão no
Amendocrem. Controlada
pelas famílias
FUGITA e NINELLI,
a FUGINI não divulga
faturamento, nem
a capacidade de
produção da única
fábrica, em de
Monte Alto (SP).
Estima-se que
sua receita anual
esteja ao redor
de R$ 80 milhões.
Valor
Econômico
Autopeças
Nova
fábrica dobra
produção em Manaus
Embalada
pelo crescimento
na demanda brasileira
por equipamentos
de áudio para
carros cada vez
mais sofisticados,
a VISTEON já começou a investir na ampliação
da capacidade
industrial desse
segmento. A empresa
inaugura em Manaus
(AM) uma nova
fábrica, com capacidade
para produzir
800 mil sistemas
de áudio por ano,
o dobro do que
a antiga unidade,
localizada na
mesma cidade,
fazia. Para agilizar
o processo de
fabricação, a
nova unidade passa
a produzir também
placas eletrônicas
de circuito integrado,
antes compradas
de fornecedores
locais ou importadas.
Valor
Econômico
Magneti
Marelli amplia
fábrica em Hortolândia
A
MAGNETI
MARELLI, empresa
do grupo FIAT,
vai investir 8
milhões (R$ 20,6
milhões) entre
2007 e 2008 em
uma nova unidade
para produzir
bicos injetores,
componente usado
nos motores flex.
A nova unidade
vai funcionar
ao lado da atual,
em Hortolândia
(SP), onde produz
sistemas de injeção
eletrônica e outras
peças. Serão produzidas
6 milhões de peças/ano
para os mercados
interno e externo.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade &
Propaganda
GRUPO
TOTAL COMPRA SD
E QUER DOBRAR
A RECEITA ATÉ
2009
O
GRUPO
TOTAL COMUNICAÇÃO,
que reúne seis
empresas nas áreas
de publicidade
e marketing, acrescenta
mais uma companhia
a seu portfólio.
O grupo anuncia
a aquisição de
75% do capital
da SD, empresa
de marketing promocional
que reúne promoção,
mala direta e
ações em ponto-de-venda.
O TOTAL já atuava
nesse mercado
com a agência
ONESTOP e, segundo
Francisco Mesquita,
o principal executivo
do grupo, a idéia
é fundir a operação
das duas empresas.
O valor do negócio
não foi revelado
mas, com a nova
aquisição, 40%
da receita do
grupo virá da
área de "no
media", que
compreende todas
as ações de marketing
fora da publicidade
tradicional. Hoje
a área representa
35% da receita
do grupo, que
somou R$ 120 milhões
em 2006. Essa
operação faz parte
do "ordenamento
estratégico"
do grupo iniciado
no ano passado.
A meta do plano
de expansão, que
inclui futuras
aquisições, é
fazer o grupo
dobrar sua receita
até 2009, para
R$ 240 milhões.
Valor
Econômico
COSAC
NAIFY MUDA E COMEÇA
A DAR LUCRO
Fundada
há dez anos com
o intuito de publicar
livros de arte,
a editora paulistana
COSAC
NAIFY sempre
apresentou ousadia
em seu projeto
gráfico. O esmero
em publicar obras
ilustradas, de
capa dura e com
papéis pouco usados
pelos concorrentes,
tem norteado os
lançamentos da
casa. No entanto,
esses custos começaram
a pesar no orçamento
da empresa. Para
que a empresa
perdurasse, os
sócios Charles
Cosac e seu cunhado,
Michael Naify
perceberam que
era necessário
tornar o negócio
auto-sustentável.
A reestruturação
tem dado resultados
positivos. Entre
2003 e 2006, a
editora cresceu
30% e, nos últimos
dois anos, fechou
no azul, algo
que nunca tinha
acontecido antes.
Hoje, a editora
trabalha em três
áreas: 46,5% das
vendas é obtida
com artes, fotografia,
moda, design,
cinema e arquitetura;
a divisão infanto-juvenil
representa 31%
das vendas e o
restante fica
por conta de literatura,
poesia e ensaios.
O número de lançamentos
cresceu também.
Até 2001, a COSAC
NAIFY acumulou
um catálogo de
45 títulos focado
em artes plásticas.
Atualmente, são
600 obras.
Valor
Econômico
Engenharia,
Projetos &
Construção
AGRA
FECHA QUATRO NOVOS
NEGÓCIOS
A
incorporadora
AGRA
EMPREENDIMENTOS
IMOBILIÁRIOS,
que vinha sendo
deixada em segundo
plano pelas controladoras
CYRELA BRAZIL
REALTY EMPREENDIMENTOS
(19%) e AGRA INCORPORADORA
(15,02%), está
retomando o apetite
por crescimento.
A empresa anunciou
quatro novos negócios,
que incluem de
aquisição de banco
de terrenos e
acordos de incorporação
conjunta à compra
de participação
societária, totalizando
investimento de
R$ 60,2 milhões.
A empresa adquiriu
55% do capital
da EXTREMA DESENVOLVIMENTO
URBANO para desenvolvimento
de loteamentos
residenciais em
todo o País, negociação
de R$ 11 milhões,
mais remuneração
adicional atrelada
a desempenho de
até R$ 3,6 milhões,
conforme metas
para o lucro líquido
dos exercícios
de 2008 e 2009.
Gazeta
Mercantil
Hotelaria,
Restaurantes &
Turismo
INTERCONTINENTAL
QUER 30 HOTÉIS
EM TRÊS ANOS
O
Presidente da
rede INTERCONTINENTAL HOTELS GROUP para
a América Latina,
Alvaro Diago,
veio ao Brasil
para participar
da assinatura
de quatro novos
contratos da empresa,
em São Paulo.
Diago, porém,
trouxe na mala
uma meta mais
audaciosa: atingir
30 empreendimentos
administrados
no Brasil até
2010. Há 60 anos
no Brasil, a rede
INTERCONTINENTAL
deve acelerar
sua velocidade
de crescimento
para 40 localidades
potenciais, especialmente
no Nordeste e
interior de São
Paulo, aproveitando
o bom momento
do mercado imobiliário.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
GSI
INVESTE EM FÁBRICA
DE EQUIPAMENTOS
PARA GRANJAS
A
mudança societária
da norte-americana
GSI vai impulsionar os investimentos da
empresa no Brasil
e no mundo. O
grupo será controlado
pelo CENTERBRIDGE
PARTNERS, um fundo
de investimentos
dos Estados Unidos.
Com isso, a previsão
é de aportes no
Brasil, Europa
e Ásia. No Brasil
estão previstos
R$ 20 milhões
para uma unidade
de silos, além
de aquisições
de fábricas de
equipamentos para
criação de suínos
e aves. "Estávamos
ficando grandes
demais",
diz Ingo Erhardt,
Presidente da
GSI no Brasil.
Segundo ele, com
o novo investidor,
a empresa entra
em uma fase de
crescimento, tendo
como estratégia
ser global e menos
dependente do
Brasil e dos Estados
Unidos.
Gazeta
Mercantil
CONTRATOS
DA VOITH SIEMENS
JÁ SUPERAM R$
1 BILHÃO
De
outubro de 2006
até o último dia
de junho, a VOITH SIEMENS HYDRO POWER GENERATION fechou
contratos para
fornecer equipamentos
ao setor energético
brasileiro no
valor de R$ 1,04
bilhão. Os fornecimentos
ocorrerão no prazo
de três a seis
anos e são destinados
à geração hidrelétrica.
Em igual período
do ano passado,
os valores dos
contratos fechados
situaram-se em
R$ 600 milhões.
"Já podemos
comemorar esse
resultado puxado
pelo crescimento
da economia brasileira",
afirma Osvaldo
San Martin, Presidente
da VOITH SIEMENS
no Brasil, prevendo
que os novos contratos
se refletirão
no faturamento
da empresa já
no exercício de
outubro de 2007
a setembro de
2008, quando projeta
receita em torno
de R$ 600 milhões,
bem acima dos
R$ 350 milhões
previstos para
o atual exercício
a se encerrar
em setembro próximo.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
IP
investe US$ 1,5
bi em Três Lagoas
Junto
com duas outras
fábricas instaladas
em Mogi Guaçu
e Luiz Antônio,
no Estado de SP,
a fábrica que
a INTERNATIONAL PAPER (IP) está
construindo em
Três Lagoas, Mato
Grosso do Sul,
passará a integrar
um sistema de
produção de 1
milhão toneladas/ano
de papel de imprimir
e escrever. O
investimento total
no complexo de
celulose e papel
em Três Lagoas
é da ordem de
US$ 1,5 bilhão.
Somente na fábrica
de papel estão
sendo investidos
US$ 350 milhões.
Quando em operação,
a fábrica terá
capacidade de
produzir 200 mil
toneladas/ano
de papel para
imprimir e escrever.
Com essa estrutura
o Brasil passará
a contar com uma
efetiva plataforma
de negócios voltada
para a América
Latina, cuja demanda
de 3 milhões toneladas/ano
de papel continua
crescendo.
Valor
Econômico
Plástico
& Borracha
ITAVEMA
EXPANDE SEUS NEGÓCIOS
O
grupo ITAVEMA,
conhecido pelas
concessionárias
de veículos em
São Paulo e Rio,
acaba de comprar
a GLOBALPACK,
fabricante de
embalagens plásticas
que pertencia
a uma companhia
inglesa. A aquisição
trará uma linha
de produto complementar
à da SINIMPLAST,
empresa de transformação
de plásticos da
ITAVEMA. De maneira
muito discreta,
as aquisições
têm impulsionado
o crescimento
do grupo brasileiro.
A receita anual
da ITAVEMA somou
R$ 2,5 bilhões
em 2005, R$ 3
bilhões no ano
passado e deverá
chegar a R$ 4
bilhões em 2007.
Com faturamento
de R$ 250 milhões
em 2006, a SINIMPLAST
passará a contar
com uma receita
anual adicional
de R$130 milhões.
O grupo ITAVEMA
informa que tem
ainda planos de
expansão para
as atuais fábricas.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
Distribuidora
Makeni cria empresa
e inicia atividades
na Argentina
O
potencial de crescimento
econômico argentino,
que tem se mantido
em patamares entre
7% e 8%, fizeram
a distribuidora
de produtos químicos
e petroquímicos
MAKENI
CHEMICALS
abrir um escritório
de operações em
Buenos Aires.
A nova unidade,
chamada INKEMA
CHEMICALS, deverá
começar a operar
no mês que vem
e a expectativa
da empresa é que
com isso o volume
de exportações
para o país vizinho
possa dobrar este
ano, para US$
1 milhão, ante
os R$ 500 mil
em 2006.
Gazeta
Mercantil
Serquímica
inicia produção
de ácido fosfórico
grau alimentício
A
SERQUÍMICA
mais uma vez prova
sua eficácia através
da expansão de
seu mix de produtos,
aumentando sua
participação no
setor sucroalcooleiro
e também conquistando
novos mercados.
Por ser jovem
e arrojada, os
desafios e a audácia
já fazem parte
de sua filosofia.
A empresa investiu
cerca de meio
milhão de dólares
para realizar
um projeto que
até então era
um mito, a fabricação
de ácido fosfórico
grau alimentício.
Hoje a SERQUÍMICA
orgulha-se de
ser a segunda
empresa no país
a fabricar esse
tipo de produto
e com uma nova
tecnologia 100%
nacional. A abrangência
da aplicação do
ácido fosfórico
grau alimentício
produzido pela
SERQUÍMICA faz
com que a empresa
alcance muitos
mercados e tenha
aplicações em
vários produtos.
Valor
Econômico
Serviços
ATENTO
CRESCE E ABRE
NOVA UNIDADE NESTE
ANO
A
ATENTO
mantém os planos
de expansão no
número de funcionários
e do espaço para
novas posições
de atendimento.
Para isso, deve
inaugurar até
o fim do ano uma
nova unidade,
e outras localidades
estão em avaliação.
Todas as próximas
instalações da
empresa de call
center controlada
pelo grupo TELEFÓNICA
devem seguir o
modelo da unidade
de Belenzinho,
na zona leste
de São Paulo.
Inaugurada no
fim do ano passado,
é o maior centro
para essa atividade
em toda a América
Latina, com capacidade
de operar com
6 mil atendentes
diariamente. Hoje
a empresa tem
8 centros no Brasil,
mas apenas a última
já funciona no
modelo que o executivo
chama de contact
center de nova
geração. Todos
os atendentes
utilizam sistema
de telefonia pela
internet (IP),
fornecido pela
AVAYA. Há também
um forte trabalho
de infra-estrutura
para manter as
operações no ar
24 horas por dia
e de dar conforto
aos atendentes.
Gazeta
Mercantil
BR
MALLS: MAIS COMPRAS
Com
dois investimentos,
a BR MALLS PARTICIPAÇÕES aumentou a presença
em Minas Gerais.
Adquiriu 0,98%
do Minas Shopping,
em Belo Horizonte,
e 13% do Big Shopping,
em Contagem. A
empresa já tem
parte 30% do Shopping
Del Rey.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
CCE
LEVA FÁBRICA DE
PCS PARA O PARANÁ
A
DIGIBRAS,
empresa de informática
do grupo CCE,
vai investir R$
7,125 milhões
em uma fábrica
de computadores
na cidade da Lapa,
no Paraná. A fábrica
da DIGIBRAS deve
começar a funcionar
em seis meses
e vai gerar 600
empregos diretos.
A empresa do grupo
CCE já foi apresentada
como a segunda
em fabricação
de computadores
no Estado. Ela
terá capacidade
para produzir
450 mil computadores
de mesa, 180 mil
portáteis e 200
mil monitores
com telas de cristal
líquido por ano.
Valor
Econômico
Nokia
lidera a produção
de câmeras digitais
As
empresas do mercado
de câmeras digitais
enfrentam um desafio
externo, apesar
do bom momento
e sofisticação
de compra por
parte dos consumidores.
Hoje a NOKIA
já é a maior comercializadora
de equipamentos
para fotografar
globalmente, devido
à grande parte
dos novos celulares
vendidos no mundo
já trazerem câmeras
embutidas. Ela
vendeu no ano
passado 140 milhões
de aparelhos com
essa capacidade
de um volume total
de 347 milhões
de telefones.
Mas as fabricantes
das câmeras puras,
como SONY, KODAK,
OLYMPUS,
NIKON e CANON,
até agora têm
se saído bem do
desafio. No último
ano, o crescimento
do mercado foi
superior ao esperado
para o Brasil.
Foram vendidas
1,5 milhões de
câmeras em 2005,
com um salto para
2,5 milhões no
ano passado.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
BEBECÊ
AMPLIA FÁBRICA
E DIVERSIFICA
Na
contramão da crise
do setor calçadista,
a BEBECÊ, de Três Coroas (RS), vem aumentando
as suas vendas,
investindo e contratando
mais. Este ano
ampliou a unidade
em 3 mil metros
quadrados, projeto
que demandou um
investimento de
R$ 4,6 milhões
e espera vendas
5% maiores. O
segredo do bom
momento da empresa
está nas apostas
em inovação, fortalecimento
da marca e no
mercado interno.
Assim, a BEBECÊ
duplicou o número
de modelos no
ultimo ano e meio,
passou a utilizar
mais de 100 tipos
de materiais nos
calçados, desenvolveu
tecnologia em
busca de conforto
e reduziu para
5% a participação
das exportações,
fugindo dos danos
que o dólar causa
hoje. "Criar
e apresentar novidades
é o nosso diferencial.
Se ficarmos fazendo
a mesma coisa
caímos na vala
do preço",
disse o Diretor-Presidente
da empresa, Analdo
Slovinski Moraes.
Com todo o seu
parque fabril
localizado em
Três Coroas, na
serra gaúcha,
a BEBECÊ produziu
ano passado 3,2
milhões de pares.
Segundo Moraes,
o volume deve
crescer 5% este
ano, mas a empresa
pretende elevar
o faturamento
em 10% pelo maior
de preço de alguns
modelos. Como
as apostas da
BEBECÊ se mostraram
acertadas, a empresa
também investe
e contrata mais,
este ano foram
140 contratações.
Com isso, conta
hoje com 640 funcionários.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
RYDER
RETOMA FROTA PRÓPRIA
NO PAÍS
Impulsionada
pelo crescimento
econômico do país
e, principalmente,
da indústria automobilística,
a RYDER LOGÍSTICA DO BRASIL decidiu comprar
50 caminhões Mercedez-Benz
da categoria pesados.
O investimento
supera R$ 13 milhões
e marca o retorno
da estratégia
da operadora logística
de frota própria.
Além dos caminhões
a RYDER também
adquiriu 25 carretas.
Ainda segundo
a empresa, outros
20 caminhões serão
incorporados à
frota até o final
do ano. O investimento
nos caminhões
também envolve
a contratação
de pelo menos
100 funcionários.
Hoje, a empresa
conta com 1,3
mil empregados
no Brasil e 30
mil no mundo.
A previsão é que
após cinco anos
de crescimento
constante, a empresa
registre uma evolução
de 12% em 2007.
Valor
Econômico
Scania
projeta investimentos
Ao
completar 50 anos
de operação no
Brasil, a SCANIA LATIN AMERICA começa a estudar novo
ciclo de investimentos
para a unidade
no País. Instalada
em São Bernardo
do Campo, no ABC
Paulista, a fábrica
da montadora atingirá
este ano sua capacidade
plena de produção,
23 mil veículos,
entre caminhões
e ônibus produzidos.
O Diretor de Produção
Sidney Claudinei
Basso, afirmou
que a matriz traçou
para os próximos
dois anos um plano
estratégico que
implica aumento
da capacidade
instalada das
quatro fábricas
espalhadas pelo
mundo para se
chegar a 100 mil
unidades produzidas.
Os recursos programados
são da ordem de
€ 214 milhões.
A capacidade atual
da montadora é
de 80 mil veículos.
Pelos planos da
SCANIA, este volume
será atingido
já neste ano.
Em 2008, a empresa
fabricará 90 mil
e em 2009 chegará
a marca de 100
mil unidades.
Gazeta
Mercantil
Ford
Caminhões estuda
elevar produção
Com
a segunda maior
produtora acumulada
de caminhões do
País (neste mês
vai completar
700 mil unidades
desde que se instalou
no País, em 1957),
a FORD
fechou o semestre
com 8.994 caminhões
vendidos, 20,9%
de participação
do mercado de
veículos de cargas.
Cada ponto percentual
na indústria de
caminhões vale
cerca de R$130
milhões. "O
mercado de caminhões
total no primeiro
semestre foi de
43.067 unidades
e vai continuar
aquecido no segundo
semestre. Prevemos
88 mil unidades
no ano todo. A
FORD deverá ficar
com 18 mil, em
torno de 20,5%",
disse Oswaldo
Jardim, Diretor
de Operações da
FORD CAMINHÕES
para a América
do Sul. As filas
de caminhões FORD,
sobretudo os destinados
à mineração e
a canaviais, tem
espera até janeiro
de 2008. A FORD
opera num só turno
de trabalho, na
fábrica de Taboão,
em São Bernardo
do Campo, ABC
paulista. No segundo
semestre a FORD
irá remover alguns
gargalos na fábrica
para aumentar
a capacidade.
Com isso, em 2008,
se o mercado pedir,
poderá aumentar
em 20%, de 80
para 96 unidades
diárias.
Gazeta
Mercantil
DM
INVESTE R$ 16
MILHÕES
A
DM
TRANSPORTE E LOGÍSTICA
INTERNACIONAL,
que completa 40
anos neste mês,
investiu R$ 16
milhões na compra
de 40 cavalos
Stralis 6x2, da
montadora Iveco
e mais 60 carretas
sider, da GUERRA.
Parte dos novos
veículos começarão
a rodar pelas
estradas nacionais
e internacionais
ainda este mês.
A empresa espera
atingir um faturamento
de US$ 37,3 milhões
para esse ano,
o que representa
um acréscimo de
19% com relação
ao ano anterior.
Gazeta
Mercantil
EMBRAER
FECHA VENDA DE
50 JATOS PHENOM
A
EMBRAER
já acumula uma
carteira de pedidos
de 450 unidades
dos jatos executivos
Phenom 100 e Phenom
300. Ao longo
do segundo trimestre,
a empresa comercializou
50 jatos da linha,
de acordo com
Luís Carlos Affonso,
Vice-Presidente
de Aviação Executiva.
A EMBRAER não
especifica os
números de venda
de cada modelo
nem o valor da
carteira. Entre
10 e 15 anos,
a aviação executiva
deverá responder
por 20% das receitas
da fabricante
de jatos. Em 2006,
essa participação
saltou de 7% para
15%.
Valor
Econômico
Varejo
RIACHUELO
ABRE LOJA NO RIO
E MUDA SEU EIXO
DE EXPANSÃO
Após
consolidar posições
nas regiões Norte
e Nordeste do
país, a RIACHUELO,
segunda maior
rede de lojas
de departamento
do país, controlada
pelo grupo GUARARAPES,
volta a centrar
forças no Sul
e Sudeste. O Rio
de Janeiro é considerado
um dos mercados
prioritários para
o grupo nesta
nova fase de expansão.
A estratégia de
aumentar o número
de lojas levou
a empresa a investir
R$ 30 milhões
na ampliação de
suas fábricas
em Natal (RN)
e Fortaleza (CE).
Hoje, os dois
complexos industriais
produzem 200 mil
peças por mês.
A expectativa
do grupo é aumentar
a produção mensal
em 20% com a ampliação
das unidades.
A empresa inaugurou
a quarta loja
no Estado, localizada
no centro do Rio,
a segunda deste
ano, e negocia
a abertura de
mais uma até o
fim de 2007. Para
2008, está prevista,
até agora, a abertura
de uma loja no
Norte Shopping,
na Zona Norte
da cidade. Além
das duas lojas
do Rio, a empresa
também pretende
abrir outras duas
unidades até o
fim do ano: uma
em São Paulo e
outra em João
Pessoa (PB). A
rede tem hoje
duas lojas em
Curitiba (PR),
com previsão de
abertura de mais
uma em 2008 no
Palladium Shopping
e ainda negocia
a abertura de
uma primeira unidade
em Porto Alegre
(RS). Com 88 lojas
espalhadas pelo
Brasil, a Riachuelo
fechou 2006 com
uma receita bruta
de R$ 2,13 bilhões,
11,2% superior
a de 2005.
Valor
Econômico