Agribusiness
Sadia
amplia complexo em construção no Mato Grosso
A
SADIA decidiu ampliar
o projeto do complexo industrial que constrói em Lucas do
Rio Verde (MT), cuja primeira fase deve entrar em operação
em meados de 2008. Agora, além de unidades de abate de suínos
e aves, a empresa vai erguer também uma fábrica para processamento
de carne suína e de frango, segundo o Diretor-Presidente
Gilberto Tomazoni. A decisão de investir também no processamento
decorre da perspectiva de continuidade do crescimento de
demanda no mercado interno. "Nos últimos anos, crescemos
12% a 15% por ano em industrializados", afirmou o executivo.
Outra vantagem de ter um planta processadora em Lucas é
que a matéria-prima não precisa ser transportada para outras
unidades da Sadia para industrialização. Com a alteração
nos planos, a empresa deve investir R$ 800 milhões apenas
no complexo de Lucas. O complexo deve empregar cerca de
3.500 pessoas, além de 210 produtores integrados.
Valor
Econômico
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
WOODYSM2
CONFIRMA ONDA DE NOVAS AGÊNCIAS
O
mercado da propaganda, que entre 2005 e 2006 ganhou alguns
novos concorrentes, em muitos casos agências montadas por
ex-funcionários de gigantes multinacionais, ganha neste
momento novo fôlego. Agora, é a vez de a WOODYSM2 NEGÓCIOS CRIATIVOS anunciar a
sua presença no setor, como resultado de uma reestruturação
de uma outra agência existente no segmento há nove anos,
a SM2. O publicitário Woody Gebara tornou-se sócio de Salomão
Gil e Mário Mascioto, até então os únicos donos da SM2.
"Estávamos preparando o relançamento da agência há
seis meses. Pegamos uma estrutura que já existia e fizemos
diversas modificações. Deixamos a empresa pronta para receber
novos clientes", conta Woody Gebara, ao revelar que
a previsão é dobrar o faturamento da agência dentro de um
ano. A nova WOODYSM2 já detém 20 clientes e um faturamento
em torno de R$ 35 milhões. Para os próximos 12 meses, portanto,
a expectativa é chegar aos R$ 70 milhões.
Gazeta
Mercantil
Energia
GUASCOR
INVESTE PARA AUMENTAR CAPACIDADE
O
grupo espanhol GUASCOR
anunciou investimentos de R$ 15 milhões no Brasil em 2007.
Desta forma, a GUASCOR DO BRASIL, especializada na geração
de energia elétrica para regiões isoladas do País, espera
ampliar a capacidade de produção instalada de suas 68 usinas
termoelétricas distribuídas pelos estados do Acre, Pará
e Rondônia. O Presidente da GUASCOR no País, Joaquim Augusto
Sanches Pereira, prevê que até o final de 2007 a capacidade
de produção instalada da empresa na região Norte atinja
180,7 megawatts (MW), alta de 9% em relação a 2006, quando
foram produzidos 165 MW. Para 2008, a previsão é de crescimento
de aproximadamente 11%, para 200 MW. Com a expansão da capacidade,
a empresa elevou a perspectiva de faturamento no ano para
R$ 150 milhões, ante os R$ 133 milhões registrados em 2006.
Até 2010, Pereira traçou uma meta de crescimento de 25%.
Gazeta
Mercantil
Engenharia,
Projetos & Construção
TECNOSOLO
E SONDOTÉCNICA ATRAEM FOCO DO MERCADO
A
TECNOSOLO e a
SONDOTÉCNICA, empresas cariocas cinqüentenárias
que têm em comum a prestação de serviços de consultoria
em engenharia, estão despertando o interesse de investidores
depois de um longo período esquecidas pelo mercado. As duas
empresas, que são pouco negociadas, registram valorizações
expressivas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Em 12 meses, os papéis das companhias subiram cerca 500%
em doze meses. Em 2006, a TECNOSOLO teve receita líquida
de R$ 136 milhões, recorde na história da empresa, número
que deverá se repetir em 2007. Já o faturamento da SONDOTÉCNICA,
no ano passado, foi de R$ 78 milhões.
Valor
Econômico
RECORDE
NA RODOBENS
A
RODOBENS NEGÓCIOS
IMOBILIÁRIOS encerrou o primeiro semestre do ano com valor
geral de vendas (VGV) lançado de R$ 212 milhões, sendo R$
121 milhões a participação da empresa. Com a cifra, a empresa
já superou em 35% a marca do ano inteiro de 2006, também
cumprindo a sua meta de VGV lançado para o período. O número
de unidades lançado foi de 1.262 unidades, 151% superior
ao mesmo período do ano passado. A RODOBENS mantém a perspectiva
de lançamento de VGV individual de R$ 382 milhões neste
ano.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
ACHÉ
INVESTE EM REMÉDIO DE VENDA LIVRE
O
ACHÉ LABORATÓRIOS,
uma das maiores farmacêuticas do País, está investindo para
crescer no mercado de medicamentos isentos de prescrição
médica (Mip). A Diretora da unidade, Raquel Lemos Bouer,
explicou que no plano estratégico estão, principalmente,
maior investimento nas marcas já consagradas e ampliação
do portfólio, por meio de desenvolvimento próprio e de "aquisição
seletiva", no Brasil e no exterior, de produtos e até
de empresas que operam no segmento. Hoje, a companhia trabalha
com 29 marcas nessa área. Além disso, a empresa avalia outras
oportunidades, como parcerias e licenciamentos. "Estamos
prospectando variadas formas de novos negócios para incrementar
a divisão e já temos alguns negócios em análise." Em
abril último, o ACHÉ anunciou investimento de cerca de R$
100 milhões para este ano, o dobro do de 2006, parte para
colocar em prática o plano de crescimento de suas divisões,
remédios de prescrição, de venda livre, genéricos e pesquisa
e desenvolvimento de produtos. A meta é que a divisão seja
tão representativa na composição do faturamento como a de
medicamentos que exigem prescrição médica. Em 2006, a área
de Mip respondeu por cerca de 15% das receitas do ACHÉ,
que obteve faturamento bruto de R$ 1,77 bilhão.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
FOBRASA
DOBRA RECEITA COM COMPRA CHINESA
Enquanto
o dólar baixo e a invasão de produtos chineses deprimem
diversos setores da indústria nacional, a empresa de máquinas
e equipamentos FOBRASA
usou isso a seu favor e viu seu faturamento dobrar nos últimos
12 meses. Um dos principais fatores para isso foi a aquisição,
em junho do ano passado, da CALVI, marca de equipamentos
para os segmentos de usinagem, ferramentaria, corte, conformação
e estamparia. Foram fechadas parcerias na China e toda a
linha CALVI é produzida lá, para ser importada e distribuída
com exclusividade pela FOBRASA no Brasil, onde já foram
vendidas mais de 130 unidades desde o início das atividades,
em outubro. São atualmente quatro fábricas espalhadas pelo
país asiático, produzindo tornos mecânicos, fresadoras,
ferramenteiras, retíficas planas e também furadeiras automáticas.
Depois do salto no faturamento até aqui, a empresa espera
ainda um aumento de 20% até o fim de 2007.
Gazeta
Mercantil
SIEMENS
AMPLIA FÁBRICA DE TOMADAS
A
alemã SIEMENS investiu
R$ 2,2 milhões para ampliar em 40% a capacidade de produção
de interruptores e tomadas da IRIEL
INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE SISTEMAS ELÉTRICOS, fabricante brasileira
adquirida pela multinacional em 2003. A primeira etapa do
projeto de expansão foi concluída no início deste ano, quando
as instalações, localizadas em Canoas (RS), passaram de
uma área de quase 2 mil metros quadrados para 3 mil, que
inclui também maior capacidade de estoque. Neste mês, a
empresa está finalizando a remodelação do layout, para adequar
as novas máquinas. O plano de expansão é parte da estratégia
da empresa alemã de entrar mais forte no segmento de materiais
elétricos no mercado brasileiro e também é uma antecipação
para atender a crescente demanda atual da construção civil,
além do esperado crescimento futuro. A decisão de ampliar
fábrica e portfólio foi tomada em 2006, quando a empresa
encerrou o ano e iniciou 2007 com cerca de 80% de ocupação
da capacidade. A IRIEL, que produz também outros tipos de
materiais elétricos e complementou o portfólio da SIEMENS,
cresceu em média entre 15% e 20% ao ano e deve finalizar
2007 com o dobro do faturamento de 2003. As exportações
da IRIEL cresceram 30% nos primeiros meses do ano. Em 2006,
as vendas externas responderam por 10% do faturamento da
IRIEL e a meta de longo prazo é chegar a 15%.
Gazeta
Mercantil
SCHULZ
AUMENTA EM 40% A CAPACIDADE DE PRODUÇÃO
A
SCHULZ, de Joinville
(SC), está investindo R$ 45,6 milhões para aumentar em 40%
a produção de compressores de ar para máquinas pesadas,
autopeças de alto valor agregado para caminhões e peças
para tratores. O Presidente da SCHULZ, Ovandi Rosenstock,
disse que a empresa finalizou, em 2006, pesados investimentos,
de R$130,5 milhões, em máquinas, equipamentos e fornos de
fundição de ultima geração, mas já está no limite da capacidade
de produção. "Todos os segmentos em que atuamos estão
aquecidos. Estamos trabalhando seis dias da semana, 24 horas
por dia para atender a demanda", afirmou. Entre 2003
e 2006, a ampliação do parque fabril foi de 10 mil metros
quadrados, totalizando hoje 65 mil metros quadrados de área
construída. A companhia gerou 200 novos empregos diretos
somente este ano e em 2008 prevê a contratação de mais 200
colaboradores. Atualmente são 1.950 funcionários. A SCHULZ
projeta para este ano faturamento de R$ 465 milhões, 15%
a mais do que no em 2006. No primeiro semestre de 2007,
a receita foi 10% superior ao primeiro semestre do ano passado.
As exportações estão em ritmo crescente. Em 2006 representaram
23% do faturamento da companhia, em 2007 deverão responder
por 26% a 28% e, em 2008, a perspectiva é de exportar 35%
da receita bruta.
Gazeta
Mercantil
Móveis
e Utensílios
No
segmento de lápis, aumenta disputa entre Faber-Castell e
Bic
Os
executivos de marketing das companhias de material escolar
se preparam para uma minivolta às aulas. "Nosso maior
volume de vendas é realmente no início do ano, mas nas férias
de julho sempre existe um aumento nas vendas", afirma
o Gerente de Papelaria da BIC, Augusto Moura. A empresa tem motivos para
estar satisfeita e investir nesse período. O modelo de lápis
preto desenvolvido pela companhia, o Evolution, assumiu
a liderança na preferência do consumidor com uma participação
de 17% do mercado, em relação aos 13% da marca mais vendida
da FABER-CASTELL.
"Na verdade, a FABER-CASTELL mantém a liderança, mas
a marca da BIC avança. A FABER possui um portfólio bem maior
de produtos nessa categoria, enquanto que a BIC tem somente
o Evolution, que já lidera o segmento", comenta o executivo.
Por parte da FABER-CASTELL, a companhia mantém a liderança
do segmento há pelo menos três anos. A unidade brasileira
da companhia é responsável pela produção de 1,8 bilhão de
unidades de lápis de madeira, em todo o mundo a empresa
produz 2 bilhões de unidades.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
ARACRUZ
LUCRA 38% MAIS NO TRIMESTRE
A
ARACRUZ CELULOSE
obteve um volume de vendas recorde no primeiro trimestre
deste ano e encerrou o exercício com lucro líquido de R$
318,5 milhões, valor 38% maior em relação ao obtido no mesmo
período de 2006. "O resultado positivo se deve basicamente
ao grande volume de vendas, que foi bastante superior ao
do primeiro trimestre", disse o Diretor Financeiro
da ARACRUZ, Isac Zagury. O volume de vendas atingiu o nível
recorde de 832 mil toneladas, resultado 23% maior em relação
ao primeiro trimestre do ano e 15% na comparação com 2006.
A combinação de maior volume de vendas e alta dos preços,
em dólares, elevou a receita líquida da empresa em 11% em
comparação com o segundo trimestre de 2006, para R$ 980
milhões.
Gazeta
Mercantil
Serviços
DELOITTE
CRESCE 25% E FATURA R$ 500 MILHÕES
A
unidade da consultoria DELOITTE no Brasil faturou R$ 500 milhões
no último ano fiscal encerrado em 31 de maio, com expansão
de 25% em relação ao ano fiscal anterior. Nos últimos dois
anos fiscais a DELOITTE no Brasil cresceu 52%, o dobro do
porcentual registrado, no mesmo período, no conjunto das
firmas-membro da organização em todo o mundo. A movimentação
da DELOITTE, globalmente, totalizou US$ 23 bilhões no último
ano fiscal. A conjuntura de forte crescimento da DELOITTE
no País coincide com a intensa diversificação dos serviços
prestados pelas áreas de auditoria e consultoria, o que
levou a empresa a criar novas frentes de atuação para atender
aos seus mais de três mil clientes. Como reflexo dos resultados,
a DELOITTE nomeou, no período, 20 novos sócios em cinco
áreas de negócios: auditoria, consultoria tributária, consultoria
empresarial, consultoria em gestão de riscos empresariais,
consultoria em outsourcing. A empresa também atua em corporate
finance, consultoria em capital humano e consultoria atuarial.
A DELOITTE possui mais de 700 escritórios em quase 140 países,
contando com cerca de 150 mil profissionais. No Brasil é
uma das líderes de mercado com mais de 3 mil profissionais.
A consultoria opera em todo o País, contando com escritórios
em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba,
Fortaleza, Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife
e Salvador.
Gazeta
Mercantil
SAMCIL
REAGE À INVASÃO DE SEU MERCADO
Atenta
à movimentação no setor de saúde, a SAMCIL volta às compras e com planos de incomodar
as gigantes do setor. Primeiro plano de saúde do País, criado
na década de 60, com atuação tradicional no mercado de baixo
renda, a SAMCIL adquiriu a LUMINA
SAÚDE, operadora de pequeno porte, com 25 mil beneficiários
e foco na capital e litoral paulista, mas que abrirá as
portas para a entrada da SAMCIL no segmento de planos para
as classes A e B. A iniciativa faz parte de um projeto antigo
da rede. "Sentimos necessidade de entrar no segmento
A/B para atender uma demanda de nossos clientes que querem
oferecer planos com hospitais de grife para seus funcionários",
afirma Mauro Bernacchio, Diretor Financeiro da empresa.
A LUMINA, com 90 funcionários, foi fundada há 15 anos por
seis sócios, quatros dos quais permanecerão trabalhando
na empresa. "É uma empresa bem estruturada e organizada,
mas que não tem fôlego para crescer sozinha", afirma
Bernacchio. A gestão da empresa será mantida separada da
SAMCIL, mas a empresa pretende oferecer seu know-how em
prevenção para aprimorar os serviços do plano de saúde,
especialmente, para a carteira pessoa física, que representa
70% dos beneficiários da empresa. Segundo Bernacchio, a
SAMCIL espera fazer mais duas aquisições neste ano. A meta
da empresa é investir R$ 50 milhões na compra de mais dois
planos de saúde e mais R$ 50 milhões na aquisição de hospitais
e construção de centros médicos para expandir a rede credenciada
da empresa.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
VIVO
ENFATIZA SEU REPOSICIONAMENTO
A
VIVO diz que só tem
a comemorar os resultados de seu reposicionamento de marketing.
Em março deste ano, a empresa começou a trabalhar com o
slogan "VIVO. Sinal de qualidade" e voltou toda
sua comunicação para a melhora dos serviços oferecidos pela
operadora. A empresa dá continuidade a esta estratégia,
ao lançar uma nova campanha que mantém a apresentadora e
jornalista Marília Gabriela como porta-voz. A campanha,
institucional, faz um balanço destes três meses de nova
postura. Esta campanha também comemora o fato de a empresa
ter conquistado 1,3 milhão de clientes no mês de maio. Outra
informação que traz esta nova campanha é a liderança da
VIVO no mercado de telefonia móvel. A VIVO, hoje, informa
ter 30 milhões de clientes e cerca de 29% de share.
Gazeta
Mercantil
MICROSOFT
DUPLICA COBERTURA NO TERRITÓRIO NACIONAL
O
consumo de informática cresce a taxas impressionantes no
País, beneficiado por isenções tributárias e por estímulos
à educação e à inovação nas empresas. E poucas corporações
do setor de tecnologia da informação estão se beneficiando
tanto desse crescimento como a MICROSOFT, mesmo sofrendo com o alto índice
de pirataria brasileiro. Para poder explorar melhor essa
oportunidade, a fabricante de software está ampliando a
presença no Brasil a partir de um novo modelo de atuação.
De uma presença física atual em sete cidades, a empresa
está alocando funcionários em um total de 17 municípios
brasileiros. Esses representantes orientam e dão apoio a
um total de 15 mil parceiros. Com esse esforço, esse número
de canais indiretos de vendas deve ser ampliado em mais
três mil. A proposta é explorar melhor o crescimento das
vendas, em especial nas pequenas empresas. Agora a empresa
resolveu abrir, por exemplo, uma nova filial em Ribeirão
Preto (SP). Ela vai atender o rico interior do estado paulista
e ainda gerenciar funcionários da empresa que passam a ficar
alocados em Jundiaí, Campinas e São José do Rio Preto. Seguindo
o mesmo modelo, profissionais serão posicionados em seis
outras cidades: Fortaleza, Salvador, Belém, Goiânia, Florianópolis
e Maringá. A estratégia está exigindo uma expansão de 15%
no efetivo da MICROSOFT, que já atinge 520 pessoas.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
STAROUP
FAZ REESTRUTURAÇÃO
Para
tentar se recuperar no mercado brasileiro, a empresa, que
comemora 50 anos em 2007, vive uma forte reestruturação.
Em menos de um ano, a STAROUP
demitiu 850 pessoas, desistiu de dois terços de sua exportação
e está trabalhando com 40% de capacidade ociosa. Até meados
do ano passado, a STAROUP ainda mantinha 75% das vendas
voltadas para a exportação com marca de terceiros, principalmente
nos Estados Unidos, e 25% para o mercado interno. A empresa
optou por uma reviravolta. A STAROUP destina hoje 80% da
produção para o mercado brasileiro e apenas 20% para a exportação.
No país, além de vender com marca própria, a STAROUP está
fabricando jeans para LEVIS, LEE e conquistou um novo cliente,
a ZOOMP. O principal objetivo é recuperar a própria marca
e está lentamente voltando aos pontos de venda.
Valor
Econômico
VULCABRAS
PREPARA COMPRA DA AZALÉIA E ENCOSTA NA ALPARGATAS
A
VULCABRAS anunciou
a intenção de adquirir o controle da fabricante de calçados
AZALÉIA. Essa transação, se concretizada,
colocará a VULCABRAS entre as maiores indústrias de calçados
do país, com um receita líquida de R$ 1,2 bilhão. Isso significa
que ela poderá ficará praticamente do mesmo tamanho da SÃO
PAULO ALPARGATAS, que registrou em 2006 uma
receita líquida de R$ 1,3 bilhão, e maior do que outra empresa
da mesma família, a GRENDENE,
que faturou R$ 1,1 bilhão no ano passado. A família Grendene,
por sua vez, dominaria o mercado de calçados nacionais,
com faturamento conjunto (considerando-se VULCABRÁS, AZALÉIA
e GRENDENE) de aproximadamente R$ 2,3 bilhões. A compra
da AZALÉIA poderá representar um grande salto para a VULCABRAS,
uma empresa que registrou em 2006 uma receita líquida de
R$ 444,6 milhões com a venda basicamente de um único produto,
o tênis REEBOK. Em termos de faturamento, a AZALÉIA é bem
maior: foram R$791,6 milhões em 2006.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
Yamaha
expande para produzir 280 mil unidades em 2010
A
YAMAHA continua
a expandir a fábrica na Zona Franca de Manaus (AM). A montadora
investirá R$ 180 milhões até 2010 para aumentar a capacidade
de produção. Segundo a YAMAHA, o objetivo daqui a três anos
é fabricar 280 mil unidades, a meta era de 210 mil, quando
foi lançado o plano de expansão. A companhia faz propostas
a fornecedores japoneses e nacionais para se instalarem
nas proximidades da fábrica. Especula-se que a idéia da
YAMAHA seja apenas montar as motos, deixando o desenvolvimento
dos componentes a cargo das empresas de motopeças.
Valor
Econômico
CEVA
QUER CHEGAR A R$ 680 MILHÕES
Uma
das maiores operadoras logísticas do Brasil, a CEVA LOGISTICS BRASIL vai fechar o
ano de 2007 com faturamento de R$ 440 milhões, 10% acima
do registrado em 2006. "Nossa previsão é chegar em
2011 com uma receita em torno de R$ 680 milhões", disse
o Diretor Geral América do Sul, Giuseppe De Vincenzo. Com
quadro de 5,6 mil empregados, a subsidiária brasileira da
CEVA tem entre seus principais clientes a GENERAL MOTORS
e a FIAT AUTOMÓVEIS. Segundo De Vincenzo, a logística interna
deverá ser o forte crescimento da CEVA. Do faturamento da
CEVA no Brasil, 55% vêm de operações logísticas e 45% do
transporte. A CEVA está em 27 países do mundo. Emprega um
total de 38 mil funcionários e faturou, em 2006, 3,5 bilhões
de euros.
Gazeta
Mercantil
ITAPEMIRIM
FAZ PARCERIAS PARA CRESCER
A
ITAPEMIRIM CARGAS
irá dobrar o tamanho de sua frota através de um sistema
de parcerias com outras 14 transportadoras brasileiras.
Com investimentos de R$ 7,5 milhões, essa área de negócios,
pertencente ao GRUPO ITAPEMIRIM, espera reduzir os custos
operacionais em até 30%. Isso ocorre cinco anos depois de
desativado o negócio de transportes aéreos de cargas. Aliada
a recuperação da empresa nos últimos cinco anos, o Vice-Presidente
da ITAPEMIRIM CARGAS, Hugo de Faveri, afirma que o país
passa por um momento econômico que permite o planejamento
de médio e longo prazo. Atualmente, a transportadora possui
uma frota de 700 caminhões. A expectativa da empresa é de
que o faturamento no segmento de cargas fracionadas cresça
18% com o novo modelo. Hoje, o transporte de cargas responde
por 15% do faturamento total, o que significa aproximadamente
R$ 150 milhões.
Valor
Econômico
GOLDEN
CARGO PROJETA ATINGIR R$ 135 MILHÕES DE RECEITA EM 2010
O
salto de faturamento da GOLDEN CARGO, operadora logística do
GRUPO AREX, tem sido meteórico. De R$ 16 milhões em 2000,
projeta chegar a R$ 135 milhões em 2010, uma expansão de
745% neste intervalo de tempo. Com o principal negócio ancorado
na logística agroquímica, a GOLDEN CARGO tem crescido forte
e continuadamente, diz seu Diretor Geral, Mauri Mendes.
Assim, prevê fechar 2007 com faturamento de R$ 80 milhões,
33,3% acima em relação a 2006. E a meta para 2008 é chegar
a R$ 100 milhões.
Gazeta
Mercantil
TAF
PREPARA SUA EXPANSÃO NACIONAL
Depois
de consolidada na rota Caiena, na Guiana Francesa, onde
opera há cerca de 2 anos, a TAF
LINHAS AÉREAS, empresa doméstica nacional de bandeira
com sede em Fortaleza, quer chegar mais longe. Até fim deste
mês, espera concluir um plano de negócios para levar a companhia,
operações concentradas no Norte/Nordeste, às demais regiões
do País, além de expandir a malha internacional. A estratégia
para sustentar a ampliação operacional envolve a captação
de recursos junto a investidores institucionais. "Estamos
finalizando a modelagem financeira, pois a idéia é colocar
o projeto em execução, a partir de 2008", adianta o
Diretor Executivo, João Ariston de Araújo Filho, ao ponderar
que a empresa vai lançar mão de todos os componentes para
assegurar o crescimento. A TAF, sociedade anônima de capital
fechado, com foco no desenvolvimento de potenciais mercados
de turismo e negócios, tem aeronaves homologadas para operações
internacionais e prevê a possibilidade de aquisição de 10
a 14 novos aviões. Em 2006, a companhia faturou algo em
torno de R$ 121,8 milhões e transportou 142 mil passageiros.
Somente este ano, até junho, esse número atingiu 132,7 mil
pessoas transportadas, resultado que leva em conta a inclusão
das rotas de Recife e Manaus. Para este ano, prevê fechar
em 434 mil em passageiros transportados e receita bruta
e R$ 148,6 milhões.
Gazeta
Mercantil
IVECO
MUDA ESTRATÉGIA PARA O PAÍS E PLANEJA DOBRAR PARTICIPAÇÃO
Todos
os funcionários das 54 concessionárias da marca IVECO e todos os operários da fábrica em Sete
Lagoas, cerca de 4 mil pessoas, pararam no dia 2 de julho
para ouvir o recado do Presidente da empresa no Brasil,
Marco Mazzu. Depois de dez anos disputando o mercado nacional,
a montadora italiana de caminhões quer escrever uma nova
história no país. A meta é fazer a marca IVECO ser tão conhecida
aqui quanto é nos países da Europa, onde é reconhecida como
um dos grandes fabricantes mundiais de caminhões. A montadora
quer dobrar a participação no mercado doméstico, atingindo
10% até 2010. "Temos potencial para antecipar esse
objetivo e até ir além destes 10%", avalia o italiano
Marco Mazzu. A demanda doméstica aquecida, acelerou o crescimento
da IVECO no último ano. As vendas de janeiro a junho deste
ano superaram em 57% a marca do mesmo período do ano passado.
É mais que o dobro do crescimento do mercado total de caminhões
no mesmo período, de cerca de 27%. A estratégia para deslanchar
no Brasil passa por aumentar o mix de modelos fabricados
em Sete Lagoas. A indústria vai investir R$ 150 milhões
para lançar quatro novos modelos, dois em 2007 e outros
dois em 2008. O investimento inclui a construção de um centro
de desenvolvimento de produtos na fábrica de Sete Lagoas,
que custará R$ 30 milhões e deverá ficar pronto até o fim
do ano.
Valor
Econômico
Varejo
ATACADÃO
AJUDA A MELHORAR RESULTADO DO CARREFOUR
O
CARREFOUR anunciou
crescimento de 5,9% nas vendas no segundo trimestre, com
as receitas de operações internacionais compensando a expansão
fraca no seu mercado doméstico, a França. A aquisição do
ATACADÃO no Brasil
pesou no resultado, segundo a empresa. A segunda maior varejista
do mundo disse que as vendas trimestrais chegaram a € 22,64
bilhões ante a média de € 22,5 bilhões. Fora da França,
o CARREFOUR formalizou a compra da rede ATACADÃO, de São
Paulo, em abril passado para se expandir na América Latina,
região onde as vendas dispararam 35%. O CARREFOUR manteve
as previsões financeiras para 2007, mas disse esperar lucro
operacional no primeiro semestre deste ano parecido com
o do mesmo período em 2006 devido à competição e às reduções
de preços na França e na Itália.
Gazeta
Mercantil