Sexta-feira, 13/07/2007
Ano VII – edição 277

Agribusiness

Sadia amplia complexo em construção no Mato Grosso

A SADIA decidiu ampliar o projeto do complexo industrial que constrói em Lucas do Rio Verde (MT), cuja primeira fase deve entrar em operação em meados de 2008. Agora, além de unidades de abate de suínos e aves, a empresa vai erguer também uma fábrica para processamento de carne suína e de frango, segundo o Diretor-Presidente Gilberto Tomazoni. A decisão de investir também no processamento decorre da perspectiva de continuidade do crescimento de demanda no mercado interno. "Nos últimos anos, crescemos 12% a 15% por ano em industrializados", afirmou o executivo. Outra vantagem de ter um planta processadora em Lucas é que a matéria-prima não precisa ser transportada para outras unidades da Sadia para industrialização. Com a alteração nos planos, a empresa deve investir R$ 800 milhões apenas no complexo de Lucas. O complexo deve empregar cerca de 3.500 pessoas, além de 210 produtores integrados.

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

WOODYSM2 CONFIRMA ONDA DE NOVAS AGÊNCIAS

O mercado da propaganda, que entre 2005 e 2006 ganhou alguns novos concorrentes, em muitos casos agências montadas por ex-funcionários de gigantes multinacionais, ganha neste momento novo fôlego. Agora, é a vez de a WOODYSM2 NEGÓCIOS CRIATIVOS anunciar a sua presença no setor, como resultado de uma reestruturação de uma outra agência existente no segmento há nove anos, a SM2. O publicitário Woody Gebara tornou-se sócio de Salomão Gil e Mário Mascioto, até então os únicos donos da SM2. "Estávamos preparando o relançamento da agência há seis meses. Pegamos uma estrutura que já existia e fizemos diversas modificações. Deixamos a empresa pronta para receber novos clientes", conta Woody Gebara, ao revelar que a previsão é dobrar o faturamento da agência dentro de um ano. A nova WOODYSM2 já detém 20 clientes e um faturamento em torno de R$ 35 milhões. Para os próximos 12 meses, portanto, a expectativa é chegar aos R$ 70 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Energia

GUASCOR INVESTE PARA AUMENTAR CAPACIDADE

O grupo espanhol GUASCOR anunciou investimentos de R$ 15 milhões no Brasil em 2007. Desta forma, a GUASCOR DO BRASIL, especializada na geração de energia elétrica para regiões isoladas do País, espera ampliar a capacidade de produção instalada de suas 68 usinas termoelétricas distribuídas pelos estados do Acre, Pará e Rondônia. O Presidente da GUASCOR no País, Joaquim Augusto Sanches Pereira, prevê que até o final de 2007 a capacidade de produção instalada da empresa na região Norte atinja 180,7 megawatts (MW), alta de 9% em relação a 2006, quando foram produzidos 165 MW. Para 2008, a previsão é de crescimento de aproximadamente 11%, para 200 MW. Com a expansão da capacidade, a empresa elevou a perspectiva de faturamento no ano para R$ 150 milhões, ante os R$ 133 milhões registrados em 2006. Até 2010, Pereira traçou uma meta de crescimento de 25%.

Gazeta Mercantil

 

Engenharia, Projetos & Construção

TECNOSOLO E SONDOTÉCNICA ATRAEM FOCO DO MERCADO

A TECNOSOLO e a SONDOTÉCNICA, empresas cariocas cinqüentenárias que têm em comum a prestação de serviços de consultoria em engenharia, estão despertando o interesse de investidores depois de um longo período esquecidas pelo mercado. As duas empresas, que são pouco negociadas, registram valorizações expressivas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Em 12 meses, os papéis das companhias subiram cerca 500% em doze meses. Em 2006, a TECNOSOLO teve receita líquida de R$ 136 milhões, recorde na história da empresa, número que deverá se repetir em 2007. Já o faturamento da SONDOTÉCNICA, no ano passado, foi de R$ 78 milhões.

Valor Econômico

 

RECORDE NA RODOBENS

A RODOBENS NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS encerrou o primeiro semestre do ano com valor geral de vendas (VGV) lançado de R$ 212 milhões, sendo R$ 121 milhões a participação da empresa. Com a cifra, a empresa já superou em 35% a marca do ano inteiro de 2006, também cumprindo a sua meta de VGV lançado para o período. O número de unidades lançado foi de 1.262 unidades, 151% superior ao mesmo período do ano passado. A RODOBENS mantém a perspectiva de lançamento de VGV individual de R$ 382 milhões neste ano.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

ACHÉ INVESTE EM REMÉDIO DE VENDA LIVRE

O ACHÉ LABORATÓRIOS, uma das maiores farmacêuticas do País, está investindo para crescer no mercado de medicamentos isentos de prescrição médica (Mip). A Diretora da unidade, Raquel Lemos Bouer, explicou que no plano estratégico estão, principalmente, maior investimento nas marcas já consagradas e ampliação do portfólio, por meio de desenvolvimento próprio e de "aquisição seletiva", no Brasil e no exterior, de produtos e até de empresas que operam no segmento. Hoje, a companhia trabalha com 29 marcas nessa área. Além disso, a empresa avalia outras oportunidades, como parcerias e licenciamentos. "Estamos prospectando variadas formas de novos negócios para incrementar a divisão e já temos alguns negócios em análise." Em abril último, o ACHÉ anunciou investimento de cerca de R$ 100 milhões para este ano, o dobro do de 2006, parte para colocar em prática o plano de crescimento de suas divisões, remédios de prescrição, de venda livre, genéricos e pesquisa e desenvolvimento de produtos.  A meta é que a divisão seja tão representativa na composição do faturamento como a de medicamentos que exigem prescrição médica. Em 2006, a área de Mip respondeu por cerca de 15% das receitas do ACHÉ, que obteve faturamento bruto de R$ 1,77 bilhão.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

FOBRASA DOBRA RECEITA COM COMPRA CHINESA

Enquanto o dólar baixo e a invasão de produtos chineses deprimem diversos setores da indústria nacional, a empresa de máquinas e equipamentos FOBRASA usou isso a seu favor e viu seu faturamento dobrar nos últimos 12 meses. Um dos principais fatores para isso foi a aquisição, em junho do ano passado, da CALVI, marca de equipamentos para os segmentos de usinagem, ferramentaria, corte, conformação e estamparia. Foram fechadas parcerias na China e toda a linha CALVI é produzida lá, para ser importada e distribuída com exclusividade pela FOBRASA no Brasil, onde já foram vendidas mais de 130 unidades desde o início das atividades, em outubro. São atualmente quatro fábricas espalhadas pelo país asiático, produzindo tornos mecânicos, fresadoras, ferramenteiras, retíficas planas e também furadeiras automáticas. Depois do salto no faturamento até aqui, a empresa espera ainda um aumento de 20% até o fim de 2007.

Gazeta Mercantil

 

SIEMENS AMPLIA FÁBRICA DE TOMADAS

A alemã SIEMENS investiu R$ 2,2 milhões para ampliar em 40% a capacidade de produção de interruptores e tomadas da IRIEL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE SISTEMAS ELÉTRICOS, fabricante brasileira adquirida pela multinacional em 2003. A primeira etapa do projeto de expansão foi concluída no início deste ano, quando as instalações, localizadas em Canoas (RS), passaram de uma área de quase 2 mil metros quadrados para 3 mil, que inclui também maior capacidade de estoque. Neste mês, a empresa está finalizando a remodelação do layout, para adequar as novas máquinas. O plano de expansão é parte da estratégia da empresa alemã de entrar mais forte no segmento de materiais elétricos no mercado brasileiro e também é uma antecipação para atender a crescente demanda atual da construção civil, além do esperado crescimento futuro. A decisão de ampliar fábrica e portfólio foi tomada em 2006, quando a empresa encerrou o ano e iniciou 2007 com cerca de 80% de ocupação da capacidade. A IRIEL, que produz também outros tipos de materiais elétricos e complementou o portfólio da SIEMENS, cresceu em média entre 15% e 20% ao ano e deve finalizar 2007 com o dobro do faturamento de 2003. As exportações da IRIEL cresceram 30% nos primeiros meses do ano. Em 2006, as vendas externas responderam por 10% do faturamento da IRIEL e a meta de longo prazo é chegar a 15%.

Gazeta Mercantil

 

SCHULZ AUMENTA EM 40% A CAPACIDADE DE PRODUÇÃO

A SCHULZ, de Joinville (SC), está investindo R$ 45,6 milhões para aumentar em 40% a produção de compressores de ar para máquinas pesadas, autopeças de alto valor agregado para caminhões e peças para tratores. O Presidente da SCHULZ, Ovandi Rosenstock, disse que a empresa finalizou, em 2006, pesados investimentos, de R$130,5 milhões, em máquinas, equipamentos e fornos de fundição de ultima geração, mas já está no limite da capacidade de produção. "Todos os segmentos em que atuamos estão aquecidos. Estamos trabalhando seis dias da semana, 24 horas por dia para atender a demanda", afirmou. Entre 2003 e 2006, a ampliação do parque fabril foi de 10 mil metros quadrados, totalizando hoje 65 mil metros quadrados de área construída. A companhia gerou 200 novos empregos diretos somente este ano e em 2008 prevê a contratação de mais 200 colaboradores. Atualmente são 1.950 funcionários. A SCHULZ projeta para este ano faturamento de R$ 465 milhões, 15% a mais do que no em 2006. No primeiro semestre de 2007, a receita foi 10% superior ao primeiro semestre do ano passado. As exportações estão em ritmo crescente. Em 2006 representaram 23% do faturamento da companhia, em 2007 deverão responder por 26% a 28% e, em 2008, a perspectiva é de exportar 35% da receita bruta.

Gazeta Mercantil

 

Móveis e Utensílios

No segmento de lápis, aumenta disputa entre Faber-Castell e Bic

Os executivos de marketing das companhias de material escolar se preparam para uma minivolta às aulas. "Nosso maior volume de vendas é realmente no início do ano, mas nas férias de julho sempre existe um aumento nas vendas", afirma o Gerente de Papelaria da BIC, Augusto Moura. A empresa tem motivos para estar satisfeita e investir nesse período. O modelo de lápis preto desenvolvido pela companhia, o Evolution, assumiu a liderança na preferência do consumidor com uma participação de 17% do mercado, em relação aos 13% da marca mais vendida da FABER-CASTELL. "Na verdade, a FABER-CASTELL mantém a liderança, mas a marca da BIC avança. A FABER possui um portfólio bem maior de produtos nessa categoria, enquanto que a BIC tem somente o Evolution, que já lidera o segmento", comenta o executivo. Por parte da FABER-CASTELL, a companhia mantém a liderança do segmento há pelo menos três anos. A unidade brasileira da companhia é responsável pela produção de 1,8 bilhão de unidades de lápis de madeira, em todo o mundo a empresa produz 2 bilhões de unidades.

Gazeta Mercantil

 

Papel & Celulose

ARACRUZ LUCRA 38% MAIS NO TRIMESTRE

A ARACRUZ CELULOSE obteve um volume de vendas recorde no primeiro trimestre deste ano e encerrou o exercício com lucro líquido de R$ 318,5 milhões, valor 38% maior em relação ao obtido no mesmo período de 2006. "O resultado positivo se deve basicamente ao grande volume de vendas, que foi bastante superior ao do primeiro trimestre", disse o Diretor Financeiro da ARACRUZ, Isac Zagury. O volume de vendas atingiu o nível recorde de 832 mil toneladas, resultado 23% maior em relação ao primeiro trimestre do ano e 15% na comparação com 2006. A combinação de maior volume de vendas e alta dos preços, em dólares, elevou a receita líquida da empresa em 11% em comparação com o segundo trimestre de 2006, para R$ 980 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

DELOITTE CRESCE 25% E FATURA R$ 500 MILHÕES

A unidade da consultoria DELOITTE no Brasil faturou R$ 500 milhões no último ano fiscal encerrado em 31 de maio, com expansão de 25% em relação ao ano fiscal anterior. Nos últimos dois anos fiscais a DELOITTE no Brasil cresceu 52%, o dobro do porcentual registrado, no mesmo período, no conjunto das firmas-membro da organização em todo o mundo. A movimentação da DELOITTE, globalmente, totalizou US$ 23 bilhões no último ano fiscal. A conjuntura de forte crescimento da DELOITTE no País coincide com a intensa diversificação dos serviços prestados pelas áreas de auditoria e consultoria, o que levou a empresa a criar novas frentes de atuação para atender aos seus mais de três mil clientes. Como reflexo dos resultados, a DELOITTE nomeou, no período, 20 novos sócios em cinco áreas de negócios: auditoria, consultoria tributária, consultoria empresarial, consultoria em gestão de riscos empresariais, consultoria em outsourcing. A empresa também atua em corporate finance, consultoria em capital humano e consultoria atuarial. A DELOITTE possui mais de 700 escritórios em quase 140 países, contando com cerca de 150 mil profissionais. No Brasil é uma das líderes de mercado com mais de 3 mil profissionais. A consultoria opera em todo o País, contando com escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Salvador.

Gazeta Mercantil

 

SAMCIL REAGE À INVASÃO DE SEU MERCADO

Atenta à movimentação no setor de saúde, a SAMCIL volta às compras e com planos de incomodar as gigantes do setor. Primeiro plano de saúde do País, criado na década de 60, com atuação tradicional no mercado de baixo renda, a SAMCIL adquiriu a LUMINA SAÚDE, operadora de pequeno porte, com 25 mil beneficiários e foco na capital e litoral paulista, mas que abrirá as portas para a entrada da SAMCIL no segmento de planos para as classes A e B. A iniciativa faz parte de um projeto antigo da rede. "Sentimos necessidade de entrar no segmento A/B para atender uma demanda de nossos clientes que querem oferecer planos com hospitais de grife para seus funcionários", afirma Mauro Bernacchio, Diretor Financeiro da empresa. A LUMINA, com 90 funcionários, foi fundada há 15 anos por seis sócios, quatros dos quais permanecerão trabalhando na empresa. "É uma empresa bem estruturada e organizada, mas que não tem fôlego para crescer sozinha", afirma Bernacchio. A gestão da empresa será mantida separada da SAMCIL, mas a empresa pretende oferecer seu know-how em prevenção para aprimorar os serviços do plano de saúde, especialmente, para a carteira pessoa física, que representa 70% dos beneficiários da empresa. Segundo Bernacchio, a SAMCIL espera fazer mais duas aquisições neste ano. A meta da empresa é investir R$ 50 milhões na compra de mais dois planos de saúde e mais R$ 50 milhões na aquisição de hospitais e construção de centros médicos para expandir a rede credenciada da empresa.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

VIVO ENFATIZA SEU REPOSICIONAMENTO

A VIVO diz que só tem a comemorar os resultados de seu reposicionamento de marketing. Em março deste ano, a empresa começou a trabalhar com o slogan "VIVO. Sinal de qualidade" e voltou toda sua comunicação para a melhora dos serviços oferecidos pela operadora. A empresa dá continuidade a esta estratégia, ao lançar uma nova campanha que mantém a apresentadora e jornalista Marília Gabriela como porta-voz. A campanha, institucional, faz um balanço destes três meses de nova postura. Esta campanha também comemora o fato de a empresa ter conquistado 1,3 milhão de clientes no mês de maio. Outra informação que traz esta nova campanha é a liderança da VIVO no mercado de telefonia móvel. A VIVO, hoje, informa ter 30 milhões de clientes e cerca de 29% de share.

Gazeta Mercantil

 

MICROSOFT DUPLICA COBERTURA NO TERRITÓRIO NACIONAL

O consumo de informática cresce a taxas impressionantes no País, beneficiado por isenções tributárias e por estímulos à educação e à inovação nas empresas. E poucas corporações do setor de tecnologia da informação estão se beneficiando tanto desse crescimento como a MICROSOFT, mesmo sofrendo com o alto índice de pirataria brasileiro. Para poder explorar melhor essa oportunidade, a fabricante de software está ampliando a presença no Brasil a partir de um novo modelo de atuação. De uma presença física atual em sete cidades, a empresa está alocando funcionários em um total de 17 municípios brasileiros. Esses representantes orientam e dão apoio a um total de 15 mil parceiros. Com esse esforço, esse número de canais indiretos de vendas deve ser ampliado em mais três mil. A proposta é explorar melhor o crescimento das vendas, em especial nas pequenas empresas. Agora a empresa resolveu abrir, por exemplo, uma nova filial em Ribeirão Preto (SP). Ela vai atender o rico interior do estado paulista e ainda gerenciar funcionários da empresa que passam a ficar alocados em Jundiaí, Campinas e São José do Rio Preto. Seguindo o mesmo modelo, profissionais serão posicionados em seis outras cidades: Fortaleza, Salvador, Belém, Goiânia, Florianópolis e Maringá. A estratégia está exigindo uma expansão de 15% no efetivo da MICROSOFT, que já atinge 520 pessoas.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

STAROUP FAZ REESTRUTURAÇÃO

Para tentar se recuperar no mercado brasileiro, a empresa, que comemora 50 anos em 2007, vive uma forte reestruturação. Em menos de um ano, a STAROUP demitiu 850 pessoas, desistiu de dois terços de sua exportação e está trabalhando com 40% de capacidade ociosa. Até meados do ano passado, a STAROUP ainda mantinha 75% das vendas voltadas para a exportação com marca de terceiros, principalmente nos Estados Unidos, e 25% para o mercado interno. A empresa optou por uma reviravolta. A STAROUP destina hoje 80% da produção para o mercado brasileiro e apenas 20% para a exportação. No país, além de vender com marca própria, a STAROUP está fabricando jeans para LEVIS, LEE e conquistou um novo cliente, a ZOOMP. O principal objetivo é recuperar a própria marca e está lentamente voltando aos pontos de venda.

Valor Econômico

 

VULCABRAS PREPARA COMPRA DA AZALÉIA E ENCOSTA NA ALPARGATAS

A VULCABRAS anunciou a intenção de adquirir o controle da fabricante de calçados AZALÉIA. Essa transação, se concretizada, colocará a VULCABRAS entre as maiores indústrias de calçados do país, com um receita líquida de R$ 1,2 bilhão. Isso significa que ela poderá ficará praticamente do mesmo tamanho da SÃO PAULO ALPARGATAS, que registrou em 2006 uma receita líquida de R$ 1,3 bilhão, e maior do que outra empresa da mesma família, a GRENDENE, que faturou R$ 1,1 bilhão no ano passado. A família Grendene, por sua vez, dominaria o mercado de calçados nacionais, com faturamento conjunto (considerando-se VULCABRÁS, AZALÉIA e GRENDENE) de aproximadamente R$ 2,3 bilhões. A compra da AZALÉIA poderá representar um grande salto para a VULCABRAS, uma empresa que registrou em 2006 uma receita líquida de R$ 444,6 milhões com a venda basicamente de um único produto, o tênis REEBOK. Em termos de faturamento, a AZALÉIA é bem maior: foram R$791,6 milhões em 2006.

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

Yamaha expande para produzir 280 mil unidades em 2010

A YAMAHA continua a expandir a fábrica na Zona Franca de Manaus (AM). A montadora investirá R$ 180 milhões até 2010 para aumentar a capacidade de produção. Segundo a YAMAHA, o objetivo daqui a três anos é fabricar 280 mil unidades, a meta era de 210 mil, quando foi lançado o plano de expansão. A companhia faz propostas a fornecedores japoneses e nacionais para se instalarem nas proximidades da fábrica. Especula-se que a idéia da YAMAHA seja apenas montar as motos, deixando o desenvolvimento dos componentes a cargo das empresas de motopeças.

Valor Econômico

 

CEVA QUER CHEGAR A R$ 680 MILHÕES

Uma das maiores operadoras logísticas do Brasil, a CEVA LOGISTICS BRASIL vai fechar o ano de 2007 com faturamento de R$ 440 milhões, 10% acima do registrado em 2006. "Nossa previsão é chegar em 2011 com uma receita em torno de R$ 680 milhões", disse o Diretor Geral América do Sul, Giuseppe De Vincenzo. Com quadro de 5,6 mil empregados, a subsidiária brasileira da CEVA tem entre seus principais clientes a GENERAL MOTORS e a FIAT AUTOMÓVEIS. Segundo De Vincenzo, a logística interna deverá ser o forte crescimento da CEVA. Do faturamento da CEVA no Brasil, 55% vêm de operações logísticas e 45% do transporte. A CEVA está em 27 países do mundo. Emprega um total de 38 mil funcionários e faturou, em 2006, 3,5 bilhões de euros.

Gazeta Mercantil

 

ITAPEMIRIM FAZ PARCERIAS PARA CRESCER

A ITAPEMIRIM CARGAS irá dobrar o tamanho de sua frota através de um sistema de parcerias com outras 14 transportadoras brasileiras. Com investimentos de R$ 7,5 milhões, essa área de negócios, pertencente ao GRUPO ITAPEMIRIM, espera reduzir os custos operacionais em até 30%. Isso ocorre cinco anos depois de desativado o negócio de transportes aéreos de cargas. Aliada a recuperação da empresa nos últimos cinco anos, o Vice-Presidente da ITAPEMIRIM CARGAS, Hugo de Faveri, afirma que o país passa por um momento econômico que permite o planejamento de médio e longo prazo. Atualmente, a transportadora possui uma frota de 700 caminhões. A expectativa da empresa é de que o faturamento no segmento de cargas fracionadas cresça 18% com o novo modelo. Hoje, o transporte de cargas responde por 15% do faturamento total, o que significa aproximadamente R$ 150 milhões.

Valor Econômico

 

GOLDEN CARGO PROJETA ATINGIR R$ 135 MILHÕES DE RECEITA EM 2010

O salto de faturamento da GOLDEN CARGO, operadora logística do GRUPO AREX, tem sido meteórico. De R$ 16 milhões em 2000, projeta chegar a R$ 135 milhões em 2010, uma expansão de 745% neste intervalo de tempo. Com o principal negócio ancorado na logística agroquímica, a GOLDEN CARGO tem crescido forte e continuadamente, diz seu Diretor Geral, Mauri Mendes. Assim, prevê fechar 2007 com faturamento de R$ 80 milhões, 33,3% acima em relação a 2006. E a meta para 2008 é chegar a R$ 100 milhões.

Gazeta Mercantil

 

TAF PREPARA SUA EXPANSÃO NACIONAL

Depois de consolidada na rota Caiena, na Guiana Francesa, onde opera há cerca de 2 anos, a TAF LINHAS AÉREAS, empresa doméstica nacional de bandeira com sede em Fortaleza, quer chegar mais longe. Até fim deste mês, espera concluir um plano de negócios para levar a companhia, operações concentradas no Norte/Nordeste, às demais regiões do País, além de expandir a malha internacional. A estratégia para sustentar a ampliação operacional envolve a captação de recursos junto a investidores institucionais. "Estamos finalizando a modelagem financeira, pois a idéia é colocar o projeto em execução, a partir de 2008", adianta o Diretor Executivo, João Ariston de Araújo Filho, ao ponderar que a empresa vai lançar mão de todos os componentes para assegurar o crescimento. A TAF, sociedade anônima de capital fechado, com foco no desenvolvimento de potenciais mercados de turismo e negócios, tem aeronaves homologadas para operações internacionais e prevê a possibilidade de aquisição de 10 a 14 novos aviões. Em 2006, a companhia faturou algo em torno de R$ 121,8 milhões e transportou 142 mil passageiros. Somente este ano, até junho, esse número atingiu 132,7 mil pessoas transportadas, resultado que leva em conta a inclusão das rotas de Recife e Manaus. Para este ano, prevê fechar em 434 mil em passageiros transportados e receita bruta e R$ 148,6 milhões. 

Gazeta Mercantil

 

IVECO MUDA ESTRATÉGIA PARA O PAÍS E PLANEJA DOBRAR PARTICIPAÇÃO

Todos os funcionários das 54 concessionárias da marca IVECO e todos os operários da fábrica em Sete Lagoas, cerca de 4 mil pessoas, pararam no dia 2 de julho para ouvir o recado do Presidente da empresa no Brasil, Marco Mazzu. Depois de dez anos disputando o mercado nacional, a montadora italiana de caminhões quer escrever uma nova história no país. A meta é fazer a marca IVECO ser tão conhecida aqui quanto é nos países da Europa, onde é reconhecida como um dos grandes fabricantes mundiais de caminhões. A montadora quer dobrar a participação no mercado doméstico, atingindo 10% até 2010. "Temos potencial para antecipar esse objetivo e até ir além destes 10%", avalia o italiano Marco Mazzu. A demanda doméstica aquecida, acelerou o crescimento da IVECO no último ano. As vendas de janeiro a junho deste ano superaram em 57% a marca do mesmo período do ano passado. É mais que o dobro do crescimento do mercado total de caminhões no mesmo período, de cerca de 27%. A estratégia para deslanchar no Brasil passa por aumentar o mix de modelos fabricados em Sete Lagoas. A indústria vai investir R$ 150 milhões para lançar quatro novos modelos, dois em 2007 e outros dois em 2008. O investimento inclui a construção de um centro de desenvolvimento de produtos na fábrica de Sete Lagoas, que custará R$ 30 milhões e deverá ficar pronto até o fim do ano.

Valor Econômico

 

Varejo

ATACADÃO AJUDA A MELHORAR RESULTADO DO CARREFOUR

O CARREFOUR anunciou crescimento de 5,9% nas vendas no segundo trimestre, com as receitas de operações internacionais compensando a expansão fraca no seu mercado doméstico, a França. A aquisição do ATACADÃO no Brasil pesou no resultado, segundo a empresa. A segunda maior varejista do mundo disse que as vendas trimestrais chegaram a € 22,64 bilhões ante a média de € 22,5 bilhões. Fora da França, o CARREFOUR formalizou a compra da rede ATACADÃO, de São Paulo, em abril passado para se expandir na América Latina, região onde as vendas dispararam 35%. O CARREFOUR manteve as previsões financeiras para 2007, mas disse esperar lucro operacional no primeiro semestre deste ano parecido com o do mesmo período em 2006 devido à competição e às reduções de preços na França e na Itália.

Gazeta Mercantil

 

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