Sexta-feira, 17/08/2007
Ano VII – edição 2821

Abrobusiness

CAMPOS VERDES PODE ELEVAR CONCENTRAÇÃO NO CENTRO-OESTE

A abertura de capital da terceira empresa do agronegócio ligada a grãos poderá representar uma concentração das terras nas mãos de grandes grupos no Centro-Oeste, principalmente em Mato Grosso. Hoje, a SLC AGRÍCOLA e a BRASILAGRO, que já estão listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) têm juntas quase 200 mil hectares no País, sendo 45% nessa região. Agora a CAMPOS VERDES LTDA, ligada ao grupo argentino EL TEJAR também pretende fazer a sua oferta inicial de ações, solicitando à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o registro de companhia aberta. A empresa tem 33,19 mil hectares no País, na Argentina, Uruguai e Bolívia e pretende adquirir outros 144 mil nestes países.

Gazeta Mercantil

 

Autopeças

A DELPHI CRESCE NO MERCOSUL

Mesmo com situação ainda difícil nos Estados Unidos, a DELPHI se prepara para abrir sua 12ª segunda fábrica no Brasil. Será a 13ª no Mercosul. "Estamos no começo da gravidez", afirma o Presidente da DELPHI na América do Brasil, Gábor Deák. "Vai nascer em 2008”. Além de crescer em fábricas, para atender também a expansão do mercado brasileiro de veículos, a DELPHI, no Brasil, tem dinamizado sua área de engenharia de pesquisa e desenvolvimento. Depois do sucesso tecnológico e comercial do sistema flexfuel para motores do chamado ciclo Otto, estão chegando os motores diesel capazes de consumir gás. É a tecnologia batizada de diesel+gás. Deák comanda uma empresa que tem no Brasil um time de 300 engenheiros ligados a pesquisa e desenvolvimento. A DELPHI, com 27% do mercado do módulo que permite aos carros funcionarem com álcool e gasolina, ocupa a vice-liderança desse mercado, atrás da MAGNETI MARELLI, 49% do fornecimento, e na frente da BOSCH, que tem 24%.

Gazeta Mercantil

 

NOMA DO BRASIL DECIDE INVESTIR R$ 50 MILHÕES PARA DOBRAR DE TAMANHO

O quarto maior fabricante de implementos rodoviários, a NOMA DO BRASIL, decidiu duplicar sua fábrica de Sarandi, cidade do noroeste do Paraná, na divisa com Maringá. "Vamos investir R$ 50 milhões na expansão", disse o Diretor-Presidente e fundador da empresa, João Noma. A NOMA está no limite de sua capacidade. Em 2007, a empresa, criada há 40 anos, projeta fechar com produção de 3,9 mil carretas, simplesmente 62,5% a mais em relação a 2006, com 2,4 mil unidades. E acima 15% de 2004, até aqui seu recorde histórico. Com faturamento para 2007 previsto de R$ 200 milhões, 43% acima de 2006, o investimento permitirá à NOMA dobrar sua área total e aumentar em 70% a área construída. A NOMA, que como de resto o setor de implementos vive um ano espetacular, em volume de produção fica atrás apenas de RANDON, GUERRA e FACCHINI. Mantém 900 empregados em regime de dois turnos na linha de montagem e em três jornadas nas áreas de gargalos, como fabricação de eixos e a pintura.

Gazeta Mercantil

 

Bebida & Fumo

Vinícola Aurora investe para dobrar de tamanho

A COOPERATIVA VINÍCOLA AURORA, de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, desenhou um projeto para dar um salto de crescimento e dobrar o tamanho da receita a médio prazo. A empresa investirá, em especial, na diversificação da fabricação de sucos, com frutas variadas, para ir além do sabor uva, e na área de espumantes de alta qualidade, com novas linhas de produção. O investimento previsto oscila entre R$ 30 milhões e R$ 35 milhões, disse o Diretor-Superintendente da AURORA, Hermes Zanetti, que tem duas metas que pretende cumprir a médio prazo: a primeira é entregar o comando com a empresa obtendo receita de R$ 300 milhões. A previsão para este ano é de R$ 160 milhões. Em 2006, a vinícola produziu 38 milhões de litros e registrou R$ 152,5 milhões de receita. A segunda preocupação será a de construir novas bases para a sucessão.

Gazeta Mercantil

 

Cereser exporta cachaça premium para a Europa

A CERESER, uma das maiores indústrias de bebidas do Brasil, começa a exportar para a Europa a cachaça premium Martin Affonso. Ela é o blend de aguardentes artesanais das mais famosas e tradicionais regiões produtoras. Desenvolvida especialmente para atender a demanda do mercado externo, a cachaça Martin Affonso será distribuída na Europa por meio de uma parceria entre a CERESER e a BODEGAS PINORD, uma das mais respeitadas vinícolas espanholas, cuja força de vendas atinge os mais importantes países europeus. A expectativa da CERESER é exportar 10 mil caixas da cachaça Martin Affonso no primeiro ano e chegar a 100 mil caixas em cinco anos. A empresa exporta para mais de 30 países.

O Estado de São Paulo

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

FÁBRICA EM EXPANSÃO

O time de profissionais da agência FÁBRICA COMUNICAÇÃO DIRIGIDA foi ampliado para atender as novas contas conquistadas este ano e acompanhar o crescimento de 35% alcançado no primeiro semestre de 2007, em comparação a igual período do ano passado. A partir desta semana, um elenco de 16 pessoas passa a integrar o grupo de colaboradores da agência, em diversos setores.

Gazeta Mercantil

 

Eletroeletrônico

Na disputa digital, Kodak e Fuji reforçam montagem no Brasil

A evolução do mercado brasileiro de fotografia digital, cujas projeções de crescimento, só para o segmento de câmeras, variam entre 33% e 43% neste ano, está levando grandes companhias do setor a reforçar uma estratégia desenhada para cortar custos, reduzir preços e acirrar a competição: a nacionalização de seus produtos. Enquanto a americana KODAK prepara-se para lançar seu quarto modelo de câmera digital montado no país, a rival FUJI, do Japão, uniu-se à ITAUTEC para fabricar um terminal de auto-atendimento no Brasil. Os aparelhos são destinados a equipar a rede de lojas de serviços fotográficos da companhia. Para os fornecedores, a vantagem óbvia, e uma das mais importantes, é que a montagem local dos equipamentos alivia a carga tributária que incide sobre os produtos importados, o que permite reduzir seu preço final. Com o primeiro modelo montado no país, a KODAK anunciou ter vendido em dois meses e meio a produção projetada para cinco meses. Agora, com a versão C 613, o plano é fazer com que, pela primeira vez na história da empresa, as câmeras digitais "made in Brazil" superem as que vêm do exterior. Na FUJI, o acordo com a ITAUTEC vai proporcionar uma redução de mais de 50% no preço do equipamento.

Valor Econômico

 

SEMP TOSHIBA PLANEJA NOVA FÁBRICA

Após trinta anos, ainda rende novidades a parceria entre a antiga SEMP e a japonesa TOSHIBA CORPORATION no Brasil. A SEMP TOSHIBA deve iniciar a produção de eletrodomésticos de linha branca, que inclui refrigeradores, freezers, fogões, microondas, entre outros produtos, em médio prazo no País. Segundo Afonso Antônio Hennel, Presidente da empresa, estão em andamento os estudos de viabilidade do investimento e o anúncio oficial da localização da nova unidade, além dos valores envolvidos, deve acontecer até julho do ano que vem. Além disso, Hennel contou que estão ainda mais avançados os planos da companhia de iniciar a produção de aparelhos de linha móvel, que incluem celulares, GPS, entre outros. Essa nova linha, provavelmente, será instalada em uma das duas fábricas da empresa, em Manaus ou Salvador. O faturamento da SEMP TOSHIBA deve finalizar 2007 em cerca de US$ 1 bilhão. "Está perfeitamente dentro do esperado", disse. A marca é líder no mercado de televisores com cerca de 25% de participação.

Gazeta Mercantil

 

Samsung quer dobrar produção de máquinas no Brasil em 2008

A SAMSUNG CÂMERA, que neste mês completa um ano de atividade da sua unidade brasileira, em Varginha (MG), pretende dobrar o número de câmeras fotográficas produzidas no Brasil até o ano que vem. Com 15 mil unidades sendo produzidas por mês até junho, a SAMSUNG CÂMERA fechará agosto com uma produção de 20 mil unidades e espera chegar a 40 mil por mês no próximo ano. Até o fim de 2007, a empresa calcula um total de 240 mil unidades vendidas e um faturamento de US$ 72 milhões. Serão investidos US$ 1,8 milhão na ampliação da fábrica de Varginha, além de cerca de US$ 100 mil em compra de novos equipamentos e aparelhos de medição. "Nosso objetivo para 2008 é alcançar o segundo lugar de participação no mercado, chegando a 25%", disse o Diretor Comercial da SAMSUNG CÂMERA no Brasil, Ricardo Inokushi.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

Parceria do Aché prevê vendas ao México

O laboratório ACHÉ fechou uma parceria estratégica com a empresa SILANES, a terceira maior farmacêutica de capital mexicano, com o propósito de elevar sua relação comercial. A intenção do ACHÉ é vender medicamentos cardiológicos ao México e importar do parceiro remédios para o tratamento de diabetes. O ACHÉ deve exportar o medicamento Lotar, usado no tratamento de hipertensão. O medicamento será comercializado localmente com uma marca que será transferida da SILANES ao laboratório brasileiro. A meta do ACHÉ é exportar US$ 5 milhões em dois anos ao México, o que praticamente dobra o valor de suas vendas externas atuais. "O ACHÉ está em busca de sua internacionalização", afirmou José Ricardo Mendes da Silva, Diretor-Geral de operações do ACHÉ.

Valor Econômico

 

Depois da Flórida, Vita Derm abrirá loja em Londres

VITA DERM, fabricante de produtos para tratar cabelos, rosto e corpo, pretende estrear no mercado inglês até o final de 2008. Este é o segundo passo no plano de internacionalização da marca paulistana, que já tem um pé na nos Estados Unidos. Em Londres, a idéia é abrir a loja na famosa rua Oxford. Ao contrário da NATURA, considerada um exemplo de sucesso no mercado brasileiro de cosméticos, a VITA DERM não vende por catálogo e seus pontos-de-venda não funcionam como lojas-bandeira. A VITA DERM tem trabalhado para transformar os pontos-de-venda, que não são da VITA DERM, em lojas franqueadas da marca. Dos cerca de 350 pontos, já conseguiu a adesão de 150. O distribuidor é um elo muito importante na cadeia de vendas da VITA DERM e a estratégia de expansão está calcada nele. O plano para o mercado externo funciona da mesma forma. A entrada oficial da empresa na Flórida, que ocorreu em março com a abertura de uma loja, ocorreu depois de os produtos da VITA DERM já circularem no mercado americano há tempos. Apostando em vendas maiores, a empresa ampliou a área de armazenamento junto à fábrica no bairro da Lapa, em São Paulo, e estuda construir uma fábrica no interior de São Paulo. Os investimentos são estimados em R$ 30 milhões.

Valor Econômico

 

Financeiro

Itaú lucra R$ 2,1 bi no trimestre

O ITAÚ, segundo maior banco privado do País, registrou lucro líquido de R$ 2,1 bilhões no segundo trimestre deste ano, 41,2% a mais do que o R$ 1,5 bilhão do mesmo período de 2006. No semestre, o lucro somou R$ 4,02 bilhões, alta de 36% em um ano sobre os R$ 2,9 bilhões do mesmo período do ano passado. O valor supera em R$9 milhões o divulgado pelo concorrente BRADESCO.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

VOLUME DE ENCOMENDAS DA VOITH PAPER QUASE DOBRA NESTE ANO FISCAL

A VOITH PAPER, fabricante de máquinas e equipamentos para a indústria de celulose, registrou um aumento substancial na carteira de pedidos no primeiro semestre no Brasil, o que ajudou a subsidiária a reverter o baixo resultado com as exportações. Conforme o Presidente da VOITH PAPER para a América do Sul, Nestor de Castro Neto, a previsão inicial era encerrar este ano fiscal com encomendas em torno de R$ 350 milhões, mas a estimativa foi revista para perto de R$ 680 milhões. Em 2006, foram R$ 670 milhões. Além dos investimentos vultosos que grandes indústrias de papel e celulose, como VOTORANTIM PAPEL E CELULOSE (VCP), INTERNATIONAL PAPER e KLABIN, todas clientes da VOITH, estão fazendo para ampliar capacidades, o executivo citou ainda o aumento das encomendas das pequenas e médias empresas. Em março último, a VOITH fechou a venda de equipamentos para a fabricação de papel tissue às empresas paranaenses SEPAC e MILLIE, que estão aumentando a produção. Cada contrato com essas companhias ficou em R$ 20 milhões. Cresceu a procura por modernização de equipamentos, que deve gerar receita este ano de R$ 70 milhões, quase o dobro dos R$ 40 milhões do último ano fiscal. A VOITH PAPER espera alcançar faturamento perto de R$ 590 milhões neste ano fiscal, bem acima dos R$ 433 milhões registrados entre outubro de 2005 e setembro de 2006. Para o próximo ano, espera incremento de 20%.

O Estado de São Paulo

 

RANDON PRODUZ 34,9% A MAIS NO PRIMEIRO SEMESTRE

Foi de 34,9% o crescimento da produção de reboques e semi-reboques nos seis primeiros meses deste ano feitos pela RANDON: 9,8 mil implementos neste semestre ante 7,2 mil unidades sobre idêntico período do ano passado. Em 2006, a produção total foi de 15,9 mil equipamentos para o transporte de carga, o que significa dizer que em seis meses ela atingiu 62% do volume físico de 2006. A estimativa da empresa é superar a marca de 20 mil no final deste ano. A retomada do segmento agrícola é o primeiro fator elencado pelo Diretor de Relações com Investidores, Astor Milton Schmitt. "Em 2005 e 2006 reduzimos o número de implementos destinados ao transporte de grãos e migramos para produtos com valor agregado maior. Agora, tivemos que fazer nova mudança do mix em cima de produtos básicos, como os graneleiros e os canavieiros", disse o empresário. A receita líquida consolidada da empresa alcançou R$ 1,19 bilhão, enquanto que em 2006 foi de R$ 1,0 bilhão, aumento de 15,3%. O lucro líquido consolidado foi de R$ 83,4 milhões, alta de 36,1% em relação aos R$ 61,2 milhões de 2006.

O Estado de São Paulo

 

Material de Construção

Votorantim anuncia R$ 1,6 bi em novos projetos no Brasil

A VOTORANTIM CIMENTOS, que possui cerca de 40% do mercado, anunciou doze novos investimentos, que somados a recém-divulgada fábrica de Xambioá (TO) e à unidade de moagem de Bacarena (PA) totalizarão R$ 1,66 bilhão até 2010. "Acreditamos que o Brasil entrará numa nova etapa de crescimento. Todos os países do mundo que tiveram redução na taxa de juros e facilitação do acesso a financiamento tiveram um forte aumento da demanda por habitação", explicou Walter Schalka, Presidente da VOTORANTIM CIMENTOS. No total serão três novas fábricas integradas: Baraúna (RN), Vidal Ramos (SC) e Xambioá (TO); cinco novas unidades de moagem: Barcarena (PA), Pecém (CE), Aratu (BA), Sepetiba (RJ) e outra sem local definido no litoral de Santa Catarina; uma fábrica reativada em Cocalzinho (GO); expansões nas unidades de Nobres (MT) e de Salto de Pirapora (SP); e cinco novas unidades de produção de argamassa: Pecém, Aratu, Goiânia (GO), Esteio (RS) e em São Paulo. Todos esses projetos elevarão a capacidade de produção das atuais 25 milhões de toneladas por ano, para quase 33 milhões de toneladas.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

Copesul registra lucro de R$ 358,4 milhões no primeiro semestre

A comercialização de 1,521 milhão de toneladas de petroquímicos básicos, combustíveis e solventes neste primeiro semestre de 2007, volume 5,3% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, gerou à COPESUL uma receita bruta de R$ 4,7 bilhões, o que representa um incremento de 22% no faturamento em relação ao primeiro semestre de 2006. Nos seis primeiros meses, a COPESUL obteve um lucro líquido de R$ 358,4 milhões, valor 17,3% superior aos R$ 305,5 milhões auferidos no ano passado.

O Estado de São Paulo

 

Siderurgia & Metalurgia

Novelis faz contrato de fornecimento de US$ 1 bi com Rexam

A filial brasileira da NOVELIS, fabricante de produtos laminados e recicladora de latas de alumínio, anunciou que firmou um dos maiores contratos de fornecimento de chapas do metal para a REXAM para uso na produção de embalagens para bebidas. O contrato soma em torno de US$ 1 bilhão. Pelo contrato, que abrange as unidades da REXAM na América do Sul, nove fábricas no Brasil, uma na Argentina e uma no Chile, a NOVELIS será a principal fornecedora da matéria-prima para sua cliente. A REXAM é líder mundial na produção de latas de alumínio e no Brasil detém uma parcela de mercado de 60% a 65%. Mauro Moreno, Diretor Comercial e de Marketing da NOVELIS no Brasil, disse que o acordo é importante porque assegura às duas empresas garantia para investimentos futuros. A NOVELIS, com operações em 11 países e receita de US$ 9,8 bilhões em 2006, é uma cisão da área de produtos laminados da ALCAN. No ano passado, a empresa alcançou vendas de US$ 863 milhões, aumento de quase 40% sobre 2005. Os investimentos somaram US$ 23 milhões em suas fábricas no país.

Valor Econômico

 

Crown vai investir US$ 50 milhões na fabricação de latas de alumínio

O aumento da demanda no mercado de bebidas, principalmente na região Nordeste, refletiu-se na indústria de embalagens. Estimulados, fabricantes de latas de alumínio para cervejas e refrigerantes começam a retirar da gaveta novos projetos de produção. A CROWN EMBALAGENS S.A., uma joint venture entre o grupo brasileiro PETROPAR e a americana CROWN HOLDINGS, vão investir US$ 50 milhões em uma nova fábrica de latinhas, na região Nordeste, que terá capacidade inicial de 700 milhões de unidades por ano. A empresa projeta de 80 a 100 empregos diretos para a nova unidade que, a princípio, vai se suprir de matéria-prima da NOVELIS, multinacional com laminação em Pindamonhangaba. A CROWN já opera, desde 1997, uma fábrica de latas de alumínio no município paulista de Cabreúva, a 80 km da capital. Sua capacidade, que começou com 1,7 bilhão de latinhas, hoje alcança 2,3 bilhões. Concorre com a inglesa REXAM. A CROWN HOLDINGS, com atuação mundial em embalagens para alimentos, bebidas, aerosol, tintas e latas especiais, tem 155 fábricas em 42 países. Tem faturamento de US$ 7 bilhões.

Valor Econômico

 

Telecomunicações & Informática

ASYST ADMITE

A ASYST SUDAMÉRICA, especializada em Gestão e Operação de TI, acaba de abrir 30 vagas em São Paulo para os cargos de analista de suporte sênior, júnior e trainee. Os profissionais selecionados atuarão em projetos de service desk da companhia. A ASYST SUDAMÉRICA é uma empresa de Gestão e Operação de Tecnologia da Informação, com metodologia e processos operacionais totalmente alinhados com as melhores práticas do ITIL. A empresa é hoje líder em Service Desk. A empresa, cujo faturamento em 2006 foi de R$ 30 milhões, mantém uma filial na Argentina, uma no Chile e outra no México, além de acordos operacionais em outros países da América Latina.

Valor Econômico

 

BRASILEIRAS DE SOFTWARE AMPLIAM MARGEM

Com o mercado de software corporativo aquecido no Brasil, as duas principais fabricantes brasileiras, TOTVS e DATASUL, mantém o bom ritmo de crescimento de receita e ganhos de margens. A TOTVS deve divulgar uma expansão de 15% na receita líquida para R$ 106 milhões no segundo trimestre na comparação anual, com um avanço de 10% nas vendas de licenças de software. A previsão é de lucro líquido de R$ 10,3 milhões no período, 24% superior ao do ano passado. A DATASUL fechou o último trimestre com resultados acima das projeções. A companhia divulgou receita líquida de R$ 53,9 milhões no segundo trimestre, ante R$ 49 milhões estimados pela corretora.

Gazeta Mercantil

 

DATASUL AMPLIA LUCRO LÍQUIDO EM 68,9%

A DATASUL, uma das principais fornecedoras brasileiras de software corporativo, fechou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 7,6 milhões, 68,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A receita operacional líquida avançou 31,9%, para R$ 53,9 milhões. Os resultados foram impulsionados pelas aquisições, considerando cinco das seis compras realizadas após a abertura capital no ano passado: INFORMENGE, MEYA, PRÓXIMA, ILOG e YMF. Com um aumento de 20,3% em sua base, a companhia chegou a 2.868 clientes no trimestre, somando 274 mil usuários de seus softwares. As vendas de licenças de uso cresceram 29,5% para R$ 10,3 milhões. A aquisição da SOFT TEAM no mês passado deve reforçar os negócios da unidade de vendas de software como serviços. No segundo trimestre, a área cresceu 59,1%, para R$ 1,3 milhão. A DATASUL informou ainda que estima receita operacional líquida entre R$ 215 milhões e R$ 225 milhões no ano. 

Gazeta Mercantil

 

DÍGITRO CRIA UNIDADE DE CALL CENTER, PARA BUSCAR DIFERENCIAL

Sediada em Florianópolis (SC), a fabricante de hardware de telecomunicações DÍGITRO TECNOLOGIA quer combinar a prestação de serviços à sua oferta de tecnologia como diferencial, frente aos fortes concorrentes internacionais. A empresa acredita que, dentro de três anos, a estratégia de serviços recém-lançada poderá ser responsável por até 70% do faturamento. Em 2006, a empresa faturou R$ 67 milhões, subindo para um volume de negócios da ordem de R$ 83,7 milhões, com um crescimento no segmento corporativo de 26%, dos quais 90% foram referentes a redes das empresas. Atualmente a DÍGITRO possui cerca de 2,2 mil clientes, e operação em nove regionais nas principais capitais brasileiras, contando com um parque instalado de cerca de 4,2 mil plataformas. Atua também na Argentina, Uruguai, Paraguai, Equador, Venezuela, Panamá, México e Moçambique. Para alavancar os serviços, a DÍGITRO anunciou a criação da DÍGITRONET, uma unidade de negócios para serviços de call center e a oferta sob demanda de URA, interface de atendimento eletrônico. O novo modelo pretende ser um complemento do portfólio da DÍGITRO atendendo principalmente a pequenos e médios call centers. Com isso, oferece o aluguel de posições de atendimento e minutos de URA. A expectativa é de que 1 mil posições de atendimento usem as soluções DÍGITRONET até o fim do ano. Toda a atenção da nova unidade de negócios estará focada no setor de telecomunicações e até o final do ano haverá um novo produto na prateleira: um software aliado a serviços para gerenciar a infra-estrutura de telecom e rede de dados das empresas. A empresa entrou no setor entre maio e junho, e o resultado que esperado para este ano é um pouco superior a R$ 2 milhões na nova unidade de negócios. No total, a DÍGITRO espera faturar perto de R$ 90 milhões em 2007.

O Estado de São Paulo

 

TIVIT CONTINUA COMPRAS COM A SOFTWAY

A TIVIT, empresa de tecnologia da VOTORANTIM NOVOS NEGÓCIOS (VNN), anunciou a compra da SOFTWAY, que aumentará sua força de trabalho em 7 mil pessoas, para 23 mil, e que a coloca no caminho da abertura de capital. Com a aquisição da empresa de terceirização de call center e outros processos que faturou R$ 128 milhões no ano passado, a TIVIT segue consolidando o mercado de serviços de TI brasileiro. Outras compras estão nos planos, como empresa de atendimento de nicho. A compra da SOFTWAY vem reforçar a atividade de prestação de serviços para o segmento de crédito e de cobrança, que representava cerca de 5% da receita da TIVIT. Com a compra da SOFTWAY, o crescimento da TIVIT em 2007 deve ficar próximo a 50%, média que vem mantendo nos últimos anos. Ela prevê fechar o ano com 25 mil funcionários. A aquisição também ajuda a acelerar o interesse de levar operações para fora do eixo Rio-São Paulo. A SOFTWAY possui escritórios em São Paulo, Jundiaí (SP) e Florianópolis (SC). A TIVIT faturou R$ 509 milhões em 2006 e previa, antes da transação, atingir cerca de R$ 700 milhões ao fim do ano.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

Honda alcança marca histórica de 10 milhões de motocicletas produzidas

Para atingir 10 milhões de unidades produzidas desde o início de suas atividades em 1976, até agosto de 2007, a MOTO HONDA DA AMAZÔNIA sempre seguiu a filosofia de aliar alta tecnologia e qualidade em seus produtos. E nesses anos de trabalho dedicados à satisfação do público, a empresa continua investindo tanto em lançamentos, quanto no padrão de serviços pós-venda, aspectos que contribuíram para essa conquista. Com essa estratégia, a HONDA amplia constantemente seu line up, incorporando cada vez mais modelos e oferecendo opções para todos os estilos de consumidor, seja para o uso no lazer, esporte, locomoção ou trabalho. A fábrica, que produz aproximadamente 90 mil peças por dia, entre componentes do motor, engrenagens, guidão, rodas e escapamentos, chegou ao índice médio de nacionalização de 70% entre os modelos. Além disso, é uma das cinco maiores do GRUPO HONDA no mundo, com investimento superior a US$ 600 milhões desde o começo de suas operações.

O Estado de São Paulo

 

MRS LEVA 11,3 MILHÕES DE TONELADAS

A MRS LOGÍSTICA movimentou um volume recorde no mês de julho. Pela primeira vez na história, a concessionária transportou 11,32 milhões de toneladas. No acumulado do ano a empresa transportou 70,3 milhões de toneladas. Segundo o Presidente da companhia, Julio Fontana Neto, os investimentos feitos pela empresa, como compra de material rodante e melhoria da malha, proporcionaram este salto no transporte da MRS. "Chegaram novas locomotivas e nossa frota de vagões também foi ampliada. Além de investimentos na malha, com a construção de novos pátios, troca de trilhos e investimentos em tecnologia", disse Fontana. Para o ano, a expectativa é um transporte de 129 milhões de toneladas. "Mantendo esta média mensal vamos alcançar a meta com facilidade", disse Fontana.

Valor Econômico

 

A AGRALE ENTRA NA FAIXA DOS MÉDIOS

A AGRALE quer aumentar a sua participação no mercado brasileiro de chassis e caminhões. No caso dos chassis, a empresa de Caxias do Sul pretende ampliar a liderança na linha de leves, onde já detém mais de 50% do mercado. A idéia da companhia é brigar no nicho de mini-ônibus destinado a fretamento, turismo e transporte intermunicipal de curta distância, um segmento que no País tem um mercado anual de 1,8 mil unidades, cerca de 30% da venda de mini-ônibus. Segundo o Diretor de Vendas e Marketing da AGRALE, Flavio Crosa, a expectativa é, em um ano, deter entre 15% e 20% deste mercado a partir do lançamento do modelo batizado de MA 10.0, que deverá estar à venda nos próximos dias. A empresa quer competir nos segmentos de transporte escolar, coletivo urbano e intermunicipal até médias distâncias com o modelo MA 15.0. A AGRALE encerrou o primeiro semestre com um crescimento de 18% na linha de veículos. Neste ano foram fabricadas 2,7 mil unidades, entre caminhões, chassis para ônibus, furgovan e o jipe Marruá, contra 2,3 mil do ano passado. Em 2006, a receita total foi de R$ 430 milhões. "A estimativa é chegar a R$ 480 milhões neste ano", diz Hugo Zattera.

Gazeta Mercantil

 

Varejo

REDES CRIAM LOJAS MÓVEIS EM BUSCA DE CLIENTES

De olho no aumento do consumo e pressionadas pela forte disputa nas cidades maiores, grandes redes investem em novos modelos de vendas para atender pequenos municípios e regiões que não comportam lojas convencionais. Muitas empresas não abrem mão do contato com o consumidor final e resgatam o comércio itinerante, realizado por meio de caminhões, apostam em espaços menores e parcerias com terceiros para conquistar o consumidor dessas localidades.

A rede de perfumaria e cosméticos O BOTICÁRIO criou a "loja móvel", para atender municípios com menos de 10 mil habitantes. A empresa adaptou um veículo utilitário, que leva em média 250 itens para pronta-entrega para essas localidades. O projeto, que começou tímido há quatro anos, ganhou fôlego e hoje já são 20 lojas móveis, que visitam cada uma em média 15 municípios. "Os resultados têm sido muito positivos. É uma forma de dar comodidade, ir até onde o cliente está. A vantagem é que o consumidor tem o produto disponível na hora", diz Sergio Barbi, Gerente de Franchising da empresa.

A rede de LIVRARIAS CURITIBA, maior da região Sul do País, com vendas estimadas em 2,4 milhões de livros para este ano, possui um caminhão que percorre cidades do interior com um estoque de 7,1 mil livros, que são distribuídos em bancas de jornais e pequenas livrarias. Hoje uma loja da rede, são 13 no Sul do País, tem, no mínimo, mil metros quadrados e estoque de 30 mil livros. "Operamos no formato de megastore, que só se enquadra em cidades de maior porte", diz Marcos Pedri, Diretor Comercial. Em outubro, a empresa inaugura a primeira loja em São Paulo, no shopping Aricanduva, na zona Leste, com recursos de R$ 3,5 milhões.

Gazeta Mercantil

 

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