Abrobusiness
CAMPOS
VERDES PODE ELEVAR CONCENTRAÇÃO NO CENTRO-OESTE
A
abertura de capital da terceira empresa do agronegócio
ligada a grãos poderá representar uma concentração
das terras nas mãos de grandes grupos no Centro-Oeste,
principalmente em Mato Grosso. Hoje, a SLC
AGRÍCOLA e a BRASILAGRO, que já estão listadas na
Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) têm juntas
quase 200 mil hectares no País, sendo 45% nessa
região. Agora a CAMPOS
VERDES LTDA, ligada ao grupo argentino EL
TEJAR também pretende fazer a sua oferta inicial
de ações, solicitando à Comissão de Valores Mobiliários
(CVM) o registro de companhia aberta. A empresa
tem 33,19 mil hectares no País, na Argentina,
Uruguai e Bolívia e pretende adquirir outros 144
mil nestes países.
Gazeta
Mercantil
Autopeças
A
DELPHI CRESCE NO MERCOSUL
Mesmo
com situação ainda difícil nos Estados Unidos,
a DELPHI se prepara para abrir sua 12ª segunda
fábrica no Brasil. Será a 13ª no Mercosul. "Estamos
no começo da gravidez", afirma o Presidente
da DELPHI na América do Brasil, Gábor Deák. "Vai
nascer em 2008”. Além de crescer em fábricas,
para atender também a expansão do mercado brasileiro
de veículos, a DELPHI, no Brasil, tem dinamizado
sua área de engenharia de pesquisa e desenvolvimento.
Depois do sucesso tecnológico e comercial do sistema
flexfuel para motores do chamado ciclo Otto, estão
chegando os motores diesel capazes de consumir
gás. É a tecnologia batizada de diesel+gás. Deák
comanda uma empresa que tem no Brasil um time
de 300 engenheiros ligados a pesquisa e desenvolvimento.
A DELPHI, com 27% do mercado do módulo que permite
aos carros funcionarem com álcool e gasolina,
ocupa a vice-liderança desse mercado, atrás da
MAGNETI MARELLI, 49% do fornecimento,
e na frente da BOSCH,
que tem 24%.
Gazeta
Mercantil
NOMA
DO BRASIL DECIDE INVESTIR R$ 50 MILHÕES PARA DOBRAR
DE TAMANHO
O
quarto maior fabricante de implementos rodoviários,
a NOMA DO BRASIL, decidiu duplicar sua fábrica
de Sarandi, cidade do noroeste do Paraná, na divisa
com Maringá. "Vamos investir R$ 50 milhões
na expansão", disse o Diretor-Presidente
e fundador da empresa, João Noma. A NOMA está
no limite de sua capacidade. Em 2007, a empresa,
criada há 40 anos, projeta fechar com produção
de 3,9 mil carretas, simplesmente 62,5% a mais
em relação a 2006, com 2,4 mil unidades. E acima
15% de 2004, até aqui seu recorde histórico. Com
faturamento para 2007 previsto de R$ 200 milhões,
43% acima de 2006, o investimento permitirá à
NOMA dobrar sua área total e aumentar em 70% a
área construída. A NOMA, que como de resto o setor
de implementos vive um ano espetacular, em volume
de produção fica atrás apenas de RANDON, GUERRA
e FACCHINI. Mantém 900 empregados em regime
de dois turnos na linha de montagem e em três
jornadas nas áreas de gargalos, como fabricação
de eixos e a pintura.
Gazeta
Mercantil
Bebida
& Fumo
Vinícola
Aurora investe para dobrar de tamanho
A
COOPERATIVA VINÍCOLA AURORA,
de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, desenhou
um projeto para dar um salto de crescimento e
dobrar o tamanho da receita a médio prazo. A empresa
investirá, em especial, na diversificação da fabricação
de sucos, com frutas variadas, para ir além do
sabor uva, e na área de espumantes de alta qualidade,
com novas linhas de produção. O investimento previsto
oscila entre R$ 30 milhões e R$ 35 milhões, disse
o Diretor-Superintendente da AURORA, Hermes Zanetti,
que tem duas metas que pretende cumprir a médio
prazo: a primeira é entregar o comando com a empresa
obtendo receita de R$ 300 milhões. A previsão
para este ano é de R$ 160 milhões. Em 2006, a
vinícola produziu 38 milhões de litros e registrou
R$ 152,5 milhões de receita. A segunda preocupação
será a de construir novas bases para a sucessão.
Gazeta
Mercantil
Cereser
exporta cachaça premium para a Europa
A
CERESER,
uma das maiores indústrias de bebidas do Brasil,
começa a exportar para a Europa a cachaça premium
Martin Affonso. Ela é o blend de aguardentes artesanais
das mais famosas e tradicionais regiões produtoras.
Desenvolvida especialmente para atender a demanda
do mercado externo, a cachaça Martin Affonso será
distribuída na Europa por meio de uma parceria
entre a CERESER e a BODEGAS PINORD, uma das mais
respeitadas vinícolas espanholas, cuja força de
vendas atinge os mais importantes países europeus.
A expectativa da CERESER é exportar 10 mil caixas
da cachaça Martin Affonso no primeiro ano e chegar
a 100 mil caixas em cinco anos. A empresa exporta
para mais de 30 países.
O
Estado de São Paulo
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
FÁBRICA
EM EXPANSÃO
O
time de profissionais da agência FÁBRICA COMUNICAÇÃO DIRIGIDA foi ampliado
para atender as novas contas conquistadas este
ano e acompanhar o crescimento de 35% alcançado
no primeiro semestre de 2007, em comparação a
igual período do ano passado. A partir desta semana,
um elenco de 16 pessoas passa a integrar o grupo
de colaboradores da agência, em diversos setores.
Gazeta
Mercantil
Eletroeletrônico
Na
disputa digital, Kodak e Fuji reforçam montagem
no Brasil
A
evolução do mercado brasileiro de fotografia digital,
cujas projeções de crescimento, só para o segmento
de câmeras, variam entre 33% e 43% neste ano,
está levando grandes companhias do setor a reforçar
uma estratégia desenhada para cortar custos, reduzir
preços e acirrar a competição: a nacionalização
de seus produtos. Enquanto a americana KODAK prepara-se para lançar seu quarto modelo
de câmera digital montado no país, a rival FUJI, do Japão, uniu-se à ITAUTEC para fabricar um terminal de auto-atendimento
no Brasil. Os aparelhos são destinados a equipar
a rede de lojas de serviços fotográficos da companhia.
Para os fornecedores, a vantagem óbvia, e uma
das mais importantes, é que a montagem local dos
equipamentos alivia a carga tributária que incide
sobre os produtos importados, o que permite reduzir
seu preço final. Com o primeiro modelo montado
no país, a KODAK anunciou ter vendido em dois
meses e meio a produção projetada para cinco meses.
Agora, com a versão C 613, o plano é fazer com
que, pela primeira vez na história da empresa,
as câmeras digitais "made in Brazil"
superem as que vêm do exterior. Na FUJI, o acordo
com a ITAUTEC vai proporcionar uma redução de
mais de 50% no preço do equipamento.
Valor
Econômico
SEMP
TOSHIBA PLANEJA NOVA FÁBRICA
Após
trinta anos, ainda rende novidades a parceria
entre a antiga SEMP e a japonesa TOSHIBA CORPORATION
no Brasil. A SEMP TOSHIBA deve iniciar a produção de eletrodomésticos
de linha branca, que inclui refrigeradores, freezers,
fogões, microondas, entre outros produtos, em
médio prazo no País. Segundo Afonso Antônio Hennel,
Presidente da empresa, estão em andamento os estudos
de viabilidade do investimento e o anúncio oficial
da localização da nova unidade, além dos valores
envolvidos, deve acontecer até julho do ano que
vem. Além disso, Hennel contou que estão ainda
mais avançados os planos da companhia de iniciar
a produção de aparelhos de linha móvel, que incluem
celulares, GPS, entre outros. Essa nova linha,
provavelmente, será instalada em uma das duas
fábricas da empresa, em Manaus ou Salvador. O
faturamento da SEMP TOSHIBA deve finalizar 2007
em cerca de US$ 1 bilhão. "Está perfeitamente
dentro do esperado", disse. A marca é líder
no mercado de televisores com cerca de 25% de
participação.
Gazeta
Mercantil
Samsung
quer dobrar produção de máquinas no Brasil em
2008
A
SAMSUNG
CÂMERA, que neste mês completa um ano de atividade
da sua unidade brasileira, em Varginha (MG), pretende
dobrar o número de câmeras fotográficas produzidas
no Brasil até o ano que vem. Com 15 mil unidades
sendo produzidas por mês até junho, a SAMSUNG
CÂMERA fechará agosto com uma produção de 20 mil
unidades e espera chegar a 40 mil por mês no próximo
ano. Até o fim de 2007, a empresa calcula um total
de 240 mil unidades vendidas e um faturamento
de US$ 72 milhões. Serão investidos US$ 1,8 milhão
na ampliação da fábrica de Varginha, além de cerca
de US$ 100 mil em compra de novos equipamentos
e aparelhos de medição. "Nosso objetivo para
2008 é alcançar o segundo lugar de participação
no mercado, chegando a 25%", disse o Diretor
Comercial da SAMSUNG CÂMERA no Brasil, Ricardo
Inokushi.
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Parceria
do Aché prevê vendas ao México
O
laboratório ACHÉ
fechou uma parceria estratégica com a empresa
SILANES, a terceira maior farmacêutica de capital
mexicano, com o propósito de elevar sua relação
comercial. A intenção do ACHÉ é vender medicamentos
cardiológicos ao México e importar do parceiro
remédios para o tratamento de diabetes. O ACHÉ
deve exportar o medicamento Lotar, usado no tratamento
de hipertensão. O medicamento será comercializado
localmente com uma marca que será transferida
da SILANES ao laboratório brasileiro. A meta do
ACHÉ é exportar US$ 5 milhões em dois anos ao
México, o que praticamente dobra o valor de suas
vendas externas atuais. "O ACHÉ está em busca
de sua internacionalização", afirmou José
Ricardo Mendes da Silva, Diretor-Geral de operações
do ACHÉ.
Valor
Econômico
Depois
da Flórida, Vita Derm abrirá loja em Londres
VITA
DERM, fabricante de produtos para tratar cabelos,
rosto e corpo, pretende estrear no mercado inglês
até o final de 2008. Este é o segundo passo no
plano de internacionalização da marca paulistana,
que já tem um pé na nos Estados Unidos. Em Londres,
a idéia é abrir a loja na famosa rua Oxford. Ao
contrário da NATURA, considerada um exemplo de
sucesso no mercado brasileiro de cosméticos, a
VITA DERM não vende por catálogo e seus pontos-de-venda
não funcionam como lojas-bandeira. A VITA DERM
tem trabalhado para transformar os pontos-de-venda,
que não são da VITA DERM, em lojas franqueadas
da marca. Dos cerca de 350 pontos, já conseguiu
a adesão de 150. O distribuidor é um elo muito
importante na cadeia de vendas da VITA DERM e
a estratégia de expansão está calcada nele. O
plano para o mercado externo funciona da mesma
forma. A entrada oficial da empresa na Flórida,
que ocorreu em março com a abertura de uma loja,
ocorreu depois de os produtos da VITA DERM já
circularem no mercado americano há tempos. Apostando
em vendas maiores, a empresa ampliou a área de
armazenamento junto à fábrica no bairro da Lapa,
em São Paulo, e estuda construir uma fábrica no
interior de São Paulo. Os investimentos são estimados
em R$ 30 milhões.
Valor
Econômico
Financeiro
Itaú
lucra R$ 2,1 bi no trimestre
O
ITAÚ, segundo
maior banco privado do País, registrou lucro líquido
de R$ 2,1 bilhões no segundo trimestre deste ano,
41,2% a mais do que o R$ 1,5 bilhão do mesmo período
de 2006. No semestre, o lucro somou R$ 4,02 bilhões,
alta de 36% em um ano sobre os R$ 2,9 bilhões
do mesmo período do ano passado. O valor supera
em R$9 milhões o divulgado pelo concorrente BRADESCO.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
VOLUME
DE ENCOMENDAS DA VOITH PAPER QUASE DOBRA NESTE
ANO FISCAL
A
VOITH
PAPER, fabricante de máquinas e equipamentos
para a indústria de celulose, registrou um aumento
substancial na carteira de pedidos no primeiro
semestre no Brasil, o que ajudou a subsidiária
a reverter o baixo resultado com as exportações.
Conforme o Presidente da VOITH PAPER para a América
do Sul, Nestor de Castro Neto, a previsão inicial
era encerrar este ano fiscal com encomendas em
torno de R$ 350 milhões, mas a estimativa foi
revista para perto de R$ 680 milhões. Em 2006,
foram R$ 670 milhões. Além dos investimentos vultosos
que grandes indústrias de papel e celulose, como
VOTORANTIM PAPEL
E CELULOSE (VCP), INTERNATIONAL
PAPER e KLABIN,
todas clientes da VOITH, estão fazendo para ampliar
capacidades, o executivo citou ainda o aumento
das encomendas das pequenas e médias empresas.
Em março último, a VOITH fechou a venda de equipamentos
para a fabricação de papel tissue às empresas
paranaenses SEPAC
e MILLIE, que estão aumentando a produção. Cada
contrato com essas companhias ficou em R$ 20 milhões.
Cresceu a procura por modernização de equipamentos,
que deve gerar receita este ano de R$ 70 milhões,
quase o dobro dos R$ 40 milhões do último ano
fiscal. A VOITH PAPER espera alcançar faturamento
perto de R$ 590 milhões neste ano fiscal, bem
acima dos R$ 433 milhões registrados entre outubro
de 2005 e setembro de 2006. Para o próximo ano,
espera incremento de 20%.
O
Estado de São Paulo
RANDON
PRODUZ 34,9% A MAIS NO PRIMEIRO SEMESTRE
Foi
de 34,9% o crescimento da produção de reboques
e semi-reboques nos seis primeiros meses deste
ano feitos pela RANDON: 9,8 mil implementos neste semestre
ante 7,2 mil unidades sobre idêntico período do
ano passado. Em 2006, a produção total foi de
15,9 mil equipamentos para o transporte de carga,
o que significa dizer que em seis meses ela atingiu
62% do volume físico de 2006. A estimativa da
empresa é superar a marca de 20 mil no final deste
ano. A retomada do segmento agrícola é o primeiro
fator elencado pelo Diretor de Relações com Investidores,
Astor Milton Schmitt. "Em 2005 e 2006 reduzimos
o número de implementos destinados ao transporte
de grãos e migramos para produtos com valor agregado
maior. Agora, tivemos que fazer nova mudança do
mix em cima de produtos básicos, como os graneleiros
e os canavieiros", disse o empresário. A
receita líquida consolidada da empresa alcançou
R$ 1,19 bilhão, enquanto que em 2006 foi de R$
1,0 bilhão, aumento de 15,3%. O lucro líquido
consolidado foi de R$ 83,4 milhões, alta de 36,1%
em relação aos R$ 61,2 milhões de 2006.
O
Estado de São Paulo
Material
de Construção
Votorantim
anuncia R$ 1,6 bi em novos projetos no Brasil
A
VOTORANTIM
CIMENTOS, que possui cerca de 40% do mercado,
anunciou doze novos investimentos, que somados
a recém-divulgada fábrica de Xambioá (TO) e à
unidade de moagem de Bacarena (PA) totalizarão
R$ 1,66 bilhão até 2010. "Acreditamos que
o Brasil entrará numa nova etapa de crescimento.
Todos os países do mundo que tiveram redução na
taxa de juros e facilitação do acesso a financiamento
tiveram um forte aumento da demanda por habitação",
explicou Walter Schalka, Presidente da VOTORANTIM
CIMENTOS. No total serão três novas fábricas integradas:
Baraúna (RN), Vidal Ramos (SC) e Xambioá (TO);
cinco novas unidades de moagem: Barcarena (PA),
Pecém (CE), Aratu (BA), Sepetiba (RJ) e outra
sem local definido no litoral de Santa Catarina;
uma fábrica reativada em Cocalzinho (GO); expansões
nas unidades de Nobres (MT) e de Salto de Pirapora
(SP); e cinco novas unidades de produção de argamassa:
Pecém, Aratu, Goiânia (GO), Esteio (RS) e em São
Paulo. Todos esses projetos elevarão a capacidade
de produção das atuais 25 milhões de toneladas
por ano, para quase 33 milhões de toneladas.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
Copesul
registra lucro de R$ 358,4 milhões no primeiro
semestre
A
comercialização de 1,521 milhão de toneladas de
petroquímicos básicos, combustíveis e solventes
neste primeiro semestre de 2007, volume 5,3% superior
ao registrado no mesmo período do ano anterior,
gerou à COPESUL
uma receita bruta de R$ 4,7 bilhões, o que representa
um incremento de 22% no faturamento em relação
ao primeiro semestre de 2006. Nos seis primeiros
meses, a COPESUL obteve um lucro líquido de R$
358,4 milhões, valor 17,3% superior aos R$ 305,5
milhões auferidos no ano passado.
O
Estado de São Paulo
Siderurgia
& Metalurgia
Novelis
faz contrato de fornecimento de US$ 1 bi com Rexam
A
filial brasileira da NOVELIS,
fabricante de produtos laminados e recicladora
de latas de alumínio, anunciou que firmou um dos
maiores contratos de fornecimento de chapas do
metal para a REXAM para uso na produção de embalagens
para bebidas. O contrato soma em torno de US$
1 bilhão. Pelo contrato, que abrange as unidades
da REXAM na América do Sul, nove fábricas no Brasil,
uma na Argentina e uma no Chile, a NOVELIS será
a principal fornecedora da matéria-prima para
sua cliente. A REXAM é líder mundial na produção
de latas de alumínio e no Brasil detém uma parcela
de mercado de 60% a 65%. Mauro Moreno, Diretor
Comercial e de Marketing da NOVELIS no Brasil,
disse que o acordo é importante porque assegura
às duas empresas garantia para investimentos futuros.
A NOVELIS, com operações em 11 países e receita
de US$ 9,8 bilhões em 2006, é uma cisão da área
de produtos laminados da ALCAN. No ano passado,
a empresa alcançou vendas de US$ 863 milhões,
aumento de quase 40% sobre 2005. Os investimentos
somaram US$ 23 milhões em suas fábricas no país.
Valor
Econômico
Crown
vai investir US$ 50 milhões na fabricação de latas
de alumínio
O
aumento da demanda no mercado de bebidas, principalmente
na região Nordeste, refletiu-se na indústria de
embalagens. Estimulados, fabricantes de latas
de alumínio para cervejas e refrigerantes começam
a retirar da gaveta novos projetos de produção.
A CROWN EMBALAGENS S.A., uma joint venture entre
o grupo brasileiro PETROPAR e a americana CROWN
HOLDINGS, vão investir US$ 50 milhões em uma nova
fábrica de latinhas, na região Nordeste, que terá
capacidade inicial de 700 milhões de unidades
por ano. A empresa projeta de 80 a 100 empregos
diretos para a nova unidade que, a princípio,
vai se suprir de matéria-prima da NOVELIS, multinacional com laminação em
Pindamonhangaba. A CROWN já opera, desde 1997,
uma fábrica de latas de alumínio no município
paulista de Cabreúva, a 80 km da capital. Sua
capacidade, que começou com 1,7 bilhão de latinhas,
hoje alcança 2,3 bilhões. Concorre com a inglesa
REXAM. A CROWN HOLDINGS, com atuação mundial
em embalagens para alimentos, bebidas, aerosol,
tintas e latas especiais, tem 155 fábricas em
42 países. Tem faturamento de US$ 7 bilhões.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
ASYST
ADMITE
A
ASYST SUDAMÉRICA,
especializada em Gestão e Operação de TI, acaba
de abrir 30 vagas em São Paulo para os cargos
de analista de suporte sênior, júnior e trainee.
Os profissionais selecionados atuarão em projetos
de service desk da companhia. A ASYST SUDAMÉRICA
é uma empresa de Gestão e Operação de Tecnologia
da Informação, com metodologia e processos operacionais
totalmente alinhados com as melhores práticas
do ITIL. A empresa é hoje líder em Service Desk.
A empresa, cujo faturamento em 2006 foi de R$
30 milhões, mantém uma filial na Argentina, uma
no Chile e outra no México, além de acordos operacionais
em outros países da América Latina.
Valor
Econômico
BRASILEIRAS
DE SOFTWARE AMPLIAM MARGEM
Com
o mercado de software corporativo aquecido no
Brasil, as duas principais fabricantes brasileiras,
TOTVS e
DATASUL,
mantém o bom ritmo de crescimento de receita e
ganhos de margens. A TOTVS deve divulgar uma expansão
de 15% na receita líquida para R$ 106 milhões
no segundo trimestre na comparação anual, com
um avanço de 10% nas vendas de licenças de software.
A previsão é de lucro líquido de R$ 10,3 milhões
no período, 24% superior ao do ano passado. A
DATASUL fechou o último trimestre com resultados
acima das projeções. A companhia divulgou receita
líquida de R$ 53,9 milhões no segundo trimestre,
ante R$ 49 milhões estimados pela corretora.
Gazeta
Mercantil
DATASUL
AMPLIA LUCRO LÍQUIDO EM 68,9%
A
DATASUL,
uma das principais fornecedoras brasileiras de
software corporativo, fechou o segundo trimestre
com lucro líquido de R$ 7,6 milhões, 68,9% superior
ao registrado no mesmo período do ano passado.
A receita operacional líquida avançou 31,9%, para
R$ 53,9 milhões. Os resultados foram impulsionados
pelas aquisições, considerando cinco das seis
compras realizadas após a abertura capital no
ano passado: INFORMENGE, MEYA, PRÓXIMA, ILOG
e YMF. Com um aumento de 20,3% em sua base, a
companhia chegou a 2.868 clientes no trimestre,
somando 274 mil usuários de seus softwares. As
vendas de licenças de uso cresceram 29,5% para
R$ 10,3 milhões. A aquisição da SOFT
TEAM no mês passado deve reforçar os negócios
da unidade de vendas de software como serviços.
No segundo trimestre, a área cresceu 59,1%, para
R$ 1,3 milhão. A DATASUL informou ainda que estima
receita operacional líquida entre R$ 215 milhões
e R$ 225 milhões no ano.
Gazeta
Mercantil
DÍGITRO
CRIA UNIDADE DE CALL CENTER, PARA BUSCAR DIFERENCIAL
Sediada
em Florianópolis (SC), a fabricante de hardware
de telecomunicações DÍGITRO
TECNOLOGIA quer combinar a prestação de serviços
à sua oferta de tecnologia como diferencial, frente
aos fortes concorrentes internacionais. A empresa
acredita que, dentro de três anos, a estratégia
de serviços recém-lançada poderá ser responsável
por até 70% do faturamento. Em 2006, a empresa
faturou R$ 67 milhões, subindo para um volume
de negócios da ordem de R$ 83,7 milhões, com um
crescimento no segmento corporativo de 26%, dos
quais 90% foram referentes a redes das empresas.
Atualmente a DÍGITRO possui cerca de 2,2 mil clientes,
e operação em nove regionais nas principais capitais
brasileiras, contando com um parque instalado
de cerca de 4,2 mil plataformas. Atua também na
Argentina, Uruguai, Paraguai, Equador, Venezuela,
Panamá, México e Moçambique. Para alavancar os
serviços, a DÍGITRO anunciou a criação da DÍGITRONET, uma unidade de negócios para
serviços de call center e a oferta sob demanda
de URA, interface de atendimento eletrônico. O
novo modelo pretende ser um complemento do portfólio
da DÍGITRO atendendo principalmente a pequenos
e médios call centers. Com isso, oferece o aluguel
de posições de atendimento e minutos de URA. A
expectativa é de que 1 mil posições de atendimento
usem as soluções DÍGITRONET até o fim do ano.
Toda a atenção da nova unidade de negócios estará
focada no setor de telecomunicações e até o final
do ano haverá um novo produto na prateleira: um
software aliado a serviços para gerenciar a infra-estrutura
de telecom e rede de dados das empresas. A empresa
entrou no setor entre maio e junho, e o resultado
que esperado para este ano é um pouco superior
a R$ 2 milhões na nova unidade de negócios. No
total, a DÍGITRO espera faturar perto de R$ 90
milhões em 2007.
O
Estado de São Paulo
TIVIT
CONTINUA COMPRAS COM A SOFTWAY
A
TIVIT,
empresa de tecnologia da VOTORANTIM NOVOS NEGÓCIOS
(VNN), anunciou a compra da SOFTWAY, que aumentará sua força de trabalho
em 7 mil pessoas, para 23 mil, e que a coloca
no caminho da abertura de capital. Com a aquisição
da empresa de terceirização de call center e outros
processos que faturou R$ 128 milhões no ano passado,
a TIVIT segue consolidando o mercado de serviços
de TI brasileiro. Outras compras estão nos planos,
como empresa de atendimento de nicho. A compra
da SOFTWAY vem reforçar a atividade de prestação
de serviços para o segmento de crédito e de cobrança,
que representava cerca de 5% da receita da TIVIT.
Com a compra da SOFTWAY, o crescimento da TIVIT
em 2007 deve ficar próximo a 50%, média que vem
mantendo nos últimos anos. Ela prevê fechar o
ano com 25 mil funcionários. A aquisição também
ajuda a acelerar o interesse de levar operações
para fora do eixo Rio-São Paulo. A SOFTWAY possui
escritórios em São Paulo, Jundiaí (SP) e Florianópolis
(SC). A TIVIT faturou R$ 509 milhões em 2006 e
previa, antes da transação, atingir cerca de R$
700 milhões ao fim do ano.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
Honda
alcança marca histórica de 10 milhões de motocicletas
produzidas
Para
atingir 10 milhões de unidades produzidas desde
o início de suas atividades em 1976, até agosto
de 2007, a MOTO
HONDA DA AMAZÔNIA sempre seguiu a filosofia
de aliar alta tecnologia e qualidade em seus produtos.
E nesses anos de trabalho dedicados à satisfação
do público, a empresa continua investindo tanto
em lançamentos, quanto no padrão de serviços pós-venda,
aspectos que contribuíram para essa conquista.
Com essa estratégia, a HONDA amplia constantemente
seu line up, incorporando cada vez mais modelos
e oferecendo opções para todos os estilos de consumidor,
seja para o uso no lazer, esporte, locomoção ou
trabalho. A fábrica, que produz aproximadamente
90 mil peças por dia, entre componentes do motor,
engrenagens, guidão, rodas e escapamentos, chegou
ao índice médio de nacionalização de 70% entre
os modelos. Além disso, é uma das cinco maiores
do GRUPO HONDA no mundo, com investimento superior
a US$ 600 milhões desde o começo de suas operações.
O
Estado de São Paulo
MRS
LEVA 11,3 MILHÕES DE TONELADAS
A
MRS LOGÍSTICA
movimentou um volume recorde no mês de julho.
Pela primeira vez na história, a concessionária
transportou 11,32 milhões de toneladas. No acumulado
do ano a empresa transportou 70,3 milhões de toneladas.
Segundo o Presidente da companhia, Julio Fontana
Neto, os investimentos feitos pela empresa, como
compra de material rodante e melhoria da malha,
proporcionaram este salto no transporte da MRS.
"Chegaram novas locomotivas e nossa frota
de vagões também foi ampliada. Além de investimentos
na malha, com a construção de novos pátios, troca
de trilhos e investimentos em tecnologia",
disse Fontana. Para o ano, a expectativa é um
transporte de 129 milhões de toneladas. "Mantendo
esta média mensal vamos alcançar a meta com facilidade",
disse Fontana.
Valor
Econômico
A
AGRALE ENTRA NA FAIXA DOS MÉDIOS
A
AGRALE
quer aumentar a sua participação no mercado brasileiro
de chassis e caminhões. No caso dos chassis, a
empresa de Caxias do Sul pretende ampliar a liderança
na linha de leves, onde já detém mais de 50% do
mercado. A idéia da companhia é brigar no nicho
de mini-ônibus destinado a fretamento, turismo
e transporte intermunicipal de curta distância,
um segmento que no País tem um mercado anual de
1,8 mil unidades, cerca de 30% da venda de mini-ônibus.
Segundo o Diretor de Vendas e Marketing da AGRALE,
Flavio Crosa, a expectativa é, em um ano, deter
entre 15% e 20% deste mercado a partir do lançamento
do modelo batizado de MA 10.0, que deverá estar
à venda nos próximos dias. A empresa quer competir
nos segmentos de transporte escolar, coletivo
urbano e intermunicipal até médias distâncias
com o modelo MA 15.0. A AGRALE encerrou o primeiro
semestre com um crescimento de 18% na linha de
veículos. Neste ano foram fabricadas 2,7 mil unidades,
entre caminhões, chassis para ônibus, furgovan
e o jipe Marruá, contra 2,3 mil do ano passado.
Em 2006, a receita total foi de R$ 430 milhões.
"A estimativa é chegar a R$ 480 milhões neste
ano", diz Hugo Zattera.
Gazeta
Mercantil
Varejo
REDES
CRIAM LOJAS MÓVEIS EM BUSCA DE CLIENTES
De
olho no aumento do consumo e pressionadas pela
forte disputa nas cidades maiores, grandes redes
investem em novos modelos de vendas para atender
pequenos municípios e regiões que não comportam
lojas convencionais. Muitas empresas não abrem
mão do contato com o consumidor final e resgatam
o comércio itinerante, realizado por meio de caminhões,
apostam em espaços menores e parcerias com terceiros
para conquistar o consumidor dessas localidades.
A
rede de perfumaria e cosméticos O BOTICÁRIO criou a "loja móvel",
para atender municípios com menos de 10 mil habitantes.
A empresa adaptou um veículo utilitário, que leva
em média 250 itens para pronta-entrega para essas
localidades. O projeto, que começou tímido há
quatro anos, ganhou fôlego e hoje já são 20 lojas
móveis, que visitam cada uma em média 15 municípios.
"Os resultados têm sido muito positivos.
É uma forma de dar comodidade, ir até onde o cliente
está. A vantagem é que o consumidor tem o produto
disponível na hora", diz Sergio Barbi, Gerente
de Franchising da empresa.
A
rede de LIVRARIAS
CURITIBA, maior da região Sul do País, com
vendas estimadas em 2,4 milhões de livros para
este ano, possui um caminhão que percorre cidades
do interior com um estoque de 7,1 mil livros,
que são distribuídos em bancas de jornais e pequenas
livrarias. Hoje uma loja da rede, são 13 no Sul
do País, tem, no mínimo, mil metros quadrados
e estoque de 30 mil livros. "Operamos no
formato de megastore, que só se enquadra em cidades
de maior porte", diz Marcos Pedri, Diretor
Comercial. Em outubro, a empresa inaugura a primeira
loja em São Paulo, no shopping Aricanduva, na
zona Leste, com recursos de R$ 3,5 milhões.
Gazeta
Mercantil