Sexta-feira, 07/09/2007
Ano VII – edição 285

Agrobusiness

NOS PLANOS DO FRIBOI, CRESCIMENTO DE 30%

Depois de se tornar a maior empresa frigorífica do mundo, a JBS-FRIBOI pretende continuar crescendo. Nos planos da empresa está a ampliação de unidades no Brasil, que permitirá aumentar em cerca de 30% sua capacidade de abate. O incremento é resultado dos investimentos de R$ 326 milhões ocorridos no primeiro semestre deste ano em cinco plantas, que estarão concluídos ao final do ano. O grupo tem cerca de R$ 840 milhões que estão programados para serem usados na ampliação da capacidade da empresa, inclusive nas aquisições. José Paulo Macedo, Diretor do FRIBOI, explica que o foco de expansão será o Mercosul. Segundo o balanço da empresa, no segundo trimestre, o lucro líquido ficou em R$ 38,7 milhões, 20,08% a mais que no mesmo período do ano passado.

Gazeta Mercantil

 

MARFRIG INVESTIRÁ R$ 320 MILHÕES EM 2008

O grupo MARFRIG pretende crescer 50% neste ano e no próximo. Para isso, vai aumentar os recursos gastos em aquisições. No primeiro semestre deste ano a empresa investiu R$ 194,7 milhões em compras de novas unidades no Brasil e fora. Para 2008 estão previstos R$ 320 milhões. As novas unidades e a ampliação de algumas plantas é que permitirão o crescimento do MARFRIG na ordem de 50% em faturamento tanto neste ano quanto em 2008. "No ano que vem, os investimentos feitos agora estarão em capacidade plena, assim como a linha de industrializados", afirmou Marcos Molina dos Santos, Presidente do MARFRIG. A perspectiva é que a empresa encerre 2007 com capacidade de abate de 16,7 mil cabeças ao dia, ou seja, 3 mil animais diários a mais que o volume atual.

Gazeta Mercantil

 

Autopeças

MAGNETI MARELLI AMPLIA PRODUÇÃO PARA ATENDER MONTADORAS NO PAÍS

A fabricante de autopeças MAGNETI MARELLI concluiu um plano de investimento de R$ 15 milhões para aumentar a capacidade de produção da unidade de faróis e lanternas, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. A previsão era investir R$ 10 milhões, mas o plano foi revisto em função do aquecimento do mercado automotivo. O investimento permitirá uma ampliação de 50% na área da fábrica. A indústria, que atende as principais montadoras do país, registrou no último ano um crescimento de 30% na demanda. A expectativa é faturar R$ 160 milhões em 2007, 33% mais que os R$ 120 milhões obtidos no ano passado. Empresa do grupo FIAT, a MAGNETI MARELLI é umas das maiores fabricantes de autopeças do mundo. A subsidiária brasileira, que reúne mais quatro unidades de negócio além da iluminação automotiva, fechou 2006 com faturamento total de R$ 1,5 bilhão. Para 2007, a expectativa é de aumento de 12% na receita, superando R$ 1,6 bilhão.

Valor Econômico

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

LEO BURNETT MANTÉM ESCALADA

Após um amplo processo de reestruturação, que inclusive rendeu uma posição no conselho mundial, entre as dez maiores agências da rede, a LEO BURNETT BRASIL vem conquistando posições no ranking das grandes do País, com saltos no faturamento e conquista de novos clientes. Recentemente, ganhou as contas de EMIRATES AIRLINES e PIRELLI e agora anuncia a chegada de outro cliente, o medicamento Anador (BOEHRINGER INGELHEIM). De acordo com o Presidente da LEO BURNETT, Renato Loes, a agência já teve um acréscimo de 30% em seu faturamento no primeiro semestre e deverá encerrar o ano com uma média de 20%.

Gazeta Mercantil

 

LODUCCA ANUNCIA NOVO SÓCIO E CONQUISTA CINCO CLIENTES

O publicitário da área de criação Guga Ketzer foi anunciado como sócio da agência LODUCCA, que também tem sede e clientes novos. O Presidente e fundador da agência, Celso Loducca, revela que o convite para Ketzer é para assegurar a longevidade da empresa, que completa 12 anos. "O objetivo é garantir o futuro da agência por mais 15, 20 anos. Vou passar a experiência do que significa ser dono para que no futuro ela possa sobreviver sem mim", diz Loducca. O publicitário, no entanto, comenta que ainda não tem plano de se aposentar. Celso Loducca é acionista majoritário da agência e o GRUPO YPY, Guga Ketzer e André Paes de Barros são acionistas minoritários. A agência registrou crescimento de 25% em 2006 e 15% no primeiro semestre deste ano. O Presidente da agência prefere não revelar uma estimativa para 2007, mas diz que espera que a agência cresça mais do que os 15% do primeiro semestre.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

SINA COSMÉTICOS ANTECIPA INÍCIO DAS VENDAS NO PAÍS

Seis meses depois de lançar a marca no mercado internacional e após fazer o primeiro embarque, para o Paquistão, a SINA COSMÉTICOS entra no mercado brasileiro, com previsão de lançamento dos primeiros produtos no próximo mês. A venda no País ocorre cerca de um ano antes do previsto inicialmente pela proprietária, Amália Sina. De acordo com ela, a antecipação ocorreu devido à valorização do real frente o dólar, que fez com que o preço dos produtos encarecesse no mercado externo. Inicialmente serão ofertados em São Paulo cerca de 15 itens da marca Amazonutry, para duas linhas de cabelos e outras duas de corpo e banho, mas já estão em pesquisa outros 17 produtos. Ela não revela o total do investimento na criação da empresa, mas disse que apenas no desenvolvimento dos produtos foram R$ 3 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

CANON PLANEJA FABRICAR NO BRASIL IMPRESSORA E CÂMERA

A CANON, hoje sem produção local, estuda fabricar no Brasil seus produtos voltados ao consumidor, câmeras digitais e impressoras. As alternativas em análise pela companhia japonesa são instalar uma unidade própria ou até terceirizar a produção. Fabricados em unidades da CANON no Japão, China e Malásia, os equipamentos são hoje importados e comercializados pelos distribuidores brasileiros ELGIN e OPECO. A possibilidade de se produzir no Brasil já é avaliada pela companhia há algum tempo, mas ganhou força com o crescimento do mercado e o movimento de concorrentes como KODAK e SAMSUNG. A CANON ocupa no Brasil a terceira posição em vendas tanto de câmeras digitais como impressoras. No caso das impressoras, fechou 2006 com 240 mil de um total de 2 milhões de unidades vendidas no varejo, ou 12% do mercado. A companhia também vendeu 500 mil (16%) das 3 milhões de câmeras comercializadas no País. "A meta é atingir 20% e assumir a segunda posição em ambos os mercados em dois anos", diz o Presidente da CANON LATIN AMERICA, Akihiko Matsumaru. Para isso, ele prevê crescimento anual de 30% no Brasil.

Gazeta Mercantil

 

Material de Construção

QUARTZOLIT TRAZ NOVA TECNOLOGIA PARA AGREGAR VALOR À ARGAMASSA

Decidida a ampliar o valor agregado de seus produtos, a WEBER QUARTZOLIT está implantando no Brasil uma tecnologia ainda inédita no mercado nacional que reduz em quase 100% a quantidade de poeira gerada durante o manuseio da argamassa. Desenvolvida pela WEBER, empresa européia sob o controle do grupo francês SAINT GOBAIN, a nova formulação já havia sido implantada na Espanha e na França, há dois meses. O Brasil foi o terceiro país do mundo a receber a tecnologia. A QUARTZOLIT investiu cerca de R$ 1,5 milhão para adaptar sua produção na unidade Jandira (SP), a maior fábrica de argamassas do mundo, de acordo com a companhia. A QUARTZOLIT pretende implantar a nova tecnologia em toda a sua linha de produtos de argamassa, na qual é a líder de mercado, com cerca de 50% de participação.

Valor Econômico

 

CAMARGO RETOMA PLANO DE EXPANSÃO

O crescimento da economia brasileira e as medidas governamentais de incentivo à construção civil, como maior oferta e acesso mais facilitado a linhas de crédito, que aqueceram a demanda do setor, fizeram a CAMARGO CORRÊA CIMENTOS desengavetar vários projetos de ampliação da capacidade produtiva de cimento. A empresa, fabricante da marca Cauê, que investiu mais em sua expansão internacional nos últimos anos, está retomando estudos que poderão ser colocados em prática a curto, médio e longo prazos. Os de longo prazo exigirão investimentos em novas fábricas, com a possibilidade de expansão física da empresa, hoje com unidades concentradas no Sudeste e Centro-Oeste do País, a outras regiões, disse o Diretor Financeiro da companhia, Carlos Ojeda. A meta é ampliar em torno de 20% a capacidade de produção de cimento, atualmente em 5 milhões de toneladas anuais. A reativação está prevista para o começo do ano que vem e deverá custar entre R$ 2 milhões e R$ 3 milhões, aplicados basicamente na revisão e manutenção dos equipamentos. Novos empregos deverão ser gerados, mas o executivo ainda não sabe quantos.

Valor Econômico

 

Química & Petroquímica

SETOR DE LIMPEZA SE REINVENTA PARA CRESCER

Os fabricantes de produtos de limpeza estão cada vez mais em busca de produtos que inovem o conceito de limpeza tradicional e ofereçam diferenciais às donas de casas. Por isso, as empresas estão intensificando os lançamentos com novas características para crescer em um mercado que movimentará R$ 10,5 bilhões em 2007.

A UNILEVER, por exemplo, lançou no último mês uma nova linha do amaciante Comfort com aromas diferentes, cítrico e floral. "Estamos sempre olhando oportunidades para lançarmos produtos", explicou Luiz Carlos Dutra, Vice-Presidente de Assuntos Corporativos da UNILEVER. A UNILEVER é líder do mercado de detergente em pó, principal categoria do setor, com faturamento de R$ 3,1 bilhões em 2006, no qual detém 70,5% de participação, conforme a empresa.

De olho nessa praticidade dos consumidores, a RECKITT BENCKISER lançou a Veja Big, nova versão com 750 mililitros do tradicional limpador. Além da nova embalagem, a RECKITT também lançou duas linhas de combinações de fragrâncias para o produto. "A resposta da consumidora tem sido muito positiva garantindo crescimento da marca", disse Renata. A marca Veja passou de 31,1% do mercado em dezembro de 2006 para 32% no último mês de junho.

Gazeta Mercantil

 

DAY BRASIL INVESTE PARA DOBRAR FATURAMENTO

Única fabricante do hemisfério Sul de placas de borracha e resinas para impressão off set usada na produção de jornais e revistas, outdoors e afins, a brasileira DAY BRASIL viu no crescimento da economia brasileira uma oportunidade de dobrar seu faturamento nos próximos três anos. Para isso, a empresa investirá US$ 6 milhões este ano com o objetivo de dobrar a capacidade de suas fábrica instalada em Manaus. O faturamento da DAY BRASIL somou R$ 220 milhões em 2006, quando cresceu 15%. Agora a previsão é ampliar essa cifra em 25% já neste ano e em algo próximo de 30% em 2008. "Vamos crescer com ampliação de fábricas e também via aquisições", disse o CEO da DAY BRASIL, Jonathan Graicar.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

SODEXHO A UM PASSO DE COMPRAR A VR

A empresa francesa de vale-benefício SODEXHO PASS assinou uma carta de intenção para comprar sua concorrente no mercado, a VR do empresário Abram Szajman. A empresa já está passando por processo de auditoria. O Grupo VR condicionou a compra à manutenção da marca VR, ou seja, o cartão de benefícios deverá ser da SODEXHO, mas com a bandeira VR. O grupo continuará recebendo royalties sobre as vendas do cartão. Além de manter sob seu comando a rede SMART.NET, que vai licenciar os estabelecimentos comerciais a receberem o cartão SODEXHO/VR.

Valor Econômico

 

GLOBAL CROSSING CONCLUI INTEGRAÇÃO TECNOLÓGICA COM IMPSAT

A atacadista de serviços de telecomunicações GLOBAL CROSSING terminou a integração tecnológica com a argentina IMPSAT FIBER NETWORKS e prevê que até novembro de 2008 a de pessoal será completa. A compra foi finalizada em maio deste ano e acrescentou uma presença de rede terrestre em toda a América Latina, que vai permitir atingir com maior força as empresas locais ou multinacionais que atuam aqui, comenta o Diretor Geral da GLOBAL CROSSING AMÉRICA LATINA, Hector Alonso, egresso da IMPSAT. A GLOBAL CROSSING possuía uma rede IP subterrânea que chegava aos países, mas que tinha como principal objetivo atender a conexão internacional de operadoras locais, sua atuação como atacadista de telecomunicações. A integração foi facilitada pelo fato de a IMPSAT anteriormente passar 90% do seu tráfego internacional pela infra-estrutura da GLOBAL CROSSING. O investimento total estimado na integração é de US$ 10 milhões e o mesmo valor é o esperado de ganhos anuais com sinergias entre as duas operações. A GLOBAL CROSSING conseguiu crescer 19% em relação ao ano passado no segundo trimestre. O faturamento subiu de US$ 461 milhões para US$ 547 milhões. "Vamos manter o crescimento em dois dígitos (acima de 10%) até 2010", defende Alonso.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

LUCRO TRIMESTRAL DA CSN DOBRA

A COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL (CSN) divulgou lucro líquido de R$ 952,173 milhões entre abril e junho deste ano, mais do que o dobro dos R$ 409,464 milhões obtidos no mesmo período do ano passado. Colaboraram para o resultado o fato dos preços do aço terem subido e as taxas de juros brasileiras, em seu recorde de baixa, terem alimentado a demanda de montadoras e construtoras. No primeiro semestre, o ganho da empresa foi de R$ 1,715 bilhão, melhor do que os R$ 749,882 milhões obtidos na metade inicial de 2006. A receita líquida do trimestre correspondeu a R$ 2,974 bilhões, tida pela empresa como a maior já registrada por ela. Nos três meses encerrados em junho do ano passado, somou R$ 1,918 bilhão. No semestre, a receita líquida chegou a R$ 5,459 bilhões, maior do que os R$ 3,871 bilhões dos primeiros seis meses de 2006.

Valor Econômico

 

UMICORE INVESTE US$ 54 MILHÕES NO BRASIL

A produtora belga de metais e materiais especiais UMICORE informou que vai investir 40 milhões de euros (US$ 53,9 milhões) na construção de uma nova unidade em Americana, cidade localizada no interior do estado de São Paulo. "A instalação vai abrigar as atividades que estão atualmente localizadas no complexo da empresa em Guarulhos e vai oferecer a essas atividades possibilidades melhoradas para crescimento adicional nos próximos anos", informou a companhia. Segundo a empresa, o lugar onde fica as instalações em Guarulhos "tem mais de 40 anos e não oferece mais a possibilidade de expandir os negócios existentes ou para ter novas atividades". A UMICORE está se afastando de suas origens de mineração e produção de zinco e cobre em direção ao segmento de reciclagem de metais preciosos e materiais avançados, como substratos de germânio usados em células fotovoltáicas de veículos da agência espacial norte-americana, a Nasa.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

EMC SE PREPARA PARA ABRIR FÁBRICA LOCAL

A EMC revelou ter planos de instalar sua primeira fábrica no País, o que seria apenas a terceira unidade de produção fora dos Estados Unidos da maior empresa de hardware, software e serviços de armazenamento de dados do mundo. Ela produz na Irlanda e, por meio de uma joint venture, na China. O Executivo Chefe e Presidente do Conselho, Joe Tucci, esteve em São Paulo para participar da quarta edição do EMC Forum no Brasil. Segundo o Gerente Geral da EMC BRASIL, Carlos Cunha, a participação de serviços na receita aqui tem maior peso que internacionalmente. No País, eles representam 20% frente a 16% no mundo. A fatia de hardware nos negócios locais é similar à global, por volta de 45%. "Isso mostra a diferença de maturidade", diz. O trabalho de consultoria aqui é mais forte, para ajudar os clientes a ter mais eficiência em armazenamento.

Valor Econômico

 

FABRICANTES REVÊEM PREVISÃO EM 10 MILHÕES

Agressividade da VIVO, seguida pela CLARO e TIM, alterou estimativas da indústria. O Dia dos Pais surpreendeu. Tradicionalmente considerada terceira data comercial do ano, atrás do Natal e do Dia das Mães, este ano foi diferente para todo o setor de celulares, incluindo operadoras e indústria.

Mas em agosto a promoção do Dia dos Pais alavancou de tal forma o desempenho da maioria dos operadores que a indústria resolveu rever a estimativa de produção e venda de 25 milhões para 35 milhões de aparelhos este ano, afirmou o Gerente-Geral da SONY ERICSSON, uma das principais fabricantes, Silvio Stagni. "Trabalhávamos com a perspectiva de assistir à repetição do número de novos usuários do ano passado, de 11 milhões", disse Stagni. "Mas os 8,5 milhões de novos clientes até julho levarão a um total muito superior ao do ano passado, porque o segundo semestre é sempre mais aquecido do que o primeiro", projetou Stagni.

Enrique Usscher, Vice-Presidente para produtos móveis da MOTOROLA na América Latina, tem a mesma opinião, embora considerasse uma base mais otimista para o ano, de 30 milhões. A retomada do mercado de baixa gama é uma das responsáveis pela reação positiva das vendas, diz Ussher.

A VIVO veio forte para recuperar o espaço perdido e puxou as vendas das demais, analisou o Diretor da NOKIA, Gustavo Jaramillo.

A CLARO não fechou seus números ainda, mas o Diretor de Marketing, Roberto Guenzburger, garante que o volume de vendas foi muito bom. "Nossa estratégia está baseada no repasse aos clientes das vantagens que obtemos nas negociações, na queda natural dos preços dos aparelhos e no comportamento favorável do dólar", disse.

A OI extrapolou. Segundo a Diretora de Marketing e Varejo Flávia Bittencourt, agosto foi o melhor mês dos últimos tempos. "Superou o Dia das Mães e o Natal", afirmou a executiva sem precisar o número de clientes conquistados ou quantidades de chips comercializadas.

A TIM focou forte na tarifa zero local e nacional para o pós-pago e constatou que a promoção atraiu muita gente. "Tivemos uma inflexão igual à do ano passado, com o Dia dos Pais superando o das Mães", afirmou o Diretor de Marketing, Marco Lopes.

Gazeta Mercantil

 

MICROSOFT AMPLIA SERVIÇOS NO BRASIL

Em sua primeira visita ao Brasil, Steve Berkowitz, executivo da MICROSFT, deu uma demonstração do rumo que considera o mais correto. Na posição de Vice-Presidente Sênior do ONLINE SERVICES GROUP, a divisão de internet da companhia, ele lançou dois produtos em português: o Live Search Maps, um serviço de busca que utiliza mapas em 3D, e o Live Search Products, pelo qual o usuário pode encontrar produtos e fazer comparações entre eles. É esse tipo de experiência que os usuários de internet querem, serviços baseados na tecnologia, mas que não requerem dos usuários um conhecimento mais profundo de como ela funciona. Parece simples, mas para a MICROSOFT, que nasceu e fez fortuna vendendo software, é um desafio. Em junho, a MICROSOFT aparecia em terceiro lugar entre os 10 principais mecanismos de busca nos Estados Unidos, com uma participação de 13,3% contra 20,2% do YAHOO e 52,7% do GOOGLE. Outro termômetro é o próprio balanço da companhia. No ano passado, o lucro operacional da divisão on-line da MICROSOFT foi de US$ 111 milhões. 

Valor Econômico

 

DARUMA PRODUZ PC E VIDEOFONE

Depois de 36 anos atuando na área de telecomunicações e automação comercial no Brasil, a URMET DARUMA, que se consolidou como uma das principais fornecedoras de telefones públicos do País, dá seus primeiros passos na produção de computadores. Há dois meses no catálogo da empresa, o PC é apenas um dos novos produtos que a DARUMA está acrescentando à sua lista este ano. Entre setembro e dezembro, vai lançar um notebook de marca própria, uma linha de PABX IP, modems com tecnologia GPRS e EDGE e um aparelho de videofone, que já tem parceria fechada com uma operadora de telefonia fixa para estrear no mercado em setembro. No caso dos microcomputadores, que completaram 3 mil unidades produzidas desde sua implantação, as vendas ainda são feitas por meio de negociações diretas com o setor corporativo, segmento responsável por 30% do faturamento com automação da DARUMA. No entanto, conforme conta o Presidente da empresa, Mário Campo Grande, em janeiro os PC serão ofertados ao varejo e a expectativa é que encerrem 2008 com um total de 100 mil unidades comercializadas, das quais 60% por meio dos canais de revenda. Para acompanhar a estratégia de expansão, foram aplicados R$ 8 milhões nos últimos dois anos para aquisição de novos equipamentos e ampliação da fábrica da DARUMA, instalada em Taubaté (SP). Em 2008, deverá ser investido total entre R$ 2,5 milhões e R$ 3 milhões. O faturamento bruto da empresa deve alcançar R$ 160 milhões até o fim de 2007, um valor 40% maior do que arrecadou no ano passado.

Gazeta Mercantil

 

F-SECURE VOLTA AO VAREJO PARA CONSOLIDAR PRESENÇA NO PAÍS

A fabricante finlandesa de antivírus F-SECURE se prepara para uma nova investida no varejo a partir da primeira quinzena de setembro. Presente no País há pouco mais de dois anos, a empresa chegou a vender seu software em lojas por seis meses em 2005, no que foi considerado um piloto pela companhia. "Estávamos conhecendo o mercado e estudando como atingir o público nacional", diz o responsável pela área de tecnologia da F-SECURE, Gabriel Menegatti. Com faturamento global de € 23,3 milhões no último trimestre, a companhia quer agora consolidar sua presença no Brasil. Desde que desembarcou aqui, a F-SECURE dobrou de tamanho a cada ano, acumulando vendas de 150 mil licenças principalmente a pequenas e médias empresas. A meta é manter um ritmo de crescimento anual de 50% e atingir participação de 10% no mercado em três anos. A F-SECURE espera que o varejo represente entre 10% e 20% da sua receita local até o final do ano que vem.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

MELHORA O DESEMPENHO DA WILSON SONS

A WILSON SONS, um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima do mercado brasileiro, fechou o segundo trimestre com lucro líquido de US$ 9,2 milhões, aumento de 4,8% em relação ao mesmo período de 2006, que foi de US$ 8,8 milhões. No primeiro semestre, o lucro líquido da empresa foi de US$ 21,2 milhões, 24,9% superior aos seis meses de 2006, de US$ 17 milhões. Já a receita líquida da empresa chegou a US$ 100,1 milhões no segundo trimestre deste ano, 36,9% maior que o mesmo período do ano anterior, quando o valor total foi de US$ 73,1 milhões. No segundo trimestre a empresa investiu US$ 14,1 milhões, 27,5% acima dos US$ 11 milhões do mesmo período de 2006. No semestre totalizou US$ 27,2 milhões.

Gazeta Mercantil

 

VOLVO QUER RETOMAR FATIA DE MERCADO QUE TINHA HÁ TRÊS ANOS

Com investimento de US$ 20 milhões nos últimos dois anos, a VOLVO BUS pretende retomar o seu espaço no mercado de ônibus pesados no Brasil, estimado em 3,5 mil unidades em 2006. A meta, segundo Per Gabell, Presidente da VOLVO BUS LATIN AMERICA, é ousada: chegar a 25% em três anos. A empresa, que chegou a ter 20% de participação há sete anos, encerrou o ano passado com 7% e no acumulado de janeiro a julho está com 1,62% desse mercado. Nos últimos anos, a VOLVO concentrou-se na exportação, que hoje responde por mais de 80% da produção. "As exportações para a América Latina compensaram a perda de espaço no Brasil, mas agora queremos avançar no mercado nacional", disse Gabell. O crescimento da economia também está impulsionando investimentos em produtos com maior tecnologia. Além da área de ônibus rodoviário, a empresa tem grande presença no mercado de ônibus urbano, com contratos em países como Chile, Colômbia e Venezuela, além do Brasil. A América Latina representa 10% dos negócios globais da VOLVO BUS. O grupo VOLVO, que faturou US$ 34 bilhões em 2006, tem quase 10% da sua receita gerada no segmento de ônibus. A divisão emprega 200 pessoas no Brasil.

Valor Econômico

 

FÁBRICAS CRIAM ESTRATÉGIAS PARA CONTRATAR FUNCIONÁRIOS

A expectativa de uma expansão maior nas vendas de veículos neste ano já provoca nova onda de contratações na indústria automobilística.

A FIAT AUTOMÓVEIS, que trabalha a plena capacidade em três turnos na fábrica de Betim (MG) e vai reativar a unidade de Córdoba, na Argentina, em 2008, já contratou no primeiro semestre 3.053 funcionários. Em 2006, a montadora italiana já havia admitido 1.500 pessoas para a produção. Ao todo a FIAT emprega no Brasil 23 mil funcionários, 15 mil diretos e 8 mil indiretos.

Já a VOLKSWAGEN, para elevar rapidamente a produção de automóveis, teve que chamar 375 ex-funcionários aposentados da própria empresa e do setor automotivo, que tem experiência nas funções metalúrgicas, que envolve as áreas de pintura e funilaria. A VOLKSWAGEN, que até o final de 2008 previa demitir 4.200 funcionários, 3.500 em São Bernardo do Campo (SP) e 700 em Taubaté, interior paulista, em um acordo já fechado com o sindicato dos metalúrgicos, suspendeu seu programa de reestruturação e teve que admitir 1.436 funcionários, 725 para a unidade Anchieta e 711 para Taubaté, por um período de 10 meses, ao implantar o terceiro turno.

Já a GENERAL MOTORS DO BRASIL decidiu reforçar a linha de motores e transmissões para garantir aumento na produção de automóveis. Para isso, contratou na semana passada 179 pessoas para a unidade powertrain, que fica dentro da fábrica de São José dos Campos (SP) e efetivou 213 funcionários terceirizados da área de suprimentos. Esses funcionários vão trabalhar em regime especial de terça a sábado. Essa divisão produziu no ano passado 16 milhões de motores e transmissões. Além de abastecer as fábricas de automóveis da GM no Brasil, também vende motores para a FIAT e outras montadoras no exterior. A GM, que emprega cerca de 21 mil funcionários no Brasil, já contratou 100 engenheiros neste ano e mais 100 serão contratados até dezembro. Para 2008, estão previstas a contratação de mais 150 funcionários para a área de engenharia.

O grupo PSA PEUGEOT CITROËN também anunciou a contratação de 700 pessoas ao implantar o terceiro turno na fábrica de Porto Real (RJ). Segundo a montadora, a pré-seleção dos candidatos é feita pelo Senai de Resende (RJ), com o qual a montadora mantém convênio para treinamento dos funcionários. Incluindo a fábrica de motores o grupo PSA emprega 3.450 funcionários no Brasil.

A DAIMLERCHRYSLER já contratou neste ano 450 funcionários para elevar a produção de caminhões que tem fila de espera. Segundo a empresa, os novos empregados são treinados pelo Senai de São Bernardo do Campo.

Gazeta Mercantil

 

Varejo

LOJAS MAIA ELEVA RECEITA COM PRODUTOS DO BB

Preparada para a concorrência cada vez mais acirrada no Nordeste, a paraibana LOJAS MAIA esquematizou uma forte estratégia que visa não só a sobrevivência no mercado como expansão acelerada. Com 128 lojas em sete estados nordestinos, a empresa ampliou sua atuação na cadeia do varejo, avalia aquisições regionais e iniciou abertura de pontos-de-venda de sua promotora de serviços financeiros em rua e em quiosques dentro de suas lojas, em parceria exclusiva com o BANCO DO BRASIL por cinco anos. "Não tenho o tamanho do WAL-MART ou da CASAS BAHIA, mas tenho várias formas de ganhar dinheiro", brinca Marcelo Maia, um dos sócios da rede. Há um ano, a varejista acertou acordo como o BB para emissão de cartões private label e agora incrementa a comercialização de produtos financeiros como empréstimo pessoal, títulos de capitalização, consórcio de móveis e eletros, venda de pacotes turísticos da BBTur, créditos consignado e imobiliário, previdência e outros. Somente a operação financeira do crediário da varejista já alcançou R$ 70 milhões em oito meses de operação. A estimativa é que, no próximo ano, a carteira atinja R$150 milhões. Do faturamento de R$ 500 milhões em 2006, 75% provém do varejo, 15% da venda de produtos e serviços financeiros e 10% da produção industrial.

Valor Econômico

 

DROGASIL CRESCE EM GOIÁS

A DROGASIL pretende abrir, em dois meses, até 10 lojas na cidade de Goiânia, onde já possui quatro unidades. A operação está sendo realizada por cessão de pontos comerciais pertencentes à DROGALINS. No primeiro semestre, a DROGASIL inaugurou sete lojas, somando 187 pontos em São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

Gazeta Mercantil

 

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