Agrobusiness
NOS
PLANOS DO FRIBOI, CRESCIMENTO DE 30%
Depois
de se tornar a maior empresa frigorífica do
mundo, a JBS-FRIBOI pretende continuar crescendo. Nos
planos da empresa está a ampliação de unidades
no Brasil, que permitirá aumentar em cerca
de 30% sua capacidade de abate. O incremento
é resultado dos investimentos de R$ 326 milhões
ocorridos no primeiro semestre deste ano em
cinco plantas, que estarão concluídos ao final
do ano. O grupo tem cerca de R$ 840 milhões
que estão programados para serem usados na
ampliação da capacidade da empresa, inclusive
nas aquisições. José Paulo Macedo, Diretor
do FRIBOI, explica que o foco de expansão
será o Mercosul. Segundo o balanço da empresa,
no segundo trimestre, o lucro líquido ficou
em R$ 38,7 milhões, 20,08% a mais que no mesmo
período do ano passado.
Gazeta
Mercantil
MARFRIG
INVESTIRÁ R$ 320 MILHÕES EM 2008
O
grupo MARFRIG
pretende crescer 50% neste ano e no próximo.
Para isso, vai aumentar os recursos gastos
em aquisições. No primeiro semestre deste
ano a empresa investiu R$ 194,7 milhões em
compras de novas unidades no Brasil e fora.
Para 2008 estão previstos R$ 320 milhões.
As novas unidades e a ampliação de algumas
plantas é que permitirão o crescimento do
MARFRIG na ordem de 50% em faturamento tanto
neste ano quanto em 2008. "No ano que
vem, os investimentos feitos agora estarão
em capacidade plena, assim como a linha de
industrializados", afirmou Marcos Molina
dos Santos, Presidente do MARFRIG. A perspectiva
é que a empresa encerre 2007 com capacidade
de abate de 16,7 mil cabeças ao dia, ou seja,
3 mil animais diários a mais que o volume
atual.
Gazeta
Mercantil
Autopeças
MAGNETI
MARELLI AMPLIA PRODUÇÃO PARA ATENDER MONTADORAS
NO PAÍS
A
fabricante de autopeças MAGNETI MARELLI concluiu um plano
de investimento de R$ 15 milhões para aumentar
a capacidade de produção da unidade de faróis
e lanternas, em Contagem, na região metropolitana
de Belo Horizonte. A previsão era investir
R$ 10 milhões, mas o plano foi revisto em
função do aquecimento do mercado automotivo.
O investimento permitirá uma ampliação de
50% na área da fábrica. A indústria, que atende
as principais montadoras do país, registrou
no último ano um crescimento de 30% na demanda.
A expectativa é faturar R$ 160 milhões em
2007, 33% mais que os R$ 120 milhões obtidos
no ano passado. Empresa do grupo FIAT, a MAGNETI
MARELLI é umas das maiores fabricantes de
autopeças do mundo. A subsidiária brasileira,
que reúne mais quatro unidades de negócio
além da iluminação automotiva, fechou 2006
com faturamento total de R$ 1,5 bilhão. Para
2007, a expectativa é de aumento de 12% na
receita, superando R$ 1,6 bilhão.
Valor
Econômico
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
LEO
BURNETT MANTÉM ESCALADA
Após
um amplo processo de reestruturação, que inclusive
rendeu uma posição no conselho mundial, entre
as dez maiores agências da rede, a LEO
BURNETT BRASIL vem conquistando posições
no ranking das grandes do País, com saltos
no faturamento e conquista de novos clientes.
Recentemente, ganhou as contas de EMIRATES
AIRLINES e PIRELLI e agora anuncia a chegada
de outro cliente, o medicamento Anador (BOEHRINGER
INGELHEIM). De acordo com o Presidente da
LEO BURNETT, Renato Loes, a agência já teve
um acréscimo de 30% em seu faturamento no
primeiro semestre e deverá encerrar o ano
com uma média de 20%.
Gazeta
Mercantil
LODUCCA
ANUNCIA NOVO SÓCIO E CONQUISTA CINCO CLIENTES
O
publicitário da área de criação Guga Ketzer
foi anunciado como sócio da agência LODUCCA,
que também tem sede e clientes novos. O Presidente
e fundador da agência, Celso Loducca, revela
que o convite para Ketzer é para assegurar
a longevidade da empresa, que completa 12
anos. "O objetivo é garantir o futuro
da agência por mais 15, 20 anos. Vou passar
a experiência do que significa ser dono para
que no futuro ela possa sobreviver sem mim",
diz Loducca. O publicitário, no entanto, comenta
que ainda não tem plano de se aposentar. Celso
Loducca é acionista majoritário da agência
e o GRUPO YPY, Guga Ketzer e André Paes de
Barros são acionistas minoritários. A agência
registrou crescimento de 25% em 2006 e 15%
no primeiro semestre deste ano. O Presidente
da agência prefere não revelar uma estimativa
para 2007, mas diz que espera que a agência
cresça mais do que os 15% do primeiro semestre.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
SINA
COSMÉTICOS ANTECIPA INÍCIO DAS VENDAS NO PAÍS
Seis
meses depois de lançar a marca no mercado
internacional e após fazer o primeiro embarque,
para o Paquistão, a SINA COSMÉTICOS entra no mercado
brasileiro, com previsão de lançamento dos
primeiros produtos no próximo mês. A venda
no País ocorre cerca de um ano antes do previsto
inicialmente pela proprietária, Amália Sina.
De acordo com ela, a antecipação ocorreu devido
à valorização do real frente o dólar, que
fez com que o preço dos produtos encarecesse
no mercado externo. Inicialmente serão ofertados
em São Paulo cerca de 15 itens da marca Amazonutry,
para duas linhas de cabelos e outras duas
de corpo e banho, mas já estão em pesquisa
outros 17 produtos. Ela não revela o total
do investimento na criação da empresa, mas
disse que apenas no desenvolvimento dos produtos
foram R$ 3 milhões.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
CANON
PLANEJA FABRICAR NO BRASIL IMPRESSORA E CÂMERA
A
CANON,
hoje sem produção local, estuda fabricar no
Brasil seus produtos voltados ao consumidor,
câmeras digitais e impressoras. As alternativas
em análise pela companhia japonesa são instalar
uma unidade própria ou até terceirizar a produção.
Fabricados em unidades da CANON no Japão,
China e Malásia, os equipamentos são hoje
importados e comercializados pelos distribuidores
brasileiros ELGIN e OPECO. A possibilidade
de se produzir no Brasil já é avaliada pela
companhia há algum tempo, mas ganhou força
com o crescimento do mercado e o movimento
de concorrentes como KODAK e SAMSUNG. A CANON
ocupa no Brasil a terceira posição em vendas
tanto de câmeras digitais como impressoras.
No caso das impressoras, fechou 2006 com 240
mil de um total de 2 milhões de unidades vendidas
no varejo, ou 12% do mercado. A companhia
também vendeu 500 mil (16%) das 3 milhões
de câmeras comercializadas no País. "A
meta é atingir 20% e assumir a segunda posição
em ambos os mercados em dois anos", diz
o Presidente da CANON LATIN AMERICA, Akihiko
Matsumaru. Para isso, ele prevê crescimento
anual de 30% no Brasil.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
QUARTZOLIT
TRAZ NOVA TECNOLOGIA PARA AGREGAR VALOR À
ARGAMASSA
Decidida
a ampliar o valor agregado de seus produtos,
a WEBER QUARTZOLIT
está implantando no Brasil uma tecnologia
ainda inédita no mercado nacional que reduz
em quase 100% a quantidade de poeira gerada
durante o manuseio da argamassa. Desenvolvida
pela WEBER, empresa européia sob o controle
do grupo francês SAINT GOBAIN, a nova formulação
já havia sido implantada na Espanha e na França,
há dois meses. O Brasil foi o terceiro país
do mundo a receber a tecnologia. A QUARTZOLIT
investiu cerca de R$ 1,5 milhão para adaptar
sua produção na unidade Jandira (SP), a maior
fábrica de argamassas do mundo, de acordo
com a companhia. A QUARTZOLIT pretende implantar
a nova tecnologia em toda a sua linha de produtos
de argamassa, na qual é a líder de mercado,
com cerca de 50% de participação.
Valor
Econômico
CAMARGO
RETOMA PLANO DE EXPANSÃO
O
crescimento da economia brasileira e as medidas
governamentais de incentivo à construção civil,
como maior oferta e acesso mais facilitado
a linhas de crédito, que aqueceram a demanda
do setor, fizeram a CAMARGO CORRÊA CIMENTOS desengavetar
vários projetos de ampliação da capacidade
produtiva de cimento. A empresa, fabricante
da marca Cauê, que investiu mais em sua expansão
internacional nos últimos anos, está retomando
estudos que poderão ser colocados em prática
a curto, médio e longo prazos. Os de longo
prazo exigirão investimentos em novas fábricas,
com a possibilidade de expansão física da
empresa, hoje com unidades concentradas no
Sudeste e Centro-Oeste do País, a outras regiões,
disse o Diretor Financeiro da companhia, Carlos
Ojeda. A meta é ampliar em torno de 20% a
capacidade de produção de cimento, atualmente
em 5 milhões de toneladas anuais. A reativação
está prevista para o começo do ano que vem
e deverá custar entre R$ 2 milhões e R$ 3
milhões, aplicados basicamente na revisão
e manutenção dos equipamentos. Novos empregos
deverão ser gerados, mas o executivo ainda
não sabe quantos.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
SETOR
DE LIMPEZA SE REINVENTA PARA CRESCER
Os
fabricantes de produtos de limpeza estão cada
vez mais em busca de produtos que inovem o
conceito de limpeza tradicional e ofereçam
diferenciais às donas de casas. Por isso,
as empresas estão intensificando os lançamentos
com novas características para crescer em
um mercado que movimentará R$ 10,5 bilhões
em 2007.
A
UNILEVER,
por exemplo, lançou no último mês uma nova
linha do amaciante Comfort com aromas diferentes,
cítrico e floral. "Estamos sempre olhando
oportunidades para lançarmos produtos",
explicou Luiz Carlos Dutra, Vice-Presidente
de Assuntos Corporativos da UNILEVER. A UNILEVER
é líder do mercado de detergente em pó, principal
categoria do setor, com faturamento de R$
3,1 bilhões em 2006, no qual detém 70,5% de
participação, conforme a empresa.
De
olho nessa praticidade dos consumidores, a
RECKITT BENCKISER lançou a Veja
Big, nova versão com 750 mililitros do tradicional
limpador. Além da nova embalagem, a RECKITT
também lançou duas linhas de combinações de
fragrâncias para o produto. "A resposta
da consumidora tem sido muito positiva garantindo
crescimento da marca", disse Renata.
A marca Veja passou de 31,1% do mercado em
dezembro de 2006 para 32% no último mês de
junho.
Gazeta
Mercantil
DAY
BRASIL INVESTE PARA DOBRAR FATURAMENTO
Única
fabricante do hemisfério Sul de placas de
borracha e resinas para impressão off set
usada na produção de jornais e revistas, outdoors
e afins, a brasileira DAY
BRASIL viu no crescimento da economia
brasileira uma oportunidade de dobrar seu
faturamento nos próximos três anos. Para isso,
a empresa investirá US$ 6 milhões este ano
com o objetivo de dobrar a capacidade de suas
fábrica instalada em Manaus. O faturamento
da DAY BRASIL somou R$ 220 milhões em 2006,
quando cresceu 15%. Agora a previsão é ampliar
essa cifra em 25% já neste ano e em algo próximo
de 30% em 2008. "Vamos crescer com ampliação
de fábricas e também via aquisições",
disse o CEO da DAY BRASIL, Jonathan Graicar.
Gazeta
Mercantil
Serviços
SODEXHO
A UM PASSO DE COMPRAR A VR
A
empresa francesa de vale-benefício SODEXHO PASS assinou uma carta de intenção
para comprar sua concorrente no mercado, a
VR do empresário Abram Szajman. A empresa já
está passando por processo de auditoria. O
Grupo VR condicionou a compra à manutenção
da marca VR, ou seja, o cartão de benefícios
deverá ser da SODEXHO, mas com a bandeira
VR. O grupo continuará recebendo royalties
sobre as vendas do cartão. Além de manter
sob seu comando a rede SMART.NET, que vai
licenciar os estabelecimentos comerciais a
receberem o cartão SODEXHO/VR.
Valor
Econômico
GLOBAL
CROSSING CONCLUI INTEGRAÇÃO TECNOLÓGICA COM
IMPSAT
A
atacadista de serviços de telecomunicações
GLOBAL CROSSING terminou a integração
tecnológica com a argentina IMPSAT
FIBER NETWORKS e prevê que até novembro de
2008 a de pessoal será completa. A compra
foi finalizada em maio deste ano e acrescentou
uma presença de rede terrestre em toda a América
Latina, que vai permitir atingir com maior
força as empresas locais ou multinacionais
que atuam aqui, comenta o Diretor Geral da
GLOBAL CROSSING AMÉRICA LATINA, Hector Alonso,
egresso da IMPSAT. A GLOBAL CROSSING possuía
uma rede IP subterrânea que chegava aos países,
mas que tinha como principal objetivo atender
a conexão internacional de operadoras locais,
sua atuação como atacadista de telecomunicações.
A integração foi facilitada pelo fato de a
IMPSAT anteriormente passar 90% do seu tráfego
internacional pela infra-estrutura da GLOBAL
CROSSING. O investimento total estimado na
integração é de US$ 10 milhões e o mesmo valor
é o esperado de ganhos anuais com sinergias
entre as duas operações. A GLOBAL CROSSING
conseguiu crescer 19% em relação ao ano passado
no segundo trimestre. O faturamento subiu
de US$ 461 milhões para US$ 547 milhões. "Vamos
manter o crescimento em dois dígitos (acima
de 10%) até 2010", defende Alonso.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
LUCRO
TRIMESTRAL DA CSN DOBRA
A
COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL (CSN) divulgou lucro líquido de R$ 952,173 milhões
entre abril e junho deste ano, mais do que
o dobro dos R$ 409,464 milhões obtidos no
mesmo período do ano passado. Colaboraram
para o resultado o fato dos preços do aço
terem subido e as taxas de juros brasileiras,
em seu recorde de baixa, terem alimentado
a demanda de montadoras e construtoras. No
primeiro semestre, o ganho da empresa foi
de R$ 1,715 bilhão, melhor do que os R$ 749,882
milhões obtidos na metade inicial de 2006.
A receita líquida do trimestre correspondeu
a R$ 2,974 bilhões, tida pela empresa como
a maior já registrada por ela. Nos três meses
encerrados em junho do ano passado, somou
R$ 1,918 bilhão. No semestre, a receita líquida
chegou a R$ 5,459 bilhões, maior do que os
R$ 3,871 bilhões dos primeiros seis meses
de 2006.
Valor
Econômico
UMICORE
INVESTE US$ 54 MILHÕES NO BRASIL
A
produtora belga de metais e materiais especiais
UMICORE informou que vai investir 40 milhões
de euros (US$ 53,9 milhões) na construção
de uma nova unidade em Americana, cidade localizada
no interior do estado de São Paulo. "A
instalação vai abrigar as atividades que estão
atualmente localizadas no complexo da empresa
em Guarulhos e vai oferecer a essas atividades
possibilidades melhoradas para crescimento
adicional nos próximos anos", informou
a companhia. Segundo a empresa, o lugar onde
fica as instalações em Guarulhos "tem
mais de 40 anos e não oferece mais a possibilidade
de expandir os negócios existentes ou para
ter novas atividades". A UMICORE está
se afastando de suas origens de mineração
e produção de zinco e cobre em direção ao
segmento de reciclagem de metais preciosos
e materiais avançados, como substratos de
germânio usados em células fotovoltáicas de
veículos da agência espacial norte-americana,
a Nasa.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
EMC
SE PREPARA PARA ABRIR FÁBRICA LOCAL
A
EMC revelou
ter planos de instalar sua primeira fábrica
no País, o que seria apenas a terceira unidade
de produção fora dos Estados Unidos da maior
empresa de hardware, software e serviços de
armazenamento de dados do mundo. Ela produz
na Irlanda e, por meio de uma joint venture,
na China. O Executivo Chefe e Presidente do
Conselho, Joe Tucci, esteve em São Paulo para
participar da quarta edição do EMC Forum no
Brasil. Segundo o Gerente Geral da EMC BRASIL,
Carlos Cunha, a participação de serviços na
receita aqui tem maior peso que internacionalmente.
No País, eles representam 20% frente a 16%
no mundo. A fatia de hardware nos negócios
locais é similar à global, por volta de 45%.
"Isso mostra a diferença de maturidade",
diz. O trabalho de consultoria aqui é mais
forte, para ajudar os clientes a ter mais
eficiência em armazenamento.
Valor
Econômico
FABRICANTES
REVÊEM PREVISÃO EM 10 MILHÕES
Agressividade
da VIVO, seguida pela CLARO e TIM, alterou
estimativas da indústria. O Dia dos Pais surpreendeu.
Tradicionalmente considerada terceira data
comercial do ano, atrás do Natal e do Dia
das Mães, este ano foi diferente para todo
o setor de celulares, incluindo operadoras
e indústria.
Mas
em agosto a promoção do Dia dos Pais alavancou
de tal forma o desempenho da maioria dos operadores
que a indústria resolveu rever a estimativa
de produção e venda de 25 milhões para 35
milhões de aparelhos este ano, afirmou o Gerente-Geral
da SONY
ERICSSON, uma das principais fabricantes,
Silvio Stagni. "Trabalhávamos com a perspectiva
de assistir à repetição do número de novos
usuários do ano passado, de 11 milhões",
disse Stagni. "Mas os 8,5 milhões de
novos clientes até julho levarão a um total
muito superior ao do ano passado, porque o
segundo semestre é sempre mais aquecido do
que o primeiro", projetou Stagni.
Enrique
Usscher, Vice-Presidente para produtos móveis
da MOTOROLA na América Latina, tem a mesma
opinião, embora considerasse uma base mais
otimista para o ano, de 30 milhões. A retomada
do mercado de baixa gama é uma das responsáveis
pela reação positiva das vendas, diz Ussher.
A
VIVO
veio forte para recuperar o espaço perdido
e puxou as vendas das demais, analisou o Diretor
da NOKIA, Gustavo Jaramillo.
A
CLARO
não fechou seus números ainda, mas o Diretor
de Marketing, Roberto Guenzburger, garante
que o volume de vendas foi muito bom. "Nossa
estratégia está baseada no repasse aos clientes
das vantagens que obtemos nas negociações,
na queda natural dos preços dos aparelhos
e no comportamento favorável do dólar",
disse.
A
OI extrapolou.
Segundo a Diretora de Marketing e Varejo Flávia
Bittencourt, agosto foi o melhor mês dos últimos
tempos. "Superou o Dia das Mães e o Natal",
afirmou a executiva sem precisar o número
de clientes conquistados ou quantidades de
chips comercializadas.
A
TIM focou
forte na tarifa zero local e nacional para
o pós-pago e constatou que a promoção atraiu
muita gente. "Tivemos uma inflexão igual
à do ano passado, com o Dia dos Pais superando
o das Mães", afirmou o Diretor de Marketing,
Marco Lopes.
Gazeta
Mercantil
MICROSOFT
AMPLIA SERVIÇOS NO BRASIL
Em
sua primeira visita ao Brasil, Steve Berkowitz,
executivo da MICROSFT,
deu uma demonstração do rumo que considera
o mais correto. Na posição de Vice-Presidente
Sênior do ONLINE SERVICES GROUP, a divisão
de internet da companhia, ele lançou dois
produtos em português: o Live Search Maps,
um serviço de busca que utiliza mapas em 3D,
e o Live Search Products, pelo qual o usuário
pode encontrar produtos e fazer comparações
entre eles. É esse tipo de experiência que
os usuários de internet querem, serviços baseados
na tecnologia, mas que não requerem dos usuários
um conhecimento mais profundo de como ela
funciona. Parece simples, mas para a MICROSOFT,
que nasceu e fez fortuna vendendo software,
é um desafio. Em junho, a MICROSOFT aparecia
em terceiro lugar entre os 10 principais mecanismos
de busca nos Estados Unidos, com uma participação
de 13,3% contra 20,2% do YAHOO e 52,7% do
GOOGLE. Outro termômetro é o próprio balanço
da companhia. No ano passado, o lucro operacional
da divisão on-line da MICROSOFT foi de US$
111 milhões.
Valor
Econômico
DARUMA
PRODUZ PC E VIDEOFONE
Depois
de 36 anos atuando na área de telecomunicações
e automação comercial no Brasil, a URMET
DARUMA, que se consolidou como uma das
principais fornecedoras de telefones públicos
do País, dá seus primeiros passos na produção
de computadores. Há dois meses no catálogo
da empresa, o PC é apenas um dos novos produtos
que a DARUMA está acrescentando à sua lista
este ano. Entre setembro e dezembro, vai lançar
um notebook de marca própria, uma linha de
PABX IP, modems com tecnologia GPRS e EDGE
e um aparelho de videofone, que já tem parceria
fechada com uma operadora de telefonia fixa
para estrear no mercado em setembro. No caso
dos microcomputadores, que completaram 3 mil
unidades produzidas desde sua implantação,
as vendas ainda são feitas por meio de negociações
diretas com o setor corporativo, segmento
responsável por 30% do faturamento com automação
da DARUMA. No entanto, conforme conta o Presidente
da empresa, Mário Campo Grande, em janeiro
os PC serão ofertados ao varejo e a expectativa
é que encerrem 2008 com um total de 100 mil
unidades comercializadas, das quais 60% por
meio dos canais de revenda. Para acompanhar
a estratégia de expansão, foram aplicados
R$ 8 milhões nos últimos dois anos para aquisição
de novos equipamentos e ampliação da fábrica
da DARUMA, instalada em Taubaté (SP). Em 2008,
deverá ser investido total entre R$ 2,5 milhões
e R$ 3 milhões. O faturamento bruto da empresa
deve alcançar R$ 160 milhões até o fim de
2007, um valor 40% maior do que arrecadou
no ano passado.
Gazeta
Mercantil
F-SECURE
VOLTA AO VAREJO PARA CONSOLIDAR PRESENÇA NO
PAÍS
A
fabricante finlandesa de antivírus F-SECURE se prepara para uma nova investida
no varejo a partir da primeira quinzena de
setembro. Presente no País há pouco mais de
dois anos, a empresa chegou a vender seu software
em lojas por seis meses em 2005, no que foi
considerado um piloto pela companhia. "Estávamos
conhecendo o mercado e estudando como atingir
o público nacional", diz o responsável
pela área de tecnologia da F-SECURE, Gabriel
Menegatti. Com faturamento global de € 23,3
milhões no último trimestre, a companhia quer
agora consolidar sua presença no Brasil. Desde
que desembarcou aqui, a F-SECURE dobrou de
tamanho a cada ano, acumulando vendas de 150
mil licenças principalmente a pequenas e médias
empresas. A meta é manter um ritmo de crescimento
anual de 50% e atingir participação de 10%
no mercado em três anos. A F-SECURE espera
que o varejo represente entre 10% e 20% da
sua receita local até o final do ano que vem.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
MELHORA
O DESEMPENHO DA WILSON SONS
A
WILSON
SONS, um dos maiores operadores integrados
de logística portuária e marítima do mercado
brasileiro, fechou o segundo trimestre com
lucro líquido de US$ 9,2 milhões, aumento
de 4,8% em relação ao mesmo período de 2006,
que foi de US$ 8,8 milhões. No primeiro semestre,
o lucro líquido da empresa foi de US$ 21,2
milhões, 24,9% superior aos seis meses de
2006, de US$ 17 milhões. Já a receita líquida
da empresa chegou a US$ 100,1 milhões no segundo
trimestre deste ano, 36,9% maior que o mesmo
período do ano anterior, quando o valor total
foi de US$ 73,1 milhões. No segundo trimestre
a empresa investiu US$ 14,1 milhões, 27,5%
acima dos US$ 11 milhões do mesmo período
de 2006. No semestre totalizou US$ 27,2 milhões.
Gazeta
Mercantil
VOLVO
QUER RETOMAR FATIA DE MERCADO QUE TINHA HÁ
TRÊS ANOS
Com
investimento de US$ 20 milhões nos últimos
dois anos, a VOLVO BUS pretende retomar o seu espaço no
mercado de ônibus pesados no Brasil, estimado
em 3,5 mil unidades em 2006. A meta, segundo
Per Gabell, Presidente da VOLVO BUS LATIN
AMERICA, é ousada: chegar a 25% em três anos.
A empresa, que chegou a ter 20% de participação
há sete anos, encerrou o ano passado com 7%
e no acumulado de janeiro a julho está com
1,62% desse mercado. Nos últimos anos, a VOLVO
concentrou-se na exportação, que hoje responde
por mais de 80% da produção. "As exportações
para a América Latina compensaram a perda
de espaço no Brasil, mas agora queremos avançar
no mercado nacional", disse Gabell. O
crescimento da economia também está impulsionando
investimentos em produtos com maior tecnologia.
Além da área de ônibus rodoviário, a empresa
tem grande presença no mercado de ônibus urbano,
com contratos em países como Chile, Colômbia
e Venezuela, além do Brasil. A América Latina
representa 10% dos negócios globais da VOLVO
BUS. O grupo VOLVO, que faturou US$ 34 bilhões
em 2006, tem quase 10% da sua receita gerada
no segmento de ônibus. A divisão emprega 200
pessoas no Brasil.
Valor
Econômico
FÁBRICAS
CRIAM ESTRATÉGIAS PARA CONTRATAR FUNCIONÁRIOS
A
expectativa de uma expansão maior nas vendas
de veículos neste ano já provoca nova onda
de contratações na indústria automobilística.
A
FIAT AUTOMÓVEIS,
que trabalha a plena capacidade em três turnos
na fábrica de Betim (MG) e vai reativar a
unidade de Córdoba, na Argentina, em 2008,
já contratou no primeiro semestre 3.053 funcionários.
Em 2006, a montadora italiana já havia admitido
1.500 pessoas para a produção. Ao todo a FIAT
emprega no Brasil 23 mil funcionários, 15
mil diretos e 8 mil indiretos.
Já
a VOLKSWAGEN,
para elevar rapidamente a produção de automóveis,
teve que chamar 375 ex-funcionários aposentados
da própria empresa e do setor automotivo,
que tem experiência nas funções metalúrgicas,
que envolve as áreas de pintura e funilaria.
A VOLKSWAGEN, que até o final de 2008 previa
demitir 4.200 funcionários, 3.500 em São Bernardo
do Campo (SP) e 700 em Taubaté, interior paulista,
em um acordo já fechado com o sindicato dos
metalúrgicos, suspendeu seu programa de reestruturação
e teve que admitir 1.436 funcionários, 725
para a unidade Anchieta e 711 para Taubaté,
por um período de 10 meses, ao implantar o
terceiro turno.
Já
a GENERAL
MOTORS DO BRASIL decidiu reforçar a linha
de motores e transmissões para garantir aumento
na produção de automóveis. Para isso, contratou
na semana passada 179 pessoas para a unidade
powertrain, que fica dentro da fábrica de
São José dos Campos (SP) e efetivou 213 funcionários
terceirizados da área de suprimentos. Esses
funcionários vão trabalhar em regime especial
de terça a sábado. Essa divisão produziu no
ano passado 16 milhões de motores e transmissões.
Além de abastecer as fábricas de automóveis
da GM no Brasil, também vende motores para
a FIAT e outras montadoras no exterior. A
GM, que emprega cerca de 21 mil funcionários
no Brasil, já contratou 100 engenheiros neste
ano e mais 100 serão contratados até dezembro.
Para 2008, estão previstas a contratação de
mais 150 funcionários para a área de engenharia.
O
grupo PSA
PEUGEOT CITROËN também anunciou a contratação
de 700 pessoas ao implantar o terceiro turno
na fábrica de Porto Real (RJ). Segundo a montadora,
a pré-seleção dos candidatos é feita pelo
Senai de Resende (RJ), com o qual a montadora
mantém convênio para treinamento dos funcionários.
Incluindo a fábrica de motores o grupo PSA
emprega 3.450 funcionários no Brasil.
A
DAIMLERCHRYSLER
já contratou neste ano 450 funcionários para
elevar a produção de caminhões que tem fila
de espera. Segundo a empresa, os novos empregados
são treinados pelo Senai de São Bernardo do
Campo.
Gazeta
Mercantil
Varejo
LOJAS
MAIA ELEVA RECEITA COM PRODUTOS DO BB
Preparada
para a concorrência cada vez mais acirrada
no Nordeste, a paraibana LOJAS
MAIA esquematizou uma forte estratégia
que visa não só a sobrevivência no mercado
como expansão acelerada. Com 128 lojas em
sete estados nordestinos, a empresa ampliou
sua atuação na cadeia do varejo, avalia aquisições
regionais e iniciou abertura de pontos-de-venda
de sua promotora de serviços financeiros em
rua e em quiosques dentro de suas lojas, em
parceria exclusiva com o BANCO DO BRASIL por
cinco anos. "Não tenho o tamanho do WAL-MART
ou da CASAS BAHIA, mas tenho várias formas
de ganhar dinheiro", brinca Marcelo Maia,
um dos sócios da rede. Há um ano, a varejista
acertou acordo como o BB para emissão de cartões
private label e agora incrementa a comercialização
de produtos financeiros como empréstimo pessoal,
títulos de capitalização, consórcio de móveis
e eletros, venda de pacotes turísticos da
BBTur, créditos consignado e imobiliário,
previdência e outros. Somente a operação financeira
do crediário da varejista já alcançou R$ 70
milhões em oito meses de operação. A estimativa
é que, no próximo ano, a carteira atinja R$150
milhões. Do faturamento de R$ 500 milhões
em 2006, 75% provém do varejo, 15% da venda
de produtos e serviços financeiros e 10% da
produção industrial.
Valor
Econômico
DROGASIL
CRESCE EM GOIÁS
A
DROGASIL
pretende abrir, em dois meses, até 10 lojas
na cidade de Goiânia, onde já possui quatro
unidades. A operação está sendo realizada
por cessão de pontos comerciais pertencentes
à DROGALINS. No primeiro semestre, a DROGASIL
inaugurou sete lojas, somando 187 pontos em
São Paulo, Minas Gerais e Goiás.
Gazeta
Mercantil