Autopeças
EATON
AUMENTA PRODUÇÃO
A
EATON,
fabricante de autopeças que abastece a indústria
automobilística, vai concentrar em Mogi
Mirim (SP) toda a produção de transmissões
de automóveis que antes era feita também
na unidade de Valinhos (SP). Com a transferência,
a empresa vai dobrar a capacidade de produção
de transmissões para carros de passeio,
passando para 600 mil peças por ano. Também
vai contratar cerca de 150 funcionários.
"Desde 1999, a fábrica de Mogi Mirim
tem crescido consideravelmente. Passamos
de 200 funcionários, em 2002, para 900 hoje",
disse Fernando Ceccarreli, Gerente Geral
da unidade. "Em 2007, a fábrica deve
crescer 15% em relação a 2006".
Gazeta
Mercantil
AESA
INVESTE PARA AMPLIAR EXPORTAÇÕES
A
AESA,
uma dos cinco maiores empresas do País no
setor de reposição de molas e peças para
veículos de carga do Brasil, está voltando
com rapidez seus olhos para o mercado externo.
Com 57 anos e sede em Cambé (norte do Paraná),
a empresa está lançando os primeiros produtos
da linha de molas parabólicas, o tipo mais
utilizado nos países europeus e nos Estados
Unidos, com vistas a um aumento inicial
de suas exportações de 20% para 30%, dentro
de uma produção anual de 7 mil toneladas.
Só no ano passado a empresa cresceu 40%
nas vendas para o mercado externo, o que
inclui países da América Central, América
do Sul e África, ritmo muito acima do mercado
interno. A empresa investiu US$ 4 milhões
para desenvolver o novo produto. Dos R$
40 milhões faturados em 2006, R$ 30 milhões
vieram da venda de molas, principal produto
da indústria que também fabrica grampos,
espigões e pinos de olhete para o setor
de autopeças e expanders para o setor de
bicicletas. Neste ano, a empresa projeta
um crescimento de 20% no faturamento.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
PARCERIA
TRAZ STRAWBERRYFROG AO BRASIL
O
mercado brasileiro continua assistindo à
chegada de novas agências. Agora é a vez
de a multinacional STRAWBERRYFROG, fundada na Holanda,
mas hoje presente nos Estados Unidos e Japão,
se lançar no País, por meio de uma parceria
com Alexandre Peralta, ex-Africa, que explica
que o modelo da agência no Brasil seguirá
o que é feito fora. Isso significa que a
agência se propõe a atender marcas, o que
pode indicar trabalhos esporádicos e não
uma conta em si. Com isso, a idéia é contar
com uma média de 30 funcionários, o que
poderá variar conforme a demanda para mais
ou para menos. Peralta ainda não divulga
as metas de faturamento e diz que a PERALTASTRAWBERRYFROG
já está trabalhando no momento com quatro
marcas.
Gazeta
Mercantil
RBS
INVESTE EM GRÁFICA, INTERNET E TV DIGITAL
Ao
mesmo tempo em que comemorou 50 anos, o
grupo RBS, principal conglomerado de mídia da região
Sul, detalhou os principais projetos que
integram um pacote de R$ 155 milhões em
investimentos entre 2007 e 2008. O programa
inclui o lançamento de uma nova versão do
jornal "Zero Hora" na internet,
com notícias atualizadas 24 horas por dia,
o início das transmissões de TV digital
em Porto Alegre e em Florianópolis, além
do aumento de 33% na capacidade do parque
gráfico do grupo na capital gaúcha. Conforme
o Diretor Presidente Nelson Sirotsky, a
nova versão eletrônica de "Zero Hora"
faz parte da estratégia de garantir "forte
presença" dos seus veículos na web,
incluindo a possibilidade de acordos com
operadoras de telefonia para distribuir
conteúdo por celular. O "Diário Catarinense",
que também pertence ao grupo, terá a edição
on-line reformulada até o fim do ano. "Zero
Hora" é o principal dos oito jornais
diários editados pelo grupo no Rio Grande
do Sul e em Santa Catarina e de janeiro
a julho registrou média diária de vendas
de 175.949 exemplares. O início das operações
com TV digital, previsto para 2008, será
focado em princípio na transmissão em alta
definição e não na interatividade com o
telespectador, explicou Sirotsky. "O
processo será gradativo ao longo dos anos",
disse. A RBS é a mais antiga afiliada da
REDE GLOBO, com 18 emissoras de TV aberta
na região.
Valor
Econômico
Engenharia,
Projetos & Construção
COM
AQUISIÇÃO, CCDI CHEGA À BAIXA RENDA
Avaliando
a entrada no segmento de baixa renda há
alguns meses, entre viagens ao México, Turquia,
Espanha e China, a CAMARGO CORRÊA DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO
(CCDI) anunciou a compra de 51% da construtora
e incorporadora HM, especializada no segmento popular no interior
paulista. A empresa vai desembolsar R$ 50,6
milhões na negociação e tem a opção de compra
de outros 30% em janeiro de 2009. Roberto
Perroni, Diretor-Superintendente da CCDI,
garante que o preço é justo e que o potencial
é extenso. "A empresa faturou R$ 65
milhões no ano passado, com um lucro líquido
de R$ 9 milhões. É uma empresa competitiva",
considera. O faturamento representa praticamente
a metade da cifra da CCDI no ano passado,
de R$ 125 milhões, mas comparando os lucros
do exercício, o resultado da HM é quase
quatro vezes superior ao desempenho da CCDI
em 2006, quando somou R$ 2,4 milhões. Com
ampla atuação no interior do estado, Jundiaí,
Barretos e Araçatuba a São José do Rio Preto,
Bauru e Ribeirão Preto, a HM possui um banco
de terrenos com potencial para lançamentos
de R$ 144 milhões, além de R$ 512 milhões
em terrenos opcionados e R$ 500 milhões
em negociação. O total eleva a capacidade
de lançamentos da CCDI para R$ 7,55 bilhões.
Os cinco sócios da HM continuam à frente
da empresa, com mais dois executivos da
CCDI. O apetite da incorporadora não pára
por aí. "Não descartamos novas aquisições,
com negociações já em andamento fora de
São Paulo", adianta Perroni.
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
BIONATUS
LABORATÓRIO INSTALA FÁBRICA NO MATO GROSSO
DO SUL
A
BIONATUS
LABORATÓRIO BOTÂNICO, com sede em São José
do Rio Preto (SP), está investindo R$ 2,5
milhões em uma nova fábrica em Aparecida
do Taboado (MS). A unidade entrará em operação
em meados de 2008, mas a produção em Aparecida
do Taboado, a 215 quilômetros de São José
do Rio Preto, começa em setembro, onde outros
R$ 300 mil já foram aplicados. Uma das maiores
produtoras de fitoterápicos do País, a BIONATUS
produzirá no Mato Grosso do Sul "alimentos
funcionais, que previnem doenças, em grandes
volumes, para distribuição também pelo canal
supermercadista", informou Fernando
Tales Rossini, Gerente de Novos Negócios
e Marketing da BIONATUS. Segundo ele, a
BIONATUS começa em setembro a produzir,
para a rede de farmácias ULTRAFARMA, uma
linha de shakes emagrecedores, colágeno
e chá verde com a marca Redufim. Para a
mesma ULTRAFARMA, mas para a linha Saedra,
a BIONATUS produzirá óleo de linhaça, acerola,
cartilagem de tubarão, berinjela, guaraná,
óleo de alho, óleo de prímola, gelatina
e cálcio, além de um suplemento vitamínico
com a marca Biopolimax. A parceria com a
ULTRAFARMA deverá garantir um aumento de
20% na receita da BIONATUS, cujo montante
não é divulgado pela empresa. A BIONATUS,
empresa fundada em 1992, vem crescendo 20%
ao ano nos últimos anos, mas, só no primeiro
semestre deste ano, o faturamento aumentou
25%. Além da ULTRAFARMA, entre outras, é
parceria da BIONATUS a AVON COSMÉTICOS.
Fabricante de mais de 70 itens, distribuídos
em 12 mil pontos-de-venda em todo o País
a empresa conta com 120 funcionários e produz
270 mil unidades (caixinhas) de remédios/mês.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
LUCRO
DO BANCO ARBI CRESCE 204%
A
estratégia de investir em uma rede própria
de produção de crédito e apoiar o funding
na cessão de carteira beneficiou os resultados
do BANCO ARBI. O balanço do primeiro semestre
reflete isso, disse o Diretor Superintendente
do banco, Luis Fernando Pessôa. O lucro
líquido aumentou 204% para R$ 2,96 milhões
nos primeiros seis meses deste ano em comparação
com igual período de 2006. O patrimônio
do banco cresceu 50%, de R$ 18 milhões para
R$ 50 milhões, sinalizando um retorno anualizado
de 23%.
Valor
Econômico
LUCRO
LÍQUIDO DA MAPFRE CRESCE 80,5% NO SEMESTRE
A
MAPFRE
SEGUROS quase dobrou o seu resultado
antes dos impostos e participações. O lucro
bruto chegou a R$ 90,6 milhões no primeiro
semestre deste ano, crescimento de 84,5%.
O lucro líquido evoluiu 80,5%, para R$ 55,3
milhões. Os prêmios de seguros e contribuições
de previdência do grupo totalizaram R$ 1,49
bilhão, expansão de 14%, levando a operação
brasileira a representar 9,5% dentro do
grupo espanhol. Segundo Antonio Cássio dos
Santos, Presidente das empresas do grupo
espanhol MAPFRE no Brasil, este é o maior
ganho já obtido pela companhia desde que
ingressou no País, em 1992.
Valor
Econômico
GANHO
DA MONGERAL CRESCE COM PARCEIRAS
A
MONGERAL
registrou lucro líquido de R$ 2,6 milhões
no primeiro semestre de 2007, 78% acima
do mesmo período do ano anterior e 8% maior
ao registrado em 2006. As receitas totais
no período foram de R$ 140,7 milhões, alta
de 48,2% em relação ao primeiro semestre
de 2006. Os ativos totais da companhia apresentaram
evolução de 27%, para R$ 217,5 milhões.
As vendas de apólices de seguros de vida
e planos de previdência, a maioria feita
via worksite, ultrapassou em 31,3% o registrado
no mesmo período de 2006 e em 127% o registrado
no mesmo período de 2005.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
AMERICANA
BAXTER EXPANDE OPERAÇÃO DA UNIDADE BRASILEIRA
O
argentino Pablo Toledo acaba de assumir
as operações brasileiras da BAXTER
INTERNATIONAL, fabricante norte-americana
de equipamentos e produtos de biotecnologia,
hemofilia, distúrbios imunológicos, câncer,
trauma, doença renal, áreas que estão entre
as suas principais de atuação. TOLEDO tem
como primeiro desafio no País tocar o plano
de expansão de 30% da capacidade de produção
da linha de bolsas plásticas, na fábrica
localizada na capital paulista. O investimento
na ampliação, que já foi iniciada e deverá
ser concluída na metade do próximo ano,
poderá alcançar entre US$ 5 milhões e US$
10 milhões, a maior parte aplicada em equipamentos.
Somente este ano, a empresa está investindo
perto de US$ 5 milhões em suas operações,
disse Toledo, observando que em 2008 o aporte
deverá ser maior. A expansão é estratégica
para a BAXTER atender a futura demanda do
mercado brasileiro por sistemas fechados
de aplicações de soluções intravenosas.
A BAXTER HOSPITALAR deverá encerrar 2007
com um crescimento de aproximadamente 20%
no faturamento, de US$ 160 milhões em 2006.
Toledo informou que o aumento virá em especial
da estratégia de buscar oportunidades de
negócios em mercados com bastante potencial
e nos quais a BAXTER tem pequena participação.
Valor
Econômico
Material
de Construção
SHERWIN-WILLIAMS
INVESTE EM TINTA QUE REPELE INSETOS
A
SHERWIN-WILLIAMS
lança uma linha de tintas inédita que pode
repelir insetos, inclusive o mosquito da
dengue, e que responderá por parte dos 10%
de crescimento no faturamento esperado para
este ano no Brasil. A meta da empresa é
sair dos atuais 14% do mercado brasileiro
para algo próximo de 20%. Atualmente a companhia
é a terceira em tintas no País. Em 2006
o faturamento ficou ao redor de R$ 1 bilhão.
A empresa lançou um produto similar no Chile,
há cerca de dois anos, e agora lança no
Brasil a tinta com matérias-primas naturais
com valor até 10% superior ao dos produtos,
informou o Vice-Presidente da SHERWIN-WILLIAMS
no Brasil, Mak Pitt. O investimento anual
de cerca de US$ 1 milhão em desenvolvimento
de novas tecnologias foram utilizados para
desenvolver a tinta repelente com alto grau
de eficiência. A SHERWIN-WILLIAMS espera
grande impacto no mercado com o produto,
pois representa uma nova estratégia da empresa
que agrega valor no visual do produto e
também pela segurança que proporciona ao
comprador. A SHERWIN-WILLIAMS é líder em
tintas nos Estados Unidos e no Brasil concorre
com BASF e AKZO NOBEL.
Gazeta
Mercantil
Móveis
e Utensílios
GIROFLEX
UNIFICA FÁBRICAS E PODE REDUZIR CUSTO DE
PRODUÇÃO EM 30%
A
redução dos custos com a reestruturação
produtiva da fabricante de mobiliários GIROFLEX
está possibilitando que a empresa não repasse
para os consumidores o aumento dos preços
de seu principal insumo, o aço. A empresa
concluiu este mês a integração de suas três
fábricas e do escritório da empresa em um
único parque fabril, em Taboão da Serra
(SP), o que, de acordo com o Presidente
da companhia, Osvaldo Ribeiro, possibilitará
uma queda do custo industrial em cerca de
um terço do valor atual. Com isso, a empresa
obteria o retorno do investimento em até
3 anos. Estão sendo investidos cerca de
R$ 20 milhões na modernização das linhas
de produção e na transferência da fábrica
de cadeiras GIROFLEX para a fábrica de mobiliário
FORMA. A empresa estima um crescimento de
20% neste ano, semelhante ao de 2006, o
que permitirá atingir faturamento de US$
280 milhões. Deste total, a maior parte,
cerca de 52%, é proveniente da área de negócios
corporativos (cadeira GIROFLEX e mobiliário
de escritório da FORMA), o negócio de arquivos
responde por outros 32% e o residencial
pelos 8% restantes.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
IBG
INAUGURA PRIMEIRA FÁBRICA FORA DE SÃO PAULO
A
INDÚSTRIA
BRASILEIRA DE GASES (IBG) inaugura sua
primeira unidade de produção fora do Estado
de São Paulo. A fábrica localizada no município
de Aparecida de Goiânia (GO) recebeu investimentos
de US$ 5 milhões e levou 12 meses para ser
construída. A expectativa da empresa é de
atender, principalmente, os clientes hospitalares
da região. Até a inauguração, a IBG concentrava
suas unidades de produção no interior de
São Paulo, em Jundiaí. "Ela não representa
um volume de produção muito elevado, mas
é importante devido à localização",
afirma Nilton de Oliveira, Presidente da
IBG. A unidade será destinada a produção
de oxigênio e nitrogênio no estado líquido.
Também serão obtidos argônio, acetileno,
óxido nitroso, hidrogênio, hélio, gás carbônico,
além de misturas e gases especiais, conforme
informações da IBG. A partir da unidade
de Aparecida de Goiânia (GO), o abastecimento
das regiões Nordeste, do triângulo mineiro
e do Estado de Goiás deixam de ser realizados
exclusivamente por meio de transporte rodoviário.
O executivo não quis revelar o faturamento
e a previsão de investimentos da empresa,
mas informa que cerca de 30% dos resultados
são utilizados em ampliações.
Valor
Econômico
SABIC
COMPRA GE PLASTIC E MANTÉM APORTES NO PAÍS
A
SAUDI BASIC INDUSTRIES CORPORATION (SABIC)
concluiu a compra da unidade de plásticos
da GENERAL ELETRIC, a GE PLASTIC, que agora será SABIC INNOVATIVE
PLASTICS. A gigante saudita pagou US$ 11,6
bilhões em dinheiro. No Brasil, os ativos
adquiridos da GE são uma fábrica de resinas,
outra de produtos especiais e uma terceira
de chapas de carbonato, todas localizadas
em Campinas, no interior de São Paulo. Segundo
Edson Simielli, que passou a ser Diretor
de Marketing da SABIC, cargo que ocupava
na GE PLASTIC, nada será trocado na atual
estrutura da empresa. "Não vai acontecer
nada nas operações brasileiras. Tudo será
mantido", disse o executivo. "Os
funcionários estão entusiasmados. Agora
vamos fazer parte de uma empresa que além
de petroquímica é petroleira. Fechamos a
cadeia de produção", afirmou Simielli.
Segundo o executivo, os investimentos que
já estavam programados, como a expansão
da unidade de produção de resinas em 2008,
serão mantidos. A empresa opera em seis
unidades de negócios: químicos, intermediários,
produtos especializados, polímeros, fertilizantes
e metais. Ao todo são 53 unidades de produção
em todo o mundo.
Gazeta
Mercantil
ARINOS
QUÍMICA COMPRA POLITIVOS PARA AMPLIAR PRODUÇÃO
DE ESPUMA
A
consolidação da petroquímica nacional está
se refletindo em outro setor da cadeia no
País: as operações independentes que fazem
a última formulação de poliuretanos (espumas)
para atender o fabricante final. A ARINOS QUÍMICA, fabricante e distribuidora
de produtos químicos, informou a aquisição
da marca de espumas TECNOLOGIA POLITIVOS
por R$ 6 milhões. A compra elevará seu faturamento
deste ano para R$ 225 milhões. Sem a aquisição
a companhia já projetava alta de 10% nas
vendas, para R$ 200 milhões. A PURCOM,
outra grande neste universo, elevará em
65% seu faturamento deste ano, para R$ 65
milhões, devido a redução de oferta no País.
Gazeta
Mercantil
Serviços
DASA
JÁ ADMINISTRA 17 MARCAS
A
DIAGNÓSTICOS
DA AMÉRICA S.A. (DASA) adquiriu por
R$ 47 milhões a rede MEDIMAGEM ULTRA-SONOGRAFIA
E RADIOLOGIA LTDA. (MEDIMAGEM).
A transação, no valor de R$ 47 milhões,
é a terceira aquisição da companhia este
ano, que passa agora a deter 17 marcas.
"Estávamos conversando há mais de um
ano com a empresa", disse o Presidente
da DASA, Marcelo Marques Moreira Filho.
Em maio, a DASA comprou por R$ 55,3 milhões
a REDE EXAME e em julho, por R$ 85 milhões,
o CIENTIFICALAB, marcando a entrada da empresa
no segmento público. "Nos anos de 2005
e 2006, nossa prioridade foi adquirir novas
bandeiras, em novos mercados. O que temos
tentado agora, é reforçar nossa posição
nos mercados onde já nos encontramos",
afirmou. Com a aquisição do MEDIMAGEM, a
DASA pretende alavancar sua presença na
região de Niterói e São Gonçalo e complementar
sua estratégia multiproduto no Rio de Janeiro,
aumentando as receitas provenientes dos
serviços de imagem. O programa de expansão
prevê a introdução de novos exames de imagem
e a abertura de novas unidades, integração
com a central de laudos no Rio de Janeiro
e expansão para cidades próximas na Região
dos Lagos, com Cabo Frio e Macaé. O MEDIMAGEM
é, segundo a DASA, a maior empresa de imagem
de Niterói, Rio de Janeiro. A rede possui
oito unidades, sendo seis em Niterói, uma
em São Gonçalo e uma no bairro de Copacabana,
na capital fluminense. Com uma média de
17 mil requisições mensais em 2006, a empresa
registrou receita bruta de R$ 23,5 milhões
e, líquida de R$ 22,2 milhões. A DASA encerrou
o segundo trimestre do ano com crescimento
de 24,7% na receita bruta, que chegou a
R$ 219,1 milhões.
Gazeta
Mercantil
REDE
GAÚCHA BELLA GULA CHEGA AO NORDESTE
Depois
de abrir unidades em São Paulo, a franquia
gaúcha do segmento de alimentação BELLA
GULA, iniciou expansão no Estado de
Santa Catarina e no Nordeste e quer conquistar
franquias nos estados do Paraná, Rio de
Janeiro e Brasília. A meta é subir das 14
unidades atuais para 50 em cinco anos. "Não
pretendemos ser uma rede muito popular.
Não teremos muito mais do que 60 lojas",
afirma o sócio-proprietário, Bernardo Thomaz.
Nascida em Porto Alegre, a rede abriu a
primeira franquia também na capital gaúcha,
três anos depois. Aos poucos foi incluindo
itens no cardápio até que, em 2004, incorporou
a alimentação no menu. "Conforme fomos
incrementando o mix, o faturamento foi crescendo".
Em alguns casos, as refeições chegaram a
incrementar em 30% a receita de vendas.
A primeira loja fora de Porto Alegre foi
aberta em São Paulo, em janeiro de 2006.
Hoje, além das oito lojas em Porto Alegre,
a BELLA GULA possui três lojas em São Paulo,
uma em Florianópolis e uma em Maceió. Em
dezembro abre mais uma em Santa Catarina.
Com faturamento anual de R$ 7 milhões, a
rede abastece suas lojas do Sul e Sudeste
a partir da fábrica em Porto Alegre. Já
para a loja de Maceió, a produção é feita
pelo próprio franqueado. O investimento
médio na abertura de uma franquia da marca
é de cerca de R$ 300 mil.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
MOTOROLA
ENXERGA NO PAÍS MERCADO PARA SISTEMAS DE
SEGURANÇA
O
Brasil está aumentando sua importância diante
da americana MOTOROLA
no que diz respeito a soluções e sistemas
integrados de segurança e comunicação voltados
ao uso de governos e da iniciativa privada,
por setores como óleo, gás, energia e mineração.
"Por enquanto, o mercado brasileiro
é pequeno, mas atrai muito pela potencialidade
de expansão", afirmou o Vice-Presidente
Sênior da MOTOROLA, Mark Moon, que veio
ao Brasil pela primeira vez para consolidar
a atenção que a gigante americana passou
a dedicar ao País. Dos US$ 7 bilhões faturados
pela corporação por meio desta divisão (Motomash)
ao ano em todo o mundo, a MOTOROLA obtém
US$ 6,7 bilhões com sistemas para segurança
pública enquanto US$ 300 milhões vêm da
iniciativa privada. O Brasil participa disso
com cerca de US$ 10 milhões, mas o crescimento
tem sido progressivo. "De 2005 para
2006, o avanço foi de 100%, e do ano passado
para este ano a expectativa é manter a velocidade",
disse o Vice-Presidente da área no Brasil,
Eduardo Stefano. A MOTOROLA compete com
M/ACOM, EADS, TELTRONICS.KICKER: Dos US$
300 milhões faturados ao ano, a divisão
de sistemas para iniciativa privada, óleo,
gás e energia, avança rápido.
Valor
Econômico
FATURAMENTO
DA PROMON DISPARA 25% AO ANO
Sem
tirar o foco das operadoras de telecomunicações,
a integradora de sistemas complexos PROMON
TECNOLOGIA, do grupo de engenharia PROMON,
percebeu que poderia agregar novos setores
à sua clientela tradicional e desde 2004,
quando a estratégia expansionista começou,
tem aumentado seu faturamento em 25% ao
ano. A área de telecom ocupa 75% da receita
e a área nova, 25%, mas seu crescimento
é mais acelerado, atingindo 100% contra
15% do mercado como um todo. "Na média,
temos crescido 25%", diz o Diretor
Executivo Luis Eduardo Cardoso. Este ano
as vendas já acumulam R$ 220 milhões até
agosto, com perspectivas de atingir os R$
300 milhões quando o ano chegar ao fim.
Comparado aos R$ 120 milhões faturados em
2003, é um avanço expressivo de 25% ao ano.
Com um time atual de 200 pessoas, a PROMON
TECNOLOGIA dedica um terço delas a telecom,
um terço a TI, cabendo o terceiro terço
aos demais setores. A receita deste ano
virá da composição de serviços de concepção,
consultoria e projeto em telecom e TI.
Gazeta
Mercantil
JOINT
VENTURE VAI PÔR WEBB NA OPERAÇÃO DE FABRICANTES
MUNDIAIS
A
WEBB,
empresa especializada em gestão da cadeia
de suprimentos via internet, criou uma joint
venture com a RUBBERNETWORK,
um consórcio formado pelas 10 maiores fabricantes
mundiais de pneus. A operação, que envolve
a criação de uma nova empresa (RUBBERNETWORK-WEBB)
com US$ 2 milhões de capital, a WEBB deverá
não só ampliar a base de clientes como também
operar em mais de 30 cidades em 22 países
da América do Norte e Europa. Controlada
pelo fundo de investimentos brasileiro WORLD
LINK, a WEBB foi fundada em 2000 com objetivo
de fornecer soluções de gerenciamento da
cadeia de suprimentos e logística por meio
da internet. Além de identificar gargalos
e mapear custos, a empresa também opera
e administra todas as etapas da cadeia para
clientes com faturamento acima de R$ 300
milhões e superior a R$ 1 bilhão como UNILEVER,
NESTLÉ e MICHELIN. Por meio da joint venture,
a nova companhia amplia o acesso da WEBB
na América do Norte e Europa, ao garantir
maior penetração em um mercado com mais
de 250 grandes empresas, com potencial de
mais de US$ 860 bilhões em serviços e compras
de materiais diretos e indiretos. Presidente
e fundador da WEBB, Luiz Claudio de Souza
Alves afirma que, independentemente da joint
venture, a empresa deve encerrar este ano
com faturamento de até R$ 90 milhões, 40,6%
maior que os R$ 64 milhões do ano passado.
Desde 2004, lembra o executivo, a WEBB tem
crescido 64% ao ano, em média.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
MARISOL
QUER MARCA PARA ADOLESCENTES
A
nova geração de executivos de grandes grupos
industriais do setor de vestuário em Santa
Catarina adota a tendência internacional
de gestão de múltiplas marcas como forma
de fidelizar consumidores e fomentar negócios.
A
MARISOL,
de Jaraguá do Sul, possui seis marcas, a
Lilica Ripilica, Tigor T. Tigre, Marisol,
Pakalolo, Rosa Chá e Sais, e estuda nova
aquisição, de grife voltada ao público adolescente.
"Temos uma certeza: a cliente da Lilica
Ripilica vai crescer e nos abandonar. Queremos
dar a ela uma opção para que continue comprando
nossos produtos", diz o Diretor de
Marketing, Giuliano Donini. Segundo ele,
a MARISOL busca marcas com perfil de sofisticação
e internacionalização. Agregar novas marcas
é a principal estratégia da MARISOL para
crescer no Brasil e no exterior. Segundo
Giuliano Donini, o principal desafio na
gestão é a coerência entre as marcas. A
MARISOL fabrica as coleções nas fábricas
do Sul, em Santa Catarina e Rio Grande do
Sul, e do Nordeste, em Pacatuba (CE). Cada
marca tem seu cliente, seus pontos de vendas,
seu projeto de expansão. A MARISOL espera
repetir o faturamento de 2006, de R$ 500
milhões. Implantou este ano vigorosa expansão
de franquias, tanto no País quanto no exterior.
A
AMC TÊXTIL, de Brusque, dona das marcas
COLCCI, Sommer, Coca-Cola Clothing e Carmelitas,
também tem grande interesse na aquisição
de novas marcas, diz o executivo Alexandre
Menegotti. A AMC deixou de ser apenas MALHARIA
MENEGOTTI em 2000 com a compra da Colcci,
marca jovem de roupas. Em 2004 adquiriu
a grife irreverente Sommer e há um ano a
Carmelitas, de estilo "artesanal chique".
A Colcci é hoje uma das maiores franquias
brasileiras, com mais de 200 lojas no País
e no exterior. Aqui, está presente em 1,2
mil lojas multimarcas. "Estamos em
grande expansão no mercado internacional",
diz Menegotti, que prevê um acréscimo de
45% no faturamento bruto em 2007. Para sustentar
seu crescimento, a AMC está investindo em
nova fábrica de confecções no município
de Itajaí (SC). Os investimentos totais
de R$ 35 milhões.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
VOLVO
QUADRUPLICA EXPORTAÇÃO DE BLOCO DE MOTOR
PARA EUA
A
VOLVO
DO BRASIL adotou o terceiro turno na
linha de produção de blocos de motor em
Curitiba para fazer frente ao aumento das
exportações para os Estados Unidos. A previsão
inicial, de exportar 3,6 mil unidades em
2007, anunciada no ano passado, foi ampliada
para 6,5 mil unidades, e deve dar um novo
salto em 2008, quando devem ser exportados
13,5 mil. O Brasil é um dos dois centros
globais de produção de blocos de motor dentro
do grupo, o outro está localizado em Skovde
(Suécia), que opera no limite da capacidade,
de cerca de 125 mil unidades por ano. Com
o aumento da demanda, a fábrica de Curitiba
atingirá o limite de capacidade de produção,
de 25 mil unidades por ano. A participação
das exportações na produção deve subir de
20% para entre 50% e 60%. A operação brasileira
passa a responder por 40% da demanda de
blocos dos EUA. A maior parte (60%) continuará
a ser abastecida pela Suécia. Apesar do
câmbio desfavorável, a VOLVO diz que o País
está incluído em uma plataforma global de
produção, o que abre espaço para o fornecimento
para outros países.
Gazeta
Mercantil
CALOI
PREPARA DISPUTA COM HOUSTON NO NORDESTE
Depois
de atrair as indústrias de alimentos e de
higiene e beleza, o mercado nordestino se
prepara para assistir a um novo embate,
agora, no mercado de bicicletas. A CALOI
está à procura de um Gerente de Vendas que
terá a missão de desenvolver os negócios
naquele mercado e prepara o relançamento
de uma bicicleta mais robusta. "O Nordeste
é a China brasileira e esse é o nosso foco.
A estratégia para crescer lá é fazer parceria
com redes varejistas locais e lançar novos
modelos", diz o Presidente da CALOI,
Eduardo Musa. Mas a marca paulista terá
de pedalar muito para conquistar os nordestinos.
Há seis anos, o gigante piauiense GRUPO CLAUDINO, dono de shopping centers,
redes varejistas e fábricas de colchões
e jeans, resolveu também fazer bicicletas.
Batizada com a marca HOUSTON
BIKE, inspirada no centro americano
de controle de foguetes, a divisão de bicicletas
do CLAUDINO produziu 650 mil unidades, mesma
marca alcançada pela CALOI no ano passado.
"Nossa estimativa é crescer 25% neste
ano, mas acho essa previsão algo modesta
porque só no primeiro semestre a produção
cresceu 23%", diz o Diretor Comercial
da HOUSTON BIKE, Adilson Custódio, que também
vende bicicletas com nomes de aeronaves
espaciais como Atlantis e Discovery. Musa,
por sua vez, tem a meta de crescer 15% em
2007.
Valor
Econômico
GSI
INVESTE PARA SER A MAIOR DO PAÍS
A
GSI
BRASIL/AGROMARAU anunciou a instalação
de sua unidade de armazenagem no Brasil.
Líder mundial no setor, a empresa pretende
se tornar a principal do País e da América
do Sul no prazo máximo de cinco anos. Para
isso, está investindo R$ 20 milhões na construção
de uma unidade em Brusque (SC), com a capacidade
de processamento de três mil toneladas de
aço por mês. No ano passado, a empresa havia
tentado comprar a então maior do setor no
Brasil, KEPLER WEBER. Aporte semelhante
será feito em Marau (RS) para a ampliação
da unidade de equipamento para granjas de
aves e suínos e a construção de um centro
de desenvolvimento tecnológico. Ingo Erhardt,
Presidente da GSI no Brasil, explica que
Brusque está a 30 quilômetros do Porto de
Itajaí, está nos planos da empresa exportar
inicialmente 20% da produção e próxima aos
principais clientes (BUNGE, PERDIGÃO, CARGILL).
A estimativa é que entre janeiro e fevereiro
a unidade já esteja em funcionamento, gerando
emprego para 120 pessoas, que pode chegar
a 700 para alcançar os planos de liderança.
Segundo Erhardt, a estimativa é que em 2008
a empresa já abocanhe 25% do mercado.
Gazeta
Mercantil