Sexta-feira, 14/09/2007
Ano VII – edição 286

Autopeças

EATON AUMENTA PRODUÇÃO

A EATON, fabricante de autopeças que abastece a indústria automobilística, vai concentrar em Mogi Mirim (SP) toda a produção de transmissões de automóveis que antes era feita também na unidade de Valinhos (SP). Com a transferência, a empresa vai dobrar a capacidade de produção de transmissões para carros de passeio, passando para 600 mil peças por ano. Também vai contratar cerca de 150 funcionários. "Desde 1999, a fábrica de Mogi Mirim tem crescido consideravelmente. Passamos de 200 funcionários, em 2002, para 900 hoje", disse Fernando Ceccarreli, Gerente Geral da unidade. "Em 2007, a fábrica deve crescer 15% em relação a 2006".

Gazeta Mercantil

 

AESA INVESTE PARA AMPLIAR EXPORTAÇÕES

A AESA, uma dos cinco maiores empresas do País no setor de reposição de molas e peças para veículos de carga do Brasil, está voltando com rapidez seus olhos para o mercado externo. Com 57 anos e sede em Cambé (norte do Paraná), a empresa está lançando os primeiros produtos da linha de molas parabólicas, o tipo mais utilizado nos países europeus e nos Estados Unidos, com vistas a um aumento inicial de suas exportações de 20% para 30%, dentro de uma produção anual de 7 mil toneladas. Só no ano passado a empresa cresceu 40% nas vendas para o mercado externo, o que inclui países da América Central, América do Sul e África, ritmo muito acima do mercado interno. A empresa investiu US$ 4 milhões para desenvolver o novo produto. Dos R$ 40 milhões faturados em 2006, R$ 30 milhões vieram da venda de molas, principal produto da indústria que também fabrica grampos, espigões e pinos de olhete para o setor de autopeças e expanders para o setor de bicicletas. Neste ano, a empresa projeta um crescimento de 20% no faturamento.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

PARCERIA TRAZ STRAWBERRYFROG AO BRASIL

O mercado brasileiro continua assistindo à chegada de novas agências. Agora é a vez de a multinacional STRAWBERRYFROG, fundada na Holanda, mas hoje presente nos Estados Unidos e Japão, se lançar no País, por meio de uma parceria com Alexandre Peralta, ex-Africa, que explica que o modelo da agência no Brasil seguirá o que é feito fora. Isso significa que a agência se propõe a atender marcas, o que pode indicar trabalhos esporádicos e não uma conta em si. Com isso, a idéia é contar com uma média de 30 funcionários, o que poderá variar conforme a demanda para mais ou para menos. Peralta ainda não divulga as metas de faturamento e diz que a PERALTASTRAWBERRYFROG já está trabalhando no momento com quatro marcas.

Gazeta Mercantil

 

RBS INVESTE EM GRÁFICA, INTERNET E TV DIGITAL

Ao mesmo tempo em que comemorou 50 anos, o grupo RBS, principal conglomerado de mídia da região Sul, detalhou os principais projetos que integram um pacote de R$ 155 milhões em investimentos entre 2007 e 2008. O programa inclui o lançamento de uma nova versão do jornal "Zero Hora" na internet, com notícias atualizadas 24 horas por dia, o início das transmissões de TV digital em Porto Alegre e em Florianópolis, além do aumento de 33% na capacidade do parque gráfico do grupo na capital gaúcha. Conforme o Diretor Presidente Nelson Sirotsky, a nova versão eletrônica de "Zero Hora" faz parte da estratégia de garantir "forte presença" dos seus veículos na web, incluindo a possibilidade de acordos com operadoras de telefonia para distribuir conteúdo por celular. O "Diário Catarinense", que também pertence ao grupo, terá a edição on-line reformulada até o fim do ano. "Zero Hora" é o principal dos oito jornais diários editados pelo grupo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina e de janeiro a julho registrou média diária de vendas de 175.949 exemplares. O início das operações com TV digital, previsto para 2008, será focado em princípio na transmissão em alta definição e não na interatividade com o telespectador, explicou Sirotsky. "O processo será gradativo ao longo dos anos", disse. A RBS é a mais antiga afiliada da REDE GLOBO, com 18 emissoras de TV aberta na região.

Valor Econômico

 

Engenharia, Projetos & Construção

COM AQUISIÇÃO, CCDI CHEGA À BAIXA RENDA

Avaliando a entrada no segmento de baixa renda há alguns meses, entre viagens ao México, Turquia, Espanha e China, a CAMARGO CORRÊA DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO (CCDI) anunciou a compra de 51% da construtora e incorporadora HM, especializada no segmento popular no interior paulista. A empresa vai desembolsar R$ 50,6 milhões na negociação e tem a opção de compra de outros 30% em janeiro de 2009. Roberto Perroni, Diretor-Superintendente da CCDI, garante que o preço é justo e que o potencial é extenso. "A empresa faturou R$ 65 milhões no ano passado, com um lucro líquido de R$ 9 milhões. É uma empresa competitiva", considera. O faturamento representa praticamente a metade da cifra da CCDI no ano passado, de R$ 125 milhões, mas comparando os lucros do exercício, o resultado da HM é quase quatro vezes superior ao desempenho da CCDI em 2006, quando somou R$ 2,4 milhões. Com ampla atuação no interior do estado, Jundiaí, Barretos e Araçatuba a São José do Rio Preto, Bauru e Ribeirão Preto, a HM possui um banco de terrenos com potencial para lançamentos de R$ 144 milhões, além de R$ 512 milhões em terrenos opcionados e R$ 500 milhões em negociação. O total eleva a capacidade de lançamentos da CCDI para R$ 7,55 bilhões. Os cinco sócios da HM continuam à frente da empresa, com mais dois executivos da CCDI. O apetite da incorporadora não pára por aí. "Não descartamos novas aquisições, com negociações já em andamento fora de São Paulo", adianta Perroni.

Valor Econômico

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

BIONATUS LABORATÓRIO INSTALA FÁBRICA NO MATO GROSSO DO SUL

A BIONATUS LABORATÓRIO BOTÂNICO, com sede em São José do Rio Preto (SP), está investindo R$ 2,5 milhões em uma nova fábrica em Aparecida do Taboado (MS). A unidade entrará em operação em meados de 2008, mas a produção em Aparecida do Taboado, a 215 quilômetros de São José do Rio Preto, começa em setembro, onde outros R$ 300 mil já foram aplicados. Uma das maiores produtoras de fitoterápicos do País, a BIONATUS produzirá no Mato Grosso do Sul "alimentos funcionais, que previnem doenças, em grandes volumes, para distribuição também pelo canal supermercadista", informou Fernando Tales Rossini, Gerente de Novos Negócios e Marketing da BIONATUS. Segundo ele, a BIONATUS começa em setembro a produzir, para a rede de farmácias ULTRAFARMA, uma linha de shakes emagrecedores, colágeno e chá verde com a marca Redufim. Para a mesma ULTRAFARMA, mas para a linha Saedra, a BIONATUS produzirá óleo de linhaça, acerola, cartilagem de tubarão, berinjela, guaraná, óleo de alho, óleo de prímola, gelatina e cálcio, além de um suplemento vitamínico com a marca Biopolimax. A parceria com a ULTRAFARMA deverá garantir um aumento de 20% na receita da BIONATUS, cujo montante não é divulgado pela empresa. A BIONATUS, empresa fundada em 1992, vem crescendo 20% ao ano nos últimos anos, mas, só no primeiro semestre deste ano, o faturamento aumentou 25%. Além da ULTRAFARMA, entre outras, é parceria da BIONATUS a AVON COSMÉTICOS. Fabricante de mais de 70 itens, distribuídos em 12 mil pontos-de-venda em todo o País a empresa conta com 120 funcionários e produz 270 mil unidades (caixinhas) de remédios/mês.

Gazeta Mercantil

 

Financeiro

LUCRO DO BANCO ARBI CRESCE 204%

A estratégia de investir em uma rede própria de produção de crédito e apoiar o funding na cessão de carteira beneficiou os resultados do BANCO ARBI. O balanço do primeiro semestre reflete isso, disse o Diretor Superintendente do banco, Luis Fernando Pessôa. O lucro líquido aumentou 204% para R$ 2,96 milhões nos primeiros seis meses deste ano em comparação com igual período de 2006. O patrimônio do banco cresceu 50%, de R$ 18 milhões para R$ 50 milhões, sinalizando um retorno anualizado de 23%.

Valor Econômico

 

LUCRO LÍQUIDO DA MAPFRE CRESCE 80,5% NO SEMESTRE

A MAPFRE SEGUROS quase dobrou o seu resultado antes dos impostos e participações. O lucro bruto chegou a R$ 90,6 milhões no primeiro semestre deste ano, crescimento de 84,5%. O lucro líquido evoluiu 80,5%, para R$ 55,3 milhões. Os prêmios de seguros e contribuições de previdência do grupo totalizaram R$ 1,49 bilhão, expansão de 14%, levando a operação brasileira a representar 9,5% dentro do grupo espanhol. Segundo Antonio Cássio dos Santos, Presidente das empresas do grupo espanhol MAPFRE no Brasil, este é o maior ganho já obtido pela companhia desde que ingressou no País, em 1992.

Valor Econômico

 

GANHO DA MONGERAL CRESCE COM PARCEIRAS

A MONGERAL registrou lucro líquido de R$ 2,6 milhões no primeiro semestre de 2007, 78% acima do mesmo período do ano anterior e 8% maior ao registrado em 2006. As receitas totais no período foram de R$ 140,7 milhões, alta de 48,2% em relação ao primeiro semestre de 2006. Os ativos totais da companhia apresentaram evolução de 27%, para R$ 217,5 milhões. As vendas de apólices de seguros de vida e planos de previdência, a maioria feita via worksite, ultrapassou em 31,3% o registrado no mesmo período de 2006 e em 127% o registrado no mesmo período de 2005.

Gazeta Mercantil

 

Máquinas & Equipamentos

AMERICANA BAXTER EXPANDE OPERAÇÃO DA UNIDADE BRASILEIRA

O argentino Pablo Toledo acaba de assumir as operações brasileiras da BAXTER INTERNATIONAL, fabricante norte-americana de equipamentos e produtos de biotecnologia, hemofilia, distúrbios imunológicos, câncer, trauma, doença renal, áreas que estão entre as suas principais de atuação. TOLEDO tem como primeiro desafio no País tocar o plano de expansão de 30% da capacidade de produção da linha de bolsas plásticas, na fábrica localizada na capital paulista. O investimento na ampliação, que já foi iniciada e deverá ser concluída na metade do próximo ano, poderá alcançar entre US$ 5 milhões e US$ 10 milhões, a maior parte aplicada em equipamentos. Somente este ano, a empresa está investindo perto de US$ 5 milhões em suas operações, disse Toledo, observando que em 2008 o aporte deverá ser maior. A expansão é estratégica para a BAXTER atender a futura demanda do mercado brasileiro por sistemas fechados de aplicações de soluções intravenosas. A BAXTER HOSPITALAR deverá encerrar 2007 com um crescimento de aproximadamente 20% no faturamento, de US$ 160 milhões em 2006. Toledo informou que o aumento virá em especial da estratégia de buscar oportunidades de negócios em mercados com bastante potencial e nos quais a BAXTER tem pequena participação.

Valor Econômico

 

Material de Construção

SHERWIN-WILLIAMS INVESTE EM TINTA QUE REPELE INSETOS

A SHERWIN-WILLIAMS lança uma linha de tintas inédita que pode repelir insetos, inclusive o mosquito da dengue, e que responderá por parte dos 10% de crescimento no faturamento esperado para este ano no Brasil. A meta da empresa é sair dos atuais 14% do mercado brasileiro para algo próximo de 20%. Atualmente a companhia é a terceira em tintas no País. Em 2006 o faturamento ficou ao redor de R$ 1 bilhão. A empresa lançou um produto similar no Chile, há cerca de dois anos, e agora lança no Brasil a tinta com matérias-primas naturais com valor até 10% superior ao dos produtos, informou o Vice-Presidente da SHERWIN-WILLIAMS no Brasil, Mak Pitt. O investimento anual de cerca de US$ 1 milhão em desenvolvimento de novas tecnologias foram utilizados para desenvolver a tinta repelente com alto grau de eficiência. A SHERWIN-WILLIAMS espera grande impacto no mercado com o produto, pois representa uma nova estratégia da empresa que agrega valor no visual do produto e também pela segurança que proporciona ao comprador. A SHERWIN-WILLIAMS é líder em tintas nos Estados Unidos e no Brasil concorre com BASF e AKZO NOBEL.

Gazeta Mercantil

 

Móveis e Utensílios

GIROFLEX UNIFICA FÁBRICAS E PODE REDUZIR CUSTO DE PRODUÇÃO EM 30%

A redução dos custos com a reestruturação produtiva da fabricante de mobiliários GIROFLEX está possibilitando que a empresa não repasse para os consumidores o aumento dos preços de seu principal insumo, o aço. A empresa concluiu este mês a integração de suas três fábricas e do escritório da empresa em um único parque fabril, em Taboão da Serra (SP), o que, de acordo com o Presidente da companhia, Osvaldo Ribeiro, possibilitará uma queda do custo industrial em cerca de um terço do valor atual. Com isso, a empresa obteria o retorno do investimento em até 3 anos. Estão sendo investidos cerca de R$ 20 milhões na modernização das linhas de produção e na transferência da fábrica de cadeiras GIROFLEX para a fábrica de mobiliário FORMA. A empresa estima um crescimento de 20% neste ano, semelhante ao de 2006, o que permitirá atingir faturamento de US$ 280 milhões. Deste total, a maior parte, cerca de 52%, é proveniente da área de negócios corporativos (cadeira GIROFLEX e mobiliário de escritório da FORMA), o negócio de arquivos responde por outros 32% e o residencial pelos 8% restantes.

Gazeta Mercantil

 

Química & Petroquímica

IBG INAUGURA PRIMEIRA FÁBRICA FORA DE SÃO PAULO

A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE GASES (IBG) inaugura sua primeira unidade de produção fora do Estado de São Paulo. A fábrica localizada no município de Aparecida de Goiânia (GO) recebeu investimentos de US$ 5 milhões e levou 12 meses para ser construída. A expectativa da empresa é de atender, principalmente, os clientes hospitalares da região. Até a inauguração, a IBG concentrava suas unidades de produção no interior de São Paulo, em Jundiaí. "Ela não representa um volume de produção muito elevado, mas é importante devido à localização", afirma Nilton de Oliveira, Presidente da IBG. A unidade será destinada a produção de oxigênio e nitrogênio no estado líquido. Também serão obtidos argônio, acetileno, óxido nitroso, hidrogênio, hélio, gás carbônico, além de misturas e gases especiais, conforme informações da IBG. A partir da unidade de Aparecida de Goiânia (GO), o abastecimento das regiões Nordeste, do triângulo mineiro e do Estado de Goiás deixam de ser realizados exclusivamente por meio de transporte rodoviário. O executivo não quis revelar o faturamento e a previsão de investimentos da empresa, mas informa que cerca de 30% dos resultados são utilizados em ampliações.

Valor Econômico

 

SABIC COMPRA GE PLASTIC E MANTÉM APORTES NO PAÍS

A SAUDI BASIC INDUSTRIES CORPORATION (SABIC) concluiu a compra da unidade de plásticos da GENERAL ELETRIC, a GE PLASTIC, que agora será SABIC INNOVATIVE PLASTICS. A gigante saudita pagou US$ 11,6 bilhões em dinheiro. No Brasil, os ativos adquiridos da GE são uma fábrica de resinas, outra de produtos especiais e uma terceira de chapas de carbonato, todas localizadas em Campinas, no interior de São Paulo. Segundo Edson Simielli, que passou a ser Diretor de Marketing da SABIC, cargo que ocupava na GE PLASTIC, nada será trocado na atual estrutura da empresa. "Não vai acontecer nada nas operações brasileiras. Tudo será mantido", disse o executivo. "Os funcionários estão entusiasmados. Agora vamos fazer parte de uma empresa que além de petroquímica é petroleira. Fechamos a cadeia de produção", afirmou Simielli. Segundo o executivo, os investimentos que já estavam programados, como a expansão da unidade de produção de resinas em 2008, serão mantidos. A empresa opera em seis unidades de negócios: químicos, intermediários, produtos especializados, polímeros, fertilizantes e metais. Ao todo são 53 unidades de produção em todo o mundo.

Gazeta Mercantil

 

ARINOS QUÍMICA COMPRA POLITIVOS PARA AMPLIAR PRODUÇÃO DE ESPUMA

A consolidação da petroquímica nacional está se refletindo em outro setor da cadeia no País: as operações independentes que fazem a última formulação de poliuretanos (espumas) para atender o fabricante final. A ARINOS QUÍMICA, fabricante e distribuidora de produtos químicos, informou a aquisição da marca de espumas TECNOLOGIA POLITIVOS por R$ 6 milhões. A compra elevará seu faturamento deste ano para R$ 225 milhões. Sem a aquisição a companhia já projetava alta de 10% nas vendas, para R$ 200 milhões. A PURCOM, outra grande neste universo, elevará em 65% seu faturamento deste ano, para R$ 65 milhões, devido a redução de oferta no País.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

DASA JÁ ADMINISTRA 17 MARCAS

A DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. (DASA) adquiriu por R$ 47 milhões a rede MEDIMAGEM ULTRA-SONOGRAFIA E RADIOLOGIA LTDA. (MEDIMAGEM). A transação, no valor de R$ 47 milhões, é a terceira aquisição da companhia este ano, que passa agora a deter 17 marcas. "Estávamos conversando há mais de um ano com a empresa", disse o Presidente da DASA, Marcelo Marques Moreira Filho. Em maio, a DASA comprou por R$ 55,3 milhões a REDE EXAME e em julho, por R$ 85 milhões, o CIENTIFICALAB, marcando a entrada da empresa no segmento público. "Nos anos de 2005 e 2006, nossa prioridade foi adquirir novas bandeiras, em novos mercados. O que temos tentado agora, é reforçar nossa posição nos mercados onde já nos encontramos", afirmou. Com a aquisição do MEDIMAGEM, a DASA pretende alavancar sua presença na região de Niterói e São Gonçalo e complementar sua estratégia multiproduto no Rio de Janeiro, aumentando as receitas provenientes dos serviços de imagem. O programa de expansão prevê a introdução de novos exames de imagem e a abertura de novas unidades, integração com a central de laudos no Rio de Janeiro e expansão para cidades próximas na Região dos Lagos, com Cabo Frio e Macaé. O MEDIMAGEM é, segundo a DASA, a maior empresa de imagem de Niterói, Rio de Janeiro. A rede possui oito unidades, sendo seis em Niterói, uma em São Gonçalo e uma no bairro de Copacabana, na capital fluminense. Com uma média de 17 mil requisições mensais em 2006, a empresa registrou receita bruta de R$ 23,5 milhões e, líquida de R$ 22,2 milhões. A DASA encerrou o segundo trimestre do ano com crescimento de 24,7% na receita bruta, que chegou a R$ 219,1 milhões.

Gazeta Mercantil

 

REDE GAÚCHA BELLA GULA CHEGA AO NORDESTE

Depois de abrir unidades em São Paulo, a franquia gaúcha do segmento de alimentação BELLA GULA, iniciou expansão no Estado de Santa Catarina e no Nordeste e quer conquistar franquias nos estados do Paraná, Rio de Janeiro e Brasília. A meta é subir das 14 unidades atuais para 50 em cinco anos. "Não pretendemos ser uma rede muito popular. Não teremos muito mais do que 60 lojas", afirma o sócio-proprietário, Bernardo Thomaz. Nascida em Porto Alegre, a rede abriu a primeira franquia também na capital gaúcha, três anos depois. Aos poucos foi incluindo itens no cardápio até que, em 2004, incorporou a alimentação no menu. "Conforme fomos incrementando o mix, o faturamento foi crescendo". Em alguns casos, as refeições chegaram a incrementar em 30% a receita de vendas. A primeira loja fora de Porto Alegre foi aberta em São Paulo, em janeiro de 2006. Hoje, além das oito lojas em Porto Alegre, a BELLA GULA possui três lojas em São Paulo, uma em Florianópolis e uma em Maceió. Em dezembro abre mais uma em Santa Catarina. Com faturamento anual de R$ 7 milhões, a rede abastece suas lojas do Sul e Sudeste a partir da fábrica em Porto Alegre. Já para a loja de Maceió, a produção é feita pelo próprio franqueado. O investimento médio na abertura de uma franquia da marca é de cerca de R$ 300 mil.

Valor Econômico

 

Telecomunicações & Informática

MOTOROLA ENXERGA NO PAÍS MERCADO PARA SISTEMAS DE SEGURANÇA

O Brasil está aumentando sua importância diante da americana MOTOROLA no que diz respeito a soluções e sistemas integrados de segurança e comunicação voltados ao uso de governos e da iniciativa privada, por setores como óleo, gás, energia e mineração. "Por enquanto, o mercado brasileiro é pequeno, mas atrai muito pela potencialidade de expansão", afirmou o Vice-Presidente Sênior da MOTOROLA, Mark Moon, que veio ao Brasil pela primeira vez para consolidar a atenção que a gigante americana passou a dedicar ao País. Dos US$ 7 bilhões faturados pela corporação por meio desta divisão (Motomash) ao ano em todo o mundo, a MOTOROLA obtém US$ 6,7 bilhões com sistemas para segurança pública enquanto US$ 300 milhões vêm da iniciativa privada. O Brasil participa disso com cerca de US$ 10 milhões, mas o crescimento tem sido progressivo. "De 2005 para 2006, o avanço foi de 100%, e do ano passado para este ano a expectativa é manter a velocidade", disse o Vice-Presidente da área no Brasil, Eduardo Stefano. A MOTOROLA compete com M/ACOM, EADS, TELTRONICS.KICKER: Dos US$ 300 milhões faturados ao ano, a divisão de sistemas para iniciativa privada, óleo, gás e energia, avança rápido.

Valor Econômico

 

FATURAMENTO DA PROMON DISPARA 25% AO ANO

Sem tirar o foco das operadoras de telecomunicações, a integradora de sistemas complexos PROMON TECNOLOGIA, do grupo de engenharia PROMON, percebeu que poderia agregar novos setores à sua clientela tradicional e desde 2004, quando a estratégia expansionista começou, tem aumentado seu faturamento em 25% ao ano. A área de telecom ocupa 75% da receita e a área nova, 25%, mas seu crescimento é mais acelerado, atingindo 100% contra 15% do mercado como um todo. "Na média, temos crescido 25%", diz o Diretor Executivo Luis Eduardo Cardoso. Este ano as vendas já acumulam R$ 220 milhões até agosto, com perspectivas de atingir os R$ 300 milhões quando o ano chegar ao fim. Comparado aos R$ 120 milhões faturados em 2003, é um avanço expressivo de 25% ao ano. Com um time atual de 200 pessoas, a PROMON TECNOLOGIA dedica um terço delas a telecom, um terço a TI, cabendo o terceiro terço aos demais setores. A receita deste ano virá da composição de serviços de concepção, consultoria e projeto em telecom e TI.

Gazeta Mercantil

 

JOINT VENTURE VAI PÔR WEBB NA OPERAÇÃO DE FABRICANTES MUNDIAIS

A WEBB, empresa especializada em gestão da cadeia de suprimentos via internet, criou uma joint venture com a RUBBERNETWORK, um consórcio formado pelas 10 maiores fabricantes mundiais de pneus. A operação, que envolve a criação de uma nova empresa (RUBBERNETWORK-WEBB) com US$ 2 milhões de capital, a WEBB deverá não só ampliar a base de clientes como também operar em mais de 30 cidades em 22 países da América do Norte e Europa. Controlada pelo fundo de investimentos brasileiro WORLD LINK, a WEBB foi fundada em 2000 com objetivo de fornecer soluções de gerenciamento da cadeia de suprimentos e logística por meio da internet. Além de identificar gargalos e mapear custos, a empresa também opera e administra todas as etapas da cadeia para clientes com faturamento acima de R$ 300 milhões e superior a R$ 1 bilhão como UNILEVER, NESTLÉ e MICHELIN. Por meio da joint venture, a nova companhia amplia o acesso da WEBB na América do Norte e Europa, ao garantir maior penetração em um mercado com mais de 250 grandes empresas, com potencial de mais de US$ 860 bilhões em serviços e compras de materiais diretos e indiretos. Presidente e fundador da WEBB, Luiz Claudio de Souza Alves afirma que, independentemente da joint venture, a empresa deve encerrar este ano com faturamento de até R$ 90 milhões, 40,6% maior que os R$ 64 milhões do ano passado. Desde 2004, lembra o executivo, a WEBB tem crescido 64% ao ano, em média.

Gazeta Mercantil

 

Têxtil & Couro

MARISOL QUER MARCA PARA ADOLESCENTES

A nova geração de executivos de grandes grupos industriais do setor de vestuário em Santa Catarina adota a tendência internacional de gestão de múltiplas marcas como forma de fidelizar consumidores e fomentar negócios.

A MARISOL, de Jaraguá do Sul, possui seis marcas, a Lilica Ripilica, Tigor T. Tigre, Marisol, Pakalolo, Rosa Chá e Sais, e estuda nova aquisição, de grife voltada ao público adolescente. "Temos uma certeza: a cliente da Lilica Ripilica vai crescer e nos abandonar. Queremos dar a ela uma opção para que continue comprando nossos produtos", diz o Diretor de Marketing, Giuliano Donini. Segundo ele, a MARISOL busca marcas com perfil de sofisticação e internacionalização. Agregar novas marcas é a principal estratégia da MARISOL para crescer no Brasil e no exterior. Segundo Giuliano Donini, o principal desafio na gestão é a coerência entre as marcas. A MARISOL fabrica as coleções nas fábricas do Sul, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e do Nordeste, em Pacatuba (CE). Cada marca tem seu cliente, seus pontos de vendas, seu projeto de expansão. A MARISOL espera repetir o faturamento de 2006, de R$ 500 milhões. Implantou este ano vigorosa expansão de franquias, tanto no País quanto no exterior.

A AMC TÊXTIL, de Brusque, dona das marcas COLCCI, Sommer, Coca-Cola Clothing e Carmelitas, também tem grande interesse na aquisição de novas marcas, diz o executivo Alexandre Menegotti. A AMC deixou de ser apenas MALHARIA MENEGOTTI em 2000 com a compra da Colcci, marca jovem de roupas. Em 2004 adquiriu a grife irreverente Sommer e há um ano a Carmelitas, de estilo "artesanal chique". A Colcci é hoje uma das maiores franquias brasileiras, com mais de 200 lojas no País e no exterior. Aqui, está presente em 1,2 mil lojas multimarcas. "Estamos em grande expansão no mercado internacional", diz Menegotti, que prevê um acréscimo de 45% no faturamento bruto em 2007. Para sustentar seu crescimento, a AMC está investindo em nova fábrica de confecções no município de Itajaí (SC). Os investimentos totais de R$ 35 milhões.

Valor Econômico

 

Transporte & Logística

VOLVO QUADRUPLICA EXPORTAÇÃO DE BLOCO DE MOTOR PARA EUA

A VOLVO DO BRASIL adotou o terceiro turno na linha de produção de blocos de motor em Curitiba para fazer frente ao aumento das exportações para os Estados Unidos. A previsão inicial, de exportar 3,6 mil unidades em 2007, anunciada no ano passado, foi ampliada para 6,5 mil unidades, e deve dar um novo salto em 2008, quando devem ser exportados 13,5 mil. O Brasil é um dos dois centros globais de produção de blocos de motor dentro do grupo, o outro está localizado em Skovde (Suécia), que opera no limite da capacidade, de cerca de 125 mil unidades por ano. Com o aumento da demanda, a fábrica de Curitiba atingirá o limite de capacidade de produção, de 25 mil unidades por ano. A participação das exportações na produção deve subir de 20% para entre 50% e 60%. A operação brasileira passa a responder por 40% da demanda de blocos dos EUA. A maior parte (60%) continuará a ser abastecida pela Suécia. Apesar do câmbio desfavorável, a VOLVO diz que o País está incluído em uma plataforma global de produção, o que abre espaço para o fornecimento para outros países.

Gazeta Mercantil

 

CALOI PREPARA DISPUTA COM HOUSTON NO NORDESTE

Depois de atrair as indústrias de alimentos e de higiene e beleza, o mercado nordestino se prepara para assistir a um novo embate, agora, no mercado de bicicletas. A CALOI está à procura de um Gerente de Vendas que terá a missão de desenvolver os negócios naquele mercado e prepara o relançamento de uma bicicleta mais robusta. "O Nordeste é a China brasileira e esse é o nosso foco. A estratégia para crescer lá é fazer parceria com redes varejistas locais e lançar novos modelos", diz o Presidente da CALOI, Eduardo Musa. Mas a marca paulista terá de pedalar muito para conquistar os nordestinos. Há seis anos, o gigante piauiense GRUPO CLAUDINO, dono de shopping centers, redes varejistas e fábricas de colchões e jeans, resolveu também fazer bicicletas. Batizada com a marca HOUSTON BIKE, inspirada no centro americano de controle de foguetes, a divisão de bicicletas do CLAUDINO produziu 650 mil unidades, mesma marca alcançada pela CALOI no ano passado. "Nossa estimativa é crescer 25% neste ano, mas acho essa previsão algo modesta porque só no primeiro semestre a produção cresceu 23%", diz o Diretor Comercial da HOUSTON BIKE, Adilson Custódio, que também vende bicicletas com nomes de aeronaves espaciais como Atlantis e Discovery. Musa, por sua vez, tem a meta de crescer 15% em 2007.

Valor Econômico

 

GSI INVESTE PARA SER A MAIOR DO PAÍS

A GSI BRASIL/AGROMARAU anunciou a instalação de sua unidade de armazenagem no Brasil. Líder mundial no setor, a empresa pretende se tornar a principal do País e da América do Sul no prazo máximo de cinco anos. Para isso, está investindo R$ 20 milhões na construção de uma unidade em Brusque (SC), com a capacidade de processamento de três mil toneladas de aço por mês. No ano passado, a empresa havia tentado comprar a então maior do setor no Brasil, KEPLER WEBER. Aporte semelhante será feito em Marau (RS) para a ampliação da unidade de equipamento para granjas de aves e suínos e a construção de um centro de desenvolvimento tecnológico. Ingo Erhardt, Presidente da GSI no Brasil, explica que Brusque está a 30 quilômetros do Porto de Itajaí, está nos planos da empresa exportar inicialmente 20% da produção e próxima aos principais clientes (BUNGE, PERDIGÃO, CARGILL). A estimativa é que entre janeiro e fevereiro a unidade já esteja em funcionamento, gerando emprego para 120 pessoas, que pode chegar a 700 para alcançar os planos de liderança. Segundo Erhardt, a estimativa é que em 2008 a empresa já abocanhe 25% do mercado.

Gazeta Mercantil

 

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