Agrobusiness
MONSANTO
CO. ADQUIRE MAIS UMA EMPRESA DE SEMENTES
A
perspectiva de liberação do plantio de
milho transgênico no Brasil assanha o
mercado de aquisições no setor de sementes
e antecipa concentração do setor. A MONSANTO
CO. anunciou a compra da AGROESTE
SEMENTES, que dividia a posição de maior
empresa nacional junto com a AGROMEN SEMENTES, cuja divisão de milho
foi adquirida há cerca de um mês pela
DOW AGROSCIENCES. Essa é a quarta aquisição
no ramo de sementes feita MONSANTO no
Brasil, que há cerca de dez anos comprou
as divisões de sementes de milho da CARGILL,
da AGROCERES e da BRASKALB, o que derivou
duas marcas, a SEMENTES AGROCERES e a DEKALB, que detêm cerca de 30% da área cultivada
com milho no País. Com a aquisição, calcula-se
que o market share da MONSANTO subirá
para 40%. O Diretor da AGROESTE, Neimar
Brusamarello, disse que a aquisição não
muda em nada a estrutura de funcionamento
da empresa. Na safra 2006/07, a AGROESTE
movimentou cerca de 1,1 milhão de sacas
de milho no Brasil. A AGROESTE tem sede
em Xanxerê, Santa Catarina e uma filial
em Campo Verde, em Mato Grosso. Possui
cerca de 300 funcionários diretos e 500
temporários (safristas).
Gazeta
Mercantil
Globoaves
investe em suínos e em frango caipira
A
GLOBOAVES,
empresa paranaense que é maior produtora
independente de pintos de um dia e de
ovos férteis do país, entrou no abate
de suínos e também estréia no segmento
de frango caipira. A companhia arrendou
a PORCOBELLO,
localizada em Laranjeiras do Sul (PR)
e comprou 50% da mineira NHÔ BENTO, que produz frango caipira da
linhagem "Label Rouge", na cidade
de Veríssimo. Apesar de ser mais conhecida
pela atuação em aves, a GLOBOAVES produz
suínos há cerca de 30 anos, observa Velci
Kaefer, Diretor da empresa. A GLOBOSUÍNOS,
empresa do grupo, fornecia animais no
Paraná para abate em frigoríficos do Estado.
A partir de agora, os 750 suínos que saem
de sua granja todos os dias serão abatidos
na PORCOBELLO. Segundo o empresário, a
unidade abate 1.100 suínos por dia, mas
a capacidade pode ser elevada para 2.500
animais. Isso dependerá do desempenho
do mercado, principalmente da exportação.
A PORCOBELLO exporta 25% de sua produção.
E Velci Kaefer está otimista. "As
perspectivas para exportação são promissoras",
afirma. A sociedade com a NHÔ BENTO é
outro passo na estratégia de diversificação
da GLOBOAVES, que vem reforçando a atuação
no abate de frango. Com as novas apostas
e outros investimentos recentes, o grupo
GLOBOAVES estima que seu faturamento anual
deve alcançar R$ 600 milhões. Foram R$
460 milhões no ano passado.
Valor
Econômico
Alimentos
Brico
Bread quer ficar mais perto do consumidor
A
BRICO
BREAD, fabricante de pães pré-assados
e congelados de Cotia, na Grande São Paulo,
inicia no próximo ano a venda do seu principal
produto, o pão francês, a uma rede japonesa
de supermercados, interessada em atender
os dekasseguis. "Lá não existe pão
francês e eles nos procuraram porque querem
começar a oferecer o produto", diz
Manoel Corrêa de Souza Neto, Presidente
da BRICO BREAD. Esta não é a única novidade
da empresa, criada há 10 anos para atender
a demanda das padarias dos super e hipermercados
com pães pré-assados e congelados, que
são aquecidos nas lojas. A BRICO BREAD
amplia o seu portfólio e começa a vender
pão pronto para o consumidor final. Ainda
este mês, uma linha de pães funcionais,
um pão doce individual e um pacote de
mini pães de queijo chegam às gôndolas
do CARREFOUR. A BRICO BREAD já oferecia
pães congelados no varejo, canal que responde
hoje por 10% do seu faturamento, que deve
totalizar R$ 30 milhões neste ano. "Minha
meta é que, até o final de 2008, a venda
para o consumidor final represente 30%
da receita", diz o empresário.
Valor
Econômico
Piraquê
quer ir além do Rio de Janeiro
O
Rio de Janeiro é disparado o principal
mercado, cerca de 80% do faturamento,
que deve alcançar R$ 330 milhões em 2007,
mas a fabricante de macarrão, biscoitos
e margarinas PIRAQUÊ
quer entrar de maneira agressiva em outros
estados nos próximos anos. Para isso,
a empresa inaugurou um escritório em Salvador
e pretende abrir as portas de outro, em
Florianópolis, até o final deste ano.
Apesar de estudar novos mercados, a PIRAQUÊ
não deve construir novas fábricas, por
enquanto. Todos os investimentos estão
voltados para a unidade de produção carioca
que recebe aportes de R$ 50 milhões até
o começo de 2008. A fábrica ganhou duas
novas linhas de produção desde 2006. Além
disso, ganhará outras três até o fim deste
ano e uma até fevereiro de 2008. No total,
serão três novas linhas de fabricação
de macarrão e três de biscoitos. A idéia
é abastecer esses novos mercados com a
produção concentrada no Rio. Só em 2007,
a capacidade da fábrica da PIRAQUÊ deve
crescer 35%, sendo que 9% desse total
virá da produção de macarrão instantâneo,
o PIRAQUÊ LÁMEN, nova aposta da empresa
que chega aos supermercados este mês,
estimou o Diretor Comercial Celso Colombo.
Se confirmada essa estimativa, as vendas
do novo produto devem alcançar R$ 2 milhões
de setembro a dezembro. Em 2006, a receita
da empresa foi de R$ 300 milhões, alta
de 15,85% em relação a 2005. Este ano,
Colombo afirmou que esse número pode chegar
a até R$330 milhões.
Gazeta
Mercantil
SEARA
ANUNCIA AMPLIAÇÃO DE UNIDADE EM MS
A
SEARA
ALIMENTOS está investindo mais de
R$ 4 milhões na ampliação da unidade de
Sidrolândia (MS). Os recursos permitirão
a elevação em 26% a capacidade de abate
de frangos. As obras iniciam-se neste
mês, com previsão de término em maio do
próximo ano. O valor será destinado a
adequações dos processos industriais e
implantação do terceiro turno. Outros
R$ 48 milhões serão aplicados para o aumento
de mais 43 núcleos de produção de frango
e 12 de matrizes. Será ampliada, também,
a estrutura de produção de rações, para
atender a nova demanda de consumo das
granjas. A unidade contará também com
investimentos de R$300 mil para aprimorar
a qualidade e a segurança dos funcionários.
Gazeta
Mercantil
Autopeças
SKF
E BORGWARNER ANUNCIAM MAIS INVESTIMENTOS
NO BRASIL
A
perspectiva de crescimento do mercado
brasileiro e a confirmação de encomendas
para 2008 levam as fabricantes de autopeças
a dar continuidade nos programas de investimentos
no Brasil.
A
SKF,
fabricante sueca de rolamentos, vai aplicar
neste ano R$ 10 milhões na sua fábrica
de Cajamar (SP). O investimento da SKF
virá de recurso próprio da subsidiária
brasileira, com a aprovação da matriz
na Suécia e será utilizado para ampliar
a capacidade da fábrica a partir do primeiro
semestre de 2008 e garantir o abastecimento
das montadoras de automóveis, que já avisaram
seus fornecedores que vão aumentar a produção.
"Vamos acrescentar 4 milhões de unidades
a mais de rolamentos na linha de produção",
disse Carlo Dessimoni, Diretor de Vendas
Automotivas. A SKF tem indicadores positivos
para o mercado de automóveis no Brasil
e exterior no próximo ano. Além de complementar
a produção de outras fábricas no mundo,
para atender o mercado europeu que está
muito aquecido, ainda está com sua carteira
de pedidos tomada até dezembro de 2008.
A
BORGWARNER,
que faz turbo compressores, destinará
US$ 3,5 milhões para sua fábrica de Campinas
(SP). A quantia também virá do Brasil,
com aprovação da matriz nos Estados Unidos.
"Já tínhamos programação para utilizar
esse dinheiro em longo prazo, mas decidimos
antecipar para janeiro de 2008 em razão
das sinalizações positivas do mercado
de caminhões para o próximo ano e de novos
negócios confirmados também no exterior",
disse Sérgio Castione Veinert, Gerente-Geral
da empresa. No mercado externo a BORGWARNER
já tem pedidos fechados até o primeiro
trimestre de 2008. "E tudo indica
que 2008 será um ano bom para o segmento
brasileiro de caminhões, com crescimento
de 5% em relação a 2007", disse Veinert.
Gazeta
Mercantil
Energia
DUKE
FECHA PARCERIA E RETOMA INVESTIMENTOS
Com
a estratégia de retomar seus investimentos
em energia no Brasil, paralisados desde
2001, a norte-americana DUKE ENERGY firmou,
por meio da DUKE
ENERGY BRASIL, um acordo com a Companhia
Energética de Minas Gerais (CEMIG) para
a realização de estudos de viabilidade
técnico-econômica de novos empreendimentos
de geração. Os estudos de pré-viabilidade,
em que primeiramente se faz um desenho
sobre as questões dos impactos ambientais
e da engenharia, começam em outubro. Eles
serão realizados no Rio Doce, no sudeste
de Minas Gerais e, caso sejam aprovados,
o projeto inicial prevê a construção de
quatro hidrelétricas com capacidade somada
de 520 megawatts (MW). "Mas ainda
é muito cedo para falarmos se as quatros
usinas serão construídas", afirmou
Mário Silva, Diretor de Planejamento Estratégico
da DUKE ENERGY BRASIL.
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
GLIVEC
IMPULSIONA PESQUISA DA NOVARTIS NA ÁREA
DE CÂNCER
Os
bons resultados obtidos com o medicamento
para leucemia mielóide crônica Glivec
têm impulsionado a farmacêutica NOVARTIS a investir cada vez mais no segmento
de oncologia. "A área tem ganhado
importância dentro do grupo. Com o sucesso
que se verifica no Glivec hoje, a empresa
tem mais segurança para investir em outros
projetos", disse o Vice-Presidente
para a área de oncologia da companhia
suíça, Djordje Filipovic. A empresa investiu
cerca de US$ 1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento
de produtos oncológicos em 2006. Filipovic
não revelou o volume de recursos que estão
sendo aplicados este ano. No entanto,
disse que existem 24 projetos na área
em andamento, que buscam tratamento para
11 tipos de cânceres, com destaque para
tumores sólidos. Em 2006, as vendas líquidas
da NOVARTIS com remédios de prescrição
subiram 11% para US$ 22,57 bilhões, 18%
mais que no ano anterior. No total, a
área de oncologia respondeu por 26% das
vendas da divisão "pharma",
ou US$ 5,91 bilhões.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
MATONE
LUCRA R$ 17,3 MI NO SEMESTRE
O
BANCO
MATONE, que opera com foco na concessão
de empréstimos consignados em folha de
pagamento para servidores públicos e aposentados
e pensionistas do INSS, publicou balanço
referente ao primeiro semestre com lucro
líquido de R$ 17,3 milhões. O resultado
foi 1,6% superior ao mesmo período de
2006. A produção de novas operações de
crédito consignado alcançou R$ 210,6 milhões
no período, ante R$ 162,5 milhões no primeiro
semestre de 2006.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
Química
Amparo começa a incomodar Unilever e P&G
UNILEVER
e P&G sempre dominaram o mercado de
limpeza no Brasil. E é na mais disputada
delas, a de sabão em pó, que o crescimento
da QUÍMICA AMPARO fica mais visível.
A líder absoluta é a UNILEVER,
que tem 63,2% do mercado com suas diversas
marcas. A P&G aparece em seguida com 12,8%. Na
UNILEVER, os executivos Fábio Prado, Vice-Presidente
de MARKETING, e Luiz Carlos Dutra, Vice-Presidente
de Assuntos Corporativos, asseguram que
o crescimento da concorrente não causa
impacto no líder Omo que, segundo eles,
vem crescendo ao ritmo de 20% ao ano.
Na PROCTER & GAMBLE, Pedro Martins
da Silva, Diretor de Relações Externas,
reconhece que a disputa no mercado de
produtos de limpeza é complexa, até porque
existem muitos Brasis em condições diversas.
A QUÍMICA AMPARO divulgou que o sabão
em pó Tixan Ypê ganhou participação de
mercado, que saltou para 8,9% no primeiro
semestre deste ano, contra 7,9% no mesmo
período de 2006. Em 2007, a fabricante
fortaleceu a marca com dois lançamentos:
Flor do Sol e Natureza.
Valor
Econômico
PETROFLEX
PODE ATRAIR NOVOS GRUPOS
A
venda da maior produtora de borracha sintética
do País, a PETROFLEX, pode atrair novos interessados,
entre eles a GOODYEAR
e a DSM ELASTÔMEROS, com a possível desistência
da companhia alemã LANXESS, que já estava em processo adiantado
de conversação. Para a LANXESS, uma empresa
em franco crescimento no Brasil no mercado
de elastômeros, em que já é a maior produtora
mundial, o negócio poderia ser um bom
impulso no País. Com sua possível desistência,
a PETROFLEX passa a ser interessante às
multinacionais instaladas no Brasil. Mas
também volta a ter o impasse de matéria-prima
garantida para poder crescer. No caso
da DSM, há sinergia, já que a empresa
produz borracha sintética de alto valor
agregado também para a indústria automobilística.
A PETROFLEX tem como donos as maiores
petroquímicas do País, UNIPAR, BRASKEM
e SUZANO (PETROBRAS).
Valor
Econômico
Mais
eficiência na Fosfertil
A
FOSFERTIL,
maior produtora de matérias-primas para
fertilizantes do Brasil, está implantando
mudanças na gestão de processos em sete
unidades fabris. O objetivo é elevar em
50% a produtividade das áreas industriais,
além de reduzir o consumo de água e de
vapor. No terminal marítimo da FOSFERTIL
a capacidade de carregamento de fertilizantes
aumentou 27%.
Gazeta
Mercantil
Serviços
GRUPO
SOLARE AMPLIA NEGÓCIOS NO NE
Administrar
uma casa não é tarefa simples. Imagine
administrar 658 unidades habitacionais
e prestar contas a cerca de 400 proprietários.
Esta é a especialidade do GRUPO SOLARE, com sede em São Luís,
que em 11 anos tornou-se a maior operadora
hoteleira de flats e condo-hotéis das
regiões Norte e Nordeste, e está ainda
entre as 10 maiores empresas genuinamente
nacionais, de acordo com pesquisa realizada
pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do
Brasil (FOHB). O grupo possui, atualmente,
cinco unidades, sendo uma em Belém (PA),
três em São Luís e um resort em Barreirinhas,
no Maranhão. Até 2010, vai inaugurar mais
nove unidades no Maranhão e Pará, orçados
em R$ 128 milhões. Ao todo serão alcançando
um total de 14 unidades 1.840 unidades
habitacionais nos dois estados. O faturamento
atual da rede é da ordem de R$16,56 milhões
anuais nos dois estados. Quando todas
as 14 unidades estiverem em operação,
projeta-se um faturamento no valor de
R$ 47,76 milhões, de acordo com o Gerente
de Projetos e Tecnologia do grupo, Gilberto
Galrão Carneiro.
Valor
Econômico
SABIN
DIVERSIFICA PARA SE MANTER NO MERCADO
Para
resistir ao processo de consolidação pelo
qual passa o segmento de medicina diagnóstica
no Brasil e não ser engolido por alguma
gigante do mercado, a REDE
SABIN, de Brasília, resolveu diversificar
a atuação. De médio porte e com o objetivo
de realizar exames de análises clínicas,
a rede de laboratório entrou há três anos
no segmento de alimentos e este ano ampliou
atuação para o nicho de meio-ambiente.
O SABINBIOTEC,
braço voltado para a análise de grãos
e carnes, criado há três anos por meio
de um contrato de transferência de tecnologia
com a EMBRAPA, deve receber ainda este
ano credenciamento do Ministério da Agricultura,
o que deixará o laboratório apto a validar
amostras de empresas interessadas em entrar
no mercado externo. Já em maio deste ano,
o SABIN adquiriu por R$ 1,5 milhão o laboratório
MICROBIOTEC,
também de Brasília. Especializada em análises
físico-químicas e microbiológicas, a empresa
tornou-se a subsidiária do SABIN responsável
pela análise de água, qualidade do ar,
sistemas de tratamento e refrigeração
de ar e segurança alimentar. A rede de
porte médio, mas com características de
uma grande empresa, é freqüentemente assediada
por empresas nacionais e internacionais
interessadas em firmar parcerias ou mesmo
adquirir o SABIN, segundo Janete Vaz,
sócia e Diretora Administrativa da empresa.
O SABIN atende 2,5 mil clientes por dia
e realiza 600 mil exames por mês. A empresa
já figurou, por exemplo, na lista das
100 melhores da América Latina para se
trabalhar. Nos últimos cinco anos dobrou
o número de unidades. Hoje possui 42 laboratórios,
sendo 40 em Brasília, um em Luziânia e
um em Formosa, ambas em Goiás. A meta
é chegar a 50 unidades até 2009, sem a
intenção de sair da região Centro-Oeste.
Com a expansão no número de unidades e
busca de alternativas de atuação, o SABIN
viu seu faturamento saltar de R$ 9 milhões,
em 2001, para R$ 66 milhões, em 2006.
A expectativa é chegar a R$ 78 milhões
este ano, crescimento de 18%.
Gazeta
Mercantil
UNIMED
PAULISTANA INICIA REESTRUTURAÇÃO
A
cooperativa de saúde UNIMED PAULISTANA está implementando
um projeto de reestruturação que pretende
torná-la mais competitiva. O programa,
que começou a ser adotado com a eleição
de nova diretoria há três meses, quer
reduzir custos, profissionalizar a gestão
e melhorar a qualidade de vida dos médicos
associados. Somente com ativos físicos
será possível obter uma economia anual
de R$ 4 milhões, conta o Diretor da Cooperativa,
Mário Santoro Filho. Isso porque a sede
da empresa hoje está espalhada em seis
imóveis na avenida Brigadeiro Luís Antônio,
na capital paulista. A idéia é juntar
todos os departamentos em um único prédio.
A reestruturação começou com a contratação
de cinco profissionais de mercado para
as áreas financeira, auditoria, negociação
e regulação, gestão de pessoas, superintendência
administrativa do Hospital Santa Helena
e contabilidade. Além disso, a empresa
alterou seu organograma, unindo as gerências
de divisão e departamento. Hoje, com 1,09
milhão de clientes, a empresa soma 1,8
mil médicos cooperados e uma rede credenciada
de 97 hospitais, 139 clínicas e 124 laboratórios
e centros de diagnósticos na Grande São
Paulo. Em 2006, o faturamento da rede
foi de R$ 1,197 bilhão, 3,66% superior
ao de 2005. Para este ano, a expectativa
é crescer entre 5% e 7%.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
SAINT-GOBAIN
APOSTA NA RETOMADA DOS INVESTIMENTOS E
EXPANDE PRODUÇÃO
Na
expectativa de que seja deslanchado o
investimento de R$ 40 bilhões em saneamento
no país deste ano até 2010, a subsidiária
do grupo francês SAINT-GOBAIN
que atua na área de tubos investe para
poder atender a demanda futura. A empresa
está aportando R$ 10 milhões na expansão
de sua fábrica de tubos, conexões, válvulas
e outros itens, instalada em Barra Mansa
(RJ). Denominada SAINT-GOBAIN CANALIZAÇÃO,
essa divisão engloba a antiga CIA. SIDERÚRGICA
BARBARÁ e a ALDEBARÃ, que fica em Itaú
(MG). Com o investimento no alto-forno,
a fábrica fluminense elevará sua capacidade
de 180 mil para 220 mil toneladas de aço
fundido. A SAINT-GOBAIN, que tem 80% das
suas vendas para obras de saneamento,
tem sido obrigada a exportar para manter
a ocupação de suas fábricas, 40% da receita
vem do exterior devido à drástica redução
de obras no setor nos últimos anos. No
Brasil tem fábricas em Barra Mansa e Itaúna.
Nesta última tem condições de fazer 25
mil toneladas de conexões de pequeno tamanho
e válvulas em bruto. A filial brasileira,
que emprega 1,25 mil pessoas, garante
ser líder em sistema para adução (água),
coleta e tratamento de esgoto, área industrial
(como mineração), predial e de irrigação.
Em 2006, obteve faturamento de R$ 378
milhões.
Valor
Econômico
CISER,
DE JOINVILLE, DIVERSIFICA PRODUÇÃO E AUMENTA
VENDAS
O
crescimento do uso do aço em estruturas
tanto na construção civil como em mineração
e siderurgia e uma relativa estabilização
do uso do concreto fez a CISER,
de Joinville (SC), maior fabricante brasileira
de elementos fixadores, apostar nesta
tendência para incorporar novas altas
em seu faturamento a partir de 2007. A
empresa enfrenta forte concorrência dos
asiáticos no mercado de parafusos no qual
atende as indústrias automotivas, do mobiliário,
ferroviária, entre outras. Na semana passada,
a CISER lançou um sistema de fixação com
tensão controlada, denominado Tenex, para
o qual conta com a parceria da MAKITA, que desenvolveu no Japão a parafusadeira
elétrica especial para a aplicação e fornece
o equipamento na unidade de São Bernardo
do Campo (SP). A CISER faturou R$ 200
milhões em 2006 e a previsão inicial era
de R$ 240 milhões em 2007. Com o novo
sistema, entretanto, a expectativa é elevar
em mais 5% ou 10% esse total.
Gazeta
Mercantil
NOVELIS
APLICA US$ 7 MILHÕES EM EXPANSÃO
A
NOVELIS
vai investir US$ 7 milhões na instalação
de um novo forno para ampliar a unidade
de produção de chapas de alumínio de Pindamonhangaba,
no interior de São Paulo. A previsão é
de que a expansão seja concluída em fevereiro
do ano que vem e deve ampliar 12% a capacidade
de produção, que atualmente é de 300 mil
chapas por ano. Segundo o Diretor de Operações
de Laminados da empresa, Roberto Rocha,
o mercado de latas passa por um momento
muito positivo e esse investimento da
empresa demonstra uma clara disposição
de atender essa demanda. Em 2006, foram
produzidas 12 milhões de latas no Brasil.
A NOVELIS deve investir cerca de US$ 23
milhões este ano. No primeiro trimestre
deste ano a NOVELIS da América do Sul
registrou vendas líquidas de US$ 243 milhões,
ante os R$ 209 milhões registrados em
2006. No ano passado, as vendas líquidas
da empresa totalizaram US$ 823 milhões.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
NORTEL
AVANÇA NA AMÉRICA
A
NORTEL
busca no País parcerias para o desenvolvimento
de terminais de baixo custo, um dos desafios
para a adoção da WiMax, e redes. "A
idéia é criar um ecossistema completo",
diz Diretor de Planejamento e alianças
estratégicas, José Luiz Malavazi. A companhia
procura ainda parceiros locais para desenvolver
e para fabricar equipamentos, especialmente
para pequenas e médias empresas, de 40
a 100 usuários. Além disso, trabalha na
construção de uma rede de distribuição
para atingir o segmento. "A expectativa
é atingir 20% desse mercado em três anos",
afirma Juan Chico. O Brasil é o piloto
da iniciativa da NORTEL para as pequenas
e médias empresas.
Gazeta
Mercantil
CENDIO,
DA SUÉCIA, INICIA OPERAÇÕES NO BRASIL
O
Brasil será o ponto de partida para a
fornecedora sueca de software CENDIO
SYSTEMS na América Latina. Em parceria
com investidores brasileiros, a empresa
acaba de criar a CENDIO LATIN AMERICA
e vai brigar por uma fatia do mercado
local de virtualização de aplicativos.
A meta é atingir 20% de participação em
dois anos no País e expandir sua presença
para México, Argentina e Chile. Com tecnologia
baseada em código aberto, a CENDIO desenvolve
sistemas para o acesso remoto a aplicações
instaladas em servidores, reduzindo custos
em aquisição de equipamentos e licenças
de uso, segmento dominado globalmente
pela americana CITRIX SYSTEMS, com software
proprietário e forte parceria com a MICROSOFT.
A CENDIO fatura cerca de US$ 110 milhões
e tem 140 clientes concentrados principalmente
nos países nórdicos. No caso do Brasil,
a aposta é forte na adoção de software
livre na região, especialmente pelo governo.
A CENDIO já conta hoje com três usuários
no Brasil: a UNIVERSIDADE ESTADUAL DO
RIO DE JANEIRO (UERJ), o estaleiro MAUÁ
JURONG e a FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS (FGV-RJ).
Para aumentar a base de clientes, a idéia
é manter uma operação enxuta, com cerca
de 15 funcionários, e criar uma rede de
distribuição. No momento, cerca de 30
revendas estão em fase de treinamento,
mas o objetivo é chegar a 100 canais em
dois anos.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
EM
AGOSTO, UM NOVO RECORDE DE CARGA NA MRS
A
MRS LOGÍSTICA
pelo segundo mês consecutivo movimentou
volume acima de 11 milhões de toneladas.
Em agosto, a companhia transportou 11.668.678
toneladas. O Presidente da companhia,
Júlio Fontana Neto, disse que o minério
de ferro foi o carro chefe, mas a carga
geral, principalmente o agronegócio e
contêineres, têm puxado este crescimento.
"A tendência é de uma produção crescente
para atender a demanda dos clientes. Como
sempre o minério é importante porém outras
cargas têm crescido na empresa. Essa tem
que ser a tônica: elevar a participação
de mercado de outras cargas".
Gazeta
Mercantil
PSA
PRETENDE VENDER 400 MIL AUTOMÓVEIS NO
MERCOSUL EM 2010
O
grupo PSA
PEUGEOT CITROËN pretende dobrar de
tamanho e vender 400 mil veículos no Mercosul
em 2010, destacou o Presidente Mundial
do grupo, Christian Streiff, durante a
apresentação das estratégias até 2015.
No Brasil o objetivo do grupo é estar
entre as quatro montadoras. Para a meta
vai lançar 12 novos modelos até 2010,
atuar ativamente no segmento de entrada,
reforçar a rede de concessionárias de
cada uma de suas duas marcas, gerar rapidamente
novas capacidades industriais, aumentar
a participação das compras locais e fortalecer
localmente as atividades de Pesquisa e
Desenvolvimento (P&D). Para atrair
mais fornecedores no Brasil, hoje o grupo
compra peças de cerca de 300 autopeças
do Mercosul, o grupo francês montou um
showroom em São Paulo, onde expôs 1.700
componentes importados. A empresa quer
elevar para 100% o índice de nacionalização
dos seus carros que são produzidos no
Mercosul. Hoje o conteúdo local é de 85%.
Para 2010, os objetivos fixados pelo grupo
são recuperar o crescimento e a rentabilidade
e ultrapassar a venda de 4 milhões de
veículos. Sua ambição para 2015 é a de
ser o grupo mais competitivo na Europa.
Valor
Econômico
LÍDER
INDUSCAR/CAIO PREPARA NOVA FÁBRICA FORA
DE SÃO PAULO
Nordeste
ou Sul, uma dessas duas regiões do País
terá uma unidade da encarroçadora de ônibus
do País. Trata-se da INDUSCAR - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CARROCERIAS
LTDA., que após ter arrendado em 2001
a massa falida da tradicional CAIO, é
simplesmente, hoje, a líder em produção
no Brasil. "Onde estamos, em Botucatu/SP,
não temos condições de crescer e um dos
motivos é a complexidade dos tipos de
carrocerias que passamos a produzir",
disse Mauricio Lourenço da Cunha, Diretor
Industrial da INDUSCAR. A INDUSCAR arrendou
a CAIO em 18 de janeiro de 2001. Com falência
decretada, a marca vinha se desmilingüindo.
O GRUPO RUAS, com 4,5 mil ônibus operando
na cidade de São Paulo, ao assumir como
arrendatário, firmou como um dos compromissos
montar cerca de 300 carrocerias encomendadas
e não entregues. Enfim, recolocou ordem
na casa. Já no primeiro ano, 2001, a cadência
mensal subiu para 225 unidades, aumentou
para 350 unidades em 2003 e para 450 carrocerias
mensais no ano seguinte. Em 2005, ficou
em 460 carrocerias, voltou a subir (500
unidades) em 2006 e, neste 2007, o ritmo
está em 580 carrocerias mensais.
Valor
Econômico
Renault
do Brasil bate recorde histórico de vendas
no país
A
RENAULT
DO BRASIL superou em agosto o seu
recorde histórico de vendas desde que
iniciou as suas operações no País, há
dez anos. No mês, a empresa comercializou
7.568 unidades, sendo 7.197 veículos de
passeio e 371 utilitários, ultrapassando
o recorde anterior atingido em maio de
2001 (7.359 veículos). Em agosto, a RENAULT
DO BRASIL ficou em quinto lugar no ranking
de vendas de automóveis e comerciais leves,
com uma participação de mercado de 3,4%.
Nos primeiros oito meses do ano, a RENAULT
DO BRASIL comercializou 43.532 unidades,
um crescimento de 35% em relação ao mesmo
período de 2006 (32.342 veículos). Este
desempenho é 8 pontos percentuais superior
ao crescimento de todo o setor automotivo,
que registrou no mesmo período uma elevação
de cerca de 27% nas vendas.
Gazeta
Mercantil