Agrobusiness
Perdigão
triplica de tamanho
Custou
caro para a SADIA a tentativa
fracassada de compra da PERDIGÃO
feita em julho do ano passado.
Transcorrido pouco mais de
um ano da oferta de R$ 3,88
bilhões, a PERDIGÃO está a
um passo de virar o jogo sobre
a rival e se tornar a maior
companhia do segmento no País.
O anúncio da fusão com a ELEVA,
controladora da AVIPAL (carnes)
e da ELEGÊ (lácteos), tornará
a PERDIGÃO líder em valor
de mercado entre as empresas
desses segmentos, além de
assumir a liderança em receita.
“Foi depois da oferta da SADIA
que a PERDIGÃO adotou uma
postura muito mais agressiva
em termos de diversificação
do negócio e diluição de risco.
Comprou uma processadora de
carnes na Europa, ampliou
aquisições na área de bovinos
e de margarinas e avançou
muito em lácteos”. Desde a
oferta, a PERDIGÃO comprou
a divisão de margarinas da
UNILEVER, um frigorífico em
Mirassol D’Oeste (MT) e a
PLUSFOOD, processadora de
carnes na Europa. Com a ELEVA,
a PERDIGÃO deverá incorporar
um valor de R$ 1,4 bilhão.
As duas operações combinadas
valiam R$ 9 bilhões. As receitas
da PERDIGÃO também cresceram
nos últimos meses. A SADIA
ainda é a líder, fechou o
período de um ano com receita
de R$ 7,7 bilhões. A PERDIGÃO
chegou a R$ 6 bilhões.
O
Estado de São Paulo
Bunge
e Corn Products fazem pacto
comercial
A
gigante BUNGE,
forte em grãos e maior indústria
de trigo do Brasil, fechou
uma parceria com a CORN PRODUCTS BRASIL, subsidiária da
CORN PRODUCTS INTERNATIONAL,
uma das maiores processadoras
de milho do mundo. Por esse
acordo, a BUNGE, que tem sede
nos Estados Unidos, vai comercializar
no país amido de milho e de
mandioca produzidos por sua
compatriota e voltados para
as indústrias de panificação,
biscoitos e massas. Essa parceria
permitirá à BUNGE ampliar
seu portfólio de produtos
para seus clientes no mercado
brasileiro. Para a CORN PRODUCTS,
o acordo permitirá a expansão
da distribuição de seus produtos
para um número maior de pontos-de-venda.
A BUNGE informou que "essa
aliança busca principalmente
promover o desenvolvimento
de novos produtos enriquecidos
e saudáveis com diferentes
funcionalidades, focando também
melhorar a eficiência e o
serviço prestado pela BUNGE
a seus clientes”. Com um faturamento
de US$ 2,62 bilhões em 2006,
a CORN PRODUCTS INTERNATIONAL
está em 19 países. No Brasil,
a multinacional está presente
desde 1929 e possui fábricas
em São Paulo, Paraná, Pernambuco
e Rio de Janeiro.
Valor
Econômico
BERTIN
ATRÁS DO BOI E DA INFRA-ESTRUTURA
O
investimento do grupo BERTIN
em Diamantino (MT), de R$
230 milhões, é mais um passo
da indústria atrás do boi,
que a cada dia ruma para o
Centro-Norte do País. Mato
Grosso hoje tem o maior rebanho
bovino do Brasil, com 25 milhões
de cabeças, e deve receber
investimentos da ordem de
R$ 2,5 bilhões de empresas
de carnes até o final de 2008.
Estes aportes tendem a aumentar
ainda mais o plantel local
e desenvolver mercados pouco
explorados, como o da cria,
e só o BERTIN deve instalar,
junto com o frigorífico, um
confinamento de 250 mil animais.
As obras do frigorífico, que
terá capacidade de abate de
4 mil bovinos por dia, já
começaram e a expectativa
é que a primeira fase esteja
concluída até setembro do
ano que vem.
Gazeta
Mercantil
Sadia
investe em frigoríficos
O
Diretor-Presidente da SADIA,
Gilberto Tomazoni, disse que
a companhia investirá R$ 100
milhões na construção de dois
frigoríficos até 2009. 'A
primeira unidade deve entrar
em operação ao final de 2008.
Ainda não decidimos se construiremos
o projeto em Mato Grosso ou
em Goiás', disse. Segundo
ele, a SADIA está avaliando
alguns fatores para a escolha
dos locais das novas unidades,
entre eles a habilitação para
exportação e o rebanho. 'Os
projetos terão foco no mercado
internacional, mas também
atenderão ao mercado interno.'
Além desses projetos, a SADIA
está investindo R$ 30 milhões
na ampliação da unidade de
Várzea Grande (MT). Com esse
projeto, a capacidade de abate
de bovinos passará das atuais
mil cabeças para 2 mil cabeças
diárias. Com os dois novos
frigoríficos, a capacidade
será ampliada para 6 mil cabeças
por dia.
O
Estado de São Paulo
Alimentos
NOVA
FÁBRICA DA KOPENHAGEN
A
fabricante de chocolates,
balas e confeitos KOPENHAGEN vai investir R$ 36 milhões
para implantar uma fábrica
em Extrema, Minas Gerias.
Os recursos serão aplicados
em obras e na aquisição de
equipamentos e a nova unidade
deverá produzir 3,6 mil toneladas
de chocolates, bombons, caramelos,
panetones e outros produtos
de confeitaria, com estimativa
de geração de cerca de 550
empregos diretos. A nova fábrica
deverá entrar em operação
em 2009 e será a segunda da
companhia, que fabrica suas
guloseimas hoje em Tamboré,
em São Paulo.
Gazeta
Mercantil
Autopeças
VALEO
DEFINE EM 2008 A SUA 12ª-
UNIDADE NO BRASIL
O
grupo francês VALEO,
fabricante de componentes
para a indústria automobilística,
vai definir em 2008 o local
onde será instalada a nova
fábrica que abrigará a produção
de sistemas de gerenciamento
de motores, que será a 12ª
divisão da empresa no Brasil.
Esta nova divisão foi adquirida
mundialmente da JOHNSON CONTROLS
INTERNATIONAL em 2005, informou
Alain Keruzoré, Presidente
do grupo VALEO na América
do Sul. Hoje esta unidade
está instalada em Gravataí
(RS). Ao incluir a divisão
em suas unidades industriais
no Brasil, a VALEO já deu
início a negociações com as
montadoras para a fabricação
e fornecimento de bobinas
de ignição para motores. Esta
divisão oferecerá, ainda,
uma linha completa de sensores
de motor, injetores de combustível
e módulos eletrônicos para
comando de sistemas de injeção
eletrônica. Keruzoré explicou
que a nova divisão inicia
atividades com negócios de
R$ 30 milhões. Nos últimos
dois anos, a empresa investiu
R$ 90 milhões para a ampliação
das divisões que possui em
Campinas e deu início à expansão
das fábricas de Itatiba, mediante
a aplicação de mais R$ 20
milhões. No Brasil a VALEO
tem cerca de 4 mil empregados.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
& Fumo
PERNOD
RICARD QUER AMPLIAR VENDAS
EM SP
Com
o objetivo de impulsionar
a comercialização de produtos
importados durante as festas,
período que concentra 60%
das vendas, a PERNOD RICARD, responsável por 57 marcas
no Brasil, reuniu alguns produtos
do seu portfólio, que serão
comercializados juntos, em
pacotes. Um dos objetivos
dessa estratégia é ampliar
a presença em São Paulo dos
atuais 22% para 27% das vendas
no próximo ano fiscal. São
Paulo será a única região
que deverá ganhar destaque
neste período. Segundo Ricardo
Chueiri de Souza, Diretor
de Marketing da companhia,
São Paulo registrará crescimento
pois a aceitação dos importados
no estado é maior. "Queremos
vender 50% mais produtos importados
nesse final de ano",
contou. E não são só os importados
que deverão impulsionar o
desempenho da empresa em São
Paulo. Segundo Souza, a vodka
Orloff também deve receber
atenção para alavancar as
vendas. A PERNOD RICARD é
a segunda empresa do mercado
com 15% de participação em
volume. A meta é crescer 20%
neste ano fiscal e alcançar
20% de participação de mercado
em três anos.
O
Estado de São Paulo
Leão
Júnior planeja fábrica de
chás secos
A
MATTE LEÃO reafirma a sua
intenção de manter as suas
atividades operacionais e
sede administrativa no Estado
do Paraná, e irá apresentar
lançamentos para o verão e
também falar do projeto de
construção de uma nova fábrica.
Essa nova unidade deve substituir
a que funciona em Curitiba,
onde é feito o envasamento
da chamada linha seca de chás.
Hoje a LEÃO JÚNIOR ocupa na
capital paranaense 27 mil
metros quadrados em dois imóveis
que não entraram na negociação
com a COCA-COLA em março,
quando a multinacional de
bebidas comprou a empresa.
Além de planejar mudanças
na sede e na linha seca, a
empresa quer ampliar em 2008
a fábrica de chás líquidos,
que fica no Rio de Janeiro
e foi inaugurada em 2003.
Valor
Econômico
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
AGÊNCIACLICK
FAZ A FESTA
A
AGÊNCIACLICK
promove uma festa para celebrar
os 15 anos de atuação da empresa
no mercado de propaganda on-line
e interatividade. Este ano
foi um marco para a agência
presidida por Pedro Cabral.
Em fevereiro, a empresa foi
vendida por cerca de US$ 50
milhões para a rede inglesa
ISOBAR. Agora, a trajetória
da AGÊNCIACLIK será contada
no livro que Cabral lançará
durante a festa. O Click Aqui
foi escrito por ele e pela
redatora Tati Bernardi e será
um livro vivo. Além da versão
impressa, uma comunidade foi
criada para dar continuidade
à história da agência.
Gazeta
Mercantil
Eletroeletrônicos
Mexicana
Mabe fatura US$ 500 milhões
no Brasil
A
mexicana MABE,
fabricante das marcas de eletroeletrônicos
domésticos GE e DAKO
no Brasil, concluiu o processo
de ampliação da linha DAKO.
A partir de agora, a tradicional
marca de fogões, que já foi
ampliada com refrigeradores,
lavadoras e depuradores este
ano, tem também fornos microondas.
Com isso, a empresa deve alcançar
faturamento de US$ 500 milhões
em 2007, alta de 30% em relação
ao ano passado. Diante do
cenário positivo, a MABE avalia
o lançamento de uma terceira
marca no mercado brasileiro:
a MABE. As vendas dos três
principais produtos da empresa,
fogão, refrigeradores e lavadoras,
devem crescer 13% este ano.
Os refrigeradores se destacam.
Devem ser comercializados
650 mil itens, alta de 20%
em relação ao ano passado,
segundo o Diretor de Marketing
da MABE, João Sérgio Dias
Ramos. A companhia deve vender
1,2 milhão de fogões, número
5% maior em relação a 2006.
E as vendas de lavadoras devem
crescer 13%, alcançando cerca
de 250 mil peças.
Gazeta
Mercantil
Engenharia,
Projetos & Construção
ROSSI
ELEVA PREVISÃO DE VENDAS EM
22,5%
Os
bons resultados obtidos com
sua estratégia de expansão
e regionalização geográfica
levou a construtora e incorporadora
ROSSI RESIDENCIAL a rever, para
cima, suas projeções para
o biênio 2008-2009. O valor
geral de vendas (VGV) próprio,
antes estimado entre R$ 1,92
bilhão e R$ 2,16 bilhões em
2008, foi reajustado em 22,5%,
para R$ 2,35 bilhões a R$
2,65 bilhões. Para 2009, a
expectativa é de VGV próprio
entre R$ 2,8 bilhões e R$
3,2 bilhões.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Mercado
brasileiro de desodorantes
em evolução
O
mercado brasileiro de desodorantes
está evoluindo a passos largos.
Num país de clima tropical
como o Brasil as empresas
estão empenhadas em conquistar
uma fatia cada vez maior desse
mercado. Líder do mercado
brasileiro de desodorantes,
a marca REXONA
(UNILEVER)
encerrou 2006 com 42,3% de
participação de mercado em
valor, um recorde para a marca,
o que teria provocado um aumento
de 64,7% de participação da
UNILEVER no segmento. Para
obter o sucesso desejado,
a marca investe em pesquisas
de mercado e aposta no acompanhamento
das sugestões enviadas ao
SAC pelos consumidores para
conhecer suas necessidades
e lançar produtos com benefícios
diversificados. Este ano a
marca investiu mais de R$
30 milhões no lançamento de
novos produtos, parcerias
e em modificações nas formulações
e embalagens.
Valor
Econômico
CRISTÁLIA
AMPLIA INVESTIMENTO EM FÁBRICA
E P&D
Para
manter as mesmas taxas de
crescimento registradas nos
últimos anos e garantir caixa
para aplicar na sua principal
vocação, a pesquisa e o desenvolvimento
de insumos e medicamentos,
o CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS
está ampliando os investimentos
na expansão da capacidade
instalada. Um dos poucos laboratórios
nacionais com produção verticalizada
(faz medicamento, matéria-prima
e artigos médicos), coloca
em curso um projeto de expansão
da unidade de farmoquímicos,
localizada em Itapira (SP),
que custará quase R$ 18 milhões
e também da fábrica de injetáveis,
da capital paulista, onde
aplicará outros R$ 4 milhões.
A empresa também está triplicando
os aportes em pesquisa e desenvolvimento.
Em abril próximo, o CRISTÁLIA
também finaliza a construção
de uma fábrica, sua quarta
unidade de produção e a terceira
em Itapira, que já recebeu
cerca de 40 milhões de euros
nos últimos três anos e deverá
consumir recursos totais próximos
de 50 milhões de euros. No
plano de expansão está ainda
a unidade de biotecnologia,
em São Paulo e prestes a ser
inaugurada.
O
Estado de São Paulo
Máquinas
& Equipamentos
NCR
EXPANDE ATUAÇÃO PARA NOVOS
SEGMENTOS
A
NCR
anunciou que vai ampliar sua
atuação no fornecimento de
máquinas de auto-atendimento.
Além dos segmentos financeiro
e varejista, principais nichos
para a companhia até agora,
a NCR aposta na expansão desses
serviços para outros setores,
como turismo, entretenimento,
saúde e governo. O Diretor
Geral da companhia para o
Brasil, Elias Rogério Silva,
exemplifica as soluções que
a NCR deve oferecer citando
equipamentos para auto-atendimento
no check in em aeroportos
e hotéis, e para aluguel de
carros, na compra de ingressos
de cinema e na realização
de exames e consultas em uma
unidade de saúde. O foco está
nas grandes corporações, que
geram volume e justificam
a instalação de equipamentos
desse tipo. As novas ofertas
estão prontas e já contam
com clientes em outros países.
A NCR deve ver um crescimento
de 40% na América Latina este
ano em relação a 2006. No
Brasil, a companhia alcançou
70% do faturamento de 2006
no primeiro semestre de 2007.
O
Estado de São Paulo
Valtra
entra no mercado de colheitadeiras
Depois
de quase três anos de estudos
e desenvolvimento de projetos,
a VALTRA,
fabricante de tratores controlada
pela americana AGCO
CORPORATION, atendeu às pressões
da rede de concessionários
e ingressou em colheitadeiras.
Os novos produtos são fabricados
em Santa Rosa, no noroeste
do Rio Grande do Sul, onde
também são montadas as máquinas
das marcas MASSEY FERGUSON,
AGCO ALLIS e CHALLENGER, estas
duas últimas voltadas para
o mercado argentino. Segundo
o Vice-Presidente de Operações
Comerciais da AGCO para a
América do Sul, Werner Santos,
desde a aquisição da VALTRA
pelo grupo americano, em 2004,
a empresa pretendia "reforçar"
as operações da rede, formada
por 78 revendedores no país
e 13 em outras regiões da
América Latina. A VALTRA pretende
focar-se, principalmente,
sobre os 36,3% de participação
da vice-líder do mercado,
a JOHN DEERE.
Valor
Econômico
RANDON
AMPLIA PRODUÇÃO DE CANAVIEIRO
A
partir de dezembro deste ano,
a divisão Implementos da RANDON S.A., de Caxias do Sul (RS), fabricante
de reboques e semi-reboques,
vai concentrar toda a produção
do modelo canavieiro na filial
de Guarulhos, em São Paulo.
A capacidade instalada será
de 14 unidades diárias. Atualmente,
são produzidas entre cinco
e seis unidades/dia em Caxias
do Sul e o mesmo número em
São Paulo. A produção das
bases e peças continuará sendo
feita em Caxias do Sul. A
transferência vai exigir investimento
da ordem de R$ 4,4 milhões,
incluindo a transferência
da montagem e pintura, confecção
de pallets para transporte
de peças em CKD, e mais a
parte de logística, revisão
e entregados produtos aos
clientes. De acordo com o
Diretor Executivo da RANDON
IMPLEMENTOS, Norberto Fabris,
o total de encomendas dos
modelos canavieiros ultrapassa
2,3 mil unidades. Algumas
entregas estão programadas
para agosto de 2008. O setor
vai encerrar 2007 com a produção
de 4,5 mil canavieiros, sendo
que a participação da empresa
gaúcha é de 35%. O faturamento
da filial está dentro da RANDON
IMPLEMENTOS S/A, que em 2006
registrou receita bruta de
R$1,1 bilhão. Para este ano,
a companhia projeta R$ 1,3
bilhão.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
NA
DICICO, O DONO FICA NO BALCÃO
Pode
até parecer, mas Dimitrios
Markakis garante que não é
centralizador. Desde que comprou
a DICICO,
em 1999, vem implantando processos
de governança corporativa.
"Somos a única S/A do
mercado", diz. "Somos
auditados pela ERNEST &
YOUNG." Markakis quer
tornar a DICICO uma das maiores,
senão a maior, rede de materiais
de construção do País. A estratégia
já foi lançada. Após dois
anos de estudo, a empresa
criou um formato de loja menor,
com 700 m², chamada de ‘mini
home center’, para atender
a demanda de cidades de até
50 mil habitantes, que hoje
não comportam uma loja tradicional
com 3,5 mil m². A expansão
começou com a abertura de
um mini home center no Guarujá,
no dia 10 de outubro. Uma
semana depois, foi a vez de
Santos. A unidade de Peruíbe
começa a operar na próxima
semana. E será nessa velocidade
de expansão, praticamente
uma loja por semana, que a
rede deve chegar a oito mini
home centers no litoral paulista
até o final do ano. Os planos
são bem agressivos: chegar
a 60 mini lojas e 50 home
centers até 2010. O faturamento
da rede também vai crescer
em ritmo acelerado. A DICICO,
que deve aumentar em 25% sua
receita neste ano, para R$
500 milhões, prevê chegar
a R$ 1,3 bilhão em faturamento
com as novas lojas. A expectativa
é que as unidades pequenas
tenham, em média, metade do
faturamento de uma loja tradicional.
O
Estado de São Paulo
Plástico
& Borracha
CONTINENTAL
AMPLIA EM 38,5% PRODUÇÃO DE
PNEUS NA BAHIA
A
CONTINENTAL
PNEUS já definiu novo
ciclo de investimentos para
sua fábrica de Camaçari (BA).
A partir de 2008, a empresa
vai aplicar mais € 14,4 milhões
para ampliar a capacidade
de produção do seu complexo
industrial, que passará a
produzir 18 mil pneus por
dia, quase 5 mil unidades
a mais do que o número previsto
inicialmente. O Diretor-Superintendente
da empresa, Pedro Carreira,
informou que futuras expansões
já estão em discussão pelo
grupo na Alemanha. Segundo
o Diretor, os projetos, que
estão sendo avaliados pela
matriz, dependem da eficiência
e dos custos de mão-de-obra,
assim como da continuidade
da parceria com os governos
do Estado e da União. Para
instalar a sua primeira fábrica
de pneus no Brasil, em abril
de 2004, o grupo alemão investiu
US$ 260 milhões e abriu 3
mil empregos indiretos. Com
esta expansão, deste complexo
industrial de Camaçari a CONTINENTAL
também vai aumentar o número
de funcionários, de 850 para
1.150 colaboradores até o
final de 2008. O Brasil foi
escolhido pelo grupo alemão
para instalar a sua fábrica
pela estabilidade econômica,
nível de competitividade da
mão-de-obra local e pelas
condições favoráveis de exportação
em razão da infra-estrutura
logística.
O
Estado de São Paulo
VENDAS
DE PLÁSTICOS PUXAM OS GANHOS
DA SOLVAY
O
grupo químico belga SOLVAY
registrou um aumento 8% em
seu lucro operacional durante
o terceiro trimestre deste
ano, possibilitando um crescimento
de 5% no conjunto dos nove
primeiros meses do ano. A
companhia anunciou os resultados
financeiros do terceiro trimestre,
no qual as vendas totalizaram
2,3 bilhões de euros, com
alta de 2% sobre o mesmo período
do ano anterior. No acumulado
dos nove meses do ano, as
vendas alcançaram de 7,20
bilhões de euros, um aumento
de 4% na comparação com o
registrado nos mesmos nove
meses de 2006.
O
Estado de São Paulo
Química
& Petroquímica
Coral
investe R$ 31 milhões para
incentivar pintura da casa
O
fim do ano se aproxima e as
fabricantes de tintas começam
a se agitar em busca dos consumidores,
que querem deixar a casa mais
bonita para as festas de fim
de ano. A TINTAS
CORAL não pretende ficar
para atrás. Pelo contrário.
Somente neste ano, está investindo
R$ 31 milhões em ações de
marketing e estreou sua maior
campanha publicitária do ano,
assinada pela agência LEO
BURNETT. Hoje, a marca CORAL
é a segunda do mercado brasileiro,
com uma participação, em valor,
de 30%. O mercado de tintas
em geral cresce 6,5% ao ano,
mas a CORAL informa crescer
o dobro desta participação.
A TINTAS CORAL possui duas
unidades industriais: em Mauá
(SP) e no Recife (PE). Produz
cerca de 1,5 mil itens, num
total de 175 milhões de litros/ano,
exportando para 13 países.
Gazeta
Mercantil
Artecola
faz quarta aquisição em cinco
meses
O
grupo ARTECOLA,
sediado em Campo Bom (RS),
anunciou que adquiriu 54%
do controle acionário da mexicana
SURNA S.A., fabricante de
adesivos industriais localizada
na Cidade do México. Com o
negócio, cujo valor é mantido
em sigilo, a companhia gaúcha
passa a ter sete unidades
no exterior. Somente no último
ano foram cinco aquisições
no Brasil, Argentina, Peru
e no México, sendo quatro
nos últimos cinco meses. A
ARTECOLA é uma das maiores
fabricantes de adesivos industriais
de capital nacional. A empresa
adquirida produz adesivos
para os mercados de papel
e embalagem, moveleiro, automotivo,
bebidas, artes gráficas e
construção, entre outros.
A SURNA tinha para este ano
uma receita líquida projetada
de US$ 4 milhões. Com isso,
vai agregar 3% ao faturamento
esperado pela ARTECOLA para
2007, de aproximadamente US$
130 milhões.
O
Estado de São Paulo
Rhodia
investe R$ 85 mi em solventes
A
RHODIA
investe R$ 85 milhões para
ampliar até o final de 2008
a produção de solventes oxigenados,
com o objetivo de atender,
sobretudo, a indústria de
tintas e vernizes. A perspectiva
da empresa, cuja sede latino-americana
fica em Santo André, é se
beneficiar do impulso observado
na economia interna, por conta
da expansão do crédito e da
redução dos juros. Com esses
fatores favoráveis, o setor
de tintas vem em ascensão.
Deve crescer até 8% neste
ano em relação a 2006. A RHODIA
já é a principal produtora
na América Latina de solventes
oxigenados, com aplicação
principalmente em pintura
automotiva. E o setor de tintas
tem grande importância para
a companhia, representa 40%
dos negócios de solventes
e 15% das vendas totais da
RHODIA na América Latina.
A meta é ampliar em 40% o
volume produzido pela empresa
na fábrica de Paulínia, nos
próximos dois anos. Além do
aumento da produção, a fabricante
investe no desenvolvimento
de novas tecnologias e produtos
para esse mercado, no qual
já detém a liderança. Uma
das inovações é uma nova versão
do software chamado Solsys,
que ajuda a reduzir o impacto
ambiental na formulação das
tintas. Além da RHODIA, que
oferece novo sistema para
diminuir a utilização de componentes
poluentes, a HENKEL, de Diadema, lançou no mercado duas
novas linhas de produtos que
seguem essa tendência. A companhia
investiu 95,5 milhões de euros
(um quarto dos 3% do faturamento
anual, de 12,74 bilhões de
euros, que vai para novas
tecnologias) no desenvolvimento
dessas linhas.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
TIM
AVANÇA EM SETEMBRO
A
TIM
foi o destaque do mês em adições
líquidas, foram 655 mil novos
acessos e avançou de 25,71%
para 25,87% entre agosto e
setembro. Em igual mês de
2006, tinha 25,14% do mercado.
A CLARO
também ganhou mais espaço,
atingindo 24,82% de participação.
Em agosto, registrou 24,76%
e há um ano, 23,13%. A OI
passou de fatia de 13,12%
em agosto para 13,21% em setembro.
Há um ano, o percentual era
de 13,19%.
O
Estado de São Paulo
ESTRATÉGIA
DA DATASUL INCLUI OFERTA DE
SERVIÇO
Com
a inauguração de um data center
para atender a pequenas e
médias empresas, na sede em
Joinville (SC), a DATASUL deu importante passo para reforçar
a sua oferta de venda de programas
como serviço. Entre as maiores
empresas brasileiras de software
empresarial, a DATASUL fechou
aliança com a americana SALESFORCE.COM
para o desenvolvimento de
um sistema de gestão de frotas
sob demanda. A estratégia
inclui ainda a criação de
novas aplicações e a aquisição
de empresas para complementar
o portfólio. Até dezembro,
a DATASUL planeja anunciar
a sétima aquisição do ano.
Dos R$ 100 milhões previstos
para aquisições, a companhia
gastou 60%, afirmou o principal
executivo, Jorge Steffens.
Há 12 empresas de diversos
segmentos na lista em análise.
O novo data center da catarinense
ocupa área de 700 metros quadrados
e tem capacidade para 2 mil
servidores. Inicialmente,
atende à demanda da própria
DATASUL para depois centralizar
plataformas das adquiridas.
Hoje, a divisão de outsourcing
da DATASUL tem mais de 400
empresas hospedadas no data
center da multinacional americana,
em Hortolândia (SP). Do total,
75 são clientes diretos.
O
Estado de São Paulo
SENIOR
QUER ATRAIR BANCOS E CORRETORAS
MENORES
A
SENIOR
SOLUTION começa a oferecer
a sua primeira versão de software
como serviço para bancos e
corretoras. Para tentar vencer
a resistência das instituições
financeiras em rodar informações
fora de casa, a empresa fechou
parceria para utilizar os
servidores da Rede de Telecomunicações
para o Mercado (RTM), criada
pela Associação Nacional das
Instituições do Mercado Aberto
(Andima). Com uma carteira
atual de 80 clientes, incluindo
grandes bancos, a SENIOR tem
como objetivo agilizar o processo
de vendas da companhia, atraindo
empresas de menor porte com
a nova solução. "Ganharemos
escala", afirma o principal
executivo, Bernardo Gomes.
A expectativa do executivo
é de o software como serviço
garantir entre 10% e 15% das
vendas no próximo ano. A companhia
fatura cerca de R$ 30 milhões
e prevê atingir R$ 36 milhões
em 2008. "Já temos propostas
em andamento", diz o
executivo.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
MRS
ANUNCIA INVESTIMENTO DE R$
1 BILHÃO
A
MRS
LOGÍSTICA prevê investimentos
de R$ 1 bilhão para o próximo
ano na compra de material
rodante e melhoria da malha.
Nos recursos estão previstos
a compra de 70 locomotivas
novas e 40 máquinas usadas
com entregas programadas para
2008 a 2010. O Presidente
da companhia, Júlio Fontana
Neto, explicou que com o aumento
da frota, a companhia poderá
transportar no próximo ano
150 milhões de toneladas.
Para este ano a expectativa
é um movimento de 130 milhões
de toneladas de carga. "O
crescimento estimado é de
20% no volume de carga",
disse Fontana. Além da compra
de locomotivas a MRS irá investir
também na aquisição de 750
vagões no próximo ano. A frota
atual da companhia é de 545
locomotivas e 13.583 vagões.
Para 2010, a expectativa da
empresa é ter uma frota de
16 mil vagões e 500 locomotivas.
O
Estado de São Paulo
FORD
VAI ELEVAR A PRODUÇÃO NA FÁBRICA
DO ABC
Assim
como a VOLKSWAGEN e a FIAT,
a FORD DO BRASIL também vai aumentar a produção
na fábrica de São Bernardo
do Campo (SP) a partir de
2008. Nesta unidade produz
o automóvel Ka, as picapes
Courier e F-250 e os caminhões
da linha F e Cargo. Além de
atender à demanda nos mercados
de automóveis e caminhões,
a decisão deve-se também ao
lançamento de um novo automóvel
que será vendido na América
do Sul. Para garantir a expansão,
a FORD vai contratar neste
ano cerca de 100 pessoas por
prazo determinado para a área
de manufatura. "Estamos
preparando a fábrica para
acompanhar a expansão da indústria
automotiva que continuará
crescendo em 2008", disse
Marcos de Oliveira, Presidente
da FORD BRASIL e Mercosul.
Gazeta
Mercantil
Varejo
CENTAURO
RUMO AO PRIMEIRO BILHÃO
Centauro
rumo ao bi! É como num campeonato
que os funcionários da loja
do Shopping Eldorado, em São
Paulo, entoam o grito de guerra
da varejista de produtos esportivos
CENTAURO.
A torcida tem um só objetivo:
atingir em 2010 o primeiro
bi, no caso, bilhão de reais
de faturamento. O que passa
por agressiva estratégia de
expansão. A meta do fundador
e Presidente do GRUPO
SBF, Sebastião Bomfim
Filho, é abrir uma loja em
cada estado. E, aos que duvidam
que há potencial para tal
empreitada, especialmente
nas regiões Norte e Nordeste,
o empresário dá um exemplo.
"A loja de maior faturamento
da rede fica em Salvador,
onde temos três megastores".
Desde 2002, a rede vem dobrando
de tamanho a cada 18 meses.
O plano é abrir 29 lojas em
2008 e mais 35 em 2009. Só
neste ano, foram 15 novas
unidades, que receberam investimentos
de R$ 45 milhões. "Ainda
vamos abrir oito lojas até
o final do ano", diz
Bomfim. Para atender essa
demanda, a empresa contratou
neste ano 900 funcionários,
e serão 1,1 mil temporários
para a época de festas. O
grupo tem hoje 89 unidades,
58 com a marca CENTAURO, além
de 26 lojas BY TENNIS e quatro
ALMAX SPORTS. A previsão para
2010 é não apenas o primeiro
bi, mas sim R$ 1,3 bilhão
de faturamento, comparado
a uma receita aproximada de
R$ 620 milhões neste ano.
"Com as inaugurações
devemos chegar a um faturamento
de R$ 900 milhões já em 2009."
O
Estado de São Paulo
SONDA
AVANÇA 16% COM EFICIÊNCIA
E PREÇOS BAIXOS
Quinta
maior rede no ranking paulista
e 14 no nacional, a SONDA SUPERMERCADOS está disposta a escalar
mais alguns pontos na classificação
com uma estratégia de expansão
baseada em custo operacional
eficiente e administração
enxuta para manter preços
competitivos frente à concorrência.
Essa combinação vai permitir
à SONDA crescer 16% este ano,
mais do que o dobro da média
prevista pela ABRAS para o
setor neste ano, de 6,5%.
Com isso o faturamento vai
de R$ 771 milhões, registrados
em 2006, para R$ 900 milhões
em 2007. A empresa inaugurou
sua 13ª loja e a primeira
na cidade Guarulhos, na Grande
São Paulo. Outras duas devem
ser abertas no estado nos
próximos 15 dias, e mais três
até o segundo trimestre de
2008.
O
Estado de São Paulo