Sexta-feira, 09/11/2007
Ano VII – edição 294

Agrobusiness

Eleva expõe estratégias distintas de frigoríficos

No dia em que PERDIGÃO e ELEVA, que estudam uma fusão, divulgaram seus resultados, a SADIA tentou reduzir a importância de uma eventual perda da primeira posição no segmento se a operação for concretizada. "Aquisição de faturamento não está dentro de nossas prioridades", afirmou Walter Fontana, Presidente do Conselho de Administração da SADIA. O fato é que se a fusão vingar, a SADIA ficará menor que a empresa resultante do negócio. Levando em conta os resultados nos primeiros nove meses do ano, PERDIGÃO e ELEVA teriam, juntas, um faturamento bruto de R$ 7,438 bilhões. No período, a SADIA teve receita bruta de R$6,926 bilhões. O lucro líquido das duas seria de R$ 314,9 milhões. Na mesma comparação, a SADIA teve lucro de R$ 393,9 milhões. Fontana fez questão, ainda, de destacar a diferença na estratégia de crescimento de SADIA e PERDIGÃO. "Nosso plano é desenvolver o core business e a internacionalização", afirmou. Para Fontana, a ELEVA, que teve 56,4% de sua receita proveniente de lácteos até setembro, não é vista da mesma forma por SADIA e PERDIGÃO. A SADIA quer aproveitar o real forte para dar continuidade à internacionalização. Além de uma fábrica na Rússia, a empresa deve investir R$ 200 milhões em outras duas unidades no exterior. Também vai investir US$ 4 milhões para dobrar a capacidade de uma fábrica na Holanda, onde iniciou a produção de industrializados de carne em novembro passado. A PERDIGÃO informou que seus resultados no terceiro trimestre do ano foram beneficiados principalmente pelas exportações. Os volumes no exterior subiram 16,1%, para 207,3 mil toneladas. A receita com as vendas externas cresceu 31,1%, para R$ 821,6 milhões. No mercado interno, somou R$ 1,111 bilhão.

Valor Econômico

 

Catarinense Aurora terá novos frigoríficos

A COOPERCENTRAL AURORA bateu o martelo e decidiu que seu novo frigorífico de aves será instalado no município de Canoinhas, Santa Catarina. No total, serão duas novas plantas nos próximos três anos, com investimentos que chegam a R$ 800 milhões. A primeira planta a ficar pronta deverá ser a de Canoinhas, cujas obras terão início ainda este ano. Para esta localidade, estão previstos entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões para o abate de 300 mil frangos por dia, aumentando a atual capacidade de produção da AURORA em 65%. A unidade de Carazinho deverá ter capacidade similar. Em ambos os locais, cada complexo será composto pela indústria frigorífica, os incubatórios, as granjas-matrizes e a fábrica de rações. A AURORA informou que "cada unidade gerará movimento econômico de R$ 1 bilhão por ano". Segundo Mário Lanznáster, Presidente da cooperativa, este é o maior investimento da história da AURORA.

Valor Econômico

 

Sadia construirá fábrica no Oriente Médio

A SADIA começará a construir em 2008 sua segunda fábrica no exterior. A nova unidade será erguida nos Emirados Árabes Unidos, tendo em vista o grande volume de exportação para o Oriente Médio. Os investimentos serão de R$ 100 milhões e a fábrica fará industrializados de frango e bovinos para atender à demanda sobretudo dos nove países da região já atendidos pelas exportações. Os embarques da SADIA para o Oriente Médio somam US$ 550 milhões por ano. Por causa das exportações, a empresa já tem operações nos Emirados, com 20 funcionários em Dubai. Nos primeiros nove meses deste ano, do total de R$ 2,4 bilhões vendidos pela companhia ao exterior, 22% resultaram de embarques para o Oriente Médio e 20% para a Eurásia, que inclui a Rússia. O processo de internacionalização da SADIA não vai parar com a fábrica dos Emirados. Em 2009 outra planta no exterior deverá começar a ser construída, com aporte também da ordem de R$ 100 milhões. Os novos projetos fora do país estão em linha com a estratégia de crescimento da SADIA.

Valor Econômico

 

Alimentos

Qualimax deve ter nova fábrica até 2009

Há quarenta e três anos a LIOTÉCNICA fornece ingredientes liofilizados e desidratados para empresas como NESTLÉ e UNILEVER no Brasil. Mas, é a marca própria da empresa, a QUALIMAX, de sopas, temperos, refrescos e achocolatados, que tem se destacado nas vendas dos últimos anos. As divisões de food service e varejo, que juntas somam cerca de 40% do faturamento, devem crescer acima de 25% em 2007, índice de crescimento que a empresa deve fechar o ano. A receita deve alcançar R$ 170 milhões. Esse cenário positivo já faz com que a LIOTÉCNICA projete novos investimentos. A empresa deve ampliar as linhas de refrescos e sopas no ano que vem e lançar a marca QUALIMAX, que ganhou sua versão achocolatado em julho deste ano, em uma outra categoria de alimentos. E os planos de expansão estão acelerados para atender essa demanda que será gerada. Segundo a Gerente Comercial Renata Schwartzman, a capacidade instalada das quatro fábricas (uma em Mara Rosa, Goiás, e três na grande São Paulo) comportará o crescimento da empresa somente até o ano 2009. Por isso, já estão programadas expansões das linhas de produção já existentes, assim como uma nova unidade para a fabricação de produtos QUALIMAX. No total, a empresa investirá R$ 25 milhões na ampliação das linhas e na construção da nova fábrica.

Gazeta Mercantil

 

Autopeças

SKF mantém aposta no Brasil

A SKF, fabricante sueca de rolamentos, concluirá até dezembro deste ano a ampliação de sua fábrica no Brasil, localizada em Cajamar (SP). Para o incremento de 4 milhões de rolamentos à produção anual da companhia, foram investidos cerca de R$ 10 milhões. Trata-se da transferência de parte da produção de rolamentos para caixa de câmbio e rodas da Alemanha para cá. O montante aplicado encerra o ciclo de investimentos de R$ 50 milhões realizados nos últimos dois anos no país e confirma a demanda crescente da indústria automotiva por peças. Em visita ao Brasil, o Presidente Mundial da SKF, Tom Johnstone, falou sobre a intenção de manter o país como base de exportação para os mercados europeu e americano. Atualmente, a SKF exporta cerca de 30% de sua produção no país. Dados de mercado apontam que a produção da empresa na unidade de Cajamar no ano passado foi superior a 18 milhões de peças. Já no final de 2006, por conta da demanda da indústria automotiva, a empresa ampliou a capacidade produtiva ao investir R$15 milhões. A unidade brasileira conta com uma área de 190 mil metros quadrados. A fábrica de Cajamar opera desde o final do ano passado em quatro turnos. Segundo o Presidente da SKF no Brasil, Donizete Santos, a capacidade da unidade foi dobrada nos últimos sete anos.

Valor Econômico

 

Bebida & Fumo

Cereser vai produzir sidra o ano todo

Tradicional componente nas mesas de final de ano, a SIDRA CERESER deve marcar presença nos lares brasileiros o ano todo a partir de 2008. A fabricante de bebidas CERESER se prepara para comercializar seu principal produto, responsável por 40% da receita, durante todos os meses do ano e não só de setembro a dezembro como é atualmente. A meta da empresa é que na ampliação do período de produção e comercialização, as vendas de Sidra alcancem até 48% da receita. "É uma idéia que está muito bem estruturada", afirmou Valmir Bueno, Diretor Comercial da CERESER. Segundo ele, a nova estratégia para comercialização de Sidra deve ser iniciada a partir do primeiro semestre de 2008. "Queremos tentar emplacar esse produto nos outros meses", disse. Para atender a demanda que seria gerada com a venda do produto ao longo de todo o ano, a empresa deve ampliar o número de turnos em suas duas fábricas em Jundiaí. Além das unidades no interior de São Paulo, a CERESER possui outra em Suape, em Pernambuco. As vendas na região Nordeste foram determinantes na definição de ampliar a "temporada" de Sidra para o ano inteiro. Segundo Bueno, a região, que representa 30,5% das vendas totais da empresa, tem registrado crescimento acima do que é calculado nas partes do Brasil. "Deve chegar a 25% este ano", disse o executivo. Segundo Bueno, a CERESER tem 52,1% do mercado de Sidra. Para alcançar os 20% de crescimento no período das festas de fim de ano, Bueno afirmou que a CERESER se preparou ampliando a linha de produtos, como o Espuma de Ouro, a base de vinho Moscatel, que chega ao mercado nesta temporada. Além disso, a empresa se preparou ampliando a produção para as 24 horas do dia. "Estamos com três turnos", explicou. "Aumentamos cerca de 50% o contigente da linha de produção e colocamos até 500 promotores de vendas para atender o mercado", disse.

Gazeta Mercantil

 

Comunicação, Publicidade & Propaganda

PUBLICIS E HAVAS TÊM FATURAMENTO CRESCENTE

Os conglomerados de publicidade PUBLICIS GROUPE e HAVAS relataram aumento das vendas no terceiro trimestre em decorrência da conquista de novas contas. As vendas do grupo PUBLICIS escalaram 11% para US$ 1,62 bilhão. A receita que exclui as oscilações cambiais e as aquisições avançou 4,6%. O grupo HAVAS, por sua vez, relatou alta de 7,3% nas vendas, para US$ 529,55 milhões. As ações do grupo HAVAS alcançaram a maior alta em um mês com a aceleração do crescimento da receita.

Gazeta Mercantil

 

Eletroeletrônicos

Electrolux quer ampliar uso do aspirador

A ELECTROLUX está investindo para que sua divisão de portáteis represente 10% do faturamento no Brasil em 2007. No ano passado foi 7,5%. "Há cinco anos estava em 3%", disse o Gerente de Produtos de aspiradores Fabio Machado. A companhia quer desvincular a imagem do aspirador, seu principal produto da linha de portáteis, dos carpetes. Com essa estratégia, a ELECTROLUX já conseguiu atingir 1 milhão de unidades vendidas do modelo Max Trio, 270 mil só este ano. A aposta é difundir o hábito de aspirar líquidos, carros, e outros ambientes da casa, além da sala, como a cozinha, a fim de ampliar a penetração do aparelho nos domicílios. Em 2007, a ELECTROLUX planeja ampliar as vendas em até 15%. A ELECTROLUX é líder desse mercado com 72,4% de participação em valor e 67,2% em volume de vendas.

Gazeta Mercantil

 

Engenharia, Projetos & Construção

CYRELA COMMERCIAL QUER COMPETIR EM SHOPPINGS

Entre empreendimentos em construção e em desenvolvimento, a CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES (CCP) vai investir R$ 546 milhões até 2011 em empreendimentos corporativos, shoppings e expansão de imóveis já em carteira. Um dos principais projetos é o Edifício Shopping Matarazzo, no terreno comprado em janeiro da família paulistana que dá nome ao empreendimento, em parceria com a CAMARGO CORRÊA DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO (CCDI) por R$ 130 milhões. Este complexo vai totalizar novo investimento de R$ 117,35 milhões da empresa, com entrega prevista para outubro de 2010, sendo R$ 43,4 milhões para o shopping. É apenas uma parte do investimento de R$ 150 milhões que a empresa está destinando para o segmento. Apesar de acelerar o ritmo em shoppings, a maior participação dos investimentos previstos será de quatro empreendimentos corporativos, totalizando R$ 227,08 milhões. É o segmento responsável por maior parte da receita da empresa, que no acumulado dos nove meses do ano atingiu R$ 59,85 milhões líquidos.

Gazeta Mercantil

 

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

Avon tem receita 30% maior no Brasil

O Brasil foi destaque nos resultados do terceiro trimestre deste ano da AVON PRODUCTS. A companhia, que apresentou crescimento de 14% na receita total no período, alcançando US$ 2,3 bilhões, destacou o bom desempenho da operação brasileira, que registrou alta "acima de 30%" em receita, puxando todo o resultado da América Latina, região que verificou crescimento de 21% na comparação com o mesmo período de 2006. "A área de beleza no Brasil cresceu em linha com as vendas globais, com performance que se sobressaíram em todas as categorias", afirmou a empresa. As vendas de produtos de beleza cresceram 16% na companhia, enquanto o lucro líquido do terceiro trimestre foi de US$ 139 milhões, comparado com US$ 86 milhões em igual trimestre do ano passado.

Gazeta Mercantil

 

Como a J&J reage para manter a liderança em protetores solares

O verão promete um mercado de protetores solares de cara nova. Não só nos produtos, que foram repaginados, mas principalmente na estratégia das multinacionais que disputam o segmento. A JOHNSON & JOHNSON amplia o portfólio, com Neutrogena, e reforça investimentos em Sundown e Minesol; a NIVEA aposta em uma nova fórmula para compensar o primeiro verão dos últimos três sem a modelo Gisele Bündchen; e a L'ORÉAL enfrenta o desafio de fazer o consumidor comprar de novo o Solar Expertise, lançado em 2006. Munidas de laboratórios avançados aqui e lá fora e com verbas polpudas de marketing, está cada dia mais difícil para essas marcas conseguir um grande diferencial em relação ao concorrente. Acostumada a atuar sozinha durante anos nesse mercado, a JOHNSON & JOHNSON está reforçando o negócio de protetores solares. Para fazer frente à concorrência, estréia com a marca Neutrogena e vai investir cerca de R$ 40 milhões na área. Apenas Sundown receberá investimentos de R$ 33 milhões, 17% acima de 2006. Para trazer Neutrogena, que começa a ser importado, mas a partir do ano será produzido no Brasil, investiu outros R$ 5 milhões. Primeiro protetor solar brasileiro, Sundown vai levantar a bandeira da proteção aos raios UVA. Líder de mercado com uma participação estável na casa de 40% em volume, a marca ganhou um ativo batizado de Sun Complex, com maior proteção contra os raios UVA.

Valor Econômico

 

Sanofi e Organon entram em genéricos

O mercado brasileiro de medicamentos genéricos, que superou US$ 1 bilhão em vendas no acumulado deste ano até setembro, ganhou duas novas concorrentes, as duas multinacionais: a holandesa ORGANON e a francesa SANOFI-AVENTIS. Sem alarde, a ORGANON obteve seus primeiros registros junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para produzir genéricos de anticoncepcionais. Foram os primeiros registros de medicamentos anticoncepcionais genéricos concedidos pela Anvisa. A ORGANON ocupa uma das posições de liderança no mercado brasileiro de contraceptivos, que movimentou R$ 875 milhões com a venda de 131 milhões de unidades em 2006. A empresa prefere manter em sigilo essa estratégia de avançar sobre o segmento. Fontes do mercado afirmam, entretanto, que a companhia holandesa não enfrentará essa tarefa sozinha, já que estaria se aliando à brasileira EMS, uma das líderes do mercado de genéricos do País, para explorar a área de contraceptivo genérico. As empresas estariam costurando um acordo de co-marketing e à EMS caberia também a produção, disseram as fontes. A entrada da SANOFI-AVENTIS nesse mercado já era esperada, mas o laboratório francês também deu seus passos principais no mais absoluto sigilo. Em meados do início do ano, contratou executivos experientes no segmento e no final de agosto lançou seu primeiro produto genérico, o clopidogrel, para tratamento de pós-enfarto.

Gazeta Mercantil

 

Vendas da Colgate na AL crescem 16% no trimestre

A América Latina registrou o segundo maior crescimento regional da COLGATE-PALMOLIVE no terceiro trimestre. A companhia obteve uma alta de 16% nas vendas em valor na região, em comparação a igual período de 2006. Sem considerar os negócios de alvejantes, vendidos no fim do ano passado, o percentual subiria para 18%, quase empatando com a taxa de crescimento das operações da Ásia e da África no trimestre, de 18,5%. Em volume, a alta na América Latina no período foi de 7,5%. O mercado latino-americano representa 25% das vendas globais da companhia. O lucro operacional da América Latina cresceu 13% no trimestre, um nível recorde, depois de um forte investimento em publicidade. No mundo todo, o lucro líquido da COLGATE-PALMOLIVE aumentou 22% no terceiro trimestre, ante igual período do ano passado, para US$ 420,1 milhões. O faturamento cresceu 12%, atingindo a marca de US$ 3,53 bilhões.

Valor Econômico

 

Material de Construção

Venda de cimento cresce e preço dispara no País

A venda de cimento no mercado interno já superou neste ano as expectativas dos fabricantes, provocou disparada dos preços e falta do produto em algumas regiões do País, como a Centro-Oeste. De janeiro a setembro, o consumo doméstico do produto atingiu 32,8 milhões de toneladas, 8,7% a mais em relação a igual período do ano passado. A HOLCIM, que detém entre 8% e 9% da produção nacional de cimento e é a maior fabricante mundial, trabalha hoje ocupando 100% da capacidade instalada em quatro fábricas. Segundo o Diretor Comercial, Carlos Eduardo Almeida, a empresa já decidiu reativar a fábrica de Sorocaba (SP), ligar um forno na unidade de Pedro Leopoldo (MG) e reparar um moinho da fábrica em Cantagalo (RJ) para atender à maior demanda. 'Em agosto, ampliamos as vendas em 22% ante o mesmo período de 2006. Nunca vi isso em 26 anos de empresa.'

O Estado de São Paulo

 

Química & Petroquímica

Dow aplica R$ 600 mil e diversifica a produção

Resultado de um trabalho conjunto de pesquisa de suas equipes brasileira e argentina, a DOW apresentou seu mais novo látex. O produto, ainda sem nome definido, tem como principal diferencial conciliar um alto índice de elasticidade a uma capacidade inédita de impedir o acúmulo de sujeira. A expectativa é tamanha que a companhia vê um mercado potencial para o produto de 4 milhões de litros apenas na América Latina, onde são comercializados 1,4 bilhão de litros de tintas de base água. O novo látex será produzido a partir do início de 2008 na fábrica da companhia em San Lorenzo, na Argentina, e posteriormente na China. Fruto de investimentos de aproximadamente US$ 600 mil e três anos de pesquisas, o produto deverá chegar ao mercado com um custo 30% superior às versões premium existentes no mercado.

Gazeta Mercantil

 

Serviços

KROTON CRESCE COM AQUISIÇÕES E DOIS NOVOS CAMPI

A KROTON EDUCACIONAL, companhia aberta do GRUPO PITÁGORAS, atingiu no terceiro trimestre uma receita líquida de R$ 35,5 milhões, resultado 53% superior ao registrado no mesmo período de 2006. No período o lucro líquido foi de R$ 3,1 milhões, um crescimento expressivo de 283,2% sobre os R$ 829 mil da base de comparação anterior. A empresa também manteve os planos de crescimento por aquisição, com a compra da FADOM em setembro. Além da abertura de dois novos campi em Divinópolis (MG).

Gazeta Mercantil

 

EASYIMPLANT

Com investimentos de R$ 10 milhões, um grupo de dentistas lançou a EASYIMPLANT, uma rede de odontologia que terá sete unidades na Grande São Paulo. As novas clínicas devem atender cerca de 2 mil pessoas por mês.

Gazeta Mercantil

 

Siderurgia & Metalurgia

GRUPO GERDAU ESTUDA AMPLIAR ATUAÇÃO NA ARGENTINA

O grupo GERDAU tem planos de se expandir na Argentina, onde negocia há mais de um ano a compra da ACEROS BRAGADO, afirmou o Presidente da companhia brasileira, Jorge Gerdau. "Além do que acontecer com esta operação, que ainda estamos tentando, vamos expandir nossos negócios no país", disse o dirigente da GERDAU. Gerdau ressaltou que o grupo "está trabalhando" para construir uma fábrica de aço na cidade de Rosário, 350 quilômetros ao norte da capital argentina, "com capacidade para fabricar 500 mil toneladas. "Precisamos nos expandir na América Latina e na Ásia para assegurar nossa posição", afirmou o empresário, acrescentando que também procurará oportunidades de negócios no Peru.

Gazeta Mercantil

 

ROMI INVESTE EM NOVA FÁBRICA DE FUNDIDOS

A aposta no crescimento econômico ao longo dos próximos anos fez a direção das INDÚSTRIAS ROMI definir novos investimentos no valor de R$ 230 milhões para dobrar a capacidade da área de fundição e usinagem. O Diretor de Relações com Investidores da companhia, Sérgio Roberto Novo, destacou o forte aquecimento por que passa o segmento, que tem como principais clientes os setores de máquinas industriais, agrícolas, veículos médios e pesados, equipamentos para geração de energia, petróleo, mineração e indústria naval. "Em 2006 já fizemos um investimento de R$ 27,5 milhões para elevar a capacidade em 65%. Esta nova expansão deve garantir a continuidade do crescimento orgânico da companhia", afirmou. O projeto inclui uma unidade de fundição com capacidade para produzir 40 mil toneladas anuais, o que fará a capacidade da companhia atingir 80 mil toneladas por ano, e uma unidade de usinagem de peças fundidas, para dar vazão ao aumento da produção de fundidos. A área de fundidos e usinados responde por 19% do faturamento da ROMI, que no terceiro trimestre atingiu R$ 199,04 milhões, valor 8,1% maior que o registrado em igual período do ano passado e acumula alta de 11,9% até setembro, totalizando R$ 533,87 milhões.

Gazeta Mercantil

 

Telecomunicações & Informática

RM OFERECE SISTEMA DE GESTÃO A MICROEMPRESA

A RM SISTEMAS, empresa do grupo TOTVS, passa a oferecer um pacote de software de gestão (ERP) para micro e pequenas empresas com até 50 funcionários. Com o lançamento do RM First, começa a explorar um novo e amplo mercado, ainda dominado por planilhas eletrônicas e abastecido apenas por pequenos fornecedores. A companhia pretende marcar presença agora em pequenos negócios para, mais tarde, quando o cliente crescer, oferecer a migração para o seu sistema de gestão usado hoje por empresas de médio porte. Para tornar a tecnologia mais acessível, a RM está oferecendo o software, que automatiza as atividades administrativas e financeiras, por meio do pagamento de mensalidades. A RM não revela expectativas de vendas. A RM está preparando uma equipe para atuar exclusivamente no segmento em suas sete unidades e mais de 38 representantes.

Gazeta Mercantil

 

Transporte & Logística

Volks investe mais R$ 700 milhões

A VOLKSWAGEN decidiu ampliar em R$ 700 milhões os investimentos no Brasil previstos para o período 2007-2011 e pode construir uma nova fábrica no País. Ao todo, serão gastos R$ 3,2 bilhões. No ano passado, o grupo havia anunciado aportes de R$ 2,5 bilhões, mas reviu seus planos diante do crescimento do mercado brasileiro de carros e da estabilidade econômica. Dois terços do montante serão gastos com novos produtos, e o restante, com melhoria de processos produtivos. Cerca de 80% dos recursos virão da própria empresa no Brasil e 20% de aportes da matriz. A empresa vai registrar este ano o primeiro lucro no País dos últimos dez anos.

O Estado de São Paulo

 

CCR AVALIA NEGÓCIOS NA ÁREA DE LOGÍSTICA NO PAÍS

Depois de ganhar a licitação para a operação da Linha 4 do Metrô de São Paulo, a COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS (CCR) pretende entrar em outras frentes. Segundo o Presidente da empresa, Renato Vale, a empresa, que até o ano passado era puramente de administração rodoviária, deverá a partir de 2008 atuar também no segmento de logística. O executivo adiantou que a empresa já contratou a consultoria Booz Allen, para verificar a viabilidade e os possíveis negócios a serem iniciados. "A expectativa é que no próximo ano a iniciativa já esteja em nosso plano de negócios", disse Vale. Segundo ele, para gerir a nova empreitada será criada uma empresa dentro do sistema CCR. A CCR poderá, conforme adiantou Vale, atuar na operação de centros de serviços no interior do Estado de São Paulo ou na área urbana. Hoje a empresa é a maior concessionária de rodovias do país com a administração de seis estradas no estado de São Paulo. Ao todo a companhia opera 1.452 quilômetros de estradas. 

Gazeta Mercantil

 

Caminhões feitos sob medida viram novo nicho para montadoras

Com mercado aquecido e filas de espera, a indústria brasileira de caminhões, sexta maior em volume de produção no mundo, está se especializando na criação de veículos vocacionais, feitos sob encomenda para atender a necessidades específicas dos clientes.

Os veículos customizados já representam mais de 80% da produção da VOLKSWAGEN, que conta com 300 engenheiros na fábrica de Resende (RJ) para desenhar caminhões sob medida, uma iniciativa que a montadora introduziu há oito anos. Roberto Cortes, Presidente da empresa, diz que 100% do desenvolvimento dos produtos é nacional e, muitas vezes, tem ajuda do cliente. O projeto do caminhão de dois andares para transportar o dobro de bois em uma viagem, foi feito conjuntamente por Cortes e o dono do FRIBOI. Deu tão certo que o frigorífico BERTIN se interessou e a montadora está desenvolvendo um produto para o grupo. A VOLKSWAGEN também desenvolve caminhões especiais para uso do Exército.

Na VOLVO, a participação desses modelos na produção em Curitiba (PR) passou de 17% em 2004 para 35% este ano, de um total de 75,6 mil unidades previstas. No mês passado, a VOLVO entregou o primeiro de um lote de 104 caminhões especialmente desenvolvidos para a COMPANHIA VALE DO RIO DOCE (CVRD), chamado de FM 10x4 para o transporte de minérios. Segundo Bernardo Fedalto, Gerente da VOLVO, o caminhão teve as estruturas reforçadas para suportar 50 toneladas de carga e recebeu um eixo extra. Os caminhões vocacionais da VOLVO, também feitos para os setores de cana e madeira, têm atualmente fila de espera de sete meses. Encomendas feitas agora serão entregues em maio.

Modelos inicialmente customizados, feitos pela MERCEDES-BENZ para a CASAS BAHIA em 2006, foram incorporados como produto de série. Um caminhão de pequeno porte, o Accelo 915 recebeu um baú especial que ampliou a capacidade de cargas em 10%, sem alterar as características do veículo. “Começamos com uma encomenda de 100 unidades das CASAS BAHIA e atualmente vamos fornecer de 400 a 500 unidades para a rede”, afirma Gilson Mansur, Diretor da montadora com sede no ABC paulista. Com os pedidos de outros clientes, a produção do veículo identificado como 915/44 deve chegar a mil unidades. Para a MERCEDES, os veículos especiais respondem por 15% das vendas.

O Estado de São Paulo

 

Varejo

Pão de Açúcar leva o Assai e briga pela liderança

Seis meses depois de ter perdido para o CARREFOUR a disputa pela compra do ATACADÃO, o GRUPO PÃO DE AÇÚCAR quer dar o troco e está para anunciar a aquisição da rede ASSAI ATACADISTA. O negócio, segundo comentários do mercado, não envolve a compra total da ASSAI, mas 60% da empresa por mais de R$ 200 milhões. De acordo com fontes próximas ao negócio, o acerto está em fase final e o anúncio deve ser feito nos próximos dias. Se for levado em conta o faturamento das redes no ano passado, o PÃO DE AÇÚCAR ficaria bem perto do CARREFOUR no ranking dos maiores supermercados. Com faturamento anual previsto para pouco mais de R$ 17 bilhões, o PÃO DE AÇÚCAR estréia num modelo de varejo lucrativo e ganha mais fôlego para se aproximar do seu concorrente e líder de mercado CARREFOUR. O ASSAI deve fechar o ano com um faturamento estimado em R$ 1,3 bilhão. Com 14 lojas, distribuídas em oito cidades do Estado de São Paulo, a rede tem seis pontos-de-venda na capital e o restante distribuído entre Guarulhos, Santos, Osasco, São Bernardo do Campo, Jundiaí, Sorocaba e Ribeirão Preto.

O Estado de São Paulo

 

Rua Pe. João Manoel, 222 • 11° andar • 01411-000 • São Paulo/SP • Tel/Fax: (+55-11) 3898-2424
crossing@crossing.com.br
Copyright 2006 CROSSING - Consultoria em Recursos Humanos