Agrobusiness
Eleva
expõe estratégias distintas
de frigoríficos
No
dia em que PERDIGÃO
e ELEVA,
que estudam uma fusão, divulgaram
seus resultados, a SADIA
tentou reduzir a importância
de uma eventual perda da
primeira posição no segmento
se a operação for concretizada.
"Aquisição de faturamento
não está dentro de nossas
prioridades", afirmou
Walter Fontana, Presidente
do Conselho de Administração
da SADIA. O fato é que se
a fusão vingar, a SADIA
ficará menor que a empresa
resultante do negócio. Levando
em conta os resultados nos
primeiros nove meses do
ano, PERDIGÃO e ELEVA teriam,
juntas, um faturamento bruto
de R$ 7,438 bilhões. No
período, a SADIA teve receita
bruta de R$6,926 bilhões.
O lucro líquido das duas
seria de R$ 314,9 milhões.
Na mesma comparação, a SADIA
teve lucro de R$ 393,9 milhões.
Fontana fez questão, ainda,
de destacar a diferença
na estratégia de crescimento
de SADIA e PERDIGÃO. "Nosso
plano é desenvolver o core
business e a internacionalização",
afirmou. Para Fontana, a
ELEVA, que teve 56,4% de
sua receita proveniente
de lácteos até setembro,
não é vista da mesma forma
por SADIA e PERDIGÃO. A
SADIA quer aproveitar o
real forte para dar continuidade
à internacionalização. Além
de uma fábrica na Rússia,
a empresa deve investir
R$ 200 milhões em outras
duas unidades no exterior.
Também vai investir US$
4 milhões para dobrar a
capacidade de uma fábrica
na Holanda, onde iniciou
a produção de industrializados
de carne em novembro passado.
A PERDIGÃO informou que
seus resultados no terceiro
trimestre do ano foram beneficiados
principalmente pelas exportações.
Os volumes no exterior subiram
16,1%, para 207,3 mil toneladas.
A receita com as vendas
externas cresceu 31,1%,
para R$ 821,6 milhões. No
mercado interno, somou R$
1,111 bilhão.
Valor
Econômico
Catarinense
Aurora terá novos frigoríficos
A
COOPERCENTRAL
AURORA bateu o martelo
e decidiu que seu novo frigorífico
de aves será instalado no
município de Canoinhas,
Santa Catarina. No total,
serão duas novas plantas
nos próximos três anos,
com investimentos que chegam
a R$ 800 milhões. A primeira
planta a ficar pronta deverá
ser a de Canoinhas, cujas
obras terão início ainda
este ano. Para esta localidade,
estão previstos entre R$
300 milhões e R$ 400 milhões
para o abate de 300 mil
frangos por dia, aumentando
a atual capacidade de produção
da AURORA em 65%. A unidade
de Carazinho deverá ter
capacidade similar. Em ambos
os locais, cada complexo
será composto pela indústria
frigorífica, os incubatórios,
as granjas-matrizes e a
fábrica de rações. A AURORA
informou que "cada
unidade gerará movimento
econômico de R$ 1 bilhão
por ano". Segundo Mário
Lanznáster, Presidente da
cooperativa, este é o maior
investimento da história
da AURORA.
Valor
Econômico
Sadia
construirá fábrica no Oriente
Médio
A
SADIA
começará a construir em
2008 sua segunda fábrica
no exterior. A nova unidade
será erguida nos Emirados
Árabes Unidos, tendo em
vista o grande volume de
exportação para o Oriente
Médio. Os investimentos
serão de R$ 100 milhões
e a fábrica fará industrializados
de frango e bovinos para
atender à demanda sobretudo
dos nove países da região
já atendidos pelas exportações.
Os embarques da SADIA para
o Oriente Médio somam US$
550 milhões por ano. Por
causa das exportações, a
empresa já tem operações
nos Emirados, com 20 funcionários
em Dubai. Nos primeiros
nove meses deste ano, do
total de R$ 2,4 bilhões
vendidos pela companhia
ao exterior, 22% resultaram
de embarques para o Oriente
Médio e 20% para a Eurásia,
que inclui a Rússia. O processo
de internacionalização da
SADIA não vai parar com
a fábrica dos Emirados.
Em 2009 outra planta no
exterior deverá começar
a ser construída, com aporte
também da ordem de R$ 100
milhões. Os novos projetos
fora do país estão em linha
com a estratégia de crescimento
da SADIA.
Valor
Econômico
Alimentos
Qualimax
deve ter nova fábrica até
2009
Há
quarenta e três anos a LIOTÉCNICA fornece ingredientes liofilizados
e desidratados para empresas
como NESTLÉ e UNILEVER no
Brasil. Mas, é a marca própria
da empresa, a QUALIMAX,
de sopas, temperos, refrescos
e achocolatados, que tem
se destacado nas vendas
dos últimos anos. As divisões
de food service e varejo,
que juntas somam cerca de
40% do faturamento, devem
crescer acima de 25% em
2007, índice de crescimento
que a empresa deve fechar
o ano. A receita deve alcançar
R$ 170 milhões. Esse cenário
positivo já faz com que
a LIOTÉCNICA projete novos
investimentos. A empresa
deve ampliar as linhas de
refrescos e sopas no ano
que vem e lançar a marca
QUALIMAX, que ganhou sua
versão achocolatado em julho
deste ano, em uma outra
categoria de alimentos.
E os planos de expansão
estão acelerados para atender
essa demanda que será gerada.
Segundo a Gerente Comercial
Renata Schwartzman, a capacidade
instalada das quatro fábricas
(uma em Mara Rosa, Goiás,
e três na grande São Paulo)
comportará o crescimento
da empresa somente até o
ano 2009. Por isso, já estão
programadas expansões das
linhas de produção já existentes,
assim como uma nova unidade
para a fabricação de produtos
QUALIMAX. No total, a empresa
investirá R$ 25 milhões
na ampliação das linhas
e na construção da nova
fábrica.
Gazeta
Mercantil
Autopeças
SKF
mantém aposta no Brasil
A
SKF,
fabricante sueca de rolamentos,
concluirá até dezembro deste
ano a ampliação de sua fábrica
no Brasil, localizada em
Cajamar (SP). Para o incremento
de 4 milhões de rolamentos
à produção anual da companhia,
foram investidos cerca de
R$ 10 milhões. Trata-se
da transferência de parte
da produção de rolamentos
para caixa de câmbio e rodas
da Alemanha para cá. O montante
aplicado encerra o ciclo
de investimentos de R$ 50
milhões realizados nos últimos
dois anos no país e confirma
a demanda crescente da indústria
automotiva por peças. Em
visita ao Brasil, o Presidente
Mundial da SKF, Tom Johnstone,
falou sobre a intenção de
manter o país como base
de exportação para os mercados
europeu e americano. Atualmente,
a SKF exporta cerca de 30%
de sua produção no país.
Dados de mercado apontam
que a produção da empresa
na unidade de Cajamar no
ano passado foi superior
a 18 milhões de peças. Já
no final de 2006, por conta
da demanda da indústria
automotiva, a empresa ampliou
a capacidade produtiva ao
investir R$15 milhões. A
unidade brasileira conta
com uma área de 190 mil
metros quadrados. A fábrica
de Cajamar opera desde o
final do ano passado em
quatro turnos. Segundo o
Presidente da SKF no Brasil,
Donizete Santos, a capacidade
da unidade foi dobrada nos
últimos sete anos.
Valor
Econômico
Bebida
& Fumo
Cereser
vai produzir sidra o ano
todo
Tradicional
componente nas mesas de
final de ano, a SIDRA CERESER
deve marcar presença nos
lares brasileiros o ano
todo a partir de 2008. A
fabricante de bebidas CERESER
se prepara para comercializar
seu principal produto, responsável
por 40% da receita, durante
todos os meses do ano e
não só de setembro a dezembro
como é atualmente. A meta
da empresa é que na ampliação
do período de produção e
comercialização, as vendas
de Sidra alcancem até 48%
da receita. "É uma
idéia que está muito bem
estruturada", afirmou
Valmir Bueno, Diretor Comercial
da CERESER. Segundo ele,
a nova estratégia para comercialização
de Sidra deve ser iniciada
a partir do primeiro semestre
de 2008. "Queremos
tentar emplacar esse produto
nos outros meses",
disse. Para atender a demanda
que seria gerada com a venda
do produto ao longo de todo
o ano, a empresa deve ampliar
o número de turnos em suas
duas fábricas em Jundiaí.
Além das unidades no interior
de São Paulo, a CERESER
possui outra em Suape, em
Pernambuco. As vendas na
região Nordeste foram determinantes
na definição de ampliar
a "temporada"
de Sidra para o ano inteiro.
Segundo Bueno, a região,
que representa 30,5% das
vendas totais da empresa,
tem registrado crescimento
acima do que é calculado
nas partes do Brasil. "Deve
chegar a 25% este ano",
disse o executivo. Segundo
Bueno, a CERESER tem 52,1%
do mercado de Sidra. Para
alcançar os 20% de crescimento
no período das festas de
fim de ano, Bueno afirmou
que a CERESER se preparou
ampliando a linha de produtos,
como o Espuma de Ouro, a
base de vinho Moscatel,
que chega ao mercado nesta
temporada. Além disso, a
empresa se preparou ampliando
a produção para as 24 horas
do dia. "Estamos com
três turnos", explicou.
"Aumentamos cerca de
50% o contigente da linha
de produção e colocamos
até 500 promotores de vendas
para atender o mercado",
disse.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade & Propaganda
PUBLICIS
E HAVAS TÊM FATURAMENTO
CRESCENTE
Os
conglomerados de publicidade
PUBLICIS GROUPE e HAVAS relataram aumento das vendas no terceiro
trimestre em decorrência
da conquista de novas contas.
As vendas do grupo PUBLICIS
escalaram 11% para US$ 1,62
bilhão. A receita que exclui
as oscilações cambiais e
as aquisições avançou 4,6%.
O grupo HAVAS, por sua vez,
relatou alta de 7,3% nas
vendas, para US$ 529,55
milhões. As ações do grupo
HAVAS alcançaram a maior
alta em um mês com a aceleração
do crescimento da receita.
Gazeta
Mercantil
Eletroeletrônicos
Electrolux
quer ampliar uso do aspirador
A
ELECTROLUX
está investindo para que
sua divisão de portáteis
represente 10% do faturamento
no Brasil em 2007. No ano
passado foi 7,5%. "Há
cinco anos estava em 3%",
disse o Gerente de Produtos
de aspiradores Fabio Machado.
A companhia quer desvincular
a imagem do aspirador, seu
principal produto da linha
de portáteis, dos carpetes.
Com essa estratégia, a ELECTROLUX
já conseguiu atingir 1 milhão
de unidades vendidas do
modelo Max Trio, 270 mil
só este ano. A aposta é
difundir o hábito de aspirar
líquidos, carros, e outros
ambientes da casa, além
da sala, como a cozinha,
a fim de ampliar a penetração
do aparelho nos domicílios.
Em 2007, a ELECTROLUX planeja
ampliar as vendas em até
15%. A ELECTROLUX é líder
desse mercado com 72,4%
de participação em valor
e 67,2% em volume de vendas.
Gazeta
Mercantil
Engenharia,
Projetos & Construção
CYRELA
COMMERCIAL QUER COMPETIR
EM SHOPPINGS
Entre
empreendimentos em construção
e em desenvolvimento, a
CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES (CCP) vai investir
R$ 546 milhões até 2011
em empreendimentos corporativos,
shoppings e expansão de
imóveis já em carteira.
Um dos principais projetos
é o Edifício Shopping Matarazzo,
no terreno comprado em janeiro
da família paulistana que
dá nome ao empreendimento,
em parceria com a CAMARGO
CORRÊA DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO
(CCDI) por R$ 130 milhões.
Este complexo vai totalizar
novo investimento de R$
117,35 milhões da empresa,
com entrega prevista para
outubro de 2010, sendo R$
43,4 milhões para o shopping.
É apenas uma parte do investimento
de R$ 150 milhões que a
empresa está destinando
para o segmento. Apesar
de acelerar o ritmo em shoppings,
a maior participação dos
investimentos previstos
será de quatro empreendimentos
corporativos, totalizando
R$ 227,08 milhões. É o segmento
responsável por maior parte
da receita da empresa, que
no acumulado dos nove meses
do ano atingiu R$ 59,85
milhões líquidos.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos & Higiene
Avon
tem receita 30% maior no
Brasil
O
Brasil foi destaque nos
resultados do terceiro trimestre
deste ano da AVON
PRODUCTS. A companhia,
que apresentou crescimento
de 14% na receita total
no período, alcançando US$
2,3 bilhões, destacou o
bom desempenho da operação
brasileira, que registrou
alta "acima de 30%"
em receita, puxando todo
o resultado da América Latina,
região que verificou crescimento
de 21% na comparação com
o mesmo período de 2006.
"A área de beleza no
Brasil cresceu em linha
com as vendas globais, com
performance que se sobressaíram
em todas as categorias",
afirmou a empresa. As vendas
de produtos de beleza cresceram
16% na companhia, enquanto
o lucro líquido do terceiro
trimestre foi de US$ 139
milhões, comparado com US$
86 milhões em igual trimestre
do ano passado.
Gazeta
Mercantil
Como
a J&J reage para manter
a liderança em protetores
solares
O
verão promete um mercado
de protetores solares de
cara nova. Não só nos produtos,
que foram repaginados, mas
principalmente na estratégia
das multinacionais que disputam
o segmento. A JOHNSON & JOHNSON amplia o portfólio, com
Neutrogena, e reforça investimentos
em Sundown e Minesol; a
NIVEA aposta em uma nova fórmula para compensar
o primeiro verão dos últimos
três sem a modelo Gisele
Bündchen; e a L'ORÉAL enfrenta o desafio de fazer o consumidor
comprar de novo o Solar
Expertise, lançado em 2006.
Munidas de laboratórios
avançados aqui e lá fora
e com verbas polpudas de
marketing, está cada dia
mais difícil para essas
marcas conseguir um grande
diferencial em relação ao
concorrente. Acostumada
a atuar sozinha durante
anos nesse mercado, a JOHNSON
& JOHNSON está reforçando
o negócio de protetores
solares. Para fazer frente
à concorrência, estréia
com a marca Neutrogena e
vai investir cerca de R$
40 milhões na área. Apenas
Sundown receberá investimentos
de R$ 33 milhões, 17% acima
de 2006. Para trazer Neutrogena,
que começa a ser importado,
mas a partir do ano será
produzido no Brasil, investiu
outros R$ 5 milhões. Primeiro
protetor solar brasileiro,
Sundown vai levantar a bandeira
da proteção aos raios UVA.
Líder de mercado com uma
participação estável na
casa de 40% em volume, a
marca ganhou um ativo batizado
de Sun Complex, com maior
proteção contra os raios
UVA.
Valor
Econômico
Sanofi
e Organon entram em genéricos
O
mercado brasileiro de medicamentos
genéricos, que superou US$
1 bilhão em vendas no acumulado
deste ano até setembro,
ganhou duas novas concorrentes,
as duas multinacionais:
a holandesa ORGANON e a francesa SANOFI-AVENTIS. Sem alarde, a ORGANON
obteve seus primeiros registros
junto à Agência Nacional
de Vigilância Sanitária
(Anvisa) para produzir genéricos
de anticoncepcionais. Foram
os primeiros registros de
medicamentos anticoncepcionais
genéricos concedidos pela
Anvisa. A ORGANON ocupa
uma das posições de liderança
no mercado brasileiro de
contraceptivos, que movimentou
R$ 875 milhões com a venda
de 131 milhões de unidades
em 2006. A empresa prefere
manter em sigilo essa estratégia
de avançar sobre o segmento.
Fontes do mercado afirmam,
entretanto, que a companhia
holandesa não enfrentará
essa tarefa sozinha, já
que estaria se aliando à
brasileira EMS,
uma das líderes do mercado
de genéricos do País, para
explorar a área de contraceptivo
genérico. As empresas estariam
costurando um acordo de
co-marketing e à EMS caberia
também a produção, disseram
as fontes. A entrada da
SANOFI-AVENTIS nesse mercado
já era esperada, mas o laboratório
francês também deu seus
passos principais no mais
absoluto sigilo. Em meados
do início do ano, contratou
executivos experientes no
segmento e no final de agosto
lançou seu primeiro produto
genérico, o clopidogrel,
para tratamento de pós-enfarto.
Gazeta
Mercantil
Vendas
da Colgate na AL crescem
16% no trimestre
A
América Latina registrou
o segundo maior crescimento
regional da COLGATE-PALMOLIVE
no terceiro trimestre. A
companhia obteve uma alta
de 16% nas vendas em valor
na região, em comparação
a igual período de 2006.
Sem considerar os negócios
de alvejantes, vendidos
no fim do ano passado, o
percentual subiria para
18%, quase empatando com
a taxa de crescimento das
operações da Ásia e da África
no trimestre, de 18,5%.
Em volume, a alta na América
Latina no período foi de
7,5%. O mercado latino-americano
representa 25% das vendas
globais da companhia. O
lucro operacional da América
Latina cresceu 13% no trimestre,
um nível recorde, depois
de um forte investimento
em publicidade. No mundo
todo, o lucro líquido da
COLGATE-PALMOLIVE aumentou
22% no terceiro trimestre,
ante igual período do ano
passado, para US$ 420,1
milhões. O faturamento cresceu
12%, atingindo a marca de
US$ 3,53 bilhões.
Valor
Econômico
Material
de Construção
Venda
de cimento cresce e preço
dispara no País
A
venda de cimento no mercado
interno já superou neste
ano as expectativas dos
fabricantes, provocou disparada
dos preços e falta do produto
em algumas regiões do País,
como a Centro-Oeste. De
janeiro a setembro, o consumo
doméstico do produto atingiu
32,8 milhões de toneladas,
8,7% a mais em relação a
igual período do ano passado.
A HOLCIM,
que detém entre 8% e 9%
da produção nacional de
cimento e é a maior fabricante
mundial, trabalha hoje ocupando
100% da capacidade instalada
em quatro fábricas. Segundo
o Diretor Comercial, Carlos
Eduardo Almeida, a empresa
já decidiu reativar a fábrica
de Sorocaba (SP), ligar
um forno na unidade de Pedro
Leopoldo (MG) e reparar
um moinho da fábrica em
Cantagalo (RJ) para atender
à maior demanda. 'Em agosto,
ampliamos as vendas em 22%
ante o mesmo período de
2006. Nunca vi isso em 26
anos de empresa.'
O
Estado de São Paulo
Química
& Petroquímica
Dow
aplica R$ 600 mil e diversifica
a produção
Resultado
de um trabalho conjunto
de pesquisa de suas equipes
brasileira e argentina,
a DOW
apresentou seu mais novo
látex. O produto, ainda
sem nome definido, tem como
principal diferencial conciliar
um alto índice de elasticidade
a uma capacidade inédita
de impedir o acúmulo de
sujeira. A expectativa é
tamanha que a companhia
vê um mercado potencial
para o produto de 4 milhões
de litros apenas na América
Latina, onde são comercializados
1,4 bilhão de litros de
tintas de base água. O novo
látex será produzido a partir
do início de 2008 na fábrica
da companhia em San Lorenzo,
na Argentina, e posteriormente
na China. Fruto de investimentos
de aproximadamente US$ 600
mil e três anos de pesquisas,
o produto deverá chegar
ao mercado com um custo
30% superior às versões
premium existentes no mercado.
Gazeta
Mercantil
Serviços
KROTON
CRESCE COM AQUISIÇÕES E
DOIS NOVOS CAMPI
A
KROTON
EDUCACIONAL, companhia
aberta do GRUPO PITÁGORAS,
atingiu no terceiro trimestre
uma receita líquida de R$
35,5 milhões, resultado
53% superior ao registrado
no mesmo período de 2006.
No período o lucro líquido
foi de R$ 3,1 milhões, um
crescimento expressivo de
283,2% sobre os R$ 829 mil
da base de comparação anterior.
A empresa também manteve
os planos de crescimento
por aquisição, com a compra
da FADOM em setembro. Além
da abertura de dois novos
campi em Divinópolis (MG).
Gazeta
Mercantil
EASYIMPLANT
Com
investimentos de R$ 10 milhões,
um grupo de dentistas lançou
a EASYIMPLANT,
uma rede de odontologia
que terá sete unidades na
Grande São Paulo. As novas
clínicas devem atender cerca
de 2 mil pessoas por mês.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
GRUPO
GERDAU ESTUDA AMPLIAR ATUAÇÃO
NA ARGENTINA
O
grupo GERDAU
tem planos de se expandir
na Argentina, onde negocia
há mais de um ano a compra
da ACEROS BRAGADO, afirmou
o Presidente da companhia
brasileira, Jorge Gerdau.
"Além do que acontecer
com esta operação, que ainda
estamos tentando, vamos
expandir nossos negócios
no país", disse o dirigente
da GERDAU. Gerdau ressaltou
que o grupo "está trabalhando"
para construir uma fábrica
de aço na cidade de Rosário,
350 quilômetros ao norte
da capital argentina, "com
capacidade para fabricar
500 mil toneladas. "Precisamos
nos expandir na América
Latina e na Ásia para assegurar
nossa posição", afirmou
o empresário, acrescentando
que também procurará oportunidades
de negócios no Peru.
Gazeta
Mercantil
ROMI
INVESTE EM NOVA FÁBRICA
DE FUNDIDOS
A
aposta no crescimento econômico
ao longo dos próximos anos
fez a direção das INDÚSTRIAS
ROMI definir novos investimentos
no valor de R$ 230 milhões
para dobrar a capacidade
da área de fundição e usinagem.
O Diretor de Relações com
Investidores da companhia,
Sérgio Roberto Novo, destacou
o forte aquecimento por
que passa o segmento, que
tem como principais clientes
os setores de máquinas industriais,
agrícolas, veículos médios
e pesados, equipamentos
para geração de energia,
petróleo, mineração e indústria
naval. "Em 2006 já
fizemos um investimento
de R$ 27,5 milhões para
elevar a capacidade em 65%.
Esta nova expansão deve
garantir a continuidade
do crescimento orgânico
da companhia", afirmou.
O projeto inclui uma unidade
de fundição com capacidade
para produzir 40 mil toneladas
anuais, o que fará a capacidade
da companhia atingir 80
mil toneladas por ano, e
uma unidade de usinagem
de peças fundidas, para
dar vazão ao aumento da
produção de fundidos. A
área de fundidos e usinados
responde por 19% do faturamento
da ROMI, que no terceiro
trimestre atingiu R$ 199,04
milhões, valor 8,1% maior
que o registrado em igual
período do ano passado e
acumula alta de 11,9% até
setembro, totalizando R$
533,87 milhões.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
RM
OFERECE SISTEMA DE GESTÃO
A MICROEMPRESA
A
RM
SISTEMAS, empresa do
grupo TOTVS,
passa a oferecer um pacote
de software de gestão (ERP)
para micro e pequenas empresas
com até 50 funcionários.
Com o lançamento do RM First,
começa a explorar um novo
e amplo mercado, ainda dominado
por planilhas eletrônicas
e abastecido apenas por
pequenos fornecedores. A
companhia pretende marcar
presença agora em pequenos
negócios para, mais tarde,
quando o cliente crescer,
oferecer a migração para
o seu sistema de gestão
usado hoje por empresas
de médio porte. Para tornar
a tecnologia mais acessível,
a RM está oferecendo o software,
que automatiza as atividades
administrativas e financeiras,
por meio do pagamento de
mensalidades. A RM não revela
expectativas de vendas.
A RM está preparando uma
equipe para atuar exclusivamente
no segmento em suas sete
unidades e mais de 38 representantes.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
Volks
investe mais R$ 700 milhões
A
VOLKSWAGEN
decidiu ampliar em R$ 700
milhões os investimentos
no Brasil previstos para
o período 2007-2011 e pode
construir uma nova fábrica
no País. Ao todo, serão
gastos R$ 3,2 bilhões. No
ano passado, o grupo havia
anunciado aportes de R$
2,5 bilhões, mas reviu seus
planos diante do crescimento
do mercado brasileiro de
carros e da estabilidade
econômica. Dois terços do
montante serão gastos com
novos produtos, e o restante,
com melhoria de processos
produtivos. Cerca de 80%
dos recursos virão da própria
empresa no Brasil e 20%
de aportes da matriz. A
empresa vai registrar este
ano o primeiro lucro no
País dos últimos dez anos.
O
Estado de São Paulo
CCR
AVALIA NEGÓCIOS NA ÁREA
DE LOGÍSTICA NO PAÍS
Depois
de ganhar a licitação para
a operação da Linha 4 do
Metrô de São Paulo, a COMPANHIA
DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS
(CCR) pretende entrar em
outras frentes. Segundo
o Presidente da empresa,
Renato Vale, a empresa,
que até o ano passado era
puramente de administração
rodoviária, deverá a partir
de 2008 atuar também no
segmento de logística. O
executivo adiantou que a
empresa já contratou a consultoria
Booz Allen, para verificar
a viabilidade e os possíveis
negócios a serem iniciados.
"A expectativa é que
no próximo ano a iniciativa
já esteja em nosso plano
de negócios", disse
Vale. Segundo ele, para
gerir a nova empreitada
será criada uma empresa
dentro do sistema CCR. A
CCR poderá, conforme adiantou
Vale, atuar na operação
de centros de serviços no
interior do Estado de São
Paulo ou na área urbana.
Hoje a empresa é a maior
concessionária de rodovias
do país com a administração
de seis estradas no estado
de São Paulo. Ao todo a
companhia opera 1.452 quilômetros
de estradas.
Gazeta
Mercantil
Caminhões
feitos sob medida viram
novo nicho para montadoras
Com
mercado aquecido e filas
de espera, a indústria brasileira
de caminhões, sexta maior
em volume de produção no
mundo, está se especializando
na criação de veículos vocacionais,
feitos sob encomenda para
atender a necessidades específicas
dos clientes.
Os
veículos customizados já
representam mais de 80%
da produção da VOLKSWAGEN,
que conta com 300 engenheiros
na fábrica de Resende (RJ)
para desenhar caminhões
sob medida, uma iniciativa
que a montadora introduziu
há oito anos. Roberto Cortes,
Presidente da empresa, diz
que 100% do desenvolvimento
dos produtos é nacional
e, muitas vezes, tem ajuda
do cliente. O projeto do
caminhão de dois andares
para transportar o dobro
de bois em uma viagem, foi
feito conjuntamente por
Cortes e o dono do FRIBOI.
Deu tão certo que o frigorífico
BERTIN se interessou e a
montadora está desenvolvendo
um produto para o grupo.
A VOLKSWAGEN também desenvolve
caminhões especiais para
uso do Exército.
Na
VOLVO,
a participação desses modelos
na produção em Curitiba
(PR) passou de 17% em 2004
para 35% este ano, de um
total de 75,6 mil unidades
previstas. No mês passado,
a VOLVO entregou o primeiro
de um lote de 104 caminhões
especialmente desenvolvidos
para a COMPANHIA VALE DO
RIO DOCE (CVRD), chamado
de FM 10x4 para o transporte
de minérios. Segundo Bernardo
Fedalto, Gerente da VOLVO,
o caminhão teve as estruturas
reforçadas para suportar
50 toneladas de carga e
recebeu um eixo extra. Os
caminhões vocacionais da
VOLVO, também feitos para
os setores de cana e madeira,
têm atualmente fila de espera
de sete meses. Encomendas
feitas agora serão entregues
em maio.
Modelos
inicialmente customizados,
feitos pela MERCEDES-BENZ para a CASAS BAHIA em
2006, foram incorporados
como produto de série. Um
caminhão de pequeno porte,
o Accelo 915 recebeu um
baú especial que ampliou
a capacidade de cargas em
10%, sem alterar as características
do veículo. “Começamos com
uma encomenda de 100 unidades
das CASAS BAHIA e atualmente
vamos fornecer de 400 a
500 unidades para a rede”,
afirma Gilson Mansur, Diretor
da montadora com sede no
ABC paulista. Com os pedidos
de outros clientes, a produção
do veículo identificado
como 915/44 deve chegar
a mil unidades. Para a MERCEDES,
os veículos especiais respondem
por 15% das vendas.
O
Estado de São Paulo
Varejo
Pão
de Açúcar leva o Assai e
briga pela liderança
Seis
meses depois de ter perdido
para o CARREFOUR a disputa pela compra do ATACADÃO,
o GRUPO
PÃO DE AÇÚCAR quer dar
o troco e está para anunciar
a aquisição da rede ASSAI ATACADISTA. O negócio, segundo comentários
do mercado, não envolve
a compra total da ASSAI,
mas 60% da empresa por mais
de R$ 200 milhões. De acordo
com fontes próximas ao negócio,
o acerto está em fase final
e o anúncio deve ser feito
nos próximos dias. Se for
levado em conta o faturamento
das redes no ano passado,
o PÃO DE AÇÚCAR ficaria
bem perto do CARREFOUR no
ranking dos maiores supermercados.
Com faturamento anual previsto
para pouco mais de R$ 17
bilhões, o PÃO DE AÇÚCAR
estréia num modelo de varejo
lucrativo e ganha mais fôlego
para se aproximar do seu
concorrente e líder de mercado
CARREFOUR. O ASSAI deve
fechar o ano com um faturamento
estimado em R$ 1,3 bilhão.
Com 14 lojas, distribuídas
em oito cidades do Estado
de São Paulo, a rede tem
seis pontos-de-venda na
capital e o restante distribuído
entre Guarulhos, Santos,
Osasco, São Bernardo do
Campo, Jundiaí, Sorocaba
e Ribeirão Preto.
O
Estado de São Paulo