Agrobusiness
MACEDO
PREPARA EXPANSÃO
A
MACEDO,
frigorífico
catarinense focado
em frango, prepara-se
para uma nova fase.
A empresa, que comemora
em 2007 o melhor
ano de sua história,
já começou
a comprar produção
de terceiros para
melhor atender ao
mercado, e ao mesmo
tempo vem tentando
reforçar
sua presença
no exterior, com
o objetivo de levar
sua marca até
o varejo em países
como África
do Sul e Ilhas Canárias.
"Depois da
tempestade vem a
bonança",
afirma Jóster
Macedo, Presidente
da companhia. Ele
diz que, após
um ano passado difícil,
em que amargou o
primeiro prejuízo
desde que foi fundada,
há 35 anos,
a MACEDO terá
ótima performance
em 2007. Para isso,
informa, pesa a
disparada da demanda,
que já é
duas vezes maior
que sua produção,
de 178 toneladas
de frango por dia.
A MACEDO faturou
R$ 102 milhões
no ano passado e
com a maré
favorável
a receita deverá
atingir R$ 120 milhões
este ano.
Valor
Econômico
FRIBOI
ENTRA NA EUROPA
COM A COMPRA DA
ITALIANA CREMONINI
Já
com presença
na América
do Norte (Estados
Unidos), na Oceania
(Austrália)
e em outros países
da América
do Sul (Argentina),
o grupo brasileiro
JBS/FRIBOI
anunciou que está
com o pé
também na
Europa. A empresa
divulgou a aquisição
de metade da divisão
de produção
de carne bovina
da empresa italiana
CREMONINI, com sede
em Castelvetro di
Modena. Com o negócio,
que custou ao grupo
brasileiro €
225 milhões
(US$ 331,1 milhões),
o grupo passará
a ter entrada em
alguns nichos de
mercado nos países
europeus, nos quais
o Brasil hoje não
tem acesso. A transação
foi estruturada
com a transferência
pela CREMONINI de
100% do capital
social da MONTANA
ALIMENTARI para
a INALCA, por €
70 milhões.
Com a operação,
metade da INALCA
será controlada
pela companhia brasileira.
Gazeta
Mercantil
PERDIGÃO
PAGA R$ 155 MILHÕES
E DETÉM CONTROLE
TOTAL DA BATÁVIA
A
PERDIGÃO
informou à
Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM) que fechou
acordo com as cooperativas
AGROMILK, CASTROLANDA,
BATAVO e CAPAL para
a compra das ações
referentes a 49%
da participação
detida por estas
cooperativas na
BATÁVIA
S/A INDÚSTRIA
DE ALIMENTOS. Com
esta operação,
o maior frigorífico
do país passa
a controlar 100%
da BATÁVIA.
O valor do negócio
foi de R$ 155 milhões.
Em maio do ano passado,
a PERDIGÃO
tinha adquirido,
da nova PARMALAT,
51% do controle
acionário
da BATÁVIA,
em uma operação
de R$ 101 milhões.
A BATÁVIA
está sediada
em Carambeí
(PR). Além
da unidade no Paraná,
onde fica concentrada
a produção
de refrigerados,
como iogurtes, petit-suisse,
leites especiais,
sobremesas e leite
longa vida, a BATÁVIA
conta com uma planta
em Concórdia
(SC) para a produção
de longa vida. A
empresa capta cerca
de 240 milhões
de litros de leite
por ano nos dois
Estados onde atua.
Valor
Econômico
Alimentos
YOKI
VENDE 10% MAIS NO
FINAL DO ANO
Na
sabedoria popular,
acredita-se que
comer lentilha na
virada do ano traz
sorte. Para a fabricante
de alimentos YOKI,
traz dinheiro. E
o aumento de 35%
registrado no preço
da tonelada do produto
ao longo do ano
com a tendência
de alta das commodities
agrícolas
não vai afetar
as vendas em 2007.
A meta, segundo
o Vice-Presidente
da empresa, Gabriel
Cherubini, é
aumentar em até
10% as vendas do
produto nos meses
de novembro e dezembro
em relação
ao mesmo período
do ano passado.
"Vendemos seis
vezes mais do que
no resto do ano",
disse o executivo.
O período
das festas de final
de ano é
o segundo mais importante
para a empresa,
"atrás
apenas de junho,
época de
festas juninas",
representa 20% do
faturamento, que
fechou 2006 em R$
520 milhões
e deve crescer 10%
este ano. Outro
produto que ganha
destaque nessa época
do ano é
a farofa. De acordo
com Cherubini, as
vendas chegam a
dobrar durante os
dois últimos
meses do ano. Algumas
regiões do
Brasil crescem a
ritmo acima da média
da empresa em 2007.
O Nordeste é
o grande destaque.
As vendas naquela
região devem
aumentar até
16% este ano. Hoje,
cerca de 15% do
faturamento da YOKI
vem das vendas no
Nordeste. A expectativa
é que passe
a representar 20%
nos próximos
anos.
Gazeta
Mercantil
SALWARE,
DE CHOCOLATES, SE
REESTRUTURA E INVESTE
Fundada
em 1907 em Blumenau,
Santa Catarina por
Hermann Sander e
com sede na região
de Curitiba, a fábrica
de chocolates SALWARE
sempre teve presença
no mercado nacional,
até que uma
decisão de
popularizar seus
produtos com sabor
artesanal e receitas
alemãs, alijou
a empresa do mercado
e ela fechou as
portas dois anos
atrás. Um
grupo de investidores
curitibanos resolveu
adquirir a marca
antes do naufrágio
pensando em algum
projeto futuro.
De volta ao mercado
seis meses depois
de fechar as portas,
a empresa levou
18 meses para se
reestruturar e agora
volta a investir.
Serão inicialmente
R$ 5 milhões
na produção
e recuperação
do mercado, meta
a ser perseguida
até 2008
na fábrica
agora instalada
em Piraquara (Paraná).
"Os primeiros
resultados já
marcam uma vitória
em se tratando de
recolocar e reposicionar
uma marca depois
de estragos de imagem
e de não
disputar uma Páscoa,
o que é quase
morte no setor",
disse Érlon
Pilati, Diretor
Financeiro e um
dos sócios
da GRALHA AZUL,
a empresa comprou
a marca e retomou
o empreendimento.
São 2,5 mil
toneladas de chocolates
comercializados,
mas a SALWARE já
conta com quase
50 empregados que
estão sendo
reforçados
para a programação
da próxima
Páscoa. Em
2007 a produção
média alcançada
foi de 140 toneladas
mensais, um crescimento
de 32% em relação
ao início
do projeto em 2006,
o que significa
1/3 das instalações
e equipamentos ocupados.
Os novos donos não
falam ainda em resultados,
mas Pilati conta
que o faturamento
médio mensal
cresceu 53%, enquanto
que o setor registrou
aumento de 33%.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
& Fumo
VENDA
DA SCHINCARIOL CRESCE
E EMPRESA DEVE INVESTIR
R$ 1 BI
O
grupo
SCHINCARIOL
deve fechar 2007
com faturamento
de R$ 4,5 bilhões,
ante os R$ 3,6 bilhões
de 2006, 25% mais.
Para o próximo
ano, estão
previstos investimentos
da ordem de R$ 1
bilhão, informou
o Presidente do
grupo, Fernando
Terni. "Agora
estamos prontos
para o campeonato",
afirmou o executivo
que assumiu o cargo
em fevereiro. "Nos
preparamos bem durante
2007 e estamos muito
animados para o
próximo ano",
disse Terni. O executivo
também reiterou
que recebeu autonomia
total dos controladores
do grupo, a família
SCHINCARIOL. Entre
as principais medidas
realizadas pela
nova equipe ao longo
de 2007, Terni destaca:
aumento do portfólio,
a empresa realizou
três aquisições
(BADEN BADEN, NOBEL
e DEVASSA), reformulou
a linha SKINKA,
lançou uma
marca de sucos e
aumentou o número
dos centros de distribuição,
que passaram de
8 para 40, como
mais importantes.
O grupo deve inaugurar
sua décima
terceira fábrica
no primeiro trimestre
de 2008 em Horizonte,
no Ceará.
O grupo é
líder de
mercado na região
Nordeste do Brasil.
Segundo o Diretor
de Marketing, Marcel
Sacco, a recém-comprada
NOBEL, de Pernambuco,
já começou
sua expansão
pelo Nordeste. Desde
outubro, a marca
já está
sendo comercializada
na Bahia e no Alagoas,
deve chegar ao Ceará
no próximo
ano, e a empresa
prepara o lançamento
de uma nova versão
que chegará
aos pontos-de-venda
desses estados no
próximo mês.
"O desempenho
da marca nessas
regiões vai
definir ritmo de
expansão.
Nossa primeira etapa
é consolidar
a marca no Nordeste.
O destino natural
da marca é
ser nacional",
explicou Sacco.
Do R$ 1 bilhão
programado para
investir no próximo
ano, estão
incluídas
novas aquisições
e expansões
físicas.
Este ano, a empresa
investiu o mesmo
R$ 1 bilhão.
Gazeta
Mercantil
GAÚCHA
FRUKI VAI DISPUTAR
MERCADO DE SUCOS
EM 2008
A
BEBIDAS
FRUKI, de Lajeado
(RS), amplia sua
fatia no mercado
gaúcho de
refrigerantes e
tem planos ambiciosos
para diversificar
a carteira de produtos.
Já produz
água mineral
e um repositor energético,
e em 2008 vai disputar
o segmento de sucos,
e, mais adiante,
partir para a linha
de chás.
O Presidente Nelson
Eggers, da terceira
geração
da família
controladora, já
tem marcas para
os novos produtos
registrados no Instituto
Nacional de Propriedade
Industrial (INPI).
As usadas hoje são
FRUKI (refrigerantes),
FRUKITO (repositor
energético)
e ÁGUA DA
PEDRA (água
mineral). A abertura
de capital é
cogitada para o
futuro e o sonho
de produzir cerveja
também continua
em pé. O
mais provável
é que a empresa
inicie as operações
no segmento de sucos
adquirindo o produto
pronto de terceiros
para revendê-lo
com a marca própria.
Os planos de Eggers
incluem o início
da distribuição
além das
fronteiras do Rio
Grande do Sul a
partir de 2011,
a começar
pelos Estados mais
próximos,
como Santa Catarina
e Paraná.
Antes, em 2010,
a idéia é
alcançar
uma participação
de 20% no mercado
gaúcho do
Rio Grande do Sul,
estimado hoje em
750 milhões
de litros por ano.
A fatia era de 10%
em 2005 e cresce
dois pontos por
ano. No fim de 2007
deve chegar a 14%.
Valor
Econômico
GARIBALDI
E JUAN CARRAU DOMINAM
A PRODUÇÃO
NACIONAL
Apesar
de ainda ser muito
pequena diante da
produção
total das vinícolas
brasileiras, que
neste ano alcança
318,5 milhões
de litros, a elaboração
de vinhos orgânicos
está ganhando
espaço no
embalo da procura
por alimentos e
bebidas mais saudáveis,
livres de defensivos
e adubos químicos.
Por enquanto, poucas
empresas operam
regularmente no
segmento, mas a
tendência
é que no
futuro este número
aumente em função
do apelo ecológico
em torno dos produtos.
A JUAN
CARRAU lançou
o primeiro vinho
orgânico do
país em 1997,
um cabernet sauvignon.
Hoje produz 40 mil
garrafas por ano,
o equivalente a
30 mil litros. A
empresa produz,
no total, de 70
a 80 mil garrafas
de varietais por
ano, mas os produtos
orgânicos
são elaborados
apenas com uvas
cultivadas nos parreirais
próprios
de Santana do Livramento,
na fronteira com
o Uruguai, e transportadas
à noite para
Caxias do Sul, onde
são vinificadas.
A GARIBALDI
estreou em 2001
com 2,9 mil garrafas
do tinto de mesa
Da Casa e neste
ano chegou a 220
mil garrafas, considerando
também a
produção
de espumante (12
mil), vinho branco
(10 mil) e suco
de uva da mesma
marca. Na GARIBALDI,
a meta é
chegar a uma produção
de 750 mil litros
de produtos orgânicos
em 2012, puxada
principalmente pelo
suco de uva, que
tem bom potencial
de exportação
para países
como Estados Unidos,
Alemanha e França.
A cooperativa, que
já é
certificada pela
Ecocert Brasil,
entrou no segmento
porque alguns dos
seus 310 produtores
associados começaram
a produzir uvas
orgânicas,
que passaram a ser
vinificadas em separado,
e hoje 18 cooperativados
se dedicam à
cultura.
A SALTON,
de Bento Gonçalves,
já produziu
13 mil garrafas
de um espumante
orgânico especialmente
para comemorar os
100 anos da vinícola,
em três anos.
O produto foi elaborado
seguindo critérios
da "biodinâmica",
que além
dos insumos orgânicos
leva em consideração
até fases
da lua para plantio,
poda e colheita
das uvas e também
para o engarrafamento.
Se a aceitação
for boa, a vinícola
poderá entrar
no segmento, diz
o executivo.
Valor
Econômico
Comunicação,
Publicidade &
Propaganda
LEW
LARA\TBWA, MAIS
R$ 15 MILHÕES
EM 2008
Concretizado
o negócio
entre a LEW'LARA
e a TBWA
no Brasil, a nova
agência, a
LEW'LARATBWA, começa
a vislumbrar as
diversas possibilidades
que envolvem o grupo
de clientes mundiais
da agência
norte-americana:
APPLE, MARS, NISSAN,
ADIDAS, ABSOLUT,
PERNOD RICARD, entre
outros. Mas a chegada
de novos clientes
resulta também
na perda de alguns.
Neste caso, KIA
MOTORS e TOPPER
(SÃO PAULO
ALPARGATAS) deixarão
de pertencer ao
portfólio
da agência.
Com os novos clientes,
a perspectiva é
de um crescimento
de 10% na receita
de 2008. "A
previsão
é que os
novos clientes respondam
por uma receita
de R$ 15 milhões",
afirma um dos sócios
da LEW'LARATBWA,
Luiz Lara. Segundo
o principal executivo
global de TBWA,
Jean-Marie Dru,
a escolha pela LEW'LARA
deve-se às
afinidades entre
as duas companhias.
"Um dos pontos
mais importantes
é o fato
de a LEW'LARA ser
uma agência
muito criativa e
buscar ações
diferenciadas para
os clientes, rompendo
com o tradicional",
comenta Dru.
O
Estado de São
Paulo
Eletroeletrônicos
TEIKON
INICIA PRODUÇÃO
EM MANAUS
No
mesmo mercado de
gigantes multinacionais,
a gaúcha
TEIKON
encontrou seu nicho
e inaugurou a terceira
fábrica.
Especializada nos
serviços
de manufatura de
produtos eletrônicos
(EMS, na sigla em
inglês), opera
com duas unidades
de produção,
uma no Rio Grande
do Sul e outra em
São Paulo.
Agora chegou a Manaus
onde o foco é
em produtos de entretenimento
em especial conversores
para TV digital.
A TEIKON, que monta
para terceiros placas
e computadores,
já vem se
beneficiando com
a explosão
de vendas de PCs
registrada após
a redução
de impostos e a
oferta de melhores
condições
de financiamento.
Agora trabalha com
expectativa de que
sejam criados mecanismos
semelhantes para
os conversores que
já estão
sendo produzidas
para a POSITIVO,
cliente também
no segmento de computadores.
O Vice-Presidente
da TEIKON, José
Adil Albrecht, diz
que a unidade também
vai produzir televisores
LCD. Foram investidos
R$ 12 milhões
na nova unidade
situada no Pólo
Industrial de Manaus.
São 230 empregados
agregando-se aos
696 das outras duas
fábricas.
A nova terá
capacidade para
produzir 300 mil
conversores e um
milhão de
placas de computador
por ano. Faturou,
em 2006, R$ 88,5
milhões.
As estimativas são
de chegar a R$ 115
milhões,
em 2007, e R$ 200
milhões,
em 2008. Planeja
abrir duas novas
fábricas
no próximo
ano, uma em São
Paulo e outra em
Minas Gerais.
Valor
Econômico
Engenharia,
Projetos & Construção
SCHAHIN
FORMATA FUNDO IMOBILIÁRIO
PARA CRESCER
Ao
contrário
das incorporadoras
de grande porte,
a SCHAHIN
ENGENHARIA não
vai abrir capital.
Ao contrário
das menores concorrentes,
ela não se
põe à
venda se o preço
proposto for tentador.
Ainda que parte
de um grupo que
inclui negócios
de petróleo,
monitoramento de
veículos
e instituição
financeira, a vertente
imobiliária
encontra espaço
e atenção
em casa e pode se
tornar a menina-dos-olhos
da holding, não
em receita, mas
em potencial de
crescimento e divulgação
da marca. Há
quatro meses, a
empresa contratou
o executivo Guilherme
França para
assumir a subsidiária
SCHAHIN DESENVOLVIMENTO
IMOBILIÁRIO
e fazer com que
a empresa retome
força em
incorporação.
Nos últimos
anos, o principal
negócio na
área para
a empresa tem sido
a prestação
de serviços
de construção.
"A empresa
quer voltar a figurar
entre as 10 maiores
incorporadoras paulistas",
avisa o Diretor.
A incorporação
foi deixada de lado
com o crescimento
em prestação
de serviço
de obras licitatórias,
tanto públicas
quanto privadas,
como a construção
do shopping Diamond
Mall (MULTIPLAN),
em Belo Horizonte
e condomínios
da CDHU. França
tem 16 anos no mercado
de construção
e seu planejamento
para a SCHAHIN é
saltar de um modesto
volume geral de
vendas (VGV), de
R$ 180 milhões
este ano, para R$
500 milhões
em 2008.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
VENDAS
DO BOTICÁRIO
CRESCEM 22% EM 2007
A
fabricante de cosméticos
e perfumaria O
BOTICÁRIO
prevê fechar
2007 com faturamento
22% maior do que
no ano passado,
tanto no segmento
industrial quanto
na rede de franquias.
Em 2006, a empresa
faturou R$ 677 milhões
na indústria,
e R$ 2 bilhões
na área de
franquia. Em comunicado,
a empresa atribuiu
o crescimento aos
lançamentos
de produtos e reformulação
de lojas feita este
ano.
O
Estado de São
Paulo
Máquinas
& Equipamentos
CIBER
INVESTE PARA ATENDER
À DEMANDA
ORIGINÁRIA
DO PAC
A
expectativa de demanda
aquecida levará
a CIBER
EQUIPAMENTOS RODOVIÁRIOS
a investir R$
10 milhões
para ampliar em
50% a produção
da fábrica
de Porto Alegre.
A unidade tem hoje
uma capacidade instalada
de até 350
equipamentos por
ano, principalmente
usinas de asfalto
e fresadoras. Segundo
o Diretor-Presidente
Walter Rauen, a
tendência
é de crescimento
as vendas em todos
os mercados de atuação
da empresa, controlada
pelo grupo alemão
WIRTGEN. Rauen diz
que, no Brasil,
a esperança
de vendas maiores
ainda está
relacionada ao Programa
de Aceleração
do Crescimento (PAC).
Ele ressalva que
o PAC não
gerou a demanda
esperada para este
ano, o que vai influenciar
os resultados da
CIBER, mas existe
o sentimento de
que os investimentos
represados sairão
em 2008. A CIBER,
maior fabricante
de equipamentos
para pavimentação,
construção
e manutenção
de estradas, calculava
crescer entre 25%
e 30% em 2007, mas
como o PAC não
deslanchou, ficará
em 20%. Com isso,
espera faturar R$
200 milhões
este ano.
O
Estado de São
Paulo
Química
& Petroquímica
RECKITT
BENCKISER INVESTE
PARA GANHAR MERCADO
DE DESINFETANTES
Juntos,
o mercado de limpadores
e desinfetantes
movimentam cerca
de R$ 1,28 bilhão
por ano no Brasil.
Com grande participação
no primeiro e presença
tímida no
segundo, a multinacional
RECKITT
BENCKISER quer
ganhar mercado entre
os desinfetantes.
Dessa maneira, transformou
o tradicional limpador
VEJA em um produto
de quatro funções,
desengordurante,
limpador de banheiro,
desinfetante e perfumador,
e quer conquistar
35% do total dos
segmentos. Na média
acumulada do ano,
a empresa possui
32,6% de participação.
No final de 2006
era 31%. Para alcançar
a meta estipulada,
Michele Polesel,
Diretor de Marketing
da RECKITT no Brasil,
afirmou que o VEJA
4 em 1 será
fundamental. Dos
R$ 1,28 bilhão
que as duas categorias
movimentam, os limpadores
representam R$ 902
milhões,
alta de 5% em relação
a 2006. O VEJA fica
com uma fatia de
R$ 294 milhões
deste total. Este
ano, enquanto o
mercado de limpadores
cresceu os 5%, o
VEJA registrou crescimento
de 10%, alcançando
vendas de R$ 294
milhões no
ano passado. As
vendas dos produtos
da RECKITT têm
crescido 20% no
Nordeste. Em participação,
a RECKITT passou
de 34,5% do mercado
para 36,7% até
outubro somando
as duas marcas.
Gazeta
Mercantil
COPEBRÁS
RETOMA PLANOS DE
EXPANSÃO
Nada
como um ano após
o outro. Depois
das adversidades
enfrentadas no mercado
de fertilizantes
em 2005 e boa parte
de 2006, quando
amargou queda no
faturamento e engavetou
projetos de expansão,
a COPEBRÁS
aproveitou bem
o reaquecimento
da demanda brasileira
pelo insumo e voltou
a crescer em 2007.
Braço do
grupo sul-africano
ANGLO AMERICAN,
a COPEBRÁS
é a segunda
maior fabricante
de matérias-primas
para adubos do país,
atrás da
FOSFERTIL. A empresa
atua apenas no Brasil,
onde mantém
dois complexos industriais,
localizados em Catalão
(GO) e Cubatão
(SP) e conta com
cerca de 1,4 mil
funcionários
diretos. Conforme
Cristiano Melcher,
Diretor responsável
pela unidade de
negócios
de fosfato e nióbio
do ANGLO AMERICAN
no Brasil, que engloba
a COPEBRÁS,
a forte retomada
das vendas elevará
o faturamento da
companhia a US$
420 milhões
este ano, quase
50% a mais que em
2006. No ano passado
a receita foi de
US$ 281 milhões,
6% menos que em
2005.
O
Estado de São
Paulo
Restaurantes,
Hotelaria &
Turismo
ACCOR
INVESTE NA BANDEIRA
MERCUR
Na
primeira semana
de dezembro, a ACCOR
vai inaugurar no
Brasil três
novas unidades hoteleiras
da rede MERCURE,
em Niterói
(RJ) e Balneário
Camboriú
e Florianópolis
(SC). A seqüência
de aberturas faz
parte de um plano
estratégico
de crescimento da
marca, que após
absorver a bandeira
PARTHENON, em 2006,
tornou-se a maior
rede de flats da
América do
Sul. Para os próximos
cinco anos estão
previstos 16 hotéis
MERCURE no País,
além da introdução
da marca na Colômbia,
Argentina e Venezuela.
A empresa quer 98
empreendimentos
operando na América
do Sul até
2012, com investimentos
de US$ 240 milhões,
incluindo recursos
próprios
e investimentos
de parceiros e investidores,
sendo US$ 100 milhões
para o Brasil. No
primeiro semestre,
os negócios
da MERCURE no Brasil
cresceram 12%, para
R$ 137,5 milhões
com 68 hotéis.
Gazeta
Mercantil
Serviços
LOPES
COMPRA PATRIMÓVEL,
A MAIOR DO RIO
A
imobiliária
LOPES comprou
a PATRIMÓVEL,
maior companhia
do segmento no Rio
de Janeiro. Com
a operação,
a LOPES aumentará
sua participação
no mercado carioca
para 70%, tornando-se
líder no
estado. A transação,
avaliada em R$ 210
milhões,
é a maior
da história
do segmento de intermediação
imobiliária
do País.
As unidades atuarão
de forma independente,
com manutenção
da marca PATRIMÓVEL.
A sinergia permitirá
redução
de custos operacionais
cujo valor presente
líquido é
de R$ 30 milhões.
A aquisição
renderá à
Lopes um volume
de vendas estimado
para 2008 de R$2,5
bilhões no
mercado carioca
e sua força
de vendas passará
a ser composta por,
aproximadamente,
1.100 corretores
autônomos.
É a sexta
aquisição
da Lopes no ano,
que anunciou compra
de 51% da brasiliense
ROYAL EMPREENDIMENTOS
IMOBILIÁRIOS.
Gazeta
Mercantil
DASA
INAUGURA SEU MAIOR
NÚCLEO NO
SUL
A
DIAGNÓSTICOS
DA AMÉRICA
S.A. (DASA),
que no Paraná
utiliza as marcas
dos LABORATÓRIOS
FRISCHMANN AISENGART,
CURITIBA SANTA CASA
e ALVARO, inaugura
o seu Núcleo
Técnico-Operacional
do Paraná,
em São José
dos Pinhais, na
região metropolitana
de Curitiba. O Núcleo
é o maior
empreendimento da
empresa no Sul com
investimentos R$
7 milhões
na construção
e 2,5 mil m de área
construída
em um terreno de
3,1 mil m. No local
já estão
funcionando os setores
de análises
clínicas,
almoxarifado, logística
e administração
geral. O Núcleo
do Paraná
é o mais
moderno da DASA
no Brasil, incorporando
o conceito de layout
horizontal na área
de produção
e na área
administrativa e
a experiência
adquirida nas operações
de São Paulo
e do Rio de Janeiro.
O
Estado de São
Paulo
Siderurgia
& Metalurgia
ARCELORMILITTAL
DOBRA INVESTIMENTO
NO PAÍS
O
grupo ARCELORMITTAL
deve investir US$
5 bilhões
nos próximos
cinco anos no Brasil,
o dobro do aplicado
em igual período
imediatamente anterior,
informou seu Presidente
mundial, Lakshmi
Mittal, durante
a inauguração
da expansão
da unidade da ARCELORMITTAL
Tubarão (ex-CST).
Os recursos incluem
ampliações
já anunciadas
este ano, projetos
em estudo há
alguns anos e novas
expansões,
além de ampliação
da infra-estrutura
logística
e manutenção.
Não consideram,
porém, investimentos
em mineração
no País.
"O Brasil é
parte importante
da estratégia
global de crescimento
do grupo",
afirmou Mittal.
De acordo com estimativas
do executivo, o
grupo deve aumentar
a produção
no País entre
4 milhões
e 5 milhões
de toneladas, acima
das 14,5 milhões
de toneladas por
ano da capacidade
atual das unidades
brasileiras da ARCELORMITTAL.
O
Estado de São
Paulo
Telecomunicações
& Informática
VIVO
MANTÉM DIANTEIRA
Apesar
de ter perdido fatias
ao longo do tempo,
a VIVO
continua sendo a
maior operadora
celular do mercado
brasileiro, com
27,61% de participação,
um leve recuo em
relação
aos 27,78% de setembro
último. Em
segundo permanece
a TIM,
com 25,88% (era
25,87%). Aumentaram
sua fatia a CLARO,
com 24,89% (era
24,82% em setembro),
seguida da OI, com
13,27% (era 13,21%)
e da TELEMIG
CELULAR/AMAZÔNIA
CELULAR, com
4,41% (era 4,37%).
A BRASIL
TELECOM GSM
manteve os 3,57%
registrados no mês
anterior. A CTBC
TELECOM reduziu
sua participação
para 0,30% (era
0,31%). A SERCOMTEL
CELULAR manteve
o 0,07% do mês
anterior.
Gazeta
Mercantil
CLARO
APROXIMA-SE DA TIM
E BRIGA PELA VICE-LIDERANÇA
Os
mexicanos podem
não ter comprado
a TIM, mas estão
conseguindo avançar
no terreno da concorrente.
A
CLARO está
a menos de um ponto
percentual de retornar
à vice-liderança
do mercado brasileiro
de telefonia móvel,
posição
perdida em março
de 2005 para a operadora
de origem italiana.
Pertencente ao grupo
mexicano AMÉRICA
MÓVIL, de
Carlos Slim, a CLARO
chegou ao fim de
outubro com participação
de 24,89% no total
de celulares habilitados
no país,
um pouco atrás
da TIM, com 25,88%.
Com uma política
de subsídios
mais forte que a
de qualquer outra
operadora, a CLARO
é a empresa
do setor que mais
tem crescido. Nos
últimos 12
meses, a operadora
atraiu para a sua
base mais de 6 milhões
de assinantes. A
TIM, que obteve
o segundo melhor
desempenho do mercado,
conquistou 29% dos
novos usuários.
Porém, desde
o primeiro trimestre,
a operadora tem
crescido menos do
que a empresa da
AMÉRICA MÓVIL.
Isso não
significa que a
ultrapassagem da
CLARO, se de fato
acontecer, virá
em breve.
Valor
Econômico
DEMANDA
AQUECIDA DE PCS
PROVOCA FEBRE DE
PRODUÇÃO
A
forte demanda registrada
pelo mercado brasileiro
de computadores
nos últimos
meses, principalmente
dos equipamentos
vendidos no varejo,
está levando
os fabricantes a
investir maciçamente
na produção
desses equipamentos.
Em maio, a
DELL abriu uma
fábrica em
Hortolândia
(SP), na qual investiu
R$ 130 milhões.
As instalações
passaram a concentrar
a produção
dos equipamentos,
deixando a unidade
original, em Eldorado
do Sul (RS), voltada
a atividades como
pesquisa e atendimento
ao consumidor. Para
2008, a previsão
é de que
os investimentos
vão superar
os deste ano, disse
Raymundo Peixoto,
Presidente da DELL.
A HP,
principal concorrente
global da DELL,
fez um movimento
em setembro, ao
anunciar um acordo
de produção
com a FOXCONN, de
Taiwan, especializada
em manufatura sob
encomenda. Com duas
fábricas
no país,
em Manaus (AM) e
Indaiatuba (SP),
a FOXCONN abriu
a terceira unidade,
em Jundiaí
(SP), com investimento
de R$ 40 milhões.
Enquanto a SONY
apresentou sua primeira
linha de notebooks
VAIO feita no país,
a
PHILIPS anunciou
sua entrada no mercado
de computadores
portáteis.
O detalhe que dá
a dimensão
da efervescência
do mercado local,
é que os
micros da PHILIPS
serão produzidos
e vendidos exclusivamente
no Brasil. Só
no terceiro trimestre,
as vendas de computadores
aumentaram 26,7%,
segundo a consultoria
IDC, com 2,3 milhões
de unidades vendidas.
A
POSITIVO, líder
do mercado brasileiro,
segundo o IDC, no
semestre passado,
começou a
ampliar sua fábrica,
em Curitiba (PR).
O espaço
ocupado saltou de
19 mil metros quadrados
para 32 mil metros
quadrados, elevando
a capacidade de
produção
mensal de 130 mil
para 225 mil computadores.
"Estamos preparados
para a sazonalidade
do Natal e não
vamos deixar de
entregar encomendas",
diz Hélio
Rotemberg, Presidente
da POSITIVO.
A SYNTAX
ampliou sua fábrica
em Ilhéus
(BA). "O plano
era fazer isso no
ano que vem, mas
tivemos de antecipar",
diz Claudio Dias,
Presidente da empresa.
Com a unidade ampliada,
a capacidade quadruplicou
de 10 mil para 40
mil máquinas
mensais, e o quadro
de pessoal cresceu
40%, de 65 para
115 funcionários.
Agora, a direção
da SYNTAX já
avalia a possibilidade
de abrir uma segunda
fábrica,
fora de Ilhéus,
para ficar mais
perto dos clientes
das regiões
Sul e Sudeste. A
empresa também
decidiu diversificar
sua linha e lança,
na semana que vem,
seu primeiro notebook.
A projeção
interna é
de que o faturamento
atingirá
R$65 milhões
neste ano, frente
aos R$ 38 milhões
de 2006. Para 2008,
a expectativa é
de alcançar
a marca de R$ 100
milhões.
Outra companhia
originalmente instalada
em Ilhéus,
a MEGAWARE,
já fez o
caminho em direção
ao sul: transferiu
a maior parte das
linhas para uma
nova unidade, em
Belo Horizonte.
Como no caso da
SYNTAX, a capacidade
de produção,
que era de 20 mil
máquinas
mensais, foi multiplicada
por quatro, diz
Germano Couy, Diretor
Comercial da empresa.
A nova fábrica
abriu 200 vagas,
elevando para 300
o quadro de funcionários.
"Com a capacidade
expandida, nos preparamos
para competir no
segmento de máquinas
de baixo custo,
que exige volume
muito grande",
afirma o empresário.
Na fábrica
da MICROBOARD,
em Itajubá
(MG), a área
de produção
foi recentemente
ampliada em três
vezes e meia, para
os atuais 3,8 mil
metros quadrados.
A companhia começou
a vender ao varejo
há pouco
mais de um ano,
com 25 funcionários.
Hoje, reúne
cerca de 300, diz
Ivan Lukasevicius,
Diretor Comercial
da empresa. A MICROBOARD
tem capacidade de
produzir 40 mil
notebooks mensais
e cerca de 50 mil
desktops. A companhia
foi a fornecedora
do MAGAZINE LUIZA
em uma promoção
na qual a varejista
vendeu, em um único
dia, 6 mil computadores.
Entre as brasileiras,
a exceção
em relação
ao modelo de produção
própria é
a KENNEX,
dos empresários
Marcos Funaro e
João Paulo
Diniz. A KENNEX
é a única
a optar pela produção
terceirizada. "Entramos
no mercado em 2003
porque as companhias
maiores tinham produtos
caros e as demais
não eram
capitalizadas o
suficiente",
diz Funaro. A produção
terceirizada, afirma
ele, exige volumes
maiores, mas é
mais flexível,
o que ajuda muito
na hora de ajustar-se
à demanda.
Valor
Econômico
Têxtil
& Couro
ALPARGARTAS
USARÁ HAVAIANAS
PARA TRIPLICAR O
FATURAMENTO
A
SÃO
PAULO ALPARGATAS
elevará
para US$ 1 bilhão
o faturamento com
a recente compra
da ALPARGATAS ARGENTINA.
Mas a meta é
chegar a US$ 3 bilhões
em 2012. Para isso,
a empresa acaba
de finalizar uma
pesquisa em seis
países que
a levou a decidir
usar a marca HAVAIANAS
em uma série
de acessórios.
"Eles podem
nos dar mais do
mesmo e mais do
novo", disse
o Presidente da
ALPARGATAS, Marcio
Utsch. O executivo
faz segredo sobre
os produtos e diz
apenas que não
serão de
borracha nem roupas.
Em 2012, a empresa
já espera
receitas consistentes
desses produtos,
segundo o Diretor
de Finanças,
Relações
com Investidores
e Tecnologia da
Informação
da empresa, Francisco
Morales Cespede.
A marca HAVAIANAS
dá a ALPARGATAS
as melhores margens
da companhia. A
medida é
uma de um conjunto
de ações
para essa forte
meta de crescimento
no faturamento.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
FREIO
ESPECIAL DÁ
MAIS SEGURANÇA
À GONTIJO
A
centena e meia de
ônibus que
a EMPRESA
GONTIJO DE TRANSPORTES
e a CIA. SÃO
GERALDO DE VIAÇÃO
incorpora à
frota até
dezembro recebe
um freio especial,
eletromagnético,
fabricado pela francesa
TELMA. O equipamento
tem pelo menos três
funções:
aumentar a longevidade
das lonas, reduzir
custos de manutenção
e aumentar a segurança.
"Ao invés
de trocarmos lonas
com 80 mil quilômetros,
fazemos a cada 300
mil quilômetros",
disse Abilio Gontijo,
fundador da empresa.
Com cerca de 1,7
mil ônibus,
GONTIJO e SÃO
GERALDO compram
anualmente em torno
de 150 ônibus
novos para renovar
a frota. Estão
entre os maiores
operadores de ônibus
rodoviários
do País.
A GONTIJO, que comprou
a SÃO GERALDO
no início
de 2004, colhe os
frutos da consolidação.
"Temos uma
estrutura enxuta",
diz o fundador,
que há duas
décadas preparou
a sucessão
familiar.
O
Estado de São
Paulo
Varejo
WAL-MART
TEM MELHOR RESULTADO
EM 12 ANOS
A rede WAL-MART
anunciou novos investimentos,
que somam de R$
1,2 bilhão
no Brasil em 2008.
Serão 36
novas lojas e um
centro de distribuição.
O Presidente do
WAL- MART no Brasil,
Vicente Trius, comemorou
o crescimento econômico
e a expansão
do mercado doméstico,
segundo ele, impulsionados
pelos programas
sociais do governo,
que ajudaram a aumentar
os resultados do
varejo. Sem citar
números relativos
à receita,
Trius disse que
o aumento no faturamento
da rede em 2007
será melhor
do que o crescimento
de 6,5% previsto
para o setor pela
ABRAS (ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE SUPERMERCADOS).
Segundo ele, o resultado
deste ano foi o
maior desde que
a rede se estabeleceu
no País em
1995. Com a expansão
dos negócios
no Brasil, o WAL-MART
passará das
atuais 319 lojas
em 17 estados para
355 lojas. Atualmente
o grupo emprega
62 mil pessoas no
País e, segundo
estima Trius, os
novos investimentos
devem gerar outros
7,1 mil postos diretos
de trabalho, além
de 27 mil indiretos.
O
Estado de São
Paulo
CARREFOUR
VAI INVESTIR R$
1 BI POR ANO ATÉ
2010
O
CARREFOUR
vai investir R$
1 bilhão
por ano no País
até 2010,
em um total de R$
3 bilhões
no período,
anunciou o Diretor
Superintendente
do grupo, Jean-Marc
Pueyo, ao inaugurar
uma loja de 10,6
mil m, uma das maiores
do grupo, em Brasília.
Segundo Pueyo, a
expectativa é
faturar R$ 130 milhões
na nova loja em
2008. O grupo possui
150 unidades CARREFOUR
espalhadas pelo
Brasil, além
de 40 da marca ATACADÃO,
rede que adquiriu
no ano passado,
e 300 lojas DIA
% em São
Paulo. De acordo
com Pueyo, a aquisição
do ATACADÃO,
por R$ 2,8 bilhões,
foi a maior operação
privada individual.
Embora não
haja nenhum negócio
no horizonte, Pueyo
disse que o grupo
não descarta
novas aquisições.
O Estado de São
Paulo