Agrobusiness
FRIBOI
QUER ABOCANHAR MERCADO
CHINÊS
Depois
de entrar pela "porta
da frente"
na Europa, com a
aquisição
de 50% da italiana
INALCA, do GRUPO
CREMONINI, a JBS/FRIBOI,
quer conquistar
a China, que aos
poucos, vem abrindo
seu mercado à
importação
de carne bovina.
Joesley Mendonça
Batista, Presidente
mundial da JBS,
diz que o país
será a grande
"coqueluche"
da companhia em
2008 e que a expectativa
é que os
embarques a partir
do Brasil ao gigante
asiático
comecem já
em janeiro. "A
nossa unidade de
Worthington (EUA)
acabou de ser aprovada
para exportar para
a China e, estamos
em negociação
para, a partir de
janeiro, enviar
carne brasileira",
anuncia o executivo.
Joesley não
tem projeções
de quanto o grupo
exportará
para a China no
próximo ano.
"Nossas vendas
dobraram este ano
para Hong Kong,
que sabemos ser
a porta de entrada
ao mercado chinês.
Mas não conseguimos
fazer nenhum tipo
de previsão
neste momento",
resume o executivo.
No entanto, independente
da China, as exportações
do grupo em 2008
a partir do Brasil
devem crescer de
20% a 30%, superando
o recorde atingido
até novembro
deste ano (US$ 1
bilhão).
"Foi a primeira
vez que um frigorífico
brasileiro faturou
US$ 1 bilhão
com exportação.
Até o final
de dezembro, vamos
atingir US$ 1,1
bilhão",
comemora Joesley.
Em 2007, o grupo
deve faturar globalmente
US$ 12 bilhões,
dos quais US$ 4
bilhões de
receita com exportação.
Gazeta
Mercantil
MARFRIG
ADQUIRE 100% DO
GAÚCHO MABELLA
O
GRUPO MARFRIG,
um dos maiores atores
do segmento de carne
bovina do país,
com sede em Santo
André (SP),
informou que adquiriu
100% do controle
do FRIGORÍFICO
MABELLA,
cuja matriz está
localizada em Frederico
Westphalen (RS).
De acordo com a
MARFRIG, que já
conta com nove complexos
de abate e processamento
no Brasil, além
de centros em outros
países da
América do
Sul, o foco da empresa
gaúcha está
na carne suína.
Neste segmento,
a nova controlada
tem duas unidades
de abate, uma no
Rio Grande do Sul
e outra em Santa
Catarina e, conforme
o MARFRIG, uma "extensa
linha de produtos
embutidos, defumados
e salgados, que
representam 20%
de suas vendas".
O restante da receita
provém dos
cortes in natura.
"Essa aquisição
visa adicionar valor
à cadeia
de distribuição
da MARFRIG, fortalecendo
o abastecimento
de nossa rede de
distribuição,
aumentando o portfólio
de produtos industrializados
e ampliando a presença
do grupo em outro
setor de proteína
animal", diz
Ricardo Florence,
Diretor de Relações
com Investidores
da empresa paulista.
A compra do FRIGORÍFICO
MABELLA acontece
depois de confirmadas
três tacadas
importantes na Argentina.
Com esses movimentos,
o MARFRIG passou
a dispor de quatro
unidades de abate
na Argentina e três
no Uruguai, além
dos complexos brasileiros.
De janeiro a setembro
deste ano, o MARFRIG
registrou receita
bruta de R$ 2,5
bilhões.
Valor
Econômico
GRANFINO,
DO RIO, AMPLIA APOSTAS
EM FEIJÃO
E ARROZ
Como
surfar na onda do
crescimento econômico
fabricando um produto
cujo consumo, no
máximo, acompanha
o aumento da população,
ou seja, menos de
1,5% ao ano? Para
a GRANFINO
S.A., líder
do mercado de fubá
de milho do Rio
de Janeiro, a resposta
foi incrementar
a linha de produção
para ampliar a presença
em um segmento hoje
residual em suas
vendas: beneficiamento
e empacotamento
de cereais, sobretudo
feijão e
arroz. Com esta
estratégia,
a empresa espera
que seu faturamento
passe de R$ 100
milhões,
em 2006, para R$
170 milhões
em 2010. Do faturamento
de R$ 100 milhões
do ano passado,
70% veio das farinhas,
10% das rações,
10% dos óleo
e azeites e o restante
da distribuição
de terceiros e dos
grãos. Este
ano, com a estrutura
ainda antiga, o
faturamento deve
aumentar apenas
7%. Nos investimentos
para mudar o foco,
será mantida
a tradição
de apenas usar recursos
próprios.
Mas o Gerente de
Marketing alerta
que o momento econômico
é de crescer
e que a determinação
de não se
endividar não
pode frear esse
crescimento.
Valor
Econômico
AVEPAR
INVESTE R$ 30 MILHÕES
EM ABATEDOURO
Santa
Catarina, um dos
maiores produtores
e exportadores de
frangos do País,
ganha mais um frigorífico.
A AVEPAR,
que atua no segmento
há 20 anos
com a venda de pintos
de um dia e aves
comerciais, inicia
o abate de frangos
em sua nova unidade,
em Abelardo Luz,
Oeste do estado.
O proprietário,
Celso Mattiolo,
investiu mais de
R$ 30 milhões
no projeto. A previsão
de faturamento é
de R$ 100 milhões
no primeiro ano
de atividade e a
meta é dobrar
a receita em cinco
anos. O frigorífico
está preparado
para abater 10 mil
aves por hora e,
ao final do primeiro
semestre de 2008,
serão 160
mil frangos por
dia. Em cinco anos,
o projeto é
de 200 mil animais
diariamente. O empreendimento
vai gerar mais de
1.500 empregos diretos
e 1500 e empregos
indiretos. Hoje
a AVEPAR é
responsável
por 1% da produção
nacional de pintinhos,
são 4,5 milhões
por mês. A
meta do empresário
é de dobrar
a participação,
para 2% em cinco
anos, quando deverá
estar produzindo
12 milhões
pintos mensalmente.
Gazeta
Mercantil
Alimentos
SADIA
COMPRA BIG FOODS
POR R$ 53,5 MILHÕES
A
SADIA
divulgou que adquiriu
a BIG
FOODS INDÚSTRIA
DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS
LTDA., por R$ 53,5
milhões.
A nova controlada
fabrica em suas
instalações
em Tatuí,
no interior de São
Paulo, produtos
industrializados
congelados, e o
negócio marca
a retomada das atividades
produtivas da SADIA
no Estado. Segundo
Welson Teixeira
Júnior, Diretor
de Relações
com Investidores
da SADIA, esta aquisição
representou uma
oportunidade para
a empresa avançar
no segmento de produtos
industrializados
de altíssimo
valor agregado,
o que está
entre suas principais
diretrizes. A BIG
FOODS já
fazia sanduíches
e pão de
queijo para a SADIA,
e seu potencial
de crescimento,
conforme o executivo,
é bastante
interessante. A
nova controlada
da SADIA deverá
faturar, em 2007,
cerca de R$ 100
milhões.
Conforme Teixeira,
com a sinergia criada
a partir da aquisição,
inclusive na distribuição,
a receita poderá
rapidamente subir
para R$ 200 milhões
por ano.
Valor
Econômico
PERDIGÃO
VIRA A 17ª
MAIOR EM ALIMENTOS
DAS AMÉRICAS
A
PERDIGÃO
avançou para
a 17ª colocação
no ranking das maiores
empresas de alimentos
das Américas,
com um faturamento
de US$ 3,311 bilhões,
depois da aquisição
da ELEVA. Com o
negócio,
a empresa, que ocupava
o 22º lugar,
deslocou a rival
SADIA
para a 18ª
posição.
Ainda assim permanece
muito distante dos
pesos pesados, como
as americanas ARCHER
DANIELS e KRAFT
FOODS, duas primeiras
colocadas, com faturamentos
acima dos US$ 30
bilhões por
ano. Os dados mostram
que a SADIA, que
era a 17ª colocada,
figura agora no
ranking atrás
da PERDIGÃO/ELEVA,
com o faturamento
de US$ 3,216 bilhões,
uma diferença
de aproximadamente
US$ 100 milhões.
A PERDIGÃO
pode avançar
ainda mais no ranking,
já que o
planejamento estratégico
da companhia leva
em conta a possibilidade
de aquisições
no Brasil e no exterior,
além do chamado
crescimento orgânico.
"A ambição
da PERDIGÃO
é ser um
dos maiores players
mundiais no setor.
Levando em conta
apenas a América
Latina, a PERDIGÃO/ELEVA
torna-se a segunda
maior empresa de
alimentos, atrás
apenas da mexicana
BIMBO, que fatura
US$ 5,886 bilhões
ao ano e atua com
produtos de panificação
e tortilhas.
O
Estado de São
Paulo
Bebidas
& Fumo
CERVEJARIAS
INVESTEM NA TEMPORADA
DE VERÃO
Uma
roda-gigante com
12 metros de altura
e tecnologia alemã,
que ficará
no Forte de Copacabana
(RJ) entre 20 de
janeiro e 10 de
fevereiro, e a estréia,
na semana passada,
em bares paulistanos,
dos "stand
up comedies",
aqueles shows rápidos
com comediantes
em pé e sozinhos
diante da platéia,
marcam este ano
a inovação
da temporada de
verão de
caça ao bebedor
de cerveja. A corrida
das cervejarias
se dá não
apenas pelas elevadas
temperaturas do
período e
pela concentração
de datas festivas,
que favorecem o
consumo da bebida.
Essa temporada,
que se estende por
três ou quatro
meses, responde
por 40% do volume
total de cerveja
vendido no País.
Os quatro maiores
fabricantes, AMBEV
(68,2% de participação
de mercado), SCHINCARIOL
(11,8%), PETRÓPOLIS
(8,5%) e FEMSA
(7,4%), esmeram-se
em ações
de marketing para
disputar a atenção
do consumidor em
meio a tanta oferta
de rótulos
nas prateleiras.
O
Estado de São
Paulo
Comunicação,
Publicidade &
Propaganda
FISCHER
PLANEJA ATUAR EM
NOVOS MERCADOS
A
REDE
FISCHER (GRUPO
TOTAL) completa
um ano de atuação
no mercado português
com planos de expansão.
Já está
entre as dez maiores
agências daquele
país, base
que atende também
negócios
no mercado espanhol.
A operação
na Europa vem completar
a presença
que a FISCHER tem
no exterior. Hoje,
além destes
países, a
rede está
na Argentina e na
Colômbia.
Para o próximo
ano, o Presidente
do GRUPO TOTAL,
Eduardo Fischer,
diz que a empresa
vai atuar em mais
um país e
que o Brasil deverá
receber a operação
da MY BRAND, agência
sócia em
40% da unidade de
Portugal. "O
resultado que tivemos
em apenas um ano
atuando em Portugal
é incrível,
por se considerar
um período
de start up",
comenta Fischer,
ao lembrar que a
rede começou
a trabalhar no exterior
há cinco
anos. Já
chegou a estar em
quatro países
da América
Latina, com agências
próprias
e mais três
acordos, que no
total davam sete
operações.
A presença
em Lisboa é
feita por meio de
parceria com a empresa
chamada MY BRAND,
que detém
40% da operação.
Este acordo, conta
o Presidente, possibilita
que a MY BRAND venha
ao Brasil em 2008.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
BELEZA
LIDERA INVESTIMENTOS
DA UNILEVER
A
campeã foi
SEDA,
com verba de R$
90 milhões,
mas ficou abaixo
dos R$ 108 milhões
de 2006. DOVE,
marca mundial da
companhia que mais
cresce, recebeu
R$ 68 milhões.
Ambas superaram
o todo-poderoso
OMO,
com verba de R$
40 milhões.
Foram seguidos por
ADES, R$ 35 milhões,
e o desodorante
AXE, com R$ 24 milhões.
DOVE, a marca da
UNILEVER
que mais cresce
no mundo e rende
à companhia
2,5 bilhões
de euros por ano,
também teve
um reposicionamento
importante, acompanhado
de uma verba 13%
acima do ano passado.
O Brasil já
é o terceiro
maior mercado da
marca no mundo,
depois dos Estados
Unidos e Japão.
Valor
Econômico
ATIVUS
VAI AMPLIAR A PRODUÇÃO
O
laboratório
nacional ATIVUS
FARMACÊUTICA
planeja investir
entre R$ 10 milhões
e R$ 12 milhões
no próximo
ano para aumentar
em 50% a capacidade
produtiva de uma
das fábricas.
Atualmente, a companhia
produz 11 milhões
de unidades de produtos
por ano em duas
fábricas,
localizadas em Valinhos
e Aguaí,
ambas no interior
paulista. O Diretor-Superintendente
da empresa, Olinto
Mascarenhas Marques,
disse que o investimento
será concentrado
em Aguaí,
onde são
fabricadas hoje
5 milhões
de unidades por
ano, e será
destinado, em especial,
para a implantação
de uma nova linha
de produção
de medicamentos
genéricos.
"Vamos lançar
20 novos produtos
neste segmento em
2008", afirmou
Marques. Com essa
expansão,
o portfólio
de genéricos
subirá para
43 medicamentos
e a empresa passará
a fabricá-los
em ambas as fábricas.
A ampliação
permitirá
ainda que a ATIVUS
entre em novos nichos
do mercado de genéricos.
Conforme Marques,
os recursos serão
aplicados em ampliação
da área industrial,
que alcançará
20 mil metros quadrados,
ante os 10 mil metros
atuais, e também
na compra de máquinas
e equipamentos para
a linha de produção
e para o laboratório
de controle de qualidade.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
JARAGUÁ
CRESCE 61% E PLANEJA
EXPANSÃO
A
expansão
dos setores de óleo
e gás e petroquímico,
principalmente,
refletiu positivamente
nas vendas da fabricante
de bens de capital
mecânicos
JARAGUÁ
EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS,
empresa do GRUPO
GARCIA com unidades
fabris em Itapevi,
Osasco e Sorocaba,
cidades do interior
paulista. A companhia
vai encerrar 2007
com receita bruta
de R$ 290 milhões,
um aumento de 61%
em relação
aos R$ 180 milhões
alcançados
no ano passado,
informou o seu Vice-Presidente,
Cristian Jaty Silva,
durante comemoração
de 50 anos de fundação
da Jaraguá,
solenidade que marcou
também a
conclusão
da ampliação
da fábrica
de Sorocaba. Com
investimento de
R$ 10 milhões,
a empresa ampliou
em 30% a capacidade
produtiva, em especial,
de equipamentos
para suprir a demanda
das indústrias
petroquímicas
e de óleo
e gás, setores
que devem responder
este ano por cerca
de 60% do faturamento,
em comparação
aos aproximados
40% de 2006. Jaty
Silva observou que
as primeiras encomendas
de equipamentos
já começam
a chegar e prevê
fechar negócios
no começo
do próximo
ano. Até
a construção
da nova fábrica,
a JARAGUÁ
atenderá
ao setor de etanol
com a capacidade
atual. A estimativa
é faturar
cerca de R$ 100
milhões com
a venda de equipamentos
para essa área
em 2008, em torno
de 25% do faturamento
total esperado.
Em três anos,
a expectativa é
de R$ 300 milhões
anuais.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
DECA
PODERÁ IR
ÀS COMPRAS
A
DURATEX
trabalha para definir
o mais rápido
possível
qual será
a estratégia
para ampliar a produção
de louças
sanitárias,
que já opera
a 95% da capacidade
instalada, segundo
o Diretor-Geral
da DECA, Raul Penteado.
A empresa do grupo
ITAÚSA avalia
aquisições
ou associações
que poderiam acelerar
a colocação
de mais produtos
da marca no mercado.
Se a decisão
for por construir
uma nova fábrica
seriam necessários
de 12 a 18 meses
para iniciar a operação.
Neste caso, o investimento
estimado de R$ 80
milhões visa
a garantir uma produção
entre 140 mil e
150 mil peças
por mês. Em
metais sanitários,
linha na qual deverá
investir R$ 120
milhões em
2007 e 2008, a empresa
projeta aumentar
em 35% a capacidade
de produção.
A companhia fabrica
12 milhões
de peças
por ano de metais
e deve crescer 15%
em 2007. A nova
unidade em Jundiaí,
interior paulista,
deverá estar
pronta em um ano.
A empresa aumentou
a oferta de produto
da DECA nas faixas
de preço
mais acessíveis
com duas novas linhas,
aproveitando o crescimento
desse nicho de mercado.
As louças
respondem atualmente
por 30% da receita
da DECA, de R$ 650
milhões no
ano passado. Os
metais são
responsáveis
pela maior parte.
No primeiro semestre
deste ano, a receita
líquida da
DECA totalizou R$
257,8 milhões,
valor 18% superior
ao apurado em igual
período de
2006, com maior
volume de expedição
de produtos acabados,
de maior valor.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
VCP
PLANEJA QUINTUPLICAR
VOLUME DE PRODUÇÃO
Quando
em outubro passado
o grupo VOTORANTIM
anunciou investimentos
de R$ 25,7 bilhões
para os próximos
cinco anos, os planos
para o setor de
papel e celulose
projetavam que a
produção
de celulose da empresa
fosse ficar três
vezes maior do que
o atual. Mas os
investimentos nas
plantas de Três
Lagoas (MS) e Pelotas
(RS) escondem uma
meta ainda mais
ambiciosa: praticamente
quintuplicar a produção
de celulose da empresa
até 2020.
Para atingi-la,
a VOTORANTIM
CELULOSE E PAPEL
(VCP) irá
estruturar as duas
unidades de forma
a poderem receber
novos investimentos.
Projeto futuro e
ainda no papel,
a companhia vê
a possibilidade
de iniciar a produção
de novos volumes
após 2015.
Caso os projetos
se tornem viáveis,
a capacidade de
produção
da companhia saltaria
das atuais 1,4 milhão
de toneladas para
6,5 milhões
de toneladas anuais.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
BRASKEM
PODE INVESTIR NO
RS
O
Presidente da BRASKEM,
José Carlos
Grubisich, sinalizou
que a empresa escolheu
o pólo petroquímico
de Triunfo (RS)
para construir a
unidade do chamado
plástico
verde, produzido
a partir de etanol.
Até agora
a companhia sustentava
que também
considerava a possibilidade
de levar a unidade
para Camaçari
(BA), mas Grubisich
disse que a BRASKEM
está "trabalhando
para que o projeto
industrial possa
ser anunciado no
início de
2008 e que Triunfo
possa ser a sede
e o local deste
projeto que é
uma ruptura mundial
em termos de tecnologia."
O projeto consistiria
em uma unidade de
eteno de etanol
com capacidade para
até 200 mil
toneladas/ano e
outra de polietileno
para 200 mil toneladas.
O investimento é
estimado entre US$
100 milhões
e US$ 120 milhões
e a previsão
é iniciar
produção
em 2009.
Gazeta
Mercantil
NITRO
QUÍMICA AMPLIA
A PRODUÇÃO
PARA EXPORTAR MAIS
A
COMPANHIA
NITRO QUÍMICA
BRASILEIRA,
empresa do grupo
VOTORANTIM, investirá
R$ 35 milhões
para ampliar a capacidade
de 33 mil para 40
mil toneladas por
ano até 2009
a produção
de nitrocelulose,
principal produto
da empresa. O investimento
atenderá
principalmente o
mercado externo,
segundo o Diretor
Geral da empresa,
Fabio Filippos.
"No ano passado
exportamos cerca
de 17 mil toneladas
e vamos exportar
22 mil toneladas
este ano",
disse o executivo.
A nitrocelulose,
muito usada pela
indústria
de tinta para impressão,
é o produto
de maior destaque
para a empresa.
Os outros produtos
da empresa como
ácido fluorídrico,
fluoreto de alumínio
e ácido sulfúricos,
mantiveram demandas
estáveis
ao longo do ano.
"A participação
da NITRO QUÍMICA
no mercado está
crescendo mais",
disse o executivo.
O mercado global
de nitrocelulose
cresceu, em média,
2,5 % nos últimos
anos. A meta é
fechar 2007 atendendo
66 países.
Gazeta
Mercantil
ALEMÃ
LANXESS PERTO DE
FECHAR A COMPRA
DA PETROFLEX
O
grupo alemão
LANXESS
está negociando
a compra da empresa
petroquímica
brasileira PETROFLEX,
por aproximadamente
R$ 800 milhões.
Ainda restam algumas
dúvidas sobre
o negócio,
mas o Presidente
mundial da LANXESS
veio ao Brasil com
a expectativa de
assinar contrato
nos próximos
dias. A PETROFLEX
é a maior
fabricante de borracha
sintética
da América
Latina, com um faturamento
aproximado de R$
1,7 bi por ano.
Há tempos
se fala de uma possível
venda da empresa,
que era controlada
pela SUZANO PETROQUÍMICA,
UNIPAR e BRASKEM.
Com a recente reestruturação
do setor petroquímico,
o controle da PETROFLEX
passou a ser dividido
entre a BRASKEM,
com 33,46% das ações,
e a UNIPAR, com
16,78%. A LANXESS
tenta há
meses comprar a
PETROFLEX. A LANXESS
fatura cerca de
US$ 7 bilhões,
o equivalente a
R$ 12,25 bilhões,
por ano. Os controladores
brasileiros perderam
interesse em manter
a PETROFLEX por
entender que só
fazia sentido produzir
borracha sintética
em larga escala,
o que não
poderiam fazer só
com a empresa no
País. Já
a LANXESS tem pressa
em crescer e se
firmar como empresa
independente depois
da cisão
da BAYER.
O
Estado de São
Paulo
PIRAMIDAL
FUNDE TRÊS
DISTRIBUIDORAS DE
RESINAS PLÁSTICAS
Depois
da consolidação
da indústria
petroquímica,
o grupo PIRAMIDAL,
um dos maiores distribuidores
de resinas termoplásticas
do país,
decidiu unificar
sua atuação.
O grupo, que fatura
mais de R$ 350 milhões,
está fundindo
suas três
empresas de distribuição
em uma nova companhia.
As empresas movimentam
aproximadamente
100 mil toneladas
de resinas, o que
representam quase
20% do volume vendido
desta matéria-prima
pelas distribuidoras
no país.
Isso a coloca na
posição
de liderança
na América
Latina. O grupo
distribui e comercializa
as resinas produzidas
pela BRASKEM, a
maior petroquímica
da região.
A idéia dos
donos da PIRAMIDAL,
controlada pelos
empresários
Wilson Cataldi e
Amauri dos Santos,
é fazer com
que a empresa de
distribuição
ganhe escala suficiente
para ampliar as
margens de um produto
tido como commodity,
sem grandes diferenças
de preço.
Há duas décadas,
Cataldi e Santos
deixaram o grupo
UNIGEL para fundar
uma pequena distribuidora
de resinas termoplásticas,
usadas na transformação
de produtos plásticos,
em São Bernardo
do Campo, no ABC
paulista. A PLÁSTICOS
RUTTINO, adquirida
por eles em 1998,
e a POLIMARKETING
TERMOPLÁSTICOS,
comprada no ano
passado, serão
incorporadas pela
PIRAMIDAL. Com o
desenho dos grandes
operadores industriais
já definidos,
a PIRAMIDAL prevê
completar a reestruturação
societária
em janeiro de 2008.
Passada essa fase,
a intenção
do grupo é
olhar as oportunidades
de aquisição
ou associação
com outras distribuidoras
em países
como Argentina e
Chile. O objetivo
é acompanhar
o crescimento da
BRASKEM nestes mercados.
Valor
Econômico
Serviços
SALVADOR
É PORTA DE
ENTRADA DA TENDA
PARA LIDERAR NO
NORDESTE
A
incorporadora de
baixa renda TENDA
quer avançar
no Nordeste do País
já no próximo
ano, posicionando-se
como líder
do segmento antes
da expansão
de concorrentes
do Sudeste, de olho
na mesma fatia de
clientes. Este ano,
a empresa vai somar
um total de lançamentos
de 20 mil unidades
habitacionais, sendo
5 mil na capital
baiana e cerca de
900 em Pernambuco.
"Vamos dobrar
a participação
do Nordeste nos
lançamento
em 2008, fazendo
da região
nosso maior mercado",
afirma Henrique
Alves Pinto, Presidente
da TENDA. Serão
cerca de 12 mil
unidades na região,
do total de 30 mil
previstas para lançamento
no próximo
exercício.
Para garantir as
metas, a empresa
tem negociado franquias
(modelo de parceria
que utiliza com
construtoras locais
para execução
e supervisão
das obras) em Recife
e Fortaleza e pode
partir para aquisições.
A mudança
de foco geográfico
da empresa foi iniciada
há pouco
mais de dois anos.
Já em 2007
o mercado de origem
da TENDA, Minas
Gerais, ficará
para trás
no ranking de participação,
tomando o terceiro
lugar depois de
São Paulo
e Rio de Janeiro
e Espírito
Santo, trabalhados
por uma mesma filial.
Gazeta
Mercantil
GRUPO
VR INGRESSA NO CHILE
E CRIA CARTÃO
PRÉ-PAGO
DE SAÚDE
Capitalizado
após a transação
com a francesa SODEXHO,
o GRUPO
VR vai partir
para expansão
internacional e
incluir novos produtos
em seu portfólio.
Aguardando a aprovação
do Conselho Administrativo
de Defesa Econômica
(Cade) e do Banco
Central para transferir
a carteira de empresas
clientes, que movimenta
R$ 4 bilhões
ao ano entre vale
refeição,
alimentação
e automóveis.
Claudio Szajman,
o Presidente do
GRUPO VR, tem se
debruçado
sobre as estratégias
para 2008, não
só para sua
empresa como aportes
em outras companhias.
O grupo mantém
o braço de
tecnologia SMARTNET,
o BANCO VR e a produtora
musical TRAMA ENTRETENIMENTO,
mas não deve
abandonar o mercado
de benefícios.
A empresa vai ingressar
no setor de saúde
em 2008, através
de um cartão
pré-pago
para uso em consultórios
e clínicas.
Ele ainda faz mistério
sobre a operação,
já que o
piloto começa
em meados do próximo
ano e não
há uma definição
sobre que fatia
de mercado pode
atingir, qual o
volume transacionado
potencial e quais
redes de saúde
serão credenciadas.
A outra frente de
crescimento virá
de parceria com
a SODEXHO em território
chileno, primeiro
mercado internacional
da VR.
Gazeta
Mercantil
ANHANGUERA
E LAUREATE ACELERAM
RITMO DE AQUISIÇÕES
Os
principais grupos
consolidadores do
mercado de ensino
superior privado
estão acelerando
a conclusão
de novas aquisições
para expandir sua
base de atuação
antes do novo ano
letivo e disputar
a liderança
como a maior rede
de universidades
do País.
A ANHANGUERA
EDUCACIONAL PARTICIPAÇÕES
S.A. fechou
a compra do CENTRO
UNIVERSITÁRIO
DE SANTO ANDRÉ
(UNIA), que tem
9,8 mil alunos,
por R$ 59,95 milhões.
Pela primeira vez,
a aquisição
feita pela ANHANGUERA
inclui uma instituição
de ensino fundamental,
médio e técnico,
o COLÉGIO
TÉCNICO COMERCIAL
SENADOR FLÁQUER
S/S LTDA, que tem
aproximadamente
800 alunos e foi
adquirido por R$
1,8 milhão.
O negócio
envolveu também
a compra dos imóveis
onde estão
instalados os campi
das universidades
e o do colégio.
Com a aquisição
da UNIA, a ANHANGUERA
expande sua atuação
para a região
do ABC, um dos maiores
mercados de ensino
superior do País
e fortalece sua
posição
na Grande São
Paulo.
Por R$ 10 milhões,
a LAUREATE INTERNATIONAL
UNIVERSITIES comprou
a BUSINESS
SCHOOL SÃO
PAULO (BSP),
escola de negócios
fundada em 1995
e a primeira a oferecer
o curso de MBA (Master
of Business Administration)
totalmente em inglês.
É a terceira
compra da LAUREATE
no Brasil. Com a
UNIVERSIDADE ANHEMBI
MORUMBI, que passou
a integrar sua rede
em 2005, e a UNIVERSIDADE
POTIGUAR, a instituição
norte-americana
soma 55 mil alunos.
A intenção
da empresa é
chegar a 100 mil
alunos em todo o
território
nacional. Presente
em 17 países,
ela conta com 300
mil estudantes na
Europa, Ásia,
América do
Norte e América
do Sul. A exemplo
de suas concorrentes,
a LAUREATE mantém
negociações
com várias
instituições
nacionais. As mais
avançadas
são com a
UNIVERSIDADE VEIGA
DE ALMEIDA (UVA),
do Rio de Janeiro;
e o CENTRO UNIVERSITÁRIO
DO NORTE (UNINORTE),
de Manaus; e a UNIVERSIDADE
DA AMAZÔNIA
(UNAMA), de Belém
do Pará.
A SEB
- SISTEMA EDUCACIONAL
BRASILEIRO S.A.
fez um balanço
de suas recentes
aquisições.
A empresa, que tem
sede em Ribeirão
Preto, no interior
paulista, e atua
desde o ensino fundamental
até o superior,
ampliou seu mercado
e entrou em Salvador
(BA) com a aquisição
de 100% da ITAIGARA
EDUCACIONAL LTDA.
e da PL EMPREENDIMENTOS
EDUCACIONAIS LTDA.,
com 794 alunos matriculados,
e de 95% do capital
da ESAMC, com 353
alunos matriculados,
por R$ 4,2 milhões.
Em Belo Horizonte
(MG), comprou a
FACULDADE METROPOLITANA,
da SOCIEDADE BRASILEIRA
DE PROGRAMAÇÃO
EDUCACIONAL - SOBRAPE
LTDA., com 2.700
alunos matriculados,
por R$10 milhões.
Gazeta
Mercantil
CNA
GARANTE RISCO ZERO
AO INVESTIDOR
Para
atingir a meta de
abertura de 40 unidades
em 2008, a rede
de escolas de idiomas
CNA
está apostando
em um modelo de
negócio,
chamado de Risco
Zero, que promete
devolver ao franqueado
o valor inicial
aplicado para a
abertura da unidade,
se em um prazo de
dois anos, não
tiver retorno do
investimento. "Você
só paga por
uma marca porque
quer segurança",
justifica o Diretor
de Marketing da
franquia, Leonardo
Cirino. Este ano,
depois da adoção
do modelo, foram
abertas 30 unidades,
um incremento de
15%. A estimativa
é ter uma
rede de 486 até
o final de 2008
e entrar nos quatro
Estados onde a marca
ainda não
está: Amapá,
Sergipe, Pará
e Piauí.
Valor
Econômico
OS
PLANOS DA XEROX
PARA CRESCER NO
BRASIL
Superada
a mais grave crise
já enfrentada
em seus mais de
40 anos de vida,
a americana XEROX
CORPORATION
voltou definitivamente
ao ringue como um
dos mais poderosos
players em um mercado
global hoje coalhado
de concorrentes
com o peso de uma
HP ou uma EPSON.
Presente em todo
o mundo com mais
de 60 mil funcionários
e um faturamento
de US$ 15,7 bilhões,
a companhia trabalha
com metas ousadas
para o Brasil, um
dos três maiores
mercados dessa corporação.
A empresa tem ambiciosos
objetivos para os
três segmentos
de negócios
nos quais ainda
se mantém
presente. Quer dobrar
o faturamento no
Brasil entre 2007
e 2008, das vendas
de materiais para
escritórios,
hoje restritos a
equipamentos como
multifuncionais
e impressoras. No
mesmo período,
a empresa também
quer aumentar 50%
a receita com produção
gráfica,
mercado do qual
participa com o
fornecimento de
equipamentos de
última geração
para gráficas
e empresas especializadas.
Menos ousada, a
meta para o segmento
de prestação
de serviços
se limita a um crescimento
de 10% até
2008. Voltado para
grandes clientes
corporativos, como
bancos, empresas
de telecom e prestadoras
de serviços,
tal segmento deve
ser engordado, até
o ano que vem, com
novos clientes que
dependam de tecnologia
gráfica para
ver a cor do dinheiro
impressa em boletos
bancários
e malas diretas.
Nesse grupo, que
movimenta US$ 2
bilhões por
ano, o Brasil encontra-se
na 2ª colocação
em termos de negócios
para a XEROX mundial.
No negócio
de equipamentos
para escritórios,
a empresa quer dobrar
o faturamento, no
Brasil, entre 2007
e 2008.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
DATASUL
COMPRA BONAGURA,
SÉTIMA AQUISIÇÃO
EM UM ANO
A
catarinense DATASUL,
a segunda maior
empresa de software
de capital nacional,
anunciou a sétima
aquisição
desde sua abertura
de capital na metade
do ano passado.
Desta vez, o objetivo
foi reforçar
a estratégia
de serviços
relacionados à
tecnologia, coordenada
pela unidade DATASUL
SERVIÇOS.
O anúncio
prevê a aquisição
dos direitos de
propriedade intelectual
de softwares, metodologia
e processos da BONAGURA,
especializada em
terceirização
de processos de
negócios
(BPO, sigla para
business process
outsourcing). "Nós
operamos as atividades
que não são
consideradas as
principais das empresas,
como a gestão
financeira, controladoria
e recursos humanos",
explica o sócio-fundador
da adquirida, Márcio
Bonagura. A DATASUL
também fechou
opção
de compra, para
janeiro de 2009,
para fazer a aquisição
de 80% da empresa,
realizada pela BONAGURA
em 2008. Ela também
montou um data center
próprio em
Joinville, Santa
Catarina, com investimentos
de R$ 1,5 milhão.
Gazeta
Mercantil
ATOS
ORIGIN INAUGURA
FÁBRICA EM
CURITIBA
A
ATOS
ORIGIN, uma
das principais consultorias
mundiais em tecnologia
da informação,
fez a inauguração
oficial de seu novo
centro de serviços
de offshore (terceirização
internacional) em
Curitiba, com investimentos
na ordem de 1 milhão
de euros. O centro
vai oferecer o desenvolvimento
de soluções
de tecnologia por
meio de fábrica
de software, fábrica
de testes e terá
ainda áreas
de negócios
voltadas para os
setores de telecomunicações,
utilities e para
empresas que estão
em processo de implementação
de programas de
gestão (ERP)
da alemã
SAP. Até
2010 a empresa pretende
investir um total
de 4,5 milhões
de euros no projeto
na capital paranaense.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
COLEÇÕES
EXCLUSIVAS DE TÊNIS
FAZEM O DIFERENCIAL
DA ARTWALK
Se
a princípio
a idéia de
uma loja exclusivamente
de tênis "descolados",
isto é, de
coleções
limitadas ou exclusivas
incluindo os femininos
ALL STAR de paetês,
NIKE rendado ou
com cardaço
de cetim, pode parecer
duvidosa quanto
ao potencial de
crescimento e volume
vendas, Salomão
Salum tem provado
o contrário.
Em apenas um ano
sua rede ARTWALK
totaliza 12 unidades
entre São
Paulo, Curitiba
e Maceió.
Aos 23 anos, Salum
tem postura e discurso
de empresário
com décadas
de experiência.
Enquanto um tio
lançou a
rede AUTHENTIC FEET
no mercado, o pai
criou a ARTMANHA,
de vestuário
e acessórios.
Salum participou
da administração
da AUTHENTIC FEET
até 2004.
A rede, hoje com
48 lojas sendo 43
franquias, deu o
primeiro impulso
à ARTWALK.
A primeira loja
foi aberta há
um ano, nas mãos
de um franqueado,
no paulistano Shopping
Ibirapuera. Os franqueados
da AUTHENTIC têm
preferência
na instalação
de unidades ARTWALK
em endereços
comuns. As primeiras
três lojas
foram assim, daí
Salum resolveu abrir
uma loja própria
e hoje tem três.
Segundo ele, a idéia
de rede de tênis
exclusivos e de
coleções
limitadas veio do
contato com fornecedores.
A 12ª unidade
da rede será
aberta este mês
no Shopping Metrô
Tatuapé,
na capital paulista.
Salum diz que há
demanda para os
produtos exclusivos
também em
empreendimentos
populares. Para
2008, a meta é
atingir 20 lojas,
com contratos já
em negociação
em Belo Horizonte
e Rio de Janeiro
e mais um ponto
próprio.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
VW
PREVÊ FABRICAR
800 MIL VEÍCULOS
EM 2008
Mesmo
com as suas fábricas
operando no limite
da capacidade, o
Presidente da VOLKSWAGEN
DO BRASIL ,
Thomas Schmall,
disse que a empresa
está preparada
para o crescimento
no Brasil em 2008,
estimado em 15%
para o mercado de
automóveis
e 10% para comerciais
leves. A Federação
Nacional da Distribuição
de Veículos
Automotores (Fenabrave)
projeta um crescimento
de 19% para o próximo
ano. "Com a
ampliação
da jornada de trabalho
para três
turnos e mais contratações
será possível
produzir 800 mil
carros em 2008",
afirmou Schmall.
Esse volume representará
aumento de 16,44%
sobre 2007, quando
serão fabricados
687 mil carros.
Schmall afirmou
que toda a indústria
automobilística
está conseguindo
atender o surpreendente
crescimento do País
porque havia capacidade,
com os investimentos
feitos 10 anos atrás,
não aproveitada
devido à
retração
do mercado doméstico.
"A VOLKSWAGEN
ampliou em 28% seus
investimentos, de
R$ 2,5 bilhões
para R$ 3,2 bilhões
de 2007 até
2011", confirmou
o Presidente. Deste
total, dois terços
serão aplicados
em produtos e o
restante na adaptação
das linhas de montagem
das fábricas
para ampliar a produção
de automóveis
e comerciais no
próximo ano.
A fábrica
de Taubaté
(SP), que completou
o terceiro turno
desde maio, com
a contratação
de 711 funcionários,
já recebeu
adaptações
na linha para produzir
a nova família
de veículos.
"O próximo
ano promete ser
ainda mais intenso
que 2007, pois a
VOLKSWAGEN vai lançar
no País uma
nova família
de veículos
no primeiro semestre",
observou Schmall.
Gazeta
Mercantil
HYUNDAI
AVALIA INSTALAÇÃO
DE MAIS UMA FÁBRICA
NO BRASIL
O
Presidente da sul-coreana
HYUNDAI no Brasil
e do grupo CAOA,
Carlos Alberto de
Oliveira Andrade,
disse que é
grande a possibilidade
de a montadora instalar
uma segunda fábrica
no País.
A nova unidade vai
requerer investimento
de US$ 1,2 bilhão
e será projetada
para ter 80 mil
empregos, entre
diretos e indiretos.
A empresa, que inaugurou
em abril uma indústria
em Anápolis
(GO), vai fechar
2007 com mais de
20 mil veículos
vendidos (no ano
passado foram 4
mil). O faturamento
do grupo, que inclui
a montadora e a
rede concessionária
CAOA, atingirá
US$ 4 bilhões
neste ano, montante
400% superior a
2006. Para 2008,
a meta é
dobrar as vendas.
Gazeta
Mercantil
PEUGEOT
CITROËN LANÇARÁ
NOVO CARRO NO PAÍS
A
PSA
PEUGEOT CITROËN
investirá
R$ 110 milhões
em 2008 para lançar
uma nova família
de veículos
na fábrica
do grupo em Porto
Real (RJ). A decisão
foi anunciada pelo
Presidente mundial
da montadora francesa,
Christian Streiff.
Os recursos para
o projeto fazem
parte do investimento
de US$ 500 milhões
previstos pela empresa
até 2010
para desenvolver
novos veículos
e ampliar a capacidade
de produção
de suas fábricas
no Brasil e Argentina.
Streiff disse que
dos US$ 500 milhões
a serem investidos
nas operações
de Brasil e Argentina
até 2010,
US$ 350 milhões
serão para
desenvolvimento
de produtos e US$
150 milhões
no aumento da capacidade
de produção.
"Com este investimento,
aumentamos a nossa
capacidade de produção
de 300 mil unidades
por ano para 500
mil unidades anuais
no Mercosul (em
2010)", disse
Streiff. Os R$ 110
milhões (US$
61,7 milhões)
previstos para 2008
no Rio de Janeiro
representam 17,6%
do total a ser aplicado
pelo grupo em pesquisa
e desenvolvimento
de novos produtos
no Mercosul nos
próximos
três anos.
Valor
Econômico
VOCAL
CRESCE COM A VENDA
DE SEMIPESADO
Com
o mercado de caminhões
aquecido, principalmente
de modelos pesados,
a VOCAL,
maior concessionária
VOLVO do Brasil,
tenta ganhar participação
com a venda de veículos
semi-pesados, com
motorização
entre 210 cv e 260
cv. O Diretor Superintendente
da empresa, Cláudio
Zattar, disse que
encerrará
o ano com 312 unidades
vendidas. Em 2006,
a comercialização
foi de 86 semi-pesados.
"Estamos em
linha com a estratégia
da montadora, com
um foco maior na
linha de caminhões
semi-pesados. Isso
sem deixar de lado
os negócios
com os caminhões
pesados", disse
Zattar. Estimativas
das montadoras apontam
para um total de
100.000 caminhões
montados no Brasil,
superando o recorde
de 1977, quando
foram produzidos
90.000. Segundo
dados da ANFAVEA,
até novembro
foram vendidas 26.768
semi-pesados, crescimento
de 43,6% em relação
ao ano anterior.
A VOLVO foi responsável
pela venda de 1.723
unidades. No segmento
de pesados, a VOCAL
deverá fechar
o ano com a comercialização
de 690 unidades.
Em relação
ao faturamento,
a VOCAL deverá
fechar o ano com
receitas de R$ 490
milhões.
Gazeta
Mercantil