Sexta-feira, 21/12/2007
Ano VII – edição 302

Agrobusiness

FRIBOI QUER ABOCANHAR MERCADO CHINÊS

Depois de entrar pela "porta da frente" na Europa, com a aquisição de 50% da italiana INALCA, do GRUPO CREMONINI, a JBS/FRIBOI, quer conquistar a China, que aos poucos, vem abrindo seu mercado à importação de carne bovina. Joesley Mendonça Batista, Presidente mundial da JBS, diz que o país será a grande "coqueluche" da companhia em 2008 e que a expectativa é que os embarques a partir do Brasil ao gigante asiático comecem já em janeiro. "A nossa unidade de Worthington (EUA) acabou de ser aprovada para exportar para a China e, estamos em negociação para, a partir de janeiro, enviar carne brasileira", anuncia o executivo. Joesley não tem projeções de quanto o grupo exportará para a China no próximo ano. "Nossas vendas dobraram este ano para Hong Kong, que sabemos ser a porta de entrada ao mercado chinês. Mas não conseguimos fazer nenhum tipo de previsão neste momento", resume o executivo. No entanto, independente da China, as exportações do grupo em 2008 a partir do Brasil devem crescer de 20% a 30%, superando o recorde atingido até novembro deste ano (US$ 1 bilhão). "Foi a primeira vez que um frigorífico brasileiro faturou US$ 1 bilhão com exportação. Até o final de dezembro, vamos atingir US$ 1,1 bilhão", comemora Joesley. Em 2007, o grupo deve faturar globalmente US$ 12 bilhões, dos quais US$ 4 bilhões de receita com exportação.

Gazeta Mercantil

MARFRIG ADQUIRE 100% DO GAÚCHO MABELLA

O GRUPO MARFRIG, um dos maiores atores do segmento de carne bovina do país, com sede em Santo André (SP), informou que adquiriu 100% do controle do FRIGORÍFICO MABELLA, cuja matriz está localizada em Frederico Westphalen (RS). De acordo com a MARFRIG, que já conta com nove complexos de abate e processamento no Brasil, além de centros em outros países da América do Sul, o foco da empresa gaúcha está na carne suína. Neste segmento, a nova controlada tem duas unidades de abate, uma no Rio Grande do Sul e outra em Santa Catarina e, conforme o MARFRIG, uma "extensa linha de produtos embutidos, defumados e salgados, que representam 20% de suas vendas". O restante da receita provém dos cortes in natura. "Essa aquisição visa adicionar valor à cadeia de distribuição da MARFRIG, fortalecendo o abastecimento de nossa rede de distribuição, aumentando o portfólio de produtos industrializados e ampliando a presença do grupo em outro setor de proteína animal", diz Ricardo Florence, Diretor de Relações com Investidores da empresa paulista. A compra do FRIGORÍFICO MABELLA acontece depois de confirmadas três tacadas importantes na Argentina. Com esses movimentos, o MARFRIG passou a dispor de quatro unidades de abate na Argentina e três no Uruguai, além dos complexos brasileiros. De janeiro a setembro deste ano, o MARFRIG registrou receita bruta de R$ 2,5 bilhões.

Valor Econômico

GRANFINO, DO RIO, AMPLIA APOSTAS EM FEIJÃO E ARROZ

Como surfar na onda do crescimento econômico fabricando um produto cujo consumo, no máximo, acompanha o aumento da população, ou seja, menos de 1,5% ao ano? Para a GRANFINO S.A., líder do mercado de fubá de milho do Rio de Janeiro, a resposta foi incrementar a linha de produção para ampliar a presença em um segmento hoje residual em suas vendas: beneficiamento e empacotamento de cereais, sobretudo feijão e arroz. Com esta estratégia, a empresa espera que seu faturamento passe de R$ 100 milhões, em 2006, para R$ 170 milhões em 2010. Do faturamento de R$ 100 milhões do ano passado, 70% veio das farinhas, 10% das rações, 10% dos óleo e azeites e o restante da distribuição de terceiros e dos grãos. Este ano, com a estrutura ainda antiga, o faturamento deve aumentar apenas 7%. Nos investimentos para mudar o foco, será mantida a tradição de apenas usar recursos próprios. Mas o Gerente de Marketing alerta que o momento econômico é de crescer e que a determinação de não se endividar não pode frear esse crescimento.

Valor Econômico

AVEPAR INVESTE R$ 30 MILHÕES EM ABATEDOURO

Santa Catarina, um dos maiores produtores e exportadores de frangos do País, ganha mais um frigorífico. A AVEPAR, que atua no segmento há 20 anos com a venda de pintos de um dia e aves comerciais, inicia o abate de frangos em sua nova unidade, em Abelardo Luz, Oeste do estado. O proprietário, Celso Mattiolo, investiu mais de R$ 30 milhões no projeto. A previsão de faturamento é de R$ 100 milhões no primeiro ano de atividade e a meta é dobrar a receita em cinco anos. O frigorífico está preparado para abater 10 mil aves por hora e, ao final do primeiro semestre de 2008, serão 160 mil frangos por dia. Em cinco anos, o projeto é de 200 mil animais diariamente. O empreendimento vai gerar mais de 1.500 empregos diretos e 1500 e empregos indiretos. Hoje a AVEPAR é responsável por 1% da produção nacional de pintinhos, são 4,5 milhões por mês. A meta do empresário é de dobrar a participação, para 2% em cinco anos, quando deverá estar produzindo 12 milhões pintos mensalmente.

Gazeta Mercantil

Alimentos

SADIA COMPRA BIG FOODS POR R$ 53,5 MILHÕES

A SADIA divulgou que adquiriu a BIG FOODS INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS LTDA., por R$ 53,5 milhões. A nova controlada fabrica em suas instalações em Tatuí, no interior de São Paulo, produtos industrializados congelados, e o negócio marca a retomada das atividades produtivas da SADIA no Estado. Segundo Welson Teixeira Júnior, Diretor de Relações com Investidores da SADIA, esta aquisição representou uma oportunidade para a empresa avançar no segmento de produtos industrializados de altíssimo valor agregado, o que está entre suas principais diretrizes. A BIG FOODS já fazia sanduíches e pão de queijo para a SADIA, e seu potencial de crescimento, conforme o executivo, é bastante interessante. A nova controlada da SADIA deverá faturar, em 2007, cerca de R$ 100 milhões. Conforme Teixeira, com a sinergia criada a partir da aquisição, inclusive na distribuição, a receita poderá rapidamente subir para R$ 200 milhões por ano.

Valor Econômico

PERDIGÃO VIRA A 17ª MAIOR EM ALIMENTOS DAS AMÉRICAS

A PERDIGÃO avançou para a 17ª colocação no ranking das maiores empresas de alimentos das Américas, com um faturamento de US$ 3,311 bilhões, depois da aquisição da ELEVA. Com o negócio, a empresa, que ocupava o 22º lugar, deslocou a rival SADIA para a 18ª posição. Ainda assim permanece muito distante dos pesos pesados, como as americanas ARCHER DANIELS e KRAFT FOODS, duas primeiras colocadas, com faturamentos acima dos US$ 30 bilhões por ano. Os dados mostram que a SADIA, que era a 17ª colocada, figura agora no ranking atrás da PERDIGÃO/ELEVA, com o faturamento de US$ 3,216 bilhões, uma diferença de aproximadamente US$ 100 milhões. A PERDIGÃO pode avançar ainda mais no ranking, já que o planejamento estratégico da companhia leva em conta a possibilidade de aquisições no Brasil e no exterior, além do chamado crescimento orgânico. "A ambição da PERDIGÃO é ser um dos maiores players mundiais no setor. Levando em conta apenas a América Latina, a PERDIGÃO/ELEVA torna-se a segunda maior empresa de alimentos, atrás apenas da mexicana BIMBO, que fatura US$ 5,886 bilhões ao ano e atua com produtos de panificação e tortilhas.

O Estado de São Paulo

Bebidas & Fumo

CERVEJARIAS INVESTEM NA TEMPORADA DE VERÃO

Uma roda-gigante com 12 metros de altura e tecnologia alemã, que ficará no Forte de Copacabana (RJ) entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro, e a estréia, na semana passada, em bares paulistanos, dos "stand up comedies", aqueles shows rápidos com comediantes em pé e sozinhos diante da platéia, marcam este ano a inovação da temporada de verão de caça ao bebedor de cerveja. A corrida das cervejarias se dá não apenas pelas elevadas temperaturas do período e pela concentração de datas festivas, que favorecem o consumo da bebida. Essa temporada, que se estende por três ou quatro meses, responde por 40% do volume total de cerveja vendido no País. Os quatro maiores fabricantes, AMBEV (68,2% de participação de mercado), SCHINCARIOL (11,8%), PETRÓPOLIS (8,5%) e FEMSA (7,4%), esmeram-se em ações de marketing para disputar a atenção do consumidor em meio a tanta oferta de rótulos nas prateleiras.

O Estado de São Paulo

Comunicação, Publicidade & Propaganda

FISCHER PLANEJA ATUAR EM NOVOS MERCADOS

A REDE FISCHER (GRUPO TOTAL) completa um ano de atuação no mercado português com planos de expansão. Já está entre as dez maiores agências daquele país, base que atende também negócios no mercado espanhol. A operação na Europa vem completar a presença que a FISCHER tem no exterior. Hoje, além destes países, a rede está na Argentina e na Colômbia. Para o próximo ano, o Presidente do GRUPO TOTAL, Eduardo Fischer, diz que a empresa vai atuar em mais um país e que o Brasil deverá receber a operação da MY BRAND, agência sócia em 40% da unidade de Portugal. "O resultado que tivemos em apenas um ano atuando em Portugal é incrível, por se considerar um período de start up", comenta Fischer, ao lembrar que a rede começou a trabalhar no exterior há cinco anos. Já chegou a estar em quatro países da América Latina, com agências próprias e mais três acordos, que no total davam sete operações. A presença em Lisboa é feita por meio de parceria com a empresa chamada MY BRAND, que detém 40% da operação. Este acordo, conta o Presidente, possibilita que a MY BRAND venha ao Brasil em 2008.

Gazeta Mercantil

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

BELEZA LIDERA INVESTIMENTOS DA UNILEVER

A campeã foi SEDA, com verba de R$ 90 milhões, mas ficou abaixo dos R$ 108 milhões de 2006. DOVE, marca mundial da companhia que mais cresce, recebeu R$ 68 milhões. Ambas superaram o todo-poderoso OMO, com verba de R$ 40 milhões. Foram seguidos por ADES, R$ 35 milhões, e o desodorante AXE, com R$ 24 milhões. DOVE, a marca da UNILEVER que mais cresce no mundo e rende à companhia 2,5 bilhões de euros por ano, também teve um reposicionamento importante, acompanhado de uma verba 13% acima do ano passado. O Brasil já é o terceiro maior mercado da marca no mundo, depois dos Estados Unidos e Japão.

Valor Econômico

ATIVUS VAI AMPLIAR A PRODUÇÃO

O laboratório nacional ATIVUS FARMACÊUTICA planeja investir entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões no próximo ano para aumentar em 50% a capacidade produtiva de uma das fábricas. Atualmente, a companhia produz 11 milhões de unidades de produtos por ano em duas fábricas, localizadas em Valinhos e Aguaí, ambas no interior paulista. O Diretor-Superintendente da empresa, Olinto Mascarenhas Marques, disse que o investimento será concentrado em Aguaí, onde são fabricadas hoje 5 milhões de unidades por ano, e será destinado, em especial, para a implantação de uma nova linha de produção de medicamentos genéricos. "Vamos lançar 20 novos produtos neste segmento em 2008", afirmou Marques. Com essa expansão, o portfólio de genéricos subirá para 43 medicamentos e a empresa passará a fabricá-los em ambas as fábricas. A ampliação permitirá ainda que a ATIVUS entre em novos nichos do mercado de genéricos. Conforme Marques, os recursos serão aplicados em ampliação da área industrial, que alcançará 20 mil metros quadrados, ante os 10 mil metros atuais, e também na compra de máquinas e equipamentos para a linha de produção e para o laboratório de controle de qualidade.

Gazeta Mercantil

Máquinas & Equipamentos

JARAGUÁ CRESCE 61% E PLANEJA EXPANSÃO

A expansão dos setores de óleo e gás e petroquímico, principalmente, refletiu positivamente nas vendas da fabricante de bens de capital mecânicos JARAGUÁ EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS, empresa do GRUPO GARCIA com unidades fabris em Itapevi, Osasco e Sorocaba, cidades do interior paulista. A companhia vai encerrar 2007 com receita bruta de R$ 290 milhões, um aumento de 61% em relação aos R$ 180 milhões alcançados no ano passado, informou o seu Vice-Presidente, Cristian Jaty Silva, durante comemoração de 50 anos de fundação da Jaraguá, solenidade que marcou também a conclusão da ampliação da fábrica de Sorocaba. Com investimento de R$ 10 milhões, a empresa ampliou em 30% a capacidade produtiva, em especial, de equipamentos para suprir a demanda das indústrias petroquímicas e de óleo e gás, setores que devem responder este ano por cerca de 60% do faturamento, em comparação aos aproximados 40% de 2006. Jaty Silva observou que as primeiras encomendas de equipamentos já começam a chegar e prevê fechar negócios no começo do próximo ano. Até a construção da nova fábrica, a JARAGUÁ atenderá ao setor de etanol com a capacidade atual. A estimativa é faturar cerca de R$ 100 milhões com a venda de equipamentos para essa área em 2008, em torno de 25% do faturamento total esperado. Em três anos, a expectativa é de R$ 300 milhões anuais.

Gazeta Mercantil

Material de Construção

DECA PODERÁ IR ÀS COMPRAS

A DURATEX trabalha para definir o mais rápido possível qual será a estratégia para ampliar a produção de louças sanitárias, que já opera a 95% da capacidade instalada, segundo o Diretor-Geral da DECA, Raul Penteado. A empresa do grupo ITAÚSA avalia aquisições ou associações que poderiam acelerar a colocação de mais produtos da marca no mercado. Se a decisão for por construir uma nova fábrica seriam necessários de 12 a 18 meses para iniciar a operação. Neste caso, o investimento estimado de R$ 80 milhões visa a garantir uma produção entre 140 mil e 150 mil peças por mês. Em metais sanitários, linha na qual deverá investir R$ 120 milhões em 2007 e 2008, a empresa projeta aumentar em 35% a capacidade de produção. A companhia fabrica 12 milhões de peças por ano de metais e deve crescer 15% em 2007. A nova unidade em Jundiaí, interior paulista, deverá estar pronta em um ano. A empresa aumentou a oferta de produto da DECA nas faixas de preço mais acessíveis com duas novas linhas, aproveitando o crescimento desse nicho de mercado. As louças respondem atualmente por 30% da receita da DECA, de R$ 650 milhões no ano passado. Os metais são responsáveis pela maior parte. No primeiro semestre deste ano, a receita líquida da DECA totalizou R$ 257,8 milhões, valor 18% superior ao apurado em igual período de 2006, com maior volume de expedição de produtos acabados, de maior valor.

Gazeta Mercantil

Papel & Celulose

VCP PLANEJA QUINTUPLICAR VOLUME DE PRODUÇÃO

Quando em outubro passado o grupo VOTORANTIM anunciou investimentos de R$ 25,7 bilhões para os próximos cinco anos, os planos para o setor de papel e celulose projetavam que a produção de celulose da empresa fosse ficar três vezes maior do que o atual. Mas os investimentos nas plantas de Três Lagoas (MS) e Pelotas (RS) escondem uma meta ainda mais ambiciosa: praticamente quintuplicar a produção de celulose da empresa até 2020. Para atingi-la, a VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL (VCP) irá estruturar as duas unidades de forma a poderem receber novos investimentos. Projeto futuro e ainda no papel, a companhia vê a possibilidade de iniciar a produção de novos volumes após 2015. Caso os projetos se tornem viáveis, a capacidade de produção da companhia saltaria das atuais 1,4 milhão de toneladas para 6,5 milhões de toneladas anuais.

Valor Econômico

Química & Petroquímica

BRASKEM PODE INVESTIR NO RS

O Presidente da BRASKEM, José Carlos Grubisich, sinalizou que a empresa escolheu o pólo petroquímico de Triunfo (RS) para construir a unidade do chamado plástico verde, produzido a partir de etanol. Até agora a companhia sustentava que também considerava a possibilidade de levar a unidade para Camaçari (BA), mas Grubisich disse que a BRASKEM está "trabalhando para que o projeto industrial possa ser anunciado no início de 2008 e que Triunfo possa ser a sede e o local deste projeto que é uma ruptura mundial em termos de tecnologia." O projeto consistiria em uma unidade de eteno de etanol com capacidade para até 200 mil toneladas/ano e outra de polietileno para 200 mil toneladas. O investimento é estimado entre US$ 100 milhões e US$ 120 milhões e a previsão é iniciar produção em 2009.

Gazeta Mercantil

NITRO QUÍMICA AMPLIA A PRODUÇÃO PARA EXPORTAR MAIS

A COMPANHIA NITRO QUÍMICA BRASILEIRA, empresa do grupo VOTORANTIM, investirá R$ 35 milhões para ampliar a capacidade de 33 mil para 40 mil toneladas por ano até 2009 a produção de nitrocelulose, principal produto da empresa. O investimento atenderá principalmente o mercado externo, segundo o Diretor Geral da empresa, Fabio Filippos. "No ano passado exportamos cerca de 17 mil toneladas e vamos exportar 22 mil toneladas este ano", disse o executivo. A nitrocelulose, muito usada pela indústria de tinta para impressão, é o produto de maior destaque para a empresa. Os outros produtos da empresa como ácido fluorídrico, fluoreto de alumínio e ácido sulfúricos, mantiveram demandas estáveis ao longo do ano. "A participação da NITRO QUÍMICA no mercado está crescendo mais", disse o executivo. O mercado global de nitrocelulose cresceu, em média, 2,5 % nos últimos anos. A meta é fechar 2007 atendendo 66 países.

Gazeta Mercantil

ALEMÃ LANXESS PERTO DE FECHAR A COMPRA DA PETROFLEX

O grupo alemão LANXESS está negociando a compra da empresa petroquímica brasileira PETROFLEX, por aproximadamente R$ 800 milhões. Ainda restam algumas dúvidas sobre o negócio, mas o Presidente mundial da LANXESS veio ao Brasil com a expectativa de assinar contrato nos próximos dias. A PETROFLEX é a maior fabricante de borracha sintética da América Latina, com um faturamento aproximado de R$ 1,7 bi por ano. Há tempos se fala de uma possível venda da empresa, que era controlada pela SUZANO PETROQUÍMICA, UNIPAR e BRASKEM. Com a recente reestruturação do setor petroquímico, o controle da PETROFLEX passou a ser dividido entre a BRASKEM, com 33,46% das ações, e a UNIPAR, com 16,78%. A LANXESS tenta há meses comprar a PETROFLEX. A LANXESS fatura cerca de US$ 7 bilhões, o equivalente a R$ 12,25 bilhões, por ano. Os controladores brasileiros perderam interesse em manter a PETROFLEX por entender que só fazia sentido produzir borracha sintética em larga escala, o que não poderiam fazer só com a empresa no País. Já a LANXESS tem pressa em crescer e se firmar como empresa independente depois da cisão da BAYER.

O Estado de São Paulo

PIRAMIDAL FUNDE TRÊS DISTRIBUIDORAS DE RESINAS PLÁSTICAS

Depois da consolidação da indústria petroquímica, o grupo PIRAMIDAL, um dos maiores distribuidores de resinas termoplásticas do país, decidiu unificar sua atuação. O grupo, que fatura mais de R$ 350 milhões, está fundindo suas três empresas de distribuição em uma nova companhia. As empresas movimentam aproximadamente 100 mil toneladas de resinas, o que representam quase 20% do volume vendido desta matéria-prima pelas distribuidoras no país. Isso a coloca na posição de liderança na América Latina. O grupo distribui e comercializa as resinas produzidas pela BRASKEM, a maior petroquímica da região. A idéia dos donos da PIRAMIDAL, controlada pelos empresários Wilson Cataldi e Amauri dos Santos, é fazer com que a empresa de distribuição ganhe escala suficiente para ampliar as margens de um produto tido como commodity, sem grandes diferenças de preço. Há duas décadas, Cataldi e Santos deixaram o grupo UNIGEL para fundar uma pequena distribuidora de resinas termoplásticas, usadas na transformação de produtos plásticos, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. A PLÁSTICOS RUTTINO, adquirida por eles em 1998, e a POLIMARKETING TERMOPLÁSTICOS, comprada no ano passado, serão incorporadas pela PIRAMIDAL. Com o desenho dos grandes operadores industriais já definidos, a PIRAMIDAL prevê completar a reestruturação societária em janeiro de 2008. Passada essa fase, a intenção do grupo é olhar as oportunidades de aquisição ou associação com outras distribuidoras em países como Argentina e Chile. O objetivo é acompanhar o crescimento da BRASKEM nestes mercados.

Valor Econômico

Serviços

SALVADOR É PORTA DE ENTRADA DA TENDA PARA LIDERAR NO NORDESTE

A incorporadora de baixa renda TENDA quer avançar no Nordeste do País já no próximo ano, posicionando-se como líder do segmento antes da expansão de concorrentes do Sudeste, de olho na mesma fatia de clientes. Este ano, a empresa vai somar um total de lançamentos de 20 mil unidades habitacionais, sendo 5 mil na capital baiana e cerca de 900 em Pernambuco. "Vamos dobrar a participação do Nordeste nos lançamento em 2008, fazendo da região nosso maior mercado", afirma Henrique Alves Pinto, Presidente da TENDA. Serão cerca de 12 mil unidades na região, do total de 30 mil previstas para lançamento no próximo exercício. Para garantir as metas, a empresa tem negociado franquias (modelo de parceria que utiliza com construtoras locais para execução e supervisão das obras) em Recife e Fortaleza e pode partir para aquisições. A mudança de foco geográfico da empresa foi iniciada há pouco mais de dois anos. Já em 2007 o mercado de origem da TENDA, Minas Gerais, ficará para trás no ranking de participação, tomando o terceiro lugar depois de São Paulo e Rio de Janeiro e Espírito Santo, trabalhados por uma mesma filial.

Gazeta Mercantil

GRUPO VR INGRESSA NO CHILE E CRIA CARTÃO PRÉ-PAGO DE SAÚDE

Capitalizado após a transação com a francesa SODEXHO, o GRUPO VR vai partir para expansão internacional e incluir novos produtos em seu portfólio. Aguardando a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central para transferir a carteira de empresas clientes, que movimenta R$ 4 bilhões ao ano entre vale refeição, alimentação e automóveis. Claudio Szajman, o Presidente do GRUPO VR, tem se debruçado sobre as estratégias para 2008, não só para sua empresa como aportes em outras companhias. O grupo mantém o braço de tecnologia SMARTNET, o BANCO VR e a produtora musical TRAMA ENTRETENIMENTO, mas não deve abandonar o mercado de benefícios. A empresa vai ingressar no setor de saúde em 2008, através de um cartão pré-pago para uso em consultórios e clínicas. Ele ainda faz mistério sobre a operação, já que o piloto começa em meados do próximo ano e não há uma definição sobre que fatia de mercado pode atingir, qual o volume transacionado potencial e quais redes de saúde serão credenciadas. A outra frente de crescimento virá de parceria com a SODEXHO em território chileno, primeiro mercado internacional da VR.

Gazeta Mercantil

ANHANGUERA E LAUREATE ACELERAM RITMO DE AQUISIÇÕES

Os principais grupos consolidadores do mercado de ensino superior privado estão acelerando a conclusão de novas aquisições para expandir sua base de atuação antes do novo ano letivo e disputar a liderança como a maior rede de universidades do País.
A ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPAÇÕES S.A. fechou a compra do CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ (UNIA), que tem 9,8 mil alunos, por R$ 59,95 milhões. Pela primeira vez, a aquisição feita pela ANHANGUERA inclui uma instituição de ensino fundamental, médio e técnico, o COLÉGIO TÉCNICO COMERCIAL SENADOR FLÁQUER S/S LTDA, que tem aproximadamente 800 alunos e foi adquirido por R$ 1,8 milhão. O negócio envolveu também a compra dos imóveis onde estão instalados os campi das universidades e o do colégio. Com a aquisição da UNIA, a ANHANGUERA expande sua atuação para a região do ABC, um dos maiores mercados de ensino superior do País e fortalece sua posição na Grande São Paulo.
Por R$ 10 milhões, a LAUREATE INTERNATIONAL UNIVERSITIES comprou a BUSINESS SCHOOL SÃO PAULO (BSP), escola de negócios fundada em 1995 e a primeira a oferecer o curso de MBA (Master of Business Administration) totalmente em inglês. É a terceira compra da LAUREATE no Brasil. Com a UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI, que passou a integrar sua rede em 2005, e a UNIVERSIDADE POTIGUAR, a instituição norte-americana soma 55 mil alunos. A intenção da empresa é chegar a 100 mil alunos em todo o território nacional. Presente em 17 países, ela conta com 300 mil estudantes na Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul. A exemplo de suas concorrentes, a LAUREATE mantém negociações com várias instituições nacionais. As mais avançadas são com a UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA (UVA), do Rio de Janeiro; e o CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE (UNINORTE), de Manaus; e a UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA (UNAMA), de Belém do Pará.
A SEB - SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO S.A. fez um balanço de suas recentes aquisições. A empresa, que tem sede em Ribeirão Preto, no interior paulista, e atua desde o ensino fundamental até o superior, ampliou seu mercado e entrou em Salvador (BA) com a aquisição de 100% da ITAIGARA EDUCACIONAL LTDA. e da PL EMPREENDIMENTOS EDUCACIONAIS LTDA., com 794 alunos matriculados, e de 95% do capital da ESAMC, com 353 alunos matriculados, por R$ 4,2 milhões. Em Belo Horizonte (MG), comprou a FACULDADE METROPOLITANA, da SOCIEDADE BRASILEIRA DE PROGRAMAÇÃO EDUCACIONAL - SOBRAPE LTDA., com 2.700 alunos matriculados, por R$10 milhões.

Gazeta Mercantil

CNA GARANTE RISCO ZERO AO INVESTIDOR

Para atingir a meta de abertura de 40 unidades em 2008, a rede de escolas de idiomas CNA está apostando em um modelo de negócio, chamado de Risco Zero, que promete devolver ao franqueado o valor inicial aplicado para a abertura da unidade, se em um prazo de dois anos, não tiver retorno do investimento. "Você só paga por uma marca porque quer segurança", justifica o Diretor de Marketing da franquia, Leonardo Cirino. Este ano, depois da adoção do modelo, foram abertas 30 unidades, um incremento de 15%. A estimativa é ter uma rede de 486 até o final de 2008 e entrar nos quatro Estados onde a marca ainda não está: Amapá, Sergipe, Pará e Piauí.

Valor Econômico

OS PLANOS DA XEROX PARA CRESCER NO BRASIL

Superada a mais grave crise já enfrentada em seus mais de 40 anos de vida, a americana XEROX CORPORATION voltou definitivamente ao ringue como um dos mais poderosos players em um mercado global hoje coalhado de concorrentes com o peso de uma HP ou uma EPSON. Presente em todo o mundo com mais de 60 mil funcionários e um faturamento de US$ 15,7 bilhões, a companhia trabalha com metas ousadas para o Brasil, um dos três maiores mercados dessa corporação. A empresa tem ambiciosos objetivos para os três segmentos de negócios nos quais ainda se mantém presente. Quer dobrar o faturamento no Brasil entre 2007 e 2008, das vendas de materiais para escritórios, hoje restritos a equipamentos como multifuncionais e impressoras. No mesmo período, a empresa também quer aumentar 50% a receita com produção gráfica, mercado do qual participa com o fornecimento de equipamentos de última geração para gráficas e empresas especializadas. Menos ousada, a meta para o segmento de prestação de serviços se limita a um crescimento de 10% até 2008. Voltado para grandes clientes corporativos, como bancos, empresas de telecom e prestadoras de serviços, tal segmento deve ser engordado, até o ano que vem, com novos clientes que dependam de tecnologia gráfica para ver a cor do dinheiro impressa em boletos bancários e malas diretas. Nesse grupo, que movimenta US$ 2 bilhões por ano, o Brasil encontra-se na 2ª colocação em termos de negócios para a XEROX mundial. No negócio de equipamentos para escritórios, a empresa quer dobrar o faturamento, no Brasil, entre 2007 e 2008.

Gazeta Mercantil

Telecomunicações & Informática

DATASUL COMPRA BONAGURA, SÉTIMA AQUISIÇÃO EM UM ANO

A catarinense DATASUL, a segunda maior empresa de software de capital nacional, anunciou a sétima aquisição desde sua abertura de capital na metade do ano passado. Desta vez, o objetivo foi reforçar a estratégia de serviços relacionados à tecnologia, coordenada pela unidade DATASUL SERVIÇOS. O anúncio prevê a aquisição dos direitos de propriedade intelectual de softwares, metodologia e processos da BONAGURA, especializada em terceirização de processos de negócios (BPO, sigla para business process outsourcing). "Nós operamos as atividades que não são consideradas as principais das empresas, como a gestão financeira, controladoria e recursos humanos", explica o sócio-fundador da adquirida, Márcio Bonagura. A DATASUL também fechou opção de compra, para janeiro de 2009, para fazer a aquisição de 80% da empresa, realizada pela BONAGURA em 2008. Ela também montou um data center próprio em Joinville, Santa Catarina, com investimentos de R$ 1,5 milhão.

Gazeta Mercantil

ATOS ORIGIN INAUGURA FÁBRICA EM CURITIBA

A ATOS ORIGIN, uma das principais consultorias mundiais em tecnologia da informação, fez a inauguração oficial de seu novo centro de serviços de offshore (terceirização internacional) em Curitiba, com investimentos na ordem de 1 milhão de euros. O centro vai oferecer o desenvolvimento de soluções de tecnologia por meio de fábrica de software, fábrica de testes e terá ainda áreas de negócios voltadas para os setores de telecomunicações, utilities e para empresas que estão em processo de implementação de programas de gestão (ERP) da alemã SAP. Até 2010 a empresa pretende investir um total de 4,5 milhões de euros no projeto na capital paranaense.

Gazeta Mercantil

Têxtil & Couro

COLEÇÕES EXCLUSIVAS DE TÊNIS FAZEM O DIFERENCIAL DA ARTWALK

Se a princípio a idéia de uma loja exclusivamente de tênis "descolados", isto é, de coleções limitadas ou exclusivas incluindo os femininos ALL STAR de paetês, NIKE rendado ou com cardaço de cetim, pode parecer duvidosa quanto ao potencial de crescimento e volume vendas, Salomão Salum tem provado o contrário. Em apenas um ano sua rede ARTWALK totaliza 12 unidades entre São Paulo, Curitiba e Maceió. Aos 23 anos, Salum tem postura e discurso de empresário com décadas de experiência. Enquanto um tio lançou a rede AUTHENTIC FEET no mercado, o pai criou a ARTMANHA, de vestuário e acessórios. Salum participou da administração da AUTHENTIC FEET até 2004. A rede, hoje com 48 lojas sendo 43 franquias, deu o primeiro impulso à ARTWALK. A primeira loja foi aberta há um ano, nas mãos de um franqueado, no paulistano Shopping Ibirapuera. Os franqueados da AUTHENTIC têm preferência na instalação de unidades ARTWALK em endereços comuns. As primeiras três lojas foram assim, daí Salum resolveu abrir uma loja própria e hoje tem três. Segundo ele, a idéia de rede de tênis exclusivos e de coleções limitadas veio do contato com fornecedores. A 12ª unidade da rede será aberta este mês no Shopping Metrô Tatuapé, na capital paulista. Salum diz que há demanda para os produtos exclusivos também em empreendimentos populares. Para 2008, a meta é atingir 20 lojas, com contratos já em negociação em Belo Horizonte e Rio de Janeiro e mais um ponto próprio.

Gazeta Mercantil

Transporte & Logística

VW PREVÊ FABRICAR 800 MIL VEÍCULOS EM 2008

Mesmo com as suas fábricas operando no limite da capacidade, o Presidente da VOLKSWAGEN DO BRASIL , Thomas Schmall, disse que a empresa está preparada para o crescimento no Brasil em 2008, estimado em 15% para o mercado de automóveis e 10% para comerciais leves. A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) projeta um crescimento de 19% para o próximo ano. "Com a ampliação da jornada de trabalho para três turnos e mais contratações será possível produzir 800 mil carros em 2008", afirmou Schmall. Esse volume representará aumento de 16,44% sobre 2007, quando serão fabricados 687 mil carros. Schmall afirmou que toda a indústria automobilística está conseguindo atender o surpreendente crescimento do País porque havia capacidade, com os investimentos feitos 10 anos atrás, não aproveitada devido à retração do mercado doméstico. "A VOLKSWAGEN ampliou em 28% seus investimentos, de R$ 2,5 bilhões para R$ 3,2 bilhões de 2007 até 2011", confirmou o Presidente. Deste total, dois terços serão aplicados em produtos e o restante na adaptação das linhas de montagem das fábricas para ampliar a produção de automóveis e comerciais no próximo ano. A fábrica de Taubaté (SP), que completou o terceiro turno desde maio, com a contratação de 711 funcionários, já recebeu adaptações na linha para produzir a nova família de veículos. "O próximo ano promete ser ainda mais intenso que 2007, pois a VOLKSWAGEN vai lançar no País uma nova família de veículos no primeiro semestre", observou Schmall.

Gazeta Mercantil

HYUNDAI AVALIA INSTALAÇÃO DE MAIS UMA FÁBRICA NO BRASIL

O Presidente da sul-coreana HYUNDAI no Brasil e do grupo CAOA, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, disse que é grande a possibilidade de a montadora instalar uma segunda fábrica no País. A nova unidade vai requerer investimento de US$ 1,2 bilhão e será projetada para ter 80 mil empregos, entre diretos e indiretos. A empresa, que inaugurou em abril uma indústria em Anápolis (GO), vai fechar 2007 com mais de 20 mil veículos vendidos (no ano passado foram 4 mil). O faturamento do grupo, que inclui a montadora e a rede concessionária CAOA, atingirá US$ 4 bilhões neste ano, montante 400% superior a 2006. Para 2008, a meta é dobrar as vendas.

Gazeta Mercantil

PEUGEOT CITROËN LANÇARÁ NOVO CARRO NO PAÍS

A PSA PEUGEOT CITROËN investirá R$ 110 milhões em 2008 para lançar uma nova família de veículos na fábrica do grupo em Porto Real (RJ). A decisão foi anunciada pelo Presidente mundial da montadora francesa, Christian Streiff. Os recursos para o projeto fazem parte do investimento de US$ 500 milhões previstos pela empresa até 2010 para desenvolver novos veículos e ampliar a capacidade de produção de suas fábricas no Brasil e Argentina. Streiff disse que dos US$ 500 milhões a serem investidos nas operações de Brasil e Argentina até 2010, US$ 350 milhões serão para desenvolvimento de produtos e US$ 150 milhões no aumento da capacidade de produção. "Com este investimento, aumentamos a nossa capacidade de produção de 300 mil unidades por ano para 500 mil unidades anuais no Mercosul (em 2010)", disse Streiff. Os R$ 110 milhões (US$ 61,7 milhões) previstos para 2008 no Rio de Janeiro representam 17,6% do total a ser aplicado pelo grupo em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos no Mercosul nos próximos três anos.

Valor Econômico

VOCAL CRESCE COM A VENDA DE SEMIPESADO

Com o mercado de caminhões aquecido, principalmente de modelos pesados, a VOCAL, maior concessionária VOLVO do Brasil, tenta ganhar participação com a venda de veículos semi-pesados, com motorização entre 210 cv e 260 cv. O Diretor Superintendente da empresa, Cláudio Zattar, disse que encerrará o ano com 312 unidades vendidas. Em 2006, a comercialização foi de 86 semi-pesados. "Estamos em linha com a estratégia da montadora, com um foco maior na linha de caminhões semi-pesados. Isso sem deixar de lado os negócios com os caminhões pesados", disse Zattar. Estimativas das montadoras apontam para um total de 100.000 caminhões montados no Brasil, superando o recorde de 1977, quando foram produzidos 90.000. Segundo dados da ANFAVEA, até novembro foram vendidas 26.768 semi-pesados, crescimento de 43,6% em relação ao ano anterior. A VOLVO foi responsável pela venda de 1.723 unidades. No segmento de pesados, a VOCAL deverá fechar o ano com a comercialização de 690 unidades. Em relação ao faturamento, a VOCAL deverá fechar o ano com receitas de R$ 490 milhões.

Gazeta Mercantil


 

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