Sexta-feira, 11/01/2008
Ano VIII – edição 305

Agrobusiness

MINEIRA CEMIL INVESTE PARA ELEVAR SUA PRODUÇÃO E DEVE ENTRAR NO LEITE EM PÓ

Depois de investir em mudanças importantes em 2007, a mineira CEMIL começa o ano com maior capacidade para produção de lácteos e planos de novos aportes. "Em janeiro, vamos começar a produção com novas máquinas", afirma, animado, João Bosco Ferreira, Presidente da COOPERATIVA CENTRAL MINEIRA DE LATICÍNIOS, sediada em Patos de Minas. Até o fim do ano passado, a CEMIL tinha uma capacidade industrial para processar 300 mil litros de leite por dia e, a partir desta semana, poderá beneficiar 480 mil litros. O incremento será possível após a instalação de duas novas máquinas de envase de embalagens longa vida de um litro para lácteos em substituição a quatro máquinas que funcionavam na planta. O investimento foi de US$ 5 milhões. Ferreira informa que a cooperativa é hoje, no Brasil, a única a envasar leite convencional com as embalagens longa vida da SIG. João Bosco Ferreira estima que a CEMIL deve ter um faturamento de R$ 130 milhões em 2007, 13% mais do que no ano anterior.

Valor Econômico

SADIA COMPRA AVÍCOLA POR R$ 60 MILHÕES

A SADIA anunciou a compra da AVÍCOLA INDUSTRIAL BURITI ALEGRE LTDA, A GOIAVES, por R$ 60 milhões. A GOIAVES, localizada em Buriti Alegre (GO), tem capacidade de produção de 100 mil frangos por dia. A estimativa é de que, este ano, seu faturamento seja de cerca de R$ 100 milhões. A SADIA já informou que planeja ampliar a produção na GOIAVES para 200 mil cabeças de frango/dia a partir de 2009, chegando a um faturamento em torno de R$ 270 milhões. A SADIA vai focar em aves e suínos. Com esse objetivo, a SADIA pretende chegar ao próximo ano com capacidade de abate de 6 mil cabeças por dia. A empresa possui 13 unidades industriais, duas unidades agropecuárias e centros de distribuição em sete Estados, num total de 49 mil funcionários. No exterior, tem representações comerciais em 11 países. Em outubro, quando a PERDIGÃO acertou a compra da ELEVA, avançou para a 17ª colocação no ranking das maiores empresas de alimentos das Américas, com um faturamento de US$ 3,3 bilhões. Com isso, deslocou a rival SADIA para a 18ª posição e faturamento de US$ 3,2 bilhões. Agora, cada aquisição pode representar uma nova mudança no ranking. Ambas permanecem atrás das americanas ARCHER DANIELS e KRAFT FOODS, com faturamentos acima dos US$ 30 bilhões por ano.

O Estado de São Paulo

AURORA INVESTE R$ 100 MILHÕES NA MODERNIZAÇÃO DE UNIDADES

A COOPERCENTRAL AURORA (AURORA ALIMENTOS) iniciou o ano de 2008 disposta a se modernizar. A empresa pretende investir este ano R$ 100 milhões, sendo R$ 45 milhões em um empreendimento de rações. O Presidente da AURORA, Mário Lanznaster, afirma que, com os aportes, a empresa poderá "caminhar com as próprias pernas", uma vez que poderá atuar em segmentos em que antes precisava de parceiros, como lácteos e bovinos. O mais novo investimento da empresa é a construção de uma fábrica de rações. Atualmente, a AURORA já tem três unidades que, juntas, produzem 60 mil toneladas por mês. Lanznaster explica que a nova unidade não ampliará a produção, mas barateará os custos. De acordo com o Presidente da AURORA, a nova fábrica estará em um local mais adequado, de modo a evitar despesas em logística. A idéia, segundo Lanznaster é que em oito anos de economia com logística a fábrica esteja totalmente paga. Posteriormente, a AURORA pretende construir outra unidade de rações, mais moderna, em Chapecó, substituindo a existente, que tem quase 40 anos. Atualmente cerca de 20% da produção da AURORA é comercializada com o exterior, são 14 mil cabeças de suínos por dia e outros 415 mil frangos diariamente, que totalizam um faturamento mensal de R$ 185 milhões.

Gazeta Mercantil

Alimentos

VILMA AUMENTA LINHA DE MACARRÃO INSTANTÂNEO

A mineira VILMA ALIMENTOS planeja crescer no mercado de macarrão instantâneo em 2008. A alta nas vendas registrada pelo segmento nos últimos anos, que passaram de 94 mil toneladas em 2000, para 145 mil toneladas em 2007, 54% a mais chamou a atenção da empresa, segundo Cezar Tavares, Vice-Presidente. Dessa maneira, a linha de instantâneos será ampliada de quatro para sete tipos diferentes, e a expectativa é que esse produto represente 3,6% do faturamento da divisão de massas, atualmente representa menos de 1%. A divisão responde atualmente por 33% do faturamento total da empresa estimado em R$ 375 milhões este ano, ante os R$ 355 milhões de 2007, alta de 5,6%.

Gazeta Mercantil

Bebidas & Fumo

COLORADO APOSTA EM PRODUTOS ESPECIAIS PARA DIVERSIFICAR-SE

Dez anos depois que a ANTARCTICA deixou de produzir cerveja e chope em Ribeirão Preto, no interior do Estado de São Paulo, a cidade conhecida como a capital nacional do chope volta a ter uma cerveja engarrafada localmente. A CERVEJARIA COLORADO, que há onze anos produz chope na cidade, colocou em prática em dezembro último os planos de fabricar cerveja. Investiu nos processos de pasteurização e engarrafamento de sua linha de produção e lança no mercado três cervejas especiais: Cauim, Appia e Índica. "A idéia é produzirmos cervejas premium, de sabores exóticos e com algum ingrediente regional, como acontece com as três cervejas já lançadas pela COLORADO", afirma o proprietário da cervejaria, o empresário Marcelo Carneiro, que já havia investido R$ 1,5 milhão na empresa. A COLORADO opera próximo da capacidade máxima, que é de 45 mil litros por mês, sendo 12 mil litros para a produção de 20 mil garrafas mensais. Com mais investimento, é possível triplicar a capacidade.

Gazeta Mercantil

FRANQUIA FORTALECE AMBEV NO VAREJO

A AMBEV resolveu levar o varejo para dentro de casa e controlar o mais de perto possível os pontos-de-venda. Colocou sua agressividade típica na até então morna operação de franquias e acelerou o passo para fazer do chope BRAHMA uma marca onipresente. De sofisticados shoppings e complexos de cinema até rodoviárias, estações de trem, metrô, aeroportos, supermercados e na beira da praia, a ambição é colocar a marca onde houver gente. No fim de 2003, a empresa criou o conceito BRAHMA EXPRESS, lojas que oferecem tudo para quem quer montar uma festa em casa. A área era tocada de forma tímida até que em agosto de 2007 ganhou uma diretoria e equipes próprias. Sob o título de desenvolvimento de novos negócios, a área saltou de 25 operações em 2005 para 315 no fim do ano passado, em 19 estados brasileiros. A expansão também foi motivada pela mudança de perfil do negócio. Com esse modelo enxuto, a AMBEV deixou de se limitar aos shoppings e lojas de rua. Desde que criou a nova diretoria, a AMBEV acelerou as parcerias. Acaba de fechar contrato com a rede de cinemas UCI, vai testar pelo menos dois carrinhos no aeroporto de Guarulhos e negociou com a ORLA NOVA RIO a instalação de 30 quiosques até o fim de 2008. Com a expansão de 2007, a AMBEV já está entre as cinco maiores franqueadoras do Brasil, ao lado de nomes como MCDONALD'S e BOB'S.

Valor Econômico

Eletrodomésticos

ELECTROLUX APROXIMA-SE DA AMÉRICA LATINA

Ruy Hieschheimer, Presidente da ELECTROLUX no Brasil e América Latina, vai opinar nas diretrizes estratégicas da multinacional sueca. O Brasil é o país de maior peso dentro da América Latina, que responde atualmente por 10% dos negócios do grupo. Além da América Latina, a região Ásia-Pacífico também passa a integrar o comitê da matriz, prova da importância dos países emergentes na segunda maior fabricante mundial de eletrodomésticos, que faturou US$ 15,5 bilhões em 2006. "Isso mostra o aumento do foco e do interesse da companhia pela América Latina e os emergentes em geral", diz Hieschheimer, que passa a se reportar diretamente ao CEO mundial, Hans Straberg. Com o aquecimento da economia e o impulso do próprio mercado de eletroeletrônicos, a ELECTROLUX tem registrado no Brasil uma taxa de crescimento anual acima de 20% nos últimos dois anos. Em 1999, a empresa vendeu 1,4 milhão de unidades. Em 2007, ultrapassou quatro milhões de unidades.

Valor Econômico

Eletroeletrônicos

LG PREVÊ VENDER O DOBRO DE TELA PLANA

A LG ELECTRONICS INC., segunda maior fabricante de eletrônicos da Coréia do Sul, prevê que as vendas de televisores de tela plana quase dobrarão este ano, passando a 17 milhões de aparelhos devido à demanda por televisores com telas maiores. As vendas de aparelhos com tela de cristal líquido (LCD) aumentarão para 14 milhões este ano e as dos modelos com tela de plasma crescerão para 3 milhões de aparelhos, disse a LG. A LG comercializou cerca de 7 milhões de aparelhos de LCD e 2 milhões de televisores com tela de plasma em 2007, disse Kim Ji Hey, porta-voz da empresa. A LG pretende se concentrar nas vendas de aparelhos de tela plana com monitores de pelo menos 40 polegadas para atender à demanda por aparelhos maiores. As vendas do terceiro trimestre de 2007 da LG subiram 11,8%, totalizando US$10,680 bilhões. O lucro operacional foi de US$ 390 milhões.

Gazeta Mercantil

Financeiro

NOVO BANCO TOYOTA

Especializada em gestão de marcas, a SART DREAMAKER venceu a concorrência de Branding do BANCO TOYOTA e será responsável por conduzir o processo de mudança da imagem corporativa da instituição no mercado brasileiro. O projeto tem o objetivo de fortalecer e enraizar os valores da marca em todos os pontos de contato, além de promover um alinhamento da estratégia nacional com a estratégia regional Américas da marca TOYOTA FINANCIAL SERVICES, e será conduzido por uma equipe multidisciplinar composta por profissionais da agência e do cliente.

Gazeta Mercantil

Máquinas & Equipamentos

EXPECTATIVA É MANTER CICLO DE EXPANSÃO EM 2008

A SOTREQ, maior revendedora de equipamentos da americana CATERPILLAR DO BRASIL, começa o ano com a perspectiva de alcançar, pela primeira vez na história, um ciclo de quatro anos de crescimento. A empresa, que atingiu R$ 2,2 bilhões em vendas no ano passado, prevê um 2008 com vendas 20% superiores. Em meio a um processo de redefinição de foco, que visa a atingir um número maior de clientes com a venda de produtos mais baratos, a empresa espera alcançar resultados melhores que os obtidos em 2006, o melhor ano de sua história. O Presidente da SOTREQ, Carl Alfred Orberg, atribui as boas perspectivas de 2008 aos investimentos em setores como mineração e construção civil e ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado ano passado pelo governo. Responsáveis por 80% do faturamento da companhia, os dois setores deverão demandar equipamentos na esteira principalmente dos investimentos da COMPANHIA VALE DO RIO DOCE e do programa de privatização das rodovias federais, licitadas no fim do ano passado.

Gazeta Mercantil

Material de Construção

HOLCIM FECHA 2007 COM ALTA DE 12,5% NA PRODUÇÃO DE CIMENTO

A companhia suíça HOLCIM, uma das maiores cimenteiras do mundo e que tem planos de investir quase R$ 2 bilhões no Brasil nos próximos três anos, informou que suas fábricas brasileiras encerraram 2007 com um volume de produção de 3,6 milhões de toneladas de cimento, um aumento de 12,5% em comparação às 3,2 milhões de 2006, quando o crescimento ficou em torno de 10%. A expansão está sendo puxada pela forte demanda da construção, em especial, do mercado imobiliário, disse o Diretor Comercial e de Relações Exteriores da subsidiária brasileira, Carlos Eduardo Garrocho de Almeida. O executivo ainda não tem computado o impacto da maior produção no faturamento de 2007. Em 2006, a companhia faturou R$ 863 milhões no Brasil. A subsidiária já conseguiu aprovação da matriz para um dos seus três projetos de expansão. Um deles, de R$ 1,2 bilhão, envolve uma nova unidade de produção de cimento e já está em estudo de viabilidade. A autorização da matriz é esperada para meados do próximo ano, segundo Almeida. Com atuação concentrada na região Sudeste, esse plano poderá permitir que a cimenteira amplie suas vendas para outras regiões, a fim de aproveitar a expansão econômica de estados do Centro-Oeste ou do Nordeste.

Gazeta Mercantil

Papel & Celulose

KLABIN ESPERA RECEITA DE US$ 1,7 BI EM 2008

A KLABIN, indústria verticalizada na produção de celulose e de papéis especiais para embalagens, começa em 2008 a colher os resultados de um investimento de US$ 2 bilhões em sua nova máquina de papel no pólo de produção de Telêmaco Borba (PR). A capacidade de produção de papéis da empresa passará de 1,6 milhão para 2 milhões de toneladas anuais e, já em 2008, o faturamento da empresa chegará a US$ 1,7 bilhão. O faturamento da KLABIN em 2007, não divulgado pela empresa, pode chegar a US$ 1,4 bilhão, o que seria já um aumento superior a 5% em relação a 2006. Segundo o Diretor Geral da KLABIN, Miguel Sampol, a empresa pretende colher os resultados do forte investimento em Monte Alegre já em 2008. "Esperamos alcançar 80% do potencial de produção da nova máquina já em 2008", disse.

Gazeta Mercantil

Química & Petroquímica

BRASKEM CRIA NOVO PLÁSTICO

Até agora a resina de polipropileno era destinada basicamente para a fabricação de autopeças. Mas a BRASKEM, uma das maiores fabricantes brasileiras dessa resina, quer romper a fronteira do uso desse plástico e conquistar novos mercados para o polipropileno que fabrica. A empresa desenvolveu, e lançará no começo deste ano, um polipropileno inédito no Brasil: transparente, os atuais são escuros, usados para fabricação de pára-lamas, por exemplo, e com maior rigidez, ele disputará novos nichos no setor de autopeças com outros tipos de plásticos utilizados dentro de automóveis, e também o mercado de eletroeletrônicos. O produto pode substituir visores feitos de plástico ou vidro em equipamentos desses setores e também pode ser utilizado na confecção de embalagens para cosméticos, entre outros. Se computadas somente as vendas para esses mercados, o potencial é de US$ 25 milhões por ano, disse o Diretor do Negócio Polipropileno da BRASKEM, Rui Chammas. Entretanto, a companhia quer ir além. Planeja vender sua nova resina para transformadores que produzem, por exemplo, estruturas de eletroportáteis e de eletroeletrônicos. A BRASKEM já vem anunciando desde sua criação, em 2002, que quer dar cada vez maior valor agregado à suas resinas e ganhar mercado dentro e fora do País. No Brasil, a demanda pelas três principais resinas, somando as vendas de PVC, além de polipropileno e polietileno, foi de 4 milhões de toneladas em 2007 e deverá chegar a 4,8 milhões até 2010.

Gazeta Mercantil

M. CASSAB ADQUIRE FÁBRICA DA CARGILL

A brasileira M. CASSAB anunciou a compra da fábrica da CARGILL NUTRIÇÃO ANIMAL em Cascavel, no oeste do Paraná. É a segunda unidade desse segmento que a multinacional vende em menos de um mês. A divisão de nutrição animal da CARGILL informou que vai concentrar seus investimentos e operações em apenas quatro unidades: Paulínia (SP), Inhumas (GO), São Lourenço da Mata (PE) e Canoas (RS). A decisão de concentrar seus negócios reflete a estratégia mundial para a marca Purina. A americana CARGILL atua nesse segmento desde 2001, a partir da aquisição da AGRIBRANDS INTERNATIONAL, por US$ 580 milhões, que comercializa as marcas de ração animal Purina e Checkerboard. Para a M. CASSAB, a aquisição é considerada estratégica. Segundo Modesto Moreira, Diretor de Operações da Divisão de Tecnologia Animal do grupo, a companhia busca a liderança nesse segmento de pré-misturas e suplementos vitamínicos nas cadeias bovinas e suínas. Com faturamento de US$ 220 milhões, a divisão de tecnologia animal do grupo responde por cerca de 30% do negócio da M. CASSAB. Com a nova unidade, a companhia amplia em 50% sua capacidade de produção de premix (pré-mistura de minerais e vitaminas usada na composição de rações animais).

Valor Econômico

SAINT-GOBAIN AMPLIA A PRODUÇÃO DE ABRASIVOS

A SAINT-GOBAIN ABRASIVOS acaba de finalizar um investimento de R$ 150 milhões no País, que dobrou sua capacidade de produção de discos (serras) para atender à demanda que começa a crescer, concomitantemente com a expansão industrial nos países latinos. "Fechamos 2007 com crescimento de faturamento de 10%, em um ano que só começou a aquecer no segundo semestre", disse o Vice-Presidente mundial de discos abrasivos da SAINT-GOBAIN, Aleixo Raia Falci. O executivo não divulga os números de Brasil. A empresa faturou no mundo € 42 bilhões em 2006, dos quais a área de abrasivos e afins (materiais de performance) representou 12%. Para 2007 prevê um faturamento mundial de € 44 bilhões. A empresa não revela os números no Brasil, mas o faturamento do grupo na área de materiais de performance no mercado latino-americano foi de € 3,6 bilhões até setembro de 2007. No Brasil, a companhia mantém sete fábricas de abrasivos e produtos afins como adesivos, plásticos especiais e cerâmicas. Elas exportam 25% da produção e a tendência é que o País como plataforma de exportação amplie a atuação. "Devemos crescer assim nos próximos anos", disse. A empresa é líder em abrasivos no Brasil.

Gazeta Mercantil

Serviços

XEROX MUDA LOGOMARCA PARA RENOVAR IMAGEM

Após ultrapassar longo período de crise e profundo processo de reestruturação, a XEROX resolveu renovar a imagem. Anunciou mundialmente a mudança da logomarca que era adotada há sete anos. Agora, o nome XEROX utiliza um vermelho mais intenso e pela primeira vez está aliado a um símbolo, uma pequena circunferência que busca passar a mensagem de "uma empresa conectada, leve, dinâmica, mais rápida", explica o Diretor de Marketing da subsidiária brasileira Fábio Neves. A companhia já iniciou a mudança da logomarca no site e ainda neste primeiro trimestre dá partida a uma nova campanha publicitária no Brasil e no exterior. A companhia também vem ampliando os canais de vendas, entrando no grande varejo. A XEROX DO BRASIL saiu de 278 canais, em 2006, para quase mil em 2007.

Valor Econômico

TERCO CRESCE 50%

Impulsionado pelo grande número de empresas que ingressaram no mercado de capitais, o faturamento da TERCO GRANT THORNTON, empresa de auditoria e consultoria, cresceu 50% acima de 2006, chegando a R$ 80 milhões. Entre as empresas assessoradas por ela estão as construtoras AGRA, JHSF, FRIBOI e a AMIL. Para 2008, a auditoria prevê atender 20% a mais de empresas do que este ano.

Valor Econômico

VIVENDA DO CAMARÃO

A VIVENDA DO CAMARÃO cresceu 25% em 2007, ano em que inaugurou 13 lojas e conquistou novas praças, como Campo Grande, Salvador e Dourados. Hoje com cerca de 70 lojas a rede atende uma média de 500 mil consumidores mensalmente. Em 2008, a expectativa é de abertura de mais 15 restaurantes e, até 2010, a empresa espera atingir a marca de 100 unidades.

Gazeta Mercantil

Telecomunicações & Informática

METASYS VENCE DOIS GRANDES LEILÕES EM 2007

A empresa de software INTERNATIONAL SYST, genuinamente mineira apesar do nome, venceu em oferta com a fabricante de computadores POSITIVO INFORMÁTICA, no último dia 19 de dezembro, a licitação para o fornecimento do sistema operacional de 150 mil notebooks que o Ministério da Educação vai utilizar experimentalmente em 300 escolas em 2008. Em outubro, a empresa também vencera a licitação para o fornecimento dos mesmos equipamentos para os 4,5 mil kits de telecentros de inclusão digital, que o Ministério das Comunicações vai instalar em todos os municípios brasileiros. E desde 2004 fornece os sistemas operacionais de todos os computadores e servidores instalados nas quatro mil escolas de ensino fundamental de Minas Gerais. Decorrente dessas vitórias, deve apresentar receita de R$ 11 milhões, em 2007. Animada com as vitórias, a INTERNATIONAL SYST hoje se apresenta como METASYS, o nome de fantasia do seu sistema operacional que, na prática, funciona como um conjunto de camadas de software depositados sobre sistema operacional Linux, que é de código aberto.

Gazeta Mercantil

DATASUL COMPRA GENS, DE SOFTWARE PARA SAÚDE

A fabricante de sistemas de gestão brasileira DATASUL anunciou a compra da GENS, empresa de software para clínicas, consultórios, hospitais, "homecare" e também para saúde ocupacional. A aquisição é a oitava feita pela empresa catarinense desde que abriu capital na metade de 2006. De todas elas, consiste na segunda compra de fornecedora de software voltada para o segmento de saúde, um dos mais desejados pelas fabricantes de ERP que buscam o fortalecimento junto ao mercado de pequenas e médias empresas. Em 2007, ela comprou a INFORMENGE e inaugurou a divisão DATASUL SAÚDE. Mas antes mesmo de começar a negociar suas ações na Bovespa, a catarinense moveu-se para o setor de saúde, ao adquirir, em 2005, a gaúcha DZSET. A GENS conta com uma equipe de 80 profissionais e faturou nos últimos 12 meses cerca de R$ 6 milhões, sendo 75% representado por receitas recorrentes e novas licenças de uso.

Gazeta Mercantil

GRUPO TOTVS UNIFICA AS OPERAÇÕES SOB UMA MARCA

O grupo TOTVS anunciou a unificação de todas as suas operações sob uma mesma marca. Desde 2005, quando a paulistana MICROSIGA adquiriu e integrou a rival LOGOCENTER, a companhia mantinha as marcas sob pilares com o nome de cada uma das principais empresas-membro: MICROSIGA, LOGOCENTER e, depois, RM SISTEMAS. A unificação era esperada, uma vez que as três são fornecedoras de sistemas de gestão corporativa. Segundo o Presidente do grupo, Laércio Cosentino, as marcas serão atreladas apenas aos produtos, MICROSIGA PROTHEUS, LOGOCENTER LOGIX e RM CORPORE. Todas as operações ficarão debaixo da marca TOTVS. Cosentino justifica a separação das marcas das três principais empresas como uma maneira de sedimentação o grupo no mercado. "Queríamos a confiança da indústria, mostrando que os produtos não iam desaparecer", diz. Para ele, um dos principais desafios numa fusão é manter ex-empreendedores como funcionários.

Gazeta Mercantil

HP CRESCE 35% NO BRASIL, APÓS COMPLETAR 40 ANOS AQUI

A americana HP alcançou em 2007 crescimento de 35% em relação a 2006 na receita do Brasil, onde acaba de completar 40 anos de operação. No ano em que superou a IBM como a maior empresa global do setor de tecnologia da informação e se consolidou como a de maiores vendas de computadores pessoais, posição que retomou da DELL, a HP conseguiu resultado acima da média do mercado no Brasil, que vem ganhando visibilidade junto à matriz, a ponto de se discutir a possibilidade de aquisições locais, conforme comenta o Presidente e Diretor Geral no País, Mario Ansoloni. "Crescemos 2,5 vezes acima do mercado brasileiro", afirma. Contabilizando o crescimento superior no Brasil e a expectativa de que o País seja o nono em termos de consumo de TI em todo o mundo em 2010, a empresa observa oportunidades de compras aqui. O crescimento mundial da HP foi de 14% em 2007, ultrapassando pela primeira vez os US$ 100 bilhões em faturamento, no que tornou a empresa a maior do setor. Ela fechou o ano com US$ 104,3 bilhões.

Gazeta Mercantil

Transporte & Logística

IVECO AUMENTA EM 60% AS VENDAS DE CAMINHÕES EM 2007

A IVECO fechou 2007 com 5,7 mil caminhões vendidos no mercado brasileiro. É o melhor volume da história da empresa e representa um crescimento de 60% sobre 2006, o dobro do índice registrado pelo mercado, que teve uma expansão de 30%. "Além da nova família de veículos, o grande impulso nas vendas deve-se também à qualidade dos produtos, que têm baixo consumo de combustível, custo reduzido de manutenção, disponibilidade de peças para evitar que o veículo fique muito tempo parado na oficina", disse Alcides Cavalcanti, Diretor Comercial da IVECO, destacando, ainda "os grandes clientes que voltaram a comprar os caminhões da empresa". Um dos exemplos de fidelidade à marca é da GAFOR LOGÍSTICA, que comprou 150 unidades de vários modelos de caminhões da IVECO. Com a nova aquisição, a empresa de logística eleva de 5% para 35% a participação dos veículos IVECO na sua frota. O negócio com a GAFOR representa a segunda maior venda da montadora neste ano. Lançado em outubro de 2007, o caminhão Stralis vendeu 1 mil unidades e a IVECO já fechou para 2008 mais 1,5 mil unidades deste modelo. Com 5,3% de participação no mercado brasileiro, a IVECO se prepara para crescer em 2008. Dos R$ 375 milhões que serão investidos pela empresa na América Latina nos próximos três anos, a maior parte será destinada ao Brasil, para a ampliar a fábrica de Sete Lagoas (MG) e em novos produtos.

Gazeta Mercantil

WEG INVESTIRÁ R$ 520 MILHÕES

A WEG vai investir R$ 520 milhões em 2008 na ampliação e modernização de parques fabris do Brasil e do exterior, segundo o novo Diretor-Presidente da empresa, Harry Schmelzer Jr.. O montante é recorde na história da companhia, que fechou 2007 com investimento superior a R$ 300 milhões. Os recursos provêm do reinvestimento da geração interna de caixa e de financiamentos com agências de desenvolvimento, como do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Schmelzer disse que com base nas premissas macroeconômicas e do mercado de atuação, a receita bruta consolidada deverá atingir em 2008 taxa de crescimento de 20% em relação a 2007. No ano passado, a empresa fechou o exercício com faturamento superior a R$ 4 bilhões.

Gazeta Mercantil

MERCEDEZ BATE NOVO RECORDE EM ÔNIBUS

A MERCEDES-BENZ fechou 2007 com a liderança no mercado de caminhões e um recorde histórico nas vendas de ônibus no País. Ao todo foram comercializados 31 mil caminhões da marca, 7.800 unidades de modelos pesados, o que garantirá 31% de participação sobre o volume total da indústria, que fechou o ano com volume histórico de 100 mil unidades. A montadora calcula que mais de 12 mil ônibus MERCEDES-BENZ foram vendidos no ano passado, confirmando assim a liderança histórica da marca neste segmento e 52% de participação. O mercado brasileiro comercializou 24.100 unidades em 2007, estabelecendo um novo recorde de vendas. Segundo a montadora, dos quase 400 mil veículos que circulam no País, 70% são MERCEDES-BENZ.

O Estado de São Paulo

VW CRESCE NO MUNDO

O grupo automobilístico alemão VOLKSWAGEN vendeu até novembro de 2007 o número recorde de 5,68 milhões de veículos no mundo todo, 8,5% mais que no mesmo período de 2006. O consórcio informou que as entregas na Europa subiram de janeiro a novembro 2,7%, para 3,31 milhões de unidades, frente aos primeiros 11 meses do ano passado, embora tenha contabilizado um retrocesso na Alemanha de 4,1%, para 963.300. Na América do Sul, a VOLKSWAGEN vendeu entre janeiro e novembro de 2007 31,1% mais que nos mesmos meses de 2006, com 667.700 entregas, delas 529.100 unidades no Brasil, 34% mais. De janeiro a novembro de 2007 a VOLKSWAGEN entregou 3,37 milhões de veículos da marca de VW no mundo, volume 8,8% maior que no mesmo período do ano passado, enquanto sua filial de veículos de luxo Audi aumentou suas vendas no mesmo período em 7,3%, para 893.600 unidades.

Gazeta Mercantil

HYUNDAI TERÁ FÁBRICA DE CARROS NO BRASIL

O Brasil começa o ano de 2008 com o anúncio de uma nova fábrica de carros. Além da unidade de Anápolis (GO), em parceria com o grupo Brasileiro CAOA, a coreana HYUNDAI MOTOR terá outra unidade no País com capacidade de produção de 100 mil automóveis por ano. A fábrica provavelmente iniciará as operações em 2010. O Vice-Presidente mundial da HYUNDAI MOTOR, Kim Dong-Jin disse que a fábrica brasileira está inserida no programa de aumento da capacidade de produção fora da Coréia. A nova fábrica brasileira da HYUNDAI será construída em parceria com a controlada KIA MOTOR. As duas marcas produziram no mundo, em 2006, um total de 3,843 milhões de veículos. Na primeira quinzena de dezembro o Presidente do grupo CAOA, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, disse que a HYUNDAI estava avaliando investimento de US$ 1,2 bilhão numa segunda fábrica no Brasil. Segundo ele, a decisão seria tomada em 2008, o que agora está se confirmando.

Gazeta Mercantil

Varejo

GBARBOSA DOBRA ESTRUTURA PARA ACELERAR VENDAS

A rede de supermercados GBARBOSA prefere não entrar em detalhes sobre seus projetos de expansão, mas investiu recentemente R$ 60 milhões na ampliação de suas centrais de distribuição e de apoio administrativo, localizadas agora nas proximidades de Aracaju, capital de Sergipe, Estado natal da empresa. Embora o investimento se justifique pelo forte incremento nas vendas registrado pela rede nos últimos anos, também já dá pistas dos planos de expansão do CENCOSUD, grupo chileno de varejo que adquiriu o GBARBOSA em novembro de 2007. Nadja Mattos, Diretora de Recursos Humanos e Assuntos Corporativos do GBARBOSA, conta que a estrutura antiga das centrais ficou pequena depois das aberturas de lojas e aquisição de outras empresas ocorridas nos últimos três anos. Observa, também, que a nova central de distribuição, que passou de 76 mil para 140 mil metros quadrados, facilitará o abastecimento de futuras lojas. Segundo a executiva, mesmo as unidades fora de Sergipe, como as da Bahia e Alagoas, também serão beneficiadas pelos investimentos. O forte crescimento do faturamento, que, nos últimos quatro anos ficou na casa dos 20%, e a chegada dos chilenos impôs a necessidade de uma reestruturação na parte administrativa. Há quatro anos, o GBARBOSA empregava 5,5 mil pessoas. Hoje, são 9,2 mil.

Valor Econômico


 

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