Agrobusiness
MINEIRA
CEMIL INVESTE PARA
ELEVAR SUA PRODUÇÃO
E DEVE ENTRAR NO
LEITE EM PÓ
Depois
de investir em mudanças
importantes em 2007,
a mineira CEMIL
começa o
ano com maior capacidade
para produção
de lácteos
e planos de novos
aportes. "Em
janeiro, vamos começar
a produção
com novas máquinas",
afirma, animado,
João Bosco
Ferreira, Presidente
da COOPERATIVA CENTRAL
MINEIRA DE LATICÍNIOS,
sediada em Patos
de Minas. Até
o fim do ano passado,
a CEMIL tinha uma
capacidade industrial
para processar 300
mil litros de leite
por dia e, a partir
desta semana, poderá
beneficiar 480 mil
litros. O incremento
será possível
após a instalação
de duas novas máquinas
de envase de embalagens
longa vida de um
litro para lácteos
em substituição
a quatro máquinas
que funcionavam
na planta. O investimento
foi de US$ 5 milhões.
Ferreira informa
que a cooperativa
é hoje, no
Brasil, a única
a envasar leite
convencional com
as embalagens longa
vida da SIG. João
Bosco Ferreira estima
que a CEMIL deve
ter um faturamento
de R$ 130 milhões
em 2007, 13% mais
do que no ano anterior.
Valor
Econômico
SADIA
COMPRA AVÍCOLA
POR R$ 60 MILHÕES
A
SADIA
anunciou a compra
da AVÍCOLA
INDUSTRIAL BURITI
ALEGRE LTDA, A GOIAVES,
por R$ 60 milhões.
A GOIAVES, localizada
em Buriti Alegre
(GO), tem capacidade
de produção
de 100 mil frangos
por dia. A estimativa
é de que,
este ano, seu faturamento
seja de cerca de
R$ 100 milhões.
A SADIA já
informou que planeja
ampliar a produção
na GOIAVES para
200 mil cabeças
de frango/dia a
partir de 2009,
chegando a um faturamento
em torno de R$ 270
milhões.
A SADIA vai focar
em aves e suínos.
Com esse objetivo,
a SADIA pretende
chegar ao próximo
ano com capacidade
de abate de 6 mil
cabeças por
dia. A empresa possui
13 unidades industriais,
duas unidades agropecuárias
e centros de distribuição
em sete Estados,
num total de 49
mil funcionários.
No exterior, tem
representações
comerciais em 11
países. Em
outubro, quando
a PERDIGÃO
acertou a compra
da ELEVA, avançou
para a 17ª
colocação
no ranking das maiores
empresas de alimentos
das Américas,
com um faturamento
de US$ 3,3 bilhões.
Com isso, deslocou
a rival SADIA para
a 18ª posição
e faturamento de
US$ 3,2 bilhões.
Agora, cada aquisição
pode representar
uma nova mudança
no ranking. Ambas
permanecem atrás
das americanas ARCHER
DANIELS e KRAFT
FOODS, com faturamentos
acima dos US$ 30
bilhões por
ano.
O
Estado de São
Paulo
AURORA
INVESTE R$ 100 MILHÕES
NA MODERNIZAÇÃO
DE UNIDADES
A
COOPERCENTRAL AURORA
(AURORA
ALIMENTOS) iniciou
o ano de 2008 disposta
a se modernizar.
A empresa pretende
investir este ano
R$ 100 milhões,
sendo R$ 45 milhões
em um empreendimento
de rações.
O Presidente da
AURORA, Mário
Lanznaster, afirma
que, com os aportes,
a empresa poderá
"caminhar com
as próprias
pernas", uma
vez que poderá
atuar em segmentos
em que antes precisava
de parceiros, como
lácteos e
bovinos. O mais
novo investimento
da empresa é
a construção
de uma fábrica
de rações.
Atualmente, a AURORA
já tem três
unidades que, juntas,
produzem 60 mil
toneladas por mês.
Lanznaster explica
que a nova unidade
não ampliará
a produção,
mas barateará
os custos. De acordo
com o Presidente
da AURORA, a nova
fábrica estará
em um local mais
adequado, de modo
a evitar despesas
em logística.
A idéia,
segundo Lanznaster
é que em
oito anos de economia
com logística
a fábrica
esteja totalmente
paga. Posteriormente,
a AURORA pretende
construir outra
unidade de rações,
mais moderna, em
Chapecó,
substituindo a existente,
que tem quase 40
anos. Atualmente
cerca de 20% da
produção
da AURORA é
comercializada com
o exterior, são
14 mil cabeças
de suínos
por dia e outros
415 mil frangos
diariamente, que
totalizam um faturamento
mensal de R$ 185
milhões.
Gazeta
Mercantil
Alimentos
VILMA
AUMENTA LINHA DE
MACARRÃO
INSTANTÂNEO
A
mineira VILMA
ALIMENTOS planeja
crescer no mercado
de macarrão
instantâneo
em 2008. A alta
nas vendas registrada
pelo segmento nos
últimos anos,
que passaram de
94 mil toneladas
em 2000, para 145
mil toneladas em
2007, 54% a mais
chamou a atenção
da empresa, segundo
Cezar Tavares, Vice-Presidente.
Dessa maneira, a
linha de instantâneos
será ampliada
de quatro para sete
tipos diferentes,
e a expectativa
é que esse
produto represente
3,6% do faturamento
da divisão
de massas, atualmente
representa menos
de 1%. A divisão
responde atualmente
por 33% do faturamento
total da empresa
estimado em R$ 375
milhões este
ano, ante os R$
355 milhões
de 2007, alta de
5,6%.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
& Fumo
COLORADO
APOSTA EM PRODUTOS
ESPECIAIS PARA DIVERSIFICAR-SE
Dez
anos depois que
a ANTARCTICA deixou
de produzir cerveja
e chope em Ribeirão
Preto, no interior
do Estado de São
Paulo, a cidade
conhecida como a
capital nacional
do chope volta a
ter uma cerveja
engarrafada localmente.
A CERVEJARIA
COLORADO, que
há onze anos
produz chope na
cidade, colocou
em prática
em dezembro último
os planos de fabricar
cerveja. Investiu
nos processos de
pasteurização
e engarrafamento
de sua linha de
produção
e lança no
mercado três
cervejas especiais:
Cauim, Appia e Índica.
"A idéia
é produzirmos
cervejas premium,
de sabores exóticos
e com algum ingrediente
regional, como acontece
com as três
cervejas já
lançadas
pela COLORADO",
afirma o proprietário
da cervejaria, o
empresário
Marcelo Carneiro,
que já havia
investido R$ 1,5
milhão na
empresa. A COLORADO
opera próximo
da capacidade máxima,
que é de
45 mil litros por
mês, sendo
12 mil litros para
a produção
de 20 mil garrafas
mensais. Com mais
investimento, é
possível
triplicar a capacidade.
Gazeta
Mercantil
FRANQUIA
FORTALECE AMBEV
NO VAREJO
A
AMBEV
resolveu levar
o varejo para dentro
de casa e controlar
o mais de perto
possível
os pontos-de-venda.
Colocou sua agressividade
típica na
até então
morna operação
de franquias e acelerou
o passo para fazer
do chope BRAHMA
uma marca onipresente.
De sofisticados
shoppings e complexos
de cinema até
rodoviárias,
estações
de trem, metrô,
aeroportos, supermercados
e na beira da praia,
a ambição
é colocar
a marca onde houver
gente. No fim de
2003, a empresa
criou o conceito
BRAHMA EXPRESS,
lojas que oferecem
tudo para quem quer
montar uma festa
em casa. A área
era tocada de forma
tímida até
que em agosto de
2007 ganhou uma
diretoria e equipes
próprias.
Sob o título
de desenvolvimento
de novos negócios,
a área saltou
de 25 operações
em 2005 para 315
no fim do ano passado,
em 19 estados brasileiros.
A expansão
também foi
motivada pela mudança
de perfil do negócio.
Com esse modelo
enxuto, a AMBEV
deixou de se limitar
aos shoppings e
lojas de rua. Desde
que criou a nova
diretoria, a AMBEV
acelerou as parcerias.
Acaba de fechar
contrato com a rede
de cinemas UCI,
vai testar pelo
menos dois carrinhos
no aeroporto de
Guarulhos e negociou
com a ORLA NOVA
RIO a instalação
de 30 quiosques
até o fim
de 2008. Com a expansão
de 2007, a AMBEV
já está
entre as cinco maiores
franqueadoras do
Brasil, ao lado
de nomes como MCDONALD'S
e BOB'S.
Valor
Econômico
Eletrodomésticos
ELECTROLUX
APROXIMA-SE DA AMÉRICA
LATINA
Ruy
Hieschheimer, Presidente
da ELECTROLUX
no Brasil e América
Latina, vai opinar
nas diretrizes estratégicas
da multinacional
sueca. O Brasil
é o país
de maior peso dentro
da América
Latina, que responde
atualmente por 10%
dos negócios
do grupo. Além
da América
Latina, a região
Ásia-Pacífico
também passa
a integrar o comitê
da matriz, prova
da importância
dos países
emergentes na segunda
maior fabricante
mundial de eletrodomésticos,
que faturou US$
15,5 bilhões
em 2006. "Isso
mostra o aumento
do foco e do interesse
da companhia pela
América Latina
e os emergentes
em geral",
diz Hieschheimer,
que passa a se reportar
diretamente ao CEO
mundial, Hans Straberg.
Com o aquecimento
da economia e o
impulso do próprio
mercado de eletroeletrônicos,
a ELECTROLUX tem
registrado no Brasil
uma taxa de crescimento
anual acima de 20%
nos últimos
dois anos. Em 1999,
a empresa vendeu
1,4 milhão
de unidades. Em
2007, ultrapassou
quatro milhões
de unidades.
Valor
Econômico
Eletroeletrônicos
LG
PREVÊ VENDER
O DOBRO DE TELA
PLANA
A
LG
ELECTRONICS INC.,
segunda maior fabricante
de eletrônicos
da Coréia
do Sul, prevê
que as vendas de
televisores de tela
plana quase dobrarão
este ano, passando
a 17 milhões
de aparelhos devido
à demanda
por televisores
com telas maiores.
As vendas de aparelhos
com tela de cristal
líquido (LCD)
aumentarão
para 14 milhões
este ano e as dos
modelos com tela
de plasma crescerão
para 3 milhões
de aparelhos, disse
a LG. A LG comercializou
cerca de 7 milhões
de aparelhos de
LCD e 2 milhões
de televisores com
tela de plasma em
2007, disse Kim
Ji Hey, porta-voz
da empresa. A LG
pretende se concentrar
nas vendas de aparelhos
de tela plana com
monitores de pelo
menos 40 polegadas
para atender à
demanda por aparelhos
maiores. As vendas
do terceiro trimestre
de 2007 da LG subiram
11,8%, totalizando
US$10,680 bilhões.
O lucro operacional
foi de US$ 390 milhões.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
NOVO
BANCO TOYOTA
Especializada
em gestão
de marcas, a SART
DREAMAKER venceu
a concorrência
de Branding do BANCO
TOYOTA e será
responsável
por conduzir o processo
de mudança
da imagem corporativa
da instituição
no mercado brasileiro.
O projeto tem o
objetivo de fortalecer
e enraizar os valores
da marca em todos
os pontos de contato,
além de promover
um alinhamento da
estratégia
nacional com a estratégia
regional Américas
da marca TOYOTA
FINANCIAL SERVICES,
e será conduzido
por uma equipe multidisciplinar
composta por profissionais
da agência
e do cliente.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
EXPECTATIVA
É MANTER
CICLO DE EXPANSÃO
EM 2008
A
SOTREQ,
maior revendedora
de equipamentos
da americana CATERPILLAR
DO BRASIL, começa
o ano com a perspectiva
de alcançar,
pela primeira vez
na história,
um ciclo de quatro
anos de crescimento.
A empresa, que atingiu
R$ 2,2 bilhões
em vendas no ano
passado, prevê
um 2008 com vendas
20% superiores.
Em meio a um processo
de redefinição
de foco, que visa
a atingir um número
maior de clientes
com a venda de produtos
mais baratos, a
empresa espera alcançar
resultados melhores
que os obtidos em
2006, o melhor ano
de sua história.
O Presidente da
SOTREQ, Carl Alfred
Orberg, atribui
as boas perspectivas
de 2008 aos investimentos
em setores como
mineração
e construção
civil e ao Programa
de Aceleração
do Crescimento (PAC),
lançado ano
passado pelo governo.
Responsáveis
por 80% do faturamento
da companhia, os
dois setores deverão
demandar equipamentos
na esteira principalmente
dos investimentos
da COMPANHIA VALE
DO RIO DOCE e do
programa de privatização
das rodovias federais,
licitadas no fim
do ano passado.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
HOLCIM
FECHA 2007 COM ALTA
DE 12,5% NA PRODUÇÃO
DE CIMENTO
A
companhia suíça
HOLCIM,
uma das maiores
cimenteiras do mundo
e que tem planos
de investir quase
R$ 2 bilhões
no Brasil nos próximos
três anos,
informou que suas
fábricas
brasileiras encerraram
2007 com um volume
de produção
de 3,6 milhões
de toneladas de
cimento, um aumento
de 12,5% em comparação
às 3,2 milhões
de 2006, quando
o crescimento ficou
em torno de 10%.
A expansão
está sendo
puxada pela forte
demanda da construção,
em especial, do
mercado imobiliário,
disse o Diretor
Comercial e de Relações
Exteriores da subsidiária
brasileira, Carlos
Eduardo Garrocho
de Almeida. O executivo
ainda não
tem computado o
impacto da maior
produção
no faturamento de
2007. Em 2006, a
companhia faturou
R$ 863 milhões
no Brasil. A subsidiária
já conseguiu
aprovação
da matriz para um
dos seus três
projetos de expansão.
Um deles, de R$
1,2 bilhão,
envolve uma nova
unidade de produção
de cimento e já
está em estudo
de viabilidade.
A autorização
da matriz é
esperada para meados
do próximo
ano, segundo Almeida.
Com atuação
concentrada na região
Sudeste, esse plano
poderá permitir
que a cimenteira
amplie suas vendas
para outras regiões,
a fim de aproveitar
a expansão
econômica
de estados do Centro-Oeste
ou do Nordeste.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
KLABIN
ESPERA RECEITA DE
US$ 1,7 BI EM 2008
A
KLABIN,
indústria
verticalizada na
produção
de celulose e de
papéis especiais
para embalagens,
começa em
2008 a colher os
resultados de um
investimento de
US$ 2 bilhões
em sua nova máquina
de papel no pólo
de produção
de Telêmaco
Borba (PR). A capacidade
de produção
de papéis
da empresa passará
de 1,6 milhão
para 2 milhões
de toneladas anuais
e, já em
2008, o faturamento
da empresa chegará
a US$ 1,7 bilhão.
O faturamento da
KLABIN em 2007,
não divulgado
pela empresa, pode
chegar a US$ 1,4
bilhão, o
que seria já
um aumento superior
a 5% em relação
a 2006. Segundo
o Diretor Geral
da KLABIN, Miguel
Sampol, a empresa
pretende colher
os resultados do
forte investimento
em Monte Alegre
já em 2008.
"Esperamos
alcançar
80% do potencial
de produção
da nova máquina
já em 2008",
disse.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
BRASKEM
CRIA NOVO PLÁSTICO
Até
agora a resina de
polipropileno era
destinada basicamente
para a fabricação
de autopeças.
Mas a BRASKEM,
uma das maiores
fabricantes brasileiras
dessa resina, quer
romper a fronteira
do uso desse plástico
e conquistar novos
mercados para o
polipropileno que
fabrica. A empresa
desenvolveu, e lançará
no começo
deste ano, um polipropileno
inédito no
Brasil: transparente,
os atuais são
escuros, usados
para fabricação
de pára-lamas,
por exemplo, e com
maior rigidez, ele
disputará
novos nichos no
setor de autopeças
com outros tipos
de plásticos
utilizados dentro
de automóveis,
e também
o mercado de eletroeletrônicos.
O produto pode substituir
visores feitos de
plástico
ou vidro em equipamentos
desses setores e
também pode
ser utilizado na
confecção
de embalagens para
cosméticos,
entre outros. Se
computadas somente
as vendas para esses
mercados, o potencial
é de US$
25 milhões
por ano, disse o
Diretor do Negócio
Polipropileno da
BRASKEM, Rui Chammas.
Entretanto, a companhia
quer ir além.
Planeja vender sua
nova resina para
transformadores
que produzem, por
exemplo, estruturas
de eletroportáteis
e de eletroeletrônicos.
A BRASKEM já
vem anunciando desde
sua criação,
em 2002, que quer
dar cada vez maior
valor agregado à
suas resinas e ganhar
mercado dentro e
fora do País.
No Brasil, a demanda
pelas três
principais resinas,
somando as vendas
de PVC, além
de polipropileno
e polietileno, foi
de 4 milhões
de toneladas em
2007 e deverá
chegar a 4,8 milhões
até 2010.
Gazeta
Mercantil
M.
CASSAB ADQUIRE FÁBRICA
DA CARGILL
A
brasileira M.
CASSAB anunciou
a compra da fábrica
da CARGILL
NUTRIÇÃO
ANIMAL em Cascavel,
no oeste do Paraná.
É a segunda
unidade desse segmento
que a multinacional
vende em menos de
um mês. A
divisão de
nutrição
animal da CARGILL
informou que vai
concentrar seus
investimentos e
operações
em apenas quatro
unidades: Paulínia
(SP), Inhumas (GO),
São Lourenço
da Mata (PE) e Canoas
(RS). A decisão
de concentrar seus
negócios
reflete a estratégia
mundial para a marca
Purina. A americana
CARGILL atua nesse
segmento desde 2001,
a partir da aquisição
da AGRIBRANDS INTERNATIONAL,
por US$ 580 milhões,
que comercializa
as marcas de ração
animal Purina e
Checkerboard. Para
a M. CASSAB, a aquisição
é considerada
estratégica.
Segundo Modesto
Moreira, Diretor
de Operações
da Divisão
de Tecnologia Animal
do grupo, a companhia
busca a liderança
nesse segmento de
pré-misturas
e suplementos vitamínicos
nas cadeias bovinas
e suínas.
Com faturamento
de US$ 220 milhões,
a divisão
de tecnologia animal
do grupo responde
por cerca de 30%
do negócio
da M. CASSAB. Com
a nova unidade,
a companhia amplia
em 50% sua capacidade
de produção
de premix (pré-mistura
de minerais e vitaminas
usada na composição
de rações
animais).
Valor
Econômico
SAINT-GOBAIN
AMPLIA A PRODUÇÃO
DE ABRASIVOS
A
SAINT-GOBAIN
ABRASIVOS acaba
de finalizar um
investimento de
R$ 150 milhões
no País,
que dobrou sua capacidade
de produção
de discos (serras)
para atender à
demanda que começa
a crescer, concomitantemente
com a expansão
industrial nos países
latinos. "Fechamos
2007 com crescimento
de faturamento de
10%, em um ano que
só começou
a aquecer no segundo
semestre",
disse o Vice-Presidente
mundial de discos
abrasivos da SAINT-GOBAIN,
Aleixo Raia Falci.
O executivo não
divulga os números
de Brasil. A empresa
faturou no mundo
€ 42 bilhões
em 2006, dos quais
a área de
abrasivos e afins
(materiais de performance)
representou 12%.
Para 2007 prevê
um faturamento mundial
de € 44 bilhões.
A empresa não
revela os números
no Brasil, mas o
faturamento do grupo
na área de
materiais de performance
no mercado latino-americano
foi de € 3,6
bilhões até
setembro de 2007.
No Brasil, a companhia
mantém sete
fábricas
de abrasivos e produtos
afins como adesivos,
plásticos
especiais e cerâmicas.
Elas exportam 25%
da produção
e a tendência
é que o País
como plataforma
de exportação
amplie a atuação.
"Devemos crescer
assim nos próximos
anos", disse.
A empresa é
líder em
abrasivos no Brasil.
Gazeta
Mercantil
Serviços
XEROX
MUDA LOGOMARCA PARA
RENOVAR IMAGEM
Após
ultrapassar longo
período de
crise e profundo
processo de reestruturação,
a XEROX
resolveu renovar
a imagem. Anunciou
mundialmente a mudança
da logomarca que
era adotada há
sete anos. Agora,
o nome XEROX utiliza
um vermelho mais
intenso e pela primeira
vez está
aliado a um símbolo,
uma pequena circunferência
que busca passar
a mensagem de "uma
empresa conectada,
leve, dinâmica,
mais rápida",
explica o Diretor
de Marketing da
subsidiária
brasileira Fábio
Neves. A companhia
já iniciou
a mudança
da logomarca no
site e ainda neste
primeiro trimestre
dá partida
a uma nova campanha
publicitária
no Brasil e no exterior.
A companhia também
vem ampliando os
canais de vendas,
entrando no grande
varejo. A XEROX
DO BRASIL saiu de
278 canais, em 2006,
para quase mil em
2007.
Valor
Econômico
TERCO
CRESCE 50%
Impulsionado
pelo grande número
de empresas que
ingressaram no mercado
de capitais, o faturamento
da TERCO
GRANT THORNTON,
empresa de auditoria
e consultoria, cresceu
50% acima de 2006,
chegando a R$ 80
milhões.
Entre as empresas
assessoradas por
ela estão
as construtoras
AGRA, JHSF, FRIBOI
e a AMIL. Para 2008,
a auditoria prevê
atender 20% a mais
de empresas do que
este ano.
Valor
Econômico
VIVENDA
DO CAMARÃO
A
VIVENDA
DO CAMARÃO
cresceu 25% em 2007,
ano em que inaugurou
13 lojas e conquistou
novas praças,
como Campo Grande,
Salvador e Dourados.
Hoje com cerca de
70 lojas a rede
atende uma média
de 500 mil consumidores
mensalmente. Em
2008, a expectativa
é de abertura
de mais 15 restaurantes
e, até 2010,
a empresa espera
atingir a marca
de 100 unidades.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
METASYS
VENCE DOIS GRANDES
LEILÕES EM
2007
A
empresa de software
INTERNATIONAL SYST,
genuinamente mineira
apesar do nome,
venceu em oferta
com a fabricante
de computadores
POSITIVO INFORMÁTICA,
no último
dia 19 de dezembro,
a licitação
para o fornecimento
do sistema operacional
de 150 mil notebooks
que o Ministério
da Educação
vai utilizar experimentalmente
em 300 escolas em
2008. Em outubro,
a empresa também
vencera a licitação
para o fornecimento
dos mesmos equipamentos
para os 4,5 mil
kits de telecentros
de inclusão
digital, que o Ministério
das Comunicações
vai instalar em
todos os municípios
brasileiros. E desde
2004 fornece os
sistemas operacionais
de todos os computadores
e servidores instalados
nas quatro mil escolas
de ensino fundamental
de Minas Gerais.
Decorrente dessas
vitórias,
deve apresentar
receita de R$ 11
milhões,
em 2007. Animada
com as vitórias,
a INTERNATIONAL
SYST hoje se apresenta
como METASYS,
o nome de fantasia
do seu sistema operacional
que, na prática,
funciona como um
conjunto de camadas
de software depositados
sobre sistema operacional
Linux, que é
de código
aberto.
Gazeta
Mercantil
DATASUL
COMPRA GENS, DE
SOFTWARE PARA SAÚDE
A
fabricante de sistemas
de gestão
brasileira DATASUL
anunciou a compra
da GENS,
empresa de software
para clínicas,
consultórios,
hospitais, "homecare"
e também
para saúde
ocupacional. A aquisição
é a oitava
feita pela empresa
catarinense desde
que abriu capital
na metade de 2006.
De todas elas, consiste
na segunda compra
de fornecedora de
software voltada
para o segmento
de saúde,
um dos mais desejados
pelas fabricantes
de ERP que buscam
o fortalecimento
junto ao mercado
de pequenas e médias
empresas. Em 2007,
ela comprou a INFORMENGE
e inaugurou a divisão
DATASUL SAÚDE.
Mas antes mesmo
de começar
a negociar suas
ações
na Bovespa, a catarinense
moveu-se para o
setor de saúde,
ao adquirir, em
2005, a gaúcha
DZSET. A GENS
conta com uma
equipe de 80 profissionais
e faturou nos últimos
12 meses cerca de
R$ 6 milhões,
sendo 75% representado
por receitas recorrentes
e novas licenças
de uso.
Gazeta
Mercantil
GRUPO
TOTVS UNIFICA AS
OPERAÇÕES
SOB UMA MARCA
O
grupo TOTVS
anunciou a unificação
de todas as suas
operações
sob uma mesma marca.
Desde 2005, quando
a paulistana MICROSIGA
adquiriu e integrou
a rival LOGOCENTER,
a companhia mantinha
as marcas sob pilares
com o nome de cada
uma das principais
empresas-membro:
MICROSIGA, LOGOCENTER
e, depois, RM SISTEMAS.
A unificação
era esperada, uma
vez que as três
são fornecedoras
de sistemas de gestão
corporativa. Segundo
o Presidente do
grupo, Laércio
Cosentino, as marcas
serão atreladas
apenas aos produtos,
MICROSIGA PROTHEUS,
LOGOCENTER LOGIX
e RM CORPORE. Todas
as operações
ficarão debaixo
da marca TOTVS.
Cosentino justifica
a separação
das marcas das três
principais empresas
como uma maneira
de sedimentação
o grupo no mercado.
"Queríamos
a confiança
da indústria,
mostrando que os
produtos não
iam desaparecer",
diz. Para ele, um
dos principais desafios
numa fusão
é manter
ex-empreendedores
como funcionários.
Gazeta
Mercantil
HP
CRESCE 35% NO BRASIL,
APÓS COMPLETAR
40 ANOS AQUI
A
americana
HP alcançou
em 2007 crescimento
de 35% em relação
a 2006 na receita
do Brasil, onde
acaba de completar
40 anos de operação.
No ano em que superou
a IBM como a maior
empresa global do
setor de tecnologia
da informação
e se consolidou
como a de maiores
vendas de computadores
pessoais, posição
que retomou da DELL,
a HP conseguiu resultado
acima da média
do mercado no Brasil,
que vem ganhando
visibilidade junto
à matriz,
a ponto de se discutir
a possibilidade
de aquisições
locais, conforme
comenta o Presidente
e Diretor Geral
no País,
Mario Ansoloni.
"Crescemos
2,5 vezes acima
do mercado brasileiro",
afirma. Contabilizando
o crescimento superior
no Brasil e a expectativa
de que o País
seja o nono em termos
de consumo de TI
em todo o mundo
em 2010, a empresa
observa oportunidades
de compras aqui.
O crescimento mundial
da HP foi de 14%
em 2007, ultrapassando
pela primeira vez
os US$ 100 bilhões
em faturamento,
no que tornou a
empresa a maior
do setor. Ela fechou
o ano com US$ 104,3
bilhões.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
IVECO
AUMENTA EM 60% AS
VENDAS DE CAMINHÕES
EM 2007
A
IVECO
fechou 2007 com
5,7 mil caminhões
vendidos no mercado
brasileiro. É
o melhor volume
da história
da empresa e representa
um crescimento de
60% sobre 2006,
o dobro do índice
registrado pelo
mercado, que teve
uma expansão
de 30%. "Além
da nova família
de veículos,
o grande impulso
nas vendas deve-se
também à
qualidade dos produtos,
que têm baixo
consumo de combustível,
custo reduzido de
manutenção,
disponibilidade
de peças
para evitar que
o veículo
fique muito tempo
parado na oficina",
disse Alcides Cavalcanti,
Diretor Comercial
da IVECO, destacando,
ainda "os grandes
clientes que voltaram
a comprar os caminhões
da empresa".
Um dos exemplos
de fidelidade à
marca é da
GAFOR
LOGÍSTICA,
que comprou 150
unidades de vários
modelos de caminhões
da IVECO. Com a
nova aquisição,
a empresa de logística
eleva de 5% para
35% a participação
dos veículos
IVECO na sua frota.
O negócio
com a GAFOR representa
a segunda maior
venda da montadora
neste ano. Lançado
em outubro de 2007,
o caminhão
Stralis vendeu 1
mil unidades e a
IVECO já
fechou para 2008
mais 1,5 mil unidades
deste modelo. Com
5,3% de participação
no mercado brasileiro,
a IVECO se prepara
para crescer em
2008. Dos R$ 375
milhões que
serão investidos
pela empresa na
América Latina
nos próximos
três anos,
a maior parte será
destinada ao Brasil,
para a ampliar a
fábrica de
Sete Lagoas (MG)
e em novos produtos.
Gazeta
Mercantil
WEG
INVESTIRÁ
R$ 520 MILHÕES
A
WEG vai investir
R$ 520 milhões
em 2008 na ampliação
e modernização
de parques fabris
do Brasil e do exterior,
segundo o novo Diretor-Presidente
da empresa, Harry
Schmelzer Jr.. O
montante é
recorde na história
da companhia, que
fechou 2007 com
investimento superior
a R$ 300 milhões.
Os recursos provêm
do reinvestimento
da geração
interna de caixa
e de financiamentos
com agências
de desenvolvimento,
como do Banco Nacional
de Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES).
Schmelzer disse
que com base nas
premissas macroeconômicas
e do mercado de
atuação,
a receita bruta
consolidada deverá
atingir em 2008
taxa de crescimento
de 20% em relação
a 2007. No ano passado,
a empresa fechou
o exercício
com faturamento
superior a R$ 4
bilhões.
Gazeta
Mercantil
MERCEDEZ
BATE NOVO RECORDE
EM ÔNIBUS
A
MERCEDES-BENZ
fechou 2007 com
a liderança
no mercado de caminhões
e um recorde histórico
nas vendas de ônibus
no País.
Ao todo foram comercializados
31 mil caminhões
da marca, 7.800
unidades de modelos
pesados, o que garantirá
31% de participação
sobre o volume total
da indústria,
que fechou o ano
com volume histórico
de 100 mil unidades.
A montadora calcula
que mais de 12 mil
ônibus MERCEDES-BENZ
foram vendidos no
ano passado, confirmando
assim a liderança
histórica
da marca neste segmento
e 52% de participação.
O mercado brasileiro
comercializou 24.100
unidades em 2007,
estabelecendo um
novo recorde de
vendas. Segundo
a montadora, dos
quase 400 mil veículos
que circulam no
País, 70%
são MERCEDES-BENZ.
O
Estado de São
Paulo
VW
CRESCE NO MUNDO
O
grupo automobilístico
alemão VOLKSWAGEN
vendeu até
novembro de 2007
o número
recorde de 5,68
milhões de
veículos
no mundo todo, 8,5%
mais que no mesmo
período de
2006. O consórcio
informou que as
entregas na Europa
subiram de janeiro
a novembro 2,7%,
para 3,31 milhões
de unidades, frente
aos primeiros 11
meses do ano passado,
embora tenha contabilizado
um retrocesso na
Alemanha de 4,1%,
para 963.300. Na
América do
Sul, a VOLKSWAGEN
vendeu entre janeiro
e novembro de 2007
31,1% mais que nos
mesmos meses de
2006, com 667.700
entregas, delas
529.100 unidades
no Brasil, 34% mais.
De janeiro a novembro
de 2007 a VOLKSWAGEN
entregou 3,37 milhões
de veículos
da marca de VW no
mundo, volume 8,8%
maior que no mesmo
período do
ano passado, enquanto
sua filial de veículos
de luxo Audi aumentou
suas vendas no mesmo
período em
7,3%, para 893.600
unidades.
Gazeta
Mercantil
HYUNDAI
TERÁ FÁBRICA
DE CARROS NO BRASIL
O
Brasil começa
o ano de 2008 com
o anúncio
de uma nova fábrica
de carros. Além
da unidade de Anápolis
(GO), em parceria
com o grupo Brasileiro
CAOA, a coreana
HYUNDAI
MOTOR terá
outra unidade no
País com
capacidade de produção
de 100 mil automóveis
por ano. A fábrica
provavelmente iniciará
as operações
em 2010. O Vice-Presidente
mundial da HYUNDAI
MOTOR, Kim Dong-Jin
disse que a fábrica
brasileira está
inserida no programa
de aumento da capacidade
de produção
fora da Coréia.
A nova fábrica
brasileira da HYUNDAI
será construída
em parceria com
a controlada KIA
MOTOR. As duas marcas
produziram no mundo,
em 2006, um total
de 3,843 milhões
de veículos.
Na primeira quinzena
de dezembro o Presidente
do grupo CAOA, Carlos
Alberto de Oliveira
Andrade, disse que
a HYUNDAI estava
avaliando investimento
de US$ 1,2 bilhão
numa segunda fábrica
no Brasil. Segundo
ele, a decisão
seria tomada em
2008, o que agora
está se confirmando.
Gazeta
Mercantil
Varejo
GBARBOSA
DOBRA ESTRUTURA
PARA ACELERAR VENDAS
A
rede de supermercados
GBARBOSA
prefere não
entrar em detalhes
sobre seus projetos
de expansão,
mas investiu recentemente
R$ 60 milhões
na ampliação
de suas centrais
de distribuição
e de apoio administrativo,
localizadas agora
nas proximidades
de Aracaju, capital
de Sergipe, Estado
natal da empresa.
Embora o investimento
se justifique pelo
forte incremento
nas vendas registrado
pela rede nos últimos
anos, também
já dá
pistas dos planos
de expansão
do CENCOSUD, grupo
chileno de varejo
que adquiriu o GBARBOSA
em novembro de 2007.
Nadja Mattos, Diretora
de Recursos Humanos
e Assuntos Corporativos
do GBARBOSA, conta
que a estrutura
antiga das centrais
ficou pequena depois
das aberturas de
lojas e aquisição
de outras empresas
ocorridas nos últimos
três anos.
Observa, também,
que a nova central
de distribuição,
que passou de 76
mil para 140 mil
metros quadrados,
facilitará
o abastecimento
de futuras lojas.
Segundo a executiva,
mesmo as unidades
fora de Sergipe,
como as da Bahia
e Alagoas, também
serão beneficiadas
pelos investimentos.
O forte crescimento
do faturamento,
que, nos últimos
quatro anos ficou
na casa dos 20%,
e a chegada dos
chilenos impôs
a necessidade de
uma reestruturação
na parte administrativa.
Há quatro
anos, o GBARBOSA
empregava 5,5 mil
pessoas. Hoje, são
9,2 mil.
Valor
Econômico