Agrobusiness
MINERVA
DEVE FECHAR COMPRA
DO LORD MEAT
O
MINERVA
anunciou que firmou
contrato de prestação
de serviços
com o frigorífico
LORD MEAT, de capital
russo, para abate
e desossa de gado
bovino, num primeiro
passo para a aquisição
da empresa. O frigorífico
informa que "a
possível
aquisição
da LORD MEAT ainda
está sujeita
a acordos entre
o MINERVA e os proprietários
daquele frigorífico,
a LORD MEAT TRADING
LTD., com sede nas
Ilhas Virgens Britânicas
e MEATPAR PARTICIPAÇÕES
SOCIETÁRIAS
LTDA., com sede
no Brasil".
Os controladores
do LORD MEAT, localizado
na cidade de Goianésia
(GO), são
os mesmos da russa
MIRATORG, que fez
joint venture com
a SADIA numa fábrica
de processados de
carne em Kaliningrado,
na Rússia,
que entrou em operação
este mês.
Com o LORD MEAT,
a capacidade diária
de abate do MINERVA
terá um incremento
de 300 a 400 cabeças.
Hoje, a empresa
abate por dia cerca
de 5.000 bois. O
plano do MINERVA
é ampliar
o abate para 750
animais por dia
assim que a operação
for concluída.
A negociação
com o LORD MEAT
é mais um
passo na estratégia
do MINERVA de ampliar
a produção
e crescer. A empresa
tem hoje cinco plantas
no país e
outras duas em construção.
Quando as novas
unidades estiverem
operando com capacidade
total, o abate diário
poderá atingir
cerca de 7.850 cabeças.
Valor
Econômico
ITAMBÉ
CRESCE 28% EM 2007
E ACELERA PLANO
DE EXPANSÃO
Os
resultados excepcionais
do setor de leite
em 2007 levaram
a central de cooperativas
mineira ITAMBÉ
a antecipar em um
ano investimentos
para ampliar a produção.
A cooperativa, que
fechou o ano passado
com um faturamento
de R$ 1,75 bilhão,
28% superior ao
de 2006, planeja
aplicar R$ 100 milhões
para expandir as
fábricas
de Uberlândia
e Pará de
Minas, que já
operam com 100%
da capacidade instalada.
"Estamos antecipando
o investimento em
um ano para duplicar
Uberlândia.
Em 2005, achávamos
que levaria três
a quatro anos para
as unidades operarem
a plena carga",
afirma Jacques Gontijo,
Vice-Presidente
da ITAMBÉ.
Do total de R$ 100
milhões,
uma fatia de R$
40 milhões
já estava
prevista no orçamento
da ITAMBÉ
para 2008. Mas a
empresa decidiu
ampliar em R$ 60
milhões os
aportes este ano
com o objetivo de
iniciar a duplicação
em Uberlândia,
onde a empresa produz
leite em pó.
Para finalizar a
duplicação,
outros R$ 60 milhões
devem ser investidos
em 2009. Hoje as
unidades de produção
da central captam
4 milhões
de litros de leite
por dia de suas
27 cooperativas
associadas. Com
a ampliação
em Uberlândia,
a captação
crescerá
35%. A expectativa
para 2008 é
de que o mercado
continue crescendo,
mas num ritmo menor
do que 2007. Para
o faturamento da
ITAMBÉ, a
previsão
é de uma
alta de 20%.
Valor
Econômico
FRANGOS
RICA ARRUMA A CASA
PARA CRESCER
Há
35 anos atuando
exclusivamente no
mercado do Rio de
Janeiro, a
FRANGOS RICA
quer alçar
vôos mais
altos e começar
a ganhar outros
mercados como o
do Norte e Nordeste,
além de exportar.
A empresa, que produz
cerca de 7 mil toneladas
de carne de frango
por mês, aproveitou
a necessidade de
pensar num planejamento
sucessório
para investir também
num plano estratégico
e melhorar a estrutura
de gestão
da empresa. "Temos
planos de dobrar
a produção.
Hoje são
mais de 170 mil
cabeças abatidas
por dia, e das quase
400 toneladas produzidas
por dia, pretendemos
ir para mais de
600", planeja
Alexandre Igayara,
Presidente e também
fundador da RICA.
Pelas linhas traçadas
no plano estratégico,
a idéia é
atingir essa meta
num prazo que, num
cenário otimista,
poderia ser de cerca
de cinco anos. Igayara
explica que a empresa
historicamente desenvolveu
a estratégia
de investir no mercado
do Rio no qual,
diz ele, a RICA
tem hoje a liderança.
Para atingir o crescimento
desejado e os novos
mercados, a empresa
quer investir em
novas plantas e
ampliar as atuais.
"A RICA tem
tido uma taxa de
crescimento histórica
de 10% por ano.
É claro que
há anos que
foram piores, como
ocorreu em 2006,
quando houve a questão
da gripe aviária",
conta. A investida
no Nordeste e uma
ampliação
da fatia de mercado
no Rio também
estão nos
planos. A RICA já
levou parte da produção
para MG e SP, estados
nos quais mantém
granjas de matrizes,
incubatórios,
granjas de recria
e fábricas
de ração.
Com pouco mais de
3 mil funcionários,
a RICA, que é
uma sigla para REGINAVES
INDÚSTRIA
E COMÉRCIO
DE AVES, avalia
usar o nome RICA
ALIMENTOS como nova
marca, já
que atua em outros
segmentos além
de frango.
Valor
Econômico
Alimentos
BAUDUCCO
NEGOCIA COMPRA DE
49% DA HERSHEY'S
NO BRASIL
Com
problemas para distribuir
seus produtos pelo
vasto território
brasileiro, a americana
HERSHEY'S
negocia uma associação
com a BAUDUCCO.
A fabricante brasileira
deve adquirir uma
participação
minoritária
na HERSHEY'S DO
BRASIL e, com isso,
assumir a totalidade
das vitais áreas
de marketing e distribuição.
As conversas ocorrem
há mais de
seis meses e, embora
bastante avançadas,
ainda esbarram em
uma última
pendência.
Falta definir qual
será a duração
mínima da
associação.
A BAUDUCCO quer
dois anos e a americana,
cinco. Do ponto
de vista da multinacional,
apenas um prazo
mais longo justificaria
toda a mobilização
da parceria. O percentual
de participação
da BAUDUCCO na empresa
será de 49%.
A BAUDUCCO fatura
cerca de R$ 820
milhões e
é líder
absoluta no mercado
de panetones, com
as marcas BAUDUCCO,
VISCONTI e TOMY,
marca de combate.
Líder em
chocolates nos EUA,
a HERSHEY'S tem
uma operação
pequena no Brasil,
com participação
de apenas 3% no
mercado nacional
de chocolates. A
KRAFT
tem 34,1%; a NESTLÉ,
24,3%; e a GAROTO,
26,9%.
Valor
Econômico
Bebidas
& Fumo
FABRICANTE
DA CACHAÇA
51 QUER A LIDERANÇA
NA REGIÃO
NORDESTE
Ricardo
Gonçalves
assumiu o comando
da maior fabricante
de aguardente do
Brasil, a COMPANHIA
MÜLLER DE BEBIDAS,
que produz a CACHAÇA
51, em junho
do ano passado e
já projeta
2008 como "o
ano da consolidação"
da empresa e pretende
crescer 4% este
ano. Além
disso, planeja colocar
as principais marcas
de volta na mídia,
de onde estão
afastadas há
cerca de cinco anos,
e retomar o primeiro
lugar da CACHAÇA
51 nos estados do
Nordeste, onde a
fabricante Pitu
lidera. Exceto a
Bahia, o produto
ocupa a segunda
colocação
no ranking da região.
"A companhia
está organizada,
as pessoas estão
motivadas. O ambiente
era favorável
quando eu assumi.
A minha chegada
foi uma espécie
de catalisador",
explicou o executivo.
Segundo Gonçalves,
sua primeira providência
a frente da empresa
foi estudar o portfólio
e planejar crescimento
agressivo para além
da cachaça,
carro-chefe da companhia.
Em 2007, a produção
da companhia se
manteve, mas houve
um pequeno aumento
no faturamento,
que alcançou
cerca de R$ 500
milhões,
disse. Hoje, a CACHAÇA
51 possui 30% do
mercado. A meta
de Gonçalves
é conquistar
um terço.
E esse crescimento
deverá vir
do Nordeste, onde
estão concentrados
22% das vendas da
empresa.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
AVON
SUBSTITUIRÁ
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO
NO BRASIL
O
Brasil será
um dos poucos países
beneficiados pela
última etapa
da reestruturação
global iniciada
em 2005 pela fabricante
de cosméticos
norte-americana
AVON.
A AVON anunciou
que pretende abrir
um novo centro de
distribuição
no Brasil até
2010. O novo centro
de distribuição
terá tecnologia
mais sofisticada
e 1,3 mil vagas.
Terá capacidade
para arcar com 70%
do fluxo de produção
da empresa. O Brasil
é a segunda
maior operação
da AVON, fica atrás
apenas dos Estados
Unidos. A operação
brasileira conta
com um milhão
de revendedoras,
o maior contingente
de todo o mundo
e um faturamento
líquido de
mais de US$ 1 bilhão.
A AVON tem usado
as economias para
aumentar seus anúncios
e os incentivos
concedidos a suas
representantes de
vendas. A empresa
está crescendo
fora dos EUA, especialmente
nos emergentes.
Valor
Econômico
P&G
ESTUDA INVESTIR
R$ 1 BI EM FÁBRICA
NO RIO
A
multinacional americana
PROCTER
& GAMBLE
planeja investir
em uma nova fábrica
no Brasil. A empresa
estuda investir
cerca de R$ 1 bilhão
no Rio de Janeiro
para aumentar a
produção
de itens de higiene
e beleza, que também
poderão abastecer
outras unidades
globais da P&G.
É grande
a chance do novo
empreendimento ser
dedicado à
área de cosméticos,
que não é
o forte da PROCTER
no país,
ao contrário
da concorrente UNILEVER,
dona de uma extensa
linha de xampus,
sabonetes e hidratantes.
Recentemente, a
P&G deu claros
sinais de que pretende
avançar nesse
segmento, onde seu
maior trunfo é
a marca Wella, adquirida
em 2003, e cuja
produção
ainda hoje é
terceirizada. No
ano passado, a empresa
fechou um contrato
milionário
com a badalada modelo
Gisele Bündchen
para alavancar a
marca Pantene, totalmente
reformulada, mas
que ainda responde
por apenas 3% do
pulverizado mercado
de xampus. Um dos
principais motivos
para reforçar
a aposta em cosméticos
está no crescimento
exponencial da empresa
no Nordeste, onde
vem ganhando espaço
com versões
econômicas
de marcas consagradas,
como Pampers. A
P&G já
possui duas fábricas
no Brasil, ambas
no Estado de São
Paulo.
Valor
Econômico
GALDERMA
ENTRA NA DISPUTA
PELO EXÉRCITO
DE MULHERES SEM
RUGAS
O
contingente das
mulheres que não
vivem sem uma picadinha
pelo menos duas
vezes por ano é
cada vez maior.
Mas há também
as que juram jamais
se render ao efeito
"botocado",
expressão
pejorativa que o
resultado exagerado
da toxina botulínica
ganhou no Brasil.
O fato é
que o produto ainda
continua em alta
mesmo quase dez
anos depois de ter
sido aprovado para
uso estético
no Brasil. O segundo
produto mais usado
depois do líder
Botox é o
Dysport, que da
BIOSSINTÉTICA,
dona da licença
desde 1997, foi
para as mãos
da GALDERMA,
joint venture entre
L'ORÉAL e
NESTLÉ. A
empresa, líder
no mercado dermatológico,
promete fazer um
trabalho agressivo
para ganhar mercado.
A expectativa da
GALDERMA é
aumentar o seu faturamento,
de R$ 100 milhões
no ano passado,
em 50% neste ano
por conta do novo
contrato de distribuição.
Em três anos,
pretende dobrar
de tamanho auxiliada,
em boa parte, pelo
novo produto.
Valor
Econômico
NATURA
AJUSTA PLANO PARA
O EXTERIOR
Maior
empresa de cosméticos
do país,
com uma participação
de mercado de 14%,
a NATURA
está apostando
forte na internacionalização
como estratégia
de crescimento de
longo prazo, uma
caminhada dura,
que exige fôlego.
No meio do caminho
terá de enfrentar
a pressão
do mercado acionário
e dos analistas
que, embora admitam
os ganhos que devem
advir do processo
de buscar mercados
além fronteira,
ressaltam que a
caminhada exige
altos investimentos
e que podem tirar
o foco da empresa
em seu principal
mercado, o brasileiro.
Na semana passada,
por exemplo, o banco
CREDIT SUISSE reduziu
estimativas de preço-alvo
para as ações
da NATURA de R$
30 para R$ 23, em
parte devido a gastos
com a internacionalização.
Hoje, além
de Brasil, a NATURA
opera em outros
oito países:
Chile, Argentina,
Peru, Bolívia,
Colômbia,
Venezuela, México
e França.
A empresa havia
anunciado que entraria
em dois novos mercados
gigantes em 2008:
Rússia e
Estados Unidos.
Mas os planos mudaram.
A Rússia
foi para a geladeira,
embora a empresa
continue com enorme
interesse no mercado
russo e no Leste
Europeu. Há
também mudança
de planos para a
entrada nos EUA.
O planejamento previa
o início
de operações
em abril, em um
único local,
mas a NATURA decidiu
ampliar a operação
americana para mais
cidades e regiões.
Por conta disso,
a empresa adiou
a entrada nos EUA
para o segundo semestre
e decidiu fazer
um reforço
adicional de portfólio.
Para a América
Latina, 2008 deverá
ser um ano de consolidação.
Pela primeira vez,
em 2007, as operações
no bloco do Chile,
Argentina e Peru
fecharam no azul.
Na Bolívia,
as vendas cresceram
35% no ano passado
e a expectativa
é de expansão
de 50% este ano.
Valor
Econômico
Hotelaria,
Restaurante &
Turismo
SPOLETO
FICA COM 100% DA
DOMINO'S NO BRASIL
O
GRUPO
SPOLETO, rede
de culinária
italiana de capital
nacional, acaba
de assumir 100%
da rede DOMINO'S,
encerrando a parceria
com a mexicana ALSEA
e abrindo mais um
capítulo
na história
turbulenta da marca
americana de pizzas
no mercado brasileiro.
Depois de três
anos e treze lojas
fechadas, o SPOLETO
assume integralmente
a operação
da DOMINO'S no Brasil,
com a garantia de
que o negócio,
agora, vai deslanchar.
Dona de 16 pontos-de-venda
próprios
e seis franquias,
a rede faturou R$
26 milhões
em 2007, o equivalente
a 11% do faturamento
do SPOLETO, que
cresceu 30%, com
receita de R$ 236
milhões.
"Vamos trabalhar
a nossa expansão
com cautela, limitada
apenas a lojas próprias
este ano, nos mercados
do Rio e de São
Paulo", diz
Roberto Fiani, Diretor
Geral da DOMINO'S
BRASIL. Serão
investidos R$ 4
milhões em
oito unidades e
mais R$ 1 milhão
em uma fábrica
de massas em São
Paulo que vai abastecer
o mercado da região,
onde hoje existem
apenas duas lojas.
"A expansão
em São Paulo,
principal mercado
do país no
segmento de pizzas,
está sendo
estudada com cuidado,
pois a concorrência
é acirrada
e o paladar é
exigente",
reconhece Fiani.
No plano de expansão
"pé
no chão"
da DOMINO'S, estão
previstas 75 novas
lojas até
o final de 2011,
sendo cerca de 40
próprias.
Valor
Econômico
Máquinas
& Equipamentos
SCHNEIDER
QUER DOBRAR VOLUME
DE EXPORTAÇÃO
Ao
desembarcar no Brasil,
pela segunda vez,
o Presidente Mundial
da SCHNEIDER
ELECTRIC, Jean-Pascal
Tricoire, trouxe
na bagagem propostas
para as quatro empresas
do grupo instaladas
por aqui. O executivo
avaliou 2007 como
um dos mais importantes
para o setor elétrico
mundial. "Os
negócios
no mundo voltados
para o setor de
energia e meio ambiente
estão em
desenvolvimento
acelerado. O Brasil
está fazendo
a coisa certa com
planejamento e investimentos
em infra-estrutura",
disse Tricoire.
Em 2007, os investimentos
do grupo francês
no Brasil atingiram
8,5 milhões
de euros. Parte
desse valor foi
empregado na aquisição
da ATOS AUTOMAÇÃO
INDUSTRIAL. A SCHNEIDER
ELECTRIC, fabricante
de equipamentos
destinados às
áreas de
infra-estrutura,
energia e construção
(residencial e comercial),
transformou a unidade
de Guararema (SP),
onde são
fabricados produtos
de média
e baixa tensão,
em plataforma de
exportação.
Por conta dessa
reestruturação,
antes mesmo de fechados
os números
de 2007, a empresa
já contabiliza,
através dessa
unidade, 29 milhões
de euros em exportações
e para 2008, a previsão
é de 32 milhões
de euros.
Gazeta
Mercantil
WOLPAC
MUDA ESTRATÉGIA
E CRESCE 48%
A
maior empresa do
País em controles
de acesso (catracas
e toda tecnologia
que pode acompanhá-las),
a brasileira WOLPAC
CONTROLES EFICIENTES,
aproximou-se de
seus clientes para
prever suas demandas
e também
passou a focar produtos
de maior valor agregado.
O resultado foi
um crescimento de
48% no faturamento
em 2007, para R$
20 milhões,
e uma previsão
de ao menos mais
25% de aumento este
ano. "Deixamos
de esperar que o
cliente nos procure
e agora vamos até
eles com o produto
que necessitam",
disse o Diretor-Presidente
da empresa, Luiz
Fernando Wolf. A
WOLPAC atua em duas
frentes de controles
de acesso, transporte
e segurança.
Nestes nichos possui
hoje 65% e 35% de
participação,
respectivamente.
Na área de
transportes a empresa
possui como clientes
MARCOPOLO, CAIO,
CIFERAL além
de grupos como o
CONSTANTINO (proprietário
da companhia aérea
GOL) hoje o maior
do País em
transportes coletivos.
Em segurança
dentro das empresas
há clientes
como DUPONT, ITAÚ,
IBM e CYRELA. A
empresa ganhou,
em 2007, contratos
para equipar a frota
de ônibus
em Porto Alegre
(RS) e também
em cidades de Minas
Gerais. Além
disso, a empresa
refez todas as redes
de controle da malha
de trens no Rio
de Janeiro. Apesar
do crescimento da
demanda pelas catracas
mais baratas, caso
de transportes coletivos,
a WOLPAC está
colocando seu foco
em produtos de maior
valor agregado.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
NUPI
BRASIL ENTRA NO
MERCADO DA CONSTRUÇÃO
CIVIL
A
NUPI
BRASIL, uma
associação
entre a fabricante
italiana de tubulação
plástica
em polietileno e
polipropileno RANDON
NUPI e a brasileira
POLY
EASY DO BRASIL,
está entrando
no mercado da construção
civil e de óleo
e gás. A
empresa, criada
há um ano,
inicialmente como
fornecedora de tubulações
em polipropileno
para postos de combustível,
desenvolveu produtos
que permitem usar
o tubo plástico
para passagem de
água quente,
opção
até há
algum tempo mais
restrita às
tubulações
em cobre. A POLY
EASY já fornece
conexões
no segmento de infra-estrutura
principalmente para
a área de
saneamento básico.
A associação
foi concretizada
no final de 2005
e iniciou operações
nos primeiros meses
de 2006. As duas
empresas já
mantinham relacionamento
há cerca
de sete anos, por
meio da GECO SYSTEM
empresa do grupo
italiano fabricante
de conexões.
Motivada por um
contrato mundial
com a CHEVRON, a
companhia italiana
se interessou em
ter uma operação
no Brasil de forma
a atender a rede
aqui e garantir
o suporte necessário.
A NUPI fez então
o repasse de tecnologia.
Dessa forma, a POLY
EASY, que não
atuava no segmento,
adquiriu o know-how
por meio da parceria
e a operação
foi estendida também
para o segmento
de tubos de água
e gás. O
faturamento da NUPI
somou cerca de US$
1,5 milhão
em 2007 e da POLY
EASY aproximadamente
R$ 15 milhões,
alta de 20% em relação
a 2006. A expectativa
é de alta
de 30% no faturamento
das empresas para
2008. O grupo italiano
fatura cerca de
€ 100 milhões
por ano.
Gazeta
Mercantil
Serviços
SEB
PLANEJA EXPANDIR
REDE DE ESCOLAS
PARA MAIS OITO CAPITAIS
O
SEB
- SISTEMA EDUCACIONAL
BRASILEIRO S.A planeja
adquirir escolas
em mais oito capitais
do País,
afirma André
Cefali, Diretor
em Minas da empresa,
conhecida pela marca
Sistema COC de Ensino,
de Ribeirão
Preto (SP). Dois
meses depois de
abrir seu capital
e captar R$ 412
milhões,
o SEB comprou a
SOCIEDADE BRASILEIRA
DE PROGRAMAÇÃO
EDUCACIONAL (SOBRAPE),
mantenedora da FACULDADE
METROPOLITANA de
Belo Horizonte,
com sete cursos
e 2.700 alunos.
O negócio
foi fechado por
R$ 10 milhões,
à vista,
o que equivale a
R$ 3,7 mil por aluno.
O reforço
de capital obtido
com a emissão
de ações
tem permitido o
fortalecimento da
instituição
no mercado. A empresa
já adquiriu
dois colégios
de nível
médio em
Salvador e outro
em Vitória.
O SEB atua em todos
os segmentos do
ensino, do fundamental
à pós-graduação,
está presente
em sete capitais
brasileiras e dispõe
de duzentas escolas
em todos os níveis,
entre próprias
e franqueadas, com
o total de 220 mil
alunos. Segundo
Cefali, "há
no mercado educacional
as empresas consolidadas
e as consolidadoras
e nós estamos
no segundo grupo".
Com receita de R$
139 milhões
em 2007, ele projeta
crescer 87% este
ano, para R$ 260
milhões.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
BRASPRESS
ACELERA EXPANSÃO
O
ano de 2008 começou
acelerado pelos
lados do GRUPO H&P
BRASPRESS, que atua
em cargas expressas
rodoviárias
e aéreas
e no transporte
aéreo regional
de passageiros.
Com faturamento
de R$ 390,2 milhões
em 2007, continua
forte o ritmo de
investimentos em
filiais e terminais,
infra-estrutura
indispensável
para a meta de continuar
a expansão
de maneira sustentada
e traçada
pelo Presidente
do conglomerado,
Urubatan Helou que
também tem
como plano, dentro
de dois anos, abrir
o capital da empresa.
A BRASPRESS terminou
2007 na condição
de um conglomerado
(grupo H&P BRASPRESS)
com frota própria
de 850 caminhões,
quatro aviões,
3,6 mil empregados
e 82 filiais em
todos os cantos
do País.
"Todas filiais
são operadas
por nós e
metade está
em prédio
próprio",
diz o empresário,
para acrescentar.
"Programamos
mais cinco filiais
para 2008, além
de dois grandes
terminais, um no
Rio, outro em Curitiba,
totalmente automatizados".
O grupo tem três
empresas, a BRASPRESS,
cargas rodoviárias
expressas, a AEROPRESS,
que faz agenciamento
e pontas das cargas
aéreas, e
a AIR MINAS, de
aviação
regional de passageiros.
A BRASPRESS é
que mais fatura,
a AEROPRESS é
que deixa a maior
margem e a AIR MINAS,
novata, está
começando
a se estruturar.
Nesse sentido, em
2008 passará
de quatro para seis
aviões, todos
modelo Brasília,
da EMBRAER.
Gazeta
Mercantil
CARGA
DA LOG-IN DEVE CRESCER
75%
A
LOG-IN
LOGÍSTICA
INTERMODAL estima
aumentar em 75%
o volume de carga
transportada por
cabotagem já
neste primeiro semestre.
Com a operação
de dois novos navios
a movimentação
da empresa passará
de 4,5 mil TEUs
para 7,87 mil TEUs.
Cada embarcação
tem capacidade nominal
de 1.700 TEUs .
A primeira embarcação,
o Amazônia,
fará a rota
Buenos Aires a Fortaleza,
passando pelo porto
de Santos, o maior
da América
Latina. Já
o segundo, batizado
de Pantanal iniciará
os transportes em
abril deste ano.
Os dois navios serão
fretados pela LOG-IN
LOGISTICS GMBH à
LOG-IN. Além
dos dois navios
fretados, a LOG-IN
já contratou
o estaleiro EISA
para a construção
de cinco novas embarcações,
com capacidade para
2,7 mil TEUs cada
um.
Gazeta
Mercantil
ARAÇATUBA
VAI INVESTIR R$
20 MILHÕES
EM FROTA
Líder
no transporte rodoviário
de cargas nas regiões
Centro-Oeste e Norte,
o EXPRESSO
ARAÇATUBA
encerrou 2007 com
crescimento de 17,5%
em relação
a 2006, atingindo
um faturamento de
R$ 250 milhões.
O resultado superou
as expectativas
da empresa, que
tinha como meta
crescer 16% no ano.
Em volume de cargas
transportadas, o
crescimento foi
de 16%, atingindo
um total de 260
mil toneladas. O
Diretor-Geral da
empresa, Oswaldo
Dias de Castro Jr.,
elenca uma série
de medidas para
a EXPRESSO ARAÇATUBA
ter alcançado
o resultado. Afirmou
que a companhia
abriu captação
de cargas no Nordeste,
antes era redespacho.
Também intensificou
investimentos na
operação
internacional, ao
ampliar transportes
para a Argentina,
além de abrir
novas filiais nos
centros de distribuição
pelo Brasil. "Os
bons resultados
também são
reflexo da política
de investimentos
e fidelização
de clientes, implementada
pelo EXPRESSO ARAÇATUBA
durante o ano",
explica Geraldo
J. F. Corrêa,
Diretor de Vendas
do EXPRESSO ARAÇATUBA.
De acordo com o
Diretor, a idéia
é continuar
crescendo em 2008
em torno dos 20%,
mantendo a política
de investimentos
e o alto nível
de serviço
oferecido pelo EXPRESSO
ARAÇATUBA.
"Para 2008,
estamos prevendo
alcançar
R$ 300 milhões
em faturamento e,
para isso, investiremos
R$28 milhões
durante o ano",
afirma.
Gazeta
Mercantil
MAIOR
REVENDA SCANIA DO
BRASIL CENTRALIZA
GESTÃO ADMINISTRATIVA
Até
o final de janeiro,
a COTRASA
E EDIBA unem-se
e passarão
a ser denominadas
BATTISTELLA
VEÍCULOS
PESADOS. Juntas,
as concessionárias
localizadas no Paraná
e Santa Catarina
representam 16%
das vendas da marca
SCANIA
no Brasil e somam
faturamento de R$
470,49 milhões.
A união ocorre
em meio a um amplo
processo de reestruturação
onde está
proposta a concentração
das dez empresas
que compõem
o grupo paranaense
BATTISTTELA em quatro
áreas: florestal
e madeira; veículos
pesados (vendas
de novos, seminovos
e pós-venda);
distribuição
(responsável
pelas operações
nas áreas
de transmissão
de potência
e energia auxiliar)
e logística.
O grupo paranaense
BATTISTELLA resolveu
acelerar a fusão
de duas de suas
empresas ligadas
à comercialização
de veículos
pesados com a marca
SCANIA. Transformando-se
em um único
setor e com um novo
modelo de gestão,
a venda de caminhões
é o principal
negócio do
grupo, respondendo
por 56% dos R$ 841
milhões totais
de faturamento previstos
para o fechamento
do balanço
de 2007. Já
o setor florestal,
contribui com 32%,
e o segmento de
energia auxiliar,
com 11%. Com a união
operacional, a matriz
comercial do setor
passa a ser a sede
de São José
dos Pinhais, considerada
a maior revenda
SCANIA do mundo
e a mais moderna
da América
Latina.
Gazeta
Mercantil
PEUGEOT
TEM VENDAS 28% MAIORES
A
PEUGEOT
DO BRASIL encerrou
2007 com o melhor
desempenho comercial
no País,
com a venda de 78,65
mil veículos
novos, uma alta
de 28,5% ante o
resultado registrado
em 2006, quando
somaram 61,19 mil
unidades. A empresa
atribuiu o resultado
positivo à
oferta de produtos,
à política
de preços
e à ampliação
da rede de concessionárias.
As linhas 206 e
307 foram os destaques.
A 206 foi responsável
por 71% do total
comercializado,
com 55,86 mil unidades,
e a 307 por 25%
das vendas, com
19,62 mil unidades.
Gazeta
Mercantil
Varejo
LIVRARIAS
CURITIBA: NA DISPUTA
PELA PREFERÊNCIA
NACIONAL
Em
1963, depois de
uma experiência
no varejo de livros,
Valentim Pedri montou
seu projeto de abrir
uma livraria. Encontrou
no centro de Curitiba
um lugar que julgou
ideal para implementar
sua proposta de
levar cultura e
informação
ao povo paranaense,
através da
criação
da LIVRARIAS
CURITIBA. O
início foi
tímido, com
apenas quatro funcionários,
na distribuição
de livros didáticos,
inicialmente para
o Paraná
e depois para Santa
Catarina. Mas o
negócio deu
certo e hoje a pequena
distribuidora transformou-se
na maior rede de
livrarias do Sul
do País,
com 15 unidades.
Inclusive a recém-inaugurada
no Shopping Aricanduva,
em São Paulo,
que marcou o início
do processo de expansão
da rede para fora
da região
Sul. Por ora, o
foco é trabalhar
para disputar a
preferência
nacional com outras
grandes redes, principalmente
com o modelo de
megastores. De acordo
com Pedri, a venda
de livros representa
65% do faturamento
da empresa, seguida
de papelaria (20%)
e música,
imagem, informática
e acessórios
(15%). Em 2006 a
rede vendeu mais
de 2 milhões
de livros, número
que cresceu 10%
no último
ano. "Para
2008, esperamos
expandir de todas
as formas. Já
crescemos com aquisições
e achamos que também
é uma boa
estratégia,
mas acreditamos
que seja mais fácil
crescer montando
nossas próprias
lojas", explica
Pedri.
Gazeta
Mercantil
PÃO
DE AÇÚCAR
VAI INVESTIR R$
1 BILHÃO
NESTE ANO
O
GRUPO
PÃO DE AÇÚCAR
anunciou que vai
investir R$ 1 bilhão
este ano na abertura
de lojas, infra-estrutura,
tecnologia e logística.
O grupo informou
que pretende abrir
105 novas unidades
este ano, sendo
80 da bandeira EXTRA
FÁCIL, 14
lojas do ASSAI,
um EXTRA e as demais
no formato de supermercado,
com PÃO DE
AÇÚCAR
(6 unidades), COMPREBEM/SENDAS
(3 lojas) e EXTRA
PERTO (1 loja).
Com isso, o grupo
deve encerrar o
ano com 669 lojas.
Segundo o PÃO
DE AÇÚCAR,
esses investimentos
devem gerar 8 mil
empregos diretos.
O investimento do
PÃO DE AÇÚCAR
é igual ao
anunciado pelo CARREFOUR
e fica um pouco
abaixo dos R$ 1,2
bilhão anunciados
pelo
WAL-MART. No
caso do CARREFOUR,
os recursos irão
em grande parte
para a abertura
de 70 lojas, sendo
20 com as bandeiras
CARREFOUR e ATACADÃO
e 50 com a bandeira
DIA. Já o
WAL-MART pretende
abrir este ano 36
lojas e um centro
de distribuição.
Juntamente com o
anúncio dos
investimentos, o
GRUPO PÃO
DE AÇÚCAR
informou também
que espera atingir
vendas brutas superiores
a R$ 20 bilhões
este ano, com crescimento
das vendas. No ano
passado os investimentos
do PÃO DE
AÇÚCAR
somaram R$ 1,2 bilhão.
Foram inauguradas
28 unidades, entre
supermercados e
hipermercados, além
das lojas de conveniência
e "atacarejo"
(mistura de atacado
e varejo), com a
aquisição
de 60% da rede ASSAI
e também
a incorporação
de cinco pontos-de-venda
do ROSSI MONZA,
depois convertidos
para as marcas EXTRA
PERTO e COMPREBEM.
Valor
Econômico