Agrobusiness
BUNGE
PROSPECTA O CENTRO-OESTE
DE OLHO NO AÇÚCAR
A
gigante BUNGE
sonda a região
do Centro-Oeste,
sobretudo Mato Grosso
do Sul, para ampliar
seus negócios
no setor sucroalcooleiro.
Executivos do grupo
estiveram na região
de Dourados, pólo
produtor de grãos
do Estado e onde
a BUNGE tem uma
esmagadora de soja,
que agora desponta
como fronteira para
a cana. Ontem, visitaram
o Mato Grosso. A
BUNGE informou que
a visita foi meramente
de rotina para que
o CEO global da
companhia, Alberto
Weisser, pudesse
conhecer as fronteiras
novas para a cana.
A gigante tem interesse
em fazer parcerias
com empresários
daquela região
ou mesmo adquirir
100% do controle
de usinas recém-construídas.
Esse foi o caso
da usina Santa Juliana,
instalada na cidade
que leva o mesmo
nome, no Triângulo
Mineiro. A usina
foi adquirida pela
BUNGE no ano passado,
marcando a estréia
do grupo na produção
de açúcar
e álcool.
O grupo ainda avalia
o potencial do mercado
de álcool.
Em 2006, a multinacional
criou no país
uma trading para
comercializar açúcar
nos mercados interno
e externo. A primeira
e, por enquanto,
única usina
do grupo deve moer
1,6 milhão
de toneladas de
cana na safra 2008/09,
mas nestes primeiros
anos de operação
vai industrializar
etanol.
Valor
Econômico
NATUROVOS
AMPLIA PRODUÇÃO
A
NATUROVOS
vai investir R$
22 milhões
para ampliar a produção
de sua unidade de
Vacaria (RS). A
planta, que hoje
produz 4,5 milhões
de ovos por mês,
passará a
ter capacidade para
até 22 milhões
de unidades mensais.
Além do aviário
automatizado, serão
construídas
uma central de processamentos
de ovos e uma nova
fábrica de
rações.
O projeto significará
um acréscimo
de 30% na produção
total da NATUROVOS.
De acordo com o
Diretor Administrativo
da companhia, João
Carlos Müller,
o investimento será
feito em virtude
da expectativa de
crescimento das
exportações
do produto in natura
e da demanda da
indústria
por ovos pasteurizados,
novidade lançada
ano passado pela
NATUROVOS. Somente
em 2007 a empresa
embarcou 300 contêineres
de ovos in natura
para África
e Oriente Médio.
"Este ano também
deveremos começar
a exportar para
a Europa",
diz. O mercado externo
responde por 30%
das vendas. A previsão
é que o complexo
esteja concluído
em cinco anos. Outro
projeto, da construção
de uma unidade de
ovo em pó,
deve entrar em operação
ainda em 2008.
Gazeta
Mercantil
Alimentos
YOKI
INVESTE R$ 30 MILHÕES
E ENTRA NO MERCADO
DE BEBIDAS
A
YOKI
ALIMENTOS, mais
conhecida nacionalmente
pelos milhos de
pipoca, faz sua
estréia no
mercado de bebidas
à base de
soja. Chega este
mês às
gôndolas a
linha de bebidas
Mais Vita, que recebeu
investimentos de
R$ 30 milhões
em máquinas
e equipamentos na
fábrica de
Pouso Alegre, Minas
Gerais. A empresa
entra no mercado
com capacidade de
produção
de 6 milhões
de litros por mês
e meta de conquistar
8% de participação
até o final
do ano, o que colocaria
a sua marca em segundo
lugar, atrás
apenas do Ades,
da
UNILEVER. De
acordo com Gabriel
J. Cherubini, Vice-Presidente
da YOKI, a idéia
de desenvolver a
linha de bebidas
surgiu há
dois anos. "Nós
já tínhamos
produtos à
base de soja e percebemos
que esse mercado
crescia muito",
disse o executivo.
Além de conquistar
o segundo lugar
ainda este ano,
a YOKI espera que
a nova linha represente
10% do faturamento
em cinco anos. A
empresa fechou 2007
com receita de R$
660 milhões,
alta de 13% em relação
ao ano anterior.
Para 2008, a expectativa
é crescer
15%, segundo Cherubini,
que não esconde
o entusiasmo em
relação
ao novo mercado
de atuação.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
& Fumo
SALTON
TEM PLANO DE EXPORTAR
ESPUMANTES A PARTIR
DESTE ANO
A
VINÍCOLA
SALTON se prepara
para iniciar a exportação
de espumantes neste
ano. A empresa investiu
R$ 1,5 milhão
na aquisição
de barris de fermentação
que elevarão
a capacidade em
300 mil litros,
para 1 milhão
de litros. A idéia,
segundo Ângelo
Salton Neto, Diretor-Presidente
da vinícola,
é exportar
o que "sobrar"
do mercado interno.
A expectativa é
que os embarques
representem 7% do
faturamento, que
este ano deve ser
15% acima dos R$
150 milhões
de 2007, até
2010. "Até
setembro ou outubro
deste ano vamos
começar a
exportar",
afirmou Salton.
Segundo o empresário,
a companhia já
está negociando
com clientes da
Alemanha, República
Tcheca, Inglaterra
e dos Estados Unidos.
Conforme Salton,
a expectativa em
relação
à nova safra,
que dura de 15 de
janeiro a 15 de
março, é
a melhor possível.
"Esperamos
receber 20 milhões
de quilos de uvas."
A meta é
produzir 15 milhões
de litros, metade
disso de espumantes
e vinhos finos.
A última
safra produziu 13
milhões de
litros.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
NOVARTIS
BATE RECORDE DE
VENDAS
O
investimento nas
fábricas
brasileiras para
ampliar as exportações,
estimados em R$
223 milhões
entre 2005 e 2010,
realizado pela farmacêutica
suíça
NOVARTIS
já está
dando resultados.
Em 2007, as vendas
externas da subsidiária
subiram 72% em relação
ao ano anterior
e atingiram R$ 173,3
milhões.
O Diretor Corporativo
da NOVARTIS BIOCIÊNCIAS,
Nelson Mussolini,
ressaltou que 2007
foi um ano muito
positivo em todos
os resultados da
companhia, que bateu
recordes de vendas
líquidas
e conquistou maior
participação
de mercado, que
passou de 7,07%
para 7,19%, mantendo
a liderança
no segmento ético,
de medicamentos
vendidos com prescrição,
excluindo os genéricos.
A subsidiária
registrou no ano
passado vendas líquidas
de R$ 1,72 bilhão,
uma evolução
de 10% em relação
a 2006. A divisão
"pharma",
de remédios
de prescrição,
cresceu 13%, para
R$ 1,29 bilhão
na mesma base de
comparação,
ou 75% do total
líquido faturado.
A SANDOZ, braço
da NOVARTIS para
medicamentos genéricos,
cresceu 22% e respondeu
por 12% das vendas
no Brasil. Globalmente,
a NOVARTIS registrou
em 2007 um lucro
líquido de
US$12 bilhões,
alta de 66%. O volume
de negócios
total subiu 8%,
a US$ 39,8 bilhões.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
LUCRO
DA REDECARD CRESCE
38,9%
A
REDECARD, empresa
responsável
pela captura e aprovação
de transações
com cartão
nos pontos-de-venda,
fechou o ano de
2007 com um crescimento
de 38,9% no lucro
líquido recorrente,
que exclui para
cálculo as
operações
extraordinárias.
Segundo balanço
divulgado pela empresa,
o lucro recorrente
ficou em R$ 769,4
milhões no
ano passado, superior
aos R$ 553,9 milhões
2006. A empresa,
que trabalha com
as bandeiras MASTERCARD
e DINERS CLUB INTERNACIONAL,
levantou R$ 4,2
bilhões com
seu ingresso na
Bovespa no ano passado.
Em 2007, a receita
operacional líquida
da REDECARD registrou
um crescimento de
17,8%, para R$ 2,046
bilhões,
contra R$ 1,738
bilhão no
ano anterior. A
REDECARD ultrapassou
a marca dos R$ 100
bilhões em
volume financeiro
de transações
com cartões
de crédito
e débito,
atingindo um crescimento
de 23,2% em relação
ao ano anterior.
Valor
Econômico
Material
de Construção
VENDA
DE CIMENTO CRESCE
10% E BATE RECORDE
A
indústria
brasileira de cimento
bateu o recorde
de produção
e vendas em 2007,
alcançando
o patamar de 45,8
milhões de
toneladas, dos quais
44,6 milhões
foram vendidos no
mercado interno,
registrando um crescimento
de 10,1% no ano.
Para este ano, a
entidade prevê
expansão
entre 10% a 11%
com as vendas batendo
na casa dos 50 milhões
de toneladas/ano,
por causa do "efeito
PAC". O cenário
desenhado pelo SNIC
é de manutenção
do aquecimento da
construção
civil por conta
da oferta de crédito
dos bancos, da capitalização
das construtoras
e incorporadoras
e do esperado início
de obras do PAC.
Ao todo, 10 grandes
grupos atuam no
setor: VOTORANTIM,
GRUPO JOÃO
SANTOS, CIMPOR,
HOLCIM,
LAFARGE,
CAMARGO
CORRÊA,
CIMENTO
TUPI, CIPLAN,
CIMENTO
LIZ e CIMENTO
ITAMBÉ.
Valor
Econômico
MASISA
VAI ÀS COMPRAS
PARA CRESCER NO
PAÍS
A
MASISA, empresa
chilena com fábrica
em Ponta Grossa
(PR), e a BRASCAN
BRASIL, pertencente
à BROOKFIELD
ASSET MANAGEMENT,
empresa de origem
canadense, firmaram
um contrato por
meio do qual a MASISA
adquiriu 45,68%
da participação
acionária
na TAFIBRÁS
PARTICIPAÇÕES,
empresa da SONAE
INDÚSTRIA.
Indiretamente, através
da TAFIBRÁS,
a MASISA terá
37% da participação
na TAFISA BRASIL.
O valor da compra
foi de US$ 70 milhões.
Como as empresas
estão anunciando
que o próximo
passo será
a fusão das
operações
no setor, deve surgir
nos próximos
meses a maior empresa
produtora de painéis
de madeira do País,
com uma capacidade
nominal de produção
de MDF e MDP de
1,69 milhão
de metros cúbicos
(m) anuais, superando
a atual líder
DURATEX,
com seus 1,5 milhão
de m por ano. Com
a fusão,
o novo empreendimento
deverá gerar
um faturamento próximo
a US$ 400 milhões
anuais.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
LOGÍSTICA
TRAZ GANHOS À
CELULOSE IRANI
Após
um ano da criação
da diretoria de
logística,
a CELULOSE
IRANI, fabricante
de papel kraft,
embalagens e resinas,
colhe os bons resultados.
No ano passado,
a empresa concluiu
a construção
de dois armazéns,
passo importante,
segundo o Gerente
de Logística
da IRANI, Mário
Macaggi, para a
integração
de todo o processo
de distribuição
dos produtos da
empresa. Com os
armazéns,
a empresa aumentou
a capacidade de
estocagem em 64%,
passando de 3,2
mil toneladas de
papel para 5 mil
toneladas. Em 2007,
a IRANI produziu
176 mil toneladas
de papel e 80 mil
toneladas de embalagens
nas unidades de
Santa Catarina e
São Paulo.
A receita atingiu
R$ 426 milhões.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
TINTAS
CORAL APOSTA EM
MODA PARA VENDER
MAIS
A
TINTAS
CORAL, do grupo
britânico
ICI, está
comemorando o resultado
obtido no ano passado.
Encerrou o período
com uma receita
líquida de
US$ 320 milhões,
o que representa
uma alta de 12%
em relação
a 2006. A subsidiária
no Brasil saltou
da 10ª posição
para o 5º lugar
no ranking do grupo,
perdendo apenas
para Estados Unidos,
Inglaterra, Alemanha
e França.
Sob o comando de
José Roberto
Siqueira, há
um ano na presidência
da empresa, o plano
deslanchado em 2007
foi aumentar a verba
de marketing e investir
em pesquisas para
ouvir consumidores
e varejistas. O
Presidente da TINTAS
CORAL comemora o
resultado. "É
um desempenho histórico
para a empresa e
foi motivado pelo
aumento de 10% no
volume e porque
estamos desenvolvendo
uma série
de ações
para que a tinta
não seja
vista só
como um material
de construção
e sim um produto
de consumo".
Valor
Econômico
DOBRAM
VENDAS DE PRODUTOS
VETERINÁRIOS
Após
sofrer retração
nos anos de 2005
e 2006, onde o crescimento
caiu para uma média
de 4% ao ano devido
a problemas causados
principalmente pelos
surtos de febre
aftosa e pela falta
de crédito
em algumas regiões
do Brasil, o mercado
de saúde
animal aguarda bons
negócios
para 2008. Em 2007,
o faturamento foi
R$ 2,4 bilhões.
E pegando carona
nesse bom momento
pelo qual o setor
está passando,
a divisão
de saúde
animal da PFIZER
DO BRASIL, anunciou
que em 2007 a empresa
passou a ocupar
a liderança
nesse segmento,
sendo responsável
por 10,4% de market
share nacional,
com um faturamento
de R$ 253 milhões.
O Brasil ocupa a
terceira colocação
em receita no ranking
mundial do setor
de saúde
animal e representa
52% do total das
vendas da PFIZER
feitas à
América Latina,
sendo considerado
um mercado estratégico
para a empresa.
Gazeta
Mercantil
Restaurante,
Hotelaria &
Turismo
OS
PLANOS DA SUBWAY
E DA PIZZA HUT
A
mudança encabeçada
pelo grupo SPOLETO
nas lojas da
DOMINO'S no país
é mais um
exemplo de que as
franquias americanas
de alimentação
precisam do expertise
brasileiro para
emplacar. Também
a KFC só
voltou ao mercado
brasileiro pelas
mãos do BOB'S.
Outras operações
brasileiras de franquias
americanas estão
certas de que, agora,
conquistaram seu
espaço nas
praças de
alimentação
brasileiras. A SUBWAY,
por exemplo, que
chegou a contar
com mais de 50 lojas
no Brasil nos anos
90, acabou deixando
o país no
início desta
década com
quatro pontos-de-venda,
no Rio e em Salvador.
Hoje, a rede soma
127 lojas franqueadas,
com um faturamento
estimado em torno
de R$ 100 milhões
em 2007. Mas os
planos, porém,
continuam ambiciosos.
"Nossa meta
é mais do
que dobrar o tamanho
da rede no Brasil,
atingindo 265 lojas
este ano",
diz Anette Trompeter,
Gerente de Desenvolvimento
da SUBWAY no país.
A executiva garante,
porém, que
o objetivo não
está fora
da realidade. "Até
agora, temos metade
da meta, o equivalente
a 65 franquias,
já vendidas,
que estão
construindo lojas
ou negociando o
ponto-de-venda",
afirma. Já
a PIZZA
HUT continua
patinando nas suas
pouco mais de seis
dezenas de lojas
no país,
marca que mantém,
pelo menos, desde
2004. Segundo o
responsável
pela rede na América
Latina, Juan Chusan,
crescer em número
de lojas não
é tão
importante. "Nosso
foco está
em realocar os pontos-de-venda,
já que muitas
lojas estavam mal
posicionadas, e
readequar os restaurantes
para o conceito
de 'casual dining'
(onde o cliente
é servido
à mesa e
a tabela de preços
se mantém
competitiva)",
diz Chusan.
Valor
Econômico
Serviços
UNIMED
PAULISTANA
A
cooperativa médica
UNIMED
PAULISTANA,
registrou crescimento
de 10,3% no ano,
com faturamento
de R$ 1,5 bilhão.
Em 2006, a empresa
obteve uma receita
de R$ 1,36 bilhão.
A alta foi "reflexo
da estratégia
de vendas adotada
pela equipe de pequenas
e médias
empresas".
Os esforços
fizeram com o que
número de
clientes da empresa
aumentasse 9,1%
no ano, de 1,087
milhão para
1,187 milhão.
Comparando dezembro
de 2007 a dezembro
de 2006 a alta foi
ainda maior, de
11,4%.
Gazeta
Mercantil
RODOBENS
ELEVA META EM 44%
A
RODOBENS
NEGÓCIOS
IMOBILIÁRIOS
aumentou em 44%
sua meta de lançamentos
para o triênio
2008-2010, de R$2,4
bilhão para
R$3,5 bilhão
(VGV parte RODOBENS).
A revisão
decorre da crescente
capacidade operacional
da empresa dentro
de um cenário
macroeconômico
interno favorável
e com crescente
oferta de crédito
imobiliário.
Para 2008, a meta
de lançamentos
foi revista para
R$ 631 milhões,
20% acima da meta
anterior. O destaque
fica com um novo
segmento de produto
residencial econômico.
As vendas contratadas
pela RODOBENS no
quarto trimestre
de 2007 atingiram
o recorde trimestral
de R$ 129 milhões,
sendo o segundo
trimestre consecutivo
de vendas acima
da marca de R$ 100
milhões.
O montante de vendas
no período
foi 29% maior que
o terceiro trimestre
de 2007 e 98% maior
do que todo o ano
2006.
Valor
Econômico
Siderurgia
& Metalurgia
COMPRA
DA J. MENDES MUDA
RUMOS DA USIMINAS
A
provável
aquisição
das minas do grupo
J.
MENDES pela
USIMINAS,
garantindo auto-suficiência
em minério
de ferro à
siderúrgica
mineira a partir
de 2012, poderá
ser um primeiro
passo para mudar
a estratégia
conservadora da
siderúrgica
mineira. A expectativa
do mercado, que
recebeu bem o negócio,
é que a empresa
passe a uma ação
mais agressiva no
processo de consolidação
da siderurgia mundial,
ou corre o risco
de perder este "bonde".
Atualmente, a USIMINAS
só tem uma
participação
de 14,5% na TERNIUM,
siderúrgica
latino-americana
controlada pela
TECHINT. Esta atuação
limitada no mercado
internacional é
ressaltada por Marcelo
Aguiar, analista
de siderurgia da
GOLDMAN SACHS. Mas,
avalia a potencial
compra da J. MENDES
como um sinal positivo
de mudança
de rumos da siderúrgica
mineira. Para Aguiar,
o mercado de aço
brasileiro, que
tem hoje três
grupos de aços
planos (USIMINAS/COSIPA,
ARCELORMITTAL e
CSN) e três
de aços longos
comuns (GERDAU,
ARCELORMITTAL e
VOTORANTIM), deve
sofrer fortes mudanças
com a entrada em
operação
de usinas de grandes
empresas globais,
como a da THYSSENKRUPP,
(CSA) no Rio, e
a da BAOSTEEL,
CSV, no Espírito
Santo.
Valor
Econômico
RIO
TINTO BATE NOVO
RECORDE DE PRODUÇÃO
A
mineradora australiana
RIO
TINTO anunciou
que a sua produção
total de minério
de ferro avançou
9% em 2007, em relação
ao ano anterior,
para 159,5 milhões
de toneladas. No
quarto trimestre
do ano passado,
a produção
de minério
de ferro da empresa
atingiu um novo
recorde e registrou
um avanço
de 11% em relação
a 2006, para 38,96
milhões de
toneladas. O bom
desempenho foi atribuído
às operações
na região
de Pilbara (Austrália).
Gazeta
Mercantil
MMX
ADQUIRE A MINERMINAS
POR US$ 125 MILHÕES
A
MMX
MINERAÇÃO
E METÁLICOS
fechou acordo para
aquisição
da MINERADORA MINAS
GERAIS LTDA. (MINERMINAS)
por US$125 milhões.
A compra será
feita por meio da
subsidiária
AVX MINERAÇÃO
e o valor pago será
dividido em sete
parcelas semestrais
consecutivas. A
conclusão
da compra, desde
que atendidas algumas
condições,
deve acontecer ainda
no primeiro trimestre
de 2008. A MINERMINAS
opera uma mina de
minério de
ferro adjacente
às operações
da AVG MINERAÇÃO
S.A., subsidiária
indireta da MMX
(por meio da AVX),
possuindo ainda
outros direitos
minerários
e arrendamentos
na região
de Serra Azul, Minas
Gerais. A empresa
produziu aproximadamente
700 mil toneladas
de minério
de ferro em 2007.
Com base nas estimativas
da MMX, a produção
da MINERMINAS em
2008 poderá
atingir 2,6 milhões
de toneladas, sendo
550 mil toneladas
de minério
de ferro granulado,
1,9 milhão
de toneladas de
sinter feed e 150
mil toneladas de
pellet feed. A MMX
indicou que planeja
investir, em 2008,
US$ 8,1 milhões
em benfeitorias
nas operações
da MINERMINAS.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
GVT
AVANÇA E
REALIZA LUCROS
O
avanço progressivo
às regiões
da OI e da TELEFÔNICA,
além da BRASIL
TELECOM, somado
à perspectiva
da implantação
da portabilidade
numérica
este ano indicam
à GVT
que 2008 poderá
ser muito melhor
que 2007, que já
foi significativamente
mais bem-sucedido
que 2006. O lucro
de R$ 59,2 milhões
auferido de janeiro
a dezembro do ano
passado representou
reversão
do prejuízo
de R$ 66,8 milhões
em 2006 e resultou
de receita 27,6%
mais alta, de R$
980 milhões.
Os investimentos
da operadora-espelho
da região
Centro-Oeste e Sul
alcançaram
R$ 566 milhões
ao longo de 2007,
sendo R$ 410 milhões
na expansão
da rede e R$ 156
milhões em
aquisições.
A atacadista GEODEX,
comprada em dezembro,
custou R$ 119 milhões
e o restante foi
aplicado em empresas
menores de Voz sobre
IP. Em breve, a
GVT vai implantar
um data center em
São Paulo,
que vai absorver
investimento de
R$ 8 milhões.
Outros três
centros serão
construídos
este ano, em outros
estados, a fim de
atender à
demanda dos atuais
clientes da operadora.
Gazeta
Mercantil
COMPRA
DA BEA POR US$ 8,5
BI REFORÇA
PLATAFORMA DA ORACLE
A
BEA SYSTEMS,
fabricante de software
para empresas, anunciou
ter aceitado proposta
de compra pela ORACLE,
por US$ 8,5 bilhões,
ou US$ 7,2 bilhões
líquidos
depois do desconto
de US$ 1,3 bilhão
do caixa da BEA.
O valor é
14% superior à
primeira proposta.
A ORACLE começou
em outubro a fazer
investidas de compra
hostil à
empresa, que rejeitou
propostas de até
US$ 6,7 bilhões.
Com a BEA, a ORACLE
soma cerca de US$
33 bilhões
gastos desde janeiro
de 2005 para a arrematar
mais de 20 empresas,
processo iniciado
com a PEOPLESOFT.
A ORACLE hoje é
a terceira empresa
em vendas de software
de todas as categorias,
contabilizando os
voltados a empresas
(sua arena de atuação)
e para o consumidor
final. Fica atrás
apenas da MICROSOFT
e da IBM.
Gazeta
Mercantil
TI
BATE RECORDE DE
AQUISIÇÕES
O
ano recém-terminado
foi o maior em número
de aquisições
e fusões
no setor de tecnologia
da informação
brasileira desde
2000, o auge da
bolha de investimentos
nas empresas pontocom.
Foram registradas
55 transações
em 2007 contra 57
em 2000. As empresas
que abriram capital
recentemente ou
que planejam fazê-lo
em curto prazo,
foram as principais
responsáveis
por movimentar 2007.
No ano anterior,
começaram
a entrar na Bolsa
de Valores de São
Paulo fabricantes
como a POSITIVO
INFORMÁTICA,
e empresas de software,
como
TOTVS e DATASUL,
o que causou grande
impacto no ambiente
de negócios.
Há ainda
grandes integradoras,
com os maiores faturamentos
do setor, acima
de R$ 700 milhões,
que se preparam
para começar
a vender suas ações.
O que caracterizou
2007 para o segmento
de TI foi o fato
dos negócios
envolvendo apenas
empresas brasileiras
terem superado os
internacionais.
Foram 28 transações
domésticas,
destacando-se as
consolidações
empreendidas em
software de gestão
pela TOTVS e DATASUL,
e em serviços,
pela TIVIT
e BRAXIS,
que comprou a CPM.
Em 2006, ocorreram
16 domésticas.
A expansão
é mais considerável
pelo fato de os
negócios
externos tradicionalmente
serem os dominantes
no segmento. Eles
somaram 27, apenas
um a menos que o
total de negócios
domésticos.
Quanto a seus modelos,
chama a atenção
o fato de terem
ocorrido sete aquisições
de empresas brasileiras
por internacionais
e três casos
na mão inversa,
as outras 17 foram
negócios
internacionais,
entre estrangeiras,
que envolvia a compra
de subsidiárias
no Brasil, como
a ORACLE
comprando a
HYPERION,
e
IBM, a COGNOS.
Um exemplo de negócio
direto com uma brasileira
foi a compra da
PROCWORK pela chilena
SONDA por US$ 118
milhões,
para formar um dos
maiores grupos de
prestação
de serviços
de TI da América
Latina, que vai
operar com o nome
de SONDA PROCWORK
no Brasil.
Gazeta
Mercantil
VENDA
DE PCS CRESCEU 13,4%
EM 2007
As
vendas mundiais
de computadores
pessoais (PCs) totalizaram
271,1 milhões
de unidades em 2007,
alta de 13,4% sobre
o exercício
anterior. A
HEWLETT-PACKARD
(HP) fechou
o ano na liderança
mundial em vendas,
com uma fatia de
18,2% do mercado.
A DELL, segunda
colocada, ficou
com 14,3%, seguida
da ACER (8,9%),
LENOVO (7,4%)
e TOSHIBA
(4%). Os dados incluem
computadores de
mesa, portáteis
e servidores.
Valor
Econômico
Têxtil
& Couro
VULCABRÁS
DEFINE PLANOS PARA
AZALÉIA
No
segundo trimestre
a AZALÉIA
vai inaugurar
sete pavilhões
industriais nas
proximidades de
Itapetinga, interior
da Bahia, onde a
empresa mantém
um dos seus complexos
de produção.
O investimento,
de R$ 30 milhões,
é o primeiro
a ser realizado
pelo seu novo controlador,
a VULCABRÁS.
No fim de dezembro,
a companhia, que
já tinha
15% da AZALÉIA,
concluiu a compra
do restante das
ações.
Em pleno funcionamento,
as novas instalações
deverão elevar
em 15% o volume
de produção
da companhia, que
hoje é de
cerca de 30 milhões
de pares por ano.
O incremento da
produção
está aliado
ao plano de acelerar
o ritmo de crescimento
da AZALÉIA
nos próximos
anos. Milton Cardoso,
Presidente da VULCABRÁS,
não quis
divulgar a meta
para a nova controlada.
"Nos últimos
10 anos, a controladora
cresceu 30% por
ano. O potencial
é enorme,
principalmente se
o consumo de calçados
no Brasil repetir
o resultado de 2007,
que cresceu 9% ao
ano", afirmou
o executivo. Juntas,
as companhias dizem
formar a maior fabricantes
de calçados
da América
Latina, com faturamento
de mais de US$ 1
bilhão por
ano.
Valor
Econômico
SAMELLO
VOLTA A PRODUZIR
E TEM PLANO DE RETOMAR
AS EXPORTAÇÕES
A
calçadista
SAMELLO,
de Franca, interior
de São Paulo,
prepara sua volta
à fabricação
de sapatos masculinos.
Depois de entrar
com pedido de recuperação
judicial em 2006,
que levou a empresa
a paralisar totalmente
a produção
no ano passado,
a companhia deve
religar as máquinas
no próximo
mês, quando
retomará
a fabricação
de 500 pares diariamente.
A volta da SAMELLO
à produção
contou com investimentos
de cerca de R$ 2
milhões,
conseguidos por
meio de vendas de
propriedades rurais
do GRUPO SAMELLO,
que conta com rede
de franquias da
marca, fazendas
e fábrica
de borracha, segundo
o seu Diretor Wilton
Mello. O faturamento
do Grupo foi de
R$ 52 milhões
em 2007, alta de
7% em relação
ao ano anterior.
De acordo com o
Presidente da empresa,
Miguel Mello, a
meta é alcançar
produção
diária de
2 mil pares por
dia até o
final de 2008, ano
em que a fabricante
deve atingir faturamento
de R$ 20 milhões.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
MRS
REFORÇA FROTA
E COMPRA 866 VAGÕES
A
MRS
LOGÍSTICA
vai investir R$
141 milhões
na compra de 866
vagões. A
concessionária
que opera os trilhos
nos estados de Minas
Gerais, Rio de Janeiro
e São Paulo,
anunciou também
que receberá
mais 15 locomotivas
zero quilômetro
da fabricante G,
um investimento
de U$ 35 milhões.
O Presidente da
MRS, Julio Fontana
Neto, disse que
o aumento da frota
é para preparar
a empresa para o
aumento de transporte
estimado em 20%
este ano. De acordo
com estimativas
da companhia, em
2008 a MRS deverá
movimentar entre
150 milhões
e 160 milhões
de toneladas.
Gazeta
Mercantil
TNT
AMPLIA FROTA APÓS
UM ANO DE AQUISIÇÃO
DA MERCÚRIO
A
EXPRESSO
MERCÚRIO,
adquirida há
um ano pelo grupo
holandês TNT
EXPRESS, pretende
comprar mais 100
caminhões
este ano para atender
o esperado crescimento
da demanda pelo
transporte rodoviário
de cargas em função
do bom momento da
economia brasileira.
"Em 2008 o
mercado vai crescer
acima de dois dígitos.
Vai ser um ano melhor
ou pelo menos igual
a 2007", acredita
o Presidente da
TNT/MERCÚRIO,
Roberto Rodrigues,
estimando que o
mercado de entregas
expressas tenha
crescido cerca de
15% em 2007. Em
2007 foram comprados
97 caminhões
e 88 vans para coleta
e entrega de mercadorias
e, com a aquisição
deste ano, a MERCÚRIO
vai chegar a aproximadamente
1,5 mil veículos
próprios,
entre caminhões
e vans. Ano passado
a MERCÚRIO
também construiu
um terminal de cargas
em Joinville (SC)
e este ano pretende
erguer novos no
Rio de Janeiro,
em Fortaleza e no
Recife.
Valor
Econômico
EMBRAER
VENDE 12 JATOS À
LOT POLISH
A
empresa polonesa
LOT POLISH AIRLINES
comprou 12 jatos
E175 da Empresa
Brasileira de Aeronáutica
(EMBRAER).
Ainda há
opções
de aquisição
para outras duas
aeronaves e direitos
de compra para mais
dez. O valor total
da transação
é de US$
372 milhões,
pelas condições
econômicas
de janeiro de 2007.
No entanto, o contrato
pode alcançar
US$ 744 milhões,
caso todas as opções
e direitos de compra
forem exercidos.
Gazeta
Mercantil
Varejo
CALOR
TAMBÉM ESQUENTA
AS VENDAS NO VAREJO
As
altas temperaturas
no início
de janeiro beneficiaram
o varejo, que está
vendendo mais condicionadores
de ar, ventiladores
e outros produtos
sazonais neste verão.
O
SAM'S, clube
de compras do grupo
WAL-MART,
registrou um crescimento
de 687,8% nas vendas
de condicionadores
de ar na primeira
quinzena de janeiro
quando comparadas
a igual período
de 2007. A rede
também investiu
na linha de artigos
de praia, como cadeiras
e guarda-sóis,
cujas vendas cresceram
310% no início
deste ano. O SAM'S
é uma rede
de atacado, mas
uma parte representativa
de seu faturamento
é obtida
com a venda de produtos
para o consumidor
final, como eletroeletrônicos,
cadeiras, piscinas
e artigos para casa.
A rede registrou
nas duas primeiras
semanas de janeiro
uma maior procura
por churrasqueiras
e carvão,
cujas vendas cresceram
12% e 16%, respectivamente.
Valor
Econômico