Agrobusiness
FRIGORÍFICOS
SAEM ÀS COMPRAS
E ACELERAM PLANO
DE INTERNACIONALIZAÇÃO
Até
março do
ano passado, a JBS-FRIBOI
era uma companhia
fechada que havia
colocado os pés
na Argentina num
primeiro passo para
se internacionalizar.
Dez meses depois,
o frigorífico
negocia ações
na Bovespa e se
tornou a maior empresa
de carne bovina
do mundo após
a compra da americana
SWIFT FOODS COMPANY.
A aquisição
foi a principal
tacada da empresa,
que entrara na Argentina
em 2005, para se
globalizar de fato.
E surpreendeu, já
que a JBS adquiriu,
por US$ 1,4 bilhão,
uma companhia com
faturamento de US$
9,5 bilhões,
quatro vezes maior
que o seu. O caso
da JBS talvez seja
o mais emblemático
da mudança
pela qual passa
o setor de frigoríficos
de bovinos no Brasil,
mas não é
o único.
E vem acompanhando
a tendência
de internacionalização
das companhias brasileiras
nos últimos
anos. Antes disso,
em 2007, tinha comprado
participação
em dois frigoríficos
no Uruguai e em
dois no Chile. Em
2006, já
entrara no Uruguai,
com a aquisição
do TACUAREMBÓ
e na Argentina,
com o ARGENTINE
BREEDERS& PACKERS.
Em 2007, além
de comprar a SWIFT
FOODS COMPANY e
entrar nos EUA,
a JBS-FRIBOI fincou
pé na Europa.
Em dezembro, a empresa
fechou acordo para
comprar 50% do capital
da italiana INALCA,
a maior em carne
bovina da Itália.
Com a aquisição,
a JBS quer ampliar
a atuação
na Europa. Agora,
a empresa olha ainda
mais longe e não
descarta investir
na China no futuro.
Valor
Econômico
SEARA
FAZ APORTE PARA
EXPANDIR OPERAÇÕES
EM SC
A
SEARA,
controlada pela
CARGILL,
deu início
à ampliação
de uma central de
incubação
no município
de Araranguá,
no sul de Santa
Catarina, em um
investimento de
R$18 milhões.
Com este aporte,
a unidade atual,
com 30 anos de existência,
aumentará
a produção
mensal de 2 milhões
de pintos de um
dia para 11,5 milhões
de pintos, quando
o projeto estiver
implantado. As notícias
sobre os investimentos
da empresa geraram
rumores de que a
SEARA iria instalar
um novo frigorífico
em Santa Catarina.
A empresa confirmou
a ampliação
da central de incubação,
mas não comentou
os rumores a respeito
de novos investimentos.
Apesar de não
comentar o assunto,
são fortes
as notícias
de que a SEARA invista
em um novo frigorífico
no Estado. Há
indícios
de que o grupo esteja
pesquisando áreas
no planalto norte
catarinense, uma
região que
vem atraindo agroindústrias.
A SADIA recentemente
pesquisou este local
e a COOPERCENTRAL
AURORA já
confirmou investimentos
em um frigorífico
de aves na cidade
de Canoinhas.
Valor
Econômico
COCAMAR
FATURA 26% MAIS
A
rotina de boas notícias
no campo devido
a boa safra agrícola
ainda não
acabou no Paraná.
A COCAMAR,
de Maringá,
noroeste paranaense,
segunda maior cooperativa
do estado anunciou
que encerrou o exercício
2007 com um faturamento
de R$ 1,1 bilhão,
o segundo maior
de todos os tempos,
contra os R$ 874
milhões obtidos
em 2006, alta de
25,8%. Contribuíram
para isso o aumento
no recebimento de
soja, de 700 mil
toneladas, contra
525 mil toneladas
no ano anterior,
e as 350 mil toneladas
de milho, segundo
maior volume de
sua história,
a industrialização
de produtos agrícolas,
onde o segmento
de varejo respondeu
por R$ 250 milhões,
contra R$ 205 milhões
de 2006, e o avanço
das vendas de insumos
e bens de produção
aos cooperados nos
entrepostos. Em
2008, a COCAMAR
completa 45 anos
de fundação
e quer superar esses
números.
Gazeta
Mercantil
Alimentos
GOMES
DA COSTA INVESTE
EM PRODUTOS DE MAIOR
VALOR
Elevar
as vendas de produtos
com maior valor
agregado, como os
patês e os
molhos à
base de atum, é
a principal estratégia
de crescimento da
GOMES
DA COSTA para
2008. Lançados
no mercado no ano
passado, o plano
é que representem
cerca de 7% do faturamento
este ano e até
15% em cinco anos,
informou Alberto
Encinas, primeiro
Presidente da empresa
indicado pelo CALVO,
grupo espanhol que
adquiriu a companhia
brasileira em 2004.
Além de ampliar
as vendas dos produtos
de maior valor,
outra parte da estratégia
da fabricante de
peixes em conservas
é impulsionar
as suas exportações
e a participação
no segmento de food
service (restaurantes,
bares, hotéis,
entre outros). A
meta, conforme Encinas,
é crescer
12% este ano. Em
2007, a GOMES DA
COSTA alcançou
faturamento de R$
303 milhões,
alta de 8% em relação
ao ano anterior.
As vendas externas,
que representaram
10% do faturamento
em 2007, devem chegar
a 13% este ano.
Gazeta
Mercantil
SADIA
ANUNCIA A SEGUNDA
AQUISIÇÃO
EM DUAS SEMANAS
A
SADIA
anunciou a compra
de 73,93% do capital
da BAUMHARDT COMÉRCIO
E PARTICIPAÇÕES
LTDA., controladora
da EXCELSIOR ALIMENTOS.
A EXCELSIOR, com
sede em Santa Cruz
do Sul (RS), atua
no ramo de presuntos,
mortadelas e embutidos
em geral, e tem
presença
mais forte na região
Sul do País.
A SADIA não
estará obrigada
a manter a marca
EXCELSIOR, após
finalizada a compra.
Esta é a
segunda aquisição
da SADIA este ano,
a primeira foi a
da AVÍCOLA
INDUSTRIAL BURITI
ALEGRE LTDA., a
GOIAVES, por R$
60 milhões,
há pouco
mais de uma semana.
Em dezembro, a SADIA
havia anunciado
investimentos de
R$ 1,6 bilhão
em projetos novos
e outros em andamento,
e disse esperar
que até 2009
esses investimentos
gerassem uma receita
adicional de R$
3 bilhões.
O
Estado de São
Paulo
Bebidas
& Fumo
NOVA
FÁBRICA NO
RJ
A
RIO
DE JANEIRO REFRESCOS,
fabricante dos produtos
COCA-COLA no estado
fluminense, inaugurou
a ampliação
da unidade industrial
de Jacarepaguá,
zona oeste da cidade.
Com os investimentos,
a capacidade de
produção
da fábrica
aumentará
25%, de 711 milhões
de litros por ano
para 885 milhões
de litros por ano,
até 2009,
quando o projeto
de expansão
será finalizado.
Dos R$ 224 milhões
projetados, já
foram investidos
R$ 160 milhões,
o que já
gerou aumento de
21% da capacidade
de produção,
chegando a 861 milhões
de litros por ano.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade &
Propaganda
DIGERATI
VAI ABRIR FILIAL
NA ÍNDIA
PARA EXPORTAR CONTEÚDO
A
EDITORA
DIGERATI, que
produz conteúdo
editorial de informática
e games, comemora
o aumento da demanda
no País e
traça o capítulo
mais ambicioso do
seu projeto de internacionalização:
abrir uma filial
na Índia,
para produzir conteúdo
para o Brasil e
países da
língua inglesa.
Fundada há
dez anos, a empresa
já exporta
revistas e CDs de
games infantis desde
2006 para a Índia,
por meio de uma
parceria com a editora
indiana DELHI. O
projeto de internacionalização
da editora começou
em 2004, com a abertura
de um escritório
na Espanha, de onde
exporta para 11
países da
América Latina:
Argentina, Chile,
Uruguai, Equador,
Peru, México,
Panamá, Costa
Rica, Honduras,
El Salvador, Venezuela.
Do Brasil, a empresa
exporta para Portugal.
A empresa exportou
um milhão
de exemplares em
2007, volume 43%
maior em relação
aos 700 mil de 2006.
A expectativa para
este ano é
ampliar os embarques
em 30%, para 1,3
mil exemplares.
Segundo o sócio
e principal executivo
da EDITORA DIGERATI,
Alessandro Gerardi,
as vantagens de
abrir uma filial
na Índia
são: mão-de-obra
mais barata e a
proximidade para
exportar para países
como Austrália,
Filipinas e Cingapura,
além da própria
Índia, onde
boa parcela da população
fala inglês.
Com 60 títulos
ao mês e 500
mil exemplares distribuídos
nacionalmente, a
DIGERATI comemora
o aumento do consumo
interno de revistas
de informática
e games. O faturamento
da empresa atingiu
R$ 36 milhões
em 2007, montante
20% superior aos
R$ 30 milhões
de 2006. Em 2008
a empresa prevê
crescimento de 11%
e faturamento de
R$ 40 milhões.
Gazeta
Mercantil
Eletroeletrônico
VENDAS
DA PHILIPS AUMENTAM
10% NA AL, PARA
603 MILHÕES
A
multinacional holandesa
ROYAL
PHILIPS ELECTRONICS
divulgou que seu
lucro líquido
dobrou no quarto
trimestre de 2007,
atingindo €
1,393 bilhão,
ou € 1,30 por
ação.
O aumento do lucro
nos últimos
três meses
do ano se deve em
parte ao ganho de
€ 1,087 bilhão
obtido pela venda
das ações
nas empresas taiuanesas
LG Philips LCD e
na fabricante de
chips TSMC. A empresa
destacou também
os sólidos
índices de
crescimento nos
países da
América Latina
como determinante
para o resultado
positivo. As vendas
na América
Latina cresceram
10%, passando de
€ 548 milhões
no último
trimestre de 2006,
para € 603
milhões no
mesmo período
do ano passado.
Gazeta
Mercantil
YAMAHA
ESTIMA ALCANÇAR
VENDAS DE US$ 100
MILHÕES NO
BRASIL
A
fabricante de instrumentos
musicais YAMAHA
MUSICAL, maior
do mundo no setor,
quer fortalecer
seus negócios
no Brasil. Em visita
ao País para
conhecer o comércio
e representantes
locais, Mitsuru
Umemura, Presidente
mundial da empresa,
explicou que o plano
é alcançar
faturamento de US$100
milhões em
cinco anos. O Brasil,
assim como China,
Índia e Rússia,
é considerado
estratégico
pela companhia.
"Em volume
de vendas, o México
ainda é o
maior mercado da
América Latina
para a YAMAHA. Mas
o Brasil deve ultrapassá-lo
em curto prazo",
afirmou o executivo.
O crescimento registrado
pela subsidiária
chamou a atenção
de Umemura, que
visita o Brasil
pela primeira vez.
A operação
local da multinacional
japonesa fechou
2004 com faturamento
de US$ 20 milhões.
No ano passado,
a receita foi a
US$ 58 milhões.
Durante esse período,
o número
de funcionários
passou de 14 para
28. "É
o mercado que mais
cresce na América
Latina", afirmou.
A empresa está
presente no Brasil
desde 1973.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
CONDOR
SE REESTRUTURA PARA
ENFRENTAR A CHINA
A
valorização
do real, que impulsionou
a entrada de produtos
chineses no Brasil,
pegou de surpresa
a CONDOR,
fabricante catarinense
de escovas de dentes
e de cabelos, vassouras,
pincéis e
produtos de higiene
bucal. Em 2007,
apesar do crescimento
de 7% no faturamento,
para R$ 209 milhões,
o volume de vendas
ficou 13% abaixo
do esperado, com
alta de 1% em relação
ao ano anterior.
Diante dessa situação,
Ernoe Eger, Presidente
da empresa, contou
que a estratégia
para 2008 é
aumentar a importação
de escovas de dentes
da China, hoje compra
no país asiático
apenas pequena parte
do que vende aqui,
e ampliar a produção
local de escovas
de cabelo e produtos
de higiene bucal,
que possuem maior
valor agregado.
"Nós
deveríamos
ter aumentado mais
nossos preços
em 2007", lamentou.
Segundo o executivo,
a meta é
alcançar
um crescimento de
22% em faturamento
e 19% em volume
este ano.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
DAIKEN
DIVERSIFICA ATUAÇÃO
E PREVÊ FATURAMENTO
50% MAIOR
Pequenas
empresas que saem
de incubadoras tecnológicas
geralmente levam
algum tempo para
enxergar com clareza
as oportunidades
que se abrem. A
paranaense DAIKEN
INDÚSTRIA
ELETRÔNICA
seguiu este caminho,
mas soube aproveitar
o momento certo
para encontrar alternativas
que lhe permitiram
crescer. Ela nasceu
como metalúrgica
pelo esforço
de dois irmãos
engenheiros e ficou
durante cinco anos
fornecendo salas
de auto-atendimento
ao sistema bancário,
até que,
há sete anos,
resolveu dar uma
guinada para a área
de tecnologia, a
partir de uma encomenda
da ALL - AMÉRICA
LATINA LOGÍSTICA
para o desenvolvimento
de detectores de
descarrilamento
e de um computador
de bordo para trens.
"Começamos
a ter o controle
sobre o nosso destino
com esses produtos
e o faturamento
saltou de R$ 10
milhões para
R$ 20 milhões
e em 2008 esperamos
chegar a R$ 30 milhões",
contou um dos irmãos,
Osmar Yamawaki.
Hoje o setor bancário
responde por apenas
20% da receita e
a ALL comemorou
a grande redução
no consumo de combustível
e a queda de 63%
no número
de acidentes com
seus trens na BRASIL
FERROVIAS, graças
aos equipamentos
produzidos em Colombo
(PR), pela DAIKEN.
Atualmente, o setor
de automação
ferroviária
representa 50% das
receitas e uma nova
área, a da
acessibilidade,
que produz, por
exemplo, plataformas
para ônibus
urbanos, e produtos
utilizados pela
OTIS e THYSSENKRUPP
em seus projetos
no Brasil, outros
30%. Mas é
exatamente aí
que a DAIKEN está
investindo para
crescer.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
DEPOIS
DA AMANCO, MEXICHEM
COMPRA A MINEIRA
PLASTUBOS
O
grupo MEXICHEM,
um dos maiores produtores
de resinas de PVC
na América
Latina com um faturamento
de US$ 2,5 bilhões
e dono da AMANCO,
comprou a mineira
PLASTUBOS,
terceira maior empresa
fabricante de tubos
de PVC no país.
A aquisição,
que não teve
seus valores revelados,
faz parte da estratégia
do grupo mexicano
de assumir a liderança
deste setor no Brasil
dentro de três
anos. De acordo
com a MEXICHEM,
as operações
da AMANCO e da PLASTUBOS
combinadas lhe garantem
32% do segmento
de tubos e conexões
brasileiro, o que
faz chegar mais
perto da líder
TIGRE,
que afirma ter uma
participação
de mercado de mais
de 50%. No Brasil,
esses números
não são
auditados de forma
independente e tratam-se
de estimativas das
próprias
empresas. A AMANCO
faturou em 2007
R$ 657 milhões
no Brasil. A PLASTUBOS
faturou em 2007
R$ 110 milhões,
um crescimento de
60% sobre 2006.
A companhia tem
capacidade de produzir
30 mil toneladas
de tubos de PVC
e conta com três
unidades produtivas
em Minas, Goiás
e Alagoas. O objetivo
da MEXICHEM é
injetar recursos
na companhia para
que ela dobre de
tamanho nos próximos
três anos.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
VIDEOLAR
PLANEJA INVESTIMENTO
PARA DIVERSIFICAR
A PRODUÇÃO
Das
três áreas
de atuação
da VIDEOLAR,
petroquímica,
fabricação
de produtos virgens
(CD, DVD e CD-R,
entre outros) e
mídia gravada
(atendimento aos
grandes estúdios
de Hollywood e estúdios
fonográficos),
a primeira será
o centro das atenções
daqui para a frente.
Dentro de 90 dias
a empresa pretende
definir investimento
de US$ 40 milhões
para produção
de polipropileno
biorientado (BOPP),
isto é, filmes
utilizados para
embalar produtos
das indústrias
alimentícia,
fumageira, de cosméticos,
entre outras. A
nova unidade, localizada
em Manaus, terá
capacidade para
produzir 2,5 mil
toneladas por mês.
A produção
de resinas plásticas
entrou no grupo
em 2002, com investimento
de US$ 80 milhões.
Atualmente, a lista
de clientes inclui
gigantes como BOSCH,
SONY DO BRASIL,
SPRINGER, TECHNOS
DA AMAZÔNIA,
BIC, CCE e PANASONIC,
entre outros.
Gazeta
Mercantil
BRASKEM
AVANÇA PARA
A 11ª- POSIÇÃO
DO MERCADO
A
BRASKEM
definirá
em breve uma meta
mais ousada de crescimento.
A empresa tinha
como objetivo estar
entre as dez maiores
petroquímicas
do mundo até
2012. A quatro anos
do prazo, com as
recentes aquisições,
já ocupa
a 11ª posição
do setor e os novos
projetos hoje em
andamento ou sob
análise de
seu pessoal deve
facilitar que a
petroquímica
do GRUPO ODEBRECHT
alcance a desejada
colocação.
"Com a nova
formação
da empresa, precisaremos
aumentar o nosso
nível de
ambição",
afirmou o Presidente
da BRASKEM, José
Carlos Grubisich,
sem revelar qual
será a nova
meta da companhia.
A próxima
ampliação
na capacidade da
empresa será
com a PETROQUÍMICA
PAULÍNIA,
unidade de polipropileno
da BRASKEM no interior
paulista, que foi
criada inicialmente
a partir de uma
joint venture com
a PETROBRAS, na
qual a participação
da estatal era de
40%.
Gazeta
Mercantil
COM
NOVA FÁBRICA,
MERIAL FAZ DO PAÍS
CENTRO DE EXPORTAÇÃO
A
MERIAL,
fabricante de produtos
veterinários,
vai colocar em operação
uma nova fábrica,
na qual foram investidos
US$ 7 milhões.
A unidade já
está em fase
pré-operacional
e será dedicada
à produção
de pastas antiparasitas
para eqüinos.
A planta fica no
mesmo complexo industrial
que a MERIAL já
tem em Paulínia
(SP). Nela será
centralizada toda
a linha mundial
de medicamentos
voltados a eqüinos.
Com isso, serão
desativadas duas
unidades no exterior,
uma nos Estados
Unidos e a outra
na Holanda. Cerca
de 90% de sua produção
será voltada
ao mercado externo.
O investimento soma-se
ao aporte de US$
15 milhões
que a empresa fará
para a construção
de uma planta dedicada
à produção
de medicamentos
mastigáveis
para cachorros.
Os projetos fazem
o braço brasileiro
da MERIAL ganhar
terreno nos negócios
da companhia e transformam
o país em
uma plataforma de
exportações.
Em 2007, a MERIAL
faturou R$ 316 milhões,
as exportações
responderam por
cerca de R$ 65 milhões.
Valor
Econômico
Papel
& Celulose
VCP
PREVÊ AUMENTO
DE 9% NA VENDA DE
CELULOSE
A
VOTORANTIM
CELULOSE E PAPEL
(VCP) prevê
elevar em 9% as
vendas de celulose
este ano, chegando
a 1,2 milhão
de toneladas, segundo
o Diretor de Negócios
de Celulose da empresa,
Sérgio Almeida.
Para o negócio
de papel, a expectativa
da empresa é
a de que o volume
comercializado recue
24%, para 380 mil
toneladas, em razão
da venda de ativos
colocada em marcha
no decorrer do ano
passado. "As
condições
para o mercado de
celulose seguem
favoráveis",
explicou Almeida.
"O inverno
mais ameno no Hemisfério
Norte reduziu a
disponibilidade
de madeira e, ao
mesmo tempo, o spread
entre fibra longa
e curta se mantém
em US$ 100 por tonelada,
o que estimula a
migração
da primeira para
a segunda fibra",
disse o executivo.
Para os preços
da celulose, comentou
Almeida, a VCP trabalha
em seu orçamento
com expectativa
de alta de 5% na
cotação
média do
ano, frente ao registrado
em 2007.
O
Estado de São
Paulo
Serviços
DASA
AMPLIA ATUAÇÃO
EM SANTA CATARINA
Com
um investimento
total de R$ 5,5
milhões o
laboratório
VITA
LÂMINA,
marca com a qual
a DASA,
maior empresa de
serviços
diagnósticos
do país opera
em Santa Catarina,
vai inaugurar em
abril a sua segunda
unidade naquele
estado, localizada
em São José,
na Grande Florianópolis.
A Unidade Campinas,
como é conhecida,
teve investimentos
de R$ 2 milhões
na reforma e adequação
do espaço
e de R$ 3,5 milhões
em equipamentos,
e conta com 830
m de área
construída.
A rede VITA foi
adquirida pela DASA
no final de 2006.
A empresa prevê
a contratação
de 50 colaboradores
diretos, além
de dez médicos
especialistas, para
a execução
dos exames.
Gazeta
Mercantil
9
DE JULHO É
DA AMIL POR R$ 311
MILHÕES
A
AMIL
PARTICIPAÇÕES
enviou à
Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM) informações
sobre a compra do
HOSPITAL
9 DE JULHO,
que vem sendo negociada
desde o ano passado.
Segundo o comunicado,
a empresa, através
da ESHO - EMPRESA
DE SERVIÇOS
HOSPITALARES LTDA.,
empresa do grupo
criada só
para administrar
os hospitais de
sua rede, adquiriu
95,29% do capital
social das SOCIEDADES
HOSPITAL NOVE DE
JULHO S.A. e ASSISTÊNCIA
MÉDICA NOVE
DE JULHO LTDA. pelo
valor de R$ 140
milhões.
Além disso,
a ESHO assumiu passivos
e contingências
do 9 DE JULHO, no
valor estimado de
R$ 171 milhões.
Segundo fontes do
mercado, não
deverá haver
mudanças
na estrutura do
hospital, que não
se transformaria
em mais uma unidade
própria da
rede AMIL, mas continuaria
atendendo às
operadoras de planos
de saúde,
seguradoras, cooperativas
e planos de auto-gestão
que já têm
convênio hoje
com o 9 DE JULHO.
Com 253 leitos em
26 mil m de área
construída,
o hospital registrou
faturamento médio
mensal consolidado
de R$ 17,8 milhões
no ano passado,
o que equivale a
uma receita anual
de R$ 213,6 milhões.
Gazeta
Mercantil
CHERTO
LANÇA LOJA
PARA VENDER FRANQUIAS
O
GRUPO
CHERTO vai lançar,
até maio
deste ano, uma operação
inédita no
mercado brasileiro:
uma loja de rua
para a venda de
franquias. O primeiro
ponto receberá
investimento de
aproximadamente
R$ 300 mil e será
na capital paulista,
em um espaço
de 120 m. Estarão
disponíveis
na prateleira franquias
de diversas empresas
e segmentos. A idéia
é oferecer
uma experiência
de consumo especial
para os empreendedores
e investidores,
que poderão
conhecer diferentes
oportunidades de
negócio em
um espaço
especialmente projetado
para este fim, afirma
Marcelo Cherto,
Presidente do grupo.
Serão dois
formatos: lojas
de rua e quiosques
(para eventos empresariais
e shopping centers).
Até o final
do ano a idéia
é levar o
modelo para outras
cidades, parte por
meio de unidades
próprias
e o restante, via
franchising. Fundado
em 1986, em São
Paulo, o GRUPO CHERTO
é referência
no mercado latino-americano
de franquias e já
participou da estruturação
(ou reestruturação)
de centenas de redes
do Brasil, Argentina,
Chile, México
e Paraguai.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
TRAMONTINA
DESAFIA A LÓGICA
E GANHA MERCADO
NOS ESTADOS UNIDOS
A
TRAMONTINA
está
desafiando a lógica
do capitalismo moderno.
Enquanto o mundo
inteiro transfere
fábricas
para a Ásia,
onde os custos são
mais baixos, a brasileira
resolveu fazer o
caminho contrário.
Ela já produz
50 mil panelas de
alumínio
por dia na mesma
planta do Estado
de Wisconsin, nos
Estados Unidos,
ocupada até
pouco tempo atrás
por uma de suas
principais concorrentes,
a americana MIRRO,
que fechou os portões
para tentar a sorte
na China e no México.
A estratégia
às avessas
ainda pode ir além:
a TRAMONTINA já
comprou terreno
e estuda a possibilidade
de construir, dentro
de cinco anos, uma
segunda fábrica,
em Houston, no Texas,
ao lado da sede
e do centro de distribuição
da companhia nos
EUA. A aposta, ousada
à primeira
vista, está
dando certo por
enquanto. A TRAMONTINA
alugou a fábrica
no fim de 2006,
passou a produzir
em plena carga a
partir do ano passado
e já está,
neste início
de ano, com a produção
vendida até
julho. Ela atualmente
produz no país
um terço
de suas vendas locais.
O resto vem do Brasil.
Enquanto as vendas
de panelas aumentaram
entre 2% e 3% nos
EUA, a TRAMONTINA
cresceu, em média,
20% ao ano nos últimos
cinco anos. A marca
é uma das
principais fornecedoras
de grandes cadeias
de varejo como WAL-MART,
COSTCO, TARGET e
SEARS.
O
Estado de São
Paulo
Telecomunicações
& Informática
NOKIA
SUPERA OS 40% DE
FATIA DE MERCADO
A
finlandesa
NOKIA, a maior
fabricante de telefones
celulares do mundo,
superou no quarto
trimestre pela primeira
vez os 40% de participação
de mercado. A informação
indica que a companhia
foi beneficiada
pela demanda por
seus novos aparelhos
e pelas dificuldades
no lançamento
de novos modelos
enfrentadas pela
concorrente americana
MOTOROLA,
que vinha se constituindo
em sua maior rival.
A NOKIA ampliou
sua fatia de 36%,
conquistada há
12 meses, para 40,2%
do mercado. A MOTOROLA
acabou ultrapassada
pela sul-coreana
SAMSUNG
ELECTRONICS no ano
passado na disputa
do segundo lugar
entre fabricantes
de telefones celulares
do mundo. A NOKIA
elevou sua fatia
de mercado e aumentou
as margens com produtos
que variam de telefones
mais populares.
A parcela de mercado
da coreana SAMSUNG
subiu de 11,2% para
14%, e a SONY
ERICSSON MOBILE
COMMUNICATIONS,
a quarta maior fabricante
de celulares, aumentou
sua parcela mundial
de 8,9% para 9,3%.
A
LG cresceu,
por sua vez, de
5,8% para 7,1%.
Gazeta
Mercantil
Têxtil
& Couro
WÖLLNER
CRESCE COM MOCHILAS
PARA O MERCADO CORPORATIVO
A
grife carioca WÖLLNER
encontrou nas suas
origens um novo
nicho de negócio.
A empresa começou
em 1983 como fabricante
de mochilas para
terceiros e agora
está produzindo
mochilas, acessórios
e artigos de vestuário
para grandes companhias.
Porém, desta
vez os produtos
vêm estampados
com a etiqueta da
WÖLLNER, além
da logomarca dos
clientes. "Não
desenvolvemos meramente
um brinde. É
um produto com valor
agregado, com design
diferenciado para
empresas que querem
ter seu nome associado
a um produto fashion",
explica Paulo Calarge,
sócio da
grife junto com
Lauro Wöllner,
responsável
pela área
de criação
da grife conhecida
pelo estilo casual
e esportivo. Essa
divisão de
negócios
da WÖLLNER,
batizada como B2B,
representa hoje
18% do faturamento
total da marca e
a expectativa para
2008 é que
esse percentual
salte para 25%,
segundo Calarge.
Com o vento soprando
a favor, a WÖLLNER
abrirá em
São Paulo
no mês de
março e em
Brasília
no segundo semestre,
escritórios
regionais para atender
especificamente
os clientes corporativos.
Atualmente, a carteira
de clientes é
formada por aproximadamente
120 companhias,
sendo a maior parte
com sede no Rio.
No ano passado,
a WÖLLNER produziu
17 mil peças
entre mochilas,
camisetas, acessórios
e casacos para empresas
como PETROBRAS,
SHELL, COCA-COLA,
FATOR, ÁGORA,
REAL, BMW, YAHOO,
NESTLÉ ,
MICROSOFT, entre
outras grandes corporações.
Com os novos escritórios
em São Paulo
e Brasília,
Calarge acredita
que a produção
de produtos para
empresas dobrará
neste ano. A marca
que possui uma rede
com 26 lojas, sendo
13 próprias
localizadas no Rio
e em São
Paulo e 13 franquias,
quer abrir seis
unidades em 2008.
A empresa encerrou
2007 com uma alta
de 27% no faturamento,
em comparação
com 2006.
Valor
Econômico
Transporte
& logística
IVECO
PLANEJA ENTRAR NO
SEGMENTO DE ÔNIBUS
NO BRASIL
O
grupo italiano
FIAT se prepara
para produzir ônibus
no Brasil. O plano
faz parte do programa
de investimentos
da IVECO,
uma empresa do grupo,
que já fabrica
caminhões
e furgões
em Minas Gerais
e que passa por
uma das mais significativas
fases de expansão
das suas atividades
no país.
A IVECO possui ainda
uma fábrica
na Argentina. A
IVECO é dona
da marca IRISBUS,
uma das maiores
produtoras de ônibus
da Europa, onde
funcionam as três
fábricas
desse tipo de veículo.
Além dos
ônibus, um
plano que ainda
está em fase
de amadurecimento,
segundo o Presidente
da IVECO na América
Latina, Marco Mazzu,
o grupo se prepara
para grandes saltos
no mercado dos veículos
comerciais. O programa
de expansão
da FIAT prevê
não apenas
renovar e ampliar
a oferta de modelos
nos segmentos em
que já atua
como também
entrar nos que ainda
não participa.
A IVECO já
produz caminhões
leves, semi-pesados
e pesados. Mas ainda
não participa
do segmento de modelos
médios, que
representa mais
de 20% do total
do mercado brasileiro.
A investida nesse
novo segmento e
mais a linha dos
ônibus fazem
parte de um cronograma
que prevê
o lançamento
de novas famílias
de veículos
no período
de 2007 a 2010.
A IVECO sonha em
seguir trajetória
semelhante à
da FIAT AUTOMÓVEIS,
hoje líder
do mercado brasileiro
de carros de passeio.
Aliada à
diversificação
de produtos e transferência
de parte das linhas
de produção
da Argentina para
o Brasil, a empresa
comemora hoje crescimento
de 120% nas vendas
e de 45% na produção
brasileira em 2007.
Planeja crescer
mais 40% em 2008,
um avanço
que mais uma vez
superará
o mercado brasileiro
de caminhões,
que deverá
ficar 10% maior
em 2008 na comparação
com 2007.
Valor
Econômico
RECEITA
DA FIAT CRESCE NO
MERCADO BRASILEIRO
A
italiana FIAT
acredita que
o mercado automotivo
brasileiro deverá
crescer mais de
10% em 2008 e pretende,
neste cenário,
manter sua posição
de líder
de mercado no segmento
de automóveis
e veículos
leves. As projeções
da fabricante sinalizam
que o País
se manterá
como um dos principais
negócios
da empresa no mundo.
No ano passado,
a receita líquida
do GRUPO FIAT no
Brasil cresceu 68,6%
ante 2006, para
US$ 14,5 bilhões.
Do total, 13,8%
foram provenientes
de exportações,
que foram a US$
2 bilhões,
alta de 33,3% em
relação
ao mesmo período
anterior.
Gazeta
Mercantil
Varejo
INSINUANTE
CONSOLIDA POSIÇÃO
NO NE E PARTE PARA
O NORTE
Maior
do Nordeste e quarta
rede de varejo do
País, a baiana
INSINUANTE
prevê
investir R$ 100
milhões este
ano e inaugurar
mais 50 lojas. O
plano de expansão
prevê 20 novas
unidades para fortalecer
a posição
na região
nordestina e outros
30 pontos de venda
para desbravar os
mercados do Amazonas
e Pará, estreando
no norte brasileiro.
A meta é
fechar 2008 com
um total de 300
lojas. Com crescimento
de 10% e faturamento
estimado de R$ 1,85
bilhão no
ano passado, a empresa
também diversifica
sua atuação,
com o lançamento
da linha de cosméticos
By IN. Em 2008,
está previsto
ainda o reposicionamento
da companhia no
comércio
eletrônico.
O plano coincide
com a chegada da
PONTO
FRIO na Bahia,
acirrando a concorrência
em seu principal
mercado. No estado
estão concentradas
105 das atuais 250
lojas. "Estamos
fazendo nosso dever
de casa, continuando
nosso trabalho de
expansão",
diz o Presidente
Luiz Carlos Batista.
A grande investida
de 2008 será
a expansão
da rede para o Norte.
"No Nordeste,
estamos fazendo
a manutenção
do mercado",
comenta. Dos R$
100 milhões
previstos, R$ 60
milhões são
para as 30 lojas
a serem abertas
nos estados do Amazonas
e Pará, que
deverão ser
unidades com áreas
entre setecentos
e mil metros quadrados
de área.
"Também
estão em
nossos planos, mas
fora deste volume
de investimento,
a abertura de um
centro de distribuição
na região,
que poderá
ser em Manaus."
Gazeta
Mercantil
CARREFOUR
É LÍDER
NO PAÍS POR
R$ 80 MILHÕES
Depois
de ter investido
US$ 1 bilhão
na compra da rede
ATACADÃO,
o CARREFOUR
assume a liderança
do setor supermercadista
no Brasil, com uma
diferença
de apenas R$ 80
milhões em
relação
ao GRUPO
PÃO DE AÇÚCAR.
A empresa divulgou,
na França,
seus resultados,
que mostram que
as vendas no País
cresceram 53,1%
no quarto trimestre,
para 2,1 bilhões
de euros (R$ 5,55
bilhões),
e 40,2% em 2007,
para 6,7 bilhões
de euros (R$ 17,72
bilhões).
Segundo informações
do PÃO DE
AÇÚCAR,
a rede fechou 2007
com faturamento
de R$ 17,64 bilhões.
Em 2008, o desempenho
em vendas por loja
será fator
determinante na
disputa pela liderança.
O resultado consolidado
da maior varejista
da Europa registra
crescimento nas
vendas do quarto
trimestre de 10%.
A receita global
aumentou para 25,57
bilhões de
euros (US$ 37,3
bilhões)
nos três meses
até o fim
de dezembro.
Gazeta
Mercantil