Sexta-feira, 01/02/2008
Ano VIII – edição 308

Agrobusiness

FRIGORÍFICOS SAEM ÀS COMPRAS E ACELERAM PLANO DE INTERNACIONALIZAÇÃO

Até março do ano passado, a JBS-FRIBOI era uma companhia fechada que havia colocado os pés na Argentina num primeiro passo para se internacionalizar. Dez meses depois, o frigorífico negocia ações na Bovespa e se tornou a maior empresa de carne bovina do mundo após a compra da americana SWIFT FOODS COMPANY. A aquisição foi a principal tacada da empresa, que entrara na Argentina em 2005, para se globalizar de fato. E surpreendeu, já que a JBS adquiriu, por US$ 1,4 bilhão, uma companhia com faturamento de US$ 9,5 bilhões, quatro vezes maior que o seu. O caso da JBS talvez seja o mais emblemático da mudança pela qual passa o setor de frigoríficos de bovinos no Brasil, mas não é o único. E vem acompanhando a tendência de internacionalização das companhias brasileiras nos últimos anos. Antes disso, em 2007, tinha comprado participação em dois frigoríficos no Uruguai e em dois no Chile. Em 2006, já entrara no Uruguai, com a aquisição do TACUAREMBÓ e na Argentina, com o ARGENTINE BREEDERS& PACKERS. Em 2007, além de comprar a SWIFT FOODS COMPANY e entrar nos EUA, a JBS-FRIBOI fincou pé na Europa. Em dezembro, a empresa fechou acordo para comprar 50% do capital da italiana INALCA, a maior em carne bovina da Itália. Com a aquisição, a JBS quer ampliar a atuação na Europa. Agora, a empresa olha ainda mais longe e não descarta investir na China no futuro.

Valor Econômico

SEARA FAZ APORTE PARA EXPANDIR OPERAÇÕES EM SC

A SEARA, controlada pela CARGILL, deu início à ampliação de uma central de incubação no município de Araranguá, no sul de Santa Catarina, em um investimento de R$18 milhões. Com este aporte, a unidade atual, com 30 anos de existência, aumentará a produção mensal de 2 milhões de pintos de um dia para 11,5 milhões de pintos, quando o projeto estiver implantado. As notícias sobre os investimentos da empresa geraram rumores de que a SEARA iria instalar um novo frigorífico em Santa Catarina. A empresa confirmou a ampliação da central de incubação, mas não comentou os rumores a respeito de novos investimentos. Apesar de não comentar o assunto, são fortes as notícias de que a SEARA invista em um novo frigorífico no Estado. Há indícios de que o grupo esteja pesquisando áreas no planalto norte catarinense, uma região que vem atraindo agroindústrias. A SADIA recentemente pesquisou este local e a COOPERCENTRAL AURORA já confirmou investimentos em um frigorífico de aves na cidade de Canoinhas.

Valor Econômico

COCAMAR FATURA 26% MAIS

A rotina de boas notícias no campo devido a boa safra agrícola ainda não acabou no Paraná. A COCAMAR, de Maringá, noroeste paranaense, segunda maior cooperativa do estado anunciou que encerrou o exercício 2007 com um faturamento de R$ 1,1 bilhão, o segundo maior de todos os tempos, contra os R$ 874 milhões obtidos em 2006, alta de 25,8%. Contribuíram para isso o aumento no recebimento de soja, de 700 mil toneladas, contra 525 mil toneladas no ano anterior, e as 350 mil toneladas de milho, segundo maior volume de sua história, a industrialização de produtos agrícolas, onde o segmento de varejo respondeu por R$ 250 milhões, contra R$ 205 milhões de 2006, e o avanço das vendas de insumos e bens de produção aos cooperados nos entrepostos. Em 2008, a COCAMAR completa 45 anos de fundação e quer superar esses números.

Gazeta Mercantil

Alimentos

GOMES DA COSTA INVESTE EM PRODUTOS DE MAIOR VALOR

Elevar as vendas de produtos com maior valor agregado, como os patês e os molhos à base de atum, é a principal estratégia de crescimento da GOMES DA COSTA para 2008. Lançados no mercado no ano passado, o plano é que representem cerca de 7% do faturamento este ano e até 15% em cinco anos, informou Alberto Encinas, primeiro Presidente da empresa indicado pelo CALVO, grupo espanhol que adquiriu a companhia brasileira em 2004. Além de ampliar as vendas dos produtos de maior valor, outra parte da estratégia da fabricante de peixes em conservas é impulsionar as suas exportações e a participação no segmento de food service (restaurantes, bares, hotéis, entre outros). A meta, conforme Encinas, é crescer 12% este ano. Em 2007, a GOMES DA COSTA alcançou faturamento de R$ 303 milhões, alta de 8% em relação ao ano anterior. As vendas externas, que representaram 10% do faturamento em 2007, devem chegar a 13% este ano.

Gazeta Mercantil

SADIA ANUNCIA A SEGUNDA AQUISIÇÃO EM DUAS SEMANAS

A SADIA anunciou a compra de 73,93% do capital da BAUMHARDT COMÉRCIO E PARTICIPAÇÕES LTDA., controladora da EXCELSIOR ALIMENTOS. A EXCELSIOR, com sede em Santa Cruz do Sul (RS), atua no ramo de presuntos, mortadelas e embutidos em geral, e tem presença mais forte na região Sul do País. A SADIA não estará obrigada a manter a marca EXCELSIOR, após finalizada a compra. Esta é a segunda aquisição da SADIA este ano, a primeira foi a da AVÍCOLA INDUSTRIAL BURITI ALEGRE LTDA., a GOIAVES, por R$ 60 milhões, há pouco mais de uma semana. Em dezembro, a SADIA havia anunciado investimentos de R$ 1,6 bilhão em projetos novos e outros em andamento, e disse esperar que até 2009 esses investimentos gerassem uma receita adicional de R$ 3 bilhões.

O Estado de São Paulo

Bebidas & Fumo

NOVA FÁBRICA NO RJ

A RIO DE JANEIRO REFRESCOS, fabricante dos produtos COCA-COLA no estado fluminense, inaugurou a ampliação da unidade industrial de Jacarepaguá, zona oeste da cidade. Com os investimentos, a capacidade de produção da fábrica aumentará 25%, de 711 milhões de litros por ano para 885 milhões de litros por ano, até 2009, quando o projeto de expansão será finalizado. Dos R$ 224 milhões projetados, já foram investidos R$ 160 milhões, o que já gerou aumento de 21% da capacidade de produção, chegando a 861 milhões de litros por ano.

Gazeta Mercantil

Comunicação, Publicidade & Propaganda

DIGERATI VAI ABRIR FILIAL NA ÍNDIA PARA EXPORTAR CONTEÚDO

A EDITORA DIGERATI, que produz conteúdo editorial de informática e games, comemora o aumento da demanda no País e traça o capítulo mais ambicioso do seu projeto de internacionalização: abrir uma filial na Índia, para produzir conteúdo para o Brasil e países da língua inglesa. Fundada há dez anos, a empresa já exporta revistas e CDs de games infantis desde 2006 para a Índia, por meio de uma parceria com a editora indiana DELHI. O projeto de internacionalização da editora começou em 2004, com a abertura de um escritório na Espanha, de onde exporta para 11 países da América Latina: Argentina, Chile, Uruguai, Equador, Peru, México, Panamá, Costa Rica, Honduras, El Salvador, Venezuela. Do Brasil, a empresa exporta para Portugal. A empresa exportou um milhão de exemplares em 2007, volume 43% maior em relação aos 700 mil de 2006. A expectativa para este ano é ampliar os embarques em 30%, para 1,3 mil exemplares. Segundo o sócio e principal executivo da EDITORA DIGERATI, Alessandro Gerardi, as vantagens de abrir uma filial na Índia são: mão-de-obra mais barata e a proximidade para exportar para países como Austrália, Filipinas e Cingapura, além da própria Índia, onde boa parcela da população fala inglês. Com 60 títulos ao mês e 500 mil exemplares distribuídos nacionalmente, a DIGERATI comemora o aumento do consumo interno de revistas de informática e games. O faturamento da empresa atingiu R$ 36 milhões em 2007, montante 20% superior aos R$ 30 milhões de 2006. Em 2008 a empresa prevê crescimento de 11% e faturamento de R$ 40 milhões.

Gazeta Mercantil

Eletroeletrônico

VENDAS DA PHILIPS AUMENTAM 10% NA AL, PARA 603 MILHÕES

A multinacional holandesa ROYAL PHILIPS ELECTRONICS divulgou que seu lucro líquido dobrou no quarto trimestre de 2007, atingindo € 1,393 bilhão, ou € 1,30 por ação. O aumento do lucro nos últimos três meses do ano se deve em parte ao ganho de € 1,087 bilhão obtido pela venda das ações nas empresas taiuanesas LG Philips LCD e na fabricante de chips TSMC. A empresa destacou também os sólidos índices de crescimento nos países da América Latina como determinante para o resultado positivo. As vendas na América Latina cresceram 10%, passando de € 548 milhões no último trimestre de 2006, para € 603 milhões no mesmo período do ano passado.

Gazeta Mercantil

YAMAHA ESTIMA ALCANÇAR VENDAS DE US$ 100 MILHÕES NO BRASIL

A fabricante de instrumentos musicais YAMAHA MUSICAL, maior do mundo no setor, quer fortalecer seus negócios no Brasil. Em visita ao País para conhecer o comércio e representantes locais, Mitsuru Umemura, Presidente mundial da empresa, explicou que o plano é alcançar faturamento de US$100 milhões em cinco anos. O Brasil, assim como China, Índia e Rússia, é considerado estratégico pela companhia. "Em volume de vendas, o México ainda é o maior mercado da América Latina para a YAMAHA. Mas o Brasil deve ultrapassá-lo em curto prazo", afirmou o executivo. O crescimento registrado pela subsidiária chamou a atenção de Umemura, que visita o Brasil pela primeira vez. A operação local da multinacional japonesa fechou 2004 com faturamento de US$ 20 milhões. No ano passado, a receita foi a US$ 58 milhões. Durante esse período, o número de funcionários passou de 14 para 28. "É o mercado que mais cresce na América Latina", afirmou. A empresa está presente no Brasil desde 1973.

Gazeta Mercantil

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

CONDOR SE REESTRUTURA PARA ENFRENTAR A CHINA

A valorização do real, que impulsionou a entrada de produtos chineses no Brasil, pegou de surpresa a CONDOR, fabricante catarinense de escovas de dentes e de cabelos, vassouras, pincéis e produtos de higiene bucal. Em 2007, apesar do crescimento de 7% no faturamento, para R$ 209 milhões, o volume de vendas ficou 13% abaixo do esperado, com alta de 1% em relação ao ano anterior. Diante dessa situação, Ernoe Eger, Presidente da empresa, contou que a estratégia para 2008 é aumentar a importação de escovas de dentes da China, hoje compra no país asiático apenas pequena parte do que vende aqui, e ampliar a produção local de escovas de cabelo e produtos de higiene bucal, que possuem maior valor agregado. "Nós deveríamos ter aumentado mais nossos preços em 2007", lamentou. Segundo o executivo, a meta é alcançar um crescimento de 22% em faturamento e 19% em volume este ano.

Gazeta Mercantil

Máquinas & Equipamentos

DAIKEN DIVERSIFICA ATUAÇÃO E PREVÊ FATURAMENTO 50% MAIOR

Pequenas empresas que saem de incubadoras tecnológicas geralmente levam algum tempo para enxergar com clareza as oportunidades que se abrem. A paranaense DAIKEN INDÚSTRIA ELETRÔNICA seguiu este caminho, mas soube aproveitar o momento certo para encontrar alternativas que lhe permitiram crescer. Ela nasceu como metalúrgica pelo esforço de dois irmãos engenheiros e ficou durante cinco anos fornecendo salas de auto-atendimento ao sistema bancário, até que, há sete anos, resolveu dar uma guinada para a área de tecnologia, a partir de uma encomenda da ALL - AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA para o desenvolvimento de detectores de descarrilamento e de um computador de bordo para trens. "Começamos a ter o controle sobre o nosso destino com esses produtos e o faturamento saltou de R$ 10 milhões para R$ 20 milhões e em 2008 esperamos chegar a R$ 30 milhões", contou um dos irmãos, Osmar Yamawaki. Hoje o setor bancário responde por apenas 20% da receita e a ALL comemorou a grande redução no consumo de combustível e a queda de 63% no número de acidentes com seus trens na BRASIL FERROVIAS, graças aos equipamentos produzidos em Colombo (PR), pela DAIKEN. Atualmente, o setor de automação ferroviária representa 50% das receitas e uma nova área, a da acessibilidade, que produz, por exemplo, plataformas para ônibus urbanos, e produtos utilizados pela OTIS e THYSSENKRUPP em seus projetos no Brasil, outros 30%. Mas é exatamente aí que a DAIKEN está investindo para crescer.

Gazeta Mercantil

Material de Construção

DEPOIS DA AMANCO, MEXICHEM COMPRA A MINEIRA PLASTUBOS

O grupo MEXICHEM, um dos maiores produtores de resinas de PVC na América Latina com um faturamento de US$ 2,5 bilhões e dono da AMANCO, comprou a mineira PLASTUBOS, terceira maior empresa fabricante de tubos de PVC no país. A aquisição, que não teve seus valores revelados, faz parte da estratégia do grupo mexicano de assumir a liderança deste setor no Brasil dentro de três anos. De acordo com a MEXICHEM, as operações da AMANCO e da PLASTUBOS combinadas lhe garantem 32% do segmento de tubos e conexões brasileiro, o que faz chegar mais perto da líder TIGRE, que afirma ter uma participação de mercado de mais de 50%. No Brasil, esses números não são auditados de forma independente e tratam-se de estimativas das próprias empresas. A AMANCO faturou em 2007 R$ 657 milhões no Brasil. A PLASTUBOS faturou em 2007 R$ 110 milhões, um crescimento de 60% sobre 2006. A companhia tem capacidade de produzir 30 mil toneladas de tubos de PVC e conta com três unidades produtivas em Minas, Goiás e Alagoas. O objetivo da MEXICHEM é injetar recursos na companhia para que ela dobre de tamanho nos próximos três anos.

Valor Econômico

Química & Petroquímica

VIDEOLAR PLANEJA INVESTIMENTO PARA DIVERSIFICAR A PRODUÇÃO

Das três áreas de atuação da VIDEOLAR, petroquímica, fabricação de produtos virgens (CD, DVD e CD-R, entre outros) e mídia gravada (atendimento aos grandes estúdios de Hollywood e estúdios fonográficos), a primeira será o centro das atenções daqui para a frente. Dentro de 90 dias a empresa pretende definir investimento de US$ 40 milhões para produção de polipropileno biorientado (BOPP), isto é, filmes utilizados para embalar produtos das indústrias alimentícia, fumageira, de cosméticos, entre outras. A nova unidade, localizada em Manaus, terá capacidade para produzir 2,5 mil toneladas por mês. A produção de resinas plásticas entrou no grupo em 2002, com investimento de US$ 80 milhões. Atualmente, a lista de clientes inclui gigantes como BOSCH, SONY DO BRASIL, SPRINGER, TECHNOS DA AMAZÔNIA, BIC, CCE e PANASONIC, entre outros.

Gazeta Mercantil

BRASKEM AVANÇA PARA A 11ª- POSIÇÃO DO MERCADO

A BRASKEM definirá em breve uma meta mais ousada de crescimento. A empresa tinha como objetivo estar entre as dez maiores petroquímicas do mundo até 2012. A quatro anos do prazo, com as recentes aquisições, já ocupa a 11ª posição do setor e os novos projetos hoje em andamento ou sob análise de seu pessoal deve facilitar que a petroquímica do GRUPO ODEBRECHT alcance a desejada colocação. "Com a nova formação da empresa, precisaremos aumentar o nosso nível de ambição", afirmou o Presidente da BRASKEM, José Carlos Grubisich, sem revelar qual será a nova meta da companhia. A próxima ampliação na capacidade da empresa será com a PETROQUÍMICA PAULÍNIA, unidade de polipropileno da BRASKEM no interior paulista, que foi criada inicialmente a partir de uma joint venture com a PETROBRAS, na qual a participação da estatal era de 40%.

Gazeta Mercantil

COM NOVA FÁBRICA, MERIAL FAZ DO PAÍS CENTRO DE EXPORTAÇÃO

A MERIAL, fabricante de produtos veterinários, vai colocar em operação uma nova fábrica, na qual foram investidos US$ 7 milhões. A unidade já está em fase pré-operacional e será dedicada à produção de pastas antiparasitas para eqüinos. A planta fica no mesmo complexo industrial que a MERIAL já tem em Paulínia (SP). Nela será centralizada toda a linha mundial de medicamentos voltados a eqüinos. Com isso, serão desativadas duas unidades no exterior, uma nos Estados Unidos e a outra na Holanda. Cerca de 90% de sua produção será voltada ao mercado externo. O investimento soma-se ao aporte de US$ 15 milhões que a empresa fará para a construção de uma planta dedicada à produção de medicamentos mastigáveis para cachorros. Os projetos fazem o braço brasileiro da MERIAL ganhar terreno nos negócios da companhia e transformam o país em uma plataforma de exportações. Em 2007, a MERIAL faturou R$ 316 milhões, as exportações responderam por cerca de R$ 65 milhões.

Valor Econômico

Papel & Celulose

VCP PREVÊ AUMENTO DE 9% NA VENDA DE CELULOSE

A VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL (VCP) prevê elevar em 9% as vendas de celulose este ano, chegando a 1,2 milhão de toneladas, segundo o Diretor de Negócios de Celulose da empresa, Sérgio Almeida. Para o negócio de papel, a expectativa da empresa é a de que o volume comercializado recue 24%, para 380 mil toneladas, em razão da venda de ativos colocada em marcha no decorrer do ano passado. "As condições para o mercado de celulose seguem favoráveis", explicou Almeida. "O inverno mais ameno no Hemisfério Norte reduziu a disponibilidade de madeira e, ao mesmo tempo, o spread entre fibra longa e curta se mantém em US$ 100 por tonelada, o que estimula a migração da primeira para a segunda fibra", disse o executivo. Para os preços da celulose, comentou Almeida, a VCP trabalha em seu orçamento com expectativa de alta de 5% na cotação média do ano, frente ao registrado em 2007.

O Estado de São Paulo

Serviços

DASA AMPLIA ATUAÇÃO EM SANTA CATARINA

Com um investimento total de R$ 5,5 milhões o laboratório VITA LÂMINA, marca com a qual a DASA, maior empresa de serviços diagnósticos do país opera em Santa Catarina, vai inaugurar em abril a sua segunda unidade naquele estado, localizada em São José, na Grande Florianópolis. A Unidade Campinas, como é conhecida, teve investimentos de R$ 2 milhões na reforma e adequação do espaço e de R$ 3,5 milhões em equipamentos, e conta com 830 m de área construída. A rede VITA foi adquirida pela DASA no final de 2006. A empresa prevê a contratação de 50 colaboradores diretos, além de dez médicos especialistas, para a execução dos exames.

Gazeta Mercantil

9 DE JULHO É DA AMIL POR R$ 311 MILHÕES

A AMIL PARTICIPAÇÕES enviou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informações sobre a compra do HOSPITAL 9 DE JULHO, que vem sendo negociada desde o ano passado. Segundo o comunicado, a empresa, através da ESHO - EMPRESA DE SERVIÇOS HOSPITALARES LTDA., empresa do grupo criada só para administrar os hospitais de sua rede, adquiriu 95,29% do capital social das SOCIEDADES HOSPITAL NOVE DE JULHO S.A. e ASSISTÊNCIA MÉDICA NOVE DE JULHO LTDA. pelo valor de R$ 140 milhões. Além disso, a ESHO assumiu passivos e contingências do 9 DE JULHO, no valor estimado de R$ 171 milhões. Segundo fontes do mercado, não deverá haver mudanças na estrutura do hospital, que não se transformaria em mais uma unidade própria da rede AMIL, mas continuaria atendendo às operadoras de planos de saúde, seguradoras, cooperativas e planos de auto-gestão que já têm convênio hoje com o 9 DE JULHO. Com 253 leitos em 26 mil m de área construída, o hospital registrou faturamento médio mensal consolidado de R$ 17,8 milhões no ano passado, o que equivale a uma receita anual de R$ 213,6 milhões.

Gazeta Mercantil

CHERTO LANÇA LOJA PARA VENDER FRANQUIAS

O GRUPO CHERTO vai lançar, até maio deste ano, uma operação inédita no mercado brasileiro: uma loja de rua para a venda de franquias. O primeiro ponto receberá investimento de aproximadamente R$ 300 mil e será na capital paulista, em um espaço de 120 m. Estarão disponíveis na prateleira franquias de diversas empresas e segmentos. A idéia é oferecer uma experiência de consumo especial para os empreendedores e investidores, que poderão conhecer diferentes oportunidades de negócio em um espaço especialmente projetado para este fim, afirma Marcelo Cherto, Presidente do grupo. Serão dois formatos: lojas de rua e quiosques (para eventos empresariais e shopping centers). Até o final do ano a idéia é levar o modelo para outras cidades, parte por meio de unidades próprias e o restante, via franchising. Fundado em 1986, em São Paulo, o GRUPO CHERTO é referência no mercado latino-americano de franquias e já participou da estruturação (ou reestruturação) de centenas de redes do Brasil, Argentina, Chile, México e Paraguai.

Gazeta Mercantil

Siderurgia & Metalurgia

TRAMONTINA DESAFIA A LÓGICA E GANHA MERCADO NOS ESTADOS UNIDOS

A TRAMONTINA está desafiando a lógica do capitalismo moderno. Enquanto o mundo inteiro transfere fábricas para a Ásia, onde os custos são mais baixos, a brasileira resolveu fazer o caminho contrário. Ela já produz 50 mil panelas de alumínio por dia na mesma planta do Estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, ocupada até pouco tempo atrás por uma de suas principais concorrentes, a americana MIRRO, que fechou os portões para tentar a sorte na China e no México. A estratégia às avessas ainda pode ir além: a TRAMONTINA já comprou terreno e estuda a possibilidade de construir, dentro de cinco anos, uma segunda fábrica, em Houston, no Texas, ao lado da sede e do centro de distribuição da companhia nos EUA. A aposta, ousada à primeira vista, está dando certo por enquanto. A TRAMONTINA alugou a fábrica no fim de 2006, passou a produzir em plena carga a partir do ano passado e já está, neste início de ano, com a produção vendida até julho. Ela atualmente produz no país um terço de suas vendas locais. O resto vem do Brasil. Enquanto as vendas de panelas aumentaram entre 2% e 3% nos EUA, a TRAMONTINA cresceu, em média, 20% ao ano nos últimos cinco anos. A marca é uma das principais fornecedoras de grandes cadeias de varejo como WAL-MART, COSTCO, TARGET e SEARS.

O Estado de São Paulo

Telecomunicações & Informática

NOKIA SUPERA OS 40% DE FATIA DE MERCADO

A finlandesa NOKIA, a maior fabricante de telefones celulares do mundo, superou no quarto trimestre pela primeira vez os 40% de participação de mercado. A informação indica que a companhia foi beneficiada pela demanda por seus novos aparelhos e pelas dificuldades no lançamento de novos modelos enfrentadas pela concorrente americana MOTOROLA, que vinha se constituindo em sua maior rival. A NOKIA ampliou sua fatia de 36%, conquistada há 12 meses, para 40,2% do mercado. A MOTOROLA acabou ultrapassada pela sul-coreana SAMSUNG ELECTRONICS no ano passado na disputa do segundo lugar entre fabricantes de telefones celulares do mundo. A NOKIA elevou sua fatia de mercado e aumentou as margens com produtos que variam de telefones mais populares. A parcela de mercado da coreana SAMSUNG subiu de 11,2% para 14%, e a SONY ERICSSON MOBILE COMMUNICATIONS, a quarta maior fabricante de celulares, aumentou sua parcela mundial de 8,9% para 9,3%. A LG cresceu, por sua vez, de 5,8% para 7,1%.

Gazeta Mercantil

Têxtil & Couro

WÖLLNER CRESCE COM MOCHILAS PARA O MERCADO CORPORATIVO

A grife carioca WÖLLNER encontrou nas suas origens um novo nicho de negócio. A empresa começou em 1983 como fabricante de mochilas para terceiros e agora está produzindo mochilas, acessórios e artigos de vestuário para grandes companhias. Porém, desta vez os produtos vêm estampados com a etiqueta da WÖLLNER, além da logomarca dos clientes. "Não desenvolvemos meramente um brinde. É um produto com valor agregado, com design diferenciado para empresas que querem ter seu nome associado a um produto fashion", explica Paulo Calarge, sócio da grife junto com Lauro Wöllner, responsável pela área de criação da grife conhecida pelo estilo casual e esportivo. Essa divisão de negócios da WÖLLNER, batizada como B2B, representa hoje 18% do faturamento total da marca e a expectativa para 2008 é que esse percentual salte para 25%, segundo Calarge. Com o vento soprando a favor, a WÖLLNER abrirá em São Paulo no mês de março e em Brasília no segundo semestre, escritórios regionais para atender especificamente os clientes corporativos. Atualmente, a carteira de clientes é formada por aproximadamente 120 companhias, sendo a maior parte com sede no Rio. No ano passado, a WÖLLNER produziu 17 mil peças entre mochilas, camisetas, acessórios e casacos para empresas como PETROBRAS, SHELL, COCA-COLA, FATOR, ÁGORA, REAL, BMW, YAHOO, NESTLÉ , MICROSOFT, entre outras grandes corporações. Com os novos escritórios em São Paulo e Brasília, Calarge acredita que a produção de produtos para empresas dobrará neste ano. A marca que possui uma rede com 26 lojas, sendo 13 próprias localizadas no Rio e em São Paulo e 13 franquias, quer abrir seis unidades em 2008. A empresa encerrou 2007 com uma alta de 27% no faturamento, em comparação com 2006.

Valor Econômico

Transporte & logística

IVECO PLANEJA ENTRAR NO SEGMENTO DE ÔNIBUS NO BRASIL

O grupo italiano FIAT se prepara para produzir ônibus no Brasil. O plano faz parte do programa de investimentos da IVECO, uma empresa do grupo, que já fabrica caminhões e furgões em Minas Gerais e que passa por uma das mais significativas fases de expansão das suas atividades no país. A IVECO possui ainda uma fábrica na Argentina. A IVECO é dona da marca IRISBUS, uma das maiores produtoras de ônibus da Europa, onde funcionam as três fábricas desse tipo de veículo. Além dos ônibus, um plano que ainda está em fase de amadurecimento, segundo o Presidente da IVECO na América Latina, Marco Mazzu, o grupo se prepara para grandes saltos no mercado dos veículos comerciais. O programa de expansão da FIAT prevê não apenas renovar e ampliar a oferta de modelos nos segmentos em que já atua como também entrar nos que ainda não participa. A IVECO já produz caminhões leves, semi-pesados e pesados. Mas ainda não participa do segmento de modelos médios, que representa mais de 20% do total do mercado brasileiro. A investida nesse novo segmento e mais a linha dos ônibus fazem parte de um cronograma que prevê o lançamento de novas famílias de veículos no período de 2007 a 2010. A IVECO sonha em seguir trajetória semelhante à da FIAT AUTOMÓVEIS, hoje líder do mercado brasileiro de carros de passeio. Aliada à diversificação de produtos e transferência de parte das linhas de produção da Argentina para o Brasil, a empresa comemora hoje crescimento de 120% nas vendas e de 45% na produção brasileira em 2007. Planeja crescer mais 40% em 2008, um avanço que mais uma vez superará o mercado brasileiro de caminhões, que deverá ficar 10% maior em 2008 na comparação com 2007.

Valor Econômico

RECEITA DA FIAT CRESCE NO MERCADO BRASILEIRO

A italiana FIAT acredita que o mercado automotivo brasileiro deverá crescer mais de 10% em 2008 e pretende, neste cenário, manter sua posição de líder de mercado no segmento de automóveis e veículos leves. As projeções da fabricante sinalizam que o País se manterá como um dos principais negócios da empresa no mundo. No ano passado, a receita líquida do GRUPO FIAT no Brasil cresceu 68,6% ante 2006, para US$ 14,5 bilhões. Do total, 13,8% foram provenientes de exportações, que foram a US$ 2 bilhões, alta de 33,3% em relação ao mesmo período anterior.

Gazeta Mercantil

Varejo

INSINUANTE CONSOLIDA POSIÇÃO NO NE E PARTE PARA O NORTE

Maior do Nordeste e quarta rede de varejo do País, a baiana INSINUANTE prevê investir R$ 100 milhões este ano e inaugurar mais 50 lojas. O plano de expansão prevê 20 novas unidades para fortalecer a posição na região nordestina e outros 30 pontos de venda para desbravar os mercados do Amazonas e Pará, estreando no norte brasileiro. A meta é fechar 2008 com um total de 300 lojas. Com crescimento de 10% e faturamento estimado de R$ 1,85 bilhão no ano passado, a empresa também diversifica sua atuação, com o lançamento da linha de cosméticos By IN. Em 2008, está previsto ainda o reposicionamento da companhia no comércio eletrônico. O plano coincide com a chegada da PONTO FRIO na Bahia, acirrando a concorrência em seu principal mercado. No estado estão concentradas 105 das atuais 250 lojas. "Estamos fazendo nosso dever de casa, continuando nosso trabalho de expansão", diz o Presidente Luiz Carlos Batista. A grande investida de 2008 será a expansão da rede para o Norte. "No Nordeste, estamos fazendo a manutenção do mercado", comenta. Dos R$ 100 milhões previstos, R$ 60 milhões são para as 30 lojas a serem abertas nos estados do Amazonas e Pará, que deverão ser unidades com áreas entre setecentos e mil metros quadrados de área. "Também estão em nossos planos, mas fora deste volume de investimento, a abertura de um centro de distribuição na região, que poderá ser em Manaus."

Gazeta Mercantil

CARREFOUR É LÍDER NO PAÍS POR R$ 80 MILHÕES

Depois de ter investido US$ 1 bilhão na compra da rede ATACADÃO, o CARREFOUR assume a liderança do setor supermercadista no Brasil, com uma diferença de apenas R$ 80 milhões em relação ao GRUPO PÃO DE AÇÚCAR. A empresa divulgou, na França, seus resultados, que mostram que as vendas no País cresceram 53,1% no quarto trimestre, para 2,1 bilhões de euros (R$ 5,55 bilhões), e 40,2% em 2007, para 6,7 bilhões de euros (R$ 17,72 bilhões). Segundo informações do PÃO DE AÇÚCAR, a rede fechou 2007 com faturamento de R$ 17,64 bilhões. Em 2008, o desempenho em vendas por loja será fator determinante na disputa pela liderança. O resultado consolidado da maior varejista da Europa registra crescimento nas vendas do quarto trimestre de 10%. A receita global aumentou para 25,57 bilhões de euros (US$ 37,3 bilhões) nos três meses até o fim de dezembro.

Gazeta Mercantil


 

Rua Pe. João Manoel, 222 • 11° andar • 01411-000 • São Paulo/SP • Tel/Fax: (+55-11) 3898-2424
crossing@crossing.com.br
Copyright 2006 CROSSING - Consultoria em Recursos Humanos