Sexta-feira, 08/02/2008
Ano VIII – edição 309

Agrobusiness

FRIBOI ESTIMA FATURAR R$ 25,5 BI EM 2008

Mesmo com as possíveis restrições do mercado europeu à carne brasileira, a JBS/FRIBOI anunciou que espera um crescimento de R$ 177 milhões em seu Ebitda para 2008 e um faturamento de R$ 25,5 bilhões. No fim de 2007, a empresa comprou 50% da italiana INALCA, maior produtora de carne bovina da Europa, reforçando sua presença no continente, além de investir em plantas de carne industrializada, que não sofre restrição sanitária. Porém, a maior parte do faturamento, R$ 15 bilhões, deve vir da operação norte-americana. No ano passado, após comprar a SWIFT, a JBS tornou-se o maior frigorífico do mundo.

Gazeta Mercantil

PERDIGÃO INVESTE R$ 80 MILHÕES EM FÁBRICA DE LÁCTEOS EM MG

A PERDIGÃO, por meio de sua controlada ELEVA, deverá investir R$ 80 milhões em uma unidade de lácteos em Juiz de Fora (MG). A unidade terá capacidade para processar 500 mil litros de leite por dia e será instalada na área de Distrito Valadares. Na planta mineira, a ELEVA deverá produzir leite longa vida e refrigerados. O empreendimento da PERDIGÃO na cidade deverá gerar 600 empregos diretos. O investimento da PERDIGÃO em Minas é mais um capítulo na estratégia da empresa de reforçar os negócios em lácteos. A empresa, que comprou a ELEVA (antiga AVIPAL) em outubro passado e tornou-se a primeira em lácteos no país, vinha prospectando oportunidades de aquisições de empresas do segmento em Minas e Goiás. Além de adquirir a ELEVA, com a qual se tornou também a primeira empresa em frango e superou a rival SADIA em valor de mercado, a PERDIGÃO adquiriu o controle total da BATÁVIA, em novembro passado. A empresa também construirá fábrica para processamento de laticínios em Bom Conselho (PE), onde operará com a marca BATÁVIA. Lá produzirá longa vida, iogurtes e derivados em geral.

Valor Econômico

AURORA ELEVA RECEITAS E INVESTIMENTOS

Com receita operacional bruta de R$ 2 bilhões 232 milhões, a COOPERCENTRAL AURORA (AURORA ALIMENTOS) encerrou o exercício de 2007 com incremento de 17,23% no faturamento e sobras líquidas de 3,67%. As vendas no mercado interno responderam por 80,96% da receita (R$ 1 bilhão 807,4 milhões) com crescimento de 14,98%. As carnes suínas representaram 51,06% das vendas domésticas, as carnes de aves 18,83%, os lácteos 7,27%; rações, massas, pintos, ovos, matrizes e reprodutores concorreram com os outros 22,84%. As unidades industriais de abate e processamento de suínos e de aves funcionaram à plena capacidade. Os abates de suínos cresceram 12,9% e totalizaram 3,052 milhões de cabeças, gerando 276.588 toneladas de carne in natura e 241.519 toneladas de carne suína industrializada. O exercício de 2007 caracterizou-se como um período no qual foram realizados os maiores investimentos e iniciado o maior programa de expansão dos quase quarenta anos de existência da COOPERATIVA CENTRAL OESTE CATARINENSE (COOPERCENTRAL AURORA/AURORA ALIMENTOS). Para fortalecer a presença da AURORA no mercado de lácteos, a cooperativa constrói desde o primeiro semestre de 2007 uma indústria de processamento de leite no município de Pinhalzinho (SC), cuja inauguração está prevista para abril de 2008. Para conferir maior agilidade e eficiência operacional, a AURORA inaugurou em dezembro um amplo e moderno Centro Logístico de Distribuição e Armazenagem na região metropolitana de Curitiba. Foi iniciada em dezembro de 2007 a construção do complexo formado por fábrica de rações e silos para armazenagem de grãos no município de Cunha Porã (SC), mediante investimentos da ordem de R$ 45 milhões de reais. A ampliação das unidades industriais, o aumento da produção e a incorporação da força de trabalho da COTREL provocaram, em 2007, a expansão do quadro funcional da COOPERCENTRAL AURORA (AURORA ALIMENTOS) em 23,4%. O conglomerado agroindustrial encerrou 2007 com 11.483 funcionários diretos.

Valor Econômico

Alimentos

POLENGHI AMPLIA VENDAS E ESPERA CRESCER 18% ESTE ANO

Depois de terminar 2007 com crescimento de 18%, a POLENGHI INDÚSTRIAS ALIMENTÍCIAS, do grupo francês SOPARING BONGRAIN, vai investir para ampliar em 30% a capacidade de produção das linhas de queijos cremosos e fundidos em porção, o clássico Polenghinho, este ano. A meta é repetir o crescimento em 2008, segundo o Diretor Comercial e de Marketing da empresa, Paulo Netto. A demanda pelos produtos tem crescido muito na região Nordeste. "O crescimento da renda reflete nos itens dessa linha, principalmente nos produtos mais básicos. Conseguimos ver isso no Nordeste", explicou Netto. Em 2007, a empresa investiu para duplicar a produção de queijos especiais, que inclui camembert, brie, frescatino, entre outros, na fábrica de São Vicente, em Minas Gerais. A linha de especiais cresce com mais velocidade no Sul e no Sudeste, regiões que concentram dois terços das vendas da multinacional no Brasil. Para 2008, a meta é colocar nas gôndolas outros 18 novos produtos. O grupo francês registrou faturamento de € 1,7 bilhão no primeiro semestre de 2007, alta de 3,6% em relação ao mesmo período de 2006. Em 2006, a empresa fechou o ano com faturamento de € 3,3 bilhões. O desempenho da operação brasileira fez com que o grupo apostasse no País para identificar os hábitos dos consumidores. De acordo com Netto, a empresa investiu cerca de R$ 350 mil em um relatório sobre os consumidores de queijo no Brasil.

Gazeta Mercantil

SADIA DOBRARÁ CAPACIDADE DA BIG FOODS

Até 2009, a SADIA pretende dobrar a capacidade de produção da BIG FOODS, comprada pela companhia por R$ 53 milhões em dezembro do ano passado. Produtora de industrializados de maior valor agregado como sanduíches, lasanhas, pizzas, pães, salgados, pão de queijo e itens de confeitaria, a BIG FOODS tem capacidade de produção de 20 mil toneladas anuais. O investimento para as mudanças na planta ainda está em fase de avaliação, segundo Welson Teixeira Júnior, Diretor de Relações com Investidores da SADIA. A programação da companhia para 2008 prevê investimento total de R$ 1,6 bilhão. A BIG FOODS, localizada em Tatuí, no interior de São Paulo, fez com que a SADIA voltasse a ter produção no Estado.

Valor Econômico

KIBON INVESTE EM SORVETE EM POTE

Verão é hora de vender picolé, mas, este ano, o sorvete de massa, consumido em casa, que cresce o dobro dos palitos e garante margens maiores, também ganhou os holofotes. A líder KIBON, da UNILEVER, desembolsou R$ 10 milhões em TV e promoção com prêmios para alavancar as vendas dos potes da sua marca, que está com participação de mercado estagnada há mais de dois anos, na casa dos 49%. A idéia é, mais uma vez, bater na tecla dos produtos saudáveis. E, aproveitar que o pote é um produto de consumo familiar. Para isso, a KIBON mudou a fórmula dos três sabores mais vendidos, creme, napolitano e flocos, com adição de 10% de leite em relação à receita tradicional e investiu numa campanha de mídia, incluindo TV aberta, e de ponto-de-venda. Embora ainda muito concentradas entre outubro e março, as vendas de pote nesse período, que já foram de 70% como os picolés, estão na casa dos 65%.

Valor Econômico

NO BRASIL, RECEITA E LUCRO DA CADBURY CRESCEM

Todd Stitzer, Presidente mundial da CADBURY ADAMS, esteve no Brasil durante três dias nesta semana, acompanhado de outros quatro Vice-Presidentes da companhia. Vieram ver de perto o trabalho feito na América do Sul, cuja sede fica no Brasil e que, desde o final do ano passado, está sendo comandada pelo brasileiro Marcos Grasso. A região, que engloba dez países, faturou 300 milhões de libras em 2007 (R$ 1,058 bilhão). "A América do Sul reportou o maior crescimento e as melhores margens da companhia", disse Stitzer. A subsidiária brasileira dobrou de tamanho nos últimos quatro anos, atingindo um faturamento de 160 milhões de libras (R$ 564,3 milhões).

Valor Econômico

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

JOHNSON & JOHNSON PREVÊ CRESCER 20% ESTE ANO

A JOHNSON & JOHNSON no Brasil começa 2008 com todos seus medicamentos isentos de prescrição médica (OTCs na sigla em inglês), além dos adquiridos da PFIZER em 2006, agora inseridos no guarda-chuva de sua divisão de consumo, a JOHNSON & JOHNSON CONSUMIDOR. A empresa terá nesta divisão seu líder de vendas no setor, o Tylenol além dos medicamentos isentos de prescrição Maxifen e Massê, que já possuía. São sete os medicamentos comprados da PFIZER. O objetivo é explorar melhor o mercado varejista de remédios que vem crescendo no País e, assim, crescer 20% em 2008. No ano passado, a empresa faturou R$ 2,7 bilhões no Brasil com suas três grandes divisões: JOHNSON & JOHNSON CONSUMIDOR, JANSSEN-CILAG (braço farmacêutico) e PRODUTOS PROFISISSIONAIS, voltada para a classe médica. A estratégia de fortalecer estes produtos sem prescrição já surtiu seus primeiros efeitos nos resultados globais da empresa no final de 2007. O lucro da JOHNSON & JOHNSON mundial aumentou em 9,5% no quarto trimestre do ano passado, exatamente devido ao aumento das vendas de produtos de consumo. O lucro líquido da companhia aumentou para US$ 2,37 bilhões no quarto trimestre de 2007.

Gazeta Mercantil

NIVEA QUER REPETIR EXPANSÃO DE DOIS DÍGITOS NO BRASIL

Terceiro mercado mundial de cosméticos e produtos de beleza, atrás apenas dos Estados Unidos e Japão, o Brasil tornou-se estratégico para a alemã BEYERSDORF, controladora da marca NIVEA. Aqui, a líder global no segmento pretende repetir em 2008 o crescimento de dois dígitos obtido em um ano cujo faturamento foi de 5,5 bilhões de euros em todo o mundo. Para manter o ritmo de crescimento, o grupo começa a veicular no próximo dia 24 a campanha Beleza é..., lançada em agosto na Europa e que será veiculada nos 65 países onde a NIVEA atua. Presidente da subsidiária brasileira, o alemão Nicolas Fischer ressalta a importância do mercado nacional para a empresa. "O Brasil, no mundo todo, tem a imagem vinculada à idéia de beleza. Não só devido às belezas naturais do País, mas também das pessoas que moram aqui."

Gazeta Mercantil

ROCHE VAI EXPORTAR PARA A EUROPA

A subsidiária brasileira da farmacêutica suíça ROCHE espera iniciar já em meados deste ano exportações de medicamentos para a Europa. A empresa obteve no final de 2007, após processo de preparação que demorou cerca de um ano, aprovação da autoridade reguladora européia para vender dois produtos: o antibiótico Bactrim; e Marcoumar, remédio indicado para o tratamento de trombose, embolias e enfarto do miocárdio. O Presidente da ROCHE no Brasil e Diretor Regional para a América Latina, Ernest Egli, prevê que a expansão de mercados deverá aumentar entre US$ 20 milhões e US$ 30 milhões por ano, nos próximos dois anos a partir do início das exportações, a receita registrada pela subsidiária com vendas externas. No ano passado, elas somaram US$ 72 milhões, um avanço de 30% em comparação a 2006, fruto de maiores volumes exportados, disse Egli. Atualmente, a ROCHE exporta a partir do Brasil principalmente para países latino-americanos e, conforme Egli, quase todos esses mercados, exceto o México, apresentaram crescimento de aproximadamente 30% em 2007. A fábrica brasileira da ROCHE no Rio, que recebeu mais de US$ 70 milhões em investimentos para modernização, produz e comercializa hoje somente linhas de produtos considerados maduros. Em 2007, as vendas totais da ROCHE cresceram cerca de15% no Brasil, para perto de 700 milhões de francos suíços (excluindo a área de diagnóstico que no Brasil é independente), estima Egli, já que os dados ainda não foram completamente fechados e oficialmente serão divulgados em março próximo. Contudo, o percentual de crescimento das vendas deverá ficar acima do obtido pelo grupo em 2007, de 10%.

Gazeta Mercantil

Máquinas & Equipamentos

EMPRESAS REGISTRAM CRESCIMENTO DE ATÉ 35%

A valorização do real em relação ao dólar foi a grande aliada das indústrias importadoras de equipamentos médicos no Brasil em 2007. Multinacionais como a SIEMENS e a GENERAL ELECTRIC (GE) registraram alta de até 35% nas vendas no ano passado e planejam um 2008 aquecido.
A alemã SIEMENS registrou alta de 32% nas vendas de equipamentos médicos no Brasil no ano passado, em relação a 2006. Segundo Reynaldo Goto, Gerente de Marketing Estratégico do setor de medical solutions da empresa, os aparelhos que tiveram os melhores desempenhos foram os de tomografia, ressonância magnética e os da área básica de raio X. "2007 foi muito bom em função da estabilidade cambial e também da maior disponibilidade de crédito", contou Goto. O que mais chamou a atenção do executivo foi o desempenho das vendas de aparelhos de tomografia, um dos que entram no País com preços mais altos. "Houve procura de pessoas que já tinham o aparelho e resolveram trocar em virtude da desvalorização do dólar", explicou.
A divisão de equipamentos médicos da norte-americana GE também comemora os efeitos da política cambial. De acordo com Marcos Del Corona, Diretor Geral da GE HEALTHCARE no Brasil, as vendas de equipamentos de diagnósticos por imagens cresceram 35% em 2007 em relação ao ano anterior. Nesse setor, a empresa atua no mercado brasileiro no segmento de diagnóstico por imagem, que apresentou alta de 30% em 2007, para US$ 240 milhões. A GE lidera o segmento de diagnóstico por imagem, com 45% de participação no Brasil, disse Del Corona.

Gazeta Mercantil

Papel & Celulose

COM TROCA DE ATIVOS, RECEITA DA IP ATINGE US$ 850 MILHÕES NO BRASIL

Quase um ano depois, a INTERNATIONAL PAPER (IP) comemora os resultados da troca de ativos com a VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL (VCP). A companhia americana teve um crescimento de vendas de 70% em dólar, para US$ 850 milhões em 2007. Em reais, a alta chega 50%. A geração própria de caixa da filial brasileira também cresceu mais ainda em dólar, cerca de 80%, atingindo US$ 340 milhões no ano passado. "Foi um ano histórico para a INTERNATIONAL PAPER", disse o Presidente da IP na América Latina, Maximo Pacheco. A empresa concluiu a reestruturação do portfólio de negócios no mundo, que passou a ter o foco, além de embalagens, na produção de papel de imprimir e escrever. A INTERNATIONAL PAPER, que já tinha uma fábrica em Mogi Guaçu (SP), operando desde 1960, passou a ter uma segunda unidade industrial em Luiz Antonio (SP), considerada uma das mais modernas e eficientes do país. Com a mudança, a INTERNATIONAL PAPER cresceu 80% em volume e já vendeu 750 mil toneladas de papéis em 2007.

Valor Econômico

Química & Petroquímica

CBE, DO GRUPO UNIGEL, AUMENTA A PRODUÇÃO

A consolidação da petroquímica nacional surte efeitos. A expansão de produção da central de matérias-primas paulista, a PETROQUÍMICA UNIÃO, anunciada em 2007, abriu espaço para a ampliação de produção de uma de suas grandes consumidoras, a COMPANHIA BRASILEIRA DE ESTIRENO (CBE). A empresa, do grupo UNIGEL, informou a obtenção de uma linha de financiamento de R$ 95,2 milhões do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com este aporte a empresa somará R$ 161,6 milhões previstos para sua expansão de capacidade na produção do estireno.

Gazeta Mercantil

Serviços

MULTIPLAN CRESCE NO INTERIOR

As vendas brutas dos 219 lojistas do Ribeirão Shopping aumentaram 18% em dezembro e 20,9% em todo o ano de 2007. "Foi um dos maiores crescimentos em vendas por área entre os dez shoppings do GRUPO MULTIPLAN", afirma Marcelo Muniz, Superintendente do centro de compras de Ribeirão Preto, que não revela o valor das vendas. Entre os shopping centers do grupo, apenas o Morumbi Shopping, na capital paulista, cuja área bruta locável (ABL) foi expandida no ano passado, e o Pátio Savassi, de Belo Horizonte, adquirido em 2007, registraram aumento de vendas superior ao do Ribeirão Shopping.

Gazeta Mercantil

INSTITUTO EMBELLEZE CRESCE COM A BUSCA POR QUALIFICAÇÃO

O Instituto, em parceria com a indústria de cosméticos EMBELLEZE, oferece cursos profissionalizantes na área de beleza e estética, venda de produtos e atendimento ao público. A empresa é um case de sucesso no mercado de franquias. Só em 2007, o INSTITUTO EMBELLEZE registrou faturamento R$ 63,8 milhões em 2007, valor 46,7% superior ao obtido no ano anterior. Considerando apenas os treinamentos, carro-chefe da rede de franquias, a empresa arrecadou R$ 49,5 milhões, 54,7% acima do desempenho de 2006. No ano passado, a rede firmou 53 novos contratos de franquia.

Gazeta Mercantil

FRANHOLDING INVESTE EM MULTIMARCAS

O crescimento de 11,7% no número de empregos formais no Brasil em 2007 está ampliando o negócio de empresas que trabalham com a qualificação de mão-de-obra, especialmente de profissionais com baixa escolaridade. A crescente demanda por cursos de informática, telemarketing, corte e costura, estética e inglês está levando a rede FRANHOLDING, detentora das marcas INSTITUTO EMBELLEZE, MICROLINS, INSTITUTO RICARDO ALMEIDA, PROFSAT e MAIS INGLÊS, a levar seu modelo de negócio para cidades com até 50 mil habitantes. Até então focada em grandes centros, a empresa, que teve um faturamento estimado de R$ 450 milhões em 2007, está desenvolvendo um novo formato de franquia: centros de ensino multimarcas que ofereçam todos os serviços de qualificação do grupo e outros, como culinária. José Carlos Semenzato, Presidente da FRANHOLDING, garante que esse será um dos projetos mais ousados da rede. A meta é que as escolas multimarcas atinjam pelo menos 500 cidades em todo o País.

Gazeta Mercantil

STARBUCKS EM CAMPINAS

A operação brasileira da rede norte-americana de cafeterias STARBUCKS abre ainda no primeiro trimestre deste ano sua primeira loja fora da capital paulista. A cidade escolhida foi Campinas. Até março, a empresa, que está presente no País desde o final de 2006, inaugura outras três lojas na cidade de São Paulo.
Brascan atinge metas.

Gazeta Mercantil

KROTON NEGOCIA MAIS QUATRO FACULDADES

"Bicho taciturno fora da manada é comida de onça", alerta o professor e Presidente da KROTON EDUCACIONAL, Walter Luís Diniz Braga. É com esse jeito mineiro de quem acompanha a tendência, que a empresa de capital aberto está acelerando sua expansão. Por meio de um processo que Braga chama de "aquisição orgânica", a rede tem comprado, sucessivamente, pequenas faculdades (com no máximo 3 mil alunos) para crescer em cidades de porte médio, mas com grande potencial econômico. A idéia é simples: após assumir a estrutura, a KROTON parte para a conquista de novos alunos. "Mais de 50% das matrículas do ensino estão fora das grandes cidades", afirma Braga. Só em janeiro, a KROTON adquiriu duas faculdades: NOVA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO E CULTURA (NABEC) e FACULDADE FIPAG, ambas localizadas em Guarapari, no Espírito Santo. Ainda neste semestre, o grupo prevê a aquisição de, pelo menos, mais quatro campi. Assim, vai antecipar a meta de expansão prometida ao mercado para julho de 2009. Quando fez o IPO, no ano passado, a meta da empresa era a abertura de 24 campi em dois anos. "Hoje, já temos 18", conta. Seja qual for a empresa escolhida, recursos para crescer a KROTON tem de sobra. Em caixa, estão R$ 325 milhões para novas compras. Já foram investidos R$ 45 milhões, sendo R$ 35 milhões em aquisições e R$ 7 milhões em expansão, segundo Braga.

Gazeta Mercantil

Siderurgia & Metalurgia

AÇOTUBO ABRE FILIAL PARA SER MAIS COMPETITIVA NO NORDESTE

Um contrato de fornecimento para a unidade da BRASKEM em Camaçari (BA) fez a distribuidora de produtos siderúrgicos AÇOTUBO investir na abertura de uma filial na Bahia, que também deverá atender os demais clientes da empresa na região Nordeste. "A assinatura do contrato foi um dos itens que ajudou a viabilizar a abertura da filial", afirmou o Diretor Financeiro da AÇOTUBO, Wilson Bassi. A distribuidora está investindo R$ 5,5 milhões na abertura da filial, exigida pela BRASKEM no contrato. Com isso sobe para cinco o número de filiais da empresa, que já está presente no Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além da matriz, localizada em Guarulhos (SP). Até agora as vendas ao Nordeste eram feitas por meio da filial mineira ou da matriz. Somente o contrato com a BRASKEM, que vale durante o ano de 2008 e pode ser renovado, deve garantir uma receita de R$ 350 mil por mês, no fornecimento de peças para obras de manutenção e projetos de expansão. Tal contrato vai contribuir para o crescimento da empresa, que registrou vendas de 79 mil toneladas no ano passado, o que permitiu receita de R$ 450 milhões. Para 2008, a expectativa é de alta de 16% no volume de vendas, para 92 mil toneladas, e crescimento de 22% no faturamento, para R$ 550 milhões.

Gazeta Mercantil

NORDESTE AMPLIA VENDAS DA ALIANÇA

A ALIANÇA METALÚRGICA, fabricante de fechaduras, reguladores de gás, entre outros produtos, viu suas vendas saltarem 25% no Nordeste em 2007, chegando a representar 35% do faturamento de R$ 160 milhões registrado no ano passado. Em 2006, a região representou 28% da receita. Segundo Cláudio Lutzkat, Diretor Industrial da ALIANÇA, os beneficiários do programa Bolsa Família, do Governo Federal, têm duas prioridades básicas: alimentação e segurança, nessa ordem. "Nosso produto está direcionado para as classes mais baixas. Quem tinha tramela na porta, por exemplo, aproveitou a renda extra e substituiu por fechadura", explicou o executivo. Para 2008, a expectativa é alcançar faturamento de R$ 180 milhões. Segundo Lutzkat, a empresa está desenvolvendo produtos com acabamento diferenciado para continuar atingir as camadas mais populares da região Nordeste. A empresa investiu US$ 3 milhões em máquinas e equipamentos mais modernos no ano passado para atender à demanda, e prevê investir outros US$ 3,5 milhões ao longo deste ano na mesma área.

Valor Econômico

Telecomunicações & Informática

OI E BRASIL TELECOM DÃO UM PASSO EM DIREÇÃO À FUSÃO

A compra da BRASIL TELECOM pela OI deu um passo à frente com a notificação oficial do negócio enviada ao Ministério das Comunicações pelas companhias telefônicas. Até agora, embora a negociação fosse dada como "bem-encaminhada" e tivesse sido objeto de veiculação abundante pela imprensa, apesar de não ter fontes identificadas, e tendo recebido até mesmo a bênção pública de representantes do governo, não havia surgido nenhum comunicado oficial. Portanto, ao anunciar que o Ministério das Comunicações havia recebido oficialmente a informação segundo a qual "a OI e a BrT realmente pretendem fazer uma recomposição acionária", o ministro Hélio Costa inaugurou um novo capítulo na história dessa mega-transação.

Gazeta Mercantil

SYNTAX CRESCE 70% E NEGOCIA INVESTIMENTOS

A fabricante brasileira de computadores SYNTAX cresceu acima de 70% no ano passado, de R$ 38 milhões para R$ 56 milhões de faturamento, dobrando sua produção. Para atender às demandas do varejo, ela direcionou os negócios para o consumidor final, ao custo de esforços maiores para o mercado corporativo e governo, onde estava mais presente, conta o Presidente, Cláudio Dias. Para 2008, a expectativa é crescer menos. A meta está em definição, mas deve ser de receita de R$ 91 milhões, com 40% de expansão. A empresa também aproveita o começo do ano para definir estratégias de longo prazo. No ano passado, inaugurou uma nova fábrica em Ilhéus (BA), um dos mais importantes pólos de produção de PC do País. Com isso tem capacidade de produzir até 150 mil máquinas ao mês, volume que pretende alcançar em 2012, o que significaria atingir faturamento de R$ 400 milhões.

Gazeta Mercantil

Transporte & Logística

TOYOTA VAI AMPLIAR A PRODUÇÃO

A TOYOTA deve ampliar a produção da fábrica de Indaiatuba (SP) para o início da produção, até o fim deste semestre, da nova geração do Corolla. A direção da montadora estuda se a medida será feita com a criação do terceiro turno de trabalho ou outras alternativas, não reveladas. "Existe espaço para ampliar a produção de maneira rápida, e estamos avaliando a melhor opção", disse Luiz Carlos Andrade Junior, Vice-Presidente da TOYOTA MERCOSUL. A fábrica no interior de São Paulo tem capacidade para 250 unidades ao dia dos modelos sedã Corolla e perua Fielder, em dois turnos de trabalho. No ano passado, faltaram produtos da marca do mercado, "pela incapacidade de acompanhar a demanda", segundo Andrade. A TOYOTA cresceu 3%, num mercado total que avançou 27,5%.

Valor Econômico

MARTIN-BROWER CHEGA A R$ 1 BILHÃO

A empresa que faz as compras e a logística das 580 lojas da rede MCDONALD''S no Brasil tirou o segundo B do nome. E desde o inicio de janeiro, ao invés de MBB FOODSERVICE, joint venture entre a MARTIN-BROWER e a BUNGE ALIMENTOS, voltou à denominação original, de MARTIN-BROWER. "É que assumimos 100% das operações da MBB FOODSERVICE, empresa da qual éramos sócios com a BUNGE ALIMENTOS. Com isso, estamos expandindo nossa atuação, sozinhos, no promissor mercado brasileiro de food service", diz o Diretor Geral da MARTIN-BROWER para a América Latina, Tupanangyr Gomes. "Vamos crescer bastante em compras e logística fora dos serviços dedicados à rede MCDONALD''S, que ainda representa nossa grande parcela de faturamento", diz o Diretor. "A tendência, a médio prazo, é que ocorra como nos Estados Unidos, onde o MCDONALD''S entra com 40% do nosso faturamento." Na passado a MARTIN-BROWER faturou em torno de US$ 9 bilhões, 80% provenientes dos EUA, onde nasceu em 1934, e os demais 20% originados no Canadá e América Latina, em partes iguais. O Brasil, onde está desde 1982, vindo com o MC DONALD''S, representa 80% da América Latina. "Em 2008, no Brasil, vamos entrar na casa de R$ 1 bilhão de faturamento, 20% provenientes da operação que tínhamos com a BUNGE", diz o executivo. Para 2010, o objetivo é pular para um faturamento em torno de R$ 1,5 bilhão na área que concilia atacado e logística de food service, um negócio que no Brasil movimenta algo em torno de R$ 20 bilhões por ano.

Gazeta Mercantil

GOL PROJETA CRESCER 97% NAS CARGAS

A GOL LINHAS AÉREAS, que controla também a VRG - NOVA VARIG, atualizou seus números de desempenho para 2007 e as projeções referentes a 2008. Segundo comunicado da companhia, o faturamento com cargas e outras receitas, não especificadas, deverão atingir R$ 750 milhões este ano, crescimento de 97% em relação ao estimado para 2007, quando a companhia deve arrecadar R$ 380 milhões. Em 2006, a divisão de cargas da GOL obteve receitas de R$ 126 milhões. No próximo dia 14 a empresa divulga seus resultados consolidados para o ano passado. Nas novas projeções, a oferta das duas companhias deverá ser de 47 bilhões de ASK (assento vezes km). Em 2007, a estimativa é fechar com 34,34 bilhões de assentos ante uma previsão inicial de 35,6 bilhões. Segundo a GOL, esse aumento estimado na oferta de assentos se deve às cinco aeronaves a mais que as duas empresas esperam operar neste ano. A frota deverá fechar 2008 com frota de 111 aviões.

Gazeta Mercantil


 

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