Agrobusiness
FRIBOI
ESTIMA FATURAR R$
25,5 BI EM 2008
Mesmo
com as possíveis
restrições
do mercado europeu
à carne brasileira,
a JBS/FRIBOI
anunciou que
espera um crescimento
de R$ 177 milhões
em seu Ebitda para
2008 e um faturamento
de R$ 25,5 bilhões.
No fim de 2007,
a empresa comprou
50% da italiana
INALCA, maior produtora
de carne bovina
da Europa, reforçando
sua presença
no continente, além
de investir em plantas
de carne industrializada,
que não sofre
restrição
sanitária.
Porém, a
maior parte do faturamento,
R$ 15 bilhões,
deve vir da operação
norte-americana.
No ano passado,
após comprar
a SWIFT, a JBS tornou-se
o maior frigorífico
do mundo.
Gazeta
Mercantil
PERDIGÃO
INVESTE R$ 80 MILHÕES
EM FÁBRICA
DE LÁCTEOS
EM MG
A
PERDIGÃO,
por meio de sua
controlada ELEVA,
deverá investir
R$ 80 milhões
em uma unidade de
lácteos em
Juiz de Fora (MG).
A unidade terá
capacidade para
processar 500 mil
litros de leite
por dia e será
instalada na área
de Distrito Valadares.
Na planta mineira,
a ELEVA deverá
produzir leite longa
vida e refrigerados.
O empreendimento
da PERDIGÃO
na cidade deverá
gerar 600 empregos
diretos. O investimento
da PERDIGÃO
em Minas é
mais um capítulo
na estratégia
da empresa de reforçar
os negócios
em lácteos.
A empresa, que comprou
a ELEVA (antiga
AVIPAL) em outubro
passado e tornou-se
a primeira em lácteos
no país,
vinha prospectando
oportunidades de
aquisições
de empresas do segmento
em Minas e Goiás.
Além de adquirir
a ELEVA, com a qual
se tornou também
a primeira empresa
em frango e superou
a rival SADIA em
valor de mercado,
a PERDIGÃO
adquiriu o controle
total da BATÁVIA,
em novembro passado.
A empresa também
construirá
fábrica para
processamento de
laticínios
em Bom Conselho
(PE), onde operará
com a marca BATÁVIA.
Lá produzirá
longa vida, iogurtes
e derivados em geral.
Valor
Econômico
AURORA
ELEVA RECEITAS E
INVESTIMENTOS
Com
receita operacional
bruta de R$ 2 bilhões
232 milhões,
a COOPERCENTRAL
AURORA (AURORA ALIMENTOS)
encerrou o exercício
de 2007 com incremento
de 17,23% no faturamento
e sobras líquidas
de 3,67%. As vendas
no mercado interno
responderam por
80,96% da receita
(R$ 1 bilhão
807,4 milhões)
com crescimento
de 14,98%. As carnes
suínas representaram
51,06% das vendas
domésticas,
as carnes de aves
18,83%, os lácteos
7,27%; rações,
massas, pintos,
ovos, matrizes e
reprodutores concorreram
com os outros 22,84%.
As unidades industriais
de abate e processamento
de suínos
e de aves funcionaram
à plena capacidade.
Os abates de suínos
cresceram 12,9%
e totalizaram 3,052
milhões de
cabeças,
gerando 276.588
toneladas de carne
in natura e 241.519
toneladas de carne
suína industrializada.
O exercício
de 2007 caracterizou-se
como um período
no qual foram realizados
os maiores investimentos
e iniciado o maior
programa de expansão
dos quase quarenta
anos de existência
da COOPERATIVA CENTRAL
OESTE CATARINENSE
(COOPERCENTRAL AURORA/AURORA
ALIMENTOS). Para
fortalecer a presença
da AURORA no mercado
de lácteos,
a cooperativa constrói
desde o primeiro
semestre de 2007
uma indústria
de processamento
de leite no município
de Pinhalzinho (SC),
cuja inauguração
está prevista
para abril de 2008.
Para conferir maior
agilidade e eficiência
operacional, a AURORA
inaugurou em dezembro
um amplo e moderno
Centro Logístico
de Distribuição
e Armazenagem na
região metropolitana
de Curitiba. Foi
iniciada em dezembro
de 2007 a construção
do complexo formado
por fábrica
de rações
e silos para armazenagem
de grãos
no município
de Cunha Porã
(SC), mediante investimentos
da ordem de R$ 45
milhões de
reais. A ampliação
das unidades industriais,
o aumento da produção
e a incorporação
da força
de trabalho da COTREL
provocaram, em 2007,
a expansão
do quadro funcional
da COOPERCENTRAL
AURORA (AURORA ALIMENTOS)
em 23,4%. O conglomerado
agroindustrial encerrou
2007 com 11.483
funcionários
diretos.
Valor
Econômico
Alimentos
POLENGHI
AMPLIA VENDAS E
ESPERA CRESCER 18%
ESTE ANO
Depois
de terminar 2007
com crescimento
de 18%, a POLENGHI
INDÚSTRIAS
ALIMENTÍCIAS,
do grupo francês
SOPARING BONGRAIN,
vai investir para
ampliar em 30% a
capacidade de produção
das linhas de queijos
cremosos e fundidos
em porção,
o clássico
Polenghinho, este
ano. A meta é
repetir o crescimento
em 2008, segundo
o Diretor Comercial
e de Marketing da
empresa, Paulo Netto.
A demanda pelos
produtos tem crescido
muito na região
Nordeste. "O
crescimento da renda
reflete nos itens
dessa linha, principalmente
nos produtos mais
básicos.
Conseguimos ver
isso no Nordeste",
explicou Netto.
Em 2007, a empresa
investiu para duplicar
a produção
de queijos especiais,
que inclui camembert,
brie, frescatino,
entre outros, na
fábrica de
São Vicente,
em Minas Gerais.
A linha de especiais
cresce com mais
velocidade no Sul
e no Sudeste, regiões
que concentram dois
terços das
vendas da multinacional
no Brasil. Para
2008, a meta é
colocar nas gôndolas
outros 18 novos
produtos. O grupo
francês registrou
faturamento de €
1,7 bilhão
no primeiro semestre
de 2007, alta de
3,6% em relação
ao mesmo período
de 2006. Em 2006,
a empresa fechou
o ano com faturamento
de € 3,3 bilhões.
O desempenho da
operação
brasileira fez com
que o grupo apostasse
no País para
identificar os hábitos
dos consumidores.
De acordo com Netto,
a empresa investiu
cerca de R$ 350
mil em um relatório
sobre os consumidores
de queijo no Brasil.
Gazeta
Mercantil
SADIA
DOBRARÁ CAPACIDADE
DA BIG FOODS
Até
2009, a SADIA
pretende dobrar
a capacidade de
produção
da BIG
FOODS, comprada
pela companhia por
R$ 53 milhões
em dezembro do ano
passado. Produtora
de industrializados
de maior valor agregado
como sanduíches,
lasanhas, pizzas,
pães, salgados,
pão de queijo
e itens de confeitaria,
a BIG FOODS tem
capacidade de produção
de 20 mil toneladas
anuais. O investimento
para as mudanças
na planta ainda
está em fase
de avaliação,
segundo Welson Teixeira
Júnior, Diretor
de Relações
com Investidores
da SADIA. A programação
da companhia para
2008 prevê
investimento total
de R$ 1,6 bilhão.
A BIG FOODS, localizada
em Tatuí,
no interior de São
Paulo, fez com que
a SADIA voltasse
a ter produção
no Estado.
Valor
Econômico
KIBON
INVESTE EM SORVETE
EM POTE
Verão
é hora de
vender picolé,
mas, este ano, o
sorvete de massa,
consumido em casa,
que cresce o dobro
dos palitos e garante
margens maiores,
também ganhou
os holofotes. A
líder KIBON,
da
UNILEVER, desembolsou
R$ 10 milhões
em TV e promoção
com prêmios
para alavancar as
vendas dos potes
da sua marca, que
está com
participação
de mercado estagnada
há mais de
dois anos, na casa
dos 49%. A idéia
é, mais uma
vez, bater na tecla
dos produtos saudáveis.
E, aproveitar que
o pote é
um produto de consumo
familiar. Para isso,
a KIBON mudou a
fórmula dos
três sabores
mais vendidos, creme,
napolitano e flocos,
com adição
de 10% de leite
em relação
à receita
tradicional e investiu
numa campanha de
mídia, incluindo
TV aberta, e de
ponto-de-venda.
Embora ainda muito
concentradas entre
outubro e março,
as vendas de pote
nesse período,
que já foram
de 70% como os picolés,
estão na
casa dos 65%.
Valor
Econômico
NO
BRASIL, RECEITA
E LUCRO DA CADBURY
CRESCEM
Todd
Stitzer, Presidente
mundial da CADBURY
ADAMS, esteve
no Brasil durante
três dias
nesta semana, acompanhado
de outros quatro
Vice-Presidentes
da companhia. Vieram
ver de perto o trabalho
feito na América
do Sul, cuja sede
fica no Brasil e
que, desde o final
do ano passado,
está sendo
comandada pelo brasileiro
Marcos Grasso. A
região, que
engloba dez países,
faturou 300 milhões
de libras em 2007
(R$ 1,058 bilhão).
"A América
do Sul reportou
o maior crescimento
e as melhores margens
da companhia",
disse Stitzer. A
subsidiária
brasileira dobrou
de tamanho nos últimos
quatro anos, atingindo
um faturamento de
160 milhões
de libras (R$ 564,3
milhões).
Valor
Econômico
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
JOHNSON
& JOHNSON PREVÊ
CRESCER 20% ESTE
ANO
A
JOHNSON
& JOHNSON
no Brasil começa
2008 com todos seus
medicamentos isentos
de prescrição
médica (OTCs
na sigla em inglês),
além dos
adquiridos da PFIZER
em 2006, agora inseridos
no guarda-chuva
de sua divisão
de consumo, a JOHNSON
& JOHNSON CONSUMIDOR.
A empresa terá
nesta divisão
seu líder
de vendas no setor,
o Tylenol além
dos medicamentos
isentos de prescrição
Maxifen e Massê,
que já possuía.
São sete
os medicamentos
comprados da PFIZER.
O objetivo é
explorar melhor
o mercado varejista
de remédios
que vem crescendo
no País e,
assim, crescer 20%
em 2008. No ano
passado, a empresa
faturou R$ 2,7 bilhões
no Brasil com suas
três grandes
divisões:
JOHNSON & JOHNSON
CONSUMIDOR, JANSSEN-CILAG
(braço farmacêutico)
e PRODUTOS PROFISISSIONAIS,
voltada para a classe
médica. A
estratégia
de fortalecer estes
produtos sem prescrição
já surtiu
seus primeiros efeitos
nos resultados globais
da empresa no final
de 2007. O lucro
da JOHNSON &
JOHNSON mundial
aumentou em 9,5%
no quarto trimestre
do ano passado,
exatamente devido
ao aumento das vendas
de produtos de consumo.
O lucro líquido
da companhia aumentou
para US$ 2,37 bilhões
no quarto trimestre
de 2007.
Gazeta
Mercantil
NIVEA
QUER REPETIR EXPANSÃO
DE DOIS DÍGITOS
NO BRASIL
Terceiro
mercado mundial
de cosméticos
e produtos de beleza,
atrás apenas
dos Estados Unidos
e Japão,
o Brasil tornou-se
estratégico
para a alemã
BEYERSDORF, controladora
da marca NIVEA.
Aqui, a líder
global no segmento
pretende repetir
em 2008 o crescimento
de dois dígitos
obtido em um ano
cujo faturamento
foi de 5,5 bilhões
de euros em todo
o mundo. Para manter
o ritmo de crescimento,
o grupo começa
a veicular no próximo
dia 24 a campanha
Beleza é...,
lançada em
agosto na Europa
e que será
veiculada nos 65
países onde
a NIVEA atua. Presidente
da subsidiária
brasileira, o alemão
Nicolas Fischer
ressalta a importância
do mercado nacional
para a empresa.
"O Brasil,
no mundo todo, tem
a imagem vinculada
à idéia
de beleza. Não
só devido
às belezas
naturais do País,
mas também
das pessoas que
moram aqui."
Gazeta
Mercantil
ROCHE
VAI EXPORTAR PARA
A EUROPA
A
subsidiária
brasileira da farmacêutica
suíça
ROCHE
espera iniciar
já em meados
deste ano exportações
de medicamentos
para a Europa. A
empresa obteve no
final de 2007, após
processo de preparação
que demorou cerca
de um ano, aprovação
da autoridade reguladora
européia
para vender dois
produtos: o antibiótico
Bactrim; e Marcoumar,
remédio indicado
para o tratamento
de trombose, embolias
e enfarto do miocárdio.
O Presidente da
ROCHE no Brasil
e Diretor Regional
para a América
Latina, Ernest Egli,
prevê que
a expansão
de mercados deverá
aumentar entre US$
20 milhões
e US$ 30 milhões
por ano, nos próximos
dois anos a partir
do início
das exportações,
a receita registrada
pela subsidiária
com vendas externas.
No ano passado,
elas somaram US$
72 milhões,
um avanço
de 30% em comparação
a 2006, fruto de
maiores volumes
exportados, disse
Egli. Atualmente,
a ROCHE exporta
a partir do Brasil
principalmente para
países latino-americanos
e, conforme Egli,
quase todos esses
mercados, exceto
o México,
apresentaram crescimento
de aproximadamente
30% em 2007. A fábrica
brasileira da ROCHE
no Rio, que recebeu
mais de US$ 70 milhões
em investimentos
para modernização,
produz e comercializa
hoje somente linhas
de produtos considerados
maduros. Em 2007,
as vendas totais
da ROCHE cresceram
cerca de15% no Brasil,
para perto de 700
milhões de
francos suíços
(excluindo a área
de diagnóstico
que no Brasil é
independente), estima
Egli, já
que os dados ainda
não foram
completamente fechados
e oficialmente serão
divulgados em março
próximo.
Contudo, o percentual
de crescimento das
vendas deverá
ficar acima do obtido
pelo grupo em 2007,
de 10%.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
EMPRESAS
REGISTRAM CRESCIMENTO
DE ATÉ 35%
A
valorização
do real em relação
ao dólar
foi a grande aliada
das indústrias
importadoras de
equipamentos médicos
no Brasil em 2007.
Multinacionais como
a SIEMENS
e a GENERAL
ELECTRIC (GE) registraram
alta de até
35% nas vendas no
ano passado e planejam
um 2008 aquecido.
A alemã SIEMENS
registrou alta de
32% nas vendas de
equipamentos médicos
no Brasil no ano
passado, em relação
a 2006. Segundo
Reynaldo Goto, Gerente
de Marketing Estratégico
do setor de medical
solutions da empresa,
os aparelhos que
tiveram os melhores
desempenhos foram
os de tomografia,
ressonância
magnética
e os da área
básica de
raio X. "2007
foi muito bom em
função
da estabilidade
cambial e também
da maior disponibilidade
de crédito",
contou Goto. O que
mais chamou a atenção
do executivo foi
o desempenho das
vendas de aparelhos
de tomografia, um
dos que entram no
País com
preços mais
altos. "Houve
procura de pessoas
que já tinham
o aparelho e resolveram
trocar em virtude
da desvalorização
do dólar",
explicou.
A divisão
de equipamentos
médicos da
norte-americana
GE também
comemora os efeitos
da política
cambial. De acordo
com Marcos Del Corona,
Diretor Geral da
GE HEALTHCARE no
Brasil, as vendas
de equipamentos
de diagnósticos
por imagens cresceram
35% em 2007 em relação
ao ano anterior.
Nesse setor, a empresa
atua no mercado
brasileiro no segmento
de diagnóstico
por imagem, que
apresentou alta
de 30% em 2007,
para US$ 240 milhões.
A GE lidera o segmento
de diagnóstico
por imagem, com
45% de participação
no Brasil, disse
Del Corona.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
COM
TROCA DE ATIVOS,
RECEITA DA IP ATINGE
US$ 850 MILHÕES
NO BRASIL
Quase
um ano depois, a
INTERNATIONAL
PAPER (IP) comemora
os resultados da
troca de ativos
com a VOTORANTIM
CELULOSE E PAPEL
(VCP). A companhia
americana teve um
crescimento de vendas
de 70% em dólar,
para US$ 850 milhões
em 2007. Em reais,
a alta chega 50%.
A geração
própria de
caixa da filial
brasileira também
cresceu mais ainda
em dólar,
cerca de 80%, atingindo
US$ 340 milhões
no ano passado.
"Foi um ano
histórico
para a INTERNATIONAL
PAPER", disse
o Presidente da
IP na América
Latina, Maximo Pacheco.
A empresa concluiu
a reestruturação
do portfólio
de negócios
no mundo, que passou
a ter o foco, além
de embalagens, na
produção
de papel de imprimir
e escrever. A INTERNATIONAL
PAPER, que já
tinha uma fábrica
em Mogi Guaçu
(SP), operando desde
1960, passou a ter
uma segunda unidade
industrial em Luiz
Antonio (SP), considerada
uma das mais modernas
e eficientes do
país. Com
a mudança,
a INTERNATIONAL
PAPER cresceu 80%
em volume e já
vendeu 750 mil toneladas
de papéis
em 2007.
Valor
Econômico
Química
& Petroquímica
CBE,
DO GRUPO UNIGEL,
AUMENTA A PRODUÇÃO
A
consolidação
da petroquímica
nacional surte efeitos.
A expansão
de produção
da central de matérias-primas
paulista, a PETROQUÍMICA
UNIÃO, anunciada
em 2007, abriu espaço
para a ampliação
de produção
de uma de suas grandes
consumidoras, a
COMPANHIA
BRASILEIRA DE ESTIRENO
(CBE). A empresa,
do grupo UNIGEL,
informou a obtenção
de uma linha de
financiamento de
R$ 95,2 milhões
do Banco Nacional
do Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES).
Com este aporte
a empresa somará
R$ 161,6 milhões
previstos para sua
expansão
de capacidade na
produção
do estireno.
Gazeta
Mercantil
Serviços
MULTIPLAN
CRESCE NO INTERIOR
As
vendas brutas dos
219 lojistas do
Ribeirão
Shopping aumentaram
18% em dezembro
e 20,9% em todo
o ano de 2007. "Foi
um dos maiores crescimentos
em vendas por área
entre os dez shoppings
do GRUPO
MULTIPLAN",
afirma Marcelo Muniz,
Superintendente
do centro de compras
de Ribeirão
Preto, que não
revela o valor das
vendas. Entre os
shopping centers
do grupo, apenas
o Morumbi Shopping,
na capital paulista,
cuja área
bruta locável
(ABL) foi expandida
no ano passado,
e o Pátio
Savassi, de Belo
Horizonte, adquirido
em 2007, registraram
aumento de vendas
superior ao do Ribeirão
Shopping.
Gazeta
Mercantil
INSTITUTO
EMBELLEZE CRESCE
COM A BUSCA POR
QUALIFICAÇÃO
O
Instituto, em parceria
com a indústria
de cosméticos
EMBELLEZE,
oferece cursos profissionalizantes
na área de
beleza e estética,
venda de produtos
e atendimento ao
público.
A empresa é
um case de sucesso
no mercado de franquias.
Só em 2007,
o INSTITUTO EMBELLEZE
registrou faturamento
R$ 63,8 milhões
em 2007, valor 46,7%
superior ao obtido
no ano anterior.
Considerando apenas
os treinamentos,
carro-chefe da rede
de franquias, a
empresa arrecadou
R$ 49,5 milhões,
54,7% acima do desempenho
de 2006. No ano
passado, a rede
firmou 53 novos
contratos de franquia.
Gazeta
Mercantil
FRANHOLDING
INVESTE EM MULTIMARCAS
O
crescimento de 11,7%
no número
de empregos formais
no Brasil em 2007
está ampliando
o negócio
de empresas que
trabalham com a
qualificação
de mão-de-obra,
especialmente de
profissionais com
baixa escolaridade.
A crescente demanda
por cursos de informática,
telemarketing, corte
e costura, estética
e inglês está
levando a rede FRANHOLDING,
detentora das marcas
INSTITUTO EMBELLEZE,
MICROLINS,
INSTITUTO
RICARDO ALMEIDA,
PROFSAT
e MAIS
INGLÊS,
a levar seu modelo
de negócio
para cidades com
até 50 mil
habitantes. Até
então focada
em grandes centros,
a empresa, que teve
um faturamento estimado
de R$ 450 milhões
em 2007, está
desenvolvendo um
novo formato de
franquia: centros
de ensino multimarcas
que ofereçam
todos os serviços
de qualificação
do grupo e outros,
como culinária.
José Carlos
Semenzato, Presidente
da FRANHOLDING,
garante que esse
será um dos
projetos mais ousados
da rede. A meta
é que as
escolas multimarcas
atinjam pelo menos
500 cidades em todo
o País.
Gazeta
Mercantil
STARBUCKS
EM CAMPINAS
A
operação
brasileira da rede
norte-americana
de cafeterias STARBUCKS
abre ainda no
primeiro trimestre
deste ano sua primeira
loja fora da capital
paulista. A cidade
escolhida foi Campinas.
Até março,
a empresa, que está
presente no País
desde o final de
2006, inaugura outras
três lojas
na cidade de São
Paulo.
Brascan atinge metas.
Gazeta
Mercantil
KROTON
NEGOCIA MAIS QUATRO
FACULDADES
"Bicho
taciturno fora da
manada é
comida de onça",
alerta o professor
e Presidente da
KROTON
EDUCACIONAL, Walter
Luís Diniz
Braga. É
com esse jeito mineiro
de quem acompanha
a tendência,
que a empresa de
capital aberto está
acelerando sua expansão.
Por meio de um processo
que Braga chama
de "aquisição
orgânica",
a rede tem comprado,
sucessivamente,
pequenas faculdades
(com no máximo
3 mil alunos) para
crescer em cidades
de porte médio,
mas com grande potencial
econômico.
A idéia é
simples: após
assumir a estrutura,
a KROTON parte para
a conquista de novos
alunos. "Mais
de 50% das matrículas
do ensino estão
fora das grandes
cidades", afirma
Braga. Só
em janeiro, a KROTON
adquiriu duas faculdades:
NOVA ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO
E CULTURA (NABEC)
e FACULDADE FIPAG,
ambas localizadas
em Guarapari, no
Espírito
Santo. Ainda neste
semestre, o grupo
prevê a aquisição
de, pelo menos,
mais quatro campi.
Assim, vai antecipar
a meta de expansão
prometida ao mercado
para julho de 2009.
Quando fez o IPO,
no ano passado,
a meta da empresa
era a abertura de
24 campi em dois
anos. "Hoje,
já temos
18", conta.
Seja qual for a
empresa escolhida,
recursos para crescer
a KROTON tem de
sobra. Em caixa,
estão R$
325 milhões
para novas compras.
Já foram
investidos R$ 45
milhões,
sendo R$ 35 milhões
em aquisições
e R$ 7 milhões
em expansão,
segundo Braga.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
AÇOTUBO
ABRE FILIAL PARA
SER MAIS COMPETITIVA
NO NORDESTE
Um
contrato de fornecimento
para a unidade da
BRASKEM em Camaçari
(BA) fez a distribuidora
de produtos siderúrgicos
AÇOTUBO
investir na abertura
de uma filial na
Bahia, que também
deverá atender
os demais clientes
da empresa na região
Nordeste. "A
assinatura do contrato
foi um dos itens
que ajudou a viabilizar
a abertura da filial",
afirmou o Diretor
Financeiro da AÇOTUBO,
Wilson Bassi. A
distribuidora está
investindo R$ 5,5
milhões na
abertura da filial,
exigida pela BRASKEM
no contrato. Com
isso sobe para cinco
o número
de filiais da empresa,
que já está
presente no Rio
Grande do Sul, Paraná,
Rio de Janeiro e
Minas Gerais, além
da matriz, localizada
em Guarulhos (SP).
Até agora
as vendas ao Nordeste
eram feitas por
meio da filial mineira
ou da matriz. Somente
o contrato com a
BRASKEM, que vale
durante o ano de
2008 e pode ser
renovado, deve garantir
uma receita de R$
350 mil por mês,
no fornecimento
de peças
para obras de manutenção
e projetos de expansão.
Tal contrato vai
contribuir para
o crescimento da
empresa, que registrou
vendas de 79 mil
toneladas no ano
passado, o que permitiu
receita de R$ 450
milhões.
Para 2008, a expectativa
é de alta
de 16% no volume
de vendas, para
92 mil toneladas,
e crescimento de
22% no faturamento,
para R$ 550 milhões.
Gazeta
Mercantil
NORDESTE
AMPLIA VENDAS DA
ALIANÇA
A
ALIANÇA
METALÚRGICA,
fabricante de fechaduras,
reguladores de gás,
entre outros produtos,
viu suas vendas
saltarem 25% no
Nordeste em 2007,
chegando a representar
35% do faturamento
de R$ 160 milhões
registrado no ano
passado. Em 2006,
a região
representou 28%
da receita. Segundo
Cláudio Lutzkat,
Diretor Industrial
da ALIANÇA,
os beneficiários
do programa Bolsa
Família,
do Governo Federal,
têm duas prioridades
básicas:
alimentação
e segurança,
nessa ordem. "Nosso
produto está
direcionado para
as classes mais
baixas. Quem tinha
tramela na porta,
por exemplo, aproveitou
a renda extra e
substituiu por fechadura",
explicou o executivo.
Para 2008, a expectativa
é alcançar
faturamento de R$
180 milhões.
Segundo Lutzkat,
a empresa está
desenvolvendo produtos
com acabamento diferenciado
para continuar atingir
as camadas mais
populares da região
Nordeste. A empresa
investiu US$ 3 milhões
em máquinas
e equipamentos mais
modernos no ano
passado para atender
à demanda,
e prevê investir
outros US$ 3,5 milhões
ao longo deste ano
na mesma área.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
OI
E BRASIL TELECOM
DÃO UM PASSO
EM DIREÇÃO
À FUSÃO
A
compra da BRASIL
TELECOM pela
OI
deu um passo
à frente
com a notificação
oficial do negócio
enviada ao Ministério
das Comunicações
pelas companhias
telefônicas.
Até agora,
embora a negociação
fosse dada como
"bem-encaminhada"
e tivesse sido objeto
de veiculação
abundante pela imprensa,
apesar de não
ter fontes identificadas,
e tendo recebido
até mesmo
a bênção
pública de
representantes do
governo, não
havia surgido nenhum
comunicado oficial.
Portanto, ao anunciar
que o Ministério
das Comunicações
havia recebido oficialmente
a informação
segundo a qual "a
OI e a BrT realmente
pretendem fazer
uma recomposição
acionária",
o ministro Hélio
Costa inaugurou
um novo capítulo
na história
dessa mega-transação.
Gazeta
Mercantil
SYNTAX
CRESCE 70% E NEGOCIA
INVESTIMENTOS
A
fabricante brasileira
de computadores
SYNTAX
cresceu acima
de 70% no ano passado,
de R$ 38 milhões
para R$ 56 milhões
de faturamento,
dobrando sua produção.
Para atender às
demandas do varejo,
ela direcionou os
negócios
para o consumidor
final, ao custo
de esforços
maiores para o mercado
corporativo e governo,
onde estava mais
presente, conta
o Presidente, Cláudio
Dias. Para 2008,
a expectativa é
crescer menos. A
meta está
em definição,
mas deve ser de
receita de R$ 91
milhões,
com 40% de expansão.
A empresa também
aproveita o começo
do ano para definir
estratégias
de longo prazo.
No ano passado,
inaugurou uma nova
fábrica em
Ilhéus (BA),
um dos mais importantes
pólos de
produção
de PC do País.
Com isso tem capacidade
de produzir até
150 mil máquinas
ao mês, volume
que pretende alcançar
em 2012, o que significaria
atingir faturamento
de R$ 400 milhões.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
TOYOTA
VAI AMPLIAR A PRODUÇÃO
A
TOYOTA deve
ampliar a produção
da fábrica
de Indaiatuba (SP)
para o início
da produção,
até o fim
deste semestre,
da nova geração
do Corolla. A direção
da montadora estuda
se a medida será
feita com a criação
do terceiro turno
de trabalho ou outras
alternativas, não
reveladas. "Existe
espaço para
ampliar a produção
de maneira rápida,
e estamos avaliando
a melhor opção",
disse Luiz Carlos
Andrade Junior,
Vice-Presidente
da TOYOTA MERCOSUL.
A fábrica
no interior de São
Paulo tem capacidade
para 250 unidades
ao dia dos modelos
sedã Corolla
e perua Fielder,
em dois turnos de
trabalho. No ano
passado, faltaram
produtos da marca
do mercado, "pela
incapacidade de
acompanhar a demanda",
segundo Andrade.
A TOYOTA cresceu
3%, num mercado
total que avançou
27,5%.
Valor
Econômico
MARTIN-BROWER
CHEGA A R$ 1 BILHÃO
A
empresa que faz
as compras e a logística
das 580 lojas da
rede MCDONALD''S
no Brasil tirou
o segundo B do nome.
E desde o inicio
de janeiro, ao invés
de MBB FOODSERVICE,
joint venture entre
a MARTIN-BROWER
e a BUNGE ALIMENTOS,
voltou à
denominação
original, de MARTIN-BROWER.
"É que
assumimos 100% das
operações
da MBB FOODSERVICE,
empresa da qual
éramos sócios
com a BUNGE ALIMENTOS.
Com isso, estamos
expandindo nossa
atuação,
sozinhos, no promissor
mercado brasileiro
de food service",
diz o Diretor Geral
da MARTIN-BROWER
para a América
Latina, Tupanangyr
Gomes. "Vamos
crescer bastante
em compras e logística
fora dos serviços
dedicados à
rede MCDONALD''S,
que ainda representa
nossa grande parcela
de faturamento",
diz o Diretor. "A
tendência,
a médio prazo,
é que ocorra
como nos Estados
Unidos, onde o MCDONALD''S
entra com 40% do
nosso faturamento."
Na passado a MARTIN-BROWER
faturou em torno
de US$ 9 bilhões,
80% provenientes
dos EUA, onde nasceu
em 1934, e os demais
20% originados no
Canadá e
América Latina,
em partes iguais.
O Brasil, onde está
desde 1982, vindo
com o MC DONALD''S,
representa 80% da
América Latina.
"Em 2008, no
Brasil, vamos entrar
na casa de R$ 1
bilhão de
faturamento, 20%
provenientes da
operação
que tínhamos
com a BUNGE",
diz o executivo.
Para 2010, o objetivo
é pular para
um faturamento em
torno de R$ 1,5
bilhão na
área que
concilia atacado
e logística
de food service,
um negócio
que no Brasil movimenta
algo em torno de
R$ 20 bilhões
por ano.
Gazeta
Mercantil
GOL
PROJETA CRESCER
97% NAS CARGAS
A
GOL LINHAS AÉREAS,
que controla também
a VRG - NOVA VARIG,
atualizou seus números
de desempenho para
2007 e as projeções
referentes a 2008.
Segundo comunicado
da companhia, o
faturamento com
cargas e outras
receitas, não
especificadas, deverão
atingir R$ 750 milhões
este ano, crescimento
de 97% em relação
ao estimado para
2007, quando a companhia
deve arrecadar R$
380 milhões.
Em 2006, a divisão
de cargas da GOL
obteve receitas
de R$ 126 milhões.
No próximo
dia 14 a empresa
divulga seus resultados
consolidados para
o ano passado. Nas
novas projeções,
a oferta das duas
companhias deverá
ser de 47 bilhões
de ASK (assento
vezes km). Em 2007,
a estimativa é
fechar com 34,34
bilhões de
assentos ante uma
previsão
inicial de 35,6
bilhões.
Segundo a GOL, esse
aumento estimado
na oferta de assentos
se deve às
cinco aeronaves
a mais que as duas
empresas esperam
operar neste ano.
A frota deverá
fechar 2008 com
frota de 111 aviões.
Gazeta
Mercantil