Agrobusiness
Tyson
controlará
100% da Pena Branca
Depois
de duas tentativas
frustradas de entrar
no Brasil, a gigante
americana TYSON
FOODS está
próxima de
fazer sua primeira
aquisição
no país.
A multinacional
deverá concluir
nos próximos
dias a compra do
frigorífico
de aves PENA BRANCA,
controlado pelo
grupo PREDILETO.
O Presidente da
PREDILETO, Antenor
de Barros Leal,
disse que a negociação
deverá ser
finalizada nos próximos
dias. O valor do
negócio deve
ficar em torno de
R$ 130 milhões.
A TYSON FOODS será
100% controladora
da PENA BRANCA.
Com esta aquisição,
a múlti fica
com dois frigoríficos
paulistas, instalados
em Jaguariúna
e em Amparo. A PENA
BRANCA tem ainda
duas granjas de
matrizes em Paulínia
e Tatuí,
ambas também
em São Paulo.
Com forte participação
no mercado paulista,
a PENA BRANCA exporta
frango, sobretudo,
para países
do Oriente Médio,
além do Japão.
Com faturamento
em torno de US$
25 bilhões,
a TYSON FOODS tentou
algumas vezes entrar
no Brasil, mas não
chegou a concluir
os negócios.
Com faturamento
em torno de R$ 800
milhões em
2007, o grupo PREDILETO
deverá concentrar
seus negócios
em trigo, que responde
atualmente por 60%
da receita da companhia.
Valor
Econômico
Aumento
de preços
alavanca resultados
globais da Bunge
Impulsionada
por fortes crescimentos
na demanda e nos
preços internacionais
de grãos
e fertilizantes,
a multinacional
BUNGE,
com sede em Nova
York, encerrou 2007
com resultados recordes.
Segundo balanço
divulgad, as vendas
líquidas
globais da empresa
alcançaram
US$ 44,8 bilhões,
71% mais que em
2006, e seu lucro
cresceu 49% na comparação,
para US$ 778 milhões.
De acordo com os
números apresentados,
houve incrementos
significativos na
maior parte dos
resultados apurados
em todas as áreas
de atuação
da empresa. E, segundo
o CEO Alberto Weisser,
a boa fase deve
continuar em 2008.
Na divisão
que inclui as operações
de compra e venda
de grãos
do conglomerado,
a BUNGE realçou
a performance dos
negócios
nas Américas
do Sul e do Norte,
com destaque para
a estratégia
de gerenciamento
de riscos adotada
particularmente
no quarto trimestre,
quando a volatilidade
dos mercados se
acentuou.
Valor
Econômico
Unifrango
investe no comércio
exterior
A
UNIFRANGO
AGROINDUSTRIAL,
um grupo de 19 abatedouros
de frango do Paraná
que opera em pool,
com sede em Maringá,
cresceu 35,7% em
2007 e agora se
volta para o mercado
exterior, especialmente
para atender empresas
asiáticas
e do centro e leste
europeus. "É
o momento ideal
para investir em
exportações,
que era o objetivo
principal da criação
do grupo UNIFRANGO",
disse o Diretor
Executivo da empresa,
Pedro Henrique Oliveira.
Em 2007 foram destinados
R$ 211,12 milhões
em intermediações
comerciais, contra
R$153,78 milhões
em 2006, sendo 60%
na compra de matéria-prima
para nutrição
das aves, embalagens
e outros, 32% na
venda de frango
para o mercado interno
e 8% na importação
de outros tipos
de matérias-primas.
Gazeta
Mercantil
Alimentos
Sadia
registra lucro 83%
maior em 2007
A
SADIA
informou que
encerrou 2007 com
receita bruta de
R$ 9,8 bilhões,
com aumento de 24%
sobre o ano anterior.
As vendas externas
representaram 46%
da receita total
e as internas, 54%.
O lucro líquido
totalizou R$ 689
milhões,
alta de 83% sobre
2006. No ano passado,
as vendas da empresa
em volume totalizaram
2,1 milhões
de toneladas, incremento
de 13,4% em relação
a 2006. O mercado
interno registrou
aumento de vendas
de 7,5% e as exportações
cresceram 19,1%.
No quarto trimestre
de 2007, o faturamento
bruto do grupo foi
de R$ 2,9 bilhões,
alta de 23,9%. O
lucro líquido
cresceu 32,4% no
período,
totalizando R$ 295,1
milhões.
Para 2008, a companhia
prevê crescimento
de 12% a 14% em
suas vendas. O grupo
pretende investir
R$ 1,6 bilhão,
o maior valor de
sua história,
em sua expansão,
ante R$ 1,1 bilhão
em 2007. A meta
do grupo é
dobrar a empresa
de tamanho a cada
cinco anos, o que
significa um crescimento
médio de
15%. O grupo deve
continuar de olho
em novas oportunidades,
o que significa
fazer aquisições
e expandir suas
unidades em operação.
Valor
Econômico
Bebidas
& Fumo
Cia.
Iguaçu planeja
investir em fábrica
na Europa ou Rússia
Maior
produtor e exportador
de café solúvel
do mundo, o Brasil
recebe cada vez
menos investimentos
nesse segmento.
A CIA. IGUAÇU
DE CAFÉ
SOLÚVEL,
terceira maior exportadora
de solúvel
do país,
é o exemplo
mais recente dessa
tendência.
A empresa programa
uma expansão
para os próximos
meses, mas o Brasil
não está
entre os favoritos
para receber esses
novos aportes. Controlada
pelo grupo japonês
MARUBENI
e com faturamento
anual de cerca de
R$ 500 milhões,
a CIA. IGUAÇU
tem no Brasil uma
única fábrica,
em Cornélio
Procópio
(PR), com capacidade
para produzir até
20 mil toneladas
de café por
ano. A outra unidade
da empresa está
na Espanha, tocada
em sociedade com
a SEDA SOLUBLES,
uma companhia local.
"A expansão
de nossos negócios
está em pauta,
mas não temos
planos para uma
nova planta no Brasil",
disse Rodolpho Seigo
Takahashi, Vice-Presidente
da companhia. Quando
decidiu investir
na Espanha, há
quase quatro anos,
a CIA. IGUAÇU
argumentou que os
custos eram muito
altos no Brasil.
A CIA. IGUAÇU
ainda não
definiu exatamente
onde e quando deverá
construir sua nova
fábrica.
Mas está
inclinada a fortalecer
sua presença
na União
Européia,
que lidera o consumo
global de café
solúvel,
ou partir para a
Rússia, que
também importa
muito e tem recebido
aportes de múltis
como NESTLÉ
e KRAFT. Para o
Brasil, os planos
são investir
R$ 20 milhões
em uma caldeira
de biomassa, utilizando
borra de café,
em substituição
à queima
de combustíveis
fósseis.
A companhia tem
a marca IGUAÇU
como carro-chefe.
Apesar de as tarifas
impostas pela UE
serem sempre acusadas
de inibir investimentos
no Brasil, as exportações
brasileiras de café
solúvel continuam
firmes. Em 2007,
as 75,7 mil toneladas
embarcadas renderam
US$ 480 milhões,
25,1% mais que em
2006.
Valor
Econômico
QUARENTONA,
YAKULT DO BRASIL
CRESCE
Há
42 anos, Masahiko
Sadakata deixou
o Japão rumo
ao Brasil para instalar
a subsidiária
local da multinacional
YAKULT
HONSHA. Dois
anos depois, o leite
fermentado, produto
mais importante
do portfólio
da companhia, começava
a ser fabricado
no Brasil. Hoje,
o País é
o mais importante
dos mercados internacionais
para a empresa e
cresceu 7% em 2007,
representando cerca
de 10% do faturamento
global do grupo,
que foi de US$ 2,314
bilhões no
ano encerrado em
março de
2007. Como Presidente
da YAKULT no Brasil,
Sadakata destacou
os principais objetivos
para os próximos
anos: crescer nas
regiões Norte
e Nordeste, o que
deve exigir novas
fábricas
para atender esses
mercados e impulsionar
as vendas da divisão
de cosméticos,
ainda incipientes
no Brasil, único
país do mundo
fora do Japão
em que a empresa
atua nesse segmento.
Segundo Sadakata,
a meta da divisão
de cosméticos
é ampliar
a produção
própria e
alcançar
10% do faturamento
em três anos.
Gazeta
Mercantil
Comunicação,
Publicidade &
Propaganda
NEOGAMA/BBH
CONQUISTA NOVAS
CONTAS E REESTRUTURA
A CRIAÇÃO
Dizem
que o ano começa
depois do carnaval.
Seguindo essa lógica,
a NEOGAMA/BBH
esperou passar a
festa mais amada
pelos brasileiros
para anunciar duas
novidades: a aquisição
de quatro contas
e a reestruturação
da área de
criação.
Segundo o Presidente
(e agora também
Diretor-Geral de
Criação
e Planejamento)
da agência,
Alexandre Gama,
as mudanças
são para
acompanhar o novo
momento de crescimento
da empresa, que
conseguiu 19 contas
nos últimos
dois anos, quando
iniciou um trabalho
de prospecção
ativa. As quatro
novas contas são
UNIVERSITÁRIA,
PRIVATE E JURÍDICA,
do BRADESCO e a
incorporadora KLABIN
SEGALL. A verba
anual das aquisições
atinge R$ 75 milhões.
Em 2007 a NEOGAMA/BBH
cresceu 81% e passou
do 20º para
o 13º lugar
no ranking do Ibope
Monitor. O faturamento
atingiu R$ 752,5
milhões,
em relação
aos R$ 413,8 milhões
em 2006. Para este
ano a previsão
é de passar
os R$ 900 milhões,
alta de 20% sobre
2007.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
Astra
Zeneca fatura mais
A
farmacêutica
anglo-sueca
ASTRAZENECA
informou que suas
vendas nas farmácias
brasileiras cresceram
21,5% em 2007, em
comparação
ao ano anterior,
para R$494,2 milhões,
conforme dados do
IMS Health, o que
garantiu à
empresa o 9º
lugar no ranking
farmacêutico
do País.
Se somadas as vendas
para hospitais,
o faturamento da
subsidiária
foi a R$ 980,2 milhões
no ano. A empresa
atribuiu o resultado,
principalmente,
ao desempenho do
redutor de colesterol
Crestor, cujas vendas
subiram 50,9%, a
R$ 82,8 milhões
no ano passado.
Mundialmente, as
vendas do laboratório
aumentaram 7%, totalizando
US$ 29,5 bilhões.
A previsão
para o crescimento
econômico
em 2008 ficou estável
em 4,50% e para
2009 foi mantido
em 4,06%.
Gazeta
Mercantil
Remédio
e cosmético
estão no
radar da Hypermarcas
A
estréia do
empresário
João Alves
de Queiroz Filho
na bolsa de valores,
com expectativa
de captar perto
de R$ 1,5 bilhão,
vai muito além
da tentativa do
empresário
de cooptar investidores
interessados em
comprar ações
da HYPERMARCAS.
Por trás
da abertura de capital
da sua empresa,
um movimento que
deve acontecer ainda
no primeiro trimestre,
emerge uma estratégia
quase megalômana
do criador da ARISCO:
a de construir um
rentável
império de
marcas e soterrar,
de vez, o lastro
de uma companhia
caipira. O desejo
de ser a maior empresa
nacional de bens
consumo se pavimentará
por meio de uma
sucessão
de novas aquisições,
em cinco anos já
foram 17 negócios,
entre ativos e marcas.
A prioridade como
empresa de capital
aberto é
adquirir mais uma
série de
marcas de medicamentos
sem prescrição
e produtos de beleza.
Os atuais alvos
têm rentabilidade
mais atraente do
que sabão
em pó, por
exemplo, uma área
em que HYPERMARCAS
nunca conseguiu
emplacar. Com uma
certa discrição,
Júnior já
espichou os olhos
para a
NIASI, a fabricante
de cosméticos
de 75 anos que atua
em segmentos em
que a HYPERMARCAS
não está,
como tintura de
cabelos e esmaltes.
O empresário
também sustenta
um amor quase platônico
pela FARMASA,
que teve 50% de
seu capital adquirido
pela GP INVESTMENTS.
No ano passado,
o empresário
comprou a DM FARMACÊUTICA.
O setor de cosméticos,
com margens sedutoras,
ainda é incipiente
nos negócios
de Júnior.
Entre todas as recentes
aquisições,
a única em
que a empresa não
tem uma participação
integral é
a
ÉH COSMÉTICOS,
na qual a empresária
Cristiana Arcangeli
detém 50%.
Valor
Econômico
ACHÉ
VAI EXPORTAR PARA
OS EUA
O
ACHÉ
LABORATÓRIOS,
uma das maiores
farmacêuticas
do País e
com sede em Guarulhos
(SP), fechou no
início deste
mês um contrato
com a empresa norte-americana
RFI INGREDIENTS,
sediada em Blauvelt
(NY), que irá
licenciar e distribuir
nos Estados Unidos,
o maior mercado
consumidor de medicamentos
do mundo e Canadá
o Acheflan, antiinflamatório
fitoterápico.
O produto é
patenteado internacionalmente
e foi desenvolvido
pelo ACHÉ
em parceria com
quatro universidades
(Federal de Santa
Catarina, Unifesp,
PUC-Campinas e Unicamp).
Este será
o primeiro medicamento
do laboratório
brasileiro exportado
para aqueles mercados.
O Diretor-Geral
de Operações
do ACHÉ,
José Ricardo
Mendes da Silva,
disse que os embarques
começam em
meados deste ano.
A expectativa é
que as vendas de
Acheflan alcancem
100 mil unidades
no primeiro ano
de comercialização
e cerca de 500 mil
no segundo (entre
meados de 2009 até
metade de 2010),
quando devem gerar
faturamento de US$
4 milhões
nos Estados Unidos
e Canadá
e receitas de US$
2 milhões
para o Aché.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
LUCRO
DO ITAÚ ATINGE
R$ 8,5 BI, COM RECEITA
EXTRAORDINÁRIA
O
lucro líquido
consolidado do BANCO
ITAÚ
praticamente dobrou
no ano passado,
para R$ 8,5 bilhões.
O resultado inclui
ganhos extraordinários
no valor de R$ 1,295
bilhão, decorrentes
da venda de participações
nas empresas REDECARD,
SERASA, BOVESPA
e BM&F. Excluídos
esses eventos, o
lucro líquido
do banco foi de
R$ R$ 7,179 bilhões
em 2007, um crescimento
de 15,9% em relação
ao resultado recorrente
de R$ 6,195 bilhões
do ano anterior,
o lucro publicado
pelo ITAÚ
em 2006 foi de R$
4,3 bilhões.
O resultado do ITAÚ,
mesmo excluindo
ganhos extraordinários,
é recorde.
Segundo o presidente
do banco, Roberto
Setubal, o avanço
do crédito
- apoiado pelo crescimento
econômico
do País -
foi o principal
componente do lucro.
Gazeta
Mercantil
CARTEIRA
DE CARROS CRESCE
15% E AJUDA LUCRO
DA PORTO SEGURO
A
PORTO SEGURO
divulgou lucro líquido
de R$ 419,9 milhões
em 2007, alta de
11,9% em relação
ao resultado obtido
em 2006. A receita
total do grupo chegou
a R$ 5 bilhões,
crescimento de 12,5%
em relação
ao ano anterior.
Desse valor, prêmios
de seguros representaram
R$ 4,2 bilhões,
evolução
de 13,2%. O grande
destaque do balanço
da PORTO SEGURO
ficou por conta
do crescimento das
vendas do seguro
de automóvel,
a maior carteira
da companhia, com
R$ 2,7 bilhões,
um aumento de 15,4%,
e que representa
65,2% dos negócios
da empresa. Enquanto
o mercado registrou
evolução
de apenas 2%, as
vendas na PORTO
subiram 13,3%. A
AZUL
SEGUROS, considerada
a seguradora "light"
do conglomerado
por ofertar produtos
mais enxutos em
termos de serviços
e consequentemente
mais baratos, vendeu
32,9% mais na comparação
anual.
Gazeta
Mercantil
BANCO
DO NORDESTE LUCRA
R$ 219,7 MILHÕES
O
BNB
(BANCO DO NORDESTE)
registrou lucro
líquido de
R$ 219,7 milhões
no ano passado,
crescimento de 8,4%
maior que o resultado
de 2006. A rentabilidade
sobre o patrimônio
líquido da
instituição
foi de 14,14%. A
carteira de crédito
administrada pelo
BNB atingiu R$ 23
bilhões no
final de 2007, o
correspondente a
73,4% dos ativos
administrados totais
do banco e a um
crescimento de 15,2%
em comparação
com o saldo da carteira
ao final de 2006.
O banco contratou,
em 2007, R$ 7,5
bilhões em
empréstimos
e financiamentos,
superando o volume
recorde de 2006,
que foi de R$ 7,3
bilhões.
Gazeta
Mercantil
CARTEIRA
DE CRÉDITO
DO SCHAHIN TEM AUMENTO
DE 30% EM 2007
O
BANCO SCHAHIN
encerrou 2007 com
uma carteira de
crédito total
de R$ 1,5 bilhão.
O volume representa
crescimento aproximado
de 30% em relação
a 2006. Segundo
o Diretor de Ativos
da instituição,
Carlos Eduardo Schahin,
as operações
do varejo, reunidas
sob a marca CIFRA,
já representam
80% do portfólio
do banco. Em dezembro
de 2005, a participação
da pessoa física
era de 54%. Esse
aumento, segundo
o banco, é
resultado da estratégia
adotada em 2003
de focar o negócio
no cliente de varejo,
por meio de correspondentes
no País.
As primeiras parcerias
foram fechadas no
interior de São
Paulo. Hoje, o banco
conta mais de 4
mil pontos-de-venda
no Brasil todo.
O grande destaque
da carteira de varejo
são as operações
de financiamento
a veículos,
com expansão
acima de 50%. "O
crédito a
veículos
é o que mais
cresce e deve continuar
puxando o aumento
da carteira total,
estimado em pelo
menos mais 30%",
diz Schahin. A linha
de financiamento
de carros e motos
representa cerca
de 30% dos negócios
de varejo.
Gazeta
Mercantil
LUCRO
DA GP CRESCE 612%
EM 2007
A
GP
INVESTMENTS,
gestora de fundos
de private equity,
fechou 2007 com
lucro líquido
de US$ 185,3 milhões,
com crescimento
de 612% em relação
aos US$ 26 milhões
registrado no mesmo
período do
ano passado. No
quarto trimestre
de 2007, o lucro
líquido da
gestora foi de US$
82,7 milhões,
comparado com US$
611 mil registrado
no mesmo período
de 2006. No período,
os ativos totais
cresceram 36% em
relação
ao terceiro trimestre
de 2007, atingindo
US$ 1,5 bilhão.
O patrimônio
da GP INVESTMENTS
alcançou
US$ 570,6 milhões.
A receita da gestora
somou US$ 369,9
milhões em
2007, crescimento
de 734% sobre US$
44,3 milhões
do ano de 2006.
Gazeta
Mercantil
AON
DIVULGA RECEITA
DE US$ 7,5 BILHÕES
A
AON
CORPORATION
obteve receita total
U$ 7,5 bilhões
em 2007, crescimento
de 9% em comparação
com mesmo período
do ano anterior.
O lucro líquido
em 2007 foi de U$
864 milhões,
representando U$
2,69 por ação,
diante dos U$ 720
milhões (U$
2,13 por ação)
em 2006. As operações
de consultoria e
corretagem de seguros
de ramos elementares
cresceram 8%, para
U$ 6,1 bilhões,
sendo o crescimento
orgânico responsável
por 3%. A divisão
de consultoria e
corretagem de benefícios
atingiu crescimento
na receita de 5%,
para U$ 1,4 bilhões
com decréscimo
no crescimento orgânico
de 1%. Segundo informou
o CEO Mundial, Greg
Case, os resultados
de 2007 estão
em linha com as
metas estabelecidas
no plano de melhorias
de três anos,
implantando em 2005,
desde a sua chegada.
No Brasil, as operações
da AON RISK SERVICES
(consultoria e corretagem
de seguros de ramos
elementares) e AON
CONSULTING (consultoria
e corretagem de
benefícios)
a receita bruta
atingiu crescimento
de 11% comparado
ao ano anterior,
para R$ 124 milhões.
Para este ano de
2008, a meta é
crescer 20%, atingindo
receita bruta próxima
a R$ 150 milhões.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
AGCO
eleva aposta em
implementos
Estimulada
pelo forte desempenho
das vendas na América
do Sul, que cresceram
a uma taxa duas
vezes superior à
média global
em 2007, a americana
AGCO
vai investir em
2008 na expansão
da fabricante de
implementos SFIL,
adquirida em setembro
na cidade gaúcha
de Ibirubá.
O valor do aporte
não foi revelado,
mas o Vice-Presidente
Sênior da
companhia para o
continente, André
Carioba, disse que
a idéia é
buscar um aumento
de 40% a 45% no
faturamento da controlada,
que no ano passado
teve receita de
US$ 35 milhões
operando praticamente
a 100% da capacidade
instalada de 2 mil
implementos por
ano. Segundo Carioba,
as fábricas
de tratores e colheitadeiras
das marcas MASSEY
FERGUSON e VALTRA
em Canoas e Santa
Rosa, no Rio Grande
do Sul, e Mogi das
Cruzes, em São
Paulo, devem ampliar
os níveis
operacionais em
2008 por intermédio
de ganhos de produtividade
e introdução
de novos turnos
de trabalho. Essas
unidades exportam
para a América
do Sul e também
para outras fábricas
do grupo nos Estados
Unidos, Europa e
África e
vêm trabalhando
num patamar médio
de cerca de 80%
da capacidade, calculou
o executivo. Em
2007 as vendas líquidas
da AGCO no continente
sul-americano alcançaram
pouco mais de US$
1 bilhão,
ante US$ 648 milhões
no ano anterior,
uma alta superior
a 50%. Em todo o
mundo, o valor somou
US$ 6,8 bilhões,
25,6% a mais do
que os US$ 5,4 bilhões
apurados em 2006.
Para 2008, a AGCO
prevê uma
alta de mais 11%
a 13% nas vendas
globais e, conforme
Carioba, desta vez
os negócios
no Brasil e na América
do Sul devem ficar
em linha com o desempenho
mundial.
Valor
Econômico
Material
de Construção
Tigre
compra concorrente
peruana da Mexichem
Pouco
menos de um mês
após a MEXICHEM,
dona da AMANCO,
ter adquirido no
Brasil a fabricante
de tubos de PVC
PLASTUBOS,
a
TIGRE contra-ataca
na guerra pela liderança
do setor na América
Latina. Hoje a companhia
anuncia a compra
da PLASTICA SA,
umas das três
maiores fabricantes
de tubos e conexões
de PVC do Peru,
país em que
a mesma MEXICHEM
também atua.
Agora a companhia
brasileira, que
faturou US$ 1 bilhão
no ano passado,
está presente
em quase todos os
países da
América do
Sul e se prepara
para entrar no território
inimigo. "Para
consolidarmos a
liderança
no continente precisamos
estar presentes
no México
e estamos buscando
uma empresa para
compramos lá",
afirma Evaldo Dreher,
Vice-Presidente
da
TIGRE. O valor
da negociação
não foi revelado,
mas fontes do setor
estimam que a TIGRE
deva ter pago entre
US$ 30 e US$ 50
milhões.
A PLASTICA tem uma
capacidade de produção
de cerca de 20 mil
toneladas por ano
e tem apenas uma
fábrica,
localizada em Lima.
O maquinário
que seria utilizado
na instalação
na operação
será usado
agora na expansão
dessa mesma unidade,
mas a TIGRE já
pensa em construir
uma nova fábrica.
Com a aquisição
da PLASTICA, a capacidade
produtiva da TIGRE
no Brasil e nos
outros nove países
em que atua sobe
para 300 mil toneladas
ao ano.
Valor
Econômico
Votorantim
Cimentos compra
concreteira nos
EUA
A
VOTORANTIM CIMENTOS
anunciou a compra
da PRAIRIE, uma
das dez maiores
fabricantes de concreto
e agregados (brita
e areia) dos Estados
Unidos. O valor
da transação
não foi revelado.
Com a aquisição,
o faturamento da
companhia na América
do Norte, de US$
750 milhões
em 2006, vai dobrar
até o ano
que vem, atingindo
US$ 1,5 bilhão.
Um terço
de nossos resultados
será representado
por essa operação,
diz o Presidente
da VOTORANTIM CIMENTOS,
Walter Schalka.
A VOTORANTIM, uma
das dez maiores
fabricantes de cimento
do mundo, faturou
R$ 5,2 bilhões
em 2006, os resultados
do ano passado ainda
não foram
divulgados.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
Demanda
interna firme eleva
vendas e lucros
da Fosfertil no
ano passado
O
forte aumento da
demanda brasileira
por fertilizantes
e a disparada dos
preços do
insumo motivaram
aumentos expressivos
nos resultados da
FOSFERTIL
em 2007. Maior
fabricante de matérias-primas
para adubos do país,
a empresa viu sua
receita líquida
aumentar 17,6% em
relação
a 2006, para R$
2,4 bilhões,
e seu lucro líquido
subir 93,9% na mesma
comparação,
para R$ 444 milhões.
Os resultados são
preliminares e passíveis
de pequenos ajustes,
mas foram divulgados
em consequência
do balanço
global da BUNGE.
A BUNGE é
a maior acionista
da holding FERTIFOS,
que detém
o controle da FOSFERTIL.
Em dezembro de 2006,
foi feita uma proposta
de incorporação
da divisão
de fertilizantes
da BUNGE pela FOSFERTIL,
mas o processo foi
questionado na Justiça
por YARA e MOSAIC,
gigantes globais
do segmento e também
acionistas da FERTIFOS.
Vital Jorge Lopes,
Presidente interino
da FOSFERTIL, diz,
sobre a incorporação,
que a FOSFERTIL
"continuará
tomando as medidas
legais cabíveis
com vistas a implementar
a reorganização
proposta".
Diante dos resultados
preliminares apresentados,
a questão
ganha relevância.
E torna-se ainda
mais sensível
tendo em vista das
perspectivas para
o segmento no Brasil,
que no ano passado
comemorou vendas
recordes. De acordo
com números
fechados pela Associação
Nacional para Difusão
de Adubos (Anda),
as entregas das
misturadoras (BUNGE,
YARA e MOSAIC entre
elas) a suas revendas
espalhadas pelo
Brasil somaram 24,6
milhões de
toneladas em 2007,
17,3% mais que em
2006. Na comparação,
a produção
nacional, puxada
pela FOSFERTIL,
alcançou
9,8 milhões
de toneladas, um
crescimento de 11,9%.
As importações
subiram 44,8% e
atingiram 17,5 milhões
de toneladas. É
esta dependência
internacional que
faz com que os preços
domésticos
dos fertilizantes
acompanhem as oscilações
externas.
Valor Econômico
Papel
& Celulose
VITOPEL
FOCA MERCADO EXTERNO
A
VITOPEL,
fabricante de filmes
plásticos
de BOPP, usado por
exemplo no invólucro
do maço de
cigarro, tem um
novo Presidente,
o executivo José
Ricardo Roriz Coelho.
O executivo assume
para colocar em
prática a
estratégia
da empresa de ampliar
ainda mais a presença
no mercado externo.
O BOPP é
um plástico
de alto valor agregado
e que encontra grande
mercado em economias
emergentes. No País
a empresa pensa
em expandir sua
liderança
e avançar
no resto da América
Latina, região
na qual já
é líder.
"O cenário
econômico
é extremamente
favorável
para nossos negócios.
Teremos uma safra
recorde, o mercado
interno continua
seguindo aquecido
e nosso setor tem
total capacidade
de trabalhar para
que o Brasil exporte
mais produtos embalados",
disse Roriz Coelho.
A VITOPEL já
possui, no País
e no mundo, uma
carteira de clientes
que inclui empresas
como NESTLÉ
e UNILEVER, KRAFT
FOOD, PEPSICO.,
COCA COLA, AMBEV,
BUNGE, TETRA PAK,
INTERNATIONAL PAPER,
ACCOR e HAVANA.
O Brasil detém
60% do consumo sul-americano
de embalagens flexíveis.
Nos últimos
4 anos, o crescimento
médio do
produto ficou em
10%.
Gazeta
Mercantil
Serviços
BR
MALLS VAI EXPANDIR
ÁREA DA VILLA
DASLU
A
gestora de shoppings
BRMALLS,
braço do
Grupo GP fez um
acordo de sociedade
com a empresária
Eliane Tranchesi
para assumir a gestão
da Villa Daslu,
espaço de
8,5 mil m anexo
a boutique DASLU,
em São Paulo.
Tranchesi tem um
contrato de exclusividade
com o GRUPO WTORRE,
proprietário
do edifício,
para 10 anos de
operação,
renováveis
por mais 10 anos.
O prédio
e o terreno onde
está localizado
a DASLU, foi adquirido
pela WTORRE no final
de 2006 por R$ 385
milhões.
A DASLU continuará
a cargo de seus
7 mil m de lojas.
O objetivo do negócio
é que a boutique
concentre-se apenas
na gestão
de seu próprio
negócio,
bem como, "em
sua expansão
em São Paulo
e em outras importantes
cidades do Brasil".
A Daslu tem um contrato
com a incorporadora
JHSF para a abertura
de quatro lojas
em shoppings da
empresa.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
BRT
AMPLIA EM 42% LUCRO
DO ANO E REDUZ O
DO TRIMESTRE
A
BRASIL
TELECOM fechou
o ano com crescimento
de receita líquida,
resultado operacional,
lucro líquido
e margem Ebitda.
Objeto de negociação
pela OI amplamente
noticiada e que
pode encontrar um
desfecho no curto
prazo, a operadora
de telecomunicações
do Centro-Oeste
e Sul registrou
resultados nem tão
positivos no quarto
trimestre, em relação
ao mesmo período
de 2006, com redução
de rentabilidade.
Ao divulgar os números,
a tele informou
que lançará
a terceira geração
celular em abril,
embora não
tenha divulgado
até agora
o fornecedor de
sua rede. Para tal,
a BRT investiu R$
488 milhões
no leilão
de 3G em dezembro,
em faixas de 15
Mhz, para o que
teve de pagar 41%
de ágio.
Também planeja
ofertar pacotes
mistos de serviços
mais agressivos
para reter os clientes,
evitando que migrem
para a concorrência,
bem como para atrair
os usuários
de suas rivais.
A receita líquida
da BRT cresceu 7,4%
em doze meses, atingindo
R$ 11 bilhões,
e 4,9% no trimestre,
para R$ 2,8 bilhões,
o que correspondeu
às metas,
segundo o executivo.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
RENAULT
SALTA PARA O 5º
LUGAR NO MERCADO
Os
novos produtos começam
a dar resultados
para a RENAULT,
francesa que tem
fábrica em
São José
dos Pinhais (PR)
em parceria com
a japonesa NISSAN.
No último
mês, a empresa
comercializou 7.670
unidades, um crescimento
de aproximadamente
56% em relação
aos 4.922 veículos
vendidos em janeiro
de 2007. O resultado
é 15 pontos
percentuais acima
do crescimento das
vendas de todo o
setor automotivo,
que registrou elevação
de 41%. Com este
desempenho, a RENAULT
acabou conquistando
o 5º lugar
no ranking nacional
de emplacamentos.
"O início
de 2008 já
demonstra que estamos
no caminho certo,
rumo aos objetivos
traçados
no plano RENAULT
Contrato 2009",
afirmou Jérôme
Stoll, Presidente
da RENAULT DO BRASIL.
"Esperamos
incrementar nossas
vendas este ano
e nos aproximar
da meta final de
dobrar, até
2009, os volumes
de vendas em relação
a 2006", comenta
Gazeta Mercantil
Varejo
COLOMBO
QUER DIFERENCIAL
EM RECURSOS HUMANOS
A
rede de lojas COLOMBO,
de Farroupilha
(RS), vai investir
R$ 5,6 milhões
neste ano em treinamento
para os cerca de
seis mil colaboradores,
montante duas vezes
maior que 2007.
As horas/aulas per
capita também
dobram: passam de
40 para 80. É
um tremendo salto
se comparado ao
ano de 2006 quando
o total foi de apenas
12 horas/aula por
funcionário.
O responsável
por esta mudança
é Rogério
Souto, que em pouco
mais de um ano de
casa nova, promoveu
uma reformulação
total no número
de cargos, reduziu
de 200 para 80 e,
de quebra, ainda
passou a limpo diversos
processos de gestão,
dando uma uniformidade
a determinados procedimentos
para melhorar a
performance. Hoje
a COLOMBO está
presente, além
do Rio Grande do
Sul, em Santa Catarina,
Paraná, São
Paulo e Minas Gerais,
ultrapassando 340
lojas e três
centros de distribuição.
Gazeta
Mercantil