Agrobusiness
SADIA
INVESTIRÁ
R$ 600 MILHÕES
NO NORTE DE SC
A
região de
Mafra, a 120 quilômetros
de Curitiba (PR),
tem sido sondada
pela SADIA
para a construção
de uma nova unidade.
A SADIA prevê
investir R$ 600
milhões em
uma nova unidade.
O Presidente da
empresa, Gilberto
Tomazoni e o Diretor
de Relações
Institucionais,
Felipe Luz, estiveram
na cidade, aumentando
os rumores que circulam
no mercado de que
a empresa deve mesmo
optar por uma planta
nesta região.
A região
do planalto norte
é apontada
como novo pólo
de atração
das agroindústrias
justamente por ter
mão-de-obra
disponível,
água em abundância
e incentivos fiscais.
Com a economia voltada
para o cultivo do
fumo e da madeira,
a região
do planalto norte
começou a
atrair os frigoríficos.
A COOPERCENTRAL
AURORA deverá
construir uma unidade
de aves no município
de Canoinhas. A
expectativa é
de que a nova fábrica
da SADIA abata cerca
de 5 mil cabeças
de suínos
por dia.
Valor
Econômico
AGROPALMA
AMPLIA PRODUÇÃO
NO PARÁ
Depois
de investir R$ 70
milhões em
2007, a maior parte
na construção
de uma nova usina,
a AGROPALMA
vai aplicar mais
R$ 12 milhões
em 2008. O valor
será aplicado
na expansão
da área plantada
de palma. Atualmente
com 33 mil hectares
cultivados, a empresa
vai plantar mais
4 mil. A estimativa
é de nos
próximos
dois anos ampliar
mais 7 mil hectares.
O aumento sustentará
a meta da empresa
de sair da produção
atual de 130 mil
toneladas para 220
mil em 2011.
Gazeta
Mercantil
COSAN
ADQUIRE USINA DO
J. PESSOA E PREVÊ
EXPANSÃO
A
COSAN,
maior companhia
sucroalcooleira
do país,
confirmou a compra
da usina BENÁLCOOL,
que pertencia ao
grupo J. PESSOA.
A aquisição
foi avaliada em
R$ 106,9 milhões.
Segundo Pedro Mizutani,
Vice-Presidente
de Administração
do grupo COSAN,
a BENÁLCOOL
está estrategicamente
localizada na região
de Araçatuba,
onde o grupo já
possui quatro unidades
em operação.
"Vamos aproveitar
a sinergia entre
as usinas da região",
disse. Com esta
aquisição,
a COSAN passa a
controlar 18 usinas.
O grupo deverá
continuar com o
apetite aguçado
para aquisições,
afirmou Paulo Diniz,
Vice-Presidente
de Relações
com os Investidores
da COSAN.
Valor
Econômico
IFC
VOLTA A CONCENTRAR
O FOCO EM 'BEEF
JERKY'
A
brasileira
IFC-INTERNATIONAL
FOOD COMPANY, maior
produtora de "beef
jerky" (snack
de carne bovina
defumada) do país,
desistiu de verticalizar
suas operações
e voltou a concentrar
as atenções
em seu carro-chefe,
que já é
exportado para mais
de 60 países.
Daí o anúncio
de que a empresa
fechou acordo para
arrendar sua unidade
de abate e desossa
de Nova Xavantina,
em Mato Grosso,
para o
INDEPENDÊNCIA,
um dos maiores frigoríficos
de carne bovina
do país.
O acordo firmado
também envolve
o centro de distribuição
e armazenamento
refrigerado da IFC
em Itupeva, no interior
paulista. Os arrendamentos
são válidos
por cinco anos e
poderão ser
prorrogados por
mais cinco. Em Itupeva
a IFC continuará
apenas com seu complexo
de produção
de "beef jerky"
e instalações
adjacentes.
Valor
Econômico
Alimentos
FABRICANTE
DE CHOCOLATE MIRA
O NE
As
indústrias
de chocolates, que
devem produzir 340
mil toneladas este
ano, ante as 304
mil toneladas em
2007, estão
se mobilizando para
alavancar as vendas
em um mercado em
especial: o Nordeste.
As vésperas
da Páscoa,
a principal data
para o setor, a
expectativa de crescimento
para a região
supera a média
nacional. As vendas
dessa época
do ano, nas regiões
Nordeste e Norte,
somam apenas 7%
do total, que deve
atingir R$ 767 milhões
este ano, alta de
12% em relação
a 2007.
A NEUGEBAUER,
do Rio Grande do
Sul, é uma
que está
correndo atrás
desse mercado. Segundo
o Diretor André
Metz, a empresa
está entrando
no mercado com quatro
linhas de produtos
este ano e se prepara
para invadir os
estados da região
na Páscoa
de 2009. "Vamos
nos preparar este
ano para conseguir
aproveitar as vendas
do próximo",
concluiu. A NEUGENBAUER
prevê vendas
de R$ 5 milhões
esta temporada e
150 toneladas de
ovos, índices
12% maiores em relação
ao desempenho de
2007.
Segundo o Gerente
de Marketing da
MARS, Valdir Nascimento,
o principal desafio
da empresa no mercado
nordestino é
a distribuição,
já que a
fábrica da
empresa fica em
Guararema, São
Paulo. "Mas
nossas vendas na
região crescem
acima de 10%",
informou Nascimento.
Apesar de não
produzir ovos de
páscoa, a
MARS pretende pegar
carona na tradição
de comer chocolates
na época
e vender até
25% mais em relação
ao ano passado.
Edvaldo Ney Smanioti,
Diretor da BEL
PRODUTOS ALIMENTÍCIOS,
afirmou que a região
tem muita representatividade
para a empresa,
principalmente os
produtos mais populares.
A BEL pretende ampliar
20% as vendas de
chocolates no período.
"A época
de páscoa
representa um salto
muito grande nas
vendas", disse
Smanioti.
A GAROTO,
da NESTLÉ,
é líder
no mercado nordestino.
Segundo Ronaldo
Carneiro, Gerente
de Marketing, a
empresa tem "uma
performance muito
maior" naquela
região em
relação
às outras.
A GAROTO estima
vender 30 milhões
de ovos esta páscoa,
5% mais em relação
ao ano passado.
A LACTA,
da KRAFT FOODS que
fechou a páscoa
de 2007 com 36,9%
de participação,
declarou que produzirá
21 milhões
de unidades de ovos
este ano. A meta
é superar
o marketing share
do ano passado.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
& Fumo
AMBEV
CONCLUI COMPRA DA
ARGENTINA QUINSA
Depois de prorrogar
por três vezes
o prazo para os
acionistas da Argentina
QUILMES
INDUSTRIAL (QUINSA)
aderirem à
oferta de compra
de ações
e aumentar o valor
oferecido, a AMBEV
finalmente conseguiu
ficar com praticamente
100% da companhia.
A AMBEV informou
que "com a
liquidação
da oferta, a participação
votante de AMBEV
na QUINSA será
de 99,56% e a participação
econômica
de 99,26%".
Embora cerca de
metade da geração
de caixa da AMBEV
seja proveniente
das vendas de cerveja
no mercado brasileiro,
a expansão
na América
do Sul é
considerada estratégica.
Trata-se de um mercado
em ascensão,
com baixo consumo
per capita e bom
potencial de crescimento.
A QUINSA é
a maior cervejaria
da Argentina, Bolívia,
Paraguai e Uruguai
e também
detém participação
no mercado chileno.
Fabrica a cerveja
QUILMES e, assim
como a AMBEV, engarrafa
os produtos da PEPSI
na Argentina.
Valor
Econômico
COCA-COLA
VAI INVESTIR R$
1,5 BI NO BRASIL
EM 2008
Com
um crescimento no
volume de vendas
de 16% em relação
ao ano anterior,
boa parte dele em
função
das aquisições
da DEL VALLE, fabricante
de sucos, e da MATTE
LEÃO, de
chás, o sistema
COCA-COLA BRASIL
fechou 2007 com
vendas de 8,53 bilhões
de litros de bebidas
e um faturamento
de R$ 12 bilhões,
um crescimento de
20%. A empresa também
anunciou que vai
investir R$ 1,5
bilhão no
País este
ano. "É
o melhor desempenho
do Brasil nos últimos
três anos",
disse o Presidente
da empresa no País,
Brian Smith. Em
2006, a COCA-COLA
BRASIL já
havia crescido 9%
em relação
ao ano anterior.
O resultado de 2007
ganha ainda maior
destaque, na opinião
de Smith, porque
"acontece num
momento em que a
companhia cresce
no geral".
O volume de vendas
global da COCA-COLA
em 2007 subiu 6%.
A companhia faturou
no ano passado US$
28,8 bilhões,
20% mais que no
ano anterior.
O
Estado de São
Paulo
FEMSA
CRESCE MAIS EM JANEIRO
A
disputa pela terceira
colocação
do mercado cervejeiro
foi acirrada em
janeiro. A
FEMSA foi a
fabricante que mais
cresceu no mês
passado. A companhia
encerrou janeiro
de 2008 com uma
participação
de mercado de 8,3%.
Em dezembro de 2007,
a empresa tinha
7,7%. Já
a PETRÓPOLIS,
fabricante que mais
cresceu no ano passado,
manteve-se estável
entre dezembro de
2007 e janeiro,
em 8,5% de participação
de mercado. Em janeiro
de 2007, a PETRÓPOLIS
tinha 7% de participação.
Valor
Econômico
TECNOVIN
INVESTE EM NOVA
FÁBRICA DE
SUCOS
A
fruticultura irrigada
do Vale do São
Francisco, que envolve
oito municípios
do sertão
de Pernambuco e
da Bahia, atraiu
mais um investimento:
a nova fábrica
de sucos da TECNOVIN
DO BRASIL. A
empresa, com sede
em Bento Gonçalves
(RS), investirá
R$ 25 milhões
para produzir sucos
concentrados na
cidade pernambucana
de Petrolina, a
740 quilômetros
do Recife. A ampla
oferta de uvas de
mesa e viníferas,
que não são
aproveitadas para
exportação
ou para fabricação
de vinho pelos produtores
da região,
irá garantir
a matéria-prima
inicial para o processamento
de 50 milhões
de quilos da fruta,
que resultarão
em 10 mil toneladas
de suco concentrado
por ano. A produção,
que começa
em 2010, será
destinada tanto
ao mercado externo
quanto ao interno.
Além de aproveitar
a uva de descarte,
a TECNOVIN em Petrolina
irá adquirir
a produção
de pequenos produtores
da região,
daqui a quatro anos.
Para o Diretor-Presidente
da empresa, José
Carlos Estefenon,
a existência
da matéria-prima
foi decisiva na
escolha do local.
Gazeta
Mercantil
Eletrodomésticos
MABE
TRARÁ MARCA
PRÓPRIA PARA
O MERCADO BRASILEIRO
Uma
nova marca de refrigeradores,
fogões e
lavadoras chegará
às lojas
a partir do segundo
semestre deste ano.
O nome MABE pode
ser desconhecido
dos brasileiros,
mas os brasileiros
já são
velhos conhecidos
da MABE. O grupo
mexicano fabrica
e comercializa os
produtos de linha
branca da multinacional
americana GE em
toda a América
Latina, no Brasil
inclusive. A MABE
é dona ainda
da marca DAKO,
fabricante nacional
que foi comprada
pela GE em 1996
e que ainda é
líder em
fogões no
Brasil. Neste ano,
a multinacional
mexicana, a maior
fabricante de linha
branca latino-americana,
decidiu que já
era hora de trazer
a sua própria
marca de eletrodomésticos
para o mercado brasileiro.
"A marca MABE
terá um posicionamento
intermediário
entre a GE e a DAKO",
afirma Patrício
Mendizabal, que
responde pelas operações
da multinacional
no Mercosul. O grupo
mexicano assumiu
as operações
da GE no mercado
brasileiro em 2003.
Desde então,
investiu no país
US$ 200 milhões.
Em 2007, as vendas
da MABE no Brasil
cresceram 40% e
já estão
na casa de US$ 500
milhões ao
ano.
Valor
Econômico
Engenharia,
Projetos & Construção
CONSTRUTORAS
AVANÇAM EM
CONDOMÍNIOS
LOGÍSTICOS
Animadas
com os investimentos
rodoviários,
promovidos pelo
governo federal
a concessionárias
de grande porte,
incorporadoras têm
voltado a investir
no segmento de condomínios
empresariais e logísticos.
A WTORRE,
que tem portfólio
de imóveis
no modelo build-to-suit
(construídos
sob encomenda para
aluguel de longo
prazo), acertou
em janeiro um contrato
com a DVR PARTICIPAÇÕES
para a construção
de três empreendimentos
na região
da Grande São
Paulo. Os três
projetos encomendados
pela DVR PARTICIPAÇÕES
fazem parte da estratégia
de reposição
de estoque da empresa,
com investimento
de R$ 85 milhões.
A BRACOR
INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS
também está
reformulando sua
área de condomínios
empresariais e prevê
lançar novos
projetos ainda este
ano. A empresa já
é proprietária
do TECHTOWN, um
complexo empresarial
em Hortolândia
com área
de 1 milhão
de m2.
RACIONAL
ENGENHARIA,
que atua como construtora
de condomínios
industriais, resolveu
também investir.
"Criamos uma
unidade de negócio
para construir e
alugar imóveis
para empresas de
todos os portes,
que tenham necessidade
de logística
escalonada",
conta Newton Simões,
Diretor da RACIONAL.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
AGF
VIRA ALLIANZ A PARTIR
DE 1º- DE MARÇO
A
ALLIANZ SEGUROS
está oficialmente
criada. Com investimentos
de R$ 15 milhões
até junho,
a campanha criada
pela OGILVY, parceira
mundial do grupo
alemão, será
apresentada ao público
a partir de 1 de
março. "Há
três anos
estamos preparando
todos os nossos
funcionários,
corretores, clientes
e fornecedores,
incluindo o nome
ALLIANZ ao lado
da marca AGF em
nossos produtos
e divulgações
e por isso acreditamos
que a mudança
será bem
recebida",
diz Max Thiermann,
Presidente da subsidiária
brasileira da maior
seguradora do mundo
em faturamento,
apresentando seu
novo cartão
de visitas. A mudança
envolve todo o processo
do grupo, desde
o cartão
até o processo
de informática.
Sem revelar números
de 2007 em razão
do balanço
estar sendo auditado
para publicação
prevista até
o final deste mês,
Thiermann conta
que a seguradora
teve um bom ano.
Em 2008, aumentar
as vendas em 15%
e reduzir os custos
administrativos
estão entre
os grandes desafios
da ALLIANZ no Brasil.
Gazeta
Mercantil
SEGURO
FATUROU R$ 6 BILHÕES
NO ANO
A
UNIBANCO
AIG comemora
os dez anos de parceria
entre o quarto maior
banco privado do
Brasil com a maior
seguradora do mundo
em valor de mercado
em grande estilo.
Em 1997, a operação
brasileira ocupava
a 40ª posição
no ranking da AIG,
que atua em 130
países. Hoje
a joint-venture
representa o quarto
maior mercado da
seguradora americana,
superado pelos Estados
Unidos, Reino Unido
e Ásia. Fechada
a aliança
estratégica,
o grupo segurador
passou a ter 15
companhias e 3,5
mil funcionários.
O grupo saiu de
um faturamento de
R$ 800 milhões
em 1997 para encerrar
o ano passado com
R$ 6 bilhões;
saiu de 1% de market
share para 8%.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
VENDAS
DA VOLVO CRESCEM
57% NO BRASIL EM
2007
A
divisão de
equipamentos para
construção
da VOLVO
divulgou vendas
57% maiores no Brasil
durante o ano passado,
passando de 648
unidades em 2006
para 1017. O crescimento
na América
Latina também
foi recorde, em
alta de 74%, com
2,5 mil máquinas
comercializadas.
Para 2008, as previsões
são otimistas.
Um dos motivos é
que a companhia
registrou no continente
o melhor mês
de janeiro da história
ao vender 200 máquinas.
A estimativa da
VOLVO para a América
Latina é
de faturar US$ 450
milhões no
ano, o que significa
um crescimento de
15% em relação
ao obtido em 2007,
US$ 388,5 milhões.
No Brasil, a montadora
faturou US$ 205,8
milhões,
alta de 63% sobre
2006.
Valor
Econômico
BELENUS
INVESTE EM NOVA
UNIDADE
O
aquecimento da demanda
na construção
civil levou a
BELENUS, uma
da maiores fabricante
de fixadores (parafusos
e porcas) e distribuidora
de ferramentas do
País, a por
em curso investimento
de R$ 75 milhões
para construir uma
fábrica em
tempo recorde, 8
meses. A nova unidade
vai elevar a capacidade
de produção
de 1,5 mil para
4 mil toneladas
anuais até
outubro. O investimento
total será
de R$ 95 milhões,
incluindo logística
e parceria com a
Caixa Econômica
Federal para conceder
crédito.
A empresa faturou
R$ 205 milhões
em 2007 e espera
alta próxima
de 40% este ano,
levando-se em conta
demanda maior e
novos produtos.
Gazeta
Mercantil
EBCO
PLANEJA NOVAS FÁBRICAS
NO BRASIL
De
olho nos mercados
doméstico
e da América
Latina, a fabricante
de equipamentos
de inspeção
de cargas e bagagens
EBCO
SYSTEMS pretende
construir duas fábricas
no Brasil. Os projetos,
que juntos demandarão
investimentos de
US$ 100 milhões,
foram apresentados
pelo Presidente
da companhia no
País, Jacques
Barthelemy, que
ofereceu também
ao governo o financiamento
da compra de 37
máquinas
para a Receita Federal,
no valor de US$
150 milhões.
Segundo o executivo,
o Brasil é
hoje o segundo maior
mercado do setor,
e permanecerá
neste posto nos
próximos
quatro anos, atrás
apenas dos Estados
Unidos. Até
2011, o segmento
terá um faturamento
de US$ 540 milhões.
Hoje, a companhia
distribui produtos
importados de oito
fábricas
instaladas na França,
Canadá, Espanha,
Estados Unidos,
Cingapura e Rússia.
A EBCO SYSTEMS do
Brasil conta com
90% do mercado e
aproximadamente
200 funcionários.
Passará a
ter 500 depois de
três anos
do início
das obras, quando
as fábricas
passarem a funcionar
de forma plena.
Gazeta
Mercantil
ISCAR
QUER LIDERAR O MERCADO
BRASILEIRO
A
multinacional israelense
ISCAR, fabricante
de ferramentas de
corte do grupo BERKISHIRE
HATHAWAY INC., prepara
um agressivo plano
de crescimento no
Brasil. Jacob Harpaz,
Presidente mundial
da companhia, contou
que não existem
limites de investimentos
na operação
brasileira. "Vamos
disponibilizar o
quanto for necessário",
disse o executivo.
A operação
local fechou 2007
com participação
de 20% do mercado,
que movimentou US$
300 milhões,
o que representa
cerca de US$ 60
milhões de
faturamento, alta
de 20% em relação
a 2006 e o mesmo
percentual de crescimento
previsto para este
ano. O objetivo
de Harpaz é
levar sua empresa
à liderança
do mercado brasileiro
até 2010,
hoje pertencente
a sueca SANDVIK,
que detém
uma participação
de 23%. "Mas
eu acredito que
podemos alcançá-la
antes", afirmou
Eduardo Ribeiro,
Presidente da subsidiária.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
FABRICANTE
DE CERÂMICA
DRIBLA FALTA DE
GÁS NATURAL
E PREVÊ AUMENTOS
A
LUME CERÂMICA,
de Limeira, no interior
de São Paulo,
recebeu com surpresa
o comunicado da
COMPANHIA DE GÁS
DE SÃO PAULO
(COMGÁS)
de que teria que
reduzir 15 mil metros
cúbicos de
gás natural
(GNV) do consumo
mensal. Segundo
Oziel Orlando Lucinda,
Gerente Industrial,
o volume representa
a produção
de 300 mil metros
quadrados de piso
ou 33% do que a
fabricante, que
faturou R$ 50 milhões
em 2007, utiliza
por mês. "Para
economizar o que
foi comunicado teríamos
que desligar um
dos fornos e conseqüentemente
entregar mercado
para a concorrência",
disse. Não
é isso que
a cerâmica
pretende fazer.
O executivo informou
que a LUME se adaptará
para produzir com
gás liqüefeito
de petróleo
(GLP), cerca de
40% mais caro que
o natural. A LUME
acabou de fechar
um contrato de 90
dias com a LIQUIGÁS
DISTRIBUIDORA para
o fornecimento de
GLP. A LUME produz
1,43 milhão
de metros quadrados
de pisos mensalmente,
e opera a cerca
de 95% da capacidade
de produção.
Gazeta
Mercantil
Papel
& Celulose
EASTMAN
VAI VENDER DIVISÃO
A
fabricante norte-americana
de embalagens MEADWESTVACO
CORPORATION anunciou
a compra de uma
divisão de
produtos químicos
da também
norte-americana
EASTMAN CHEMICAL.
O negócio,
previsto para ser
concluído
ainda este mês,
ampliará
a oferta de produtos
da divisão
de químicos
de performance da
MEADWESTVACO. Com
a operação,
a companhia, que
no Brasil controla
a fabricante de
embalagens
RIGESA, poderá
ampliar sua competitividade
no mercado, uma
vez que a linha
adquirida da EASTMAN
CHEMICAL produz
itens usados na
fabricação
de papel, resinas
e tintas. No ano
passado, a MEADWESTVACO
registrou crescimento
de 6% nas vendas,
para US$ 6,91 bilhões
em comparação
aos US$ 6,53 bilhões
de 2006. Com operações
em cerca de 30 países
e presença
em torno de 100
mercados, a companhia
opera no Brasil,
por meio da RIGESA,
duas fábricas
de papel, cinco
unidades de embalagens
de papelão
ondulado e duas
de embalagens de
papelcartão.
A empresa, presente
no Brasil desde
1942, tem perto
de 2,3 mil funcionários
no País e
suas unidades estão
localizadas em Manaus,
Paracajus (CE),
Feira de Santana
(BA), Valinhos (SP),
Blumenau e Três
Barras, ambas em
Santa Catarina.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
YARA
PRETENDE AUMENTAR
OS INVESTIMENTOS
NO PAÍS
A
YARA
BRASIL, que
disputa com empresas
como MOSAIC
e HERINGER
o segundo lugar
no ranking das maiores
empresas em vendas
de adubos acabados
no país,
a liderança
isolada neste mercado
é da
BUNGE, pretende
investir US$ 40
milhões neste
ano na expansão
de sua capacidade
operacional e em
ações
ligadas à
segurança
e meio ambiente.
Conforme Lair Hanzen,
Presidente da empresa,
trata-se de um aumento
expressivo. Nos
últimos anos,
afirma, os aportes
nessas frentes somaram,
em média,
US$ 15 milhões
por ano. Entre 2008
e 2010, a média
anual deverá
atingir US$ 30 milhões.
Desde 2000, quando
adquiriu o controle
da ADUBOS TREVO,
os investimentos
do braço
brasileiro do grupo
norueguês
beiram US$ 1 bilhão.
O montante também
inclui a compra
do controle da FERTIBRÁS,
acertada em 2006.
Em princípio,
a expansão
planejada tem como
foco reforçar
a "nacionalização"
da empresa.
Valor
Econômico
MOSAIC
ACELERA INVESTIMENTOS
EM EXPANSÃO
Turbinada
pela forte demanda
e pela disparada
dos preços
dos fertilizantes
no mundo nos últimos
dois anos, a americana
MOSAIC
acelerou os
investimentos na
expansão
de sua capacidade
de produção,
na América
do Norte e em outros
mercados-chave,
como o Brasil. Em
segundo lugar no
ranking global do
segmento, liderado
pela norueguesa
YARA, a MOSAIC foi
criada em 2004,
a partir da união
das operações
da divisão
de fertilizantes
da gigante CARGILL
e da também
americana IMC. A
CARGILL ficou com
65,5% de participação
na MOSAIC. Se os
primeiros dois anos
de vida da MOSAIC
foram de ajustes
e o exercício
2006 foi de prejuízo,
2007 foi de recuperação
e 2008 tem tudo
para ficar marcado
por resultados recordes.
O atual exercício
termina em 31 de
maio, mas os resultados
dos primeiros seis
meses comprovam
a bonança.
As vendas líquidas
globais da múlti
alcançaram
US$ 4,199 bilhões
no período,
49,4% mais que no
primeiro semestre
de 2007, e o lucro
líquido atingiu
US$ 699,5 milhões,
um salto da ordem
de 300% na comparação.
Valor
Econômico
Serviços
ALIANSCE
INVESTE NA REGIÃO
SUL
O
grupo catarinense
ALMEIDA
JÚNIOR SHOPPING
CENTERS comunicou
que vendeu sua participação
acionária
de 60% do Shopping
Center Santa Úrsula
, em Ribeirão
Preto (SP), para
o GRUPO ALIANSCE.
A empresa vai concentrar
seus negócios
na região
Sul, em especial
em Santa Catarina,
onde é líder
no setor. Em 2007,
adquiriu participações
do Shopping Neumarkt,
em Blumenau (SC),
e inaugurou o Balneário
Camboriú
Shopping. Em 2008,
o grupo projeta
faturamento de R$
1 bilhão
e prepara a abertura
de capital. Pretende
alavancar de 30%
a 40% o capital
da empresa com investidores
estrangeiros.
Gazeta
Mercantil
HELBOR
E CCDI DOBRAM VALOR
GERAL DE VENDAS
A
HELBOR
EMPREENDIMENTOS
e a CAMARGO
CORRÊA DESENVOLVIMENTO
IMOBILIÁRIO
(CCDI) mais
do que dobraram
o valor geral de
vendas (VGV) em
2007, registrando
crescimentos de
129% e 178%, respectivamente.
A HELBOR, uma das
mais novas incorporadoras
a abrir capital,
encerrou 2007 com
um crescimento de
68,6% na receita
líquida,
que passou de R$
141,5 milhões,
em 2006, para R$
238,6 milhões.
A CCDI, que divulgou
seus resultados
operacionais, elevou
em 178% o VGV, superando
a meta de R$ 1 bilhão
estabelecida no
lançamento
de ações.
Chegou ao final
de 2007 com VGV
lançado de
R$ 1,26 bilhão.
Gazeta
Mercantil
SAMCIL
ARRUMA A CASA PARA
ABRIR CAPITAL
O
ano de 2008 começa
em ritmo de maratona
para o plano de
saúde SAMCIL,
especializado em
produtos para classe
baixa. Nem mesmo
a crise no mercado
financeiro foi capaz
de demover a empresa
da meta de fazer
uma oferta pública
de ações
(IPO, em inglês)
no segundo semestre.
Para alcançar
esta meta, a corrida
ainda é longa.
A companhia está
fazendo uma reestruturação
para simplificar
sua estrutura societária
e obter maior transparência
organizacional e
operacional. Hoje,
o modelo administrativo
almejado pela SAMCIL
é semelhante
ao da MEDIAL,
que antes de abrir
capital, uniu todas
as suas empresas
sob um mesmo guarda-chuva,
MEDIAL SAÚDE,
mas com unidades
de negócios
distintas: MEDIAL
e AMESP (planos
de saúde),
E-NOVA (planos odontológicos),
e duas unidades
ainda sem denominação
para serviços
hospitalares e medicina
diagnóstica.
Nestes próximos
meses, a SAMCIL
ainda terá
que fazer a sinergia
de 20 empresas menores
para dentro da estrutura
da PRÓ-SAÚDE
PLANOS DE SAÚDE,
empresa criada em
2006 para abrigar
os ativos da companhia.
Gazeta
Mercantil
Siderurgia
& Metalurgia
USIMINAS
VAI EXPANDIR PRODUÇÃO
E EXPORTAR MINÉRIO
DE FERRO
Mal
o negócio
saiu do forno e
a USIMINAS
já desenhou
um plano de investimento
para elevar a produção
de minério
de ferro do grupo
J. MENDES, comprado
pela siderúrgica
brasileira. Rinaldo
Campos Soares, Presidente
da USIMINAS, anunciou
que a companhia
deverá investir
US$ 750 milhões
para aumentar a
capacidade das instalações
dos atuais 6 milhões
de toneladas por
ano de minério
de ferro para 29
milhões até
2013, a fim de atender
tanto o mercado
interno quanto a
crescente demanda
internacional, o
que significa que
a empresa irá
exportar o excedente
que suas usinas
não consumirem
e irá disputar
um mercado cada
vez mais valorizado.
O plano de expansão
está dividido
em duas etapas.
A primeira prevê
aportes de US$ 150
milhões na
melhoria das instalações
atuais e na implantação
de um acesso ferroviário,
que deverá
suprir com o insumo
principalmente a
COSIPA, usina do
Sistema Usiminas
localizada em Cubatão
(SP). Esse estágio
será colocado
em pratica entre
2008 e 2010, quando
a capacidade das
instalações
deverá atingir
mais que o dobro
em comparação
a atual e chegará
a 13 milhões
de toneladas por
ano. Entre 2011
e 2012, a USIMINAS
deverá investir
mais US$ 600 milhões
na implantação
de uma nova instalação,
o que deverá
elevar a produção
para 29 milhões
de toneladas de
minério de
ferro anuais a partir
de 2013.
Gazeta
Mercantil
GRUPO
GERDAU VAI INVESTIR
US$ 6,4 BILHÕES
ATÉ 2010
A
GERDAU,
maior grupo siderúrgico
brasileiro, anunciou
o plano de investimentos
para o triênio
2008-2010. A nova
previsão
da companhia é
aplicar US$ 6,4
bilhões no
período,
no ano passado,
quando anunciou
o plano para o triênio
2007-2009, o aporte
era de US$ 4 bilhões.
A forte demanda
por produtos siderúrgicos
no mundo é
a principal justificativa
para a decisão.
Segundo André
Gerdau Johannpeter,
sucessor de Jorge
Gerdau na presidência
da companhia, a
rentabilidade na
siderurgia mantém-se
em níveis
suficientemente
atrativos para continuar
a atrair capital.
A maior parte dos
recursos anunciados
deverá ser
alocada no Brasil,
mercado onde o crescimento
em 2007 foi de 15%.
Segundo Johannpeter,
a previsão
é que US$
4,4 bilhões
sejam investidos
no País e
o restante, US$
2 bilhões,
no exterior, principalmente
nas novas unidades
adquiridas pelo
grupo no ano passado.
O
Estado de São
Paulo
Telecomunicações
& Informática
SENIOR
PREPARA CHEGADA
À BOLSA COM
AQUISIÇÕES
No
ano em que planeja
abrir capital, a
fabricante de software
para o mercado financeiro
SENIOR SOLUTION
espera adquirir
ainda em 2008 pelo
menos duas empresas
e traz ao Brasil
os produtos da OPEN
SOLUTIONS, uma das
companhias que mais
crescem no mercado
de software americano.
A estratégia
é ganhar
rapidamente mais
tamanho, o que começou
com a compra da
NETAGE em 2004 e
se seguiu às
da PULSO, de segurança,
em 2006, e da IMPACTOOLS,
de software para
seguros e previdência
e da INTELLECTUAL
CAPITAL, no último
ano. Com isso, a
empresa que faturava
em 2004 R$ 5 milhões,
chegou aos R$ 30
milhões ao
fim de 2007 e projeta
R$ 45 milhões
para este ano, sem
contabilizar as
duas aquisições
que podem fazê-la
dobrar o resultado
do ano passado,
para R$ 60 milhões.
Por enquanto, ela
se concentra em
anunciar ao mercado
o fato de começar
a negociar localmente
os produtos da OPEN
no País.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
GM
PERDE NO MUNDO E
GANHA AQUI
A
divisão LAAM
da GENERAL
MOTORS (GM)
que inclui o Brasil,
obteve lucro de
US$ 1,3 bilhão
no ano passado,
crescimento de 128%
em relação
ao resultado de
2006. O excelente
desempenho, segundo
o Presidente da
montadora para a
região, Jaime
Ardila, foi proporcionado
pelo crescimento
forte do Mercosul,
principalmente o
Brasil, onde a empresa
vendeu cerca de
500 mil unidades."O
crescimento no Mercosul
foi em torno de
22% e a divisão
LAAM expandiu 20%.
Isso puxado pelo
Brasil e pela Argentina",
disse Ardila. A
divisão LAAM,
além da América
Latina, inclui também
o Oriente Médio
e a África.
No quarto trimestre
o lucro da divisão
foi de US$ 424 milhões.
Ardila prevê
para este ano aumento
de 10% nos negócios
da montadora no
Brasil. Para sustentar
este crescimento,
principalmente no
Brasil, o executivo
afirmou que a GM
investirá
R$ 1 bilhão
aqui, R$ 500 milhões
em novos produtos.
Gazeta
Mercantil
FIAT
LIDERA VENDAS DE
CARROS E COMERCIAIS
LEVES
A
FIAT
fechou janeiro na
liderança
de carros e comerciais
leves. Vendeu 40.343
carros e 7.360 comerciais,
ficando, respectivamente,
com 23,8% e 20,6%
destes nichos. Ano
passado, em janeiro,
a FIAT tinha a liderança
dos carros (25,1%),
mas não a
dos comerciais leves,
sua participação,
de 22,6% foi inferior
à da FORD,
com 24,3%.
Gazeta
Mercantil
Varejo
VENDAS
DO GRUPO PÃO
DE AÇÚCAR
SUPERAM EXPECTATIVAS
EM JANEIRO
Em
janeiro, as vendas
do GRUPO
PÃO DE AÇÚCAR
superaram em mais
de 30% as projeções
feitas pelos analistas,
o que sinaliza que
o consumo manteve-se
aquecido no início
do ano e que o plano
de recuperação
da empresa começa
a surtir efeito.
Agora, os investidores
esperam que a companhia
divulgue um novo
plano de metas para
2008. A varejista
anunciou que suas
vendas brutas no
conceito mesmas
lojas, indicador
conhecido no setor
pela sigla SSS ("same
store sales"),
cresceram 5,4% no
primeiro mês
de 2008 em relação
a igual período
do ano passado.
As vendas líquidas
aumentaram 5,8%.
Valor
Econômico