Agrobusiness
LUCRO
LÍQUIDO DA
PERDIGÃO
CRESCE 174% EM 2007
O
aumento da participação
dos produtos processados
impulsionou o resultado
da PERDIGÃO
em 2007, quando
a empresa atingiu
lucro líquido
de R$ 321,3 milhões.
O montante foi 174%
superior aos R$
117,3 milhões
de 2006. De um ano
a outro, a receita
bruta cresceu 27,6%,
para R$ 7,8 bilhões,
enquanto a líquida
avançou 27,3%,
a R$ 6,6 bilhões.
"Em 2008, somos
uma empresa totalmente
diferente da que
éramos em
2007", diz
o Vice-Presidente
de Finanças,
Administração
e Relações
com Investidores
da PERDIGÃO,
Wang Wei Chang.
"Crescemos
de maneira muito
forte em lácteos
e em processados
de carne".
Entre outros negócios,
a companhia fechou
no ano passado a
aquisição
da PLUSFOOD por
R$ 45 milhões
e da ELEVA, do setor
de lácteos.
Valor
Econômico
MINERVA
ADQUIRE O LORD MEAT,
DE GOIÁS
O
MINERVA,
um dos maiores produtores
e exportadores de
carne bovina do
país, com
sede em Barretos
(SP), confirmou
a aquisição
do frigorífico
LORD MEAT, instalado
em Goianésia
(GO). O novo braço
do grupo brasileiro
tinha até
agora capital russo.
Pertencia à
LORD MEAT TRADING,
sediada nas Ilhas
Virgens Britânicas,
e à MEATPAR
PARTICIPAÇÕES
SOCIETÁRIAS,
constituída
no Brasil. Conforme
Fernando Galletti
de Queiroz, principal
executivo (CEO)
do MINERVA, a transação
será paga
com exportações,
uma vez que a LORD
MEAT TRADING é
uma das maiores
importadoras de
carnes da Rússia.
A aquisição
não chegou
a surpreender o
mercado. Em janeiro,
quando firmou contrato
de prestação
de serviços
com o LORD MEAT,
o MINERVA já
havia anunciado
a possibilidade
de comprar o novo
parceiro. A atual
capacidade de abate
da planta é
de 600 a 700 cabeças
por dia. Em seis
meses, com a expansão
das câmaras
frias já
instaladas, o volume
deverá alcançar
750 cabeças,
e até meados
2009 o projeto do
MINERVA prevê
um abate diário
de 1,5 mil bois.
Valor
Econômico
MARFRIG
COMPRA, EM MATO
GROSSO, A CARROLL'S
DO BRASIL
O
MARFRIG,
um dos maiores produtores
de carne bovina
e subprodutos do
mundo, anunciou
a compra de 100%
do controle da CARROLL'S
FOOD DO BRASIL,
do grupo carioca
MPE, por R$ 42,26
milhões.
A empresa também
informou que arrendou
o frigorífico
de suínos
ITARARÉ,
na cidade homônima,
em São Paulo.
As duas operações,
realizadas por meio
da subsidiária
MABELLA, vão
permitir que o MARFRIG
aumente os abates
de suínos
para 6,4 mil cabeças
por dia, cerca de
50% mais que a capacidade
anterior, de 4,2
mil animais por
dia. Os novos investimentos
complementam a estratégia
do MARFRIG de ampliar
sua presença
no segmento de proteínas
animais, disse o
Diretor de Relações
com Investidores
da companhia, Ricardo
Florence. Os negócios
também permitem
diversificar a presença
geográfica
do grupo no país,
que passa a ter
plantas para abate
de suínos
no Rio Grande do
Sul, Santa Catarina,
São Paulo
e Mato Grosso, sede
da CARROLL1'S.
Valor
Econômico
Alimentos
BAUDUCCO
E M.DIAS BRANCO
SÃO FORTES
CONCORRENTES
O
Brasil, certamente,
está entre
os países
onde a NESTLÉ
enfrenta o maior
exército
de empresas locais.
Há desde
fabricantes artesanais
e concorrentes regionais
até indústrias
brasileiras de musculatura
e alcance nacional,
como a BAUDUCCO
e a M.DIAS
BRANCO. Os principais
segmentos onde a
multinacional atua,
biscoitos, sorvetes
e chocolates, são
bastante pulverizados.
Só no mercado
de biscoitos, por
exemplo, existem
400 fabricantes
espalhados pelo
país. Das
10 maiores fabricantes
do Brasil em 2007,
sete são
nacionais. Além
da BAUDUCCO e M.
DIAS BRANCO, há
nomes como MARILAN,
PIRAQUÊ e
MABEL. Depois da
joint-venture com
a americana HERSHEY´s,
a BAUDUCCO passou
a concorrer com
a NESTLÉ
também em
chocolates e transformou-se
numa das principais
rivais nacionais
da múlti
suíça.
Juntos, os faturamentos
de BAUDUCCO e HERSHEY´s
somam quase R$ 1
bilhão. A
M. DIAS BRANCO,
que abriu capital
em 2006, tem porte
semelhante. Naquele
ano, teve uma receita
líquida de
R$1,3 bilhão.
O principal mercado
da companhia na
área de biscoitos
é justamente
o Nordeste, onde
a NESTLÉ
mantém uma
unidade de negócios
independente há
três anos.
Gazeta
Mercantil
NETUNO
PARTE PARA A VENDA
DE ENLATADOS
A
NETUNO, uma
das maiores empresas
de pescados do país,
pretende entrar
na briga pelos consumidores
de atum e sardinha
enlatados a partir
deste ano. A indústria,
com sede em Pernambuco,
chega para concorrer
em um segmento com
já três
grandes empresas:
GOMES
DA COSTA (GDC),
FEMEPE
e COQUEIRO,
que pertence à
PEPSICO. Ao colocar
sua marca em um
produto mais popular,
a NETUNO, até
agora focada em
peixes congelados,
ampliará
seu mercado consumidor,
atingindo as classes
de renda mais baixas.
Ambos os produtos
serão importados
de diferentes países
da América
do Sul e já
chegarão
ao país enlatados.
Valor
Econômico
EM
RITMO FRENÉTICO,
A INTERIORANA MARILAN
ENCOSTA NA NESTLÉ
Os
2,3 mil funcionários
da
MARILAN, fabricante
de biscoitos de
Marília,
cidade do oeste
paulista situada
a 450 km da capital,
têm apenas
meia hora de almoço.
Tanta rapidez contrasta
com o aspecto interiorano
do lugar. Embora
a fábrica
de biscoitos seja
circundada de verde
e tenha tanques
de carpas, o ritmo
é outro:
próxima de
atingir a capacidade
total, a MARILAN
trabalha com três
turnos de oito horas
diárias,
durante seis dias
por semana, para
dar conta de produzir
1 milhão
de pacotes de biscoitos
que chegam às
gôndolas todos
os dias. Até
o final do ano,
o frenesi só
aumenta: o objetivo
é ultrapassar
a NESTLÉ
e se tornar a segunda
colocada no ranking
nacional de biscoitos,
só perdendo
para a gigante do
Nordeste, a M. DIAS
BRANCO. "Nós
nunca estivemos
tão próximos
disso", diz
o Diretor Presidente
da MARILAN, Jailton
de Abreu. Com faturamento
de R$ 420 milhões
em 2007, 15% acima
do ano anterior,
a MARILAN tem 7,4%
do mercado de biscoitos.
O
Estado de São
Paulo
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
PHARMA
INVESTE NA AMÉRICA
LATINA
O
grupo farmacêutico
espanhol ASAC
PHARMA, que
atua no País
há doze anos
por meio de seu
braço fabricante
de vacinas INTERNATIONAL
PHARMACEUTICAL IMMUNOLOGY
(IPI) DO BRASIL,
decidiu ampliar
participação
no mercado local,
instalando no País
uma filial de sua
unidade de dermocosméticos
(medicamentos cosméticos),
a ATACHE
SCIENTIFIC COSMETIC.
Trata-se da segunda
filial da empresa,
a primeira está
localizada nos Estados
Unidos. "O
Brasil é
o terceiro maior
mercado do mundo,
a brasileira gosta
de se cuidar e com
o aumento da expectativa
de vida e da renda,
o País tem
um grande potencial
de crescimento",
afirmou o Diretor
Comercial da ATACHE,
Marcelo Monges.
De acordo com o
executivo, a filial
brasileira também
será utilizada
como base para a
expansão
da empresa na América
Latina. A empresa,
que está
focada no segmento
para uso profissional
em clínicas
estéticas
e dermatologia,
além dos
spas, está
investindo R$ 1,5
milhão na
sua instalação
no Brasil e espera
obter receita de
R$ 1 milhão
já no primeiro
ano de atuação,
incrementando o
faturamento do grupo
no País,
que atualmente é
de cerca de R$ 5
milhões.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
UNIBANCO
DOBRA LUCRO PARA
R$ 3,4 BI
O
UNIBANCO
registrou crescimento
de 97% no lucro
líquido de
2007, para um total
de R$ 3,448 bilhões.
Assim como nos balanços
de seus principais
concorrentes, BRADESCO
e ITAÚ, o
resultado foi puxado
por ganhos com eventos
extraordinários,
entre eles a venda
de participações
na SERASA, REDECARD,
BOVESPA e BM&F.
Descontada essa
receita, no valor
de R$ 848 milhões,
o lucro do UNIBANCO
somou R$ 2,6 bilhões,
uma alta de 17,6%,
percentual acima
do registrado pelos
concorrentes. O
lucro recorrente
do BRADESCO cresceu
13,3%, para R$ 7,21
bilhões,
e do ITAÚ,
15,9%, para R$ 7,179
bilhões.
Para este ano, o
Presidente do UNIBANCO,
Pedro Moreira Salles,
aposta na expansão
de sua rede de atendimento.
O programa de expansão,
que demandará
investimentos na
casa dos R$ 300
milhões,
prevê 200
pontos de atendimento
adicionais e 5 mil
novas contratações
principalmente na
área de vendas,
em 2007, o UNIBANCO
abriu cerca de 30
pontos de atendimento,
encerrando o ano
com 952 agências
e 293 postos de
atendimento bancário.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
ROMI
DEVE DEFINIR INSTALAÇÃO
DE NOVAS FÁBRICAS
ATÉ ABRIL
A
INDÚSTRIAS
ROMI, uma das
maiores fabricantes
brasileiras de máquinas-ferramenta
e injetoras de plástico,
deverá definir
até abril
próximo onde
instalará
duas novas unidades
fabris, uma destinada
à fundição
e outra à
usinagem de peças
fundidas, projeto
orçado em
R$ 230 milhões
no total. Conforme
Livaldo Aguiar dos
Santos, Diretor-Presidente
da ROMI, a empresa,
sediada em Santa
Bárbara d'Oeste
(SP), está
em fase de análise
de propostas de
incentivos recebidas
de vários
outros estados e
também de
outras cidades paulistas.
O projeto é
parte de um plano
maior de crescimento
da companhia tocado
em várias
frentes, como a
ampliação
da capacidade instalada
com integração
das unidades existentes
e aquisições,
que consumirá
cerca de R$ 670
milhões no
total. Com o projeto
de ampliação
em curso, a empresa
já elevou
a capacidade instalada
de 2,9 mil máquinas
em 2006 para 3,6
mil no ano passado.
A previsão
é de crescimento
médio acima
de 18% na produção
de máquinas-ferramenta
e injetoras em 2008
e a meta é
que a unidades produzam
4,8 mil máquinas
por ano, dependendo
do mix de produtos,
a partir de 2011.
Santos estima que
neste ano a receita
líquida da
ROMI cresça
entre 14% e 18%,
apostando na continuidade
do crescimento econômico
brasileiro e mesmo
prevendo que o mercado
continue sendo fortemente
influenciado pelo
dólar, o
que acirra a competitividade
no setor. Em 2007,
a receita subiu
15,1% em relação
ao ano anterior,
alcançando
R$ 632 milhões.
Já o lucro
líquido aumentou
31,4%, para R$ 109
milhões.
Gazeta
Mercantil
RANDON
AUMENTA VENDAS E
CARTEIRA DE PEDIDOS
TRIPLICA
O
aquecimento da economia
em 2007, que garantiu
o lucro líquido
consolidado de R$
173,4 milhões,
30% a mais do que
em 2006, também
permitiu ao grupo
RANDON iniciar
2008 com o pé
no acelerador. Como
reflexo da demanda,
a carteira de pedidos
de implementos rodoviários
(reboques e semi-reboques
para veículos
pesados) já
alcança de
quatro a seis meses
de produção,
ante a média
histórica
de 45 a 60 dias
para esta época
do ano, disse o
Diretor Corporativo
e de Relações
com Investidores,
Astor Schmitt. No
ano passado, foram
produzidas 20,3
mil unidades, aumento
de 33,4%, ante os
29% do setor no
país. Conforme
o executivo, a RANDON
também está
se preparando para
um aumento mais
acentuado nos custos
de produção
em 2008, o que exigirá
ajustes nos preços
dos produtos finais.
A receita líquida
consolidada, que
cresceu 25,2%, para
R$ 2,53 bilhões,
é estimada
em R$ 2,8 bilhões
em 2008.
Valor
Econômico
VENDAS
DA WEG NO PAÍS
CRESCEM 37%
A
WEG,
de Jaraguá
do Sul (SC), registrou
receita operacional
bruta de R$ 4,55
bilhões em
2007, 29% superior
a obtida em 2006.
O Diretor Administrativo
e de Relações
com Investidores,
Alidor Lueders,
afirma que o crescimento
ficou "substancialmente
acima da expectativa
no início
do ano, que era
de expansão
entre 15% a 20%".
Segundo Lueders,
as condições
foram estruturalmente
favoráveis
nos mercados de
atuação
da WEG, principalmente
o setor industrial
no Brasil, de infra-estrutura
de energia e as
exportações.
"A empresa,
por sua vez busca
desenvolver produtos
de maior valor agregado
e criar a infra-estrutura
necessária
para sustentar o
crescimento",
disse. A receita
no mercado interno
em 2007, de R$ 2,94
bilhões,
foi 37% superior
a de 2006 e o faturamento
com exportações,
de R$ 1,6 bilhões,
foi 16% maior do
que o registrado
no ano anterior.
O lucro líquido
do exercício
foi de R$ 574 milhões,
14,34% acima do
registrado em 2006,
que foi de R$ 502
milhões.
Em 2008, a companhia
estima atingir taxa
de crescimento de
receita bruta consolidada
ao redor de 20%
em relação
a 2007. Para possibilitar
esta expansão
de vendas prevê
investir R$ 520
milhões na
ampliação
e modernização
de parques fabris
em 2008.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
LANXESS
PREVÊ AMPLIAR
VENDAS PARA OS EUA
EM ATÉ 20%
Prestes
a finalizar o projeto
de aumento de capacidade
de sua planta de
óxido de
ferro em Porto Feliz
(SP), a indústria
química LANXESS
já prepara
uma nova rodada
de investimentos
na unidade. A expansão
tem como principal
objetivo atender
ao aumento da demanda
dos mercados brasileiro
e norte-americano.
O segundo, apesar
da crise que sinaliza
uma desaceleração
da maior economia
do mundo, deverá
ampliar sua compras
em 2008, destaca
o Gerente de Vendas
e Marketing da Unidade
de Pigmentos Inorgânicos
da LANXESS para
a América
Latina, Lothar Schwarz.
'Esperamos ampliar
nossas vendas para
os Estados Unidos
em pelo menos 10%
neste ano, mas acredito
que possamos atingir
uma marca até
20% superior em
relação
ao ano passado',
destaca o executivo.
Em 2007, as exportações
de óxido
de ferro para o
mercado norte-americano
apresentaram expansão
acima de 50%, alcançando
10 mil toneladas.
A LANXESS terminará
no próximo
mês a segunda
etapa de seu plano
de expansão
no Brasil, que resultará
na ampliação
de capacidade produtiva
de 31,5 mil toneladas
para 36 mil toneladas
de óxido
de ferro por ano.
A produção
deste volume deverá
ser atingida até
o final de 2008,
quando já
estará em
operação
o novo projeto de
expansão
da companhia, que
ampliará
a capacidade da
planta para 40 mil
toneladas anuais.
O
Estado de São
Paulo
Siderurgia
& Metalurgia
AL
AJUDA NA EXPANSÃO
DA ARCELORMITTAL
A
ARCELORMITTAL,
a maior siderúrgica
mundial, anunciou
que seu lucro no
quarto trimestre
do ano passado avançou
2,7% em relação
ao mesmo período
do ano anterior
devido o aumento
dos preços
e à expansão
de sua produção
na América
Latina. O lucro
líquido subiu
para US$ 2,44 bilhões,
ou US$ 1,71 por
ação,
ante US$ 2,37 bilhões,
ou US$ 1,71 por
ação,
do mesmo trimestre
de 2006.
O
Estado de São
Paulo
GERDAU
INVESTE US$ 6,4
BI E PRODUZIRÁ
MAIS MINÉRIO
DE FERRO
O
GRUPO
GERDAU investirá
US$ 6,4 bilhões
até 2010,
parte disso em minério
de ferro. Este ano
o insumo receberá
verba de US$ 120
milhões com
o objetivo de elevar
a capacidade de
produção
própria.
Em 2008 essa capacidade
atenderá
a 30% do consumo
da companhia, hoje
em 9,4 milhões
de toneladas/ano;
em 2009 deverá
passar a 40% e até
2010, a 80%. Boa
parcela dos US$
6,4 bilhões,
US$ 4,4 bilhões
devem ser realizados
no Brasil, deverá
ser gasta para melhorar
a eficiência
operacional das
novas aquisições
do grupo com a integração
dos negócios.
A capacidade de
produção
de aço da
companhia será
ampliada em 14%
com os investimentos.
Em 2007, puxado
por uma alta de
15,5% na demanda
interna e pelas
aquisições,
o faturamento da
GERDAU cresceu 18,5%,
para R$ 34,2 bilhões.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
DOMINION
COMPRA CONTROLE
DA HALÓGICA
Uma
das três maiores
empresas de tecnologia
espanholas, a DOMINION
comprou participação
majoritária
da mineira HALÓGICA
para se instalar
definitivamente
no Brasil, com o
interesse de estabelecer
sua cultura própria
de trabalho, baseada
em qualidade de
vida dos empregados
e em resultados
de longo prazo.
Ela apenas atendia
no País com
algumas pessoas
a TELEFÔNICA,
de quem é
fornecedora global
de serviços
de TI. A DOMINION
faz parte do grupo
INSTITUTO SECTORIAL
DE PROMOCIÓN
Y GESTIÓN
DE EMPRESAS (INSSEC),
de US$ 3 bilhões
de receita, que
ainda possui outras
três empresas,
como a CIE AUTOMOTIVE,
de autopeças.
A DOMINION, empresa
de tecnologia do
grupo, faturou em
2007 US$ 600 milhões.
O objetivo é
atingir US$ 100
milhões no
Brasil em três
anos para ajudar
a chegar no plano
de se tornar uma
companhia de mais
de US$ 1 bilhão
de faturamento global
em 2010. Hoje ela
está em 40
países.
O
Estado de São
Paulo
POSITIVO
NAVEGA NAS VENDAS
RECORDE DE COMPUTADORES
A
POSITIVO INFORMÁTICA,
maior fabricante
de computadores
do país,
teve lucro líquido
de R$ 72,8 milhões
no quarto trimestre,
um aumento de 32,5%
em relação
ao mesmo período
do ano passado.
No ano os ganhos
somaram R$ 254,2
milhões,
66% maior que no
exercício
anterior. As vendas
chegaram a R$ 555,2
milhões no
trimestre, 28,2%
acima, fechando
o ano com um recorde
de R$ 1,7 bilhão,
aumento de 52,3%.
Mesmo com o aumento
da concorrência
e da presença
de PCs nos lares
dos brasileiros,
o Presidente da
empresa, Hélio
Rotenberg, afirma
que ainda há
espaço para
crescer. Ele prepara
uma série
de ações,
que inclui conquista
de prateleiras em
mais varejistas,
uso de canais alternativos
de venda, aumento
da verticalização
da produção
e internacionalização.
Países do
Mercosul estão
entre as alternativas,
mas há estudos
também do
mercado da Espanha
e de Portugal. "Tudo
para agregar volume",
explica Rotenberg.
Valor
Econômico
Transporte
& Logística
ESTRUTURA
DO INTERIOR PAULISTA
ATRAI A NOVA FÁBRICA
DA TOYOTA
As
cidades de Santa
Bárbara d'Oeste
e Sorocaba, no interior
de São Paulo,
deverão abrigar
a futura fábrica
da TOYOTA,
montadora japonesa
que busca ampliar
sua participação
no Mercosul com
o lançamento
de um carro monovolume
de entrada. A empresa
já começou
a consultar os fornecedores
para a produção
de componentes que
irão equipar
o novo automóvel,
que deverá
ser o compacto Yaris,
carro com o perfil
mais indicado para
a maioria dos consumidores
da América
do Sul. Com algumas
empresas de autopeças,
a montadora tem
realizado as reuniões
inclusive na matriz
no Japão.
Como em toda operação
que envolve grande
investimento industrial,
a TOYOTA não
confirma. Mas fontes
do mercado dão
como certo que Sorocaba
abrigará
a montagem de automóveis
e Santa Bárbara
d'Oeste ficaria
com a produção
de motores. A TOYOTA
tem sua principal
fábrica,
em Indaiatuba (SP).
A montadora já
anunciou que tem
planos ambiciosos
para o Brasil. Ela
quer estar entre
as quatro principais
montadoras, posições
hoje ocupadas por
FIAT, VOLKSWAGEN,
GM e FORD, nesta
ordem. O crescimento
no Brasil é
importante para
a TOYOTA dominar
o mercado, ela quer
15% das vendas mundiais
em 2012, já
que o País
está entre
os oito mercados
mais importantes.
Gazeta
Mercantil
SANTA
CATARINA DEVERÁ
ABRIGAR FÁBRICA
DE MOTOR
No
ano em que a divisão
powertrain da GENERAL
MOTORS DO BRASIL
completa 50
anos, a empresa
vai construir uma
nova fábrica
de motores em Santa
Catarina para resolver
gargalos que a impedem
de ampliar vendas
no mercado interno.
A fábrica
de São José
dos Campos (SP)
foi responsável
ao longo dos últimos
50 anos pela produção
de 14 milhões
de unidades de motores
e 5 milhões
de transmissões.
Há cerca
de dois anos, a
GM terceirizou a
fundição
na fábrica
de São José
dos Campos. É
essa é uma
das razoes pela
qual a empresa construirá
uma fábrica
de montagem de motores
em Santa Catarina.
De acordo com o
Vice-Presidente
da GM no Brasil,
o montante do investimento
ainda não
foi definido.
Gazeta
Mercantil
O
GRUPO PSA TEM PRIMEIRO
LUCRO NO PAÍS
O
Grupo PSA
PEUGEOT CITROËN
fechou 2007 com
lucro operacional
de € 20 milhões
no Mercosul. É
o primeiro resultado
positivo na região.
"Depois de
obter equilíbrio
financeiro em 2006,
o GRUPO PSA conseguiu
o primeiro lucro
no Brasil em 2007",
disse Vincent Rambaud,
Diretor Geral do
grupo PSA PEUGEOT
CITROËN no
Brasil e Mercosul.
Ao todo foram vendidos
na região
216 mil carros,
um crescimento de
30% sobre 2006,
quando foram emplacados
166.500 modelos
da marca francesa.
O grupo francês,
que está
no Brasil desde
2001, quando iniciou
a produção
de automóveis
em Porto Real (RJ),
não deu folga
para os empregados
em dezembro para
conseguir atender
a demanda do mercado
brasileiro. A capacidade
de produção
no Mercosul também
aumentou, de 90%
em 2006 para 105%
no final de 2007,
subindo de 220 mil
para 320 mil carros
por ano, com a implantação
do terceiro turno
nas duas unidades
no ano passado.
Ao todo o grupo
PSA já investiu
US$ 810 milhões
no Brasil, US$ 750
milhões de
2001 a 2007 e US$
60 milhões,
que serão
aplicados neste
ano para preparar
a fábrica
brasileira para
a produção
de novos modelos.
De 2008 a 2010,
o grupo investirá
um total de US$
500 milhões
nas suas fábricas
no Mercosul.
Gazeta
Mercantil
Varejo
GBARBOSA
INVESTIRÁ
R$ 180 MILHÕES
EM LOJAS
Depois
de ser adquirida
em novembro pelo
grupo chileno CENCOSUD,
a rede varejista
GBARBOSA
anuncia seus planos
de expansão.
A empresa investirá
R$ 180 milhões
na abertura de dez
novas lojas neste
ano. Com isso, a
expectativa da companhia
é que o faturamento
atinja R$ 2,5 bilhões
em 2008, o que representaria
um crescimento de
25% na comparação
com o ano anterior.
O GBARBOSA não
detalhou onde serão
as novas lojas,
nem tampouco se
abrirá unidades
em Estados onde
ainda não
está presente.
Apenas afirmou que
três delas
ficarão em
Aracaju. Hoje, a
empresa tem 42 supermercados
em Sergipe, na Bahia
e em Alagoas, além
de sete lojas de
eletrodomésticos.
Valor
Econômico