Agrobusiness
PERDIGÃO
VAI ELEVAR A PRODUÇÃO
DA CCPL
A
PERDIGÃO
está investindo
R$ 3 milhões
para elevar a produção
da COOPERATIVA CENTRAL
DE PRODUTORES DE
LEITE (CCPL) dos
atuais 5 milhões
de litros para 8
milhões de
litros por mês,
disse o Presidente
da PERDIGÃO,
Nildemar Secches.
Segundo o executivo,
o novo patamar de
produção
deverá ser
alcançado
no mês que
vem, na fábrica
de São Gonçalo
(RJ). Secches lembrou
que a CCPL está
em processo de recuperação
judicial desde 2005
e não descartou
a aquisição
da cooperativa quando
essa etapa de reestruturação
estiver concluída.
O investimento na
CCPL está
sendo possível
após a PERDIGÃO
ter adquirido no
ano passado a ELEVA,
dona da marca Elegê.
Valor
Econômico
GRUPO
PREDILETO CONCENTRA
FOCO NA ÁREA
DE TRIGO
Capitalizado
com a venda da PENA
BRANCA, o grupo
PREDILETO fará
suas apostas no
mercado de trigo,
segmento que a companhia
já atua há
cerca de 60 anos,
por meio do MOINHO
CRUZEIRO DO SUL,
com cinco unidades
próprias
em Belém
(PA), São
Luís (MA),
Recife (PE), Rio
de Janeiro e Rio
Grande do Sul e
duas arrendadas,
uma em São
Paulo e outra no
Mato Grosso, que
pertencem à
GLENCORE. "Agora
somos comprador",
diz Antenor de Barros
Leal, Presidente
do grupo. O executivo
afirma que, no momento,
não está
negociando a compra
de unidades moageiras.
Em uma primeira
etapa, o grupo poderá
duplicar sua produção
e aumentar os canais
de venda neste segmento.
Segundo maior processador
de trigo do Brasil,
atrás da
BUNGE, o PREDILETO
processa cerca de
700 mil toneladas
de cereal por ano.
Valor
Econômico
MARFRIG
ARREMATA O PENA
BRANCA
O
MARFRIG,
um dos maiores grupos
do mercado de carnes
do país,
atravessou o caminho
da TYSON FOODS e
confirmou a aquisição
do frigorífico
PENA BRANCA, que
pertencia ao GRUPO
PREDILETO e estava
quase nas mãos
da multinacional
americana. Ricardo
Florence, Diretor
Financeiro e de
Relações
Institucionais do
MARFRIG, informou
que o negócio
foi acertado por
US$ 53 milhões.
A compra representa
a estréia
do MARFRIG no mercado
de carne de frango,
e Florence adiantou
que os negócios
nesta frente não
vão parar
por aí. Ao
mesmo tempo em que
fechava a aquisição
do PENA BRANCA,
o MARFRIG assinava
um protocolo para
a realização
de uma "due
dilligence"
(auditoria) visando
à aquisição
do frigorífico
DAGRANJA, controlado
pelo empresário
argentino Alberto
Storni.
O rival JBS/FRIBOI,
maior empresa do
ramo do mundo, voltou
a surpreender o
mercado ao anunciar
três grandes
aquisições
no exterior, por
US$ 1,7 bilhão.
As estratégias,
contudo, são
diferentes. Enquanto
o JBS procura manter
o foco em carne
bovina e seus produtos,
ainda que já
opere com suínos,
o MARFRIG se reforça
em proteína
animal em geral.
Com o PENA BRANCA,
maior companhia
avícola do
Estado de São
Paulo, o MARFRIG
reforça sua
estrutura com dois
abatedouros com
capacidade para
150 mil aves por
dia cada, duas granjas
de matrizes e três
fábricas
de ração.
O PENA BRANCA representou
cerca de 35% do
faturamento do grupo
em 2007, que no
total alcançou
R$ 800 milhões.
Valor
Econômico
Alimentos
CRESCIMENTO
NO MERCADO DE REFEIÇÕES
Em
2007, as vendas
para os estabelecimentos
que servem refeições,
em especial as padarias,
ganharam destaque
na VILMA
ALIMENTOS. O chamado
food service respondeu
por 10% do faturamento
em 2006, representou
14% em 2007 e deve
fechar 2008 com
18% da receita,
que deve alcançar
R$ 404 milhões.
"O que mais
tem crescido nesse
segmento são
as vendas de misturas
para bolo e salgadas,
como mistura para
pão e massas
de pizza, para as
padarias",
explicou Cezar Tavares,
Vice-Presidente
da VILMA ALIMENTOS.
As vendas para esses
estabelecimentos
são, em média,
6% mais rentáveis
que as vendas para
o varejo. Além
do food service,
o que deve ganhar
ritmo de crescimento
maior este ano são
as exportações.
Segundo Tavares,
os novos refrescos
estão de
acordo com as exigências
do mercado internacional,
o que deve impulsionar
os embarques da
empresa em 2008.
No ano passado,
as exportações
de massas, misturas
e refrescos totalizaram
apenas US$ 200 mil.
Segundo Tavares,
a meta é
alcançar
US$ 1,5 milhão,
sendo que US$ 1
milhão seria
da venda do novo
refresco em pó.
Os mercados que
compram os produtos
da VILMA são
os Estados Unidos,
alguns países
da Europa, como
a Inglaterra, e
alguns africanos,
como Angola.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
& Fumo
FREIXENET
QUER LIDERANÇA
DO MERCADO DE ESPUMANTES
Após
dez anos longe do
mercado brasileiro,
a FREIXENET,
maior exportadora
mundial de cava,
como são
conhecidos os espumantes
produzidos na Espanha,
fechou uma parceria
com a importadora
PREEBOR
DO BRASIL para planejar
sua volta ao mercado
nacional. E com
metas audaciosas:
tornar-se líder
do segmento de espumantes
em cinco anos. Hoje
a liderança
do mercado de espumantes
é da VINÍCOLA
SALTON que responde
por 50% das vendas
de produtos no Brasil.
No ano passado,
a empresa comercializou
3,6 milhões
de garrafas de espumantes
e 2,44 milhões
de garrafas de vinhos
finos, um aumento
de 22% em relação
a 2006. Para esse
ano, a vinícola
prevê atingir
a marca dos R$ 180
milhões,
uma alta de 12,5%
em relação
ao ano anterior.
A gigante espanhola
também quer
sua fatia nesse
bolo. Contando com
uma força
de vendas de €500
milhões ao
ano, dos quais €
350 milhões,
só das exportações,
a companhia, que
atua em 147 países
com a marca de 60
milhões de
garrafas vendidas,
pretende posicionar
seus produtos num
nicho de mercado
ainda pouco explorado
no Brasil. Trata-se
da lacuna de preço
entre espumantes
nacionais, como
SALTON e MIOLO,
de até R$
50, e o segmento
de champanhes, dominado
pelas estrangeiras
MOËT CHANDON
e VEUVET CLICQUOT,
com produtos vendidos
por mais de R$ 190.
"O Brasil tem
potencial para tornar-se
o maior mercado
da FREIXENET na
América Latina",
conta a Vice-Presidente
de Negócios
Internacionais,
Montserrat Amat.
Ciente de que muitas
pessoas ainda não
conhecem a FREIXENET,
a empresa vai investir
US$ 4,5 milhões
em três anos
para levar informações
institucionais da
empresa ao público
consumidor.
Gazeta
Mercantil
Eletroeletrônico
LG
PREVÊ RECEITA
DE US$ 3 BI
A
sul-coreana
LG ELETRONICS
projeta faturamento
de US$ 3 bilhões
para 2008 no Brasil,
ante os US$ 2,5
bilhões registrados
no ano passado,
quando cresceu 38,9%
em relação
a 2006. Os pilares
desse crescimento
continuam a ser
as vendas de televisores
e celulares que,
juntas, representam
cerca de 65% do
faturamento da empresa
no País.
Mas, de acordo com
Eduardo Toni, Diretor
de Marketing da
subsidiária,
investimentos em
outras áreas
estão em
estudo. Um dos mais
aguardados é
a instalação
de uma unidade ou
linha de produção
de eletrodomésticos
de linha branca
(refrigeradores,
fogões, entre
outros). Dos 130
novos produtos que
a LG lançou
no Brasil, os aparelhos
de linha branca
continuam a ser
importados. A LG
ELETRONICS no Brasil
alcançou
a liderança
no segmento de televisores,
com 24% de participação.
Na categoria de
televisores de tela
fina, a empresa
possui uma liderança
ainda maior, com
38% de participação.
A LG ELETRONICS
fechou 2007 com
vendas globais de
US$ 44 bilhões.
Para este ano, a
expectativa é
alcançar
US$ 50 bilhões.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
NATURA
DEVERÁ INVESTIR
R$ 400 MILHÕES
A
NATURA
definiu investimentos
de R$ 400 milhões
no triênio
2008/2010. O objetivo
é o incremento
das ferramentas
de marketing e a
evolução
do modelo comercial
da empresa. A empresa
encerrou o ano passado
com lucro líquido
de R$ 462,3 milhões,
praticamente estável
em relação
aos R$ 460,8 milhões
registrados no ano
anterior, alta de
0,3%. "Ainda
que consideremos
os resultados positivos,
reconhecemos a oportunidade
de acelerar nosso
crescimento e aumentar
nossa participação
no mercado brasileiro",
diz a empresa. Os
investimentos previstos
serão financiados
pelo aumento de
eficiência
nos processos e
manufatura e de
distribuição,
além de uma
melhor gestão
do portfólio
de produtos. "Ganhos
adicionais serão
obtidos por meio
da diluição
de custos fixos,
com impacto positivo
de 2 pontos porcentuais
da receita líquida
em 2010." Para
2008, os investimentos
programados totalizam
R$ 135 milhões
a serem alocados
em: manufatura e
logística;
novo centro de pesquisa
e desenvolvimento
em Campinas (SP)
e tecnologia da
informação.
Gazeta
Mercantil
Máquinas
& Equipamentos
BERTIN
CRESCE EM HIGIENIZAÇÃO
A
BRACOL SISTEMAS
DE HIGIENIZAÇÃO,
divisão do
Grupo Bertin, divulga
que detém
20% de participação
de mercado no segmento.
Em 2007, a empresa
investiu R$ 5 milhões
na expansão
do mix de produtos
e na ampliação
da capacidade produtiva,
com nova fábrica
em Lins/ SP. Isso
permitiu à
planta triplicar
o volume produzido,
que hoje gira em
torno de 400 toneladas/
mês. A empresa
também ingressou
no mercado internacional,
com a primeira exportação
ao Uruguai e Paraguai.
"Para 2008,
estimamos um crescimento
de 25% no setor",
diz o gerente nacional
de vendas Sérgio
Moresco.
Valor
Econômico
Material
de Construção
DEMANDA
FAZ ETERNIT DOBRAR
INVESTIMENTOS
A
ETERNIT,
líder em
telhas de fibrocimento,
anunciou investimentos
90,6% maiores para
este ano, de R$
61 milhões.
"Seremos agressivos
para atender à
demanda", disse
o Presidente da
ETERNIT, Élio
Martins. A empresa
começa, em
abril próximo,
a operação
de uma nova máquina
em sua unidade de
Goiânia (GO).
A capacidade do
novo equipamento
será de 10
mil toneladas ao
mês, acima
da média
de 7 mil toneladas
de outras máquinas
da companhia. Em
janeiro de 2009
a ETERNIT colocará
outra linha adicional
de produção
em sua fábrica
no Paraná.
Do total de investimentos
para este ano R$
28 milhões
irão para
estas novas máquinas.
Sendo que R$ 8 milhões
são o residual
das máquinas
já adquirida
para a unidade de
Goiânia e
os outros R$ 20
milhões pagarão,
integralmente, a
máquina a
ser instalada no
Paraná. Para
atender esta demanda
a empresa projeta
sair de uma capacidade
de produção
de 650 mil toneladas
ao ano de 2007,
quando operou a
uma capacidade máxima
de 95%, para uma
capacidade de 730
mil toneladas este
ano e 850 mil toneladas
em 2009. A empresa
teve lucro líquido
14% maior em 2007,
na comparação
com o exercício
anterior, para R$
43,6 milhões.
A receita líquida
foi 13% maior, de
R$ 401 milhões.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
PEIXOTO
DE CASTRO UNE SYNTEKO
COM PROSINT
O
GRUPO
PEIXOTO DE CASTRO,
que atua nas áreas
de refino de petróleo
(Refinaria de Manguinhos),
química,
siderúrgica
e financeira, tem
uma nova empresa,
a GPC QUÍMICA,
resultado da fusão
da SYNTEKO e da
PROSINT QUÍMICA,
que já integravam
o grupo. A GPC nasce
com um faturamento
de R$ 500 milhões
e se consolida como
maior companhia
química do
país nos
segmentos de resina
uréia/formol
e metanol. Os planos
para dinamizar e
expandir a GPC QUÍMICA
passam por investimentos
da ordem de R$ 23
milhões para
aumentar a produção
da resina uréia/formal,
das atuais 280 mil
para 445 mil toneladas/ano
até 2009,
nas fábricas
de Gravataí
(RS) e Araucária
(PR). A empresa
tem ainda uma terceira
unidade industrial
de resina, em Uberaba
(MG). A meta da
nova empresa é
ampliar o faturamento
dos atuais R$ 500
milhões para
R$ 1 bilhão
nos próximos
quatro anos. Segundo
seus cálculos,
a fusão da
SYNTEKO com a PROSINT
gerou sinergia de
R$ 20 milhões.
Valor
Econômico
NOVA
PETROQUÍMICA
VAI FABRICAR PLÁSTICO
COM GLICERINA DE
SOJA
A
NOVA PETROQUÍMICA
dará no próximo
ano sua arrancada
na produção
de resina de plástico
a partir de fontes
renováveis.
A empresa deve ser
a primeira no mundo
a fazer plástico
a partir da glicerina
residual do biodiesel,
informou o Gerente
de Tecnologia da
companhia e um dos
idealizadores da
resina, Pedro Boscolo.
Com isso, substituirá
matérias-primas
de petróleo.
A empresa desenvolveu
tecnologia, e já
registrou patente,
da Bios, família
de plásticos
de polipropileno
(usado em embalagens
e autopeças)
que ganha produção
industrial em 2009.
Com o boom na produção
de biocombustíveis
no País,
somente este ano
haverá uma
oferta extra de
105 mil toneladas
dessa glicerina,
que seria incinerada.
"Encontramos
uma alternativa
para crescer com
custos muito baixos
e usando um resíduo",
disse Boscolo. A
previsão
da NOVA PETROQUÍMICA
é de que
até 2013
esse volume deverá
ser de 250 mil toneladas.
A companhia, que
terá uma
unidade piloto já
em 2009 em Mauá
(SP), planeja levar
a produção
em escala reduzida
até 2011,
quando pretende
investir cerca de
US$ 50 milhões
na construção
de uma fábrica
para 100 mil tonelada
ao ano de propeno
verde. A fábrica
de alta escala da
resina verde deve
ficar em São
Paulo ou no Rio
de Janeiro.
Gazeta
Mercantil
OXITENO,
DO GRUPO ULTRA,
AMPLIA CAPACIDADE
NA BAHIA E EM SP
Os
planos de investimentos
da OXITENO,
unidade petroquímica
do grupo ULTRA,
totalizarão
R$ 650 milhões
no biênio
2008 e 2009. Desse
total, R$ 480 milhões
serão gastos
este ano, informou
João Benjamin
Parolin, Diretor
Superintendente
da empresa. Um dos
investimentos previstos
é a ampliação
da capacidade de
produção
de sulfatados em
50%, na unidade
de produção
de Suzano, em São
Paulo, que receberá
R$ 20 milhões,
por conta da alta
demanda por itens
de higiene e limpeza,
como detergentes,
por exemplo. Além
da expansão
da capacidade de
sulfatação,
estão previstos
outros investimentos
para aumentar a
capacidade de produção
de especialidades
químicas
em Camaçari
(BA). A unidade
de São Paulo
também deve
receber investimentos
ao longo desse ano.
A área de
especialidades é
responsável
por 75% do faturamento
da empresa. Em 2007,
o crescimento do
volume de produção
de especialidades
foi de 18%, ante
o crescimento total
de 14%, para 621
mil toneladas. Para
2008, a previsão
é de "um
crescimento forte",
disse.
Gazeta
Mercantil
Serviços
CYRELA
PARTE PARA CORRETAGEM
E NEGOCIA CONTROLE
DA ABYARA
A
CYRELA
BRAZIL REALTY
está prestes
a se tornar uma
companhia que faz
"barba, cabelo
e bigode",
como já se
brinca no mercado
imobiliário.
Na liderança
da incorporação
residencial e disputando
o topo da incorporação
e administração
comercial (edifícios
corporativos, shoppings
e imóveis
industriais), a
empresa pode finalizar
dentro de dois meses
a aquisição
da imobiliária
ABYARA.
Incorporadores concorrentes
e analistas do mercado
já vinham
acenando uma posição
da imobiliária
em busca de bons
parceiros para fusão
ou mesmo de um bom
comprador. "A
ABYARA está
se oferecendo",
afirma um executivo
à frente
de incorporadora
carioca. Criada
em 1995 para consultoria
e corretagem, a
ABYARA passou a
atuar também
em incorporação
para incrementar
receita e tornar
o negócio
mais dinâmico.
Outra que desponta
nesse segmento é
a BRASIL
BROKERS, que
tem nas aquisições
a principal estratégia
de crescimento.
A empresa tem feito
consecutivas mas
econômicas
compras desde que
abriu capital, com
a Frema . No terceiro
trimestre de 2007,
somou vendas de
R$ 887 milhões,
contra R$ 635 milhões
da ABYARA no período.
Gazeta
Mercantil
TARPON
INJETA R$ 250 MILHÕES
NA DIRECIONAL
Os
planos de oferta
inicial de ações
não deram
certo, por conta
do momento desfavorável
do mercado acionário,
mas a mineira DIRECIONAL
ENGENHARIA conseguiu
captar exatamente
o volume que pretendia
com o IPO. Vendeu
25% de seu capital
para a gestora de
recursos e de private
equity TARPON INVESTMENTS,
por R$ 250 milhões.
É o primeiro
aporte da TARPON
no setor de construção,
através do
fundo Tarpon All
Equities. "Conhecemos
a reputação
da DIRECIONAL, sabemos
que ela tem o time
certo, atuando com
diversificação
geográfica
e com margens de
retorno melhores
que a média
do mercado",
afirma Pedro de
Andrade Faria, sócio
da TARPON INVESTMENTS.
A TARPON vem avançando
em diferentes setores,
tendo adquirido
participações
relevantes em companhias
como a calçadista
AREZZO, a empresa
de agronegócios
BRASILAGRO e a BRENCO.
A carteira total
de negócios
totaliza R$ 3 bilhões,
somente em investimento
de private equity
são R$ 360
milhões.
Há fôlego
para mais investimentos.
"Temos ainda
recursos da abertura
de capital, da ordem
de R$ 200 milhões
para novos aportes".
Gazeta
Mercantil
GAFISA
ELEVA RECEITA EM
77% PARA R$ 1,17
BILHÃO EM
2007
A
incorporadora e
construtora GAFISA
elevou em 77% sua
receita líquida
no ano passado,
para R$ 1,17 bilhão,
em comparação
ao exercício
anterior. As novatas
FIT RESIDENCIAL
e BAIRRO NOVO, joint-venture
com ODEBRECHT, ainda
não tiveram
participação
relevante no caixa,
mas representaram
um volume de lançamentos
de R$ 238 milhões
no quarto trimestre,
no montante de R$
1,03 bilhão
lançados
no período.
O lucro por ação
(ajustado), saltou
de R$ 0,76 para
R$ 1,15, com o impacto
dos gastos da oferta
de ações,
os dividendos dos
acionistas ficam
em R$ 0,87 por ação.
A margem bruta da
empresa melhorou
de 29,8% para 32%
no acumulado do
ano, alavancada
pela margem de 36,1%
nos três últimos
meses. Entretanto,
a expectativa é
um impacto a partir
do segundo semestre
deste ano, com o
aumento de participação
dos empreendimentos
econômicos
no volume de negócios.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
ACER
ULTRAPASSA DELL
NO MERCADO DE NOTEBOOKS
E SE APROXIMA DA
HP
A chinesa ACER
ultrapassou, no
último trimestre
de 2007, a norte-americana
DELL
no mercado mundial
de notebooks, e
passou a ser a segunda
maior desse segmento,
atrás apenas
da HEWLETT-PACKARD
(HP). Entre
outubro e dezembro,
o mercado mundial
de notebooks cresceu
41% em relação
ao mesmo período
de 2006. No total,
foram vendidas 33,09
milhões de
unidades em todo
o mundo que, comparadas
com o terceiro trimestre
de 2007, indica
aumento de 14% no
mercado. A previsão
para este ano é
que o mercado de
notebooks continue
crescendo e atinja
a marca de 135 milhões
de unidades vendidas
no fechado entre
janeiro e dezembro.
Valor
Econômico
Têxtil
& Couro
LOTTO
INGRESSA NO NORDESTE
E BUSCA EXPANSÃO
NACIONAL
Há
menos de um ano
no Brasil, a italiana
LOTTO,
fabricante de materiais
esportivos que em
2006 faturou R$
277 milhões
e está presente
em 80 países,
é ambiciosa
ao discorrer sobre
seus planos no País:
sua meta para 2008
é triplicar
os pontos-de-venda,
passando dos atuais
700 para 2,1 mil,
e ser a terceira
marca de material
esportivo do mercado
nacional. A empresa
afirma que já
iniciou negociações
com times do eixo
Rio e São
Paulo. O mais novo
passo na estratégia
é a chegada
ao Nordeste. O alvo
da investida é
a maior torcida
de Pernambuco: a
do Sport Clube do
Recife, estimada
em 4,2 milhões
de torcedores pelo
Instituto Opine.
A LOTTO fechou contrato
de fornecimento
da nova camisa do
Sport, já
disponível
em lojas especializadas
de todo o País
e no Espaço
Sport, uma loja
de 600 m inaugurada
recentemente na
sede do Clube, no
Recife. O investimento
no Espaço
Sport é de
quase R$ 2 milhões
e será repetido
na abertura de lojas
de outros clubes
patrocinados pela
marca no país,
Atlético
Mineiro, Coritiba,
Goiás e Bahia.
Para o Vice-Presidente
da LOTTO nas Américas,
Diego Devetac, a
aposta no Brasil
é importante
para desenvolver
a marca nas Américas.
No Brasil, o foco
inicial da LOTTO
é o futebol
e o tênis,
com linhas da Lotto
Sport Itália
e as desenvolvidas
para o mercado nacional.
Mais adiante, deverão
chegar os produtos
de extensão
da marca como relógios,
perfumes e óculos.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
GANHO
DE PRODUTIVIDADE
DÁ À
GM 'FÁBRICA'
DE R$ 1,5 BILHÃO
Nos
quase 40 anos em
que está
na GM
do Brasil, este
é o melhor
momento vivido por
José Eugênio
Pinheiro, comandante
de um exército
de pessoas e fábricas
dentro do âmbito
da região
LAMM, que inclui
América Latina,
África e
Oriente Médio.
"O momento
é verdadeiramente
gratificante. Estamos
aumentando a produção
para dar resposta
ao mercado, com
isso estamos gerando
empregos e ganhando
dinheiro, o que
ocorre desde 2006".
O ciclo de prosperidade
veio depois de um
período,
entre 1998 a 2005,
de "vacas magérrimas",
mas que ajudou a
corporação
a refletir. Nessa
nova onda, a GM
do Mercosul partiu
para uma quebra
de paradigmas. Os
frutos do comprometimento
são visíveis.
Em dois anos, todas
as quatro fábricas
da região
do Mercosul, Gravataí,
São Caetano,
São José
dos Campos e Rosário,
na Argentina, deram
saltos de produtividade.
O momento agora,
é de expansão
de turnos. Em São
Caetano, já
se está selecionando
as 600 pessoas que
serão admitidas
para a linha de
montagem. Além
dos 600 empregos
já anunciados,
a unidade de São
Caetano deverá
nos próximos
dias ser contemplada
com outro volume
igual de contratações.
A área de
manufatura que José
Eugenio comanda
na região
LAAM reúne
um total de 15 fábricas
espalhadas pelo
Quênia, África
do Sul, Colômbia,
Venezuela, Equador,
Chile, Argentina
e Brasil. Estas
unidades respondem
por cerca de 10%
da produção
total da GM, de
10 milhões
de veículos.
Gazeta
Mercantil
Varejo
CARREFOUR
CONFIRMA A LIDERANÇA
NO RANKING DE SUPERMERCADOS
EM 2007
Após
sete anos, o CARREFOUR
voltou à
liderança
do ranking das 20
maiores empresas
do setor supermercadista.
Em 2007, o grupo
francês faturou
R$ 19,3 bilhões
no país,
superando o PÃO
DE AÇÚCAR,
que estava na liderança
desde 2000 e teve
faturamento de R$
18,8 bilhões.
O WAL-MART ficou
em terceiro lugar,
com faturamento
de R$ 15 bilhões.
Em 2006, o WAL-MART
havia faturado R$
12,9 bilhões,
ficando apenas R$
2 mil à frente
do CARREFOUR. No
mesmo período,
o grupo PÃO
DE AÇÚCAR
havia faturado R$
16,5 bilhões.
Com esse resultado,
o CARREFOUR supera
o GRUPO PÃO
DE AÇÚCAR
em vendas brutas
no ranking da Abras
pela primeira vez
desde o ano 2000.
O grupo francês
conquistou a posição
de "número
um" do setor
no Brasil com a
compra da rede brasileira
ATACADÃO.
O PÃO DE
AÇÚCAR
por sua vez, entrou
no "atacarejo"
com a compra da
rede ASSAI. Com
14 lojas, a ASSAI
fatura R$ 1,15 bilhão
ao ano.
Valor
Econômico
NUTTY
BAVARIAN FOCA NE
A
franquia NUTTY
BAVARIAN, que
comercializa castanhas
glaceadas, quer
intensificar sua
presença
no Nordeste. A rede
possui hoje 3 pontos-de-venda
na região
(Ceará, Pernambuco
e Sergipe) e das
14 unidades planejadas
para abertura este
ano, seis serão
em cidades nordestinas.
A escolha da região
como foco do plano
de expansão
se deu, segundo
a Gerente de Marketing
e Vendas Camila
Pacheco, porque
a marca já
está consolidada
no Sudeste, Centro-Oeste
e Sul. Depois de
ter aberto 14 quiosques
em 2007, a rede
pretende elevar
dos atuais 58 para
72 o número
de unidades espalhadas
pelo Brasil, registrando
um crescimento de
25% no número
de pontos-de-venda.
Gazeta
Mercantil
MAKRO
REAGE À CONCORRÊNCIA,
ABRE LOJAS E LANÇA
CARTÃO
Conhecido
por seu conservadorismo,
o atacadista holandês
MAKRO
começa a
adotar estratégias
já praticadas
por alguns de seus
concorrentes. Resiste
à idéia
de que estaria reagindo
ao crescimento do
formato atacarejo
(mistura de atacado
e varejo), mas começa
a testar a expansão
com formato de lojas
menores e também
vai aceitar cartão
de crédito.
A empresa que sempre
desprezou o plástico
como forma de pagamento
acaba de lançar
seu cartão
de crédito
próprio e
bandeirado (MASTERCARD
e VISA), em parceria
com o IBI. O teste
com lojas menores,
que também
está sendo
feito na Argentina,
vai começar
no Brasil pela cidade
de São Paulo,
no bairro Itaim
Bibi, em até
três meses.
A idéia é
atender diariamente
os clientes que
são foco
da empresa: o segmento
chamado pelo MAKRO
de "horeca"
(hotéis,
restaurantes e catering),
que respondem por
cerca de 27% das
vendas da empresa.
Gazeta
Mercantil