Sexta-feira, 21/03/2008
Ano VIII – edição 315

Agrobusiness

FRIGORÍFICOS ENTRAM EM NOVAS ÁREAS

Depois de concentrar suas compras nos últimos anos em abatedouros e indústrias de carne bovina, os grandes frigoríficos brasileiros estão cada vez mais voltando seu foco para as empresas de frangos, suínos e lácteos, como forma de diversificar a atividade. Após a compra da VIGOR, fabricante de produtos lácteos, pelo FRIGORÍFICO BERTIN, e da entrada do FRIBOI na área de suínos, com a compra da americana SWIFT, no ano passado, dessa vez é a MARFRIG, outra gigante da área de bovinos, que entra em um novo segmento. A empresa anunciou a compra da PENAPAULO, dona da marca PENA BRANCA, por US$ 53 milhões. O grupo também comunicou a aquisição da DAGRANJA AGROINDUSTRIAL por US$ 58 milhões. Com os dois negócios, a MARFRIG inicia as atividades na avicultura com capacidade de abate de 780 mil frangos por dia.

Valor Econômico

JBS CHEGA PERTO DA GIGANTE AMERICANA DE ALIMENTOS TYSON

Se a JBS-FRIBOI já era top no ano passado, com a compra da SWIFT, tornando-se a maior indústria de carne bovina do mundo, agora, se transforma em "über" (assim como a Gisele Bundchen), ao adquirir três outras empresas nos Estados Unidos e na Austrália. Com 120 unidades, a JBS somará um faturamento de US$ 21,5 bilhões, chegando perto da gigante mundial de alimentos, a TYSON FOODS, estimado em US$ 25 bilhões. E somará abate diário de 79,2 mil bovinos, equivalentes a 10% do mercado mundial. A JBS também amplia a sua atuação como "empresa de alimentos", tanto em bovinos, quanto em suínos e ovinos, como também em alimentos prontos.

Gazeta Mercantil

Farmacêutico, Cosméticos & Higiene

NEUTROGENA INVESTE EM REFORÇO DE MARCA

Depois de dez anos de presença no mercado brasileiro, a NEUTROGENA (JOHNSON&JOHNSON) lança sua primeira campanha institucional no País. Presente em um mercado que movimentou em 2006 um total de R$ 1,3 bilhão em vendas líquidas e tem uma projeção de fechar 2008 com um montante de R$ 1,5 bilhão, a marca espera, com essa ação, ampliar sua participação no setor. "O segmento de cuidados com a pele tem crescido a uma média de 10% a 15% ao ano. O objetivo é estar presente em todas as categorias desse mercado", comenta a Gerente de Marketing da NEUTROGENA, Carolina Ancona Lopez. No segmento de produtos para o corpo, por exemplo, a liderança está com a NIVEA, com uma participação de 23,7%. O segundo lugar é ocupado por DOVE, com 10,6%, e o terceiro por VASENOL, com 7,9%, o que confere uma participação total de 18,5% para a UNILEVER, controladora de ambas as marcas . O objetivo da companhia para 2008 é no mínimo repetir o crescimento de 15%. Sem divulgar a participação da marca nos negócios da companhia no Brasil, Carolina revela que o faturamento global da J&J no ano passado, somando todas as divisões da empresa, consumidor, farmacêutica e médico-diagnóstica, foi de US$ 61,1 bilhões. NEUTROGENA teve um faturamento mundial de US$ 1,1 bilhão e é considerada a 10ª maior marca de cuidados com a pele do mundo. No Brasil, em 2007, a marca contou com o lançamento de oito produtos, o que ajudou no crescimento de cerca de 50% registrado nas vendas. Já a perspectiva para este ano é de uma expansão de 25%.

Gazeta Mercantil

Financeiro

VENDA DA MARSH CRESCE 4% COM CANAIS ALTERNATIVOS DE DISTRIBUIÇÃO

A subsidiária brasileira do grupo MARSH & MCLENNAN COMPANIES (MMC), dono de uma das maiores corretoras de seguros do mundo, teve alta de 4% no volume de prêmios em 2007 no Brasil, para R$ 1,34 bilhão. A área de afinnity, segmento que vende seguro para a base de clientes de varejistas, concessionárias de serviços e instituições financeiras, puxou a expansão do grupo, com crescimento de 31% no volume de prêmios, para R$ 342 milhões. "O número de clientes cresceu de 3,3 milhões para 5 milhões neste último ano. É uma área que estamos investindo muito para trazer um equilíbrio no mix de produtos e assim melhorar ainda mais a rentabilidade do grupo", diz Flávio Bauer, Presidente da MARSH BRASIL.

Gazeta Mercantil

SAFRA REGISTRA LUCRO DE R$ 830 MILHÕES

O BANCO SAFRA registrou lucro líquido de R$ 830,9 milhões em 2007. O valor é 6% acima dos R$ 782 milhões apurados pela instituição ao final de 2006. O grupo encerrou 2007 com R$ 63,2 bilhões em ativos, o que equivale a um aumento de 21% na comparação com igual período do exercício anterior, que foi de R$ 55,4 bilhões. O patrimônio líquido somou R$ 3,9 bilhões. Entre os destaques do período estiveram as operações de administração de recursos de clientes de alta renda e as de arrendamento mercantil (leasing), conforme balanço publicado. O SAFRA possui 115 agências e 19 postos bancários. Da rede de agências que o banco mantém, a grande maioria, 72, está concentrada nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Valor Econômico

SWISS RE INVESTE NO TRANSPORTE MARÍTIMO

A SWISS RE, maior resseguradora do mundo, começa a conquistar os clientes brasileiros de transporte marítimos num bom momento. No último dia 25, piratas atacaram um navio no Porto de Santos e levaram 15 televisores de plasma. Este tipo de acontecimento, comum na Ásia e uma novidade no território brasileiro, ajuda a divulgar mais um seguro hoje pouco contratado no Brasil. "É um mercado fantástico para nós e acreditamos que este segmento irá crescer muito aqui com a abertura do resseguro pela tecnologia e boas soluções que, como líderes de mercado, podemos compartilhar com os clientes locais", diz Peter Sydenham, principal executivo do segmento "marine" da maior resseguradora do mundo. Ele, que controla todas as operações de marine da SWISS RE de Londres, veio ao Brasil para conversar com potenciais clientes neste segmento e prestigiar o primeiro seminário de "Transporte de Carga", ministrado por profissionais do centro de estudo da SWISS RE. Sydenham conta que este mercado movimenta prêmios mundiais de seguros próximos a US$ 20 bilhões. A América Latina é responsável por US$ 2,5 bilhões, sendo o maior mercado o México.

Gazeta Mercantil

GANHO DO BANCO MERCANTIL DO BRASIL CRESCE 86% EM 2007

BANCO MERCANTIL DO BRASIL registrou lucro líquido de R$ 36,7 milhões em 2007, um crescimento de 86% em relação ao ano anterior. Segundo o Diretor Executivo do banco, André Brasil, o resultado foi impulsionado pela expansão de 34% da carteira de crédito, para R$ 3,7 bilhões. "O ano de 2007 ficou acima das nossas expectativas. Esperávamos um aumento entre 25% e 30% nas operações de crédito, mas crescemos acima das nossas projeções e do mercado", destaca. A carteira de pessoa física foi destaque, com expansão de 59%, para R$ 1 bilhão, informa o Diretor. A atuação do MERCANTIL DO BRASIL no varejo está concentrada no crédito consignado, que cresceu 63% e atingiu R$ 555 milhões. A meta para 2008 é aumentar o volume da carteira em 30%. O banco pretende continuar expandindo a base de convênios e de correspondentes no segmento público, nas esferas federal, estadual e municipal.

Valor Econômico

CITIBANK LUCRA R$ 1,7 BI NO BRASIL

O CITIBANK teve lucro líquido de R$ 1,7 bilhão no Brasil no ano passado. E isso por conta de receitas extraordinárias acima de R$1 bilhão com a venda de participação na REDECARD (R$ 895 milhões), empresa que credencia estabelecimentos para a MASTERCARD e a DINERS, e na Bovespa e BM&F. Se descontados esses itens, o lucro do banco foi de R$ 551 milhões, ainda assim "um resultado fantástico", segundo destaca o Presidente do banco no Brasil Gustavo Marin, o resultado, além de significar a reversão do prejuízo de R$ 50 milhões registrado no País em 2006, contribuiu para o grupo fazer caixa diante dos rombos gerados pela crise imobiliária nos Estados Unidos.

Valor Econômico

Material de Construção

ETERNIT ELEVA PRODUÇÃO E PREVÊ REAJUSTES DE PREÇOS

O aquecimento do mercado imobiliário em 2007 fez com que a ETERNIT, líder em telhas de fibrocimento, entrasse em 2008 usando 100% de sua capacidade. A empresa corre contra o tempo para ampliar sua produção e atender a demanda, que deve ficar bem maior este ano com o início de projetos residenciais no País. Nesta esteira de oferta baixa a empresa vai negociar mais 10% de reajuste durante este ano. Já houve reajuste de 5% em 2008. "A intenção é recuperar margens e chegar aos preços de 2004. A oferta está tão alta que estamos dando prazo, de uma semana, para a entrega de alguns produtos", disse o Presidente da ETERNIT, Élio Martins. A empresa conseguiu aumentar sua produção de 7 mil toneladas ao mês para 10 mil toneladas em 2007. No próximo mês inaugura uma nova fábrica em Goiás e outra em 2009 no Paraná, que teve investimento recém-aprovado pela empresa. "A idéia é crescer de 10% a 15% a cada ano. E mesmo assim não sabemos se isso atenderá à demanda crescente no País. O investimento em 2008 será bem maior do que em 2007", disse o executivo.

Gazeta Mercantil

Química & Petroquímica

EXXON VAI APLICAR R$ 25 BI ESTE ANO

A EXXON MOBIL planeja aumentar seus investimentos em cerca de 20%, para R$ 25 bilhões em 2008, enquanto trabalha para iniciar grandes projetos em um ambiente de aumento de custos em toda a indústria petrolífera, anunciou a maior companhia dos Estados Unidos. O Presidente Executivo, Rex Tillerson, afirmou que o aumento no investimento se deve em parte ao cronograma dos novos projetos. A EXXON informou que planeja participar no início das operações de 19 grandes projetos de gás e petróleo até 2010, o que deve adicionar cerca de 725 mil barris diários de óleo equivalente no auge de produção. A companhia espera que 12 projetos importantes comecem a produzir este ano.

Gazeta Mercantil

Telecomunicações & Informática

ESYS COLIBRI JUNTA LOJAS FÍSICAS E VIRTUAIS

A empresa ESYS COLIBRI investiu R$ 1,5 milhão no desenvolvimento de um software voltado ao comércio varejista para comunicação on-line entre pontos-de-venda e a internet. Entre os objetivos se encontra uma maior agilidade da informação e um maior controle nas vendas. Além de possibilitar uma interação com o consumidor, como envio de mensagem por e-mail e o link para verificar a compra e conseguir unificar as negociações entre a loja física e a virtual. A pesquisa no software Colibri X-Pos, lançado a um mês, teve início em julho de 2005 com a intenção de corrigir o problema e avançar em outros aspectos mercadológicos, denominado pela ESYS COLIBRI como "operação multicanal de vendas". Essa ferramenta fornece maior segurança ao lojista e prevê um controle sobre a não declaração de uma venda por parte do caixa da loja. Isto acontece pelo fato de o ponto de venda estar on-line e ser monitorado por uma central.

Gazeta Mercantil

UNIÃO DE SETE COMPANHIAS CRIA A VIRTUS

Com a consolidação do mercado de tecnologia de informação, a vida de fornecedores de menor porte fica cada vez mais difícil. Para ganhar musculatura, sete empresas brasileiras decidiram se unir e criar a VIRTUS, especializada em softwares e serviços para a gestão da infra-estrutura de TI de companhias. A companhia nasce com um faturamento estimado em cerca de R$ 100 milhões neste ano e se apresenta como alternativa nacional às grandes multinacionais HP, IBM e CA. O movimento de fusão, inédito no mercado brasileiro, foi liderado pela AUTOMATOS (software) e pela DEDALUS (serviços) e começou a ser desenhada em meados do ano passado. Aderiram também à empreitada a TRELLIS, INTELEKTO, BIOSALC, VISIONNAIRE e VOLANS. Além dos acionistas das sete companhias, são acionistas da VIRTUS a INTEL CAPITAL, braço de investimentos de capital de risco da fabricante de chips, e a holding brasileira IDEIASNET, as duas já eram sócias da AUTOMATOS. "A lógica da criação da VIRTUS foi oferta. Já tínhamos um relacionamento anterior, fazíamos vendas cruzadas e chegamos a um modelo de fusão de empresas com forças complementares", diz o Presidente da nova empresa e fundador da AUTOMATOS, André Fonseca. O executivo sabe que o grande desafio será a integração das diferentes empresas, mas avalia que o tamanho da oportunidade vale o esforço. Segundo Fonseca, juntas as companhias tem uma carteira de 1.000 clientes no Brasil e no exterior e só com vendas cruzadas é possível triplicar os negócios em até três anos.

Gazeta Mercantil

TIM REVERTE PREJUÍZO DE 2006 COM LUCRO DE R$ 76,1 MILHÕES

A TIM fechou o balanço de 2007 com lucro líquido de R$ 76,1 milhões, o que significa ter revertido prejuízo de R$ 285,5 milhões amargado em 2006. No último trimestre do ano passado, houve ganho de R$ 183,4 milhões. O Presidente da operadora, Mario Cesar Pereira Araujo, afirmou que a rentabilidade foi obtida num ano marcado pelo cumprimento de metas, convergência entre telefonia fixa e celular, segmentação da clientela por perfil e compra de radiofreqüências. A receita líquida da operadora cresceu 9,7%, para R$ 3,4 bilhões no último trimestre, enquanto no acumulado do ano atingiu R$ 12,34 bilhões, um valor 22,7% superior ao apurado no ano de 2006.

Valor Econômico

TOTVS QUER REVENDAS ENTRE MAIORES DO PAÍS

Após ampliar a margem de lucro em 2007 e próximo de completar neste mês dois anos negociando suas ações na Bovespa, o grupo brasileiro de software TOTVS dedica 2008 a um plano de expansão, baseado na integração de vendas de suas diferentes linhas de produtos. Segundo conta o Presidente e co-fundador, Laércio Cosentino, o objetivo é integrar as revendas a ponto de ter, além da própria TOTVS, pelo menos quatro das cinco maiores empresas de venda de software do Brasil trabalhando apenas com seu ERP (sistema de gestão). Há atualmente 120 companhias no País vendendo produtos dela, por todo o território, que serão transformadas em 60. "As melhores devem ser consolidadoras em suas regiões. Quero empresas mais fortes, mais parrudas", diz. A TOTVS já é maior empresa de software do País, seguida pela rival catarinense DATASUL.

Gazeta Mercantil

NEC UNIFICA OPERAÇÃO PARA DOBRAR RECEITA

A NEC CORPORATION anunciou a unificação de suas duas operações no País, como parte de estratégia para atingir faturamento de US$ 600 milhões até 2011, o que representará dobrar o negócio. A NEC SOLUTIONS BRASIL, criada para fornecer para o mercado corporativo em diversos setores, e NEC DO BRASIL, voltada a vender às teles, passam a operar unificadas como NEC BRASIL. O objetivo é manter o País contribuindo com cerca de 60% até 2011 do faturamento da América Latina, quando a empresa espera atingir US$ 1 bilhão na região.

Valor Econômico

OI LUCRA MAIS, DEVE MENOS E DUPLICA INVESTIMENTO ESTE ANO

A OI fechou 2007 com o maior lucro já registrado, de R$ 2,4 bilhões, superior em 80% ao de 2006. Receita bruta e líquida avançaram 4%, para R$ 25 bilhões e R$ 17,6 bilhões. Em teleconferência com a imprensa, o Diretor de Finanças e Relações com Investidores da companhia, José Luís Salazar, afirmou que a contribuição principal para a rentabilidade foi a operação móvel, cujo lucro cresceu 230,4%, para R$ 456 milhões. A receita operacional bruta da divisão móvel aumentou 17% enquanto a líquida cresceu 18%, para R$ 4,2 bilhões. A receita com serviços móveis cresceu 28%, para R$ 5 bilhões.

Gazeta Mercantil

Transporte & Logística

FIAT DISCUTE A SUA EXPANSÃO COM GOVERNO MINEIRO

O Presidente da FIAT DO BRASIL, Cledorvino Belini, receberá autoridades estaduais e prefeitos municipais envolvidos com o programa de expansão do grupo em Minas, que totalizará R$ 5 bilhões nos próximos meses. Também comparecerão os principais executivos das outras cinco empresas do grupo contempladas no empreendimento, já que Belini dirige também a planta de produção de automóveis. O objetivo do encontro será o acompanhamento dos processos de liberação do financiamento e de outras iniciativas que cabem ao setor público. O prefeitura de Betim doou um terreno de 1,5 milhão de metros quadrados à FIAT AUTOMÓVEIS para realizar a expansão da fábrica de automóveis. A área está localizada bem ao lado e tem as mesmas dimensões das atuais instalações industriais. O terreno quase foi oferecido anteriormente à fábrica indiana de automóveis Tata Motors, há dois anos, quando esta empresa manifestou seu interesse em se instalar no Brasil. Em seu processo de expansão, a FIAT planeja a produção de 1 milhão de veículos no Mercosul nos próximos anos. Líder do mercado brasileiro desde o início da década, a montadora tem tomado decisões na frente da concorrência, no sentido de ampliar suas operações no País. Além de liderar no Brasil, a empresa tem planos de conquistar pelo menos 13% do mercado sul-americano.

Gazeta Mercantil

SUNDOWN GANHA

Parecia impossível, mas aos poucos a participação da HONDA no mercado de motocicletas vem diminuindo. E quem imaginava que a YAMAHA seria a concorrente capaz de colocar em prática tal façanha parece ter se enganado, já que a brasileira SUNDOWN é a empresa que mais vem ampliando a fatia no bolo do mercado nacional. Para efeito de comparação, a HONDA chegou a representar 88,6% do mercado de motocicletas brasileiro em 2000. Naquele ano, a YAMAHA, segunda no ranking, detinha apenas 8,9%. Em 2002, quando as vendas da SUNDOWN começaram a ser contabilizadas pela Abraciclo, entidade que representa as montadoras, a HONDA detinha 86,1%, a YAMAHA 12,5% e a fabricante brasileira míseros 0,4%. No final de 2007 a líder havia caído para 79,8%, a vice havia subido para 14,2%, resultado muito próximo do obtido em 2005 e 2006, e a SUNDOWN já havia pulado para 5,5% de participação. A perda de participação não significa redução das vendas. Pelo contrário, a HONDA produz e vende cada vez mais.

Valor Econômico

DELTA AMPLIA CARGAS COM SEU NOVO CD

Buscando uma nova fase de expansão em seus negócios de logística, a DELTA realizou investimento de R$ 1,5 milhão na construção de um centro de distribuição para cross-docking em Barueri (região metropolitana de São Paulo). De acordo com a companhia, cerca de 80% do investimento foi destinado à infra-estrutura. Com o restante do capital aplicado, a empresa obteve tecnologia, que permitirá ampliar em 15% o espaço total para armazenagem da DELTA. A atividade antes era realizada nos dois centros de distribuição da empresa em Barueri. Com a nova unidade destinada exclusivamente à movimentação rápida, a empresa de logística conseguiu um rearranjo das operações, que resultou no aumento de 80% na capacidade de movimentação de mercadoria em toda a Delta. A DELTA espera faturar R$ 65 milhões em 2008, R$ 10 milhões a mais do que foi faturado em 2007, dos quais estima-se que R$ 4 milhões serão gerados pela nova unidade.

Gazeta Mercantil

LOCAR PROGRAMOU INVESTIMENTO DE R$ 200 MILHÕES PARA 2008

Depois de investir R$.90 milhões em 2007, a LOCAR TRANSPORTES E GUINDASTES está mais do que dobrando a injeção de recursos para 2008, quando destinará R$ 200 milhões. O aumento de investimento busca acompanhar a expansão dos negócios da empresa, de capital 100¨% nacional. "Estamos crescendo muito em serviços de apoio às áreas de mineração e petróleo", disse Julio Eduardo Simõess, Diretor-Presidente da LOCAR, que ano passado faturou R$ 185 milhões e para este ano prevê R$ 270 milhões, uma expansão de de 45%. Do investimento de R$ 200 milhões programado para este ano, 50% será para compras de guindastes no exterior e outra metade irá para aquisição de caminhões e carretas no mercado interno. A LOCAR tem hoje frota de 670 equipamentos entre guindastes telescópicos e treliçados sobre pneus e esteiras; cavalos mecânicos (com capacidade de 40 a 500 toneladas) e carretas de vários tipos. De capital 100% brasileiro, a Locar tem hoje 1,6 mil funcionários distribuídos na matriz, em Guarulhos (SP) e nas bases de Contagem (MG), Camaçari e Pojuca (BA), Vitória (ES) e no Rio. A empresa está listada no ranking 2007 da Cranes Today, publicação especializada em guindastes, na 29ª posição entre as maiores do mundo. Tem em carteira cerca de 200 clientes ativos.

Gazeta Mercantil




 

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