Agrobusiness
FRIGORÍFICOS
ENTRAM EM NOVAS
ÁREAS
Depois
de concentrar suas
compras nos últimos
anos em abatedouros
e indústrias
de carne bovina,
os grandes frigoríficos
brasileiros estão
cada vez mais voltando
seu foco para as
empresas de frangos,
suínos e
lácteos,
como forma de diversificar
a atividade. Após
a compra da
VIGOR, fabricante
de produtos lácteos,
pelo FRIGORÍFICO
BERTIN, e da
entrada do FRIBOI
na área
de suínos,
com a compra da
americana SWIFT,
no ano passado,
dessa vez é
a MARFRIG,
outra gigante da
área de bovinos,
que entra em um
novo segmento. A
empresa anunciou
a compra da PENAPAULO,
dona da marca PENA
BRANCA, por US$
53 milhões.
O grupo também
comunicou a aquisição
da DAGRANJA AGROINDUSTRIAL
por US$ 58 milhões.
Com os dois negócios,
a MARFRIG inicia
as atividades na
avicultura com capacidade
de abate de 780
mil frangos por
dia.
Valor
Econômico
JBS
CHEGA PERTO DA GIGANTE
AMERICANA DE ALIMENTOS
TYSON
Se
a JBS-FRIBOI
já era top
no ano passado,
com a compra da
SWIFT, tornando-se
a maior indústria
de carne bovina
do mundo, agora,
se transforma em
"über"
(assim como a Gisele
Bundchen), ao adquirir
três outras
empresas nos Estados
Unidos e na Austrália.
Com 120 unidades,
a JBS somará
um faturamento de
US$ 21,5 bilhões,
chegando perto da
gigante mundial
de alimentos, a
TYSON FOODS, estimado
em US$ 25 bilhões.
E somará
abate diário
de 79,2 mil bovinos,
equivalentes a 10%
do mercado mundial.
A JBS também
amplia a sua atuação
como "empresa
de alimentos",
tanto em bovinos,
quanto em suínos
e ovinos, como também
em alimentos prontos.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
NEUTROGENA
INVESTE EM REFORÇO
DE MARCA
Depois
de dez anos de presença
no mercado brasileiro,
a NEUTROGENA
(JOHNSON&JOHNSON)
lança sua
primeira campanha
institucional no
País. Presente
em um mercado que
movimentou em 2006
um total de R$ 1,3
bilhão em
vendas líquidas
e tem uma projeção
de fechar 2008 com
um montante de R$
1,5 bilhão,
a marca espera,
com essa ação,
ampliar sua participação
no setor. "O
segmento de cuidados
com a pele tem crescido
a uma média
de 10% a 15% ao
ano. O objetivo
é estar presente
em todas as categorias
desse mercado",
comenta a Gerente
de Marketing da
NEUTROGENA, Carolina
Ancona Lopez. No
segmento de produtos
para o corpo, por
exemplo, a liderança
está com
a
NIVEA, com uma
participação
de 23,7%. O segundo
lugar é ocupado
por DOVE,
com 10,6%, e o terceiro
por VASENOL,
com 7,9%, o que
confere uma participação
total de 18,5% para
a UNILEVER,
controladora de
ambas as marcas
. O objetivo da
companhia para 2008
é no mínimo
repetir o crescimento
de 15%. Sem divulgar
a participação
da marca nos negócios
da companhia no
Brasil, Carolina
revela que o faturamento
global da J&J
no ano passado,
somando todas as
divisões
da empresa, consumidor,
farmacêutica
e médico-diagnóstica,
foi de US$ 61,1
bilhões.
NEUTROGENA teve
um faturamento mundial
de US$ 1,1 bilhão
e é considerada
a 10ª maior
marca de cuidados
com a pele do mundo.
No Brasil, em 2007,
a marca contou com
o lançamento
de oito produtos,
o que ajudou no
crescimento de cerca
de 50% registrado
nas vendas. Já
a perspectiva para
este ano é
de uma expansão
de 25%.
Gazeta
Mercantil
Financeiro
VENDA
DA MARSH CRESCE
4% COM CANAIS ALTERNATIVOS
DE DISTRIBUIÇÃO
A
subsidiária
brasileira do grupo
MARSH
& MCLENNAN COMPANIES
(MMC), dono
de uma das maiores
corretoras de seguros
do mundo, teve alta
de 4% no volume
de prêmios
em 2007 no Brasil,
para R$ 1,34 bilhão.
A área de
afinnity, segmento
que vende seguro
para a base de clientes
de varejistas, concessionárias
de serviços
e instituições
financeiras, puxou
a expansão
do grupo, com crescimento
de 31% no volume
de prêmios,
para R$ 342 milhões.
"O número
de clientes cresceu
de 3,3 milhões
para 5 milhões
neste último
ano. É uma
área que
estamos investindo
muito para trazer
um equilíbrio
no mix de produtos
e assim melhorar
ainda mais a rentabilidade
do grupo",
diz Flávio
Bauer, Presidente
da MARSH BRASIL.
Gazeta
Mercantil
SAFRA
REGISTRA LUCRO DE
R$ 830 MILHÕES
O
BANCO
SAFRA registrou
lucro líquido
de R$ 830,9 milhões
em 2007. O valor
é 6% acima
dos R$ 782 milhões
apurados pela instituição
ao final de 2006.
O grupo encerrou
2007 com R$ 63,2
bilhões em
ativos, o que equivale
a um aumento de
21% na comparação
com igual período
do exercício
anterior, que foi
de R$ 55,4 bilhões.
O patrimônio
líquido somou
R$ 3,9 bilhões.
Entre os destaques
do período
estiveram as operações
de administração
de recursos de clientes
de alta renda e
as de arrendamento
mercantil (leasing),
conforme balanço
publicado. O SAFRA
possui 115 agências
e 19 postos bancários.
Da rede de agências
que o banco mantém,
a grande maioria,
72, está
concentrada nos
estados de São
Paulo e Rio de Janeiro.
Valor
Econômico
SWISS
RE INVESTE NO TRANSPORTE
MARÍTIMO
A
SWISS RE, maior
resseguradora do
mundo, começa
a conquistar os
clientes brasileiros
de transporte marítimos
num bom momento.
No último
dia 25, piratas
atacaram um navio
no Porto de Santos
e levaram 15 televisores
de plasma. Este
tipo de acontecimento,
comum na Ásia
e uma novidade no
território
brasileiro, ajuda
a divulgar mais
um seguro hoje pouco
contratado no Brasil.
"É um
mercado fantástico
para nós
e acreditamos que
este segmento irá
crescer muito aqui
com a abertura do
resseguro pela tecnologia
e boas soluções
que, como líderes
de mercado, podemos
compartilhar com
os clientes locais",
diz Peter Sydenham,
principal executivo
do segmento "marine"
da maior resseguradora
do mundo. Ele, que
controla todas as
operações
de marine da SWISS
RE de Londres, veio
ao Brasil para conversar
com potenciais clientes
neste segmento e
prestigiar o primeiro
seminário
de "Transporte
de Carga",
ministrado por profissionais
do centro de estudo
da SWISS RE. Sydenham
conta que este mercado
movimenta prêmios
mundiais de seguros
próximos
a US$ 20 bilhões.
A América
Latina é
responsável
por US$ 2,5 bilhões,
sendo o maior mercado
o México.
Gazeta
Mercantil
GANHO
DO BANCO MERCANTIL
DO BRASIL CRESCE
86% EM 2007
BANCO
MERCANTIL DO BRASIL
registrou lucro
líquido de
R$ 36,7 milhões
em 2007, um crescimento
de 86% em relação
ao ano anterior.
Segundo o Diretor
Executivo do banco,
André Brasil,
o resultado foi
impulsionado pela
expansão
de 34% da carteira
de crédito,
para R$ 3,7 bilhões.
"O ano de 2007
ficou acima das
nossas expectativas.
Esperávamos
um aumento entre
25% e 30% nas operações
de crédito,
mas crescemos acima
das nossas projeções
e do mercado",
destaca. A carteira
de pessoa física
foi destaque, com
expansão
de 59%, para R$
1 bilhão,
informa o Diretor.
A atuação
do MERCANTIL DO
BRASIL no varejo
está concentrada
no crédito
consignado, que
cresceu 63% e atingiu
R$ 555 milhões.
A meta para 2008
é aumentar
o volume da carteira
em 30%. O banco
pretende continuar
expandindo a base
de convênios
e de correspondentes
no segmento público,
nas esferas federal,
estadual e municipal.
Valor
Econômico
CITIBANK
LUCRA R$ 1,7 BI
NO BRASIL
O
CITIBANK
teve lucro líquido
de R$ 1,7 bilhão
no Brasil no ano
passado. E isso
por conta de receitas
extraordinárias
acima de R$1 bilhão
com a venda de participação
na REDECARD (R$
895 milhões),
empresa que credencia
estabelecimentos
para a MASTERCARD
e a DINERS, e na
Bovespa e BM&F.
Se descontados esses
itens, o lucro do
banco foi de R$
551 milhões,
ainda assim "um
resultado fantástico",
segundo destaca
o Presidente do
banco no Brasil
Gustavo Marin, o
resultado, além
de significar a
reversão
do prejuízo
de R$ 50 milhões
registrado no País
em 2006, contribuiu
para o grupo fazer
caixa diante dos
rombos gerados pela
crise imobiliária
nos Estados Unidos.
Valor
Econômico
Material
de Construção
ETERNIT
ELEVA PRODUÇÃO
E PREVÊ REAJUSTES
DE PREÇOS
O
aquecimento do mercado
imobiliário
em 2007 fez com
que a
ETERNIT, líder
em telhas de fibrocimento,
entrasse em 2008
usando 100% de sua
capacidade. A empresa
corre contra o tempo
para ampliar sua
produção
e atender a demanda,
que deve ficar bem
maior este ano com
o início
de projetos residenciais
no País.
Nesta esteira de
oferta baixa a empresa
vai negociar mais
10% de reajuste
durante este ano.
Já houve
reajuste de 5% em
2008. "A intenção
é recuperar
margens e chegar
aos preços
de 2004. A oferta
está tão
alta que estamos
dando prazo, de
uma semana, para
a entrega de alguns
produtos",
disse o Presidente
da ETERNIT, Élio
Martins. A empresa
conseguiu aumentar
sua produção
de 7 mil toneladas
ao mês para
10 mil toneladas
em 2007. No próximo
mês inaugura
uma nova fábrica
em Goiás
e outra em 2009
no Paraná,
que teve investimento
recém-aprovado
pela empresa. "A
idéia é
crescer de 10% a
15% a cada ano.
E mesmo assim não
sabemos se isso
atenderá
à demanda
crescente no País.
O investimento em
2008 será
bem maior do que
em 2007", disse
o executivo.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
EXXON
VAI APLICAR R$ 25
BI ESTE ANO
A
EXXON MOBIL planeja
aumentar seus investimentos
em cerca de 20%,
para R$ 25 bilhões
em 2008, enquanto
trabalha para iniciar
grandes projetos
em um ambiente de
aumento de custos
em toda a indústria
petrolífera,
anunciou a maior
companhia dos Estados
Unidos. O Presidente
Executivo, Rex Tillerson,
afirmou que o aumento
no investimento
se deve em parte
ao cronograma dos
novos projetos.
A EXXON informou
que planeja participar
no início
das operações
de 19 grandes projetos
de gás e
petróleo
até 2010,
o que deve adicionar
cerca de 725 mil
barris diários
de óleo equivalente
no auge de produção.
A companhia espera
que 12 projetos
importantes comecem
a produzir este
ano.
Gazeta
Mercantil
Telecomunicações
& Informática
ESYS
COLIBRI JUNTA LOJAS
FÍSICAS E
VIRTUAIS
A
empresa ESYS
COLIBRI investiu
R$ 1,5 milhão
no desenvolvimento
de um software voltado
ao comércio
varejista para comunicação
on-line entre pontos-de-venda
e a internet. Entre
os objetivos se
encontra uma maior
agilidade da informação
e um maior controle
nas vendas. Além
de possibilitar
uma interação
com o consumidor,
como envio de mensagem
por e-mail e o link
para verificar a
compra e conseguir
unificar as negociações
entre a loja física
e a virtual. A pesquisa
no software Colibri
X-Pos, lançado
a um mês,
teve início
em julho de 2005
com a intenção
de corrigir o problema
e avançar
em outros aspectos
mercadológicos,
denominado pela
ESYS COLIBRI como
"operação
multicanal de vendas".
Essa ferramenta
fornece maior segurança
ao lojista e prevê
um controle sobre
a não declaração
de uma venda por
parte do caixa da
loja. Isto acontece
pelo fato de o ponto
de venda estar on-line
e ser monitorado
por uma central.
Gazeta
Mercantil
UNIÃO
DE SETE COMPANHIAS
CRIA A VIRTUS
Com
a consolidação
do mercado de tecnologia
de informação,
a vida de fornecedores
de menor porte fica
cada vez mais difícil.
Para ganhar musculatura,
sete empresas brasileiras
decidiram se unir
e criar a VIRTUS,
especializada em
softwares e serviços
para a gestão
da infra-estrutura
de TI de companhias.
A companhia nasce
com um faturamento
estimado em cerca
de R$ 100 milhões
neste ano e se apresenta
como alternativa
nacional às
grandes multinacionais
HP, IBM e CA. O
movimento de fusão,
inédito no
mercado brasileiro,
foi liderado pela
AUTOMATOS (software)
e pela DEDALUS (serviços)
e começou
a ser desenhada
em meados do ano
passado. Aderiram
também à
empreitada a TRELLIS,
INTELEKTO, BIOSALC,
VISIONNAIRE e VOLANS.
Além dos
acionistas das sete
companhias, são
acionistas da VIRTUS
a INTEL CAPITAL,
braço de
investimentos de
capital de risco
da fabricante de
chips, e a holding
brasileira IDEIASNET,
as duas já
eram sócias
da AUTOMATOS. "A
lógica da
criação
da VIRTUS foi oferta.
Já tínhamos
um relacionamento
anterior, fazíamos
vendas cruzadas
e chegamos a um
modelo de fusão
de empresas com
forças complementares",
diz o Presidente
da nova empresa
e fundador da AUTOMATOS,
André Fonseca.
O executivo sabe
que o grande desafio
será a integração
das diferentes empresas,
mas avalia que o
tamanho da oportunidade
vale o esforço.
Segundo Fonseca,
juntas as companhias
tem uma carteira
de 1.000 clientes
no Brasil e no exterior
e só com
vendas cruzadas
é possível
triplicar os negócios
em até três
anos.
Gazeta
Mercantil
TIM
REVERTE PREJUÍZO
DE 2006 COM LUCRO
DE R$ 76,1 MILHÕES
A
TIM
fechou o balanço
de 2007 com lucro
líquido de
R$ 76,1 milhões,
o que significa
ter revertido prejuízo
de R$ 285,5 milhões
amargado em 2006.
No último
trimestre do ano
passado, houve ganho
de R$ 183,4 milhões.
O Presidente da
operadora, Mario
Cesar Pereira Araujo,
afirmou que a rentabilidade
foi obtida num ano
marcado pelo cumprimento
de metas, convergência
entre telefonia
fixa e celular,
segmentação
da clientela por
perfil e compra
de radiofreqüências.
A receita líquida
da operadora cresceu
9,7%, para R$ 3,4
bilhões no
último trimestre,
enquanto no acumulado
do ano atingiu R$
12,34 bilhões,
um valor 22,7% superior
ao apurado no ano
de 2006.
Valor
Econômico
TOTVS
QUER REVENDAS ENTRE
MAIORES DO PAÍS
Após
ampliar a margem
de lucro em 2007
e próximo
de completar neste
mês dois anos
negociando suas
ações
na Bovespa, o grupo
brasileiro de software
TOTVS
dedica 2008 a um
plano de expansão,
baseado na integração
de vendas de suas
diferentes linhas
de produtos. Segundo
conta o Presidente
e co-fundador, Laércio
Cosentino, o objetivo
é integrar
as revendas a ponto
de ter, além
da própria
TOTVS, pelo menos
quatro das cinco
maiores empresas
de venda de software
do Brasil trabalhando
apenas com seu ERP
(sistema de gestão).
Há atualmente
120 companhias no
País vendendo
produtos dela, por
todo o território,
que serão
transformadas em
60. "As melhores
devem ser consolidadoras
em suas regiões.
Quero empresas mais
fortes, mais parrudas",
diz. A TOTVS já
é maior empresa
de software do País,
seguida pela rival
catarinense DATASUL.
Gazeta
Mercantil
NEC
UNIFICA OPERAÇÃO
PARA DOBRAR RECEITA
A
NEC
CORPORATION anunciou
a unificação
de suas duas operações
no País,
como parte de estratégia
para atingir faturamento
de US$ 600 milhões
até 2011,
o que representará
dobrar o negócio.
A NEC SOLUTIONS
BRASIL, criada para
fornecer para o
mercado corporativo
em diversos setores,
e NEC DO BRASIL,
voltada a vender
às teles,
passam a operar
unificadas como
NEC BRASIL. O objetivo
é manter
o País contribuindo
com cerca de 60%
até 2011
do faturamento da
América Latina,
quando a empresa
espera atingir US$
1 bilhão
na região.
Valor
Econômico
OI
LUCRA MAIS, DEVE
MENOS E DUPLICA
INVESTIMENTO ESTE
ANO
A
OI
fechou 2007 com
o maior lucro já
registrado, de R$
2,4 bilhões,
superior em 80%
ao de 2006. Receita
bruta e líquida
avançaram
4%, para R$ 25 bilhões
e R$ 17,6 bilhões.
Em teleconferência
com a imprensa,
o Diretor de Finanças
e Relações
com Investidores
da companhia, José
Luís Salazar,
afirmou que a contribuição
principal para a
rentabilidade foi
a operação
móvel, cujo
lucro cresceu 230,4%,
para R$ 456 milhões.
A receita operacional
bruta da divisão
móvel aumentou
17% enquanto a líquida
cresceu 18%, para
R$ 4,2 bilhões.
A receita com serviços
móveis cresceu
28%, para R$ 5 bilhões.
Gazeta
Mercantil
Transporte
& Logística
FIAT
DISCUTE A SUA EXPANSÃO
COM GOVERNO MINEIRO
O
Presidente da FIAT
DO BRASIL, Cledorvino
Belini, receberá
autoridades estaduais
e prefeitos municipais
envolvidos com o
programa de expansão
do grupo em Minas,
que totalizará
R$ 5 bilhões
nos próximos
meses. Também
comparecerão
os principais executivos
das outras cinco
empresas do grupo
contempladas no
empreendimento,
já que Belini
dirige também
a planta de produção
de automóveis.
O objetivo do encontro
será o acompanhamento
dos processos de
liberação
do financiamento
e de outras iniciativas
que cabem ao setor
público.
O prefeitura de
Betim doou um terreno
de 1,5 milhão
de metros quadrados
à FIAT AUTOMÓVEIS
para realizar a
expansão
da fábrica
de automóveis.
A área está
localizada bem ao
lado e tem as mesmas
dimensões
das atuais instalações
industriais. O terreno
quase foi oferecido
anteriormente à
fábrica indiana
de automóveis
Tata Motors, há
dois anos, quando
esta empresa manifestou
seu interesse em
se instalar no Brasil.
Em seu processo
de expansão,
a FIAT planeja a
produção
de 1 milhão
de veículos
no Mercosul nos
próximos
anos. Líder
do mercado brasileiro
desde o início
da década,
a montadora tem
tomado decisões
na frente da concorrência,
no sentido de ampliar
suas operações
no País.
Além de liderar
no Brasil, a empresa
tem planos de conquistar
pelo menos 13% do
mercado sul-americano.
Gazeta
Mercantil
SUNDOWN
GANHA
Parecia
impossível,
mas aos poucos a
participação
da HONDA
no mercado de
motocicletas vem
diminuindo. E quem
imaginava que a
YAMAHA
seria a concorrente
capaz de colocar
em prática
tal façanha
parece ter se enganado,
já que a
brasileira SUNDOWN
é a empresa
que mais vem ampliando
a fatia no bolo
do mercado nacional.
Para efeito de comparação,
a HONDA chegou a
representar 88,6%
do mercado de motocicletas
brasileiro em 2000.
Naquele ano, a YAMAHA,
segunda no ranking,
detinha apenas 8,9%.
Em 2002, quando
as vendas da SUNDOWN
começaram
a ser contabilizadas
pela Abraciclo,
entidade que representa
as montadoras, a
HONDA detinha 86,1%,
a YAMAHA 12,5% e
a fabricante brasileira
míseros 0,4%.
No final de 2007
a líder havia
caído para
79,8%, a vice havia
subido para 14,2%,
resultado muito
próximo do
obtido em 2005 e
2006, e a SUNDOWN
já havia
pulado para 5,5%
de participação.
A perda de participação
não significa
redução
das vendas. Pelo
contrário,
a HONDA produz e
vende cada vez mais.
Valor
Econômico
DELTA
AMPLIA CARGAS COM
SEU NOVO CD
Buscando
uma nova fase de
expansão
em seus negócios
de logística,
a DELTA
realizou investimento
de R$ 1,5 milhão
na construção
de um centro de
distribuição
para cross-docking
em Barueri (região
metropolitana de
São Paulo).
De acordo com a
companhia, cerca
de 80% do investimento
foi destinado à
infra-estrutura.
Com o restante do
capital aplicado,
a empresa obteve
tecnologia, que
permitirá
ampliar em 15% o
espaço total
para armazenagem
da DELTA. A atividade
antes era realizada
nos dois centros
de distribuição
da empresa em Barueri.
Com a nova unidade
destinada exclusivamente
à movimentação
rápida, a
empresa de logística
conseguiu um rearranjo
das operações,
que resultou no
aumento de 80% na
capacidade de movimentação
de mercadoria em
toda a Delta. A
DELTA espera faturar
R$ 65 milhões
em 2008, R$ 10 milhões
a mais do que foi
faturado em 2007,
dos quais estima-se
que R$ 4 milhões
serão gerados
pela nova unidade.
Gazeta
Mercantil
LOCAR
PROGRAMOU INVESTIMENTO
DE R$ 200 MILHÕES
PARA 2008
Depois
de investir R$.90
milhões em
2007, a LOCAR
TRANSPORTES
E GUINDASTES está
mais do que dobrando
a injeção
de recursos para
2008, quando destinará
R$ 200 milhões.
O aumento de investimento
busca acompanhar
a expansão
dos negócios
da empresa, de capital
100¨% nacional.
"Estamos crescendo
muito em serviços
de apoio às
áreas de
mineração
e petróleo",
disse Julio Eduardo
Simõess,
Diretor-Presidente
da LOCAR, que ano
passado faturou
R$ 185 milhões
e para este ano
prevê R$ 270
milhões,
uma expansão
de de 45%. Do investimento
de R$ 200 milhões
programado para
este ano, 50% será
para compras de
guindastes no exterior
e outra metade irá
para aquisição
de caminhões
e carretas no mercado
interno. A LOCAR
tem hoje frota de
670 equipamentos
entre guindastes
telescópicos
e treliçados
sobre pneus e esteiras;
cavalos mecânicos
(com capacidade
de 40 a 500 toneladas)
e carretas de vários
tipos. De capital
100% brasileiro,
a Locar tem hoje
1,6 mil funcionários
distribuídos
na matriz, em Guarulhos
(SP) e nas bases
de Contagem (MG),
Camaçari
e Pojuca (BA), Vitória
(ES) e no Rio. A
empresa está
listada no ranking
2007 da Cranes Today,
publicação
especializada em
guindastes, na 29ª
posição
entre as maiores
do mundo. Tem em
carteira cerca de
200 clientes ativos.
Gazeta
Mercantil