Agrobusiness
MARFRIG
TEM RESULTADO 50%
MAIOR EM 2007
O
GRUPO
MARFRIG encerrou
o ano de 2007 com
receita líquida
de R$ 3,4 bilhões.
O resultado foi
56,8% acima do registrado
no ano anterior.
O crescimento da
receita no último
trimestre de 2007
foi de 54%, para
R$ 1,1 bilhão.
O grupo informou
que o resultado
deve-se "ao
expressivo incremento
de vendas no mercado
doméstico,
especialmente no
segmento de food
service, ampliação
da capacidade de
abate e da adição
de produtos de maior
valor agregado nos
mercados argentino,
brasileiro e uruguaio".
No entanto, parte
do crescimento por
ser explicada à
expansão
do grupo. No ano
passado, o MARFRIG
investiu R$ 1,1
bilhão, dos
quais R$ 563,4 milhões
destinados a aquisições
de empresas no Brasil
e no exterior. Outros
R$ 566,4 milhões
na construção,
ampliação,
manutenção
e modernização
das plantas. Com
isso, o MARFRIG
aumentou em 55,6%
o abate.
Gazeta
Mercantil
BOM
GOSTO VAI INVESTIR
R$ 35 MILHÕES
A
LATICÍNIOS
BOM GOSTO anunciou
a implantação
de uma nova unidade
industrial com capacidade
para elaborar 70,6
toneladas de leite
em pó por
dia a partir do
processamento diário
de até 600
mil litros de leite.
A planta deve entrar
em operação
em março
do ano que vem em
Tapejara (RS) e
vai representar
a estréia
da empresa no mercado
externo, que absorverá
cerca de 50% da
produção
local. "Já
temos contatos para
exportar para Venezuela,
México e
Dubai", disse
o Presidente da
BOM GOSTO, Wilson
Zanatta. A nova
unidade exigirá
investimentos de
R$ 35 milhões,
incluindo a importação
de equipamentos
da Holanda que chegam
à cidade
em setembro. A presença
da BOM GOSTO no
mercado internacional
será reforçada,
no segundo semestre
de 2009, com a entrada
em operação
de uma fábrica
no Uruguai, em San
Jose de Mayo, a
90 quilômetros
de Montevidéu,
que será
dedicada integralmente
às exportações.
Segundo Zanatta,
em 2007 a empresa
processou 500 milhões
de litros de leite
e apurou receita
bruta R$ 550 milhões,
ante R$ 213 milhões
no ano anterior.
Valor
Econômico
CEMIL
INVESTE US$ 5 MILHÕES
A
COOPERATIVA CENTRAL
MINEIRA DE LATICÍNIOS
(CEMIL)
investiu US$ 5 milhões
para mudar a embalagem
do leite longa vida,
agora com design
diferenciado e novo
prático sistema
de abertura. A empresa
mineira trocou a
multinacional de
origem sueca TETRA
PAK, líder
absoluta do mercado
brasileiro de embalagens
cartonadas, pela
suíça
SIG COMBIBLOC, sendo
a primeira empresa
do País a
embalar leites regulares
(integral, semidesnatado
e desnatado) com
material da companhia
suíça,
que ingressou há
cinco anos no mercado
brasileiro. O lançamento,
no mês de
janeiro, alavancou
as vendas da empresa
em 10%, informa
o Presidente da
CEMIL, João
Bosco Ferreira.
A CEMIL, que também
fabrica achocolatados
e bebidas à
base de soja, também
investe R$ 2 milhões
em ações
de marketing para
divulgar a nova
embalagem. No País,
a empresa tem 2,5%
de participação.
Ferreira diz que
o objetivo é
saltar para 3,5%
neste ano. Um dos
focos é crescer
na região
nordeste, em razão
da proximidade com
Minas Gerais. Presente
em 16 estados brasileiros,
a CEMIL registrou
faturamento de R$
137 milhões
em 2007. Para 2008,
a empresa tem expectativa
de crescimento de
6%, puxada pela
expectativa de aumento
de vendas com a
nova embalagem.
Gazeta
Mercantil
FRIGORÍFICOS
DO PAÍS JÁ
DOMINAM EXPORTAÇÕES
Mais
da metade do mercado
mundial de carne
bovina, que movimenta
7 milhões
de toneladas por
ano entre exportações
e importações,
está nas
mãos de empresas
brasileiras. A explicação
é o movimento
de internacionalização
do setor, iniciado
em 2005 e que ganhou
força no
último ano,
quando frigoríficos
como JBS-FRIBOI
e MARFRIG
fizeram grandes
aquisições
no exterior. As
empresas brasileiras
instaladas no território
nacional e lá
fora, têm
um potencial de
exportação
de 52% dessas 7
milhões de
toneladas anuais
globais. Além
disso, têm
10% do mercado mundial
de carne bovina.
Só a JBS,
fez nove aquisições
no exterior em 2007
e acaba de anunciar
a compra de três
outras empresas:
duas americanas
(NATIONAL BEEF e
SMITHFIELD BEEF)
e uma australiana
(TASMAN). O MARFRIG
também fez
nove aquisições
em 2007, enquanto
o BERTIN
fez duas compras
lá fora desde
2006. A internacionalização
foi uma saída
encontrada pelo
setor também
para driblar barreiras,
que vira-e-mexe
afetam o país.
Valor
Econômico
Alimentos
VILLAGE
PREVÊ NOVA
FÁBRICA ATÉ
2010 E INVESTE R$
4 MILHÕES
Tudo
começou em
1968, em uma padaria
na Vila Prudente,
que em 1974 deu
origem à
VILLAGE,
indústria
de chocolates e
panetones que hoje
responde pela marca
própria de
fabricantes e varejistas
líderes de
mercado. João
Diogo, filho de
um dos fundadores,
capitaneia a empresa
de um jeito bem
particular: "Sou
sempre ouvido nas
decisões
finais, justamente
por ser o mais velho
dos atuais sócios",
diz ele. A empresa
planeja agora sua
expansão.
A empresa procura
um outro terreno
na zona leste para
construir sua segunda
fábrica,
a ser inaugurada
até 2010.
Com isso, uma planta
ficará apenas
para VILLAGE e outra
para terceiros.
Hoje, 90% do faturamento
está vinculado
a apenas duas datas
no ano: Páscoa
e Natal. Essa realidade
também deve
mudar: até
o final de 2008,
a VILLAGE/CEPAM
pretende lançar
uma linha de biscoitos
e de bolos para
diversificar o portfólio.
Para o projeto,
estão previstos
R$ 4 milhões,
diz João
Diogo. Atualmente,
60% do faturamento
da empresa vêm
da marca VILLAGE.
Valor
Econômico
MARS
REFORÇA MARCAS
Apesar
da variedade de
produtos que fabrica
globalmente, o grupo
norte-americano
MARS, de marcas
como M&M´s,
TWIX, PEDIGREE,
WHISKAS,
entre outras, está
enxugando o portfólio
de sua operação
brasileira e aposta
no que realmente
dá lucro
à companhia
no País:
as principais marcas
de alimentos para
animais e de chocolates.
Produtos como os
confeitos SKITTLES,
que a empresa importava
até o final
de 2007, sairão
de cena e a ordem
é buscar
crescimento mais
acelerado com os
chocolates TWIX,
M&M´s
e SNICKERS, assim
como ampliar a liderança
no mercado de alimentos
para animais, em
que a marca PEDIGREE
possui 22% de participação
em ração
para cães
e a WHISKAS 33%
em alimentos para
gatos, segundo Filipe
Ferreira, Presidente
da subsidiária
brasileira. "Vamos
focar nessas principais
marcas", disse
Ferreira. Em 2007,
60% da receita de
R$ 500 milhões
no Brasil, que registrou
alta de 15% em relação
a 2006, veio das
vendas de alimentos
para animais e 25%
das de chocolates.
Para 2008, a expectativa
de crescimento é
repetir os 15%.
O
Estado de São
Paulo
FUGINI
INVESTE PARA ENTRAR
NO MERCADO DE PRATOS
PRONTOS
A
fabricante de molho
de tomate e doces
FUGINI, de Monte
Alto, no interior
de São Paulo,
investiu R$ 6,2
milhões para
estrear no segmento
de pratos prontos.
Apesar da intenção
de disputar o mercado
de alimentos congelados,
que movimentou R$
4,2 bilhões
em 2007, os produtos
da FUGINI não
precisam ser resfriados
ou congelados. De
acordo com Auro
Ninelli, Presidente
da companhia, a
meta é que
a venda de pratos
prontos, que começam
a chegar às
gôndolas a
partir deste mês,
represente até
30% do faturamento
em dezembro. A capacidade
de produção
da nova linha é
de R$ 4 milhões
por mês. Em
2007, a FUGINI faturou
R$ 120 milhões,
60% das vendas de
molho de tomate
e 40% das vendas
de doces, a empresa
é fabricante
de goiabadas, marmeladas,
amendocrem, entre
outros. Para este
ano, a meta é
chegar a R$ 140
milhões,
alta de 20% em relação
ao ano passado.
Gazeta
Mercantil
Bebidas
& Fumo
FANTA
EM OFENSIVA MUNDIAL
Em
continuidade à
estratégia
de se posicionar
como o segundo refrigerante
no mercado brasileiro,
a marca FANTA
(COCA-COLA/FEMSA)
lança uma
campanha global.
Um dos diferenciais,
neste caso, é
o fato de a campanha
ser assinada pela
OGILVY MATHER BRASIL.
É a primeira
vez que o Brasil
é escolhido
pela companhia para
a realização
de uma campanha
global da marca
de refrigerantes.
Além da criação,
a produção
dos filmes também
será totalmente
nacional. Dados
do instituto AC
Nielsen mostram
que em 2004 a marca
possuía 5,7%
do mercado total
de refrigerantes,
o que dava à
companhia a terceira
posição.
Em 2007, essa participação
fechou em 6,5%.
O segundo lugar
do ranking fechou
o ano passado com
7,2%.
Gazeta
Mercantil
Eletrodomésticos
ELECTROLUX
TERÁ NOVA
FÁBRICA NO
PR
A
ELECTROLUX
vai abrir sua terceira
fábrica no
Paraná. A
nova unidade deverá
ficar em Campo Largo,
na região
metropolitana de
Curitiba. A instalação
da multinacional
sueca no local só
depende de aprovação
da Justiça,
o que é esperado
para os próximos
dias. No ano passado
a ELECTROLUX negou
que, com o crescimento
das vendas de eletrodomésticos,
estivesse em busca
de terreno no Paraná
para construir uma
fábrica.
A empresa tem como
meta "colocar
a unidade em operação
a partir de dezembro
de 2008, gerando
500 empregos diretos".
A empresa teria
um cronograma de
ampliação
para 2009, que prevê
um centro de distribuição.
Valor
Econômico
Engenharia,
Projetos & Construção
CYRELA
ANDRADE MENDONÇA
CRESCE EM SALVADOR
E RECIFE
Os
negócios
da CYRELA
ANDRADE MENDONÇA,
joint venture entre
CYRELA REALTY BRAZILL
e a baiana ANDRADE
MENDONÇA,
vão de vento
em popa. No ano
passado, a empresa
vendeu 1,1 mil das
7,2 mil unidades
comercializadas
na Região
Metropolitana de
Salvador. O resultado
foi equivalente
a 15,28% das vendas
do setor. No que
depender do sócio
baiano, este ano
promete ser muito
melhor do que o
ano passado. No
decorrer de 2008
serão lançados
12 empreendimentos,
sendo oito em Salvador
e quatro no Recife.
A empresa também
não descartada
ir para Maceió
e João Pessoa.
Gazeta
Mercantil
Farmacêutico,
Cosméticos
& Higiene
AVON
INVESTE EM PERFUMES
E TINTURAS PARA
CRESCER NO BRASIL
Dois
segmentos, um já
tradicional para
a companhia, o de
fragrâncias,
e o outro totalmente
novo, o de tintura
para cabelo, estão
entre as principais
estratégias
da AVON
COSMÉTICOS
para crescer no
território
brasileiro ao longo
dos próximos
anos. "O Brasil
é o maior
mercado da companhia,
após os Estados
Unidos, e é
dos mercados que
mais cresce",
destacou a Presidente
mundial da companhia,
Andrea Jung. A perfumaria
foi justamente o
primeiro segmento
em que um produto
da companhia fez
sucesso no País.
No passado, a companhia
chegou a lançar
exclusivamente no
Brasil uma linha
de xampus para cabelos
crespos, desenvolvidos
pelo centro de excelência
da empresa para
a América
Latina, instalado
em São Paulo.
O produto hoje também
é comercializado
na África
do Sul. Atualmente
a AVON estuda a
entrada no mercado
de tintura para
cabelo. Não
é um segmento
tradicional para
a AVON, mas a subsidiárias
da Argentina e do
México vendem
uma linha desenvolvida
pelo laboratório
mundial da empresa
em parceria com
o centro de pesquisas
no Brasil. A intenção
da companhia é
lançar alguns
produtos a partir
do ano que vem.
Em 2006 as empresas
instaladas no País
faturaram US$ 610
milhões com
tinturas para cabelo,
28% do total faturado
com produtos para
o cuidado com o
cabelo.
O
Estado de São
Paulo
Máquinas
& Equipamentos
SUECA
SKF FATURA 22% MAIS
NO BRASIL
Os
investimentos feitos
em expansão
pelos setores automotivo,
de mineração,
papel e celulose,
siderurgia, alimentos
e bebidas e açúcar
e álcool,
em especial, impulsionaram
o desempenho do
grupo sueco SKF
no mercado brasileiro
em 2007. A fabricante
de rolamentos, produtos
e sistemas para
manutenção
industrial, registrou
faturamento de R$
610 milhões
no País no
ano passado, um
crescimento de 22%
quando comparado
aos R$ 500 milhões
obtidos em 2006.
O setor automotivo
respondeu por 60%
das vendas, ou R$
366 milhões,
alta de 22% em relação
ao ano anterior.
Já a divisão
industrial da companhia,
que atende a todos
os outros setores
da indústria,
cresceu 20% e faturou
R$ 244 milhões
em 2007, informou
Mauro Luna, Diretor
de Vendas Industriais
e Marketing da SKF
DO BRASIL.
Gazeta
Mercantil
Material
de Construção
TIGRE
AVALIA AQUISIÇÃO
DE ATÉ US$
50 MILHÕES
NO EXTERIOR
O
Presidente da TIGRE,
de Joinville (SC),
Amaury Olsen, disse
que, se for preciso,
a empresa desembolsará
até US$ 50
milhões em
2008 para aquisição
de fábrica
no México
e na América
Central, mercados
onde ainda não
está presente,
e dominados pelas
concorrentes MEXICHEM,
dona da AMANCO,
e ALIAXIS, da BÉLGICA.
Para fazer frente
à concorrência,
a empresa brasileira
se expande rapidamente
no Brasil e no exterior
e mantém
plano de investimentos
de US$ 70 milhões
em modernização,
desenvolvimento
de novos produtos
e aumento da capacidade
produtiva. No ano
passado, a empresa
que tenta se manter
na liderança
do segmento de tubos
e conexões
da América
Latina, fechou 2007
com faturamento
bruto consolidado
de R$ 1,88 bilhão,
valor 8,41% superior
ao obtido em 2006.
Gazeta
Mercantil
Química
& Petroquímica
FOSFERTIL
QUER DOBRAR DE TAMANHO
EM ATÉ CINCO
ANOS
Impulsionada
pelos bons resultados
obtidos em 2007
e pelas boas perspectivas
para a produção
agrícola
brasileira, a FOSFERTIL,
maior fabricante
de matérias-primas
para adubos do país,
estabeleceu como
meta dobrar de tamanho
no máximo
até 2013.
Segundo Vital Jorge
Lopes, Presidente
da empresa, os planos
de investimentos
em estudo, que dependem
da aprovação
do conselho, onde
seus principais
acionistas (BUNGE,
MOSAIC e YARA) divergem
na Justiça
sobre a proposta
de incorporação
da BUNGE FERTILIZANTES
pela FOSFERTIL,
permitem vislumbrar
este avanço.
"Entre os planos
está inclusive
a abertura de uma
nova mina".
Neste caso, explica,
os estudos estão
sendo feitos nas
reservas minerais
já de propriedade
da FOSFERTIL em
Minas. Em 2007 a
FOSFERTIL produziu
1,108 milhão
de toneladas de
nutrientes derivados
do fosfato (foco
da empresa), ante
as 929 mil do ano
anterior. A FOSFERTIL
encerrou 2007 com
faturamento bruto
de R$ 2,687 bilhões,
18,1% mais que em
2006.
Valor
Econômico
UNIPAR
TEM LUCRO LÍQUIDO
60% MAIOR
O
grupo UNIPAR,
controlado pela
família Geyer,
alcançou
um lucro líquido
de R$ 145 milhões
no ano passado,
60% superior ao
de 2006. O Presidente
da empresa, Roberto
Dias Garcia, atribuiu
o desempenho não
só ao incremento
da atividade econômica
do País ao
longo de 2007, mas
também à
aquisição,
em junho, das fábricas
de polietileno da
americana DOW QUÍMICA,
em São Paulo
e no Nordeste. Adquiridas
em junho do ano
passado, as duas
unidades permitiram
um ganho de equivalência
patrimonial à
UNIPAR. No ano passado,
a empresa obteve
um faturamento consolidado
de R$ 4,1 bilhões
e uma geração
de caixa de R$ 425
milhões,
32% superior ao
do exercício
anterior. O bom
desempenho ocorreu
apesar da alta dos
preços do
petróleo
no mercado internacional.
Gazeta
Mercantil
BOMBRIL
LANÇA MARCA
DE SABÃO
EM PÓ
Com
uma verba de lançamento
de R$ 30 milhões,
a BOMBRIL
vai estrear
no mercado de sabão
em pó. A
marca escolhida
para o produto será
TANTO. A campanha
foi criada pela
agência DPZ,
que mais uma vez
apostou no carisma
de Carlos Moreno,
o eterno garoto-propaganda
da BOMBRIL. O lançamento
é uma clara
reação
à concorrente
HYPERMARCAS,
dona das marcas
ASSOLAN e ASSIM,
que também
tem sabão
em pó. Esse
deve ser só
o primeiro sinal
de diversificação
da companhia. Segundo
fontes próximas
à BOMBRIL,
a empresa tem planos
de fazer aquisições
de empresas de higiene
pessoal.
Valor
Econômico
INDÚSTRIA
DE FERTILIZANTES
VAI INVESTIR US$
2 BI
A
indústria
brasileira de fertilizantes
prepara um pacote
de investimento
de até US$
2 bilhões
nos próximos
anos para elevar
a produção,
principalmente,
de fósforo,
um dos compostos
usados na fabricação
de fertilizantes.
A crise mundial
de oferta dobrou
o preço da
tonelada de fertilizante
e voltou a tornar
o negócio
atrativo para as
empresas. Projetos
da FOSFERTIL,
BUNGE,
COPEBRÁS
e até uma
parceria com a estatal
Indústrias
Nucleares do Brasil
(INB) estão
na mira do setor.
VALE
DO RIO DOCE,
BUNGE e GALVANI
entregaram propostas
à INB para
uma parceria para
explorar uma jazida
em Itataia (CE).
O País importou
no ano passado 22
milhões de
toneladas de fertilizantes
e produziu internamente
apenas 7 milhões.
Valor
Econômico
Telecomunicações
& Informática
TIM
VAI DOBRAR INVESTIMENTO
NO BRASIL
A
operadora de telefonia
móvel
TIM informou
que pretende investir
R$ 3,6 bilhões
no Brasil em 2008,
valor praticamente
duas vezes maior
que o R$ 1,9 bilhão
desembolsado no
ano passado. Porém,
o aporte previsto
para este ano inclui
o R$ 1,3 bilhão
que a empresa terá
que pagar pelas
licenças
de terceira geração
(3G), arrematadas
durante leilão
ocorrido em dezembro
último. Excluído
esse desembolso,
o investimento da
TIM será
de R$ 2,3 bilhões,
valor que contempla
a construção
da rede de 3G e
a preparação
dos sistemas para
a entrada da portabilidade
numérica,
cujo lançamento
comercial está
previsto para o
segundo semestre
deste ano. Além
disso, o montante
inclui a expansão
e melhoria da rede
atual. O Presidente
da TIM Brasil, Mário
César Pereira
de Araújo,
disse que a empresa
não iria
poupar esforços,
leia-se investimentos,
para se manter entre
as líderes
do mercado nacional.
O Estado de São
Paulo