Siderurgia
CSN
pretende negociar
Namisa no 3º
trimestre e estuda
expansão
na Casa de Pedra
SÃO PAULO
- A
Companhia Siderúrgica
Nacional (CSN)
deve concluir no
terceiro trimestre
deste ano a venda
de parte ou totalidade
de sua participação
na Nacional Minérios
S.A (Namisa), controlada
integralmente pela
CSN. "Pretendemos
vender parte ou
total, dependendo
das propostas "
, explicou hoje
Otavio Lazcana,
diretor-executivo
financeiro da CSN.
Ao mesmo tempo,
a empresa afirmou
que estuda fazer
investimentos na
expansão
da produção
na mina da Casa
de Pedra, localizada
em Congonhas (MG).
A
intenção
da empresa, segundo
o executivo, é
reduzir ou até
eliminar momentaneamente
seu endividamento,
atualmente de R$
4,8 bilhões.
Embora a alavancagem
da CSN seja pequena,
Lazcana diz que
a empresa quer ter
uma situação
de capital mais
" saudável
" para fazer
frente aos seus
investimentos já
anunciados para
os próximos
anos.
A
empresa contratou
o banco Goldman
Sachs para assessorar
a operação,
que deverá
ser " de execução
rápida "
, conforme prevê
o executivo. Além
da mina em si, o
ativo a ser vendido
comporta também
acesso a terminal
portuário
e transporte ferroviário.
Ele afirma que "são
muitos" os
interessados.
A
Namisa tem em seu
plano de negócios
a perspectiva de
aumentar sua capacidade
de venda e exportação
de minério
das atuais 14 milhões
de toneladas anuais
para 40 milhões
de toneladas em
2012.
Questionado
sobre a estratégia
por trás
dessa alienação,
já que a
empresa tem investido
em ativos de mineração,
Lazcana explicou
que a Namisa é
relevante para a
CSN, " mas
em menor escala
do que a Casa de
Pedra " .
É
na Casa de Pedra,
portanto, que a
companhia estuda
investimentos para
ampliar a exploração
de minério
de ferro, já
que com a expansão
do porto de Itaguaí,
também anunciado
hoje, o problema
logística
será resolvido.
" Estamos estudando
a viabilidade para
aumentar produção
da Casa de Pedra
" , afirma
Lazcano.
Ele
lembra que além
dos atuais 70 milhões
de toneladas anuais
produzidas pela
unidade, seria possível
adicionar outras
60 milhões
de toneladas por
ano, tendo em vista
o aumento da capacidade
de transporte.
Os
investimentos globais
da empresa, envolvendo
todos os segmentos
em que atua, totalizam
US$ 10 bilhões
nos próximos
cinco anos. "A
CSN está
em ebulição",
diz Lazcano
Valor
Online
Produção
brasileira de aço
cresce 6,3% em março
SÃO
PAULO - A produção
brasileira de aço
bruto somou 2,96
milhões de
toneladas em março
deste ano, o que
representa um crescimento
de 6,3% em relação
ao mesmo período
de 2007. Desse total,
os laminados representaram
74,7%, com 2,21
milhões de
toneladas e alta
de 1,6% sobre março
do ano passado.
Já a produção
de semi-acabados
avançou 18,3%,
para 558 mil toneladas.
Durante
o primeiro trimestre,
a produção
nacional de aço
bruto montou a 8,64
milhões de
toneladas, com salto
de 8,1% sobre os
três primeiros
meses de 2007. Nesse
intervalo, a fabricação
de laminados ficou
em 6,49 milhões
de toneladas, com
alta de 6,5%, enquanto
que a produção
de semi-acabados
avançou 19,5%,
para 1,6 milhão
de toneladas.
As
exportações
das usinas brasileiras
somaram US$ 590
milhões em
março, o
que representa um
crescimento de 9,1%
sobre o mesmo mês
de 2007. Já
no primeiro trimestre,
as vendas externas
ficaram em US$ 1,55
bilhão, com
queda de 2,5% sobre
os três primeiros
meses do ano passado.
Os
números foram
divulgados hoje
pelo
Instituto Brasileiro
de Siderurgia (IBS).
Valor
Online
Gerdau
conclui aquisição
de siderúrgica
da norte-americana
Quanex
SÃO
PAULO - Em comunicado
ao mercado, a Gerdau
informou hoje que
concluiu a aquisição
da siderúrgica
norte-americana
MacSteel,
que atua no segmento
de aços especiais
e pertencia à
Quanex
Corporation. O negócio
de US$ 1,46 bilhão,
além de dívidas,
foi fechado em novembro
do ano passado,
porém os
acionistas da empresa
americana só
aprovaram a transação
no último
dia 22, durante
assembléia
extraordinária.
Com
nove unidades espalhadas
pelos Estados Unidos,
a Quanex é
a segunda maior
produtora de aços
especiais daquele
país, com
capacidade instalada
de 1,2 milhão
de toneladas métricas
de aço e
1,1 milhão
de toneladas métricas
de laminados por
ano.
Segundo
a Gerdau, a aquisição
está sendo
financiada com disponibilidade
de caixa e financiamentos
de curto prazo.
Valor
Online
Transportes
Lucro
da Embraer aumenta
8% no primeiro trimestre,
para R$ 63,4 milhões
SÃO
PAULO - A
Embraer fechou
o primeiro trimestre
com lucro líquido
de R$ 63,4 milhões,
8,4% acima dos R$
58,5 milhões
apurados em mesmo
período do
ano passado. O lucro
antes de juros,
impostos, depreciação
e amortização
(Ebitda, na sigla
em inglês)
correspondeu a R$
131,5 milhões,
melhor do que os
R$ 113,7 milhões
dos três primeiros
meses de 2007. A
margem Ebitda diminuiu,
indo de 6,5% para
5,7%.
A
receita líquida
somou R$ 2,314 bilhões,
passando em 32%
o R$ 1,753 bilhão
de janeiro a março
do calendário
anterior em razão
do aumento do número
de entregas, "e
parcialmente compensado
pelo mix de produtos
entregues e pela
queda da taxa de
câmbio",
observou a Embraer
em nota disponível
em sua página
eletrônica.
Ao
final do primeiro
trimestre deste
ano, a carteira
de pedidos firmes
atingiu US$ 20,3
bilhões,
nível considerado
recorde pela maior
fabricante de jatos
regionais do mundo.
A companhia explicou
que isso foi "resultado
da combinação
das ordens anunciadas
para a família
Embraer 170/190,
que já acumula
um total de 835
pedidos firmes e
840 opções
de compra, com bom
desempenho de vendas
de aeronaves para
o mercado de Aviação
Executiva, com destaque
para as aeronaves
da família
Phenom, que já
ultrapassaram 750
pedidos firmes em
carteira".
No
primeiro trimestre
de 2008, a Embraer
entregou 45 jatos
para os segmentos
de aviação
comercial e aviação
executiva, acima
da marca de um ano
antes, quando foram
entregues 25 aeronaves.
Para
este exercício,
a empresa pretende
entregar 195 a 200
aeronaves bem como
10 a 15 jatos Phenom
100, com certificação
prevista para o
segundo semestre
do ano.
Valor
Online
Log-In
Logística
vence concorrência
da Alunorte para
transporte de minério
de bauxita por 20
anos
SÃO
PAULO - A
Log-In Logística
informou hoje que
venceu uma concorrência
promovida pela Alunorte
para transporte
de cabotagem de
6 milhões
de toneladas de
minério de
bauxita por ano
durante um período
de 20 anos, que
podem ser estendidos
por mais cinco.
Segundo a companhia,
o negócio
é avaliado
em US$ 1 bilhão
ao longo do período.
O
transporte do minério
a granel, produzido
pela Mineração
Rio do Norte (MRN),
será feito
entre o Porto Trombetas
e o Porto de Vila
do Conde, ambos
no Pará.
Para
realizar o serviço,
a Log-In vai encomendar
a construção
de dois navios de
80 mil toneladas
de porte bruto cada,
em estaleiro nacional,
num investimento
total estimado em
US$ 165 milhões.
Valor
Online
Marcopolo
vai investir R$
50 milhões
em aumento de capacidade
SÃO
PAULO - A fabricante
de carrocerias de
ônibus Marcopolo
anunciou hoje que
irá investir
cerca de R$ 50 milhões
até o final
deste ano em aumento
de capacidade. Com
o objetivo de "atender
à crescente
demanda, sobretudo
do mercado brasileiro",
o montante será
aplicado em três
fábricas
da companhia, sendo
duas em Caxias do
Sul (RS) e uma em
Xerém (RJ).
Para
este ano, a Marcopolo
pretende produzir
cerca de 15 mil
ônibus nessas
três unidades.
A produção
global deverá
atingir 20 mil unidades,
se contabilizadas
as fábricas
da Rússia,
Argentina, África
do Sul, Colômbia,
Índia, México
e Portugal.
Segundo
comunicado da empresa,
mais da metade dos
R$ 50 milhões
será investida
na aquisição
de equipamentos
como máquinas
de corte a laser,
dobradeiras, fresadoras
e robôs.
A
unidade Ana Rech,
em Caxias do Sul,
receberá
mais de R$ 30 milhões
em expansão
e modernização
das suas instalações,
cuja área
construída
irá ganhar
22 mil metros quadrados.
Entre as obras previstas
estão a construção
de novos prédios
para assistência
técnica e
inspeção
final de qualidade
do produto.
Na
unidade Planalto,
também em
Caxias do Sul, serão
alocados novos equipamentos
para a fabricação
de componentes.
A capacidade produtiva
passa a ser de 25
unidades por dia
a partir deste mês.
Já
a Ciferal, unidade
fluminense de ônibus
urbanos, irá
receber aporte de
R$ 10 milhões,
dedicados à
construção
da nova área
de pintura. Também
serão instaladas
novas cabines e
estufas. "Isso
permitirá
um melhor fluxo
dentro das linhas,
com a elevação
da qualidade e da
capacidade produtiva
de 18 para 25 ônibus
por dia".
Valor
Online
Tecnologia
BRQ
adquire ThinkInternational
e ingressa no mercado
americano
Sete
meses depois de
receber do BNDES
um aporte de R$
56 milhões,
a BRQ,
especializada em
serviços
de tecnologia da
informação,
completou um movimento
ainda raro para
uma empresa brasileira
do setor: a aquisição
de um negócio
no exterior. A companhia
acaba de adquirir
o controle da americana
ThinkInternational,
de Nova York, com
a qual já
tinha parcerias
comerciais.
Pelo
acordo, cujo valor
não é
revelado, a BRQ
assume 80% de participação
na ThinkInternational,
que passa a se chamar
ThinkBRQ. Os demais
20% permanecem nas
mãos dos
sócios originais,
que também
continuam nas operações
dia-a-dia da empresa,
criada há
11 anos.
Com
a compra, a BRQ
vai absorver os
50 funcionários
da ThinkInternational
e um faturamento
projetado de US$
8 milhões
neste ano. Em 2007,
a receita da empresa
americana foi de
US$ 6 milhões.
O negócio
dá impulso
direto à
participação
das vendas internacionais
na composição
da receita da BRQ.
No ano passado,
as exportações
somaram US$ 15 milhões.
Para 2008, a projeção
é chegar
a R$ 26 milhões,
já incluído
o faturamento da
ThinkInternational.
Quando
recebeu o capital
do BNDES, em outubro
do ano passado,
a BRQ já
havia iniciado as
conversas no exterior
há algum
tempo, mas chegar
a um acordo exigiu
uma boa dose de
paciência
e um ano de conversas.
"Não
é fácil
comprar uma empresa
americana",
diz Benjamin Quadros,
presidente da companhia.
"Há
muita resistência
nos EUA em vender
um negócio
a estrangeiros."
O
vôo internacional
não é
a única novidade
da BRQ. A companhia
também adquiriu
a carteira de clientes
do mercado financeiro
da Prodacom, de
São Paulo.
"A empresa
tem clientes de
outros setores,
mas que estavam
fora de nossa área
de interesse",
diz Quadros. O valor
do negócio
também não
é revelado,
mas a expectativa
é de acrescentar
R$ 9 milhões
em vendas ao faturamento
deste ano.
Com
a aquisição
da ThinkInternational
e a transferência
de parte dos clientes
da Prodacom, além
do crescimento de
seus negócios
originais, a meta
da BRQ é
encerrar o ano com
uma receita de R$
300 milhões,
Novas
aquisições
estão no
radar da companhia,
incluindo a possibilidade
de fechar um negócio
na Europa ainda
este ano. As compras
apóiam-se
nos recursos obtidos
com o BNDES - um
aporte de R$ 50
milhões feito
pelo BNDESPar, braço
de participações
do banco, e uma
linha de crédito
de R$ 6 milhões.
O
reforço às
operações
ocorre em meio a
um cenário
de rápidas
mudanças
no mercado de tecnologia
da informação
no Brasil. O setor
de software passa
por uma forte fase
de consolidação
- com empresas maiores
comprando menores
e companhias de
tamanho semelhante
juntando-se em um
negócio único.
No segmento de serviços,
a disputa em torno
do atendimento de
clientes no exterior
levou à uma
briga para contratar
profissionais que
aliem recursos técnicos
e inglês fluente.
A BRQ sabe bem o
que é isso.
A empresa, com 1,9
mil funcionários,
tem 11 vagas abertas
em Nova York, mas
não consegue
preenchê-las.
Valor
Online
Brasil
terá 100
milhões de
PCs até 2012,
estima FGV
Crescimento
do mercado de computadores
no Brasil - estimulado
por isenção
fiscal, crédito
e aumento da renda
da população
- fará com
que o país
ultrapasse a barreira
dos 100 milhões
de máquinas
(corporativas e
domésticas)
entre 2011 e 2012,
o dobro do número
de PCs existentes
atualmente. A estimativa
foi divulgada ontem,
na 19ª Pesquisa
Anual da Faculdade
Getúlio Vargas/Easesp/CIA,
intitulada Mercado
Brasileiro de Informática
e Uso nas Empresas.
O estudo foi realizado
a partir das respostas
de 1,7 mil empresas
entre setembro passado
e abril de 2008.
Segundo
a pesquisa, apesar
do boom das vendas
de computadores
no ano passado no
Brasil - que, pela
primeira vez, superaram
a venda de aparelhos
de televisão
-, ainda há
um longo caminho
para universalizar
o acesso da população
à tecnologia.
Os PCs atingem apenas
26% da população
brasileira. A quantidade
é maior que
a média mundial,
de 21% de pessoas
com acesso a computadores,
num total de 1,4
bilhão de
máquinas.
Mas está
muito longe dos
89% verificados
nos Estados Unidos,
com 270 milhões
de computadores.
"A continuar
o cenário
econômico,
vamos ter um crescimento
de 20% a 30% por
ano até 2012",
afirma Fernando
Meirelles, professor
titular da FGV-Easesp
e coordenador da
pesquisa.
As
companhias (de grande,
médio e pequeno
porte) irão
estimular o setor
também, que
movimenta cerca
de US$ 150 bilhões.
Em
2007, as empresas
gastaram, em média,
5,7% de sua receita
líquida em
tecnologia da informação,
valor bem superior
ao 1,3% de investimento
em 1988. "Desse
total investido,
mais da metade
Dentro
desse volume, 1,21%
da receita líquida
das empresas no
ano passado foi
investido no comércio
eletrônico,
de acordo com a
10ª edição
da pesquisa Comércio
Eletrônico
no Mercado Brasileiro,
da FGV-Eaesp.
Segundo
Alberto Luiz Albertin,
coordenador do Centro
de Tecnologia de
Informação
Aplicada e do Programa
de Excelência
em Negócios
na Era Digital,
do total de transações
negócio-a-negócio,
55,33% são
realizadas no comércio
eletrônico.
Na relação
das companhias com
os consumidores,
19,18% são
feitas pelo meio
eletrônico.
Valor
Online
Perto faz parceria
com a Lipi Data
Systems
Perto,
fabricante de equipamentos
de automação
bancária
e comercial com
sede em Gravataí,
na região
metropolitana de
Porto Alegre, fechou
contrato de transferência
de tecnologia para
a montagem de terminais
de auto-atendimento
(ATM) pela Lipi
Data Systems
na Índia.
A
operação
inclui a exclusividade
de venda dos dispensadores
de cédulas
produzidos no Brasil
para o parceiro
indiano, disse o
diretor do grupo
Digicon, controlador
da Perto, José
Luis Korman.
Segundo
o empresário,
o acordo permite
à empresa
aproveitar o potencial
de desenvolvimento
do mercado da Índia
sem a necessidade
de montar uma planta
própria no
país nem
exportar equipamentos
completos a partir
do Brasil, o que
exigiria gastos
pesados com frete.
A produção
iniciou dia primeiro
deste mês
e a estimativa dos
parceiros locais
é fabricar
até 10 mil
unidades anualmente
a partir do segundo
ano de operação,
volume igual ao
registrado hoje
em Gravataí,
informou Korman.
A
empresa indiana
produz periféricos
como impressoras,
scanners, contadores
de cédulas
e terminais de ponto
de venda (POS) e
também será
encarregada da venda,
instalação
e manutenção
dos ATMs bancários,
que levarão
a marca Lipi/Perto.
Conforme Korman,
a quantidade de
terminais de auto-atendimento
instalados na Índia
saltou de 1,5 mil
para 20 mil desde
2000, mas o número
ainda é muito
inferior aos 180
mil equipamentos
em operação
no Brasil. Destes,
23 mil foram produzidos
pela Perto para
bancos públicos
e privados.
O
novo contrato ajudará
a Perto a crescer
pelo menos 20% neste
ano em comparação
com o faturamento
de R$ 142 milhões
apurado em 2007,
disse o diretor.
As exportações,
que avançaram
de 6% para 17% das
vendas entre 2006
e o ano passado,
devem seguir avançando,
mas a empresa não
tem metas fixadas
para os embarques
ao exterior. Entre
os principais países
atendidos estão
Venezuela, Equador,
Chile, Argentina,
Espanha, Alemanha
e Irã.
As
vendas de ATMs representam
de 80% a 85% do
faturamento da empresa,
que além
do equipamento desenvolve
os softwares de
interface com os
sistemas dos próprios
bancos, como ocorre
no Brasil, ou com
as redes adotadas
pelas instituições
financeiras no exterior.
A Perto também
produz periféricos
como terminais de
ponto de venda para
estabelecimentos
comerciais e correspondentes
bancários,
impressoras, processadores
de meios de pagamento
e leitores de cartões
inteligentes para
certificação
digital. Uma impressora
autenticadora, recentemente
lançada,
já recebeu
16 mil encomendas
de um grande banco,
mas Korman não
revelou o nome do
cliente.
No
total, o grupo
Digicon teve
faturamento de R$
166 milhões
em 2007 e prevê
uma alta consolidada
em torno de 20%
para este ano. A
companhia produz
ainda equipamentos
para controle de
acesso (catracas
eletrônicas)
e tráfego,
parquímetros,
sistemas de bilhetagem
eletrônica
para transporte
coletivo, periféricos
para a indústria
de transformação
de plástico
e componentes aeronáuticos,
além de controlar
a Numericon, que
fabrica controladores
de comando numérico.
Valor
Online
Alimentos
Nutrella
dá novo fôlego
à Bimbo em
pães e bolos
A
mexicana
Bimbo vem fechando
o cerco no mercado
brasileiro de pães
e bolos industrializados.
Dona das marcas
Pullman e Plus Vita
(líderes,
respectivamente,
nos mercados de
São Paulo
e Rio de Janeiro),
a fabricante de
produtos alimentícios
confirmou a compra
da gaúcha
Nutrella,
que registrou receita
bruta de R$ 184
milhões em
2007, conforme antecipado
pelo Valor na semana
passada. Em novembro,
a Bimbo já
havia adquirido
por cerca de R$
50 milhões
o Panifício
Laura, de São
Paulo. A Bimbo pagou
mais do que o dobro
disso por 75% do
capital da Nutrella,
segundo estimativas
de mercado. Os demais
25% permanecem com
a empresa de participações
do BNDES, a BNDESPar.
Os
executivos do grupo
mexicano estão
reunidos em Gravataí
(RS), sede da Nutrella,
com a terceira geração
da família
Neitzke, fundadora
da empresa. A discussão
gira em torno do
futuro dos Neitzke
na fabricante -
se continuam ou
não no comando
executivo - e no
processo de transição.
De acordo com uma
fonte ligada à
empresa, a marca
Nutrella vai permanecer,
assim como o planejamento
de marketing e de
expansão
já traçado.
Entre os planos
está o lançamento
de produtos light
para crianças.
A
Bimbo já
procurava uma aquisição
no Sul do país,
segundo outra fonte
ligada à
empresa. Com a compra
da Nutrella, além
de aumentar sua
presença
na região,
que tem 25 milhões
de habitantes, a
Bimbo absorve a
infra-estrutura
de distribuição
da Nutrella, que
é eficiente
e bem capilarizada
por lá. Assim,
os mexicanos conseguem
também mais
canais de venda
para as marcas Pullman
e Plus Vita. "Foi
uma questão
geográfica
e logística",
disse a fonte.
Valor
Online
Kraft
e Sadia investem
R$ 30 milhões
em fábrica
de queijos em Curitiba
SÃO
PAULO - A Kraft
Foods Brasil e a
Sadia
oficializaram, hoje,
a criação
de uma joint-venture
para produzir e
comercializar queijos
processados no mercado
brasileiro. O investimento
inicial será
de R$ 30 milhões.
A nova empresa ficará
em Curitiba e contará
com administração
e governança
corporativa próprias.
A
Kraft, que terá
participação
majoritária
na joint-venture,
com 51% de suas
ações,
contribuirá
com instalações
fabris e maquinários
já existentes
em seu complexo
industrial na capital
paranaense. A Sadia
terá os 49%
restantes.
O
faturamento da sociedade
deverá atingir
cerca de R$ 40 milhões
no primeiro ano
de suas atividades,
e chegar a R$ 300
milhões dentro
de cinco anos.
A
nova empresa, ainda
sem nome definido,
comercializará
o queijo cremoso
Philadelphia, da
Kraft, os queijos
processados e patês
de queijo da Sadia,
bem como novos produtos
e marcas que serão
desenvolvidos no
futuro e que poderão
chegar aos pontos
de vendas atendidos
pela Sadia.
"O
negócio está
totalmente alinhado
com a estratégia
internacional da
Kraft de crescer
em mercados-chave
como o Brasil",
afirmou Mark Clouse,
presidente da Kraft
Foods no Brasil,
por meio de comunicado.
Por
meio de fato relevante,
postado junto à
Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM), a Sadia disse
que essa parceria
com a Kraft representa
um passo importante
para o fortalecimento
da companhia no
segmento de queijos
e está em
perfeito alinhamento
com a sua estratégia
de crescimento e
criação
de valor para a
companhia e para
os seus acionistas.
Valor
Online
Bebidas
Schincariol
fecha acordo para
comprar a cervejaria
catarinense Eisenbahn
SÃO
PAULO - A Schincariol
acaba de anunciar
a compra da cervejaria
Eisenbahn,
que tem sede em
Blumenau, Santa
Catarina. Com a
aquisição,
a Schin amplia seu
leque de produtos
no segmento premium
de cervejas.
Em
2007, a empresa
já havia
comprado a cervejaria
Baden Baden, de
Campos de Jordão,
e também
a carioca Devassa.
Segundo
o presidente do
grupo Schincariol,
Fernando Terni,
a compra será
quitada com caixa
próprio da
empresa, mas o valor
da transação
não pode
ser revelado por
questões
contratuais.
Neste
ano, a previsão
é de que
a Eisenbahn registre
faturamento de R$
20 milhões.
Valor
Online
AmBev
registra lucro líquido
de R$ 743,8 milhões
no 1º trimestre
SÃO
PAULO - O primeiro
trimestre de 2008
significou para
a
AmBev lucro
líquido consolidado
de R$ 743,8 milhões,
acima dos R$ 645,9
milhões de
mesmo período
do ano passado.
O lucro antes de
juros, impostos,
depreciação
e amortização
(Ebitda, na sigla
em inglês)
equivaleu a R$ 2,074
bilhões,
ou 1,5% superior
aos R$ 2,042 bilhões
de janeiro a março
de 2007. A margem
Ebitda ficou em
42,8%, queda de
1,1 ponto percentual.
A receita líquida
passou de R$ 4,655
bilhões para
R$ 4,847 bilhões.
No
trimestre inicial
de 2008, a unidade
AmBev Brasil registrou
Ebitda de R$ 1,482
bilhão, com
decréscimo
de 0,7% na comparação
com período
correspondente de
um ano antes. A
receita líquida
somou R$ 3,163 bilhões,
crescimento de 5,4%.
As
operações
de cerveja no Brasil
registraram Ebitda
de R$ 1,217 bilhão,
inferior ao R$ 1,276
bilhão apurados
no primeiro trimestre
de 2007. A receita
líquida subiu
4,7%, para R$ 2,565
bilhões.
"O
setor de bebidas
no Brasil enfrentou
os desafios conjuntos
de um clima mais
chuvoso e frio,
um feriado de carnaval
mais cedo e um aumento
no preço
de alimentos de
mais de duas vezes
o nível do
índice de
preços ao
consumidor",
observou a AmBev
em nota.
Valor
Online
Agronegócio
UE
quer abrir cota
para importar açúcar
A
União Européia
quer abrir uma cota
de importação
de 400 mil toneladas
de açúcar
para a indústria
química e
de fermentação,
o que teoricamente
pode beneficiar
produtores brasileiros.
A
comissária
européia
de Agricultura,
Marian Fischer Boel,
afirmou que essa
será a maneira
de resolver a briga
entre a indústria
e produtores europeus
sobre o preço
do açúcar
no continente.
Até
recentemente, essa
indústria
pagava aos produtores
o preço europeu,
mas recebia depois
indenização
da UE. Com a reforma
do regime do açúcar,
a compensação
foi eliminada e
a UE mandou os dois
lados negociarem,
o que não
conseguiram.
Com
a cota, o setor
químico poderá
importar pelo preço
internacional, que
é ? 300 euros
por tonelada mais
barato que o açúcar
europeu. Fischer
Boel decidiu propor
ao comitê
gestor do regime
de açúcar
a abertura de cota
de importação
permanente, e quer
ter sua aprovação
ainda neste mês.
Ao mesmo tempo,
deixará os
produtores europeus
exportarem 700 mil
toneladas a mais
de açúcar,
mas teoricamente
sem subsídios.
A
Associação
Européia
de Produtores de
Açúcar
minimiza, porém,
o impacto da medida.
Seu secretário-geral,
Jean-Louis Barjol,
disse que o bloco
abriu uma cota de
importação
provisória
de 200 mil toneladas
para a indústria
química,
em 2007, e só
10 mil toneladas
foram importadas.
"Não
vale fazer muito
barulho para nada",
disse ele. Mas Barjol
acha que os brasileiros
terão mais
lucro se continuarem
exportando à
África, em
vez de vender pelo
preço mundial
para a indústria
química européia.
Numa
intervenção
ontem no Parlamento
Europeu, a comissária
Fischer Boel fez
um balanço
positivo da reforma
do açúcar,
provocada em parte
pela derrota na
briga aberta pelo
Brasil na Organização
Mundial do Comércio
(OMC) contra subsídios
ao setor.
Ela
revelou que Bruxelas
já conseguiu
que os produtores
abandonem produção
de 5,65 milhões
de toneladas, faltando
350 mil toneladas
para alcançar
o objetivo de redução
de 6 milhões
de toneladas. Além
disso, a UE importará
cerca de 3,5 milhões
de toneladas por
ano até 2015
dos 76 países
mais pobres, sem
taxação.
Fischer
Boel desmentiu "rumores
de Genebra"
de que a UE tratará
açúcar
como produto sensível,
sujeito a corte
tarifário
menor. Ela disse
que nenhuma decisão
foi tomada, até
porque prefere dispor
de uma "cláusula
de salvaguarda especial"
para frear importações
a partir de determinado
valor da mercadoria.
Mas
se o açúcar
se tornar um produto
sensível
na negociação
de Doha, ela acena
com o retorno de
subsídios
à exportação
para contrabalançar
importações
adicionais, ao menos
até 2013.
O Brasil se opõe
à cláusulas
especial de salvaguarda
e ao subsídio
à exportação.
Valor
Online
Previsão
para laranja em
SP causa surpresa
Tinha
tudo para ser um
evento marcante.
Afinal, pela primeira
vez em muito tempo,
a Secretaria da
Agricultura de São
Paulo anunciaria,
com pompa e circunstância,
sua projeção
para uma nova safra
de laranja no Estado,
no caso a 2008/09,
cuja colheita está
começando
agora.
Nada
da discrição
do passado, incompatível
com o peso paulista
no mercado global
de suco. Como pode
o dono do maior
parque citrícola
do planeta e origem
de mais de 80% das
exportações
mundiais de suco
de laranja ter tão
pouca influência
na formação
dos preços
da commodity na
bolsa de Nova York,
ainda um espelho
do que acontece
na Flórida,
que produz e exporta
muito menos?
E
o evento foi marcante,
com representantes
de produtores e
indústrias,
regado a néctar
sabor laranja e,
ainda por cima,
com surpresa no
final: segundo o
Instituto de Economia
Agrícola
(IEA), vinculado
à secretaria,
São Paulo
produzirá
368,2 milhões
de caixas de 40,8
quilos da fruta
em 2008/09, 0,7%
mais que na temporada
anterior. Ninguém
esperava por um
número superior
ao de 2007/08. As
apostas eram de
queda de, no mínimo,
7%. Para a maioria,
310 milhões
de caixas refletiriam
melhor os problemas
climáticos
que afetaram os
pomares paulistas.
Mas,
como o IEA mudou
a metodologia e
depurou seu levantamento,
existe a possibilidade
de o mercado estar
diante de estimativas
mais confiáveis,
de uma nova base
de cálculo.
Resta esperar por
2009/10, quando
o governo estadual
prometeu novas melhorias,
inclusive com o
georreferenciamento
das propriedades,
conforme o secretário
João Sampaio.
Essa
hipótese
não serviu
de alento para os
citricultores que
prestigiaram o evento
de ontem. Preocupados
com o forte aumento
de custos e com
dificuldades para
garantir remunerações
melhores pela laranja
que entregam às
indústrias
de suco, eles passaram
a temer que a projeção
realmente tenha
mais relevância
em Nova York e na
Europa, maior mercado
para a bebida brasileira
no exterior. Porque
se tiver, a tendência
será de pressão
sobre as cotações,
que já acumulam
queda de cerca de
30% nos últimos
doze meses.
Na quinta-feira,
em Nova York, a
projeção
para a safra paulista
passou despercebida.
Os preços
caíram -
os contratos para
julho perderam 145
pontos e fecharam
a US$ 1,2045 por
libra-peso -, com
o mercado à
espera da publicação
de mais uma projeção
do Departamento
de Agricultura dos
EUA (USDA) para
a safra do país,
na manhã
desta sexta. Para
a Flórida,
o órgão
vinha trabalhando
com 169 milhões
de caixas; para
a Califórnia,
cujo foco está
na laranja de mesa,
com 65,5 milhões.
"Continuo
acreditando que
a nova safra será
entre 7% e 10% menor
que a passada",
disse Maurício
Mendes, presidente
da consultoria AgraFNP.
Mendes é
um dos 17 consultores
do Gconsi, grupo
que se reúne
regulamente para
debater o segmento.
Eles esperam uma
elevação
de até 1,5
milhão de
caixas na projeção
do USDA para a Flórida.
Segundo
o produtor Marco
Antonio dos Santos,
coordenador da mesa
diretora de citricultura
da Federação
da Agricultura do
Estado de São
Paulo (Faesp), o
problema é
que, se os preços
do suco caírem,
será mais
difícil renegociar
contratos de fornecimento
em bases melhores,
já que os
custos subiram pelo
menos 30% no último
ano. "Há
casos em que os
custos chegam a
R$ 15 por caixa.
Com contratos entre
US$ 3 e US$ 5 por
caixa, como a maioria
atualmente, não
dá para pagar".
Valor
Online
Produção
de café é
a 2ª maior
da década
Mesmo
prejudicados pelo
clima desfavorável,
os produtores de
café colherão
neste ano a segunda
maior safra da última
década, com
45,5 milhões
de sacas, informou
ontem a
Companhia Nacional
de Abastecimento
(Conab). O avanço
de 35% na produção
de café beneficiado
deve-se à
característica
de bianualidade
das lavouras, que
têm "safra
cheia" a cada
dois anos. Serão
34,7 milhões
de sacas da variedade
de café arábica
e 10,8 milhões
do tipo robusta.
Ao
anunciar a estimativa,
o ministro da Agricultura,
Reinhold Stephanes,
arriscou-se a prever
uma produção
de 40 milhões
de sacas na próxima
safra, em 2009.
"É um
chute à longa
distância",
corrigiu o secretário
de Produção
e Agroenergia, Manoel
Bertone. A cifra
superaria de longe
as 33,7 milhões
de sacas colhidas
em 2007. "Se
tudo correr bem,
teremos uma colheita
levemente inferior
a esta safra".
Em 2009, as lavouras
estarão na
fase de baixa produção.
Mesmo assim, o governo
prevê bons
resultados em razão
da ampliação
do uso de insumos
e investimentos
em tecnologia nos
cafezais.
A
produção
de café segue
concentrada em Minas
Gerais (50,3%),
Espírito
Santo (23,1%), São
Paulo (10,4%), Paraná
(5,2%), Bahia (5%)
e Rondônia
(3,7%). O Brasil
consome 17 milhões
de sacas de café
e exporta 28 milhões.
O Ministério
da Agricultura reivindicou
participação
nos bons resultados.
Bertone disse que
o governo destinou
R$ 2,1 bilhões
ao financiamento
do setor, desde
o custeio, colheita
e estocagem da produção
até as aquisições
de café.
Ele
lembrou haver R$
300 milhões
para apoiar a comercialização
do grão com
subsídios
diretos ao preço
(Pepro) e contratos
de opções.
O secretário
também reafirmou
a continuidade da
atual política
para o segmento,
contestada inicialmente
por alguns industriais
e sempre alentada
por produtores e
cooperativas. "Eliminamos
estoques e não
temos porquê
mudar nossa política",
disse Bertone.
Mesmo
com o bom desempenho
do segmento, os
produtores lembram
ter havido uma quebra
na "expectativa
inicial" em
função
da estiagem de quase
dois meses ocorrida
em 2007. "Essa
baixa implicará
em um menor volume
disponível
à exportação
já a partir
de 2009, o que requer
uma política
de escoamento mais
ordenado nas próximas
safras", disse,
em nota, o Conselho
Nacional do Café
(CNC).
A
área total
de café em
produção
cresceu 1,6% nesta
safra, somando 2,1
milhões de
hectares, sobretudo
na Bahia (30,8%),
Espírito
Santo (3,6%) e Minas
(0,5%). O chamado
parque cafeeiro
avançou 1,5%,
para 5,7 milhões
de covas de café.
A colheita do café
começou na
última quinzena
de março
e deve se estender
até o início
de outubro, de acordo
com a região.
O auge ocorre entre
maio e julho. (MZ)
Mais
em www.conab.gov.br
Valor
Online
Júpiter,
promessa de mais
fertilizantes
A
comprovação
de novas reservas
de gás natural
no litoral brasileiro
poderá tirar
do papel a construção
da terceira fábrica
de matérias-primas
para adubos da Petrobras
no país.
Anunciada em 2005,
a nova unidade é
aguardada com expectativa
devido à
disparada dos preços
dos fertilizantes.
"O
grande problema
é a falta
de disponibilidade
de gás natural",
explicou Mozart
Schmitt de Queiroz,
gerente-executivo
da Diretoria de
Gás e Energia
da estatal, durante
evento na quinta-feira
em São Paulo
sobre biocombustíveis,
no qual os preços
dos fertilizantes
foram levantados
como um dos responsáveis
pelo atual encarecimento
global dos alimentos.
Segundo
Queiroz, o cenário
atual no segmento
de fertilizantes
está levando
a Petrobras a repensar
a destinação
do gás para
a produção
de adubos. "Se
as reservas forem
comprovadas, aí
o tema deverá
ser incorporado
na revisão
estratégica
da empresa neste
ano", disse.
"Já
estamos pensando
o que fazer com
esse gás...
o 'brainstorm' está
começando",
acrescentou.
Ele
se referia ao campo
de Júpiter,
reserva de gás
natural descoberta
no início
do ano na bacia
de Santos, perto
do megacampo de
Tupi. Com reservas
estimadas entre
28 e 45 trilhões
de pés cúbicos,
Júpiter poderia
transformar o Brasil
de importador a
exportador de gás.
Hoje, o Brasil compra
da Bolívia
quase 50% do que
consome.
O
gás natural
é um das
matérias-primas
utilizadas para
a produção
da uréia,
composto básico
do adubo. Sem ele,
é impossível
alavancar a produção
nacional de fertilizantes
no ritmo de crescimento
da demanda. Dados
preliminares da
Associação
Nacional para
Difusão de
Adubos (Anda) apontam
para compras de
5,4 milhões
de toneladas no
primeiro trimestre
do ano, 17,9% mas
que no mesmo período
de 2007. E isso
mesmo com a guinada
nos preços,
que mais do que
dobraram nos últimos
12 meses.
A
expectativa em torno
de uma terceira
unidade de fertilizantes
da Petrobras é
grande. Com investimento
estimado em US$
1,5 bilhão,
ela colocaria no
mercado mais 1 milhão
de toneladas de
uréia e 760
mil de amônia
por ano, o que mais
que duplicaria as
vendas da Petrobras.
Hoje, a estatal
opera duas plantas
instaladas na Bahia
e em Sergipe.
De
qualquer forma,
não seria
um negócio
para o curto prazo,
trazendo o alívio
imediato esperado
pelos produtores
rurais. A comprovação
das reservas do
campo de Júpiter
devem sair apenas
no ano que vem,
e daí para
a sua operacionalização
passariam mais ao
menos três
anos, segundo especialistas
no setor.
"Não
vejo outro ator
que possa entrar
nesse mercado, que
exige investimentos
pesados. Só
uma gigante como
a Petrobras conseguiria",
disse Luis Carlos
Guedes Pinto, ex-ministro
da Agricultura e
atual vice-presidente
do Banco do Brasil.
Presente ao evento
sobre biocombustíveis,
Guedes foi um contundente
crítico da
dependência
do Brasil ao adubo
importado e cutucou
o representante
da Petrobras a se
mexer. "Queria
sugerir a você
que fale com o pessoal
da Petrobras para
produzir mais potássio,
fósforo e
nitrogênio".
Queiroz, da estatal,
acenou com a cabeça,
mas jogou a bola
ao ex-ministro.
"Sugiro que
o senhor, que transita
bem em Brasília,
leve essa mensagem".
Para
elevar a oferta
de matérias-primas
derivadas do fosfato,
as indústrias
privadas prometem
investir US$ 4 bilhões
em quatro anos.
Valor
Online
Conab
confirma safra recorde
de grãos
no país
Mais
milho e menos soja.
O oitavo levantamento
de safra da Companhia
Nacional de Abastecimento
aponta uma colheita
recorde de 142,1
milhões de
toneladas de grãos,
fibras e cereais
no ciclo 2007/08,
que se encerra em
30 de junho. Em
uma área
plantada que avançou
756 mil hectares
(1,6%) nesta safra,
sobretudo em Mato
Grosso (10%), o
país produzirá
um adicional de
10,36 milhões
de toneladas (7,9%).
A produtividade
média das
lavouras cresceu
6% no período,
com destaque para
Goiás, Paraná,
Piauí e Rondônia.
Mesmo
com as projeções
otimistas da Conab,
o ministro da Agricultura,
Reinhold Stephanes,
não afastou
ontem a hipótese
de novos reajustes
dos preços
de alimentos básicos.
"O movimento
altista já
parou, mas no médio
prazo talvez tenhamos
novos impactos.
Não neste
ano nem no próximo,
mas depois disso
[em 2010]",
afirmou. "Mas
os preços
não vão
retornar aos níveis
antigos". Por
isso mesmo, não
afastou uma eventual
limitação
das exportações
de arroz, que chegou
a insinuar há
alguns dias. "Se
exportar além
de determinado limite,
teremos problemas",
admitiu. "Somos
auto-suficientes
em arroz, a Conab
tem estoques, as
grandes marcas também.
Mas se exportasse
um ou dois milhões
de toneladas teríamos
problemas porque
não haveria
oferta para comprar".
A
Conab projeta os
estoques oficiais
mais baixos das
últimas nove
safras (1,098 milhão
de toneladas), o
suficiente para
apenas um mês
de consumo.
Ao
estimar que a próxima
safra (2008/09)
será 5% superior
à atual,
bem perto de 150
milhões de
toneladas, Stephanes
também informou
que o governo avalia
adotar mecanismos
de estímulo
à produção
futura com aumento
dos preços
mínimos,
mais recursos para
custeio a juros
subsidiados e ampliação
do seguro rural.
Para o feijão,
primeiro vilão
da inflação
dos alimentos, Stephanes
previu um aumento
de R$ 47 para R$
70 a R$ 80 por saca
nos preços
mínimos.
"Temos grande
preocupação
em garantir a mesa
dos brasileiros,
mas temos que ter
preços remuneradores
aos produtores",
disse.
Nas
projeções
da Conab, a safra
de soja chegará
a 59,5 milhões
de toneladas (1,9%).
Mato Grosso produzirá
um terço
do total (17,7 milhões)
em uma área
10,5% acima da safra
anterior. Goiás,
Bahia e Tocantins
também avançaram.
No
milho, cada vez
mais demandado para
ração
animal e exportação,
a produção
total deve bater
em 57,87 milhões
de toneladas (12,7%)
- 18,2 milhões
na chamada safrinha
de inverno. Como
destaque figuram
os produtores do
Paraná, Mato
Grosso, Minas Gerais,
Rio Grande do Sul
e Goiás.
Mesmo assim, Stephanes
quer autorizar as
polêmicas
compras do produto
transgênico.
"Temos que
manter canal aberto
para suprir o Nordeste",
disse.
O
trigo, que começa
a ser plantado no
Sul do país,
deve ter uma colheita
de 3,82 milhões
de toneladas, um
avanço de
71% na comparação
com o ciclo anterior.
Apontado como vilão
da alta dos preços
do pão e
de massas, o trigo
registra o segundo
menor estoque oficial
das últimas
seis safras, com
apenas 221,4 mil
toneladas. O governo
anunciou auxílio
à produção,
beneficiada pela
alta de preços
externos. Agora,
o ministro não
sabe se perseguirá
a auto-suficiência.
"As condições
para o trigo estão
dadas. Agora, temos
que avaliar para
ver se teremos auto-suficiência",
disse.
Valor
Online
Têxtil
Haco
quadruplica produção
no Ceará
A
Haco, fabricante
catarinense de etiquetas,
inaugura hoje uma
nova fábrica
em Eusébio,
na região
metropolitana de
Fortaleza. A empresa
investiu R$ 30 milhões
na construção
da unidade e na
compra de 80 teares
para quadruplicar
a capacidade de
uma unidade que
já existia
na cidade cearense
mas que era alugada.
Segundo
Ricardo Lowndes,
presidente da Haco,
o objetivo do investimento
é deixar
a empresa mais próxima
do mercado consumidor
europeu, para onde
pretende ampliar
as exportações.
Em 2007, 20% da
produção
de 200 toneladas
por mês da
companhia já
foi vendida para
outros países.
Sem fazer projeções,
o presidente da
companhia diz que
a meta para este
ano é aumentar
esse volume. "Apesar
do câmbio,
temos conseguido
exportar até
para a China",
disse o executivo.
Outros
dois fatores também
pesaram na opção
pelo Ceará.
Um deles é
o programa de incentivo
fiscal oferecido
pelo Estado. Além
disso, também
influenciou a decisão
o crescimento da
produção
têxtil na
região Nordeste.
"Diversas fábricas
do Sul do país
estão ampliando
suas operações
nos Estados nordestinos.
E precisamos acompanhá-las",
explica o presidente
da Haco. O próprio
crescimento do consumo
no Nordeste tem
atraído mais
fábricas
à região.
Segundo a companhia,
ela é a maior
produtora de etiquetas
do Brasil.
Mesmo
com essa nova unidade
no Ceará,
a maior fábrica
da Haco continua
sendo a de Blumenau,
em Santa Catarina,
que responde por
70% da produção.
A empresa também
possui unidades
em Criciúma
e Massaranduba,
ambas em Santa Catarina,
e em Covilhã,
em Portugal.
Valor
Online
Construção
Rodobens
reverte prejuízo
e registra lucro
de R$ 17,8 milhões
no 1º trimestre
SÃO
PAULO - A
Rodobens Negócios
Imobiliários
fechou o primeiro
trimestre deste
ano com lucro líquido
de R$ 17,864 milhões,
com baixa de 12,56%
perante o resultado
do quatro trimestre
de 2007, quando
a empresa lucrou
R$ 20,432 milhões.
O resultado representa,
entretanto, uma
reversão
significativa em
relação
ao prejuízo
líquido de
RS$ 8,675 milhões
registrado no primeiro
trimestre de 2007.
Já
o lucro antes de
juros, impostos,
depreciação
e amortização
(Ebtida) cresceu
29% para R$ 14,463
milhões,
contra R$ 11,194
milhões registrados
no trimestre final
de 2007. Entre janeiro
e março do
ano passado a cifra
havia sido de R$
3,207 milhões.
O
balanço da
companhia mostra
que foram contratadas
as vendas de 2.092
unidades, no valor
de R$ 153,744 milhões,
montante 7% maior
do que o apurado
em dezembro de 2007
e 360% superior
ao registrado um
ano antes.
A
receita líquida
cresceu 46% no comparativo
com o quarto trimestre
de 2007, para R$
72,680 milhões.
Perante o trimestre
inicial de 2007
o avanço
foi de 283%. Já
a dívida
líquida diminuiu
56% em relação
ao primeiro trimestre
do ano passado,
para R$ 163,137
milhões.
No confronto com
o quarto trimestre
a queda foi de 33%.
A
empresa manteve
por ora a meta de
VGV neste ano em
R$ 634 milhões,
mas avalia que ela
pode ser elevada.
O estoque de terrenos
adquiridos ou sob
opção
de compra no final
de março
representava um
VGV potencial estimado
no total de R$ 5,8
bilhões.
Valor
Online
Gafisa
fecha primeiro trimestre
com lucro líquido
de R$ 41,6 milhões
SÃO
PAULO - A
Gafisa anunciou
hoje que fechou
o primeiro trimestre
com lucro líquido
de R$ 41,6 milhões,
o que representa
uma reversão
do prejuízo
de R$ 12,5 milhões
apurado em igual
período de
2007. O desempenho
negativo do início
do ano passado se
deve a despesas
extraordinárias
com a oferta pública
de ações
realizada pela empresa
na época.
A
receita líquida
de vendas da empresa
somou R$ 319,5 milhões
entre janeiro e
março de
2008, montante 42%
superior ao registrado
no primeiro trimestre
do ano passado.
Na mesma comparação,
as vendas contratadas
saltaram 97%, para
R$ 502,3 milhões,
e os lançamentos
cresceram 91%, atingindo
R$ 577,9 milhões
no trimestre.
O
lucro antes de juros,
impostos, depreciação
e amortização
(Lajida) somou R$
50,8 milhões,
com alta de 51%
sobre o Lajida ajustado
do primeiro trimestre
do ano passado.
A margem Lajida,
que mede o peso
deste indicador
na receita líquida,
subiu de 15,1% para
15,9% neste intervalo.
A
Gafisa informou
ainda que fechou
o trimestre com
um banco de terrenos
com potencial de
vendas de R$ 11,1
bilhões,
o que representa
um crescimento de
94% em relação
a março de
2007.
Valor
Online
Petroquímica
Unipar
informa que analisa
propostas para vender
sua controlada União
Terminais
SÃO
PAULO - A
Unipar enviou
um comunicado ao
mercado hoje informando
que está
analisando "manifestações
de investidores
sobre possível
interesse na aquisição"
da sua controlada
União Terminais.
A Unipar petroquímica
disse ainda que
"manterá
o mercado informado
sobre o desenrolar
dos fatos".
A
União
Terminais presta
serviços
de armazenagem e
movimentação
de granéis
líquidos
em geral em seus
terminais próprios
em Santos e no Rio
de Janeiro, e também
em um terminal de
Paranaguá,
que opera em parceria
com a Vopak.
No
ano passado, a empresa
teve receita líquida
de R$ 59,8 milhões,
o que representou
queda de 10% frente
a 2006, motivada
pela queda do dólar.
O lucro da empresa
antes de juros,
impostos, depreciação
e amortização
(Ebitda) foi de
R$ 32,4 milhões
no ano passado,
com recuo de 23%
sobre o período
precedente.
Valor
Online
Varejo
B2W
fecha trimestre
com lucro e receita
maiores
SÃO
PAULO - A B2W
- Companhia Global
de Varejo, resultante
da fusão
entre Americanas.com
e Submarino e constituída
em dezembro de 2006,
apresentou receita
bruta de R$ 1,029
bilhão no
primeiro trimestre,
um crescimento de
39% no comparativo
anual.
A
geração
de caixa medida
pelo lucro antes
de juros, impostos,
depreciação
e amortização
(Ebitda, na sigla
em inglês)
avançou 50%,
para R$ 100 milhões,
com margem de 13,9%,
alta de 1 ponto
percentual.
O
lucro líquido
no primeiro trimestre
de 2008 foi de R$
14,9 milhões,
comparado aos R$
12,6 milhões
apurados no mesmo
período de
2007.
Desconsiderando
amortização
do ágio nos
três primeiros
meses deste ano
e de 2007, bem como
o efeito não-caixa
do prejuízo
fiscal no imposto
de renda, o lucro
líquido ajustado
situou-se em R$
23,4 milhões,
64% acima dos R$
14,3 milhões
do trimestre inicial
do calendário
passado.
Em
nota, a empresa
explicou que os
números se
referem à
controladora (Americanas.com,
Submarino e Shoptime).
A B2W lembrou que
seu portfólio
conta com as marcas
Americanas.com,
Shoptime, Submarino,
Blockbuster Online,
Ingresso.com, Submarino
Finance e B2W Viagens.
Valor
Online
Comércio
eletrônico
deve faturar 55%
mais neste dia das
mães e movimentar
R$ 445 milhões
SÃO
PAULO - O comércio
eletrônico
deve faturar 55%
mais com as vendas
para o Dia das Mães
neste ano. Segundo
projeções
da consultoria e-bit,
as compras pela
internet devem movimentar
R$ 445 milhões
no período
entre 25 de abril
e 11 de maio. No
ano passado, a receita
obtida em período
equivalente foi
de R$ 287 milhões.
Assim
como para as lojas
físicas,
o Dia das Mães
é a melhor
data do ano para
as vendas depois
do Natal. Em levantamento
do ano passado constatou-se
que 19% da receita
com vendas no primeiro
semestre de 2007
derivaram dessa
data comemorativa.
Para
a entidade, a expansão
do faturamento será
garantida principalmente
pelo alto valor
agregado das mercadorias
vendidas pelo comércio
eletrônico.
A
e-bit estima que
o ticket médio
de cada compra neste
período deve
aumentar de R$ 304
em 2007 para R$
315 neste ano.
As
previsões
indicam bom desempenho
para vendas de cestas
de café da
manhã, perfumes,
cosméticos,
flores e eletrodomésticos,
além de TVs,
aparelhos de som
e celulares. A grande
atração
nesse tipo de compra
continua sendo o
parcelamento sem
juros em até
12 meses e promoção
com frete gratuito.
Valor
Online
Lucro da Lojas Renner
aumenta 62% no primeiro
trimestre e soma
R$ 27,2 milhões
SÃO
PAULO - O lucro
líquido da
Lojas
Renner atingiu
R$ 27,2 milhões
entre janeiro e
março deste
ano, o que representa
um aumento de 62%
em relação
ao montante apurado
no mesmo trimestre
de 2007, de R$ 16,8
milhões.
A receita operacional
líquida subiu
24,2%, para R$ 431,7
milhões.
O
desempenho foi influenciado
pelo aumento de
23,6% na receita
líquida com
vendas no período,
que somou R$ 383,4
milhões,
contra R$ 310,3
milhões verificados
um ano antes. Considerando
o fator vendas em
mesmas lojas, a
expansão
foi de 11,5% em
relação
ao trimestre inicial
de 2007.
O
Ebtida (lucro antes
de juros, impostos,
depreciação
e amortização)
no período
analisado cresceu
42,6% e somou R$
55,4 milhões
entre janeiro e
março deste
ano. A margem Ebtida
sobre receita líquida
com vendas avançou
de 12,5% para 14,5%.
A empresa afirmou
que contribuiu para
esse aumento a contribuição
de lojas recentemente
abertas.
Os
custos da companhia
com vendas também
subiram, passando
de R$ 166,1 milhões
entre janeiro e
março do
ano passado para
R$ 199,7 milhões
no primeiro trimestre
deste ano. As despesas
com vendas passaram
de R$ 85,4 milhões
para R$ 107,1 milhões
no mesmo período.
De acordo com a
empresa, a pressão
para essa elevação
veio do aumento
das despesas fixas,
que deve ser diluído
ao longo do exercício.
O
resultado de serviços
financeiros aumentou
16% entre os primeiros
trimestres de 2007
e 2008 e alcançou
neste ano R$ 18,5
milhões.
A justificativa
para a expansão
está na elevação
da oferta de empréstimos
pessoais. A carteira
da varejista fechou
o o mês de
março com
R$ 87,3 milhões
(incluindo encargos)
com empréstimo
total de R$ 23,2
milhões no
trimestre.
"A
aceitação
dos produtos de
crédito,
tanto no Saque Rápido
quanto nos empréstimos
pessoais é
bastante positiva,
e as operações
têm um ticket
médio em
torno de R$ 500,00
(principal), com
prazo médio
de sete meses e
encargos de até
10,9% ao mês",
explica a empresa
em seu balanço.
Graças
ao fim da cobrança
da CPMF a empresa
conseguiu reduzir
seu resultado financeiro
negativo, que era
de R$ 3,1 milhões
no primeiro trimestre
de 2007 e fechou
março deste
ano em R$ 1,5 milhão.
"Esta redução
decorre, basicamente,
da extinção
da cobrança
de CPMF, que no
ano anterior totalizou
despesas de R$ 3,2
milhões."
As
despesas com provisões
e perdas dos empréstimos
pessoais no período
aumentaram de R$
5 milhões
para R$ 6,1 milhões
no primeiro trimestre
de 2008.
Valor
Online
Telecomunicações
Oi
contrata empresas
nacionais para implantar
nova rede de sinalização
RIO
- A Oi
(ex-Telemar) anunciou
hoje o início
da troca de sua
rede de sinalização
de telefonia fixa,
que passará
a ser de tecnologia
nacional, a um custo
inicial de R$ 50
milhões.
O investimento total
para a troca completa
da rede, que faz
parte da comunicação
entre os aparelhos
de telefone e as
centrais, é
estimado em R$ 100
milhões.
A
tecnologia utilizada
será 7IP,
que foi desenvolvida
pelo Centro
do Pesquisa e Desenvolvimento
em Telecomunicações
(CPqD). O contrato
foi assinado com
as empresas brasileiras
Trópico Sistemas
de Telecomunicações
e AsGa
Sistemas, que
possuem parceria
com o CPqD.
Na
visão de
Falco, a aplicação
de inovações
no mercado brasileiro
geram escala suficiente
para pagar os custos
de desenvolvimento
destas tecnologias
nacionais.
A
nova rede de sinalização
permitirá
inovações
como a portabilidade
numérica,
que possibilitará
ao usuário
manter o número
do telefone fixo
no caso de troca
de endereço
ou de operadora.
A
tecnologia da rede
7IP poderá
inclusive ser exportada,
como já ocorreu
com a Colômbia,
país em que
50% do tráfego
de informações
já é
feito nesta plataforma
brasileira.
Para
Raul Antônio
Del Fiol, presidente
da
Trópico,
a inciativa também
tem um caráter
estratégico,
ao abraçar
o que ele chama
de modelo vitorioso,
que une um centro
de pesquisa, uma
indústria
e uma operadora.
"Precisamos
deixar de lado a
visão de
que o país
só tem condições
de produzir grãos,
commodities. O Brasil
tem capacidade de
produzir tecnologia",
disse Del Fiol.
Valor
Online
Indústria
Automobilística
Produção
de veículos
sobe 6,2% no mês
em abril e 34,4%
ante 2007, informa
Anfavea
SÃO
PAULO - As montadoras
instaladas no país
produziram 300,55
mil veículos
em abril, o que
significa crescimento
de 34,4% na comparação
com período
equivalente de 2007,
quando foram fabricadas
223,62 mil unidades.
Ante março
deste ano (282,92
mil veículos),
o acréscimo
foi de 6,2%.
De
janeiro a abril,
foram produzidos
1,087 milhão
veículos.
Isto implica acréscimo
de 23,5% em relação
aos quatro primeiros
meses do ano passado.
A
informação
foi divulgada nesta
manhã pela
Associação
Nacional dos Fabricantes
de Veículos
Automotores (Anfavea).
Somente
em abril, a produção
foi composta por
282,67 mil automóveis
e comerciais leves,
13,791 mil caminhões
e 4,084 mil ônibus.
Valor
Online
Receita
de montadoras com
exportações
tem alta de 10%
em abril ante março,
diz Anfavea
SÃO
PAULO - As exportações
de veículos
e máquinas
automotrizes somaram
US$ 1,274 bilhão
em abril, superando
em 24,3% a receita
somada no mesmo
mês do ano
passado, de US$
1,025 bilhão.
A
Associação
Nacional os Fabricantes
de Veículos
Automotores (Anfavea),
responsável
pelos dados, mostrou
também que
o resultado foi
10% maior do que
o observado em março
deste calendário,
de US$ 1,158 bilhão.
Do
início do
ano até abril,
o acréscimo
foi de 16,3% nas
vendas externas,
atingindo US$ 4,527
bilhões.
Somente
em abril deste ano,
em unidades, foram
exportados 65,333
mil veículos
(incluídos
caminhões
e ônibus),
expansão
de 10% na comparação
com período
correspondente do
ano passado (59,226
mil unidades). Frente
a março,
quando as vendas
externas somaram
64,489 mil veículos,
aumento foi de 1,3%.
Ainda
no quarto mês
de 2008, as vendas
externas de máquinas
agrícolas
equivaleram a US$
268,449 milhões,
com ampliação
de 36% no confronto
com igual mês
de 2007 e de 11,2%
em relação
a março deste
exercício
(US$ 241,35 milhões).
Foram
exportadas, em abril,
2,796 mil máquinas,
superando em 30,3%
a marca de período
idêntico de
2007. Representa
ainda alta de 7%
na comparação
com março
de 2008 (2,612 mil
unidades). De janeiro
a abril, foram vendidas
9.623 máquinas,
aumento de 37,3%
ante mesmo intervalo
de 2007.
Valor
Online