Alimentos
Ducoco
Alimentos planeja
dobrar as vendas
no Nordeste
Gazeta Mercantil
23/05/2008
São
Paulo, 23 de Maio
de 2008 - Radicado
em São Paulo
há 15 anos,
o cearense Marcos
Antonio Rosa, presidente-executivo
da Ducoco
Alimentos, tem
voltado à
sua região
em busca de um local
para instalar seu
novo centro de distribuição,
programado para
ser inaugurado até
o fim de julho em
Recife ou Fortaleza.
Com este reforço
na distribuição,
o executivo espera
ampliar a importância
da região
no faturamento da
empresa - que fechou
2007 em R$ 140 milhões,
alta de 10% -, que
atualmente responde
por 10%. A meta,
segundo o executivo,
é dobrar
esse montante no
próximo ano.
"O
consumo no Nordeste
tem crescido bastante.
Pensamos inclusive
em desenvolver produtos
específicos
para a região",
explicou Rosa. Inaugurado
o centro no Nordeste,
o executivo considera
concluído
um processo de reorganização
que contou com investimentos
de R$ 25 milhões
em uma fábrica
em Linhares, no
Espirito Santo,
um centro de distribuição
em São Paulo
- inaugurado este
mês -, e ampliação
da equipe de vendas.
Com essa estrutura
- que conta ainda
com uma fábrica
em Itapipoca, interior
do Ceará,
e a expansão
de 30% na linha
de produção
de água de
coco, programada
para acontecer no
segundo semestre
- o executivo contou
que a empresa estará
pronta para crescer
acima de 20% a partir
de 2009 e abrir
capital quando o
faturamento alcançar
R$ 300 milhões.
"Trabalhamos
com este objetivo",
afirmou.
Para
2008, a expectativa
de crescimento é
repetir os 10% do
ano passado. A empresa
também está
ampliando sua equipe
de vendas, que terminou
2008 com 110 pessoas,
alcançou
140 até agora
e deve crescer mais
15% até o
final de 2008.
Além do Nordeste,
outra região
que tem destaque
nas vendas da Ducoco
é a Sudeste,
que concentra 40%
do faturamento.
Com a inauguração
do centro de distribuição
em São Paulo,
o executivo estima
que a entrega dos
produtos será
agilizada. "Como
o tempo de entrega
deve cair pela metade
na região
a freqüência
dos pedidos deve
crescer", disse.
O Centro-Oeste é
responsável
por 25% do faturamento,
os estados do Sul
respondem por 15%
e os do Norte por
5% do total.
Além
de ampliar a presença
na região
Nordeste do País,
a estratégia
de crescimento da
Ducoco passa pela
diversificação
do portfólio.
A empresa apresenta
na próxima
semana a reformulação
de sua linha de
misturas prontas
- que ganhou novo
visual além
de outros sabores
-, e pretende colocar
no mercado produtos
de outros segmentos
até o final
do ano.
Hoje, 60% do faturamento
da Ducoco vêm
das vendas dos produtos
derivados de coco
(leite de coco,
coco ralado, entre
outros), 25% das
vendas de misturas
prontas (bolo, pudim)
e 15% das vendas
de água de
coco. "Queremos
que os outros produtos
ganhem espaço
dentro da empresa,
sem que os derivados
de coco deixem de
crescer." Segundo
Rosa, a expectativa
é que os
derivados representem
40% do faturamento
da Ducoco em dois
anos.
Em
2007, as vendas
externas representaram
5% do faturamento,
alta de 12% em relação
ao ano anterior.
Apesar da valorização
do real em relação
ao dólar,
o executivo afirmou
que pretende continuar
exportando. Só
no primeiro trimestre
deste ano, os embarques
internacionais cresceram
30%. "Estamos
negociando e conseguimos
manter as margens."
Os Estados Unidos
compraram 60% do
total vendido pela
empresa no mercado
internacional. O
restante foi para
Portugal e Angola,
entre outros países.
Varejo
Pão
de Açúcar
breca expansão
e foca em bandeira
mais barata
Valor Econômico
15/05/2008
SÃO
PAULO - Claudio
Galeazzi, o consultor
que assumiu em dezembro
a presidência
do
Pão de Açúcar,
freou os investimentos
do grupo, que serão
um dos menores já
realizados pela
companhia em sua
história
recente . "
Neste momento, estamos
reagrupando as tropas
para, depois, sairmos
atirando "
, disse o executivo
em uma reunião
realizada ontem
no quartel general
da companhia, em
São Paulo.
Neste ano, a empresa
planeja desembolsar
R$ 733 milhões,
cifra 40% menor
do que a investida
no ano passado.
Em
2006 e 2007, o grupo
gastou R$ 2,2 bilhões
com a expansão,
reformas de lojas
e aquisições.
Grande
parte do orçamento
deste ano, ou R$
250 milhões,
será destinada
à compra
de terrenos, onde
serão construídas
novas lojas a partir
de 2009. Em 2007,
a varejista havia
gasto apenas R$
121 milhões
com a aquisição
de imóveis.
Em contrapartida,
o valor desembolsado
com a abertura de
novas unidades e
reformas sofreu
uma drástica
redução,
passando de R$ 396
milhões em
2007 para R$ 160
milhões em
2008. Galeazzi afirmou
que brecou a expansão
neste momento devido
aos atuais "
níveis de
fragilidade "
da companhia.
Além
de rever os gastos,
o Grupo Pão
de Açúcar
também está
reavaliando os formatos.
Pelo menos 10 lojas
da varejista devem
ser transferidas
para o Assai, rede
de " atacarejo
" , formato
híbrido de
atacado com varejo
inventado no país.
" O atacado
pode ser um modelo
de negócio
de exportação
do Brasil para o
Casino " ,
disse Abilio Diniz,
acionista e presidente
do conselho do Grupo
Pão de Açúcar.
O grupo francês
Casino detém
50% da varejista
brasileira. O Carrefour
também está
otimista com o "
atacarejo "
. A varejista planeja
converter 10 de
seus hipermercados
na marca Atacadão.
Sobre
a possível
separação
do braço
imobiliário
do Grupo Pão
de Açúcar,
cujas lojas próprias
valem uma cifra
estimada em R$ 2
bilhões,
Galeazzi afirmou
que há uma
forte " convergência
" neste sentido,
mas que este assunto
ainda está
sendo discutido
pelos acionistas.
A empresa avalia
realizar o "
drop down "
do braço
imobiliário,
ou a transferência
dos ativos para
uma subsidiária
integral constituída
pelo grupo.
"Os
últimos cinco
anos foram os mais
difíceis
para a companhia"
, disse Diniz, que
tem sido criticado
pelos investidores
pela demora em reestruturar
os negócios
do grupo. Desde
que Galeazzi assumiu
a presidência,
os analistas cobravam
metas, que foram
reveladas ontem.
No novo plano de
distribuição
de bônus,
o executivo estabeleceu
que os diretores
e gerentes só
receberão
incentivos se a
geração
de caixa crescer
20% neste ano. Para
as vendas em lojas
comparáveis,
a meta fixada é
de 6,5% em 2008.
A
atual administração
também decidiu
alterar uma velha
prática do
Grupo Pão
de Açúcar,
que sempre utilizou
um sistema de gestão
empresarial feito
em casa. A varejista
abriu uma licitação
para escolher entre
os sistemas da SAP,
Oracle e Aldata.
A vaga de CIO, principal
executivo para a
área de tecnologia
da informação,
também está
aberta. " Estamos
em busca de executivo
" , disse Hugo
Betlhem, vice-presidente
do grupo.
Sobre
a Sendas, a aquisição
da rede carioca
poderia ser realizada
em 90 dias, mas
há a possibilidade
de que o sócio
da varejista, Arthur
Sendas, questione
os valores em uma
câmara de
arbitragem, o que
pode estender por
vários meses.
Lucro
da Dufry sobe 63%,
para US$ 15,3 milhões,
refletindo maiores
vendas e margens
Valor Online
20/05/2008
SÃO
PAULO - A Dufry
South América,
que controla as
lojas Duty Free,
encerrou o primeiro
trimestre do ano
com lucro líquido
de US$ 15,3 milhões,
resultado 63% maior
que os US$ 9,3 milhões
embolsados em igual
período de
de 2007.
De
janeiro a março
desde ano, a receita
líquida da
companhia cresceu
31%, atingindo US$
135,8 milhões.
A geração
de caixa medida
pelo Ebitda (lucro
antes de juros,
impostos, depreciação
e amortização),
antes de outros
resultados operacionais
como o ganho com
conversão
de moedas, subiu
69%, somando US$
24,8 milhões,
com margem de 18,3%
(alta de 4,1 pontos
percentuais).
Segundo
a companhia, o crescimento
das vendas decorre
das iniciativas
para aumentar o
nível de
penetração
e gasto médio
por cliente. As
medidas incluem
mudanças
no layout das lojas,
adequação
da política
de preços
e formas de pagamentos,
alteração
no mix de vendas
visando atingir
produtos com maior
margem (especialmente
nas lojas de embarque),
adição
de novas marcas
ao portfólio
de produtos, marketing
de produtos de maior
valor agregado no
embarque, assim
como a abertura
de novas lojas.
Nas
lojas de aeroporto
(Duty Free e Duty-Paid),
o crescimento nas
vendas foi de 35%.
Entre os elementos
que têm contribuído
para o melhor desempenho
estão o aumento
do tráfego
de passageiros internacionais
e a contínua
apreciação
do real ante o dólar.
Nas
lojas Duty-Free
em navios de cruzeiro,
as vendas apresentaram
um crescimento de
14% no comparativo
anual, impulsionadas
pelo início
de operações
em dois novos navios
de passageiros de
larga capacidade
ao final de 2007.
No segmento outras
lojas, o avanço
foi de 18%.
As
despesas com vendas
totalizaram US$
29,5 milhões
em comparação
a US$ 24,2 milhões
no mesmo período
de 2007. Expressas
como percentual
da receita, as despesas
com vendas caíram
para 21,7% nos três
primeiros meses
de 2008 contra 23,3%
no mesmo período
de 2007.
As
despesas com pessoal
durante os três
primeiros meses
de 2008 atingiram
US$ 14,4 milhões
comparados a US$
11 milhões
no mesmo período
do ano anterior.
Expressas em percentual
sobre a receita
líquida de
vendas, as despesas
com pessoal mantiveram-se
estáveis
em 10,6% para ambos
os períodos.
Já
as despesas gerais
totalizaram US$
10 milhões
no primeiro trimestre
de 2008 comparados
aos US$ 8,2 milhões
no mesmo período
de 2007. Expressas
em termos de percentual
da receita, as despesas
gerais diminuíram
para 7,4% em 2008
comparadas a 7,9%
em 2007.
Segundo
a companhia, apesar
da apreciação
do real contra o
dólar de
18% no primeiro
trimestre de 2008
comparada ao mesmo
período do
ano passado, os
custos denominados
em reais e expressos
em percentual da
receita permaneceram
praticamente estáveis,
principalmente devido
à consolidação
do programa interno
de redução
de custos implementados
na segunda metade
de 2007.
A
companhia é
listada na Bolsa
de Valores de Luxemburgo
e tem seus ativos
negociados na Bolsa
de Valores de São
Paulo (Bovespa)
por meio de Brazilian
Depositary Receipts
(BDRs). O padrão
contábil
adotado é
o International
Financial Reporting
Standards (IFRS).
Bebidas
Schincariol
paga R$ 39 milhões
à Ambev por
marca e distribuição
da Cintra
Valor Online
21/05/2008
SÃO
PAULO - O grupo
Schincariol
fechou nesta manhã
a aquisição
da Cintra, do Grupo
Ambev,
por R$ 39 milhões.
A operação
inclui as marcas
de cervejas e refrigerantes,
além da rede
de distribuição,
das fórmulas
e dos materiais
de ponto de venda.
As duas fábricas
compradas pela Ambev
no ano passado não
entraram na transação.
Com a compra, a
participação
da Schincariol no
mercado de cervejas
aumentou de 12,1%
para 12,9%, sendo
que só no
Rio de Janeiro a
empresa elevou em
5 pontos percentuais
a fatia de mercado,
para 6,5%
A
Schincariol vai
pagar a operação
em dinheiro, com
caixa próprio,
como vem fazendo
com as outras operações.
O montante faz parte
dos R$ 1 bilhão
separados pela empresa
para aquisições
e investimentos
em crescimento neste
ano. Essa é
a quinta aquisição
anunciada pelo grupo
desde o ano passado.
No último
dia 8 a empresa
comprou a marca
Eisenbahn, depois
de ter adquirido
a Baden Baden, a
marca carioca Devassa
e a Igarassu (que
produz a Nobel),
no ano passado.
O valor das outras
operações
não foi informado.
O
mercado comenta
o interesse da empresa
nas cervejarias
Frevo e Dado Bier,
mas José
Augusto Schincariol,
membro do Conselho
de Administração,
não comenta
a possibilidade
para evitar especulações.
O fato é
que há caixa
suficiente para
novas investidas
e a empresa está
"atenta"
a todas oportunidades
que surgirem para
ganhar mercado.
Essa
foi a primeira vez
que a Schincariol
sentou para negociar
um ativo com a líder
e concorrente Ambev.
Conforme José
Augusto, foi uma
boa negociação.
"São
grandes players,
como nós",
disse. A Ambev tem
67,7% do mercado.
Os
ativos da Cintra
haviam sido adquiridos
pela Ambev por US$
150 milhões
em março
do ano passado,
sendo que a marca
foi comprada por
mais US$ 10 milhões,
posteriormente.
Segundo
os executivos da
Schincariol, na
transação
fechada hoje a empresa
pagou R$ 16,6 milhões
pela marca e o restante
em formulação
da cerveja, rede
de distribuição
e material de ponto
de venda, como geladeiras,
mobiliários,
garrafas e caixas
plásticas.
De
acordo com Marcel
Sacco, diretor de
Marketing da Schincariol,
o objetivo da aquisição
é continuar
diversificando o
portfólio
da empresa em todos
os segmentos e se
transformar na maior
empresa de bebidas
do país.
A empresa faturou
R$ 4,5 bilhões
no ano passado e
deve fechar este
ano com capacidade
de produção
de 4 milhões
de litros de bebidas.
Além
de cervejas, a Cintra
também produz
refrigerantes. Boa
parte da produção
de cerveja será
deslocada para a
unidade da Schincariol
em Cachoeira de
Macacu, no Rio de
Janeiro, estado
onde a participação
da Cintra é
de 5%. A fatia é
tão importante
que a atuação
no Rio equivale
a 60% da receita
da Cintra com venda
de cerveja. Marcel
Sacco ainda não
sabe dizer se os
refrigerantes da
Cintra entrarão
em portfólio
de venda ou não.
"Vamos avaliar
ainda".
A
compra de hoje foi
feita com base em
um Acordo de Preservação
de Reversibilidade
da Operação
firmado entre a
Ambev e o Conselho
Administrativo de
Defesa Econômica
(Cade),
documento válido
até o julgamento
da operação
pelo órgão,
que ainda não
tinha se manifestado.
Agora
o Cade terá
que avaliar o novo
desdobramento do
negócio,
com a compra pela
Schincariol. Robin
Castello, diretor
Jurídico
e de Relações
Institucionais da
Schincariol, diz
estar confiante
na aprovação.
Em
janeiro deste ano
a Secretaria de
Direito Econômico
(SDE)
do Ministério
da Justiça
e a Secretaria de
Acompanhamento Econômico
do Ministério
da Fazenda (Seae)
haviam sugerido
ao Cade que determinasse
à Ambev a
venda de todas as
marcas e a rede
de distribuição
da Cintra, exceto
as fábricas,
localizadas em Mogi
Mirim (SP) e Piraí
(RJ).
Mercado
Financeiro
Faturamento
da indústria
de Cartões
de Crédito
deve crescer 21,6%
em maio
Valor Online
15/05/2008
SÃO
PAULO - Os cartões
de crédito
devem movimentar
R$ 18,4 bilhões
em maio, com crescimento
de 21,6% em relação
a um ano atrás,
segundo pesquisa
divulgada hoje pela
Itaucard. A
projeção
é de registro
de 241 milhões
de transações,
com tíquete
médio de
R$ 76,2 por compra.
Se os números
forem confirmados,
será o segundo
maior volume de
transações
verificado pelo
setor na história,
perdendo apenas
para dezembro de
2007 (R$ 21,5 bilhões).
"O
movimento intenso
no comércio
em maio, impulsionado
pelo Dia das Mães,
uma das datas mais
importantes para
as vendas, deve
contribuir para
que a indústria
de cartões
de crédito
atinja um dos melhores
resultados de sua
história
no final do mês",
destacou o Itaucard
em nota.
A
previsão
é de que
98,6 milhões
de cartões
estejam circulando
no Brasil ao fim
do mês, com
destaque para Roraima,
que deverá
ter a expansão
mais marcada em
número de
plásticos,
com alta de 40%
em 12 meses.
São
Paulo deve continuar
na liderança
na indústria
de cartões,
com 30,2% do faturamento
total, ou R$ 5,5
bilhões,
seguido por Rio
de Janeiro, (15,4%
ou R$ 2,82 bilhões)
e Minas Gerais (8,2%
ou R$ 1,5 bilhão).
"Ao final de
maio, somente no
Sudeste, os cartões
terão movimentado
mais da metade do
faturamento previsto,
55,9%, atingindo
R$ 10,3 bilhões",
destacou o estudo.
Banco
do Brasil quer reforçar
a presença
em São Paulo
com incorporação
da Nossa Caixa
Valor Econômico
23/05/2008
BRASÍLIA
- O presidente do
Banco do Brasil
(BB), Antônio
Francisco de Lima
Neto, disse que
a incorporação
da Nossa Caixa pelo
Banco do Brasil,
nos termos de fato
relevante divulgado
na quarta-feira
à noite,
irá "
reforçar
a presença
do banco no Estado,
que tem o mercado
mais competitivo
do país "
. Lima Neto disse
que a operação
não irá
garantir a liderança
do BB no mercado
de São Paulo.
" É
impossível
um banco ter a liderança
em São Paulo
" , afirma.
" Mas o BB
entraria no bloco
de liderança,
em um empate técnico
com os demais líderes.
"
Hoje,
segundo ele, o BB
é o quarto
banco no Estado,
pelo critério
rede de distribuição,
com 682 agências,
dentre as quais
313 na região
metropolitana de
São Paulo.
A Nossa Caixa tem
552 agências
em São Paulo,
das quais 129 na
região metropolitana.
No
total, portanto,
o BB passaria a
ter 1.234 agências
no Estado. Juntos,
Santander e Banco
Real têm 1.204
agências.
Bradesco vem em
seguida, com 1.167
agências,
e o Itaú,
com 841 agências
no Estado. O Unibanco
tem 394 agências.
Lima
Neto disse que as
conversas com o
governo do Estado
de São Paulo
começaram
por iniciativa do
BB e estão
apenas no início.
A partir de agora,
afirmou, as equipes
técnicas
de um banco e de
outro irão
se reunir para traçar
um cronograma -
que incluirá
a avaliação
dos dois bancos,
a " due diligence
" e a modelagem
jurídica
da operação.
Ele não deu
detalhes sobre se
o BB fará
algum pagamento
adicional para ficar
com a folha de pagamento
do funcionalismo
estadual ou sobre
o futuro da marca
Nossa Caixa.
O
presidente do BB
disse que as negociações
com a Nossa Caixa
fazem parte de uma
estratégia
maior do banco para
se manter como um
participante importante
no mercado bancário.
O BB está
em processo de incorporação
dos bancos dos Estados
de Santa Catarina
e de Piauí
e também
se encontra em negociações
avançadas
com o Banco de Brasília.
Outra frente dessa
estratégia,
afirmou, foram decisões
que ampliaram a
operação
do próprio
BB, como a entrada
no crédito
imobiliário,
as parcerias com
redes varejistas
para financiar bens
de consumo e a prioridade
ao financiamento
de veículos.
No
fato relevante sobre
o assunto divulgado
na quarta-feira,
o BB diz que a operação
dependerá,
entre outras coisas,
de autorização
do legislativo de
São Paulo.
Na nota divulgada
ao mercado, o BB
diz que " a
operação
deverá preservar
adequadamente os
interesses do público
relacionado das
companhias envolvidas,
incluindo empregados,
correntistas, acionistas
e outros parceiros
" .
Caixa
espera contratar
R$ 11 bilhões
em financiamento
de obras do PAC
até o fim
deste mês
Valor Online
19/05/2008
BRASÍLIA
- A Caixa
Econômica
Federal deve
fechar maio com
a contratação
de cerca de R$ 11
bilhões em
projetos do Programa
de Aceleração
do Crescimento (PAC).
O montante deve
ser quase três
vezes superior ao
valor das operações
registradas no primeiro
trimestre, que somaram
R$ 3,7 bilhões.
De
acordo com o vice-presidente
de Finanças
da Caixa, Márcio
Percival, as obras
de habitação
do PAC, que fecharam
até março
com R$ 2,98 bilhões,
devem subir a R$
6,2 bilhões
ao fim deste mês.
Já
a destinação
de recursos do PAC
a projetos de infra-estrutura
e saneamento deve
ser elevada a R$
4,5 bilhões
nos primeiros cinco
meses do ano, cerca
de seis vezes superior
aos R$ 714 milhões
contratados até
março.
Entre
as novas operações
ele citou como exemplo
contrato a ser fechado
ainda esta semana
com a Sabesp,
companhia de saneamento
paulista, no valor
de R$ 600 milhões,
para obras de saneamento
básico em
São Paulo.
Caixa
Econômica
Federal encerra
trimestre com lucro
12,2% maior, de
R$ 873 milhões
Valor Online
19/05/2008
BRASÍLIA
- A Caixa
Econômica
Federal (CEF)
fechou o primeiro
trimestre com R$
873 milhões
de lucro líquido,
um crescimento de
12,2% na comparação
com igual período
de 2007, quando
obteve lucro de
R$ 778 milhões.
O
resultado foi fortemente
influenciado pelas
operações
de crédito,
cuja carteira aumentou
24,5% e atingiu
R$ 53,436 bilhões,
ante R$ 42,936 bilhões
nos três primeiros
meses do ano passado.
Houve
um acréscimo
de mais de 18% na
intermediação
financeira, para
R$ 2,956 bilhões
em relação
aos R$ 2,49 bilhões
apurados no trimestre
inicial de 2007.
A
receita com prestação
de serviços
teve variação
positiva de 8,5%
nos primeiros três
meses deste ano,
para R$ 1,819 bilhão.
Por outro lado,
as despesas com
pessoal também
registraram expansão,
de 8,3%, para R$
1,822 bilhão.
No primeiro trimestre
de 2007, tinham
ficado em R$ 1,68
bilhão.
O
balanço da
Caixa registra ainda
uma elevação
de 11% na base de
clientes, que totalizou
42,7 milhões
no fim de março.
No fim do primeiro
de 2007, o banco
possuía 38,5
milhões.
Comércio
Exterior
Superávit
comercial acumulado
no ano passa de
US$ 6 bilhões
Valor Online
19/05/2008
SÃO
PAULO - O superávit
comercial brasileira
corresponde a US$
6,799 bilhões
no acumulado de
janeiro até
18 de maio. Neste
período com
93 dias úteis,
as exportações
totalizaram US$
63,708 bilhões
e as importações
equivaleram a US$
56,909 bilhões,
uma média
diária respectiva
de US$ 685 milhões
e US$ 611,9 milhões.
De
janeiro até
a terceira semana
de maio de 2007,
o saldo comercial
foi positivo em
US$ 15,609 bilhões.
Naquele intervalo,
de 95 dias úteis,
as vendas externas
somaram US$ 55,017
bilhões e
as compras, US$
39,408 bilhões.
As
informações
constam de dados
na página
eletrônica
do ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior
(MDIC).
Construção
Civil
Klabin
Segall obtém
lucro 8,2% maior
no primeiro trimestre
Valor Online
16/05/2008
SÃO
PAULO - A incorporadora
imobiliária
Klabin
Segall mostrou
um bom desempenho
operacional no primeiro
trimestre de 2008,
mas seu lucro cresceu
apenas 8,2% quando
comparado com o
do mesmo período
do ano passado.
O ganho passou de
R$ 7,85 milhões
para R$ 8,49 milhões
nesta comparação.
Uma
despesa de amortização
de ágio de
aquisição
no valor de R$ 4,18
milhões contabilizada
neste trimestre
ajuda a explicar
o desempenho.
As
vendas contratadas
consolidadas (incluindo
somente a parcela
da empresa) cresceram
431%, para R$ 335,4
milhões entre
janeiro e março
deste ano. Desta
forma, a receita
líquida da
companhia saltou
211,7%, para R$
117,4 milhões.
A
empresa realizou
cinco lançamentos
no primeiro trimestre
deste ano, com 2.160
unidades, e valor
geral de vendas
(VGV) calculado
em R$ 281 milhões.
Do
lado dos gastos,
os custos da empresa
subiram 213,5%,
para R$ 73,6 milhões
e as despesas operacionais
saltaram mais de
8 vezes, para R$
26,69 milhões.
Uma das justificativas
da elevação,
segundo a Klabin
Segall, foi o aumento
da equipe de 80
para 600 funcionários
entre março
de 2007 para o mesmo
mês deste
ano.
O
total de lucro a
apropriar pela companhia,
conforme o andamento
dos empreendimentos
subiu 269%, para
R$ 377 milhões
no primeiro trimestre
deste ano.
No
fim de março,
a empresa tinha
um banco de terrenos
com VGV potencial
de R$ 4,5 bilhões
se for considerada
a parcela exclusiva
da empresa.
Eletroeletrônicos
Nelson
Bastos deixa presidência
executiva da Gradiente
e Eugênio
Staub reassume
Valor Online
14/05/2008
SÃO
PAULO - O empresário
Eugênio Staub
vai voltar a presidir
a Gradiente.
De acordo com ata
de reunião
do Conselho de Administração
realizada ontem,
Nelson Bastos deixa
o cargo de diretor-presidente
e será substituído
por Staub. "Considero
que encerrei o meu
trajeto na Gradiente",
disse Bastos. "Tem
bastante coisa encaminhada
e vamos ver qual
é o caminho
daqui em diante."
Sócio
da Íntegra
Associados,
Bastos tem no currículo
as reestruturações
da Parmalat e da
varejista Clube
Chocolate. Assumiu
a presidência
executiva da Gradiente
em setembro de 2007
- em substituição
ao próprio
Staub, que havia
permanecido como
presidente do Conselho
- mas participou
da fundação
e está na
empresa desde 1965.
Explicou que deixa
o cargo de principal
executivo, mas continua
como acionista minoritário.
"Se vou vender
ou não minhas
ações,
é uma questão
de foro íntimo,
coisa que eu ainda
não decidi."
A
Gradiente não
divulga resultados
desde 2006 e informou
hoje que a aprovação
das contas do ano
de 2007 ainda não
ocorreu. A companhia
prometeu à
Bovespa entregar
os demonstrativos
de resultados de
todo o ano passado
até 20 de
junho.
Calcula-se,
porém, que
suas dívidas
cheguem a mais de
R$ 300 milhões.
Sua ações
se valorizaram na
semana passada,
na expectativa de
que o BNDES socorra
a empresa ou que
seja possível
fechar um acordo
para a entrada de
um sócio
estrangeiro. Hoje,
contudo, os papéis
fecharam em queda
de 4,61%, a R$ 3,10.
A
Gradiente informou
também que
em 1o. de abril
foi definida a efetivação
de Richard Jesse
Staub como diretor
de Relações
com Investidores,
cargo que antes
era ocupado por
Eugênio Emílio
Staub Filho.
Energia
Brasil
Ecodiesel vê
melhores condições
de preços
neste trimestre
Valor Online
14/05/2008
SÃO
PAULO - A Brasil
Ecodiesel avalia
que terá
neste segundo trimestre
condições
mais favoráveis
relacionadas a preços
de contratos de
biodiesel, o que
pode influenciar
positivamente o
resultado do período.
No primeiro trimestre
deste ano, a empresa
amargou um prejuízo
líquido de
R$ 14,934 milhões,
devido ao aumento
dos custos de produção
e aos preços
baixos de venda
estabelecidos em
leilões da
Agência Nacional
de Petróleo
(ANP)
em novembro do ano
passado.
Mesmo
sem fazer projeções
para o resultado
deste segundo trimestre,
Ricardo Vianna,
diretor executivo
e de Relações
com Investidores,
lembra que o preço
médio de
venda de combustíveis
estabelecido no
último leilão
da Petrobras, no
mês passado,
é cerca de
15% maior do que
o obtido em na operação
anterior e é
válido para
contratos até
o dia 20 de junho.
"As
perspectivas, tendo
em conta os leilões
já realizados,
indicam cenário
radicalmente diferente
do que foi no primeiro
trimestre de 2007.
Há uma nova
realidade de preços",
diz, lembrando que
as cotações
estabelecidas na
disputa organizada
pela ANP foram muito
insatisfatórias
e exigiram forte
adequação
da empresa.
A
favor das contas
do exercício
entre abril e junho
deste ano, Vianna
também menciona
a tendência
declinante de preços
de óleos
vegetais, matéria
prima da companhia
para fazer biodiesel.
"Mas ainda
não voltou
aos níveis
de 2007", diz.
O executivo lembra
também que
a companhia vem
aumentando o plantio
de oleaginosas para
ter uma composição
de custos mais favorável.
Indústria
Automobilística
Randon
apura receita de
R$ 259 milhões
em abril
Valor Online
20/05/2008
SÃO
PAULO - A Randon
Implementos e Participações
fechou o mês
de abril com receita
líquida consolidada
de R$ 259 milhões,
montante 32,3% superior
ao registrado em
igual período
do ano passado.
No
acumulado do ano
até abril,
as vendas líquidas
da empresa gaúcha
somam R$ 959,2 milhões,
resultado 28,3%
maior do que o observado
nos quatro primeiros
meses de 2007.
A
controlada Fras-le
S.A., que fabrica
autopeças
e recentemente anunciou
a abertura de uma
unidade na China,
fechou o mês
de abril com receita
líquida de
R$ 33,9 milhões,
queda de 10,6% no
comparativo anual.
Entre
janeiro e abril,
a receita acumulada
está em R$
141,5 milhões,
leve baixa de 0,1%
sobre o registrado
nos quatro primeiros
meses de 2007.
Petróleo
e Gás
Petrobras
vai contratar 40
sondas e plataformas
de perfuração
até 2017
Valor Online
20/05/2008
RIO
- A
Petrobras informou
que vai contratar
a construção
de 40 navios-sonda
e plataformas de
perfuração
semi-submersíveis
para operar em águas
profundas e ultra-profundas.
De acordo com a
companhia, a prioridade
é para a
construção
dos equipamentos
no Brasil e o recebimento
das novas unidades
acontecerá
até 2017.
Em
nota, a estatal
revelou que o plano
para o recebimento
de sondas foi informado
ontem à noite
a integrantes do
governo federal,
empresários
e representantes
da indústria
nacional.
A
necessidade de contratação
de sondas de exploração,
e a possível
construção
dos equipamentos
no país,
já havia
sido citada pelo
presidente da estatal,
José Sergio
Gabrielli, no dia
do lançamento
da política
industrial, no Rio
de Janeiro.
Na
ocasião,
Gabrielli anunciou
o plano para construção,
no Brasil, de 146
embarcações
de apoio às
atividades de exploração
e produção
da companhia. Deste
total, já
está sendo
preparada a licitação
de 24 embarcações.
Petroquímica
Unipar
não descarta
participação
maior do BNDES na
Companhia Petroquímica
do Sudeste
Valor Online
19/05/2008
RIO
- O presidente da
Unipar,
Roberto Garcia,
afirmou hoje que
o Banco Nacional
de Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES)
poderá ter
uma participação
na Companhia Petroquímica
do Sudeste (CPS)
superior àquela
que ele teria apenas
com a fatia de 17,5%
que o banco de fomento
possui hoje na Rio
Polímeros
(RioPol), que fará
parte do grupo.
A
CPS será
formada por Unipar,
Petrobras e BNDES,
unindo os ativos
petroquímicos
das duas empresas.
Garcia frisou que
as negociações
para a composição
do capital da CPS
ainda não
estão fechadas,
mas não descartou
que o banco de fomento
faça um aporte
para aumentar sua
participação
na CPS.
Garcia
confirmou apenas
que a Unipar será
majoritária
no capital da CPS
e que apenas depois
da consolidação
desta empresa é
que será
definida a participação
desta no Complexo
Petroquímico
do Rio de Janeiro
(Comperj), cujas
obras são
conduzidas atualmente
pela Petrobras.
"Os
projetos de produção
de polietileno e
polipropileno interessam
à nossa companhia,
mas ainda não
aprofundamos isso",
frisou Garcia, que
participou hoje
do 4º Congresso
da Indústria
Química do
Mercosul, no Rio
de Janeiro.
Petroquímicas
pedem redução
dos preços
de matérias-primas
Valor Online
19/05/2008
RIO
- Representantes
da indústria
petroquímica
nacional criticaram
hoje os preços
cobrados pela Petrobras
para o fornecimento
da nafta, matéria-prima
importante para
o setor. De acordo
com José
Carlos Grubisich,
presidente da Braskem,
a estatal cobra
um prêmio
sobre o preço
internacional de
referência,
que é o do
mercado árabe.
"Acho
que é natural
e normal que nós
peçamos à
Petrobras uma nova
política
de precificação
de nafta, compatível
com a realidade
internacional",
frisou o executivo,
que participou hoje
do 4º Congresso
da Indústria
Química do
Mercosul, no Rio
de Janeiro.
Grubisich
lembrou que a Petrobras
pode chegar a ter
25% do capital da
Braskem e que o
aumento das vendas
de etanol no Brasil
devem levar a uma
sobra maior de nafta
no país,
uma vez que sobrará
mais gasolina para
exportação
na medida em que
o consumo de etanol
subir. Como a tendência
será de uma
maior exportação
de gasolina, será
adicionada menos
nafta ao combustível,
de forma a atender
a mercados mais
exigentes em termos
ambientais, como
Europa e Estados
Unidos.
A
Braskem importa
hoje entre 30% e
40% da nafta consumida
por ela no Brasil
e compra o restante
da Petrobras. "A
nafta é 80%
do custo dos produtos
vendidos pela Braskem",
explica Grubisich.
O
executivo não
revelou quanto a
empresa paga à
Petrobras pela nafta,
mas disse que, no
mercado internacional
o preço do
produto gira em
torno de US$ 980
por tonelada.
Outro
executivo a criticar
o preço cobrado
pela Petrobras pela
nafta foi o presidente
da Unipar, Roberto
Garcia. Para ele,
a estatal deveria
"nacionalizar"
o preço da
matéria-prima.
"Não
dá para imaginar
a competitividade
da petroquímica
brasileira se não
tivermos padrões
de fato globais
de competitividade",
frisou Garcia, que
compra 100% da matéria-prima
consumida (gás
natural e nafta)
da Petrobras.
Paulo
Aquino, presidente
da
Petroquisa,
subsidiária
da Petrobras para
o setor petroquímico,
alega que o preço
cobrado pela estatal
pela nafta ainda
é mais competitivo
que a opção
de importação.
Segundo ele, a política
de preços
da companhia é
pensada "frente
a um modelo de mercado".
"A
Petrobras não
pode ser vista apenas
no papel de fornecedor,
já que é
um ator extremamente
importante na cadeia",
ponderou Aquino,
lembrando que a
estatal pode elevar
sua participação
para até
40% do capital da
Braskem e que a
companhia pretende
ficar ainda com
40% do capital da
Companhia Petroquímica
do Sudeste (CPS),
empresa em sociedade
com a Unipar.
Operações
do Comperj podem
elevar PIB do Rio
em até R$
10,6 bilhões,
diz Firjan
Valor Online
20/05/2008
RIO
- As operações
do Complexo
Petroquímico
do Rio de Janeiro
(Comperj) podem
trazer até
R$ 10,6 bilhões
de incremento do
Produto Interno
Bruto (PIB) fluminense
a partir do início
das operações,
em 2015. A estimativa
foi apresentada
hoje, em estudo
elaborado pela Federação
das Indústrias
do Estado do Rio
de Janeiro (Firjan)
e pela Fundação
Getulio Vargas (FGV).
De
acordo com Augusto
Franco Alencar,
diretor-geral da
Firjan, o impacto
no PIB do estado
será de,
no mínimo,
R$ 9,7 bilhões.
O valor varia de
acordo com o cenário
desenhado para as
operações
do Comperj.
Programado
para entrar em operação
em 2015, o Comperj
vai demandar investimentos
totais de US$ 5,8
bilhões.
A Unidade de Petroquímicos
Básicos vai
operar com capacidade
de refinar 150 mil
barris diários
de petróleo
pesado do Campo
de Marlim, na Bacia
de Campos, para
produção
de eteno, benzeno,
para-xileno e propeno.
Do
total produzido,
40% será
vendido a terceiros,
enquanto o restante
será destinado
à Unidade
de Petroquímicos
Associados (UPA),
para a produção
de 850 mil toneladas
de polipropileno,
800 mil toneladas
de polietileno e
600 mil toneladas
de politereftalato
de etila (PET).
No
horizonte mais otimista
para a indústria
fluminense, 27%
das resinas termoplásticas
produzidas pela
UPA - o equivalente
a 600 mil toneladas
- ficarão
no estado do Rio
para ser utilizadas
como matéria-prima.
No cenário
mais conservador,
serão apenas
13%, ou 300 mil
toneladas, que serão
aproveitadas por
empresas do Rio
de Janeiro.
O
estudo mostra que,
para que o cenário
mais otimista se
confirme, serão
necessárias
724 novas empresas
de material plástico
instaladas na área
de influência
do Comperj, o que
significaria um
investimento de
R$ 1,87 bilhão,
um faturamento de
R$ 4,864 bilhões
e a geração
de 30.835 empregos
diretos. Para o
cenário mais
conservador, serão
necessárias
362 companhias,
com investimento
de R$ 935 milhões,
um faturamento de
R$ 2,432 bilhões
e uma geração
de 15.417 empregos
diretos.
Alencar
diz que, para buscar
o cenário
mais otimista, o
Rio de Janeiro depende
da atração
de empresas de material
plástico.
Para tanto, não
descarta a utilização
de incentivos fiscais.
O diretor da Firjan
ressaltou que
uma das possibilidades
é utilizar
os royalties do
petróleo
para financiamento
de novas empresas.
"Pode
haver a criação
de fundos regionais
com esses recursos,
de forma a atrair
empresas. Defendemos
que esse dinheiro
seja usado para
investimentos produtivos",
frisou Alencar.
O
presidente do Sindicato
da Indústria
de Material Plástico
do Rio de Janeiro,
José da Rocha
Pinto, ressaltou
que o setor perdeu
importância
no estado a partir
dos anos 90, mas
afirmou que a partir
de 2004, depois
da sinalização
de construção
do Comperj, a produção
de material plástico
no estado pulou
de 134 mil toneladas
em 2003 para 220
mil toneladas esperadas
para este ano.
Apesar
do crescimento,
o setor hoje tem
cerca de 18 mil
empregados no Rio,
contra 23 mil na
década de
90.
Carlos
Mariani, vice-presidente
da Firjan, defendeu
que o Rio de Janeiro
adote um sistema
semelhante ao gaúcho,
que, segundo ele,
processa no próprio
estado, no Pólo
de Triunfo, cerca
de 80% das resinas
produzidas no estado.
Siderurgia
ArcelorMittal
vai captar US$ 3
bilhões em
títulos de
5 e 10 anos para
quitar dívidas
Valor Online
20/05/2008
SÃO
PAULO - A ArcelorMittal
anunciou hoje a
emissão de
títulos em
dólares americanos
no valor de US$
3 bilhões,
sendo que metade
do montante tem
vencimento em cinco
anos e a outra metade
em 10 anos. O dinheiro
captado será
usado para quitar
dívidas correntes.
Conforme
comunicado da companhia,
os títulos
mais curtos pagarão
juros de 5,385%
e terão vencimento
em 1 de junho de
2013. Os papéis
com vencimento em
1 de junho de 2018
pagarão taxa
de 6,126%.
CADE
aprova reestruturação
societária
da Usiminas
Valor Online
21/05/2008
BRASÍLIA
- O Conselho
Administrativo de
Defesa Econômica
(CADE) aprovou
hoje, sem qualquer
restrição,
a reestruturação
societária
da Usiminas, anunciada
em fato relevante
de novembro de 2006,
quando a Nippon
Steel Corporation,
com 33,77%, e Vale,
com 9,22% das ações,
passaram a integrar
o controle da siderúrgica
mineira.
A
operação
foi aprovada pela
maioria dos conselheiros
do CADE, ao seguirem
voto do relator
Fernando Furlan,
que afirmou não
haver "fundamentos
para impor restrições"
ao negócio.
Furlan
desconheceu argumento
da área jurídica
do CADE, cujo parecer
apontava o aumento
de influência
da Vale, que já
participa do controle
da MRS
Logística,
empresa voltada
para o transporte
ferroviário
da malha Sudeste.
A Usiminas também
tem participação
na MRS.
Para
o relator, "isoladamente,
a Vale não
tem tal poder de
influência
sobre os outros
acionistas".
Gerdau
compra fatia da
BNDESPar na Aços
Villares por R$
1,3 bilhão
Valor Online
21/05/2008
SÃO
PAULO - O grupo
Gerdau
anunciou que
fechou acordo para
comprar a fatia
de 28,88% que a
BNDESPar possui
na Aços
Villares por
R$ 1,3 bilhão.
O valor pago por
ação,
de R$ 1,3685, representa
um prêmio
de 9,48% sobre o
preço de
fechamento das ações
da empresa nos negócios
de hoje.
Com
a aquisição,
o grupo brasileiro
passa a ter, indiretamente,
52,26% do capital
total e votante
da Aços Villares,
atualmente controlada
pela Sidenor, com
58,44% das ações
ordinárias.
Ocorre
que a Sidenor é
controlada pela
Gerdau (40%), Santander
(40%) e um grupo
de executivos da
própria empresa
espanhola (20%).
Pelo
acordo firmado,
a Metalúrgica
Gerdau vai comprar
a participação
detida pela BNDESPar.
O pagamento será
feito com emissão
de debêntures
dela em favor da
BNDESPar. Os papéis
serão conversíveis
em ações
preferenciais da
Gerdau S.A..
Ao
todo serão
emitidas 131.280
debêntures
com valor nominal
de R$ 9.923,85 cada
e vencimento de
cinco anos. A remuneração
do títulos
para a BNDESPar
será a variação
da Taxa de Juros
de Longo Prazo (TJLP),
atualmente em 6,25%
ao ano, mais um
spread 0,75%.
Cada
debênture
será ainda
conversível
em 100 ações
preferenciais da
Gerdau S.A. a qualquer
momento entre a
emissão e
o vencimento. A
ação
PN da Gerdau fechou
hoje a R$ 82, o
que geraria R$ 1,076
bilhão para
a BNDESPar caso
a conversão
ocorresse nesses
termos.
Tecnologia
Cresce
busca por profissional
de TI nas empresas,
mostra pesquisa
Valor Online
20/05/2008 20:02
SÃO
PAULO - Diante da
expansão
da informática
no meio corporativo,
o profissional especializado
em Tecnologia da
Informação
(TI) está
se tornando um ativo
disputado pelos
recrutadores. Segundo
pesquisa realizada
pelo Núcleo
de Informação
e Coordenação
Ponto
BR (NIC.br),
20% das empresas
brasileiras com
dez funcionários
ou mais tentaram
contratar especialistas
em TI em 2007, sendo
que no ano anterior
esse percentual
era de 17%.
Além
disso, o NIC.br
aponta que, entre
os anos de 2006
e 2007, cresceu
de 28% para 38%
a fatia de empresas
que lidaram com
dificuldades ao
recrutar o profissional
de TI que estavam
procurando. A falta
de qualificação
específica
ainda é apontada
pela maioria das
empresas (79%) como
o principal empecilho
para a contratação,
seguido por falta
de experiência
no ramo (69%) e
pretensões
salariais altas
(58%).
Segundo
o NIC.br, que funciona
como o órgão
executivo do Comitê
Gestor de Internet
no Brasil, além
da procura por profissionais
especialistas, também
cresceu a busca
por funcionários
com domínio
genérico
em informática.
Entre 2006 e 2007,
a proporção
de empresas que
recrutou profissionais
com esse perfil
subiu de 18% para
40%. As corporações
que encontraram
dificuldades nessa
contratação,
porém, recuaram
de 42% para 34%
nesse mesmo período.
CA
exalta crescimento
no Brasil em visita
de presidente mundial
Valor Online
21/05/2008
SÃO
PAULO - Diante do
que ele considera
" um ambiente
político
e econômico
favorável
", John Swainson,
o presidente da
CA
(antiga Computer
Associates) está
de volta ao Brasil.
Esta já é
a segunda visita
do executivo ao
país em pouco
mais de um ano,
o que ele atribui
à importância
da operação
brasileira dentro
da estratégia
da empresa na América
Latina. Sua presença
em São Paulo,
porém, pode
também estar
ligada às
recentes mudanças
na cadeira do diretor-geral
da CA no Brasil,
que agora é
ocupada por Laércio
Albuquerque.
"
A empresa passa
por uma mudança
cultural. Obviamente,
dentro desse processo,
alguns abraçam
a mudança,
outro não
" , resumiu
Swainson ao falar
da grande reforma
que vem promovendo
dentro da CA. Seu
depoimento explicaria
também a
substituição
de Marco Leone da
liderança
da operação
brasileira em setembro
de 2007 e de Ricardo
Fernandes do mesmo
posto dois meses
depois. " Eu
fui um dos que abraçaram
a mudança
" , brinca
Albuquerque, que
assumiu o comando
interino da divisão
a partir de dezembro
de 2007 e foi efetivado
em abril.
Em
sua primeira visita
ao Brasil, em março
do ano passado,
Swainson já
alertava que a empresa
mudava seu rumo.
Isso graças
a uma reformatação
do portfólio
de produtos e da
estrutura e filosofia
comercial da empresa,
acompanhada por
uma reestruturação
financeira. E como
um marco para o
renascimento da
empresa, foi feita
a substituição
do nome Computer
Associates para
apenas CA. Tudo
para recuperar a
companhia de uma
crise que começou
a ser enfrentada
por Swainson em
2004, quando o executivo,
egresso da IBM,
assumiu a chefia
da CA.
Albuquerque
parece ter assumido
a CA Brasil num
bom momento. O executivo
brasileiro revela
que, com o aquecimento
do mercado, os negócios
no país têm
retornado bons resultados.
Para não
ferir o período
de silêncio
anterior à
divulgação
dos resultados do
primeiro trimestre,
Albuquerque não
pôde tecer
projeções
para o resultado
da empresa. Ele
só lembrou
que a unidade brasileira
tem conseguido crescimento
dois dígitos
nos últimos
anos. Os negócios
ligados aos sistemas
de segurança,
revelou ele, são
dos que mais têm
puxado esse crescimento.
"O
Brasil, talvez,
não seja
o país que
mais cresce em termos
absolutos, mas certamente
é o que mais
avançou em
termos de negócios"
, opinou Kenneth
Arredondo, vice-presidente
da CA e gerente-geral
da companhia na
América Latina,
que acompanha a
comitiva de Swainson
no Brasil.
A
crise hipotecária
americana parece
não ter atrapalhado
os planos da CA,
nem no Brasil e
nem nas demais unidades.
" Sempre há
problemas em algum
lugar do mundo.
Eu nem gosto de
chamar o que está
acontecendo de crise.
De qualquer maneira,
até o momento
não tem nos
trazido problemas
" , comentou
Swainson. "
Mas continuaremos
observando com atenção
" , ressaltou.
Telecomunicações
GVT
investe R$ 20 milhões
e passa a atuar
na mineira Contagem
Valor Online
20/05/2008
SÃO
PAULO - A operadora
de telecomunicações
GVT
anunciou hoje que
passará a
prestar seus serviços
de telefonia e internet
banda larga em Contagem,
cidade localizada
na região
metropolitana de
Belo Horizonte,
com população
de cerca de 700
mil habitantes.
A implantação
da rede e o lançamento
da companhia na
cidade mineira envolvem
investimento inicial
de aproximadamente
R$ 20 milhões
em 2008.
Para
o início
da operação,
a GVT está
disponibilizando
18 mil acessos físicos
que geram capacidade
para instalar até
14 mil acessos de
banda larga (ADSL)
e 18 mil linhas
de voz.
A
implantação
está na fase
final e será
concluída
até o final
de maio em zonas
industriais e bairros
e a cobertura da
rede será
ampliada gradativamente.
De
acordo com comunicado
divulgado pela companhia,
o município
de Contagem foi
selecionado para
receber os serviços
de telefonia fixa
e banda larga da
GVT depois de pesquisas
e análises
mercadológicas
que revelaram o
alto potencial da
cidade.
Atualmente,
a GVT responde por
cerca de 1,4 milhão
de linhas em serviço
no Sul, Centro-Oeste
e parte do Norte
do país,
além de Belo
Horizonte, onde
opera deste setembro
de 2007.
Transportes
Embraer
recebe encomenda
para mais 10 jatos
executivos
Valor Online
20/05/2008
SÃO
PAULO - A Embraer
anunciou hoje que
firmou contratos
para a venda de
10 aeronaves, além
de duas opções
de compra e uma
carta de intenções
para aquisição
de outros três
aviões executivos.
Os acordos foram
firmados hoje, durante
a European Business
Aircraft Conference
and Exhibition (Ebace),
evento do setor
que ocorre de hoje
até quinta-feira
em Genebra, na Suíça.
De
acordo com a Embraer,
a
Executive AirShare,
empresa dos Estados
Unidos, dobrou o
número de
ordens para a aeronave
Phenom 300 e agora
tem quatro pedidos
firmes e outras
quatro opções.
Em setembro de 2007,
a empresa havia
anunciado duas ordens
firmes para o Phenom
300, além
de outras duas opções
para o mesmo modelo.
A companhia possui
ainda dez pedidos
firmes e dez opções
para o jato Phenom
100.
Por
sua vez, a
Finnish Aviation
Academy, da
Finlândia,
encomendou dois
jatos da categoria
very light Phenom
100. O cliente utilizará
as aeronaves para
o treinamento de
pilotos e a primeira
entrega está
prevista para 2010.
A
VLJ Consultancy
também,
firmou acordo para
comprar um Phenom
100 - que será
repassado para investidores
privados - sendo
que a primeira entrega
está prevista
para 2012.
A
Linxair
Business Airline,
da Eslovênia,
firmou acordo para
comprar um segundo
jato executivo Legacy
600. A entrega da
aeronave está
prevista para este
ano. Em outubro
passado, a Linxair
recebeu o primeiro
Legacy 600.
A
Embraer incrementou
ainda a venda para
o mercado do Oriente
Médio. A
Asaig Aviation,
nova operadora de
vôos charter
com base no Kuwait,
encomendou um Phenom
100 e um Phenom
300. A empresa assinou
também uma
carta de intenções
para um jato Legacy
450 e dois Legacy
500. A entrega do
primeiro Phenom
100 está
prevista para 2012.
O Grupo S.S Lootah,
de Dubai, assinou
contrato para um
Legacy 600, com
entrega prevista
para 2009. O xeque
Ahmed Al Hamad,
presidente da Burgan
Company, do Kuwait,
encomendou um Legacy
600, com entrega
prevista para 2008.
O avião será
gerenciado pela
Titan Aviation,
de Dubai.
Legacy
450 e Legacy 500
são os nomes
comerciais dos jatos
Embraer MLJ e Embraer
MSJ, aeronaves das
categorias midlight
e midsize.
Embraer
acerta venda de
sete jatos modelo
170 para ETA Star,
de Dubai
Valor Online
21/05/2008
SÃO
PAULO - Em um negócio
de US$ 220,5 milhões,
a preço de
tabela, a Embraer
fechou a venda de
sete jatos modelo
170 para o grupo
ETA Star, de Dubai.
O contrato prevê
também opções
para mais três
jatos e direitos
de compra para outras
cinco aeronaves
de qualquer modelo
dos E-Jets da fabricante
brasileira. Se todas
as opções
e direitos de compra
forem exercidos
para o modelo 170,
o pedido pode alcançar
US$ 472,5 milhões.
De
acordo com a Embraer,
a entrega do primeiro
jato está
prevista para 2009.
As aeronaves, configuradas
para 76 passageiros
em classe única,
serão usadas
pela
recém-criada
Star Aviation para
operar rotas regionais
no subcontinente
indiano, em mercados
de média
e baixa densidade.
"Estamos
entusiasmados por
sermos escolhidos
por este novo cliente
de E-Jet para apoiar
suas operações
no mercado indiano,
que está
em rápida
expansão",
disse Mauro Kern,
vice-presidente
executivo da Embraer
para o Mercado de
Aviação
Comercial.