Agronegócios
Sadia
confirma nova fábrica
em MT; investimento
será de R$
630 milhões
Valor Online
03/07/2008
SÃO
PAULO - A Sadia
confirmou hoje
que irá construir
uma nova fábrica
no município
de Campo Verde,
em Mato Grosso.
O investimento total
foi estimado em
R$ 630 milhões,
e inclui um abatedouro
de frangos, uma
fábrica de
rações,
silos de estocagem
e um incumbatório.
A
intenção
de construir a unidade
em Campo Verde já
havia sido anunciada
no final do ano
passado pelo diretor-presidente
da empresa, Gilberto
Tomazoni. O executivo
confirmou o projeto
hoje ao governador
de Mato Grosso,
Blairo Maggi, e
ao prefeito do município,
Dimorvan Brescancim.
De
acordo com a empresa,
a escolha de Campo
Verde, que fica
a 130 quilômetros
de Cuiabá,
foi motivada pela
localização
do município,
em uma região
com produção
importante de grãos,
utilizados na produção
de ração.
A
capacidade de abate
da unidade será
de 500 mil frangos
por dia. A fábrica
de rações
irá produzir
cerca de 80 mil
toneladas mensais
e o incubatório
terá capacidade
de 150 milhões
de ovos férteis
por mês.
Do
total a ser investido,
R$ 400 milhões
virão do
caixa da empresa
e R$ 230 milhões,
de produtores integrados.
Segundo a Sadia,
a nova planta deve
entrar em operação
no segundo semestre
de 2010 e irá
gerar receita de
cerca de R$ 780
milhões anuais.
"Estamos
implementando este
ano um plano de
investimento ambicioso
e pretendemos seguir
nesse mesmo caminho
em 2009. Projetos
como esse de Campo
Verde fazem parte
da nossa estratégia
de dobrar o tamanho
da Sadia em cinco
anos", ressaltou,
em nota, Tomazoni.
Sob
nova direção,
ETH deve ir às
compras para crescer
no setor sucroalcooleiro
03/07/2008
(Valor Online)
SÃO
PAULO - A ETH
Bioenergia,
braço do
grupo Odebrecht
no setor sucroalcooleiro,
deverá sair
às compras
para ganhar corpo
no mercado nacional.
Mesmo sem revelar
detalhadamente essa
estratégia,
o novo presidente
da companhia, José
Carlos Grubisich,
disse hoje que a
ETH será
uma das protagonistas
do processo de consolidação
do setor. Ele classificou
ainda como "um
pouco exagerado"
o número
de empresas que
atuam hoje no setor,
cerca de 170.
Grubisich,
que deixou o comando
da petroquímica
Braskem, também
controlada pela
Odebrecht, para
tocar o plano de
crescimento da ETH,
admitiu a possibilidade
de a empresa acessar
o mercado acionário
para financiar sua
expansão.
No entanto, fez
questão de
salientar que atualmente
"não
há um plano"
para que isso ocorra.
Segundo
o executivo, a idéia
é colocar
a ETH entre as empresas
líderes na
fabricação
de açúcar
e etanol "nos
próximos
anos". Para
isso, já
foram anunciados
investimentos de
R$ 5 bilhões,
recursos que serão
utilizados, entre
outras coisas, no
aumento da capacidade
das duas usinas
existentes, bem
como na construção
de outras oito,
todas nos estados
de São Paulo,
Mato Grosso do Sul
e Goiás.
Com
essas usinas, programadas
para estarem operando
em 2015, chegaria
a 45 milhões
de toneladas anuais
a capacidade de
moagem de cana-de-açúcar
da ETH. A Cosan,
maior empresa do
setor, tem atualmente
uma capacidade de
40 milhões
de toneladas.
Nesse
cenário,
estaria aberta a
possibilidade de
a ETH fornecer etanol
para a própria
Braskem, que tem
projetos para ampliar
a produção
de resinas a partir
desse combustível.
No entanto, Grubisich
garantiu que, apesar
de pertencerem ao
mesmo grupo, as
duas empresas terão
atuação
totalmente independente
e que a ETH competirá
em igualdade de
condições
com outras usinas
para ter a Braskem
como cliente de
longo prazo.
"O
mercado industrial
será muito
importante para
a valorização
do etanol brasileiro.
Meu papel é
ser charmoso e competente
para convencer a
Braskem", disse
o executivo.
De
seu lado, o novo
presidente da Braskem,
Bernardo Gradin,
disse ver com bons
olhos a possibilidade
de negócios
futuros entre as
duas empresas. "Acho
confortável
ter o José
Carlos (Grubisich)
e a ETH conduzindo
a expansão
do etanol no Brasil.
É importante
para a Braskem",
completou.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Estrangeiro
leva 78% das ações
ofertadas pela SLC
Agrícola
Valor Online
03/07/2008
SÃO
PAULO - A oferta
de ações
de SLC
Agrícola,
uma dos maiores
produtoras agrícolas
do país,
contou com forte
participação
do investidor estrangeiro.
Os não residentes
compraram mais de
78% das 13.424.999
ações
ordinárias
ofertadas pela companhia.
A
forte demanda tanto
do estrangeiro quanto
do investidor local
resultou no exercício
integral do lote
suplementar, o que
elevou o montante
de recursos movimentado
na oferta para R$
369 milhões.
Cada papel saiu
a R$ 27,50. Ontem,
a ação
encerrou negociada
a R$ 32,50 na Bolsa
de Valores de São
Paulo (Bovespa),
com valorização
de 18% desde a operação.
Em
um período
de restrição
de liquidez global
e tomando por base
a dificuldade que
outras companhias
enfrentaram para
captar recursos
via ações
em 2008, a nova
oferta da SCL foi
bem sucedida, ainda
mais por não
ser exclusivamente
primária.
Parte dos recursos
levantados foi destinada
aos acionistas da
companhia.
Com
a distribuição
primária
de 9.397.500 ações
a SLC levantou R$
258 milhões
para o seu caixa.
Com esses recursos
a companhia pretende
adquirir terras
para expandir sua
área cultivada,
investir em melhorias
de solo e comprar
máquinas
e equipamentos.
O
restante dos recursos
foi para o acionista
vendedor na oferta
secundária,
a SLC Participações,
empresa da Família
Logemann. Por meio
da SLC Participações
e da Evaux Participações
os Logemann detêm
o controle da companhia.
Segundo
o Anúncio
de Encerramento,
2.860 investidores
pessoa física
participaram da
distribuição,
comprando 8,16%
dos ativos ofertados.
E os fundos de investimento
levaram outros 11%.
Fundada
em 1977, o foco
de atuação
da SLC Agrícola
são as culturas
de algodão,
na qual é
a segunda maior
do Brasil, soja
e milho. As plantações,
que somam mais de
170 mil hectares
no ano-safra 2007/2008,
estão espalhadas
em nove unidades
de produção
localizadas em cinco
estados brasileiros.
No
primeiro trimestre
de 2008, o lucro
líquido da
companhia cresceu
336,4%, totalizando
R$ 29,2 milhões.
A receita líquida
somou R$ 75,818
milhões,
com crescimento
de 24%.
A
SLC Agrícola
entrou para o Novo
Mercado em junho
do ano passado com
uma oferta primária
e secundária
que movimentou R$
490 milhões.
Ao todo, foram distribuídas
35.003.125 ações
ordinárias
a R$ 14 cada.
(Eduardo
Campos | Valor Online)
Sadia
fecha compra da
Excelsior Alimentos
por R$ 6,6 milhões
Valor Online
26/06/2008
SÃO
PAULO - A Sadia
anunciou hoje a
conclusão
do compromisso de
compra firmado em
18 de janeiro com
os sócios
cotistas da Baumhardt
Comércio
e Participações,
controladora da
Excelsior Alimentos.
Pelo
controle da companhia
gaúcha, com
sede em Santa Cruz
do Sul, a Sadia
pagou R$ 6,6 milhões,
e levou um parque
industrial abrangendo
uma fábrica
de produtos alimentícios,
com frigorífico
próprio.
Segundo comunicado
da Sadia, a Excelsior
tem capacidade anual
de produção
de 16,2 mil toneladas
de produtos industrializados,
320 empregados diretos
e o seu faturamento
bruto de 2008 deverá
atingir cerca de
R$ 61 milhões.
Pelos
termos do acordo,
por R$ 5,425 milhões
a Sadia levou 73,9%
do capital da Baumhardt
Comércio
e Participações,
empresa que detém
80,0% das ações
ordinárias
e de 43,67% do capital
social da Excelsior
Alimentos S.A..
Do total pago, R$
969 mil ficaram
retidos em uma conta
depósito
para garantia de
futuras contingências.
A
Sadia também
pagou outros R$
1,218 milhão
por 271.945 ações
ordinárias
de emissão
da Excelsior, representativas
de 9,1% do capital
total e 16,6% do
capital votante
da companhia, de
acionistas relacionados.
O preço pago
por cada uma dessas
ações
foi de R$ 4,84,
o que representa
80% do preço
por ação
pago aos sócios
da Baumhardt.
A
Sadia também
informou que submeterá
à Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM) registro para
oferta pública
obrigatória
para aquisição
de ações
ordinárias
da Excelsior que
estão em
circulação.
O preço será
de R$ 4,48 por ação,
valor equivalente
a 80% do preço
de R$ 5,60, por
ação,
pago aos sócios
da Baumhardt.
Bancos
Bradesco
aprova pagamento
de dividendo no
valor de R$ 387
milhões referente
ao primeiro semestre
Valor Online
01/07/2008
SÃO
PAULO - O Bradesco
informou hoje que
o conselho de administração
da instituição
aprovou o pagamento
de dividendos intermediários
no valor total de
R$ 387 milhões,
referentes ao primeiro
semestre deste ano.
Segundo
o banco, o valor
pago será
de R$ 0,120175000
por ação
ordinária
e R$ 0,132192500
por ação
preferencial.
Serão
contemplados os
investidores que
estavam na base
de acionistas do
banco na última
sexta-feira. O pagamento
será feito
no dia 21 deste
mês de julho,
não havendo
retenção
de Imposto de Renda
na Fonte.
Ainda
de acordo com o
comunicado do banco,
esses dividendos
intermediários
correspondem a dez
vezes o valor dos
dividendos que a
instituição
paga mensalmente.
BNP
Paribas busca expansão
no Brasil
Gazeta mercantil
30/06/2008
São
Paulo, 30 de Junho
de 2008 - O grupo
financeiro francês
BNP
Paribas, que
em agosto do ano
passado comprou
o pernambucano Banco
Geral de Negócios
(BGN), planeja mais
expansões
para os seus negócios
no País,
que estão
cada vez mais lucrativos.
Conforme o diretor-presidente
do Banco BNP Paribas
Brasil, Louis Bazire,
está acesa
a luz verde para
a subsidiária
realizar aquisições
e também
investir na implantação
de novas atividades,
começando
do zero. Uma área
de interesse, em
que o BNP lidera
no mercado europeu,
mas não tem
presença
no País,
é a de custódia
de títulos
para investidores
institucionais -
fundos globais,
por exemplo, que
fazem operações
na BM&F Bovespa
precisam ter no
Brasil um banco
para fazer a custódia
dos valores envolvidos
-, um segmento dominado
por gigantes. "Achamos
que tem lugar para
outros, ainda mais
para um com o know
how do Paribas."
Dados
da Associação
Nacional dos Bancos
de Investimento
(Anbid) mostram
que o estoque total
de ativos custodiados
até maio
deste ano estava
em R$ 2,1 trilhões,
sendo R$ 1, 35 trilhão
de investidores
internos e R$ 748,6
bilhões de
estrangeiros. O
Banco Itaú
Holding Financeira
lidera o mercado,
com participação
de 28% no total.
O Bradesco está
na segunda colocação,
com 22%; seguido
pelo Banco do Brasil,
com 16% e na terceira
posição;
e pelos norte-americano
Citigroup e o inglês
HSBC Bank, com fatias
de 14,3% e 7,4%
e na quarta e quinta
posições,
respectivamente.
O executivo diz
que a idéia
surgiu, particularmente,
a partir do aumento
do volume de solicitações
de investidores
estrangeiros por
serviços
de custódia.
Como o BNP Paribas
está presente
em 88 países
a possibilidade
de negócios
é considerável.
Bazire afirma que
a subsidiária
brasileira já
tem uma pequena
operação
de custódia,
mas apenas para
atender a demanda
interna.
"Vamos
transformar esse
serviço em
produto", diz,
acrescentando que
já está
em curso o levantamento
dos investimentos
necessários
para a implantação.
"Lá
fora estão
olhando o País
com muita atenção
e precisamos ter
mecanismos para
atender a essas
demandas,"
avalia.
É
principalmente a
demanda estrangeira
que também
está fazendo
o BNP passar da
intenção
de adquirir uma
corretora de câmbio
e valores no País,
anunciada no final
de 2007, para algo
mais concreto. "Passamos
do estado verbal
para o ativo."
Significa que o
banco já
está avaliando
algumas empresas
e a preferência
vai recair para
a que tiver uma
atividade mais forte
na área de
home broker, segmento
em que o banco também
é o maior
da Europa, informa
Bazire, mas não
está presente
no Brasil. "Temos
um gestor de fundos
que está
entre os dez primeiros
colocados no ranking
brasileiro. Podemos
obter muitas sinergias
com uma plataforma."
O executivo lembra
que a BM&F Bovespa
é a terceira
maior bolsa do mundo
e que há
investidores ávidos
para operar no Brasil,
particularmente
da Ásia.
"Com uma home
broker, vamos cuidar
do nosso próprio
fluxo de operações,
utilizar essa capacidade
para nos vender."
As corretoras brasileiras
têm sido muito
disputadas, algo
normal após
reestruturação
de bolsas (união
da BM&F com
a Bolsa de Valores
de São Paulo
- Bovespa), diz,
e visto por Bazire
nos diversos países
da Europa onde atuou.
Neste ano, o Bradesco
comprou a Ágora
e há cerca
de duas semanas
o Citi Brasil fechou
a aquisição
da Intra Corretora
de Câmbio
e Valores.
O
mercado chama a
atenção:
o volume de pessoas
operando nas bolsas
brasileiras dobrou
em um ano e hoje
está em torno
de 500 mil. "O
momento é
de concentração,
mas não é
algo tão
fácil, as
empresas são
familiares."
O que implica sempre
um grau maior de
dificuldade na hora
da negociação.
Por isso, no plano,
Bazire avalia não
somente a aquisição
de 100% de uma corretora,
como também
a possibilidade
de formar uma parceria
local.
O
apetite do Paribas
pelo Brasil vem
de alguns anos,
recorda o executivo.
"Há
dez anos o grupo
(tem negócios
também na
área de locação
de automóveis,
financeira e seguros)
tinha 30 funcionários
aqui; hoje são
2 mil." A subsidiária
tem apresentado
resultados expressivos,
mesmo em momento
de volatilidade
no mercado internacional,
recessão
norte-americana
e alta das commodities.
"O mercado
está muito
parado lá
fora em asset e
private. O Brasil
é exceção,
como a China e outros
países emergentes.
Mas penso que o
BNP cresce mais
rápido aqui
que em outros emergentes."
O primeiro semestre,
cujo balanço
ainda não
foi fechado, foi
de crescimento.
Na área de
investimentos, a
alta ficará
entre 35% e 40%,
calcula. Nesse segmento,
foi a subsidiária
que mais cresceu,
segundo Bazire.
O lucro líquido
do banco em 2008
ficará em
linha com os R$
170 milhões
do ano passado,
quando a subsidiária
teve um resultado
extra de R$ 40 milhões
com a venda das
ações
da BM&F. (Gazeta
Mercantil/Finanças
& Mercados -
Pág. 1)(Iolanda
Nascimento)
UBS
vê chance
de evitar prejuízo
no segundo trimestre
Valor Online
04/07/2008
SÃO
PAULO - O banco
suíço
UBS
deve apresentar
no segundo trimestre
equilíbrio
operacional (break-even)
ou resultados um
pouco abaixo desse
ponto. A divulgação
dos dados está
prevista para o
dia 12 do próximo
mês. A instituição
avisou que os resultados
de abril a junho
incluem um crédito
fiscal de aproximadamente
3 bilhões
de francos suíços
(US$ 2,9 bilhões).
O
UBS revelou em nota
em sua página
eletrônica
que o desempenho
reflete contribuições
positivas das áreas
de Global Wealth
Management &
Business Banking
e Global Asset Management,
compensando perda
no segmento de Investment
Bank.
Vale
notar que o banco
foi bem afetado
pela crise das hipotecas
de maior risco (subprime)
nos Estados Unidos.
(Juliana
Cardoso | Valor
Online, com agências
internacionais)
Bebidas
InBev
mantém-se
firme com relação
à proposta
pela Anheuser-Busch
Valor Online
01/07/2008
SÃO
PAULO - A belgo-brasileira
InBev mantém
sua proposta de
comprar a cervejaria
americana Anheuser-Busch
Companies Inc.
por US$ 65 por ação
em dinheiro apesar
da fraqueza do mercado
acionário.
"A
forte preferência
da InBev é
entrar em um diálogo
construtivo para
alcançar
uma combinação
amigável.
Ao mesmo tempo,
a InBev continua
comprometida com
a combinação
e perseguirá
todos os caminhos
disponíveis
que possibilitarão
aos acionistas da
Anheuser-Busch terem
uma voz direta no
processo",
sublinhou no texto
divulgado hoje.
Na
semana passada,
a Anheuser-Busch,
fabricante da Budweiser,
rejeitou o lance
da InBev, considerado
"financeiramente
inadequado"
e contrário
aos melhores interesses
dos acionistas.
"Nossa
proposta firme de
US$ 65 por ação
reflete o valor
pleno e justo da
companhia",
declarou o executivo-chefe
da InBev, Carlos
Brito. Além
de garantia de valor
imediato aos acionistas
da Anheuser-Busch,
a belgo-brasileira
defendeu que a eventual
combinação
criará uma
empresa mais forte
e mais competitiva.
(Juliana
Cardoso | Valor
Online)
Coca-Cola
Femsa compra de
engarrafadora em
Minas Gerais por
US$ 364,1 milhões
Valor Online
27/06/2008
SÃO
PAULO - A mexicana
Coca-Cola Femsa
anunciou a compra
da franquia de Refrigerantes
Minas Gerais Ltda
(Remil) da The
Coca-Cola Company,
por US$ 364,1 milhões.
Com essa transação,
concluída
ontem, A Femsa passará
a responder por
30% do sistema de
engarrafamento de
produtos Coca-Cola
no Brasil.
A
mineira Remil, fundada
há 60 anos,
registrou no ano
passado receita
líquida de
R$ 721 milhões
e venda de 114 milhões
de unidades de bebidas.
A empresa atende
15 cidades em Minas,
inclusive Belo Horizonte,
o que totaliza 15
milhões de
consumidores.
A
Coca-Cola Femsa
é a maior
engarrafadora da
Coca Cola na América
Latina e com a nova
aquisição
deve expandir em
mais de um terço
a atuação
da empresa no país.
Terá agora
9.200 empregados
no país,
4 unidades de produção
e 41 milhões
de consumidores
atendidos.
Comércio
exterior
Camex
reduz imposto de
importação
de 332 produtos
Valor Econômico
04/07/2008
BRASÍLIA
- Os sete ministros
que integram a Câmara
de Comércio
Exterior (Camex)
aprovaram a redução
do imposto de importação
para 332 produtos
que farão
parte de investimentos
avaliados em US$
4,12 bilhões.
Os quatro setores
mais beneficiados
são serviços,
gráfico,
petróleo
e naval.
A
secretária-executiva
da Camex, Lytha
Spíndola,
informou ontem,
após reunião
da Câmara,
que, além
desses quatro setores,
a redução
da tarifa de importação
desses ex-tarifários
- bens não
produzidos no Mercosul
- beneficia os segmentos
de geração
de energia, alimentos,
papel/celulose,
metalurgia, siderurgia
e autopeças.
O aumento da demanda
de investimentos
vem fazendo com
que a Câmara
aprove, desde janeiro,
uma lista de ex-tarifários
por mês. Antes
disso, eram apenas
duas por ano. Ela
informou que o número
de itens (332) é
recorde.
No
caso dos bens de
capital (BK), a
tarifa foi baixada
de 14% para 2%.
Em bens de informática
e telecomunicação
(BIT), a redução
foi de 20% para
2%. O benefício
vale até
dezembro, mas Lytha
admitiu que poderá
ser prorrogado no
Mercosul. Na lista
de 332 produtos,
apenas quatro são
de informática
e telecomunicações.
A
pauta da Camex foi
extensa e os ministros
aprovaram o aumento
das cotas de importação
de pneus remoldados
no Paraguai e no
Uruguai, que eram
de 120 mil e 130
mil unidades e foram
para 168 mil e 164
mil. A medida vale
para 2008, até
que o Mercosul defina
um regime comum
para 2009. O assunto
é polêmico
e aguarda, no Supremo
Tribunal Federal
(STF), o julgamento
de uma ação.
No
âmbito da
defesa comercial,
a Camex reduziu
de 11,7% para 2,9%
o direito antidumping
aplicado, erroneamente,
contra o glifosato
(defensivo agrícola)
importado da China.
A medida vale até
12 de fevereiro
de 2009, enquanto
é investigada
a retomada do dumping.
Os ministros também
decidiram que serão
aplicados direitos
antidumping definitivos
sobre as importações
de filmes PET da
Índia e da
Tailândia.
Divididos em sete
faixas, eles variam
de US$ 89,09 a US$
876,11 por tonelada.
A
Camex ainda tornou
definitivas, por
cinco anos, as medidas
compensatórias
aplicadas contra
as importações
de filmes PET da
Índia, com
alíquotas
entre US$ 0,42 e
US$ 165,08 por tonelada.
A importação
de acrilato de butila
(insumo para a indústria
de tintas e vernizes)
dos Estados Unidos
também vai
arcar com direitos
antidumping provisório.
As faixas definidas
são de US$
0,06 por quilo (Arkema)
e US$ 0,12 para
a Dow Chemical,
Union Carbide e
demais.
Também
foram alteradas
cinco posições
da Tarifa Externa
Comum (TEC) do Mercosul.
O princípio
ativo de medicamentos
contra câncer
e tumores (bicalutamida)
teve a alíquota
elevada de 2% para
14% porque o produto
passou a ser fabricado
na Argentina. O
mesmo percentual
foi estabelecido
para as máquinas
para colheita de
grãos (ceifeiras)
que agora são
montadas naquele
país. O suplemento
alimentar para pessoas
que sofrem de artrite
(sais do sulfato
de condroitina)
passou a ser feito
no Brasil e a TEC
subiu de 2% para
14%.
Resinas
de petróleo
usadas como insumo
na produção
de adesivos para
fraldas tiveram
a TEC reduzida de
14% para 2%, mesmo
percentual fixado
para o produto intermediário
na fabricação
de corantes (clorobenzeno).
(Arnaldo
Galvão |
Valor Econômico)
Após
vendas externas
de US$ 90 bi até
junho, governo deve
rever para cima
meta de exportações
Valor Online
01/07/2008
RIO
- O ministro interino
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior, Armando
Meziat, acredita
que a projeção
de exportações
para 2008 será
revista para cima,
em função
das vendas externas
de US$ 90,645 bilhões
alcançadas
no primeiro semestre
do ano. Atualmente,
a meta é
de US$ 180 bilhões.
"É
excepcional. O ministro
(Miguel Jorge) tinha
dito que a meta
poderia ser revista.
Possivelmente, diante
deste resultado,
será para
cima", disse
Meziat, que participa
hoje do 2º
Encontro Nacional
do Comércio
Exterior de Serviços,
no Rio de Janeiro.
Segundo
ele, o crescimento
de 50% das importações
é sustentável
e demonstra um aumento
na qualidade das
compras externas.
Meziat ressalta
que a maior parte
das importações
é de bens
de capital ou bens
intermediários,
que são voltados
para a indústria.
"Hoje elas
(as importações)
funcionam para atender
a demanda e como
anteparo à
inflação",
afirmou.
O
Ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior apresentou
hoje os dados da
balança comercial
brasileira no primeiro
semestre. O superávit
foi de US$ 11,370
bilhões,
com queda de 44,7%
ante igual período
do ano passado.
As exportações
somaram US$ 90,645
bilhões e
as importações
ficaram em US$ 79,275
bilhões.
No primeiro semestre
de 2007, as vendas
externas totalizaram
US$ 73,214 bilhões
e as compras alcançaram
US$ 52,635 bilhões.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Superávit
comercial é
de US$ 11,370 bilhões
no primeiro semestre
de 2008
Valor Online
01/07/2008
SÃO
PAULO - De janeiro
a junho deste ano,
o superávit
da balança
comercial brasileira
correspondeu a US$
11,370 bilhões.
As exportações
somaram US$ 90,645
bilhões e
as importações
ficaram em US$ 79,275
bilhões,
uma média
respectiva de US$
737 milhões
e US$ 644,5 milhões
por dia útil.
Na
comparação
com os seis primeiros
meses de 2007, o
saldo comercial
acabou 44,7% mais
enxuto. Naquele
período,
as vendas externas
totalizaram US$
73,214 bilhões
e as compras alcançaram
US$ 52,635 bilhões,
resultando em superávit
de US$ 20,579 bilhões.
Os
números foram
apresentados nesta
manhã pelo
ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior (MDIC).
Construção
CCDI
e HM Engenharia
fecham acordo de
R$ 4,2 bi para financiamento
de imóveis
Valor Online
30/06/2008
SÃO
PAULO - A Camargo
Corrêa Desenvolvimento
Imobiliário
(CCDI),
HM
Engenharia e
Construções
e a Caixa Econômica
Federal assinaram
acordos que prevêem
o financiamento
de imóveis
no valor total de
até R$ 4,2
bilhões.
De
acordo com comunicado
divulgado pela CCDI,
do total de recursos
a ser alocado, R$
2,2 bilhões
serão destinados
ao financiamento
de 22.200 unidades
desenvolvidas pela
HM Engenharia (no
segmento de baixa
renda - com valor
da unidade abaixo
de R$ 100 mil).
Os demais recursos
serão direcionados
ao financiamento
de 13.700 unidades
a serem desenvolvidas
pela CCDI em empreendimentos
com unidades com
valor de R$ 100
mil e R$ 350 mil
(segmento econômico
e médio).
O
financiamento terá
recursos do FGTS
e do Sistema Financeiro
da Habitação,
sendo disponibilizado
para unidades com
valor de até
R$ 350 mil. As taxas
de juros aos clientes
variam de acordo
com o valor do preço
da unidade financiada,
atualmente de TR
mais 5,5% ao ano,
a TR + 11% ao ano,
em até 360
meses.
Com
o acordo firmado,
a HM Engenharia,
que foi incorporada
pela CCDI no ano
passado, tem garantidos
recursos para os
próximos
dois anos de lançamentos.
Já
para CCDI, o negócio
permitirá
fortalecer ainda
mais seu direcionamento
estratégico
em direção
aos segmentos mais
populares. Do seu
banco de terrenos
de R$ 10 bilhões
em Valor Potencial
de Vendas, metade
já está
direcionada a esses
grupos.
Votorantim
investe mais R$
1,4 bi em cimento
Gazeta mercantil
01/07/2008
São
Paulo- A Votorantim
Cimentos (VC)
informou ontem que
investirá
um total de R$ 3,2
bilhões para
elevar de 25 milhões
de toneladas anuais
para 39 milhões
de toneladas anuais
a capacidade de
produção
no período
compreendido entre
2007 e 2011. No
ano passado a companhia
já havia
informado verba
de R$ 1,7 bilhão
para alcançar
33 milhões
de toneladas até
2010. Ontem acrescentou
R$ 1,45 bilhão
nesse total decididos
neste ano. Em junho
último a
companhia já
havia anunciado
expansão
na fábrica
de Mato Grosso.
Com isso, a VC terá
capacidade aproximadamente
60% maior em 2011.
Este ano a companhia
encerrará
com produção
de 21 milhões
de toneladas, segundo
o presidente da
Votorantim Cimentos,
Walter Schalka
A
VC atende assim
a pedidos tanto
do governo federal
quanto de alguns
governadores que
querem a garantia
de abastecimento
no processo de crescimento
brasileiro.
Schalka disse que
a demanda deste
ano superou as expectativas
anteriores de alta
de 9% nas vendas
e o ano deve fechar
com cerca de 11%
de crescimento.
Na região
Centro-Oeste, que
reclama de desabastecimento,
a alta ficou em
cerca de 14%. Pela
primeira vez o consumo
per capita deverá
superar o recorde
registrado em 1998
de 241 quilos por
habitante/ano. Em
2008 poderá
chegar a 261 quilos
e 50 milhões
de toneladas vendidas
no País.
As
projeções
de Schalka são
de crescimento médio
de entre 7% e 8%
anuais nos próximos
três anos
o que deve levar
o Brasil para um
nível de
consumo per capita
de cerca de 300
toneladas, próximo
a países
como Argentina e
Chile. Alguns mercados
têm consumo
muito superior,
como é o
caso, por exemplo,
da China, que chega
a 1,2 quilos por
habitante/ano respondendo
por 50% do total
de 2,7 bilhões
de toneladas consumidas
anualmente.
O
Brasil, acredita
Schalka, chegará
a 65 milhões
de toneladas anuais
em três anos.
O executivo disse
que os investimentos
visam manter a participação
da companhia no
mercado brasileiro
na casa dos 40%
que detém
hoje, mas reconhece
que o acréscimo
de produção
é mais alto.
Segundo Schalka,
a capacidade garante
flexibilidade no
atendimento a demanda.
Mas foi também
um motivo de preocupação
na definição
dos novos investimentos.
O executivo admitiu
que a inflação
poderá afetar
o ritmo de crescimento
do setor, que conta
com o maior investimento
em habitação
e em infra-estrutura.
Os
novos investimentos
prevêem unidades
em Nobres (MT),
Salto do Pirapora
(SP), Rio Branco
(PR) e Sobradinho
(NE). Considerando
o total já
anunciados, passam
de 17 para 26 as
operações
de cimento empresa.
O objetivo é
estar cada vez mais
próximo do
mercado consumidor,
reduzindo o impacto
do custo de distribuição,
garantindo atendimento
regional. Para tanto
a empresa também
está investindo
em infra-estrutura
logística.
O objetivo é
atender os pedidos
em prazo curtíssimo.
"Pedidos feitos
pela manhã
são atendidos
à tarde",
disse o presidente
da VC. "Dessa
forma o nível
de estoque do varejo
é muito pequeno"
Schalka informou
que a unidade de
Aracaju tem capacidade
ociosa mas os custos
de transporte reduzem
a competitividade
do produto. Entretanto,
a unidade do Mato
Grosso tem sido
abastecida por Sergipe
para evitar escassez
na região.
Atualmente
a maior unidade
da VC está
no Paraná,
onde serão
investidos mais
R$ 400 milhões.
A empresa também
já havia
anunciado a reativação
de algumas unidades.
Schalka não
detalhou como será
financiada a expansão,
disse apenas que
alguns investimentos
receberão
recursos do Banco
Nacional de Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES),
mas são operações
tratadas pela área
corporativa para
todo o grupo.
Schalka
afirmou que não
há nenhuma
aquisição
prevista para o
Brasil. No exterior,
a companhia, que
obteve receita líquida
de R$ 5,6 bilhões
em 2007, alta de
7,7%, tem unidades
nos EUA, Canadá
e na Bolívia.
No exterior são
6 milhões
de toneladas anuais.
Preços
De acordo com presidente
da VC, o custo de
investimento aumentou
cerca de 40% em
24 meses, resultado
da alta no aço
e em outras matérias-primas.
Além disso,
os prazos para entrega
de um moinho, que
levava entre 12
e 14 meses, passou
a cerca de dois
anos. Além
disso, a alta nos
preços dos
combustíveis
- que respondem
por cerca de 50%
do custos de produção
- também
reduz a competitividade.
A VC tem um programa
de substituição
que utiliza, por
exemplo, casca de
arroz e pneus na
geração
de energia que atende
a 16% do consumo
de energia da Votorantim.Schalka
disse que, ainda
assim, a VC repassou
alta de 12 a 13%
nos preços,
mas reconheceu que
para o consumidor
final o aumento
foi bem superior.
Em
algumas regiões
mais distantes,
disse o executivo,
o aumento foi muito
elevado e a companhia
planeja fazer campanha
na mídia
para mostrar que
essa alta não
saiu das fábricas
nessas proporções.
Entre essas regiões
Schalka cita Rondônia
e Mato GrossoSchalka
informou que o crescimento
também tem
provocado uma inflação
de salários.
A companhia desenvolve
projetos nas regiões
em que atua para
formar mão-de-obra
qualificada, são
pedreiros, eletricistas,
carpinteiros área
de demanda das construtoras.
Em
fevereiro a cadeia
produtiva entregou
documento ao governo
com proposta para
treinar cinco milhões
de pessoas.
(Gazeta Mercantil/Caderno
C - Pág.
4)(Rita Karam)
Crédito
Abecs
eleva previsão
e espera alta de
24% no total de
compras com cartões
em 2008, para R$
387,5 bi
Valor Online
01/07/2008
SÃO
PAULO - O mercado
de cartões
deve fechar o ano
de 2008 com um crescimento
de 24% no valor
total de compras.
A nova estimativa
da Associação
Brasileira das Empresas
de Cartões
de Crédito
e Serviços
(Abecs)
prevê que
os brasileiros gastarão
neste ano R$ 387,5
bilhões em
compras com cartões,
aí incluídas
as operações
com plásticos
de crédito,
de débito
e os de lojas e
redes.
Esse
montante será
movimentado com
os quase 500 milhões
de plásticos
que estarão
em circulação
no país no
final de dezembro,
um aumento de 14%
sobre a base de
2007.
Segundo
a entidade, que
antes previa um
aumento de 20% no
volume financeiro
movimentado com
cartões neste
ano, a nova projeção
leva em conta o
ritmo acelerado
de crescimento observado
na primeira metade
deste ano, de 24%,
que levou a um total
de R$ 176,2 bilhões
em compras com cartões.
Para
o número
de transações
a entidade agora
prevê aumento
de 20%, contra estimativa
anterior de 17%.
Segundo a Abecs,
serão neste
ano 6,1 bilhões
de operações
feitas com cartões
no país.
Além
do consumo aquecido,
a entidade atribui
a expansão
também à
substituição
dos meios de pagamento.
A modalidade de
débito, por
exemplo, é
uma das que mais
cresce e deve movimentar
neste ano R$ 110
bilhões,
com aumento de 30%.
Para
os cartões
de crédito,
o valor de compras
deve superar o de
outros meios de
pagamentos e totalizar
R$ 224 bilhões,
mas o crescimento
será um pouco
mais modesto, de
22% em relação
a 2007
Já
os cartões
de loja e de rede
terão R$
53 bilhões
em compras no final
de 2008, com elevação
de 19% perante o
ano passado.
Com
100 milhões
de cartões
de crédito
no Brasil, setor
movimentou R$ 102
bi no semestre,
diz Abecs
Valor Online
01/07/2008
SÃO
PAULO - A indústria
de cartões
de crédito
movimentou no primeiro
semestre deste ano
R$ 102,2 bilhões.
Dados da Associação
Brasileira das Empresas
de Cartões
de Crédito
e Serviços
(Abecs) mostram
ainda que o setor
alcançou
a marca de 100 milhões
de plásticos
em circulação
no país no
final de junho,
o que representa
uma evolução
de 17% perante o
patamar registrado
no mesmo mês
de 2007.
Considerando
o movimento dos
cartões de
crédito,
débito, loja
e rede, são
466 milhões
de plásticos
em circulação,
um aumento de 14%,
e R$ 176,2 bilhões
movimentados, montante
24% superior ao
verificado na primeira
metade de 2007.
O volume de transações
cresceu 20%, com
2,8 bilhões
de operações
realizadas.
Dentre
as modalidades analisadas,
o movimento do cartão
de débito,
que somou R$ 50,2
bilhões,
foi o que mais se
expandiu (30%),
devido à
migração
para esse meio de
pagamento, que substituiu
principalmente cheques
e dinheiro. O gasto
médio por
cartão aumentou
22% no semestre
e alcançou
R$ 247.
Na
modalidade de cartões
de loja e de rede,
a expansão
foi de 19%, com
23,9 bilhões
movimentados no
semestre e 156 milhões
de cartões
em circulação,
volume 20% superior
ao nível
de junho do ano
passado. Em número
de transações,
a evolução
foi de 17%, com
437 milhões
de operações
de janeiro a junho.
Energia
Uma
das vencedoras do
lote C, Eletronorte
admite parceria
com Isolux, que
levou lotes A e
B
Valor Online
27/06/2008
RIO
- O diretor-presidente
da Eletronorte,
Jorge Palmeira,
ficou satisfeito
com a vitória
no lote C do leilão
de linhas de transmissão,
realizado hoje pela
Agência Nacional
de Energia Elétrica
(Aneel).
Segundo ele, o deságio
de 7% foi altamente
benéfico
para a empresa,
uma vez que houve
deságios
superiores a 30%
em outros lotes.
Palmeira
não descartou
a possibilidade
de firmar parcerias
com a vencedora
dos lotes A e B,
a espanhola Isolux,
que será
responsável
pela construção
de linhas de transmissão
a partir de Tucuruí.
O
lote C, arrematado
pelo consórcio
do qual a Eletronorte
participou, é
uma continuação
das linhas contidas
nos lotes A e B.
"Os lotes A,
B e C são
interligados. Acho
que poderemos sentar
e conversar no futuro
com os vencedores
das outras áreas
(lotes)", disse
o executivo.
Ele
acrescentou que
o recurso impetrado
pelo consórcio
para validar o leilão
do lote C foi importante,
de forma a não
deixar vazia uma
região que,
no futuro, poderá
contribuir, ao integrar
a energia a ser
produzida pela usina
hidrelétrica
de Belo Monte, no
Rio Xingu.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Grupos
estrangeiros vão
embolsar quase 70%
da receita de novas
linhas de transmissão
Valor Online
27/06/2008
SÃO
PAULO - Os grupos
estrangeiros conquistaram
hoje as concessões
necessárias
para a construção
de 1,486 mil quilômetros
de linhas de transmissão,
durante leilão
promovido pela Agência
Nacional de Energia
Elétrica
(Aneel).
O número
representa 49,56%
do total licitado,
sendo que os 50,44%
restantes (1,513
mil quilômetros)
ficaram com empresas
nacionais.
Apesar
das metragens praticamente
iguais, os estrangeiros
vão faturar
mais que os brasileiros.
Ao final do leilão,
as concessões
conquistadas pelas
espanholas Isolux
e
Elecnor, além
da agora sob controle
colombiano
Cteep, somaram
uma Receita Anual
Permitida (RAP)
de R$ 185 milhões,
valor que representa
58,63% do montante
total envolvido
no leilão.
A RAP dos brasileiros
Consórcio
Amazonas, TBE Centro-Oeste
e Chesf
somou R$ 130,53
milhões.
A
fatia financeira
dos estrangeiros
é ainda maior
se considerada a
participação
de 30% da espanhola
Abengoa no consórcio
Amazonas. Nesse
cenário,
a receita dos grupos
externos subiria
para R$ 215,5 milhões,
68% do total negociado
no leilão.
O
desempenho dos estrangeiros
foi quase que totalmente
puxado pela Isolux,
que vai receber
R$ 146,18 milhões
anuais pelos 1,24
mil quilômetros
de linhas de transmissão
que irá construir
nos próximos
três anos.
Para levar os lotes
A e B, localizados
no Pará e
no Amapá,
a companhia abriu
mão de R$
38,84 milhões
por ano, o que representa
um deságio
de 21%.
O
Consórcio
Amazonas ficou com
a segunda maior
fatia. Vai embolsar
R$ 101,6 milhões
por ano após
a entrada em operação
da linha Oriximiná
(PA) - Cariri (AM),
de 586 quilômetros,
também prevista
para três
anos. Com deságio
vencedor de 7%,
o consórcio
abriu mão
de R$ 7,64 milhões
por ano.
O
terceiro lugar em
receitas ficou com
a empresa que mais
arrematou lotes,
a ex-estatal paulista
Cteep. Durante o
leilão, a
empresa levou cinco
lotes, distribuídos
nos estados de São
Paulo, Paraná,
Santa Catarina e
Rio Grande do Sul.
A Cteep, no entanto,
irá construir
apenas 174,5 quilômetros
de linhas em 18
meses, além
de sete subestações.
A RAP será
de R$ 29,33 milhões,
um deságio
médio de
33,7% sobre o teto
estabelecido pela
Aneel.
Em
seguida aparece
o consórcio
brasileiro TBE Centro-Oeste,
que levou a concessão
de 775 quilômetros
de linhas no Mato
Grosso. A empresa
irá receber
R$ 25,95 milhões
anuais após
a entrada em operação
do empreendimento,
prevista para 20
meses. O deságio
oferecido pelo consórcio
foi de 29,48%.
A
Chesf levou ainda
uma linha de transmissão
na Bahia, prevista
para ficar pronta
em 18 meses. Após
esse período,
a estatal irá
receber R$ 2,98
milhões por
ano, um deságio
de 38,33% sobre
o máximo
estipulado.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Indicadores
Fipe
vê sinal de
desaceleração
da inflação
dos alimentos em
São Paulo
Valor Online
03/07/2008
SÃO
PAULO - Embora a
inflação
na cidade de São
Paulo ainda tenha
apontado um patamar
elevado em junho,
com alta de 0,96%
no Índice
de Preços
do Consumidor (IPC),
a Fundação
Instituto de Pesquisas
Econômicas
(Fipe) chama
atenção
para a desaceleração
da taxa no curto
prazo. Na terceira
quadrissemana o
índice havia
subido 1,06%. O
arrefecimento é
mias intenso perante
o IPC fechado de
maio, cuja alta
foi de 1,23%. Em
julho a previsão
é de aumento
de 0,95% para o
índice.
Tal
movimento foi influenciado
pelo principal grupo
de pressão,
o de Alimentação,
que apontou inflação
de 2,87% no mês
de junho, abaixo
dos 3,20% apurados
na terceira quadrissemana
e dos 3,17% registrados
em maio. No mês
de julho a estimativa
da Fipe é
de avanço
de 2,5% no grupo
Alimentação.
Esse
grupo acumula aumento
de 8,27% no primeiro
semestre deste ano,
a mais forte variação
para períodos
semestrais desde
a segunda metade
de 2002. Para o
segundo semestre
deste ano, a Fundação
estima alta adicional
de 4,4% para os
alimentos, o que
deve levar o grupo
a fechar 2008 com
avanço de
13% ante 2007.
Colaborou
para o arrefecimento
em junho a retração
dos preços
de produtos in natura,
que caíram
1,47% no mês
passado, perante
alta de 3,11% em
maio. Continuaram
em ascensão
no mês passado
os preços
de alimentação
fora do domicílio,
que fecharam com
inflação
de 2,17%. Segundo
Marcio Nakane, coordenador
do IPC, o repasse
de custos de matéria-prima
e custos nesse caso
tem sido mais intenso
do que foi no ano
passado.
O
maior peso para
a inflação
dos Alimentos, no
entanto, continua
vindo dos produtos
semi-elaborados,
que ficaram 7,44%
mais caros em junho,
mas apontam um ligeira
desaceleração
perante a terceira
quadrissemana, quando
a alta foi de 7,60%.
O
que chama mais atenção
no mês, além
do feijão
(18,92%) e do arroz
(8,61%), é
a alta agregada
da carne bovina,
calculada pela Fipe
em 9,79%. Isso equivale
a uma participação
de 0,24 ponto percentual
sobre toda a alta
do IPC (0,96%) no
mês. "Para
julho a carne continuará
sendo um item de
pressão",
diz Nakane, lembrando,
no entanto, que
os preços
do arroz, do leite
e do frango tendem
a retroceder nos
próximos
meses.
Também
acompanhou o movimento
de desaceleração
em junho o grupo
Transportes, com
alta de 0,15%, contra
0,16% na 3ª
quadrissemana e
0,31% em maio. A
queda é atribuída
à baixa de
0,60% no preço
do álcool.
Em Habitação
a inflação
foi de 0,30%, uma
retração
importante ante
o aumento de 0,74%
verificado em maio
e a evolução
de 0,54% na terceira
quadrissemana de
junho.
Essa
trajetória,
no entanto, pode
ser reverter a partir
de agosto, quando
o IPC começará
a captar o aumento
de 8,62% estabelecido
para o preço
de energia elétrica
residencial em São
Paulo. Considerando
ainda a estimativa
de aumento de 4,46%
para o serviço
de telefonia fixa,
Nakane projeta que
nos meses de julho
e agosto esses dois
efeitos devem somar
um impacto inflacionário
de 0,44 ponto percentual
sobre o IPC no período.
(Bianca
Ribeiro | Valor
Online)
Vendas
reais da indústria
crescem 1,1% no
mês em maio
e acumulam 7,9%
no ano, diz CNI
Valor Online
03/07/2008
BRASÍLIA
- As vendas reais
da indústria
brasileira subiram
1,1% em maio ante
um mês antes,
pelo critério
dessazonalizado.
Na série
sem ajuste, houve
crescimento de 0,9%,
informou a Confederação
Nacional da Indústria
(CNI). Ante
maio de 2007, as
vendas reais expandiram-se
5,3%. Nos cinco
primeiros meses
deste ano, o aumento
foi de 7,9% no confronto
com igual intervalo
do ano anterior.
Em
relatório,
os economistas da
CNI destacam que
o resultado de maio
" sustenta
a continuidade da
trajetória
ascendente "
das vendas na indústria,
mas notam a existência
de uma expansão
a taxas menores
do que o ocorrido
em 2007.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Indústria
automobilística
Produção
de máquinas
agrícolas
tem alta de 27,8%
ante junho de 2007,
diz Anfavea
Valor Online
04/07/2008
SÃO
PAULO - A produção
de máquinas
agrícolas
automotrizes foi
de 7.345 unidades
em junho, com ampliação
de 27,8% em relação
às 5.749
unidades do sexto
mês de 2007,
informou a Associação
Nacional dos Fabricantes
de Veículos
Automotores (Anfavea).
No
confronto com as
6.474 unidades fabricadas
em maio de 2008,
a produção
de máquinas
agrícolas
subiu 13,5% no mês
passado.
No
primeiro semestre
foi verificada a
produção
de 39.894 máquinas
agrícolas,
expansão
de 38,8% na comparação
com intervalo equivalente
de 2007 (28.752
unidades).
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Receita
de montadoras com
exportações
aumenta 11,3% no
mês em junho
e 19% frente a 2007
Valor Online
04/07/2008
SÃO
PAULO - As exportações
de veículos
e máquinas
automotrizes somaram
US$ 1,265 bilhão
em junho, superando
em 19% a receita
somada no mesmo
mês do ano
passado, de US$
1,063 bilhão.
A Associação
Nacional os Fabricantes
de Veículos
Automotores
(Anfavea), responsável
pelos dados, mostrou
também que
o resultado foi
11,3% superior àquele
observado em maio
deste calendário,
de US$ 1,136 bilhão.
No
primeiro semestre
de 2008 perante
mesmo período
do ano anterior,
o aumento foi de
11,8% nas vendas
externas, atingindo
US$ 6,87 bilhões.
Levando
em conta junho deste
ano, em unidades,
foram exportados
66.382 veículos
(incluídos
caminhões
e ônibus),
uma elevação
de 3,7% na comparação
com período
semelhante do ano
passado (64.034
unidades). Ante
maio, quando as
vendas externas
somaram 55.187 veículos,
o acréscimo
foi de 20,3%.
Ainda
em junho de 2008,
as vendas externas
de máquinas
agrícolas
equivaleram a US$
230,47 milhões,
com expansão
de 16,5% no confronto
com igual mês
de 2007, mas redução
de 8,8% frente a
maio deste exercício.
Foram
exportadas em junho
2.426 máquinas,
superando em 1%
a marca de período
correspondente de
2007. Representa,
contudo, recuo de
10,2% na comparação
com maio de 2008
(2.701 unidades).
No primeiro semestre,
foram vendidas ao
exterior 14.751
máquinas,
com aumento de 26,5%
em relação
ao mesmo intervalo
de 2007.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Governo
vai financiar 60
mil tratores
Gazeta Mercantil
03/07/2008
São
Paulo e Curitiba
- A indústria
de tratores e máquinas
agrícolas
terá que
aumentar 40% sua
produção
até 2010,
a fim de atender
ao programa criado
pelo governo federal
para a agricultura
familiar. Serão
liberados R$ 6 bilhões
a juros de 2% ao
ano para financiar
a aquisição
de 60 mil tratores
e 300 mil implementos.
O benefício
foi anunciado ontem
pelo presidente
Luiz Inácio
Lula da Silva.
"O que buscamos
é uma revolução
no campo. Não
queremos que a agricultura
familiar se restrinja
à produção
de alimentos. Não
está escrito
na Bíblia
que pequeno tem
de ser pobre",
disse o presidente,
durante a cerimônia
de lançamento
do Plano Agrícola
e Pecuário,
que destinará
R$ 78 bilhões
ao setor, 12% mais
que o montante liberado
no ciclo anterior.
O vice-presidente
da Anfavea, Gilberto
Zago, disse que
as medidas são
importantes para
o País e
que os reflexos
devem chegar à
indústria
em outubro.
Fenabrave
confirma venda de
1,4 milhão
de automóveis
no primeiro semestre
Valor Online
02/07/2008
SÃO
PAULO - Dados oficiais
divulgados hoje
pela Federação
Nacional da Distribuição
de Veículos
Automotores (Fenabrave)
confirmaram
que as vendas de
automóveis
somaram 1.407.434
unidades no primeiro
semestre deste ano,
um crescimento de
30,16% em relação
ao mesmo período
de 2007. No mês
de junho, a alta
foi de 28,65%, para
256.083 unidades
emplacadas.
O
volume contempla
automóveis
de passeio, comerciais
leves, caminhões
e ônibus.
Dentre esses, o
segmento que mostrou
maior crescimento
foi o de comerciais
leves, com salto
de 48,83% no semestre,
para 38.500 unidades.
Na seqüência
aparecem os caminhões
(+29,85%), com 9.909
veículos,
seguidos pelos automóveis
de passeio (+26,88%),
com 1.109.422 unidades
vendidas. Os ônibus
mostraram alta de
16,87%, para 2.175
veículos.
A
entidade também
informou a comercialização
de motocicletas,
que somou 951.151
unidades nos seis
primeiros meses
do ano, com alta
de 23,33% sobre
o mesmo período
de 2007.
A
Fiat segue na liderança
nacional de automóveis
e comerciais leves,
com participação
de 25,1% no primeiro
semestre, seguida
pela Volkswagen,
com 21,68% e pela
General Motors,
com 21,48%. Bem
mais atrás
surgem Ford, com
fatia de 9,44%,
Renault (4,38%),
Honda (4,15%) e
Peugeot (3,08%).
No
segmento de caminhões,
a Mercedes Benz
tem liderança
apertada, com participação
de 30,64%. Na cola,
a Volkswagen encerrou
o semestre com 30,09%,
seguida por Ford
(16,53%), Volvo
(7,93%), Iveco (7,18%)
e Scania (6,36%).
E
a Mercedes também
é líder
em ônibus,
com participação
de 47,9%, seguida
pela Volkswagen,
que detém
27,58%. A Marcopolo
surge na seqüência
com 13,33%.
Em
motos, a Honda permanece
soberana em primeiro
lugar, com fatia
de 70,88%. Bem atrás,
a Yamaha ocupa o
segundo posto, com
11,64%, seguida
por Suzuki (8,14%),
Sundown (4,55%)
e Dafra (1,64%).
(Valor
Online)
Mineração
Vale nega interesse
pela Paranapanema,
mas considera compra
de subsidiárias
Valor Online
01/07/2008
SÃO
PAULO - Em nota
divulgada há
pouco, a Vale
do Rio Doce
negou que esteja
negociando a aquisição
da Paranapanema,
conforme noticiado
hoje na imprensa.
A mineradora, no
entanto, confirmou
o interesse em comprar
as empresas
Caraíba Metais
e Cibrafértil,
controladas pela
Paranapanema e que
representam mais
de 75% do faturamento
do grupo.
A
maior delas, de
longe, é
a Caraíba
Metais, do setor
de cobre. Em 2007,
a empresa registrou
faturamento bruto
de R$ 3,506 bilhões,
valor que corresponde
a 73,6% do total
faturado pela Paranapema,
de R$ 4,762 bilhões.
Já
a Cibrafértil,
que produz matéria-prima
para fertilizantes,
tem dados mais discretos.
Faturou R$ 75,57
milhões no
ano passado, apenas
1,6% do total da
Paranapanema.
A
Vale esclareceu,
no entanto, que
o negócio
"está
ainda em processo
de análise",
e que a companhia
não apresentou
qualquer proposta
efetiva de aquisição
das subsidiárias
da Paranapanema.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
MMX
adquire direito
minerário
da Mina de Bom Sucesso
por US$ 193,3 milhões
Valor Online
01/07/2008
SÃO
PAULO - A MMX
Mineração
e Metálicos
anunciou a aquisição
dos direitos minerários
sobre a Mina de
Bom Sucesso (MG),
da LGA, por US$
193,3 milhões
a serem pagos em
quatro parcelas
até janeiro
de 2010. A MMX esclarece
que esse montante
pode aumentar se
o resultado das
explorações
geológicas
locais configurarem
um volume de recursos
minerais acima de
241,6 milhões
de toneladas
O
acordo de aquisição
foi celebrado por
meio da subsidiária
da MMX Sudeste,
a
AVG Mineração,
e deverá
se concluído
até o próximo
dia 7. O direito
minerário
em questão
envolve uma área
de 755,6 hectares
em Bom Sucesso (MG)
e se, as sondagens
do terreno, que
durarão 18
meses, apontarem
para um volume maior
que o estimado de
minério,
a AVG pagará
US$ 0,80 para cada
tonelada adicional
medida.
A
MMX diz que enquanto
realiza as sondagens
geológicas
serão feito
estudos sobre o
investimento necessário
para desenvolver
a Mina de Bom Sucesso
até 2012,
com potencial de
produção
anual de até
10 milhões
de toneladas de
minério de
ferro.
Para
escoar essa produção,
a MMX diz que pretende
fazer uso de ferrovia
operada pela MRS,
distante 40 quilômetros
da mina, até
o porto da LLX Sudeste,
no Rio de Janeiro.
Segundo
a companhia, com
a aquisição
o Sistema MMX Sudeste
passará a
ser composto pela
Unidade de Serra
Azul - formado pelas
minas da AVG e Minerminas
- e pela Mina de
Bom Sucesso, e poderá
atingir uma capacidade
de 25 a 30 milhões
de toneladas anuais
de minério
de ferro de alta
qualidade a partir
de 2012.
Petróleo
e Gás
Petrobras bate recorde
de produção
mensal no Brasil
em junho
Valor Online
03/07/2008
RIO
- A Petrobras
bateu recorde de
produção
mensal de petróleo
no Brasil em junho,
com média
diária de
1,867 milhão
de barris. O recorde
anterior, de 1,855
milhão de
barris/dia era de
dezembro do ano
passado. O resultado
de junho significou
uma alta de 4,2%
frente à
média de
1,792 milhão
de barris diários
registrada no ano
passado e um avanço
de 0,7% em relação
aos 1,854 milhão
de barris/dia de
maio de 2008.
De
acordo com a estatal,
o recorde foi conseqüência
da entrada em operação
de novos poços
ligados às
plataformas P-52
e P-54 - ambas instaladas
no campo de Roncador,
na Bacia de Campos
- e à plataforma
de Piranema, que
opera no mar de
Sergipe.
"Também
contribuiu para
o recorde o inicio
de produção
de novos poços
nos campos de Albacora,
Albacora Leste e
Marlim, na Bacia
de Campos",
ressalta nota divulgada
pela companhia.
A
Petrobras revelou
ainda que a oferta
de gás ao
mercado brasileiro
pulou de 23,8 milhões
de metros cúbicos
por dia em junho
do ano passado para
32,4 milhões
de metros cúbicos/dia
no mês passado,
equivalente a uma
alta de 36%.
Segundo
a empresa, o crescimento
é conseqüência
do desempenho da
produção
de gás no
campo baiano de
Manati, do início
de operação
dos projetos previstos
no Plano de Antecipação
da Produção
de Gás (Plangás)
- como Peroá
Fase II, no Espírito
Santo - e a antecipação
do aproveitamento
de gás nas
plataformas P-52
e P-54.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Petrobras
pretende realizar
neste semestre maior
parte de licitações
das plataformas
para Tupi
Valor Online
02/07/2008
RIO
- A Petrobras
espera realizar
no segundo semestre
de 2008 a maior
parte das licitações
das plataformas
que vão operar
no campo de Tupi,
na Bacia de Santos.
De acordo com Pedro
José Barusco,
gerente-executivo
de Engenharia da
estatal, as licitações
serão feitas
em série
assim que for definido
o número
de plataformas que
vão operar
na região.
Dessa forma, ele
espera licitar no
segundo semestre
deste ano as séries
de cascos, módulos
de geração,
módulos de
compressão
e módulos
de integração
que serão
utilizados nas plataformas.
Até
o momento, a Petrobras
licitava uma plataforma
por vez, mas a estratégia
mudou para a área
do pré-sal,
da qual Tupi deverá
ser a primeira a
entrar em operação
comercial. Assim,
a empresa que vencer
a disputa para construir
os cascos terá
a incumbência
de desenvolver de
uma só vez
os cascos de todas
as plataformas que
vão operar
em Tupi.
"Vamos
começar com
os cascos, mas pretendemos
fazer tudo o que
conseguirmos ainda
nesta semestre",
disse Barusco, acrescentando
que a previsão
é que a construção
termine 47 meses
depois de iniciada.
A Petrobras trabalha
com projeção
para início
das obras em janeiro
do ano que vem.
O
gerente-executivo
afirmou ainda que
as empresas vencedoras
dessas licitações
serão obrigadas
a construir os equipamentos
no estaleiro da
Petrobras em Rio
Grande, no Rio Grande
do Sul.
Barusco
revelou ainda que
o custo de construção
das refinarias premium
que deverão
ser erguidas no
Maranhão
e Ceará deve
ficar na casa de
US$ 30 bilhões
- somadas as duas.
A previsão
é que a unidade
do Maranhão
processe por dia
600 mil barris de
derivados enquanto
a planta no Ceará
deverá ter
capacidade para
300 mil barris por
dia.
Ele
frisou que a expectativa
é de que
as obras nas refinarias
no Complexo Petroquímico
do Rio de Janeiro
(Comperj) e de Abreu
e Lima, em Pernambuco,
sofram um aumento
de custos no plano
de investimentos
que será
atualizado em setembro.
Atualmente, o cálculo
da estatal é
de que a unidade
fluminense custe
US$ 8 bilhões
e a pernambucana
saia por cerca de
US$ 4 bilhões.
O
representante da
Petrobras lembrou
da alta do aço
e frisou que ajustes
nos orçamentos
são normais.
"Mesmo assim
não acho
que vai haver atraso
na entrada em operação
das refinarias",
comentou. As refinarias
devem entrar em
operação
até 2013.
Barusco
participa de workshop
organizado pela
Petrobras e Banco
Nacional de Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES)
sobre oportunidades
no setor de óleo
e gás.
(Rafael
Rosas | Valor Online)