Bancos
Citigroup
passa operação
de banco de varejo
na Alemanha para
francês Crédit
Mutuel
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - O Citigroup
entrou em acordo
definitivo para
vender sua operação
de banco de varejo,
o Citibank Privatkunden
AG & Co. KGaA,
e algumas de suas
afiliadas para o
Crédit Mutuel,
terceiro maior grupo
bancário
de varejo na França.
A transação
está avaliada
em 4,9 bilhões
de euros em dinheiro
mais lucros obtidos
em 2008 até
o fechamento do
negócio.
A
operação
deve resultar em
ganhos depois de
impostos de US$
4 bilhões
para o Citi. A venda
faz parte do plano
do executivo-chefe
do Citigroup, Vikram
Pandit, de dispor
US$ 400 bilhões
de ativos depois
das perdas sofridas
pela instituição
em razão
dos problemas no
setor de hipotecas
subprime e outros
títulos de
risco.
"Estamos
muito satisfeitos
com esta transação
e acreditamos que
o Crédit
Mutuel é
uma escolha excelente
para continuar a
oferecer bons serviços
aos clientes de
varejo do Citibank
na Alemanha. Este
é outro passo
estratégico
em nosso esforço
de reorganizar o
Citi, fortalecer
nosso balanço
e nos colocar no
caminho de crescimento
futuro orientado
por nossas principais
atividades",
declarou Pandit.
As
informações
constam de nota
do próprio
Citi.
(Juliana
Cardoso | Valor
Online)
BNDES
destina R$ 1,5 bilhão
para fundos de investimentos
em empresas
Valor Online
10/07/2008
RIO
- O Banco
Nacional de Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES)
vai investir até
R$ 1,5 bilhão
em dez fundos de
investimento, com
o objetivo de apoiar
empresas emergentes
e preparar companhias
para futuras aberturas
de capital. O banco
receberá,
até o dia
11 de agosto, propostas
para aplicação
nos três primeiros
fundos que serão
apoiados pela instituição.
Esses
três primeiros
fundos capitalizados
pelo novo Programa
de Fundos de Investimento
serão da
modalidade private
equity - para compra
de participação
em empresas - e
terão focos
diferenciados: agronegócio,
etanol e biomassa
e incremento da
governança.
No total, o processo
de escolha dos dez
primeiros fundos
poderá levar
até dois
anos.
O
novo programa se
diferencia das participações
que o BNDES tem
atualmente em 31
fundos principalmente
por conta da fatia
destinada ao banco,
que era de 25% para
aplicação
em private equity
e de 30% para venture
capital (empresas
emergentes, inovadoras).
Agora, o teto de
participação
passa a ser 20%
e 25%, respectivamente.
Nesses 31 fundos,
o BNDES tem cerca
de R$ 1,5 bilhão
aplicados, recursos
que já contribuíram
para investimentos
em cerca de 110
empresas.
O
chefe do departamento
de investimento
em fundos, Eduardo
de Sá, explicou
que os R$ 1,5 bilhão
deverão ser
desembolsados ao
longo dos próximos
cinco anos, e que,
dos 10 fundos previstos,
oito serão
de private equity
e dois de venture
capital. A opção
de iniciar o programa
pelo private equity
acontece, segundo
o técnico,
para que não
haja concorrência
de busca por recursos
com outros nove
fundos de venture
capital que já
estão na
carteira de 31 fundos
nos quais o BNDES
tem participação.
A
expectativa de Sá
é que a participação
do BNDES nesses
10 novos fundos
alavanque investimento
total de R$ 7 bilhões
captados entre investidores
institucionais e
qualificados. Como
o prazo para escolha
dos fundos para
investimento é
longo e os recursos
não serão
desembolsados de
uma vez, Sá
acredita que o novo
programa não
vai pressionar o
orçamento
do BNDES, que vive
um momento de escassez
de 'funding'.
"Por
isso reduzimos também
o nível de
participação
do banco. Não
sei como vai ser
o problema de orçamento
mais para frente,
mas acho que não
há preocupação,
até porque,
quando aprovamos
o fundo, não
colocamos tudo de
uma vez para o gestor.
Integralizamos o
capital a cada investimento",
ressalta Sá.
A
expectativa de retorno
para o banco é
positiva, segundo
o técnico.
Pela carteira do
banco desde o início
da aplicação
em fundos, que data
de 1996, o retorno
para o BNDES tem
dado bons resultados
em alguns casos.
Sá alega
que já houve
casos de remuneração
de IGP-M mais 20%
entre as apostas
do BNDES no setor.
"A expectativa
de retorno financeiro
é dentro
de cinco ou seis
anos e fatalmente
haverá fundos
com retornos maiores.
O correto, neste
caso, é olhar
o resultado do portfólio
como um todo",
afirma.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
BB
fecha acordo para
ficar com totalidade
da seguradora Aliança
do Brasil
Valor Online
04/07/2008
SÃO
PAULO - O Banco
do Brasil anunciou
nesta sexta-feira
que firmou acordo
para comprar a fatia
da Companhia de
Participações
Aliança da
Bahia na seguradora
Aliança do
Brasil, companhia
criada em 1997 a
partir de uma parceria
entre as duas empresas
e que atua nos ramos
de seguros de vida
e patrimonial.
A
subsidiária
BB Investimentos
possui 70% do capital
total e 40% do capital
votante da Aliança
do Brasil, enquanto
a Aliança
da Bahia detém
o restante (30%
do capital total
e 60% do votante).
O valor da transação
não foi divulgado.
A
venda da participação
acionária
está condicionada
à autorização
da Superintendência
de Seguros Privados
(Susep). Segundo
o Banco do Brasil,
"tão
logo ocorra a manifestação"
da Susep, a conclusão
da negociação
será informada
ao mercado.
No
ano passado, a Aliança
do Brasil faturou
R$ 1,46 bilhão
em prêmios
diretos, segundo
dados da Susep.
Bebidas
InBev
teria elevado oferta
por Anheuser-Busch;
empresas trabalham
por acordo amigável,
dizem jornais
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - A belgo-brasileira
InBev
teria melhorado
sua oferta em US$
5 por ação,
para US$ 70 o papel,
em um esforço
para alcançar
um acordo amigável
com a americana
Anheuser-Busch,
segundo informações
obtidas pelo Wall
Street Journal (WSJ).
O
jornal New York
Times (NYT) também
tocou na possibilidade
de um acerto amigável
entre as duas empresas.
Reportagem da publicação
revelou que a Anheuser-Busch
estaria em conversações
ativas sobre sua
possível
venda à InBev
visando um pacto
amigável.
O anúncio
de um acerto, segundo
o jornal, poderia
acontecer na segunda-feira,
mas existe a possibilidade
de o diálogo
fracassar, conforme
as fontes ouvidas.
Se
houver acerto, ele
pode colocar um
fim a mais de um
mês de hostilidades
entre as duas cervejarias
e criar a maior
empresa do setor
no mundo, com a
união da
fabricante da Budweiser
e da produtora da
Stella Artois.
Desde
que a InBev revelou
sua proposta de
compra da Anheuser
por US$ 65 a ação,
as duas cervejarias
travam uma disputa
pública e
amarga.
(Juliana
Cardoso | Valor
Online, com agências
internacionais)
Anheuser-Busch
processa InBev na
tentativa de frear
planos de compra
Valor Online
09/07/2008
SÃO
PAULO - A cervejaria
americana Anheuser-Busch
está processando
a concorrente InBev,
esforço visto
como uma tentativa
de frear os esforços
da belgo-brasileira
para comprar a companhia.
Na
segunda-feira à
noite, a Anheuser-Busch
entrou com uma ação
judicial contra
a
InBev alegando
que a empresa fez
" várias
declarações
falsas e enganadoras
" na oferta,
como a promessa
de basear as atividades
americanas em St.
Louis, onde se encontra
a Anheuser, em busca
do apoio dos acionistas
da fabricante da
Budweiser.
Classificando
a tentativa de compra
de um "plano
e esquema ilegais"
para adquirir as
ações
por um "preço
de barganha"
mediante "conduta
falaciosa",
a Anheuser-Busch
quer impedir que
a InBev siga adiante
com a intenção
de substituir o
conselho da cervejaria
americana por um
grupo favorável
à belga-brasileira
até a InBev
fornecer informações
mais precisas.
Na
ação,
a Anheuser também
diz que a InBev
não possui
financiamento sólido
e que as operações
dela em Cuba poderiam
ser um fator de
complicação.
A InBev opera a
cervejaria Bucanero
S/A em Cuba, que
não poderia
ser administrada
dos EUA sob o Ato
de Comércio
com o Inimigo. O
embargo comercial
imposto pelos EUA
ao país caribenho
impede que negócios
na ilha sejam administrados
a partir do território
americano.
Segundo
a companhia americana,
a InBev não
abriu esse fato
quando apresentou
sua proposta aos
acionistas.
(Valor
Online, com agências
internacionais)
Comércio
exterior
Meta
de exportações
brasileiras de 2008
é ampliada
para US$ 190 bilhões
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - A meta das
exportações
brasileiras neste
ano foi aumentada
para US$ 190 bilhões,
informou o ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior
(MDIC) em nota
em sua página
eletrônica.
No começo
de 2008, a meta
anunciada para este
exercício
era de US$ 180 bilhões.
Conforme
o documento distribuído
nesta sexta-feira,
a revisão
para cima ocorreu
depois de análise
do desempenho das
vendas do país
no primeiro semestre
e das perspectivas
para a segunda parte
deste calendário.
De
janeiro a junho
de 2008, as vendas
externas brasileiras
alcançaram
US$ 90,645 bilhões,
excedendo os US$
73,214 bilhões
apurados em período
correspondente de
um ano atrás.
Superávit
comercial no acumulado
do ano alcança
US$ 11,655 bilhões
Valor Online
07/07/2008
SÃO
PAULO - De janeiro
até o dia
6 de julho, a balança
comercial registrou
superávit
de US$ 11,655 bilhões
em razão
de exportações
de US$ 93,832 bilhões
e importações
de US$ 82,177 bilhões,
uma média
diária respectiva
de US$ 738,8 milhões
e US$ 647,1 milhões.
Um
ano antes, no acumulado
até a primeira
semana de julho,
o saldo comercial
foi de US$ 21,504
bilhões.
As vendas externas
totalizaram US$
76,598 bilhões
e as compras foram
da ordem de US$
55,094 bilhões.
Vale
notar que o intervalo
de janeiro até
a semana inicial
de julho de 2007
teve dois dias úteis
a mais (129 dias)
em comparação
com mesmo período
deste ano (127 dias).
As
informações
constam de nota
disponível
na página
eletrônica
do ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior (MDIC).
Construção
WTorre
e Petrobras fecham
acordo para locação
de prédio
que será
construído
no Rio de Janeiro
Valor Online
10/07/2008
SÃO
PAULO - A construtora
WTorre
anunciou hoje que
firmou um termo
de entendimento
com a Petrobras
para a definição
de um contrato "atípico"
de locação
de um empreendimento
que será
construído
no centro do Rio
de Janeiro, em terreno
cujo "domínio
útil"
pertence à
construtora. O prazo
de aluguel será
de 15 anos, mas
os valores ainda
não foram
apresentados.
O
empreendimento,
localizado a poucas
quadras da atual
sede da Petrobras
no Rio de Janeiro,
terá área
útil locável
de 95.201 metros
quadrados, divido
em dois blocos com
áreas locáveis
de 54.895 metros
e 40.306 metros.
O
terreno está
na quadra formada
pelas ruas Henrique
Valadares, Inválidos,
Senado e Dídimo.
Economia
Uruguai
adere ao álcool
combustível
Valor Econômico
11/07/2008
SÃO
PAULO - Foi um verdadeiro
choque. Em 1950,
quando a seleção
uruguaia bateu o
Brasil por 2 a 1
em pleno Maracanã,
ninguém imaginava
que o pequeno país
sul-americano levantaria
a taça Jules
Rimet, sagrando-se
campeão mundial.
A verdade é
que o Uruguai nunca
aceitou o papel
de coadjuvante,
mesmo encravado
entre o Brasil e
a Argentina, dois
protagonistas no
mercado agrícola
internacional.
E
lá vem o
Uruguai surpreender
de novo. Fortemente
dependente do petróleo,
o país colhe
este ano sua primeira
safra de cana para
a produção
de álcool
combustível,
sem qualquer ajuda
do Brasil, seu parceiro
no Mercosul com
maior expertise
no assunto. Ainda
que os volumes de
produção
sejam baixos, cerca
de 15 milhões
de litros, o programa
criado pelo governo
uruguaio dá
mostras de que está
no caminho certo.
Centenas de agricultores
da região
norte do país,
que viviam de agricultura
de subsistência,
foram incluídos
no projeto sucroalcooleiro
do país.
Em
entrevista ao Valor,
Gerardo Gadea, vice-ministro
de Indústria,
Comércio
e Energia do Uruguai,
conta que o programa
do álcool
tem gerado novas
oportunidades ao
setor agrícola
do país.
E o maior impulso
foi dado no ano
passado, com a criação
da lei número
18.195, garantindo
" um marco
jurídico
claro que fomenta
a produção
de biocombustíveis
" .
Pela
lei, a mistura de
álcool na
gasolina no país
está estipulado
em 5% até
dia 31 de dezembro
de 2014; o biodiesel
em 2%, como mínimo,
entre 1º de
janeiro de 2009
até 31 de
dezembro de 2010,
para mesclar com
gasolina e diesel.
Depois, passa para
5% até 2012.
As
energias não-renováveis
do Uruguai representam
64% do total da
matriz energética
do país,
com base no consumo
de petróleo
e gás. As
renováveis
respondem pelos
36% restantes. Do
total, 16,2% são
o uso de biomassa,
16,8% são
hidroelétricas
e energia importada,
e 3% gás
natural.
"
Não dispomos
de reservas de combustíveis
fósseis.
A possibilidade
de incorporar as
energias renováveis,
como eólica,
biomassa e biocombustíveis,
permitirá
ao país reduzir
sua dependência
do petróleo,
gerando novas oportunidades
ao setor agrícola
" , afirma
Gadea.
Para
colocar o programa
em prática,
a estatal petrolífera
Ancap e a empresa,
também estatal,
de açúcar
Alur, retomaram
em 2005 o projeto
sucroalcooleiro
em Bella Unión,
região norte
do país.
Em 2006, o país
colheu sua primeira
safra açucareira.
Gadea lembra que
esse setor encontrava-se
totalmente desestruturado.
A estatal já
investiu cerca de
US$ 36 milhões,
que inclui uma destilaria,
uma caldeira e um
turbo gerador.
No
ano passado, a Alur
desenvolveu um plano
de desenvolvimento
e fez aportes de
US$ 10 milhões
para a instalação
de uma caldeira
em um engenho, substituindo
equipamentos antigos.
Essa caldeira é
a maior do país
e produzirá
energia de 12 Megawatts
a partir da queima
do bagaço
de cana. E possibilitará
a venda de 10 MW
de eletricidade
para UTE, estatal
de energia - a oferta
mais barata de eletricidade
gerada a partir
da biomassa que
a empresa já
recebeu.
Se
colocados no papel,
os números
viram traço,
comparados oa Brasil,
gigante em etanol.
No Uruguai, a área
plantada com cana
saltou de 3 mil
hectares em 2006,
para 6,5 mil hectares
em 2007. A previsão
é que a Ancap
comece a fazer a
mistura de álcool
na gasolina a partir
do segundo semestre.
A meta de curtíssimo
prazo é atingir
uma área
de 10 mil hectares
com cana para açúcar
e álcool.
Ainda é pouco.
O Brasil ocupa 6
milhões de
hectares de área
com cana.
Para
ter cana mais produtiva,
a Ancap instalou
uma área
na zona de Belén,
de 140 hectares,
para pesquisar novas
variedades. Outros
40 hectares foram
destinados a 44
famílias
de trabalhadores
e produtores que
não tinham
acesso a terras.
O governo estima
que mais de 400
agricultores se
vincularam ao projeto,
incluindo assalariados
rurais e pequenos
produtores. Mas
poderá ter
a adesão
total de 2.600 trabalhadores
no campo e 950 na
indústria.
(Mônica
Scaramuzzo | Valor
Econômico)
Contrato
de petróleo
para agosto ronda
US$ 144 em Londres
e Nova York
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - Preocupações
com o quadro geopolítico
têm reflexo
nos preços
do petróleo.
Os testes de mísseis
do Irã e
a possibilidade
de fim de cessar-fogo
na Nigéria
ocupam as atenções
dos investidores.
Instantes
atrás, em
Nova York, o WTI
para agosto estava
a US$ 144,15, elevação
de US$ 2,50. O vencimento
de setembro subia
US$ 3,87, a US$
146,20.
Em
Londres, o Brent
para agosto era
transacionado a
US$ 143,55, com
alta de US$ 1,52.
O contrato de setembro
aumentava US$ 1,70,
saindo a US$ 144,58.
O
secretário-geral
da Opep,
Abdalla Salem el-Badri,
alertou ontem que
os preços
do petróleo
podem experimentar
um aumento "ilimitado"
à luz de
um eventual conflito
militar envolvendo
o Irã porque
o cartel seria incapaz
de substituir a
perda de produção
iraniana.
"Nós
realmente não
podemos substituir
a produção
do Irã; não
é possível
substituí-la",
declarou em entrevista.
Vale notar que o
Irã é
o segundo maior
país produtor
na Opep, atrás
da Arábia
Saudita.
Na
quinta-feira, o
Irã fez novo
teste de mísseis,
provocando reações
dos Estados Unidos
e Israel, que também
fizeram demonstrações
de força.
Na
Nigéria,
um grupo militante
avisou que poderia
retomar os ataques
a instalações
petrolíferas
neste fim de semana
por causa do recente
apoio britânico
ao governo nigeriano
contra a violência
na região.
(Juliana
Cardoso | Valor
Online, com agências
internacionais)
Pedidos
de máquinas
no Japão
avançam 10,4%
em maio
Valor Online
09/07/2008
SÃO
PAULO - Os pedidos
de máquinas
no Japão
subiram 10,4% em
maio no confronto
com um mês
antes, quando o
crescimento foi
de 5,5%. O resultado
exclui as encomendas
do setor naval e
de centrais elétricas,
considerados voláteis.
Vale
recordar que o indicador
é considerado
um indicativo importante
dos investimentos
corporativos no
futuro.
Na
comparação
com maio de 2007,
os pedidos aumentaram
5,1%, informou o
governo japonês
nesta quarta-feira.
(Valor
Online, com agências
internacionais)
Eletroeletrônicos
Sony
lança novas
TVs de LCD e vai
dobrar produção
no Brasil para atender
crescimento na demanda
Valor Online
10/07/2008
SÃO
PAULO - A
Sony vai dobrar
a produção
de TVs de LCD em
sua fábrica
brasileira, em Manaus
(AM). O investimento
na unidade, cujo
valor não
foi divulgado pela
empresa, tem o objetivo
de adequar o volume
de produção
à demanda
nacional, em franco
crescimento. A expansão
servirá também
para acomodar novas
linhas de produtos
da companhia japonesa.
De
acordo com o vice-presidente
da companhia para
a América
Latina, Koji Ishikawa,
a expectativa da
Sony é superar
o ritmo de crescimento
do mercado com seus
novos produtos.
Trabalhando com
a perspectiva de
um aumento de 130%
no Brasil, Ishikawa
afirma que a meta
da companhia será
de elevar em 210%
suas vendas, alcançando
20% do mercado nacional
- contra 15% que
detinha ao fim de
2007.
Esses
números fundamentaram,
segundo a empresa,
a decisão
de expandir o portfólio
de produtos no país.
Ao fim deste ano,
a companhia terá
21 modelos diferentes
de TVs de LCD no
mercado, e sete
linhas de produtos,
sendo três
delas Full HD (tecnologia
que representa o
máximo disponível
de resolução
para TVs). Atualmente,
a empresa tem apenas
uma linha de TVs
com esse nível
de resolução
de imagem no país.
"Estamos
investindo muito
no mercado brasileiro,
passando de 14 para
21 modelos fabricados
totalmente no país",
afirmou Ishikawa.
De
acordo com o gerente
de produtos da marca
de TVs de LCD da
Sony (Bravia), William
Lima, a aposta no
segmento Full HD
segue uma tendência
de mercado identificada
pela companhia no
país. Segundo
ele, o crescimento
nesse segmento é
cada vez mais intenso,
mesmo em relação
ao das TVs de LCD
comuns. O fato de
serem produtos com
maior valor agregado
também teve
seu papel nessa
decisão.
Pelos
números da
Sony, em maio deste
ano, o segmento
de TVs LCD Full
HD representava
11,7% do mercado
em unidades, mas
23,6% em valor.
Em comparação,
as TVs LCD comuns
tinham fatia de
85,1% em unidades
e 75% em valor.
Segundo
os executivos da
companhia, começa
a partir de amanhã
uma campanha nacional
de marketing voltada
para apresentar
os novos produtos
da companhia, além
de promover a tecnologia
Full HD.
"Trabalhamos
em todo o processo
do conceito Full
HD, desde a captação
das imagens, a transmissão
e reprodução,
o que justifica
nosso investimento
em promover essa
tecnologia",
afirma o gerente
de marketing da
companhia no país,
Marcos Trugilho.
De
acordo com Lima,
os investimentos
na unidade de Manaus
da companhia também
terão outros
impactos positivos.
"Os investimentos
são realmente
grandes e isso vai
beneficiar também
as linhas de outros
produtos",
afirma.
Ele
explica que nenhum
dos novos aparelhos
terá conversor
de TV digital embutido
porque ainda "há
dúvidas com
relação
à interatividade
da TV digital".
Por outro lado,
diz que a Sony tem
um conversor externo
próprio,
vendido separadamente
para os consumidores
interessados na
captação
do sinal digital.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Energia
Tractebel
anuncia a compra
duas pequenas hidrelétricas
por R$ 203,9 milhões
Valor Online
09/07/2008
SÃO
PAULO - A Tractebel
Energia anunciou
hoje a compra de
duas PCHs (Pequenas
Centrais Hidrelétricas)
por R$ 203,9 milhões.
As empresas adquiridas
ainda apresentam
dívida líquida
de R$ 110 milhões.
De
acordo com Fato
Relevante enviado
à Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM), a Gama Participações,
controlada pela
Tractebel, fechou
a compra da Tupan
Energia Elétrica,
empresa com sede
em São Paulo,
e da Hidropower
Energia, com sede
no Estado do Mato
Grosso.
A
Tupan detém
autorização
da Agência
Nacional de Energia
Elétrica
(Aneel) para explorar
a Pequena Central
Hidrelétrica
Rondonópolis,
que tem capacidade
instalada de 26,6
MW e está
em operação
comercial desde
dezembro de 2007.
A
Hidropower explora
a Pequena Central
Hidrelétrica
Engenheiro José
Gelazio da Rocha,
que possui capacidade
instalada de 23,7
MW e opera comercialmente
desde fevereiro
de 2007.
Ainda
de acordo com o
comunicado, a totalidade
de energia proveniente
das duas PCHs está
contratada com a
Eletrobrás,
através do
Programa de Incentivo
às Fontes
Alternativas de
Energia Elétrica
(Proinfa).
"A
operação
representa mais
um passo da Tractebel
em sua estratégia
de crescimento no
setor elétrico
brasileiro e acarretará
sinergia operacional
com a Usina Hidrelétrica
Ponte de Pedra,
detida pela Energia
América do
Sul Ltda., também
controlada pela
Tractebel",
aponta o comunicado.
A
consumação
da operação
está sujeita
a algumas condições,
como a aprovação
da Aneel, da Eletrobrás
e dos acionistas
da companhia em
assembléia.
A compra também
será apreciada
pelo Conselho Administrativo
de Defesa Econômica
(Cade).
Light
e Cemig atuarão
juntos em projetos
de geração
Valor Online
04/07/2008
SÃO
PAULO - A
Light, distribuidora
de energia do estado
do Rio de Janeiro,
e Companhia Elétrica
de Minas Gerais
(Cemig),
que atua na geração
de energia e detém
25% do capital da
Light, vão
trabalhar juntas
no desenvolvimento
de projetos de geração
de energia.
De
acordo com Fato
Relevante enviado
à Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM), o memorando
de entendimento
assinado pelas empresas
prevê que
a participação
da Light em cada
um dos consórcios
será de 51%,
enquanto a Cemig
ficará com
os 49% restantes.
O acordo não
cria obrigação
de exclusividade
entre as partes.
Aproveitando
a assinatura do
acordo, a Light
já formalizou
a constituição
de três consórcios
com a Cemig, para
o desenvolvimento
dos empreendimentos
hidrelétricos
de Paracambi, Itaocara
e Lajes, que já
faziam parte da
carteira da empresa
carioca.
Os
contratos foram
fechados por meio
das subsidiárias
Lightger, Itaocara
Energia e Light
Energia, com a Cemig
Geração
e Transmissão,
mas o negócio
ainda precisa de
aprovação
dos órgãos
reguladores, entre
eles a Agência
Nacional de Energia
Elétrica
(Aneel).
A
Light informou ainda,
que as companhias
podem formar novos
consórcios
para participar
de leilões
de aproveitamento
elétrico
para a geração
de energia e também
analisar a participação
conjunta em empreendimentos
de terceiros. Segundo
a Light, em 20 junho
a Cemig havia comunicado
a intenção
de fechar tal parceria
com a companhia.
Indicadores
Pedidos
de falência
no Brasil recuam
22% no primeiro
semestre do ano,
mostra Serasa
Valor Online
10/07/2008
SÃO
PAULO - O volume
de falências
requeridas no país
foi de 1.170 no
primeiro semestre,
mostrando queda
de 22% sobre o mesmo
período do
ano passado, quando
foram registrados
1.500 pedidos, informou
a Serasa,
empresa do grupo
Experian. Já
as falências
decretadas caíram
37,1%, para 482
eventos entre janeiro
e junho deste ano,
ante 766 falências
no primeiro semestre
do ano passado.
Apenas
no mês de
junho, foram 195
pedidos de falência
(-14,8% ante junho
do ano passado)
e 74 falências
decretadas (-43,1%).
No
semestre, o número
de recuperações
judiciais requeridas
caiu 9,9%, para
137 eventos. Já
as recuperações
judiciais deferidas
somaram 90 nos seis
primeiros meses
do ano, com baixa
de 9,1%.
Quanto
às recuperações
judiciais concedidas,
foram seis operações
no primeiro semestre
de 2008, ante dez
eventos registrados
no acumulado de
janeiro a junho
do ano anterior,
o que representou
40% de queda no
período.
Houve ainda, de
janeiro a junho
de 2008, elevação
de 25% no número
de recuperações
extrajudiciais requeridas,
na relação
com os seis primeiros
meses do ano anterior.
Foram cinco requerimentos
extrajudiciais no
primeiro semestre
de 2008, e quatro
no primeiro semestre
de 2007.
Inflação
não ultrapassará
teto da meta em
2008, aposta diretora
da S & P
Valor Online
10/07/2008
SÃO
PAULO - A agência
de classificação
de risco Standard
& Poor´s
confia que a inflação
medida pelo IPCA
ficará dentro
da meta estabelecida
pelo Conselho Monetário
Nacional (CMN),
ainda que perto
do teto permitido,
de 6,5%. "A
inflação
atual não
assusta em hipótese
alguma. Não
esperamos que a
inflação
supere a meta (4,5%)
e mais 2 pontos",
afirmou a presidente
da S & P no
Brasil, Regina Nunes,
referindo-se ao
limite superior
da banda.
Ela
acredita que o governo
tem os instrumentos
necessários
para garantir isso.
"O governo
tem as ferramentas
para controlar a
inflação,
tem pessoas preocupadas
com isso e está
fazendo seu trabalho",
disse ela ao comentar
a elevação
dos juros e da meta
de superávit
primário
das contas públicas.
Para
Regina, o aumento
do esforço
fiscal, de 3,8%
para 4,3% do PIB,
foi uma "antecipação"
por parte do governo
"de que a inflação
seria maior do que
o esperado".
Ainda sobre a alta
de preços,
ela afirmou que
se houvesse qualquer
previsão
de descontrole inflacionário,
a S & P não
teria melhorado
a nota de risco
do Brasil para grau
de investimento
em 30 de abril passado.
Se houvesse esse
tipo de expectativa,
ainda na avaliação
de Regina, haveria
reflexo em todos
os agentes do mercado,
o que não
está ocorrendo.
Falando
sobre a política
fiscal do governo,
ela ressaltou que
a agência
sempre vê
como positivo um
aumento do superávit
primário,
mas avaliou que
ele não pode
vir à custa
de não fazer
o mínimo
necessário
de investimento.
A
diretora da S &
P participou de
seminário
organizado pela
Americas Society
e Conselho das Américas,
em parceria com
o Movimento Brasil
Competitivo.
O
IPCA avançou
0,74% em junho e
acumula elevação
de 6,06% em 12 meses.
(Fernando
Torres | Valor Online
)
Mineração
Reserva
para oferta da Vale
começa em
11 de julho
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - O investidor
interessado em tomar
parte na oferta
de ações
da
Vale do Rio Doce
tem de hoje até
o dia 15 de julho
para fazer seu pedido
de reserva. Os atuais
acionistas têm
preferência
na colocação
e os controladores
já anunciaram
que vão comprar
o número
de ações
ordinárias
necessárias
para manter sua
participação
no capital.
Pelo
prospecto, a distribuição
está dividida
em três partes:
oferta prioritária
para acionistas
ON e PNA, oferta
de varejo e oferta
institucional. As
ações
também serão
ofertadas ao exterior
sob a forma de American
Depositary Shares
(ADS, recibo de
ação
para negociação
em bolsas estrangeiras),
representadas por
American Depositary
Receipts (ADR).
Para
ter prioridade na
subscrição
será avaliada
a posição
acionária
do investidor em
duas datas, ao final
de 8 de julho e
ao final do último
dia do período
de reserva. O direito
de prioridade não
poderá ser
negociado.
Os
acionistas ordinaristas
e preferencialistas
terão direito
de subscrever 0,08564803
ação
ON ou PN para cada
papel que possuírem.
Em ambos os casos
não há
valor mínimo
de reserva. Se todos
os acionistas exercerem
seu direito de prioridade,
a totalidade das
ações
da oferta global
poderá ser
destinada exclusivamente
à oferta
prioritária.
Atendidos
os prioritários,
o mínimo
de 10% e o máximo
de 20% das ações
será destinada
à oferta
de varejo. O valor
mínimo de
investimento é
de R$ 3 mil. No
caso de a demanda
superar a quantidade
de papéis
destinada à
oferta de varejo,
o rateio das ações
terá procedimento
diferenciado, ou
seja, os investidores
serão divididos
entre com prioridade
de alocação
e sem prioridade
de alocação.
O
direito à
prioridade depende
de dois fatores,
a requisição
de tal classificação
e o atestado de
bom comportamento,
ou seja, será
atendido primeiro
aquele investidor
que não tiver
" flipado "
(no jargão
de mercado, vendido
as ações
no dia da estréia)
em ofertas anteriores.
As ofertas consideradas
para averiguar a
conduta são:
Metalúrgica
Gerdau, Gerdau,
Le Lis Blanc e SLC
Agrícola.
Atendidos
os acionistas e
o varejo, o restante
das ações
será destinado
à oferta
institucional.
A
companhia pretende
distribuir, inicialmente,
256.926.766 ações
ordinárias
e 164.402.799 ações
preferenciais. Tomando
por base o preço
de fechamento de
quinta-feira das
ações
na Bolsa de Valores
de São Paulo
(Bovespa), de R$
43,09 para o papel
PNA e R$ 51,00 para
o ON, a oferta pode
movimentar mais
de R$ 20,1 bilhões.
O montante de ações
PNA poderá
ser acrescido de
lote suplementar
de 15%, para atender
a eventual excesso
de demanda.
Conforme
indicado anteriormente
pela companhia,
os recursos obtidos
serão destinados
ao financiamento
de projetos e eventuais
aquisições
(66,6%) e aumento
da flexibilidade
financeira (33,34%).
Quanto às
aquisições,
motivo pelo qual
a Vale estaria indo
a mercado, segundo
analistas, o prospecto
não traz
detalhes.
Pelo
cronograma estimado,
o preço de
emissão será
fixado dia 16 e
os novos papéis
começam a
ser negociados em
18 de julho, sob
os códigos
VALE3 e VALE5.
Interesse da Valepar
e outros sócios
na oferta da Vale
torna preço
da ação
irrelevante, diz
Agneli
Valor Online
11/07/2008
RIO
- O presidente da
Vale, Roger Agneli,
afirmou hoje que
o interesse demonstrado
pela Valepar
e por outros sócios
e investidores na
oferta primária
de ações
que será
realizada pela companhia
torna praticamente
"irrelevante"
o nível de
preço das
ações
da empresa na bolsa,
que caiu nas últimas
semanas.
"A
Valepar está
acompanhando o aumento
do capital, vários
outros acionistas
podem acompanhar
esse aumento de
capital e o preço
do jeito que está
pode até
atrair mais investidores.
O preço passa
a ser quase que
irrelevante",
frisou Agneli.
A
Vale anunciou uma
oferta primária
de ações
com a qual pretende
distribuir 256.926.766
ações
ordinárias
e 164.402.799 ações
preferenciais. O
objetivo é
captar, no mínimo,
US$ 15 bilhões.
Depois
do anúncio,
a volatilidade dos
mercados levou a
uma queda no preço
das ações
da mineradora, embora
essa depreciação
não tenha
sido motivada primariamente
pela oferta.
Agneli
participou hoje
de evento na sede
da Academia Brasileira
de Letras (ABL),
para a assinatura
de acordo entre
a Vale e o Ministério
do Meio Ambiente,
que formaliza o
compromisso da venda
de minério
de ferro apenas
para produtores
de ferro-gusa que
utilizem em sua
cadeia produtiva
apenas madeira e
carvão certificado.
Caberá ao
ministro implementar
marcos regulatórios
e modelos de gestão
que incentivem o
desenvolvimento
sustentável
nas áreas
de floresta.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Papel
e celulose
Aracruz
termina 2º
trimestre com lucro
líquido de
R$ 262,1 milhões
Valor Online
07/07/2008
SÃO
PAULO - A
Aracruz encerrou
o segundo trimestre
com lucro líquido
de R$ 262,1 milhões,
acima dos R$ 167,9
milhões obtidos
nos três primeiros
meses deste ano,
mas quase 18% mais
enxuto do que os
R$ 318,5 milhões
somados entre abril
e junho de 2007.
A
receita líquida
somou R$ 890,5 milhões,
maior do que os
R$ 841,4 milhões
totalizados no trimestre
inicial deste ano.
O resultado ficou,
no entanto, 9% inferior
considerando o confronto
com o segundo trimestre
do exercício
passado, quando
a Aracruz registrou
R$ 979,8 milhões
em receita.
Conforme
documento distribuído
nesta segunda-feira,
a companhia do setor
de papel e celulose
verificou ainda
lucro antes de juros,
impostos, depreciação
e amortização
(Ebitda, na sigla
em inglês)
de R$ 354,4 milhões
nos três meses
terminados em junho.
O número
inclui a participação
da Veracel, joint
venture no sul da
Bahia na qual a
Aracruz é
sócia da
Stora Enso.
O
Ebitda acabou 3%
menor ante o trimestre
anterior (R$ 364,3
milhões)
e 18% inferior na
comparação
com o segundo trimestre
de 2007 (R$ 430
milhões).
Vendas
de papelão
ondulado sobem 2,38%
em junho, mas caem
0,15% no semestre
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - As vendas
de papelão
ondulado em junho
atingiram a marca
de 197,8 mil de
toneladas, o que
corresponde a uma
alta de 2,38% perante
o mesmo mês
de 2007, segundo
os dados divulgados
hoje pela Associação
Brasileira de Papelão
Ondulado (ABPO).
O desempenho do
setor é considerado
um dos termômetros
para o desempenho
da indústria.
No
primeiro semestre,
as vendas totalizaram
1.131,8 mil toneladas,
o que indica uma
ligeira queda de
0,15% na comparação
com o período
mesmo período
de 2007.
Segundo
o presidente da
ABPO, Paulo Sérgio
Peres, "as
vendas do setor
no primeiro semestre
ficaram aquém
das expectativas"
do setor.
Na
comparação
de junho com o mês
de maio, quando
as vendas atingiram
199,463 mil toneladas
(dado revisado),
houve uma queda
de 0,85% no desempenho.
Aracruz anuncia
aquisição
da Boise Cascade
do Brasil por US$
47 milhões
Valor Online
01/07/2008
SÃO
PAULO - Em reunião
realizada hoje,
o conselho de administração
da fabricante de
celulose Aracruz
aprovou a aquisição
da empresa Boise
Cascade do Brasil,
por US$ 47,08 milhões.
Segundo comunicado
da empresa brasileira,
a transação
visa a expansão
de sua base florestal,
relacionada ao projeto
de expansão
da Unidade Guaíba,
no Rio Grande do
Sul.
A
empresa adquirida
é subsidiária
da americana Boise
Cascade, que fornece
produtos de madeira
para o setor de
construção
civil.
Petróleo
e Gás
Petrobras
assina contratos
no valor de R$ 4,73
bilhões para
modernização
da Repar
Valor Online
07/07/2008
SÃO
PAULO - A
Petrobras assinou
hoje dois contratos
no valor de R$ 4,73
bilhões para
modernização
da Refinaria Presidente
Getúlio Vargas
(Repar), localizada
no município
de Araucária,
no Paraná.
O montante faz parte
de um plano de investimentos
totais de R$ 7,2
bilhões na
unidade.
O
primeiro contrato,
segundo a Petrobras,
foi firmado com
um consórcio
formado pela Camargo
Corrêa e pela
Promon, para a construção
da nova unidade
de Coqueamento Retardado
(UCR), U-2212. A
unidade terá
a capacidade de
5.000 metros cúbicos
diários.
As obras devem ser
feitas em pouco
mais de três
anos.
O
coqueamento retardado
é um processo
de conversão
térmica que
transforma frações
pesadas do petróleo
em derivados de
maior valor agregado,
como GLP (gás
de botijão),
nafta, gasóleo
(derivado utilizado
como matéria-prima
para obtenção
de GLP e gasolina)
e coque (derivado
utilizado na industria
de siderurgia, celulose
e cerâmica).
O
segundo contrato
se refere às
interligações
das unidades de
Coque/HDT (hidro
tratamento) e Gasolina
e foi assinado com
o consórcio
Interpar, formado
pelas empresas Setal,
Mendes Júnior
e MPE. O valor acertado
para os serviços
é de R$ 2,25
bilhões e
o prazo é
de três anos.
Segundo
a Petrobras, a interligação
prevê a construção
de dezenas de quilômetros
de tubulações,
cabos elétricos
e de comunicação,
entre outras obrigações.
OGX
vai afretar unidade
de perfuração
de poços
da Queiroz Galvão
Valor Online
07/07/2008
SÃO
PAULO - A OGX,
empresa de petróleo
do empresário
Eike Batista, começa
a sair do papel.
A companhia informou
hoje que firmou
acordo para afretar
uma unidade de perfuração
semi-submersível
da Queiroz Galvão
Óleo e Gás.
O contrato prevê
o arrendamento da
plataforma por três
anos, período
que poderá
ser prorrogado por
outros dois anos.
A unidade será
operada própria
Queiroz Galvão.
Segundo
comunicado da OGX,
a plataforma, chamada
de Alaskan Star,
tem capacidade para
perfurar poços
de até 6.500
metros de profundidade,
em lâmina
d`água máxima
de até 510
metros. A unidade
realiza serviços
perfuração
e manutenção
de poços
nas bacias de Campos
e de Santos desde
1991.
Ainda
de acordo com o
documento divulgado,
a OGX diz que está
em "fase avançada
de negociação
para a contratação
de outras unidades
de perfuração".
A empresa mantém
a previsão
de iniciar a exploração
de petróleo
no segundo semestre
de 2009.
Ainda
sem histórico
operacional, a OGX
arrematou 21 blocos
exploratórios
na costa brasileira
em quatro diferentes
bacias (Campos,
Santos, Espírito
Santo e Pará-Maranhão)
durante a nona rodada
de licitações
feita pela Agência
Nacional do Petróleo,
Gás Natural
e Biocombustíveis
(ANP), em novembro
do ano passado.
A OGX irá
operar 14 desses
blocos, sendo as
sete concessões
remanescentes operadas
pelos parceiros
Maersk e Perenco.
Petrobras
vai elevar endividamento
para crescer, diz
Gabrielli
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - A Petrobras
irá priorizar
a utilização
de recursos de terceiros
para bancar seus
investimentos nos
próximos
anos, no volume
total de cerca de
US$ 97,4 bilhões
até 2012.
O presidente da
estatal, José
Sérgio Gabrielli,
disse hoje que tomar
dinheiro emprestado
sai mais barato
para a companhia
do que a utilização
de seus recursos
próprios,
em razão
da forte geração
de caixa e do crédito
barato que a Petrobras
tem à disposição
no mercado.
Além
disso, acrescentou
o executivo, a empresa
tem espaço
para se endividar.
Atualmente, o nível
de endividamento
líquido da
empresa está
em 17%, enquanto
o percentual considerado
"ótimo"
pela companhia fica
entre 25% e 35%,
segundo Gabrielli.
Ele
não revelou,
entretanto, quais
seriam os instrumentos
financeiros a serem
utilizados para
levantar os recursos.
"Evidentemente
que não vou
adiantar quais as
ações
que eu vou fazer
no médio
prazo, se contratação
bancária
ou operação
no mercado financeiro.
Nós vamos
fazer quando for
necessário
e anunciar adequadamente",
disse Gabrielli,
lembrando que o
limite para captação
da companhia em
2008 é de
US$ 5 bilhões.
O
presidente da Petrobras
se reuniu hoje com
empresários
na sede da Associação
Brasileira de Infra-Estrutura
e Indústrias
de Base (Abdib).
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Siderurgia
Usiminas
acelera plano de
investimentos e
anuncia nova usina
Valor Online
08/07/2008
SÃO
PAULO - A Usiminas
informou hoje que
seu conselho de
administração
aprovou a aceleração
do plano de investimentos
da companhia, que
passou de um aporte
de US$ 9,9 bilhões
até 2015
para um investimento
de US$ 14,1 bilhões
até 2012.
A principal mudança
foi a autorização
para construção
de uma nova usina,
com capacidade de
5 milhões
de toneladas anuais
de placas. A planta
será instalada
no município
de Santana do Paraíso,
que fica a 7 quilômetros
de Ipatinga, ambos
em Minas Gerais.
No
comunicado da empresa,
o projeto, de US$
5,7 bilhões,
irá substituir
o plano de expansão
da Usina Intendente
Câmara, em
Ipatinga, que previa
o aumento da capacidade
desta planta para
3,2 milhões
de toneladas anuais.
A Usiminas informou
ainda que as placas
produzidas na nova
planta, que entra
em operação
em 2011, irão
abastecer as unidades
de Ipatinga e Cubatão,
além do mercado
externo.
O
novo plano de investimentos
prevê a ampliação
da capacidade de
produção
de aço e
de minério,
bem como a modernização
das usinas. Também
estão estimados
aportes em redução
de custos e na preservação
ambiental.
O
investimento da
usina de Santana
do Paraíso
irá consumir
um montante total
de US$ 6,1 bilhões,
se considerada a
construção
de uma termelétrica
de 250 MW, também
planejada pela Usiminas,
no valor de US$
400 milhões.
Outros US$ 3,5 bilhões
irão para
o setor de mineração,
que contempla aquisição
de empresas e seus
planos de expansão.
A usina José
Bonifácio
(SP) irá
receber US$ 2,4
bilhões e
a Intendente Câmara,
US$ 1,2 bilhão.
A companhia destinará
ainda US$ 900 milhões
para " outros
investimentos "
.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Transportes
Embraer
fecha acordo para
vender cinco jatos
para chinesa Kun
Peng Airlines
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - A
Embraer anunciou
nesta sexta-feira
que fechou acordo
de pedido firme
para vender cinco
jatos Embraer 190
para a empresa chinesa
Kun Peng Airlines
Co., Ltd.. A preço
de tabela, o valor
total do negócio
é de US$
187,5 milhões.
A
aeronave será
configurada para
acomodar 98 passageiros
em duas classes
e a primeira entrega
está programada
para 2008.
Com
sede na cidade de
Xi'an, a Kun Peng
Airlines é
uma joint venture
entre a empresa
chinesa Shen Zhen
Airline, que tem
participação
majoritária,
e o grupo Mesa Air,
dos Estados Unidos.
A
Kun Peng Airlines
começou a
operar em setembro
de 2007 e voa atualmente
em mais de 20 rotas,
segundo comunicado
da Embraer.
Sukhoi
anuncia que irá
atrasar entrega
do primeiro jato
regional Superjet
100 em um ano
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - A fabricante
russa de aeronaves
Sukhoi
vai atrasar a entrega
do primeiro avião
modelo Superjet
100 (SSJ100) em
um ano. O jato regional,
que concorrerá
com produtos da
brasileira Embraer,
deverá ser
enviado à
também russa
Aeroflot apenas
no segundo semestre
de 2009, segundo
os novos planos
da Sukhoi.
De
acordo com a Aeroflot,
a expectativa era
receber cerca de
30 unidades do avião
no segundo semestre
deste ano. A fabricante,
porém, enviou
carta alertando
que não contasse
com as entregas
antes do terceiro
trimestre do ano
que vem.
O
aparelho, que fez
seu primeiro vôo
de teste no mês
passado, é
a aposta da Sukhoi
para expandir seus
negócios,
entrando no segmento
de jatos regionais.
Embora o teste tenha
sido bem sucedido,
a empresa acredita
que não conseguirá
certificação
para operações
com a aeronave antes
do meio de 2009.
Desde
março deste
ano já se
falava na possibilidade
de atrasos na entrega
do SSJ100. Segundo
meios de comunicação
russos, o governo
do país estaria
considerando injetar
mais recursos no
programa do jato
regional.
(José
Sergio Osse | Valor
Online, com agências
internacionais)
Varig
fecha acordo de
parceria interline
com a americana
American Airlines
Valor Online
11/07/2008
SÃO
PAULO - A Varig,
subsidiária
da Gol,
fechou uma parceria
operacional com
a americana American
Airlines (AA).
A modalidade, chamada
interline, é
um estágio
anterior a um acordo
de operação
conjunta (code-share),
mais abrangente.
A
parceria, conforme
a Varig, aumenta
a alimentação
para seus vôos
no Brasil e na América
do Sul, pois oferece
mais opções
aos passageiros
da AA na região.
Atualmente, a companhia
dos EUA opera vôos
diretos entre Guarulhos
(SP) e Galeão
(RJ) e Miami, Dallas
e Nova York.
Na
outra ponta, os
passageiros da Varig
terão acesso
à grande
malha de cobertura
da American, de
mais de 250 destinos
em 40 países.
O
acordo interline
permite que passageiros
das duas companhias
parceiras comprem
passagens para todos
os destinos operados
por elas. Os clientes
da brasileira, porém,
só podem
receber pontos do
programa de milhagem
pelos vôos
realizados pela
própria companhia
- eles não
valem para trechos
operados pela parceira.
A venda das passagens
deve ser feita via
telefone, em lojas
ou agências
de turismo, não
pela internet.