Agronegócios
JBS
volta a enxergar
oportunidade de
compra de rivais
no Brasil
Valor Online
17/07/2008
SÃO
PAULO - O movimento
de alta no preço
do boi poderá
criar novas oportunidades
de aquisições
no Brasil para o
grupo
JBS a partir
de 2009, disse hoje
seu presidente Joesley
Mendonça
Batista. Segundo
ele, com o boi mais
caro, a tendência
é de redução
nas margens de ganho
dos frigoríficos,
o que pode torná-los
alvo de aquisições.
Após
uma série
de compras no Brasil,
o JBS encontrou
no exterior as melhores
oportunidades de
aquisições,
incorporando frigoríficos
que tinham margens
muito reduzidas,
próximas
de zero. "Nossa
intenção
é comprar
empresas com margens
baixas, para que
possamos melhorar
sua produtividade
e elevá-las",
disse o executivo.
Depois
de diversas aquisições,
muito se falou no
mercado sobre o
crescimento do endividamento
do JBS. Batista
garante, no entanto,
que os níveis
já estão
melhorando, assim
como as margens
de ganho das empresas
adquiridas no exterior.
Diante
disso, a empresa
já havia
admitido a possibilidade
de voltar às
compras em 2009,
o que permanece
nos planos, segundo
executivo. Ele,
no entanto, preferiu
não revelar
as empresas e nem
os países
que podem estar
na mira do grupo.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Agrenco
contrata JP Morgan,
Trindade e Hirashima
para assessoria
em processo de capitalização
Valor Online
16/07/2008
SÃO
PAULO - A trading
de commodities agrícolas
Agrenco
Ltd. informou
hoje que contratou
o banco JP Morgan,
o escritório
Trindade Sociedade
de Advogados e a
empresa de auditoria
e contabilidade
Hirashima &
Associados para
assessorar os conselheiros
externos no processo
de escolha de um
novo sócio
para a companhia.
Ontem,
a Agrenco afirmou
que continuaria
negociando com a
Louis Dreyfus Commodities
Group (LDC) um aporte
de capital na sua
controladora Agrenco
Holding, mas que
as tratativas deixariam
de ser exclusivas.
Além
da Dreyfus, estariam
interessadas em
fazer um aporte
na companhia a Noble
do Brasil e um terceiro
"investidor
estratégico".
Segundo informações
apuradas pelo jornal
Valor Econômico,
esta terceira empresa
seria a Glencore.
De
acordo com comunicado
de hoje da Agrenco,
a equipe de assessores
ajudará os
membros independentes
do conselho de administração
da companhia a tomar
suas decisões
sobre o futuro da
empresa.
Ao
JP Morgan caberá
"conduzir o
processo de triagem
e negociação
das propostas recebidas"
para capitalização
da companhia. O
assessor jurídico,
que tem como principal
sócio o ex-presidente
da Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM) Marcelo Trindade,
deverá -
ao lado dos advogados
da empresa - ajudar
na condução
das negociações
e também
na análise
de "fatos anteriores
ao início
da crise".
Já o auditor
Taiki Hirashima
contribuirá
no exame de questões
ligadas aos demonstrativos
financeiros da Agrenco
Ltda..
BDRs
da Agrenco voltam
a ser negociados;
papel sobe 20%
Valor Online
16/07/2008
SÃO
PAULO - Os Brazilian
Depositary Receipts
(BDRs, instrumento
que permite a uma
empresa estrangeira
ter ações
negociadas no Brasil)
da trading de commodities
agrícolas
Agrenco
voltaram a ser negociados
na Bolsa de Valores
de São Paulo
(Bovespa). Por volta
das 10h20, o ativo
apresentava alta
de 20%, a R$ 1,68.
A
negociação
com os ativos da
empresa estava suspensa
desde a quinta-feira
passada, dia 10
de julho, por determinação
da própria
Bovespa, que aguardava
esclarecimentos
sobre as propostas
de aporte de capital
que a companhia
já recebeu
de três interessados.
Vale
lembrar que as ações
da companhia, quem
tem sede em Bermudas,
quase viraram pó
depois que os controladores
foram presos em
operação
da Polícia
Federal (PF) realizada
em junho.
O
questionamento da
bolsa era sobre
a possibilidade
de ocorrência
ou não de
oferta pública
de aquisição
de ações
aos acionistas no
caso do negócio
com a Louis Dreyfus
Commodities Group
(LDC) ser fechado.
Em
resposta, a companhia
esclarece que o
Memorando de Entendimento
firmado com a LDC
em 24 de junho não
prevê a realização
de oferta de aquisição
aos acionistas.
No
entanto, caso se
opte pela realização
da oferta, o preço
pago aos acionistas
será o mesmo
estipulado para
o aumento de capital,
ou seja, de US$
0,84 por BDR. Caso
a LDC opte por não
realizar tal oferta,
a Agrenco afirma
que será
convocada assembléia
para alteração
no estatuto da companhia,
permitindo, assim,
a realização
do operação
nos termos previamente
propostos.
A
proposta da LDC
prevê um aumento
do capital social
da Agrenco Holding
B.V., no valor de
US$ 33,523 milhões
e subseqüente
aumento de capital
da companhia, mediante
a emissão
de novas ações,
no valor de US$
65 milhões,
além de outras
iniciativas de curto
prazo.
Enquanto
negociava com a
LDC, em 9 de julho,
a Agrenco comunicou
que recebeu outra
oferta de compra,
agora da Noble Brasil,
grupo asiático
que já atua
no país no
setor de álcool
e açúcar.
A proposta da Noble
era praticamente
a mesma da LDC.
A diferença
era o valor da multa
que a Agrenco pagaria
à LDC caso
fechasse negócio.
Na época,
a Agrenco informou
que, apesar da nova
oferta, continuaria
negociado com a
LDC.
Ontem,
a Agrenco indicou
que segue as negociações
com o grupo francês,
mas não mais
com exclusividade,
pois também
analisa a oferta
da Noble e de um
terceiro interessado,
apresentado apenas
como " investidor
estratégico
" .
(Eduardo
Campos | Valor Online)
Bancos
JBS
Banco aposta em
vantagens tributárias
de títulos
ligados ao agronegócio
para captar recursos
Valor Online
17/07/2008
SÃO
PAULO - O recém-criado
JBS
Banco, controlado
pelo mesmo grupo
dono do frigorífico
JBS, vai apostar
na oferta de Letras
de Crédito
Agrícola
(LCAs) como uma
das alternativas
para se capitalizar
em um momento não
tão favorável
para os bancos médios.
Isentas de Imposto
de Renda e IOF para
as pessoas físicas,
as LCAs serão
"uma importante
base de captação
do banco",
segundo informou
seu presidente,
Geraldo Dontal.
Já
o presidente do
conselho de administração
do JBS Banco, Joesley
Mendonça
Batista, disse esperar
que a instituição
financeira tenha
a mesma facilidade
de acesso ao crédito
que o frigorífico
do grupo JBS. "O
banco é um
projeto de longo
prazo. Podemos até
ter problemas durante
seis meses, um ano,
mas vamos ser capazes
de captar os volumes
necessários",
afirmou.
Batista
informou que dará
início a
um plano de prospecção
de clientes para
o banco. Segundo
ele, será
feita uma seleção
de três a
quatro mil fornecedores,
entre os mais de
15 mil atuais, para
os quais serão
oferecidos os produtos
do banco. O executivo
esclareceu que o
foco da instituição
será sempre
voltado aos produtores
que fornecem gado
para a JBS, porém
admitiu que outros
pecuaristas não
estarão proibidos
de abrir contas
no banco.
De
acordo com Batista,
o frigorífico
JBS irá desembolsar
cerca de R$ 6 bilhões
nos próximos
12 meses com o pagamento
a fornecedores de
gado e a idéia
é atrair
esses recursos para
dentro do novo banco.
Inicialmente,
está prevista
abertura de uma
agência do
JBS Banco em São
Paulo, o que deve
acontecer no próximo
dia 28 de julho.
Pouco tempo depois,
devem abrir as portas
agências em
Goiânia e
Campo Grande, além
Araçatuba
ou Andradina, regiões
onde se concentra
grande número
de fornecedores
de gado.
Batista
também informou
que a apresentação
da escritura de
uma fazenda será
exigida para abertura
de conta corrente
no JBS Banco, A
idéia é
garantir que a instituição
atenderá
exclusivamente as
necessidades dos
pecuaristas.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Daiwa
Securities e Itaú
anunciam parceria,
diz jornal japonês
Valor Online
17/07/2008
SÃO
PAULO - O Daiwa
Securities Group
Inc., segunda maior
corretora de títulos
do Japão,
acertou uma união
com as operações
de corretagem do
banco Itaú,
reportou o jornal
Nikkei sem citar
fontes. As duas
instituições
devem anunciar o
acordo ainda hoje,
consta da reportagem.
A
matéria dá
conta que a parceria
cobrirá cinco
áreas, como
a de operações
de gerenciamento
de ativos, as atividades
de ordem de compra
e vendas de ações
e de banco de investimento.
Procurada,
a assessoria do
Itaú informou
que soltará
uma nota sobre o
assunto.
(Valor
Online, com agências
internacionais)
Unibanco
aprova aumento de
capital e bonificação
de 10%
Valor Online
16/07/2008
SÃO
PAULO - Em assembléia
realizada hoje o
Unibanco
aprovou aumento
de capital no banco
e na holding e a
bonificação
de seus acionistas
em 10%, ou seja,
uma nova ação
para cada 10 possuídas.
De
acordo com comunicado
enviado à
Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM), o aumento
de capital no Unibanco
será de R$
3 bilhões
mediante a capitalização
de valores registrados
em conta de reserva.
Na
Unibanco Holdings,
a elevação
no capital será
de R$ 1,744 bilhão.
Do total, R$ 1,467
bilhão virá
da reserva de equalização
de participações
e R$ 276 milhões
são provenientes
da reserva de lucros
a realizar.
Esses
aumentos de capital
serão efetivados
com a emissão
de ações
que serão
entregues aos acionistas
na proporção
de 1 ação
para cada 10 possuídas.
A mesma proporção
também vale
para os detentores
de units (certificado
de depósito
de ações),
cada um representativo
de um ação
preferencial do
Unibanco e uma ação
preferencial da
Unibanco Holdings,
e para os Global
Depositary Receipts,
negociados em Nova
York.
A
data base para ter
direito à
bonificação
ainda não
foi definida, pois
o banco precisa
de aprovação
do Banco Central
e resposta da Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM) sobre a possibilidade
de bonificar também
as ações
que detém
em tesouraria. Por
esta razão,
as ações
seguem negociadas
com direito à
bonificação
até a divulgação
da data base.
Para
efetivar tal operação,
o Unibanco terá
que emitir 280.775.580
novas ações,
sendo 151.131.633
papéis ON
e 129.643.947 papéis
PN. E o Unibanco
Holdings lançará
outras 164.358.768
de ações,
sendo 55.373.590
ativos ON e 108.985.178
ativos PN.
O
custo unitário
da bonificação
será de R$
10,685451 para as
ações
emitidas pelo Unibanco,
R$ 10,614037 para
as ações
emitidas pela Unibanco
Holdings e R$ 21,299488
para as units.
Santander
compra britânico
Alliance & Leicester
por 1,26 bilhão
de libras
Valor Online
14/07/2008
SÃO
PAULO - Depois de
uma semana de rumores,
o espanhol Santander
confirmou nesta
segunda-feira que
ficará com
o britânico
Alliance & Leicester
por 1,259 bilhão
de libras (US$ 2,5
bilhões).
Na avaliação
do presidente do
Santander, Emilio
Botín, a
operação
representa um "passo
significativo no
desenvolvimento
do banco no Reino
Unido".
Pelos
termos do acordo
comunicação
à CNMV, comissão
de valores mobiliários
da Espanha, o Santander
pagará uma
ação
própria por
três papéis
do Alliance &
Leicester. Para
atender à
compra, o Santander
emitirá 140
milhões de
novas ações,
o correspondente
a 2% de seu capital.
O Alliance &
Leicester será
integrado ao também
britânico
Abbey, já
nas mãos
da instituição
espanhola.
Além
da necessidade do
aval das autoridades
reguladoras, o acordo
está sujeito
à aprovação
dos acionistas do
banco britânico.
A expectativa é
de que a aquisição
esteja concluída
ao redor de outubro
deste ano.
O
Alliance & Leicester
explicou que a deterioração
nas condições
econômicas
e a turbulência
financeira contribuíram
para a decisão
de recomendar a
venda do banco.
(Juliana
Cardoso | Valor
Online, com agências
internacionais)
Bebidas
AmBev
pagará quase
R$ 1 bilhão
em dividendos e
juros sobre capital
próprio aos
acionistas
Valor Online
14/07/2008
SÃO
PAULO - A AmBev
informou hoje que
o conselho de administração
da companhia aprovou
o pagamento de R$
987 milhões
em dividendos e
juros sobre capital
próprio (JCP)
aos acionistas da
empresa. Após
o desconto do Imposto
de Renda (IR) referente
à parcela
paga como JCP, o
total líquido
que será
recebido pelos acionistas
chega a R$ 951 milhões.
O
desembolso, anunciado
no mesmo dia em
que a controladora
InBev
informou ter
fechado acordo para
comprar a norte-americana
Anheuser-Busch,
faz parte da distribuição
mínima obrigatória
referente ao resultado
do exercício
apurado este ano.
Como
dividendos, isento
de IR, serão
pagos R$ 1,16 por
ação
ordinária
e R$ 1,276 por ação
preferencial. Na
forma de JCP, tendo
como base o resultado
da empresa no segundo
trimestre deste
ano, serão
distribuídos
R$ 0,38 por ação
ordinária
e R$ 0,418 por ação
preferencial. Como
existe IR de 15%
nos juros sobre
capital próprio,
o valor líquido
que o acionista
receberá
será de R$
0,323 por ação
ordinária
e R$ 0,3553 por
ação
preferencial.
Os
pagamentos serão
feitos a partir
do dia 31 de julho
deste ano, com base
na posição
acionária
de 16 de julho de
2008 para os acionistas
da Bovespa e 21
de julho de 2008
para os acionistas
da Bolsa de Nova
York, sem incidência
de correção
monetária.
As ações
e ADRs serão
negociados ex-dividendos
a partir de 17 de
julho de 2008.
InBev vai financiar
compra da Anheuser-Busch
com aumento de capital,
empréstimos
e vendas de ativos
Valor Online
14/07/2008
SÃO
PAULO - A belgo-brasileira
InBev
deverá financiar
a aquisição,
por US$ 52 bilhões,
da americana Anheuser-Busch
por meio de empréstimos,
venda de ativos
e aumento de capital.
Combinadas, as duas
serão a maior
cervejaria do mundo,
com faturamento
de cerca de US$
36,4 bilhões,
além de volume
de vendas de 460
milhões de
hectolitros (46
bilhões de
litros) anualmente
em todo o mundo.
A
InBev informou que
vai emitir ações
no valor de US$
9,8 bilhões,
captar outros US$
45 bilhões
em empréstimos
e vender US$ 7 bilhões
em ativos "não
essenciais"
aos negócios
centrais da companhia.
A
complementaridade
das operações
é um dos
principais benefícios
que virá
da fusão
das cervejarias.
Segundo Carlos Brito,
executivo-chefe
da Inbev e que ocupará
o mesmo cargo na
nova companhia,
as duas empresas
juntas têm
posição
de mercado complementar,
o que deve levar
à criação
de grandes oportunidades
de negócios.
"Nos
mercados fora dos
EUA, temos que olhar
para o Reino Unido
e para a China,
que são os
únicos lugares
em que as duas atuam.
Mesmo assim, na
China, a Anheuser-Busch
está mais
concentrada no norte
do país e
a Inbev, no sul.
Assim, vemos muitas
oportunidades para
a empresa combinada",
afirmou Carlos Brito.
August
Busch IV, executivo-chefe
da Anheuser-Busch,
e que deverá
integrar o conselho
da nova companhia,
notou que a integração
das duas empresas
poderá levar
a oportunidades
"impressionantes".
Brito
comentou que nenhuma
das 12 unidades
de produção
da Anheuser nos
Estados Unidos será
fechada, uma vez
que elas estão
bem adaptadas ao
fornecimento do
mercado americano.
Para ele, o objetivo
é aproveitar
o potencial de crescimento
que elas representam,
com melhorias na
eficiência
da operação.
De
acordo com Busch,
embora o início
do processo de compra
tenha sido difícil,
foi impossível
resistir à
oferta da Inbev.
Ele observou que
a última
proposta (de US$
70 por ação)
claramente trazia
vantagens para os
acionistas da companhia
e, assim, foi aceita
por unanimidade
pelos integrantes
do conselho da Anheuser.
"Acredito que
será criado
muito valor para
os acionistas, numa
operação
que está
em linha com o que
fizemos nos últimos
150 anos",
afirmou. "No
fim, foi um negócio
amigável",
acrescentou Busch.
Para
os dois executivos,
a fusão não
deve representar
uma competição
entre marcas da
mesma empresa nos
EUA. Segundo eles,
o consumidor americano
vê cervejas
importadas como
produtos diferenciados
e, portanto, não
há possibilidade
de grandes mudanças
em seus hábitos
de consumo, mas
oportunidades de
expansão
nas vendas.
Brito
não deixou
claro se haverá
demissões
na Anheuser por
conta da fusão.
Ele apenas afirmou
que os programas
de demissão
e aposentadoria
voluntárias
da companhia dos
EUA serão
mantidos. Anunciado
antes do processo
de negociação
entre as duas, esse
programa visa à
redução
da força
de trabalho em cerca
de 1.200 funcionários.
O
executivo brasileiro
ainda afirmou que,
embora o negócio
não envolva
diretamente a Ambev,
certamente haverá
alguma parceria
para a venda da
marca Budweiser
no país por
meio da estrutura
de sua subsidiária.
Segundo ele, por
ser uma marca diferenciada,
como a Stella Artois
(também propriedade
da InBev), a Budweiser
não deverá
competir com as
líderes brasileiras
de mercado.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Comércio
Exterior
Superávit
comercial atinge
US$ 12,880 bilhões
no acumulado do
ano
Valor Online
14/07/2008
SÃO
PAULO - O saldo
comercial está
em US$ 12,880 bilhões
do início
do ano até
a segunda semana
de julho, menor
do que os US$ 22,283
bilhões registrados
em período
semelhante do ano
passado, que contou
com dois dias úteis
a mais.
De
janeiro até
13 de julho de 2008,
as exportações
totalizaram US$
98,127 bilhões
e as importações
equivaleram a US$
85,247 bilhões,
média diária
respectiva de US$
743,4 milhões
e US$ 645,8 milhões.
Em
mesmo período
do exercício
anterior, as vendas
externas somaram
US$ 79,536 bilhões
e as compras, US$
57,253 bilhões.
Os
dados são
do ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior (MDIC).
Superávit
comercial alcança
US$ 1,225 bilhão
na segunda semana
de julho
Valor Online
14/07/2008
SÃO
PAULO - Entre os
dias 7 e 13 de julho,
com cinco dias úteis,
a balança
comercial brasileira
foi superavitária
em US$ 1,225 bilhão
em razão
de exportações
de US$ 4,295 bilhões,
média de
US$ 859 milhões
por dia útil,
e importações
de US$ 3,070 bilhões,
média diária
de US$ 614 milhões.
Em
nota, o ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior (MDIC)
comentou que o saldo
positivo da segunda
semana deste mês
representou o "segundo
melhor desempenho
semanal do ano,
contra apenas o
valor apresentado
na segunda semana
de maio (US$ 1,471
bilhão)".
Nas
duas primeiras semanas
de julho, com nove
dias úteis,
o superávit
comercial correspondeu
a US$ 1,530 bilhão.
As vendas externas
foram de US$ 7,482
bilhões e
as compras, de US$
5,952 bilhões.
Construção
Cyrela
e Rossi anunciam
novas parcerias
no setor imobiliário
Valor Online
16/07/2008
SÃO
PAULO - Cyrela
Brazil Realty
e Rossi
Residencial,
duas das maiores
incorporadoras do
país, anunciaram
hoje novas parcerias
no setor imobiliário.
A
Cyrela firmou acordo
para constituir,
em conjunto com
a Lucio Empreendimentos
e Participações,
uma joint venture
com participação
de 50% para cada
sócio para
desenvolvimento
de novos negócios.
Já
a Rossi fechou uma
parceria com a Construtora
Capital, que tem
sede em Manaus e
atua no estado do
Amazonas. O objetivo
do acordo é
desenvolver projetos
na região
metropolitana da
capital amazonense
e possivelmente
em outras cidades
da região
Norte do Brasil.
A expectativa da
Rossi é conseguir
realizar lançamentos
com valor geral
de vendas de R$
1 bilhão
"nos próximos
anos" a partir
desta parceria.
Na
noite de ontem,
a Rossi informou
ao mercado que fechou
o primeiro semestre
com lançamentos
de R$ 1,353 bilhão,
com avanço
de 42% ante 2007.
Já as vendas
contratadas subiram
63% e totalizaram
R$ 1,127 bilhão
nos primeiros seis
meses do ano.
Ainda
na noite de segunda-feira,
a Cyrela informou
que o VGV lançado
pela empresa no
semestre somou R$
2,918 bilhões,
com alta de 209%
sobre igual período
de 2007. Em termos
de vendas contratadas,
o crescimento foi
de 175%, para R$
2,993 bilhões.
Vendas
da Rodobens Negócios
Imobiliários
batem recorde no
trimestre
Valor Online
14/07/2008
SÃO PAULO
- A
Rodobens Negócios
Imobiliários
fechou o segundo
trimestre do ano
com vendas contratadas
de R$ 190 milhões.
O resultado representa
o novo recorde trimestral
e um crescimento
de 394% sobre o
segundo trimestre
de 2007.
No
semestre, as vendas
contratadas da construtora
somaram R$ 343 milhões.
O resultado supera
em 9% o total registrado
durante todo do
ano de 2007.
De
abril a junho de
2008 foram comercializadas
2.168 unidades,
montante 462% maior
do que o registrado
em igual período
do ano passado.
Do total, cerca
de 91% foram destinados
ao segmento econômico,
ou seja, unidades
com valor inferior
a R$ 150 mil.
Segundo
a companhia, as
vendas contratadas
totais, que incluem
a participação
de parceiros nos
empreendimentos
Rodobens, alcançaram
R$ 288 milhões.
A participação
da empresa foi de
66% do total.
O
Valor Geral de Vendas
(VGV) dos empreendimentos
lançados,
considerando apenas
a parte Rodobens,
somou R$ 211 milhões
no trimestre, valor
137% maior no comparativo
anual. No semestre,
os lançamentos
alcançaram
R$ 405 milhões
(só VGV Rodobens),
o que representa
64% da meta previamente
estabelecida de
R$ 631 milhões
para o ano todo.
No
entanto a companhia
anunciou que está
revisando tal meta
para R$ 815 milhões.
Com essa nova base,
os lançamentos
do semestre passam
a representar cerca
de 50% do objetivo
do ano.
Foram
lançadas
no trimestre 2.538
unidades, elevando
o total do semestre
para 5.180, sendo
que 93% dos empreendimentos
apresentam preço
de venda médio
entre R$ 80 mil
e R$ 150 mil - imóveis
direcionados para
um público-alvo
com renda domiciliar
mensal entre cinco
e dez salários
mínimos.
Os
dados apresentados
hoje ainda podem
ser revistados.
Os resultados completos
e auditados referentes
ao trimestre estão
agendados para o
dia 6 de agosto.
Indicadores
Vendas
do pequeno varejo
paulista cresceram
11,2% em maio
Valor Online
17/07/2008
SÃO
PAULO - As vendas
do pequeno varejo
paulista referentes
ao mês de
maio mostraram crescimento
de 11,2% em relação
ao mesmo período
do ano passado,
segundo pesquisa
publicada hoje pela
Federação
do Comércio
do Estado de São
Paulo. No acumulado
dos cinco primeiros
meses do ano, a
alta ficou em 8%
sobre igual intervalo
de 2007.
O
desempenho foi puxado
pelo segmento de
Lojas de Material
de Construção,
cujas vendas avançaram
26,5% sobre maio
de 2007. No acumulado,
o salto ficou em
31%. Segundo a entidade,
o comportamento
continua refletindo
o aquecimento do
setor de construção,
além da expansão
de crédito.
A expectativa para
o segundo semestre,
no entanto, é
de um desaquecimento
das vendas, por
conta da elevação
de juros.
O
segundo melhor resultado
foi registrado pelo
segmento Lojas de
Vestuário,
Tecidos e Calçados,
que tiveram crescimento
de 14,9% quando
confrontadas com
o mesmo período
de 2007. Nos cinco
primeiros meses,
a expansão
foi de 9,2% no ano.
Em
seguida aparece
o setor de Lojas
de Móveis
e Decorações,
que alcançaram
alta de 12,5% na
comparação
com maio de 2007,
e chegaram a 7,9%
de elevação
no acumulado de
janeiro e maio.
De
acordo com a entidade,
o pior desempenho
permanece com as
Lojas de Autopeças
e Assessórios,
cujas vendas caíram
15,6% em relação
a maio do ano passado.
No acumulado de
cinco meses, a queda
foi ainda maior,
de 20,6%. A performance
é explicada
pelos problemas
de concorrência
com grandes redes,
pelas venda maiores
de veículos
novos - que reduz
a necessidade de
manutenção
-, pelo o aumento
da participação
das concessionárias
e pela entrada de
peças chinesas.
Valor
da produção
de grãos
atinge R$ 55,9 bilhões
em 2007, diz IBGE
Valor Online
17/07/2008
RIO
- A área
plantada por culturas
de cereais, leguminosas
e oleaginosas no
ano passado atingiu
45.927.500 hectares
no Brasil, um crescimento
de 20,5% em relação
a 2000, de acordo
com dados da Pesquisa
Agrícola
Municipal - Cereais,
Leguminosas e Oleaginosas
2007, divulgada
hoje pelo Instituto
Brasileiro de Geografia
e Estatística
(IBGE).
O principal motor
deste crescimento
foi a expansão
da fronteira agrícola
na direção
do Centro-Oeste,
que registrou ampliação
de 62,8% da área
plantada neste período.
No mesmo período,
a produção
de grãos
no país avançou
59,3%, para 133,3
milhões de
toneladas, evidenciando
importante aumento
de produtividade.
A
apreciação
dos grãos
nos mercados internacionais
elevou no ano passado
o valor da produção
brasileira em 36,5%
na comparação
com 2006, para R$
55,9 bilhões.
Apesar do aumento,
o efeito da queda
do dólar
ainda não
permitiu que fosse
atingido o patamar
de 2004, quando
a safra rendeu R$
63,4 bilhões
aos produtores.
O
principal destaque
da safra de 2007
foi o milho, que
teve safra de 51,846
milhões de
toneladas, uma elevação
de 21,5% em relação
à colheita
do ano anterior.
A soja continuou
como o grão
mais produzido no
país, com
uma safra de 58,038
milhões de
toneladas. Outro
produto que apresentou
recuperação
da produção
em 2007 foi o algodão
herbáceo,
com crescimento
de 41,4% em relação
a 2006, para 2,499
milhões de
toneladas.
Entre
os Estados brasileiros,
a liderança
na produção
de cereais, leguminosas
e oleaginosas foi
do Paraná,
que contribuiu com
21,8% da produção
nacional, seguido
por Mato Grosso,
com 18,2%, e Mato
Grosso do Sul, com
18,1%.
Entre
os municípios,
a liderança
coube a Sorriso,
no Mato Grosso,
que produziu 2,5
milhões de
toneladas de grãos,
quase 1 milhão
e toneladas a mais
que Sapezal, também
no Mato Grosso.
Em termos de valor
da produção,
a liderança
é de São
Desidério,
município
baiano líder
nacional na produção
de algodão
herbáceo
e destaque ainda
na produção
de soja e milho,
com R$ 963 milhões,
46,1% acima do resultado
de 2006.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Indústria
paulista abre 5
mil postos de trabalho
em junho, mostra
Fiesp
Valor Online
15/07/2008
SÃO
PAULO - O nível
de emprego da indústria
de transformação
paulista aumentou
0,19% em junho ante
o mês anterior,
com ajuste sazonal.
Na série
sem ajuste, houve
acréscimo
de 0,21% no mês
passado. Tais variações
representaram a
geração
de 5 mil vagas no
mês passado.
Levantamento
divulgado há
pouco pela Federação
das Indústrias
do Estado de São
Paulo
(Fiesp) mostrou
que, no primeiro
semestre, a indústria
de transformação
apresentou alta
de 6,48% no nível
de emprego, com
141 mil postos de
trabalho criados.
Em 12 meses, o indicador
acumula expansão
de 4,72%, com 105
mil vagas abertas.
No
mês passado,
os setores industriais
que registraram
aumento em sua folha
foram os de Máquinas
de escritório
e equipamentos de
informática,
com acréscimo
de 10,75%, e Móveis
e indústrias
diversas, com alta
de 2,65%.
Em
sentido inverso,
foram apurados cortes
de pessoal em Couros
e artefatos de couro,
artigos de viagem
e calçados
(-4,88%) e Coque,
refino de petróleo,
combustíveis
nucleares e álcool
(-2,84%).
Dos
21 setores pesquisados,
15 ampliaram seu
quadro de pessoal,
cinco fecharam vagas
e um verificou estabilidade.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Vendas
no varejo sobem
0,6% em maio ante
abril, diz IBGE
Valor Online
15/07/2008
RIO
- As vendas do comércio
varejista nacional
aumentaram 0,6%
em maio depois de
acréscimo
de 0,2% um mês
antes, com ajuste
sazonal. No confronto
com o quinto mês
de 2007, houve elevação
de 10,5%. No acumulado
deste ano, o aumento
foi de 10,9%. Em
12 meses, as vendas
subiram 10,3%. Os
dados foram divulgados
pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística
(IBGE).
Na
passagem de abril
para maio, sete
entre as dez atividades
avaliadas registraram
ampliação
no volume de vendas,
como Equipamentos
e material para
escritório,
informática
e comunicação
(5,1%); Outros artigos
de uso pessoal e
doméstico
(2%); e Hipermercados,
supermercados, produtos
alimentícios,
bebidas e fumo (1,1%).
Conforme
o levantamento do
IBGE, ainda na base
mensal, Veículos
e motos, partes
e peças registraram
variação
nula e Livros, jornais,
revistas e papelaria
e Tecidos, vestuário
e calçados
apresentaram queda,
de 0,1% e 1%, respectivamente.
Perante
maio de 2007, todas
as atividades do
varejo apresentaram
volume de vendas
maior. Com elevação
de dois dígitos,
apareceram Equipamentos
e materiais para
escritório,
informática
e comunicação
(29,9%), Móveis
e eletrodomésticos
(16,1%), Artigos
farmacêuticos,
médicos,
ortopédicos
e de perfumaria
(12,9%), Combustíveis
e lubrificantes
(12,9%) e Outros
artigos de uso pessoal
e doméstico
(10,6%).
A
receita nominal
de vendas expandiu-se
1,3% em maio, sucedendo
alta de 0,7% um
mês antes,
na série
com ajuste sazonal.
No comparativo com
maio de 2007, o
acréscimo
foi de 16,6%. No
acumulado do ano,
a expansão
correspondeu a 15,9%.
Em 12 meses, o aumento
chegou a 14,3%.
O
comércio
varejista ampliado,
que inclui os segmentos
de veículos,
motos, partes e
peças e de
material de construção,
registrou elevação
de 0,8% em maio
no volume de vendas
e de 0,6% na receita
nominal. Na comparação
com o quinto mês
de 2007, houve incremento
de 11,3% nas vendas
e de 16,5% na receita
nominal.
Indústria
Automobilística
Sorocaba
dará desconto
de 50% no ICMS para
que Toyota se instale
na cidade
Agência Brasil
17/07/2008
SÃO
PAULO - A cidade
de Sorocaba, a 96
quilômetros
da capital paulista,
deverá receber
investimentos da
ordem de US$ 700
milhões que
serão destinados
pela
Toyota para
a construção
de uma nova fábrica.
As
obras de terraplanagem
no terreno de 3,7
milhões de
metros quadrados
(370 hectares),
localizado na rodovia
Castelo Branco,
começam nas
primeiras semanas
de 2009.
Para
a construção
da fábrica,
a Toyota receberá
incentivos fiscais
da prefeitura, com
retorno para a companhia
de 50% do Imposto
sobre Circulação
de Mercadorias e
Serviços
(ICMS) arrecadado
nos dois primeiros
anos.
"Esse
montante terá
redução
anual e, em 10 ou
15 anos, a prefeitura
passará a
receber 100% do
ICMS", disse
o prefeito da cidade,
Vitor Lippi (PSDB).
Ele calcula que
a isenção
fiscal, no período,
será de R$
130 milhões.
De
acordo com a assessoria
de comunicação
da Toyota, 10 estados
brasileiros apresentaram
propostas para receber
a nova unidade e
o que levou a companhia
japonesa a optar
por Sorocaba, não
foram os incentivos,
mas o fato de a
região contar
com mão-de-obra
qualificada e uma
rede de fornecedores
voltada para o atendimento
da indústria
automotiva.
A
Toyota produz sob
demanda e se não
tiver por perto
uma rede de fornecedores
não tem como
por a fábrica
em funcionamento.
A
nova unidade vai
gerar cerca de 2,5
mil empregos diretos
e terá produção
inicial de 150 mil
veículos
compactos por ano.
A produção
poderá atingir
até 400 mil
veículos.
O início
das operações
da nova unidade
está previsto
para 2011.
Atualmente,
a Toyota produz
no Brasil o sedã
médio Corolla,
na unidade industrial
de Indaiatuba (SP).
A Toyota também
tem uma fábrica
de autopeças
em São Bernardo
do Campo (SP) e
um centro de distribuição
em Guaíba
(RS).
Segundo
Lippi, a prefeitura
também está
investindo R$ 30
milhões na
construção
de um Parque Tecnológico,
que deverá
atrair novas empresas
de tecnologia de
ponta, do setor
metal-mecânico
e de auto-peças.
O
Parque Tecnológico
está sendo
construído
na zona norte da
cidade, próximo
à rodovia
Castelo Branco.
De acordo com o
prefeito, as empresas
que forem se instalar
no parque poderão
contar com os mesmos
incentivos fiscais
oferecidos à
Toyota.
"Estamos
implantando, dentro
do parque tecnológico,
unidades escolares
para formação
de mão-de-obra.
Com apoio do governo
do estado teremos
uma unidade da Fatec,
Faculdade de Tecnologia
do Estado de São
Paulo e uma ETEC,
Escola Estadual
de Tecnologia",
contou.
De
acordo com o prefeito,
a Toyota vai colaborar
no aparelhamento
das escolas do parque
tecnológico.
Hoje, Sorocaba,
que tem 600 mil
habitantes, já
conta com cinco
universidades, sendo
duas públicas
- Universidade Estadual
de São Paulo
(Unesp) e Universidade
Federal de São
Carlos (UFScar)
- e três privadas
- Universidade Paulista
(Unip), Universidade
de Sorocaba (Uniso)
e o Centro de Ciências
Médicas e
Biológicas
da Pontifícia
Universidade Católica
de São Paulo
(PUC-SP).
Hoje,
vigora em Sorocaba
uma lei local que
oferece a possibilidade
de redução
de tributos às
indústrias,
como o Imposto Sobre
Serviços
de Qualquer Natureza
(ISS) e o Imposto
Predial e Territorial
Urbano (IPTU), por
um prazo de até
12 anos.
BNDES dá
crédito de
R$ 78 milhões
para financiar desenvolvimento
de projetos de engenharia
da Ford
Valor Online
17/07/2008
SÃO
PAULO - O Banco
Nacional de Desenvolvimento
Econômico
e Social
(BNDES) aprovou
um financiamento
de R$ 78 milhões
para a
Ford do Brasil.
Os recursos serão
investidos em um
programa de desenvolvimento
de novos processos
de engenharia, incluindo
um projeto para
reduzir as emissões
de gases dos veículos.
Segundo
o BNDES, o dinheiro
será usado
para financiar as
horas trabalhadas
dos 1.050 engenheiros
envolvidos na área
de desenvolvimento
de produtos da Ford
e visa "permitir
a manutenção
dessa mão-de-obra
altamente qualificada".
De
acordo com o banco,
o projeto para redução
do nível
de emissões
atmosféricas
tem como objetivo
atender às
novas resoluções
do Conselho Nacional
do Meio Ambiente
(Conama), no seu
Programa de Controle
de Poluição
do Ar por Veículos
Automotores (Proconve)
.
O
financiamento concedido
pelo BNDES à
Ford se insere no
novo Programa de
Apoio à Engenharia
Automotiva, anunciado
em maio último,
no âmbito
da Política
de Desenvolvimento
Produtivo do governo
federal. O programa
conta com orçamento
de R$ 1 bilhão
até dezembro
de 2008, prevê
o financiamento
de gastos de engenharia
realizados no Brasil.
Papel
e Celulose
VCP
utiliza estrutura
de seu controlador
para conter alta
nos custos
Valor Online
17/07/2008
SÃO
PAULO - A Votorantim
Celulose e Papel
(VCP) vem utilizando
a estrutura de seu
controlador, o Grupo
Votorantim, para
amenizar a forte
pressão de
custos que incide
atualmente sobre
o setor. Neste contexto,
atividades como
logística
e compra de produtos
químicos
- essenciais para
a VCP e cujos custos
acompanham a ascendente
cotação
do petróleo
- entram na cesta
de contratações
do grupo controlador,
que tem maior poder
de barganha, em
razão dos
grandes volumes
que movimenta.
Segundo
o diretor de Relações
com Investidores
da VCP, Valdir Roque,
essa estratégia
vem trazendo vantagens
competitivas para
a companhia. O executivo,
entretanto, preferiu
não revelar
o potencial de redução
de custos dessa
política,
para que a informação
não chegue
aos concorrentes.
Apesar
disso, o resultado
efetivo da estratégia
ainda não
salta aos olhos,
devido ao ritmo
maior de crescimento
dos custos. Durante
o segundo trimestre
deste ano, o custo
de produção
de celulose da VCP
ficou em R$ 487
por tonelada, uma
alta de 8% em relação
ao mesmo período
de 2007. No entanto,
Roque afirma que
a pressão
seria maior, não
fosse a estratégia
combinada com o
grupo controlador.
Além
dos custos maiores,
a companhia teve
que enfrentar a
valorização
do real ante o dólar,
que prejudica as
receitas de exportação.
No segundo trimestre,
a VCP vendeu o volume
recorde de 328,6
mil toneladas de
celulose, uma alta
de 22,9% em relação
ao mesmo período
do ano passado.
As exportações
representaram 78,5%
do total vendido,
com 258 mil toneladas.
Apesar
do volume recorde,
a receita líquida
da companhia andou
de lado. Somou R$
627 milhões
no segundo trimestre,
uma ligeira queda
de 0,3% na comparação
com igual intervalo
do exercício
anterior. O custo
dos produtos vendidos,
por sua vez, cresceu.
Ficou em R$ 411
milhões,
uma alta de 3% no
mesmo período
de comparação.
As despesas também
avançaram,
5,26%, para R$ 100
milhões.
Como
resultado, a geração
de caixa medida
pelo Lajida (lucro
antes de juros,
impostos, amortizações
e depreciações)
recuou 9%, para
R$ 212 milhões.
A margem Lajida,
que mede a relação
entre a geração
de caixa e receita
líquida,
caiu 3 pontos percentuais,
para 33,8%.
Após
um resultado financeiro
também inferior
ao de um ano atrás,
a companhia viu
o lucro líquido
cair 35%, para R$
135 milhões.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Aracruz
confirma plano de
construir fábricas
em Minas; primeira
unidade custará
US$ 2,4 bi
Valor Online
14/07/2008
SÃO
PAULO - A fabricante
de celulose Aracruz
informou hoje que
concluiu os estudos
preliminares para
a instalação
de uma nova fábrica
no município
de Governador Valadares,
em Minas Gerais.
De acordo com a
empresa, os estudos
indicaram "a
viabilidade"
do empreendimento,
que terá
capacidade de 1,4
milhão de
toneladas anuais
de celulose e que
irá consumir
investimentos da
ordem de US$ 2,4
bilhões.
A
região deverá
receber ainda outras
duas plantas, segundo
adiantou o Valor
em reportagem publicada
no mês passado.
De acordo com a
Aracruz, os estudos
indicaram que a
região de
Governador Valadares
apresenta "condições
favoráveis
para acolher duas
fábricas
adicionais, cada
uma com capacidade
de produção
equivalente à
da primeira".
Os
projetos integram
o plano de expansão
da Aracruz, que
foi turbinado com
vistas ao atendimento
da demanda chinesa.
A empresa pretende
elevar sua capacidade
de produção
das atuais 3,2 milhões
de toneladas anuais
para 7 milhões
de toneladas por
ano até 2015.
Diante
dos resultados dos
estudos, a Aracruz
informou que já
deu início
a medidas visando
"a ampliação
de sua base florestal
na região",
bem como a obtenção
das licenças
ambientais necessárias.
No entanto, a empresa
ressalta que a efetiva
implantação
do projeto ainda
depende da aprovação
de seu conselho
de administração.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Petróleo
e Gás
Petrobras
produz média
recorde de 2,421
milhões de
barris equivalentes
em junho
Valor Online
15/07/2008
RIO
- A Petrobras
produziu no exterior,
em média,
218.117 barris de
petróleo
de óleo equivalente
por dia em junho,
uma alta de 8,1%
em relação
a maio. Com isso,
a empresa bateu
recorde mensal de
produção,
atingindo 2.421.155
barris de petróleo
equivalente nos
campos nacionais
e internacionais,
3,3% a mais que
em junho do ano
passado e 2,3% acima
de maio de 2008.
De
acordo com nota
divulgada pela empresa,
204.171 barris diários
foram produzidos
por companhias controladas
pela Petrobras,
enquanto 13.946
barris diários
foram produzidos
por coligadas.
A
produção
de petróleo
em campos nacionais
havia sido divulgada
no dia 3 de julho
e também
havia representado
recorde mensal,
com 1.867.336 barris/dia,
4,2% superior à
média de
2007. A produção
de gás natural
da Petrobras no
Brasil e no exterior
foi de 70,517 milhões
de metros cúbicos
por dia, superior
em 12,1% à
do mesmo mês
de 2007 e em 8,9%
à de maio
de 2008.
A
produção
de gás natural
no Brasil foi de
53,372 milhões
de metros cúbicos
diários em
junho, com aumento
de 24,1% em relação
ao mesmo mês
do ano passado e
de 7,7% sobre a
de maio de 2008,
que foi de 49,554
milhões de
metros cúbicos.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Petrobras
faz nova descoberta
de petróleo
na Bacia do Espírito
Santo
Valor Online
14/07/2008
SÃO
PAULO - A Petrobras
informou há
pouco que encontrou
uma nova concentração
de petróleo
"de boa qualidade"
(27º API) na
Bacia do Espírito
Santo. Segundo comunicado
da empresa, a nova
descoberta está
localizada no campo
de Golfinho, a 60
km da cidade de
Vitória ,
em lâmina
d`água de
1.374 metros.
Ainda
de acordo com a
Petrobras, "as
primeiras estimativas
indicam um potencial
de 150 milhões
de barris de óleo
recuperável"
no bloco, que pertence
integralmente (100%)
à companhia.
A
estatal reforça
que a região
onde foi feita a
descoberta (4-GLF-23-ESS)
"tem a vantagem
de estar próximo
da infra-estrutura
já instalada
no campo de Golfinho".
Diante disso, a
companhia avalia
que "os volumes
serão incorporados
às reservas
da companhia e podem
rapidamente entrar
em produção".
Química
e petroquímica
M
& G anuncia
investimento em
expansão
de planta de PET
em Pernambuco
Valor Online
16/07/2008
SÃO
PAULO - O grupo
italiano Mossi &
Ghisolfi (M &
G) informou
que fará
uma expansão
da planta de PET
operada pela subsidiária
M & G Polímeros
localizada na cidade
de Ipojuca, em Pernambuco.
A intenção
do projeto é
elevar a capacidade
de produção
da resina de 450
mil toneladas por
ano para 650 mil
toneladas por ano,
um avanço
de 44%.
Segundo
comunicado da empresa,
a referida expansão
levará de
12 meses a 15 meses
para entrar em produção.
Não foi revelado
o valor do investimento.
Com
receita extraordinária,
lucro da Unipar
cresce 37% no primeiro
trimestre
Valor Online
16/05/2008
SÃO
PAULO - Protagonista
do processo de consolidação
dos ativos petroquímicos
da região
Sudeste, a Unipar
encerrou o primeiro
trimestre deste
ano com lucro líquido
de R$ 56,47 milhões,
o que representa
um crescimento de
37,18% em relação
ao mesmo período
de 2007, quando
o ganho somou R$
41,16 milhões.
Uma receita extraordinária
de R$ 57,1 milhões,
obtida com a alienação
da participação
da empresa na Petroflex,
foi a responsável
pelo lucro maior.
No
quesito operacional,
a empresa não
foi bem, em razão
dos maiores custos
da matéria-prima.
Entre janeiro e
março, a
receita líquida
da Unipar
somou R$ 677,7
milhões,
uma alta de 5,43%
sobre o mesmo período
do ano passado.
No entanto, o custo
dos produtos vendidos
avançou 8,9%,
para R$ 542,7 milhões.
Já as despesas
operacionais dispararam
45,6%, para R$ 117,5
milhões.
Com
isso, a geração
de caixa medida
pelo Lajida (lucro
antes de juros,
impostos, amortizações
e depreciações)
caiu 12%, para R$
90 milhões.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Tecnologia
Notebooks
puxam alta de 16%
nas vendas mundiais
de computadores
no segundo trimestre,
diz Gartner
Valor Online
17/07/2008
SÃO
PAULO - A queda
nos preços
dos notebooks continuou
alimentando o crescimento
nas vendas de PCs
no mundo no segundo
trimestre. De acordo
com a consultoria
Gartner,
as vendas aumentaram
16% em relação
ao mesmo período
de 2007, com a comercialização
de 71,9 milhões
de computadores
em todo o mundo.
Na
América Latina,
as vendas de PCs
cresceram 23,2%
no segundo trimestre,
ante igual período
do ano passado.
No total, foram
comercializados
7 milhões
de computadores
na região.
"Os
PCs portáteis
continuaram liderando
o crescimento em
unidades em todas
as regiões
à medida
que seus preços
médios de
venda (ASP, na sigla
em inglês)
declinam significativamente
em relação
ao ASP dos PCs de
mesa (desktops)",
disse a principal
analista do grupo
de Mercado de Computação
do Gartner, Mika
Kitagawa. "A
incerteza econômica
afetou a receita
com PCs, resultando
num forte declínio
nos ASPs, especialmente
em mercados como
os EUA e na região
da Europa, Oriente
Médio e África",
acrescentou.
O
analista alerta
que, com as receitas
em queda e a economia
em retração,
há a possibilidade
de uma onda de consolidação
entre as principais
fabricantes, na
busca de uma composição
de preços
mais vantajosa.
A
Hewlett-Packard
(HP) se manteve,
segundo o Gartner,
como a maior fabricante
do mundo no segundo
trimestre. A empresa
norte-americana
vendeu 13,02 milhões
de PCs entre abril
e junho, 17,1% mais
que no mesmo período
de 2007. Com isso,
sua participação
de mercado ficou
praticamente estável,
subindo apenas 0,1
ponto percentual
no intervalo, para
18,1%.
A
segunda colocada
no ranking, porém,
obteve um crescimento
muito mais intenso
nas vendas no segundo
trimestre. Em relação
a igual período
de 2007, a Dell
comercializou 21,9%
mais PCs, num total
de 11,20 milhões
de unidades. Essa
expansão
resultou num ganho
de participação
no mercado mundial,
que passou de 14,8%
no fim de junho
de 2007 para 15,6%
no mês passado.
Os dados preliminares
do Gartner mostram
que a Dell obteve
um crescimento de
mais de 40% nas
vendas de notebooks
nos últimos
dois trimestres.
Nos
EUA, as vendas de
PCs aumentaram 4,2%,
para um total de
16,48 milhões
de aparelhos. Segundo
a consultoria, embora
tenha havido um
aumento no ritmo
de comercialização
de computadores
no país,
isso aparenta ter
ocorrido em detrimento
das receitas, já
que as fabricantes
cortaram preços
para enfrentar a
desaceleração
da economia.
"Os
notebooks domésticos
continuaram com
bom desempenho no
mercado dos EUA.
Entretanto, o declínio
nos ASPs foi maior
aqui (nos Estados
Unidos) do que em
outros segmentos",
afirmou Kitagawa.
Durante
o trimestre, muitos
mini-notebooks chegaram
ao mercado norte-americano.
Mas, segundo o Gartner,
como a plataforma
ainda é um
produto cuja curva
de adoção
está no início,
eles não
contribuíram
significativamente
para o total geral
das vendas. A consultoria
estima que menos
de 3% do volume
de vendas totais
vieram desse segmento
no país.
Nos
EUA, a Dell permanece
na liderança,
com 31,9% do mercado,
tendo vendido 5,25
milhões de
computadores, 11,9%
mais que em igual
trimestre de 2007.
Já a vice-líder
HP teve um crescimento
menos expressivo,
de 5,6% nas vendas,
para 4,18 milhões
de PCs, o que representa
25,3% do mercado
no país.
A diferença
no ritmo de expansão
da Dell, segundo
o Gartner, vem do
fato de a empresa
começar a
colher os frutos
de ter ampliado
seu modelo de negócios
para incluir também
as vendas por parceiros
de varejo. Até
o ano passado, os
computadores da
companhia só
eram vendidos diretamente,
por telefone ou
pela internet.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Proview
lança conversor
digital de R$ 199
com apoio do governo
Valor Online
15/07/2008
SÃO
PAULO - A fabricante
de eletroeletrônicos
Proview
está lançando
no país um
conversor digital
com preço
final de R$ 199,00,
com apoio do Ministério
das Comunicações
e do governo do
Estado do Amazonas.
"Agora
temos a tecnologia
e o produto acessível,
estamos prontos
para atender o mercado
brasileiro",
disse o ministro
das Comunicações,
Hélio Costa.
Além do produto
básico, estarão
no mercado outros
dois conversores,
que possibilitam
acesso à
internet, com preços
sugeridos de R$
249,00 e R$ 299,00.
A
Proview tem uma
fábrica na
Zona Franca de Manaus
e se lançou
no mercado de conversores
digitais há
apenas três
meses. Seu foco
anterior era a fabricação
de monitores.
O
presidente da Proview,
Tseng Ling Yun,
explica que sua
empresa conseguiu
chegar a preço
tão inferior
- o aparelho mais
barato no mercado
custava, em média,
R$ 500,00 - por
conta de uma série
de fatores. "O
governo do Amazonas
abateu o ICMS sobre
nosso produto e,
além disso,
ficamos com uma
margem de lucro
de apenas 3,8%",
explica Tseng.
Hélio
Costa também
anunciou um plano
de financiamento
junto ao Banco do
Brasil e Banco Postal
para aquisição
dos chamados "conversores
populares".
O governo federal
também estuda
o corte do PIS e
Cofins sob o novo
conversor.
(Manuela
Rahal | Valor Econômico,
para o Valor Online)