Agronegócios
SLC
compra terreno no
Maranhão;
receita cresce 44%
no trimestre
Valor Online
31/07/2008
SÃO
PAULO - A SLC
Agrícola
anunciou que fechou
a compra de uma
área de 3.406
hectares em um terreno
ao lado da Fazenda
Parnaíba,
onde a empresa já
atua, no município
de Tasso Fragoso,
no Maranhão.
A empresa pagará
R$ 14 milhões
pelo terreno, valor
equivalente a 350.000
sacas de soja. Com
a aquisição,
que será
paga em diversas
parcelas, a área
total da Fazenda
Parnaíba
será aumentada
em 13%, segundo
o comunicado.
De
acordo com dados
divulgados na noite
de ontem, a SLC
fechou o segundo
trimestre deste
ano com lucro líquido
de R$ 1,59 milhão,
ante prejuízo
de R$ 9,36 milhões
em igual período
do ano passado.
A receita líquida
da empresa aumentou
44% na mesma comparação,
tendo subido de
R$ 53,7 milhões
para R$ 77,56 milhões.
O
crescimento das
vendas foi puxado
pelo segmento de
algodão em
pluma, cuja receita
bruta aumentou de
R$ 842 mil para
R$ 10,12 milhões
e também
pela área
de milho, cujo faturamento
saltou de R$ 1,75
milhão para
R$ 10,91 milhões.
A soja continuou
representando a
maior parte das
vendas, com a receita
tendo subido 7,3%,
de R$ 45,2 milhões
para R$ 48,5 milhões.
Lucro
da Sadia cresce
9,6% no segundo
trimestre
Valor Online
30/07/2008
SÃO
PAULO - A Sadia
encerrou o segundo
trimestre deste
ano com lucro líquido
de R$ 119,9 milhões,
o que representa
um crescimento de
9,6% em relação
ao mesmo período
de 2007, quando
o ganho somou R$
109,3 milhões.
Mesmo em meio a
um cenário
de forte alta nos
preços das
matérias-primas
e de valorização
do real ante o dólar,
a companhia conseguiu
elevar as receitas,
especialmente no
mercado externo,
o que garantiu o
lucro maior.
Entre
abril e junho, a
Sadia obteve receita
bruta de R$ 2,92
bilhões,
uma alta de 26,5%
sobre o segundo
trimestre do ano
passado. As exportações
proporcionaram o
montante de R$ 1,41
bilhão, valor
que supera em 29,6%
o obtido um ano
antes. No mercado
interno, a receita
cresceu 23,6%, para
R$ 1,51 bilhão.
Além
dos volumes 8,7%
maiores, de 524,3
mil toneladas, o
aumento da receita
foi possibilitado
por aumentos importantes
nos preços.
No intervalo entre
o segundo trimestre
de 2007 e o mesmo
período deste
ano, a Sadia aumentou
em cerca de 40%
os preços
de exportação
e em 15%, os praticados
no mercado doméstico.
A
alta é, na
verdade, um repasse
referente aos custos
de matérias-primas
como soja e milho,
cujos preços
cresceram 50% e
33%, respectivamente,
no mesmo intervalo
de comparação.
O diretor de relações
com investidores
da Sadia, Elson
Teixeira, lembrou
que a empresa tem
encontrado maior
facilidade para
repassar os custos
no exterior. Informou
ainda que novos
aumentos deverão
ser praticados nos
próximos
trimestres, pois,
segundo ele, alguns
custos ainda não
foram repassados.
Ele
não acredita,
entretanto, em altas
mais abruptas nos
preços das
matérias-primas.
"Acho que o
milho e a soja já
estão com
preços bastantes
altos", disse
o executivo, que
espera, sim, um
período de
volatilidade, com
os preços
variando para cima
e para baixo, porém
girando ao redor
dos patamares atuais.
Durante
o segundo trimestre,
a Sadia viu o custo
dos produtos vendidos
crescer 31,3% ante
igual período
do ano passado,
para R$ 1,97 bilhão.
As despesas com
vendas somaram R$
402,3 milhões,
com alta de 14,4%,
enquanto as administrativas
avançaram
52,2%, para R$ 30,5
milhões.
Dessa
forma, ficou em
R$ 271,45 milhões
a geração
de caixa medida
pelo Ebitda (lucro
antes de impostos,
juros, amortizações
e depreciações),
um crescimento de
18,4% sobre o segundo
trimestre de 2007.
No entanto, o crescimento
da receita não
conseguiu impedir
uma queda de 0,8
ponto percentual
na margem Ebitda,
relação
entre geração
de caixa e receita
líquida),
que ficou em 11,3%.
Devido
ao cenário
de custos altos
e de valorização
do real, que prejudica
as receitas de exportação,
a Sadia revisou
para o intervalo
de 11% a 12% a sua
projeção
para a margem Ebitda
em 2008. A estimativa
anterior era de
algo entre 12% e
13%.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Bancos
Bradesco
obtém lucro
maior no 1º
semestre, de R$
4,105 bilhões
Valor Online
04/08/2008
SÃO
PAULO - O primeiro
semestre de 2008
significou para
o
Bradesco um
lucro líquido
de R$ 4,105 bilhões,
sendo R$ 2,636 bilhões
provenientes das
atividades financeiras
e R$ 1,469 bilhão
advindos das operações
do grupo em seguro
e previdência.
Nos seis primeiros
meses do ano passado,
o banco obteve lucro
de R$ 4,007 bilhões.
Em
uma base ajustada,
o lucro semestral
foi de R$ 3,909
bilhões frente
aos R$ 3,506 bilhões
verificados entre
janeiro e junho
de 2007.
A
carteira de crédito,
incluindo avais,
fianças,
valores a receber
com cartões
de crédito
(compras parceladas
e à vista)
e cessão
de crédito
(FIDC), somou R$
181,602 bilhões
ao final de junho,
com elevação
de 38,8% em relação
ao mesmo intervalo
do exercício
anterior. As operações
com pessoas físicas
corresponderam a
R$ 65,872 bilhões
e as com pessoas
jurídicas
ficaram em R$ 115,730
bilhões,
avanço respectivo
de 32,2% e 42,9%.
No
primeiro semestre
de 2008, o patrimônio
líquido do
banco aumentou 22,5%
no confronto com
os mesmos seis meses
do calendário
passado, atingindo
R$ 33,711 bilhões.
Em
junho, o Bradesco
registrou ativos
totais de R$ 403,271
bilhões,
com acréscimo
de 38,8% no confronto
com intervalo equivalente
de 2007. O retorno
anualizado sobre
os ativos totais
médios foi
de 2,3%. Em mesmo
período do
ano anterior, chegou
a 2,9%.
Apenas
no segundo trimestre,
o lucro líquido
da instituição
foi de R$ 2,002
bilhões.
CMN
derruba regra de
32 anos que limitava
atuação
de bancos estaduais
Valor Online
31/07/2008
BRASÍLIA
- O Conselho
Monetário
Nacional (CMN)
acabou hoje com
antiga restrição
de fronteiras para
os bancos de desenvolvimento
estaduais. A partir
de agora, as três
instituições
remanescentes do
processo de privatização,
poderão financiar
operações
em estados vizinhos
às suas sedes.
Juntos,
o Banco Regional
de Desenvolvimento
do Extremo Sul (BRDE),
Banco de Desenvolvimento
de Minas Gerais
e o Banco de Desenvolvimento
do Espírito
Santo detinham em
maio operações
de crédito
da ordem de R$ 4,88
bilhões ou
0,61% da carteira
global do sistema
financeiro.
Amaro
Gomes, chefe do
Departamento de
Normas do Banco
Central (BC), esclareceu
que o CMN derrubou
regra de mais de
32 anos, que só
permitia a atuação
dessas instituições
fora de suas sedes
mediante operações
consorciadas com
outros bancos de
desenvolvimento
estaduais. "Isso
limitava muito a
atuação",
afirmou.
Ocorre
que junto com o
Plano Real, o governo
Fernando Henrique
Cardoso iniciou
uma "limpeza"
no sistema financeiro
controlado politicamente
pelos governos regionais,
acusados pelo BC
de "emitir
moeda". A maioria
dos bancos regionais
foi vendida e suas
infindáveis
dívidas renegociadas
em nome dos contribuintes
locais.
O
BRDE, com controle
dividido pelo Rio
Grande do Sul, Paraná
e Santa Catarina,
por exemplo, chegou
a falir, mas foi
revivido por pressões
políticas.
Também por
interesse político,
muitos estados substituíram
seus antigos bancos
de desenvolvimento
por agências
de fomento, apenas
repassadoras de
recursos do Banco
Nacional de Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES),
por exemplo.
Gomes
ressaltou que a
medida atende a
demanda dos envolvidos
e a Associação
Brasileira de Bancos
de Desenvolvimento
e Agências
de Fomento, com
o objetivo de ampliar
as operações
de crédito
de interesse regional.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
CMN
autoriza criação
e participação
estrangeira em banco
da Randon
Valor Online
31/07/2008
BRASÍLIA
- O Banco
Central (BC)
aprovou a criação
de banco múltiplo
com três carteiras
pelo grupo Randon,
atuante no setor
de implementos agrícolas.
De capital aberto,
o grupo gaúcho
manifestou interesse
em negociar até
49% do capital da
futura instituição
na Bovespa. Diante
da chance de as
ações
serem adquiridas
por estrangeiros,
a proposta dependerá
de decreto presidencial.
O
banco múltiplo
da Randon, de Caxias
do Sul ,terá
as carteiras comercial,
financeira e leasing,
com o objetivo de
operar em crédito
na área de
equipamentos agrícolas
da região.
De
acordo com o técnico
do BC Edson Feltrin,
do Departamento
de Organização
do Sistema Financeiro
Nacional (Deorf),
o grupo tem controle
familiar, mas com
ações
negociadas no mercado
de capitais.
Após
a análise
do BC, o
Conselho Monetário
Nacional (CMN)
aprovou hoje o encaminhamento
de pedido de decreto
ao presidente da
República
para que o banco
possa ter participação
externa. Segundo
Feltrin, o limite
de 49% do capital
votante foi proposto
pelos controladores
do Randon, que querem
manter o controle
da instituição
financeira no país.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Compra
do banco BGN por
BNP Paribas será
liberada por decreto
de Lula
Valor Online
31/07/2008
BRASÍLIA
- A aquisição
do banco nordestino
BGN
pelo francês
BNP
Paribas será
submetida ao Palácio
do Planalto, conforme
voto aprovado hoje
pelo Conselho Monetário
Nacional (CMN).
A operação
envolve troca de
ações,
pela qual a família
Galvão, de
Recife, deterá
0,27% do capital
do Paribas, e este
passa a ter 100%
do controle do banco
múltiplo
BGN e da controlada
BGN Leasing. A compra
do BGN foi feita
por meio da Cetelem,
a financeira do
BNP Paribas, em
julho de 2007.
Por
passar ao controle
de capital estrangeiro,
a operação
necessita de decreto
presidencial esclarecendo
que é de
interesse público,
lembrou o chefe
do Departamento
de Organização
do Sistema Financeiro
Nacional do Banco
Central, Edson Feltrin.
Feltrin
não deu detalhes
sobre os valores
envolvidos, por
tratar-se "de
um processo negocial",
disse. Mas informou
que o banco múltiplo
BGN pertence hoje
ao Grupo Galvão
de Negócios,
de capital fechado.
Tem carteiras comercial
e financeira, e
é muito atuante
no crédito
consignado.
Na
posição
de maio último,
tinha ativos da
ordem de R$ 1,54
bilhão e
patrimônio
de referência
em R$ 194 milhões.
Os
valores são
referentes ao banco,
explicou o técnico
do BC. A subsidiária
de arrendamento
mercantil está
sem operações
ativas.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Comércio
Exterior
Exportações
recordes de commodities
turbinam saldo comercial
em julho
Valor Online
01/08/2008
BRASÍLIA
- Exportações
recordes de commodities
(básicos)
para o mês
em US$ 8,319 bilhões
contribuíram
para melhoria da
balança comercial
em julho, que registrou
superávit
de US$ 3,304 bilhões,
o segundo melhor
do ano depois dos
US$ 4,07 bilhões
em maio. Tanto importações
quanto exportações
globais bateram
recorde no mês,
registrando-se melhoria
na taxa de crescimento
das vendas ao exterior
no acumulado dos
primeiros sete meses
do ano.
Segundo
o secretário
de Comércio
Exterior, Welber
Barral, até
o primeiro semestre
as exportações
cresciam em 24,8%
sobre o mesmo período
do ano passado,
ritmo que subiu
a 27,2% entre janeiro
e julho. Ele disse
esperar que esse
maior impulso seja
uma tendência
para o resto do
ano, o que poderia
melhorar o déficit
na contra de transações
correntes do país.
Mas
o próprio
secretário
do Ministério
do Desenvolvimento
destacou que as
importações
mantêm maior
aceleração
que as vendas, e
que o dinamismo
econômico,
conjugado com a
taxa baixa do câmbio,
pode impulsionar
ainda mais a aquisição
de bens do exterior.
Dados
divulgados hoje
mostram que as importações
aceleraram o ritmo
de crescimento.
Nos primeiros sete
meses do ano as
compras aumentaram
52,1% sobre período
igual de 2007, variação
superior aos 51,9%
que apresentaram
no primeiro semestre.
O
saldo comercial
até julho
ficou em US$ 14,653
bilhões,
com queda de 38,7%
em relação
à cifra de
US$ 23,92 bilhões
registrada no mesmo
período de
2007. As vendas
somaram US$ 111,98
bilhões e
as compras US$ 96,445
bilhões.
Em
julho, as exportações
ficaram em US$ 20,453
bilhões,
alta de 38,6% pela
média diária
sobre julho do ano
passado. E as importações
foram de US$ 17,149
bilhões,
crescimento de 52,2%
na mesma comparação.
Ambos os resultados
foram recordes para
o mês.
O
aumento de demanda
e de preços
de produtos agrícolas
influenciou a alta
de 63,2% nas exportações
de produtos básicos
sobre igual mês
anterior, destacando-se
o desempenho de
soja, farelo de
soja, petróleo
em bruto e carne
suína.
As
vendas de manufaturados,
com volume de US$
8,653 bilhões
(+16,9% sobre julho
de 2007), e de semimanufaturados,
com valor total
de US$ 2,967 bilhões
(+49,1%) foram as
maiores para qualquer
mês. Álcool
etílico e
motores e geradores
foram destaque no
primeiro grupo,
enquanto aço
e ferro-ligas subiram
mais de 100% no
segundo grupo, sempre
em relação
a julho do ano passado.
Barral
destacou que a expansão
dos manufaturados
é algo bom,
"porque há
uma situação
de recessão"
em outros países.
Comentou ainda que
o Brasil tem uma
safra recorde de
grãos no
ano e deve ganhar
ainda com a subida
de preços
do petróleo
e do aço.
"Julho foi
melhor e as exportações
estão sendo
reequilibradas",
afirmou.
A
China continua a
ser um dos maiores
compradores de produtos
brasileiros, não
só de commodities
como também
de aviões
e couro, segundo
dados do ministério.
Já
nas importações,
as maiores altas
no mês sobre
julho anterior foram
de combustíveis
e lubrificantes,
bens de capital,
bens de consumo
e matérias-primas
e intermediários,
grande parcela também
procedente da China.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Superávit
comercial de julho
foi o 2º melhor
de 2008, diz ministério
Valor Online
01/08/2008
SÃO
PAULO - O saldo
positivo registrado
na balança
comercial de julho,
de US$ 3,304 bilhões,
uma média
de US$ 143,7 milhões
por dia útil,
foi o segundo melhor
verificado neste
ano e ficou atrás
apenas do resultado
de maio, de US$
4,073 bilhões.
Em junho, foi verificado
superávit
comercial de US$
2,719 bilhões.
A
observação
foi feita pelo ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior (MDIC)
em nota disponível
em sua página
eletrônica.
No
documento, consta
que, pelo desempenho
médio diário,
o superávit
em julho foi 10,9%
maior em relação
a junho de 2008
(média diária
de US$ 129,5 milhões)
e 5,5% menor que
o apresentado em
julho de 2007 (média
diária de
US$ 152 milhões).
O
ministério
destacou ainda novos
valores recordes
históricos
das exportações,
de US$ 20,453 bilhões
em julho, o que
representa média
de US$ 889,3 milhões
por dia útil,
e das importações,
que se situaram
em US$ 17,149 bilhões
no mês passado,
com média
diária de
US$ 745,6 milhões.
Com
isso, foi apurada
a maior corrente
de comércio
mensal - soma das
exportações
com as importações
- da história
econômica
do país,
de US$ 37,602 bilhões.
De
janeiro até
julho, o superávit
comercial acumulado
equivaleu a US$
14,653 bilhões,
uma média
diária de
US$ 100,4 milhões.
Pela média
diária, o
saldo positivo ficou
38,7% menor que
o registrado no
mesmo período
do ano passado (US$
163,8 milhões).
Camex
prorroga alíquota
reduzida para importação
de bens de capital
Valor Online
31/07/2008
BRASÍLIA
- A alíquota
reduzida de 2% da
tarifa de importação
de 2.463 bens de
capital sem produção
nacional será
prorrogada até
junho de 2009. A
decisão da
Câmara
de Comércio
Exterior (Camex)
foi publicada hoje
no Diário
Oficial da União,
com o objetivo de
estimular a reestruturação
do parque produtivo.
A
alíquota
reduzida no regime
chamado "ex-tarifários"
para máquinas
e equipamentos importados
vigora desde 27
de junho com prazo
até dezembro
próximo.
A resolução
da Camex determina
que haverá
uma prorrogação
automática
de seis meses, a
partir de 1º
de janeiro de 2009.
Em
janeiro, a modalidade
ex-tarifário
deixa de existir
para essa categoria,
e bens e serviços
hoje nesse regime
passam a integrar
a Lista Nacional
do Brasil no Regime
Comum de Importação
de Bens de Capital
Não Produzidos
no Mercosul, segundo
nota da Camex.
O
texto justifica
ainda que o anúncio
antecipado sobre
a prorrogação
da alíquota
reduzida de importação
tem o objetivo de
dar maior "previsibilidade"
para as empresas
"nas aquisições
que contam com redução
temporária
do Imposto de Importação,
quando não
houve produção
da indústria
nacional".
A
prorrogação
para outros produtos
do "ex-tarifário"
dependerá
de solicitações
dos setores, segundo
a Camex. E ex-tarifários
para "sistemas
integrados"
do Mercosul dependerão
de avaliações
futuras.
Também
serão prorrogados
de 1º de janeiro
a 1º de dezembro
de 2009, ex-tarifários
para o setor de
bens de informática
de telecomunicações
concedidos desde
junho de 2007. Em
caso de redução
anterior, a Camaex
avaliará
pedidos do setor.
Para
a importação
de transmissores
digitais de televisão
VHF ou UHF, a redução
tarifária
não será
prorrogada, terminando
em 31 de dezembro
de 2008. A nota
da Camex esclarece
que as medidas foram
tomadas no último
dia 24 deste mês.
Construção
Lançamentos
de imóveis
da CCDI caem no
trimestre, mas vendas
crescem
Valor Online
30/07/2008
SÃO
PAULO - A Camargo
Corrêa Desenvolvimento
Imobiliário
(CCDI)
informou hoje que
fechou o segundo
trimestre com lançamentos
de imóveis
no valor de R$ 196
milhões,
sendo R$ 136 milhões
próprios
e o restante dos
parceiros nos empreendimentos
conduzidos em conjunto.
Em relação
aos R$ 468,3 milhões
de lançamentos
próprios
em igual intervalo
de 2007, a queda
é de 70,9%.
A
CCDI disse, no entanto,
que as vendas contratadas
de imóveis
somaram R$ 357,6
milhões entre
abril e junho, com
a parcela correspondente
à própria
empresa somando
R$ 252,1 milhões,
uma alta de 255%
na comparação
com o mesmo item
no segundo trimestre
de 2007.
VGV lançado
pela Helbor cai
no trimestre, mas
vendas aumentam
Valor Online
31/07/2008
SÃO
PAULO - A incorporadora
Helbor
apresentou seu resultado
operacional para
o segundo trimestre
deste ano apontando
recuo nos lançamentos
em relação
ao ano passado,
mas aumento nas
vendas contratadas.
A empresa participou
de lançamentos
imobiliários
com valor geral
de vendas (VGV)
de R$ 196,3 milhões
entre abril e junho
deste ano, com recuo
de 2,2% sobre o
resultado do ano
passado. Levando
em conta apenas
a participação
própria da
Helbor nos empreendimentos,
houve uma queda
de 20,7% no VGV
lançado,
para R$ 116,6 milhões.
Em
termos de vendas
contratadas totais,
no entanto, houve
aumento de 62,4%,
para R$ 211,3 milhões
entre abril e junho
deste ano. Considerando
apenas a participação
da Helbor, as vendas
aumentaram 31,9%
na mesma comparação,
para R$ 133,1 milhões.
No
semestre, as vendas
contratadas pela
Helbor aumentaram
21,23%, para R$
220 milhões.
Contas
Prefeituras
têm superávit
fiscal recorde em
junho
Valor Online
30/07/2008
BRASÍLIA
- No resultado fiscal
do governo do mês
de junho, um dos
destaques foi a
economia de R$ 558
milhões para
o pagamento de juros
da dívida
das prefeituras,
marca histórica
desde o início
da série,
em 1991. Para o
Banco Central (BC),
o esforço
"surpreendeu",
pelo fato de que
ocorre em ano de
eleições
municipais, e as
restrições
legais de gastos
só serão
iniciadas em agosto.
O
chefe do Departamento
Econômico
do Banco Central
(BC), Altamir Lopes,
comentou que o recorde
"pode ter sido
gerado por uma desaceleração
nos gastos das prefeituras,
surpreendentemente".
O normal, lembrou,
é um aumento
de despesas e o
caixa em baixa em
ano eleitoral.
Lopes
destacou que também
pode ter contribuído
o aumento nas receitas
de transferência
obrigatória
da União
para os governos
regionais. A partilha
de impostos federais
com Estados e municípios
cresceu 20,81% no
primeiro semestre,
sobre período
igual anterior,
de acordo com dados
do Tesouro Nacional.
O
superávit
primário
do setor público
consolidado ficou
em R$ 11,166 bilhões
em junho. A principal
contribuição
foi do governo central
(União, Previdência
Social e BC) com
R$ 7,067 bilhões,
o melhor resultado
para o mês
em 17 anos.
Lopes
destacou que além
do aumento da arrecadação
refletindo o bom
desempenho da economia,
a melhoria nos resultados
previdenciários
influenciou o resultado.
O déficit
do INSS em junho
ficou em R$ 2,863
bilhões,
o menor patamar
para o mês
desde junho de 2004,
quando registrou
R$ 2,040 bilhões.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Superávit
primário
do semestre é
o melhor da série
histórica
Valor Online
30/07/2008
BRASÍLIA
- O superávit
primário
do setor público
consolidado acumulado
em R$ 86,116 bilhões
é o melhor
para o primeiro
semestre da série
histórica
iniciada em 1991,
informou o chefe
do Departamento
Econômico
doBanco
Central (BC)
, Altamir Lopes.
A economia para
o pagamento de juros
da dívida
em 12 meses até
junho, de R$ 116,048
bilhões,
é outro recorde.
Altamir
destacou que o governo
deve cumprir sem
problemas a meta
fiscal para 2008.
Ele trabalha com
4,3% do Produto
Interno Bruto (PIB),
com elevação
de 0,5 ponto do
PIB anunciada pelo
governo sobre a
meta oficial de
3,8% para formação
do Fundo Soberano.
Por isso, disse,
o resultado da economia
para pagar juros
em 12 meses, equivalente
a 4,27% do PIB,
"está
dentro do esperado".
O
representante do
BC comentou que
o desempenho da
União deve
ter a contribuição
das estatais federais,
que, no primeiro
semestre de 2008,
concentraram a distribuição
de dividendos, royalties
e investimentos
e não tiveram
boa performance.
Lopes disse que
a meta fiscal da
União é
sempre complementada
com o esforço
das estatais.
"Nossa
expectativa para
o resto do ano é
de que o superávit
primário
vai gravitar ao
redor desse patamar
de junho (4,27%
do PIB) com a ajuda
de economia das
estatais federais
e também
dos governos regionais,
que estarão
presos às
restrições
eleitorais e não
poderão elevar
gastos", observou.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Crédito
Lucro
da Visa sobe 41%
no trimestre até
junho e soma US$
422 milhões
Valor Online
30/07/2008
SÃO
PAULO - A administradora
de cartões
de crédito
Visa
divulgou hoje um
lucro líquido
de US$ 422 milhões
no terceiro trimestre
fiscal, findo em
30 de junho. O resultado
equivale a US$ 0,51
por ação
classe A e representa
um aumento de 41%
em relação
ao lucro auferido
um ano antes, quando
o ganho líquido
havia sido de US$
299 milhões.
Excluindo
alguns itens extraordinários,
como custos judiciais,
o lucro foi de US$
457 milhões,
ou US$ 0,59 por
ação
classe A.
A
receita operacional
alcançou
US$ 1,6 bilhão
no período,
uma expansão
de 18%. Segundo
a companhia, que
até o mês
de março
tinha seu capital
fechado, os ganhos
foram puxados por
operações
com cartões
de débito
nos Estados Unidos
e uma expansão
mais vigorosa em
mercados fora desse
país.
Crédito
volta a crescer
em junho puxado
por demanda de empresas
Valor Online
29/07/2008
BRASÍLIA
- A alta do juro
ainda não
desacelerou a expansão
do crédito,
que continua a crescer
em ritmo vigoroso,
agora puxado fortemente
pela demanda das
empresas. Para o
Banco Central (BC),
o movimento reflete
a continuidade de
aquecimento nas
vendas do varejo.
Os
dados do BC para
junho apontaram
alta mensal de 2,1%
no estoque global
de crédito,
somando R$ 1,067
trilhão.
O montante equivale
a 36,5% do Produto
Interno Bruto (PIB).
A projeção
para 2008 está
mantida em 40% do
PIB e dados parciais
de julho até
dia 17 indicam um
crescimento de 1,6%
na parcela tomada
como referência
para apuração
das taxas de juros.
"Ainda
há um aquecimento
acentuado do crédito,
embora algumas linhas
apresentem um ritmo
menos intenso",
comentou o chefe
do Departamento
Econômico
do BC, Altamir Lopes.
"Uma alta de
33,4% em 12 meses
para o estoque geral
é bem expressiva
para o crédito
brasileiro",
avaliou.
O
executivo destacou
ainda o incremento
verificado nos últimos
meses nas concessões
a pessoas jurídicas.
"Decorre ainda
da continuidade
de demanda aquecida
no varejo, onde
não se observa
recuo nas vendas",
comentou ele.
Tomando-se
o crédito
livre de direcionamentos,
a carteira dirigida
às empresas
teve um acréscimo
de 3% em junho,
e de 41,3% em 12
meses, atingindo
R$ 402,5 bilhões.
Já o saldo
dos créditos
a pessoas físicas
subiu 1,6% e 32,4%
em 12 meses, para
R$ 360,9 bilhões.
Os
destaques nas operações
a pessoas jurídicas
são as linhas
de capital de giro,
com incremento de
5,6% no mês;
a conta garantida
com alta de 3,9%;
e o desconto de
duplicatas, com
crescimento de 2,6%.
O
montante de empréstimos
concedidos às
empresas em junho
cresceram 3,5%,
para um total de
R$ 100,8 bilhões.
A demanda das pessoas
físicas no
mês teve aumento
de apenas 0,8%,
somando R$ 50,6
bilhões.
O
crédito direto
ao consumidor para
o financiamento
de veículos
a pessoas físicas
mantém a
desaceleração,
com acréscimo
mensal de apenas
0,2%, substituído
pelo leasing (que
tem custos menores),
cujo crescimento
foi de 7,4% em junho,
e 135,8% em 12 meses.
Outra
modalidade que mantém
a expansão
é o financiamento
imobiliário,
cujo saldo registrou
variação
positiva de 6% no
mês passado,
acumulando 88,8%
em 12 meses na contratação
por pessoas físicas.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Inadimplência
segue controlada
apesar do crédito
maior, diz BC
Valor Online
29/07/2008
BRASÍLIA
- Os números
do Banco
Central (BC)
ainda não
refletem o temor
de alguns analistas
do mercado financeiro
em relação
ao aumento da inadimplência
bancária.
A taxa geral média
de atraso nos pagamentos
continua estável,
ao redor dos 4%.
Os dados de junho
mostraram recuo
de 0,3 ponto percentual
sobre maio, mas
segundo o BC, foi
consequência
de transferência
de uma carteira
de crédito
de um banco para
uma securitizadora.
Nos
dados divulgados
hoje, a taxa média
geral de atrasos
acima de 90 dias
nos empréstimos
saiu de 4,3% em
maio para 4% em
junho. Nas operações
de pessoas jurídicas
houve queda de 0,1
ponto, ficando em
1,8%. Já
entre as pessoas
físicas o
índice saiu
de 7,4% para 7%.
De
acordo com o chefe
do Departamento
Econômico
do BC, Altamir Lopes,
o repasse da carteira
bancária
para uma empresa
de cobrança
de fora do sistema
financeiro reflete
essa diferença
nos atrasos de pessoas
físicas.
"Se
não fosse
essa transferência,
a inadimplência
de pessoas físicas
ficaria estável
em 7,4%", informou
Lopes. Ele voltou
a afirmar que a
autoridade monetária
continua sem detectar
situações
de inadimplência
acentuada no sistema.
Comentou
também que
sem o repasse à
securitizadora,
a taxa geral teria
ficado em junho
em 4,2%, mesmo patamar
de abril. A taxa
de 4% é a
menor desde agosto
de 2005, quando
situou-se em 3,9%
na média.
O
BC aponta ainda
que houve uma queda
mensal de 1,1% no
nível de
provisões
exigidas dos bancos
para fazer face
a atrasos, refletindo
o acerto de dívidas
bancárias
por tomadores. O
volume de provisões
gerais ficou em
R$ 55,671 bilhões
em junho, equivalente
a 5,2% do estoque
global de crédito,
de R$ 1,067 trilhão.
Lopes
chamou a atenção
para o aumento de
prazos nos empréstimos,
cuja média
global subiu para
375 dias corridos
ante 369 no mês
anterior. No caso
de financiamentos
de veículos,
o prazo médio
passou a 602 dias,
"o maior já
observado",
citou ele, lembrando
que o número
representa apenas
a média,
pois no mercado
há ofertas
de financiamento
de automóvel
em até 100
meses.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
Mineração
Rio
Tinto prevê
oferecer logística
para pólo
siderúrgico
em Corumbá
Valor Online
30/07/2008
RIO
- A Rio
Tinto está
confiante na possibilidade
de construção
de um pólo
siderúrgico
na região
de Corumbá
(MS), próximo
à mina de
ferro da empresa.
De acordo com o
diretor Financeiro
e de Recursos Humanos
da empresa, Aloísio
Oliveira, há
duas empresas estrangeiras
com estudos de viabilidade
avançados
sobre o projeto,
enquanto outras
duas estão
consolidando as
análises
iniciais.
Oliveira
ressaltou que acordos
de confidencialidade
impedem a revelação
de detalhes sobre
as conversas, mas
frisou que os entendimentos
acontecem também
com empresas brasileiras.
Seguindo
ele, a Rio Tinto
não entraria
como sócia
dos empreendimentos,
mas garantiria o
fornecimento de
minério e
ofereceria sua rede
logística
hidroviária
na região
para transportar
insumos e a produção
siderúrgica
caso necessário.
"Garantimos
a logística,
que é o grande
desafio na região",
afirmou Oliveira,
acrescetando que
a produção
de aço no
pólo pode
chegar a 1 milhão
de toneladas, ou
até superar
este volume se mais
de uma empresa se
instalar na região.
Otimista,
Oliveira disse que,
caso os projetos
avancem, a produção
de aço pode
começar já
em 2011 e contribuir
para deslanchar
uma possível
"fase 2"
da expansão
da mineradora em
Corumbá.
Atualmente em fase
de estudo de viabilidade,
esta segunda etapa
do projeto de expansão
pode elevar a produção
de minério
de ferro para 23,2
milhões de
toneladas por ano.
A primeira fase
do projeto vai aumentar
a capacidade de
2 milhões
de toneladas por
ano para 12,8 milhões
de toneladas por
ano.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Rio
Tinto aprova projeto
de investimento
de US$ 2,1 bilhões
em Corumbá
Valor Online
29/07/2008
SÃO
PAULO - A mineradora
australiana Rio
Tinto anunciou
hoje que investirá
US$ 2,15 bilhões
em um projeto de
expansão
da sua mina de minério
de ferro em Corumbá,
no estado do Mato
Grosso do Sul. De
acordo com o plano,
aprovado hoje pela
diretoria da companhia,
a produção
anual deve aumentar
em mais de seis
vezes, saindo de
2 milhões
de toneladas para
12,8 milhões
de toneladas. A
previsão
é de iniciar
este novo ritmo
de produção
no quatro trimestre
de 2010.
No
mesmo comunicado,
a Rio Tinto disse
que vai conduzir
o estudo de viabilidade
para uma segunda
fase de expansão
da mina, que elevaria
a sua capacidade
de produção
para 23,2 milhões
de toneladas por
ano.
O
investimento que
a mineradora pretende
realizar em Corumbá
faz parte um programa
que inclui aportes
totais de US$ 11
bilhões em
aumento de capacidade
de produção
de minério
de ferro.
Além
da ampliação
da produção
de minério,
o projeto da Rio
Tinto na região
de Corumbá
prevê aportes
em logística
fluvial, o que inclui
a aquisição
de novas barcaças
e empurradores,
além da construção
dos novos portos
de Albuquerque e
La Agraciada, no
Uruguai.
Eike Batista indenizará
Anglo American e
assim fecha venda
da IronX
Valor Online
28/07/2008
SÃO
PAULO - O grupo
Anglo American e
o empresário
Eike Batista, acionista
controlador da
MMX Mineração,
deram um novo passo
rumo ao fechamento
da transação
por meio da qual
a Anglo American
adquirirá
o controle da IronX,
empresa que controla
o projeto de minério
de ferro Minas-Rio
e o Sistema de minério
de ferro Amapá.
Depois de alguns
atrasos provocados
pela operação
Toque de Midas da
Polícia Federal,
o negócio
está previsto
para 5 de agosto.
Para
resolver as desconfianças
sobre os negócios
da MMX no Amapá,
depois que operação
da PF expôs
que a licitação
da concessão
da Estrada de Ferro
Amapá está
sob suspeita de
irregularidade,
Batista se propôs
a pagar uma indenização
que cobrirá
qualquer prejuízo
eventual que a Anglo
American possa ter
como resultado da
investigação.
O dinheiro sairá
do bolso do empresário,
sem gerar qualquer
obrigação
adicional para a
MMX.
"Estou
muito satisfeita
em constatar que
estamos prontos
para prosseguir
com a transação,
em benefício
de todos os acionistas
do projeto. A mina
do Amapá
já se encontra
em produção
e a primeira fase
do projeto Minas-Rio
está avançando
consistentemente.
Estamos motivados
para continuar desenvolvendo
estes dois projetos,
contando para tanto
com o excelente
time que herdamos
da MMX", disse
a diretora-presidente
da Anglo American,
Cynthia Carroll,
por meio de comunicado.
O
negócio tem
outras etapas até
que a Anglo seja
efetivamente dona
dos dois projetos.
Pelo modelo de negócio,
a MMX será
dividida em duas
empresas, etapa
que acontece hoje.
A
MMX continuará
existindo, sendo
responsável
pelos projetos restantes
da empresa em Minas
Gerais e Mato Grosso.
Será criada
a LLX Logística,
que era um braço
da MMX, e surge
também a
IronX, fatia que
será da Anglo.
Hoje,
os atuais acionistas
da MMX receberam
ações
da LLX e da IronX
como resultado da
cisão de
capital da MMX.
Posteriormente,
a Anglo American
fará uma
oferta pelos minoritários,
que detém
de 36% do capital
da IronX, fechando
o capital da companhia.
O
valor total da transação
gira em US$ 5,5
bilhões,
sendo que US$ 3,4
bilhões devem
cair na conta de
Eike Batista, que
detinha cerca de
62% das ações
da IronX.
Papel
e Celulose
Lucro
da International
Paper aumenta 19%
Valor Online
31/07/2008
SÃO
PAULO - O lucro
líquido da
International
Paper aumentou
19,5% na comparação
entre o segundo
trimestre do ano
passado e o mesmo
período deste
ano. O ganho líquido
da fabricante de
papel aumentou de
US$ 190 milhões
para US$ 227 milhões
neste período.
O lucro por ação
subiu de US$ 0,44
para US$ 0,54 na
mesma comparação
e superou a estimativa
dos analistas, que
era de US$ 0,50.
Os
números foram
bem vistos pelo
mercado e as ações
da companhia subiram
14% nos negócios
de hoje em Nova
York. Apesar da
alta, os papéis
continuam com perda
acima de 10% no
ano.
Segundo
a companhia, o aumento
de preços
nos papéis
de impressão
foi suficiente para
compensar o aumento
de custos com matéria-prima
e energia.
A
receita de vendas
da International
Paper aumentou 9,75%
na comparação
entre o segundo
trimestre de 2007
e o mesmo período
deste ano, tendo
somado US$ 5,807
bilhões.
Em igual intervalo
de comparação,
os custos subiram
10,9%, para US$
4,307 bilhões.
Aracruz
finaliza estudos
para modernização
de fábrica
no ES; investimento
será de R$
240 milhões
Valor Online
28/07/2008
SÃO
PAULO - A fabricante
de celulose Aracruz
concluiu os estudos
que visam à
modernização
de uma das três
fábricas
instaladas na unidade
de Barra do Riacho,
no Espírito
Santo. As análises
da empresa apontaram
a necessidade de
um investimento
de R$ 240 milhões
para a atualização
tecnológica
da chamada fábrica
A, a mais antiga
do complexo, inaugurada
em 1978.
Segundo
a Aracruz, o projeto
de modernização
deverá ser
iniciado em agosto
e tem como objetivo
a melhoria da eficiência
operacional da fábrica,
por meio da redução
de custos, de consumo
de produtos químicos,
de água e
de energia. Além
disso, a empresa
quer qualificar
a celulose produzida
na fábrica
para segmentos específicos
do mercado mundial.
Após
um projeto de modernização
realizado em 1997,
a fábrica
A teve a capacidade
de produção
elevada a 550 mil
toneladas por ano.
Com
a demanda internacional
bastante aquecida,
puxada pela China,
e os preços
em alta, todas as
fabricantes nacionais
de celulose vêm
anunciando pesados
investimentos em
expansão
da capacidade, com
vistas a aumentar
suas participações
no mercado mundial.
Além disso,
o processo de consolidação
do setor, tido como
inevitável,
parece estar mais
próximo e
leva as companhias
a se movimentarem
no sentido de não
se tornarem alvos.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Petróleo
e Gás
OGX
anuncia afretamento
de duas unidades
de perfuração
Valor Online
01/08/2008
SÃO
PAULO - A OGX
Petróleo
e Gás
dá mais passo
rumo a sua operacionalização.
A companhia do empresário
Eike Batista anunciou
hoje o fechamento
de um contrato para
o afretamento de
duas unidades de
perfuração
semi-submersíveis
que serão
utilizadas para
iniciar a campanha
exploratória
na Bacia de Campos
a partir do segundo
semestre de 2009.
Com
esse novo contrato,
a OGX abandona as
negociações
com a Queiroz Galvão
Óleo e Gás
Ltda, que previa
o afretamento da
unidade de perfuração
Alaskan Star, negócio
esse que foi anunciado
ao mercado em 7
de julho.
O
novo acordo foi
fechado com a Diamond
Offshore Netherlands
B.V., subsidiária
da Diamond Offshore
Drilling Inc., um
dos maiores fornecedores
de plataformas de
perfuração
marítima
do mundo, que atua
no Brasil há
mais de 30 anos.
A
Diamond fornecerá
à OGX a plataforma
Ocean Lexington,
que tem capacidade
para perfurar poços
de até 6.100
metros de profundidade,
em lâmina
d ? água
máxima de
até 610 metros,
e a Ocean Ambassador,
que também
tem capacidade para
perfurar poços
de até 6.100
metros de profundidade,
porém em
lâmina d ?
água mais
rasa, de até
335 metros.
A
OGX também
comunicou que está
em fase avançada
de negociação
para a contratação
de até outras
duas unidades de
perfuração.
" As Plataformas
Ocean Ambassador
e Ocean Lexington,
juntamente com as
novas unidades de
perfuração
em negociação,
permitirão
à companhia
realizar toda a
campanha exploratória
de seu atual portfólio
" , disse a
OGX por meio de
comunicado.
Petrobras
prorroga prazo da
licitação
de navios offshore
Valor Econômico
29/07/2008
RIO
- A Petrobras
prorrogou por dois
meses a entrega
das propostas para
a contratação
de 24 navios de
apoio às
plataformas de petróleo
e gás. O
prazo para recebimento
das propostas técnicas
e comerciais das
embarcações
encerrava-se amanhã,
data que agora ficou
para 29 de setembro.
A abertura dos envelopes
será um dia
depois. O adiamento
ocorreu a pedido
dos participantes
da concorrência,
que não conseguiram
fechar a tempo os
projetos dos navios
encomendados pela
estatal.
Os
navios formam o
primeiro lote de
um total de 146
novas unidades de
apoio às
atividades de exploração
e produção
marítima
com contratação
prevista até
2014. As embarcações
integram o 3º
plano de renovação
da frota de apoio
marítimo
da Petrobras, aprovado
pela empresa em
dezembro de 2007.
O custo estimado
de toda a encomenda
é de US$
5 bilhões.
Só
o primeiro lote,
com 24 unidades,
deve superar US$
1,5 bilhão.
Fontes do setor
dizem que os preços
dos navios estão
subindo puxados
pelo aquecimento
do mercado e pelos
fornecedores dos
equipamentos. Uma
das perguntas já
feitas à
Petrobras é
se os navios podem
ter propulsão
convencional (só
a diesel) para baratear
o projeto. Isso
porque nas especificações
da licitação
a empresa exige
propulsão
diesel-elétrica.
Entre os navios
do primeiro lote
há nove AHTS
(Anchor Handling
Tug Supply), dez
PSVs (Plataform
Supply Vessel),
três ORSVs
(Oil Recover Supply
Vessel) e dois rebocadores,
conhecidos pela
sigla TS (do inglês
Tug Supply).
"
Fomos um dos que
pediram o adiamento
(do prazo da licitação)
porque não
conseguimos fechar
a proposta para
entrega à
Petrobras "
, disse Luiz Maurício
Portela, diretor-presidente
da Companhia Brasileira
de Offshore (CBO),
empresa do grupo
Fischer. A CBO discute
os projetos dos
navios a serem construídos
com três empresas:
Ulstein, Rolls-Royce
e Vik Sandvik.
O
fechamento das propostas
é complexo
pois envolve os
estaleiros, que
fazem a cotação
dos navios, e os
armadores, que fecham
o preço final
incluindo o custo
de operação
das embarcações.
Nesta modalidade
de licitação,
a Petrobras afreta
os navios das armadoras
que apresentarem
melhor proposta.
Comenta-se no mercado
que há 23
armadores na disputa.
Fontes
do setor dizem que
os projetistas,
concentrados na
Noruega, não
conseguiram fechar
os projetos muito
em função
do período
de férias
no Hemisfério
Norte. Diversos
participantes não
teriam recebido
os projetos de engenharia
com as novas configurações
dos navios, de acordo
com o exigido pela
Petrobras.
A
Petrobras informou
que em processos
dessa complexidade
adiamentos na entrega
das propostas são
previstos no cronograma
de contratação.
No convite é
estipulado um prazo
máximo para
a entrega das embarcações.
Portanto, segundo
a estatal, o cronograma
do projeto continuará
de acordo com o
planejado.
(Francisco
Góes | Valor
Econômico)
Siderurgia
Fábrica
de cimento da CSN
deve começar
a operar no início
de 2009
Valor Online
01/08/2008
SÃO
PAULO - A Companhia
Siderúrgica
Nacional (CSN)
anunciou hoje que
está na fase
final de montagem
da sua fábrica
de cimento, que
deve começar
a operar no início
do próximo
ano, com produção
de 1 milhão
de toneladas já
em 2009.
Ainda
segundo a empresa,
a matéria-prima
para a produção
do cimento será
a escória
resultante da produção
de aço gerada
na operação
dos alto-fornos
da Usina Presidente
Vargas da CSN. A
estimativa é
que a capacidade
de produção
atinja 2,3 milhões
de toneladas anuais
a partir de 2010.
ArcelorMittal
fecha trimestre
com bons resultados
Valor Online
30/07/2008
SÃO
PAULO - O segundo
trimestre significou
para a ArcelorMittal
um lucro líquido
de US$ 5,839 bilhões
e vendas de US$
37,840 bilhões.
Um ano antes, esses
montantes corresponderam
a US$ 2,723 bilhões
e US$ 27,223 bilhões,
respectivamente.
O lucro antes de
juros, impostos,
depreciação
e amortização
(Ebitda, na sigla
em inglês)
aumentou 51% entre
abril e junho, para
US$ 8,046 bilhões,
ante os US$ 5,326
bilhões somados
no segundo trimestre
de 2007.
No
primeiro semestre
deste exercício,
a siderúrgica
obteve lucro líquido
de US$ 8,210 bilhões,
acima dos US$ 4,973
bilhões da
metade inicial do
ano passado. As
vendas totalizaram
US$ 67,649 bilhões,
excedendo os US$
51,699 bilhões
dos seis primeiros
meses de 2007. O
lucro antes de de
juros, impostos,
depreciação
e amortização
ficou em US$ 13,090
bilhões,
comparáveis
aos US$ 9,672 bilhões
de janeiro a junho
do calendário
anterior.
O
bom desempenho foi
relacionado a preços
e à produção
de aço maiores.
"Estamos
satisfeitos com
os resultados apresentados
no primeiro semestre
de 2008, com Ebitda
de US$ 13,1 bilhões,
ou 35% a mais do
que em mesmo período
de 2007. Isto reflete
a diversidade e
a força do
modelo de negócios
da ArcelorMittal",
sustentou o executivo-chefe
da companhia, Lakshmi
N. Mittal.
Ele
acrescentou que
a empresa continua
em busca de oportunidades
para ampliar sua
suficiência
em matéria-prima.
Para
o terceiro trimestre
deste ano, a expectativa
é de um Ebitda
superior a US$ 8,5
bilhões,
conforme consta
de nota disponível
na página
eletrônica
da ArcelorMittal.
(Juliana
Cardoso | Valor
Online)
Tecnologia
Software
como serviço
estará em
90% das lojas eletrônicas
até 2013
Valor Online
30/07/2008
SÃO
PAULO - Até
2013, 90% das empresas
de comércio
eletrônico
(e-commerce) vão
utilizar pelo menos
um serviço
tendo como base
um software como
serviço (SaaS).
Isso deverá
ocorrer apesar de,
atualmente, o ritmo
de adoção
desses serviços
ser bastante lento
entre as companhias
desse setor, afirma
a consultoria Gartner,
responsável
pelo estudo.
Segundo
ela, em cinco anos,
40% das novas iniciativas
de e-commerce serão
lançadas
com sistemas totalmente
baseados em SaaS.
Entre os 90% que
utilizarão
pelo menos uma modalidade
desses serviços,
os mais procurados,
segundo o Gartner,
serão os
sistemas de análise
de usuários,
recomendação
de produtos e mecanismos
de vendas com base
em redes sociais.
"A
tendência
de adoção
de aplicações
de SaaS afetou as
áreas de
gerenciamento de
relações
com clientes (CRM,
na sigla em inglês),
entre outras, e
o comércio
eletrônico
não é
uma exceção
a essa tendência",
afirmou o vice-presidente
de Pesquisa do Gartner,
Gene Alvarez. "As
soluções
de SaaS para comércio
eletrônico
permitem que as
companhias que não
tinham condições
de implantar sistemas
de e-commerce próprios
passem a competir
online. Eles oferecem
páginas de
internet completas
e permitem que os
fornecedores de
SaaS para e-commerce
formatem serviços
específicos
para cada cliente",
acrescentou.
Mesmo
assim, o Gartner
acredita que pelos
próximos
dois anos, haverá
mais movimentação
das empresas na
melhoria de suas
páginas de
e-commerce atuais
do que na contratação
de SaaS para essa
área. Isso
ocorre, entre outros
motivos, por conta
do medo das companhias
de que seus competidores
adotarão
o mesmo serviço,
limitando sua vantagem
competitiva; porque
os atuais sistemas
não suportam
serviços
de vendas para outras
empresas; pela preocupação
de que o sistema
não irá
se integrar corretamente
com outros aplicativos
já em uso
pela companhia;
e pela falta de
confiança
em relação
à segurança
das informações
de clientes e da
própria empresa,
gerenciada por esses
sistemas.
"O
SaaS para o comércio
eletrônico
é uma solução
viável para
algumas empresas,
porém, elas
precisam decidir
com base na capacidade
do fornecedor de
atender seus requisitos
técnicos
e funcionais, assim
como adaptar a forma
de pagamento da
assinatura",
afirma Alvarez.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Tecnologia
de análise
biométrica
vai movimentar US$
7,3 bilhões
por ano em 2013,
diz ABI
Valor Online
28/07/2008
SÃO
PAULO - O mercado
de tecnologia de
segurança
baseado em informações
biométricas
(que utilizam partes
do corpo como senha
de acesso a equipamentos
e informações
protegidas) deverá
movimentar US$ 7,3
bilhões em
2013, contra US$
3 bilhões
neste ano.
Segundo
a consultoria ABI
Research, o
interesse nesse
tipo de tecnologia
começou a
tomar forma no início
da década,
por conta do medo
gerado pelos ataques
terroristas de 11
de setembro de 2001.
De lá para
cá, embora
a biometria tenha
crescido lentamente,
as integradoras
que apostaram nessa
tecnologia têm
trabalhado para
provar sua importância
e eficiência,
assim como para
permitir que possa
ser utilizada de
forma ampla.
"Ao
longo dos próximos
cinco anos o esforço
para criar padrões
para tecnologias
de biometria será
recompensado com
um crescimento significativo
na adoção
desses sistemas",
afirma o analista
da consultoria,
Jonathan Collins.
O
crescimento, afirma
a ABI, será
liderado pela maior
ênfase na
segurança
tanto no setor público
como no privado.
Ele, porém,
estará limitado
ao surgimento de
padrões tecnológicos
que permitam seu
uso por mais sistemas
integrados.
Sistemas
de reconhecimento
da face, da voz,
da íris e
da mão já
surgiram e estão
sendo adotados de
forma independente.
Em conjunto com
a análise
de impressões
digitais, continuarão
a ser as informações
biométricas
mais utilizadas
nos próximos
anos. Ainda assim,
na opinião
da ABI, será
essencial que as
empresas entendam
o potencial de cada
uma dessas tecnologias,
assim como de sua
combinação,
para melhor proteger
suas informações
e equipamentos.
A
consultoria também
identifica uma outra
vertente de interesse
em biometria: seu
uso como forma conveniente
e mais simples de
acelerar transações
do dia-a-dia. Segundo
a ABI, os dados
biométricos
já começam
a ser utilizados
para permitir acesso
a notebooks, celulares
e para simplificar
e acelerar o processo
de acesso a informações
protegidas. Na opinião
da ABI, a biometria
vai, cada vez mais,
ser utilizada para
proteger dados privados
e pessoais, além
de informações
públicas.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
SAP
tem lucro 9% menor
no trimestre, mas
eleva expectativas
para o ano
Valor Online
29/07/2008
SÃO
PAULO - A gigante
alemã de
softwares corporativos
SAP
registrou lucro
líquido de
408 milhões
de euros no segundo
trimestre, uma queda
de 9% em relação
a igual período
do ano passado.
A retração,
motivada por gastos
relacionados à
compra da Business
Objects, porém,
não impediu
a companhia de elevar
suas expectativas
para o fechado do
ano.
O
faturamento da empresa
aumentou 18%, chegando
a 2,86 bilhões
entre abril e junho.
As vendas de softwares
cresceram 25%, para
898 milhões
de euros e as receitas
com suporte a softwares
se elevaram em 16%,
para 1,099 bilhão
de euros. Na área
de serviços,
o faturamento da
SAP aumentou 12%,
para 768 milhões
de euros.
"Podemos
atribuir nossa forte
performance à
boa execução
geral e à
continuidade da
robustez em todas
as três principais
áreas de
nossa atividade,
as empresas estabelecidas,
o mercado intermediário
e as soluções
para o usuário",
afirmou a companhia
em nota.
O
resultado, considerado
positivo, levou
a SAP a elevar sua
expectativa de faturamento
para o ano. A companhia,
que esperava um
aumento nas receitas
de 24% a 27%, afirma
que suas vendas
neste ano devem
crescer a uma taxa
mais próxima
dos 27%. Além
disso, a SAP acredita
que encerrará
o ano com margem
operacional dentro
da faixa que previa
anteriormente, entre
28,5% e 29% - embora
agora afirme que
o resultado ficará
próximo da
parte superior desse
intervalo.
Essas
expectativas são
expressas fora do
padrão de
contabilidade dos
EUA (US GAAP), ao
contrário
dos outros números
desse balanço.
Elas também
não incluem
impactos negativos
da compra de 4,8
bilhões de
euros da Business
Objects, negócio
que foi completado
no início
deste ano.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Aplicações
profissionais para
sistemas GPS apresentam
taxa de crescimento
anual de 25%
Valor Online
28/07/2008
SÃO
PAULO - As aplicações
profissionais e
industriais de sistemas
de localização
por GPS, embora
menos conhecidas
que aquelas voltadas
para os consumidores,
devem apresentar
crescimento significativo
nos próximos
anos. Em média,
esse segmento tem
expansão
de 25% ao ano, afirma
a consultoria ABI
Research.
Utilizados
para agricultura
de precisão,
controle de máquinas
de construção
e para equipar aeronaves
e embarcações,
os aparelhos GPS
profissionais tem
sido cada vez mais
adotados por companhias
que necessitam de
informações
de posicionamento
de qualidade e seguras.
"Enquanto
o segmento de GPS
industrial de precisão
continua a desfrutar
de níveis
de crescimento de
até 25%,
eles não
conseguem acompanhar
a taxa de crescimento
de três dígitos
que tem sido observada
em alguns segmentos
de consumo, como
aparelhos pessoais
de navegação
por GPS", afirma
o analista da consultoria
Dominique Bonte.
"Ainda assim,
os segmentos de
GPS industrial são
caracterizados por
terem crescimento
mais estável
e sustentam margens
mais altas em comparação
aos mercados de
consumo, sujeitos
a tendências
voláteis
e lucratividade
decrescente",
diz.
Segundo
a ABI Research,
para obter exatidão
na casa dos centímetros,
e mesmo na dos milímetros,
a tecnologia GPS
é levada
ao extremo nessas
aplicações.
Os aparelhos industriais
utilizam duas freqüências
diferentes e sistemas
de Cinemática
em Tempo Real (RTK,
na sigla em inglês),
que combinam sinais
de informação
e de correção
para compensar erros
na medição
causados pela atmosfera
e por diferenças
nos horários
de medição.
Normalmente, esses
aparelhos profissionais
são complementares
a sistemas de posicionamento
por sonar, radar,
rádio, laser
e mesmo óticos.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)