Agronegócio
Marfrig
vai exportar carne
aos EUA de unidades
no Uruguai e Argentina
Valor Online
04/08/2008
SÃO
PAULO - O frigorífico
Marfrig
vai continuar exportando
carne para os Estados
Unidos a partir
de suas unidades
localizadas no Uruguai
e Argentina. Essas
unidades vão
embarcar carne cozida
e "beef jerky"
(espécie
de carne seca) para
o mercado americano
enquanto as exportações
brasileiras estiverem
suspensas. No primeiro
semestre de 2008
as vendas de carne
cozida aos Estados
Unidos representaram
4,2% das exportações
de carne bovina
processada da Marfrig
a partir do Brasil,
informa comunicado
da empresa.
O
Ministério
da Agricultura suspendeu
a emissão
do Certificado Sanitário
Internacional que
permite a exportação
de a carne bovina
processada para
os EUA até
que seja analisado
o cumprimento das
exigências
feitas pelos americanos.
Nesta semana, o
Ministério
começa a
fazer auditorias
nos frigoríficos
brasileiros habilitados
a vender para esse
mercado. Além
disso, Brasil e
EUA fecharam uma
agenda de ações
corretivas, que
inclui o treinamento
e reciclagem de
técnicos
de inspeção,
dos frigoríficos
e das auditorias.
O relatório
dessas ações
será enviado
pelo governo brasileiro
ao órgão
responsável
no governo americano,
que depois irá
agendar uma missão
para nova inspeção
amostral até
o fim do mês
de agosto.
Em
15 de agosto, a
Marfrig começa
a produzir na unidade
arrendada de Fray
Bentos, no Uruguai,
o que vai ampliar
o fornecimento de
produtos para os
EUA. Essa unidade
tem capacidade de
produção
de 115 toneladas
diárias de
produtos enlatados
e 10 toneladas ao
dia de "beef
jerky".
Minerva
paga US$ 4 milhões
por controle de
frigorífico
paraguaio
Valor Online
07/08/2008
SÃO
PAULO - A Minerva
iniciou processo
de expansão
no Mercosul ao anunciar
hoje a aquisição
de 70% do capital
social da paraguaia
Friasa, que é
arrendatária
em Assunção
de uma planta frigorífica
com capacidade de
abate de 700 cabeças
de gado por dia.
A Minerva, que desembolsou
US$ 4 milhões
na operação,
tem como estratégia
a inserção
em novos mercados
através do
país vizinho,
que é livre
de aftosa com vacinação.
Os
termos do negócio
estabelecem que
a Friasa arrendará
o frigorífico
em Assunção
pelo período
de cinco anos, prorrogável
por igual período.
Embora o investimentos
seja modesto, a
Minerva aposta no
potencial de produção
e de vendas externas
do país,
bem como no avanço
das negociações
de abertura do mercado
europeu para a carne
paraguaia.
Oitavo
maior exportador
de carne bovina
do mundo, o Paraguai
envia carne bovina
atualmente para
destinos como Rússia,
África do
Sul, Vietnã,
Israel e Hong Kong
e Chile, sendo que
neste último
país tem
55% do mercado.
Bancos
Unibanco
melhora projeção
para carteira de
crédito em
2008
Valor Online
07/08/2008
SÃO
PAULO - Assim como
ocorreu nos três
primeiros meses
deste ano, o Unibanco
viu no segundo trimestre
um desempenho acima
do esperado em suas
carteiras de crédito
voltadas a grandes
empresas e ao financiamento
de veículos.
Por esse motivo,
o banco decidiu
fixar na ponta mais
alta a sua estimativa
para expansão
do crédito
em 2008, que passou
de um intervalo
de 20% a 25% para
25% cravados.
Assim
como fizeram Bradesco
e Itaú, o
vice-presidente
corporativo do Unibanco,
Geraldo Travaglia,
confirmou que a
demanda das grandes
empresas por crédito
bancário
doméstico
cresceu diante da
crise financeira
internacional, que
encareceu a captação
de recursos no exterior.
Como têm projetos
de expansão
em andamento, essas
companhias optaram
pelos bancos locais
para não
terem de adiar seus
planos.
Diante
desse cenário,
o Unibanco elevou
para até
20% a sua projeção
de expansão
para os empréstimos
às grandes
companhias, ante
intervalo de 10%
a 15% estimado anteriormente.
Além
disso, o bom momento
vivido pela indústria
automobilística
nacional está
refletido na carteira
de financiamento
de veículos
do Unibanco, que
avançou 86,9%
em relação
ao segundo trimestre
de 2007, para um
saldo de R$ 10,76
bilhões registrado
em 30 de junho último.
Para esse setor,
a projeção
do banco para 2008
é de uma
expansão
de 45% sobre 2007.
Travaglia
disse ainda que
o aperto monetário
iniciado em abril
pelo Banco Central
(BC) ainda não
teve efeito sobre
a carteira de crédito
do Unibanco, tanto
na expansão
dos empréstimos
quanto na inadimplência.
Disse, no entanto,
que o banco vem
trabalhando no sentido
de evitar uma contaminação
da carteira, em
especial no segmento
de veículos,
que mostra maior
expansão.
A
estratégia,
segundo ele, é
priorizar o financiamento
de automóveis
zero quilômetro
comercializados
em concessionárias,
evitando as lojas
multimarcas localizadas
nas periferias dos
grandes centros
urbanos.
O
Unibanco está
alinhado ao bloco
mais conservador
das instituições
nacionais quando
se fala em projeção
para a taxa de juros.
Diferente da maioria,
o banco acredita
que a Selic continuará
subindo durante
todo o ano de 2009,
chegando a dezembro
do ano que vem em
15,25% ao ano.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Unibanco
registra lucro de
R$ 756 milhões
no 2º trimestre
Valor Online
07/08/2008
SÃO
PAULO - O Unibanco
obteve lucro
líquido de
R$ 756 milhões
no segundo trimestre
de 2008, abaixo
dos R$ 841 milhões
somados um ano antes.
Naquela ocasião,
a instituição
registrou R$ 203
milhões em
fatores não
recorrentes. Desconsiderando
esses eventos, o
ganho foi de R$
638 milhões
entre abril e junho
de 2007.
Ao
fim de junho deste
calendário,
o patrimônio
líquido do
Unibanco equivalia
a R$ 12,697 bilhões,
alta de 17,6% no
confronto com junho
de 2007, e os ativos
totais somavam R$
171,972 bilhões,
com elevação
anual de 32,7%.
"Desse
crescimento, destaca-se,
principalmente,
a evolução
de R$ 17,3 bilhões
da carteira de crédito,
sobretudo nos segmentos
de financiamento
de automóveis,
PME, cartões
de crédito
e na carteira de
originação
própria de
crédito consignado",
observou em nota
distribuída
nesta quinta-feira.
Conforme
a instituição,
a carteira de crédito
atingiu R$ 68,991
bilhões em
junho de 2008. Um
ano antes, havia
alcançado
R$ 51,664 bilhões.
No
primeiro semestre
deste exercício,
o Unibanco verificou
lucro líquido
de R$ 1,497 bilhão,
acima do R$ 1,422
bilhão da
primeira metade
do calendário
anterior.
Lucro
do BicBanco triplica
para R$ 104 milhões
no trimestre
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - O BicBanco
encerrou o segundo
trimestre do ano
com lucro líquido
de R$ 104,7 milhões,
resultado mais de
três vezes
superior que os
R$ 33 milhões
observados em igual
período do
ano passado. A rentabilidade
sobre o patrimônio
(ROAE) foi de 27,5%
no trimestre, alta
de 10 pontos percentuais
no comparativo anual.
No
semestre, o banco,
que tem foco no
crédito para
empresas de pequeno
e médio porte
(middle markert),
embolsou R$ 196,6
milhões,
alta de 142% sobre
os R$ 81,2 milhões
obtidos de janeiro
a junho de 2006.
O ROAE foi de 25,5%.
Em
12 meses, as operações
de crédito
da instituição
subiram 57%, somando
R$ 9,171 bilhões.
O crédito
corporativo representava
94,1% das operações,
compreendido por
empresas de médio
e grande portes.
O crédito
consignado correspondia
a 4,6% e o crédito
pessoal, a 1,3%
do total da carteira.
O
resultado da intermediação
financeira cresceu
90%, para R$ 203,4
milhões entre
abril e junho, enquanto
as receitas avançaram
36% e as despesas
com intermediação
subiram 10,7%. Já
a receita com a
prestação
de serviços
aumentou 50,8%,
somando R$ 15,7
milhões.
O
saldo da linha de
capital de giro,
principal produto
do banco, somou
R$ 5,158 bilhões
ao final de junho,
representando 56,2%
do total da carteira
de crédito,
com crescimento
94,7% nos últimos
12 meses.
Os
empréstimos
vencidos a partir
de 15 dias representavam
0,7% do total da
carteira de crédito.
Segundo o banco,
o ambiente econômico
favorável
tem contribuído
para que esta relação
tenha permanecido
abaixo de 2% nos
últimos 3
anos.
No
encerramento do
trimestre, as provisões
para cobertura de
créditos
de liquidação
duvidosa acumularam
um montante de R$
167,2 milhões,
saldo 40,8% superior
ao do segundo trimestre
de 2007. De acordo
com banco, a provisão
mantém um
índice confortável
de cobertura de
260,7% sobre os
créditos
vencidos a partir
de 15 dias, e de
68,5% sobre a carteira
D-H (de maior risco).
As
despesas operacionais
subiram 29%, para
R$ 34,2 milhões
e as despesas administrativas
somaram R$ 29,1
milhões,
alta de 34,8%. O
resultado operacional
somou R$ 109,9 milhões,
crescimento de 153%
sobre o segundo
trimestre do ano
passado.
Os
ativos totais do
banco somavam R$
11,9 bilhões
ao final de junho
no segundo trimestre
de 2008, apresentando
uma expansão
de 8,9% no trimestre
e evolução
de 34,4% no período
de 12 meses.
O
volume de recursos
captados atingiu
R$ 8,851 bilhões
no trimestre, com
aumento de 50,7%
nos últimos
12 meses. Os depósitos
a prazo, principal
fonte de recursos,
totalizaram R$ 5,253
bilhões e
registraram crescimento
69,9% no mesmo período.
Os
depósitos
a vista, de poupança
e interfinanceiros
somaram R$ 592,2
milhões.
O Fundo de Investimento
em Direitos Creditórios
(FIDC) de crédito
consignado lançado
em março
de 2008 registrou
R$ 160,2 milhões
e as obrigações
por repasses do
BNDES outros R$
24,3 milhões.
A captação
externa atingiu
R$ 1,607 bilhão,
aumento de 26,2%
no comparativo anual.
No
trimestre, o índice
de eficiência
alcançou
34,8%, o que representa
melhora de 14,2
pontos percentuais
sobre o segundo
trimestre de 2007.
O índice
aponta o quanto
os custos representam
da receita.
Itaú
lucra R$ 2,041 bi
no 2º trimestre
e R$ 4,084 bi no
semestre
Valor Online
05/08/2008
SÃO
PAULO - O Itaú
encerrou o primeiro
semestre de 2008
com lucro líquido
consolidado de R$
4,084 bilhões,
excedendo em 1,7%
os R$ 4,016 bilhões
acumulados em mesmo
período do
ano passado. O lucro
recorrente avançou
6,2%, indo de R$
3,820 bilhões
para R$ 4,057 bilhões.
Os
ativos totais da
instituição
somavam R$ 343,870
bilhões ao
fim de junho frente
aos R$ 255,417 bilhões
registrados um ano
antes, elevação
de 34,6%. A carteira
de crédito,
incluindo avais
e fianças,
expandiu-se 41,3%
em relação
a igual período
do exercício
anterior, situando-se
em R$ 148,1 bilhões.
"No
Brasil, a carteira
de crédito
livre, pessoa física,
avançou 38,3%
em relação
a junho de 2007,
atingindo R$ 62,3
bilhões e
o segmento de micro,
pequenas e médias
empresas cresceu
66,2% em relação
ao mesmo período
do ano anterior,
totalizando R$ 29,8
bilhões",
informou o Itaú
em nota.
O
patrimônio
líquido consolidado
aumentou 14,3%,
para R$ 30,341 bilhões,
ante os R$ 26,545
bilhões em
junho de 2007.
Apenas
no segundo trimestre
deste exercício,
o Itaú verificou
lucro líquido
consolidado de R$
2,041 bilhões,
menor do que os
R$ 2,115 bilhões
obtidos em intervalo
correspondente de
2007. O lucro recorrente
foi de R$ 2,079
bilhões,
comparável
ao R$ 1,919 bilhão
apurado um ano antes.
Bradesco
confirma abertura
de corretoras na
Ásia e no
Oriente Médio
Valor Online
04/08/2008
SÃO
PAULO - O presidente
do Bradesco,
Márcio Cypriano,
confirmou hoje a
intenção
do banco de abrir
três corretoras
na Ásia e
no Oriente Médio.
As unidades serão
instaladas em Tóquio
(Japão),
Dubai (Emirados
Árabes) e
Hong Kong (China).
De
acordo com o executivo,
as corretoras serão
focadas na distribuição
primária
e secundária
de ativos de renda
fixa e variável,
e devem estar funcionando
até o final
deste ano. Os investimentos
programados para
a instalação
das corretoras é
de US$ 50 milhões.
Dando
maior ênfase
a Dubai, Cypriano
informou que as
três localidades
apresentam grande
demanda por investimentos
em ativos brasileiros.
" Não
podemos perder essa
oportunidade "
, disse o executivo.
Ele não descarta
aquisições
de corretoras no
exterior, mas informou
que não há
nenhum negócio
sendo observado
no momento.
Cypriano
apresentou hoje
os resultados do
Bradesco referentes
ao segundo trimestre
deste ano, quando
obteve lucro líquido
de R$ 2 bilhões,
uma alta de 11,1%
em relação
ao mesmo período
do ano passado,
quando o ganho somou
R$ 1,8 bilhão.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Bradesco
obtém lucro
maior no 1º
semestre, de R$
4,105 bilhões
Valor Online
04/08/2008
SÃO
PAULO - O primeiro
semestre de 2008
significou para
o Bradesco
um lucro líquido
de R$ 4,105 bilhões,
sendo R$ 2,636 bilhões
provenientes das
atividades financeiras
e R$ 1,469 bilhão
advindos das operações
do grupo em seguro
e previdência.
Nos seis primeiros
meses do ano passado,
o banco obteve lucro
de R$ 4,007 bilhões.
Em
uma base ajustada,
o lucro semestral
foi de R$ 3,909
bilhões frente
aos R$ 3,506 bilhões
verificados entre
janeiro e junho
de 2007.
A
carteira de crédito,
incluindo avais,
fianças,
valores a receber
com cartões
de crédito
(compras parceladas
e à vista)
e cessão
de crédito
(FIDC), somou R$
181,602 bilhões
ao final de junho,
com elevação
de 38,8% em relação
ao mesmo intervalo
do exercício
anterior. As operações
com pessoas físicas
corresponderam a
R$ 65,872 bilhões
e as com pessoas
jurídicas
ficaram em R$ 115,730
bilhões,
avanço respectivo
de 32,2% e 42,9%.
No
primeiro semestre
de 2008, o patrimônio
líquido do
banco aumentou 22,5%
no confronto com
os mesmos seis meses
do calendário
passado, atingindo
R$ 33,711 bilhões.
Em
junho, o Bradesco
registrou ativos
totais de R$ 403,271
bilhões,
com acréscimo
de 38,8% no confronto
com intervalo equivalente
de 2007. O retorno
anualizado sobre
os ativos totais
médios foi
de 2,3%. Em mesmo
período do
ano anterior, chegou
a 2,9%.
Apenas
no segundo trimestre,
o lucro líquido
da instituição
foi de R$ 2,002
bilhões.
Construção
Lucro
da Lopes cresce
19% no 2º trimestre
e alcança
R$ 16,8 milhões
Valor Online
08/08/2008
SÃO
PAULO - A Lopes
(LPS Brasil), empresa
de consultoria e
intermediação
de vendas e lançamentos
imobiliários,
registrou lucro
líquido de
R$ 16,8 milhões
no segundo trimestre
deste ano, o que
representa um aumento
de 19,2% em relação
ao mesmo intervalo
de 2007, quando
o ganho líquido
havia sido de R$
14,1 milhões.
Em termos ajustados,
sem considerar a
amortização
de ágio,
o lucro da empresa
ampliou-se 39%,
para R$ 19,9 milhões,
ante os R$ 14,3
milhões apurados
um ano antes, também
em termos ajustados.
Ainda
na comparação
entre o segundo
trimestre de 2007
e o de 2008, a receita
líquida operacional
avançou 136%,
de R$ 32 milhões
para R$ 75,8 milhões.
As despesas também
cresceram, para
R$ 32,4 milhões,
acima dos R$ 9,7
milhões apurados
no segundo trimestre
do ano passado.
O
Ebtida ajustado
(lucro antes da
participação
dos minoritários,
do imposto de renda
e contribuição
social, resultado
financeiro líquido,
depreciação,
amortização
e resultado não
operacional) cresceu
88% no intervalo
e somou R$ 34,3
milhões.
A empresa afirma,
entretanto, que
se for desconsiderado
o desempenho no
Rio de Janeiro,
que ficou abaixo
do esperado, a margem
Ebtida (relação
com a receita líquida)
seria de 50,6% no
período e
não de 25,8%.
As
vendas contratadas
totalizaram R$ 3,279
bilhões,
valor 191% maior
do que o registrado
entre abril e junho
de 2007. Segundo
a companhia, 93%
desse montante derivou
de lançamentos.
Do total contratado,
São Paulo
representou 50%
e Rio de Janeiro,
18%. Outros mercados
responderam por
32% das vendas.
Foram
vendidas no trimestre
12.543 unidades,
com expansão
de 226% em relação
ao número
apurado um ano antes.
A empresa afirma
que essa evolução
se deve à
expansão
geográfica
da atuação
da companhia e ao
crescimento orgânico
das unidades em
São Paulo.
Brasil
Brokers faz aquisição
de R$ 12,6 milhões
na Bahia
Valor Online
07/08/2008
SÃO
PAULO - Em linha
com sua estratégia
de expansão
geográfica,
a holding de corretoras
de imóveis
Brasil
Brokers anunciou
a compra de 70%
da Triumphe Consultoria
Imobiliária,
empresa com atuação
no mercado da Bahia.
De
acordo com Fato
Relevante divulgado
pela companhia,
valor estimado da
aquisição
é de R$ 12,6
milhões no
cenário base,
o que corresponde
a seis vezes o lucro
líquido auditado
a ser apurado nos
próximos
12 meses.
O
pagamento será
feito em três
parcelas sendo a
primeira delas um
sinal de R$ 6,3
milhões,
divididos da seguinte
maneira: R$ 4,2
milhões em
dinheiro e R$ 2,1
milhões em
ações
da companhia.
As
demais parcelas
serão pagas
posteriormente,
de forma que o valor
total final pago
será 50%
em dinheiro e 50%
em ações.
A
Brasil Brokers também
terá a opção
de compra da participação
remanescente de
30% no futuro, com
base na cotação
da ação
da companhia na
Bovespa. Da mesma
forma os vendedores
terão opção
de venda da participação
de 30%, só
que com um desconto.
A
aquisição
ainda tem que ser
aprovada pelos acionistas
em assembléia
geral.
CCP
se associa com empresa
americana para atuar
com galpões
no Brasil
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - A Cyrela
Commercial Properties
(CCP) firmou parceria
a norte-americana
AMB Property Corporation
para atuar no segmento
de galpões
industriais e centros
de distribuição
no Brasil. O capital
da sociedade, que
será chamada
de AMB CCP Logística,
será dividido
em 50% para cada
um dos parceiros.
Pela
sociedade, a ser
formalizada em 45
dias, a administração
também será
partilhada, com
membros de ambas
as empresas na Diretoria
e no Conselho Consultivo.
A empresa não
detalhou os termos
financeiros da parceria.
"O
objetivo da parceria
consiste em aliar
o conhecimento da
CCP no mercado industrial
brasileiro com a
experiência
e know how da AMB
no mercado industrial
internacional",
informou a companhia
em seu comunicado.
Satipel
vai tomar financiamento
de R$ 92 milhões
no BNDES
Valor Online
05/08/2008
SÃO
PAULO - A Satipel
divulgou hoje um
comunicado ao mercado
em que informa que
sua diretoria aprovou
as condições
de um financiamento
que a empresa tomará
no Banco
Nacional de Desenvolvimento
Econômico
e Social (BNDES).
A
empresa, que atua
no segmento de móveis,
vai receber um empréstimo
de R$ 92,155 milhões
para custear os
investimentos e
o capital de giro
para a implantação
de uma nova linha
de painéis
de madeira aglomerada
MDP (Medium Density
Particleboard) na
fábrica de
Taquari, no Rio
Grande do Sul.
Indústria
Automoblística
Anfavea
mantém previsões
para mercado em
2008 apesar de alta
nos juros
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - A
Associação
Nacional dos Fabricantes
de Veículos
Automotores (Anfavea)
manteve suas previsões
para o mercado automobilístico
neste ano. Segundo
a entidade, apesar
do aumento nos juros
no país,
a decisão
foi por manter,
pelo menos por agora,
suas expectativas
para 2008.
Assim,
a Anfavea acredita
que o país
fechará o
ano com vendas de
3,06 milhões
de veículos,
uma expansão
de 24,2% em relação
a 2007. Desse total,
2,64 milhões
serão veículos
nacionais (alta
de 21%) e 415 mil
importados (expansão
de 49,8%). A entidade
ainda estima as
vendas de máquinas
agrícolas
em 53,1 mil até
o fim de 2008, 38,6%
mais que no ano
anterior.
As
exportações,
segundo a Anfavea,
deverão cair
1% em unidades,
para um total de
780 mil veículos.
Em valores, porém,
haverá alta
de 7,4%, para US$
14,5 bilhões.
Por
fim, a produção
de automóveis
deve crescer, segundo
a Anfavea, 15% neste
ano, para 3,425
milhões de
veículos.
No caso das máquinas
agrícolas,
a alta entre 2007
e 2008 será
de 30,8%, para um
total de 85 mil
unidades.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Brasil
ultrapassa França
e é o sexto
maior fabricante
de veículos
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - O Brasil
ultrapassou a França
no primeiro semestre
deste ano e, com
2,01 milhões
de veículos
produzidos entre
janeiro e julho,
é agora o
sexto maior fabricante
do mundo. Segundo
a Associação
Nacional dos Fabricantes
de Veículos
Automotores (Anfavea),
no ano passado o
país era
o sétimo
maior fabricante,
atrás de
Japão, China,
EUA, Alemanha, Coréia-do-Sul
e França.
As cinco primeiras
posições
do ranking permaneceram
inalteradas até
julho.
De
acordo com a entidade,
o país tem
ainda capacidade
potencial para atingir
uma produção
de 3,85 milhões
de unidades neste
ano. Para 2009,
já considerando
os planos de expansão
das montadoras instaladas
no país,
a previsão
é que a capacidade
aumente para 4 milhões.
A Anfavea, porém,
acredita que a capacidade
poderá crescer
ainda mais.
"Os
anúncios
de grandes investimentos
não acabaram",
afirmou o presidente
da entidade, Jackson
Schneider. "Acredito
que, nos próximos
meses, devem ocorrer
novos anúncios
de investimentos",
acrescentou.
Segundo
ele, mesmo sem anúncios
de aplicações
em expansão
de capacidade, as
empresas trabalham
constantemente para
elevar seu potencial
de produção.
Para Schneider,
o limite da capacidade
da indústria
automotiva brasileira
é "elástico".
"Há
um outro esforço,
praticamente contínuo
das montadoras,
para elevar capacidade
além dos
pesados investimentos,
que é o aumento
da produtividade
das linhas existentes",
explica. "As
montadoras examinam
continuamente os
gargalos da produção,
para resolver problemas
e elevar sua capacidade",
completou.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Licenciamento
de veículos
avança 32,6%
em julho em relação
a 2007
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - As montadoras
de veículos
instaladas no Brasil
licenciaram 288,1
mil veículos
em julho, informou
a Associação
Nacional dos Fabricantes
de Veículos
Automotores
(Anfavea).
O
volume refere-se
aos automóveis
novos nacionais
e importados com
base nos dados do
Departamento Nacional
de Trânsito
(Denatran).
Os
licenciamentos do
sétimo mês
de 2008 foram 32,6%
acima dos registrados
no mesmo período
do ano passado,
quando foram comercializadas
no varejo 217,4
mil unidades. Ante
junho, o crescimento
foi de 12,6%, ocasião
em que foram emplacados
256 mil veículos.
De
janeiro a julho
deste ano, foram
licenciados 1,7
milhão de
veículos,
aumento de 30,4%
perante igual intervalo
de 2007 (1,3 milhão).
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Produção
de veículos
sobe 19,8% em julho
perante 2007, mostra
Anfavea
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - As montadoras
instaladas no país
produziram 320,1
mil veículos
em julho, um crescimento
de 19,8% em relação
ao mesmo mês
do ano passado,
quando foram fabricadas
267,1 mil unidades.
Perante junho (309,2
mil), o aumento
foi de 3,5%.
No
acumulado do ano,
foram produzidos
2,01 milhões
de veículos,
alta de 21,8% ante
o intervalo de janeiro
a julho de 2007.
A
informação
foi divulgada nesta
manhã pela
Associação
Nacional dos Fabricantes
de Veículos
Automotores (Anfavea).
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Mineração
Vale
admite rever para
cima investimentos
de US$ 59 bilhões
até 2012
Valor Online
07/08/2008
RIO
- O presidente-executivo
da Vale do Rio Doce,
Roger Agnelli, afirmou
que a empresa pode
rever para cima
o valor de investimentos
de US$ 59 bilhões
previstos para ocorrerem
até 2012
nos projetos em
desenvolvimento
atualmente.
"A
tendência
é elevar
os investimentos
de US$ 59 bilhões,
principalmente onde
há mais recursos
para crescer, mais
reservas para crescer,
que é nas
áreas de
cobre e de carvão",
frisou o executivo.
A
previsão
da companhia é
de que a produção
de carvão
passe dos 2,2 milhões
de toneladas de
2007 para 15 milhões
de toneladas em
2012, mas Agnelli
afirmou que esse
volume pode atingir
40 milhões
de toneladas.
Entre
os projetos da companhia
para o produto estão
Moatize, em Moçambique,
e minas em desenvolvimento
na Austrália.
Segundo o executivo,
o desenvolvimento
de uma segunda fase
em Moatize e a utilização
da mina australiana
de Belvedere podem
contribuir para
que as 40 milhões
de toneladas sejam
atingidas.
Na
área de cobre,
a Vale projeta pular
dos 284 mil toneladas
métricas
produzidas no ano
passado para 592
mil toneladas métricas
em 2012, mas Agnelli
não descarta
chegar a 1 milhão
de toneladas métricas
no período.
O
executivo frisou
que o objetivo primário
da companhia é
o crescimento orgânico,
mas não descartou
a possibilidade
de aquisições.
Ele ressalva, entretanto,
que considera improvável
a compra de uma
grande empresa.
"A
prioridade é
crescimento orgânico
e uma aquisição
é possível,
sempre é
possível.
Mas não é
provável,
porque tudo depende
de preços,
de retorno e pouquíssimas
empresas no mundo
têm o pipeline
de projetos como
tem a Vale",
disse. "Uma
grande aquisição
não é
provável.
Pequenas aquisições
sim, para reforçar
a nossa base de
ativos", acrescentou.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Agnelli
acredita que Vale
terá ano
superior a 2007
Valor Online
07/08/2008
RIO
- Os resultados
obtidos pela
Vale do Rio Doce
no segundo trimestre
levaram o presidente-executivo
da mineradora, Roger
Agnelli, a frisar
que 2008 deverá
ser um ano melhor
para a empresa do
que 2007, quando
a companhia registrou
lucro líquido
recorde, de R$ 20
bilhões.
A companhia fechou
os seis primeiros
meses deste ano
com lucro líquido
de R$ 6,827 bilhões,
de acordo com as
normas contábeis
brasileiras.
No
primeiro trimestre
do ano, a mineradora
encarou problemas
como um acidente
no porto fluminense
de Guaíba
e as seguidas paralisações
do transporte da
ferrovia Carajás,
por força
de invasões,
eventos que afetaram
o desempenho entre
janeiro e março.
Desde então,
segundo Agnelli,
as operações
da empresa se mostraram
mais consistentes,
com recorde de produção
de minério
de ferro e os benefícios
do reajuste de 65%
para o produto.
Mesmo
as recentes quedas
das commodities
metálicas
foram consideradas
normais por Agnelli.
Na visão
do executivo, depois
de bater no teto
de US$ 55 mil por
tonelada no ano
passado, os preços
do níquel
caíram hoje
para a casa de US$
18 mil por tonelada,
"mais condizente
com a realidade
de oferta e demanda
no mercado internacional".
"Então
certamente o ano
de 2008 será
o melhor ano da
história
da Vale, tanto em
termos de produção,
quanto em termos
de crescimento de
capacidade de produção,
e também
em termos de resultados",
frisou o presidente
da mineradora.
Para
o executivo, a despeito
da crise desencadeada
pelo setor subprime
nos Estados Unidos,
os países
que mais demandam
a produção
da Vale - China
e Brasil principalmente
- continuam apresentando
crescimento robusto.
"Vemos
um cenário
muito positivo para
os negócios
de recursos naturais
no mundo inteiro",
afirmou Agnelli.
"No mês
de julho já
tivemos um desempenho
bem melhor do que
a média do
segundo trimestre
do ano, o que deverá
ser o comportamento
até o final
do ano", acrescentou.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Mudança
em lei contábil
dobraria lucro da
Vale no trimestre
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - O processo
de convergência
do sistema contábil
brasileiro para
o padrão
internacional, conhecido
como IFRS, deve
trazer mudanças
significativas a
partir do ano que
vem, quando a maior
parte dos dispositivos
da lei 11.638/07,
que altera a Lei
das S.A., estiver
regulamentada.
Segundo
informação
divulgada pela Vale
do Rio Doce
em seu relatório
sobre o desempenho
financeiro no segundo
trimestre, se a
mudança na
forma de contabilização
das variações
cambiais tivesse
sido aplicada, ela
aumentaria o lucro
da companhia em
R$ 4,655 bilhões
no período
de abril a junho
deste ano, que passaria
a somar R$ 9,228
bilhões.
A
alteração
na forma de se contabilizar
os efeitos das variações
cambiais sobre investimentos
no exterior está
prevista na Deliberação
nº 534 da Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM), que adota
o Pronunciamento
contábil
número 2
emitido pelo Comitê
de Pronunciamentos
Contábeis
(CPC).
Por
esta nova regra,
que passa a ser
obrigatória
a partir do balanço
fechado deste ano
que for publicado
em 2009, os efeitos
desta variação
contábil
passam a ser registrados
no patrimônio
líquido da
empresa, e não
afetam mais na demonstração
de resultados (ou
o lucro), como ocorre
hoje.
No
primeiro trimestre,
pelo mesmo motivo,
o efeito positivo
no lucro da Vale
seria de R$ 829
milhões.
No semestre, a mudança
no sistema de contabilização
da variação
cambial ampliaria
o lucro da Vale
em R$ 5,484 bilhões,
que passaria de
R$ 6,826 bilhões
para R$ 12,310 bilhões.
(Fernando
Torres | Valor Online)
Vale
investe US$ 1,6
bi em navios para
entregar minério
na China
Valor Online
04/08/2008
SÃO
PAULO - A Vale
do Rio Doce
informou que encomendou
a construção
de 12 navios graneleiros
à Rongsheng
Shipbuilding and
Heavy Industries.
Os navios terão
capacidade de 400
mil toneladas cada
e serão usados
para o transporte
de minério
de ferro entre o
Brasil e Ásia,
com destaque para
a China.
O
investimento total
previsto na construção
das embarcações
é de US$
1,6 bilhão,
sendo que o primeiro
navio tem entrega
prevista para o
início de
2011 e os demais
devem ficar prontos
até o fim
de 2012. "Os
navios encomendados
são os maiores
navios graneleiros
para minério
a serem construídos
no mundo",
diz a empresa em
comunicado.
A
mineradora tem investido
no segmento de logística
diante do significativo
aumento do preço
dos fretes marítimos
(140% em dois anos),
que tornam o produto
da Vale menos competitivo
que o de algumas
de suas rivais,
como é o
caso da Rio Tinto
e da BHP Billiton,
que estão
mais perto do mercado
consumidor. Este
ano, por exemplo,
as rivais conseguiram
reajustar seus produtos
entre 80% e 96%,
ante aumentos de
65% a 71% aplicados
pela Vale.
"Uma
infra-estrutura
logística
altamente eficiente
constitui-se em
elemento-chave para
a competitividade
no mercado de minério
de ferro",
diz a companhia
em comunicado.
Considerando
os navios encomendados,
além daqueles
que a Vale já
possui ou pretende
converter para uso
no transporte das
suas mercadorias,
a mineradora terá
um frota com capacidade
estimada de transportar
30,2 milhões
toneladas métricas
de minério
de ferro por ano
do Brasil para Ásia.
Esse volume corresponde
a 31% dos embarques
da Vale para a China
em 2007.
Além
de investir na compra
de navios, a mineradora
brasileira disse
que pretende usar
trens mais longos
nas suas ferrovias
no país,
com 330 vagões
e locomotivas mais
eficientes.
Papel
e Celulose
VCP
oferece R$ 2,7 bilhões
por fatia adicional
de 28% na Aracruz
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - A Votorantim
Celulose e Papel
(VCP) anunciou
hoje que fechou
acordo para a compra
a participação
de 28% que Arapar
(do grupo Lorentzen)
possui na Aracruz
Celulose. Com isso,
a VCP, que já
detém 28%
das ações
da Aracruz, poderá
assumir o controle
da companhia.
A
VCP se propõe
a pagar R$ 2,71
bilhões pelas
127.506.457 ações
ordinárias
que a Arapar possui
da Aracruz (R$ 21,25
por ação).
A Arapar é
uma holding composta
pela família
Lorentzen, grupo
Moreira Sales, família
Almeida Braga (do
banco Icatu) e Gávea
Fund, de Armínio
Fraga.
A
VCP informou ainda
que Arainvest Participações
(Grupo Safra), também
integrante do bloco
de controle, com
28% das ações
ON, terá
o prazo de 90 dias
para se pronunciar
sobre sua opção
de exercer ou não
o direito de preferência
ou de venda conjunta
de suas ações.
Outros
investidor relevante
da companhia é
a BNDES Participações,
com 12,49% das ações
ON.
"Caso
a Arainvest renuncie
ao seu direito de
preferência
e de venda conjunta,
a Votorantim Industrial
(VID) e VCP buscarão
negociar um acordo
com Arainvest visando
compartilhar o controle
de Aracruz e VCP",
diz o comunicado.
No
caso de a operação
se concretizar,
a VID, controladora
da VCP, pretende
promover uma reorganização
societária
de Aracruz e VCP,
a fim de capturar
sinergias.
"Os
administradores
da VCP acreditam
que a operação
aqui descrita será
vantajosa para os
acionistas de ambas
as companhias, formando
uma líder
mundial no setor
de celulose e papel
e reafirmando a
posição
do Brasil num mercado
altamente competitivo
e globalizado "
, afirmou a VCP
em comunicado.
O
negócio ainda
precisa passar pelo
crivo da Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM) e pelo Sistema
Brasileiro de Defesa
da Concorrência.
Há
pouco, as ações
ON da Aracruz, que
tem baixíssima
liquidez na Bovespa
(devido ao pequeno
volume de papéis)
recuavam 30,72%,
para R$ 10,80.
Petróleo
e Gás
Petrobras
desloca sondas de
outras operações
para explorar pré-sal
Valor Online
08/08/2008
RIO
- A necessidade
de desenvolvimento
de áreas
exploratórias
no litoral brasileiro,
especialmente na
camada pré-sal,
pode alterar o cronograma
de utilização
das sondas contratadas
pela Petrobras.
O diretor da área
internacional da
companhia, Jorge
Luiz Zelada, afirmou
que possíveis
mudanças
na alocação
desses equipamentos
ocorrem em função
dos limites definidos
nos contratos com
a Agência
Nacional do Petróleo
(ANP).
Zelada
minimizou informações
de que uma sonda
produzida pela sueca
Seven Marine, que
deverá estar
à disposição
da empresa no primeiro
semestre do ano
que vem para perfuração
de poços
em águas
profundas, não
deverá mais
ser alocada no Golfo
do México,
mas no litoral brasileiro.
"É
uma sonda contratada
pela Petrobras e
a empresa vai alocar
onde ela entender
que seja mais importante
naquele momento",
ressaltou o diretor.
"Nós
podemos às
vezes postergar
algum programa exploratório
em função
de a companhia como
um todo entender
que há uma
operação
exploratória
no Brasil que concorra
para a utilização
de um recurso como
a sonda", acrescentou.
Zelada
fez questão
de enfatizar que
a decisão
de postergar a exploração
de campos no Golfo
do México
- onde a estatal
tem as áreas
de Cascade e Chinook
- não significa
a redução
da importância
das operações
internacionais da
companhia.
"Temos
planejado o programa
exploratório
e de desenvolvimento
da produção
de Chinook e Cascade.
Isso permanece,
são atividades
que estão
planejadas pela
Petrobras. O programa
pode estar postergado
se a Petrobras entender
que aquele recurso
(sonda) é
adequado para fazer
outra operação
em outro lugar",
ressaltou.
A
reavaliação
do plano de investimentos
qüinqüenal
da companhia, previsto
para ser divulgado
provavelmente em
setembro, também
não contraria,
segundo Zelada,
a estratégia
de internacionalização
da companhia. Para
o diretor, uma vez
que a estratégia
delineada para o
refino prevê
a produção
de derivados em
linha com as exigências
dos mercados de
Europa e Estados
Unidos, "todo
o foco da Petrobras
na internacionalização
das suas operações
não muda".
(Rafael
Rosas | Valor Online)
OGX
Petróleo
anuncia afretamento
de mais uma unidade
de perfuração
Valor Online
05/08/2008
SÃO
PAULO - A
OGX Petróleo
e Gás,
do empresário
Eike Batista, anunciou
hoje assinatura
de contrato para
o afretamento de
mais uma plataforma
de perfuração
semi-submersível.
Esta
é a terceira
plataforma afretada
pela companhia junto
à Diamond
Offshore Netherlands
B.V., subsidiária
da Diamond Offshore
Drilling, Inc, um
dos maiores fornecedores
de plataformas de
perfuração
marítima
do mundo.
As
unidades serão
utilizadas para
iniciar a campanha
exploratória
da companhia na
Bacia de Campos,
prevista para o
segundo semestre
de 2009.
Na
semana passada a
OGX já havia
fechado o contrato
para as plataformas
Ocean Ambassador
e Ocean Lexington
e hoje garantiu
a Ocean Quest, que
apresenta capacidade
para perfurar poços
de até 7.600
metros de profundidade,
em lâmina
d´água
máxima de
até 1.100
metros.
Tomando
por base comunicado
apresentado pela
OGX na semana passada,
mais um contrato
de afretamento poderá
ser fechado, elevando
para quatro o número
de plataformas contratadas.
Segundo a companhia,
essas unidades permitirão
a realização
de toda a campanha
exploratória
de seu atual portfólio.
Das
três unidades,
a Ocean Quest é
a única que
apresenta capacidade
de produção
em águas
com mais de mil
metros. A plataforma
Ocean Lexington
pode perfurar poços
de até 6.100
metros de profundidade
e opera em lâmina
d´água
máxima de
até 610 metros.
Já a Ocean
Ambassador, que
também tem
capacidade para
perfurar poços
de até 6.100
metros de profundidade,
atua em lâmina
d´água
mais rasa, de até
335 metros.
Petroquímica
De
olho no Brasil,
Braskem vai seguir
reduzindo exportações
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - Com foco
voltado ao atendimento
do mercado interno,
que mostra demanda
crescente por resinas
termoplásticas,
a Braskem
deve continuar reduzindo
suas exportações
durante a segunda
metade deste ano,
segundo admitiu
hoje o presidente
da companhia, Bernardo
Gradin. De acordo
com ele, a empresa
fará o que
for possível
para continuar atendendo
os clientes externos,
mas a prioridade
será abastecer
o aquecido mercado
local.
Uma
das estratégias
para manter o relacionamento
com grandes clientes
no exterior, visto
que a Braskem tem
grandes planos de
internacionalização,
é a de reduzir
as vendas no mercado
spot (à vista,
de curto prazo)
e seguir atendendo
os contratos. A
empresa, entretanto,
preferiu não
revelar quais regiões
serão mais
afetadas pela redução
nos volumes exportados.
Durante
o primeiro semestre
deste ano, a Braskem
vendeu no exterior
231,7 mil toneladas
de resinas termoplásticas,
o que representa
uma queda de 46%
em relação
ao mesmo período
de 2007, quando
o volume de vendas
somou 431,5 mil
toneladas. A principal
redução
foi verificada no
PVC, cujas exportações
recuaram 62%, para
10,8 mil toneladas.
A
Braskem anunciou
hoje os resultados
referentes ao segundo
trimestre deste
ano, quando obteve
lucro líquido
de R$ 383 milhões,
uma alta de 36%
sobre igual intervalo
de 2007. Com a receita
em queda, o resultado
das operações
financeiras, positivo
em R$ 407 milhões,
foi o grande responsável
pelo lucro trimestral.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Siderurgia
ArcelorMittal
anuncia investimento
de US$ 1,6 bilhão
no Brasil
Valor Online
07/08/2008
SÃO
PAULO - A ArcelorMittal
fará novos
investimentos, da
ordem de US$ 1,6
bilhão, em
suas operações
de aço carbono
longo no Brasil.
Os aportes se somam
ao US$ 1,2 bilhão
anunciado anteriormente,
relacionado com
a expansão
da unidade de Monlevade,
em Minas Gerais.
Segundo
a empresa, com esses
novos recursos,
a capacidade de
produção
de aço bruto
no segmento de aço
carbono longo no
Brasil aumentará
em 2,6 milhões
de toneladas. Isto
representa, notou,
uma elevação
de 3,9 milhões
de toneladas por
ano para 6,5 milhões
de toneladas anuais.
O investimento deverá
ser concluído
dentro de 30 meses.
O
local final para
esses novos recursos
será anunciado
após a conclusão
de estudos de viabilidade
que já estão
em curso, destacou
a ArcelorMittal.
Separadamente,
os trabalhos para
ampliar a capacidade
da usina de Monlevade
devem ser concluídos
em 30 meses. A companhia
calcula que 6 mil
pessoas estarão
empregadas no pico
da fase de construção
do projeto. Em razão
da expansão
da capacidade da
unidade, serão
criados 400 empregos
diretos. Atualmente,
a planta conta com
1,2 mil trabalhadores.
As
informações
constam de nota
disponível
na página
eletrônica
da ArcelorMittal.
(Juliana
Cardoso | Valor
Online)
Gerdau
ampliará
Açominas
e prevê novas
plantas em Pernambuco
e Espanha
Valor Online
06/08/2008
SÃO
PAULO - A análise
de vários
economistas indicando
que as economias
brasileira e mundial
devem se desacelerar
no ano que vem não
freia os planos
de investimento
da Gerdau.
A siderúrgica
anunciou hoje que
fará um aporte
de US$ 277 milhões
para ampliar a capacidade
de produção
da Açominas,
em Ouro Branco (MG),
de 4,5 milhões
de toneladas para
5 milhões
toneladas anuais
a partir de 2010.
A
informação
foi divulgada pelo
executivo-chefe
da empresa, André
Gerdau Johannpeter,
que também
revelou que a empresa
estuda construir
uma nova unidade
produtora de vergalhões
em Pernambuco, que
demandaria aportes
de US$ 400 milhões
na primeira fase,
com capacidade de
500 mil toneladas,
e que estaria pronta
em 2011. Numa segunda
etapa, a produção
poderia subir para
1 milhão
de toneladas.
O
executivo informou
ainda que a siderúrgica
tem planos para
desenvolver uma
planta de vergalhão
na Espanha, com
capacidade de produção
de 1 milhão
de toneladas, que
atenderia o mercado
de construção
civil na região.
Atualmente, a empresa
atua no segmento
de ações
especiais naquele
país, por
meio da Sidenor.
Para esta unidade,
ainda não
existe orçamento
previsto de investimento.
Na
avaliação
do CEO da empresa,
os sinais sobre
o desempenho da
economia dos EUA
no ano que vem são
variados (mostrando
melhora e piora),
enquanto na Ásia
e na América
Latina as indicações
são de que
a demanda seguirá
forte. De qualquer
forma, segundo Gerdau,
mesmo que houvesse
um sinal de menor
crescimento econômico
em 2009, isso "não
teria impacto no
plano de investimentos"
da empresa, que
define suas estratégias
de olho no longo
prazo.
Para
o vice-presidente
executivo de Finanças,
Controladoria e
Relações
com Investidores
da Gerdau, Osvaldo
Schirmer, a empresa
tem na diversificação
geográfica
e de produtos uma
maneira de se defender
de possíveis
problemas conjunturais
de crescimento em
determinadas regiões
do mundo.
No
primeiro semestre
deste ano, uma fatia
de 35,9% da receita
da empresa veio
das operações
no Brasil, 34,7%
da América
do Norte, 10% da
América Latina
(sem Brasil) e 19,4%
da divisão
de Aços Especiais,
que tem como mercados
grandes mercado
o Brasil e a Europa.
No
primeiro semestre
de 2008, o lucro
líquido consolidado
da Gerdau subiu
38,3%, para R$ 3,214
bilhões,
perante os R$ 2,324
bilhões da
primeira metade
do exercício
anterior. O faturamento
da empresa no período
foi de R$ 22,315
bilhões,
com avanço
de 35,2%. O Ebitda
(lucro antes de
juros, impostos,
depreciação
e amortização)
expandiu-se 51,7%
e atingiu R$ 4,731
bilhões.
A produção
de aço bruto
(placas, blocos
e tarugos) totalizou
10,8 milhões
de toneladas, com
elevação
de 25,6% ante 2007,
e a de laminados
situou-se em 9,2
milhões de
toneladas, alta
de 27,6%.
(Fernando
Torres | Valor Online)
Fábrica
de cimento da CSN
deve começar
a operar no início
de 2009
Valor Online
01/08/2008
SÃO
PAULO - A Companhia
Siderúrgica
Nacional (CSN)
anunciou hoje que
está na fase
final de montagem
da sua fábrica
de cimento, que
deve começar
a operar no início
do próximo
ano, com produção
de 1 milhão
de toneladas já
em 2009.
Ainda
segundo a empresa,
a matéria-prima
para a produção
do cimento será
a escória
resultante da produção
de aço gerada
na operação
dos alto-fornos
da Usina Presidente
Vargas da CSN. A
estimativa é
que a capacidade
de produção
atinja 2,3 milhões
de toneladas anuais
a partir de 2010.
Tecnologia
Lucro
da Cisco sobe 4,4%
para US$ 2 bilhões
Valor Online
05/08/2008
SÃO
PAULO - A Cisco
encerrou seu quarto
trimestre fiscal,
terminado em junho,
com lucro líquido
de US$ 2,01 bilhões,
montante 4,4% maior
do que o apurado
no mesmo intervalo
de 2007, quando
o ganho líquido
foi de US$ 1,93
bilhão.
O
resultado equivale
a lucro de US$ 0,33
por ação.
Em termos ajustados,
o ganho foi de US$
0,40, acima das
previsões
dos analistas de
mercado de US$ 0,39
por ação.
As
vendas da companhia
aumentaram 9,9%
no período
analisado e somaram
US$ 10,36 bilhões.
A previsão
da companhia é
de que no próximo
trimestre as vendas
tenham aumento de
8%.
Os
papéis da
empresa que já
tinham subido 3%
no neste pregão,
para US$ 22,65 na
Nasdaq, estenderam
o ganho em 6,75%
no pregão
eletrônico
após a divulgação
do balanço.
Consultoria
prevê demanda
por 8 milhões
de mininotebooks
em 2008
Valor Online
04/08/2008
SÃO
PAULO - Um relatório
indica que, apenas
neste ano, serão
vendidos 8 milhões
de netbooks - computadores
portáteis
de baixo custo e
funções
limitadas. O resultado
é significativo,
considerando que
eles, que vêm
sendo considerados
uma nova categoria
de PCs, praticamente
não existiam
em 2007, afirma
a consultoria taiwanesa
Market Intelligence
Center (MIC). A
entidade afirma
que esse volume
pode mais que dobrar
em 2009, para 18
milhões de
unidades vendidas.
O
barateamento dos
componentes, a demanda
por aparelhos mais
leves e baratos
para acesso à
internet e funções
básicas,
assim como a segmentação
do mercado são
os fatores que têm
dado impulso a essa
nova categoria de
PCs portáteis.
Inicialmente criados
para utilização
em atividades educacionais,
esses aparelhos
caíram nas
graças de
usuários
corporativos e do
público em
geral, multiplicando
a demanda.
A
categoria foi praticamente
inaugurada pela
também taiwanesa
Asustek, com o seu
EeePC, lançado
no ano passado.
Atualmente, a companhia
já tem diversas
versões desse
modelo, inclusive
uma versão
para mesa (desktop).
Seguindo seu exemplo,
outras empresas
de Taiwan também
começaram
a apostar nessa
nova categoria,
com destaque para
a Acer e seu Aspire
One e para a Micro-Star
International, com
seu MSI Wind. Mesmo
gigantes do setor
como a Hewlett-Packard
(HP) e a Dell já
têm ou estão
prestes a lançar
modelos próprios
de netbooks.
Em
julho, o executivo-chefe
da Asustek, Jerry
Shen, afirmou que
sua empresa terá
demanda por 5 milhões
de EeePCs neste
ano, volume que
deve chegar a 10
milhões em
2009.
A
preocupação,
inclusive entre
os fabricantes,
gira em torno de
uma possível
frustração
em relação
ao desempenho dos
aparelhos se utilizados
de forma inadequada
- em atividades
complexas, não
suportadas por sua
configuração
básica. Outro
fator que preocupa
é a possibilidade
de saturação
do mercado, uma
vez que muitos avaliam
que a maioria dos
consumidores não
tem necessidade
de um segundo notebook,
especialmente um
mais básico
e com tela menor
- como é
comum na nova categoria.
O
lançamento
recente de vários
modelos, embora
possa realmente
levar a uma saturação,
deve também
reduzir os já
baixos preços
desses PCs, por
conta da competição
entre as marcas.
Segundo a MIC, isso
pode ser interessante
para os consumidores.
A
nova categoria tem,
particularmente,
boas perspectivas
em países
emergentes, muito
sensíveis
a preços
e com alta necessidade
de inclusão
digital. No Brasil,
a Positivo Informática
começou a
fabricar sua versão
dessa categoria,
o Mobo, no fim do
primeiro semestre.
Segundo o presidente
da companhia, Hélio
Rotenberg, a demanda
no início
das vendas superou
as expectativas.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)