Agronegócio&
Alimentos
SLC
Agrícola
toma financiamento
de R$ 62 milhões
com recursos do
FNE
Valor Online
12/08/2008
SÃO
PAULO - A
SLC Agrícola
informou hoje que
firmou acordo com
para tomar um financiamento
de R$ 62,25 milhões
em recursos do Fundo
Constitucional de
Financiamento do
Nordeste (FNE),
que serão
repassados pelo
Banco do Nordeste
do Brasil.
Os
empréstimos
tem vencimento entre
2014 e 2015 e carência
de três anos
para o início
da amortização
do principal. Os
juros, de 8,5% ao
ano, serão
pagos anualmente,
no mês de
junho de cada ano.
Como existe um bônus
de adimplência
de 15% na taxa do
financiamento, o
custo efetivo cai
para 7,23% anuais
se a empresa pagar
as parcelas em dia.
Segundo
comunicado da SLC,
o montante deverá
ser recebido até
setembro de 2008
e será usado
para "financiar
as aquisições
de máquinas,
equipamentos, corretivos
e obras e instalações
nas fazendas Parnaíba,
Palmeira e Planeste,
no estado do Maranhão,
e Panorama, Piratini
e Palmares, na Bahia.
Lucro
da Marfrig sobe
mais de nove vezes,
para R$ 66,4 milhões
Valor Online
13/08/2008
SÃO
PAULO - O frigorífico
Marfrig
encerrou o segundo
trimestre do ano
com lucro líquido
de R$ 66,4 milhões,
resultado nove vezes
maior do que o registrado
em igual período
do ano passado,
quando a companhia
embolsou R$ 7,4
milhões.
No semestre o ganho
foi de R$ 91,5 milhões,
alta de 240% no
comparativo anual.
De
abril a junho, as
vendas líquidas
do frigorífico
somaram R$ 1,21
bilhão, avanço
de 57% no comparativo
anual. O crescimento
reflete a estratégia
da companhia de
exportar carne bovina
"in natura"
a clientes da União
Européia
por meio de suas
unidades no Uruguai
e Argentina. Os
resultados também
são consequência
do inicio das atividades
no segmento de frango.
A
geração
de caixa medida
pelo Ebitda (lucro
antes de juros,
impostos, depreciação
e amortização)
apresentou alta
de 49% no comparativo
anual, totalizando
R$ 138,8 milhões.
No entanto a margem
apresentou leve
baixa, recuando
de 12% no segundo
trimestre de 2007,
para 11,4% agora.
A
receita bruta somou
R$ 1,32 bilhão,
sendo que por uma
pequena diferença
o mercado interno
respondeu pela maior
parte dela. As vendas
por aqui somaram
R$ 698 milhões,
enquanto as vendas
externas totalizaram
R$ 625 milhões.
A União Européia
representou 45,4%
das exportações
da empresa.
No
trimestre, o custo
do produto vendido
subiu 57%, totalizando
R$ 970,6 milhões.
O principal componente
do custo continuou
sendo a aquisição
de matéria-prima
de gado, aves, suínos
e grãos,
que respondeu por
78,3% do total,
contra 79,1% no
segundo trimestre
do ano passado.
Segundo
a companhia, o aumento
no preço
da matéria
prima, especialmente
no Brasil, tem sido
compensado pela
elevação
de preços
de venda da carne
bovina, suína
e de aves no mercado
internacional e
pela absorção
dos repasses aos
mercados internos.
A
companhia também
aproveitou a divulgação
dos resultados para
anunciar um aumento
de capital visando
o financiamento
da compra da Grupo
OSI no Brasil e
em diversos países
da Europa.
O
aumento de capital
será de R$
1,375 bilhão
mediante a emissão
de 63,995 milhões
de ações
ordinárias.
A emissão
será efetuada
ao preço
individual de R$
21,50 (média
das cotações
dos últimos
60 dias mais um
ágio de R$
0,85). Os acionistas
com posição
até 12 de
agosto terão
preferência
na subscrição,
na proporção
de 0,3137795 ação
ordinária
para cada uma ação
que possuírem.
O
prazo para exercício
do direito de preferência
será de 30
dias, a contar da
data de publicação
de aviso ao mercado,
devendo os acionistas
integralizar as
ações
dentro do mesmo
prazo.
O
negócio entre
a Marfrig e a OSI
foi firmado em 23
de junho e envolve,
inicialmente, US$
680 milhões,
sendo US$ 400 milhões
pagos em moeda e
US$ 280 milhões
em 20 milhões
de ações
ON da Marfrig que
farão parte
e serão emitidas
ao mesmo preço
do aumento de capital.
A operação
poderá envolver
mais US$ 220 milhões,
baseado no futuro
desempenho dos negócios
situados na Europa.
Bancos
BB
pretende concluir
compras de Nossa
Caixa e Besc até
o fim do ano
Valor Online
15/08/2008
SÃO
PAULO - O
Banco do Brasil
(BB) quer concluir
até o final
deste ano as aquisições
dos bancos Nossa
Caixa e Banco do
Estado de Santa
Catarina (Besc).
O presidente da
instituição,
Antônio Francisco
Lima Neto, disse
hoje que o BB trabalha
para anunciar até
outubro a compra
do banco catarinense
e até novembro
para Nossa
Caixa.
O
executivo confirmou
que o BB já
encerrou o processo
de análise
do valor dos ativos
da Nossa Caixa,
mas não revelou
a cifra que será
posta na mesa de
negociações
com o governo paulista.
"Vamos começar
a discutir preços
nas próximas
semanas", comentou
ele, que afirmou
"estar certo
da possibilidade
da incorporação".
Após
chegar a um acordo
sobre o valor da
aquisição
da Nossa Caixa,
o negócio
ainda precisará
ser aprovado pela
Assembléia
Legislativa do Estado
de São Paulo.
O
BB também
atua para comprar
os bancos do Piauí
(BEP) e de Brasília
(BRB), cujas negociações
já estão
em andamento. O
diretor de Relações
com Investidores
do banco, Aldo Mendes,
acredita que a aquisição
do Banco do Piauí
será mais
simples e informou
que o BRB já
contratou uma consultoria
para avaliar o valor
de seus ativos.
Ele não estabeleceu,
no entanto, prazos
para a conclusão
desses negócios.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Lucro
do BB cresce para
R$ 1,6 bi no trimestre
e R$ 4 bi no semestre
Valor Online
14/08/2008
BRASÍLIA
- O Banco
do Brasil (BB)
registrou lucro
líquido de
R$ 1,6 bilhão
no segundo trimestre,
com aumento de 53,9%
sobre os R$ 1,068
bilhão apurados
em igual intervalo
de 2007. O lucro
líquido recorrente,
desconsiderados
efeitos extraordinários,
ficou em R$ 1,463
bilhão, ante
R$ 1,599 bilhão
no mesmo período
do ano passado.
No
primeiro semestre,
o lucro líquido
do BB somou R$ 3,99
bilhões,
evolução
de 61,1% sobre o
resultado de janeiro
a junho do ano passado,
de R$ 2,477 bilhões.
O
banco estatal informou
há pouco,
em comunicado ao
mercado, que o crescimento
do crédito
foi o motor do resultado.
As operações
de crédito
e leasing passaram
a responder por
mais de 50% dos
ativos rentáveis
do BB no segundo
trimestre.
A
carteira de crédito
global alcançou
R$ 190,1 bilhões
- expansão
de 30,9% no acumulado
em 12 meses, e de
10% no trimestre.
Destaque
para as operações
com pessoas físicas,
que subiram 45,1%
(R$ 40,5 bilhões)
sobre o patamar
de junho do ano
passado, sendo 10,6%
apenas entre abril
e junho.
O
crédito a
empresas também
teve variação
significativa, de
38,9% em 12 meses
e alta de 13,2%
no trimestre, somando
R$ 78,2 bilhões.
A
carteira de financiamento
a veículos
atingiu R$ 4,7 bilhões,
crescimento de 173,5%
em relação
a junho de 2007,
e de 32,9% frente
a março deste
ano.
Tais
variações
ficaram acima das
expectativas da
direção
do banco, que no
início do
ano apostava na
alta de 25% da carteira
de crédito
em 2008. O resultado
manteve o BB na
liderança
da oferta de crédito
do sistema bancário,
respondendo por
16,9% do crédito
total.
O
índice de
inadimplência
de operações
vencidas há
mais de 90 dias
foi de 2,5%, abaixo
da média
do sistema financeiro
em 3% no primeiro
semestre.
O
resultado semestral
corresponde a um
retorno sobre o
Patrimônio
Líquido de
34%, contra 24,3%
no mesmo período
do ano anterior,
e lucro por ação
igual a R$ 1,57,
contra R$ 1,00 no
primeiro semestre
de 2007. Com isso,
o BB vai distribuir
R$ 1,6 bilhão
como remuneração
aos acionistas,
equivalentes a 40%
do lucro líquido,
dos quais R$ 731,9
milhões na
forma de juros sobre
o capital próprio
e R$ 864,7 milhões
em dividendos.
Com
custo de captação
menor que rivais,Nossa
Caixa prioriza consignado
Valor Online
14/08/2008
SÃO
PAULO - Ao contrário
do que vêm
dizendo os grandes
bancos, a
Nossa Caixa
segue apostando
no empréstimo
consignado como
carro-chefe de sua
carteira de crédito.
Ao final do segundo
trimestre deste
ano, o saldo dessas
operações
estava em R$ 4,1
bilhões,
uma alta de 34,4%
sobre o mesmo período
de 2007.
O
potencial de geração
de rentabilidade
desta modalidade
de crédito
tem sido questionado
pelos maiores bancos
do país,
diante do aumento
da taxa básica
Selic. A Nossa Caixa,
entretanto, coloca
o consignado como
prioridade para
o seu desempenho
futuro.
De
acordo com o presidente
do banco estatal
paulista, Milton
Luiz de Melo Santos,
o diferencial da
Nossa Caixa está
no seu menor custo
de captação
de recursos. Ele
explicou que quase
todos os depósitos
da Nossa Caixa são
judiciais ou de
poupança,
que remuneram a
Taxa Referencial
(TR), mais 6% ao
ano. Enquanto isso,
continuou o executivo,
as demais instituições
têm seus depósito
baseados principalmente
em CDBs, que acompanham
a remuneração
do CDI (mais elevada).
Por
esse motivo, esclareceu
Melo Santos, a Nossa
caixa tem condições
de obter rentabilidade
mesmo cobrando taxas
mais baixas no empréstimo
consignado.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Lucro
da Caixa Econômica
salta 53% no semestre,
para R$ 2,5 bilhões
Valor Online
14/08/2008
BRASÍLIA
- A Caixa
Econômica
Federal fechou
o primeiro semestre
de 2008 com lucro
líquido de
R$ 2,543 bilhões,
com crescimento
de 53,5% sobre o
ganho obtido em
igual período
de 2007, quando
somou R$ 1,657 bilhão.
O retorno anualizado
sobre o patrimônio
líquido foi
de 44,9%.
O
resultado bruto
da intermediação
da financeira foi
de R$ 6,023 bilhões
no primeiro semestre,
aumento de 6,3%
em relação
a 2007. Já
a receita com prestação
de serviços
cresceu 8,3%, para
R$ 3,630 bilhões.
O
saldo de operações
de crédito
somava R$ 58,124
bilhões no
fim de junho deste
ano, com alta de
29,2% em 12 meses.
O destaque da carteira
foram os empréstimos
para obras de saneamento
e infra-estrutura
para entes do governo,
que cresceram 47,6%,
e os financiamentos
para empresas, que
tiveram alta de
32,8%.
A
Caixa terminou o
semestre com R$
264,393 bilhões
em ativos totais,
um crescimento de
9,8% antes junho
do ano passado.
O patrimônio
líquido,
por sua vez, aumentou
25,5%, para R$ 12,48
bilhões.
(Azelma
Rodrigues | Valor
Online)
BB,
Fator e Citi já
fecharam avaliação
da Nossa Caixa,
diz presidente
Valor Online
14/08/2008
SÃO
PAULO - O Banco
do Brasil (BB)
encerrou no dia
5 de agosto o processo
de avaliação
dos ativos da Nossa
Caixa, visando
à formulação
de uma proposta
de aquisição
do banco paulista.
Também já
foi finalizada a
mesma avaliação
feita pelos bancos
Fator
e Citibank, a pedido
do governo do Estado
de São Paulo.
A
informação
foi dada hoje pelo
presidente da Nossa
Caixa, Milton Luiz
de Melo Santos,
que diz também
que o JP Morgan
foi contratado para
fazer uma terceira
avaliação.
Essa última,
segundo ele, é
a que irá
gerar o laudo de
avaliação
que será
encaminhado para
apreciação
na Assembléia
Legislativa paulista.
O
executivo não
soube dizer, no
entanto, quando
o laudo ficará
pronto e nem informou
o valor revelado
na avaliação
feita por Citi e
Fator. Santos afirmou
que as negociações
entre BB e governo
paulista caminham
no sentido de uma
incorporação
da Nossa Caixa.
Para ele, o negócio
faz todo o sentido
para o BB, que tem
o desejo de aumentar
sua presença
no mercado paulista.
A
Nossa Caixa anunciou
hoje os resultados
referentes ao segundo
trimestre, quando
obteve lucro líquido
de R$ 410,9 milhões,
uma alta de 38%
ante mesmo período
do ano passado.
A ativação
de créditos
tributários
no valor de R$ 501
milhões foi
a grande responsável
pela elevação,
visto que o banco
viu que suas despesas
operacionais cresceram
65%, para R$ 449,7
milhões.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Banco
Sofisa terá
ADRs em Nova York
e ações
na Latibex
Valor Online
11/08/2008
SÃO
PAULO - Em reunião
do Conselho de Administração,
o Banco Sofisa
aprovou a listagem
da companhia na
Bolsa de Valores
de Nova York (NYSE,
na sigla em inglês),
por meio do programa
de American Depositary
Receipts (ADR),
e na Latibex, Mercado
de Valores Latinoamericanos,
da Bolsa de Madri.
De
acordo com a ata
da reunião,
a companhia pretende
elevar a liquidez
de suas ações
com a listagem no
exterior.
Outros
bancos médios,
com o Paraná
Banco e Daycoval
também estão
em processo para
listagem de ADRs,
instrumento que
permite que empresas
estrangeiras sejam
negociadas em Nova
York.
Lucro
do Paraná
Banco aumenta 37%
no trimestre
Valor Online
11/08/2008
SÃO
PAULO - O Paraná
Banco, instituição
financeira que tem
como foco o crédito
consignado, encerrou
o segundo trimestre
deste ano com lucro
líquido de
R$ 25,36 milhões,
o que representa
uma elevação
de 37,9% sobre o
ganho apurado no
mesmo período
de 2007, quando
somou R$ 18,39 milhões.
O retorno anualizado
sobre o patrimônio
líquido médio
foi de 13,3% no
período.
A
melhora no lucro
foi puxada pela
alta do crédito,
cujo saldo cresceu
63,5% em 12 meses,
para R$ 1,416 bilhão.
Diante deste avanço,
o resultado bruto
da intermediação
financeira aumentou
62% na comparação
anual, para R$ 62,56
milhões entre
abril e junho deste
ano.
Os
depósitos
totais do Paraná
Banco aumentaram
58,8% em 12 meses,
para R$ 1,039 bilhão.
A instituição
encerrou o mês
de junho com ativos
totais de R$ 2,160
bilhões,
com alta de 30,4%
em 12 meses. O patrimônio
líquido subiu
8,1% no mesmo período,
para R$ 806 milhões.
Eletroeletrônicos
Vendas
de computadores
crescem 31% no primeiro
semestre, diz Abinee
Valor Online
14/08/2008
SÃO
PAULO - O mercado
brasileiro de computadores
continua apresentando
fortes taxas de
crescimento, beneficiado
pelo aumento da
renda e pela queda
nos preços
dos produtos e componentes.
De acordo com a
Associação
Brasileira da Indústria
Elétrica
e Eletrônica
(Abinee), houve
um aumento de 31%
nas vendas de PCs
entre janeiro e
junho, para um total
de 5,6 milhões
de unidades. Em
igual período
de 2007, foram vendidos
4,3 milhões
de PCs.
O
levantamento semestral
da Abinee mostra
ainda uma mudança
na tendência
de consumo de informática
do brasileiro. Enquanto
o volume de venda
de computadores
de mesa (desktops)
aumentou 5% entre
os primeiros semestres
de 2007 e deste
ano (para 3,9 milhões
de unidades), o
de computadores
portáteis
(notebooks) apresentou
alta de 186% - para
1,7 milhão
de unidades.
Na
avaliação
da entidade, os
notebooks, ao fim
do ano, representarão
42% das vendas de
computadores, contra
58% dos desktops.
De
acordo com o vice-presidente
de Informática
da entidade, António
Hugo Valério,
não há
um estudo que avalie
exatamente quando
os notebooks ultrapassarão
os desktops em volume
de vendas. "Essas
estimativas são
difíceis,
pois o comportamento
de vendas não
é linear.
Mas, acho que em
2009, isso já
se torne realidade",
afirma. Para ele,
o longo prazo é
ainda mais promissor
para esse tipo de
aparelho. "Em
2010, os notebooks
podem representar
até 75% do
volume de vendas
de computadores",
acrescentou.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Apesar
do dólar,
indústria
de eletroeletrônicos
cresce 11% no semestre
Valor Online
14/08/2008
SÃO
PAULO - O crescimento
do emprego e da
renda sustentaram
o bom desempenho
do setor de eletroeletrônicos
do país no
primeiro semestre,
apesar dos desafios
representados pela
valorização
do real e conseqüente
aumento das importações.
Segundo a Associação
Brasileira da Indústria
Elétrica
e Eletrônica
(Abinee),
o setor teve expansão
de 11% entre janeiro
e junho, na comparação
com igual período
de 2007. A entidade
avalia em R$ 50
bilhões o
faturamento da indústria
nos primeiros seis
meses do ano.
Para
o fechado de 2008,
o setor deve manter
a taxa de crescimento
de 11%, e atingir
receita global de
R$ 123,6 bilhões.
A maior contribuição,
afirma a Abinee,
virá do segmento
de informática,
cujo faturamento
deve crescer 19%
no fim do ano, para
R$ 35,8 bilhões.
Ao fim do primeiro
semestre, esse segmento
acumulava expansão
de 8% em relação
ao mesmo intervalo
do ano passado.
Segundo
a entidade, o setor
voltou a registrar,
no primeiro semestre
deste ano, uma taxa
de expansão
das receitas equivalente
a duas vezes o crescimento
do Produto Interno
Bruto (PIB) nacional.
Para a entidade,
essa é uma
tendência
que deve se manter
nos próximos
anos.
A
Abinee afirma que
o entusiasmo com
o crescimento do
setor é tal
que as empresas
têm acelerado
o investimento em
produção.
"Há
um grande esforço
do setor produtivo
para acompanhar
o crescimento econômico
do país",
afirma o presidente
da entidade, Humberto
Barbato. "E
vemos a mesma movimentação
nas pequenas e médias
empresas",
acrescenta.
Pelas
contas da Abinee,
o setor deve investir
R$ 4,9 bilhões
neste ano, o equivalente
a 4% do faturamento
previsto - contra
apenas 3% no ano
passado. Entre as
pequenas empresas,
90% afirmam que
irão investir
neste ano, em volume
médio equivalente
a 6,7% do faturamento
líquido no
período.
A
entidade ainda se
disse "surpreendida
positivamente"
pelo fato de que
85% das companhias
que pretendem investir
neste ano, o farão
com capital próprio.
Apesar
das boas perspectivas,
a Abinee engrossa
o coro dos que reclamam
da valorização
sustentada do real
frente o dólar.
Isso tem efeito
negativo sobre as
exportações,
à medida
que os preços
em real dos produtos
brasileiros deixam
de ser competitivos
no mercado externo.
Como conseqüência,
a Abinee registrou
uma queda das exportações
na receita total
do setor no semestre.
Pelas
contas da entidade,
a valorização
de cerca de 17%
no real reduzirá
a participação
das exportações
no faturamento da
indústria
dos 16,2% de 2007
para 13,8% neste
ano. Entre janeiro
e junho, o setor
exportou US$ 4,8
bilhões,
uma alta de 9% ante
igual período
de 2007. Por outro
lado, as importações
de eletrônicos
no país aumentaram
40% no semestre,
para US$ 15,1 bilhões
- com especial crescimento
entre os celulares
(148%).
Para
o fechado do ano,
a Abinee estima
que as importações
cheguem a US$ 33,7
bilhões (ante
US$ 24 bilhões
em 2007) e as exportações
a US$ 10,3 bilhões
(contra US$ 9,3
bilhões no
ano passado). Dessa
forma, o déficit
comercial anual
da indústria
de eletroeletrônicos
deve se elevar dos
US$ 14,8 bilhões
registrados em 2007
para US$ 23,4 bilhões
neste ano.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Indicadores
Indústria
paulista registra
geração
de 5 mil vagas em
julho
Valor Online
14/08/2008
SÃO
PAULO - O nível
de emprego na indústria
de transformação
paulista cresceu
0,27% em julho na
comparação
com um mês
antes. Sem ajuste
sazonal, a expansão
foi de 0,23% no
mesmo período.
Com isso, houve
a geração
de 5 mil vagas no
mês passado
e de 146 mil postos
de trabalho (+6,73%)
no acumulado do
ano até agora.
Nos
12 meses encerrados
em julho, o setor
abriu 100 mil vagas,
o correspondente
a uma alta de 4,51%.
Os
dados são
da Federação
das Indústrias
do Estado de São
Paulo (Fiesp)
e do Centro das
Indústrias
do Estado de São
Paulo (Ciesp).
Dos
setores investigados
em julho, 14 verificaram
ampliação
no contingente de
trabalhadores, seis
cortaram pessoal
e um apresentou
estabilidade. Os
destaques ficaram
com Máquinas
de escritório
e equipamentos de
informática,
com elevação
de 4,17% no nível
de pessoal, seguido
por Material eletrônico
e aparelhos e equipamentos
de comunicações
(+2,51%) e Máquinas,
aparelhos e materiais
elétricos
(+1,74%). Na outra
ponta, entre os
ramos que tiveram
de enxugar funcionários,
apareceram Alimentos
e bebidas (-1,08%),
Outros equipamentos
de transporte (-0,61%)
e Couros e artigos
de couro, artigos
de viagem e calçados
(-0,57%).
O
levantamento divulgado
nesta quinta-feira
mostrou ainda que,
das 36 diretorias
regionais analisadas,
22 elevaram a contratação
e 11 eliminaram
pessoal. Três
delas verificaram
estabilidade.
Na
ponta positiva da
análise regional,
figurou Matão,
com crescimento
de 4,6% no nível
de emprego, incentivado
pelas áreas
de produtos alimentares
e máquinas
e equipamentos;
em sentido oposto,
esteve Araçatuba
(-5,9%), que sentiu
o impacto de cortes
em calçados
e produtos alimentares.
Vendas
no varejo crescem
1,3% em junho e
10,6% no semestre,
nota IBGE
Valor Online
14/08/2008
RIO
- As vendas do comércio
varejista nacional
avançaram
1,3% em junho no
confronto com o
mês antecedente,
quando tiveram alta
de 1% (número
revisto). Perante
junho do ano passado,
o acréscimo
foi de 8,2%. No
primeiro semestre
de 2008, as vendas
aumentaram 10,6%,
a maior taxa desde
2001. Em 12 meses,
a elevação
correspondeu a 10,1%.
Os dados foram divulgados
pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística
(IBGE).
Entre
maio e junho, na
série com
ajuste, apenas um
setor - Outros artigos
de uso pessoal e
doméstico
- entre os dez analisados
do varejo teve queda
no volume de vendas,
de 0,8%. Dos nove
segmentos com elevação,
apareceram, por
exemplo, Combustíveis
e lubrificantes,
com alta de 2,1%,
Veículos
e motos, partes
e peças (1,7%)
e Tecidos, vestuário
e calçados
(também com
ampliação
de 1,7%).
O
comércio
varejista registrou
crescimento de 9,4%
no segundo trimestre
perante mesmo intervalo
de 2007. A taxa
de variação
apurada "ficou
abaixo não
só da variação
do primeiro trimestre
do ano (11,8%),
como também
do último
trimestre do ano
anterior (9,8%)",
observou o IBGE
em nota.
Consta
ainda do levantamento
que a receita nominal
de vendas teve elevação
de 2,5% na passagem
de maio para junho
e de 15,2% em relação
ao sexto mês
do calendário
anterior. No primeiro
semestre de 2008,
houve aumento de
15,9%. Em 12 meses,
o incremento chegou
a 14,5%.
O
comércio
varejista ampliado,
que inclui os segmentos
de veículos,
motos, partes e
peças e de
material de construção,
apresentou alta
de 1,3% nas vendas
e de 2,2% na receita
nominal na base
mensal, com ajuste
sazonal. Perante
junho de 2007, esses
percentuais equivaleram
a 14,1% e 20,2%,
respectivamente.
No acumulado do
ano, as taxas foram
14,3% e 19,1%, na
ordem.
Indústria
automobilística
Vendas
de carros importados
crescem 14,8% em
julho, diz Abeiva
Valor Online
14/08/2008
SÃO
PAULO - As vendas
de carros importados
no atacado somaram
3.949 unidades durante
o mês de julho,
o que representa
um crescimento de
14,8% em relação
ao mês de
junho e de 310,9%
perante julho de
2007, quando as
importações
somaram 961 unidades.
Segundo dados divulgados
hoje pela Associação
Brasileira das Empresas
Importadoras de
Veículos
Automotores (Abeiva),
no acumulado de
janeiro a julho,
as associadas da
entidade já
venderam 17.492
veículos,
ante os 4.834 veículos
registrados no mesmo
intervalo de 2007,
um salto de 261,8%.
A
Abeiva reúne
11 importadoras
que detêm
os direitos de comercialização
e a representação
oficial no país
das marcas BMW,
Chrysler, Dodge,
Effa Motors, Ferrari,
Jeep, Kia Motors,
Maserati, Pagani,
Porsche e Ssangyong.
Do total de 36.421
unidades importadas
em julho, a Abeiva
respondeu por 10,8%
das unidades.
A
associação
avalia que até
o final do ano novas
associadas devem
entrar para a entidade,
o que deve levar
a uma revisão
das estimativas
da companhia paras
as vendas deste
ano, projetadas
em 32 mil unidades
até agora.
A representatividade
dos importados no
mercado doméstico
de veículos
no período
de janeiro a julho
ampliou-se de 0,38%
em 2007 para 1,02%
neste ano.
Os
emplacamentos seguiram
ritmo similar, segundo
a entidade. Em julho,
foram emplacados
3.752 veículos
importados no varejo,
sendo 15.882 unidades
no acumulado dos
sete primeiros meses
do ano.
Mercedes-Benz
investirá
R$ 1,5 bi em fábrica
de São Bernardo
Valor Online
11/08/2008
SÃO
PAULO - De olho
na forte demanda
por veículos
comerciais, a
Mercedes-Benz
do Brasil anunciou
hoje um investimento
de R$ 1,5 bilhão
para os próximos
três anos.
Os recursos serão
aplicados na modernização
da fábrica
de São Bernardo
do Campo (SP), com
vistas a aumentar
sua produção
em 25%. Também
está prevista
a elevação
do quadro de pessoal
da unidade, hoje
com 12 mil funcionários.
A
previsão
é de que
a primeira etapa
do projeto de ampliação
esteja cumprida
no início
do ano que vem.
A unidade de São
Bernardo opera hoje
bastante próxima
ao limite de sua
capacidade o que,
segundo a empresa,
coloca a expansão
da fábrica
como a única
forma de viabilizar
um aumento nas vendas.
Adicionalmente,
a empresa irá
investir na melhoria
do sistema de logística
e no avanço
do índice
de nacionalização
dos produtos.
A
Mercedes informa
que vendeu 22.778
caminhões
entre janeiro e
junho deste ano,
o que representa
uma participação
de 31% no mercado
nacional. No mesmo
período,
foram comercializados
9.211 ônibus,
uma fatia de 50%.
Petróleo
e Gás
Minc
também fala
de pré-sal
e defende fortalecimento
da Petrobras
Valor Online
15/08/2008
RIO
- A discussão
sobre a melhor maneira
de se explorar a
região do
pré-sal,
no litoral brasileiro,
assumiu tal importância
que levou até
o ministro do Meio
Ambiente, Carlos
Minc, a demonstrar
preocupação
com o papel que
caberá à
Petrobras na
exploração
dos recursos da
região.
Em
discurso no lançamento
do programa Petrobras
Ambiental, no Rio,
Minc afirmou que
o papel da companhia
deveria reforçado
neste momento. "Qualquer
medida para reduzir
o escopo da Petrobras
tem que se repensada
com cautela. Acho
que a companhia
tem que ser reforçada
e não enfraquecida",
disse Minc.
Recentemente,
diferentes fontes
governamentais e
privadas têm
demonstrado preocupação
sobre a melhora
maneira de se explorar
a nova fronteira
petrolífera
encontrada no litoral
brasileiro. O ministro
de Minas e Energia,
Edison Lobão,
foi o primeiro a
defender publicamente
a idéia da
criação
de uma nova estatal
para gerenciais
os recursos, que
ficou apelidada
no mercado como
"Petrosal".
Num primeiro momento,
o presidente da
Petrobras, José
Sergio Gabrielli,
não encampou
a idéia,
enquanto empresas
privadas que atuam
no país defendem
a manutenção
do marco regulatório
atual, com o simples
aumento dos royalties
e participações
especiais cobradas.
Essa
semana, o presidente
Luiz Inácio
Lula da Silva, colocou
mais combustível
na história
ao afirmar por duas
vezes que o marco
regulatório
deverá ser
alterado, para que
as megareservas
de petróleo
não beneficiem
apenas algumas empresas.
Hoje,
o ministro Minc
também colocou
o dedo na polêmica.
"A Petrobras
vai lá, vai
lá, e quando
descobre, todo mundo
quer. Assim também
não dá",
declarou, para em
seguida afirmar
que dava sua opinião
não como
ministro, mas como
brasileiro preocupado
com os rumos da
exploração
desses recursos.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Com
Texaco, Grupo Ultra
encosta na BR Distribuidora
no Sul e Sudeste
Valor Online
14/08/2008
SÃO
PAULO - Ao anunciar
a aquisição
dos ativos da Texaco
no Brasil, o Grupo
Ultra alcançou
a Petrobras
na liderança
do mercado de distribuição
de combustíveis
das regiões
Sul e Sudeste, as
maiores do país
em termos de volume.
Com
a compra, fechada
por R$ 1,16 bilhão,
a fatia do Ultra,
detentor da marca
Ipiranga nessas
regiões,
passou de 20% para
28%, a mesma participação
da BR Distribuidora,
líder absoluta
até então.
Subsidiária
da Petrobras, a
BR mantém
o primeiro lugar
no mercado nacional,
com participação
de 36%. O Grupo
Ultra aparece agora
com 23% (contra
14% antes da aquisição),
seguido da Shell,
que detém
11%.
O
Brasil conta hoje
com cerca de 36
mil postos de combustíveis,
dos quais 11 mil
são os chamados
de "bandeira
branca", ou
seja, que não
utilizam a marca
de nenhuma distribuidora.
E
é justamente
este espaço
que o Ultra poderá
ocupar com vistas
a aumentar sua presença
no mercado nacional.
Isso porque o grupo
descarta novas compras
de peso. Segundo
o seu presidente,
Pedro Wongtschowski,
poderá haver
pequenas aquisições
de empresas regionais.
"O tamanho
que chegamos é
adequado para as
condições
do mercado brasileiro",
ponderou o executivo.
Uma
das maiores apostas
do Ultra ao comprar
os ativos da Texaco
- em negociação
que durou cerca
de um ano - era
atingir abrangência
nacional em seu
negócio de
distribuição
de combustíveis.
Com a aquisição,
a empresa chegou
ao Norte, Nordeste
e Centro-Oeste,
onde ainda não
atuava. Hoje, a
Texaco é
vice-líder
nessas regiões,
com 9% do mercado,
enquanto que a BR
Distribuidora lidera
com 53%.
O
Ultra vai continuar
investindo na marca
Texaco, com intenção
de elevar sua fatia
nesses mercados.
Porém, poderá
migrar esses postos
para a bandeira
Ipiranga a partir
de abril de 2012,
quando acaba o direito
da Petrobras sobre
a marca.
Também
motivou a aquisição
o ganho de escala
no Sul e no Sudeste.
O superintendente
da Ipiranga, Leocádio
Antunes Filho, disse
que a empresa não
vê problemas
em eventuais sobreposições
entre postos vizinhos
das bandeiras Texaco
e Ipiranga. "Se
estão lá,
é porque
há mercado
para os dois",
completou.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Ultrapar
paga R$ 1,1 bi pelos
negócios
de distribuição
da Texaco no BR
Valor Online
14/08/2008
SÃO
PAULO - A Ultrapar
Participações,
dona dos postos
Ipiranga, anunciou
a compra dos negócios
de distribuição
da Texaco no Brasil
por R$ 1,161 bilhão.
Segundo a companhia,
a transação
será paga
com recursos disponíveis
em caixa. O valor
da operação
está sujeito
a ajustes de capital
de giro e endividamento
líquido na
liquidação
financeira.
Pelo
fato relevante enviado
à Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM), o acordo
foi fechado por
meio da subsidiária
da Ultrapar, a Sociedade
Brasileira de Participações,
que comprou 100%
das cotas da Chevron
Brasil Ltda. e da
Sociedade Anônima
de Óleo Galena
Signal, subsidiárias
da Chevron que possuem
as atividade de
distribuição
de combustíveis
Texaco no país.
A
combinação
da Ipiranga, comprada
em 2007 pelo grupo,
com a Texaco criará
um negócio
de distribuição
de combustíveis
nacional, com uma
rede de mais de
5 mil postos e participação
de mercado de 23%.
Segundo
a Ultrapar, essa
união também
possibilitará
um melhor posicionamento
da empresa para
o crescimento e
dará mais
competitividade
por meio da maior
escala de operações,
além de proporcionar
a expansão
geográfica
da companhia.
Atualmente,
a Texaco distribui
combustíveis
no território
nacional, com exceção
do estado de Roraima,
por uma rede de
aproximadamente
2 mil postos e diretamente
a grandes consumidores.
Em
2007, a Texaco vendeu
6,7 milhões
de metros cúbicos
de diesel, gasolina,
etanol e GNV, um
crescimento de 8%
em relação
ao ano anterior,
representando uma
participação
no mercado nacional
de 9%.
Nas
regiões Centro-Oeste,
Nordeste e Norte,
áreas em
que a Ultrapar passará
a atuar com essa
aquisição,
a Texaco é
a segunda maior
empresa, com participação
de mercado de 9%
em 2007.
No
ano passado, a Texaco
teve receita de
R$ 11,9 bilhões
e geração
de caixa medida
pelo Ebitda (lucro
antes de juros,
impostos, depreciação
e amortização)
de R$ 121 milhões.
Nos quatro primeiros
meses de 2008, gerou
um Ebitda anualizado
de R$ 147 milhões.
Para
permitir um processo
gradual e organizado
de transição
de marcas, os termos
da transação
incluem o licenciamento,
já considerado
no valor da aquisição,
da família
de marcas Texaco
por 3 anos nas regiões
Sul e Sudeste e
por 5 anos nas regiões
Centro-Oeste, Nordeste
e Norte.
Ainda
conforme o comunicado,
a liquidação
financeira acontecerá
depois do cumprimento
de determinadas
condições
e da segregação
das atividades de
lubrificantes e
exploração
de petróleo,
hoje pertencentes
à Chevron
Brasil Ltda, para
outras pessoas jurídicas
da Chevron. Segundo
a Ultrapar, esses
procedimentos deverão
acontecer até
o começo
de 2009.
Biocombustível
pode atingir 20%
da matriz veicular
neste ano, diz ANP
Valor Online
13/08/2008
RIO
- A participação
dos biocombustíveis
na matriz veicular
brasileira atingiu
18,5% no primeiro
semestre do ano
e a expectativa
da Agência
Nacional do Petróleo,
Gás Natural
e Biocombustíveis
(ANP)
é de que
esse valor se aproxime
dos 20% até
o fim do ano, graças
à implementação
de 3% de biodiesel
na mistura do óleo
diesel no país
e à trajetória
de queda dos preços
do álcool.
No
primeiro semestre,
o álcool
anidro e o álcool
hidratado responderam
por 17,5% da matriz
veicular no país,
enquanto o biodiesel
ficou com 1% do
total. A liderança
coube ao diesel,
com 51,2%, seguido
pela gasolina A
(pura, sem mistura
com álcool),
com 26,1%. O Gás
Natural Veicular
(GNV) respondeu
por outros 4,1%.
"Seguramente
o consumo de álcool
vai se aproximar
dos 20% da matriz
veicular este ano.
Todas as variáveis
apontam para isso,
até porque
não há
cenário de
aumento do preço
do álcool
e não há
cenário de
diminuição
da oferta",
ponderou Edson Silva,
superintendente
de Abastecimento
da ANP.
O
superintendente
ressaltou que a
queda de preços
do álcool
ocorre paralelamente
ao aumento de 27,2%
das exportações
do produto no primeiro
semestre, para 1,968
bilhão de
litros, contra 1,547
bilhão de
litros nos primeiros
seis meses do ano
passado.
"Havia
o temor de que o
aumento das exportações
poderia ter impacto
nos preços
do mercado interno,
mas não é
isso que está
acontecendo",
contou Silva.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Labace
deve movimentar
75% mais em 2008,
prevê Abag
Valor Online
13/08/2008
SÃO
PAULO - A Associação
Brasileira de Aviação
Geral (Abag)
espera registrar
um movimento de
US$ 350 milhões
durante a Latin
American Business
Aviation Conference
& Exhibition
(Labace), maior
feira de aviação
executiva da América
Latina neste ano.
Se confirmado, esse
volume representará
um aumento de 75%
em relação
aos US$ 200 milhões
movimentados pela
feira no ano passado.
De
acordo com o presidente
da entidade, Rui
Thomaz Aquino, o
crescimento econômico
brasileiro tem impulsionado
os negócios
do setor. "Apesar
de chamarmos a aviação
executiva de executiva,
na verdade ela é
aviação
de negócios
e, assim, quando
a economia cresce,
aumentam os negócios
e a demanda por
aviões executivos",
afirmou ele, durante
o lançamento
da feira, hoje,
em São Paulo.
O momento da economia,
portanto, justificaria
a expectativa positiva
da Abag para a feira.
Aquino
notou que a aviação
geral brasileira
(que inclui a aviação
executiva) deve
crescer entre 2%
e 2,5% neste ano.
A maior expansão
será vista
na aviação
executiva, que deve
fechar 2008 com
expansão
de 4% e 5%. Para
os próximos
cinco anos, porém,
a Abag projeta um
crescimento anual
de 10% na aviação
executiva (tanto
no caso de jatos
como no de helicópteros).
"Esse
crescimento de 10%
já é
praticamente certo,
já que a
estimativa toma
por base a produção
já comprometida
das fabricantes.
Se você for
comprar um jato
executivo da Embraer
hoje, por exemplo,
ele só será
entregue depois
de 2012. Portanto,
já temos
uma idéia
do que irá
ocorrer no mercado",
afirma Aquino.
No
total, a aviação
geral deve movimentar,
segundo a Abag,
cerca de US$ 500
milhões em
2008. Nesse valor
estão inclusos,
segundo Aquino,
a compra e venda
de aeronaves, peças,
serviços
e manutenção.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Empresa
de petróleo
e gás da
GP quer captar recursos
na Bovespa
Valor Online
12/08/2008
SÃO
PAULO - Dando continuidade
a um negócio
iniciado em agosto
do ano passado,
a GP Administradora
pretende abrir o
capital da San Antonio
International, empresa
que atua na prestação
de serviços
para o setor de
petróleo
e gás. San
Antonio foi o nome
dado à antiga
subsidiária
latino-americana
da Pride International,
adquirida pela GP
por US$ 1,02 bilhão
em agosto do ano
passado.
A
companhia, com sede
em Bermudas, pretende
acessar o mercado
brasileiro com a
emissão de
Brazilian Depositary
Receipts (BRDs -
instrumento que
permite que empresas
estrangeiras tenham
ações
negociadas no Brasil).
Os pedidos de registro
de companhia aberta
e analise para oferta
primária
e secundária
de BDRs já
estão sob
análise da
Comissão
de Valores Mobiliários
(CVM).
Cada
BDR será
representativo de
uma ação
ordinária
da companhia. O
montante que será
ofertado assim com
o preço estimado
por papel ainda
não foram
definidos. A coordenação
está a cargo
do Itaú BBA,
Credit Suisse e
Deutsche Bank.
De
acordo com a minuta
do prospecto preliminar,
os investidores
de varejo poderão
tomar parte na distribuição,
com valor mínimo
de investimento
de R$ 3 mil.
Com
a oferta primária,
a companhia pretende
captar recursos
para seu plano de
investimento e para
o pagamento de empréstimo
contratado para
o financiamento
de aquisições.
No
prospecto, a San
Antonio se apresenta
como líder
na prestação
de serviços
relacionados à
exploração
de poços
de petróleo
e gás onshore
na América
Latina, com atuação
em bacias na Argentina,
Bolívia,
Brasil, Colômbia,
Equador, Peru, Venezuela
e México.
A
frota da companhia
é formada
por 71 sondas de
perfuração
e 176 de intervenção
para operações
onshore, além
de 2 sondas flutuantes
de perfuração
e 4 de intervenção
para operações
offshore em águas
rasas.
No
prospecto, a companhia
destaca a aquisição
da Sotep, também
prestadora de serviços
no setor, em um
negócio de
R$ 190 milhões
fechado em abril
de 2008.
O
controle da companhia
é da GP Administradora
com 55,3% das ações
ON. O segundo maior
acionista é
a empresa de investimentos
Amber Investment,
com 22,6% do capital.
Também figura
como acionista a
Dunearn Investments,
empresa controlada
pelo fundo soberano
de Cingapura, o
Temasek Holdings,
com 11,8% do capital.
Com
participações
inferiores a 5%
estão a Dilurey,
da Pampa Holding
- empresa que atua
na geração
de energética
na Argentina -,
Point Eleven e Itaparica
Holding, que tem
como fundadores
membros do conselho
de administração.
(Eduardo
Campos | Valor Online)
Petrobras
é 3ª
empresa mais lucrativa
das Américas,
mostra estudo
Valor Online
12/08/2008
SÃO
PAULO - O lucro
de US$ 5,518 bilhões
obtido pela
Petrobras no
segundo trimestre
do ano coloca a
companhia estatal
como a terceira
empresa de capital
aberto mais lucrativa
das Américas.
Tal constatação
é da Economatica,
que converteu o
resultado para dólares
e comparou com outras
15 empresas das
Américas,
excluindo o Canadá.
Ontem,
a Petrobras informou
ter obtido lucro
líquido de
R$ 8,783 bilhões
entre abril e junho,
um crescimento de
29% ante os R$ 6,8
bilhões apurados
um ano antes. Os
mais de R$ 8 bilhões
convertidos pela
Ptax (média
das cotações
do dólar
apurada pelo Banco
Central) de 30 de
junho representam
os US$ 5,518 bilhões
utilizados pela
Economatica em seu
levantamento.
Os
dois primeiros lugares
no ranking também
são de empresas
do setor de óleo
e gás. A
mais lucrativa é
a norte-americana
ExxonMobil, com
US$ 11,68 bilhões.
A Chevron Texaco,
a segunda maior,
lucrou US$ 5,975
bilhões.
Analisando
o ranking, é
possível
constatar que o
ganho da estatal
brasileira supera
o resultado de gigantes
norte-americanas
como General Electric
(GE), Microsoft,
AT & T e Wal-Mart.
Apenas
mais uma empresa
brasileira aparece
entre as 15 mais
lucrativas. É
a mineradora Vale
do Rio Doce, que
ocupa a 14ª
colocação,
com lucro de US$
2,873 bilhões.
Química
e petroquímica
Quattor
obtém lucro
de R$ 43 milhões
no segundo trimestre
Valor Online
11/08/2008
SÃO
PAULO - A Quattor,
empresa petroquímica
controlada pela
Unipar
(60%) e Petrobras
(40%) e que atua
no Sudeste do país,
fechou o segundo
trimestre deste
ano com lucro líquido
de R$ 43 milhões,
o que revela uma
queda de 39% sobre
o ganho pro forma
da empresa em igual
período de
2007, quando somou
R$ 71,5 milhões.
Vale frisar que
os dados são
da empresa controladora
e não o consolidado.
A
empresa teve receita
líquida de
R$ 509 milhões
entre abril e junho
deste ano, com recuo
de 1,1% sobre o
ganho no mesmo período
do ano passado.
O faturamento líquido
com vendas domésticas
aumentou 4,6%, para
R$ 456 milhões,
enquanto a receita
com exportações
caiu 32,5% no mesmo
intervalo, para
R$ 54 milhões.
Ainda
na comparação
entre o segundo
trimestre do ano
passado com igual
intervalo deste
ano, o custo dos
produtos vendidos
aumentou 6,8%, para
R$ 447 milhões,
enquanto as despesas
com vendas, gerais
e administrativas
caíram 15,2%
para R$ 40,7 milhões.
Desta
forma, o resultado
da empresa medido
pelo Ebitda (lucro
antes de juros,
impostos depreciação
e amortização)
foi de R$ 75,7 milhões,
com alta de 4,1%.
A margem Ebitda,
que mede a relação
entre este indicador
a receita líquida,
subiu de 14,1% para
14,9% neste intervalo.
Com
receita extraordinária,
lucro da Unipar
cresce 37% no primeiro
trimestre
Valor Online
16/05/2008
SÃO
PAULO - Protagonista
do processo de consolidação
dos ativos petroquímicos
da região
Sudeste, a Unipar
encerrou o primeiro
trimestre deste
ano com lucro líquido
de R$ 56,47 milhões,
o que representa
um crescimento de
37,18% em relação
ao mesmo período
de 2007, quando
o ganho somou R$
41,16 milhões.
Uma receita extraordinária
de R$ 57,1 milhões,
obtida com a alienação
da participação
da empresa na Petroflex,
foi a responsável
pelo lucro maior.
No
quesito operacional,
a empresa não
foi bem, em razão
dos maiores custos
da matéria-prima.
Entre janeiro e
março, a
receita líquida
da Unipar somou
R$ 677,7 milhões,
uma alta de 5,43%
sobre o mesmo período
do ano passado.
No entanto, o custo
dos produtos vendidos
avançou 8,9%,
para R$ 542,7 milhões.
Já as despesas
operacionais dispararam
45,6%, para R$ 117,5
milhões.
Com
isso, a geração
de caixa medida
pelo Lajida (lucro
antes de juros,
impostos, amortizações
e depreciações)
caiu 12%, para R$
90 milhões.
(Murillo
Camarotto | Valor
Online)
Siderurgia
Produção
nacional de aço
cresce 6,9% no primeiro
semestre
Valor Online
11/08/2008
RIO
- A produção
brasileira de aço
bruto somou 17,447
milhões de
toneladas durante
o primeiro semestre
deste ano, um crescimento
de 6,9% em relação
ao mesmo período
de 2007, quando
o volume atingiu
16,327 milhões
de toneladas. Os
números foram
divulgados hoje
pelo Instituto Brasileiro
de Siderurgia (IBS).
Durante
o primeiro semestre,
foram produzidas
12,976 milhões
de toneladas de
aços laminados,
uma alta de 3,3%
sobre os seis primeiros
meses do ano passado.
De
acordo com o IBS,
as vendas internas
avançaram
18,4%, para 11,492
milhões de
toneladas. Dentro
desse grupo, a comercialização
de aços planos
subiu 13%, para
6,581 milhões
de toneladas, enquanto
que a de aços
longos cresceu 25,8%,
para 4,519 milhões
de toneladas.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Demanda
interna reduz exportações
de aço no
primeiro semestre
Valor Online
11/08/2008
RIO
- O aquecimento
do mercado interno
levou a uma redução
nas exportações
de aço pelas
siderúrgicas
brasileiras no primeiro
semestre. Entre
janeiro e junho,
o volume total vendido
ao exterior caiu
10,3%, para 5,039
milhões de
toneladas, contra
5,618 milhões
de toneladas vendidas
no primeiro semestre
de 2007. No total,
as vendas ao exterior
atingiram US$ 3,665
bilhões,
3,2% acima dos US$
3,552 bilhões
registrados nos
primeiros seis meses
do ano passado,
refletindo o aumento
de preços
dos produtos siderúrgicos
nos mercados internacionais.
Para
o presidente do
Instituto Brasileiro
de Siderurgia (IBS),
Flávio Azevedo,
a queda das exportações
foi causada pela
transferência
de volumes que seriam
vendidos ao mercado
internacional para
colocação
no Brasil de forma
a atender a demanda
crescente. A queda
das exportações
foi determinada
pelos laminados,
cujas vendas ao
exterior caíram
32,6%, para 2,055
milhões de
toneladas no primeiro
semestre, contra
3,051 milhões
de toneladas entre
janeiro e junho
do ano passado.
Dentro
desse grupo, as
vendas de aços
planos ao exterior
caíram 41,8%,
para 1,122 milhão
de toneladas, contra
1,927 milhão
de toneladas no
primeiro semestre
do ano passado.
Entre os longos
houve queda de 17%
nas exportações,
de 1,124 milhão
de toneladas no
primeiro semestre
do ano passado para
933 mil toneladas
entre janeiro e
junho de 2008.
A
queda das exportações
foi minimizada pela
alta de 16,2% nas
vendas internacionais
de aço semi-acabado.
No primeiro semestre
do ano passado foram
vendidas 2,567 milhões
de toneladas ao
exterior, volume
que esse ano pulou
para 2,984 milhões
de toneladas.
"O
aumento das exportações
de semi-acabados
foi puxado principalmente
pelas expansões
de ArcelorMittal
Tubarão e
Gerdau Açominas",
afirmou o vice-presidente
executivo do IBS,
Marco Polo de Mello
Lopes, acrescentando
que este aumento
elevou a capacidade
instalada no parque
siderúrgico
brasileiro de 37
milhões de
toneladas no ano
passado para os
atuais 41 milhões
de toneladas.
No
caminho contrário,
as importações
subiram 58,8%, de
662 mil toneladas
no primeiro semestre
do ano passado para
1,051 milhão
de toneladas entre
janeiro e junho
deste ano. Segundo
Flavio Azevedo,
o crescimento das
importações
- que levou a um
aumento de gastos
com as compras de
77,8%, de US$ 766
milhões para
US$ 1,362 bilhão
- foi puxado por
compras das próprias
siderúrgicas,
com o objetivo de
suprir demandas
de clientes que
não haviam
sido planejadas
com antecedência.
"Além
disso, houve importações
de produtos que
não são
produzidos no país
por uma questão
de escala, e não
por problemas de
capacidade",
frisou Azevedo.
O
presidente do IBS
fez questão
de ressaltar diversas
vezes que não
há risco
de desabastecimento
do mercado interno.
Segundo ele, mesmo
com o aumento de
18,4% nas vendas
internas e da alta
de 21,5% no consumo
aparente (vendas
internas mais importação,
menos exportação),
que pulou de 10,315
milhões de
toneladas no primeiro
semestre do ano
passado para 12,533
milhões de
toneladas entre
janeiro e junho
deste ano, a capacidade
instalada de 41
milhões de
toneladas atual
do parque siderúrgico
brasileiro tem condições
de garantir a demanda
interna.
Azevedo
citou inclusive
a demanda de projetos
para o setor de
petróleo
e as compras de
aço para
construção
de embarcações.
Segundo ele, os
estaleiros fizeram
duas importações
de aço ucraniano
para os dois primeiros
navios licitados
pela Transpetro,
mas "já
perceberam que não
é bom negócio".
Azevedo
frisou que, caso
a economia mantenha
um ritmo de 5% de
crescimento ao ano
até 2015,
a demanda nacional
vai atingir 40 milhões
de toneladas, enquanto
os projetos siderúrgicos
já assegurados
e em desenvolvimento
levarão a
capacidade instalada
no país a
63 milhões
de toneladas. "As
necessidades serão
atendidas. Não
há entrave
do ponto-de-vista
do setor siderúrgico",
disse Azevedo.
(Rafael
Rosas | Valor Online)
Transportes
Embraer
fecha a venda de
12 Super Tucanos
à Força
Aérea Chilena
Valor Online
15/08/2008
SÃO
PAULO - A Embraer
anunciou hoje ter
fechado um contrato
para fornecer 12
aeronaves militares
Super Tucano à
Força Aérea
Chilena (FACH).
Os aviões
foram selecionados
em concorrência
e serão utilizados
para treinamento
tático de
pilotos. O primeiro
aparelho deve ser
entregue já
no segundo semestre
de 2009, afirmou
a fabricante.
Além
dos aviões,
o governo chileno
também adquiriu
um pacote de serviços
logísticos
e de suporte, assim
como um sistema
de treinamento e
apoio à operação.
Esses serviços
beneficiarão
tanto as aeronaves
como as estações
de apoio em solo
da FACH.
"Estamos
muito orgulhosos
em anunciar que
o Super Tucano foi
a aeronave selecionada
pela Força
Aérea Chilena,
uma instituição
reconhecida internacionalmente
pela alta capacitação
dos seus profissionais",
disse vice-presidente
de Defesa e Governo
da Embraer, Luiz
Carlos Aguiar. "Temos
certeza de que a
disponibilidade
do Super Tucano
contribuirá
positivamente com
a formação
dos pilotos da FACH",
acrescentou.
O
Super Tucano atualmente
é utilizado
pelas Forças
Aéreas do
Brasil e da Colômbia.
Ele realiza missões
de treinamento e
ataques leves de
precisão
em operações
de segurança
interna.
O
valor do negócio
não foi divulgado.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
Embraer
anuncia venda do
100º jato Phenom
na América
Latina
Valor Online
13/08/2008
SÃO
PAULO - A Embraer
anunciou ter vendido
o 100º avião
da família
de jatos executivos
Phenom na América
Latina. No total,
a companhia tem
mais de 800 pedidos
firmes para esses
aparelhos.
"Estamos
muito contentes
com essa venda,
o 100º Phenom
na América
Latina", afirmou
o vice-presidente
de Aviação
Executiva da companhia,
Luís Carlos
Affonso.
Segundo
ele, o avião
vendido é
da versão
Phenom-100. No total,
revela, cerca de
dois terços
da carteira de pedidos
da família
que a Embraer são
relativos a esse
modelo. "São
aviões mais
baratos e, portanto,
têm maior
saída, algo
que já prevíamos
no lançamento",
afirma.
No
Brasil, afirma o
executivo, já
foram vendidos entre
60 e 70 unidades
de jatos da família
Phenom.
(José
Sergio Osse | Valor
Online)
LLX
fecha acordo de
transporte com Ferrovia
Centro-Atlântica
Valor Online
12/08/2008
SÃO
PAULO - A LLX Açu
Operações
Portuárias,
subsidiária
da LLX Logística,
fechou contratos
com a Ferrovia Centro-Atlântica
(FCA), empresa controlada
pela Vale
do Rio Doce,
visando o transporte
de cargas e a realização
de investimentos
para a criação
de um novo ramal
ligando o Porto
do Açu, no
Rio de Janeiro,
à malha da
FCA.
Pelos
termos apresentado
em Fato Relevante,
a FCA prestará
serviços
de transporte ferroviário
e de cargas a LLX
e seu clientes tendo
como partida ou
destino o Porto
de Açu.
Além
do trecho já
existente, o contrato
prevê a construção
de um novo ramal
ligando Campos dos
Goytacazes (RJ)
e Porto do Açu.
"O acordo contribui
para a criação
de um novo corredor
logístico
para a importação
e exportação,
a partir da integração
do Porto do Açu
com a malha ferroviária
da FCA", disse
a LLX por meio de
comunicado.
O
contrato também
prevê volumes
anuais que as empresas
se comprometem a
transportar, incluindo
a movimentação
de diversos produtos,
que deverá
culminar no transporte
de 29 milhões
de toneladas anuais,
após cinco
anos do início
da integração
ferrovia-porto.
Segundo
a LLX, os investimentos
que serão
realizados ainda
dependem de estudos
técnicos
e da avaliação
financeira, o que
é tido como
usual nesse tipo
de projeto.